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Noticias Slideshows (12/07/2019 19 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


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  • 2/56   Amazon desenvolve Echo mais sofisticado e robô doméstico

    (Bloomberg) -- A Amazon.com está desenvolvendo uma versão de maior qualidade do alto-falante com comando de voz Echo e acelerando os trabalhos no robô doméstico.A companhia espera lançar o novo Echo no ano que vem, segundo pessoas com conhecimento do produto. Os protótipos do alto-falante cilíndrico são mais largos que o Echo atual para que caibam componentes adicionais, incluindo pelo menos quatro tweeters (peças específicas para sons mais agudos), informaram as pessoas, que pediram anonimato porque o assunto é interno. Por sua vez, o robô, cuja criação já tinha sido noticiada pela Bloomberg, tem rodinhas e pode ser controlado por comandos de voz usados com a assistente virtual Alexa, disseram as pessoas.Os dois dispositivos estão sendo desenvolvidos na divisão de pesquisa Amazon Lab126, em Sunnyvale, na Califórnia. As investidas em hardware mantêm clientes dentro do ecossistema da empresa -- comprando produtos da Amazon.com e utilizando serviços como Prime Video e Prime Music.O Echo, lançado em 2015, terá 63% do mercado nos EUA neste ano, segundo a EMarketer, mas perdeu espaço para Sonos One, HomePod (da Apple) e Google Home Max -- que insistem que entregam qualidade de áudio superior à do Echo. O produto do Google agora domina 31% desse mercado e os demais juntos têm 12%. As vendas do HomePod não vão tão bem quanto a Apple esperava e seu preço foi reduzido recentemente.A Amazon já havia tentado ajustes para melhorar a qualidade de som do Echo e ofereceu um subwoofer (para sons graves) separado e um dispositivo que liga os alto-falantes a um sistema estéreo. Segundo a Music Business Worldwide, a Amazon também planeja uma versão de alta fidelidade no serviço de música, que deve se integrar melhor ao novo Echo.Ainda assim, existe a possibilidade de a Amazon não ir adiante com a versão mais sofisticada do Echo.A gigante sediada em Seattle, no Estado de Washington, costuma lançar produtos no quarto trimestre, mas às vezes faz lançamentos individuais ao longo do ano. Ainda em 2019, a Amazon pretende começar a vender fones de ouvido sem fio, controlados por voz para concorrer com os AirPods, da Apple, segundo reportagem publicada pela Bloomberg em abril. A linha Echo também passará por pequenas atualizações no quarto trimestre, de acordo com as pessoas.Uma porta-voz da Amazon não quis comentar.Inicialmente, o plano era apresentar o robô — conhecido internamente como “Vesta” — neste ano, mas a máquina não está pronta para produção em massa, segundo essas pessoas. A Amazon ainda pode decidir não lançar o robô, mas, nos últimos meses, deslocou engenheiros de outros projetos para trabalhar nele -- sinal de que pretende colocar o Vesta no mercado em algum momento.Não se sabe exatamente quais tarefas o robô da Amazon será capaz de executar. Pessoas a par do projeto especularam no ano passado que o Vesta poderia atuar como Alexa móvel, acompanhando os usuários por cômodos da casa onde não haja aparelhos Echo.De acordo com as pessoas com conhecimento do projeto, os protótipos têm cerca de um metro de altura e se locomovem com ajuda de diversas câmeras. Em uma demonstração interna, um engenheiro usou a voz para chamar a máquina.A Amazon jamais se pronunciou publicamente sobre o Vesta, mas, um ano atrás, o presidente da companhia, Jeff Bezos, postou no Instagram a foto de um alto-falante Echo colado com fita adesiva a um aspirador de pó inteligente da marca Roomba.“O que?!!!!”, ele escreveu. “Encontrei isso na sala quando cheguei em casa. Não faço ideia. VidaComQuatroFilhos.”Repórter da matéria original: Mark Gurman em San Francisco, mgurman1@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Robin Ajello, rajello@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Andrew PollackFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- A Amazon.com está desenvolvendo uma versão de maior qualidade do alto-falante com comando de voz Echo e acelerando os trabalhos no robô doméstico.A companhia espera lançar o novo Echo no ano que vem, segundo pessoas com conhecimento do produto. Os protótipos do alto-falante cilíndrico são mais largos que o Echo atual para que caibam componentes adicionais, incluindo pelo menos quatro tweeters (peças específicas para sons mais agudos), informaram as pessoas, que pediram anonimato porque o assunto é interno. Por sua vez, o robô, cuja criação já tinha sido noticiada pela Bloomberg, tem rodinhas e pode ser controlado por comandos de voz usados com a assistente virtual Alexa, disseram as pessoas.Os dois dispositivos estão sendo desenvolvidos na divisão de pesquisa Amazon Lab126, em Sunnyvale, na Califórnia. As investidas em hardware mantêm clientes dentro do ecossistema da empresa -- comprando produtos da Amazon.com e utilizando serviços como Prime Video e Prime Music.O Echo, lançado em 2015, terá 63% do mercado nos EUA neste ano, segundo a EMarketer, mas perdeu espaço para Sonos One, HomePod (da Apple) e Google Home Max -- que insistem que entregam qualidade de áudio superior à do Echo. O produto do Google agora domina 31% desse mercado e os demais juntos têm 12%. As vendas do HomePod não vão tão bem quanto a Apple esperava e seu preço foi reduzido recentemente.A Amazon já havia tentado ajustes para melhorar a qualidade de som do Echo e ofereceu um subwoofer (para sons graves) separado e um dispositivo que liga os alto-falantes a um sistema estéreo. Segundo a Music Business Worldwide, a Amazon também planeja uma versão de alta fidelidade no serviço de música, que deve se integrar melhor ao novo Echo.Ainda assim, existe a possibilidade de a Amazon não ir adiante com a versão mais sofisticada do Echo.A gigante sediada em Seattle, no Estado de Washington, costuma lançar produtos no quarto trimestre, mas às vezes faz lançamentos individuais ao longo do ano. Ainda em 2019, a Amazon pretende começar a vender fones de ouvido sem fio, controlados por voz para concorrer com os AirPods, da Apple, segundo reportagem publicada pela Bloomberg em abril. A linha Echo também passará por pequenas atualizações no quarto trimestre, de acordo com as pessoas.Uma porta-voz da Amazon não quis comentar.Inicialmente, o plano era apresentar o robô — conhecido internamente como “Vesta” — neste ano, mas a máquina não está pronta para produção em massa, segundo essas pessoas. A Amazon ainda pode decidir não lançar o robô, mas, nos últimos meses, deslocou engenheiros de outros projetos para trabalhar nele -- sinal de que pretende colocar o Vesta no mercado em algum momento.Não se sabe exatamente quais tarefas o robô da Amazon será capaz de executar. Pessoas a par do projeto especularam no ano passado que o Vesta poderia atuar como Alexa móvel, acompanhando os usuários por cômodos da casa onde não haja aparelhos Echo.De acordo com as pessoas com conhecimento do projeto, os protótipos têm cerca de um metro de altura e se locomovem com ajuda de diversas câmeras. Em uma demonstração interna, um engenheiro usou a voz para chamar a máquina.A Amazon jamais se pronunciou publicamente sobre o Vesta, mas, um ano atrás, o presidente da companhia, Jeff Bezos, postou no Instagram a foto de um alto-falante Echo colado com fita adesiva a um aspirador de pó inteligente da marca Roomba.“O que?!!!!”, ele escreveu. “Encontrei isso na sala quando cheguei em casa. Não faço ideia. VidaComQuatroFilhos.”Repórter da matéria original: Mark Gurman em San Francisco, mgurman1@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Robin Ajello, rajello@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Andrew PollackFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.


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  • 3/56   Google terá aba de notícias repaginada para destacar veículos

    Empresa informou em seu perfil do Twitter que vai modificar como mostra notícias na aba específica para isso no buscador. Ideia é dar mais destaque a nomes de veículos, diminuir informações apresentadas na resposta e melhorar clareza da procura

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  • 4/56   Google admite ouvir gravações procedentes de seu assistente vocal

    O Google admitiu, nesta quinta-feira, que seus funcionários tiveram acesso às gravações de seu assistente virtual, após revelações do canal público belga VRT.

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  • 5/56   Pressão da Microsoft pode significar o fim do Slack

    Desde que a Microsoft adicionou o Teams ao Office 365, o Slack vem perdendo cada vez mais usuários e valor de mercado, e pode se tornar mais um caso de empresa inovadora que foi copiada e tirada do mercado por uma gigante da tecnologia

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  • 6/56   Apple desativa Walkie Talkie para o Watch por falha de segurança

    Aplicativo que simula a comunicação de rádio famosa nos anos 90 possuía falha que poderia proporcionar a invasão de privacidade dos usuários. A Apple desabilitou o app até que uma atualização seja feita para corrigir o problema

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  • 7/56   Google rebate acusação de que dispositivo Home envia áudios a outras pessoas

    Depois de ser acusada de enviar áudios coletados pelo Google Home para pessoas reais, a empresa se defendeu dizendo que especialistas usam os trechos para uma melhor compreensão de sotaques de idiomas específicos

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  • 8/56   DE GRAÇA (ou quase): games, apps, descontos e cupons da semana

    Toda semana, o Canaltech seleciona as melhores oportunidades do momento para você economizar bastante sem abrir mão de curtir novos apps e jogos para iOS, Android e consoles, além de cursos para dar um up em sua carreira e cupons de desconto para os apps que você ama

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  • 9/56   Interesse de busca por Pablo Marí, reforço do Flamengo, salta 2350%

    Nova contratação do Rubro-Negro, anunciada nesta quinta-feira, fez despertar o interesse dos torcedores ao redor do Brasil, que fizeram muitas pesquisas no buscador do Google

