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Noticias Slideshows (11/09/2019 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

    Noticias Fotos Slideshows - Tendências - Clique na imagem para visualizar na realidade aumentada ou em 3D estéreo

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    Revista de Imprensa


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  • 2/56   AirDrop do iPhone 11 permite compartilhar dados apontando para o outro aparelho

    A Apple lança nos novos smartphone o novo chip U1, que trabalha com a tecnologia de banda ultralarga e permite otimizar bastante a comunicação entre os produtos da empresa. O novo AirDrop usa esse sistema e pode enviar fotos apenas mirando um outro iPhone

    A Apple lança nos novos smartphone o novo chip U1, que trabalha com a tecnologia de banda ultralarga e permite otimizar bastante a comunicação entre os produtos da empresa. O novo AirDrop usa esse sistema e pode enviar fotos apenas mirando um outro iPhone


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  • 3/56   Vazou a possível data de lançamento do Pixel 4

    O novo smartphone da linha Pixel, da Google, já passou por uma série de vazamentos, incluindo características e recursos. No entanto, o principal deles veio por meio de uma renderização aparentemente oficial, e parece que o celular vai ser lançado em 15 de outubro

    O novo smartphone da linha Pixel, da Google, já passou por uma série de vazamentos, incluindo características e recursos. No entanto, o principal deles veio por meio de uma renderização aparentemente oficial, e parece que o celular vai ser lançado em 15 de outubro


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  • 4/56   Razer lança cases de resfriamento para jogatina nos novos iPhones 11

    Com o aumento da oferta de smartphones gamer e serviços de streaming de jogos, a Razer coloca no mercado o case Arctech, que promete diminuir a temperatura dos dispositivos em até 6 graus Celsius. A novidade já está disponível para os novos aparelhos da Apple

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  • 5/56   7 produtos que a Apple NÃO lançou no evento desta terça-feira (10)

    Gigante de Cupertino fez grandes anúncios, com a chegada dos novos iPhones e um iPad de entrada, o Apple Watch Series 5 e o serviço de streaming Apple TV+, mas o que ficou faltando nos anúncios desse grande evento? Essa lista mostra!

    Gigante de Cupertino fez grandes anúncios, com a chegada dos novos iPhones e um iPad de entrada, o Apple Watch Series 5 e o serviço de streaming Apple TV+, mas o que ficou faltando nos anúncios desse grande evento? Essa lista mostra!


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  • 6/56   Serviço de streaming e iPhone mais barato, a estratégia da Apple

    A Apple pôs o vídeo no centro de sua nova oferta de produtos e serviços a preços reduzidos, e pegou a Disney+ de surpresa ao anunciar, nesta terça-feira, o lançamento de sua plataforma de streaming de vídeo Apple TV+ em 1º de novembro, duas semanas antes da Disney, em aproximadamente 100 países.

    A Apple pôs o vídeo no centro de sua nova oferta de produtos e serviços a preços reduzidos, e pegou a Disney+ de surpresa ao anunciar, nesta terça-feira, o lançamento de sua plataforma de streaming de vídeo Apple TV+ em 1º de novembro, duas semanas antes da Disney, em aproximadamente 100 países.


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  • 7/56   Ações da Netflix, Disney e Roku caem após preço do Apple TV+ ser anunciado

    Durante o evento especial da Apple, uma das novidades anunciadas foi o preço da assinatura da nova plataforma de streaming da empresa: US$ 4,99, enquanto no Brasil vai custar R$ 9,90. As ações da Disney caíram 2,76%, as da Netflix 3,25%, e as da Roku 12,62%

    Durante o evento especial da Apple, uma das novidades anunciadas foi o preço da assinatura da nova plataforma de streaming da empresa: US$ 4,99, enquanto no Brasil vai custar R$ 9,90. As ações da Disney caíram 2,76%, as da Netflix 3,25%, e as da Roku 12,62%


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  • 8/56   Google será investigado por monopólio em uma coalizão de 50 procuradores nos EUA

    Coalizão de procuradores-gerais nos Estados Unidos visa investigar as ações da companhia de Mountain View no que diz respeito à exploração da veiculação de publicidade e de seu serviço de pesquisa na web

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  • 9/56   Apple revela datas de lançamento do iOS 13, iPadOS e macOS Catalina

    A Apple já atualizou o seu site oficial com as datas de lançamento das novas versões dos sistemas iOS 13, iPadOS e macOS Catalina. O iOS 13 e o iPadOS chegam ainda neste mês, enquanto o macOS Catalina será liberado em outubro

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  • 10/56   Santander lança pagamento instantâneo a clientes, seguindo concorrência

