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Noticias Slideshows (25/06/2019 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


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  • 2/56   Perdeu os contatos do celular? Saiba como recupeá-los no Android e no iOS

    Uma das coisas mais importantes armazenadas no seu celular é sua lista de contatos. Trabalho, família, amigos, enfim... Perder essas informações pode ser uma catástrofe! Mas não é preciso se desesperar, pois é possível recuperá-los tanto no Android quanto no iPhone

    Uma das coisas mais importantes armazenadas no seu celular é sua lista de contatos. Trabalho, família, amigos, enfim... Perder essas informações pode ser uma catástrofe! Mas não é preciso se desesperar, pois é possível recuperá-los tanto no Android quanto no iPhone


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  • 3/56   Google diz que pode punir funcionários que protestarem contra empresa na Parada

    Em memorando interno, a Google advertiu funcionários que pensavam em protestar contra recentes decisões da empresa durante o desfile da Google na Parada LGBT de São Francisco, nos EUA. De acordo com a Google, as manifestações são contra o seu código de conduta

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  • 4/56   Apple é processada nos EUA por incêndio supostamente causado por bateria de iPad

    Na semana passada, uma companhia de seguros iniciou um processo contra a Apple pela explosão de um iPad, que matou o morador de um prédio em Nova Jersey, nos Estados Unidos. A empresa pede uma indenização por todos os valores pagos ao complexo onde ocorreu o incêndio

    Na semana passada, uma companhia de seguros iniciou um processo contra a Apple pela explosão de um iPad, que matou o morador de um prédio em Nova Jersey, nos Estados Unidos. A empresa pede uma indenização por todos os valores pagos ao complexo onde ocorreu o incêndio


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  • 5/56   Apple é ultrapassada e perde domínio do mercado mobile premium na China

    De acordo com relatório da empresa de pesquisas Counterpoint Research, pela primeira vez em anos a Apple perdeu a liderança do segmento de smartphones premium na China, sendo ultrapassada pela Huawei nos primeiros meses deste ano

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  • 6/56   Apple libera os primeiros betas públicos do iOS 13, iPadOS e macOS Catalina

    A Apple liberou, nesta segunda (24), as primeiras versões do beta público do iOS 13, iPadOS e macOS Catalina, permitindo que os usuários em geral possam usufruir das novidades das próximas gerações dos sistemas operacionais sem precisar ter uma conta de desenvolvedor

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  • 7/56   Huawei Mate X será lançado em setembro e virá de fábrica com sistema Android

    Informações foram confirmadas nesta segunda-feira (24) por Vincent Pang, presidente operacional da Huawei na Europa Ocidental, que confirmou ainda que a demora foi uma escolha da empresa para que alguns mercados inaugurassem suas redes 5G antes do lançamento

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  • 8/56   Desenvolvedores instalam Android no Nintendo Switch; veja como ficou

    Desenvolvedores conseguiram fazer a portabilidade do sistema operacional da Google para o Nintendo Switch. A adaptação transformou o console híbrido em um tablet, fazendo com que ele seja capaz de rodar muitos dos aplicativos da Play Store

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  • 9/56   Sai a quinta versão do iOS 12.4 beta para lançamento do Apple Card

    Enquanto se prepara para a chegada do seu cartão de crédito Apple Card, a empresa acaba de liberar a 5ª versão do iOS 12.4, sendo a primeira que terá suporte para a novidade. Os testes estavam sendo feitos internamente, sendo agora liberados para funcionários externos

    Enquanto se prepara para a chegada do seu cartão de crédito Apple Card, a empresa acaba de liberar a 5ª versão do iOS 12.4, sendo a primeira que terá suporte para a novidade. Os testes estavam sendo feitos internamente, sendo agora liberados para funcionários externos


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  • 10/56   Apple responde acusação do Spotify sobre suposta prática anticompetitiva

    Em março deste ano, o Spotify acusou a Apple de práticas anticompetitivas, alegando que era cobrada uma taxa de 30% na assinatura feita dentro do aplicativo. Em resposta, Maçã disse que somente 0,5% dos seus membros pagos pagam uma taxa e que ela é de 15%

    Em março deste ano, o Spotify acusou a Apple de práticas anticompetitivas, alegando que era cobrada uma taxa de 30% na assinatura feita dentro do aplicativo. Em resposta, Maçã disse que somente 0,5% dos seus membros pagos pagam uma taxa e que ela é de 15%


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  • 11/56   Microsoft proíbe funcionários de usarem o Slack

    De acordo com documentos internos, sistema não possui os protocolos necessários para proteger as informações confidenciais e segredos industriais trafegados, por isso, o ideal é que colaboradores deem preferência para as plataformas próprias

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  • 12/56   É oficial: Harry Potter: Wizards Unite chega ao Brasil para Android e iOS

    Game é uma produção da Niantic, mesma empresa de Pokémon GO, e traz toda a tecnologia de realidade aumentada e de geolocalização para o novo universo. Título estava disponível somente para Estados Unidos, Reino Unido, Nova Zelândia e Austrália

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  • 13/56   Bill Gates acredita que seu maior erro foi ter deixado Google comprar Android

    Em evento de investidores, Bill Gates, como cofundador da Microsoft, falou sobre passado da empresa e considerou a batalha de sistemas operacionais para o mobile como seu maior erro de todos os tempos

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  • 14/56   Surface com tela dupla pode contar com suporte para apps Android

    Nova reportagem da Forbes traz informações de uma empresa próxima ao projeto de que o aparelho, com codinome Centaurus, teria duas telas de 9 polegadas. Um novo sistema operacional também está em desenvolvimento e pode ser compatível com Android

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  • 15/56   Apple vai liderar setor de smartwatch com apps de saúde e fitness, diz IDC

    Segundo previsão fiscal feita pela empresa de pesquisa de mercado, a Apple deve tomar posse de mais de um terço do mercado de dispositivos vestíveis, dominando o setor nos próximos quatro anos graças à crescente demanda por softwares de monitoramento da saúde humana

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  • 16/56   Segundo beta do tvOS 13 traz reprodução de vídeos em picture-in-picture

    Recurso pegou usuários de surpresa, já que a Apple não havia mencionado a novidade anteriormente; desenvolvedores estão testando versões beta dos sistemas operacionais da Maçã desde o WWDC 2019, no início de junho

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  • 17/56   Youtuber prova que grade do Mac Pro não serve para ralar queijo

    Um novo vídeo lançado por Winston Moy prova aquilo que todos já imaginávamos: a Apple não conseguiu superar as barreiras da informática e criar o primeiro computador que também funciona como acessório para cozinha

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  • 18/56   O que acontece do outro lado da linha se você bloqueia um número no iPhone?

