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Noticias Slideshows (11/07/2019 07 horas)


  • 1/46   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

    Noticias Fotos Slideshows - Tendências - Clique na imagem para visualizar na realidade aumentada ou em 3D estéreo

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    Revista de Imprensa


    Flamengo   Diego Alves   Arão   Gabigol   rodinei   Odair   Rodrigo Caio   Deyverson   Athletico   Jorge Jesus   Cuellar   Rafinha   Bruno Guimarães   Daronco   Felipe Melo   Atlético   O VAR   Everton Ribeiro   Léo Duarte   Bruno Henrique   Abel   Uendel   Arena da Baixada   Zé Rafael   Léo Pereira   Nico   Arrascaeta   Kangin   Parede   HOJE TEM CRUZEIRO   VOCÊ ME DEIXA LOUQUINHO   No Maracanã   Beira-Rio   Welcome To New York   Esse Gabriel   Furacão   Tiago Nunes   Solidariedade   
  • 2/46   Aprenda como criar um site gratuitamente com o Google Sites

    A Google permite criar sites através de sua ferramenta gratuita, o que facilita (e muito) a vida de empreendedores que estão começando seu negócio agora e não querem pagar caro por um domínio. Em poucos minutos, é possível criar um site com seu estilo e preferências

    A Google permite criar sites através de sua ferramenta gratuita, o que facilita (e muito) a vida de empreendedores que estão começando seu negócio agora e não querem pagar caro por um domínio. Em poucos minutos, é possível criar um site com seu estilo e preferências


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  • 3/46   Novos MacBook Air e Pro da Apple ainda mantêm teclado butterfly

    Empresa apresentou seus novos modelos do MacBook para 2019. A expectativa era de que a Apple já abandonasse modelo butterfly de seus teclados, o que gera grande parte de problemas do aparelho. Contudo, esta peça está nestas versões

    Empresa apresentou seus novos modelos do MacBook para 2019. A expectativa era de que a Apple já abandonasse modelo butterfly de seus teclados, o que gera grande parte de problemas do aparelho. Contudo, esta peça está nestas versões


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  • 4/46   Google celebra cinquentenário da Apollo 11 com realidade aumentada na busca

    Comemorando os 50 anos da Apollo 11, a missão da NASA que levou os primeiros humanos à superfície da Lua, a Google está lançando em seu app de buscas uma novidade: o uso da realidade aumentada para descobrir mais sobre este evento histórico

    Comemorando os 50 anos da Apollo 11, a missão da NASA que levou os primeiros humanos à superfície da Lua, a Google está lançando em seu app de buscas uma novidade: o uso da realidade aumentada para descobrir mais sobre este evento histórico


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  • 5/46   Dispositivos Google Home enviam áudios de usuários a contratantes

    Com ajuda de uma denúncia, a emissora belga VTR descobriu que contratantes conseguem ouvir informações sensíveis de usuários do Google Home, como endereços, nome, idade e, até mesmo, movimentos no quarto e violência doméstica

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  • 6/46   Google tem easter egg nos resultados de busca pelo torneio de tênis Wimbledon

    Para promover o campeonato de tênis de Wimbledon, o Google inseriu um easter egg na sua página de buscas pelo termo. Ao digitar "Wimbledon", uma bola de tênis aparece em um local escondido para abrir um jogo do esporte

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  • 7/46   Preço do iPhone brasileiro mais do que dobrou desde que o aparelho foi lançado

    Mapa criado pela empresa de monitoramento de crédito Self Lender mostra que, mesmo ao considerar a inflação do período, o preço real dos iPhones lançados no Brasil mais do que dobraram nesses dez anos que o aparelho existe no país

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  • 8/46   Registro de patente mostra cinco modelos de iPad em desenvolvimento

    De acordo com documentos registrados junto ao Eurasian Economic Commision, órgão que faz o registro de patentes, cinco novos modelos de iPad estão em desenvolvimento pela Apple, todos já contando com o novo sistema operacional iPadOS

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  • 9/46   Apple patenteia tecnologia que pode ajudar pessoas com problemas de visão

    Patente registrada nos Estados Unidos mostra uma tecnologia de realidade aumentada que permitiria mostrar imagens que se escondem atrás de uma obstrução da visão, permitindo que pessoas com visão comprometida voltem a enxergar de forma correta

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  • 10/46   Google Tradutor já faz tradução instantânea com a câmera em mais de 100 idiomas

    O recurso que traduz instantaneamente imagens com texto no Google Tradutor, precisando apenas mirar a câmera para a frase desejada, agora conta com suporte para mais de 100 idiomas. A novidade, que chega com reformulação da interface, está sendo liberada aos poucos

    O recurso que traduz instantaneamente imagens com texto no Google Tradutor, precisando apenas mirar a câmera para a frase desejada, agora conta com suporte para mais de 100 idiomas. A novidade, que chega com reformulação da interface, está sendo liberada aos poucos


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  • 11/46   Tinder anuncia versão Lite com menor consumo de bateria e dados

    Com o Tinder Lite, usuários poderão economizar dados, bateria e espaço no seu celular, utilizando os recursos já conhecidos do app. A novidade está sendo lançada inicialmente no sudeste da Ásia, chegando para smartphones com Android brasileiros até o fim do ano

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  • 12/46   Microsoft está exibindo anúncios em menus do Android

    Usuários de softwares da empresa, como os do pacote Office, ou de soluções de sincronização do celular com o computador estão observando sugestões de download de aplicativos aparecendo em menus de contexto e compartilhamento

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  • 13/46   App Flip 2019: Público já pode acompanhar mesas da Festa Literária de Paraty ao vivo

    O app esta disponivel para Android e iOS

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  • 14/46   'Sarkin' Bambado, um magnata e rei dos fulani

    Mohammed Abubakar Bambado é um homem ocupado. Acabou uma reunião com um cliente australiano no porto de Lagos e já é aguardado em seu palácio para uma audiência. Quando chega, seu iPhone toca pela enésima vez. "Desculpem, é uma emergência", explica.

    Mohammed Abubakar Bambado é um homem ocupado. Acabou uma reunião com um cliente australiano no porto de Lagos e já é aguardado em seu palácio para uma audiência. Quando chega, seu iPhone toca pela enésima vez. "Desculpem, é uma emergência", explica.


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  • 15/46   Nos EUA, ladrão de iPhone posta selfie no Instagram da vítima

    Imagem foi utilizada pela vítima em denúncia feita ao condado de Kearny, Nova Jersey; o departamento de polícia local então postou a selfie no Facebook, narrando o caso e pedindo à comunidade para identificá-lo o mais rápido possível; criminoso ainda não foi capturado

    Imagem foi utilizada pela vítima em denúncia feita ao condado de Kearny, Nova Jersey; o departamento de polícia local então postou a selfie no Facebook, narrando o caso e pedindo à comunidade para identificá-lo o mais rápido possível; criminoso ainda não foi capturado


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  • 16/46   Manual raríssimo do Apple-1 é colocado a leilão por quase US$ 10 mil

    Enquanto algumas unidades do Apple-1, o primeiro computador pessoal da Apple, são vendidas em leilões sem outros documentos, apenas um manual foi colocado a leilão por a partir de US$ 9.422, o equivalente a aproximadamente R$ 36 mil

    Enquanto algumas unidades do Apple-1, o primeiro computador pessoal da Apple, são vendidas em leilões sem outros documentos, apenas um manual foi colocado a leilão por a partir de US$ 9.422, o equivalente a aproximadamente R$ 36 mil


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  • 17/46   App Saúde da Apple vai receber melhorias significativas com o iOS 13

    Depois de Tim Cook prometer que a Apple investiria mais em saúde e bem-estar em seus dispositivos e softwares, o novo iOS 13 contará com recursos aprimorados e novas funcionalidades no aplicativo Saúde, nativo do iPhone

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  • 18/46   Spotify lança app para celulares mais lentos de emergentes

    (Bloomberg) -- O Spotify lançou uma nova versão de seu aplicativo de streaming de música para clientes em mercados emergentes, uma iniciativa para crescer fora de seus principais mercados nos Estados Unidos e Europa.O aplicativo Spotify Lite, desenvolvido para o sistema operacional Android, tem como alvo usuários com planos de dados limitados e redes mais lentas, especialmente em regiões como Ásia, Oriente Médio, África e América Latina, informou a empresa em comunicado. O aplicativo foi lançado em 36 mercados com um serviço disponível gratuitamente, mas com publicidade. A versão premium custará o mesmo que em sua plataforma padrão de streaming de música.A empresa espera que o Spotify Lite facilite uma expansão muito necessária em mercados com grande potencial. Com o serviço de streaming, a empresa também tenta tranquilizar investidores sobre suas perspectivas de crescimento, já que continua a perder dinheiro. O maior desafio do Spotify continuam sendo os royalties pagos pelos direitos autorais dos artistas, que consomem mais de 60% da receita e são um fator de peso para as perdas. A empresa concordou em não pressionar por outra redução no custo das licenças em sua atual negociação com a indústria da música.Com o peso dos custos, o Spotify começou a buscar outros caminhos para crescer, como o podcasting que, no entanto, ainda é um negócio incipiente, com US$ 479,1 milhões em receita nos EUA em 2018, segundo o Interactive Advertising Bureau. Estima-se que 62 milhões de pessoas nos EUA com mais de 12 anos ouvem um podcast semanalmente, segundo relatório de 2019 da Edison Research and Triton Digital.O Spotify reforçou aos investidores que o mercado de streaming de áudio ainda está em seus estágios iniciais. Cerca de 65% dos usuários da empresa estão na América do Norte e na Europa. África, Ásia e Oriente Médio representam apenas 13%.YouTube Light O rival Youtube já lançou uma versão light de seu aplicativo para mercados emergentes e atraiu milhões de usuários em todo o Sudeste Asiático. Já a Netflix permite que usuários baixem filmes completos e programas de TV para assisti-los sem conexão à Internet pela mesma razão.O Spotify não tem o mesmo alcance como esses outros serviços em outros países, mas está se expandindo pela Ásia, Oriente Médio e África do Norte.O Spotify Lite precisa de 10 megabytes de armazenamento em comparação com cerca de 100 megabytes para o aplicativo principal. Oferece a mesma aparência do aplicativo Spotify padrão, mas com limitações para preservar o consumo de dados. Os usuários também podem estabelecer um limite de dados dentro do aplicativo para garantir que nunca ultrapassem o estipulado.Repórteres da matéria original: Lulu Yilun Chen em Hong Kong, ychen447@bloomberg.net;Lucas Shaw em Los Angeles, lshaw31@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Edwin Chan, echan273@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Rob Golum, Nick TurnerFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- O Spotify lançou uma nova versão de seu aplicativo de streaming de música para clientes em mercados emergentes, uma iniciativa para crescer fora de seus principais mercados nos Estados Unidos e Europa.O aplicativo Spotify Lite, desenvolvido para o sistema operacional Android, tem como alvo usuários com planos de dados limitados e redes mais lentas, especialmente em regiões como Ásia, Oriente Médio, África e América Latina, informou a empresa em comunicado. O aplicativo foi lançado em 36 mercados com um serviço disponível gratuitamente, mas com publicidade. A versão premium custará o mesmo que em sua plataforma padrão de streaming de música.A empresa espera que o Spotify Lite facilite uma expansão muito necessária em mercados com grande potencial. Com o serviço de streaming, a empresa também tenta tranquilizar investidores sobre suas perspectivas de crescimento, já que continua a perder dinheiro. O maior desafio do Spotify continuam sendo os royalties pagos pelos direitos autorais dos artistas, que consomem mais de 60% da receita e são um fator de peso para as perdas. A empresa concordou em não pressionar por outra redução no custo das licenças em sua atual negociação com a indústria da música.Com o peso dos custos, o Spotify começou a buscar outros caminhos para crescer, como o podcasting que, no entanto, ainda é um negócio incipiente, com US$ 479,1 milhões em receita nos EUA em 2018, segundo o Interactive Advertising Bureau. Estima-se que 62 milhões de pessoas nos EUA com mais de 12 anos ouvem um podcast semanalmente, segundo relatório de 2019 da Edison Research and Triton Digital.O Spotify reforçou aos investidores que o mercado de streaming de áudio ainda está em seus estágios iniciais. Cerca de 65% dos usuários da empresa estão na América do Norte e na Europa. África, Ásia e Oriente Médio representam apenas 13%.YouTube Light O rival Youtube já lançou uma versão light de seu aplicativo para mercados emergentes e atraiu milhões de usuários em todo o Sudeste Asiático. Já a Netflix permite que usuários baixem filmes completos e programas de TV para assisti-los sem conexão à Internet pela mesma razão.O Spotify não tem o mesmo alcance como esses outros serviços em outros países, mas está se expandindo pela Ásia, Oriente Médio e África do Norte.O Spotify Lite precisa de 10 megabytes de armazenamento em comparação com cerca de 100 megabytes para o aplicativo principal. Oferece a mesma aparência do aplicativo Spotify padrão, mas com limitações para preservar o consumo de dados. Os usuários também podem estabelecer um limite de dados dentro do aplicativo para garantir que nunca ultrapassem o estipulado.Repórteres da matéria original: Lulu Yilun Chen em Hong Kong, ychen447@bloomberg.net;Lucas Shaw em Los Angeles, lshaw31@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Edwin Chan, echan273@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Rob Golum, Nick TurnerFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.


