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Noticias Slideshows (20/06/2019 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


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  • 2/56   Project Catalyst traz melhorias de aplicativos do iOS adaptados para Mac

    Craig Federighi, vice-presidente sênior da Apple, contou que os aplicativos para iPad serão melhor aproveitados no macOS Catalina, graças ao Project Catalyst. A nova versão do sistema operacional chega em beta público no mês que vem

    Craig Federighi, vice-presidente sênior da Apple, contou que os aplicativos para iPad serão melhor aproveitados no macOS Catalina, graças ao Project Catalyst. A nova versão do sistema operacional chega em beta público no mês que vem


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  • 3/56   Apple vira a quarta maior empresa de games do mundo, impulsionada pela App Store

    Nintendo e EA agora estão comendo poeira da Apple: a gigante de Cupertino se tornou a quarta maior empresa de games do mundo. É o que indica o novo relatório de mercado da Newzoo, que estima que a Apple tenha faturado US$ 9,4 bilhões com a venda de jogos pela App Store

    Nintendo e EA agora estão comendo poeira da Apple: a gigante de Cupertino se tornou a quarta maior empresa de games do mundo. É o que indica o novo relatório de mercado da Newzoo, que estima que a Apple tenha faturado US$ 9,4 bilhões com a venda de jogos pela App Store


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  • 4/56   Nova versão do watchOS permitirá deletar apps pré-instalados do Apple Watch

    Smartwatch da Apple deve ganhar atualização de seus sistema operacional até o final deste ano, conseguindo desinstalar aplicações pré-inseridas da própria Apple e economizar espaço, processamento e memória do aparelho

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  • 5/56   Google Play vs App Store | Devs ganham muito mais dinheiro na loja da Maçã

    Usuários da App Store estão mais dispostos a gastar dinheiro com apps do que consumidores do Android. É o que mostra relatório da empresa de análise Sensor Tower, que descobriu que desenvolvedores da Apple têm receita 64% maior do que aqueles que optam pela Google Play

    Usuários da App Store estão mais dispostos a gastar dinheiro com apps do que consumidores do Android. É o que mostra relatório da empresa de análise Sensor Tower, que descobriu que desenvolvedores da Apple têm receita 64% maior do que aqueles que optam pela Google Play


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  • 6/56   Evento da Digital House traz mais de 90 palestras sobre tecnologia em um só dia

    A terceira edição do Digital Summit contará com a presença de especialistas de empresas como Google, IBM, iFood, Peixe Urbano e Twitter. É possível conciliar os horários e assistir até nove painéis completos. As inscrições e a programação estão disponíveis no site

    A terceira edição do Digital Summit contará com a presença de especialistas de empresas como Google, IBM, iFood, Peixe Urbano e Twitter. É possível conciliar os horários e assistir até nove painéis completos. As inscrições e a programação estão disponíveis no site


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  • 7/56   Huawei promete reembolso caso Google e Facebook deixem seus aparelhos

    Gigante chinesa estaria se antecipando aos possíveis problemas que poderiam ocorrer caso o banimento de negócios com empresas americanas fosse mantido. Há relatos, inclusive, de que clientes das Filipinas já estão recebendo esse dinheiro

    Gigante chinesa estaria se antecipando aos possíveis problemas que poderiam ocorrer caso o banimento de negócios com empresas americanas fosse mantido. Há relatos, inclusive, de que clientes das Filipinas já estão recebendo esse dinheiro


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  • 8/56   Apple ganha mercado na China mesmo com guerra comercial

    (Bloomberg) -- Apesar da escalada das tensões comerciais entre Estados Unidos e China, a Apple ganhou participação no mercado chinês de smartphones em maio, o que aliviou temores de uma forte queda na demanda por iPhones, segundo o Morgan Stanley.Dados do provedor de serviços de dados Jiguang mostraram que a gigante de tecnologia dos EUA registrou o quinto mês consecutivo de ganhos na base instalada de smartphones da China em maio na comparação anual: a participação da Apple subiu para quase 20%, segundo a analista Katy L. Huberty, que confirmou sua recomendação overweight para a ação da Apple em relatório.Embora o aumento da participação de mercado tenha desacelerado em relação aos quatro meses anteriores, “isso representa dados construtivos quando justapostos ao fraco ambiente de demanda da China no fim do ano passado e ao temor de investidores em relação a uma forte queda da demanda por iPhones no curto prazo”, escreveu Huberty. A demanda chinesa é impulsionada por redução dos preços do iPhone, maior uso de fontes de financiamento, menores impostos IVA e maior confiança dos consumidores chineses, disse.Os dados da cadeia de fornecedores também se mostram estáveis antes do lançamento do próximo iPhone este ano, segundo Huberty. Futuros catalisadores incluem uma possível aceleração do crescimento da receita de serviços e o lançamento em 2020 de um iPhone 5G.As ações da Apple caíram 13% em maio, mês quando os EUA colocaram a chinesa Huawei Technologies em uma lista negra, criando o receio de que a China pudesse retaliar contra a Apple. Em alguns cenários mais pessimistas, analistas do Goldman Sachs estimam um impacto de 29% sobre o lucro da Apple caso a China decida banir os produtos da empresa americana. Já a Cowen disse que o lucro poderia cair 26% no ano fiscal de 2020 se a China proibir as vendas do iPhone.\--Com a colaboração de Blaise Robinson.Repórter da matéria original: Kit Rees em Londres, krees1@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Celeste Perri, cperri@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Beth Mellor, John ViljoenFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- Apesar da escalada das tensões comerciais entre Estados Unidos e China, a Apple ganhou participação no mercado chinês de smartphones em maio, o que aliviou temores de uma forte queda na demanda por iPhones, segundo o Morgan Stanley.Dados do provedor de serviços de dados Jiguang mostraram que a gigante de tecnologia dos EUA registrou o quinto mês consecutivo de ganhos na base instalada de smartphones da China em maio na comparação anual: a participação da Apple subiu para quase 20%, segundo a analista Katy L. Huberty, que confirmou sua recomendação overweight para a ação da Apple em relatório.Embora o aumento da participação de mercado tenha desacelerado em relação aos quatro meses anteriores, “isso representa dados construtivos quando justapostos ao fraco ambiente de demanda da China no fim do ano passado e ao temor de investidores em relação a uma forte queda da demanda por iPhones no curto prazo”, escreveu Huberty. A demanda chinesa é impulsionada por redução dos preços do iPhone, maior uso de fontes de financiamento, menores impostos IVA e maior confiança dos consumidores chineses, disse.Os dados da cadeia de fornecedores também se mostram estáveis antes do lançamento do próximo iPhone este ano, segundo Huberty. Futuros catalisadores incluem uma possível aceleração do crescimento da receita de serviços e o lançamento em 2020 de um iPhone 5G.As ações da Apple caíram 13% em maio, mês quando os EUA colocaram a chinesa Huawei Technologies em uma lista negra, criando o receio de que a China pudesse retaliar contra a Apple. Em alguns cenários mais pessimistas, analistas do Goldman Sachs estimam um impacto de 29% sobre o lucro da Apple caso a China decida banir os produtos da empresa americana. Já a Cowen disse que o lucro poderia cair 26% no ano fiscal de 2020 se a China proibir as vendas do iPhone.\--Com a colaboração de Blaise Robinson.Repórter da matéria original: Kit Rees em Londres, krees1@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Celeste Perri, cperri@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Beth Mellor, John ViljoenFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.


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  • 9/56   Pokémon Go e Ingress vão deixar de funcionar em dispositivos com Android antigo

    Desenvolvedora dos dois jogos informou, pelo Twitter, que suporte para o Android 4 e inferiores vai deixar de existir. Com isso, games passam a funcionar apenas com Android 5 ou acima, relativos a 90% dos usuários atuais do sistema operacional

    Desenvolvedora dos dois jogos informou, pelo Twitter, que suporte para o Android 4 e inferiores vai deixar de existir. Com isso, games passam a funcionar apenas com Android 5 ou acima, relativos a 90% dos usuários atuais do sistema operacional


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  • 10/56   E se ao invés dos produtos você tivesse comprado ações da Apple?

    Vamos pensar na seguinte situação: e se ao invés de comprarmos os gadgets da Apple no dia se seu lançamento tivéssemos usado o dinheiro para comprar as ações da Maçã na mesma data e aproveitássemos a valorização dos papéis desde então? Veja as contas

    Vamos pensar na seguinte situação: e se ao invés de comprarmos os gadgets da Apple no dia se seu lançamento tivéssemos usado o dinheiro para comprar as ações da Maçã na mesma data e aproveitássemos a valorização dos papéis desde então? Veja as contas


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  • 11/56   Fundador do SoftBank "sonha" com portfólio de US$ 1,8 tri

