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Noticias Slideshows (14/06/2019 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

    Noticias Fotos Slideshows - Tendências - Clique na imagem para visualizar na realidade aumentada ou em 3D estéreo

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    Revista de Imprensa


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  • 2/56   iOS 13 | Conheça os recursos que chegam com a nova atualização

    Faltando poucos meses para o lançamento do iOS 13, usuários da versão beta já estão identificando diversas novidades e aprimoramentos além do Modo Noturno, nova interface do app Fotos e da chegada do recurso Sign in With Apple

    Faltando poucos meses para o lançamento do iOS 13, usuários da versão beta já estão identificando diversas novidades e aprimoramentos além do Modo Noturno, nova interface do app Fotos e da chegada do recurso Sign in With Apple


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  • 3/56   Diretor da Google elogia sistema de login da Apple: "o melhor para a internet"

    Diretor de gerenciamento de produtos da Google, Mark Risher, que supervisiona a ferramenta de login seguro da empresa, disse que, apesar de mais invasivo, sistema de login da Apple é seguro e vai melhorar a segurança dos usuários

    Diretor de gerenciamento de produtos da Google, Mark Risher, que supervisiona a ferramenta de login seguro da empresa, disse que, apesar de mais invasivo, sistema de login da Apple é seguro e vai melhorar a segurança dos usuários


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  • 4/56   DE GRAÇA (ou quase): games, apps, descontos e cupons da semana

    Toda semana, o Canaltech seleciona as melhores oportunidades do momento para você economizar bastante sem abrir mão de curtir novos apps e jogos para iOS, Android e consoles, além de cursos para dar um up em sua carreira e cupons de desconto para os apps que você ama

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  • 5/56   Vazamento revela datas de lançamento dos Pixel 4, iPhone 11 e Galaxy Note 10

    Evan Bass, do site Venture Beat, vazou em seu Twitter pessoal o que pode ser o calendário de lançamentos de smartphones da Verizon, operadora de telefonia norte-americana. A imagem mostra os possíveis meses em que o iPhone 11, Pixel 4 e Galaxy Note 10 chegarão às lojas

    Evan Bass, do site Venture Beat, vazou em seu Twitter pessoal o que pode ser o calendário de lançamentos de smartphones da Verizon, operadora de telefonia norte-americana. A imagem mostra os possíveis meses em que o iPhone 11, Pixel 4 e Galaxy Note 10 chegarão às lojas


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  • 6/56   Google Lens ganha integração com museu de São Francisco

    Pela primeira vez, o recurso Google Lens fechou uma parceria de integração com o museu Young, da cidade californiana de São Francisco. Com a novidade, o usuário precisa apenas apontar a câmera do celular em uma obra para ver informações sobre ela e o autor

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  • 7/56   Os melhores apps Android da semana (13/05/2019)

    Nesta semana, a nossa lista chega com apps para cuidar dos menores, cortar a sua foto para redes sociais e também assistir ao filme de terror preferido. Na lista de games, algumas boas opções pagas e gratuitas para diversão do final de semana

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  • 8/56   Má notícia: Reembolsos da Play Store agora podem levar até 4 dias para completar

    Compras erradas na Play Store traziam a vantagem de serem reembolsadas em uma questão de minutos, mas Google atualizou a prática, aumentando o prazo e alegando que isso vai ajudar a empresa a analisar pedidos com mais cuidado, ajudando o usuário

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  • 9/56   Celulares da Huawei com novo sistema operacional devem chegar em outubro

    Empresa teria desenvolvido versão alternativa do Android em parceria com outras fabricantes, como Oppo e Vivo, além da Tencent. Modelos com a plataforma, que pode se chamar Ark OS, serão de entrada e médio porte

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  • 10/56   Apple compartilha vídeo de ensaio fotográfico capturado por lentes do iPhone XS

    Nesta semana, a Apple compartilhou um vídeo que mostra um ensaio fotográfico capturado pelas lentes de um iPhone XS. As imagens são do fotojornalista Christopher Anderson, que ainda ofereceu dicas para que usuários capturem fotos melhores

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  • 11/56   Microsoft Excel, em parceria com a Nasdaq, exibe dados de ações em tempo real

    Em parceria com o mercado de ações e informações da Refinitiv, usuários do Microsoft Excel agora podem conferir dados sobre os papéis diretamente de suas planilhas. Segundo a Microsoft, as informações são exibidas em tempo real

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  • 12/56   Google enfrenta processo após polêmica com James Damore e seu memorando sexista

    De acordo com o The Verge, a Google está enfrentando um processo na Califórnia, sendo acusada de ser parcial contra candidatos brancos, asiáticos, conservadores e homens por causa da polêmica que foi gerada por um memorando sexista de James Damore em 2017

    De acordo com o The Verge, a Google está enfrentando um processo na Califórnia, sendo acusada de ser parcial contra candidatos brancos, asiáticos, conservadores e homens por causa da polêmica que foi gerada por um memorando sexista de James Damore em 2017


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  • 13/56   Google traz modo escuro para Discover e Pesquisa no Android

    Empresa segue implementando o modo escuro em suas ferramentas; desta vez, segundo apurou o 9to5Google, foi a vez do Discover e Pesquisas serem atualizados para darem a opção de o usuário escolher entre o tradicional branco e o econômico e mais confortável escuro

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  • 14/56   Amazon e Twitter tentam ganhar espaço de duopólio em anúncio digital

    ***ARQUIVO*** SÃO PAULO ,SP, 16.05.2019: Amazon inicia obras em aeroporto com investimento de US$ 1,5 bilhão. (Foto: Adriana Toffetti/A7 Press/Folhapress)SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Empresas como Amazon e Twitter têm mostrado força e conseguido uma fatia maior do mercado de anúncios digitais nos Estados Unidos, dominado por Google e Facebook. Essa é uma das informações disponíveis em um dos mais importantes relatórios sobre tendências na internet, mídia e publicidade, divulgado nesta terça (11), durante a Code Conference 2019, realizada em Scottsdale, no estado do Arizona (EUA). Elaborado por Mary Meeker, sócia da empresa de capital de risco Bond Capital, o estudo tem 333 páginas que trazem um panorama do que aconteceu de mais importante no último ano e observam o horizonte web para 2019. Enquanto o Google cresceu 40% e o Facebook teve acréscimo de 80%, aproximadamente, outros players como Amazon, Twitter, Snapchat e Pinterest tiveram juntos um aumento de receita de cerca de 130% como plataforma de anúncios online, do primeiro trimestre de 2017 até o mesmo período de 2019. Porém o duopólio do gigante de buscas e da rede social de Mark Zuckerberg ainda é expressivo. Segundo o relatório, os dois maiores acumularam no primeiro trimestre de 2019, cerca de US$ 45 bilhões (R$ 175 milhões) em receita, enquanto as outras quatro companhias juntas somaram pouco menos US$ 4 bilhões (R$ 15,5 bilhões). Os índices acompanham a curva positiva de gastos em publicidade na internet nos EUA, que acelerou 22% em 2018. Outro ponto de destaque no relatório é o indicativo de que os americanos estão gastando mais tempo com a mídia digital. Já são 6,3 horas por dia em 2018, 7% a mais que no ano anterior. O fator é impulsionado por smartphones e outros dispositivos conectados (3,6 horas), enquanto o tempo gasto no desktop teve uma pequena redução — de 2,1 para 2. O impacto de imagens na navegação também é ressaltado no estudo. As pessoas têm se comunicado cada vez mais por meio delas, aproveitando mais conexões wifi e melhores câmeras de celulares. Com isso, redes sociais como o Twitter, que costumava usar apenas texto, já conta com mais de 50% de suas impressões com postagens que envolvem fotos, vídeos e outras mídias.

    ***ARQUIVO*** SÃO PAULO ,SP, 16.05.2019: Amazon inicia obras em aeroporto com investimento de US$ 1,5 bilhão. (Foto: Adriana Toffetti/A7 Press/Folhapress)SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Empresas como Amazon e Twitter têm mostrado força e conseguido uma fatia maior do mercado de anúncios digitais nos Estados Unidos, dominado por Google e Facebook. Essa é uma das informações disponíveis em um dos mais importantes relatórios sobre tendências na internet, mídia e publicidade, divulgado nesta terça (11), durante a Code Conference 2019, realizada em Scottsdale, no estado do Arizona (EUA). Elaborado por Mary Meeker, sócia da empresa de capital de risco Bond Capital, o estudo tem 333 páginas que trazem um panorama do que aconteceu de mais importante no último ano e observam o horizonte web para 2019. Enquanto o Google cresceu 40% e o Facebook teve acréscimo de 80%, aproximadamente, outros players como Amazon, Twitter, Snapchat e Pinterest tiveram juntos um aumento de receita de cerca de 130% como plataforma de anúncios online, do primeiro trimestre de 2017 até o mesmo período de 2019. Porém o duopólio do gigante de buscas e da rede social de Mark Zuckerberg ainda é expressivo. Segundo o relatório, os dois maiores acumularam no primeiro trimestre de 2019, cerca de US$ 45 bilhões (R$ 175 milhões) em receita, enquanto as outras quatro companhias juntas somaram pouco menos US$ 4 bilhões (R$ 15,5 bilhões). Os índices acompanham a curva positiva de gastos em publicidade na internet nos EUA, que acelerou 22% em 2018. Outro ponto de destaque no relatório é o indicativo de que os americanos estão gastando mais tempo com a mídia digital. Já são 6,3 horas por dia em 2018, 7% a mais que no ano anterior. O fator é impulsionado por smartphones e outros dispositivos conectados (3,6 horas), enquanto o tempo gasto no desktop teve uma pequena redução — de 2,1 para 2. O impacto de imagens na navegação também é ressaltado no estudo. As pessoas têm se comunicado cada vez mais por meio delas, aproveitando mais conexões wifi e melhores câmeras de celulares. Com isso, redes sociais como o Twitter, que costumava usar apenas texto, já conta com mais de 50% de suas impressões com postagens que envolvem fotos, vídeos e outras mídias.


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  • 15/56   Exposição online da Google permite que usuários visitem casa de Anne Frank

    Em homenagem ao aniversário de Anne Frank, a Google lançou nesta quarta-feira (12) uma exposição online que permite ao visitante conhecer cômodos da casa de Anne, incluindo o quarto que ela dividia com a irmã Margot. Se estivesse viva, Anne estaria completando 90 anos

    Em homenagem ao aniversário de Anne Frank, a Google lançou nesta quarta-feira (12) uma exposição online que permite ao visitante conhecer cômodos da casa de Anne, incluindo o quarto que ela dividia com a irmã Margot. Se estivesse viva, Anne estaria completando 90 anos


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  • 16/56   Como baixar o calendário da Copa América 2019: Google Calendar e PDF

    Quer a lista completinha, física ou virtual, do torneio que vai rolar no Brasil? Veja a seguir como tê-la em mãos!