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  • 19/46   Google Cloud adquire empresa de armazenamento de arquivos em nuvem Elastifile

    Sob o comando do CEO Thomas Kurian, o Google Cloud acaba de anunciar a contratação da empresa Elastifile, de armazenamento em nuvem de arquivos para aplicativos corporativos. Recentemente, a companhia também adquiriu a startup de analytics Looker

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  • 20/46   GitHub está banindo cópias do app DeepNude, que cria imagens falsas de nudez

    Depois de o lançamento do DeepNude causar polêmica e ser retirado do ar, algumas cópias ainda podem ser encontradas por aí. No GitHub, pertencente à Microsoft, projetos que envolvam o código do aplicativo estão sendo banidos por não cumprirem com as regras da empresa

    Depois de o lançamento do DeepNude causar polêmica e ser retirado do ar, algumas cópias ainda podem ser encontradas por aí. No GitHub, pertencente à Microsoft, projetos que envolvam o código do aplicativo estão sendo banidos por não cumprirem com as regras da empresa


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  • 21/46   Apple libera nova versão de beta para desenvolvedores do iOS, watchOS e macOS

    Novos builds do macOs 10.14.6, watchOS 5.3 e iOS 12.4 já estão disponíveis para os desenvolvedores que fazem parte do programa de betas da Apple, mas não trazem grandes modificações além da correção de bugs

    Novos builds do macOs 10.14.6, watchOS 5.3 e iOS 12.4 já estão disponíveis para os desenvolvedores que fazem parte do programa de betas da Apple, mas não trazem grandes modificações além da correção de bugs


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  • 22/46   Microsoft lança app Windows 1.11 para celebrar a volta de Stranger Things

    Dona do maior sistema operacional do mundo havia lançado teasers no início do mês, mudando até mesmo configurações de suas redes sociais; o mistério foi revelado: trata-se de um aplicativo que reproduz o primeiro Windows, em comemoração à série da Netflix

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  • 23/46   Atualização do Xbox One adiciona seção “Jogar Depois” ao GamePass

    Nova firmware do console da Microsoft adiciona recurso similar ao “Assistir Mais Tarde” da Netflix, evitando que usuário tenha que navegar todo o catálogo quando quiser baixar um jogo; novos comandos de voz na integração com a Alexa também estão disponíveis

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  • 24/46   Exposição virtual do Google enaltece futebol feminino

    Iniciativa do Google Arte e Cultura tem fotos, vídeos e relatos de atletas e ex-atletas sobre a vida do esporte bretão segundo a perspectiva feminina; conduzida em parceria com o Museu do Futebol, mostra virtual já está disponível para visualização

    Iniciativa do Google Arte e Cultura tem fotos, vídeos e relatos de atletas e ex-atletas sobre a vida do esporte bretão segundo a perspectiva feminina; conduzida em parceria com o Museu do Futebol, mostra virtual já está disponível para visualização


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  • 25/46   Priorizando novos modelos, Apple “mata” o Macbook de 12 polegadas

    Com a chegada de modelos com displays maiores ou de dispositivos mais novos com funções melhores, presença do Macbook de 12 polegadas na linha de frente de produtos da Apple já não fazia sentido; aparelho não recebia atualizações desde 2017

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  • 26/46   Stadia terá coop local e manterá jogos comprados mesmo que eles deixem serviço

    Google afirmou que, com exceção de “circunstâncias imprevistas”, todos os games adquiridos pelos usuários serão deles para sempre. Serviço de streaming dará suporte a até quatro controles, mas ainda não tem planos para adicionar VR

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  • 27/46   Identificado na Grécia o Homo sapiens não africano mais antigo
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Apidima 1, como foi batizado pelos cientistas, é "mais velho que todos os outros espécimes de Homo sapiens encontrados fora da África

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  • 28/46   O efeito devastador de um presidente “Bolsonaro” nas Filipinas
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Semelhante as frases de Jair Bolsonaro, o presidente Filipino afirmou “Minha ordem é atirar para matar”, “não me importo com direitos humanos, podem confiar em mim”.

    Semelhante as frases de Jair Bolsonaro, o presidente Filipino afirmou “Minha ordem é atirar para matar”, “não me importo com direitos humanos, podem confiar em mim”.


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  • 29/46   Mais um médico morre infectado por arenavírus na Bolívia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O chamado “paciente zero”, que contagiou a médica Cuéllar, é um agricultor de 61 anos que morreu no fim de maio em Caranavi

    O chamado “paciente zero”, que contagiou a médica Cuéllar, é um agricultor de 61 anos que morreu no fim de maio em Caranavi


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  • 30/46   Chanceler alemã diz passar bem após novos tremores
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A chanceler alemã, Angela Merkel, assegurou nesta quarta-feira que passa muito bem, pouco depois de sofrer novos tremores durante um ato oficial, a terceira ocorrência deste tipo em menos de um mês.

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  • 31/46   A 'fantasia' de uma nova jihad fulani atravessa a Nigéria
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Sentado, com os olhos fechados e as palmas das mãos voltadas para cima, Saido Bello medita aos pés de uma imponente tumba de mármore, coberta de veludo azul, em Sokoto, cidade antiga do norte da Nigéria, onde repousam os restos de Usman Dan Fodio, um dos grandes nomes do Islã africano.

    Sentado, com os olhos fechados e as palmas das mãos voltadas para cima, Saido Bello medita aos pés de uma imponente tumba de mármore, coberta de veludo azul, em Sokoto, cidade antiga do norte da Nigéria, onde repousam os restos de Usman Dan Fodio, um dos grandes nomes do Islã africano.


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  • 32/46   Merkel diz estar muito bem após sofrer novos tremores
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A chanceler alemã Angela Merkel sofreu novos tremores em um ato oficial. Este foi o terceiro mal estar dela em um mês, mas Merkel garantiu que está muito bem.

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  • 33/46   Havaí discriminaliza porte de maconha
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O estado americano do Havaí descriminalizou o porte de pequenas quantidades de cannabis nesta terça-feira, juntando-se a outras duas dezenas de estados que adotaram medidas semelhantes no país.

    O estado americano do Havaí descriminalizou o porte de pequenas quantidades de cannabis nesta terça-feira, juntando-se a outras duas dezenas de estados que adotaram medidas semelhantes no país.


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  • 34/46   Corte de apelações faz audiência-chave nos EUA sobre Obamacare
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Uma corte de apelações da Louisiana examina nesta terça-feira (9) a legalidade da lei do seguro de saúde aprovada durante a presidência de Barack Obama, um tema de grande importância para milhões de americanos, mas também para os pré-candidatos às eleições presidenciais de 2020, incluindo Donald Trump.

    Uma corte de apelações da Louisiana examina nesta terça-feira (9) a legalidade da lei do seguro de saúde aprovada durante a presidência de Barack Obama, um tema de grande importância para milhões de americanos, mas também para os pré-candidatos às eleições presidenciais de 2020, incluindo Donald Trump.


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  • 35/46   Sul-coreano deserta para a Coreia do Norte após décadas de estigmatização
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Um sul-coreano que realizou uma incomum deserção para a Coreia do Norte se viu em parte motivado pelo estigma e pelas dificuldades financeiras que atravessou depois que seus pais fizeram a mesma coisa décadas antes.

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  • 36/46   Ex-presidente argentino De la Rua internado em estado grave
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O ex-presidente argentino Fernando De la Rua (1999-2001) está hospitalizado em estado grave, informaram nesta segunda-feira fontes médicas citadas pela imprensa local.

    O ex-presidente argentino Fernando De la Rua (1999-2001) está hospitalizado em estado grave, informaram nesta segunda-feira fontes médicas citadas pela imprensa local.


