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Noticias Slideshows (13/06/2019 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


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  • 2/56   Google enfrenta processo após polêmica com James Damore e seu memorando sexista

    De acordo com o The Verge, a Google está enfrentando um processo na Califórnia, sendo acusada de ser parcial contra candidatos brancos, asiáticos, conservadores e homens por causa da polêmica que foi gerada por um memorando sexista de James Damore em 2017

    De acordo com o The Verge, a Google está enfrentando um processo na Califórnia, sendo acusada de ser parcial contra candidatos brancos, asiáticos, conservadores e homens por causa da polêmica que foi gerada por um memorando sexista de James Damore em 2017


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  • 3/56   Google traz modo escuro para Discover e Pesquisa no Android

    Empresa segue implementando o modo escuro em suas ferramentas; desta vez, segundo apurou o 9to5Google, foi a vez do Discover e Pesquisas serem atualizados para darem a opção de o usuário escolher entre o tradicional branco e o econômico e mais confortável escuro

    Empresa segue implementando o modo escuro em suas ferramentas; desta vez, segundo apurou o 9to5Google, foi a vez do Discover e Pesquisas serem atualizados para darem a opção de o usuário escolher entre o tradicional branco e o econômico e mais confortável escuro


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  • 4/56   Exposição online da Google permite que usuários visitem casa de Anne Frank

    Em homenagem ao aniversário de Anne Frank, a Google lançou nesta quarta-feira (12) uma exposição online que permite ao visitante conhecer cômodos da casa de Anne, incluindo o quarto que ela dividia com a irmã Margot. Se estivesse viva, Anne estaria completando 90 anos

    Em homenagem ao aniversário de Anne Frank, a Google lançou nesta quarta-feira (12) uma exposição online que permite ao visitante conhecer cômodos da casa de Anne, incluindo o quarto que ela dividia com a irmã Margot. Se estivesse viva, Anne estaria completando 90 anos


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  • 5/56   Como baixar o calendário da Copa América 2019: Google Calendar e PDF

    Quer a lista completinha, física ou virtual, do torneio que vai rolar no Brasil? Veja a seguir como tê-la em mãos!

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  • 6/56   Google tem reunião para decidir mudanças na diretrizes LGBTQ+ da empresa

    Depois do mais recente escândalo envolvendo o youtuber Steven Crowder, a Google assumiu que não entende exatamente quais são as necessidades da comunidade LGBTQ+, e se reuniu com representantes para organizar mudanças nas políticas da empresa

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  • 7/56   Depois de reclamações, Google vai encerrar sincronização entre Drive e Fotos

    A Google anunciou nesta quarta-feira (12) que vai desativar a sincronização entre Drive e Fotos a partir de 10 de julho. De acordo com a empresa, usuários das plataformas estavam reclamando da confusão que era causada pela conexão entre os dois serviços

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  • 8/56   Google confirma visual do Pixel 4 com esquema de três câmeras traseiras

    A Google divulgou nesta quarta-feira (12) o visual do Pixel 4. O novo smartphone da marca contará com um esquema de três câmeras traseiras e flash. As lentes serão montadas sob um formato quadrado, e o aparelho também deve ser lançado sem um leitor de digitais físico

    A Google divulgou nesta quarta-feira (12) o visual do Pixel 4. O novo smartphone da marca contará com um esquema de três câmeras traseiras e flash. As lentes serão montadas sob um formato quadrado, e o aparelho também deve ser lançado sem um leitor de digitais físico


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  • 9/56   Rumor | Xiaomi e Oppo estariam testando sistema operacional da Huawei

    Huawei negou os rumores, porém relato de site internacional indica que sistema operacional de alternativa ao Android já estaria em fase de testes por empresas chinesas; Huawei vem sofrendo impedimentos de comércio com empresas americanas e pode ficar sem o Android

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  • 10/56   Google Docs vai permitir comparação entre arquivos para identificar alterações

    A Google anunciou nesta terça-feira (11) que usuários do Google Docs poderão comparar dois arquivos para visualizar alterações e inconsistências. Isso facilita a colaboração entre usuários e torna mais simples o processo de encontrar erros

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  • 11/56   Apple pode comprar divisão de modem da Intel para 5G

    Apple pode estar em negociação para comprar o braço de tecnologia wireless da Intel. Fabricante de chips comprou em 2011 a Infineon, empresa de modems e afins, motivo pelo qual a Apple está interessada neste setor

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  • 12/56   Promoção da iPlace troca seu Android usado por iPhone novo

    Em promoção válida até o dia 30 de junho, usuários que levarem seus aparelhos Android usados terão o dispositivo avaliado na hora, e o valor estipulado pode servir de entrada para a aquisição de um smartphone iOS, dos modelos iPhone 6S até o iPhone XS Max

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  • 13/56   Reportagem revela que Google lucrou mais com notícias do que toda a imprensa

    De acordo com uma pesquisa publicada pelo jornal The New York Times, a receita arrecadada com anúncios do Google em sites de notícias pode ser maior do que a soma dos lucros de todos os órgãos de imprensa

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  • 14/56   Google acelera transferência de produção para fora da China