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  • 17/56   Google tem reunião para decidir mudanças na diretrizes LGBTQ+ da empresa

    Depois do mais recente escândalo envolvendo o youtuber Steven Crowder, a Google assumiu que não entende exatamente quais são as necessidades da comunidade LGBTQ+, e se reuniu com representantes para organizar mudanças nas políticas da empresa

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  • 18/56   Depois de reclamações, Google vai encerrar sincronização entre Drive e Fotos

    A Google anunciou nesta quarta-feira (12) que vai desativar a sincronização entre Drive e Fotos a partir de 10 de julho. De acordo com a empresa, usuários das plataformas estavam reclamando da confusão que era causada pela conexão entre os dois serviços

    A Google anunciou nesta quarta-feira (12) que vai desativar a sincronização entre Drive e Fotos a partir de 10 de julho. De acordo com a empresa, usuários das plataformas estavam reclamando da confusão que era causada pela conexão entre os dois serviços


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  • 19/56   Google confirma visual do Pixel 4 com esquema de três câmeras traseiras

    A Google divulgou nesta quarta-feira (12) o visual do Pixel 4. O novo smartphone da marca contará com um esquema de três câmeras traseiras e flash. As lentes serão montadas sob um formato quadrado, e o aparelho também deve ser lançado sem um leitor de digitais físico

    A Google divulgou nesta quarta-feira (12) o visual do Pixel 4. O novo smartphone da marca contará com um esquema de três câmeras traseiras e flash. As lentes serão montadas sob um formato quadrado, e o aparelho também deve ser lançado sem um leitor de digitais físico


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  • 20/56   Rumor | Xiaomi e Oppo estariam testando sistema operacional da Huawei

    Huawei negou os rumores, porém relato de site internacional indica que sistema operacional de alternativa ao Android já estaria em fase de testes por empresas chinesas; Huawei vem sofrendo impedimentos de comércio com empresas americanas e pode ficar sem o Android

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  • 21/56   Google Docs vai permitir comparação entre arquivos para identificar alterações

    A Google anunciou nesta terça-feira (11) que usuários do Google Docs poderão comparar dois arquivos para visualizar alterações e inconsistências. Isso facilita a colaboração entre usuários e torna mais simples o processo de encontrar erros

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  • 22/56   Apple pode comprar divisão de modem da Intel para 5G

    Apple pode estar em negociação para comprar o braço de tecnologia wireless da Intel. Fabricante de chips comprou em 2011 a Infineon, empresa de modems e afins, motivo pelo qual a Apple está interessada neste setor

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  • 23/56   Promoção da iPlace troca seu Android usado por iPhone novo

    Em promoção válida até o dia 30 de junho, usuários que levarem seus aparelhos Android usados terão o dispositivo avaliado na hora, e o valor estipulado pode servir de entrada para a aquisição de um smartphone iOS, dos modelos iPhone 6S até o iPhone XS Max

    Em promoção válida até o dia 30 de junho, usuários que levarem seus aparelhos Android usados terão o dispositivo avaliado na hora, e o valor estipulado pode servir de entrada para a aquisição de um smartphone iOS, dos modelos iPhone 6S até o iPhone XS Max


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  • 24/56   Reportagem revela que Google lucrou mais com notícias do que toda a imprensa

    De acordo com uma pesquisa publicada pelo jornal The New York Times, a receita arrecadada com anúncios do Google em sites de notícias pode ser maior do que a soma dos lucros de todos os órgãos de imprensa

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  • 25/56   Google acelera transferência de produção para fora da China

    (Bloomberg) -- O Google está transferindo parte da produção dos termostatos Nest e hardware para servidores para fora da China, de modo a evitar as tarifas impostas pelos Estados Unidos e a crescente hostilidade por parte do governo em Pequim, de acordo com pessoas com conhecimento do assunto.O Google já transferiu grande parte da produção de placas-mãe destinadas aos EUA para Taiwan, evitando assim uma tarifa de 25%, disseram as pessoas, que pediram para não serem identificadas comentando assuntos internos. Autoridades dos EUA identificaram placas-mães fabricadas na China como um risco à segurança, mas o Google não mencionou o fato durante conversas com fornecedores, segundo as fontes. Com as tarifas, Taiwan e Malásia também intensificaram a produção de dispositivos Nest para o mercado americano, disseram as pessoas.A produção de hardware do Google na China é minúscula em comparação com o volume produzido pela Apple, mas a transferência pode sinalizar uma tendência mais abrangente à medida que as tensões entre Pequim e Washington aumentam. O gigante de buscas dos EUA consegue alguma receita publicitária no país e já explorou formas para atrair consumidores e empresas na segunda maior economia do mundo, desde o compartilhamento de ferramentas de inteligência artificial até mesmo um serviço de buscas censurado. Mas o Google agora amplia sua pegada em outro lugar: a empresa anunciou em março um novo campus em Taipei e disse que vai aumentar a força de trabalho na ilha, embora não esteja claro se isso estaria relacionado à diversificação dos locais de fabricação. O Google não quis comentar sobre ajustes de produção.Entre o hardware do Google sobrecarregado com tarifas mais altas, as placas-mãe de servidores são fundamentais para as operações do gigante de tecnologia. A empresa monta seus próprios centro de dados nos EUA e em outros lugares. Esses hubs de computação ajudam a oferecer ferramentas de pesquisa e produtividade em uma plataforma de serviços em nuvem, além de fornecer energia à maior plataforma móvel do mundo, bem como serviços de mapeamento e pesquisa.\--Com a colaboração de Gerrit De Vynck.Repórteres da matéria original: Debby Wu em Taipé, dwu278@bloomberg.net;Mark Bergen em São Francisco, mbergen10@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Edwin Chan, echan273@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Peter ElstromFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- O Google está transferindo parte da produção dos termostatos Nest e hardware para servidores para fora da China, de modo a evitar as tarifas impostas pelos Estados Unidos e a crescente hostilidade por parte do governo em Pequim, de acordo com pessoas com conhecimento do assunto.O Google já transferiu grande parte da produção de placas-mãe destinadas aos EUA para Taiwan, evitando assim uma tarifa de 25%, disseram as pessoas, que pediram para não serem identificadas comentando assuntos internos. Autoridades dos EUA identificaram placas-mães fabricadas na China como um risco à segurança, mas o Google não mencionou o fato durante conversas com fornecedores, segundo as fontes. Com as tarifas, Taiwan e Malásia também intensificaram a produção de dispositivos Nest para o mercado americano, disseram as pessoas.A produção de hardware do Google na China é minúscula em comparação com o volume produzido pela Apple, mas a transferência pode sinalizar uma tendência mais abrangente à medida que as tensões entre Pequim e Washington aumentam. O gigante de buscas dos EUA consegue alguma receita publicitária no país e já explorou formas para atrair consumidores e empresas na segunda maior economia do mundo, desde o compartilhamento de ferramentas de inteligência artificial até mesmo um serviço de buscas censurado. Mas o Google agora amplia sua pegada em outro lugar: a empresa anunciou em março um novo campus em Taipei e disse que vai aumentar a força de trabalho na ilha, embora não esteja claro se isso estaria relacionado à diversificação dos locais de fabricação. O Google não quis comentar sobre ajustes de produção.Entre o hardware do Google sobrecarregado com tarifas mais altas, as placas-mãe de servidores são fundamentais para as operações do gigante de tecnologia. A empresa monta seus próprios centro de dados nos EUA e em outros lugares. Esses hubs de computação ajudam a oferecer ferramentas de pesquisa e produtividade em uma plataforma de serviços em nuvem, além de fornecer energia à maior plataforma móvel do mundo, bem como serviços de mapeamento e pesquisa.\--Com a colaboração de Gerrit De Vynck.Repórteres da matéria original: Debby Wu em Taipé, dwu278@bloomberg.net;Mark Bergen em São Francisco, mbergen10@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Edwin Chan, echan273@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Peter ElstromFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.


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  • 26/56   Bateria do "iPhone XR 2" terá aumento de 5% em sua capacidade geral

    De acordo com as informações do site The Elec, a fabricante chinesa ATL já está produzindo as baterias que irão alimentar os futuros "iPhone XR 2", de forma que eles apresentariam um aumento de 5% na capacidade geral

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  • 27/56   Guerras, depressão, suicídio: os veteranos dos EUA encontram conforto
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Roger King tinha 19 anos quando se alistou nos fuzileiros navais, em 2005. Saiu em 2009, após duas temporadas no Iraque e quando a bala de um francoatirador quase lhe tirou a vida.

    Roger King tinha 19 anos quando se alistou nos fuzileiros navais, em 2005. Saiu em 2009, após duas temporadas no Iraque e quando a bala de um francoatirador quase lhe tirou a vida.


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  • 28/56   Ebola provoca segunda morte em Uganda
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O vírus ebola provocou a morte de uma segunda pessoa na região oeste de Uganda, onde as autoridades se esforçam para conter a epidemia detectada em agosto de 2018 na vizinha República Democrática do Congo (RDC), onde deixou mais de 1.400 mortos.

    O vírus ebola provocou a morte de uma segunda pessoa na região oeste de Uganda, onde as autoridades se esforçam para conter a epidemia detectada em agosto de 2018 na vizinha República Democrática do Congo (RDC), onde deixou mais de 1.400 mortos.


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  • 29/56   Nova morte por Ebola
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O vírus do Ebola provocou a morte de uma segunda pessoa na região oeste de Uganda, a avó de um menino de cinco anos que faleceu na terça-feira vítima da mesma doença.

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  • 30/56   Primeiro voo transatlântico completa 100 anos
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Há um século, dois britânicos realizaram o primeiro voo transatlântico sem escalas, o que os tornou heróis, antes de caírem no esquecimento, ofuscados pela façanha solitária de Lindbergh oito anos depois.

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  • 31/56   Lei de Illinois consagra aborto como 'direito fundamental'
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O governador do estado de Illinois, nos Estados Unidos, promulgou nesta quarta-feira uma lei que consagra o aborto como um "direito fundamental" e revoga leis anteriores que o penalizavam.

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  • 32/56   Encefalite supostamente provocada por lichia mata 31 crianças na Índia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Ao menos 31 crianças morreram no norte da Índia nos últimos 10 dias vítimas de uma doença cerebral que muitos acreditam estar vinculada a uma substância tóxica das lichias, anunciaram as autoridades.

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  • 33/56   Golpear a cabeça de Trump com um martelo, um remédio contra o estresse
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Uma empresa japonesa está fazendo sucesso em um salão de tecnologia na China com um manequim de Donald Trump que os visitantes podem bater na cabeça com um martelo para combater o estresse.

    Uma empresa japonesa está fazendo sucesso em um salão de tecnologia na China com um manequim de Donald Trump que os visitantes podem bater na cabeça com um martelo para combater o estresse.


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  • 34/56   Quase 90% de consultados em pesquisa global acreditaram em 'fake news'
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Oitenta e seis por centro das pessoas consultadas em uma pesquisa internacional publicada nesta terça-feira (11) no Canadá admitiram ter acreditado em pelo menos uma notícia falsa com a qual se depararam na maioria das vezes em redes sociais.

    Oitenta e seis por centro das pessoas consultadas em uma pesquisa internacional publicada nesta terça-feira (11) no Canadá admitiram ter acreditado em pelo menos uma notícia falsa com a qual se depararam na maioria das vezes em redes sociais.


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  • 35/56   No Alabama, divisão entre Igreja e Estado é cada vez mais tênue
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Nas rádios do estado do Alabama, domina o country cristão. Basta dar um passo para ver uma igreja. O aborto é considerado homicídio, e as escolas públicas em breve poderão ter crucifixos em suas salas de aula. Foi aqui que Margaux Hartline cresceu, aprendendo a se manter virgem até o casamento.

    Nas rádios do estado do Alabama, domina o country cristão. Basta dar um passo para ver uma igreja. O aborto é considerado homicídio, e as escolas públicas em breve poderão ter crucifixos em suas salas de aula. Foi aqui que Margaux Hartline cresceu, aprendendo a se manter virgem até o casamento.


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  • 36/56   Governo alemão prepara lei para proibir 'cura gay'
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O ministro alemão da Saúde quer apresentar até o fim do ano um projeto de lei para proibir as supostas "terapias de conversão" da orientação sexual dos homossexuais.

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  • 37/56   Queda do Instagram e PlayStation afeta usuários em vários países
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    O Instagram sofreu uma queda nesta quinta-feira que afetou seus usuários em vários países, que recorreram ao Twitter para manifestar sua frustração.