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  • 10/56   Os melhores apps Android da semana (11/07/2019)

    A lista dessa semana chega com opções para edição de vídeos no mobile, jogos de simuladores e com narrativas profundas, além dicas para curtir seu gênero preferido de música ou tirar uma foto com o smartphone de forma mais profissional

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  • 11/56   Agent Smith | Novo malware substitui apps do Android por uma versão infectada

    Criado por uma empresa chinesa, o vírus Agent Smith utiliza uma falha do Android para sobrescrever os registros de diversos aplicativos e trocá-los por uma versão infectada, que continua funcionando mas passa a mostrar anúncios maliciosos

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  • 12/56   Shoelace | Google começa a testar nova rede social hiperlocal

    A Google está testando uma nova rede social, inicialmente nos Estados Unidos, para unir pessoas que possuam os mesmos gostos, criando uma comunidade. Batizada de Shoelace, a novidade pode ser acessada no Android e OS apenas por quem mora em Nova York e tenha um convite

    A Google está testando uma nova rede social, inicialmente nos Estados Unidos, para unir pessoas que possuam os mesmos gostos, criando uma comunidade. Batizada de Shoelace, a novidade pode ser acessada no Android e OS apenas por quem mora em Nova York e tenha um convite


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  • 13/56   Edge ganha sistema que bloqueia reprodução automática de vídeos

    Recurso ainda está em fase de testes no navegador da Microsoft e usa algoritmo para detectar automaticamente as mídias, impedindo a execução como uma forma de economizar banda ou evitar inconvenientes

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  • 14/56   Tudo o que você precisa saber sobre o Android Q, o novo SO da Google

    Cada vez mais próximo de seu lançamento, ainda que o nome oficial do Android Q continue sendo um mistério, já sabemos quais serão as principais novidades que o novo sistema operacional da Google irá oferecer aos usuários

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  • 15/56   Google pode permitir rede entre iPhones e Chrome OS via USB

    Sistema operacional atualmente só permite que smartphones Android possam se conectar via USB para oferecer rede a dispositivos. Linhas de código do Chromium revelam que isso pode também estar a caminho para iPhones

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  • 16/56   Rumor | Pelo menos um iPhone de 2020 virá sem notch

    Analistas revelaram que, em 2020, pelo menos um dos modelos do iPhone virá com tela completamente cheia, sem notch, o que acarretaria em uma transição completa para todos as versões de 2021. As tecnologias adotadas, inclusive, poderiam baratear os dispositivos

    Analistas revelaram que, em 2020, pelo menos um dos modelos do iPhone virá com tela completamente cheia, sem notch, o que acarretaria em uma transição completa para todos as versões de 2021. As tecnologias adotadas, inclusive, poderiam baratear os dispositivos


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  • 17/56   Rumor | Xiaomi Mi A3 e Mi A3 Lite tem processadores revelados

    Futuros smartphones da Xiaomi que também terão o Android One instalados, os Mi A3 e Mi A3 Lite terão em seu chassi os processadores Snapdragon 730 e 675 respectivamente. Isso os colocariam em uma posição superior aos recém-anunciados Mi CC

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  • 18/56   Sim, o Google grava, ouve e transcreve suas conversas

    Documentos vazados por funcionário mostra que Google transcreve áudios gravados pelo assistente pessoal Assistant

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  • 19/56   Atualização do Windows 10 deve modificar calendário e facilitar login

    Nova versão de testes de um pacote de atualização que deve chegar no começo do ano que vem adiciona entrada sem senha para contas da Microsoft, facilita a inclusão de compromissos e aumenta a lista de dispositivos para o app Seu Telefone

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  • 20/56   Rumor | Galaxy Tab 6 terá câmera de lente dupla e leitor de digitais sob a tela

    Samsung deve revelar nova entrada no setor de tablets em agosto de 2019, a fim de rivalizar com os modelos mais recentes do iPad, da Apple; outras informações mencionam display OLED e 6 GB a 8 GB de memória RAM

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  • 21/56   Apple | Na surdina, empresa corrige falha perigosa no Zoom para Mac

    A Apple, de maneira discreta (mas que acabou se tornando pública), atualizou o aplicativo de videoconferência Zoom para usuários Mac. A empresa, em parceria com a própria Zoom, removeu uma ameaça do app que permitia que pessoas se conectassem aos chats sem avisar

    A Apple, de maneira discreta (mas que acabou se tornando pública), atualizou o aplicativo de videoconferência Zoom para usuários Mac. A empresa, em parceria com a própria Zoom, removeu uma ameaça do app que permitia que pessoas se conectassem aos chats sem avisar


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  • 22/56   Intel pode vender patentes wireless para a Apple

    Leilão de tecnologias registradas, iniciado no final de junho, foi interrompido abruptamente quando “interessado” demonstrou iniciativa de adquirir uma bela parcela do portfólio. Nomes não são citados, mas o mercado já tomou suas conclusões

    Leilão de tecnologias registradas, iniciado no final de junho, foi interrompido abruptamente quando “interessado” demonstrou iniciativa de adquirir uma bela parcela do portfólio. Nomes não são citados, mas o mercado já tomou suas conclusões


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  • 23/56   Rumor | Final Fantasy VII Remake pode chegar ao Xbox One; Square Enix nega

    Sempre divulgado como uma exclusividade do PlayStation 4, produção da Square Enix foi exibida em imagens especiais com logomarca do Xbox One pela conta alemã do console no Twitter; Microsoft apagou o post e desmentiu o boato

    Sempre divulgado como uma exclusividade do PlayStation 4, produção da Square Enix foi exibida em imagens especiais com logomarca do Xbox One pela conta alemã do console no Twitter; Microsoft apagou o post e desmentiu o boato


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  • 24/56   Google pausa a distribuição da nova versão beta do Android Q

    Horas depois de liberar a atualização do novo beta do Android Q, a Google finalizou a distribuição por tempo indeterminado, alegando que alguns usuários tiveram problemas com a instalação e que a empresa tentará corrigi-los antes de liberar novamente

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  • 25/56   Google | Imagem mostra suposto novo Chromebook de codinome 'Atlas'

    Vazamento mostra suposto Chromebook de codinome 'Atlas', que será o sucessor do Pixelbook. Segundo especulações, esse aparelho deve ser lançado ainda este ano e apresentará melhorias significativas com relação ao seu antecessor

    Vazamento mostra suposto Chromebook de codinome 'Atlas', que será o sucessor do Pixelbook. Segundo especulações, esse aparelho deve ser lançado ainda este ano e apresentará melhorias significativas com relação ao seu antecessor


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  • 26/56   Aprenda como criar um site gratuitamente com o Google Sites

    A Google permite criar sites através de sua ferramenta gratuita, o que facilita (e muito) a vida de empreendedores que estão começando seu negócio agora e não querem pagar caro por um domínio. Em poucos minutos, é possível criar um site com seu estilo e preferências

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  • 27/56   Indígenas sofrem com volta da malária à Venezuela
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A densidade da selva venezuelana não lhe dá calor. Na verdade, José Gregorio sente frio. "Dói o corpo, a cabeça, tenho febre", queixa-se este indígena. O diagnóstico: malária, um mal erradicado há anos entre os yukpa, mas que voltou com a crise, assim como no restante da Venezuela.

    A densidade da selva venezuelana não lhe dá calor. Na verdade, José Gregorio sente frio. "Dói o corpo, a cabeça, tenho febre", queixa-se este indígena. O diagnóstico: malária, um mal erradicado há anos entre os yukpa, mas que voltou com a crise, assim como no restante da Venezuela.


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  • 28/56   Atacando Trump, Biden promete reunião mundial sobre democracia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Ao denunciar que o presidente Donald Trump é uma afronta aos valores americanos, o pré-candidato democrata Joe Biden disse nesta quinta-feira (11) que, caso seja eleito para a Presidência dos Estados Unidos, irá organizar um encontro para defender a democracia no mundo.

    Ao denunciar que o presidente Donald Trump é uma afronta aos valores americanos, o pré-candidato democrata Joe Biden disse nesta quinta-feira (11) que, caso seja eleito para a Presidência dos Estados Unidos, irá organizar um encontro para defender a democracia no mundo.


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  • 29/56   Outros casos controversos sobre a morte digna
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Como o caso do francês Vincent Lambert, que morreu nesta quinta-feira (11) e se tornou um símbolo do debate sobre a morte digna em seu país, os pacientes em estado vegetativo foram nos últimos 20 anos alvo de controvérsias e batalhas legais na Europa e nos Estados Unidos.

    Como o caso do francês Vincent Lambert, que morreu nesta quinta-feira (11) e se tornou um símbolo do debate sobre a morte digna em seu país, os pacientes em estado vegetativo foram nos últimos 20 anos alvo de controvérsias e batalhas legais na Europa e nos Estados Unidos.


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  • 30/56   Francês que se tornou símbolo do debate sobre eutanásia morre após suspensão do tratamento
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O francês Vincent Lambert, tetraplégico, que estava em estado vegetativo há quase 11 anos, morreu nesta quinta-feira, dias após a suspensão do tratamento que o mantinha vivo, ao final de uma longa batalha judicial.

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  • 31/56   Cientista americana é assassinada em Creta
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Uma cientista americana que viajou à ilha grega de Creta para uma conferência foi encontrada morta em um bunker abandonado da Segunda Guerra Mundial.

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  • 32/56   Ator Cameron Boyce, morto após convulsão, sofria de epilepsia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A estrela da Disney Cameron Boyce, morto na semana passada enquanto dormia, sofria de epilepsia, informaram seus pais nesta quarta-feira (10).