    (Bloomberg) -- O Google está transferindo parte da produção dos termostatos Nest e hardware para servidores para fora da China, de modo a evitar as tarifas impostas pelos Estados Unidos e a crescente hostilidade por parte do governo em Pequim, de acordo com pessoas com conhecimento do assunto.O Google já transferiu grande parte da produção de placas-mãe destinadas aos EUA para Taiwan, evitando assim uma tarifa de 25%, disseram as pessoas, que pediram para não serem identificadas comentando assuntos internos. Autoridades dos EUA identificaram placas-mães fabricadas na China como um risco à segurança, mas o Google não mencionou o fato durante conversas com fornecedores, segundo as fontes. Com as tarifas, Taiwan e Malásia também intensificaram a produção de dispositivos Nest para o mercado americano, disseram as pessoas.A produção de hardware do Google na China é minúscula em comparação com o volume produzido pela Apple, mas a transferência pode sinalizar uma tendência mais abrangente à medida que as tensões entre Pequim e Washington aumentam. O gigante de buscas dos EUA consegue alguma receita publicitária no país e já explorou formas para atrair consumidores e empresas na segunda maior economia do mundo, desde o compartilhamento de ferramentas de inteligência artificial até mesmo um serviço de buscas censurado. Mas o Google agora amplia sua pegada em outro lugar: a empresa anunciou em março um novo campus em Taipei e disse que vai aumentar a força de trabalho na ilha, embora não esteja claro se isso estaria relacionado à diversificação dos locais de fabricação. O Google não quis comentar sobre ajustes de produção.Entre o hardware do Google sobrecarregado com tarifas mais altas, as placas-mãe de servidores são fundamentais para as operações do gigante de tecnologia. A empresa monta seus próprios centro de dados nos EUA e em outros lugares. Esses hubs de computação ajudam a oferecer ferramentas de pesquisa e produtividade em uma plataforma de serviços em nuvem, além de fornecer energia à maior plataforma móvel do mundo, bem como serviços de mapeamento e pesquisa.\--Com a colaboração de Gerrit De Vynck.Repórteres da matéria original: Debby Wu em Taipé, dwu278@bloomberg.net;Mark Bergen em São Francisco, mbergen10@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Edwin Chan, echan273@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Peter ElstromFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- O Google está transferindo parte da produção dos termostatos Nest e hardware para servidores para fora da China, de modo a evitar as tarifas impostas pelos Estados Unidos e a crescente hostilidade por parte do governo em Pequim, de acordo com pessoas com conhecimento do assunto.O Google já transferiu grande parte da produção de placas-mãe destinadas aos EUA para Taiwan, evitando assim uma tarifa de 25%, disseram as pessoas, que pediram para não serem identificadas comentando assuntos internos. Autoridades dos EUA identificaram placas-mães fabricadas na China como um risco à segurança, mas o Google não mencionou o fato durante conversas com fornecedores, segundo as fontes. Com as tarifas, Taiwan e Malásia também intensificaram a produção de dispositivos Nest para o mercado americano, disseram as pessoas.A produção de hardware do Google na China é minúscula em comparação com o volume produzido pela Apple, mas a transferência pode sinalizar uma tendência mais abrangente à medida que as tensões entre Pequim e Washington aumentam. O gigante de buscas dos EUA consegue alguma receita publicitária no país e já explorou formas para atrair consumidores e empresas na segunda maior economia do mundo, desde o compartilhamento de ferramentas de inteligência artificial até mesmo um serviço de buscas censurado. Mas o Google agora amplia sua pegada em outro lugar: a empresa anunciou em março um novo campus em Taipei e disse que vai aumentar a força de trabalho na ilha, embora não esteja claro se isso estaria relacionado à diversificação dos locais de fabricação. O Google não quis comentar sobre ajustes de produção.Entre o hardware do Google sobrecarregado com tarifas mais altas, as placas-mãe de servidores são fundamentais para as operações do gigante de tecnologia. A empresa monta seus próprios centro de dados nos EUA e em outros lugares. Esses hubs de computação ajudam a oferecer ferramentas de pesquisa e produtividade em uma plataforma de serviços em nuvem, além de fornecer energia à maior plataforma móvel do mundo, bem como serviços de mapeamento e pesquisa.\--Com a colaboração de Gerrit De Vynck.Repórteres da matéria original: Debby Wu em Taipé, dwu278@bloomberg.net;Mark Bergen em São Francisco, mbergen10@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Edwin Chan, echan273@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Peter ElstromFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.


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  • 15/56   Bateria do "iPhone XR 2" terá aumento de 5% em sua capacidade geral

    De acordo com as informações do site The Elec, a fabricante chinesa ATL já está produzindo as baterias que irão alimentar os futuros "iPhone XR 2", de forma que eles apresentariam um aumento de 5% na capacidade geral

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  • 16/56   Apple libera novos betas para desenvolvedores do iOS, macOS, watchOS e tvOS

    Nesta terça (11), a Apple começou a liberar as atualizações macOS Mojave 10.14.6 beta 2, watchOS 5.3 beta 3, tvOS 12.4 beta 3 aos desenvolvedores, bem como as versões de testes beta do iOS 13, iPadOS 13, macOS Catalina 10.15, watchOS 6 e tvOS 13

    Nesta terça (11), a Apple começou a liberar as atualizações macOS Mojave 10.14.6 beta 2, watchOS 5.3 beta 3, tvOS 12.4 beta 3 aos desenvolvedores, bem como as versões de testes beta do iOS 13, iPadOS 13, macOS Catalina 10.15, watchOS 6 e tvOS 13


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  • 17/56   Foxconn acredita que guerra comercial entre EUA e China não afetará a Apple

    Apesar da guerra comercial que ocorre entre os EUA e a China, onde empresas de ambos os países são prejudicatas no fogo cruzado, a Foxconn acredita que as produções da Apple não sofrerão muitas baixas, visto que existem várias fábricas espalhadas pelo mundo

    Apesar da guerra comercial que ocorre entre os EUA e a China, onde empresas de ambos os países são prejudicatas no fogo cruzado, a Foxconn acredita que as produções da Apple não sofrerão muitas baixas, visto que existem várias fábricas espalhadas pelo mundo


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  • 18/56   Google investe US$ 2,6 bilhões e adquire startup de análise Looker

    Gigante da internet segue gastando grandes somas para assegurar aquisições de empresas que tragam portfólio de produtos com boa capacidade de integração; startup atua no setor de analytics e será integrada à plataforma Google Cloud

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  • 19/56   Shazam agora poderá identificar músicas que tocam em fones de ouvido

    Uma atualização do Shazam vai permitir que o aplicativo identifique músicas que tocam nos fones de ouvido do usuário. Antes, o software só conseguia reconhecer músicas quando reproduzidas por alto-falantes. A atualização está disponível apenas para usuários do Android

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  • 20/56   Apple cancela construção de um data center em Aabenraa, na Dinamarca

    A Apple vai cancelar a construção de um grande data center em Aabernaa, na Dinamarca. A notícia desta terça-feira (11) pegou de surpresa moradores e autoridades da cidade, que foram informados que a decisão é uma estratégia da sede da Apple, nos Estados Unidos

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  • 21/56   Google Maps ganha notificação sobre desvio de rota em táxi e similares

    Novo botão permite indicar ao aplicativo que você está andando como passageiro em uma corrida. Assim, ele indica o melhor caminho e notifica caso o motorista saia mais de 500 metros da rota. Por enquanto o novo recurso está restrito à Índia

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  • 22/56   CEO do YouTube pede desculpas à comunidade LGBTQ