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  • 38/56   Gestos de apoio a Moro dizem mais que palavras, defende Bolsonaro em culto
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    BELÉM, PA - 13.06.2019: BOLSONARO-PA - O presidente Jair Bolsonaro durante entrega de unidades habitacionais do Projeto Minha Casa Minha Vida em Outeiro, no Pará, na tarde desta quinta-feira (13). (Foto: Filipe Bispo/Fotoarena/Folhapress) 1746959BELÉM, PA (FOLHAPRESS) - A decisão de comparecer ao lado do ministro Sergio Moro (Justiça) no jogo do Flamengo contra o CSA no estádio Mané Garrincha, em Brasília, e a uma cerimônia militar são provas de apoio ao ex-juiz, declarou nesta quinta (13) o presidente Jair Bolsonaro a uma plateia de evangélicos.  Na noite desta quinta, Bolsonaro discursou durante 12 minutos em evento em comemoração pelos 108 anos da Assembleia de Deus no Brasil, em Belém.  Foi tempo suficiente para que reiterasse apoio a Moro, defendesse novamente a presença de um ministro evangélico no STF (Supremo Tribunal Federal) e reproduzisse um episódio de sua campanha, quando foi flagrado, durante debate, com as palavras Deus, Família e Brasil escritas em uma mão.  A um templo lotado de fiéis -a capacidade é de cerca de 20 mil pessoas-, Bolsonaro afirmou que escolheu o melhor time de ministros possível, "elogiado até pela oposição." Neste momento, o público puxou o coro "Moro, Moro".  O presidente lembrou que Moro abriu mão de 22 anos de magistratura para poder assumir o cargo no Ministério da Justiça e mencionou a troca de mensagens entre Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol, reveladas pelo site The Intercept Brasil.  O capitão reformado reconheceu que acusações pairaram sobre o ministro, mas enfatizou que elas eram fruto de uma ação criminosa de hackers.  Diálogos exibidos pelo site mostram que ambos discutiam processos em andamento e comentavam pedidos feitos à Justiça pelo Ministério Público Federal enquanto integravam a força-tarefa da Lava Jato.  Moro nega que haja no material revelado "qualquer anormalidade ou direcionamento" da sua atuação como juiz. Já os procuradores divulgaram nota qualificando a revelação de mensagens de "ataque criminoso à Lava Jato".  Bolsonaro usou o Dia dos Namorados, comemorado nesta quarta (12), para reiterar seu apoio a Moro. "Não comprei presente para a senhora Michelle. Dei-lhe um beijo. Ela se apaixonou mais por mim ainda e eu por ela."  Para Moro, disse o presidente, o apoio se deu na decisão de que o ministro o acompanhasse nos dois eventos públicos. "Gestos dizem mais do que palavras", disse. "Você olha nos olhos daquela pessoa e sente que aquela pessoa quer o bem e acredita em você, isso não tem preço."  Durante o discurso, Bolsonaro fez vários acenos ao público presente. Em um deles, lembrou do momento em que foi flagrado, durante debate na Rede TV, com uma "cola" na mão com as palavras Deus, Família e Brasil. Neste momento, o presidente exibiu ao público os mesmos dizeres em uma das mãos.  Muito aplaudido, Bolsonaro lembrou ainda a controvérsia gerada quando falou que estava na hora de o STF ter um ministro evangélico. "A reação foi a mesma", disse.  "O estado é laico, mas eu, nós todos, somos cristãos", afirmou. "Respeitamos a maioria. Respeitamos a minoria. Mas o Brasil é um país cristão."

    BELÉM, PA - 13.06.2019: BOLSONARO-PA - O presidente Jair Bolsonaro durante entrega de unidades habitacionais do Projeto Minha Casa Minha Vida em Outeiro, no Pará, na tarde desta quinta-feira (13). (Foto: Filipe Bispo/Fotoarena/Folhapress) 1746959BELÉM, PA (FOLHAPRESS) - A decisão de comparecer ao lado do ministro Sergio Moro (Justiça) no jogo do Flamengo contra o CSA no estádio Mané Garrincha, em Brasília, e a uma cerimônia militar são provas de apoio ao ex-juiz, declarou nesta quinta (13) o presidente Jair Bolsonaro a uma plateia de evangélicos.  Na noite desta quinta, Bolsonaro discursou durante 12 minutos em evento em comemoração pelos 108 anos da Assembleia de Deus no Brasil, em Belém.  Foi tempo suficiente para que reiterasse apoio a Moro, defendesse novamente a presença de um ministro evangélico no STF (Supremo Tribunal Federal) e reproduzisse um episódio de sua campanha, quando foi flagrado, durante debate, com as palavras Deus, Família e Brasil escritas em uma mão.  A um templo lotado de fiéis -a capacidade é de cerca de 20 mil pessoas-, Bolsonaro afirmou que escolheu o melhor time de ministros possível, "elogiado até pela oposição." Neste momento, o público puxou o coro "Moro, Moro".  O presidente lembrou que Moro abriu mão de 22 anos de magistratura para poder assumir o cargo no Ministério da Justiça e mencionou a troca de mensagens entre Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol, reveladas pelo site The Intercept Brasil.  O capitão reformado reconheceu que acusações pairaram sobre o ministro, mas enfatizou que elas eram fruto de uma ação criminosa de hackers.  Diálogos exibidos pelo site mostram que ambos discutiam processos em andamento e comentavam pedidos feitos à Justiça pelo Ministério Público Federal enquanto integravam a força-tarefa da Lava Jato.  Moro nega que haja no material revelado "qualquer anormalidade ou direcionamento" da sua atuação como juiz. Já os procuradores divulgaram nota qualificando a revelação de mensagens de "ataque criminoso à Lava Jato".  Bolsonaro usou o Dia dos Namorados, comemorado nesta quarta (12), para reiterar seu apoio a Moro. "Não comprei presente para a senhora Michelle. Dei-lhe um beijo. Ela se apaixonou mais por mim ainda e eu por ela."  Para Moro, disse o presidente, o apoio se deu na decisão de que o ministro o acompanhasse nos dois eventos públicos. "Gestos dizem mais do que palavras", disse. "Você olha nos olhos daquela pessoa e sente que aquela pessoa quer o bem e acredita em você, isso não tem preço."  Durante o discurso, Bolsonaro fez vários acenos ao público presente. Em um deles, lembrou do momento em que foi flagrado, durante debate na Rede TV, com uma "cola" na mão com as palavras Deus, Família e Brasil. Neste momento, o presidente exibiu ao público os mesmos dizeres em uma das mãos.  Muito aplaudido, Bolsonaro lembrou ainda a controvérsia gerada quando falou que estava na hora de o STF ter um ministro evangélico. "A reação foi a mesma", disse.  "O estado é laico, mas eu, nós todos, somos cristãos", afirmou. "Respeitamos a maioria. Respeitamos a minoria. Mas o Brasil é um país cristão."


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  • 39/56   Sob desgaste, Moro diz a Toffoli ter sido vítima de ataque criminoso
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    **ARQUIVO** BRASÍLIA, DF, 07.11.2018: Sergio Moro em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro da Justiça, Sergio Moro, e o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, conversaram reservadamente nesta quinta-feira (13) sobre as mensagens divulgadas pelo site Intercept Brasil em que o ex-juiz e o procurador Deltan Dallagnol discutem ações da Lava Jato.  Segundo a assessoria do ministério, Moro tratou do episódio das conversas com Deltan e repetiu a Toffoli o que tem dito publicamente: ele e os integrantes da força-tarefa foram vítimas de um ataque criminoso. O ministro da Justiça e o presidente do STF conversaram após participarem de um evento na sede da pasta no começo da tarde.  Procurada pela reportagem, a assessoria de comunicação do Supremo informou que não é prática de Toffoli comentar conversas com autoridades.  A conversa entre Moro e Toffoli ocorre no momento em que cresce a pressão de uma ala do Supremo para que a corte se posicione sobre o vazamento dos diálogos entre Moro e Deltan.  Na terça (11), o ministro Gilmar Mendes (STF) anunciou que a Segunda Turma da corte, formada por ele e outros quatro ministros, deve julgar no próximo dia 25 um habeas corpus em que a defesa do ex-presidente Lula pede que seja declarada a suspeição de Moro no julgamento do caso do tríplex de Guarujá. Moro está sob pressão desde que os diálogos foram revelados pelo site The Intercept Brasil. Segundo reportagens do site, o hoje ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (PSL) e o chefe da força-tarefa da Lava Jato discutiam colaborações de processos em andamento e comentavam pedidos feitos à Justiça pelo Ministério Público Federal.  Na manhã desta quinta (13), Moro e Toffoli participaram do lançamento de um pacto pela prevenção e o combate da violência contra crianças e adolescentes. A rápida conversa entre os dois ocorreu após a cerimônia.  Em seu discurso no evento, Moro afirmou que não atua, à frente da pasta, para promover o que chamou de "justiça vingativa". "Quando eu fui convidado pelo Jair Bolsonaro para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública, houve uma convergência absoluta no que se refere às minhas intenções e às dele, de que o objetivo seria sermos firmes contra crime organizado, corrupção e a criminalidade violenta", declarou o ministro.  "Para deixar tudo muito claro: tanto a minha visão quanto a do presidente não é fazer isso por uma espécie de justiça vingativa, embora fazer justiça seja importante. Não, evidentemente, vingança. Mas se faz isso principalmente porque o objetivo é proteger as pessoas e melhorar a qualidade de vida das pessoas", concluiu.

    **ARQUIVO** BRASÍLIA, DF, 07.11.2018: Sergio Moro em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro da Justiça, Sergio Moro, e o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, conversaram reservadamente nesta quinta-feira (13) sobre as mensagens divulgadas pelo site Intercept Brasil em que o ex-juiz e o procurador Deltan Dallagnol discutem ações da Lava Jato.  Segundo a assessoria do ministério, Moro tratou do episódio das conversas com Deltan e repetiu a Toffoli o que tem dito publicamente: ele e os integrantes da força-tarefa foram vítimas de um ataque criminoso. O ministro da Justiça e o presidente do STF conversaram após participarem de um evento na sede da pasta no começo da tarde.  Procurada pela reportagem, a assessoria de comunicação do Supremo informou que não é prática de Toffoli comentar conversas com autoridades.  A conversa entre Moro e Toffoli ocorre no momento em que cresce a pressão de uma ala do Supremo para que a corte se posicione sobre o vazamento dos diálogos entre Moro e Deltan.  Na terça (11), o ministro Gilmar Mendes (STF) anunciou que a Segunda Turma da corte, formada por ele e outros quatro ministros, deve julgar no próximo dia 25 um habeas corpus em que a defesa do ex-presidente Lula pede que seja declarada a suspeição de Moro no julgamento do caso do tríplex de Guarujá. Moro está sob pressão desde que os diálogos foram revelados pelo site The Intercept Brasil. Segundo reportagens do site, o hoje ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (PSL) e o chefe da força-tarefa da Lava Jato discutiam colaborações de processos em andamento e comentavam pedidos feitos à Justiça pelo Ministério Público Federal.  Na manhã desta quinta (13), Moro e Toffoli participaram do lançamento de um pacto pela prevenção e o combate da violência contra crianças e adolescentes. A rápida conversa entre os dois ocorreu após a cerimônia.  Em seu discurso no evento, Moro afirmou que não atua, à frente da pasta, para promover o que chamou de "justiça vingativa". "Quando eu fui convidado pelo Jair Bolsonaro para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública, houve uma convergência absoluta no que se refere às minhas intenções e às dele, de que o objetivo seria sermos firmes contra crime organizado, corrupção e a criminalidade violenta", declarou o ministro.  "Para deixar tudo muito claro: tanto a minha visão quanto a do presidente não é fazer isso por uma espécie de justiça vingativa, embora fazer justiça seja importante. Não, evidentemente, vingança. Mas se faz isso principalmente porque o objetivo é proteger as pessoas e melhorar a qualidade de vida das pessoas", concluiu.