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  • 33/56   Identificado na Grécia o Homo sapiens não africano mais antigo
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Apidima 1, como foi batizado pelos cientistas, é "mais velho que todos os outros espécimes de Homo sapiens encontrados fora da África

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  • 34/56   O efeito devastador de um presidente “Bolsonaro” nas Filipinas
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Semelhante as frases de Jair Bolsonaro, o presidente Filipino afirmou “Minha ordem é atirar para matar”, “não me importo com direitos humanos, podem confiar em mim”.

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  • 35/56   Mais um médico morre infectado por arenavírus na Bolívia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O chamado “paciente zero”, que contagiou a médica Cuéllar, é um agricultor de 61 anos que morreu no fim de maio em Caranavi

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  • 36/56   Chanceler alemã diz passar bem após novos tremores
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A chanceler alemã, Angela Merkel, assegurou nesta quarta-feira que passa muito bem, pouco depois de sofrer novos tremores durante um ato oficial, a terceira ocorrência deste tipo em menos de um mês.

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  • 37/56   Pela primeira vez uma mulher será general do exército espanhol
    WORLD TOPIC NEWS

    O governo espanhol aprovou, nesta sexta-feira, a ascensão ao cargo de general da coronel Patricia Ortega, que se tornou a primeira mulher a alcançar este escalão nas Forças Armadas do país.

    O governo espanhol aprovou, nesta sexta-feira, a ascensão ao cargo de general da coronel Patricia Ortega, que se tornou a primeira mulher a alcançar este escalão nas Forças Armadas do país.


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  • 38/56   Ministro francês acusado de esbanjar dinheiro não vai renunciar
    WORLD TOPIC NEWS

    Um ministro francês próximo ao presidente Emmanuel Macron, acusado de gastos excessivos em jantares, obras no ministério e aluguel de um apartamento social, se recusou nesta sexta-feira a renunciar, apesar das revelações desconfortáveis para o governo.

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  • 39/56   Carteiro enterrou milhares de cartas em bosque na Holanda
    WORLD TOPIC NEWS

    A polícia holandesa encontrou milhares de cartas enterradas em um bosque em buracos cavados por um carteiro do grupo postal Sand, identificado nesta sexta-feira.

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  • 40/56   Eduardo Bolsonaro diz ter apoio do chanceler e que 'já fritou hambúrguer' nos EUA
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após se reunir com o chanceler Ernesto Araújo, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou nesta sexta-feira (12) que recebeu o apoio do ministro das Relações Exteriores para assumir a embaixada do Brasil em Washington. Ao responder sobre suas qualificações para assumir um dos mais importantes postos na diplomacia brasileira, o parlamentar disse que fez intercâmbio nos Estados Unidos e "fritou hambúrguer no frio do Maine". "É difícil falar de si próprio. Mas não sou um filho de deputado [presidente] que está do nada vindo a ser alçado a essa condição. Existe um trabalho sendo feito, sou presidente da Comissão de Relações Exteriores [da Câmara], tenho uma vivência pelo mundo", declarou Eduardo, na saída do Palácio do Itamaraty. "Já fiz intercâmbio, já fritei hambúrguer lá nos EUA, no frio do Maine, estado que faz divisa com o Canadá. No frio do Colorado, numa montanha lá, aprimorei meu inglês. Vi como é o trato receptivo do norte-americano para com os brasileiros. Então acho que é um trabalho que pode ser desenvolvido. Certamente precisaria contar com a ajuda dos colegas do Itamaraty, dos diplomatas, porque vai ser um desafio grande. Mas tem tudo para dar certo", concluiu. O parlamentar voltou a afirmar que a indicação para o posto ainda é uma possibilidade e que até este domingo (14) deve se reunir com seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, para definir a questão. Eduardo disse entender que, caso seja indicado, só precisaria renunciar ao mandato depois da sabatina no Senado e da confirmação no Plenário da Casa. Ele reafirmou que a ida aos EUA colocaria a relação do país com o Brasil em "um outro patamar", por se tratar de um embaixador que seria filho do presidente da República. E descartou que sua nomeação possa se enquadrar nas regras que vedam o nepotismo. "Ele [Ernesto Araújo] expressou apoio ao meu nome por ocasião da possível indicação para a embaixada dos EUA. Acredito que agora falta só conversar com o presidente Jair Bolsonaro e reafirmar se essa é mesmo a vontade dele, se ele mantém o que tem dito. Está tudo na esfera da cogitação e tudo encaminhado", concluiu. Em café da manhã com a imprensa nesta sexta, o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, reconheceu que a indicação de Eduardo Bolsonaro causou polêmica. O general ponderou que o anúncio feito pelo presidente Jair Bolsonaro talvez pudesse ser feito na próxima semana, após a conclusão da votação dos destaques da reforma previdenciária. Para ele, o anúncio agora deu margem para críticas de deputados oposicionistas. "Deu polêmica, eu reconheço, saiu na imprensa. Agora, vamos aguardar", disse. "Poderia ter anunciado semana que vem? Talvez, durante o recesso parlamentar", acrescentou. O ministro ressaltou que a indicação ainda não foi oficializada e lembrou que, em outros episódios de política externa, o presidente fez um anúncio, mas a iniciativa não se concretizou, como no caso da transferência da embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém. "É um processo que, se vai ser confirmado, tem de ver", disse. "Ele não disse da embaixada em Jerusalém? Ela está onde? Em Tel Aviv. O presidente tem esses momentos", ressaltou. Ele ressaltou que, mais do que filho do presidente, Eduardo é político e um "jovem preparado". E lembrou que o ex-presidente Itamar Franco foi nomeado pelo seu sucessor, Fernando Henrique Cardoso, para as embaixadas de Portugal e Itália. Ramos também afirmou que o ex-deputado federal Tilden Santiago (PT-MG) foi nomeado para a embaixada de Cuba pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com ele, segundo informações levantadas pelo Palácio do Planalto, não há ilegalidade na indicação de Eduardo. "Quem era o braço direito do presidente norte-americano John Kennedy? Era o irmão dele, o Robert Kennedy", disse o ministro, lembrando que ele foi indicado para assumir o posto de procurador-geral na época. O anúncio de Bolsonaro causou desconforto tanto entre o corpo diplomático quanto entre a cúpula militar, para os quais o gesto do presidente desgasta a imagem do governo, sobretudo o discurso de que pretendia fazer "nova política". No Palácio do Planalto, a avaliação foi de que Bolsonaro quis, na verdade, lançar uma espécie de "balão de ensaio" para testar o impacto de uma indicação do filho, como fez Donald Trump quando disse que pensou em nomear sua filha Ivanka Trump como presidente do Banco Mundial. ?

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após se reunir com o chanceler Ernesto Araújo, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou nesta sexta-feira (12) que recebeu o apoio do ministro das Relações Exteriores para assumir a embaixada do Brasil em Washington. Ao responder sobre suas qualificações para assumir um dos mais importantes postos na diplomacia brasileira, o parlamentar disse que fez intercâmbio nos Estados Unidos e "fritou hambúrguer no frio do Maine". "É difícil falar de si próprio. Mas não sou um filho de deputado [presidente] que está do nada vindo a ser alçado a essa condição. Existe um trabalho sendo feito, sou presidente da Comissão de Relações Exteriores [da Câmara], tenho uma vivência pelo mundo", declarou Eduardo, na saída do Palácio do Itamaraty. "Já fiz intercâmbio, já fritei hambúrguer lá nos EUA, no frio do Maine, estado que faz divisa com o Canadá. No frio do Colorado, numa montanha lá, aprimorei meu inglês. Vi como é o trato receptivo do norte-americano para com os brasileiros. Então acho que é um trabalho que pode ser desenvolvido. Certamente precisaria contar com a ajuda dos colegas do Itamaraty, dos diplomatas, porque vai ser um desafio grande. Mas tem tudo para dar certo", concluiu. O parlamentar voltou a afirmar que a indicação para o posto ainda é uma possibilidade e que até este domingo (14) deve se reunir com seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, para definir a questão. Eduardo disse entender que, caso seja indicado, só precisaria renunciar ao mandato depois da sabatina no Senado e da confirmação no Plenário da Casa. Ele reafirmou que a ida aos EUA colocaria a relação do país com o Brasil em "um outro patamar", por se tratar de um embaixador que seria filho do presidente da República. E descartou que sua nomeação possa se enquadrar nas regras que vedam o nepotismo. "Ele [Ernesto Araújo] expressou apoio ao meu nome por ocasião da possível indicação para a embaixada dos EUA. Acredito que agora falta só conversar com o presidente Jair Bolsonaro e reafirmar se essa é mesmo a vontade dele, se ele mantém o que tem dito. Está tudo na esfera da cogitação e tudo encaminhado", concluiu. Em café da manhã com a imprensa nesta sexta, o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, reconheceu que a indicação de Eduardo Bolsonaro causou polêmica. O general ponderou que o anúncio feito pelo presidente Jair Bolsonaro talvez pudesse ser feito na próxima semana, após a conclusão da votação dos destaques da reforma previdenciária. Para ele, o anúncio agora deu margem para críticas de deputados oposicionistas. "Deu polêmica, eu reconheço, saiu na imprensa. Agora, vamos aguardar", disse. "Poderia ter anunciado semana que vem? Talvez, durante o recesso parlamentar", acrescentou. O ministro ressaltou que a indicação ainda não foi oficializada e lembrou que, em outros episódios de política externa, o presidente fez um anúncio, mas a iniciativa não se concretizou, como no caso da transferência da embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém. "É um processo que, se vai ser confirmado, tem de ver", disse. "Ele não disse da embaixada em Jerusalém? Ela está onde? Em Tel Aviv. O presidente tem esses momentos", ressaltou. Ele ressaltou que, mais do que filho do presidente, Eduardo é político e um "jovem preparado". E lembrou que o ex-presidente Itamar Franco foi nomeado pelo seu sucessor, Fernando Henrique Cardoso, para as embaixadas de Portugal e Itália. Ramos também afirmou que o ex-deputado federal Tilden Santiago (PT-MG) foi nomeado para a embaixada de Cuba pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com ele, segundo informações levantadas pelo Palácio do Planalto, não há ilegalidade na indicação de Eduardo. "Quem era o braço direito do presidente norte-americano John Kennedy? Era o irmão dele, o Robert Kennedy", disse o ministro, lembrando que ele foi indicado para assumir o posto de procurador-geral na época. O anúncio de Bolsonaro causou desconforto tanto entre o corpo diplomático quanto entre a cúpula militar, para os quais o gesto do presidente desgasta a imagem do governo, sobretudo o discurso de que pretendia fazer "nova política". No Palácio do Planalto, a avaliação foi de que Bolsonaro quis, na verdade, lançar uma espécie de "balão de ensaio" para testar o impacto de uma indicação do filho, como fez Donald Trump quando disse que pensou em nomear sua filha Ivanka Trump como presidente do Banco Mundial. ?