    (Bloomberg) -- A presidente do YouTube, Susan Wojcicki, pediu desculpas à comunidade LGBTQ pela resposta da empresa às piadas homofóbicas e racistas em vídeos do comediante e comentarista conservador Steven Crowder.Na semana passada, a gigante de vídeos bloqueou as ferramentas do canal de Crowder que permitem obter ganhos com publicidade. Antes da decisão, o YouTube havia dito que os clipes não violavam suas políticas e manteve o conteúdo no site, provocando fortes críticas. Wojcicki defendeu a decisão, embora lamentando que certas pessoas tenham se sentido ofendidas."A decisão que tomamos foi muito dolorosa para a comunidade LGBTQ", disse na segunda-feira durante a Code Conference em Scottsdale, no Arizona. "Esta não foi nossa intenção."A polêmica envolvendo Crowder é a mais recente de uma série de equívocos e desafios enfrentados pelo maior site de vídeos do mundo. Wojcicki e outros executivos e gerentes do YouTube têm sido criticados por permitir a disseminação de conteúdo falso, extremista e tóxico para garantir o "engajamento" de usuários. Conservadores acusam o YouTube de reprimir o discurso político, e alguns políticos defenderam Crowder.Na segunda-feira, Wojcicki disse que assistiu a alguns vídeos de Crowder e teve influência na decisão, mas não revisou todos os clipes.Remover os vídeos ou banir Crowder do YouTube colocaria a empresa em uma situação difícil, porque milhões de pessoas poderiam questionar a ausência de conteúdo com comédia, hip hop e vídeos de programas de entrevistas, disse Wojcicki.Um vídeo tem que ser malicioso para ser retirado do YouTube por assédio. "Certo ou errado, malicioso é uma barreira alta para nós", disse Wojcicki.Ela também foi perguntada sobre a recente decisão do governo dos Estados Unidos de possivelmente iniciar uma investigação antitruste contra o Google, dono do YouTube, e pedidos de alguns políticos para que a empresa seja desmembrada.Wojcicki disse que o vídeo on-line é competitivo, com muitos serviços diferentes. Fazer parte do Google permite ao YouTube dispor da tecnologia e dados para lidar com seus problemas, acrescentou.O que o YouTube faria se o Google acabasse sendo desmembrado?"Estamos muito ocupados esta semana", disse Wojcicki. "Não sei. Quero dizer, encontraríamos uma solução."\--Com a colaboração de Mark Bergen.Repórter da matéria original: Gerrit De Vynck em N York, gdevynck@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Jillian Ward, jward56@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Alistair BarrFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- A presidente do YouTube, Susan Wojcicki, pediu desculpas à comunidade LGBTQ pela resposta da empresa às piadas homofóbicas e racistas em vídeos do comediante e comentarista conservador Steven Crowder.Na semana passada, a gigante de vídeos bloqueou as ferramentas do canal de Crowder que permitem obter ganhos com publicidade. Antes da decisão, o YouTube havia dito que os clipes não violavam suas políticas e manteve o conteúdo no site, provocando fortes críticas. Wojcicki defendeu a decisão, embora lamentando que certas pessoas tenham se sentido ofendidas."A decisão que tomamos foi muito dolorosa para a comunidade LGBTQ", disse na segunda-feira durante a Code Conference em Scottsdale, no Arizona. "Esta não foi nossa intenção."A polêmica envolvendo Crowder é a mais recente de uma série de equívocos e desafios enfrentados pelo maior site de vídeos do mundo. Wojcicki e outros executivos e gerentes do YouTube têm sido criticados por permitir a disseminação de conteúdo falso, extremista e tóxico para garantir o "engajamento" de usuários. Conservadores acusam o YouTube de reprimir o discurso político, e alguns políticos defenderam Crowder.Na segunda-feira, Wojcicki disse que assistiu a alguns vídeos de Crowder e teve influência na decisão, mas não revisou todos os clipes.Remover os vídeos ou banir Crowder do YouTube colocaria a empresa em uma situação difícil, porque milhões de pessoas poderiam questionar a ausência de conteúdo com comédia, hip hop e vídeos de programas de entrevistas, disse Wojcicki.Um vídeo tem que ser malicioso para ser retirado do YouTube por assédio. "Certo ou errado, malicioso é uma barreira alta para nós", disse Wojcicki.Ela também foi perguntada sobre a recente decisão do governo dos Estados Unidos de possivelmente iniciar uma investigação antitruste contra o Google, dono do YouTube, e pedidos de alguns políticos para que a empresa seja desmembrada.Wojcicki disse que o vídeo on-line é competitivo, com muitos serviços diferentes. Fazer parte do Google permite ao YouTube dispor da tecnologia e dados para lidar com seus problemas, acrescentou.O que o YouTube faria se o Google acabasse sendo desmembrado?"Estamos muito ocupados esta semana", disse Wojcicki. "Não sei. Quero dizer, encontraríamos uma solução."\--Com a colaboração de Mark Bergen.Repórter da matéria original: Gerrit De Vynck em N York, gdevynck@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Jillian Ward, jward56@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Alistair BarrFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.


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  • 23/56   E3 2019 | Tom Clancy's Elite Squad é o RPG mobile de todas as franquias do autor

    Título para iOS e Android não tem data de lançamento, mas reúne personagens dos jogos lançados pela Ubisoft: Rainbow Six, Ghost Recon, The Division e Splinter Cell. Game será baseado em batalhas de 5 contra 5

    Título para iOS e Android não tem data de lançamento, mas reúne personagens dos jogos lançados pela Ubisoft: Rainbow Six, Ghost Recon, The Division e Splinter Cell. Game será baseado em batalhas de 5 contra 5


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  • 24/56   Huawei convida desenvolvedores a incluírem seus aplicativos no AppGallery

    Após a Google anunciar que não vai mais fornecer atualização do Android para smartphones Huawei, devido à proibição norte-americana, a fabricante está pedindo para que desenvolvedores Android incluam seus aplicativos no AppGallery, sua própria loja de apps

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  • 25/56   Apple vai melhorar Siri Shortcuts com atualização do iOS 13

    A Apple anunciou nesta segunda-feira (3) durante seu evento para desenvolvedores que vai atualizar o Siri Shortcuts, que permite automatizar atividades comuns do usuário. Com a mudança, o recurso deixará de ser limitado para se tornar mais interativo e útil aos usuários

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  • 26/56   E3 2019 | Just Dance 2020 será lançado também para Google Stadia

    Game será lançado com 40 músicas sendo, necessário assinar o Just Dance Unlimited para ter acesso a mais de 500 músicas do catálogo. Game chega em novembro deste ano e vai contar com músicas de Ariana Grande, Skrillex e K-pop

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  • 27/56   Lei de Illinois consagra aborto como 'direito fundamental'
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O governador do estado de Illinois, nos Estados Unidos, promulgou nesta quarta-feira uma lei que consagra o aborto como um "direito fundamental" e revoga leis anteriores que o penalizavam.

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  • 28/56   Encefalite supostamente provocada por lichia mata 31 crianças na Índia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Ao menos 31 crianças morreram no norte da Índia nos últimos 10 dias vítimas de uma doença cerebral que muitos acreditam estar vinculada a uma substância tóxica das lichias, anunciaram as autoridades.

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  • 29/56   Golpear a cabeça de Trump com um martelo, um remédio contra o estresse
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Uma empresa japonesa está fazendo sucesso em um salão de tecnologia na China com um manequim de Donald Trump que os visitantes podem bater na cabeça com um martelo para combater o estresse.

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  • 30/56   Encefalite mata 31 crianças na Índia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Pelo menos 31 crianças morreram no norte da Índia nos últimos 10 dias vítimas de uma doença cerebral. Muitos acreditam que o problema pode estar ligado a uma substância tóxica das lichias.

    Pelo menos 31 crianças morreram no norte da Índia nos últimos 10 dias vítimas de uma doença cerebral. Muitos acreditam que o problema pode estar ligado a uma substância tóxica das lichias.


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  • 31/56   Quase 90% de consultados em pesquisa global acreditaram em 'fake news'
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Oitenta e seis por centro das pessoas consultadas em uma pesquisa internacional publicada nesta terça-feira (11) no Canadá admitiram ter acreditado em pelo menos uma notícia falsa com a qual se depararam na maioria das vezes em redes sociais.

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  • 32/56   No Alabama, divisão entre Igreja e Estado é cada vez mais tênue
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Nas rádios do estado do Alabama, domina o country cristão. Basta dar um passo para ver uma igreja. O aborto é considerado homicídio, e as escolas públicas em breve poderão ter crucifixos em suas salas de aula. Foi aqui que Margaux Hartline cresceu, aprendendo a se manter virgem até o casamento.

    Nas rádios do estado do Alabama, domina o country cristão. Basta dar um passo para ver uma igreja. O aborto é considerado homicídio, e as escolas públicas em breve poderão ter crucifixos em suas salas de aula. Foi aqui que Margaux Hartline cresceu, aprendendo a se manter virgem até o casamento.


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  • 33/56   Governo alemão prepara lei para proibir 'cura gay'
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O ministro alemão da Saúde quer apresentar até o fim do ano um projeto de lei para proibir as supostas "terapias de conversão" da orientação sexual dos homossexuais.