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  • 40/56   STF barra extinção de conselhos previstos em lei
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    *ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 03.10.2018 - Sessão no plenário do STF. (Foto: Mateus Bonomi/Agif/Folhapress)BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O STF (Supremo Tribunal Federal) impôs nesta quinta-feira (13) uma derrota ao governo Jair Bolsonaro, ao colocar limites ao decreto presidencial que visa eliminar uma série de órgãos colegiados da administração pública federal --como conselhos, comitês e comissões. Todos os ministros da corte entenderam que o presidente apenas pode fechar conselhos e comitês que tenham sido criados por decreto ou por outra norma infralegal. Eles decidiram que Bolsonaro não pode suprimir estruturas que tenham algum amparo em lei, ou seja, que tenham passado pelo crivo do Congresso Nacional. Apesar de o resultado representar um revés para o Palácio do Planalto, o governo escapou de uma derrota ainda maior: dos 11 integrantes do STF, cinco queriam revogar integralmente o decreto editado por Bolsonaro em abril. Prevaleceu, no entanto, o entendimento do relator da ação, ministro Marco Aurélio Mello, de apenas declarar inconstitucional um dispositivo que abria brecha para que o Executivo também pudesse extinguir órgãos colegiados que são mencionados em lei. Foi a primeira vez que o plenário do STF se debruçou sobre uma medida do atual governo. O pedido para que o decreto fosse anulado foi movido pelo PT. Os ministros ainda precisarão analisar o mérito da ação mais adiante, em data ainda não marcada. O decreto 9.759 de 2019 determina o fim de colegiados criados por decretos ou por medidas administrativas inferiores. Também estavam incluídos na medida órgãos mencionados em lei, mas cujo texto não especifica quais seriam suas competências e composição --não se sabe quantos colegiados se incluem nessa definição, que deve abarcar parte considerável dos conselhos. Estima-se, entretanto, que não sejam a maioria. Na quarta (12), quando o placar estava em 5 a 4 para derrubar integralmente o decreto de Bolsonaro, o julgamento foi adiado em razão de um pedido de vista do presidente do STF, ministro Dias Toffoli. Retomado o julgamento, tanto Toffoli quanto Gilmar Mendes defenderam anular apenas parcialmente o texto, invertendo o placar. Os ministros favoráveis a anular todo o decreto argumentaram que ele determina, de forma vaga, o fechamento indiscriminado de diversas estruturas da administração pública federal no próximo dia 28. De acordo com eles, isso traz insegurança jurídica para a gestão do país. "A extinção indiscriminada de todos os conselhos, sem a identificação nominal de qualquer um deles --quando têm naturezas e funções diversas-- tem um nível de opacidade e obscuridade; e impede o Congresso Nacional e a sociedade de saberem exatamente o que está sendo feito", disse, em seu voto, o ministro Luís Roberto Barroso. Além de Barroso, votaram pela suspensão total do decreto os ministros Edson Fachin, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Celso de Mello. A tese menos abrangente --que acabou vitoriosa-- foi endossada por Marco Aurélio, Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski e Luiz Fux, além de Gilmar e Toffoli. Em maio, Bolsonaro determinou o fechamento de uma primeira leva de mais 50 colegiados. Entre os órgãos eliminados, está o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o chamado Conselhão, que fazia a interlocução dos setores empresarial e sindical com o Palácio do Planalto desde 2003. A medida, de acordo com o governo, visava reduzir despesas. A Casa Civil de Bolsonaro não soube informar quanto seria economizado com a extinção dos colegiados. A participação de membros da sociedade civil é voluntária. Ao poder público cabe arcar com despesas de subsídio (passagem aérea e alimentação, por exemplo). Na ação levada ao Supremo, o PT apresentou quatro argumentos principais: o primeiro é que o presidente da República não tem atribuição para criar ou extinguir órgãos públicos. O segundo é que um decreto não tem o condão de alterar disposições previstas em lei --como é o caso de alguns conselhos. O partido também sustentou que, ao não especificar quais colegiados serão atingidos, o decreto violou o princípio da segurança jurídica, pois criou incertezas na administração pública. Por fim, a sigla disse que a extinção de instituições que permitem a democracia participativa viola o princípio constitucional da participação popular. "Temos um decreto que fere a Constituição porque excede claramente as competências que a Constituição entrega à Presidência da República", disse o advogado do partido, o ex-ministro Eugênio de Aragão. "Não pode o presidente da República, sem ouvir o Congresso Nacional, extinguir os órgãos da administração. Ele pode dispor sobre o funcionamento da administração, mas a extinção de órgão está na reserva legal", acrescentou. O advogado-geral da União, André Mendonça, que fez a defesa do governo no Supremo, negou que o decreto tenha como objetivo desmontar a participação social na elaboração de políticas públicas. Para ele, trata-se de um tema de racionalização e de eficiência da administração pública.

    *ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 03.10.2018 - Sessão no plenário do STF. (Foto: Mateus Bonomi/Agif/Folhapress)BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O STF (Supremo Tribunal Federal) impôs nesta quinta-feira (13) uma derrota ao governo Jair Bolsonaro, ao colocar limites ao decreto presidencial que visa eliminar uma série de órgãos colegiados da administração pública federal --como conselhos, comitês e comissões. Todos os ministros da corte entenderam que o presidente apenas pode fechar conselhos e comitês que tenham sido criados por decreto ou por outra norma infralegal. Eles decidiram que Bolsonaro não pode suprimir estruturas que tenham algum amparo em lei, ou seja, que tenham passado pelo crivo do Congresso Nacional. Apesar de o resultado representar um revés para o Palácio do Planalto, o governo escapou de uma derrota ainda maior: dos 11 integrantes do STF, cinco queriam revogar integralmente o decreto editado por Bolsonaro em abril. Prevaleceu, no entanto, o entendimento do relator da ação, ministro Marco Aurélio Mello, de apenas declarar inconstitucional um dispositivo que abria brecha para que o Executivo também pudesse extinguir órgãos colegiados que são mencionados em lei. Foi a primeira vez que o plenário do STF se debruçou sobre uma medida do atual governo. O pedido para que o decreto fosse anulado foi movido pelo PT. Os ministros ainda precisarão analisar o mérito da ação mais adiante, em data ainda não marcada. O decreto 9.759 de 2019 determina o fim de colegiados criados por decretos ou por medidas administrativas inferiores. Também estavam incluídos na medida órgãos mencionados em lei, mas cujo texto não especifica quais seriam suas competências e composição --não se sabe quantos colegiados se incluem nessa definição, que deve abarcar parte considerável dos conselhos. Estima-se, entretanto, que não sejam a maioria. Na quarta (12), quando o placar estava em 5 a 4 para derrubar integralmente o decreto de Bolsonaro, o julgamento foi adiado em razão de um pedido de vista do presidente do STF, ministro Dias Toffoli. Retomado o julgamento, tanto Toffoli quanto Gilmar Mendes defenderam anular apenas parcialmente o texto, invertendo o placar. Os ministros favoráveis a anular todo o decreto argumentaram que ele determina, de forma vaga, o fechamento indiscriminado de diversas estruturas da administração pública federal no próximo dia 28. De acordo com eles, isso traz insegurança jurídica para a gestão do país. "A extinção indiscriminada de todos os conselhos, sem a identificação nominal de qualquer um deles --quando têm naturezas e funções diversas-- tem um nível de opacidade e obscuridade; e impede o Congresso Nacional e a sociedade de saberem exatamente o que está sendo feito", disse, em seu voto, o ministro Luís Roberto Barroso. Além de Barroso, votaram pela suspensão total do decreto os ministros Edson Fachin, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Celso de Mello. A tese menos abrangente --que acabou vitoriosa-- foi endossada por Marco Aurélio, Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski e Luiz Fux, além de Gilmar e Toffoli. Em maio, Bolsonaro determinou o fechamento de uma primeira leva de mais 50 colegiados. Entre os órgãos eliminados, está o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o chamado Conselhão, que fazia a interlocução dos setores empresarial e sindical com o Palácio do Planalto desde 2003. A medida, de acordo com o governo, visava reduzir despesas. A Casa Civil de Bolsonaro não soube informar quanto seria economizado com a extinção dos colegiados. A participação de membros da sociedade civil é voluntária. Ao poder público cabe arcar com despesas de subsídio (passagem aérea e alimentação, por exemplo). Na ação levada ao Supremo, o PT apresentou quatro argumentos principais: o primeiro é que o presidente da República não tem atribuição para criar ou extinguir órgãos públicos. O segundo é que um decreto não tem o condão de alterar disposições previstas em lei --como é o caso de alguns conselhos. O partido também sustentou que, ao não especificar quais colegiados serão atingidos, o decreto violou o princípio da segurança jurídica, pois criou incertezas na administração pública. Por fim, a sigla disse que a extinção de instituições que permitem a democracia participativa viola o princípio constitucional da participação popular. "Temos um decreto que fere a Constituição porque excede claramente as competências que a Constituição entrega à Presidência da República", disse o advogado do partido, o ex-ministro Eugênio de Aragão. "Não pode o presidente da República, sem ouvir o Congresso Nacional, extinguir os órgãos da administração. Ele pode dispor sobre o funcionamento da administração, mas a extinção de órgão está na reserva legal", acrescentou. O advogado-geral da União, André Mendonça, que fez a defesa do governo no Supremo, negou que o decreto tenha como objetivo desmontar a participação social na elaboração de políticas públicas. Para ele, trata-se de um tema de racionalização e de eficiência da administração pública.


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  • 41/56   Em 3ª baixa na Esplanada Santos Cruz é demitido e dá lugar a general da ativa
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    *ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 10.01.2019 - O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ministro da Secretaria de Governo. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O general Carlos Alberto dos Santos Cruz foi demitido nesta quinta-feira (13) da Secretaria de Governo da Presidência pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL). A queda do ministro, antecipada pela Folha de S.Paulo, é a terceira no primeiro escalão em menos de seis meses de mandato. O porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, confirmou que Santos Cruz será substituído pelo general Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira, que é comandante militar do Sudeste. Desde que chegou ao Planalto, em janeiro, Santos Cruz se envolveu em seguidas crises com os filhos do presidente, além de um embate com o escritor Olavo de Carvalho, guru de Bolsonaro. A comunicação do governo tem sido palco desde o início de uma disputa entre o núcleo militar e os chamados "olavistas", seguidores do escritor."‹ Nesta quinta, o general divulgou uma carta com agradecimentos e desejou "saúde, felicidade e sucesso" a Bolsonaro "e seus familiares". O presidente, por sua vez, informou que a demissão "não afeta a amizade, a admiração e o respeito mútuo". Santos Cruz foi avisado de sua demissão em reunião com o presidente e com o ministro Augusto Heleno, chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), que ocorreu 12h20 no Planalto, pouco antes de Bolsonaro decolar para Belém para uma agenda de governo. Antes de Santos Cruz, já haviam sido demitidos por Bolsonaro os ministros Gustavo Bebianno (Secretaria Geral), por causa da crise dos laranjas do PSL, e Ricardo Vélez Rodríguez (Educação), pelas falhas de gestão na pasta. No caso de Bebianno, a queda também ocorreu em meio a embate com a ala ideológica do governo e após ataques do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), estrategista do presidente nas redes sociais. Auxiliares do presidente disseram que a decisão de demitir Santos Cruz já estava tomada no início desta semana e que pesou a avaliação de que ele se opunha às decisões do núcleo duro do governo. Desde que Fabio Wajngarten assumiu o comando da Secom (Secretaria de Comunicação), em abril, a avaliação no Planalto é a de que houve uma guinada no setor, aumentando a dissonância com Santos Cruz --que, por exemplo, se opunha a investir na campanha publicitária da reforma da Previdência. A Secom está subordinada à pasta que era de Santos Cruz. Em 28 de maio, Wajngarten foi ao Senado e, sem citar Santos Cruz, explicitou que vinha tentando ganhar espaço no governo. "Toda linha geral de estratégia de comunicação eu compartilho com o presidente. À medida que o tempo vai passando, vamos ganhando nosso espaço. Nem tudo são flores. A gente ainda tem muito para corrigir. Entendo que há equívocos ainda na comunicação", disse o secretário à época. Além da disputa pela comunicação, pessoas próximas a Bolsonaro --principalmente as ligadas aos filhos do presidente-- apontavam insatisfação quanto a atuação do general na articulação política. Deputados próximos ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disseram que ele tinha um ótimo diálogo com Santos Cruz e que avaliava que ele teria ido bem no posto se Bolsonaro tivesse entregado, de fato, a atribuição a ele. Parlamentares do centrão, porém, disseram que ele não se encaixava na função por não ter carta branca de Bolsonaro, ficando engessado, irritando deputados e senadores. Junto com outros militares, Santos Cruz foi um dos alvos de críticas de Olavo de Carvalho nos últimos meses. Outro desgaste ocorreu em torno das disputas dentro do governo sobre regulamentação de veículos de imprensa. Santos Cruz concedeu entrevista no início de abril à rádio Jovem Pan na qual comentou sobre a necessidade de evitar distorções nas redes sociais. Ele afirmou ainda que a influência das mídias sociais é benéfica, mas também pode "tumultuar". Para ele, é necessário ter cuidado com a sua utilização, evitando ataques e o seu uso como "arma de discórdia". Bolsonaro reagiu. Em mensagem publicada em sua conta oficial no Twitter, ele escreveu que recomenda "um estágio na Coreia do Norte ou em Cuba" para quem defender uma espécie de controle do conteúdo divulgado. O escritor Olavo de Carvalho, um dos gurus do presidente, foi explícito ao endereçar as críticas. "Controlar a internet, Santos Cruz? Controlar a sua boca, seu merda", escreveu. Na manhã desta quinta-feira, Santos Cruz esteve na CTFC (comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle). Foi convocado para explicar a divulgação, em 31 de março, de um vídeo que enaltecia o golpe militar. Ele atribuiu o episódio a descuido de um funcionário. Após a comissão, sua assessoria informou aos jornalistas que ele não teria muito tempo para falar, pois havia sido chamado pelo presidente ao Palácio do Planalto. Respondeu a apenas quatro perguntas, a maioria sobre a crise envolvendo o ministro Sergio Moro (Justiça), mas limitou-se a condenar a invasão das conversas do ex-juiz da Lava Jato. A relação entre Santos Cruz e Wajngarten sempre foi distante. Embora a Secom esteja formalmente subordinada ao ministério, assessores palacianos disseram à reportagem que o comportamento do secretário sempre foi visto como de alguém "insubordinado". Episódio recente que gerou atrito entre eles foi a nomeação de um auxiliar do general como presidente do Conselho de Administração da EBC. O coronel Nilson Kazumi Nodiri, que era assessor especial da Secretaria de Governo, assumiu o cargo. Tradicionalmente, o posto era ocupado pelo Secretário de Comunicação do Planalto. Integram ainda a ala militar do Planalto os generais Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, o porta-voz, Otávio Rêgo Barros, o chefe da Secretaria-Geral, Floriano Peixoto, e agora o general Ramos.