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  • 41/56   Não estou preocupado com crítica, diz Bolsonaro sobre indicação de filho como embaixador
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta sexta-feira (12) que não está preocupado com as críticas que vem recebendo desde a noite de quinta-feira (11), quando admitiu que cogita indicar um de seus filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), como embaixador do Brasil nos Estados Unidos. Em uma live ao lado do apóstolo Valdemiro Santiago, fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus, e do deputado federal Missionário José Olimpio (DEM-SP), ligado à mesma igreja, Bolsonaro rebateu as acusações de que a possível indicação se trata de nepotismo e defendeu o currículo do filho. Citou, entre o que considera atributos de Eduardo, que ele fala inglês fluentemente, que já visitou a Europa e que acabou de casar. "Quanto a crítica, não estou preocupado com crítica", disse o presidente, afirmando que parte da imprensa "está dando uma lenhadinha na gente". "Quando ele viaja para o mundo todo, fala inglês fluentemente, fala espanhol, já foi a vários países da Europa, conhece a família do Donald Trump, tem liberdade e amizade com seus filhos, não é um aventureiro. Acabou de casar, inclusive", disse Bolsonaro. O presidente da República afirmou que irá esperar "o momento certo" para decidir se, de fato, indicará o filho. O presidente afirmou ainda que o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, apoia a possibilidade. "Não porque é meu filho. É porque conhece o Eduardo", disse o chefe do Executivo. Bolsonaro comparou o tratamento que um governo daria a um embaixador de carreira e ao filho de um presidente. "O tratamento é diferenciado." O presidente também alfinetou durante a transmissão na internet os ex-chanceleres Celso Amorim (governo Lula) e Aloysio Nunes Ferreira (governo Michel Temer). "Agora, vocês querem que eu bote quem? Celso Amorim nos Estados Unidos, que é do Itamaraty?", indagou aos internautas. "Quem foi o último ministro de Relações Exteriores do Brasil? Aloysio Nunes Ferreira. Ninguém falou nada. Foi, aqui, chefe das Relações Exteriores. Mas não tinha formação nenhuma nesta área. Inclusive, no passado, quando jovem, ele foi motorista do [guerrilheiro Carlos] Marighella", afirmou. Caso Bolsonaro confirme a indicação de Eduardo Bolsonaro, o nome do hoje deputado federal terá que passar pelo Senado. Há uma sabatina na CRE (Comissão de Relações Exteriores) e, se aprovado, segue para votação em plenário. Na manhã desta sexta, senadores foram à tribuna para criticar a possibilidade. "Está faltando bom senso. Repudio, sou contra filho de presidente da República, qualquer que seja o presidente, ser embaixador do Brasil onde quer que seja", disse o senador Eduardo Girão (PODE-CE). "Votei [em Bolsonaro] para se romper esse sistema político carcomido, apodrecido, corrupto que vinha noBrasil nos últimos anos. Votei com essa esperança e ainda acredito neste governo. Espero que isso não aconteça porque é um grande equívoco. Temos que dar passos nesse processo civilizatório nepotismo no Executivo, uma coisa que pode até ser legal, mas é imoral", prosseguiu. "Também discordo plenamente disso. A gente não pode concordar absolutamente com isso. Venha de onde vier. 'Ah, porque veio do presidente...' Não, é errado, é imoral, é antiético da mesma forma", concordou o senador Plínio Valério (PSDB-AM).

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta sexta-feira (12) que não está preocupado com as críticas que vem recebendo desde a noite de quinta-feira (11), quando admitiu que cogita indicar um de seus filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), como embaixador do Brasil nos Estados Unidos. Em uma live ao lado do apóstolo Valdemiro Santiago, fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus, e do deputado federal Missionário José Olimpio (DEM-SP), ligado à mesma igreja, Bolsonaro rebateu as acusações de que a possível indicação se trata de nepotismo e defendeu o currículo do filho. Citou, entre o que considera atributos de Eduardo, que ele fala inglês fluentemente, que já visitou a Europa e que acabou de casar. "Quanto a crítica, não estou preocupado com crítica", disse o presidente, afirmando que parte da imprensa "está dando uma lenhadinha na gente". "Quando ele viaja para o mundo todo, fala inglês fluentemente, fala espanhol, já foi a vários países da Europa, conhece a família do Donald Trump, tem liberdade e amizade com seus filhos, não é um aventureiro. Acabou de casar, inclusive", disse Bolsonaro. O presidente da República afirmou que irá esperar "o momento certo" para decidir se, de fato, indicará o filho. O presidente afirmou ainda que o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, apoia a possibilidade. "Não porque é meu filho. É porque conhece o Eduardo", disse o chefe do Executivo. Bolsonaro comparou o tratamento que um governo daria a um embaixador de carreira e ao filho de um presidente. "O tratamento é diferenciado." O presidente também alfinetou durante a transmissão na internet os ex-chanceleres Celso Amorim (governo Lula) e Aloysio Nunes Ferreira (governo Michel Temer). "Agora, vocês querem que eu bote quem? Celso Amorim nos Estados Unidos, que é do Itamaraty?", indagou aos internautas. "Quem foi o último ministro de Relações Exteriores do Brasil? Aloysio Nunes Ferreira. Ninguém falou nada. Foi, aqui, chefe das Relações Exteriores. Mas não tinha formação nenhuma nesta área. Inclusive, no passado, quando jovem, ele foi motorista do [guerrilheiro Carlos] Marighella", afirmou. Caso Bolsonaro confirme a indicação de Eduardo Bolsonaro, o nome do hoje deputado federal terá que passar pelo Senado. Há uma sabatina na CRE (Comissão de Relações Exteriores) e, se aprovado, segue para votação em plenário. Na manhã desta sexta, senadores foram à tribuna para criticar a possibilidade. "Está faltando bom senso. Repudio, sou contra filho de presidente da República, qualquer que seja o presidente, ser embaixador do Brasil onde quer que seja", disse o senador Eduardo Girão (PODE-CE). "Votei [em Bolsonaro] para se romper esse sistema político carcomido, apodrecido, corrupto que vinha noBrasil nos últimos anos. Votei com essa esperança e ainda acredito neste governo. Espero que isso não aconteça porque é um grande equívoco. Temos que dar passos nesse processo civilizatório nepotismo no Executivo, uma coisa que pode até ser legal, mas é imoral", prosseguiu. "Também discordo plenamente disso. A gente não pode concordar absolutamente com isso. Venha de onde vier. 'Ah, porque veio do presidente...' Não, é errado, é imoral, é antiético da mesma forma", concordou o senador Plínio Valério (PSDB-AM).