    Você bloqueou o número de uma pessoa inconveniente no seu iPhone, mas será que ela recebe uma sinalização de que a mensagem dela foi bloqueada ou que a ligação do FaceTime não pôde ser completada? Pode respirar aliviado: em ambas as situações, a resposta é não

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  • 19/56   Microsoft desiste de lançar duas versões do Project Scarlett na próxima geração

    Informação de pessoa próxima ao desenvolvimento do novo console da Microsoft aponta que empresa estaria pensando em versão mais básica do Scarlett, chamada Projeto Lockhart. Por confusão e nuvem, empresa teria abandonado a ideia

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  • 20/56   Primeiras imagens mostram que Apple Card será um produto altamente minimalista

    Apple Card, como será chamado o item, está em fase de testes nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil

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  • 21/56   Primeiras imagens mostram que Apple Card será um produto altamente minimalista

    Primeiras fotos do cartão, tiradas por funcionários de empresas que participam da fase de testes beta, mostram que o Apple Card terá um design bastante minimalista e confirmam que ele trará poucas informações impressas nele

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  • 22/56   Os melhores aplicativos para seu iPhone em 2019

    A App Store conta com um vasto diretório de aplicativos, sendo essa uma grande vantagem para quem utiliza o iPhone. Alguns, dependendo da época, chamam mais atenção e são mais utilizados, seja por características inovadoras ou porque cumprem o que prometem

    A App Store conta com um vasto diretório de aplicativos, sendo essa uma grande vantagem para quem utiliza o iPhone. Alguns, dependendo da época, chamam mais atenção e são mais utilizados, seja por características inovadoras ou porque cumprem o que prometem


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  • 23/56   Descubra se o seu MacBook Pro precisará passar pelo recall de baterias da Apple

    A Apple anunciou nesta quinta-feira (20) um recall mundial para MacBooks Pro vendidos entre 2015 e 2017´por risco de incêndio. Para descobrir se o próprio MacBook precisará de uma troca de bateria, usuários precisam do número de série do aparelho

    A Apple anunciou nesta quinta-feira (20) um recall mundial para MacBooks Pro vendidos entre 2015 e 2017´por risco de incêndio. Para descobrir se o próprio MacBook precisará de uma troca de bateria, usuários precisam do número de série do aparelho


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  • 24/56   Bug da câmera Google Nest permite que ex-donos observem a casa de outras pessoas

    Um bug permitia que antigos donos das câmeras Google Nest visualizassem imagens gravadas por novos usuários. Problema, alertado por um ex-dono de uma câmera, já foi corrigido

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  • 25/56   Bug da câmera Google Nest permite que ex-donos observem a casa de outras pessoas

    A Google anunciou na quinta-feira (20) que resolveu um bug de segurança que permitia que ex-donos da câmera Nest visualizassem imagens gravadas atualmente por outros usuários. Um detalhe: a câmera deve ser instalada dentro da casa das pessoas

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  • 26/56   Nicki Minaj diz que vai se casar e chama Miley Cyrus de 'cara de pau' em programa de rádio

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A cantora Nicki Minaj, 36,  retomou o seu programa semanal "Queen Radio", na Beats 1 da Apple Music, após três meses longe dos microfones. Ela aproveitou para fazer revelações sobre casamento e soltar o verbo contra outras cantoras.  Minaj lançou o single "Megatron" e aproveitou para contar que vai se casar com o namorado Kenneth Petty.  "Acho que já tenho o que eu estava buscando, apenas felicidade. Foi difícil alcançar um lugar feliz. Agora que estou aqui, não quero arriscar isso por nada ou ninguém", disse a rapper. Como sempre o relacionamento de Minaj é feito de polêmicas. Se o ex-namorado dela Safaree Samuels já disse ter sido esfaqueado pela cantora, Petty, seu atual relacionamento já foi acusado de estupro e preso em 1994, após violentar uma ex-namorada menor com uma faca. Em 2006, Kenneth voltou para a prisão após matar um homem durante uma briga. Ele só foi solto em 2013. Durante o programa, Minaj disse: "Essas galinhas nunca podem falar m... sobre rainhas. Ela me desrespeitou em um artigo de uma revista sem nenhuma razão. Agora você sai com perucas cor de rosa e todas as vadias querem ser Nicki ", disse a cantora sem citar o nome de Miley Cyrus, mas fazendo referência ao episódio de "Black Mirror" estrelado pela cantora em que a sua personagem usa uma peruca rosa. No mês passado, Miley falou sobre o trecho da canção "Cattitude" de seu novo álbum que tem um trecho dizendo: "Nick, eu te amo, mas eu ouço Cardi". Ao ser questionada Cyrus respondeu. "Eu acho que o que elas fazem é tão diferente uma da outra. Por isso as duas têm suas coroas. Elas não precisam compartilhar. Não há razão para brigas. As duas são rainhas". A briga entre as duas vem desde 2015, quando Cyrus criticou Minaj em uma entrevista à revista do New York Times, às vésperas do VMA. A ex-Disney, que também foi apresentadora dos prêmios neste ano, comentou as desavenças entre Nicki e Taylor Swift no Twitter. Nicki havia acusado o VMA de racismo por esnobar o clipe de "Anaconda" e recebeu alfinetadas de Miley na época, após discutir com Taylor Swift na rede social. "Você fez tudo girar em torno de você", criticou Miley. "Não quero soar como uma vadia, mas pareceu 'Ah, eu não ganhei meu VMA'. Se você quer falar de racismo, há outro jeito." Passados dois meses, Nicki deixou um recado para Miley Cyrus nesta edição da revista do "NYT", da qual é capa. "O fato de você se sentir chateada comigo falando sobre algo que afeta as mulheres negras me faz sentir que você é bem cara de pau", declarou a rapper. "Você está em clipes com caras negros e coloca mulheres negras em seu palco, mas você não quer saber como mulheres negras se sentem sobre algo que é tão importante? Qual é, você não pode querer a parte boa sem ter a má. Se você quer apreciar a nossa cultura e nosso estilo de vida, una-se a nós, dance conosco, divirta-se conosco".

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A cantora Nicki Minaj, 36,  retomou o seu programa semanal "Queen Radio", na Beats 1 da Apple Music, após três meses longe dos microfones. Ela aproveitou para fazer revelações sobre casamento e soltar o verbo contra outras cantoras.  Minaj lançou o single "Megatron" e aproveitou para contar que vai se casar com o namorado Kenneth Petty.  "Acho que já tenho o que eu estava buscando, apenas felicidade. Foi difícil alcançar um lugar feliz. Agora que estou aqui, não quero arriscar isso por nada ou ninguém", disse a rapper. Como sempre o relacionamento de Minaj é feito de polêmicas. Se o ex-namorado dela Safaree Samuels já disse ter sido esfaqueado pela cantora, Petty, seu atual relacionamento já foi acusado de estupro e preso em 1994, após violentar uma ex-namorada menor com uma faca. Em 2006, Kenneth voltou para a prisão após matar um homem durante uma briga. Ele só foi solto em 2013. Durante o programa, Minaj disse: "Essas galinhas nunca podem falar m... sobre rainhas. Ela me desrespeitou em um artigo de uma revista sem nenhuma razão. Agora você sai com perucas cor de rosa e todas as vadias querem ser Nicki ", disse a cantora sem citar o nome de Miley Cyrus, mas fazendo referência ao episódio de "Black Mirror" estrelado pela cantora em que a sua personagem usa uma peruca rosa. No mês passado, Miley falou sobre o trecho da canção "Cattitude" de seu novo álbum que tem um trecho dizendo: "Nick, eu te amo, mas eu ouço Cardi". Ao ser questionada Cyrus respondeu. "Eu acho que o que elas fazem é tão diferente uma da outra. Por isso as duas têm suas coroas. Elas não precisam compartilhar. Não há razão para brigas. As duas são rainhas". A briga entre as duas vem desde 2015, quando Cyrus criticou Minaj em uma entrevista à revista do New York Times, às vésperas do VMA. A ex-Disney, que também foi apresentadora dos prêmios neste ano, comentou as desavenças entre Nicki e Taylor Swift no Twitter. Nicki havia acusado o VMA de racismo por esnobar o clipe de "Anaconda" e recebeu alfinetadas de Miley na época, após discutir com Taylor Swift na rede social. "Você fez tudo girar em torno de você", criticou Miley. "Não quero soar como uma vadia, mas pareceu 'Ah, eu não ganhei meu VMA'. Se você quer falar de racismo, há outro jeito." Passados dois meses, Nicki deixou um recado para Miley Cyrus nesta edição da revista do "NYT", da qual é capa. "O fato de você se sentir chateada comigo falando sobre algo que afeta as mulheres negras me faz sentir que você é bem cara de pau", declarou a rapper. "Você está em clipes com caras negros e coloca mulheres negras em seu palco, mas você não quer saber como mulheres negras se sentem sobre algo que é tão importante? Qual é, você não pode querer a parte boa sem ter a má. Se você quer apreciar a nossa cultura e nosso estilo de vida, una-se a nós, dance conosco, divirta-se conosco".