    *ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 10.01.2019 - O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ministro da Secretaria de Governo. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O general Carlos Alberto dos Santos Cruz foi demitido nesta quinta-feira (13) da Secretaria de Governo da Presidência pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL). A queda do ministro, antecipada pela Folha de S.Paulo, é a terceira no primeiro escalão em menos de seis meses de mandato. O porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, confirmou que Santos Cruz será substituído pelo general Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira, que é comandante militar do Sudeste. Desde que chegou ao Planalto, em janeiro, Santos Cruz se envolveu em seguidas crises com os filhos do presidente, além de um embate com o escritor Olavo de Carvalho, guru de Bolsonaro. A comunicação do governo tem sido palco desde o início de uma disputa entre o núcleo militar e os chamados "olavistas", seguidores do escritor."‹ Nesta quinta, o general divulgou uma carta com agradecimentos e desejou "saúde, felicidade e sucesso" a Bolsonaro "e seus familiares". O presidente, por sua vez, informou que a demissão "não afeta a amizade, a admiração e o respeito mútuo". Santos Cruz foi avisado de sua demissão em reunião com o presidente e com o ministro Augusto Heleno, chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), que ocorreu 12h20 no Planalto, pouco antes de Bolsonaro decolar para Belém para uma agenda de governo. Antes de Santos Cruz, já haviam sido demitidos por Bolsonaro os ministros Gustavo Bebianno (Secretaria Geral), por causa da crise dos laranjas do PSL, e Ricardo Vélez Rodríguez (Educação), pelas falhas de gestão na pasta. No caso de Bebianno, a queda também ocorreu em meio a embate com a ala ideológica do governo e após ataques do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), estrategista do presidente nas redes sociais. Auxiliares do presidente disseram que a decisão de demitir Santos Cruz já estava tomada no início desta semana e que pesou a avaliação de que ele se opunha às decisões do núcleo duro do governo. Desde que Fabio Wajngarten assumiu o comando da Secom (Secretaria de Comunicação), em abril, a avaliação no Planalto é a de que houve uma guinada no setor, aumentando a dissonância com Santos Cruz --que, por exemplo, se opunha a investir na campanha publicitária da reforma da Previdência. A Secom está subordinada à pasta que era de Santos Cruz. Em 28 de maio, Wajngarten foi ao Senado e, sem citar Santos Cruz, explicitou que vinha tentando ganhar espaço no governo. "Toda linha geral de estratégia de comunicação eu compartilho com o presidente. À medida que o tempo vai passando, vamos ganhando nosso espaço. Nem tudo são flores. A gente ainda tem muito para corrigir. Entendo que há equívocos ainda na comunicação", disse o secretário à época. Além da disputa pela comunicação, pessoas próximas a Bolsonaro --principalmente as ligadas aos filhos do presidente-- apontavam insatisfação quanto a atuação do general na articulação política. Deputados próximos ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disseram que ele tinha um ótimo diálogo com Santos Cruz e que avaliava que ele teria ido bem no posto se Bolsonaro tivesse entregado, de fato, a atribuição a ele. Parlamentares do centrão, porém, disseram que ele não se encaixava na função por não ter carta branca de Bolsonaro, ficando engessado, irritando deputados e senadores. Junto com outros militares, Santos Cruz foi um dos alvos de críticas de Olavo de Carvalho nos últimos meses. Outro desgaste ocorreu em torno das disputas dentro do governo sobre regulamentação de veículos de imprensa. Santos Cruz concedeu entrevista no início de abril à rádio Jovem Pan na qual comentou sobre a necessidade de evitar distorções nas redes sociais. Ele afirmou ainda que a influência das mídias sociais é benéfica, mas também pode "tumultuar". Para ele, é necessário ter cuidado com a sua utilização, evitando ataques e o seu uso como "arma de discórdia". Bolsonaro reagiu. Em mensagem publicada em sua conta oficial no Twitter, ele escreveu que recomenda "um estágio na Coreia do Norte ou em Cuba" para quem defender uma espécie de controle do conteúdo divulgado. O escritor Olavo de Carvalho, um dos gurus do presidente, foi explícito ao endereçar as críticas. "Controlar a internet, Santos Cruz? Controlar a sua boca, seu merda", escreveu. Na manhã desta quinta-feira, Santos Cruz esteve na CTFC (comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle). Foi convocado para explicar a divulgação, em 31 de março, de um vídeo que enaltecia o golpe militar. Ele atribuiu o episódio a descuido de um funcionário. Após a comissão, sua assessoria informou aos jornalistas que ele não teria muito tempo para falar, pois havia sido chamado pelo presidente ao Palácio do Planalto. Respondeu a apenas quatro perguntas, a maioria sobre a crise envolvendo o ministro Sergio Moro (Justiça), mas limitou-se a condenar a invasão das conversas do ex-juiz da Lava Jato. A relação entre Santos Cruz e Wajngarten sempre foi distante. Embora a Secom esteja formalmente subordinada ao ministério, assessores palacianos disseram à reportagem que o comportamento do secretário sempre foi visto como de alguém "insubordinado". Episódio recente que gerou atrito entre eles foi a nomeação de um auxiliar do general como presidente do Conselho de Administração da EBC. O coronel Nilson Kazumi Nodiri, que era assessor especial da Secretaria de Governo, assumiu o cargo. Tradicionalmente, o posto era ocupado pelo Secretário de Comunicação do Planalto. Integram ainda a ala militar do Planalto os generais Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, o porta-voz, Otávio Rêgo Barros, o chefe da Secretaria-Geral, Floriano Peixoto, e agora o general Ramos.


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  • 42/56   EUA adverte na ONU para 'clara ameaça' do Irã após ataques a petroleiros
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    Os Estados Unidos pediram nesta quinta-feira ao Conselho de Segurança da ONU que enfrente a "clara ameaça" representada pelo Irã, após Washington acusar Teerã de estar por trás do ataque contra dois navios petroleiros no Golfo de Omã.

    Os Estados Unidos pediram nesta quinta-feira ao Conselho de Segurança da ONU que enfrente a "clara ameaça" representada pelo Irã, após Washington acusar Teerã de estar por trás do ataque contra dois navios petroleiros no Golfo de Omã.


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  • 43/56   Após cálculo, presidente quebra silêncio e exalta legado de Moro
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF, 12.06.2019 – CSA-FLAMENGO - O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sergio Moro, assistem a partida entre CSA e Flamengo, válida pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro - Série A 2019, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, na noite desta quarta-feira (12). (Foto: Alex Farias/Photo Press/Folhapress)BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) quebrou o silêncio e minimizou nesta quinta-feira (13) os efeitos do vazamento de mensagens do ministro Sergio Moro (Justiça) nas quais ele troca colaborações com o procurador Deltan Dallagnol, da Lava Jato. "O que ele [Moro] fez não tem preço. Ele realmente botou para fora, mostrou as vísceras do poder, a promiscuidade do poder no tocante à corrupção", disse o presidente, que evitava desde domingo (9) falar sobre o ministro e sua atuação na Lava Jato. "A Petrobras quase quebrou, fundos de pensão quebraram, o próprio BNDES -eu falei há pouco aqui [no evento]- nessa época R$ 400 bilhões e pouco entregues para companheiros comunistas e amigos do rei aqui dentro", completou Bolsonaro, após evento no Palácio do Planalto, sobre o legado do ex-juiz federal. Bolsonaro disse ainda que Moro "faz parte da história do Brasil" e afirmou que as provas contra o ex-presidente Lula, preso após investigação da Lava Jato, não foram forjadas. O presidente vinha evitando até então uma defesa pública de Moro e deixando eventuais manifestações para seu porta-voz. Na terça-feira (11), Bolsonaro chegou a encerrar abruptamente uma entrevista coletiva ao ser questionado sobre o assunto. "Tá encerrada a entrevista", disse. A demora em apoiar abertamente o ministro foi baseada em um cálculo político. Segundo aliados de Bolsonaro, a primeira variável era a óbvia: esperar a repercussão das conversas publicadas pelo site The Intercept Brasil. Ainda que elas tenham tornado delicada a situação de Moro no campo ético, com eventual repercussão jurídica sobre a decisão que condenou Lula no caso do tríplex de Guarujá (SP), Bolsonaro avaliou a interlocutores que Moro sobreviveu à primeira saraivada. O temor inicial era de que uma segunda barragem de diálogos comprometedores surgisse imediatamente, obrigando a retirada de Moro do ministério. Os militares do governo se preocupavam especialmente com essa possibilidade, dado que Moro é o ministro mais próximo da agenda que eles dizem defender de combate à corrupção. Além disso, chegaram ao Planalto dados de empresas que fazem acompanhamento de comportamento de redes sociais segundo os quais Moro ainda mantém boa parte de seu capital político. O ministro perdeu algo, em especial nos primeiros dias após a revelação das conversas, mas a reação em seu favor comandada pela guerrilha virtual à direita parece ter contido os danos até aqui. Segundo a avaliação de assessores de Bolsonaro, no entanto, a projeção do ministro como um eventual candidato à Presidência em 2022 acabou ficando prejudicada após as mensagens divulgadas. Nesta quinta, Bolsonaro ainda questionou a veracidade da troca de mensagens publicada e disse que, se suas conversas privadas vierem a público, ele também será criticado. "Se vazar o meu [celular] aqui, tem muita brincadeira que eu faço com colegas ali que vão me chamar de novo de tudo aquilo que me chamavam durante a campanha. Houve uma quebra criminosa, uma invasão criminosa, se é que [...] está sendo vazado é verdadeiro ou não." Ao ser questionado se considera normal que um juiz e um procurador conversem sobre uma investigação em curso, devolveu a pergunta sobre se o normal é "conversar com doleiros". "Normal é conversa com doleiro, com bandidos, com corruptos, isso é normal? Nós estamos unidos do lado de cá para derrotar isso daí. Ninguém forjou provas nesta questão do Lula." Após defender cautela de Bolsonaro nas manifestações sobre esse tema, a equipe presidencial constatou que o apoio ao ex-juiz da Lava Jato suplantou a bolha bolsonarista, indicando uma musculatura política que independe do presidente. Não houve nenhuma casualidade ver o presidente puxar o coro "Moro, Moro" junto a um constrangido ministro envergando uma camiseta do Flamengo no estádio Mané Garrincha, em Brasília, na noite de quarta (12). "Olha só, ontem [quarta-feira] foi o Dia dos Namorados. Em vez de eu chegar em casa e dar um presente para a minha esposa, eu dei um beijo nela. Não é muito melhor? Eu dei um beijo hétero no nosso querido Sergio Moro. Dois beijos héteros", disse Bolsonaro. O arranjo definido por Bolsonaro diante da situação de Moro, porém, é provisório, por depender do imponderável: o surgimento de alguma "bala de prata" contra o ministro da Justiça. A revelação de que a invasão do celular ocorreu em aparelho de Deltan fez refluir a impressão inicial entre ministros de cortes superiores que seria inevitável surgir algo que envolvesse, por exemplo, o Tribunal Regional Federal de Porto Alegre, que atuava em linha com Sergio Moro. Entre governistas, há uma avaliação de que a ofensiva prometida no Supremo Tribunal Federal contra Moro e a Lava Jato terá de enfrentar uma pressão popular muito grande, e poderá ser refreada. O primeiro round tem data marcada: 25 de junho, quando a Segunda Turma do STF julgará o pedido de suspeição de Moro no caso do tríplex --que se aceito suspenderá a pena do ex-presidente e o fará ser julgado novamente. Já o pacote anticrime proposto pelo ministro deverá sofrer bastante alterações num Congresso que nunca tolerou a cruzada da Lava Jato e considera Moro inábil no trato. Talita Fernandes e Igor Gielow Ministro declara que não atua por 'justiça vingativa' O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou nesta quinta (13) que não atua para promover o que chamou de "justiça vingativa". "Tanto a minha visão quanto a do presidente não é fazer isso por uma espécie de justiça vingativa, embora fazer justiça seja importante. O objetivo é proteger as pessoas e melhorar a qualidade de vida das pessoas", afirmou, em evento ao lado da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