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  • 42/56   Partidos medem riscos de expulsão de dissidentes e cogitam punição branda
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    SÃO PAULO, SP, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A hipótese de ter que expulsar deputados que votaram na reforma da Previdência contra a determinação partidária colocou siglas como PDT e PSB em uma encruzilhada. Os dois partidos, que tinham fechado questão pelo voto contra o texto na sessão de quarta-feira (10) na Câmara, abrirão processos que podem ter a expulsão dos dissidentes como resultado final. No entanto, como um parlamentar expulso pode manter o mandato e ir para outra sigla, partidos que têm casos de rebeldes discutem eventuais prejuízos com as saídas e já admitem punições mais brandas, por vias paralelas. Dos partidos que optaram pelo fechamento de questão (obrigaram o voto de uma determinada forma após decisão de órgãos deliberativos internos), PDT e PSB foram os que tiveram mais problemas. No primeiro, 8 parlamentares -entre eles Tabata Amaral (SP)-, de um total de 27, votaram a favor da reforma, em vez de contra. No segundo, 11 rebeldes também deram sim ao projeto, em uma bancada de 32 deputados. O PSDB teve um voto em desacordo com a orientação -a tucana Tereza Nelma (AL) marcou não ao projeto, contrariando a ordem de dizer sim. Outras legendas falharam na construção de unanimidade, mas as divergências não devem acarretar maiores consequências porque não havia fechamento de questão, apenas orientação de voto, que tem peso menor e não necessariamente embute sanções. O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, confirmou nesta quinta-feira (11) que a comissão de ética do partido abrirá procedimento contra os desobedientes sob o argumento de que desrespeitaram convenção da legenda em março que estabeleceu posição contrária a mudanças no sistema previdenciário. Segundo ele, o processo deve durar de 45 a 60 dias. Caberá ao colegiado apresentar um parecer, mas a palavra final sobre penalidades será dada pelo diretório do PDT. Por causa da infidelidade partidária, os partidos podem aplicar penas mais leves que a expulsão, como advertência, suspensão e remoção de postos de comando. Lupi disse à reportagem que a legenda está estudando opções para adotar "uma atitude cirúrgica" com os dissidentes. "Ao mesmo tempo que não adianta ter deputado que não vota com o partido, também não vamos dar ao deputado a opção de poder mudar do partido sem ter nenhuma punição. Tudo isso nós estamos avaliando para ter uma atitude cirúrgica", afirmou. O entendimento do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é que partidos não podem propor ação de perda de cargo eletivo depois de expulsar um parlamentar. Ou seja: quem sai carrega o mandato. "Eu também não sou criança. Já tem um parecer de que, em caso de expulsão, não cabe ao partido pedir o mandato", disse o dirigente. Além de perder poder, há risco de queda no repasse de recursos dos fundos públicos, debate que acabaria parando na Justiça. Uma estratégia que começa a ser considerada para punir os dissidentes é retirá-los de comissões da Câmara. O líder André Figueiredo (PDT-CE) disse que vai reavaliar a distribuição de cadeiras. "É uma injustiça a gente deixar quem está seguindo a orientação partidária de fora e quem não seguiu, dentro", afirmou. Dos 4 membros titulares do PDT na Comissão de Constituição e Justiça, 2 votaram no plenário a favor da reforma, contrariando a legenda. Já Tabata faz parte da Comissão de Educação. A indicação de integrantes dos colegiados é prerrogativa do líder da bancada. Figueiredo, no entanto, não quis indicar quais deputados devem perder espaço nas comissões. "Tudo vai ser reavaliado, eu não vou exemplificar." Principal líder do PDT e candidato à Presidência em 2018, Ciro Gomes fez chegar a público nesta quinta a defesa de rigor na punição aos infiéis. Segundo Lupi, o ex-ministro quer a expulsão desses deputados. "Hoje mesmo, ele [Ciro] ficou irritado e disse: 'Não adianta ter o que não se possui'", relatou o dirigente. Em evento na Câmara de Vereadores de Porto Alegre, à tarde, Ciro falou que Tabata deveria deixar o PDT e se mostrou decepcionado com ela. "É certo que, em minha opinião, ela cometeu um erro indesculpável, mas vale lembrar que a deputada tem 25 anos e ainda é uma idade em que as pessoas podem errar. Embora, no caso, um erro desse, contra a melhor tradição do trabalhismo brasileiro e contra o povo mais pobre, é um erro que não pode passar impune", afirmou o ex-governador. "Não acho, francamente, que ela tenha mais lugar para ficar no PDT. Acho que ela deveria sair, assim como os outros deputados do partido que votaram a favor da reforma também", completou ele. Sob intensas críticas, Tabata não se pronunciou sobre o assunto nesta quinta. No PSB, o discurso oficial também é de endurecimento. A legenda recebeu representações contra os deputados que devem ser reunidas em um documento a ser enviado para o conselho de ética. O processo deve ser instaurado na segunda-feira (15). "O PSB não perde o que não tem", diz o presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira, sobre as possíveis expulsões. "O partido possui história, princípios, programa. Não podemos ser condescendentes com pessoas que traem os ideais do partido e a população." Siqueira recorre a um exemplo recente na sigla para dizer que não teme a saída de quadros. Em 2017, o PSB decidiu expulsar 13 deputados que votaram a favor da reforma trabalhista. Na prática, eles conseguiram questionar na Justiça um aspecto formal do processo e acabaram liberados. Entre os insurgentes de então estava Átila Lira (PI), que na Previdência voltou a desconsiderar a ordem do partido. "Foi reincidente. É um erro que eu assumo. Deveria ter saído naquela época", diz Siqueira, acrescentando que o novo episódio deixa uma lição para o PSB. "Precisamos ser mais rigorosos na escolha de candidatos. Essa vai ser a tônica a partir de agora", assinala. Nos bastidores, contudo, líderes do PSB iniciaram conversas para baixar a temperatura, advogando que o processo corra em ritmo cauteloso e que se busque um canal de diálogo com os dissidentes. O PSDB não se pronunciou nesta quinta sobre o caso da deputada Tereza Nelma. No dia anterior, a legenda havia indicado que aplicaria "as sanções previstas no estatuto". A assessoria da parlamentar disse que ela não se manifestará sobre o tema neste momento. O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, já disse ser contra a expulsão. Líderes tucanos admitiram que a sigla poderá impor a Tereza obstáculos em futuras eleições, como, por exemplo, não garantir legenda para ela no pleito. Para a professora Marilda Silveira, também advogada especialista em direito eleitoral, a jurisprudência que deu aos parlamentares expulsos a posse do mandato acabou por desestimular os partidos a se livrar dos filiados infiéis. "Como perdem representatividade, a tendência é que as legendas evitem expulsar. A impressão agora é a de que não vão cortar na carne", diz a docente do IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público). O cientista político Glauco Peres afirma que, entre PDT e PSB, seria mais provável que o primeiro avançasse na direção da expulsão, "em razão das pretensões eleitorais" de Ciro, que deve tentar o Planalto. "É compreensível que ele adote esse comportamento, já que se coloca como líder do partido e precisaria dar um sinal de que está comprometido com certos princípios", opina.

    SÃO PAULO, SP, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A hipótese de ter que expulsar deputados que votaram na reforma da Previdência contra a determinação partidária colocou siglas como PDT e PSB em uma encruzilhada. Os dois partidos, que tinham fechado questão pelo voto contra o texto na sessão de quarta-feira (10) na Câmara, abrirão processos que podem ter a expulsão dos dissidentes como resultado final. No entanto, como um parlamentar expulso pode manter o mandato e ir para outra sigla, partidos que têm casos de rebeldes discutem eventuais prejuízos com as saídas e já admitem punições mais brandas, por vias paralelas. Dos partidos que optaram pelo fechamento de questão (obrigaram o voto de uma determinada forma após decisão de órgãos deliberativos internos), PDT e PSB foram os que tiveram mais problemas. No primeiro, 8 parlamentares -entre eles Tabata Amaral (SP)-, de um total de 27, votaram a favor da reforma, em vez de contra. No segundo, 11 rebeldes também deram sim ao projeto, em uma bancada de 32 deputados. O PSDB teve um voto em desacordo com a orientação -a tucana Tereza Nelma (AL) marcou não ao projeto, contrariando a ordem de dizer sim. Outras legendas falharam na construção de unanimidade, mas as divergências não devem acarretar maiores consequências porque não havia fechamento de questão, apenas orientação de voto, que tem peso menor e não necessariamente embute sanções. O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, confirmou nesta quinta-feira (11) que a comissão de ética do partido abrirá procedimento contra os desobedientes sob o argumento de que desrespeitaram convenção da legenda em março que estabeleceu posição contrária a mudanças no sistema previdenciário. Segundo ele, o processo deve durar de 45 a 60 dias. Caberá ao colegiado apresentar um parecer, mas a palavra final sobre penalidades será dada pelo diretório do PDT. Por causa da infidelidade partidária, os partidos podem aplicar penas mais leves que a expulsão, como advertência, suspensão e remoção de postos de comando. Lupi disse à reportagem que a legenda está estudando opções para adotar "uma atitude cirúrgica" com os dissidentes. "Ao mesmo tempo que não adianta ter deputado que não vota com o partido, também não vamos dar ao deputado a opção de poder mudar do partido sem ter nenhuma punição. Tudo isso nós estamos avaliando para ter uma atitude cirúrgica", afirmou. O entendimento do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é que partidos não podem propor ação de perda de cargo eletivo depois de expulsar um parlamentar. Ou seja: quem sai carrega o mandato. "Eu também não sou criança. Já tem um parecer de que, em caso de expulsão, não cabe ao partido pedir o mandato", disse o dirigente. Além de perder poder, há risco de queda no repasse de recursos dos fundos públicos, debate que acabaria parando na Justiça. Uma estratégia que começa a ser considerada para punir os dissidentes é retirá-los de comissões da Câmara. O líder André Figueiredo (PDT-CE) disse que vai reavaliar a distribuição de cadeiras. "É uma injustiça a gente deixar quem está seguindo a orientação partidária de fora e quem não seguiu, dentro", afirmou. Dos 4 membros titulares do PDT na Comissão de Constituição e Justiça, 2 votaram no plenário a favor da reforma, contrariando a legenda. Já Tabata faz parte da Comissão de Educação. A indicação de integrantes dos colegiados é prerrogativa do líder da bancada. Figueiredo, no entanto, não quis indicar quais deputados devem perder espaço nas comissões. "Tudo vai ser reavaliado, eu não vou exemplificar." Principal líder do PDT e candidato à Presidência em 2018, Ciro Gomes fez chegar a público nesta quinta a defesa de rigor na punição aos infiéis. Segundo Lupi, o ex-ministro quer a expulsão desses deputados. "Hoje mesmo, ele [Ciro] ficou irritado e disse: 'Não adianta ter o que não se possui'", relatou o dirigente. Em evento na Câmara de Vereadores de Porto Alegre, à tarde, Ciro falou que Tabata deveria deixar o PDT e se mostrou decepcionado com ela. "É certo que, em minha opinião, ela cometeu um erro indesculpável, mas vale lembrar que a deputada tem 25 anos e ainda é uma idade em que as pessoas podem errar. Embora, no caso, um erro desse, contra a melhor tradição do trabalhismo brasileiro e contra o povo mais pobre, é um erro que não pode passar impune", afirmou o ex-governador. "Não acho, francamente, que ela tenha mais lugar para ficar no PDT. Acho que ela deveria sair, assim como os outros deputados do partido que votaram a favor da reforma também", completou ele. Sob intensas críticas, Tabata não se pronunciou sobre o assunto nesta quinta. No PSB, o discurso oficial também é de endurecimento. A legenda recebeu representações contra os deputados que devem ser reunidas em um documento a ser enviado para o conselho de ética. O processo deve ser instaurado na segunda-feira (15). "O PSB não perde o que não tem", diz o presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira, sobre as possíveis expulsões. "O partido possui história, princípios, programa. Não podemos ser condescendentes com pessoas que traem os ideais do partido e a população." Siqueira recorre a um exemplo recente na sigla para dizer que não teme a saída de quadros. Em 2017, o PSB decidiu expulsar 13 deputados que votaram a favor da reforma trabalhista. Na prática, eles conseguiram questionar na Justiça um aspecto formal do processo e acabaram liberados. Entre os insurgentes de então estava Átila Lira (PI), que na Previdência voltou a desconsiderar a ordem do partido. "Foi reincidente. É um erro que eu assumo. Deveria ter saído naquela época", diz Siqueira, acrescentando que o novo episódio deixa uma lição para o PSB. "Precisamos ser mais rigorosos na escolha de candidatos. Essa vai ser a tônica a partir de agora", assinala. Nos bastidores, contudo, líderes do PSB iniciaram conversas para baixar a temperatura, advogando que o processo corra em ritmo cauteloso e que se busque um canal de diálogo com os dissidentes. O PSDB não se pronunciou nesta quinta sobre o caso da deputada Tereza Nelma. No dia anterior, a legenda havia indicado que aplicaria "as sanções previstas no estatuto". A assessoria da parlamentar disse que ela não se manifestará sobre o tema neste momento. O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, já disse ser contra a expulsão. Líderes tucanos admitiram que a sigla poderá impor a Tereza obstáculos em futuras eleições, como, por exemplo, não garantir legenda para ela no pleito. Para a professora Marilda Silveira, também advogada especialista em direito eleitoral, a jurisprudência que deu aos parlamentares expulsos a posse do mandato acabou por desestimular os partidos a se livrar dos filiados infiéis. "Como perdem representatividade, a tendência é que as legendas evitem expulsar. A impressão agora é a de que não vão cortar na carne", diz a docente do IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público). O cientista político Glauco Peres afirma que, entre PDT e PSB, seria mais provável que o primeiro avançasse na direção da expulsão, "em razão das pretensões eleitorais" de Ciro, que deve tentar o Planalto. "É compreensível que ele adote esse comportamento, já que se coloca como líder do partido e precisaria dar um sinal de que está comprometido com certos princípios", opina.