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  • 37/46   Bolsonaro diz que indicará para vaga no STF ministro 'terrivelmente evangélico'
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após sinalizar a preferência por alguém religioso para compor, no futuro, o STF (Supremo Tribunal Federal), o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (10) que indicará a uma das vagas da corte um nome "terrivelmente evangélico". A declaração foi feita em eventos promovidos pela bancada evangélica na Câmara dos Deputados: em um culto religioso, no qual recebeu bênção do bispo licenciado da Universal Marcos Pereira (PRB-SP), e no plenário, quando participou de sessão solene em homenagem aos 42 anos da Igreja Universal do Reino de Deus. "O Estado é laico, mas somos cristãos e, entre as duas vagas que terei direito a indicar para o STF, um será terrivelmente evangélico", repetiu. A indicação de ministros do Supremo é uma atribuição do presidente da República que depois precisa ser aprovada pelo Senado. Até o final de seu mandato, Bolsonaro poderá indicar ao menos dois deles. O primeiro ministro do Supremo que deve deixar a corte é o decano Celso de Mello, que completa 75 anos --a idade de aposentadoria obrigatória-- em novembro de 2020. A segunda vaga no STF deve ficar disponível com a aposentadoria de Marco Aurélio Mello, em julho de 2021. Bolsonaro chegou a dizer neste ano que havia reservado uma das vagas a Sergio Moro, ex-juiz da Lava Jato que deixou a magistratura para se tornar ministro da Justiça do governo. Depois, negou haver qualquer acordo e disse apenas buscar alguém com o perfil dele. A declaração causou mal-estar na equipe de Moro, que até então era considerado o favorito para a vaga de 2020. O receio do grupo é de que, por conta do desgaste causado na imagem do ministro com o vazamento de mensagens privadas, Bolsonaro postergue sua indicação para 2021, dando o primeiro posto a um evangélico. Em diálogos revelados pelo site The Intercept Brasil, Moro, então juiz da Lava Jato troca informações e conselhos com procuradores. Segundo relatos feitos à reportagem, o presidente já manifestou incômodo com a possibilidade de um nome indicado por ele ser rechaçado pelo Senado, risco que passou a ser levado em conta para uma indicação de Moro. Caso Bolsonaro opte por segurar a escolha do ex-juiz, dois nomes são considerados favoritos para a vaga de Celso de Mello: o do ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), André Luiz Mendonça, e o do juiz federal Marcelo Bretas, que conduz a operação no Rio de Janeiro. Os dois são evangélicos. De acordo com assessores presidenciais, o primeiro leva vantagem, uma vez que há resistência dos ministros da corte à indicação de um magistrado de primeira instância. A escolha de um advogado-geral não é novidade na história recente do STF. Os ministros Gilmar Mendes e José Dias Toffoli comandaram a pasta durante as administrações de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), respectivamente. No início da noite, o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, disse que "terrivelmente evangélico" é apenas uma força de expressão e que, na verdade, o presidente se refere a um perfil que seja de "respeito" e "confiabilidade". "Quando cita um evangélico, ele gostaria de expressar pessoas que têm respeito, confiabilidade, conhecimento técnico e jurídico e que possam colaborar e somar à bela equipe do STF", disse. Ele ressaltou que Bolsonaro ainda não escolheu um nome para a vaga e afirmou que ele valoriza tanto a importância de um Estado laico que participará em outubro, em Salvador, das comemorações da canonização de Irmã Dulce. "O presidente não decidiu sobre quem poderá eventualmente substituir os ministros que estão por terminar seus mandatos. Então, não há decisão de momento, porque a vaga não está aberta", disse. Em seu discurso, Bolsonaro disse ainda que o "espírito cristão" deve estar presente nos três Poderes e elogiou a bancada evangélica, afirmando que, apesar de ela sofrer críticas, tem um "superávit enorme" junto à sociedade brasileira. "A força do Executivo e do Legislativo juntos é inimaginável, ainda mais tendo paz e Deus no coração", disse. "Com todas as críticas que porventura vocês [bancada evangélica] sofram, no final das contas, o saldo é muito positivo para todos os brasileiros, inclusive para aqueles que têm outras religiões", acrescentou. Ele reconheceu que seu governo pode cometer "equívocos e erros", mas que estará "sempre aberto" a ouvir a bancada evangélica em busca de soluções para problemas. No culto, no qual foi chamado de "o escolhido" e orou de olhos fechados, Bolsonaro aproveitou para pedir apoio aos projetos do governo e disse que está otimista com a votação da reforma da Previdência. "Aqui, entre nós, está o escolhido, Jair Messias Bolsonaro, um homem simples", disse o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil). "Hoje vivemos em um Brasil sem medo e hoje teremos uma grande vitória no plenário da Câmara dos Deputados para começar a transformar o Brasil", ressaltou. O ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, que também estava presente e é evangélico, foi chamado para conduzir parte da cerimônia religiosa. "O presidente disse que já era hora de um ministro evangélico ir ao Supremo. Deus sabe das coisas. O presidente colocou um evangélico na articulação política", disse. Em sua fala, ele disse que já estava escrito nas escrituras sagradas que ele ajudaria o presidente e que a luta da vida não é pela carne ou pelo sangue, mas pelo espírito. "Deus me deu a sabedoria de Salomão, a capacidade de articular e gerenciar de José do Egito e a força de um guerreiro que foi David", disse. Em maio, durante evento em Goiânia, Bolsonaro já havia cobrado a presença de um ministro evangélico no Supremo. "Será que não está na hora de termos um ministro do STF evangélico?", perguntou na ocasião o presidente, ao falar para um público da igreja Assembleia de Deus Ministério Madureira. Atualmente, o Supremo tem maioria católica (ao menos sete ministros), dois judeus e nenhum evangélico. Ao usar o termo "terrivelmente", o presidente repete mais uma vez uma fala da ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), que em seu discurso de posse, em janeiro deste ano, afirmou ser "terrivelmente cristã".

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após sinalizar a preferência por alguém religioso para compor, no futuro, o STF (Supremo Tribunal Federal), o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (10) que indicará a uma das vagas da corte um nome "terrivelmente evangélico". A declaração foi feita em eventos promovidos pela bancada evangélica na Câmara dos Deputados: em um culto religioso, no qual recebeu bênção do bispo licenciado da Universal Marcos Pereira (PRB-SP), e no plenário, quando participou de sessão solene em homenagem aos 42 anos da Igreja Universal do Reino de Deus. "O Estado é laico, mas somos cristãos e, entre as duas vagas que terei direito a indicar para o STF, um será terrivelmente evangélico", repetiu. A indicação de ministros do Supremo é uma atribuição do presidente da República que depois precisa ser aprovada pelo Senado. Até o final de seu mandato, Bolsonaro poderá indicar ao menos dois deles. O primeiro ministro do Supremo que deve deixar a corte é o decano Celso de Mello, que completa 75 anos --a idade de aposentadoria obrigatória-- em novembro de 2020. A segunda vaga no STF deve ficar disponível com a aposentadoria de Marco Aurélio Mello, em julho de 2021. Bolsonaro chegou a dizer neste ano que havia reservado uma das vagas a Sergio Moro, ex-juiz da Lava Jato que deixou a magistratura para se tornar ministro da Justiça do governo. Depois, negou haver qualquer acordo e disse apenas buscar alguém com o perfil dele. A declaração causou mal-estar na equipe de Moro, que até então era considerado o favorito para a vaga de 2020. O receio do grupo é de que, por conta do desgaste causado na imagem do ministro com o vazamento de mensagens privadas, Bolsonaro postergue sua indicação para 2021, dando o primeiro posto a um evangélico. Em diálogos revelados pelo site The Intercept Brasil, Moro, então juiz da Lava Jato troca informações e conselhos com procuradores. Segundo relatos feitos à reportagem, o presidente já manifestou incômodo com a possibilidade de um nome indicado por ele ser rechaçado pelo Senado, risco que passou a ser levado em conta para uma indicação de Moro. Caso Bolsonaro opte por segurar a escolha do ex-juiz, dois nomes são considerados favoritos para a vaga de Celso de Mello: o do ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), André Luiz Mendonça, e o do juiz federal Marcelo Bretas, que conduz a operação no Rio de Janeiro. Os dois são evangélicos. De acordo com assessores presidenciais, o primeiro leva vantagem, uma vez que há resistência dos ministros da corte à indicação de um magistrado de primeira instância. A escolha de um advogado-geral não é novidade na história recente do STF. Os ministros Gilmar Mendes e José Dias Toffoli comandaram a pasta durante as administrações de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), respectivamente. No início da noite, o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, disse que "terrivelmente evangélico" é apenas uma força de expressão e que, na verdade, o presidente se refere a um perfil que seja de "respeito" e "confiabilidade". "Quando cita um evangélico, ele gostaria de expressar pessoas que têm respeito, confiabilidade, conhecimento técnico e jurídico e que possam colaborar e somar à bela equipe do STF", disse. Ele ressaltou que Bolsonaro ainda não escolheu um nome para a vaga e afirmou que ele valoriza tanto a importância de um Estado laico que participará em outubro, em Salvador, das comemorações da canonização de Irmã Dulce. "O presidente não decidiu sobre quem poderá eventualmente substituir os ministros que estão por terminar seus mandatos. Então, não há decisão de momento, porque a vaga não está aberta", disse. Em seu discurso, Bolsonaro disse ainda que o "espírito cristão" deve estar presente nos três Poderes e elogiou a bancada evangélica, afirmando que, apesar de ela sofrer críticas, tem um "superávit enorme" junto à sociedade brasileira. "A força do Executivo e do Legislativo juntos é inimaginável, ainda mais tendo paz e Deus no coração", disse. "Com todas as críticas que porventura vocês [bancada evangélica] sofram, no final das contas, o saldo é muito positivo para todos os brasileiros, inclusive para aqueles que têm outras religiões", acrescentou. Ele reconheceu que seu governo pode cometer "equívocos e erros", mas que estará "sempre aberto" a ouvir a bancada evangélica em busca de soluções para problemas. No culto, no qual foi chamado de "o escolhido" e orou de olhos fechados, Bolsonaro aproveitou para pedir apoio aos projetos do governo e disse que está otimista com a votação da reforma da Previdência. "Aqui, entre nós, está o escolhido, Jair Messias Bolsonaro, um homem simples", disse o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil). "Hoje vivemos em um Brasil sem medo e hoje teremos uma grande vitória no plenário da Câmara dos Deputados para começar a transformar o Brasil", ressaltou. O ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, que também estava presente e é evangélico, foi chamado para conduzir parte da cerimônia religiosa. "O presidente disse que já era hora de um ministro evangélico ir ao Supremo. Deus sabe das coisas. O presidente colocou um evangélico na articulação política", disse. Em sua fala, ele disse que já estava escrito nas escrituras sagradas que ele ajudaria o presidente e que a luta da vida não é pela carne ou pelo sangue, mas pelo espírito. "Deus me deu a sabedoria de Salomão, a capacidade de articular e gerenciar de José do Egito e a força de um guerreiro que foi David", disse. Em maio, durante evento em Goiânia, Bolsonaro já havia cobrado a presença de um ministro evangélico no Supremo. "Será que não está na hora de termos um ministro do STF evangélico?", perguntou na ocasião o presidente, ao falar para um público da igreja Assembleia de Deus Ministério Madureira. Atualmente, o Supremo tem maioria católica (ao menos sete ministros), dois judeus e nenhum evangélico. Ao usar o termo "terrivelmente", o presidente repete mais uma vez uma fala da ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), que em seu discurso de posse, em janeiro deste ano, afirmou ser "terrivelmente cristã".