    BRASÍLIA, DF, 12.06.2019 – CSA-FLAMENGO - O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sergio Moro, assistem a partida entre CSA e Flamengo, válida pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro - Série A 2019, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, na noite desta quarta-feira (12). (Foto: Alex Farias/Photo Press/Folhapress)BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) quebrou o silêncio e minimizou nesta quinta-feira (13) os efeitos do vazamento de mensagens do ministro Sergio Moro (Justiça) nas quais ele troca colaborações com o procurador Deltan Dallagnol, da Lava Jato. "O que ele [Moro] fez não tem preço. Ele realmente botou para fora, mostrou as vísceras do poder, a promiscuidade do poder no tocante à corrupção", disse o presidente, que evitava desde domingo (9) falar sobre o ministro e sua atuação na Lava Jato. "A Petrobras quase quebrou, fundos de pensão quebraram, o próprio BNDES -eu falei há pouco aqui [no evento]- nessa época R$ 400 bilhões e pouco entregues para companheiros comunistas e amigos do rei aqui dentro", completou Bolsonaro, após evento no Palácio do Planalto, sobre o legado do ex-juiz federal. Bolsonaro disse ainda que Moro "faz parte da história do Brasil" e afirmou que as provas contra o ex-presidente Lula, preso após investigação da Lava Jato, não foram forjadas. O presidente vinha evitando até então uma defesa pública de Moro e deixando eventuais manifestações para seu porta-voz. Na terça-feira (11), Bolsonaro chegou a encerrar abruptamente uma entrevista coletiva ao ser questionado sobre o assunto. "Tá encerrada a entrevista", disse. A demora em apoiar abertamente o ministro foi baseada em um cálculo político. Segundo aliados de Bolsonaro, a primeira variável era a óbvia: esperar a repercussão das conversas publicadas pelo site The Intercept Brasil. Ainda que elas tenham tornado delicada a situação de Moro no campo ético, com eventual repercussão jurídica sobre a decisão que condenou Lula no caso do tríplex de Guarujá (SP), Bolsonaro avaliou a interlocutores que Moro sobreviveu à primeira saraivada. O temor inicial era de que uma segunda barragem de diálogos comprometedores surgisse imediatamente, obrigando a retirada de Moro do ministério. Os militares do governo se preocupavam especialmente com essa possibilidade, dado que Moro é o ministro mais próximo da agenda que eles dizem defender de combate à corrupção. Além disso, chegaram ao Planalto dados de empresas que fazem acompanhamento de comportamento de redes sociais segundo os quais Moro ainda mantém boa parte de seu capital político. O ministro perdeu algo, em especial nos primeiros dias após a revelação das conversas, mas a reação em seu favor comandada pela guerrilha virtual à direita parece ter contido os danos até aqui. Segundo a avaliação de assessores de Bolsonaro, no entanto, a projeção do ministro como um eventual candidato à Presidência em 2022 acabou ficando prejudicada após as mensagens divulgadas. Nesta quinta, Bolsonaro ainda questionou a veracidade da troca de mensagens publicada e disse que, se suas conversas privadas vierem a público, ele também será criticado. "Se vazar o meu [celular] aqui, tem muita brincadeira que eu faço com colegas ali que vão me chamar de novo de tudo aquilo que me chamavam durante a campanha. Houve uma quebra criminosa, uma invasão criminosa, se é que [...] está sendo vazado é verdadeiro ou não." Ao ser questionado se considera normal que um juiz e um procurador conversem sobre uma investigação em curso, devolveu a pergunta sobre se o normal é "conversar com doleiros". "Normal é conversa com doleiro, com bandidos, com corruptos, isso é normal? Nós estamos unidos do lado de cá para derrotar isso daí. Ninguém forjou provas nesta questão do Lula." Após defender cautela de Bolsonaro nas manifestações sobre esse tema, a equipe presidencial constatou que o apoio ao ex-juiz da Lava Jato suplantou a bolha bolsonarista, indicando uma musculatura política que independe do presidente. Não houve nenhuma casualidade ver o presidente puxar o coro "Moro, Moro" junto a um constrangido ministro envergando uma camiseta do Flamengo no estádio Mané Garrincha, em Brasília, na noite de quarta (12). "Olha só, ontem [quarta-feira] foi o Dia dos Namorados. Em vez de eu chegar em casa e dar um presente para a minha esposa, eu dei um beijo nela. Não é muito melhor? Eu dei um beijo hétero no nosso querido Sergio Moro. Dois beijos héteros", disse Bolsonaro. O arranjo definido por Bolsonaro diante da situação de Moro, porém, é provisório, por depender do imponderável: o surgimento de alguma "bala de prata" contra o ministro da Justiça. A revelação de que a invasão do celular ocorreu em aparelho de Deltan fez refluir a impressão inicial entre ministros de cortes superiores que seria inevitável surgir algo que envolvesse, por exemplo, o Tribunal Regional Federal de Porto Alegre, que atuava em linha com Sergio Moro. Entre governistas, há uma avaliação de que a ofensiva prometida no Supremo Tribunal Federal contra Moro e a Lava Jato terá de enfrentar uma pressão popular muito grande, e poderá ser refreada. O primeiro round tem data marcada: 25 de junho, quando a Segunda Turma do STF julgará o pedido de suspeição de Moro no caso do tríplex --que se aceito suspenderá a pena do ex-presidente e o fará ser julgado novamente. Já o pacote anticrime proposto pelo ministro deverá sofrer bastante alterações num Congresso que nunca tolerou a cruzada da Lava Jato e considera Moro inábil no trato. Talita Fernandes e Igor Gielow Ministro declara que não atua por 'justiça vingativa' O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou nesta quinta (13) que não atua para promover o que chamou de "justiça vingativa". "Tanto a minha visão quanto a do presidente não é fazer isso por uma espécie de justiça vingativa, embora fazer justiça seja importante. O objetivo é proteger as pessoas e melhorar a qualidade de vida das pessoas", afirmou, em evento ao lado da primeira-dama Michelle Bolsonaro.


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  • 44/56   Doria defende afastamento de investigado Alckmin do PSDB
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    **ARQUIVO** SÃO PAULO, SP, 06.05.2019: O governador João Doria durante o lançamento do projeto 'Inova Educação', em São Paulo. (Foto: Adriana Spaca/FramePhoto/Folhapress)SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governador João Doria (PSDB-SP) afirmou em entrevista ao programa Ponto a Ponto, da BandNews TV, que o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) deveria se licenciar do partido enquanto estivesse sob investigação. Em abril, Alckmin teve bens bloqueados em até R$ 9,9 milhões em um processo que investiga o repasse de caixa dois da Odebrecht para a campanha dele ao governo paulista, em 2014. Na semana passada, Doria afirmou, em entrevista à revista Veja, que todos os membros do partido envolvidos em investigações já deflagradas deveriam pedir licença da legenda. Se isso não ocorresse, deveriam ser expulsos, pois, segundo ele, demonstrariam que não têm grandeza de alma nem confiança na própria inocência. Portanto, não mereceriam estar no PSDB. Questionado se o princípio valeria também para Alckmin, que foi seu mentor político, Doria respondeu que sim. "Inclusive o governador Geraldo Alckmin. Que é um homem de bem, é um homem correto. Eu conheço a sua história, conheço a sua vida. É um homem modesto, nos bens, na postura, no pouco que pôde acumular como assalariado público que foi ao longo dos últimos 42 anos. Eu acredito na sua inocência", disse Doria. Mesmo assim, seguiu, "todos aqueles que estão sob investigação, confiando na sua inocência, e certos da sua inocência, deveriam pedir licença. Inclusive o governador. Com toda a grandeza, com toda a alma, e o meu sentimento de que ele é absolutamente inocente, um homem correto, probo, um homem de bem". Segundo Doria, depois de feita a defesa e concluído o processo com a sua inocência, Alckmin voltaria para o PSDB. "E volta melhor, com grandeza, com firmeza, com posições altivas, como cabe a um grande líder, que é o caso do governador Geraldo Alckmin. E isso se aplica também a outros", afirmou o governador. Para ele, seria "um bom caminho ético. Sem criar confrontos, sem estabelecer juízos". Ele ressalvou que falava como "governador de São Paulo e militante do PSDB", já que não faz parte da executiva nacional do partido. O tucano, no entanto, tem ascendência sobre a cúpula que assumiu a sigla há alguns dias. Procurado para comentar as declarações de Doria, Alckmin afirmou, em nota: "Não soube, não tomei conhecimento e na democracia interna todas as opiniões são respeitadas, mesmo as equivocadas. De minha parte, não muda nada. Vamos seguir trabalhando". A linha de atuação proposta pelo comando do ex-deputado Bruno Araújo, novo presidente da legenda, propõe endurecimento do discurso contra a corrupção e sanções contra membros envolvidos em escândalos. O texto, no entanto, preserva os principais caciques alvo de investigação. Nesta quinta, Araújo saiu em defesa de Alckmin após as afirmações de Doria. "Cada caso é um caso. Geraldo Alckmin é um exemplo de retidão na vida pública. Tem nosso respeito e a confiança de todo o partido. Aparente opinião diferente dentro do partido considero fruto de claro mal-entendido", escreveu o ex-deputado no Twitter. Em entrevista à Folha de S.Paulo na semana passada, Alckmin contestou a decisão sobre o bloqueio de bens, mas disse confiar na Justiça. "Quem está na vida pública tem o dever de prestar contas. Às vezes, há, num primeiro momento, sentimento de injustiça, e para isso existe o Judiciário, para corrigir. Não vou criticar, confio nele", afirmou o ex-governador. Ele disse ter como patrimônio um apartamento e um sítio em Pindamonhangaba. Relatou ter aberto mão de aposentadoria especial e viver "de R$ 5.000 do INSS". Alckmin também dá aulas em uma universidade privada de São Paulo. "Se há um cuidado que eu sempre tive é o ético. Agora, pode ter questionamento? Pode. É explicar." No programa da BandNews TV, comandado pelo sociólogo Antônio Lavareda e pela jornalista Mônica Bergamo, colunista da Folha de S.Paulo, Doria comentou ainda o escândalo das mensagens trocadas entre o ministro Sergio Moro, da Justiça, e procuradores da Operação Lava Jato. O governador se encontrou na terça (11) com o presidente Jair Bolsonaro (PSL). "Ele mostrou confiança no ministro Sergio Moro, disse que confia, acredita no ministro, [disse] que ele é importante na estrutura de governo." Após a reunião com Doria, Bolsonaro encerrou abruptamente uma entrevista coletiva ao ser indagado sobre a situação do ministro. O presidente se manteve em silêncio a respeito das revelações até esta quinta-feira (13). Doria disse que preferia não fazer juízo sobre Moro e que tem "muito respeito pelo ministro". "Ele ajudou a construir uma nova etapa na Justiça brasileira, ao lado de procuradores e policiais federais, de pessoas que foram patriotas e construíram uma conduta correta, a meu ver, que ajudou o Brasil." Sobre a reforma da Previdência, ele disse acreditar que ela será aprovada e que está sendo "otimista, mas realista". Doria foi um dos principais articuladores do movimento que pedia a manutenção de estados e municípios no texto do relator Samuel Moreira (PSDB) --ponto que acabou excluído. O governador afirmou acreditar que a proposta passará pela Câmara até 15 de julho, antes do início do recesso, e pelo Senado em agosto. Ele disse ainda que o governo de São Paulo, estado que representa 32% da economia brasileira, não está esperando pela reforma para adotar políticas que combatam a crise econômica e gerem emprego. "Começamos a governar desde o início", disse ele, afirmando que "até os adversários reconhecem que montamos um bom secretariado, sério, capacitado e experiente". Segundo ele, em cinco meses foram criados 195 mil postos de trabalho no estado, ou "40% do que foi gerado no país". "Não ficamos esperando a reforma da Previdência."