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Santander entrou na disputa de pagamentos instantâneos entre pessoas e por QR-Codes nesta terça-feira (10), em uma resposta aos lançamentos de concorrentes, como o iti, do Itaú. O aplicativo Way, para gerenciamento do cartões de clientes do banco, foi atualizado para agregar as novas funções. A base de usuários do app é de 7,5 milhões de clientes, ante os cerca de 20 milhões de usuários de cartões do banco. O Santander é o terceiro maior emissor de cartões de crédito, atrás de Itaú e Bradesco. As transferências inicialmente serão apenas entre clientes do banco e na função débito sem custo, como já é atualmente. A mudança é a simplificação da transferência entre contas, sem a necessidade de digitação de números de agência e conta. O aplicativo acessa a agenda de celular do telefone onde o aplicativo está atualizado. Inicialmente o dinheiro sairá apenas da conta-corrente, mas o plano é que os débitos possam ser feitos também no crédito. A funcionalidade de crédito ficará disponível nos próximos meses, quando o custo for definido. O problema, segundo Rodrigo Cury, diretor de cartões e pagamentos digitais do banco, é que a cobrança seria equivalente a um saque em caixa eletrônico, que tem custo elevado e paga juros. "A ambição é que seja o principal método de pagamento dos nossos clientes. Não é uma plataforma independente", afirma Rodrigo Cury, diretor de cartões e pagamentos digitais do Santander. Sem citar, Cury faz referência ao iti, que foi lançado do zero pelo Itaú e ainda não está em operação. QR-CODE O Santander também lançou a função que já existe em outros concorrentes, a transferência de recursos pela leitura de QR-Code (espécie de código de barras) na tela do celular. Além disso, as maquininhas da Getnet, que também pertencem ao banco, passarão a exibir QR-Codes para pagamentos. Cury listou os próximos lançamentos ligados ao aplicativo, que devem ser disponíveis até o final do ano. A principal delas deve ser a conversão do aplicativo em maquininha de cartão, atrelado à Getnet. A mudança preserva a receita da maquininha do banco, mas dispensa o pagamento pelo valor do aparelho. O banco deve mexer também no Santander Esfera, permitindo que pelo Way o cliente possa usar pontos como cashback ou para apagar contas, nos mesmos moldes do programa Rewards, do Nubank. O cliente ainda terá a possibilidade de incluir os cartões de benefícios Ben, que também pertencem ao Santander, e a inclusão da conta Super Digital, que é uma conta de pagamentos do banco. Pagamento por aproximação O Santander Way já oferecia a possibilidade de pagamento por aproximação para aparelhos Android com NFC (pagamento por aproximação). "O NFC é inexpressivo perto da ambição que temos", afirmou Cury, indicando a pouca adesão. Clientes Apple, porém, não tem a opção. O Santander não tem planos de lançar a modalidade de pagamento.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Santander entrou na disputa de pagamentos instantâneos entre pessoas e por QR-Codes nesta terça-feira (10), em uma resposta aos lançamentos de concorrentes, como o iti, do Itaú. O aplicativo Way, para gerenciamento do cartões de clientes do banco, foi atualizado para agregar as novas funções. A base de usuários do app é de 7,5 milhões de clientes, ante os cerca de 20 milhões de usuários de cartões do banco. O Santander é o terceiro maior emissor de cartões de crédito, atrás de Itaú e Bradesco. As transferências inicialmente serão apenas entre clientes do banco e na função débito sem custo, como já é atualmente. A mudança é a simplificação da transferência entre contas, sem a necessidade de digitação de números de agência e conta. O aplicativo acessa a agenda de celular do telefone onde o aplicativo está atualizado. Inicialmente o dinheiro sairá apenas da conta-corrente, mas o plano é que os débitos possam ser feitos também no crédito. A funcionalidade de crédito ficará disponível nos próximos meses, quando o custo for definido. O problema, segundo Rodrigo Cury, diretor de cartões e pagamentos digitais do banco, é que a cobrança seria equivalente a um saque em caixa eletrônico, que tem custo elevado e paga juros. "A ambição é que seja o principal método de pagamento dos nossos clientes. Não é uma plataforma independente", afirma Rodrigo Cury, diretor de cartões e pagamentos digitais do Santander. Sem citar, Cury faz referência ao iti, que foi lançado do zero pelo Itaú e ainda não está em operação. QR-CODE O Santander também lançou a função que já existe em outros concorrentes, a transferência de recursos pela leitura de QR-Code (espécie de código de barras) na tela do celular. Além disso, as maquininhas da Getnet, que também pertencem ao banco, passarão a exibir QR-Codes para pagamentos. Cury listou os próximos lançamentos ligados ao aplicativo, que devem ser disponíveis até o final do ano. A principal delas deve ser a conversão do aplicativo em maquininha de cartão, atrelado à Getnet. A mudança preserva a receita da maquininha do banco, mas dispensa o pagamento pelo valor do aparelho. O banco deve mexer também no Santander Esfera, permitindo que pelo Way o cliente possa usar pontos como cashback ou para apagar contas, nos mesmos moldes do programa Rewards, do Nubank. O cliente ainda terá a possibilidade de incluir os cartões de benefícios Ben, que também pertencem ao Santander, e a inclusão da conta Super Digital, que é uma conta de pagamentos do banco. Pagamento por aproximação O Santander Way já oferecia a possibilidade de pagamento por aproximação para aparelhos Android com NFC (pagamento por aproximação). "O NFC é inexpressivo perto da ambição que temos", afirmou Cury, indicando a pouca adesão. Clientes Apple, porém, não tem a opção. O Santander não tem planos de lançar a modalidade de pagamento.


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  • 11/56   Polaroid Lab conecta-se aos celulares e imprime fotos digitais instantaneamente

    O Polaroid Lab é uma espécie de impressora portátil que se conecta aos smartphones - iPhones e Android - capturando a imagem a partir da emissão de luz da tela e imprimindo as fotos instantâneamente. Um app da marca comanda todo o processo

    O Polaroid Lab é uma espécie de impressora portátil que se conecta aos smartphones - iPhones e Android - capturando a imagem a partir da emissão de luz da tela e imprimindo as fotos instantâneamente. Um app da marca comanda todo o processo


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  • 12/56   Apple não vende mais iPhones 7, 7 Plus, XS e XS Max a partir desta terça (10)

    Com o fim do evento de apresentação dos iPhones 11, não é possível mais encontrar nenhum desses quatro modelos para venda no site da empresa, deixando claro que eles foram descontinuados pela marca para abrir espaço para os novos aparelhos

    Com o fim do evento de apresentação dos iPhones 11, não é possível mais encontrar nenhum desses quatro modelos para venda no site da empresa, deixando claro que eles foram descontinuados pela marca para abrir espaço para os novos aparelhos