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  • 27/56   O 'homem-árvore' pede para que suas mãos sejam amputadas
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O cidadão bengali conhecido como "o homem-árvore", por suas mãos e pés cheios de verrugas em forma de casca, anunciou nesta segunda-feira que quer que suas mãos sejam amputadas para aliviar sua dor insuportável.

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  • 28/56   O 'homem-árvore' pede para que suas mãos sejam amputadas
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O cidadão bengali conhecido como "o homem-árvore", por suas mãos e pés cheios de verrugas em forma de casca, anunciou nesta segunda-feira que quer que suas mãos sejam amputadas para aliviar sua dor insuportável.

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  • 29/56   Europa em alerta por onda de calor
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A Europa se prepara para altas temperaturas extremas que podem durar toda a semana que vem, de modo que há um alerta de "onda de calor" na Espanha, plano 'canícula' em Paris e advertência de "forte calor" na Bélgica, entre outros países.

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  • 30/56   Mitos e verdades relacionados ao uso do DIU
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Muitas mulheres se deparam com o DIU, Dispositivo Intrauterino, na busca por uma alternativa à pílula anticoncepcional

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  • 31/56   Mina de carvão alemã é ocupada por ativistas ambientalistas
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Centenas de ativistas contra o carvão entraram neste sábado em uma mina a céu aberto no oeste da Alemanha, que reduziu sua atividade desde sexta, no âmbito de um protesto de vários dias.

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  • 32/56   Elton John e Macron se mobilizam contra Aids em Paris
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente francês, Emmanuel Macron, defendeu nesta sexta-feira uma mobilização internacional na luta contra a Aids com o objetivo de "salvar 16 milhões de vidas", durante uma aparição do cantor Elton John na Festa da Música, no Palácio do Eliseu, em Paris.

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  • 33/56   Missouri nega licença a última clínica de abortos do estado
    SCIENCE TOPIC NEWS

    As autoridades do Missouri rejeitaram nesta sexta-feira a solicitação da última clínica do estado que pratica abortos para renovar sua licença de funcionamento, apesar de que o centro continuará funcionando enquanto espera uma decisão da justiça.

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  • 34/56   Pesquisa usa carteiras perdidas para testar a honestidade no mundo
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A honestidade tem sido muito pouco estudada por psicólogos e economistas na vida real, mas uma nova pesquisa utilizou carteiras perdidas em 40 países para testar o civismo de milhares de pessoas.

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  • 35/56   Índia celebra o Dia Internacional da Ioga
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, participou nesta sexta-feira das comemorações do Dia Internacional da Ioga, realizando a saudação do sol e outras posições em uma sessão reunindo 30.000 pessoas.

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  • 36/56   Cautela marca início de cúpula sobre altos cargos da UE
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Apesar dos muitos contatos prévios, os mandatários europeus retomaram nesta quinta-feira as discussões sobre quem liderará a União Europeia (UE) nos próximos cinco anos, com as diferentes famílias políticas firmes em suas posições.

    Apesar dos muitos contatos prévios, os mandatários europeus retomaram nesta quinta-feira as discussões sobre quem liderará a União Europeia (UE) nos próximos cinco anos, com as diferentes famílias políticas firmes em suas posições.


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  • 37/56   'Ela não faz meu tipo', diz Trump sobre acusação de estupro
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou nesta segunda-feira as acusações de uma escritora que afirma ter sido estuprada por ele nos anos 90, em um provador de roupa de uma loja de Nova York.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou nesta segunda-feira as acusações de uma escritora que afirma ter sido estuprada por ele nos anos 90, em um provador de roupa de uma loja de Nova York.


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  • 38/56   Ministro do STF suspende transferência de demarcação de terras indígenas para o Ministério de Agricultura
    WORLD TOPIC NEWS

    O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta segunda-feira uma polêmica medida do presidente Jair Bolsonaro que transferia a demarcação de terras indígenas da Fundação Nacional do Índio (Funai) para o Ministério da Agricultura, informou la corte.

    O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta segunda-feira uma polêmica medida do presidente Jair Bolsonaro que transferia a demarcação de terras indígenas da Fundação Nacional do Índio (Funai) para o Ministério da Agricultura, informou la corte.


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  • 39/56   'Ela não é meu tipo', diz Trump sobre mulher que o acusa de estupro
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente dos EUA, Donald Trump, negou nesta segunda-feira (24) as acusações de que teria estuprado uma jornalista em um provador de loja nos anos 1990, dizendo que ela "não é seu tipo". "Vou dizer isso com grande respeito: número um, ela não é meu tipo. Número dois, nunca aconteceu. Nunca aconteceu, OK?", afirmou, em entrevista exclusiva ao jornal The Hill. Em uma crônica publicada na sexta-feira (21), a colunista da revista de moda Elle, E. Jean Carroll afirmou que foi estuprada por Trump em um provador de roupas em uma loja de Nova York em 1995 ou 1996, quando o magnata era um proeminente promotor imobiliário e ela, uma conhecida jornalista e apresentadora de televisão. No mesmo dia, Trump reagiu em um comunicado afirmando que jamais teve contato com Carroll e que o incidente "nunca aconteceu". Questionado se Carroll estava mentindo, Trump reafirmou na entrevista desta segunda que nunca a encontrou. "Mentindo totalmente. Não sei nada sobre ela", disse. "Não sei nada sobre ela. Ela é --é simplesmente uma coisa terrível que as pessoas possam fazer declarações como essa." A descrição do caso está no próximo livro de Carrol, que teve trechos publicados na sexta (21) na New York Magazine. A jornalista, hoje com 75 anos, conta na obra que encontrou casualmente Trump na loja Bergdorf Goodman na Quinta Avenida de Manhattan, em Nova York, quando os dois faziam compras. Durante uma conversa, o agora presidente pediu sua ajuda para comprar um presente para a mulher e após considerar opções como uma carteira ou um chapéu, ele se decidiu por uma lingerie. Segundo Caroll, os dois subiram para a seção de lingerie, onde não havia funcionários da loja. "No momento em que a porta do provador se fechou ele se atirou sobre mim, me pressionou contra a parede e colocou sua boca nos meus lábios", escreveu. Com a jornalista imobilizada, Trump teria baixado as calças de Carrol, aberto seu zíper e a estuprado, até que ela conseguiu se livrar e fugir.  Segundo Caroll, o ataque não durou "mais que três minutos". Em seu comunicado, Trump afirma: "Jamais na minha vida me encontrei com essa pessoa. Ela está tentando vender um novo livro (...) que deveria ser exibido na seção de ficção". A New York Magazine, que publica o trecho do livro de Carroll, inclui na mesma edição uma declaração oficial da Casa Branca que qualifica a história como "completamente falsa e surreal".