    **ARQUIVO** SÃO PAULO, SP, 06.05.2019: O governador João Doria durante o lançamento do projeto 'Inova Educação', em São Paulo. (Foto: Adriana Spaca/FramePhoto/Folhapress)SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governador João Doria (PSDB-SP) afirmou em entrevista ao programa Ponto a Ponto, da BandNews TV, que o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) deveria se licenciar do partido enquanto estivesse sob investigação. Em abril, Alckmin teve bens bloqueados em até R$ 9,9 milhões em um processo que investiga o repasse de caixa dois da Odebrecht para a campanha dele ao governo paulista, em 2014. Na semana passada, Doria afirmou, em entrevista à revista Veja, que todos os membros do partido envolvidos em investigações já deflagradas deveriam pedir licença da legenda. Se isso não ocorresse, deveriam ser expulsos, pois, segundo ele, demonstrariam que não têm grandeza de alma nem confiança na própria inocência. Portanto, não mereceriam estar no PSDB. Questionado se o princípio valeria também para Alckmin, que foi seu mentor político, Doria respondeu que sim. "Inclusive o governador Geraldo Alckmin. Que é um homem de bem, é um homem correto. Eu conheço a sua história, conheço a sua vida. É um homem modesto, nos bens, na postura, no pouco que pôde acumular como assalariado público que foi ao longo dos últimos 42 anos. Eu acredito na sua inocência", disse Doria. Mesmo assim, seguiu, "todos aqueles que estão sob investigação, confiando na sua inocência, e certos da sua inocência, deveriam pedir licença. Inclusive o governador. Com toda a grandeza, com toda a alma, e o meu sentimento de que ele é absolutamente inocente, um homem correto, probo, um homem de bem". Segundo Doria, depois de feita a defesa e concluído o processo com a sua inocência, Alckmin voltaria para o PSDB. "E volta melhor, com grandeza, com firmeza, com posições altivas, como cabe a um grande líder, que é o caso do governador Geraldo Alckmin. E isso se aplica também a outros", afirmou o governador. Para ele, seria "um bom caminho ético. Sem criar confrontos, sem estabelecer juízos". Ele ressalvou que falava como "governador de São Paulo e militante do PSDB", já que não faz parte da executiva nacional do partido. O tucano, no entanto, tem ascendência sobre a cúpula que assumiu a sigla há alguns dias. Procurado para comentar as declarações de Doria, Alckmin afirmou, em nota: "Não soube, não tomei conhecimento e na democracia interna todas as opiniões são respeitadas, mesmo as equivocadas. De minha parte, não muda nada. Vamos seguir trabalhando". A linha de atuação proposta pelo comando do ex-deputado Bruno Araújo, novo presidente da legenda, propõe endurecimento do discurso contra a corrupção e sanções contra membros envolvidos em escândalos. O texto, no entanto, preserva os principais caciques alvo de investigação. Nesta quinta, Araújo saiu em defesa de Alckmin após as afirmações de Doria. "Cada caso é um caso. Geraldo Alckmin é um exemplo de retidão na vida pública. Tem nosso respeito e a confiança de todo o partido. Aparente opinião diferente dentro do partido considero fruto de claro mal-entendido", escreveu o ex-deputado no Twitter. Em entrevista à Folha de S.Paulo na semana passada, Alckmin contestou a decisão sobre o bloqueio de bens, mas disse confiar na Justiça. "Quem está na vida pública tem o dever de prestar contas. Às vezes, há, num primeiro momento, sentimento de injustiça, e para isso existe o Judiciário, para corrigir. Não vou criticar, confio nele", afirmou o ex-governador. Ele disse ter como patrimônio um apartamento e um sítio em Pindamonhangaba. Relatou ter aberto mão de aposentadoria especial e viver "de R$ 5.000 do INSS". Alckmin também dá aulas em uma universidade privada de São Paulo. "Se há um cuidado que eu sempre tive é o ético. Agora, pode ter questionamento? Pode. É explicar." No programa da BandNews TV, comandado pelo sociólogo Antônio Lavareda e pela jornalista Mônica Bergamo, colunista da Folha de S.Paulo, Doria comentou ainda o escândalo das mensagens trocadas entre o ministro Sergio Moro, da Justiça, e procuradores da Operação Lava Jato. O governador se encontrou na terça (11) com o presidente Jair Bolsonaro (PSL). "Ele mostrou confiança no ministro Sergio Moro, disse que confia, acredita no ministro, [disse] que ele é importante na estrutura de governo." Após a reunião com Doria, Bolsonaro encerrou abruptamente uma entrevista coletiva ao ser indagado sobre a situação do ministro. O presidente se manteve em silêncio a respeito das revelações até esta quinta-feira (13). Doria disse que preferia não fazer juízo sobre Moro e que tem "muito respeito pelo ministro". "Ele ajudou a construir uma nova etapa na Justiça brasileira, ao lado de procuradores e policiais federais, de pessoas que foram patriotas e construíram uma conduta correta, a meu ver, que ajudou o Brasil." Sobre a reforma da Previdência, ele disse acreditar que ela será aprovada e que está sendo "otimista, mas realista". Doria foi um dos principais articuladores do movimento que pedia a manutenção de estados e municípios no texto do relator Samuel Moreira (PSDB) --ponto que acabou excluído. O governador afirmou acreditar que a proposta passará pela Câmara até 15 de julho, antes do início do recesso, e pelo Senado em agosto. Ele disse ainda que o governo de São Paulo, estado que representa 32% da economia brasileira, não está esperando pela reforma para adotar políticas que combatam a crise econômica e gerem emprego. "Começamos a governar desde o início", disse ele, afirmando que "até os adversários reconhecem que montamos um bom secretariado, sério, capacitado e experiente". Segundo ele, em cinco meses foram criados 195 mil postos de trabalho no estado, ou "40% do que foi gerado no país". "Não ficamos esperando a reforma da Previdência."


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  • 45/56   Em MG, Zema diz que errou ao prometer que 1º escalão não teria salário
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    ***ARQUIVO***NOVA YORK, EUA, 15.05.2019: O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). (Foto: William Volcov/Brazil Photo Press/Folhapress)BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), disse que errou ao prometer em campanha que o primeiro escalão do governo não receberia salários e ao criticar o pagamento de jetons --gratificação que secretários recebem por cargos em conselhos de estatais. A declaração foi feita à rádio CBN, na quarta (12). No fim de maio, Zema vetou uma emenda aprovada na Assembleia Legislativa que proibia o pagamento de jetons a secretários. O veto depende de nova análise dos parlamentares. "Eu tenho de dar a mão à palmatória e falar que errei nessa questão aí", afirmou. "Vale lembrar que é a primeira vez que assumo um cargo público". No mesmo dia em que vetou a proposta, o governador assinou um decreto que regulamenta a participação de secretários em conselhos fiscais de estatais. O texto determina que os vencimentos totais de um secretário (salário e jetons somados) não pode exceder o teto do funcionalismo estadual, hoje fixado em R$ 35.462,22, o equivalente ao salário de desembargadores do TJ-MG. Também fez valer um decreto anterior, da gestão de Fernando Pimentel (PT), que limita a participação de cada secretário a até dois conselhos. Os valores pagos por jetom variam de empresa a empresa. Zema disse que reviu sua posição ao comparar os salários dos secretários mineiros aqueles pagos por outros estados e pelo município de Belo Horizonte. O salário líquido de um secretário estadual de MG é de cerca de R$ 8. 500. Segundo o governador, equivale a um quarto ou um terço do que é pago por Goiás, Rio de Janeiro e Espírito Santo. "Você não consegue atrair pessoas qualificadas com um salário que é metade de um secretário municipal." Zema afirmou que os salários dele e de seu vice, Paulo Brant (Novo), são doados. Os valores de janeiro e fevereiro foram para duas Apaes.

    ***ARQUIVO***NOVA YORK, EUA, 15.05.2019: O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). (Foto: William Volcov/Brazil Photo Press/Folhapress)BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), disse que errou ao prometer em campanha que o primeiro escalão do governo não receberia salários e ao criticar o pagamento de jetons --gratificação que secretários recebem por cargos em conselhos de estatais. A declaração foi feita à rádio CBN, na quarta (12). No fim de maio, Zema vetou uma emenda aprovada na Assembleia Legislativa que proibia o pagamento de jetons a secretários. O veto depende de nova análise dos parlamentares. "Eu tenho de dar a mão à palmatória e falar que errei nessa questão aí", afirmou. "Vale lembrar que é a primeira vez que assumo um cargo público". No mesmo dia em que vetou a proposta, o governador assinou um decreto que regulamenta a participação de secretários em conselhos fiscais de estatais. O texto determina que os vencimentos totais de um secretário (salário e jetons somados) não pode exceder o teto do funcionalismo estadual, hoje fixado em R$ 35.462,22, o equivalente ao salário de desembargadores do TJ-MG. Também fez valer um decreto anterior, da gestão de Fernando Pimentel (PT), que limita a participação de cada secretário a até dois conselhos. Os valores pagos por jetom variam de empresa a empresa. Zema disse que reviu sua posição ao comparar os salários dos secretários mineiros aqueles pagos por outros estados e pelo município de Belo Horizonte. O salário líquido de um secretário estadual de MG é de cerca de R$ 8. 500. Segundo o governador, equivale a um quarto ou um terço do que é pago por Goiás, Rio de Janeiro e Espírito Santo. "Você não consegue atrair pessoas qualificadas com um salário que é metade de um secretário municipal." Zema afirmou que os salários dele e de seu vice, Paulo Brant (Novo), são doados. Os valores de janeiro e fevereiro foram para duas Apaes.


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  • 46/56   Trump defende conversas secretas com governos estrangeiros
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    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, respondeu nesta quinta-feira (13) a chuva de críticas recebidas por afirmar que voltaria a aceitar informação incriminatória sobre seus rivais políticos de parte de uma potência estrangeira.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, respondeu nesta quinta-feira (13) a chuva de críticas recebidas por afirmar que voltaria a aceitar informação incriminatória sobre seus rivais políticos de parte de uma potência estrangeira.