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  • 13/56   Apple TV+ chega ao Brasil por R$ 9,90 em novembro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Apple TV+, streaming de filmes e séries da Apple, chega ao Brasil no dia 1º de novembro por R$ 9,90. A data coincide com o anúncio da concorrente Amazon, que nesta terça-feira (10) lançou o programa de assinaturas Prime no Brasil, que inclui serviço de filmes, também por R$ 9,90.  O anúncio global da Apple TV+, que concorrerá também com Netflix, Hulu e outros serviços, ocorreu durante evento da Apple, no teatro Steve Jobs, em Cupertino, na Califórnia. O serviço terá nove séries originais. O presidente da Apple, Tim Cook, mostrou o trailer de "See", série estrelada por Jason Mamoa, o Aquaman, e exaltou o "The Morning Show", primeira série com Jennifer Aniston depois de Friends. Quem comprar novos produtos Apple ganhará 1 ano grátis de assinatura da Apple TV+, segundo a companhia. No evento desta terça, a companhia lançou o Arcade, streaming de jogos (também R$ 9,90), os novos modelos de iPad, Apple Watch e iPhone, que chegam ao Brasil este ano, ainda sem preço definido, e o iOS 13, novo sistema operacional, disponível em 19 de setembro. Além do streaming, o ponto alto do evento ficou com o já aguardado sistema de câmeras do iPhone Pro, que terá uma angular, uma grande angular e uma teleobjetiva.  A qualidade da imagem, aliada ao processador mais rápido do mercado, segundo a Apple, foi aperfeiçoada por engenharia neural, uma área de inteligência artificial que garantirá mais detalhamento na fotografia. A Apple anunciou nesta terça a linha de iPhone 11, 11 Pro e 11 Pro Max, que chegam para substituir os modelos XR, XS e XS Max, lançados em 12 de setembro de 2018. Os smartphones terão preço inicial de US$ 699, US$ 999 US$ 1.099, respectivamente.  As maiores novidades da linha mais popular são as cores (roxo, verde, preto, branco, dourado e vermelho), o modo noturno, que aperfeiçoará fotos tiradas em ambientes com pouca luz. O tempo de bateria na comparação entre o iPhone 11 e o XR aumentou uma hora. A linha pró, mais cara, será vendida em quatro cores (preto, cinza, prata e dourado) e ganhou aumento substancial no tempo de bateria: na relação entre o XS Max, do ano passado, e o 11 Pro Max, modelo anunciado hoje, aumentou cinco horas. Com o anúncio, a Apple tira de seu mercado as versões 7, 7 Plus, XS e XS Max, e derruba em US$ 150 os valores do XR, que vai a US$ 599, e do iPhone 8, a US$ 449. Já o novo iPad, feito de alumínio 100% reciclável, terá uma tela de 10.2 polegadas e display de 3,5 milhões de pixels, o que pode dobrar a performance visual do dispositivo. O produto custará US$ 329 e estará disponível a partir de 30 de setembro (ainda sem data e preço no Brasil). Outra novidade foi o Apple Arcade, que estreia em 19 de setembro também no Brasil. A plataforma de jogos dará acesso a cerca de cem games exclusivos aos assinantes.  Já o novo relógio inteligente Watch Series 5 ganhou uma tela que nunca apaga, para ajudar em momentos que usuários não possam mexer o braço, segundo a empresa. A Apple prometeu bateria de até 18 horas. O equipamento, disponível a partir de 20 de setembro, ganhou novas cores, como branco, azul e preto, e custará entre US$ 399 e US$ 499.  Antes de anunciar o dispositivo, a empresa falou sobre o Apple Research App, aplicativo de pesquisa que funcionará em parceria com instituições como Harvard e universidade de Michigan para o desenvolvimento de estudos a partir de dados coletados de usuários. Ele estará disponível a usuários que queiram fornecer informações a pesquisas em saúde. Antes disso, Tim Cook mostrou um vídeo com forte apelo emocional de pessoas salvas pelo Apple Watch.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Apple TV+, streaming de filmes e séries da Apple, chega ao Brasil no dia 1º de novembro por R$ 9,90. A data coincide com o anúncio da concorrente Amazon, que nesta terça-feira (10) lançou o programa de assinaturas Prime no Brasil, que inclui serviço de filmes, também por R$ 9,90.  O anúncio global da Apple TV+, que concorrerá também com Netflix, Hulu e outros serviços, ocorreu durante evento da Apple, no teatro Steve Jobs, em Cupertino, na Califórnia. O serviço terá nove séries originais. O presidente da Apple, Tim Cook, mostrou o trailer de "See", série estrelada por Jason Mamoa, o Aquaman, e exaltou o "The Morning Show", primeira série com Jennifer Aniston depois de Friends. Quem comprar novos produtos Apple ganhará 1 ano grátis de assinatura da Apple TV+, segundo a companhia. No evento desta terça, a companhia lançou o Arcade, streaming de jogos (também R$ 9,90), os novos modelos de iPad, Apple Watch e iPhone, que chegam ao Brasil este ano, ainda sem preço definido, e o iOS 13, novo sistema operacional, disponível em 19 de setembro. Além do streaming, o ponto alto do evento ficou com o já aguardado sistema de câmeras do iPhone Pro, que terá uma angular, uma grande angular e uma teleobjetiva.  A qualidade da imagem, aliada ao processador mais rápido do mercado, segundo a Apple, foi aperfeiçoada por engenharia neural, uma área de inteligência artificial que garantirá mais detalhamento na fotografia. A Apple anunciou nesta terça a linha de iPhone 11, 11 Pro e 11 Pro Max, que chegam para substituir os modelos XR, XS e XS Max, lançados em 12 de setembro de 2018. Os smartphones terão preço inicial de US$ 699, US$ 999 US$ 1.099, respectivamente.  As maiores novidades da linha mais popular são as cores (roxo, verde, preto, branco, dourado e vermelho), o modo noturno, que aperfeiçoará fotos tiradas em ambientes com pouca luz. O tempo de bateria na comparação entre o iPhone 11 e o XR aumentou uma hora. A linha pró, mais cara, será vendida em quatro cores (preto, cinza, prata e dourado) e ganhou aumento substancial no tempo de bateria: na relação entre o XS Max, do ano passado, e o 11 Pro Max, modelo anunciado hoje, aumentou cinco horas. Com o anúncio, a Apple tira de seu mercado as versões 7, 7 Plus, XS e XS Max, e derruba em US$ 150 os valores do XR, que vai a US$ 599, e do iPhone 8, a US$ 449. Já o novo iPad, feito de alumínio 100% reciclável, terá uma tela de 10.2 polegadas e display de 3,5 milhões de pixels, o que pode dobrar a performance visual do dispositivo. O produto custará US$ 329 e estará disponível a partir de 30 de setembro (ainda sem data e preço no Brasil). Outra novidade foi o Apple Arcade, que estreia em 19 de setembro também no Brasil. A plataforma de jogos dará acesso a cerca de cem games exclusivos aos assinantes.  Já o novo relógio inteligente Watch Series 5 ganhou uma tela que nunca apaga, para ajudar em momentos que usuários não possam mexer o braço, segundo a empresa. A Apple prometeu bateria de até 18 horas. O equipamento, disponível a partir de 20 de setembro, ganhou novas cores, como branco, azul e preto, e custará entre US$ 399 e US$ 499.  Antes de anunciar o dispositivo, a empresa falou sobre o Apple Research App, aplicativo de pesquisa que funcionará em parceria com instituições como Harvard e universidade de Michigan para o desenvolvimento de estudos a partir de dados coletados de usuários. Ele estará disponível a usuários que queiram fornecer informações a pesquisas em saúde. Antes disso, Tim Cook mostrou um vídeo com forte apelo emocional de pessoas salvas pelo Apple Watch.