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  • 34/56   Notre-Dame terá primeira missa desde incêndio
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Uma missa fechada ao público será realizada no próximo sábado na catedral de Notre-Dame de Paris, a primeira desde o incêndio que atingiu aquele local há dois meses, informou nesta terça-feira a diocese de Paris.

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  • 35/56   Primeiro voo transatlântico completa 100 anos
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Há um século, dois britânicos realizaram o primeiro voo transatlântico sem escalas, o que os tornou heróis, antes de caírem no esquecimento, ofuscados pela façanha solitária de Lindbergh oito anos depois.

    Há um século, dois britânicos realizaram o primeiro voo transatlântico sem escalas, o que os tornou heróis, antes de caírem no esquecimento, ofuscados pela façanha solitária de Lindbergh oito anos depois.


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  • 36/56   Promotores dos EUA se comprometem a ignorar leis contra aborto
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Um grupo de promotores americanos se comprometeu nesta sexta-feira a não apresentar denúncias que derivem das novas leis que buscam restringir o acesso ao aborto em várias regiões dos Estados Unidos.

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  • 37/56   Trump diz que aceitaria informação estrangeira sobre adversário na eleição presidencial
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que estaria disposto a aceitar informação de um país estrangeiro sobre seu adversário na eleição presidencial de 2020.

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  • 38/56   Equador aprova casamento gay
    WORLD TOPIC NEWS

    O Equador passou a reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo nesta quarta-feira, após uma histórica decisão da Corte Constitucional que desafia a Igreja Católica em um país historicamente conservador.

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  • 39/56   Trump recorre a prerrogativa para bloquear informação sobre pergunta do censo
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente Donald Trump usou nesta quarta-feira (12) suas prerrogativas executivas para impedir que o Congresso obtenha documentos relacionados com a forma como seu governo agregou uma pergunta sobre cidadania no censo de 2020.

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  • 40/56   Eleições argentinas rumo à polarização entre Macri e oposição peronista
    WORLD TOPIC NEWS

    O processo eleitoral na Argentina se encaminha para a polarização entre a coalizão opositora do kirchnerismo e outras forças do peronismo que enfrentarão a aliança ampliada que tenta a reeleição do presidente liberal Mauricio Macri em outubro.

    O processo eleitoral na Argentina se encaminha para a polarização entre a coalizão opositora do kirchnerismo e outras forças do peronismo que enfrentarão a aliança ampliada que tenta a reeleição do presidente liberal Mauricio Macri em outubro.


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  • 41/56   Sergio Moro, o justiceiro sob suspeita
    WORLD TOPIC NEWS

    O ex-juiz Sergio Moro, símbolo da luta contra a corrupção e importante quadro no gabinete de Jair Bolsonaro, ficou em uma posição delicada depois das revelações de mensagens que indicariam uma suposta parcialidade na condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    O ex-juiz Sergio Moro, símbolo da luta contra a corrupção e importante quadro no gabinete de Jair Bolsonaro, ficou em uma posição delicada depois das revelações de mensagens que indicariam uma suposta parcialidade na condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


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  • 42/56   Mali revisa de 95 para 35 número de mortos em massacre em aldeia
    WORLD TOPIC NEWS

    Um massacre em um vilarejo no centro de Mali no domingo (9) deixou 35 mortos, incluindo 24 crianças, de acordo com um balanço oficial divulgado nesta quarta-feira (12), revisando uma estimativa inicial de 95 mortes.

    Um massacre em um vilarejo no centro de Mali no domingo (9) deixou 35 mortos, incluindo 24 crianças, de acordo com um balanço oficial divulgado nesta quarta-feira (12), revisando uma estimativa inicial de 95 mortes.


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  • 43/56   EUA acusa Coreia do Norte de violar limite sobre importações de petróleo
    WORLD TOPIC NEWS

    Os Estados Unidos acusaram a Coreia do Norte de violar o teto imposto pela ONU sobre as importações de combustível, fazendo dezenas de transferências de navio para navio este ano, segundo um relatório obtido pela AFP nesta quarta-feira.

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  • 44/56   Supremo forma maioria para barrar extinção de conselhos por Bolsonaro
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria para restringir um decreto do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que eliminava uma série de órgãos colegiados da administração pública federal -como conselhos, comitês e comissões. O alcance da medida para os planos do governo dependerá do resultado final do julgamento, que foi adiado em razão do pedido de vista do presidente da corte, Dias Toffoli. Além do decreto analisado no STF, Bolsonaro sofreu nesta quarta-feira (12) derrotas no Congresso: no Senado, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) derrubou parecer favorável ao decreto que flexibiliza porte de armas; na Câmara, líderes partidários fizeram acordo para excluir estados e municípios da proposta de reforma da Previdência. No Supremo, os ministros analisaram uma ação contra decreto de Bolsonaro, editado em abril, que visava extinguir órgãos colegiados. É a primeira vez que o plenário do STF se debruçou sobre uma medida do atual governo. Nove ministros manifestaram o entendimento de que o presidente da República apenas pode fechar os conselhos e comitês que tenham sido criados por decreto ou por outra norma infralegal. Na visão deles, Bolsonaro não pode suprimir estruturas que tenham amparo em lei, ou seja, que tenham passado pelo crivo do Congresso Nacional. O decreto determinava o fim de colegiados criados por decretos ou por medidas administrativas inferiores. Também estavam incluídos na medida órgãos mencionados em lei, mas cujo texto não especifica quais seriam suas competências e composição --não se sabe quantos colegiados se incluem nessa definição, que deve abarcar parte considerável dos conselhos, mas estima-se que não sejam a maioria. Toffoli disse que retomará o julgamento nesta quinta-feira (13), quando será possível identificar o tamanho da derrota imposta ao Palácio do Planalto. Isso porque o corte pode ser muito maior: dos nove votos, cinco ministros identificaram mais inconstitucionalidades no decreto de Bolsonaro, por ele determinar de forma vaga o fechamento indiscriminado de diversas estruturas da administração pública federal no próximo dia 28. A ação pedindo que o decreto fosse anulado pelo STF foi movida pelo PT. Os ministros ainda precisarão analisar o mérito da ação mais adiante, em data ainda não marcada. "A extinção indiscriminada de todos os conselhos, sem a identificação nominal de qualquer um deles --quando têm naturezas e funções diversas-- tem um nível de opacidade e obscuridade; e impede o Congresso Nacional e a sociedade de saberem exatamente o que está sendo feito", disse, em seu voto, o ministro Luís Roberto Barroso. Além de Barroso, votaram pela suspensão total do decreto os ministros Edson Fachin, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Celso de Mello. Os ministros Marco Aurélio Mello, relator da ação, Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski e Luiz Fux também votaram contra o decreto, mas defenderam uma tese menos abrangente. Para eles, deveria ser eliminado da redação apenas um dispositivo que dava brecha para que o presidente da República também pudesse extinguir órgãos que receberam o aval do Congresso. "Qualquer processo pretensamente democrático deve oferecer condições para que todos se sintam igualmente qualificados para participar do processo de tomada de decisões", disse Marco Aurélio. Além de Toffoli, falta o voto do ministro Gilmar Mendes, que não participou da sessão. Para advogados ouvidos pela reportagem, o julgamento representa um avanço em defesa da democracia participativa, qualquer que seja o resultado final. Eles afirmam que o decreto como um todo é inconstitucional e acreditam que o STF deve obter maioria para suspendê-lo integralmente. "O recado que o Supremo está passando é que é importante reduzir gastos e organizar melhor o Executivo, mas isso não pode ser feito com uma canetada, sem entender qual a consequência da extinção desses órgãos para a sociedade", afirma Juliana Vieira Santos, sócia do Rubens Naves Santos Jr. Carlos Roberto Siqueira Castro, sócio do escritório SiqueiraCastro e professor da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), afirma que o voto dos ministros passa uma mensagem ao presidente. "Não se pode, por decreto, implodir todas as estruturas. A decisão do STF é muito pedagógica, corretiva a esse impulso presidencial, de modo que se tenha um mínimo de segurança jurídica", diz. "O tribunal saiu-se muito bem e vai obrigar o governo a repensar as suas iniciativas." O decano da corte, Celso de Mello, aproveitou seu voto para criticar o que chamou de "utilização excessiva de decretos". "Esse comportamento minimiza perigosamente a importância político-institucional do Poder Legislativo", afirmou o ministro. O decreto analisado pelo STF não nomeou individualmente quais estruturas serão eliminadas, mas trouxe uma redação genérica que, segundo especialistas, coloca em risco estruturas como a Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo, o Comitê de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes e o Conselho Nacional do Idoso. Em maio, Bolsonaro determinou o fechamento de uma primeira leva de mais 50 colegiados. Entre os órgãos eliminados, está o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o chamado Conselhão, que fazia a interlocução dos setores empresarial e sindical com o Palácio do Planalto desde 2003. Na ação levada ao Supremo, o PT sustentou que, ao não especificar quais colegiados serão atingidos, o decreto violou o princípio da segurança jurídica, pois criou incertezas na administração pública. A sigla disse ainda que a extinção de instituições que permitem a democracia participativa viola o princípio constitucional da participação popular.