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  • 47/56   MEC propõe aumentar para 15% contribuição da União ao Fundeb
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O Ministério da Educação (MEC) propõe aumentar a contribuição da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para 15%. Atualmente, a União contribui com 10%. O MEC defende que esse aumento seja feito progressivamente, até o sexto ano de vigência da nova regra, segundo nota da pasta.O ministro da Educação, Abraham Weintraub, já havia antecipado que a pasta estudava o aumento da contribuição, mas esta é a primeira vez que uma porcentagem específica é apresentada.O Fundeb é atualmente uma das principais fontes de financiamento para as escolas de todo o país. Corresponde a aproximadamente 63% dos recursos para financiamento da educação básica pública no Brasil, de acordo com o MEC. Ministro da Educação, Abraham Weintraub, apresentou a proposta de aumento da contribuição a parlamentares - Arquivo/Agência BrasilA proposta foi apresentada por Weintraub e pelo secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel, nessa quarta-feira (10), em reunião com parlamentares. Eles informaram que o aumento da contribuição da União está sendo discutida com o Ministério da Economia e com o Congresso Nacional.“Não estamos trabalhando de maneira isolada nessas propostas. O MEC entende perfeitamente a qual contexto faz parte e a necessidade de ajuste nas contas públicas para que o país volte a crescer”, disse Vogel na nota. Detalhes da propostaO governo propõe que a contribuição da União aumente em uma escala progressiva de 1 ponto percentual por ano até o percentual de 15%, partindo do percentual mínimo de 10% no primeiro ano de vigência do novo fundo.Se aprovada a proposta, o novo Fundeb passa a vigorar em 2021, e em 2022 a União complementará o montante com o equivalente a 11% do fundo. O valor máximo de 15% será atingido em 2026.O MEC defende ainda que o valor a ser repassado por aluno matriculado na rede pública deve ser calculado a partir de uma base de dados disponível à União e operacionalizável anualmente. A sugestão é a troca do termo “valor aluno/ano total” por “valor aluno/ano calculado a partir dos recursos próprios”. Segundo a nota do MEC, isso faria com que houvesse uma "melhor delimitação metodológica da forma de distribuição da Complementação da União".Outro ponto defendido é a indução, pela União, da adoção de modelos de repartição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) voltados à qualidade da educação. Os modelos, segundo a pasta, levariam à busca por melhores resultados na gestão dos sistemas de ensino por parte dos estados e à melhoria da gestão, pelos municípios, desses sistemas.Esse ponto vai ao encontro do que Weintraub já havia defendido anteriormente, de premiar as redes de ensino que tiverem melhores resultados educacionais. Complementação da UniãoPela legislação vigente, o Fundeb tem validade até o final de 2020. Para tornar o fundo permanente, propostas com conteúdos relativamente semelhantes tramitam tanto no Senado (PEC 33/2019 e PEC 65/2019), quanto na Câmara dos Deputados (PEC 15/2015).O Fundeb é formado por dinheiro proveniente dos impostos e das transferências obrigatórias aos estados, Distrito Federal e municípios, os fundos de participação constitucionais. Além desses recursos, a União faz aporte complementar em alguns estados o que, no ano passado, representou R$ 13 bilhões. O recurso da União é repassado quando o valor por aluno no estado não alcança o mínimo definido nacionalmente, atualmente de R$ 3.016,17 ao ano.A diferença entre as propostas que estão em tramitação no Congresso é o aumento da complementação da União que, em todas elas, passaria a colocar mais recursos no fundo. Pela proposta da Câmara, esse percentual passaria para 30% em dez anos. No Senado, a complementação chegaria a 30% em três anos ou a 40% em 11 anos, dependendo da proposta. Proposta da CâmaraNa nota divulgada pelo MEC, Vogel disse que o ministério enxerga o texto que está sendo relatado pela deputada professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) como "bastante avançado tecnicamente e em convergência com o MEC". A deputada foi uma das participantes da reunião desta quarta-feira (12).Dorinha Seabra avalia como positiva a sinalização do governo de que quer ampliar os repasses. Ela disse, no entanto, que defenderá um percentual maior. A proposta da Câmara prevê o repasse do equivalente a 15% do fundo pela União já no primeiro ano de vigência da lei. A partir de então, o aumento seria de 1,5 ponto percentual, até chegar, em dez anos, a 30%."Hoje quem banca o Fundeb são estados e municípios. A União, que tem um papel constitucional supletivo e concentra a maior parte dos recursos, redistribui R$ 14,4 bilhões. Os estados redistribuem R$ 22 bilhões. A distância entre o investimento de estados e União é gigante", disse.Segundo a deputada, a intenção, ao aumentar os recursos repassados pela União, é que haja uma maior equidade entre todas as redes de ensino do país. "Hoje, tem município que conta com R$ 1,4 mil por aluno. O maior valor chega a quase R$ 20 mil por aluno, por ano. É um nível de distorção muito alto".Além de propor o aumento dos repasses, segundo Dorinha Seabra, os parlamentares irão apontar também de onde deverão vir esses recursos.A proposta da Câmara é a que está mais avançada em termos de tramitação e discussão. A deputada disse que os parlamentares estão em contato com o governo para construir a melhor proposta. A intenção, segundo os parlamentares, é alinhar as propostas que tramitam em ambas as Casas.

    O Ministério da Educação (MEC) propõe aumentar a contribuição da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para 15%. Atualmente, a União contribui com 10%. O MEC defende que esse aumento seja feito progressivamente, até o sexto ano de vigência da nova regra, segundo nota da pasta.O ministro da Educação, Abraham Weintraub, já havia antecipado que a pasta estudava o aumento da contribuição, mas esta é a primeira vez que uma porcentagem específica é apresentada.O Fundeb é atualmente uma das principais fontes de financiamento para as escolas de todo o país. Corresponde a aproximadamente 63% dos recursos para financiamento da educação básica pública no Brasil, de acordo com o MEC. Ministro da Educação, Abraham Weintraub, apresentou a proposta de aumento da contribuição a parlamentares - Arquivo/Agência BrasilA proposta foi apresentada por Weintraub e pelo secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel, nessa quarta-feira (10), em reunião com parlamentares. Eles informaram que o aumento da contribuição da União está sendo discutida com o Ministério da Economia e com o Congresso Nacional.“Não estamos trabalhando de maneira isolada nessas propostas. O MEC entende perfeitamente a qual contexto faz parte e a necessidade de ajuste nas contas públicas para que o país volte a crescer”, disse Vogel na nota. Detalhes da propostaO governo propõe que a contribuição da União aumente em uma escala progressiva de 1 ponto percentual por ano até o percentual de 15%, partindo do percentual mínimo de 10% no primeiro ano de vigência do novo fundo.Se aprovada a proposta, o novo Fundeb passa a vigorar em 2021, e em 2022 a União complementará o montante com o equivalente a 11% do fundo. O valor máximo de 15% será atingido em 2026.O MEC defende ainda que o valor a ser repassado por aluno matriculado na rede pública deve ser calculado a partir de uma base de dados disponível à União e operacionalizável anualmente. A sugestão é a troca do termo “valor aluno/ano total” por “valor aluno/ano calculado a partir dos recursos próprios”. Segundo a nota do MEC, isso faria com que houvesse uma "melhor delimitação metodológica da forma de distribuição da Complementação da União".Outro ponto defendido é a indução, pela União, da adoção de modelos de repartição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) voltados à qualidade da educação. Os modelos, segundo a pasta, levariam à busca por melhores resultados na gestão dos sistemas de ensino por parte dos estados e à melhoria da gestão, pelos municípios, desses sistemas.Esse ponto vai ao encontro do que Weintraub já havia defendido anteriormente, de premiar as redes de ensino que tiverem melhores resultados educacionais. Complementação da UniãoPela legislação vigente, o Fundeb tem validade até o final de 2020. Para tornar o fundo permanente, propostas com conteúdos relativamente semelhantes tramitam tanto no Senado (PEC 33/2019 e PEC 65/2019), quanto na Câmara dos Deputados (PEC 15/2015).O Fundeb é formado por dinheiro proveniente dos impostos e das transferências obrigatórias aos estados, Distrito Federal e municípios, os fundos de participação constitucionais. Além desses recursos, a União faz aporte complementar em alguns estados o que, no ano passado, representou R$ 13 bilhões. O recurso da União é repassado quando o valor por aluno no estado não alcança o mínimo definido nacionalmente, atualmente de R$ 3.016,17 ao ano.A diferença entre as propostas que estão em tramitação no Congresso é o aumento da complementação da União que, em todas elas, passaria a colocar mais recursos no fundo. Pela proposta da Câmara, esse percentual passaria para 30% em dez anos. No Senado, a complementação chegaria a 30% em três anos ou a 40% em 11 anos, dependendo da proposta. Proposta da CâmaraNa nota divulgada pelo MEC, Vogel disse que o ministério enxerga o texto que está sendo relatado pela deputada professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) como "bastante avançado tecnicamente e em convergência com o MEC". A deputada foi uma das participantes da reunião desta quarta-feira (12).Dorinha Seabra avalia como positiva a sinalização do governo de que quer ampliar os repasses. Ela disse, no entanto, que defenderá um percentual maior. A proposta da Câmara prevê o repasse do equivalente a 15% do fundo pela União já no primeiro ano de vigência da lei. A partir de então, o aumento seria de 1,5 ponto percentual, até chegar, em dez anos, a 30%."Hoje quem banca o Fundeb são estados e municípios. A União, que tem um papel constitucional supletivo e concentra a maior parte dos recursos, redistribui R$ 14,4 bilhões. Os estados redistribuem R$ 22 bilhões. A distância entre o investimento de estados e União é gigante", disse.Segundo a deputada, a intenção, ao aumentar os recursos repassados pela União, é que haja uma maior equidade entre todas as redes de ensino do país. "Hoje, tem município que conta com R$ 1,4 mil por aluno. O maior valor chega a quase R$ 20 mil por aluno, por ano. É um nível de distorção muito alto".Além de propor o aumento dos repasses, segundo Dorinha Seabra, os parlamentares irão apontar também de onde deverão vir esses recursos.A proposta da Câmara é a que está mais avançada em termos de tramitação e discussão. A deputada disse que os parlamentares estão em contato com o governo para construir a melhor proposta. A intenção, segundo os parlamentares, é alinhar as propostas que tramitam em ambas as Casas.


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  • 48/56   Confira os sete candidatos que seguem na disputa para substituir Theresa May
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Sete candidatos sobreviveram à primeira votação para concorrer à sucessão da primeira-ministra britânica, Theresa May, que deixou o cargo oficialmente como líder do Partido Conservador após fracassar na negociação do Brexit

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  • 49/56   'Baby Shark', sucesso no YouTube, ganhará turnê com shows musicais
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    Segundo os produtores do show, serão mais de cem apresentações nos Estados Unidos e no Canadá

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  • 50/56   Manifestantes de Hong Kong apagam rastros digitais para evitar vigilância oficial
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Hong Kong tem sido palco de grandes protestos contra uma lei que prevê autorizar as extradições para a China continental. A maioria dos manifestantes é de jovens que cresceram no mundo digital e são conscientes do perigo da vigilância na internet.

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  • 51/56   Turquia rejeita ultimato dos EUA por compra de mísseis russos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O ultimato por escrito enviado na semana passada pelos Estados Unidos à Turquia pela compra de baterias de mísseis S-400 russos é "deslocado" e contrário ao "espírito da Aliança" Atlântica, afirmou o ministro turco da Defesa, Hulusi Akar.

    O ultimato por escrito enviado na semana passada pelos Estados Unidos à Turquia pela compra de baterias de mísseis S-400 russos é "deslocado" e contrário ao "espírito da Aliança" Atlântica, afirmou o ministro turco da Defesa, Hulusi Akar.


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  • 52/56   Aiatolá iraniano descarta qualquer diálogo com Trump
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O guia supremo iraniano descartou, categoricamente, qualquer tipo de discussão com o presidente americano, Donald Trump, ao receber nesta quinta-feira (13) o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, que chegou a Teerã com a esperança de contribuir para baixar as tensões no Oriente Médio.

    O guia supremo iraniano descartou, categoricamente, qualquer tipo de discussão com o presidente americano, Donald Trump, ao receber nesta quinta-feira (13) o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, que chegou a Teerã com a esperança de contribuir para baixar as tensões no Oriente Médio.


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  • 53/56   Navios-tanque são evacuados após novo incidente no Golfo de Omã
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    Dois navios-tanque que passavam pelo Golfo de Omã, perto da costa do Irã, foram evacuados nesta quinta-feira (13) depois de um incêndio provocado por um suposto ataque, o que motivou a disparada dos preços do petróleo nos mercados internacionais.

    Dois navios-tanque que passavam pelo Golfo de Omã, perto da costa do Irã, foram evacuados nesta quinta-feira (13) depois de um incêndio provocado por um suposto ataque, o que motivou a disparada dos preços do petróleo nos mercados internacionais.


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  • 54/56   Aiatolá tem reunião inédita com premier do Japão
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O aiatolá Ali Khamenei se reuniu nesta quinta-feira em Teerã com Shinzo Abe, o primeiro chefe de governo japonês a ter um encontro com o guia supremo iraniano desde a Revolução Islâmica de 1979.

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  • 55/56   Japão aprova lei que proíbe pilotar drone em estado de embriaguez
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Os deputados japoneses aprovaram nesta quinta-feira uma lei que proíbe e determina punições para quem pilotar um drone em estado de embriaguez, uma medida adicional para evitar acidentes provocados por estes aparelhos, muito populares no país.

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  • 56/56   EUA acusa Coreia do Norte de violar limite sobre importações de petróleo
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Os Estados Unidos acusaram a Coreia do Norte de violar o teto imposto pela ONU sobre as importações de combustível, fazendo dezenas de transferências de navio para navio este ano, segundo um relatório obtido pela AFP nesta quarta-feira.

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