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  • 14/56   iPhone 11 é lançado

    No grande evento anual da Apple em Cupertino, na Califórnia, nesta terça-feira, a companhia lançou a nova linha de smartphones. O iPhone 11 vem com bateria mais resistente, um novo processador e uma câmera dupla.

    No grande evento anual da Apple em Cupertino, na Califórnia, nesta terça-feira, a companhia lançou a nova linha de smartphones. O iPhone 11 vem com bateria mais resistente, um novo processador e uma câmera dupla.


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  • 15/56   O que mudou nos novos iPhones

    A Apple anunciou nesta terça-feira (10) o iPhone 11 e o iPhone 11 Pro, que vem em dois tamanhos.

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  • 16/56   Spotify: integrantes do plano familiar precisam confirmar se moram na mesma casa

    A plataforma de streaming musical mandou um e-mail a todos os seus clientes anunciando as mudanças do plano familiar: o Spotify vai fazer algumas checagens para ver se os membros moram na mesma casa mesmo, usando a busca de endereços do Google Maps

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  • 17/56   iPhone 11 | Tudo sobre os novos smartphones da Apple

    Novos celulares da Apple: iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max. Os modelos chegam ao mercado em 20 de setembro e já podem ser encomendados a partir de sexta-feira, 13. Saiba mais sobre os novos smartphones da Apple

    Novos celulares da Apple: iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max. Os modelos chegam ao mercado em 20 de setembro e já podem ser encomendados a partir de sexta-feira, 13. Saiba mais sobre os novos smartphones da Apple


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  • 18/56   Apple Arcade será lançado em 19 de setembro com 100 jogos

    Conforme anunciado no evento especial da Apple realizado nesta terça-feira (10) em sua sede em San Jose, nos EUA, o

    Conforme anunciado no evento especial da Apple realizado nesta terça-feira (10) em sua sede em San Jose, nos EUA, o


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  • 19/56   Apple lança iPhone 11, dotado de câmera dupla

    A Apple lançou nesta terça-feira (10) os modelos de iPhone 11, dotados de câmera dupla e lentes com funcionalidade ultrawide, ao apresentar a atualização de sua popular família de smartphones.

    A Apple lançou nesta terça-feira (10) os modelos de iPhone 11, dotados de câmera dupla e lentes com funcionalidade ultrawide, ao apresentar a atualização de sua popular família de smartphones.


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  • 20/56   Nova geração do Apple Watch terá tela ligada o tempo inteiro

    Com design semelhante ao dos modelos anteriores, mas com novas opções de acabamento, série 5 do relógio inteligente chega em 20 de setembro. Valor de edições passadas também caiu ao ponto mais baixo já praticado pela empresa

    Com design semelhante ao dos modelos anteriores, mas com novas opções de acabamento, série 5 do relógio inteligente chega em 20 de setembro. Valor de edições passadas também caiu ao ponto mais baixo já praticado pela empresa


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  • 21/56   Apple TV+ custará menos que Netflix e chega em 1º de novembro

    A plataforma de streaming da Apple estreia daqui a menos de dois meses em mais de 100 países, custando apenas US$ 4,99 nos Estados Unidos. A primeira atração do serviço será a série See, com Jason Momoa

    A plataforma de streaming da Apple estreia daqui a menos de dois meses em mais de 100 países, custando apenas US$ 4,99 nos Estados Unidos. A primeira atração do serviço será a série See, com Jason Momoa


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  • 22/56   Apple anuncia novo iPad básico com telona de 10,2 polegadas

    Aparelho é uma versão atualizada do iPad básico e já vem de fábrica com o iPadOS e processador A10 Fusion, que, de acordo com a Apple, é duas vezes mais rápido do que os processadores usados nos computadores mais populares do mundo

    Aparelho é uma versão atualizada do iPad básico e já vem de fábrica com o iPadOS e processador A10 Fusion, que, de acordo com a Apple, é duas vezes mais rápido do que os processadores usados nos computadores mais populares do mundo


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  • 23/56   Google Docs finalmente ganha contador de palavras que fica visível o tempo todo

    Depois de milhares de pedidos recorrentes, a Google finalmente começou a liberar uma funcionalidade há muito tempo requisitada pelos usuários, para manter a contagem de caracteres em tempo real durante a produção de textos

    Depois de milhares de pedidos recorrentes, a Google finalmente começou a liberar uma funcionalidade há muito tempo requisitada pelos usuários, para manter a contagem de caracteres em tempo real durante a produção de textos


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  • 24/56   Serviço de assinatura de games no Android, Play Pass será lançado em breve

    Google informou em post no Twitter que o serviço está em vias de ser lançado. Plataforma de assinatura deve custar US$ 4,99 por mês e oferece acesso a games premium sem publicidade e compras dentro de apps

    Google informou em post no Twitter que o serviço está em vias de ser lançado. Plataforma de assinatura deve custar US$ 4,99 por mês e oferece acesso a games premium sem publicidade e compras dentro de apps


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  • 25/56   Apple anuncia data de lançamento e preço do Arcade, seu serviço de jogos

    Serviço de assinatura de games será lançado em 19 de setembro em 150 países e custará módicos US$ 4,99. Empresa não abriu quais são os países, tampouco se o Brasil está incluido na lista, mas anunciou três títulos exclusivos: Shinsekai, Frogger e Sayonara Wild Hearts

    Serviço de assinatura de games será lançado em 19 de setembro em 150 países e custará módicos US$ 4,99. Empresa não abriu quais são os países, tampouco se o Brasil está incluido na lista, mas anunciou três títulos exclusivos: Shinsekai, Frogger e Sayonara Wild Hearts


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  • 26/56   Google Maps para Android ganha recurso para avisar se há obras nas vias

    Ferramenta, que já estava presente no Waze (também pertencente à Google), era um pedido antigo dos usuários do Maps. Agora, é possível alertar aos motoristas se as ruas estão com algum tipo de obstrução decorrente de obras

    Ferramenta, que já estava presente no Waze (também pertencente à Google), era um pedido antigo dos usuários do Maps. Agora, é possível alertar aos motoristas se as ruas estão com algum tipo de obstrução decorrente de obras


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  • 27/56   América Latina ante o desafio de alimentar o mundo sob a mudança climática
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A América Latina e o Caribe se destacam como a principal região de exportação líquida de alimentos no mundo, na frente da Europa e dos Estados Unidos, mas têm o desafio de se transformar e de trabalhar para lidar com a mudança climática que altera sua produção.