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  • 38/46   Bruno Covas ameaça sair do PSDB se Aécio Neves ficar no partido
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Depois de o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, ameaçar deixar o PSDB caso o deputado federal Aécio Neves (MG) não seja expulso, aliados do parlamentar mineiro dizem que a ala paulista da sigla tenta instalar o que chamam "tribunal de exceção". Os tucanos mais próximos a Aécio defendem que o partido respeite o "direito de defesa" do deputado no conselho de ética da sigla e pregam o que chamam de "enfrentamento e resistência" do mineiro. A coluna Mônica Bergamo revelou nesta quarta (10) que Covas passou a defender a expulsão de Aécio por causa das acusações de corrupção que pesam contra ele. O prefeito chegou a dizer que o PSDB terá que optar: "Ou eu ou ele". "Espero que o bom senso prevaleça e que todo e qualquer membro do partido que porventura venha a ser objeto de questionamento ético tenha respeitado seu direito de defesa no conselho de ética do partido", disse à reportagem o deputado Paulo Abi-Ackel, que preside o diretório estadual do PSDB em Minas Gerais. "A presunção de inocência é uma conquista do Estado democrático de Direito e no PSDB essa regra não será diferente", afirmou Abi-Ackel. Procurado, Aécio não quis comentar as declarações do correligionário nem o pedido de expulsão. Em maio, em sua convenção nacional, o PSDB aprovou um novo código de ética e disciplina, segundo o qual um integrante só pode ser expulso depois de encerrado todo o rito no conselho de ética. Após a declaração de Covas, aliados de Aécio procuraram o presidente nacional do partido, Bruno Araújo (PE). De acordo com os relatos feitos à reportagem, o dirigente tucano indicou que seguirá o regimento interno e estaria trabalhando para tentar conter a rebelião da ala paulista. Em nota divulgada no Twitter do PSDB, Araújo repetiu o que disse aos correligionários. "Eventuais representações contra quaisquer filiados do PSDB seguirão a tramitação prevista no código de ética recentemente aprovado por unanimidade em convenção partidária. Sempre obedecendo todas as garantias processuais, respeitando o devido contraditório, e ao princípio da ampla defesa", afirmou. Os integrantes do conselho de ética tucano foram eleitos em maio, mas, por questões burocráticas, o colegiado ainda não foi instalado. Ele será comandado pelo ex-vice-governador do Espírito Santo Cesar Colnago, que tem demonstrado disposição de seguir todos os passos do processo interno. Em São Paulo, a declaração de Covas deu gás a um movimento dos tucanos paulistas contra Aécio. "Ou ele ou nós. Não podemos abrir mão da bandeira da moralização sempre defendida pelo PSDB", disse à reportagem Geraldo Malta, coordenador do grupo evangélico do partido. Preocupados com a eleição para a prefeitura da capital paulista no ano que vem, aliados de Covas --que tentará a recondução ao cargo-- estão articulando atos contra o mineiro em São Paulo para reafirmar o discurso de que, se Aécio não sair, haverá uma debandada no partido. A afirmação de Covas foi feita na manhã desta quarta, quando o prefeito acompanhava o governador de São Paulo em exercício, Rodrigo Garcia (DEM), em uma entrega de trens da CPTM no Brás, no centro da capital. O governador João Doria (PSDB) está em viagem a Londres. No meio da cerimônia, os jornalistas questionaram Covas sobre o fato de o diretório do PSDB em Belo Horizonte defender a permanência de Aécio, em resposta ao fato de o PSDB municipal de São Paulo sugerir a expulsão dele. "Já [me] manifestei diversas vezes no sentido da expulsão do deputado Aécio Neves do partido", afirmou Covas. "Se o diretório do PSDB de Belo Horizonte quer a minha expulsão, essa é uma boa decisão, então, que fica agora para o PSDB nacional: ou eu ou Aécio Neves no partido." "É um ou outro?", perguntaram os jornalistas. "É um ou outro. É incompatível", respondeu. O diretório municipal do PSDB de São Paulo aprovou no último dia 4 uma moção pedindo a expulsão do deputado do partido. "Este diretório avalia que postura e o histórico de Aécio ferem os princípios do Código de Ética, além de denegrir a imagem do partido", diz nota divulgada pelo presidente municipal da sigla, Fernando Alfredo. Aécio, ex-senador e ex-governador de Minas, foi alvo de ao menos nove investigações oriundas das delações da Odebrecht, da JBS e do ex-senador Delcidio do Amaral (ex-PT). Na terça (9), João Doria, defendeu que Aécio deveria sair espontaneamente do partido para evitar a necessidade de expulsão. Em entrevista a O Estado de S. Paulo, afirmou que a permanência do mineiro na legenda tem gerado um "mal-estar" e disse que "o melhor seria uma saída espontânea". Para Doria, seria a forma mais "clara, transparente, equilibrada e serena" de conduzir o processo.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Depois de o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, ameaçar deixar o PSDB caso o deputado federal Aécio Neves (MG) não seja expulso, aliados do parlamentar mineiro dizem que a ala paulista da sigla tenta instalar o que chamam "tribunal de exceção". Os tucanos mais próximos a Aécio defendem que o partido respeite o "direito de defesa" do deputado no conselho de ética da sigla e pregam o que chamam de "enfrentamento e resistência" do mineiro. A coluna Mônica Bergamo revelou nesta quarta (10) que Covas passou a defender a expulsão de Aécio por causa das acusações de corrupção que pesam contra ele. O prefeito chegou a dizer que o PSDB terá que optar: "Ou eu ou ele". "Espero que o bom senso prevaleça e que todo e qualquer membro do partido que porventura venha a ser objeto de questionamento ético tenha respeitado seu direito de defesa no conselho de ética do partido", disse à reportagem o deputado Paulo Abi-Ackel, que preside o diretório estadual do PSDB em Minas Gerais. "A presunção de inocência é uma conquista do Estado democrático de Direito e no PSDB essa regra não será diferente", afirmou Abi-Ackel. Procurado, Aécio não quis comentar as declarações do correligionário nem o pedido de expulsão. Em maio, em sua convenção nacional, o PSDB aprovou um novo código de ética e disciplina, segundo o qual um integrante só pode ser expulso depois de encerrado todo o rito no conselho de ética. Após a declaração de Covas, aliados de Aécio procuraram o presidente nacional do partido, Bruno Araújo (PE). De acordo com os relatos feitos à reportagem, o dirigente tucano indicou que seguirá o regimento interno e estaria trabalhando para tentar conter a rebelião da ala paulista. Em nota divulgada no Twitter do PSDB, Araújo repetiu o que disse aos correligionários. "Eventuais representações contra quaisquer filiados do PSDB seguirão a tramitação prevista no código de ética recentemente aprovado por unanimidade em convenção partidária. Sempre obedecendo todas as garantias processuais, respeitando o devido contraditório, e ao princípio da ampla defesa", afirmou. Os integrantes do conselho de ética tucano foram eleitos em maio, mas, por questões burocráticas, o colegiado ainda não foi instalado. Ele será comandado pelo ex-vice-governador do Espírito Santo Cesar Colnago, que tem demonstrado disposição de seguir todos os passos do processo interno. Em São Paulo, a declaração de Covas deu gás a um movimento dos tucanos paulistas contra Aécio. "Ou ele ou nós. Não podemos abrir mão da bandeira da moralização sempre defendida pelo PSDB", disse à reportagem Geraldo Malta, coordenador do grupo evangélico do partido. Preocupados com a eleição para a prefeitura da capital paulista no ano que vem, aliados de Covas --que tentará a recondução ao cargo-- estão articulando atos contra o mineiro em São Paulo para reafirmar o discurso de que, se Aécio não sair, haverá uma debandada no partido. A afirmação de Covas foi feita na manhã desta quarta, quando o prefeito acompanhava o governador de São Paulo em exercício, Rodrigo Garcia (DEM), em uma entrega de trens da CPTM no Brás, no centro da capital. O governador João Doria (PSDB) está em viagem a Londres. No meio da cerimônia, os jornalistas questionaram Covas sobre o fato de o diretório do PSDB em Belo Horizonte defender a permanência de Aécio, em resposta ao fato de o PSDB municipal de São Paulo sugerir a expulsão dele. "Já [me] manifestei diversas vezes no sentido da expulsão do deputado Aécio Neves do partido", afirmou Covas. "Se o diretório do PSDB de Belo Horizonte quer a minha expulsão, essa é uma boa decisão, então, que fica agora para o PSDB nacional: ou eu ou Aécio Neves no partido." "É um ou outro?", perguntaram os jornalistas. "É um ou outro. É incompatível", respondeu. O diretório municipal do PSDB de São Paulo aprovou no último dia 4 uma moção pedindo a expulsão do deputado do partido. "Este diretório avalia que postura e o histórico de Aécio ferem os princípios do Código de Ética, além de denegrir a imagem do partido", diz nota divulgada pelo presidente municipal da sigla, Fernando Alfredo. Aécio, ex-senador e ex-governador de Minas, foi alvo de ao menos nove investigações oriundas das delações da Odebrecht, da JBS e do ex-senador Delcidio do Amaral (ex-PT). Na terça (9), João Doria, defendeu que Aécio deveria sair espontaneamente do partido para evitar a necessidade de expulsão. Em entrevista a O Estado de S. Paulo, afirmou que a permanência do mineiro na legenda tem gerado um "mal-estar" e disse que "o melhor seria uma saída espontânea". Para Doria, seria a forma mais "clara, transparente, equilibrada e serena" de conduzir o processo.


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  • 39/46   Demissão de embaixador respinga na disputa por cargo de primeiro-ministro no Reino Unido
    WORLD TOPIC NEWS

    PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) - A demissão do embaixador britânico nos EUA, nesta quarta (10), acirrou a crise detonada pelo vazamento de memorandos confidenciais do diplomata com críticas a Donald Trump e respingou na corrida pelo posto de primeiro-ministro do Reino Unido. Chefe da missão do país europeu em Washington desde 2015, Kim Darroch pôs o cargo à disposição depois de o jornal Mail on Sunday divulgar mensagens em que ele classifica a gestão do presidente republicano como disfuncional e inepta. Em um dos textos endereçados à chancelaria em Londres, o embaixador afirma: "Não pensamos de verdade que esta administração vá se tornar significativamente mais normal, [...] menos imprevisível, menos conflituosa internamente, menos atrapalhada em termos diplomáticos". O fato de Boris Johnson, favorito a suceder Theresa May na liderança do Partido Conservador (e, por extensão, no cargo de premiê), não ter garantido a permanência de Darroch no posto contribuiu para a decisão do diplomata, noticiou a imprensa inglesa. Em debate televisivo realizado na terça (9), o ex-ministro das Relações Exteriores teve ao menos cinco oportunidades de expressar seu apoio ao servidor britânico, mas se recusou a fazê-lo. Enquanto isso, seu adversário e atual titular da chancelaria, Jeremy Hunt, disse que, se virasse premiê, manteria Darroch em Washington até a aposentadoria deste, prevista para o fim de 2019. Johnson aparece com ampla vantagem nas sondagens com o eleitorado conservador. O resultado será conhecido no próximo dia 23. Analistas afirmam que o ex-prefeito de Londres sacrificou um servidor pelo qual não tinha especial afeição (Darroch é um entusiasta da União Europeia, da qual Johnson quer subtrair o Reino Unido a todo custo) em nome da relação com o presidente Trump, que já o elogiou publicamente várias vezes. Segundo esse raciocínio, o conservador teria deliberadamente buscado evitar uma promessa ou gesto que pudesse melindrar o republicano, com quem pretende fechar um acordo de livre-comércio que ajude a amortecer o brexit, a saída britânica do bloco europeu --isso se o "divórcio", já adiado duas vezes, de fato se concretizar. Na segunda (8), Trump escreveu em uma rede social que os EUA não tratariam mais com Darroch e aproveitou para alfinetar May, dizendo que o governo dela havia conduzido o processo de desligamento da UE de forma atabalhoada. No dia seguinte, o presidente dos EUA dobrou a aposta. Chamou o diplomata de maluco e estúpido, além de voltar a criticar a suposta insensatez da primeira-ministra e seus esforços malsucedidos para obter do Parlamento britânico a aprovação do acordo fechado com a Europa ("um desastre"). Acuado entre um anfitrião mercurial (Trump) e um futuro "patrão" indiferente (possivelmente, Johnson), o embaixador viu que não teria mais condições de atuar como interlocutor.  "Quero dar fim à especulação", escreveu, em sua carta de renúncia. "A situação atual me impede de desempenhar meu papel como eu gostaria. Acho que, nessas circunstâncias, o caminho responsável é deixar que um novo embaixador seja nomeado." A atitude omissa de Johnson durante o debate de terça foi duramente criticada no Reino Unido, mesmo por correligionários dele. "Para alguém que quer liderar ou mesmo unir o país, foi uma negligência deplorável", afirmou o vice-chanceler Alan Duncan. "Ele queimou um diplomata fantástico em prol de interesses pessoais." O deputado conservador Patrick McLoughlin fez coro. "Não é edificante ver alguém que deseja ser premiê se esquivar de defender um servidor empenhado, que nada fez de errado, diante do ataque de um governo estrangeiro. Liderança envolve proteger os seus." O episódio causou celeuma no meio diplomático britânico porque a inclusão de críticas a certos líderes ou políticas nas comunicações internas é comum. Teme-se que outros memorandos com apontamentos sensíveis também sejam vazados. "É importante que nossos embaixadores sejam capazes de escrever francamente aos políticos. Se eles tiverem de se preocupar como isso vai ficar nos jornais, isso representará uma mudança fundamental em como nosso sistema diplomático opera", afirmou Liam Fox, secretário do Comércio britânico. "Estou extremamente embravecido que um bom homem tenha sido derrubado por um vazamento terrível de documentos altamente confidenciais e por um presidente que é tão vingativo e rancoroso como Kim Darroch disse que ele era em suas comunicações altamente confidenciais", disse Christopher Meyer, ex-embaixador britânico em Washington. O desfecho do caso deixou a cúpula do governo muito contrariada. Na terça, May havia dito a Darroch que ele ainda tinha o respaldo de Londres. Segundo o jornal The Guardian, a primeira-ministra avaliava na noite de quarta a possibilidade de nomear um substituto para ele, mesmo estando a dias de deixar o poder. Tudo para evitar que Johnson indique um nome de perfil mais radical (à sua imagem e à de Trump) para o posto. "Bons governos dependem de funcionários públicos poderem dar conselhos francos e completos", disse May, sublinhando a importância "de defendermos nossos valores e princípios, particularmente quando eles estão sob pressão". Após a última eleição americana, em 2016, Trump escreveu que Nigel Farage, fervorosamente pró-brexit, seria um ótimo titular para a embaixada em Washington. Não raro ridicularizado por mídia e establishment político britânicos por causa de seu ultranacionalismo, ele viu seu cacife aumentar em maio ao vencer o braço das eleições europeias no Reino Unido com seu Partido do Brexit. Se Johnson virar mesmo premiê e tiver de convocar eleições gerais nos próximos meses, pode precisar do apoio dessa legenda para formar um governo. A sugestão insólita de Trump, assim, pode acabar se tornando uma profecia autorrealizável.

    PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) - A demissão do embaixador britânico nos EUA, nesta quarta (10), acirrou a crise detonada pelo vazamento de memorandos confidenciais do diplomata com críticas a Donald Trump e respingou na corrida pelo posto de primeiro-ministro do Reino Unido. Chefe da missão do país europeu em Washington desde 2015, Kim Darroch pôs o cargo à disposição depois de o jornal Mail on Sunday divulgar mensagens em que ele classifica a gestão do presidente republicano como disfuncional e inepta. Em um dos textos endereçados à chancelaria em Londres, o embaixador afirma: "Não pensamos de verdade que esta administração vá se tornar significativamente mais normal, [...] menos imprevisível, menos conflituosa internamente, menos atrapalhada em termos diplomáticos". O fato de Boris Johnson, favorito a suceder Theresa May na liderança do Partido Conservador (e, por extensão, no cargo de premiê), não ter garantido a permanência de Darroch no posto contribuiu para a decisão do diplomata, noticiou a imprensa inglesa. Em debate televisivo realizado na terça (9), o ex-ministro das Relações Exteriores teve ao menos cinco oportunidades de expressar seu apoio ao servidor britânico, mas se recusou a fazê-lo. Enquanto isso, seu adversário e atual titular da chancelaria, Jeremy Hunt, disse que, se virasse premiê, manteria Darroch em Washington até a aposentadoria deste, prevista para o fim de 2019. Johnson aparece com ampla vantagem nas sondagens com o eleitorado conservador. O resultado será conhecido no próximo dia 23. Analistas afirmam que o ex-prefeito de Londres sacrificou um servidor pelo qual não tinha especial afeição (Darroch é um entusiasta da União Europeia, da qual Johnson quer subtrair o Reino Unido a todo custo) em nome da relação com o presidente Trump, que já o elogiou publicamente várias vezes. Segundo esse raciocínio, o conservador teria deliberadamente buscado evitar uma promessa ou gesto que pudesse melindrar o republicano, com quem pretende fechar um acordo de livre-comércio que ajude a amortecer o brexit, a saída britânica do bloco europeu --isso se o "divórcio", já adiado duas vezes, de fato se concretizar. Na segunda (8), Trump escreveu em uma rede social que os EUA não tratariam mais com Darroch e aproveitou para alfinetar May, dizendo que o governo dela havia conduzido o processo de desligamento da UE de forma atabalhoada. No dia seguinte, o presidente dos EUA dobrou a aposta. Chamou o diplomata de maluco e estúpido, além de voltar a criticar a suposta insensatez da primeira-ministra e seus esforços malsucedidos para obter do Parlamento britânico a aprovação do acordo fechado com a Europa ("um desastre"). Acuado entre um anfitrião mercurial (Trump) e um futuro "patrão" indiferente (possivelmente, Johnson), o embaixador viu que não teria mais condições de atuar como interlocutor.  "Quero dar fim à especulação", escreveu, em sua carta de renúncia. "A situação atual me impede de desempenhar meu papel como eu gostaria. Acho que, nessas circunstâncias, o caminho responsável é deixar que um novo embaixador seja nomeado." A atitude omissa de Johnson durante o debate de terça foi duramente criticada no Reino Unido, mesmo por correligionários dele. "Para alguém que quer liderar ou mesmo unir o país, foi uma negligência deplorável", afirmou o vice-chanceler Alan Duncan. "Ele queimou um diplomata fantástico em prol de interesses pessoais." O deputado conservador Patrick McLoughlin fez coro. "Não é edificante ver alguém que deseja ser premiê se esquivar de defender um servidor empenhado, que nada fez de errado, diante do ataque de um governo estrangeiro. Liderança envolve proteger os seus." O episódio causou celeuma no meio diplomático britânico porque a inclusão de críticas a certos líderes ou políticas nas comunicações internas é comum. Teme-se que outros memorandos com apontamentos sensíveis também sejam vazados. "É importante que nossos embaixadores sejam capazes de escrever francamente aos políticos. Se eles tiverem de se preocupar como isso vai ficar nos jornais, isso representará uma mudança fundamental em como nosso sistema diplomático opera", afirmou Liam Fox, secretário do Comércio britânico. "Estou extremamente embravecido que um bom homem tenha sido derrubado por um vazamento terrível de documentos altamente confidenciais e por um presidente que é tão vingativo e rancoroso como Kim Darroch disse que ele era em suas comunicações altamente confidenciais", disse Christopher Meyer, ex-embaixador britânico em Washington. O desfecho do caso deixou a cúpula do governo muito contrariada. Na terça, May havia dito a Darroch que ele ainda tinha o respaldo de Londres. Segundo o jornal The Guardian, a primeira-ministra avaliava na noite de quarta a possibilidade de nomear um substituto para ele, mesmo estando a dias de deixar o poder. Tudo para evitar que Johnson indique um nome de perfil mais radical (à sua imagem e à de Trump) para o posto. "Bons governos dependem de funcionários públicos poderem dar conselhos francos e completos", disse May, sublinhando a importância "de defendermos nossos valores e princípios, particularmente quando eles estão sob pressão". Após a última eleição americana, em 2016, Trump escreveu que Nigel Farage, fervorosamente pró-brexit, seria um ótimo titular para a embaixada em Washington. Não raro ridicularizado por mídia e establishment político britânicos por causa de seu ultranacionalismo, ele viu seu cacife aumentar em maio ao vencer o braço das eleições europeias no Reino Unido com seu Partido do Brexit. Se Johnson virar mesmo premiê e tiver de convocar eleições gerais nos próximos meses, pode precisar do apoio dessa legenda para formar um governo. A sugestão insólita de Trump, assim, pode acabar se tornando uma profecia autorrealizável.