    (Bloomberg) -- O fundador do SoftBank Group, Masayoshi Son, tenta mais do que nunca convencer investidores do potencial de seus investimentos em tecnologia.Em assembleia geral de acionistas realizada na quarta-feira, em Tóquio, Son compartilhou algumas impressionantes previsões até mesmo para o estilo sem rodeios do bilionário japonês. O valor da carteira de investimentos do SoftBank poderia crescer 33 vezes, para 200 trilhões de ienes (US$ 1,8 trilhão) em 20 anos, o equivalente a uma taxa de crescimento anual de 19%, segundo Son, que fez uma ressalva diante dos números nada convencionais."Quero deixar claro que este não é um plano de negócios", disse. "É uma lorota."A 39ª assembleia de acionistas do SoftBank contou com a presença de 2 mil investidores. Os comentários de Son provocaram risos e até indignação entre alguns diretores. O presidente da Fast Retailing, Tadashi Yanai, que faz parte do conselho do SoftBank e é a pessoa mais rica do Japão, pediu aos acionistas que fiquem de olho em Son "ou ele perderá o controle".As projeções do bilionário incluem investimentos do Vision Fund. Mas até mesmo os analistas mais otimistas têm projeções muito mais modestas para esse portfólio. Chris Lane, do Sanford C. Bernstein, estimou recentemente o valor atual líquido dos fundos atuais e futuros entre US$ 50 bilhões a US$ 85 bilhões.Son então lembrou aos acionistas como há 15 anos, no mesmo auditório, ele apresentou outra meta aparentemente improvável - um lucro de 1 a 2 trilhões de ienes para o Softbank. Na época, a empresa havia registrado prejuízo de mais de 100 bilhões de ienes. O lucro líquido anual do grupo ultrapassou 1 trilhão de ienes nos últimos três anos.A mensagem de Son para os investidores é que, quando se trata de tecnologia, ele está à frente. O executivo foi um dos primeiros a reconhecer o potencial do comércio eletrônico e investir no gigante chinês Alibaba Group. O SoftBank também foi pioneiro ao introduzir o iPhone da Apple no Japão. Agora, Son acredita que o mundo está prestes a embarcar em uma mudança tecnológica impulsionada pela inteligência artificial, que transformará todos os setores. Em sua opinião, o portfólio de unicórnios da empresa, que inclui o Uber Technologies e a WeWork, posiciona o SoftBank para colher o máximo de benefícios dessa transformação.“Gostaria de ter tido dinheiro para fazer toneladas de investimentos no início da revolução da internet. Sabia o que estava por vir”, disse Son. "Iniciamos o Vision Fund no início da revolução da inteligência artificial."Pelo menos alguns dos investidores presentes acreditaram no bilionário."Son gosta de se vangloriar, mas veja o que de fato conseguiu", disse Yasuhiro Suzuki, acionista da SoftBank há cerca de 20 anos. “Estive em muitas dessas reuniões, mas hoje Son parecia especialmente animado.”DestaquesO Vision Fund está perto do fim de seu ciclo de investimentos, e o SoftBank está em processo de captar um segundo fundo de valor semelhante, disse Son. O SoftBank está negociando com alguns parceiros do primeiro fundo para que renovem seus investimentos.A empresa vai aumentar a equipe do fundo de 415 para 1.000 pessoas.Repórteres da matéria original: Pavel Alpeyev em Tóquio, palpeyev@bloomberg.net;Takahiko Hyuga em Tóquio, thyuga@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Peter Elstrom, pelstrom@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Edwin ChanFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- O fundador do SoftBank Group, Masayoshi Son, tenta mais do que nunca convencer investidores do potencial de seus investimentos em tecnologia.Em assembleia geral de acionistas realizada na quarta-feira, em Tóquio, Son compartilhou algumas impressionantes previsões até mesmo para o estilo sem rodeios do bilionário japonês. O valor da carteira de investimentos do SoftBank poderia crescer 33 vezes, para 200 trilhões de ienes (US$ 1,8 trilhão) em 20 anos, o equivalente a uma taxa de crescimento anual de 19%, segundo Son, que fez uma ressalva diante dos números nada convencionais."Quero deixar claro que este não é um plano de negócios", disse. "É uma lorota."A 39ª assembleia de acionistas do SoftBank contou com a presença de 2 mil investidores. Os comentários de Son provocaram risos e até indignação entre alguns diretores. O presidente da Fast Retailing, Tadashi Yanai, que faz parte do conselho do SoftBank e é a pessoa mais rica do Japão, pediu aos acionistas que fiquem de olho em Son "ou ele perderá o controle".As projeções do bilionário incluem investimentos do Vision Fund. Mas até mesmo os analistas mais otimistas têm projeções muito mais modestas para esse portfólio. Chris Lane, do Sanford C. Bernstein, estimou recentemente o valor atual líquido dos fundos atuais e futuros entre US$ 50 bilhões a US$ 85 bilhões.Son então lembrou aos acionistas como há 15 anos, no mesmo auditório, ele apresentou outra meta aparentemente improvável - um lucro de 1 a 2 trilhões de ienes para o Softbank. Na época, a empresa havia registrado prejuízo de mais de 100 bilhões de ienes. O lucro líquido anual do grupo ultrapassou 1 trilhão de ienes nos últimos três anos.A mensagem de Son para os investidores é que, quando se trata de tecnologia, ele está à frente. O executivo foi um dos primeiros a reconhecer o potencial do comércio eletrônico e investir no gigante chinês Alibaba Group. O SoftBank também foi pioneiro ao introduzir o iPhone da Apple no Japão. Agora, Son acredita que o mundo está prestes a embarcar em uma mudança tecnológica impulsionada pela inteligência artificial, que transformará todos os setores. Em sua opinião, o portfólio de unicórnios da empresa, que inclui o Uber Technologies e a WeWork, posiciona o SoftBank para colher o máximo de benefícios dessa transformação.“Gostaria de ter tido dinheiro para fazer toneladas de investimentos no início da revolução da internet. Sabia o que estava por vir”, disse Son. "Iniciamos o Vision Fund no início da revolução da inteligência artificial."Pelo menos alguns dos investidores presentes acreditaram no bilionário."Son gosta de se vangloriar, mas veja o que de fato conseguiu", disse Yasuhiro Suzuki, acionista da SoftBank há cerca de 20 anos. “Estive em muitas dessas reuniões, mas hoje Son parecia especialmente animado.”DestaquesO Vision Fund está perto do fim de seu ciclo de investimentos, e o SoftBank está em processo de captar um segundo fundo de valor semelhante, disse Son. O SoftBank está negociando com alguns parceiros do primeiro fundo para que renovem seus investimentos.A empresa vai aumentar a equipe do fundo de 415 para 1.000 pessoas.Repórteres da matéria original: Pavel Alpeyev em Tóquio, palpeyev@bloomberg.net;Takahiko Hyuga em Tóquio, thyuga@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Peter Elstrom, pelstrom@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Edwin ChanFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.


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  • 12/56   Microsoft lança quatro games para serem jogados apenas com os olhos

    A Microsoft acaba de lançar quatro jogos "Eyes Only", desenvolvidos para serem jogados apenas com o olhar. Segundo a companhia, os games são uma ótima oportunidade de se familiarizar com a tecnologia e aprimorar as habilidades assistivas

    A Microsoft acaba de lançar quatro jogos "Eyes Only", desenvolvidos para serem jogados apenas com o olhar. Segundo a companhia, os games são uma ótima oportunidade de se familiarizar com a tecnologia e aprimorar as habilidades assistivas


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  • 13/56   Google Stadia | Controle individual ganha preço e entra em pré-venda

    O jogador que quiser comprar apenas o controle do Stadia já pode reservar o seu por US$ 69. Há, também, a opção de adquirir o pacote de fundador, por US$ 130, que traz, além do controle, o Chromecast Ultra e três meses de assinatura do Stadia Pro

    O jogador que quiser comprar apenas o controle do Stadia já pode reservar o seu por US$ 69. Há, também, a opção de adquirir o pacote de fundador, por US$ 130, que traz, além do controle, o Chromecast Ultra e três meses de assinatura do Stadia Pro


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  • 14/56   Nintendo abre pré-registro da versão mobile de Dr. Mario World

    Jogo chega em 10 de julho, mas usuário já pode fazer registro tanto na loja da Google quanto na da Apple. Game é um match 3 em que é preciso usar pílulas para matar vírus na tela unindo três elementos de uma mesma cor

    Jogo chega em 10 de julho, mas usuário já pode fazer registro tanto na loja da Google quanto na da Apple. Game é um match 3 em que é preciso usar pílulas para matar vírus na tela unindo três elementos de uma mesma cor


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  • 15/56   Segundo beta de desenvolvedor do iOS 13 pode ser instalado por qualquer um

    Desenvolvedor vietnamita criou uma ferramenta que permite instalar o mais recente beta do iOS 13 em qualquer iPhone a partir do 6S, mesmo que o usuário não esteja cadastrado com desenvolvedor na Apple

    Desenvolvedor vietnamita criou uma ferramenta que permite instalar o mais recente beta do iOS 13 em qualquer iPhone a partir do 6S, mesmo que o usuário não esteja cadastrado com desenvolvedor na Apple


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  • 16/56   Google vai passar a "deixar mais clara" a fonte das letras de música em buscas

    Após ser acusado pela Genius de roubas letras de música da plataforma para mostrar nos resultados de buscas, a empresa anunciou que vai começar a deixar mais clara qual é a origem das informações. O Google contou ainda que não faz o roubo desses versos

    Após ser acusado pela Genius de roubas letras de música da plataforma para mostrar nos resultados de buscas, a empresa anunciou que vai começar a deixar mais clara qual é a origem das informações. O Google contou ainda que não faz o roubo desses versos


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  • 17/56   Em parceria com Google, HMD Global vai transferir dados da Nokia para Finlândia

    País natal da fabricante será casa de data centers que concentrarão todos os serviços da companhia, desde atualizações para dispositivos com Android até sistemas de ativação e entrega de aplicativos. Processo termina no ano que vem

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  • 18/56   Nintendo “monitora” cloud gaming, mas quer se manter em vendas diretas de jogos

    Executivos da gigante japonesa confirmaram que estão acompanhando as movimentações tecnológicas do setor, especialmente o Microsoft xCloud e o Google Stadia, mas que, por ora, preferem manter-se no ramo ao vender jogos de mídia física e digitais pela Nintendo eShop

    Executivos da gigante japonesa confirmaram que estão acompanhando as movimentações tecnológicas do setor, especialmente o Microsoft xCloud e o Google Stadia, mas que, por ora, preferem manter-se no ramo ao vender jogos de mídia física e digitais pela Nintendo eShop


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  • 19/56   Microsoft quer criar uma tecla específica para apps do Office

    Multinacional pensa em adicionar, em seus teclados físicos, um botão dedicado a abrir os softwares do Office, tal qual já faz com o menu “Iniciar”, incluindo a capacidade de compartilhar documentos; empresa está conduzindo pesquisa de opinião com alguns usuários

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  • 20/56   Google Calendar fica fora do ar para usuários de todo o mundo

    Usuários estão encontrando erros ao acessar serviço e, quando conseguem, observam uma lista de compromissos completamente zerada. Empresa confirmou o problema, que atingiria apenas uma parcela dos utilizadores, e disse estar investigando uma solução

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  • 21/56   WhatsApp terá função que impede você de mandar foto ao contato errado