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  • 43/56   Veja os pontos já aprovados que suavizam a reforma da Previdência
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    Mesmo após aprovação do texto-base, diversos destaques da reforma da Previdência acabaram suavizando as novas regras da aposentadoria

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  • 44/56   Londres envia segundo navio de guerra para o Golfo
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    O Reino Unido vai aumentar temporariamente sua presença militar no Golfo, enviando para a região um segundo navio de guerra - informaram nesta sexta-feira (12) o governo britânico e uma fonte da defesa em um contexto de crescentes tensões com Teerã.

    O Reino Unido vai aumentar temporariamente sua presença militar no Golfo, enviando para a região um segundo navio de guerra - informaram nesta sexta-feira (12) o governo britânico e uma fonte da defesa em um contexto de crescentes tensões com Teerã.


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  • 45/56   Corte admite erro de identidade no caso de acusado de tráfico de imigrantes
    WORLD TOPIC NEWS

    O tribunal de Palermo (Itália) admitiu nesta sexta-feira um erro de identidade no julgamento de um eritreu acusado de administrar uma vasta rede de contrabandistas de imigrantes, um caso que mobilizou a opinião pública.

    O tribunal de Palermo (Itália) admitiu nesta sexta-feira um erro de identidade no julgamento de um eritreu acusado de administrar uma vasta rede de contrabandistas de imigrantes, um caso que mobilizou a opinião pública.


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  • 46/56   Negociadores comerciais dos EUA viajarão à China em breve
    WORLD TOPIC NEWS

    Uma delegação comercial de alto nível dos Estados Unidos viajará "em um futuro muito próximo" à China para retomar as negociações entre as duas maiores economias do mundo, envolvidas em uma guerra comercial por mais de um ano, afirmou um assessor da Casa Branca.

    Uma delegação comercial de alto nível dos Estados Unidos viajará "em um futuro muito próximo" à China para retomar as negociações entre as duas maiores economias do mundo, envolvidas em uma guerra comercial por mais de um ano, afirmou um assessor da Casa Branca.


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  • 47/56   Otan está preocupada com entrega de mísseis russos à Turquia
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A Otan está "preocupada" com a entrega à Turquia, um peso pesado da Aliança Atlântica, de mísseis russos S-400, afirmou nesta sexta-feira à AFP um de seus responsáveis, sob condição de anonimato.

    A Otan está "preocupada" com a entrega à Turquia, um peso pesado da Aliança Atlântica, de mísseis russos S-400, afirmou nesta sexta-feira à AFP um de seus responsáveis, sob condição de anonimato.


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  • 48/56   Reforma da Previdência, vitória de Rodrigo Maia e derrota da esquerda
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    O presidente Jair Bolsonaro comemorou a aprovação, ainda parcial, da reforma da Previdência, depois de um processo que concedeu status de liderança nacional ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e evidenciou as divisões da esquerda brasileira.

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  • 49/56   Polícia de Gibraltar prende mais dois oficiais do petroleiro iraniano
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    A polícia de Gibraltar prendeu, nesta sexta-feira, dois outros oficiais do petroleiro iraniano interceptado há uma semana por suspeita de transportar sua carga para a Síria, informou a polícia.

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  • 50/56   Por avanço de Previdência, Bolsonaro libera mais R$ 176 mi em emendas parlamentares
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em meio à votação da reforma da Previdência na Câmara, o governo Jair Bolsonaro (PSL) liberou na noite desta quinta-feira (11) mais um lote de emendas parlamentares, que somam mais de R$ 176 milhões.  A liberação acontece enquanto os parlamentares votam propostas que possam desidratar a reforma. Até 0h20, apenas uma mudança no texto-base foi aprovada--regra mais vantajosa para a aposentadoria de mulheres e pensão por morte.  Na publicação desta quinta foram liberadas mais de 300 emendas na área da saúde, para fundos municipais de assistência básica, média e de alta complexidade. No pacote publicado em edição extra do "Diário Oficial da União", foram beneficiados deputados federais de estados como Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, além do Distrito Federal.  Entre terça (9) e quarta (10), o governo havia liberado cerca de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares também vinculadas à área da saúde. Na terça, o presidente Jair Bolsonaro negou que a liberação de emendas parlamentares seja uma prática da "velha política". "Tudo o que é liberado está no orçamento. Então, eu gostaria de liberar tudo o que está no orçamento. E, quando acontece uma situação como essa, é normal, no meu entender. Nada foi inventado, não tem mala, não tem conversa escondidinha em lugar nenhum, é tudo à luz da legislação. É isso que deve estar acontecendo", disse.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em meio à votação da reforma da Previdência na Câmara, o governo Jair Bolsonaro (PSL) liberou na noite desta quinta-feira (11) mais um lote de emendas parlamentares, que somam mais de R$ 176 milhões.  A liberação acontece enquanto os parlamentares votam propostas que possam desidratar a reforma. Até 0h20, apenas uma mudança no texto-base foi aprovada--regra mais vantajosa para a aposentadoria de mulheres e pensão por morte.  Na publicação desta quinta foram liberadas mais de 300 emendas na área da saúde, para fundos municipais de assistência básica, média e de alta complexidade. No pacote publicado em edição extra do "Diário Oficial da União", foram beneficiados deputados federais de estados como Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, além do Distrito Federal.  Entre terça (9) e quarta (10), o governo havia liberado cerca de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares também vinculadas à área da saúde. Na terça, o presidente Jair Bolsonaro negou que a liberação de emendas parlamentares seja uma prática da "velha política". "Tudo o que é liberado está no orçamento. Então, eu gostaria de liberar tudo o que está no orçamento. E, quando acontece uma situação como essa, é normal, no meu entender. Nada foi inventado, não tem mala, não tem conversa escondidinha em lugar nenhum, é tudo à luz da legislação. É isso que deve estar acontecendo", disse.


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  • 51/56   Balanço de acidente de trens no Paquistão sobe a 23 mortos
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    O balanço da colisão entre dois trens na quinta-feira na região central do Paquistão aumentou para 23 mortos e 73 feridos, anunciaram as autoridades locais.