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente dos EUA, Donald Trump, negou nesta segunda-feira (24) as acusações de que teria estuprado uma jornalista em um provador de loja nos anos 1990, dizendo que ela "não é seu tipo". "Vou dizer isso com grande respeito: número um, ela não é meu tipo. Número dois, nunca aconteceu. Nunca aconteceu, OK?", afirmou, em entrevista exclusiva ao jornal The Hill. Em uma crônica publicada na sexta-feira (21), a colunista da revista de moda Elle, E. Jean Carroll afirmou que foi estuprada por Trump em um provador de roupas em uma loja de Nova York em 1995 ou 1996, quando o magnata era um proeminente promotor imobiliário e ela, uma conhecida jornalista e apresentadora de televisão. No mesmo dia, Trump reagiu em um comunicado afirmando que jamais teve contato com Carroll e que o incidente "nunca aconteceu". Questionado se Carroll estava mentindo, Trump reafirmou na entrevista desta segunda que nunca a encontrou. "Mentindo totalmente. Não sei nada sobre ela", disse. "Não sei nada sobre ela. Ela é --é simplesmente uma coisa terrível que as pessoas possam fazer declarações como essa." A descrição do caso está no próximo livro de Carrol, que teve trechos publicados na sexta (21) na New York Magazine. A jornalista, hoje com 75 anos, conta na obra que encontrou casualmente Trump na loja Bergdorf Goodman na Quinta Avenida de Manhattan, em Nova York, quando os dois faziam compras. Durante uma conversa, o agora presidente pediu sua ajuda para comprar um presente para a mulher e após considerar opções como uma carteira ou um chapéu, ele se decidiu por uma lingerie. Segundo Caroll, os dois subiram para a seção de lingerie, onde não havia funcionários da loja. "No momento em que a porta do provador se fechou ele se atirou sobre mim, me pressionou contra a parede e colocou sua boca nos meus lábios", escreveu. Com a jornalista imobilizada, Trump teria baixado as calças de Carrol, aberto seu zíper e a estuprado, até que ela conseguiu se livrar e fugir.  Segundo Caroll, o ataque não durou "mais que três minutos". Em seu comunicado, Trump afirma: "Jamais na minha vida me encontrei com essa pessoa. Ela está tentando vender um novo livro (...) que deveria ser exibido na seção de ficção". A New York Magazine, que publica o trecho do livro de Carroll, inclui na mesma edição uma declaração oficial da Casa Branca que qualifica a história como "completamente falsa e surreal".


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  • 40/56   Ministro do STF suspende medida de Bolsonaro sobre demarcação de terra indígena
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso suspendeu, em decisão liminar (provisória), uma medida provisória (MP 886) editada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) que devolveu ao Ministério da Agricultura a atribuição de demarcar terras indígenas depois de o Congresso ter barrado tal iniciativa. A decisão desta segunda-feira (24) foi no âmbito de três ações ajuizadas no STF —pela Rede Sustentabilidade, pelo PT e pelo PDT— e impõe nova derrota ao governo, que já havia perdido no Congresso. A liminar deverá ser julgada pelo plenário do Supremo, composto pelos 11 ministros, que poderão referendá-la ou não. Ainda não há, porém, data marcada. Em nota, a Advocacia-Geral da União disse aguardar essa apreciação "com urgência". O titular do órgão, André Mendonça, afirmou defender que as ações "tenham prioridade na pauta de julgamentos da corte". As ações dos partidos que questionaram a constitucionalidade da MP 886 argumentaram que o governo não pode reeditar medida provisória com o mesmo teor de outra que foi rejeitada pelo Congresso durante a mesma legislatura. “A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal sobre a matéria é pacífica, reconhecendo a impossibilidade de tal reedição”, escreveu Barroso. Os partidos sustentaram que, com a nova medida provisória, da última quarta (19), Bolsonaro tentou reeditar a MP 870, que transferia a competência para a demarcação de terras indígenas da Funai (Fundação Nacional do Índio) para a Agricultura —mudança derrubada no Congresso. Segundo as legendas, entre outros pontos, a nova MP violou o princípio da separação dos Poderes ao tentar burlar a deliberação do Legislativo e deixou de observar o direito dos povos indígenas, uma vez que o Ministério da Agricultura defende interesses conflitantes com os dos índios. Na quinta (20), Bolsonaro disse que assumia o bônus e ônus sobre o processo de demarcação de terras indígenas no país. “Quem demarca terra indígena sou eu! Não é ministro. Quem manda sou eu. Nessa questão, entre tantas outras. Eu sou um presidente que assume ônus e bônus”, afirmou. No sábado (22), o presidente se queixou do que chamou de "superpoderes" do Legislativo. "Pô, querem me deixar como rainha da Inglaterra? Este é o caminho certo?", declarou, após contestar projeto que transferiria a parlamentares o poder de fazer indicações para agências reguladoras. Na sua decisão desta segunda sobre a atribuição para demarcar terras indígenas, Barroso disse que o artigo 62, parágrafo 10, da Constituição de 1988 "veda expressamente a reedição, na mesma sessão legislativa, de medida provisória que tenha sido rejeitada ou que tenha perdido a sua eficácia por decurso de prazo”. “O debate, quanto ao ponto, não pode ser reaberto por nova medida provisória. A se admitir tal situação, não se chegaria jamais a uma decisão definitiva e haveria clara situação de violação ao princípio da separação dos Poderes”, afirmou. A ação foi distribuída para a relatoria de Barroso por prevenção, porque, na ocasião da primeira MP, o Supremo já havia sido acionado e o ministro foi sorteado para ser o relator das ações sobre o assunto. Naquela ocasião, Barroso negou pedido de liminar para suspender o texto por considerar que a reestruturação de órgãos da Presidência da República inseria-se na competência discricionária do chefe do Executivo. No entanto, com a posterior decisão do Parlamento sobre a questão, o ministro entendeu que agora passou a caber uma decisão liminar para suspender a MP contestada. Publicada no Diário Oficial da União de quarta (19), a MP 886 estabeleceu que constituem áreas de competência do Ministério da Agricultura a reforma agrária, a regularização fundiária de áreas rurais, a Amazônia Legal, as terras indígenas e as terras quilombolas. O texto prevê que tais competências incluem “a identificação, o reconhecimento, a delimitação, a demarcação e a titulação das terras ocupadas pelos remanescentes das comunidades dos quilombos e das terras tradicionalmente ocupadas por indígenas”. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) comemorou nas redes sociais a decisão do STF. “Vitória! Nossa liminar para suspender a MP do presidente Bolsonaro, que transferiu para o Ministério da Agricultura a demarcação de terras indígenas, foi deferida pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF!”, escreveu. O vice-presidente da Câmara, Marcos Pereira (PRB-SP), disse considerar a medida acertada. “Tecnicamente falando. Não pode reeditar [uma MP] no mesmo ano sobre o mesmo tema”, afirmou à reportagem. A oposição articulava desde a semana passada para barrar o novo texto. Diversos partidos contrários ao governo pediram ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que devolvesse a medida sem que ela fosse analisada. Além disso, membros da cúpula do Legislativo avaliavam nos bastidores que Bolsonaro sofreria derrota no plenário caso a proposta fosse votada. Segundo relatos feitos à reportagem, a decisão do ministro do STF irritou o presidente, a quem havia sido garantido pela área jurídica do Palácio do Planalto de que a mudança tinha base legal. Líderes do governo chegaram a defender a Bolsonaro que mantivesse a decisão do Congresso, mas o presidente insistiu na alteração, sob o argumento de que a medida era uma promessa de campanha. Até o final do ano passado, 112 terras indígenas aguardavam estudos na Funai com o objetivo de demarcação e outras 42 já haviam sido identificadas e delimitadas, aguardando apenas a decisão do governo para sua demarcação, ou do Ministério da Justiça ou do Planalto. Indígenas reivindicam outras cerca de 500 terras como de ocupação tradicional. O VAIVÉM DA MP DE BOLSONARO Reforma administrativa? Em janeiro, Bolsonaro editou a MP 870, que reduzia o número de ministérios, propunha mudanças na organização do governo e deixava a cargo da pasta da Agricultura a reforma agrária e a demarcação de terras indígenas e quilombolas Congresso? No fim de maio, ao votar a MP, o Congresso devolveu a competência sobre reforma agrária e terras indígenas e quilombolas para o Ministério da Justiça, onde estavam anteriormente Nova MP? Na semana passada, o governo editou nova MP para reverter a decisão do Congresso ‘Quem manda sou eu’? Logo depois de lançar a medida, Bolsonaro disse que ele tinha o poder de decidir sobre terras indígenas e que não iria autorizar novas demarcações STF? Nesta terça (24), o ministro Barroso concedeu liminar suspendendo a nova MP por entender que o governo tentou reeditar medida provisória já derrubada no Congresso, o que não é permitido