    Nova versão beta do app conta com recurso que mostra dados do recipiente da mensagem antes que você toque em “Enviar”; por ora, novidade só está presente para o Android; ainda não há previsão da chegada dela para o iOS

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  • 22/56   Tim Cook desabafa e faz críticas às gigantes da tecnologia em discurso

    Ao fazer um discurso para formandos da Universidade de Stanford, o chefão da Apple foi além das palavras motivacionais para fazer duras críticas às empresas de tecnologia. O executivo falou sobre a propagação de notícias falsas e sobre privacidade

    Ao fazer um discurso para formandos da Universidade de Stanford, o chefão da Apple foi além das palavras motivacionais para fazer duras críticas às empresas de tecnologia. O executivo falou sobre a propagação de notícias falsas e sobre privacidade


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  • 23/56   Google quer implantar novo padrão de mensagens no Reino Unido e França em junho

    Empresa revelou nesta segunda (17) que pretende disponibilizar para os dois países o seu serviço de RCS nativo do Android, de forma que ele é especulado para substituir o SMS e trazer uma usabilidade parecida com os aplicativos de mensagens

    Empresa revelou nesta segunda (17) que pretende disponibilizar para os dois países o seu serviço de RCS nativo do Android, de forma que ele é especulado para substituir o SMS e trazer uma usabilidade parecida com os aplicativos de mensagens


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  • 24/56   Disparos em massa pelo WhatsApp foram a favor e contra minha campanha, diz Bolsonaro

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) comentou nesta terça-feira (18) sobre os envios em massa de mensagens a favor de sua campanha eleitoral pelo WhatsApp e afirmou que, assim como houve disparos favoráveis, também houve milhões de mensagens contrárias. As declarações foram feitas após cerimônia de hasteamento da bandeira nacional que contou com a presença de ministros e do novo secretário de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, que substituiu o também general Carlos Alberto dos Santos Cruz. "Teve milhões de mensagens a favor da minha campanha, e talvez alguns milhões contra também", afirmou, ao ser questionado sobre o assunto. Na sequência, Bolsonaro disse ser favorável à "total liberdade de imprensa, manifestação de pensamento". "Não tem que ter limite, porque você nunca sabe qual o limite." Reportagem do jornal Folha de S.Paulo desta terça revelou que empresas brasileiras contrataram uma agência de marketing na Espanha para fazer, pelo WhatsApp, disparos em massa de mensagens políticas a favor de Bolsonaro, então candidato à Presidência. A publicação teve acesso a gravações obtidas do espanhol Luis Novoa, dono da Enviawhatsapps. Nos áudios, ele diz que "empresas, açougues, lavadoras de carros e fábricas" brasileiros compraram seu software para mandar mensagens em massa a favor de Bolsonaro. Além de obter o áudio, a Folha de S.Paulo confirmou posteriormente detalhes da conversa. Na entrevista desta terça, sem indicar a quem estava se referindo, Bolsonaro afirmou ainda que "estão querendo inventar crime de ódio aqui." "Se chegar na minha mesa, eu veto qualquer possível criminalização da questão do ódio na internet." Segundo o presidente, a esquerda é quem "prega isso aí o tempo todo". "Vê o passado, o que essas ideologias fizeram no mundo, matando milhões, torturando, tolhendo liberdades. Isso não vai ser instrumento para a esquerda calar a boca dos outros. Se chegar na minha mesa, será vetado." À reportagem da Folha de S.Paulo, o empresário espanhol disse não saber que seu software estava sendo usado para campanhas políticas no Brasil e que só tomou conhecimento quando o WhatsApp cortou, sob a alegação de mau uso, as linhas telefônicas de sua empresa. O WhatsApp confirmou à Folha de S.Paulo que cortou linhas da empresa. "Não comentamos especificamente sobre contas que foram banidas, mas enviamos uma notificação judicial (Cease and Desist) para a empresa Enviawhatsapps." Não há indicações de que Bolsonaro ou sua equipe de campanha soubessem que estavam sendo contratados disparos de mensagens a favor do então candidato. Procurada pela reportagem da Folha de S.Paulo, a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto afirmou que não iria comentar. Doação de empresas para campanha eleitoral é proibida no Brasil. Doações não declaradas de pessoas físicas também são ilegais. ENTENDA O CASO Empresários Em 18 de outubro de 2018, o jornal Folha de S.Paulo revelou que empresários impulsionaram disparos por WhatsApp contra o PT na campanha eleitoral. O serviço foi vendido pelas agências Quickmobile, CrocServices e Yacows. Uma ação foi aberta no TSE para apurar o caso. PT Uma semana depois, o UOL mostrou que o PT também usou o sistema de envio de mensagens em massa e que a agência responsável pela campanha de Bolsonaro teve registros de uso do sistema da Yacows apagados após a reportagem da Folha de S.Paulo. Fraudes com CPFs? Em dezembro, reportagem baseada em relatos de um ex-funcionário, fotos e documentos apresentados à Justiça do Trabalho detalhou o submundo dos disparos em massa que se instalou no Brasil durante as últimas eleições. Uma rede de empresas recorreu ao uso fraudulento de nome e CPF de idosos para registrar chips de celular e garantir o envio em massa de mensagens em benefício de políticos. Multa Em março deste ano, o TSE multou a campanha de Fernando Haddad por ter impulsionando um site com ataques a Bolsonaro no mecanismo de busca do Google. Na decisão, o ministro Edson Fachin considerou que o impulsionamento feriu a lei eleitoral e causou desequilíbrio na disputa. TSE Até agora, ninguém foi ouvido na ação que apura os disparos contra o PT. O processo é relatado pelo corregedor-geral eleitoral, ministro Jorge Mussi. Empresário espanhol Luis Novoa, dono da Enviawhatsapps, afirma, em gravação obtida pela Folha de S.Paulo, que empresas brasileiras compraram seu software para fazer disparos em massa pelo WhatsApp de mensagens a favor de Bolsonaro.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) comentou nesta terça-feira (18) sobre os envios em massa de mensagens a favor de sua campanha eleitoral pelo WhatsApp e afirmou que, assim como houve disparos favoráveis, também houve milhões de mensagens contrárias. As declarações foram feitas após cerimônia de hasteamento da bandeira nacional que contou com a presença de ministros e do novo secretário de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, que substituiu o também general Carlos Alberto dos Santos Cruz. "Teve milhões de mensagens a favor da minha campanha, e talvez alguns milhões contra também", afirmou, ao ser questionado sobre o assunto. Na sequência, Bolsonaro disse ser favorável à "total liberdade de imprensa, manifestação de pensamento". "Não tem que ter limite, porque você nunca sabe qual o limite." Reportagem do jornal Folha de S.Paulo desta terça revelou que empresas brasileiras contrataram uma agência de marketing na Espanha para fazer, pelo WhatsApp, disparos em massa de mensagens políticas a favor de Bolsonaro, então candidato à Presidência. A publicação teve acesso a gravações obtidas do espanhol Luis Novoa, dono da Enviawhatsapps. Nos áudios, ele diz que "empresas, açougues, lavadoras de carros e fábricas" brasileiros compraram seu software para mandar mensagens em massa a favor de Bolsonaro. Além de obter o áudio, a Folha de S.Paulo confirmou posteriormente detalhes da conversa. Na entrevista desta terça, sem indicar a quem estava se referindo, Bolsonaro afirmou ainda que "estão querendo inventar crime de ódio aqui." "Se chegar na minha mesa, eu veto qualquer possível criminalização da questão do ódio na internet." Segundo o presidente, a esquerda é quem "prega isso aí o tempo todo". "Vê o passado, o que essas ideologias fizeram no mundo, matando milhões, torturando, tolhendo liberdades. Isso não vai ser instrumento para a esquerda calar a boca dos outros. Se chegar na minha mesa, será vetado." À reportagem da Folha de S.Paulo, o empresário espanhol disse não saber que seu software estava sendo usado para campanhas políticas no Brasil e que só tomou conhecimento quando o WhatsApp cortou, sob a alegação de mau uso, as linhas telefônicas de sua empresa. O WhatsApp confirmou à Folha de S.Paulo que cortou linhas da empresa. "Não comentamos especificamente sobre contas que foram banidas, mas enviamos uma notificação judicial (Cease and Desist) para a empresa Enviawhatsapps." Não há indicações de que Bolsonaro ou sua equipe de campanha soubessem que estavam sendo contratados disparos de mensagens a favor do então candidato. Procurada pela reportagem da Folha de S.Paulo, a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto afirmou que não iria comentar. Doação de empresas para campanha eleitoral é proibida no Brasil. Doações não declaradas de pessoas físicas também são ilegais. ENTENDA O CASO Empresários Em 18 de outubro de 2018, o jornal Folha de S.Paulo revelou que empresários impulsionaram disparos por WhatsApp contra o PT na campanha eleitoral. O serviço foi vendido pelas agências Quickmobile, CrocServices e Yacows. Uma ação foi aberta no TSE para apurar o caso. PT Uma semana depois, o UOL mostrou que o PT também usou o sistema de envio de mensagens em massa e que a agência responsável pela campanha de Bolsonaro teve registros de uso do sistema da Yacows apagados após a reportagem da Folha de S.Paulo. Fraudes com CPFs? Em dezembro, reportagem baseada em relatos de um ex-funcionário, fotos e documentos apresentados à Justiça do Trabalho detalhou o submundo dos disparos em massa que se instalou no Brasil durante as últimas eleições. Uma rede de empresas recorreu ao uso fraudulento de nome e CPF de idosos para registrar chips de celular e garantir o envio em massa de mensagens em benefício de políticos. Multa Em março deste ano, o TSE multou a campanha de Fernando Haddad por ter impulsionando um site com ataques a Bolsonaro no mecanismo de busca do Google. Na decisão, o ministro Edson Fachin considerou que o impulsionamento feriu a lei eleitoral e causou desequilíbrio na disputa. TSE Até agora, ninguém foi ouvido na ação que apura os disparos contra o PT. O processo é relatado pelo corregedor-geral eleitoral, ministro Jorge Mussi. Empresário espanhol Luis Novoa, dono da Enviawhatsapps, afirma, em gravação obtida pela Folha de S.Paulo, que empresas brasileiras compraram seu software para fazer disparos em massa pelo WhatsApp de mensagens a favor de Bolsonaro.