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  • 52/56   Câmara aprova tempo de contribuição mínimo de 15 anos para homens
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Câmara decidiu, por 445 votos a 15, que homens, mesmo após a reforma da Previdência, podem se aposentar ao cumprir o tempo mínimo de contribuição de 15 anos. A proposta original, enviada pelo presidente Jair Bolsonaro, previa 20 anos de tempo mínimo de contribuição para homens. Mas, para destravar a análise da reforma na Câmara, o governo teve que ceder e participou de um acordo com partidos de centro e a oposição para alterar esse trecho do texto, reduzindo o período para 15 anos. Esse é o mesmo critério usado atualmente na aposentadoria por idade para trabalhadores da iniciativa privada. A mudança na proposta da reforma foi uma iniciativa do PSB e teve amplo apoio na Casa. "Assim, podemos garantir que mais homens possam ter direito à aposentadoria", disse o líder da oposição, Alessandro Molon (PSB-RJ). O texto original da equipe econômica também elevava, de 15 anos para 20 anos, o tempo mínimo de contribuição para mulheres. Essa alta foi derrubada já durante as negociações na comissão especial da reforma da Previdência. Agora, quando a proposta chegou ao plenário da Câmara, deputados articularam essa regra mais vantajosa também para homens. Ainda não há estimativa do efeito dessa concessão na economia com a reforma da Previdência. O texto-base da reforma da Previdência foi aprovado na noite desta quarta (10) por 379 votos a 131. Mas a Câmara ainda analisa destaques - instrumentos para que temas específicos sejam analisados separadamente. Até 1h40 desta sexta-feira (12), sete destaques foram votados. Desse total, três foram aprovados. Além de benefícios para homens do setor privado, a Câmara aprovou regras mais vantajosas para mulheres e para policiais federais, policiais rodoviários federais e outras categorias de segurança pública. Isso também foi acordado com o governo. Ainda há outra alteração na proposta de reforma que deve ser aprovado: regras mais suaves para professores que estão na ativa. Mas a tendência é que a sessão seja encerrada sem que a Câmara conclua o primeiro turno de votação da reforma da Previdência na madrugada desta sexta.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Câmara decidiu, por 445 votos a 15, que homens, mesmo após a reforma da Previdência, podem se aposentar ao cumprir o tempo mínimo de contribuição de 15 anos. A proposta original, enviada pelo presidente Jair Bolsonaro, previa 20 anos de tempo mínimo de contribuição para homens. Mas, para destravar a análise da reforma na Câmara, o governo teve que ceder e participou de um acordo com partidos de centro e a oposição para alterar esse trecho do texto, reduzindo o período para 15 anos. Esse é o mesmo critério usado atualmente na aposentadoria por idade para trabalhadores da iniciativa privada. A mudança na proposta da reforma foi uma iniciativa do PSB e teve amplo apoio na Casa. "Assim, podemos garantir que mais homens possam ter direito à aposentadoria", disse o líder da oposição, Alessandro Molon (PSB-RJ). O texto original da equipe econômica também elevava, de 15 anos para 20 anos, o tempo mínimo de contribuição para mulheres. Essa alta foi derrubada já durante as negociações na comissão especial da reforma da Previdência. Agora, quando a proposta chegou ao plenário da Câmara, deputados articularam essa regra mais vantajosa também para homens. Ainda não há estimativa do efeito dessa concessão na economia com a reforma da Previdência. O texto-base da reforma da Previdência foi aprovado na noite desta quarta (10) por 379 votos a 131. Mas a Câmara ainda analisa destaques - instrumentos para que temas específicos sejam analisados separadamente. Até 1h40 desta sexta-feira (12), sete destaques foram votados. Desse total, três foram aprovados. Além de benefícios para homens do setor privado, a Câmara aprovou regras mais vantajosas para mulheres e para policiais federais, policiais rodoviários federais e outras categorias de segurança pública. Isso também foi acordado com o governo. Ainda há outra alteração na proposta de reforma que deve ser aprovado: regras mais suaves para professores que estão na ativa. Mas a tendência é que a sessão seja encerrada sem que a Câmara conclua o primeiro turno de votação da reforma da Previdência na madrugada desta sexta.


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  • 53/56   Câmara aprova regras mais suaves para policiais na reforma da Previdência
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Na votação da proposta de reforma da Previdência, a Câmara aprovou, por 467 a 15, regras mais brandas de aposentadoria para profissionais de segurança pública que já estão na ativa. A mudança no texto beneficia policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais legislativos, policiais civis do Distrito Federal e agentes penitenciários e socioeducativos. Essa foi a segunda desidratação na reforma aprovada pela Câmara, que deu aval, por 379 votos a 131, ao texto-base nesta quarta (10). Antes, os deputados aprovaram regras mais vantajosas para a aposentadoria de mulheres e pensão. Num acordo com o governo, a bancada da bala -ligada a corporações da segurança- conseguiu concessões para reduzir os critérios de aposentadoria de quem já ingressou nas carreiras. Para quem já está na carreira, a idade mínima de aposentadoria ficou em 53 anos, se homem, e 52 anos, se mulher, além da previsão de um pedágio de 100%. Ou seja, se faltam dois anos para se aposentar, o policial teria que trabalhar mais quatro anos. No entanto, a idade mínima para que ainda vai entrar nessas carreiras permanece em 55 anos -como desejava inicialmente o governo. Hoje, não há idade mínima para que policiais entrem na inatividade, mas sim uma exigência de 30 anos de contribuição, se homem, e 25 anos, se mulher. O acordo fechado na Câmara foi o mesmo oferecido para entidades representantes das categorias na semana passada, mas que foi recusado pelos policiais, que queriam regras ainda mais suaves. Às vésperas da votação, em primeiro turno, da reforma no plenário da Casa, deputados ligados à segurança pública conseguiram reviver a oferta. O centrão -grupo de partidos independentes ao governo e que, juntos, representam maioria da Câmara- aceitou as condições propostas para policiais na ativa. Essa era uma demanda do presidente Jair Bolsonaro, que fez, nas últimas semanas, apelos públicos por alívios a setores da segurança pública -uma articulação para desidratar a própria reforma. O PSL, partido do presidente, também foi responsável pela medida. A alteração no texto aprovada por maioria da Câmara abre brecha para que policiais que ingressaram nessas carreiras até a reforma entrar em vigor poderão se aposentar com salário integral (integralidade) e com reajustes dados para quem está na ativa (paridade). Segundo o governo, essa é uma interpretação da emenda aprovada. Mas técnicos afirmam que isso não está claro e pode ser alvo de ações judiciais. A equipe econômica não divulgou o cálculo do impacto da mudança na reforma. Mas, segundo cálculos preliminares de técnicos legislativo, a economia seria reduzia em cerca de R$ 2 bilhões em dez anos. A proposta de restruturação das regras de aposentadoria aprovada pela comissão especial representaria uma economia de aproximadamente R$ 980 bilhões em uma década. Mas as regras mais benéficas para mulheres e na pensão, segundo essas estimativas preliminares, reduziram esse número em cerca de R$ 25 bilhões. Após a aprovação do texto-base, a Câmara retomou a sessão nesta quinta (11) para votar os chamados destaques -recursos para que pontos específicos do projeto sejam analisados separadamente. A expectativa é que, na madrugada desta sexta (12), ainda sejam aprovadas outras duas mudanças: regras mais vantajosas para professores na ativa e na aposentadoria de homens.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Na votação da proposta de reforma da Previdência, a Câmara aprovou, por 467 a 15, regras mais brandas de aposentadoria para profissionais de segurança pública que já estão na ativa. A mudança no texto beneficia policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais legislativos, policiais civis do Distrito Federal e agentes penitenciários e socioeducativos. Essa foi a segunda desidratação na reforma aprovada pela Câmara, que deu aval, por 379 votos a 131, ao texto-base nesta quarta (10). Antes, os deputados aprovaram regras mais vantajosas para a aposentadoria de mulheres e pensão. Num acordo com o governo, a bancada da bala -ligada a corporações da segurança- conseguiu concessões para reduzir os critérios de aposentadoria de quem já ingressou nas carreiras. Para quem já está na carreira, a idade mínima de aposentadoria ficou em 53 anos, se homem, e 52 anos, se mulher, além da previsão de um pedágio de 100%. Ou seja, se faltam dois anos para se aposentar, o policial teria que trabalhar mais quatro anos. No entanto, a idade mínima para que ainda vai entrar nessas carreiras permanece em 55 anos -como desejava inicialmente o governo. Hoje, não há idade mínima para que policiais entrem na inatividade, mas sim uma exigência de 30 anos de contribuição, se homem, e 25 anos, se mulher. O acordo fechado na Câmara foi o mesmo oferecido para entidades representantes das categorias na semana passada, mas que foi recusado pelos policiais, que queriam regras ainda mais suaves. Às vésperas da votação, em primeiro turno, da reforma no plenário da Casa, deputados ligados à segurança pública conseguiram reviver a oferta. O centrão -grupo de partidos independentes ao governo e que, juntos, representam maioria da Câmara- aceitou as condições propostas para policiais na ativa. Essa era uma demanda do presidente Jair Bolsonaro, que fez, nas últimas semanas, apelos públicos por alívios a setores da segurança pública -uma articulação para desidratar a própria reforma. O PSL, partido do presidente, também foi responsável pela medida. A alteração no texto aprovada por maioria da Câmara abre brecha para que policiais que ingressaram nessas carreiras até a reforma entrar em vigor poderão se aposentar com salário integral (integralidade) e com reajustes dados para quem está na ativa (paridade). Segundo o governo, essa é uma interpretação da emenda aprovada. Mas técnicos afirmam que isso não está claro e pode ser alvo de ações judiciais. A equipe econômica não divulgou o cálculo do impacto da mudança na reforma. Mas, segundo cálculos preliminares de técnicos legislativo, a economia seria reduzia em cerca de R$ 2 bilhões em dez anos. A proposta de restruturação das regras de aposentadoria aprovada pela comissão especial representaria uma economia de aproximadamente R$ 980 bilhões em uma década. Mas as regras mais benéficas para mulheres e na pensão, segundo essas estimativas preliminares, reduziram esse número em cerca de R$ 25 bilhões. Após a aprovação do texto-base, a Câmara retomou a sessão nesta quinta (11) para votar os chamados destaques -recursos para que pontos específicos do projeto sejam analisados separadamente. A expectativa é que, na madrugada desta sexta (12), ainda sejam aprovadas outras duas mudanças: regras mais vantajosas para professores na ativa e na aposentadoria de homens.