    A América Latina e o Caribe se destacam como a principal região de exportação líquida de alimentos no mundo, na frente da Europa e dos Estados Unidos, mas têm o desafio de se transformar e de trabalhar para lidar com a mudança climática que altera sua produção.


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  • 28/56   Balanço da passagem do furacão Dorian pelas Bahamas sobe para 50 mortos
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O furacão Dorian provocou a morte de pelo menos 50 pessoas nas Bahamas e muitos moradores continuam desaparecidos, de acordo com um balanço provisório atualizado divulgado pela polícia do arquipélago.

    O furacão Dorian provocou a morte de pelo menos 50 pessoas nas Bahamas e muitos moradores continuam desaparecidos, de acordo com um balanço provisório atualizado divulgado pela polícia do arquipélago.


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  • 29/56   Mundo deve adaptar-se aos efeitos "inevitáveis" da mudança climática, afirma estudo
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O mundo deve acelerar sua preparação para consequências "inevitáveis" da mudança climático, uma adaptação que também apresenta oportunidades econômicas, destacou nesta terça-feira uma comissão internacional codirigida por Ban Ki-moon e Bill Gates.

    O mundo deve acelerar sua preparação para consequências "inevitáveis" da mudança climático, uma adaptação que também apresenta oportunidades econômicas, destacou nesta terça-feira uma comissão internacional codirigida por Ban Ki-moon e Bill Gates.


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  • 30/56   Recém-operado, Bolsonaro confirma presença na Assembleia Geral da ONU
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira, no hospital onde se recupera de uma operação de hérnia abdominal, que voltará ao trabalho amanhã, e confirmou que irá à Assembleia Geral da ONU para defender sua posição sobre a Floresta Amazônica.

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  • 31/56   Passageira embarca em avião acompanhada de pônei para ter apoio emocional
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Uma passageira americana embarcou em um voo da American Airlines, que fazia o trajeto entre as cidades de Chicago e Omaha (Nebraska), acompanhada de um pônei, que ficou ao seu lado durante a hora e meia de viagem.

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  • 32/56   Michael Schumacher é hospitalizado em Paris
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O alemão Michael Schumacher, heptacampeão do mundo de Fórmula 1, foi internado no hospital Georges-Pompidou, em Paris, neste segunda-feira, para realizar "um tratamento no mais alto sigilo", segundo o jornal francês "Le Parisien".

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  • 33/56   OMS alerta que 800 mil pessoas cometem suicídio por ano no mundo
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Com 800.000 pessoas que acabam com suas vidas todos os anos no mundo - uma a cada 40 segundos - os números continuam alarmantes, embora a taxa de suicídio per capita esteja caindo, informou a OMS nesta segunda-feira.

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  • 34/56   Dezenas de cães são afetados por doença misteriosa na Noruega
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Dezenas de cães na Noruega sofrem de uma doença misteriosa, em alguns casos, fatal, cuja causa é desconhecida, causando preocupação entre seus donos, a quem as autoridades pediram que impeçam os animais de entrar em contato com outros cães.

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  • 35/56   Número de mortos por furacão Dorian sobe para 45 nas Bahamas
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O furacão Dorian deixou pelo menos 45 mortos nas Bahamas e muitas pessoas ainda estão desaparecidas, de acordo com um novo balanço provisório anunciado na noite de domingo pela polícia do arquipélago.

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  • 36/56   Por que você tem mau hálito?
    SCIENCE TOPIC NEWS

    90% das causas do famoso "bafo" estão associadas a problemas nas gengivas e na língua.

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  • 37/56   Trump está disposto a se reunir con presidente iraniano "semn condições prévias"
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente Donald Trump está disposto a se reunir com o chefe de Estado iraniano, Hasan Rohani, "sem pré-condições", segundo membros do governo dos Estados Unidos, que anunciaram nesta terça-feira novas sanções econômicas contra Teerã.

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  • 38/56   Um crescente número de desacordos entre Trump e Bolton
    WORLD TOPIC NEWS

    A destituição de John Bolton por Donald Trump encerra um histórico de desentendimentos entre o assessor de Segurança Nacional e o presidente dos Estados Unidos.