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso suspendeu, em decisão liminar (provisória), uma medida provisória (MP 886) editada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) que devolveu ao Ministério da Agricultura a atribuição de demarcar terras indígenas depois de o Congresso ter barrado tal iniciativa. A decisão desta segunda-feira (24) foi no âmbito de três ações ajuizadas no STF —pela Rede Sustentabilidade, pelo PT e pelo PDT— e impõe nova derrota ao governo, que já havia perdido no Congresso. A liminar deverá ser julgada pelo plenário do Supremo, composto pelos 11 ministros, que poderão referendá-la ou não. Ainda não há, porém, data marcada. Em nota, a Advocacia-Geral da União disse aguardar essa apreciação "com urgência". O titular do órgão, André Mendonça, afirmou defender que as ações "tenham prioridade na pauta de julgamentos da corte". As ações dos partidos que questionaram a constitucionalidade da MP 886 argumentaram que o governo não pode reeditar medida provisória com o mesmo teor de outra que foi rejeitada pelo Congresso durante a mesma legislatura. “A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal sobre a matéria é pacífica, reconhecendo a impossibilidade de tal reedição”, escreveu Barroso. Os partidos sustentaram que, com a nova medida provisória, da última quarta (19), Bolsonaro tentou reeditar a MP 870, que transferia a competência para a demarcação de terras indígenas da Funai (Fundação Nacional do Índio) para a Agricultura —mudança derrubada no Congresso. Segundo as legendas, entre outros pontos, a nova MP violou o princípio da separação dos Poderes ao tentar burlar a deliberação do Legislativo e deixou de observar o direito dos povos indígenas, uma vez que o Ministério da Agricultura defende interesses conflitantes com os dos índios. Na quinta (20), Bolsonaro disse que assumia o bônus e ônus sobre o processo de demarcação de terras indígenas no país. “Quem demarca terra indígena sou eu! Não é ministro. Quem manda sou eu. Nessa questão, entre tantas outras. Eu sou um presidente que assume ônus e bônus”, afirmou. No sábado (22), o presidente se queixou do que chamou de "superpoderes" do Legislativo. "Pô, querem me deixar como rainha da Inglaterra? Este é o caminho certo?", declarou, após contestar projeto que transferiria a parlamentares o poder de fazer indicações para agências reguladoras. Na sua decisão desta segunda sobre a atribuição para demarcar terras indígenas, Barroso disse que o artigo 62, parágrafo 10, da Constituição de 1988 "veda expressamente a reedição, na mesma sessão legislativa, de medida provisória que tenha sido rejeitada ou que tenha perdido a sua eficácia por decurso de prazo”. “O debate, quanto ao ponto, não pode ser reaberto por nova medida provisória. A se admitir tal situação, não se chegaria jamais a uma decisão definitiva e haveria clara situação de violação ao princípio da separação dos Poderes”, afirmou. A ação foi distribuída para a relatoria de Barroso por prevenção, porque, na ocasião da primeira MP, o Supremo já havia sido acionado e o ministro foi sorteado para ser o relator das ações sobre o assunto. Naquela ocasião, Barroso negou pedido de liminar para suspender o texto por considerar que a reestruturação de órgãos da Presidência da República inseria-se na competência discricionária do chefe do Executivo. No entanto, com a posterior decisão do Parlamento sobre a questão, o ministro entendeu que agora passou a caber uma decisão liminar para suspender a MP contestada. Publicada no Diário Oficial da União de quarta (19), a MP 886 estabeleceu que constituem áreas de competência do Ministério da Agricultura a reforma agrária, a regularização fundiária de áreas rurais, a Amazônia Legal, as terras indígenas e as terras quilombolas. O texto prevê que tais competências incluem “a identificação, o reconhecimento, a delimitação, a demarcação e a titulação das terras ocupadas pelos remanescentes das comunidades dos quilombos e das terras tradicionalmente ocupadas por indígenas”. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) comemorou nas redes sociais a decisão do STF. “Vitória! Nossa liminar para suspender a MP do presidente Bolsonaro, que transferiu para o Ministério da Agricultura a demarcação de terras indígenas, foi deferida pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF!”, escreveu. O vice-presidente da Câmara, Marcos Pereira (PRB-SP), disse considerar a medida acertada. “Tecnicamente falando. Não pode reeditar [uma MP] no mesmo ano sobre o mesmo tema”, afirmou à reportagem. A oposição articulava desde a semana passada para barrar o novo texto. Diversos partidos contrários ao governo pediram ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que devolvesse a medida sem que ela fosse analisada. Além disso, membros da cúpula do Legislativo avaliavam nos bastidores que Bolsonaro sofreria derrota no plenário caso a proposta fosse votada. Segundo relatos feitos à reportagem, a decisão do ministro do STF irritou o presidente, a quem havia sido garantido pela área jurídica do Palácio do Planalto de que a mudança tinha base legal. Líderes do governo chegaram a defender a Bolsonaro que mantivesse a decisão do Congresso, mas o presidente insistiu na alteração, sob o argumento de que a medida era uma promessa de campanha. Até o final do ano passado, 112 terras indígenas aguardavam estudos na Funai com o objetivo de demarcação e outras 42 já haviam sido identificadas e delimitadas, aguardando apenas a decisão do governo para sua demarcação, ou do Ministério da Justiça ou do Planalto. Indígenas reivindicam outras cerca de 500 terras como de ocupação tradicional. O VAIVÉM DA MP DE BOLSONARO Reforma administrativa? Em janeiro, Bolsonaro editou a MP 870, que reduzia o número de ministérios, propunha mudanças na organização do governo e deixava a cargo da pasta da Agricultura a reforma agrária e a demarcação de terras indígenas e quilombolas Congresso? No fim de maio, ao votar a MP, o Congresso devolveu a competência sobre reforma agrária e terras indígenas e quilombolas para o Ministério da Justiça, onde estavam anteriormente Nova MP? Na semana passada, o governo editou nova MP para reverter a decisão do Congresso ‘Quem manda sou eu’? Logo depois de lançar a medida, Bolsonaro disse que ele tinha o poder de decidir sobre terras indígenas e que não iria autorizar novas demarcações STF? Nesta terça (24), o ministro Barroso concedeu liminar suspendendo a nova MP por entender que o governo tentou reeditar medida provisória já derrubada no Congresso, o que não é permitido