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  • 25/56   7ª edição do LARA está com inscrições abertas até 29 de julho

    O evento da Google, que pelo sétimo ano consecutivo premia projetos tecnológicos de estudantes de mestrado e doutorado, está aceitando projetos nas áreas de IoT, machine learning, privacidade, entre outros

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  • 26/56   Genius acusa Google de copiar suas letras de música para exibir em pesquisa

    Google está sendo acusada de copiar as letras de música que exibe em seus resultados de busca. Nesta segunda-feira (17), a Genius afirmou que a companhia extrai conteúdo de sua plataforma e descobriu o esquema ao montar um sistema que revela marca d'água em suas letras

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  • 27/56   Homem é condenado no Reino Unido por fabricar arma em 3D
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Um homem de 26 anos foi declarado culpado por um tribunal de Londres, nesta quarta-feira (19), por ter fabricado uma arma de fogo com uma impressora 3D - um fato sem precedentes, de acordo com a polícia britânica.

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  • 28/56   Xi escreve carta de amizade para Coreia do Norte antes de visita
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Xi Jinping pretende dar um novo impulso à frágil aliança entre China e Coreia do Norte, ao fazer esta semana sua primeira viagem a Pyongyang como presidente.

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  • 29/56   Mais de 100 crianças mortas na Índia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O estado indiano de Bihar enfrenta duas crises de saúde. Um vírus cerebral que estaria vinculado à fruta lichia provocou a morte de mais de 100 crianças e a onda de calor extremo deixou dezenas de mortos.

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  • 30/56   Boris Johsnon amplia vantagem para substituir Theresa May
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O deputado conservador Boris Johnson, um fervoroso defensor do Brexit, ampliou sua vantagem nesta terça-feira (18) na corrida para substituir a primeira-ministra britânica, Theresa May, ao vencer com ampla vantagem o segundo turno da votação após a qual ficaram apenas cinco candidatos na disputa.

    O deputado conservador Boris Johnson, um fervoroso defensor do Brexit, ampliou sua vantagem nesta terça-feira (18) na corrida para substituir a primeira-ministra britânica, Theresa May, ao vencer com ampla vantagem o segundo turno da votação após a qual ficaram apenas cinco candidatos na disputa.


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  • 31/56   Angela Merkel passa mal em cerimônia oficial
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A chanceler alemã, Angela Merkel, passou mal, sentindo tremores por alguns minutos, durante uma cerimônia oficial na presença do novo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, nesta terça-feira (18), em Berlim.

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  • 32/56   Homens têm medo de produtos eróticos?
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Maísa Pacheco, proprietária de um sex shop há 20 anos, fala sobre a relação das mulheres com os produtos eróticos e do medo e desconhecimento por parte do público masculino

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  • 33/56   Vírus ligado a fruta ataca cérebro e mata mais de 100 crianças
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O estado indiano de Bihar enfrentava, nesta segunda-feira (17), duas crises de saúde. Por um lado, um vírus cerebral que estaria vinculado ao fruto tropical lichia e que provocou a morte de mais de 100 crianças, e por outro a onda de calor extremo que já deixou 78 mortos.

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  • 34/56   Calor extremo mata quase 50 pessoas no norte da Índia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Pelo menos 49 pessoas morreram nas últimas 24 horas no estado de Bihar, no norte da Índia, atingido há mais de duas semanas por uma onda de calor extremo, informaram neste domingo autoridades locais.

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  • 35/56   Realizada primeira missa em Notre-Dame após incêndio
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Foi realizada neste sábado a primeira missa na catedral de Notre-Dame, dois meses depois do incêndio que destruiu o telhado do monumento, um dos mais emblemáticos de Paris.

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  • 36/56   Após incêndio, Notre Dame celebra primeira missa neste sábado
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O arcebispo de Paris, Monsenhor Michel Aupetit celebra na tarde deste sábado a primeira missa em Notre Dame desde o incêndio que destruiu parcialmente a catedral há dois meses.

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  • 37/56   Presidente chinês Xi Jinping chega à Coreia do Norte
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente da China, Xi Jinping, chegou nesta quinta-feira a Pyongyang para uma visita oficial de dois dias à Coreia do Norte, a primeira de um líder chinês em 14 anos, anunciou o canal estatal de televisão CCTV.

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  • 38/56   Bachelet visita uma Venezuela devastada pela crise
    WORLD TOPIC NEWS

    A Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, se reuniu nesta quarta-feira com chanceler da Venezuela, Jorge Arreaza, no início de uma visita a este país devastado pela crise política e econômica.

    A Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, se reuniu nesta quarta-feira com chanceler da Venezuela, Jorge Arreaza, no início de uma visita a este país devastado pela crise política e econômica.


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  • 39/56   Três russos e um ucraniano serão julgados por avião derrubado na Ucrânia em 2014
    WORLD TOPIC NEWS

    Três russos e um ucraniano serão julgados por assassinato na Holanda pela ação que derrubou um avião de passageiros em 2014 no leste da Ucrânia, um ataque com míssil russo - anunciou, nesta quarta-feira (19), a equipe que investiga o caso.

    Três russos e um ucraniano serão julgados por assassinato na Holanda pela ação que derrubou um avião de passageiros em 2014 no leste da Ucrânia, um ataque com míssil russo - anunciou, nesta quarta-feira (19), a equipe que investiga o caso.


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  • 40/56   Disparos de foguetes contra interesses dos EUA no Iraque aumentam tensão com Irã
    WORLD TOPIC NEWS

    Os disparos de foguetes contra os interesses dos Estados Unidos no Iraque deixaram em situação extremamente incômoda o governo de Bagdá e aumentaram a tensão na queda de braço com Teerã, afirmam especialistas.

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  • 41/56   Primeiro colocado em lista para PGR é recebido por assessor de Bolsonaro
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Procurador mais votado entre membros do Ministério Público Federal para o comando da PGR (Procuradoria-Geral da República), Mario Bonsaglia esteve na noite desta quarta-feira (19) com assessor do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Ele se reuniu com o subchefe de assuntos jurídicos, Jorge Francisco de Oliveira, que ocupa uma sala no 3º andar do Planalto, próximo à do presidente. Bolsonaro estava em São Paulo quando o encontro ocorreu.  Caberá ao presidente escolher o futuro chefe do Ministério Público para ocupar o cargo a partir de 17 de setembro, quando termina o mandato da atual procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Embora não haja uma obrigação formal de que o presidente siga a lista, será entregue a ele os nomes dos três mais votados pela categoria.  Além de Bonsaglia, Luiza Frischeisen e Blal Dalloul figuram a lista -no segundo e terceiro lugar, respectivamente. É uma tradição desde 2003, iniciada no governo do ex-presidente Lula, indicar um dos escolhidos pelo Ministério Público.  No caso dos ex-presidentes petistas, foram nomeados os primeiro colocados. Já o presidente Michel Temer optou por Dodge, que constava na lista, mas não havia ficado em primeiro.  Esta é a terceira vez que Bonsaglia, considerado experiente na área criminal e independente dos principais grupos que disputam o poder no Ministério Público Federal, figura na lista tríplice. Ele teve 478 votos, seguido de Frischeisen, com 423, e Dalloul, com 422. Bonsaglia e Frischeisen são subprocuradores-gerais da República, último nível da carreira. Já Dalloul é procurador regional. Frischeisen coordena a câmara criminal do Ministério Público Federal e tem a simpatia de integrantes da Lava Jato nos estados. Dalloul foi secretário-geral na gestão do ex-procurador-geral Rodrigo Janot e é visto como o mais janotista da lista. Após a escolha de Bolsonaro, o indicado terá de ser sabatinado e aprovado no Senado. Nesta quarta, o presidente disse que decidirá "aos 48 segundos do último tempo" o nome do futuro procurador.  Bolsonaro afirmou na terça que "todos que estão dentro e fora da lista" têm chance de ser indicados, o que inclui a atual procuradora-geral, que decidiu não se inscrever para concorrer na eleição interna. O mandato de Dodge termina em 17 de setembro. No início deste mês, ela afirmou estar "à disposição" para uma eventual recondução ao cargo para um segundo mandato de dois anos. É a primeira vez que a eleição interna é desacreditada pelo grupo que está no comando da PGR. Além de Dodge, há outros procuradores que disputam a indicação "por fora" da lista tríplice, como Augusto Aras.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Procurador mais votado entre membros do Ministério Público Federal para o comando da PGR (Procuradoria-Geral da República), Mario Bonsaglia esteve na noite desta quarta-feira (19) com assessor do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Ele se reuniu com o subchefe de assuntos jurídicos, Jorge Francisco de Oliveira, que ocupa uma sala no 3º andar do Planalto, próximo à do presidente. Bolsonaro estava em São Paulo quando o encontro ocorreu.  Caberá ao presidente escolher o futuro chefe do Ministério Público para ocupar o cargo a partir de 17 de setembro, quando termina o mandato da atual procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Embora não haja uma obrigação formal de que o presidente siga a lista, será entregue a ele os nomes dos três mais votados pela categoria.  Além de Bonsaglia, Luiza Frischeisen e Blal Dalloul figuram a lista -no segundo e terceiro lugar, respectivamente. É uma tradição desde 2003, iniciada no governo do ex-presidente Lula, indicar um dos escolhidos pelo Ministério Público.  No caso dos ex-presidentes petistas, foram nomeados os primeiro colocados. Já o presidente Michel Temer optou por Dodge, que constava na lista, mas não havia ficado em primeiro.  Esta é a terceira vez que Bonsaglia, considerado experiente na área criminal e independente dos principais grupos que disputam o poder no Ministério Público Federal, figura na lista tríplice. Ele teve 478 votos, seguido de Frischeisen, com 423, e Dalloul, com 422. Bonsaglia e Frischeisen são subprocuradores-gerais da República, último nível da carreira. Já Dalloul é procurador regional. Frischeisen coordena a câmara criminal do Ministério Público Federal e tem a simpatia de integrantes da Lava Jato nos estados. Dalloul foi secretário-geral na gestão do ex-procurador-geral Rodrigo Janot e é visto como o mais janotista da lista. Após a escolha de Bolsonaro, o indicado terá de ser sabatinado e aprovado no Senado. Nesta quarta, o presidente disse que decidirá "aos 48 segundos do último tempo" o nome do futuro procurador.  Bolsonaro afirmou na terça que "todos que estão dentro e fora da lista" têm chance de ser indicados, o que inclui a atual procuradora-geral, que decidiu não se inscrever para concorrer na eleição interna. O mandato de Dodge termina em 17 de setembro. No início deste mês, ela afirmou estar "à disposição" para uma eventual recondução ao cargo para um segundo mandato de dois anos. É a primeira vez que a eleição interna é desacreditada pelo grupo que está no comando da PGR. Além de Dodge, há outros procuradores que disputam a indicação "por fora" da lista tríplice, como Augusto Aras.