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  • 40/46   Sociólogo Francisco de Oliveira morre aos 85
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em 1992, o crítico literário Roberto Schwarz escreveu um texto em homenagem ao sociólogo e economista Francisco de Oliveira, que se tornava professor titular da USP àquela altura. "O marxismo aguça o senso de realidade de alguns e embota o de outros. Chico evidentemente pertence com muito brilho ao primeiro grupo", disse Schwarz sobre o amigo. E arrematou: "Chico é um mestre da dialética". O meio acadêmico brasileiro acaba de perder o seu "mestre da dialética". O pernambucano Francisco Maria Cavalcanti de Oliveira, mais conhecido como Chico de Oliveira, morreu aos 85 anos na madrugada desta quarta-feira (10). A informação foi confirmada pela USP, que também afirma que os familiares não divulgaram a causa da morte. O velório acontecerá no salão nobre do prédio administrativo da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da universidade, na rua do Lago, 717, das 17h às 22h. Um dos mais influentes nomes das ciências sociais no Brasil a partir da década de 1960, Oliveira lançou ensaios que se tornaram referências, como "Crítica da Razão Dualista" (1972), "Elegia para uma Re(li)gião" (1977) e "O Ornitorrinco" (2003). Teve presença notável em instituições como a USP e o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). Ajudou a fundar o PT em 1980, mas decepcionou-se profundamente com o partido quando Lula chegou à Presidência. Também esteve no núcleo de criação do PSOL em 2004, porém, logo se desencantou com a sigla. Nascido no Recife em 1933, graduou-se em ciências sociais em 1956 na antiga Faculdade de Filosofia da Universidade do Recife, atual Universidade Federal de Pernambuco. Nesse período, foi um dos fundadores do Movimento Estudantil Socialista de Pernambuco. Sem oportunidades na área em que havia se formado, passou a atuar como economista. Trabalhou na Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste), sob a orientação de Celso Furtado, que o influenciou decisivamente nesta época. O golpe militar em 1964 levou Oliveira à prisão no Recife, onde permaneceu por quase dois meses. Depois de ser solto, deixou o país e viveu três anos entre Guatemala e México. Em 1970, dois anos depois de voltar ao Brasil, Oliveira foi convidado a integrar o Cebrap, em São Paulo. O centro de pesquisas havia sido criado em 1969 por um grupo de professores afastados das universidades pela ditadura, como Fernando Henrique Cardoso, Elza Berquó e Paul Singer. Foi nesse período que ele se aproximou da corrente marxista das ciências sociais, como contam Fabio Mascaro Querido e Ruy Braga na apresentação do livro "Brasil: Uma Biografia Não Autorizada", lançado por Oliveira em 2018. Como a ditadura militar mantinha a vigilância, ele voltou a ser preso em 1974, quando participava de um grupo de estudos de "O Capital". Levado ao Dops, onde permaneceu por dois meses, foi torturado no pau de arara. Não houve sequelas, no entanto, o que lhe permitiu manter as atividades no Cebrap, ao qual esteve ligado até 1995. Foi ainda professor de economia na PUC-SP até se transferir para a sociologia da USP em 1988. Tornou-se titular em 1992 e emérito em 2008. O ano de 2003 é determinante para a compreensão da trajetória intelectual e política de Oliveira. Foi nesse período em que publicou um de seus textos fundamentais, o ensaio "O Ornitorrinco". Grosso modo, o bicho --meio réptil, meio mamífero-- é como a sociedade brasileira, não mais subdesenvolvida, embora sem condições para um arranjo capitalista moderno, menos desigual. É também nesse ensaio que ele chama a atenção para uma "nova classe social", formada pela elite sindical que comanda os fundos de pensão. O livro que reuniu os ensaios "Crítica à Razão Dualista" e "O Ornitorrinco" ganhou o prêmio Jabuti na categoria ciências humanas. Além disso, em 2003, meses depois de Lula assumir a Presidência, o sociólogo se afastou do PT e tornou-se cada vez mais crítico das medidas tomadas pelo partido que havia fundado. "Lula não tem objetivos porque não tem inimigos de classe", escreveu em ensaio publicado na revista piauí em 2007. Com iniciativas como o Bolsa Família ("um desastre"), o líder petista "despolitiza a questão da pobreza". Em 2010, à Folha de S.Paulo, voltou a criticar o presidente do PT: "O ciclo neoliberal é Fernando Henrique Cardoso e Lula. Coloco ambos juntos. Só que Lula está levando o Brasil para um capitalismo que não tem volta. Todo mundo acha que ele é estatizante, mas é o contrário". Os últimos anos foram marcados por um acentuado ceticismo em relação à política e à economia do país. No livro "Brasil: Uma Biografia Não Autorizada", o mais longo ensaio tinha como título "O Adeus do Futuro ao País do Futuro".

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em 1992, o crítico literário Roberto Schwarz escreveu um texto em homenagem ao sociólogo e economista Francisco de Oliveira, que se tornava professor titular da USP àquela altura. "O marxismo aguça o senso de realidade de alguns e embota o de outros. Chico evidentemente pertence com muito brilho ao primeiro grupo", disse Schwarz sobre o amigo. E arrematou: "Chico é um mestre da dialética". O meio acadêmico brasileiro acaba de perder o seu "mestre da dialética". O pernambucano Francisco Maria Cavalcanti de Oliveira, mais conhecido como Chico de Oliveira, morreu aos 85 anos na madrugada desta quarta-feira (10). A informação foi confirmada pela USP, que também afirma que os familiares não divulgaram a causa da morte. O velório acontecerá no salão nobre do prédio administrativo da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da universidade, na rua do Lago, 717, das 17h às 22h. Um dos mais influentes nomes das ciências sociais no Brasil a partir da década de 1960, Oliveira lançou ensaios que se tornaram referências, como "Crítica da Razão Dualista" (1972), "Elegia para uma Re(li)gião" (1977) e "O Ornitorrinco" (2003). Teve presença notável em instituições como a USP e o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). Ajudou a fundar o PT em 1980, mas decepcionou-se profundamente com o partido quando Lula chegou à Presidência. Também esteve no núcleo de criação do PSOL em 2004, porém, logo se desencantou com a sigla. Nascido no Recife em 1933, graduou-se em ciências sociais em 1956 na antiga Faculdade de Filosofia da Universidade do Recife, atual Universidade Federal de Pernambuco. Nesse período, foi um dos fundadores do Movimento Estudantil Socialista de Pernambuco. Sem oportunidades na área em que havia se formado, passou a atuar como economista. Trabalhou na Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste), sob a orientação de Celso Furtado, que o influenciou decisivamente nesta época. O golpe militar em 1964 levou Oliveira à prisão no Recife, onde permaneceu por quase dois meses. Depois de ser solto, deixou o país e viveu três anos entre Guatemala e México. Em 1970, dois anos depois de voltar ao Brasil, Oliveira foi convidado a integrar o Cebrap, em São Paulo. O centro de pesquisas havia sido criado em 1969 por um grupo de professores afastados das universidades pela ditadura, como Fernando Henrique Cardoso, Elza Berquó e Paul Singer. Foi nesse período que ele se aproximou da corrente marxista das ciências sociais, como contam Fabio Mascaro Querido e Ruy Braga na apresentação do livro "Brasil: Uma Biografia Não Autorizada", lançado por Oliveira em 2018. Como a ditadura militar mantinha a vigilância, ele voltou a ser preso em 1974, quando participava de um grupo de estudos de "O Capital". Levado ao Dops, onde permaneceu por dois meses, foi torturado no pau de arara. Não houve sequelas, no entanto, o que lhe permitiu manter as atividades no Cebrap, ao qual esteve ligado até 1995. Foi ainda professor de economia na PUC-SP até se transferir para a sociologia da USP em 1988. Tornou-se titular em 1992 e emérito em 2008. O ano de 2003 é determinante para a compreensão da trajetória intelectual e política de Oliveira. Foi nesse período em que publicou um de seus textos fundamentais, o ensaio "O Ornitorrinco". Grosso modo, o bicho --meio réptil, meio mamífero-- é como a sociedade brasileira, não mais subdesenvolvida, embora sem condições para um arranjo capitalista moderno, menos desigual. É também nesse ensaio que ele chama a atenção para uma "nova classe social", formada pela elite sindical que comanda os fundos de pensão. O livro que reuniu os ensaios "Crítica à Razão Dualista" e "O Ornitorrinco" ganhou o prêmio Jabuti na categoria ciências humanas. Além disso, em 2003, meses depois de Lula assumir a Presidência, o sociólogo se afastou do PT e tornou-se cada vez mais crítico das medidas tomadas pelo partido que havia fundado. "Lula não tem objetivos porque não tem inimigos de classe", escreveu em ensaio publicado na revista piauí em 2007. Com iniciativas como o Bolsa Família ("um desastre"), o líder petista "despolitiza a questão da pobreza". Em 2010, à Folha de S.Paulo, voltou a criticar o presidente do PT: "O ciclo neoliberal é Fernando Henrique Cardoso e Lula. Coloco ambos juntos. Só que Lula está levando o Brasil para um capitalismo que não tem volta. Todo mundo acha que ele é estatizante, mas é o contrário". Os últimos anos foram marcados por um acentuado ceticismo em relação à política e à economia do país. No livro "Brasil: Uma Biografia Não Autorizada", o mais longo ensaio tinha como título "O Adeus do Futuro ao País do Futuro".


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  • 41/46   Imprensa alemã muda tom e passa a cobrar esclarecimentos de Merkel sobre tremores
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Se antes a imprensa alemã colocava panos quentes e evitava especulações sobre a saúde de Angela Merkel, o novo episódio de tremor da chanceler nesta quarta-feira (10) fez com que o tom mudasse radicalmente em jornais do mais amplo espectro. Merkel completa 65 anos semana que vem. Em entrevista coletiva após o incidente, em Berlim, Merkel deu a entender -mas não afirmou- que está tratando do problema. "Estou resolvendo o que aconteceu. Esse processo claramente não está finalizado, mas há progresso e eu terei de viver com isso por um tempo, mas eu estou muito bem e vocês não precisam se preocupar comigo", disse.  O fato de não revelar que problema a afligiria nem que tipo de tratamento estaria buscando fez com que não apenas as especulações mas também a pressão por mais transparência crescessem. "A chanceler sabe que tem de dizer mais. Mais do que ela está bem e ninguém precisa se preocupar com sua saúde", afirmou o Der Tagesspiegel, principal diário da capital. "Não é o clima desta vez", afirmou o Süddeustesche Zeitung, em referência à explicação dada pela chanceler sobre o primeiro episódio de tremor: a de que estava muito quente e que ela havia tido uma desidratação. "Saúde é assunto privado de um chefe de governo, mas apenas até certo ponto", escreveu o jornal, listando em seguida uma pletora de possibilidades do que um tremor poderia significar: mal de Parkinson, esclerose múltipla, fadiga, estresse, ansiedade, problemas neurológicos e até o uso de determinados medicamentos. Galeria Angela Merkel ao longo dos anos Líder conservadora governa a Alemanha desde 2005 O tabloide Bild, que até agora vinha mantendo o comedimento, estampou um "até quando, senhora chanceler?" no alto de sua edição online. Fugindo do tom de cobranças, o Berliner Zeitung aceitou a explicação da chanceler de que os tremores número dois e três ocorreram em decorrência do ataque número um, como um efeito psicológico. "Portanto, nenhuma doença grave." O jornal argumenta que não se trata de uma questão política e que não há razão para duvidar da garantia de Merkel de que está bem. "Isso é o que importa. Os políticos não são máquinas, têm peculiaridades, fraquezas e doenças como todos os seres humanos."

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Se antes a imprensa alemã colocava panos quentes e evitava especulações sobre a saúde de Angela Merkel, o novo episódio de tremor da chanceler nesta quarta-feira (10) fez com que o tom mudasse radicalmente em jornais do mais amplo espectro. Merkel completa 65 anos semana que vem. Em entrevista coletiva após o incidente, em Berlim, Merkel deu a entender -mas não afirmou- que está tratando do problema. "Estou resolvendo o que aconteceu. Esse processo claramente não está finalizado, mas há progresso e eu terei de viver com isso por um tempo, mas eu estou muito bem e vocês não precisam se preocupar comigo", disse.  O fato de não revelar que problema a afligiria nem que tipo de tratamento estaria buscando fez com que não apenas as especulações mas também a pressão por mais transparência crescessem. "A chanceler sabe que tem de dizer mais. Mais do que ela está bem e ninguém precisa se preocupar com sua saúde", afirmou o Der Tagesspiegel, principal diário da capital. "Não é o clima desta vez", afirmou o Süddeustesche Zeitung, em referência à explicação dada pela chanceler sobre o primeiro episódio de tremor: a de que estava muito quente e que ela havia tido uma desidratação. "Saúde é assunto privado de um chefe de governo, mas apenas até certo ponto", escreveu o jornal, listando em seguida uma pletora de possibilidades do que um tremor poderia significar: mal de Parkinson, esclerose múltipla, fadiga, estresse, ansiedade, problemas neurológicos e até o uso de determinados medicamentos. Galeria Angela Merkel ao longo dos anos Líder conservadora governa a Alemanha desde 2005 O tabloide Bild, que até agora vinha mantendo o comedimento, estampou um "até quando, senhora chanceler?" no alto de sua edição online. Fugindo do tom de cobranças, o Berliner Zeitung aceitou a explicação da chanceler de que os tremores número dois e três ocorreram em decorrência do ataque número um, como um efeito psicológico. "Portanto, nenhuma doença grave." O jornal argumenta que não se trata de uma questão política e que não há razão para duvidar da garantia de Merkel de que está bem. "Isso é o que importa. Os políticos não são máquinas, têm peculiaridades, fraquezas e doenças como todos os seres humanos."