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  • 41/56   Supremo desmarca julgamento de parcialidade de Moro e frustra Lula
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal desmarcou o julgamento de um habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em meio à incerteza do resultado e do futuro do ministro Sergio Moro (Justiça) no governo Jair Bolsonaro (PSL). A decisão do STF frustrou Lula, preso desde abril de 2018, após ser condenado em segunda instância por corrupção e lavagem pelo caso do tríplex de Guarujá (SP). Os advogados do petista pediram ao Supremo prioridade para manter a data do julgamento do habeas corpus, mas não haviam conseguido reverter a situação até a noite desta segunda (24). O julgamento estava previsto para terça (25), mas a possibilidade de ele acontecer era tratada com descrença por ministros da corte. A avaliação era a de que o Supremo não deveria se antecipar em relação a eventual penalidade a Moro após a divulgação de mensagens obtidas pelo site The Intercept Brasil, que indicam troca de colaboração dele com procuradores da Lava Jato. Para esses ministros, a análise do caso também se tornava delicada num momento em que o ministro da Justiça, que tem alta popularidade, conta com o respaldo de Bolsonaro. Em meio ao clima de desconfiança, o ministro Gilmar Mendes indicou o adiamento do julgamento. Não há, porém, nova data, e a sessão desta terça será a última deste semestre antes do recesso. A apreciação do caso começou em dezembro e foi suspensa por pedido de vista de Gilmar. Como cabe ao ministro trazer o processo para a análise do colegiado, foi ele que pediu o adiamento, como antecipou o jornal Folha de S.Paulo. Gilmar havia liberado o processo para análise no dia 11, depois que o Intercept divulgou as primeiras mensagens trocadas entre Moro e o procurador Deltan Dallagnol. A corte tem sido pressionada a se posicionar sobre o episódio. Na avaliação de aliados de Lula, se o julgamento não for agora, mesmo que o resultado não lhe seja favorável, poderá demorar muito a voltar para a pauta. A indefinição, dizem, é o pior cenário possível. A apreciação do habeas corpus dependerá de a presidente da Segunda Turma, ministra Cármen Lúcia, marcar a data. Ela assume oficialmente o comando do colegiado nesta terça, em substituição a Ricardo Lewandowski. Em nota, Cármen afirmou que, como ainda não assumiu o posto, não poderia ter incluído ou excluído processos na sessão desta terça. O pedido de habeas corpus foi apresentado ao STF por Lula em novembro. O argumento era que o fato de Moro ter aceitado ser ministro de Bolsonaro, adversário do petista, demonstrava sua parcialidade. No último dia 13, a defesa fez um complemento, informando os ministros sobre as mensagens que vieram a público, dizendo que elas revelam "completo rompimento da imparcialidade" do ex-juiz. Nesta segunda, Gilmar considerou que não haveria tempo hábil para a discussão do caso na sessão, pois, conforme a pauta prevista, havia 11 processos listados na frente do de Lula. Só o voto do ministro tem mais de 40 páginas. No entanto, segundo a secretaria da Segunda Turma, os julgamentos no colegiado não seguem necessariamente a ordem divulgada no site do STF. Esta pauta, ainda segundo a secretaria, reflete a ordem de chegada dos processos por ministro, e, normalmente, devoluções de pedidos de vista ficam no final da lista. A ordem de análise costuma ser decidida durante a própria sessão. A Segunda Turma, composta por cinco ministros, está dividida. O decano, Celso de Mello, é considerado o voto decisivo. Em dezembro, quando o julgamento começou, o relator, Edson Fachin, e a ministra Cármen Lúcia votaram contra o pedido de Lula. Gilmar e Lewandowski devem votar pela suspeição de Moro. Interlocutores dão como certo que Fachin e Cármen não mudarão seu entendimento anterior, mesmo após a divulgação das mensagens atribuídas a Moro. Nesta segunda, Lula pediu a seus advogados que insistissem para o STF julgar agora o habeas corpus. Desde a divulgação das mensagens de Moro, o ex-presidente vinha demonstrando expectativa de deixar a prisão e vinha tratando a possibilidade de adiamento com temor.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal desmarcou o julgamento de um habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em meio à incerteza do resultado e do futuro do ministro Sergio Moro (Justiça) no governo Jair Bolsonaro (PSL). A decisão do STF frustrou Lula, preso desde abril de 2018, após ser condenado em segunda instância por corrupção e lavagem pelo caso do tríplex de Guarujá (SP). Os advogados do petista pediram ao Supremo prioridade para manter a data do julgamento do habeas corpus, mas não haviam conseguido reverter a situação até a noite desta segunda (24). O julgamento estava previsto para terça (25), mas a possibilidade de ele acontecer era tratada com descrença por ministros da corte. A avaliação era a de que o Supremo não deveria se antecipar em relação a eventual penalidade a Moro após a divulgação de mensagens obtidas pelo site The Intercept Brasil, que indicam troca de colaboração dele com procuradores da Lava Jato. Para esses ministros, a análise do caso também se tornava delicada num momento em que o ministro da Justiça, que tem alta popularidade, conta com o respaldo de Bolsonaro. Em meio ao clima de desconfiança, o ministro Gilmar Mendes indicou o adiamento do julgamento. Não há, porém, nova data, e a sessão desta terça será a última deste semestre antes do recesso. A apreciação do caso começou em dezembro e foi suspensa por pedido de vista de Gilmar. Como cabe ao ministro trazer o processo para a análise do colegiado, foi ele que pediu o adiamento, como antecipou o jornal Folha de S.Paulo. Gilmar havia liberado o processo para análise no dia 11, depois que o Intercept divulgou as primeiras mensagens trocadas entre Moro e o procurador Deltan Dallagnol. A corte tem sido pressionada a se posicionar sobre o episódio. Na avaliação de aliados de Lula, se o julgamento não for agora, mesmo que o resultado não lhe seja favorável, poderá demorar muito a voltar para a pauta. A indefinição, dizem, é o pior cenário possível. A apreciação do habeas corpus dependerá de a presidente da Segunda Turma, ministra Cármen Lúcia, marcar a data. Ela assume oficialmente o comando do colegiado nesta terça, em substituição a Ricardo Lewandowski. Em nota, Cármen afirmou que, como ainda não assumiu o posto, não poderia ter incluído ou excluído processos na sessão desta terça. O pedido de habeas corpus foi apresentado ao STF por Lula em novembro. O argumento era que o fato de Moro ter aceitado ser ministro de Bolsonaro, adversário do petista, demonstrava sua parcialidade. No último dia 13, a defesa fez um complemento, informando os ministros sobre as mensagens que vieram a público, dizendo que elas revelam "completo rompimento da imparcialidade" do ex-juiz. Nesta segunda, Gilmar considerou que não haveria tempo hábil para a discussão do caso na sessão, pois, conforme a pauta prevista, havia 11 processos listados na frente do de Lula. Só o voto do ministro tem mais de 40 páginas. No entanto, segundo a secretaria da Segunda Turma, os julgamentos no colegiado não seguem necessariamente a ordem divulgada no site do STF. Esta pauta, ainda segundo a secretaria, reflete a ordem de chegada dos processos por ministro, e, normalmente, devoluções de pedidos de vista ficam no final da lista. A ordem de análise costuma ser decidida durante a própria sessão. A Segunda Turma, composta por cinco ministros, está dividida. O decano, Celso de Mello, é considerado o voto decisivo. Em dezembro, quando o julgamento começou, o relator, Edson Fachin, e a ministra Cármen Lúcia votaram contra o pedido de Lula. Gilmar e Lewandowski devem votar pela suspeição de Moro. Interlocutores dão como certo que Fachin e Cármen não mudarão seu entendimento anterior, mesmo após a divulgação das mensagens atribuídas a Moro. Nesta segunda, Lula pediu a seus advogados que insistissem para o STF julgar agora o habeas corpus. Desde a divulgação das mensagens de Moro, o ex-presidente vinha demonstrando expectativa de deixar a prisão e vinha tratando a possibilidade de adiamento com temor.