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  • 39/56   Assembleia de São Paulo aprova extinção da Dersa, pivô de irregularidades
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou nesta terça (10), por 64 votos a 15, a extinção da Dersa, estatal de desenvolvimento rodoviário que está no centro de um escândalo de corrupção de governos tucanos. A votação, que teve ainda duas abstenções, era uma das prioridades do governo João Doria (PSDB), que tentou aval para extinguir a estatal no primeiro semestre, mas postergou seu plano em meio à resistência inicial dos deputados. Agora, a base do tucano já está mais consolidada, sobretudo porque partidos que se dizem independentes, como Novo e PSL (a maior bancada com 15 deputados), costumam apoiar privatizações. Criada em 1969 e atualmente com 307 funcionários, a Dersa foi responsável pelos contratos do Rodoanel, dentre outras obras, mas deixou de ser encarregada de novas construções na gestão Doria. Assolada por investigações que apontam suspeitas de desvios milhões de reais em obras de governos do PSDB, ela é alvo de um pedido de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) feito pelo PT e pelo PSL. A pressa de Doria para a extinção da Dersa levou à inclusão da proposta para votação no plenário sem ter passado por todas as comissões que antecedem essa etapa. O projeto foi apresentado em 1º de junho e aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Redação, a primeira a analisá-lo, em 14 de agosto --houve recesso em julho. No último dia 20, passou a constar na pauta do plenário, sem ter sido aprovado nas comissões de Transportes e Comunicações e na de Finanças, Orçamento e Planejamento. O regime de urgência da proposta permite o trâmite. A extinção da Dersa esteve em discussão no plenário em cinco sessões até ser aprovada (era preciso acumular seis horas de discussão). A maior parte desse tempo, porém, não foi gasta em debates, mas contabilizada a partir de acordo entre os líderes partidários. "O projeto é um cheque em branco. Significa a demissão de trabalhadores da Dersa. Amigos do governador do setor privado vão passar a vender os serviços da Dersa", disse Teonilio Barba, líder do PT. O líder de governo, Carlão Pignatari (PSDB), disse que a ideia é diminuir as despesas e favorecer os contribuintes. Segundo ele, os empregados da Dersa poderão aderir a um plano de demissão voluntária, e as atividades da empresa serão absorvidas pela Secretaria de Logística e Transportes. A oposição tenta instalar a CPI da Dersa, mas para isso precisa obter aval de 48 deputados (de um total de 94). Segundo Barba, deputados do PSDB trabalham para que a CPI não seja votada. Pignatari, por sua vez, diz que a sigla não vê problema na comissão. A possibilidade de investigar a estatal ficou mais distante após uma manobra do PSDB em março. Os tucanos requisitaram outras CPIs à frente --foi protocolada uma para apurar, por exemplo, pet shops. Em janeiro, Doria enviou à Assembleia, como primeiro projeto, a extinção ou fusão de seis estatais. Como a proposta foi questionada até mesmo por partidos que defendem privatizações, Doria separou a Dersa em novo projeto, destravando a aprovação em relação às demais estatais, ocorrida em maio. Enquanto isso, foi esvaziando as funções da Dersa, como mostrou a Folha de S.Paulo. A empresa, responsável também pela ampliação da marginal Tietê, virou alvo de suspeitas nos últimos anos associadas ao ex-diretor Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto e apontado como suposto operador de propina de tucanos. Extraoficialmente, a Dersa é considerada sob intervenção da Secretaria de Logística e Transportes na gestão Doria. A pasta rescindiu contratos das suas duas principais obras: trecho norte do Rodoanel e contornos da rodovia dos Tamoios. A Dersa presta outros serviços, como a operação de balsas no litoral. As travessias, no entanto, não são consideradas sustentáveis pelo governo, e foram incluídas na carteira de concessões e privatizações. O secretário dos Transportes, João Octaviano Machado Neto, disse na justificativa do projeto enviado que a Dersa "está em vias de ser caracterizada como empresa estatal dependente", precisando neste ano de R$ 50 milhões do Tesouro estadual para pagar despesas de pessoal e custeio. O passivo da estatal decorrente de ações judiciais pode chegar a R$ 1,13 bilhão. Em 2018, teve lucro de R$ 29 milhões e prejuízo acumulado de R$ 435 milhões. Os ativos somam R$ R$ 1,46 bilhão.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou nesta terça (10), por 64 votos a 15, a extinção da Dersa, estatal de desenvolvimento rodoviário que está no centro de um escândalo de corrupção de governos tucanos. A votação, que teve ainda duas abstenções, era uma das prioridades do governo João Doria (PSDB), que tentou aval para extinguir a estatal no primeiro semestre, mas postergou seu plano em meio à resistência inicial dos deputados. Agora, a base do tucano já está mais consolidada, sobretudo porque partidos que se dizem independentes, como Novo e PSL (a maior bancada com 15 deputados), costumam apoiar privatizações. Criada em 1969 e atualmente com 307 funcionários, a Dersa foi responsável pelos contratos do Rodoanel, dentre outras obras, mas deixou de ser encarregada de novas construções na gestão Doria. Assolada por investigações que apontam suspeitas de desvios milhões de reais em obras de governos do PSDB, ela é alvo de um pedido de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) feito pelo PT e pelo PSL. A pressa de Doria para a extinção da Dersa levou à inclusão da proposta para votação no plenário sem ter passado por todas as comissões que antecedem essa etapa. O projeto foi apresentado em 1º de junho e aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Redação, a primeira a analisá-lo, em 14 de agosto --houve recesso em julho. No último dia 20, passou a constar na pauta do plenário, sem ter sido aprovado nas comissões de Transportes e Comunicações e na de Finanças, Orçamento e Planejamento. O regime de urgência da proposta permite o trâmite. A extinção da Dersa esteve em discussão no plenário em cinco sessões até ser aprovada (era preciso acumular seis horas de discussão). A maior parte desse tempo, porém, não foi gasta em debates, mas contabilizada a partir de acordo entre os líderes partidários. "O projeto é um cheque em branco. Significa a demissão de trabalhadores da Dersa. Amigos do governador do setor privado vão passar a vender os serviços da Dersa", disse Teonilio Barba, líder do PT. O líder de governo, Carlão Pignatari (PSDB), disse que a ideia é diminuir as despesas e favorecer os contribuintes. Segundo ele, os empregados da Dersa poderão aderir a um plano de demissão voluntária, e as atividades da empresa serão absorvidas pela Secretaria de Logística e Transportes. A oposição tenta instalar a CPI da Dersa, mas para isso precisa obter aval de 48 deputados (de um total de 94). Segundo Barba, deputados do PSDB trabalham para que a CPI não seja votada. Pignatari, por sua vez, diz que a sigla não vê problema na comissão. A possibilidade de investigar a estatal ficou mais distante após uma manobra do PSDB em março. Os tucanos requisitaram outras CPIs à frente --foi protocolada uma para apurar, por exemplo, pet shops. Em janeiro, Doria enviou à Assembleia, como primeiro projeto, a extinção ou fusão de seis estatais. Como a proposta foi questionada até mesmo por partidos que defendem privatizações, Doria separou a Dersa em novo projeto, destravando a aprovação em relação às demais estatais, ocorrida em maio. Enquanto isso, foi esvaziando as funções da Dersa, como mostrou a Folha de S.Paulo. A empresa, responsável também pela ampliação da marginal Tietê, virou alvo de suspeitas nos últimos anos associadas ao ex-diretor Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto e apontado como suposto operador de propina de tucanos. Extraoficialmente, a Dersa é considerada sob intervenção da Secretaria de Logística e Transportes na gestão Doria. A pasta rescindiu contratos das suas duas principais obras: trecho norte do Rodoanel e contornos da rodovia dos Tamoios. A Dersa presta outros serviços, como a operação de balsas no litoral. As travessias, no entanto, não são consideradas sustentáveis pelo governo, e foram incluídas na carteira de concessões e privatizações. O secretário dos Transportes, João Octaviano Machado Neto, disse na justificativa do projeto enviado que a Dersa "está em vias de ser caracterizada como empresa estatal dependente", precisando neste ano de R$ 50 milhões do Tesouro estadual para pagar despesas de pessoal e custeio. O passivo da estatal decorrente de ações judiciais pode chegar a R$ 1,13 bilhão. Em 2018, teve lucro de R$ 29 milhões e prejuízo acumulado de R$ 435 milhões. Os ativos somam R$ R$ 1,46 bilhão.