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  • 42/56   Oposição vai esperar decisão do Supremo para avaliar CPI sobre ministro
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A oposição no Senado vai esperar um posicionamento do STF (Supremo Tribunal Federal), previsto para a próxima terça-feira (25), sobre a atuação de Sergio Moro à frente dos processos da Lava Jato para avaliar o pedido de instalação de uma CPI para investigar o hoje ministro da Justiça de Jair Bolsonaro. As conversas divulgadas pelo site The Intercept Brasil fizeram a Segunda Turma do Supremo desengavetar um pedido dos advogados pela anulação do processo do tríplex em Guarujá (SP), que levou o petista à prisão. A solicitação da defesa foi feita sob o argumento de que Moro não foi imparcial na análise do caso. A proposta de instalação da comissão de inquérito também foi tratada durante o depoimento de Moro no Senado. Cid Gomes (PDT-CE) defendeu que o Congresso instale apuração sobre o ex-juiz. "Instalemos uma comissão parlamentar de inquérito que, de forma isenta e imparcial, se proponha e, de fato, faça o aprofundamento nas duas grandes questões que são objeto dessa celeuma que já se apelidou aí de Vaza Jato", disse o senador na sessão. Cid defendeu também uma investigação sobre o autor dos vazamentos e a segurança das comunicações no país. Parlamentares de oposição avaliam que, até agora, não há elementos suficientes para bancar um pedido de CPI. A avaliação é que a audiência de Moro apenas serviu de palanque à tese do ministro. O grupo reconhece que a bancada que apoia Moro e a Lava Jato tem, hoje, força suficiente para blindar o ex-juiz. O longo depoimento desta quarta, dizem, foi um importante indicativo de que qualquer empreitada contra o ministro pode ser frustrada. Senadores que estão à frente das articulações disseram à Folha, reservadamente, esperar que os ministros do Supremo deem, ao menos, um duro recado ao ministro. Eles também querem ouvir o que o procurador Deltan Dallagnol dirá ao Senado. No STF, a Segunda Turma está dividida, e o decano da corte, Celso de Mello, deve ser o voto decisivo no caso. PERGUNTAS AINDA SEM RESPOSTA 1 - Moro é o autor das mensagens? Ele questionou algumas vezes a autenticidade delas, mas não as negou, chegando a admitir que pode ter escrito uma parte delas 2 - Ele autorizaria Telegram a liberar os arquivos? Moro não respondeu diretamente. Disse apenas que elas não existem mais, pois ele deixou de usar o aplicativo em 2017 3 - Moro pediria ao Deltan Dallagnol para entregar seu celular para perícia? O ministro não respondeu sobre a possibilidade. A PF é subordinada à Justiça, pasta de Moro 4 - Como a PF vai confirmar a autenticidade das mensagens? Moro não explicou como o órgão poderá mapear se as conversas são reais ou se houve alguma modificação 5 - Que prova ele tem de ter sido vítima de hacker? Moro diz ser alvo de um grupo criminoso, mas que a investigação da PF é sigilosa. O Intercept diz que a fonte das mensagens é anônima

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A oposição no Senado vai esperar um posicionamento do STF (Supremo Tribunal Federal), previsto para a próxima terça-feira (25), sobre a atuação de Sergio Moro à frente dos processos da Lava Jato para avaliar o pedido de instalação de uma CPI para investigar o hoje ministro da Justiça de Jair Bolsonaro. As conversas divulgadas pelo site The Intercept Brasil fizeram a Segunda Turma do Supremo desengavetar um pedido dos advogados pela anulação do processo do tríplex em Guarujá (SP), que levou o petista à prisão. A solicitação da defesa foi feita sob o argumento de que Moro não foi imparcial na análise do caso. A proposta de instalação da comissão de inquérito também foi tratada durante o depoimento de Moro no Senado. Cid Gomes (PDT-CE) defendeu que o Congresso instale apuração sobre o ex-juiz. "Instalemos uma comissão parlamentar de inquérito que, de forma isenta e imparcial, se proponha e, de fato, faça o aprofundamento nas duas grandes questões que são objeto dessa celeuma que já se apelidou aí de Vaza Jato", disse o senador na sessão. Cid defendeu também uma investigação sobre o autor dos vazamentos e a segurança das comunicações no país. Parlamentares de oposição avaliam que, até agora, não há elementos suficientes para bancar um pedido de CPI. A avaliação é que a audiência de Moro apenas serviu de palanque à tese do ministro. O grupo reconhece que a bancada que apoia Moro e a Lava Jato tem, hoje, força suficiente para blindar o ex-juiz. O longo depoimento desta quarta, dizem, foi um importante indicativo de que qualquer empreitada contra o ministro pode ser frustrada. Senadores que estão à frente das articulações disseram à Folha, reservadamente, esperar que os ministros do Supremo deem, ao menos, um duro recado ao ministro. Eles também querem ouvir o que o procurador Deltan Dallagnol dirá ao Senado. No STF, a Segunda Turma está dividida, e o decano da corte, Celso de Mello, deve ser o voto decisivo no caso. PERGUNTAS AINDA SEM RESPOSTA 1 - Moro é o autor das mensagens? Ele questionou algumas vezes a autenticidade delas, mas não as negou, chegando a admitir que pode ter escrito uma parte delas 2 - Ele autorizaria Telegram a liberar os arquivos? Moro não respondeu diretamente. Disse apenas que elas não existem mais, pois ele deixou de usar o aplicativo em 2017 3 - Moro pediria ao Deltan Dallagnol para entregar seu celular para perícia? O ministro não respondeu sobre a possibilidade. A PF é subordinada à Justiça, pasta de Moro 4 - Como a PF vai confirmar a autenticidade das mensagens? Moro não explicou como o órgão poderá mapear se as conversas são reais ou se houve alguma modificação 5 - Que prova ele tem de ter sido vítima de hacker? Moro diz ser alvo de um grupo criminoso, mas que a investigação da PF é sigilosa. O Intercept diz que a fonte das mensagens é anônima


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  • 43/56   Em 9 horas no Senado, Moro minimiza crise e admite sair se for provada irregularidade
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em depoimento de quase nove horas no Senado para explicar a troca de mensagens vazadas com o procurador Deltan Dallagnol, chefe da Lava Jato, o ministro Sergio Moro (Justiça) admitiu nesta quarta-feira (19) a possibilidade de deixar o posto no governo Jair Bolsonaro (PSL) caso sejam apontadas irregularidades em sua conduta. "Eu não tenho nenhum apego pelo cargo em si. Apresente tudo. Vamos submeter isso, então, ao escrutínio público. E, se houver ali irregularidade da minha parte, eu saio. Mas não houve. Por quê? Porque eu sempre agi com base na lei e de maneira imparcial", disse. Na audiência, Moro afirmou aos senadores estar "tranquilo" e que, se for divulgada pelo site The Intercept Brasil a íntegra das mensagens, "sem adulteração e sem sensacionalismo", "essa correção vai ser observada". Ele chamou o site de "aliado" de hackers. O ministro prestou esclarecimentos à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. Ao final da audiência, só havia no plenário parlamentares alinhados à agenda de Moro -e senadores posaram para fotos ao lado do ministro. "Acho que o objetivo maior desta comissão foi alcançado, que é, senão encontrar a verdade, porque cada um tem a sua opinião sobre ela, tentar buscar a Justiça e a verdade. E o fizemos através de um diálogo franco, aberto, equilibrado, democrático, em que soubemos falar, mas principalmente soubemos ouvir", disse a presidente da comissão, Simone Tebet (MDB-MS). Para oposicionistas, Moro acabou submetido a uma sessão amena, com questionamentos sutis da maioria. A fala de Moro sobre eventual saída do cargo foi em resposta ao senador Jaques Wagner (PT-BA), que questionou a garantia de isenção em possíveis investigações sobre seu papel como juiz da Lava Jato -a Polícia Federal está subordinada ao Ministério da Justiça. Durante evento em Guaratinguetá (interior de SP), Bolsonaro comentou as declarações de seu ministro e disse que não viu "nada de anormal até agora" nas mensagens relevadas pelo Intercept. "Eu também não tenho apego ao meu cargo", disse Bolsonaro, que depois acrescentou: "Qualquer ministro é livre para fazer o que bem entender. O Sergio Moro é um patrimônio nacional, não é do presidente da República". No Senado, Moro afirmou que a crise envolvendo a divulgação das mensagens não é um problema de governo e que tem recebido apoio de Bolsonaro. "Estou no governo e acaba havendo esta transferência." Na sessão, Moro travou embates com senadores petistas e afirmou ainda ser alvo de um ataque hacker que mira as instituições e que tem como objetivo anular condenações por corrupção. Moro se ofereceu para ir à CCJ para esfriar a coleta de assinaturas para a criação de uma CPI para investigá-lo. Nas conversas publicadas pelo site, o ex-juiz sugere ao Ministério Público Federal trocar a ordem de fases da Lava Jato, cobra a realização de novas operações, dá conselhos e pistas, antecipa ao menos uma decisão judicial e propõe aos procuradores uma ação contra o que chamou de "showzinho" da defesa do ex-presidente Lula. Filho mais velho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou que o governo "nunca cogitou" tirar Moro do cargo. "Isso só passa na cabeça de quem não tem nada na cabeça", disse à Folha. No Senado, o ministro tentou reforçar o discurso de que a crise esperada com a divulgação das conversas não prosperou, já que, para ele, os diálogos não mostram nada mais que a atividade normal de um juiz. Ele citou diversas vezes artigo de Matthew Stephenson, professor de direito em Harvard, cujo título é "O Incrível Escândalo que Encolheu? Novas Reflexões sobre o Vazamento da Lava Jato". O texto, publicado no blog Global Anticorruption, Stephenson elenca motivos pelos quais mudou de opinião sobre a série de reportagens. Ao longo de seu depoimento, Moro repetiu diversas vezes não poder confirmar a veracidade das mensagens, mas relativizou algumas delas, como a que cita o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal. O ministro disse não ver problema na mensagem "in Fux we trust" (em Fux confiamos). "Posso ter mandado. Qual o problema de uma mensagem assim? Eu confio no Supremo, confio na instituição", afirmou. Mais tarde, disse: "É algo que posso ter dito, mas não posso afirmar com convicção que, eu tendo dito, foram com aquelas palavras". Moro também negou haver qualquer acordo com o presidente Bolsonaro para que ele seja indicado ministro do STF. "Essa história de vaga no Supremo é uma fantasia. Nunca me prometeu nada. Isso tem que ser discutido lá na frente. Não sei se vou querer, não sei se ele vai me oferecer", disse. No Senado, Moro disse que "as vivandeiras da nulidade" querem a anulação completa da Lava Jato, o que seria, segundo ele, "o sonho de consumo de muita gente que se envolveu na prática destes crimes". O ministro foi alvo de provocações, como quando o senador Otto Alencar (PSD-BA) disse que era exigir demais que Moro se lembrasse das conversas. "Não exijam muito da memória do ministro. Ele tem péssima memória." Em um tom duro, o senador Cid Gomes (PDT-CE) disse que Moro, enquanto juiz da Lava Jato, tinha postura "de querer aparecer, se colocar como salvador da pátria". Renan Calheiros (MDB-AL) lançou provocações a Moro e disse que não o prejulgaria. "Defendo sua presunção de inocência, o direito de defesa e acho, mais do que isso, que o senhor não está obrigado a responder sobre questões concretas destes vazamentos. Mas são coisas graves."