    BRASÍLIA, DF, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria para restringir um decreto do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que eliminava uma série de órgãos colegiados da administração pública federal -como conselhos, comitês e comissões. O alcance da medida para os planos do governo dependerá do resultado final do julgamento, que foi adiado em razão do pedido de vista do presidente da corte, Dias Toffoli. Além do decreto analisado no STF, Bolsonaro sofreu nesta quarta-feira (12) derrotas no Congresso: no Senado, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) derrubou parecer favorável ao decreto que flexibiliza porte de armas; na Câmara, líderes partidários fizeram acordo para excluir estados e municípios da proposta de reforma da Previdência. No Supremo, os ministros analisaram uma ação contra decreto de Bolsonaro, editado em abril, que visava extinguir órgãos colegiados. É a primeira vez que o plenário do STF se debruçou sobre uma medida do atual governo. Nove ministros manifestaram o entendimento de que o presidente da República apenas pode fechar os conselhos e comitês que tenham sido criados por decreto ou por outra norma infralegal. Na visão deles, Bolsonaro não pode suprimir estruturas que tenham amparo em lei, ou seja, que tenham passado pelo crivo do Congresso Nacional. O decreto determinava o fim de colegiados criados por decretos ou por medidas administrativas inferiores. Também estavam incluídos na medida órgãos mencionados em lei, mas cujo texto não especifica quais seriam suas competências e composição --não se sabe quantos colegiados se incluem nessa definição, que deve abarcar parte considerável dos conselhos, mas estima-se que não sejam a maioria. Toffoli disse que retomará o julgamento nesta quinta-feira (13), quando será possível identificar o tamanho da derrota imposta ao Palácio do Planalto. Isso porque o corte pode ser muito maior: dos nove votos, cinco ministros identificaram mais inconstitucionalidades no decreto de Bolsonaro, por ele determinar de forma vaga o fechamento indiscriminado de diversas estruturas da administração pública federal no próximo dia 28. A ação pedindo que o decreto fosse anulado pelo STF foi movida pelo PT. Os ministros ainda precisarão analisar o mérito da ação mais adiante, em data ainda não marcada. "A extinção indiscriminada de todos os conselhos, sem a identificação nominal de qualquer um deles --quando têm naturezas e funções diversas-- tem um nível de opacidade e obscuridade; e impede o Congresso Nacional e a sociedade de saberem exatamente o que está sendo feito", disse, em seu voto, o ministro Luís Roberto Barroso. Além de Barroso, votaram pela suspensão total do decreto os ministros Edson Fachin, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Celso de Mello. Os ministros Marco Aurélio Mello, relator da ação, Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski e Luiz Fux também votaram contra o decreto, mas defenderam uma tese menos abrangente. Para eles, deveria ser eliminado da redação apenas um dispositivo que dava brecha para que o presidente da República também pudesse extinguir órgãos que receberam o aval do Congresso. "Qualquer processo pretensamente democrático deve oferecer condições para que todos se sintam igualmente qualificados para participar do processo de tomada de decisões", disse Marco Aurélio. Além de Toffoli, falta o voto do ministro Gilmar Mendes, que não participou da sessão. Para advogados ouvidos pela reportagem, o julgamento representa um avanço em defesa da democracia participativa, qualquer que seja o resultado final. Eles afirmam que o decreto como um todo é inconstitucional e acreditam que o STF deve obter maioria para suspendê-lo integralmente. "O recado que o Supremo está passando é que é importante reduzir gastos e organizar melhor o Executivo, mas isso não pode ser feito com uma canetada, sem entender qual a consequência da extinção desses órgãos para a sociedade", afirma Juliana Vieira Santos, sócia do Rubens Naves Santos Jr. Carlos Roberto Siqueira Castro, sócio do escritório SiqueiraCastro e professor da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), afirma que o voto dos ministros passa uma mensagem ao presidente. "Não se pode, por decreto, implodir todas as estruturas. A decisão do STF é muito pedagógica, corretiva a esse impulso presidencial, de modo que se tenha um mínimo de segurança jurídica", diz. "O tribunal saiu-se muito bem e vai obrigar o governo a repensar as suas iniciativas." O decano da corte, Celso de Mello, aproveitou seu voto para criticar o que chamou de "utilização excessiva de decretos". "Esse comportamento minimiza perigosamente a importância político-institucional do Poder Legislativo", afirmou o ministro. O decreto analisado pelo STF não nomeou individualmente quais estruturas serão eliminadas, mas trouxe uma redação genérica que, segundo especialistas, coloca em risco estruturas como a Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo, o Comitê de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes e o Conselho Nacional do Idoso. Em maio, Bolsonaro determinou o fechamento de uma primeira leva de mais 50 colegiados. Entre os órgãos eliminados, está o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o chamado Conselhão, que fazia a interlocução dos setores empresarial e sindical com o Palácio do Planalto desde 2003. Na ação levada ao Supremo, o PT sustentou que, ao não especificar quais colegiados serão atingidos, o decreto violou o princípio da segurança jurídica, pois criou incertezas na administração pública. A sigla disse ainda que a extinção de instituições que permitem a democracia participativa viola o princípio constitucional da participação popular.