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  • 42/56   México envia 15.000 militares para a fronteira com os EUA
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    O México posicionou 15.000 soldados e policiais em sua fronteira norte para cumprir o compromisso assumido com o governo dos Estados Unidos de frear a migração, realizando inclusive detenções, informou nesta segunda-feira (24) o chefe do exército mexicano.

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  • 43/56   Assembleia do Conselho da Europa autoriza volta da Rússia
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    A Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa aprovou na madrugada desta terça-feira um texto que torna possível a volta da Rússia ao organismo, o que deve acabar com cinco anos de crise institucional com Moscou.

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  • 44/56   Forças-tarefas defendem que presidente siga lista tríplice para a PGR
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Ministério Público Federal divulgou nota em que os procuradores das operações Greenfield, Zelotes e Lava Jato defendem que o presidente Jair Bolsonaro deve escolher para o cargo de procurador-geral da República um dos três nomes mais votados na lista tríplice da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República). A nota sustenta que a lista "tende a promover a independência na atuação do procurador-geral em relação aos demais Poderes da República, evitando nomeações que restrinjam ou asfixiem investigações e processos que envolvem interesses poderosos". Neste ano, é primeira vez que a eleição interna é desacreditada pelo grupo que está no comando da Procuradoria. A atual ocupante do posto, Raquel Dodge, não concorreu na eleição feita pela categoria para a escolha dos três nomes a serem indicados a Bolsonaro. No pleito, ocorrido na semana pasdada, foram mais bem votados os procuradores Mario Bonsaglia, Luiza Frischeisen e Blal Dalloul. Bolsonaro não é obrigado a seguir a lista, mas todos os presidentes têm respeitado essa tradição desde 2003. Ele já afirmou que "todos que estão dentro e fora da lista" têm chances.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Ministério Público Federal divulgou nota em que os procuradores das operações Greenfield, Zelotes e Lava Jato defendem que o presidente Jair Bolsonaro deve escolher para o cargo de procurador-geral da República um dos três nomes mais votados na lista tríplice da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República). A nota sustenta que a lista "tende a promover a independência na atuação do procurador-geral em relação aos demais Poderes da República, evitando nomeações que restrinjam ou asfixiem investigações e processos que envolvem interesses poderosos". Neste ano, é primeira vez que a eleição interna é desacreditada pelo grupo que está no comando da Procuradoria. A atual ocupante do posto, Raquel Dodge, não concorreu na eleição feita pela categoria para a escolha dos três nomes a serem indicados a Bolsonaro. No pleito, ocorrido na semana pasdada, foram mais bem votados os procuradores Mario Bonsaglia, Luiza Frischeisen e Blal Dalloul. Bolsonaro não é obrigado a seguir a lista, mas todos os presidentes têm respeitado essa tradição desde 2003. Ele já afirmou que "todos que estão dentro e fora da lista" têm chances.


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  • 45/56   Ter opinião não é ser suspeito, diz advogado sobre caso Moro
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Marcelo Knopfelmacher, 43, é um estranho no ninho da advocacia, em que o sentimento de repulsa ao ex-juiz Sergio Moro e à Lava Jato em geral é dominante. Advogado criminal e tributário em São Paulo, onde atua há 21 anos, ele defende o atual ministro da Justiça e diz considerar normal a proximidade dele com os procuradores da operação, evidenciada pelos diálogos revelados pelo site The Intercept Brasil. "Por se tratar de uma operação tão longa, vultosa, sui generis, e sendo os acusadores sempre os mesmos, é compreensível que haja diálogo entre juízes e promotores", diz ele, ex-conselheiro da OAB-SP. * Pergunta - O que o sr. achou do vazamento dos diálogos que envolvem o ministro Sergio Moro? Marcelo Knopfelmacher - O que existe até agora são notícias dando conta de diálogos. A gente nem tem prova, tem notícias. Segundo a jurisprudência dos nossos tribunais, denúncia anônima não serve para dar início à investigação. Ainda que tivéssemos provas, a obtenção delas se deu de maneira ilícita, por meio de um hacker. Isso juridicamente não pode ser considerado prova nem pela acusação nem pela defesa. As provas são do processo, não pertencem a nenhuma das partes. É um princípio geral do Direito. Isso é controverso, não? MK - Muitos juristas entendem que prova obtida ilicitamente pode ser usada. Estou dando argumentos técnicos, mas o juízo é que vai emitir decisão sobre isso. Por se tratar de uma operação tão longa, vultosa, sui generis, e sendo os acusadores sempre os mesmos, é compreensível que haja diálogo entre juízes e promotores. Diferentemente da defesa, que é pulverizada, em que cada um tem seu advogado. Além disso, a gente tem de compreender o contexto dessas mensagens. Diálogos captados por meio de mensagens frias não têm entonação, ironia, sarcasmo, colocações jocosas. A mensagem fria permite mais de uma interpretação. E você nem sabe se as pessoas que estavam digitando são elas mesmas. A própria Lava Jato já defendeu que provas obtidas ilicitamente podem ser usadas. MK - Foram mais os procuradores de Curitiba. Se o Moro falou isso alguma vez, falou sozinho. Eles não acertaram em tudo. A experiência está mostrando que temos de ser parcimoniosos nessas questões. O que o sr. acha da acusação de que há viés político na Lava Jato? MK - Todo ser humano tem um viés político. O juiz discute política, futebol. O que ele não pode é colocar a política no seu trabalho, e isso a gente não consegue detectar nesse diálogos. É justamente por isso que existe um sistema recursal. Ter opinião não significa ser suspeito. A suspeição se dá se a opinião está colocada de maneira imotivada nos autos. Ali não está claro que Moro tomou um partido? MK - É muito difícil dizer. Tenho dificuldades em enxergar isso. Mas ele orienta os procuradores, cobra, sugere... MK - Para mim, ele está seguindo o artigo 40 do Código de Processo Penal [que obriga juízes a comunicar o Ministério Público sobre crimes em andamento]. Ele tomou conhecimento de fato ilícito e mandou para a Procuradoria. Em relação a ter aconselhado a Lava Jato, entendo que ele simplesmente fez o registro de que determinada procuradora ia mal em audiências. Em tribunais do júri, já aconteceram situações em que o magistrado determinou a substituição de promotores por questões técnicas. É excepcional, mas acontece. Esses fatos não comprometem a imparcialidade do Moro? MK - Numa operação longa, é normal que as pessoas criem uma cumplicidade. Imagine em cidades pequenas, a camaradagem entre juiz e promotor. O sr. vê risco de anulação da condenação de Lula? MK - Nenhum. Até porque a sentença de Moro não existe mais. Ela virou outras decisões, do TRF-4 [Tribunal Regional Federal] e do STJ [Superior Tribunal de Justiça]. Como as pessoas recorreram, a decisão de Moro foi substituída. Politicamente a Lava Jato pode perder força? MK - Ela sai fortalecida. Acho que não houve mudança no sentimento popular retratado no resultado das urnas.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Marcelo Knopfelmacher, 43, é um estranho no ninho da advocacia, em que o sentimento de repulsa ao ex-juiz Sergio Moro e à Lava Jato em geral é dominante. Advogado criminal e tributário em São Paulo, onde atua há 21 anos, ele defende o atual ministro da Justiça e diz considerar normal a proximidade dele com os procuradores da operação, evidenciada pelos diálogos revelados pelo site The Intercept Brasil. "Por se tratar de uma operação tão longa, vultosa, sui generis, e sendo os acusadores sempre os mesmos, é compreensível que haja diálogo entre juízes e promotores", diz ele, ex-conselheiro da OAB-SP. * Pergunta - O que o sr. achou do vazamento dos diálogos que envolvem o ministro Sergio Moro? Marcelo Knopfelmacher - O que existe até agora são notícias dando conta de diálogos. A gente nem tem prova, tem notícias. Segundo a jurisprudência dos nossos tribunais, denúncia anônima não serve para dar início à investigação. Ainda que tivéssemos provas, a obtenção delas se deu de maneira ilícita, por meio de um hacker. Isso juridicamente não pode ser considerado prova nem pela acusação nem pela defesa. As provas são do processo, não pertencem a nenhuma das partes. É um princípio geral do Direito. Isso é controverso, não? MK - Muitos juristas entendem que prova obtida ilicitamente pode ser usada. Estou dando argumentos técnicos, mas o juízo é que vai emitir decisão sobre isso. Por se tratar de uma operação tão longa, vultosa, sui generis, e sendo os acusadores sempre os mesmos, é compreensível que haja diálogo entre juízes e promotores. Diferentemente da defesa, que é pulverizada, em que cada um tem seu advogado. Além disso, a gente tem de compreender o contexto dessas mensagens. Diálogos captados por meio de mensagens frias não têm entonação, ironia, sarcasmo, colocações jocosas. A mensagem fria permite mais de uma interpretação. E você nem sabe se as pessoas que estavam digitando são elas mesmas. A própria Lava Jato já defendeu que provas obtidas ilicitamente podem ser usadas. MK - Foram mais os procuradores de Curitiba. Se o Moro falou isso alguma vez, falou sozinho. Eles não acertaram em tudo. A experiência está mostrando que temos de ser parcimoniosos nessas questões. O que o sr. acha da acusação de que há viés político na Lava Jato? MK - Todo ser humano tem um viés político. O juiz discute política, futebol. O que ele não pode é colocar a política no seu trabalho, e isso a gente não consegue detectar nesse diálogos. É justamente por isso que existe um sistema recursal. Ter opinião não significa ser suspeito. A suspeição se dá se a opinião está colocada de maneira imotivada nos autos. Ali não está claro que Moro tomou um partido? MK - É muito difícil dizer. Tenho dificuldades em enxergar isso. Mas ele orienta os procuradores, cobra, sugere... MK - Para mim, ele está seguindo o artigo 40 do Código de Processo Penal [que obriga juízes a comunicar o Ministério Público sobre crimes em andamento]. Ele tomou conhecimento de fato ilícito e mandou para a Procuradoria. Em relação a ter aconselhado a Lava Jato, entendo que ele simplesmente fez o registro de que determinada procuradora ia mal em audiências. Em tribunais do júri, já aconteceram situações em que o magistrado determinou a substituição de promotores por questões técnicas. É excepcional, mas acontece. Esses fatos não comprometem a imparcialidade do Moro? MK - Numa operação longa, é normal que as pessoas criem uma cumplicidade. Imagine em cidades pequenas, a camaradagem entre juiz e promotor. O sr. vê risco de anulação da condenação de Lula? MK - Nenhum. Até porque a sentença de Moro não existe mais. Ela virou outras decisões, do TRF-4 [Tribunal Regional Federal] e do STJ [Superior Tribunal de Justiça]. Como as pessoas recorreram, a decisão de Moro foi substituída. Politicamente a Lava Jato pode perder força? MK - Ela sai fortalecida. Acho que não houve mudança no sentimento popular retratado no resultado das urnas.