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em depoimento de quase nove horas no Senado para explicar a troca de mensagens vazadas com o procurador Deltan Dallagnol, chefe da Lava Jato, o ministro Sergio Moro (Justiça) admitiu nesta quarta-feira (19) a possibilidade de deixar o posto no governo Jair Bolsonaro (PSL) caso sejam apontadas irregularidades em sua conduta. "Eu não tenho nenhum apego pelo cargo em si. Apresente tudo. Vamos submeter isso, então, ao escrutínio público. E, se houver ali irregularidade da minha parte, eu saio. Mas não houve. Por quê? Porque eu sempre agi com base na lei e de maneira imparcial", disse. Na audiência, Moro afirmou aos senadores estar "tranquilo" e que, se for divulgada pelo site The Intercept Brasil a íntegra das mensagens, "sem adulteração e sem sensacionalismo", "essa correção vai ser observada". Ele chamou o site de "aliado" de hackers. O ministro prestou esclarecimentos à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. Ao final da audiência, só havia no plenário parlamentares alinhados à agenda de Moro -e senadores posaram para fotos ao lado do ministro. "Acho que o objetivo maior desta comissão foi alcançado, que é, senão encontrar a verdade, porque cada um tem a sua opinião sobre ela, tentar buscar a Justiça e a verdade. E o fizemos através de um diálogo franco, aberto, equilibrado, democrático, em que soubemos falar, mas principalmente soubemos ouvir", disse a presidente da comissão, Simone Tebet (MDB-MS). Para oposicionistas, Moro acabou submetido a uma sessão amena, com questionamentos sutis da maioria. A fala de Moro sobre eventual saída do cargo foi em resposta ao senador Jaques Wagner (PT-BA), que questionou a garantia de isenção em possíveis investigações sobre seu papel como juiz da Lava Jato -a Polícia Federal está subordinada ao Ministério da Justiça. Durante evento em Guaratinguetá (interior de SP), Bolsonaro comentou as declarações de seu ministro e disse que não viu "nada de anormal até agora" nas mensagens relevadas pelo Intercept. "Eu também não tenho apego ao meu cargo", disse Bolsonaro, que depois acrescentou: "Qualquer ministro é livre para fazer o que bem entender. O Sergio Moro é um patrimônio nacional, não é do presidente da República". No Senado, Moro afirmou que a crise envolvendo a divulgação das mensagens não é um problema de governo e que tem recebido apoio de Bolsonaro. "Estou no governo e acaba havendo esta transferência." Na sessão, Moro travou embates com senadores petistas e afirmou ainda ser alvo de um ataque hacker que mira as instituições e que tem como objetivo anular condenações por corrupção. Moro se ofereceu para ir à CCJ para esfriar a coleta de assinaturas para a criação de uma CPI para investigá-lo. Nas conversas publicadas pelo site, o ex-juiz sugere ao Ministério Público Federal trocar a ordem de fases da Lava Jato, cobra a realização de novas operações, dá conselhos e pistas, antecipa ao menos uma decisão judicial e propõe aos procuradores uma ação contra o que chamou de "showzinho" da defesa do ex-presidente Lula. Filho mais velho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou que o governo "nunca cogitou" tirar Moro do cargo. "Isso só passa na cabeça de quem não tem nada na cabeça", disse à Folha. No Senado, o ministro tentou reforçar o discurso de que a crise esperada com a divulgação das conversas não prosperou, já que, para ele, os diálogos não mostram nada mais que a atividade normal de um juiz. Ele citou diversas vezes artigo de Matthew Stephenson, professor de direito em Harvard, cujo título é "O Incrível Escândalo que Encolheu? Novas Reflexões sobre o Vazamento da Lava Jato". O texto, publicado no blog Global Anticorruption, Stephenson elenca motivos pelos quais mudou de opinião sobre a série de reportagens. Ao longo de seu depoimento, Moro repetiu diversas vezes não poder confirmar a veracidade das mensagens, mas relativizou algumas delas, como a que cita o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal. O ministro disse não ver problema na mensagem "in Fux we trust" (em Fux confiamos). "Posso ter mandado. Qual o problema de uma mensagem assim? Eu confio no Supremo, confio na instituição", afirmou. Mais tarde, disse: "É algo que posso ter dito, mas não posso afirmar com convicção que, eu tendo dito, foram com aquelas palavras". Moro também negou haver qualquer acordo com o presidente Bolsonaro para que ele seja indicado ministro do STF. "Essa história de vaga no Supremo é uma fantasia. Nunca me prometeu nada. Isso tem que ser discutido lá na frente. Não sei se vou querer, não sei se ele vai me oferecer", disse. No Senado, Moro disse que "as vivandeiras da nulidade" querem a anulação completa da Lava Jato, o que seria, segundo ele, "o sonho de consumo de muita gente que se envolveu na prática destes crimes". O ministro foi alvo de provocações, como quando o senador Otto Alencar (PSD-BA) disse que era exigir demais que Moro se lembrasse das conversas. "Não exijam muito da memória do ministro. Ele tem péssima memória." Em um tom duro, o senador Cid Gomes (PDT-CE) disse que Moro, enquanto juiz da Lava Jato, tinha postura "de querer aparecer, se colocar como salvador da pátria". Renan Calheiros (MDB-AL) lançou provocações a Moro e disse que não o prejulgaria. "Defendo sua presunção de inocência, o direito de defesa e acho, mais do que isso, que o senhor não está obrigado a responder sobre questões concretas destes vazamentos. Mas são coisas graves."


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  • 44/56   Pela 1ª vez, Marcha para Jesus terá presença de um presidente
    WORLD TOPIC NEWS

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Demorou, mas chegou. "Pela primeira vez vamos ter este reconhecimento, o presidente da República vir à marcha depois de 27 anos", disse à reportagem o apóstolo Estevam Hernandes. Jair Bolsonaro (PSL) será o primeiro ocupante do Planalto a passar neste que é o maior evento evangélico do Brasil, a Marcha para Jesus, idealizado em 1993 pela igreja de Hernandes, a Renascer em Cristo. Bolsonaro tinha que pregar "mais amor e tolerância" se quisesse o eleitorado evangélico, disse o apóstolo à reportagem na Marcha de 2018, quando o então pré-candidato decolava nas pesquisas. Dali para frente a candidatura engatou de vez no segmento e, em questão de meses, os maiores líderes evangélicos do Brasil, como o bispo Edir Macedo (ex-apoiador dos petistas Lula e Dilma) e o próprio Hernandes e sua esposa, a bispa Sônia, eram bolsonaristas. Segundo Hernandes, o presidente cumpre uma promessa que lhe fez na campanha: se eleito, faria o que nenhum de seus antecessores fez, marchar para Jesus nesta quinta (20) de Corpus Christi, em São Paulo, ao lado de uma fatia da população que até hoje permanece como uma de suas bases mais fiéis. Os tucanos João Doria e Bruno Covas, governador e prefeito de São Paulo, também são esperados. O candidato foi um, o presidente é outro, afirma o apóstolo, ao explicar o que o fez mudar de ideia e virar um aliado evangélico recebido em março no gabinete presidencial. Antes, "nós víamos, assim, ele tinha um discurso extremamente radical", diz. "Hoje observamos o quê? Há equilíbrio muito maior naquilo que estamos observando." O contato cara a cara com Bolsonaro o ajudou a desfazer más impressões, afirma. "Coisas que eu havia imaginado e não eram 100% verdade. O discurso não é exatamente a prática dele." O líder da Renascer só não vê tanto equilíbrio assim naquele tido como o guru da família Bolsonaro, o escritor Olavo de Carvalho, figura que divide opiniões no meio evangélico. Hernandes não se alinha a pastores como o deputado Marco Feliciano (Pode-SP), para quem o escritor é "um gênio". "Olavo é um intelectual", e disso Hernandes diz não ter dúvida. "Obviamente, é inegável quais são as suas qualidades." Mas não seria um "consultor ideal" para o presidente, continua. "É uma pessoa que tem exageros que são extremamente prejudiciais e nada têm a ver com a realidade do momento. Não pode ser seguido cegamente. Ele confronta muitas coisas nas quais nós acreditamos." A Marcha para Jesus pode até "não estimular nenhum discurso político", nas palavras do apóstolo, mas ele mesmo reconhece que é impossível controlar os ânimos partidários de quem passa por lá. Em 2018, com o clima eleitoral a pleno vapor, Doria, o ex-prefeito que visava o Palácio dos Bandeirantes, se ajoelhou e orou no Bordoada, um dos trios elétricos que percorreram 3,5 km do centro à zona norte de São Paulo, trajeto que se repetirá neste ano. "Queeeeem ama sua família? Queeeem ama Jesus? Queeeem ama Deus? E o estado de São Paulo?", discursou a milhares. A edição passada caiu no meio da greve dos caminhoneiros, que mais parecia coisa "de capetas tomando Jack Daniel's", disse o apóstolo no trio. "O povo de Deus não é movido a gasolina, é movido ao Espírito Santo." A deste ano terá como lema "O Resgatador", que é "aquilo que entendemos a respeito de Jesus, que resgata a integridade", explica Hernandes. Depois da marcha em si, o evento continua na praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, com shows gospel. Uma das atrações: o ex-senador Magno Malta (PR-ES), que tem com a família uma banda de pagode cristão, Tempero do Mundo. Em 2018 ele foi à Marcha com Bolsonaro, então à procura de um vice. Só cabia a Malta dizer se topava, porque "cartinha de amor" ele já havia enviado, disse o candidato um ano atrás. Não aceitou e acabou alijado do governo.