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  • 45/56   Relação de Bolsonaro com Moro é de 'sã camaradagem e confiança', diz porta-voz
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, afirmou nesta quarta-feira (12) que a relação do presidente Jair Bolsonaro (PSL) com o ministro Sergio Moro (Justiça) é de "sã camaradagem e confiança". Esta é a primeira manifestação do presidente sobre Moro a respeito do vazamento de mensagens trocadas por ele com o procurador Deltan Dallagnol, no domingo (9). "Não apenas com ele, mas relacionando-se com todos os ministros do governo num ambiente de sã camaradagem e confiança", respondeu Rêgo Barros ao ser questionado sobre o caso de Moro.  O general foi perguntando se o vazamento de conversas entre o ex-juiz da Lava Jato e o procurador da operação poderiam afetar uma possível indicação do ministro ao STF (Supremo Tribunal Federal). Bolsonaro disse recentemente que pretende indicar Moro para a corte.  "Seria prematuro nós avançarmos qualquer comentário com relação a esse assunto porque evidentemente isso está por demais longe no nosso horizonte e qualquer ilação não contribuiria para a serenidade tão importante neste momento do governo." O titular da Justiça foi recebido em um almoço por Bolsonaro no Palácio do Planalto nesta quarta junto do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo.  De acordo com o porta-voz, foram tratados no encontro dois assuntos: "o vazamento das supostas mensagens e informações e a possibilidade de reforçar o trabalho da Polícia Federal com relação ao atentado que o presidente sofreu em 6 de setembro", disse.  Ainda sobre o caso de Moro, Rêgo Barros disse que o presidente acompanha o caso "com a serenidade que deve ser natural a um chefe de poder e em especial ao chefe do poder Executivo". O vazamento de mensagens de Moro e de outras pessoas que atuaram na Lava Jato é alvo de ao menos quatro investigações conduzidas pela PF.  A conduta do ministro como então juiz da Lava Jato tornou-se alvo de discussões após o site The Intercept Brasil ter publicado no domingo conversas em que ele troca colaborações com Dallagnol sobre a Lava Jato. Moro, que hoje é ministro da Justiça do governo Bolsonaro, foi o magistrado à frente da operação em Curitiba. Ele deixou a função ao aceitar o convite do presidente, em novembro, após a eleição. O site informou que obteve o material de uma fonte anônima, que pediu sigilo. O pacote inclui mensagens privadas e de grupos da força-tarefa no aplicativo Telegram, de 2015 a 2018. Desde que o conteúdo foi publicado, Bolsonaro ainda não havia comentado o caso e chegou encerrar abruptamente uma entrevista, na terça, quando foi questionado sobre o tema.  Filhos e familiares do presidente vêm defendendo Moro e falam em "ação orquestrada" contra ele e contra a Lava Jato. Para minimizar as críticas, Moro se apresentou voluntariamente para prestar esclarecimentos ao Senado na próxima semana para evitar ser convocado.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, afirmou nesta quarta-feira (12) que a relação do presidente Jair Bolsonaro (PSL) com o ministro Sergio Moro (Justiça) é de "sã camaradagem e confiança". Esta é a primeira manifestação do presidente sobre Moro a respeito do vazamento de mensagens trocadas por ele com o procurador Deltan Dallagnol, no domingo (9). "Não apenas com ele, mas relacionando-se com todos os ministros do governo num ambiente de sã camaradagem e confiança", respondeu Rêgo Barros ao ser questionado sobre o caso de Moro.  O general foi perguntando se o vazamento de conversas entre o ex-juiz da Lava Jato e o procurador da operação poderiam afetar uma possível indicação do ministro ao STF (Supremo Tribunal Federal). Bolsonaro disse recentemente que pretende indicar Moro para a corte.  "Seria prematuro nós avançarmos qualquer comentário com relação a esse assunto porque evidentemente isso está por demais longe no nosso horizonte e qualquer ilação não contribuiria para a serenidade tão importante neste momento do governo." O titular da Justiça foi recebido em um almoço por Bolsonaro no Palácio do Planalto nesta quarta junto do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo.  De acordo com o porta-voz, foram tratados no encontro dois assuntos: "o vazamento das supostas mensagens e informações e a possibilidade de reforçar o trabalho da Polícia Federal com relação ao atentado que o presidente sofreu em 6 de setembro", disse.  Ainda sobre o caso de Moro, Rêgo Barros disse que o presidente acompanha o caso "com a serenidade que deve ser natural a um chefe de poder e em especial ao chefe do poder Executivo". O vazamento de mensagens de Moro e de outras pessoas que atuaram na Lava Jato é alvo de ao menos quatro investigações conduzidas pela PF.  A conduta do ministro como então juiz da Lava Jato tornou-se alvo de discussões após o site The Intercept Brasil ter publicado no domingo conversas em que ele troca colaborações com Dallagnol sobre a Lava Jato. Moro, que hoje é ministro da Justiça do governo Bolsonaro, foi o magistrado à frente da operação em Curitiba. Ele deixou a função ao aceitar o convite do presidente, em novembro, após a eleição. O site informou que obteve o material de uma fonte anônima, que pediu sigilo. O pacote inclui mensagens privadas e de grupos da força-tarefa no aplicativo Telegram, de 2015 a 2018. Desde que o conteúdo foi publicado, Bolsonaro ainda não havia comentado o caso e chegou encerrar abruptamente uma entrevista, na terça, quando foi questionado sobre o tema.  Filhos e familiares do presidente vêm defendendo Moro e falam em "ação orquestrada" contra ele e contra a Lava Jato. Para minimizar as críticas, Moro se apresentou voluntariamente para prestar esclarecimentos ao Senado na próxima semana para evitar ser convocado.


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  • 46/56   Trump diz que aceitaria informações de estrangeiros sobre rivais eleitorais
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em entrevista à rede ABC News que não necessariamente alertaria o FBI (polícia federal americana) caso um estrangeiro lhe oferecesse informações sobre seus rivais nas eleições de 2020. "Não é uma interferência. Eles têm informações. Acho que eu as aceitaria", afirmou Trump ao jornalista George Stephanopoulous.  Uma investigação conduzida pelo procurador especial Robert Mueller sobre a suposta interferência russa nas eleições de 2016, em que Trump venceu a democrata Hillary Clinton, concluiu que não poderia isentar o presidente de ter cometido crimes, mas que não havia evidências contundentes para processá-lo. Na semana passada, Mueller indicou que o Congresso americano poderia, no entanto, processar o presidente -numa referência a um processo de impeachment.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em entrevista à rede ABC News que não necessariamente alertaria o FBI (polícia federal americana) caso um estrangeiro lhe oferecesse informações sobre seus rivais nas eleições de 2020. "Não é uma interferência. Eles têm informações. Acho que eu as aceitaria", afirmou Trump ao jornalista George Stephanopoulous.  Uma investigação conduzida pelo procurador especial Robert Mueller sobre a suposta interferência russa nas eleições de 2016, em que Trump venceu a democrata Hillary Clinton, concluiu que não poderia isentar o presidente de ter cometido crimes, mas que não havia evidências contundentes para processá-lo. Na semana passada, Mueller indicou que o Congresso americano poderia, no entanto, processar o presidente -numa referência a um processo de impeachment.


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  • 47/56   Premiê do Japão pede ação construtiva do Irã no Oriente Médio
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, pediu nesta quarta-feira a Teerã que tenha um "papel construtivo" para a paz no Oriente Médio, em uma incomum missão diplomática na República Islâmica, em meio à tensão entre Irã e Estados Unidos.