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  • 40/56   Sob ameaça de corte de verba, novo caça do Brasil é entregue
    WORLD TOPIC NEWS

    LINKÖPING, SUÉCIA (FOLHAPRESS) - Sob ameaça de cortes orçamentários devido à crise econômica, o primeiro modelo do novo caça brasileiro, o Gripen, foi apresentado nesta terça-feira (10) em Linköping, na Suécia. "As previsões iniciais não são boas para todos os programas, mas estamos trabalhando. Tenho a expectativa de reverter o quadro", disse o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, presente ao evento. Do R$ 1,1 bilhão previsto para o programa neste ano, R$ 642 milhões foram liberados. O número inferior será repetido em 2020, segundo a expectativa inicial da Defesa. "Não há atrasos por enquanto", disse Azevedo. Outro programa estratégico da FAB (Força Aérea Brasileira), o do cargueiro KC-390, sofreu três anos de atraso por anemia orçamentária --e dois incidentes com protótipos. A compra de 36 aviões, feita em 2014, totaliza 39,3 bilhões de coroas suecas (quase R$ 17 bilhões) e tem financiamento de 25 anos do governo sueco --mas a FAB precisa injetar recursos anualmente para que o programa siga, que são anotados como crédito pela União no pagamento do empréstimo. Serão 28 modelos de caças de um lugar e 8, de dois. A Saab foi diplomática. "Entendemos a questão, mas não estamos preocupados", afirmou o chefe do setor aeronáutico, Jonas Hjelm. "Vamos renegociar, se for preciso", disse o brigadeiro Valter Malta, responsável pela aquisição de aviões de combate da FAB. O comandante da Força, brigadeiro Antônio Bermudez, ressaltou questões orçamentárias como problema recorrente para militares do Brasil, defendendo o menor custo operacional do Gripen. Ele disse, contudo, que o governo fará o possível para manter o investimento no projeto. O Gripen E brasileiro voou pela primeira vez em 26 de agosto. "Foi um voo perfeito, todos os parâmetros atendidos", disse o gerente do projeto na Saab, Mikael Franzén. O modelo voou nesta terça, sendo apresentado a autoridades dos dois países. Ele ficará em teste na Suécia até o ano que vem, quando seguirá em campanha de ensaio até 2024. Há outras três unidades em teste, destinadas para o lote de 60 aeronaves encomendado pela Força Aérea Sueca. O avião deve ser entregue à FAB para uso em 2021, e as entregas continuarão até 2026. O Gripen vai substituir os antigos F-5 e AMX em operação no país. O processo de compra foi uma novela que se arrastou desde 2001, após estudos iniciados em 1995 e contratempos políticos e econômicos. Em 2009, o governo Lula chegou a anunciar a escolha do francês Dassault Rafale --a FAB havia pré-selecionado o modelo sueco. "Disseram para eu não ir ao Brasil depois que assumi a Saab, pois a solução de Lula seria francesa. Felizmente não sou bom em ouvir conselhos", brincou o executivo-chefe, Hakan Bukshe. No começo da gestão Dilma Rousseff, o americano Boeing F-18 ganhou a preferência, mas o escândalo no qual a NSA (Agência de Segurança Nacional) dos EUEA grampeou a própria presidente derrubou as chances do modelo. No fim de 2013, o governo escolheu o Gripen. O ponto principal foi o projeto de desenvolvimento ser aberto, em comparação com o dos concorrentes. O modelo F, de dois lugares, está sendo feito com a Embraer e outras empresas. Em 2014, o contrato foi fechado, e no ano seguinte, assinado o financiamento. De lá para cá, 200 engenheiros e técnicos brasileiros, a maioria da Embraer, foram treinados para montar o avião no Brasil --15 unidades serão feitas em Gavião Peixoto (SP), a primeira delas entregue em 2023. A negociação entre Boeing e Embraer causou turbulência no programa do Gripen. Como a intenção inicial dos americanos era comprar toda a fabricante brasileira, os suecos deixaram claro que não aceitariam que a transferência tecnológica ocorresse para uma empresa controlada por uma concorrente. A pressão, apoiada por militares, ajudou a manter uma Embraer remanescente brasileira, na área de defesa e aviação executiva. Houve também questionamentos sobre a escolha da AEL, empresa com executivos ligados à FAB, para desenvolver uma tela única para o cockpit do caça. O caso foi arquivado pelo Ministério Público Federal e o display foi adotado como padrão também pelos suecos, substituindo as antigas três telas. Também é apurado se Lula, por meio de lobista, tentou pressionar Dilma a escolher o Gripen. A Saab não é acusada neste caso. Participam do projeto a Saab, a Embraer e outras quatro empresas. "Esse é um caso real de engenharia simultânea", disse Marcelo Lima, gerente-geral da unidade que a Saab vai abrir em 2020 em São Bernardo do Campo (SP) para a produção de partes da fuselagem. A Saab espera que o Gripen brasileiro ajude a promover o modelo em outros países, em especial na América Latina. *O jornalista Igor Gielow viaja a convite da Saab.