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  • 46/56   Reforma na casa de Harry e Meghan custou US$ 3 milhões
    WORLD TOPIC NEWS

    A reforma da nova residência do príncipe Harry, sua esposa, Meghan, e Archie, o filho do casal, custou 2,4 milhões de libras (3,05 milhões de dólares), segundo as contas anuais da família real, publicadas nesta segunda-feira (24).

    A reforma da nova residência do príncipe Harry, sua esposa, Meghan, e Archie, o filho do casal, custou 2,4 milhões de libras (3,05 milhões de dólares), segundo as contas anuais da família real, publicadas nesta segunda-feira (24).


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  • 47/56   PSL pode desidratar Previdência e atrapalhar votação, diz presidente de comissão
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Para presidente de comissão que vai julgar pedidos de bancadas partidárias, PSL está favorecendo corporações públicas

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  • 48/56   Sauditas garantem seus direitos através do contrato matrimonial
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Depois de dar início aos preparativos da cerimônia de casamento, a noiva de Majd exigiu que no contrato matrimonial constasse seu direito - garantido pela lei saudita - de poder dirigir carros.

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  • 49/56   'Cobrem mais impostos de nós!', pedem bilionários americanos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    "Está na hora de nos cobrar mais impostos": esta é a mensagem de um pequeno grupo de bilionários americanos, entre eles o empresário George Soros, o cofundador do Facebook Chris Hughes e os herdeiros dos impérios Hyatt e Disney aos candidatos presidenciais à Casa Branca em 2020.

    "Está na hora de nos cobrar mais impostos": esta é a mensagem de um pequeno grupo de bilionários americanos, entre eles o empresário George Soros, o cofundador do Facebook Chris Hughes e os herdeiros dos impérios Hyatt e Disney aos candidatos presidenciais à Casa Branca em 2020.


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  • 50/56   EUA discutirão no Barein plano de paz rejeitado pelos palestinos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Delegações financeiras internacionais são aguardadas no Barein, na véspera da conferência de paz organizada pelos Estados Unidos, que pretende arrecadar bilhões de dólares para os palestinos, que rejeitam a iniciativa por não incluir uma solução política do conflito com Israel.

    Delegações financeiras internacionais são aguardadas no Barein, na véspera da conferência de paz organizada pelos Estados Unidos, que pretende arrecadar bilhões de dólares para os palestinos, que rejeitam a iniciativa por não incluir uma solução política do conflito com Israel.


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  • 51/56   Putin prorroga embargo a produtos alimentícios do Ocidente até o fim de 2020
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O presidente russo, Vladimir Putin, prorrogou nesta segunda-feira até o fim de 2020 o embargo sobre os produtos alimentícios ocidentais em vigor desde 2014, como represália às sanções impostas a Moscou pela crise ucraniana.

    O presidente russo, Vladimir Putin, prorrogou nesta segunda-feira até o fim de 2020 o embargo sobre os produtos alimentícios ocidentais em vigor desde 2014, como represália às sanções impostas a Moscou pela crise ucraniana.


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  • 52/56   Projetos no Congresso destravam mais de uma Previdência em investimentos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Oito projetos no Congresso tem podencial para gerar R$ 1,4 trilhão em investimentos em dez anos - mais que a redução de gastos da reforma da Previdência

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  • 53/56   Irã minimiza efeito de novas sanções prometidas pelos EUA
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O Irã minimizou o impacto das novas sanções americanas prometidas para esta segunda-feira em um contexto de grande tensão, estimando que os Estados Unidos já fizeram tudo o que é possível para punir a república islâmica economicamente.

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  • 54/56   Passageira da Air Canada dorme durante o voo e acorda sozinha no avião
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Uma mulher que dormiu durante um voo da Air Canada acordou sozinha no avião, estacionado, no escuro, aparentemente esquecida pelos funcionários da companhia aérea.

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  • 55/56   'Nostálgico', Slimane insiste nos 1970 para Celine
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    Os anos 1970 voltarão a estar na moda, segundo o estilista francês Hedi Slimane, que neste domingo apresentou em Paris a nova coleção masculina da Celine, "nostálgica" e convencida de que "o ontem foi melhor".

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  • 56/56   Boris Johnson é pressionado a explicar incidente conjugal em plena corrida a Downing Street
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    Boris Johnson estava sob pressão neste domingo para explicar uma briga conjugal que abalou a corrida para suceder a primeira-ministra britânica, Theresa May, na qual ele era o grande favorito.

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