    O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, pediu nesta quarta-feira a Teerã que tenha um "papel construtivo" para a paz no Oriente Médio, em uma incomum missão diplomática na República Islâmica, em meio à tensão entre Irã e Estados Unidos.


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  • 48/56   Confiança na mídia diminui no mundo, segundo Reuters Institute
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A confiança na mídia diminuiu ainda mais no mundo, onde a maioria das pessoas desconfia da informação que recebe, destaca o informe anual do Reuters Institute publicado nesta quarta-feira (12).

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  • 49/56   A outra face do Rappi, a start-up colombiana mais bem sucedida da América Latina
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O celular de Ramiro Cayola continuou recebendo notificações de novos pedidos após ser atingido em sua bicicleta por um caminhão que o matou imediatamente, em 12 de abril em Buenos Aires, exibindo a outra face do Rappi, a start-up colombiana mais bem sucedida da América Latina.

    O celular de Ramiro Cayola continuou recebendo notificações de novos pedidos após ser atingido em sua bicicleta por um caminhão que o matou imediatamente, em 12 de abril em Buenos Aires, exibindo a outra face do Rappi, a start-up colombiana mais bem sucedida da América Latina.


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  • 50/56   Messi lidera, e Neymar pula para 3º em lista de mais bem pagos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O argentino Lionel Messi, 31, é o atleta mais bem pago do mundo segundo a revista Forbes. De acordo ranking da publicação, o atacante do Barcelona ganhou US$ 127 milhões (R$ 488 milhões) nos últimos 12 meses. Três dos dez atletas que mais faturaram são jogadores de futebol. O português Cristiano Ronaldo, 34, em segundo, com US$ 109 milhões (R$ 418 milhões) faturados, e o brasileiro Neymar, 27, que embolsou US$ 105 milhões (R$ 403 milhões), são os que seguem atrás de Messi na lista. O atacante do PSG e da seleção brasileira subiu duas posições em relação a sua colocação ao ranking de 2018, quando figurou na quinta posição. A revista soma os ganhos com salários e patrocínios dos atletas. De acordo com a Forbes, o aumento de Neymar está relacionado a contratos de publicidade cada vez maiores. O brasileiro tem 10 patrocinadores e teve um abalo na imagem após ser acusado de estupro pela modelo Najila Trindade. O caso ainda está sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo, mas, desde que a denúncia veio à tona, o atleta tem sido pressionado pelas marcas que o contrataram. Pelo menos uma campanha -da Mastercard- com o jogador já foi desmarcada. De acordo com a revista americana, a tenista Serena Williams, é a atleta que mais faturou nos últimos 12 meses, com US$ 29,2 milhões (R$ 112,2 milhões). No ranking geral, ela aparece somente na 63ª posição. TOP 10 DOS ATLETAS MAIS BEM PAGOS DO MUNDO 1 - Lionel Messi, futebol R$ 488 milhões 2 - Cristiano Ronaldo, futebol R$ 418 milhões 3 - Neymar, futebol R$ 403 milhões 4 - Canelo Alvarez, boxe R$ 361 milhões 5 - Roger Federer, tênis R$ 358,9 milhões 6 - Russell Wilson, futebol americano R$ 343,9 milhões 7 - Aaron Rodgers, futebol americano R$ 343,1 milhões 8 - Lebron James, basquete R$ 342 milhões 9 - Stephen Curry, basquete R$ 306,6 milhões 10 - Kevin Durant, basquete R$ 251,3 milhões

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O argentino Lionel Messi, 31, é o atleta mais bem pago do mundo segundo a revista Forbes. De acordo ranking da publicação, o atacante do Barcelona ganhou US$ 127 milhões (R$ 488 milhões) nos últimos 12 meses. Três dos dez atletas que mais faturaram são jogadores de futebol. O português Cristiano Ronaldo, 34, em segundo, com US$ 109 milhões (R$ 418 milhões) faturados, e o brasileiro Neymar, 27, que embolsou US$ 105 milhões (R$ 403 milhões), são os que seguem atrás de Messi na lista. O atacante do PSG e da seleção brasileira subiu duas posições em relação a sua colocação ao ranking de 2018, quando figurou na quinta posição. A revista soma os ganhos com salários e patrocínios dos atletas. De acordo com a Forbes, o aumento de Neymar está relacionado a contratos de publicidade cada vez maiores. O brasileiro tem 10 patrocinadores e teve um abalo na imagem após ser acusado de estupro pela modelo Najila Trindade. O caso ainda está sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo, mas, desde que a denúncia veio à tona, o atleta tem sido pressionado pelas marcas que o contrataram. Pelo menos uma campanha -da Mastercard- com o jogador já foi desmarcada. De acordo com a revista americana, a tenista Serena Williams, é a atleta que mais faturou nos últimos 12 meses, com US$ 29,2 milhões (R$ 112,2 milhões). No ranking geral, ela aparece somente na 63ª posição. TOP 10 DOS ATLETAS MAIS BEM PAGOS DO MUNDO 1 - Lionel Messi, futebol R$ 488 milhões 2 - Cristiano Ronaldo, futebol R$ 418 milhões 3 - Neymar, futebol R$ 403 milhões 4 - Canelo Alvarez, boxe R$ 361 milhões 5 - Roger Federer, tênis R$ 358,9 milhões 6 - Russell Wilson, futebol americano R$ 343,9 milhões 7 - Aaron Rodgers, futebol americano R$ 343,1 milhões 8 - Lebron James, basquete R$ 342 milhões 9 - Stephen Curry, basquete R$ 306,6 milhões 10 - Kevin Durant, basquete R$ 251,3 milhões


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  • 51/56   Venezuela emite novas cédulas para enfrentar alta inflação
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O Banco Central da Venezuela (BCV) emitirá uma nova cédula que multiplica por 100 a atual de mais alto valor - informou o organismo nesta quarta-feira (12), em um novo reconhecimento da descontrolada espiral inflacionária.

    O Banco Central da Venezuela (BCV) emitirá uma nova cédula que multiplica por 100 a atual de mais alto valor - informou o organismo nesta quarta-feira (12), em um novo reconhecimento da descontrolada espiral inflacionária.


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  • 52/56   Helicóptero de TV irrita Argentina, que reclama à Conmebol
    BUSINESS TOPIC NEWS

    SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) - A AFA (Associação Argentina de Futebol) apresentou nesta quarta (12) uma reclamação à Conmebol sobre um helicóptero que sobrevoou o treino da equipe na última segunda (10), em Salvador. O veículo era usado por uma emissora de televisão brasileira. Dirigentes da AFA se queixaram que o voo em alguns momentos foi tão baixo que os jogadores não conseguiam ouvir o que o técnico Lionel Scaloni dizia. A Conmebol ainda não se pronunciou sobre o assunto. "Dificultou porque não conseguíamos ouvir uns aos outros. Mas durante o jogo às vezes também não escutamos. Depois soubemos que era coisa de TV", afirmou o meia Rodrigo De Paul. A delegação argentina chegou a Salvador no último domingo (9) à noite e começou no dia seguinte a se preparar para a estreia na Copa América. Sábado (15), às 19h, a seleção enfrenta a Colômbia na Arena Fonte Nova. Depois vai jogar contra Paraguai, dia 19, no Mineirão, e Qatar, dia 23, em Porto Alegre. Desde segunda e até a estreia, a Argentina terá feito três treinos com acesso à imprensa permitido por apenas 15 minutos. Evitar que os jornalistas tenham acesso a qualquer atividade tática é expediente que a Argentina já havia empregado na Copa do Mundo da Rússia, no ano passado.

    SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) - A AFA (Associação Argentina de Futebol) apresentou nesta quarta (12) uma reclamação à Conmebol sobre um helicóptero que sobrevoou o treino da equipe na última segunda (10), em Salvador. O veículo era usado por uma emissora de televisão brasileira. Dirigentes da AFA se queixaram que o voo em alguns momentos foi tão baixo que os jogadores não conseguiam ouvir o que o técnico Lionel Scaloni dizia. A Conmebol ainda não se pronunciou sobre o assunto. "Dificultou porque não conseguíamos ouvir uns aos outros. Mas durante o jogo às vezes também não escutamos. Depois soubemos que era coisa de TV", afirmou o meia Rodrigo De Paul. A delegação argentina chegou a Salvador no último domingo (9) à noite e começou no dia seguinte a se preparar para a estreia na Copa América. Sábado (15), às 19h, a seleção enfrenta a Colômbia na Arena Fonte Nova. Depois vai jogar contra Paraguai, dia 19, no Mineirão, e Qatar, dia 23, em Porto Alegre. Desde segunda e até a estreia, a Argentina terá feito três treinos com acesso à imprensa permitido por apenas 15 minutos. Evitar que os jornalistas tenham acesso a qualquer atividade tática é expediente que a Argentina já havia empregado na Copa do Mundo da Rússia, no ano passado.


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  • 53/56   Premier do Japão visita Teerã para reduzir tensão Irã-EUA
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, chegou nesta quarta-feira (12) a Teerã para uma visita inédita de pouco mais de 24 horas, com o objetivo de reduzir a tensão entre Irã e Estados Unidos.

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  • 54/56   Selecionados no Sisu podem fazer matrícula a partir de hoje
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Os estudantes selecionados na chamada regular do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) podem, a partir de hoje (12), fazer matrícula nas instituições de ensino para as quais foram selecionados. O prazo vai até o dia 17. Cabe aos candidatos verificar os dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em edital próprio.Ouça na Rádio Nacional:O resultado da chamada única do Sisu foi divulgado segunda-feira (10) e está disponível no site do programa. As vagas que não forem preenchidas serão ofertadas para os estudantes em lista de espera - Arte EBCOs estudantes selecionados podem pleitear auxílio para pagar transporte, moradia e outras despesas nas próprias instituições de ensino superior, de acordo com determinados critérios, como renda familiar. Os programas de assistência estudantil são implementados diretamente pelas instituições. Lista de esperaAs vagas que não forem preenchidas serão ofertadas para os estudantes em lista de espera. Quem não foi selecionado em nenhuma das duas opções de curso feitas na hora da inscrição na chamada única e quiser integrar a lista tem até o dia 17 para fazer a adesão, no site do Sisu. O candidato deve acessar o sistema e, em seu boletim, clicar no botão que corresponde à confirmação de interesse em participar da lista de espera do Sisu. O estudante poderá manifestar interesse para a primeira ou segunda opção de curso. Ao finalizar a manifestação, o sistema emitirá uma mensagem de confirmação.Esses estudantes serão convocados a partir do dia 19. A convocação para a matrícula será feita pelas próprias instituições de ensino. Nessa etapa caberá aos próprios candidatos acompanhar a convocação na instituição na qual estiverem pleiteando uma vaga. Sisu 2019Nesta edição, o Sisu oferece 59.028 vagas em 76 instituições públicas de ensino em todo o país. A seleção é feita com base no desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018. Para participar é preciso ter obtido nota acima de zero na redação do exame. Ao todo, 640.205 estudantes se inscreveram no programa, de acordo com balanço divulgado pelo MEC.

    Os estudantes selecionados na chamada regular do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) podem, a partir de hoje (12), fazer matrícula nas instituições de ensino para as quais foram selecionados. O prazo vai até o dia 17. Cabe aos candidatos verificar os dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em edital próprio.Ouça na Rádio Nacional:O resultado da chamada única do Sisu foi divulgado segunda-feira (10) e está disponível no site do programa. As vagas que não forem preenchidas serão ofertadas para os estudantes em lista de espera - Arte EBCOs estudantes selecionados podem pleitear auxílio para pagar transporte, moradia e outras despesas nas próprias instituições de ensino superior, de acordo com determinados critérios, como renda familiar. Os programas de assistência estudantil são implementados diretamente pelas instituições. Lista de esperaAs vagas que não forem preenchidas serão ofertadas para os estudantes em lista de espera. Quem não foi selecionado em nenhuma das duas opções de curso feitas na hora da inscrição na chamada única e quiser integrar a lista tem até o dia 17 para fazer a adesão, no site do Sisu. O candidato deve acessar o sistema e, em seu boletim, clicar no botão que corresponde à confirmação de interesse em participar da lista de espera do Sisu. O estudante poderá manifestar interesse para a primeira ou segunda opção de curso. Ao finalizar a manifestação, o sistema emitirá uma mensagem de confirmação.Esses estudantes serão convocados a partir do dia 19. A convocação para a matrícula será feita pelas próprias instituições de ensino. Nessa etapa caberá aos próprios candidatos acompanhar a convocação na instituição na qual estiverem pleiteando uma vaga. Sisu 2019Nesta edição, o Sisu oferece 59.028 vagas em 76 instituições públicas de ensino em todo o país. A seleção é feita com base no desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018. Para participar é preciso ter obtido nota acima de zero na redação do exame. Ao todo, 640.205 estudantes se inscreveram no programa, de acordo com balanço divulgado pelo MEC.


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  • 55/56   Acordo com México dá aos EUA 45 dias e discricionalidade para julgar cumprimento
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    O acordo entre México e Estados Unidos dá a Washington a discricionalidade, passados 45 dias, de determinar se as medidas adotadas pelo México foram exitosas para frear a migração, revelou nesta terça-feira (11) a foto de um documento mostrado pelo presidente americano Donald Trump a jornalistas.

    O acordo entre México e Estados Unidos dá a Washington a discricionalidade, passados 45 dias, de determinar se as medidas adotadas pelo México foram exitosas para frear a migração, revelou nesta terça-feira (11) a foto de um documento mostrado pelo presidente americano Donald Trump a jornalistas.


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  • 56/56   Quase 100% das empresas venezuelanas paralisaram ou reduziram produção, diz pesquisas
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Uma pesquisa encomendada pelo sindicato das indústrias e apresentada nesta terça-feira (11) aponta que 96% das empresas venezuelanas paralisaram, ou diminuíram, sua produção no primeiro trimestre de 2019, devido aos apagões, à escassez de gasolina e à restrição de créditos.

    Uma pesquisa encomendada pelo sindicato das indústrias e apresentada nesta terça-feira (11) aponta que 96% das empresas venezuelanas paralisaram, ou diminuíram, sua produção no primeiro trimestre de 2019, devido aos apagões, à escassez de gasolina e à restrição de créditos.


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