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  • 42/46   Von der Leyen busca apoio do Parlamento Europeu para chegar ao topo da UE
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    A conservadora alemã Ursula von der Leyen, que os dirigentes indicaram como a futura titular da Comissão Europeia, se esforçou nesta quarta-feira (10) para angariar o apoio das forças pró-europeias do Parlamento Europeu, às quais não consegue convencer.

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  • 43/46   Lula, a injustiça e a violência ilegítima do Estado
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    Professora da PUC-RJ afirma que houve conluio entre juiz, procuradores e pelos delegados no caso do processo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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  • 44/46   Bolsonaro gerou desconfiança desde o início, diz Maia sobre pagamento de emendas para a Previdência
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em meio à cobrança de parlamentares para que o governo cumpra a promessa de pagar emendas orçamentários para a votação da reforma da Previdência, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou no início da noite deste terça-feira (9) que a "relação do Legislativo com o Executivo é sempre de desconfiança". "Até porque esse governo, no início, gerou uma desconfiança na relação", disse após ser questionado se o lote extra oferecido pelo Palácio do Planalto aos deputados.   Em seguida, Maia disse, no entanto, acreditar que uma relação "mais harmônica entre os Poderes" está sendo construída. "Acho que isso vai caminhar para o leito normal do rio e a gente vai construir daqui para frente uma relação mais harmônica entre os Poderes. Apesar de o governo ter acelerado a liberação de emendas orçamentárias e oferecido um lote extra aos parlamentares, partidos ampliaram nesta terça-feira (9) a lista de exigências, atrasando o início da votação da reforma da Previdência no plenário da Câmara. As siglas pressionam por um volume maior de empenho de emendas e também manifestam desconfiança de que o governo, passada a votação, vá descumprir a sua palavra. É normal, por exemplo, empenhos ficarem anos na gaveta e serem cancelados sem execução. Com isso, a análise do texto, que é a prioridade legislativa de Jair Bolsonaro, corre o risco de não acontecer nesta terça--parte das siglas do centrão, inclusive, defendem que ela não ocorra nesta semana. Apesar de na campanha ter adotado o discurso de que colocaria fim ao toma lá dá cá na relação com o Congresso, o governo ofereceu a cada parlamentar fiel um lote extra de R$ 20 milhões de emendas (em um total de mais de R$ 3 bilhões), que é o direcionamento de verbas do Orçamento para o reduto eleitoral dos parlamentares.  Além disso, acelerou o empenho -que é o registro oficial de que pretende executar aquele gasto- das emendas ordinárias, conforme mostrou a Folha de S.Paulo nesta terça: liberou quase R$ 1 bilhão na véspera da votação. Tudo isso não foi suficiente para obter até o momento o apoio mínimo de 60% dos deputados (308 dos 513 votos). Nesta terça, líderes do centrão se reuniram com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em sua casa, local em que as principais negociações estavam sendo feitas. Há um racha nesse grupo: parte defende início imediato da votação e parte quer adiar. Partidos pressionam por um volume maior de empenho de emendas e também manifestam desconfiança de que o governo, passada a votação, vá descumprir a sua palavra. É normal, por exemplo, empenhos ficarem anos na gaveta e serem cancelados sem execução. Maia, que se tornou o principal fiador da reforma, tenta contornar as insatisfações. Entre outros pontos, discute com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), compromisso de ele segurar a votação da reforma no Senado até que o governo cumpra a promessa de liberar, de fato, o dinheiro das emendas ordinárias e extras.  "Alguns [partidos] querem iniciar a votação hoje. Outros querem iniciar a votação amanhã. Então é isso que nós estamos construindo. Então vamos aguardar dar um quórum bom; um volume bom de parlamentares, para a gente vencer a obstrução e colocar em votação. Eu gostaria de colocar em votação ainda hoje nem que fosse de madrugada", disse a líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP). Pela manhã ela havia previsto votação em segundo turno até a quinta-feira. A oposição acusava o governo de tentar comprar votos com promessas vazias. Segundo o líder do PT, Paulo Pimenta (RS), o governo publicou no Diário Oficial da União liberação de R$ 93 milhões para uma emenda da saúde feita pela Comissão de Seguridade Social da Câmara. O problema é que o Congresso só havia aprovado R$ 2 milhões para essa emenda. "O governo está comprando votos com cheque sem fundo. Esse governo usa fake até para comprar votos dos seus aliados", afirmou o petista.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em meio à cobrança de parlamentares para que o governo cumpra a promessa de pagar emendas orçamentários para a votação da reforma da Previdência, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou no início da noite deste terça-feira (9) que a "relação do Legislativo com o Executivo é sempre de desconfiança". "Até porque esse governo, no início, gerou uma desconfiança na relação", disse após ser questionado se o lote extra oferecido pelo Palácio do Planalto aos deputados.   Em seguida, Maia disse, no entanto, acreditar que uma relação "mais harmônica entre os Poderes" está sendo construída. "Acho que isso vai caminhar para o leito normal do rio e a gente vai construir daqui para frente uma relação mais harmônica entre os Poderes. Apesar de o governo ter acelerado a liberação de emendas orçamentárias e oferecido um lote extra aos parlamentares, partidos ampliaram nesta terça-feira (9) a lista de exigências, atrasando o início da votação da reforma da Previdência no plenário da Câmara. As siglas pressionam por um volume maior de empenho de emendas e também manifestam desconfiança de que o governo, passada a votação, vá descumprir a sua palavra. É normal, por exemplo, empenhos ficarem anos na gaveta e serem cancelados sem execução. Com isso, a análise do texto, que é a prioridade legislativa de Jair Bolsonaro, corre o risco de não acontecer nesta terça--parte das siglas do centrão, inclusive, defendem que ela não ocorra nesta semana. Apesar de na campanha ter adotado o discurso de que colocaria fim ao toma lá dá cá na relação com o Congresso, o governo ofereceu a cada parlamentar fiel um lote extra de R$ 20 milhões de emendas (em um total de mais de R$ 3 bilhões), que é o direcionamento de verbas do Orçamento para o reduto eleitoral dos parlamentares.  Além disso, acelerou o empenho -que é o registro oficial de que pretende executar aquele gasto- das emendas ordinárias, conforme mostrou a Folha de S.Paulo nesta terça: liberou quase R$ 1 bilhão na véspera da votação. Tudo isso não foi suficiente para obter até o momento o apoio mínimo de 60% dos deputados (308 dos 513 votos). Nesta terça, líderes do centrão se reuniram com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em sua casa, local em que as principais negociações estavam sendo feitas. Há um racha nesse grupo: parte defende início imediato da votação e parte quer adiar. Partidos pressionam por um volume maior de empenho de emendas e também manifestam desconfiança de que o governo, passada a votação, vá descumprir a sua palavra. É normal, por exemplo, empenhos ficarem anos na gaveta e serem cancelados sem execução. Maia, que se tornou o principal fiador da reforma, tenta contornar as insatisfações. Entre outros pontos, discute com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), compromisso de ele segurar a votação da reforma no Senado até que o governo cumpra a promessa de liberar, de fato, o dinheiro das emendas ordinárias e extras.  "Alguns [partidos] querem iniciar a votação hoje. Outros querem iniciar a votação amanhã. Então é isso que nós estamos construindo. Então vamos aguardar dar um quórum bom; um volume bom de parlamentares, para a gente vencer a obstrução e colocar em votação. Eu gostaria de colocar em votação ainda hoje nem que fosse de madrugada", disse a líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP). Pela manhã ela havia previsto votação em segundo turno até a quinta-feira. A oposição acusava o governo de tentar comprar votos com promessas vazias. Segundo o líder do PT, Paulo Pimenta (RS), o governo publicou no Diário Oficial da União liberação de R$ 93 milhões para uma emenda da saúde feita pela Comissão de Seguridade Social da Câmara. O problema é que o Congresso só havia aprovado R$ 2 milhões para essa emenda. "O governo está comprando votos com cheque sem fundo. Esse governo usa fake até para comprar votos dos seus aliados", afirmou o petista.


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  • 45/46   Síria anuncia 'grande avanço' para formação de comitê para pós-guerra
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    O governo sírio anunciou, nesta quarta-feira (10), pela primeira vez, um "grande avanço" para a formação de um comitê que vai elaborar uma Constituição para o pós-guerra no país.

    O governo sírio anunciou, nesta quarta-feira (10), pela primeira vez, um "grande avanço" para a formação de um comitê que vai elaborar uma Constituição para o pós-guerra no país.