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Demorou, mas chegou. "Pela primeira vez vamos ter este reconhecimento, o presidente da República vir à marcha depois de 27 anos", disse à reportagem o apóstolo Estevam Hernandes. Jair Bolsonaro (PSL) será o primeiro ocupante do Planalto a passar neste que é o maior evento evangélico do Brasil, a Marcha para Jesus, idealizado em 1993 pela igreja de Hernandes, a Renascer em Cristo. Bolsonaro tinha que pregar "mais amor e tolerância" se quisesse o eleitorado evangélico, disse o apóstolo à reportagem na Marcha de 2018, quando o então pré-candidato decolava nas pesquisas. Dali para frente a candidatura engatou de vez no segmento e, em questão de meses, os maiores líderes evangélicos do Brasil, como o bispo Edir Macedo (ex-apoiador dos petistas Lula e Dilma) e o próprio Hernandes e sua esposa, a bispa Sônia, eram bolsonaristas. Segundo Hernandes, o presidente cumpre uma promessa que lhe fez na campanha: se eleito, faria o que nenhum de seus antecessores fez, marchar para Jesus nesta quinta (20) de Corpus Christi, em São Paulo, ao lado de uma fatia da população que até hoje permanece como uma de suas bases mais fiéis. Os tucanos João Doria e Bruno Covas, governador e prefeito de São Paulo, também são esperados. O candidato foi um, o presidente é outro, afirma o apóstolo, ao explicar o que o fez mudar de ideia e virar um aliado evangélico recebido em março no gabinete presidencial. Antes, "nós víamos, assim, ele tinha um discurso extremamente radical", diz. "Hoje observamos o quê? Há equilíbrio muito maior naquilo que estamos observando." O contato cara a cara com Bolsonaro o ajudou a desfazer más impressões, afirma. "Coisas que eu havia imaginado e não eram 100% verdade. O discurso não é exatamente a prática dele." O líder da Renascer só não vê tanto equilíbrio assim naquele tido como o guru da família Bolsonaro, o escritor Olavo de Carvalho, figura que divide opiniões no meio evangélico. Hernandes não se alinha a pastores como o deputado Marco Feliciano (Pode-SP), para quem o escritor é "um gênio". "Olavo é um intelectual", e disso Hernandes diz não ter dúvida. "Obviamente, é inegável quais são as suas qualidades." Mas não seria um "consultor ideal" para o presidente, continua. "É uma pessoa que tem exageros que são extremamente prejudiciais e nada têm a ver com a realidade do momento. Não pode ser seguido cegamente. Ele confronta muitas coisas nas quais nós acreditamos." A Marcha para Jesus pode até "não estimular nenhum discurso político", nas palavras do apóstolo, mas ele mesmo reconhece que é impossível controlar os ânimos partidários de quem passa por lá. Em 2018, com o clima eleitoral a pleno vapor, Doria, o ex-prefeito que visava o Palácio dos Bandeirantes, se ajoelhou e orou no Bordoada, um dos trios elétricos que percorreram 3,5 km do centro à zona norte de São Paulo, trajeto que se repetirá neste ano. "Queeeeem ama sua família? Queeeem ama Jesus? Queeeem ama Deus? E o estado de São Paulo?", discursou a milhares. A edição passada caiu no meio da greve dos caminhoneiros, que mais parecia coisa "de capetas tomando Jack Daniel's", disse o apóstolo no trio. "O povo de Deus não é movido a gasolina, é movido ao Espírito Santo." A deste ano terá como lema "O Resgatador", que é "aquilo que entendemos a respeito de Jesus, que resgata a integridade", explica Hernandes. Depois da marcha em si, o evento continua na praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, com shows gospel. Uma das atrações: o ex-senador Magno Malta (PR-ES), que tem com a família uma banda de pagode cristão, Tempero do Mundo. Em 2018 ele foi à Marcha com Bolsonaro, então à procura de um vice. Só cabia a Malta dizer se topava, porque "cartinha de amor" ele já havia enviado, disse o candidato um ano atrás. Não aceitou e acabou alijado do governo.