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  • 54/56   Sem concluir primeiro turno, Câmara pode terminar votação da Previdência apenas em agosto
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), encerrou a sessão na madrugada desta sexta-feira (12) sem concluir a análise em primeiro turno da reforma da Previdência. A tendência é que essa etapa seja encerrada na tarde desta sexta. Líderes dos principais partidos da Câmara estão divididos sobre a votação em segundo turno. Uma parte quer terminar com a análise da reforma até a próxima semana, entrando no recesso parlamentar com o assunto já liquidado. Outra ala defende que a Casa apenas vote a proposta em segundo turno em agosto -após as férias de julho. Após a sessão, Maia disse não ver problema em deixar a conclusão da votação para agosto. "Eu acho que termina tudo [antes do recesso]. Mas, como o Senado não vai votar [a reforma] agora, não tem nenhuma gravidade. Mas o ideal é que a gente possa terminar ainda nesse semestre", afirmou o presidente. Maia também trabalha com a possibilidade de estender a votação até sábado (13). "É arriscado. Tem que ver que tipo de mobilização se consegue a partir de sexta à noite", disse. Pouco antes de determinar o fim dos trabalhos, Maia deixou o comando da sessão algumas vezes para definir a estratégia com os líderes.  O presidente convocou nova sessão para às 9h desta sexta, mas a expectativa é que a análise da reforma só seja retomada por volta das 11h.  O primeiro destaque a ser analisado foi proposto pelo PDT e busca regras mais vantajosas para professores.  A proposta do partido reduz de 58 anos para 55 anos a idade mínima para professores que já estão na ativa. Para professoras, a idade mínima deve cair de 55 anos para 52 anos. O temor da equipe econômica do governo é o de que após a apreciação da proposta do PDT -que tem apoio de grande parte dos parlamentares-- os deputados comecem a deixar a Casa.  Para evitar uma desidratação ainda maior da reforma, o governo precisa garantir 308 deputados favoráveis à proposta nas votações dos destaques. Ou seja, 60% da Câmara. Ainda há emendas da oposição que podem desfigurar a reforma desejada pela equipe do ministro Paulo Guedes (Economia).  Os destaques que mais preocupam os auxiliares do presidente Jair Bolsonaro (PSL) são de autoria do PT. Juntos, eles podem ter impacto de cerca de R$ 500 bilhões na economia prevista pela reforma.  Até 1h40 desta sexta-feira (12), sete destaques foram votados. Desse total, três foram aprovados. O governo teve que ceder para garantir o andamento da reforma no plenário. Em um deles, a Câmara decidiu, por 445 votos a 15, que homens, mesmo após a reforma da Previdência, podem se aposentar ao cumprir o tempo mínimo de contribuição de 15 anos. O governo queria elevar esse período para 20 anos. Mesmo com a suavização da regra, permanece na proposta a exigência de 40 anos de contribuição para que os homens tenham direito a 100% do benefício. Por 467 votos a 15, foram aprovadas regras mais brandas de aposentadoria para profissionais de segurança pública que já estão na ativa -resultado da pressão de parlamentares da bancada da bala. A mudança no texto beneficia policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais legislativos, policiais civis do Distrito Federal e agentes penitenciários e socioeducativos. Para quem já está na carreira, a idade mínima de aposentadoria ficou em 53 anos, se homem, e 52 anos, se mulher, além da previsão de um pedágio de 100%. Ou seja, se faltam dois anos para se aposentar, o policial teria que trabalhar mais quatro anos. No entanto, a idade mínima para que ainda vai entrar nessas carreiras permanece em 55 anos -como desejava inicialmente o governo. Hoje, não há idade mínima para que policiais entrem na inatividade, mas sim uma exigência de 30 anos de contribuição, se homem, e 25 anos, se mulher. Por 344 votos a 132, o plenário decidiu que mulheres poderão se aposentar com 100% do benefício após 35 anos de contribuição. Na versão da reforma aprovada na comissão especial na semana passada, isso seria possível apenas depois de 40 anos de contribuição.  Maia negou que essas concessões representem um forte impacto na economia prevista com a reforma. "Não vai perder muita coisa, não". Para compensar as perdas no efeito fiscal da proposta, o governo incluiu numa emenda aprovada na noite de quinta outra alteração no texto. Foi aprovado que uma lei possa permitir que ações sobre questões previdenciárias sejam de responsabilidade da Justiça Federal, mas podendo ser julgadas pela Justiça estadual quando o beneficiário não residir em cidade com sede da vara federal. A Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) afirmou que a medida reduzirá os custos com perícias, economizando milhões por ano. O governo não estimou o valor do corte de despesas nem o impacto das concessões para homens, mulheres e policiais.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), encerrou a sessão na madrugada desta sexta-feira (12) sem concluir a análise em primeiro turno da reforma da Previdência. A tendência é que essa etapa seja encerrada na tarde desta sexta. Líderes dos principais partidos da Câmara estão divididos sobre a votação em segundo turno. Uma parte quer terminar com a análise da reforma até a próxima semana, entrando no recesso parlamentar com o assunto já liquidado. Outra ala defende que a Casa apenas vote a proposta em segundo turno em agosto -após as férias de julho. Após a sessão, Maia disse não ver problema em deixar a conclusão da votação para agosto. "Eu acho que termina tudo [antes do recesso]. Mas, como o Senado não vai votar [a reforma] agora, não tem nenhuma gravidade. Mas o ideal é que a gente possa terminar ainda nesse semestre", afirmou o presidente. Maia também trabalha com a possibilidade de estender a votação até sábado (13). "É arriscado. Tem que ver que tipo de mobilização se consegue a partir de sexta à noite", disse. Pouco antes de determinar o fim dos trabalhos, Maia deixou o comando da sessão algumas vezes para definir a estratégia com os líderes.  O presidente convocou nova sessão para às 9h desta sexta, mas a expectativa é que a análise da reforma só seja retomada por volta das 11h.  O primeiro destaque a ser analisado foi proposto pelo PDT e busca regras mais vantajosas para professores.  A proposta do partido reduz de 58 anos para 55 anos a idade mínima para professores que já estão na ativa. Para professoras, a idade mínima deve cair de 55 anos para 52 anos. O temor da equipe econômica do governo é o de que após a apreciação da proposta do PDT -que tem apoio de grande parte dos parlamentares-- os deputados comecem a deixar a Casa.  Para evitar uma desidratação ainda maior da reforma, o governo precisa garantir 308 deputados favoráveis à proposta nas votações dos destaques. Ou seja, 60% da Câmara. Ainda há emendas da oposição que podem desfigurar a reforma desejada pela equipe do ministro Paulo Guedes (Economia).  Os destaques que mais preocupam os auxiliares do presidente Jair Bolsonaro (PSL) são de autoria do PT. Juntos, eles podem ter impacto de cerca de R$ 500 bilhões na economia prevista pela reforma.  Até 1h40 desta sexta-feira (12), sete destaques foram votados. Desse total, três foram aprovados. O governo teve que ceder para garantir o andamento da reforma no plenário. Em um deles, a Câmara decidiu, por 445 votos a 15, que homens, mesmo após a reforma da Previdência, podem se aposentar ao cumprir o tempo mínimo de contribuição de 15 anos. O governo queria elevar esse período para 20 anos. Mesmo com a suavização da regra, permanece na proposta a exigência de 40 anos de contribuição para que os homens tenham direito a 100% do benefício. Por 467 votos a 15, foram aprovadas regras mais brandas de aposentadoria para profissionais de segurança pública que já estão na ativa -resultado da pressão de parlamentares da bancada da bala. A mudança no texto beneficia policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais legislativos, policiais civis do Distrito Federal e agentes penitenciários e socioeducativos. Para quem já está na carreira, a idade mínima de aposentadoria ficou em 53 anos, se homem, e 52 anos, se mulher, além da previsão de um pedágio de 100%. Ou seja, se faltam dois anos para se aposentar, o policial teria que trabalhar mais quatro anos. No entanto, a idade mínima para que ainda vai entrar nessas carreiras permanece em 55 anos -como desejava inicialmente o governo. Hoje, não há idade mínima para que policiais entrem na inatividade, mas sim uma exigência de 30 anos de contribuição, se homem, e 25 anos, se mulher. Por 344 votos a 132, o plenário decidiu que mulheres poderão se aposentar com 100% do benefício após 35 anos de contribuição. Na versão da reforma aprovada na comissão especial na semana passada, isso seria possível apenas depois de 40 anos de contribuição.  Maia negou que essas concessões representem um forte impacto na economia prevista com a reforma. "Não vai perder muita coisa, não". Para compensar as perdas no efeito fiscal da proposta, o governo incluiu numa emenda aprovada na noite de quinta outra alteração no texto. Foi aprovado que uma lei possa permitir que ações sobre questões previdenciárias sejam de responsabilidade da Justiça Federal, mas podendo ser julgadas pela Justiça estadual quando o beneficiário não residir em cidade com sede da vara federal. A Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) afirmou que a medida reduzirá os custos com perícias, economizando milhões por ano. O governo não estimou o valor do corte de despesas nem o impacto das concessões para homens, mulheres e policiais.


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  • 55/56   Deputados desidratam reforma e suavizam regra para mulheres
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    Por 344 a 132, Câmara aprovou que trabalhadoras da iniciativa privada podem receber 100% do benefício após 35 anos de contribuição

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  • 56/56   Washington planeja operação internacional para escoltar navios no Golfo
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    O Pentágono anunciou nesta quinta-feira (11) que está planejando uma coalizão internacional para escoltar navios comerciais no Golfo, depois que o Reino Unido denunciou que o Irã tentou "impedir a passagem" de um navio britânico no estreito de Ormuz.

    O Pentágono anunciou nesta quinta-feira (11) que está planejando uma coalizão internacional para escoltar navios comerciais no Golfo, depois que o Reino Unido denunciou que o Irã tentou "impedir a passagem" de um navio britânico no estreito de Ormuz.


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