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  • 46/46   Desfile da seleção feminina dos EUA vira grande ato político em NY
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    NOVA YORK, EUA (FOLHAPRESS) - Foram nove horas sem internet. Desconectadas durante o voo que as levou da França até os Estados Unidos na segunda-feira (8), as 23 jogadoras da seleção americana de futebol feminino estavam eufóricas quando pousaram em Nova York. Comemoravam o tetracampeonato da Copa do Mundo conquistado no domingo (7) contra a Holanda com centenas de mensagens que pulavam na tela de seus celulares. Chamavam a atenção convites para ir a Washington vindos de políticos de oposição a Donald Trump, como a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, o líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, e a estrela do partido democrata, a deputada Alexandria Ocasio-Cortez. Nesta quarta-feira (10), quando subiram em carro aberto para a festa em Nova York, as mulheres de um dos times mais ativistas que os EUA já viram sabiam que tinham transformado a tradicional parada de papel picado da cidade em um ato político. Desde as primeiras horas da manhã, milhares de pessoas se espalhavam pelo centro financeiro de Manhattan à espera da seleção. Carregavam faixas em que pediam igualdade salarial entre homens e mulheres no futebol --principal bandeira do time-- e brincavam com o nome da atacante Megan Rapinoe como candidata à Presidência em 2020. "Isso é mais que um jogo, é sobre mais igualdade nos EUA. Não apenas no futebol, mas em todas as frentes das nossas vidas e do nosso país", disse Deb Frederick, 49, que levou os filhos, Riley e Jack, ambos de 13 anos, para assistirem à parada. Enquanto esperava a passagem das jogadoras pelo percurso histórico conhecido como Canyon of Heroes --que vai do Battey Park até a prefeitura nova-iorquina-- Riley segurava um cartaz em que se lia "uma nação, um time." Foi provocada por Deb a dizer o que achava da briga da seleção por direitos iguais. A garota não teve dúvidas: "Elas jogam, têm suas visões, suas ideias, e ainda ganham menos? Não é justo." À família Frederick se uniam outras tantas com bandeiras de cores que representam o orgulho gay e gritos de ordem por direitos iguais. Estar em Nova York é alegórico para um grupo que capitaneia a luta pela igualdade salarial entre homens e mulheres no esporte e defende bandeiras contra o racismo e em favor da comunidade LGBTQ. A cidade é conhecida por sua diversidade. O prefeito, o democrata Bill de Blasio, tem um discurso que ecoa fortemente entre minorias. Um dos principais críticos a Trump no país, Blasio é pré-candidato à Casa Branca e foi quem chamou publicamente o presidente Jair Bolsonaro de homofóbico e racista. Disse que o brasileiro não era bem-vindo em Nova York e o fez desistir da viagem à cidade para receber um prêmio em maio. Nesta quarta, durante a parada, o prefeito acenava ao público do alto de um dos carros, ao lado das jogadoras, enquanto sacudia uma bandeira dos EUA. Com cabelos platinados e fala firme, Rapinoe acompanha Blasio no embate com Trump.  Aos 33 anos, a atacante abertamente gay travou um conflito aberto com o presidente americano durante a Copa ao dizer que, se o time vencesse, não iria "à porra de Casa Branca." Na véspera da parada, escalou o duelo ao afirmar que a mensagem de Trump exclui pessoas como ela, negros e até mesmo americanos que talvez o apoiem. "Você está voltando a um tempo que não era bom para todo mundo. Pode ter sido bom para poucas pessoas, e talvez os EUA sejam bons para algumas pessoas agora, mas não para americanos suficientes. Você tem a incrível responsabilidade, como chefe desse país, de cuidar de cada pessoa, e você precisa fazer o melhor para todos", disse a jogadora em entrevista à CNN nesta terça (9). "Sim para todo mundo que quiser nos convidar, ter uma conversa realmente substantiva e que acredita nas mesmas coisas em que nós acreditamos", completou a jogadora, reforçando que não irá à Casa Branca. Teve o apoio das colegas. Além do embate com o presidente, Rapinoe liderou o grupo de 28 jogadoras dos EUA que decidiram processar em março a federação de futebol para pedir pagamento igual ao dos homens. A luta não é inédita. Torcedores nesta quarta lembravam que a seleção de 1999 já pedia para receber o mesmo que os homens --que nunca ganharam um título mundial-- e que o movimento mais organizado ganha força há pelo menos quatro anos.  Reconheciam, porém, que o discurso enérgico e o simbolismo de alguns atos das jogadoras --Rapinoe se recusa a cantar o hino antes dos jogos, por exemplo, em protesto contra o racismo-- são cada vez mais motivadores. Erich Bussing, 32, era um dos que se espremiam para ver as jogadoras entre as ruas bloqueadas sob o sol de 30ºC que fazia nesta quarta em Nova York. Para ele, o embate político que as jogadoras travam é o mais admirável quando se trata da seleção. "Adoro o ativismo delas e as lutas que elas estão travando, especialmente diante de um governo como o de Trump." Após uma hora atravessando o centro financeiro de Nova York, o grupo chegou à prefeitura, onde recebeu as chaves da cidade das mãos de Blasio. Algumas jogadoras fizeram pequenos discursos de agradecimento. A parada em Manhattan é simbólica e tem 133 anos. Entre a famosa chuva de papel picado e as fanfarras ladeadas por bandeiras americanas, milhares de pessoas já receberam os primeiros astronautas a pisarem na Lua, soldados que voltaram da Primeira Guerra Mundial e celebraram a inauguração da icônica ponte do Brooklyn. Foram 206 paradas desde 1886, e esta é a segunda vez que o time de futebol feminino é homenageado dessa forma no país --a primeira foi em 2015, quando o grupo que conquistou o tricampeonato na Copa do Mundo do Canadá também desfilou em Nova York. A tradição da chuva de papel picado começou no final do século 19, quando máquinas de cotação de ações eram instaladas no alto dos prédios. As fitas telegráficas de 2,5 centímetros eram arremessadas lá de cima. As janelas das construções modernas, porém, não abrem mais, e as máquinas deram lugar a computadores, fazendo com que a logística para a parada precisasse ser adaptada.  Autoridades distribuem hoje confetes e papel picado reciclado para que o efeito seja parecido com o que existia nas décadas passadas. Segundo a prefeitura de Nova York, cerca de 30 toneladas de lixo eram esperadas com a passagem da parada nesta quarta, e 350 trabalhadores foram chamados para ajudar na limpeza ao lado de caminhões e aspiradores. O gabinete de Blasio estima que a parada de 2015 tenha custado cerca de US$ 1,5 milhão (R$ 5,7 milhões) ao governo municipal, mais a verba de patrocinadores, que chegou a US$ 450 mil (R$ 1,7 milhão). Os dados do desfile desta quarta ainda não foram divulgados.

    NOVA YORK, EUA (FOLHAPRESS) - Foram nove horas sem internet. Desconectadas durante o voo que as levou da França até os Estados Unidos na segunda-feira (8), as 23 jogadoras da seleção americana de futebol feminino estavam eufóricas quando pousaram em Nova York. Comemoravam o tetracampeonato da Copa do Mundo conquistado no domingo (7) contra a Holanda com centenas de mensagens que pulavam na tela de seus celulares. Chamavam a atenção convites para ir a Washington vindos de políticos de oposição a Donald Trump, como a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, o líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, e a estrela do partido democrata, a deputada Alexandria Ocasio-Cortez. Nesta quarta-feira (10), quando subiram em carro aberto para a festa em Nova York, as mulheres de um dos times mais ativistas que os EUA já viram sabiam que tinham transformado a tradicional parada de papel picado da cidade em um ato político. Desde as primeiras horas da manhã, milhares de pessoas se espalhavam pelo centro financeiro de Manhattan à espera da seleção. Carregavam faixas em que pediam igualdade salarial entre homens e mulheres no futebol --principal bandeira do time-- e brincavam com o nome da atacante Megan Rapinoe como candidata à Presidência em 2020. "Isso é mais que um jogo, é sobre mais igualdade nos EUA. Não apenas no futebol, mas em todas as frentes das nossas vidas e do nosso país", disse Deb Frederick, 49, que levou os filhos, Riley e Jack, ambos de 13 anos, para assistirem à parada. Enquanto esperava a passagem das jogadoras pelo percurso histórico conhecido como Canyon of Heroes --que vai do Battey Park até a prefeitura nova-iorquina-- Riley segurava um cartaz em que se lia "uma nação, um time." Foi provocada por Deb a dizer o que achava da briga da seleção por direitos iguais. A garota não teve dúvidas: "Elas jogam, têm suas visões, suas ideias, e ainda ganham menos? Não é justo." À família Frederick se uniam outras tantas com bandeiras de cores que representam o orgulho gay e gritos de ordem por direitos iguais. Estar em Nova York é alegórico para um grupo que capitaneia a luta pela igualdade salarial entre homens e mulheres no esporte e defende bandeiras contra o racismo e em favor da comunidade LGBTQ. A cidade é conhecida por sua diversidade. O prefeito, o democrata Bill de Blasio, tem um discurso que ecoa fortemente entre minorias. Um dos principais críticos a Trump no país, Blasio é pré-candidato à Casa Branca e foi quem chamou publicamente o presidente Jair Bolsonaro de homofóbico e racista. Disse que o brasileiro não era bem-vindo em Nova York e o fez desistir da viagem à cidade para receber um prêmio em maio. Nesta quarta, durante a parada, o prefeito acenava ao público do alto de um dos carros, ao lado das jogadoras, enquanto sacudia uma bandeira dos EUA. Com cabelos platinados e fala firme, Rapinoe acompanha Blasio no embate com Trump.  Aos 33 anos, a atacante abertamente gay travou um conflito aberto com o presidente americano durante a Copa ao dizer que, se o time vencesse, não iria "à porra de Casa Branca." Na véspera da parada, escalou o duelo ao afirmar que a mensagem de Trump exclui pessoas como ela, negros e até mesmo americanos que talvez o apoiem. "Você está voltando a um tempo que não era bom para todo mundo. Pode ter sido bom para poucas pessoas, e talvez os EUA sejam bons para algumas pessoas agora, mas não para americanos suficientes. Você tem a incrível responsabilidade, como chefe desse país, de cuidar de cada pessoa, e você precisa fazer o melhor para todos", disse a jogadora em entrevista à CNN nesta terça (9). "Sim para todo mundo que quiser nos convidar, ter uma conversa realmente substantiva e que acredita nas mesmas coisas em que nós acreditamos", completou a jogadora, reforçando que não irá à Casa Branca. Teve o apoio das colegas. Além do embate com o presidente, Rapinoe liderou o grupo de 28 jogadoras dos EUA que decidiram processar em março a federação de futebol para pedir pagamento igual ao dos homens. A luta não é inédita. Torcedores nesta quarta lembravam que a seleção de 1999 já pedia para receber o mesmo que os homens --que nunca ganharam um título mundial-- e que o movimento mais organizado ganha força há pelo menos quatro anos.  Reconheciam, porém, que o discurso enérgico e o simbolismo de alguns atos das jogadoras --Rapinoe se recusa a cantar o hino antes dos jogos, por exemplo, em protesto contra o racismo-- são cada vez mais motivadores. Erich Bussing, 32, era um dos que se espremiam para ver as jogadoras entre as ruas bloqueadas sob o sol de 30ºC que fazia nesta quarta em Nova York. Para ele, o embate político que as jogadoras travam é o mais admirável quando se trata da seleção. "Adoro o ativismo delas e as lutas que elas estão travando, especialmente diante de um governo como o de Trump." Após uma hora atravessando o centro financeiro de Nova York, o grupo chegou à prefeitura, onde recebeu as chaves da cidade das mãos de Blasio. Algumas jogadoras fizeram pequenos discursos de agradecimento. A parada em Manhattan é simbólica e tem 133 anos. Entre a famosa chuva de papel picado e as fanfarras ladeadas por bandeiras americanas, milhares de pessoas já receberam os primeiros astronautas a pisarem na Lua, soldados que voltaram da Primeira Guerra Mundial e celebraram a inauguração da icônica ponte do Brooklyn. Foram 206 paradas desde 1886, e esta é a segunda vez que o time de futebol feminino é homenageado dessa forma no país --a primeira foi em 2015, quando o grupo que conquistou o tricampeonato na Copa do Mundo do Canadá também desfilou em Nova York. A tradição da chuva de papel picado começou no final do século 19, quando máquinas de cotação de ações eram instaladas no alto dos prédios. As fitas telegráficas de 2,5 centímetros eram arremessadas lá de cima. As janelas das construções modernas, porém, não abrem mais, e as máquinas deram lugar a computadores, fazendo com que a logística para a parada precisasse ser adaptada.  Autoridades distribuem hoje confetes e papel picado reciclado para que o efeito seja parecido com o que existia nas décadas passadas. Segundo a prefeitura de Nova York, cerca de 30 toneladas de lixo eram esperadas com a passagem da parada nesta quarta, e 350 trabalhadores foram chamados para ajudar na limpeza ao lado de caminhões e aspiradores. O gabinete de Blasio estima que a parada de 2015 tenha custado cerca de US$ 1,5 milhão (R$ 5,7 milhões) ao governo municipal, mais a verba de patrocinadores, que chegou a US$ 450 mil (R$ 1,7 milhão). Os dados do desfile desta quarta ainda não foram divulgados.


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