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  • 45/56   Bolsonaro dribla Congresso e tira demarcação indígena da Funai
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) editou nesta quarta-feira (19) uma nova medida provisória que reverte decisão de maio do Congresso e devolve a tarefa de demarcação de terras indígenas no país ao Ministério da Agricultura. Publicada no Diário Oficial, a nova MP, de número 886, assinada por Bolsonaro e pelos ministros Paulo Guedes (Economia) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), estabelece que constituem áreas de competência da Agricultura a reforma agrária, a regularização fundiária de áreas rurais, a Amazônia Legal, as terras indígenas e as terras quilombolas. A seguir, o texto diz que tais competências incluem "a identificação, o reconhecimento, a delimitação, a demarcação e a titulação das terras ocupadas pelos remanescentes das comunidades dos quilombos e das terras tradicionalmente ocupadas por indígenas". Com a medida, que terá de ser avaliada por Câmara e Senado, Bolsonaro driblou uma decisão do Congresso de maio. Na primeira medida provisória que editou no seu governo e que reestruturou a administração pública federal, em janeiro, Bolsonaro havia retirado a demarcação de terras indígenas da alçada da Funai (Fundação Nacional do Índio) e enviado para a pasta da Agricultura. Foi a primeira vez desde a criação do antigo SPI (Serviço de Proteção ao Índio) em 1910, antecessor da Funai, que o serviço de demarcação foi retirado do órgão. Em votação, porém, os parlamentares decidiram manter a Funai, com as atribuições originais, na pasta da Justiça, sob o comando de Sergio Moro. Na época o resultado foi comemorado como uma vitória por indígenas e pela Frente Parlamentar Indígena, coordenado pela deputada Joênia Wapichana (Rede-AP). A bancada ruralista no Parlamento emitiu carta pública para dizer que reverteria a decisão no plenário, mas foi derrotada pelos parlamentares. Em agenda em Guaratinguetá, no interior de São Paulo, nesta quarta, Bolsonaro criticou a decisão do Congresso de modificar medida provisória de janeiro e manter na Justiça a atribuição de demarcar terras indígenas no país. "O Legislativo não pode fazer o que fez", disse o presidente após evento da Aeronáutica. "A iniciativa de mudar [MP] é privativa nossa." "A questão de reserva indígena quem decide, na ponta da linha, sou eu. Sou eu quem assina o decreto demarcatório e eu não vou assinar nenhuma nova reserva indígena no Brasil." Até o final de 2018, 112 terras indígenas aguardavam estudos na Funai com o objetivo de demarcação e outras 42 já haviam sido identificadas e delimitadas, aguardando só aval do governo para demarcação. Indígenas reivindicam outras cerca de 500 terras como de ocupação tradicional. A nova MP repercutiu mal entre indígenas e indigenistas. "Persiste o conflito de interesses em subordinar direitos territoriais indígenas a ruralistas, mas, com a reedição da MP, a questão assume proporções de conflito entre os Poderes da República, pois o Executivo ignora decisão do Legislativo que devolveu a Funai ao Ministério da Justiça", disse Márcio Santilli, sócio-fundador do ISA (Instituto Socioambiental) e ex-presidente da Funai. A deputada Joênia disse que a Rede prepara ação direta de inconstitucionalidade para tentar anular a MP. "A palavra do dia é afronta. Ele está afrontando e desrespeitando a separação dos Poderes, que está na Constituição. Já há decisões no Supremo dizendo que o Executivo não pode reeditar duas vezes a mesma matéria em MP. A gente vai questionar a constitucionalidade." Pela lei, Bolsonaro não pode editar duas MPs sobre o mesmo assunto na mesma legislatura do Congresso. Mas o governo poderá argumentar que a primeira MP rejeitada no Congresso foi editada em janeiro, quando a legislatura era outra. A posse dos parlamentares ocorreu em fevereiro. Oposicionistas pediram ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que devolva a medida ao governo. Caso ele decida fazê-lo, o texto perderá validade. A devolução de medidas provisórias cabe ao presidente do Congresso, posto que é ocupado pelo presidente do Senado. O QUE MUDA COM A MP Reforma agrária e demarcação de terras indígenas"‚Sob o guarda-chuva do Ministério da Justiça (de Sergio Moro), voltam à Agricultura (chefiada por Tereza Cristina). Mudança foi derrubada pelo Congresso em maio ARTICULAÇÃO POLÍTICA Antes responsabilidade da Casa Civil, sob Onyx Lorenzoni, passa para a Secretaria de Governo. A pasta será chefiada pelo general Ramos IMPRENSA INTERNACIONAL, SAJ e PPI Imprensa Nacional e Subchefia de Assuntos Jurídicos deixam a Casa Civil e passam para a Secretaria-Geral, sob o general Floriano Peixoto. Já o PPI (Programa de Parcerias e Investimentos) sai da Secretaria de Governo e vai para a Casa Civil Vou estudar a lista, diz presidente sobre PGR Questionado se indicará à Procuradoria-Geral da República um dos eleitos na lista tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República, Jair Bolsonaro disse que vai "estudar a lista". "Vou seguir a Constituição." Não há na lei determinação para que ele indique nome da lista. Os mais votados da categoria foram Mario Bonsaglia, Luiza Frischeisen e Blal Dalloul.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) editou nesta quarta-feira (19) uma nova medida provisória que reverte decisão de maio do Congresso e devolve a tarefa de demarcação de terras indígenas no país ao Ministério da Agricultura. Publicada no Diário Oficial, a nova MP, de número 886, assinada por Bolsonaro e pelos ministros Paulo Guedes (Economia) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), estabelece que constituem áreas de competência da Agricultura a reforma agrária, a regularização fundiária de áreas rurais, a Amazônia Legal, as terras indígenas e as terras quilombolas. A seguir, o texto diz que tais competências incluem "a identificação, o reconhecimento, a delimitação, a demarcação e a titulação das terras ocupadas pelos remanescentes das comunidades dos quilombos e das terras tradicionalmente ocupadas por indígenas". Com a medida, que terá de ser avaliada por Câmara e Senado, Bolsonaro driblou uma decisão do Congresso de maio. Na primeira medida provisória que editou no seu governo e que reestruturou a administração pública federal, em janeiro, Bolsonaro havia retirado a demarcação de terras indígenas da alçada da Funai (Fundação Nacional do Índio) e enviado para a pasta da Agricultura. Foi a primeira vez desde a criação do antigo SPI (Serviço de Proteção ao Índio) em 1910, antecessor da Funai, que o serviço de demarcação foi retirado do órgão. Em votação, porém, os parlamentares decidiram manter a Funai, com as atribuições originais, na pasta da Justiça, sob o comando de Sergio Moro. Na época o resultado foi comemorado como uma vitória por indígenas e pela Frente Parlamentar Indígena, coordenado pela deputada Joênia Wapichana (Rede-AP). A bancada ruralista no Parlamento emitiu carta pública para dizer que reverteria a decisão no plenário, mas foi derrotada pelos parlamentares. Em agenda em Guaratinguetá, no interior de São Paulo, nesta quarta, Bolsonaro criticou a decisão do Congresso de modificar medida provisória de janeiro e manter na Justiça a atribuição de demarcar terras indígenas no país. "O Legislativo não pode fazer o que fez", disse o presidente após evento da Aeronáutica. "A iniciativa de mudar [MP] é privativa nossa." "A questão de reserva indígena quem decide, na ponta da linha, sou eu. Sou eu quem assina o decreto demarcatório e eu não vou assinar nenhuma nova reserva indígena no Brasil." Até o final de 2018, 112 terras indígenas aguardavam estudos na Funai com o objetivo de demarcação e outras 42 já haviam sido identificadas e delimitadas, aguardando só aval do governo para demarcação. Indígenas reivindicam outras cerca de 500 terras como de ocupação tradicional. A nova MP repercutiu mal entre indígenas e indigenistas. "Persiste o conflito de interesses em subordinar direitos territoriais indígenas a ruralistas, mas, com a reedição da MP, a questão assume proporções de conflito entre os Poderes da República, pois o Executivo ignora decisão do Legislativo que devolveu a Funai ao Ministério da Justiça", disse Márcio Santilli, sócio-fundador do ISA (Instituto Socioambiental) e ex-presidente da Funai. A deputada Joênia disse que a Rede prepara ação direta de inconstitucionalidade para tentar anular a MP. "A palavra do dia é afronta. Ele está afrontando e desrespeitando a separação dos Poderes, que está na Constituição. Já há decisões no Supremo dizendo que o Executivo não pode reeditar duas vezes a mesma matéria em MP. A gente vai questionar a constitucionalidade." Pela lei, Bolsonaro não pode editar duas MPs sobre o mesmo assunto na mesma legislatura do Congresso. Mas o governo poderá argumentar que a primeira MP rejeitada no Congresso foi editada em janeiro, quando a legislatura era outra. A posse dos parlamentares ocorreu em fevereiro. Oposicionistas pediram ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que devolva a medida ao governo. Caso ele decida fazê-lo, o texto perderá validade. A devolução de medidas provisórias cabe ao presidente do Congresso, posto que é ocupado pelo presidente do Senado. O QUE MUDA COM A MP Reforma agrária e demarcação de terras indígenas"‚Sob o guarda-chuva do Ministério da Justiça (de Sergio Moro), voltam à Agricultura (chefiada por Tereza Cristina). Mudança foi derrubada pelo Congresso em maio ARTICULAÇÃO POLÍTICA Antes responsabilidade da Casa Civil, sob Onyx Lorenzoni, passa para a Secretaria de Governo. A pasta será chefiada pelo general Ramos IMPRENSA INTERNACIONAL, SAJ e PPI Imprensa Nacional e Subchefia de Assuntos Jurídicos deixam a Casa Civil e passam para a Secretaria-Geral, sob o general Floriano Peixoto. Já o PPI (Programa de Parcerias e Investimentos) sai da Secretaria de Governo e vai para a Casa Civil Vou estudar a lista, diz presidente sobre PGR Questionado se indicará à Procuradoria-Geral da República um dos eleitos na lista tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República, Jair Bolsonaro disse que vai "estudar a lista". "Vou seguir a Constituição." Não há na lei determinação para que ele indique nome da lista. Os mais votados da categoria foram Mario Bonsaglia, Luiza Frischeisen e Blal Dalloul.


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  • 46/56   Guru das 'escravas sexuais' é declarado culpado nos EUA
    WORLD TOPIC NEWS

    O guru americano Keith Raniere foi declarado culpado nesta quarta-feira de todas as acusações envolvendo sua liderança em um grupo onde havia escravas sexuais.

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  • 47/56   Poupança continua mais vantajosa que fundos de renda fixa com Selic a 6,5%
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Estabilidade da taxa básica de juros mantém a poupança como um investimento mais atrativo que a maioria dos fundos de investimento de renda fixa

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  • 48/56   'Tiny Houses', as casas minúsculas que ganham terreno nos EUA
    BUSINESS TOPIC NEWS

    É uma pequena revolução no país do gigantismo: cada vez há mais americanos que escolhem viver em "tiny houses", casinhas de menos de 40 m2, por seu preço módico, seu minimalismo e seu menor impacto no meio ambiente.

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  • 49/56   Após tensão com a Câmara, Guedes 'perde' a Previdência para Maia
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Se antes Paulo Guedes era considerado um superministro, seus constantes embates com a classe política tiraram dele até sua principal luta: a Previdência

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  • 50/56   Procon notifica Gol após promoção de passagens por R$ 3,90
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Fundação quer entender por que site da Gol ficou fora do ar durante o período em que empresa ofereceu passagens a R$ 3,90

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  • 51/56   Exército dos EUA faz acusações específicas ao Irã por cargueiros no Golfo
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O exército americano fez nessa quarta-feira (19) nos Emirados Árabes Unidos acusações mais específicas contra o Irã pelo ataque ao navio-tanque japonês "Kokuka Courageous", assegurando que encontrou indícios materiais e impressões digitais que demostrariam o envolvimento de Teerã.

    O exército americano fez nessa quarta-feira (19) nos Emirados Árabes Unidos acusações mais específicas contra o Irã pelo ataque ao navio-tanque japonês "Kokuka Courageous", assegurando que encontrou indícios materiais e impressões digitais que demostrariam o envolvimento de Teerã.


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  • 52/56   Teólogos indonésios emitem 'fatwa' contra jogo eletrônico
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Um grupo de teólogos indonésios emitiu nesta quarta-feira uma 'fatwa' contra o popular jogo eletrônico PlayerUnknown's Battlegrounds (PUBG), ao denunciarem que sua violência ofende o Islã e poderia criar um vício perigoso.

    Um grupo de teólogos indonésios emitiu nesta quarta-feira uma 'fatwa' contra o popular jogo eletrônico PlayerUnknown's Battlegrounds (PUBG), ao denunciarem que sua violência ofende o Islã e poderia criar um vício perigoso.


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  • 53/56   Empresa de energia elétrica da Califórnia pagará US$ 1 bilhão por incêndios florestais
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    A empresa de gás e energia elétrica da Califórnia PG&E aceitou pagar 1 bilhão de dólares a governos locais pelos danos em suas jurisdições provocados pelos incêndios florestais iniciados por equipamentos da companhia.

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  • 54/56   Total médio de anos de estudo cresce no Brasil, diz pesquisa do IBGE
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    O número médio de anos de estudo no Brasil aumentou entre 2016 e 2018. O indicador passou de 8,9 anos para 9,3 anos em 2018. Desde 2016, essa média vem crescendo, anualmente, 0,2 ano.

    O número médio de anos de estudo no Brasil aumentou entre 2016 e 2018. O indicador passou de 8,9 anos para 9,3 anos em 2018. Desde 2016, essa média vem crescendo, anualmente, 0,2 ano.


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  • 55/56   Rússia e China barram esforços dos EUA contra entrega de combustível à Coreia do Norte
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    Rússia e China bloquearam na terça-feira a iniciativa dos Estados Unidos que visava deter as entregas de combustível à Coreia do Norte, que Washington acusa de violar os limites impostos pela ONU, informaram fontes diplomáticas.

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  • 56/56   Piloto de avião desaparecido teria voado 6 horas com tripulação morta, diz revista
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    Segundo laudo elaborado a pedido da revista The Atlantic, piloto do MH370 voo por seis horas com tribulação morta

    Segundo laudo elaborado a pedido da revista The Atlantic, piloto do MH370 voo por seis horas com tribulação morta


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