    LINKÖPING, SUÉCIA (FOLHAPRESS) - Sob ameaça de cortes orçamentários devido à crise econômica, o primeiro modelo do novo caça brasileiro, o Gripen, foi apresentado nesta terça-feira (10) em Linköping, na Suécia. "As previsões iniciais não são boas para todos os programas, mas estamos trabalhando. Tenho a expectativa de reverter o quadro", disse o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, presente ao evento. Do R$ 1,1 bilhão previsto para o programa neste ano, R$ 642 milhões foram liberados. O número inferior será repetido em 2020, segundo a expectativa inicial da Defesa. "Não há atrasos por enquanto", disse Azevedo. Outro programa estratégico da FAB (Força Aérea Brasileira), o do cargueiro KC-390, sofreu três anos de atraso por anemia orçamentária --e dois incidentes com protótipos. A compra de 36 aviões, feita em 2014, totaliza 39,3 bilhões de coroas suecas (quase R$ 17 bilhões) e tem financiamento de 25 anos do governo sueco --mas a FAB precisa injetar recursos anualmente para que o programa siga, que são anotados como crédito pela União no pagamento do empréstimo. Serão 28 modelos de caças de um lugar e 8, de dois. A Saab foi diplomática. "Entendemos a questão, mas não estamos preocupados", afirmou o chefe do setor aeronáutico, Jonas Hjelm. "Vamos renegociar, se for preciso", disse o brigadeiro Valter Malta, responsável pela aquisição de aviões de combate da FAB. O comandante da Força, brigadeiro Antônio Bermudez, ressaltou questões orçamentárias como problema recorrente para militares do Brasil, defendendo o menor custo operacional do Gripen. Ele disse, contudo, que o governo fará o possível para manter o investimento no projeto. O Gripen E brasileiro voou pela primeira vez em 26 de agosto. "Foi um voo perfeito, todos os parâmetros atendidos", disse o gerente do projeto na Saab, Mikael Franzén. O modelo voou nesta terça, sendo apresentado a autoridades dos dois países. Ele ficará em teste na Suécia até o ano que vem, quando seguirá em campanha de ensaio até 2024. Há outras três unidades em teste, destinadas para o lote de 60 aeronaves encomendado pela Força Aérea Sueca. O avião deve ser entregue à FAB para uso em 2021, e as entregas continuarão até 2026. O Gripen vai substituir os antigos F-5 e AMX em operação no país. O processo de compra foi uma novela que se arrastou desde 2001, após estudos iniciados em 1995 e contratempos políticos e econômicos. Em 2009, o governo Lula chegou a anunciar a escolha do francês Dassault Rafale --a FAB havia pré-selecionado o modelo sueco. "Disseram para eu não ir ao Brasil depois que assumi a Saab, pois a solução de Lula seria francesa. Felizmente não sou bom em ouvir conselhos", brincou o executivo-chefe, Hakan Bukshe. No começo da gestão Dilma Rousseff, o americano Boeing F-18 ganhou a preferência, mas o escândalo no qual a NSA (Agência de Segurança Nacional) dos EUEA grampeou a própria presidente derrubou as chances do modelo. No fim de 2013, o governo escolheu o Gripen. O ponto principal foi o projeto de desenvolvimento ser aberto, em comparação com o dos concorrentes. O modelo F, de dois lugares, está sendo feito com a Embraer e outras empresas. Em 2014, o contrato foi fechado, e no ano seguinte, assinado o financiamento. De lá para cá, 200 engenheiros e técnicos brasileiros, a maioria da Embraer, foram treinados para montar o avião no Brasil --15 unidades serão feitas em Gavião Peixoto (SP), a primeira delas entregue em 2023. A negociação entre Boeing e Embraer causou turbulência no programa do Gripen. Como a intenção inicial dos americanos era comprar toda a fabricante brasileira, os suecos deixaram claro que não aceitariam que a transferência tecnológica ocorresse para uma empresa controlada por uma concorrente. A pressão, apoiada por militares, ajudou a manter uma Embraer remanescente brasileira, na área de defesa e aviação executiva. Houve também questionamentos sobre a escolha da AEL, empresa com executivos ligados à FAB, para desenvolver uma tela única para o cockpit do caça. O caso foi arquivado pelo Ministério Público Federal e o display foi adotado como padrão também pelos suecos, substituindo as antigas três telas. Também é apurado se Lula, por meio de lobista, tentou pressionar Dilma a escolher o Gripen. A Saab não é acusada neste caso. Participam do projeto a Saab, a Embraer e outras quatro empresas. "Esse é um caso real de engenharia simultânea", disse Marcelo Lima, gerente-geral da unidade que a Saab vai abrir em 2020 em São Bernardo do Campo (SP) para a produção de partes da fuselagem. A Saab espera que o Gripen brasileiro ajude a promover o modelo em outros países, em especial na América Latina. *O jornalista Igor Gielow viaja a convite da Saab.


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  • 41/56   Carlos diz que frase sobre democracia foi justificativa a quem cobra urgência
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP, BRASÍLIA, DF, E RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), justificou nesta terça-feira (10) sua afirmação da véspera segundo a qual, por vias democráticas, não haverá as mudanças rápidas desejadas no país. Carlos chamou jornalistas de "canalhas" por terem, segundo ele, interpretado de forma equivocada a frase publicada em sua rede social na segunda-feira (9). De acordo com o vereador, a declaração sobre democracia foi uma justificativa aos que pedem mudanças urgentes, e não uma defesa dele da ditadura militar (1964-85). "O que falei: por vias democráticas as coisas não mudam rapidamente. É um fato. Uma justificativa aos que cobram mudanças urgentes. O que jornalistas espalham: Carlos Bolsonaro defende ditadura. CANALHAS!", tuitou. Na segunda-feira, em postagem alvo de críticas de políticos e da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Carlos escreveu: "Por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos... e se isso acontecer. Só vejo todo dia a roda girando em torno do próprio eixo e os que sempre nos dominaram continuam nos dominando de jeitos diferentes!" A postagem inicial de Carlos Bolsonaro recebeu uma série de críticas. Falaram a respeito o presidente interino, Hamilton Mourão (PRTB), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) e o governador paulista, João Doria (PSDB). Segundo pesquisa Datafolha feita no mês passado, 70% da população diz acreditar que os filhos de Jair Bolsonaro mais atrapalham do que ajudam seu governo. Nesta terça, Mourão defendeu a importância do regime democrático e disse que é possível aprovar medidas com mais celeridade negociando com o Poder Legislativo. O general da reserva salientou que, se não fosse o regime democrático, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) não teria chegado ao comando do Poder Executivo e afirmou que o atual sistema político representa um dos "pilares da civilização ocidental". Para o presidente do Senado, declarações como a de Carlos Bolsonaro merecem desprezo porque a democracia está fortalecida. "O Senado Federal, o Parlamento brasileiro, a democracia estão fortalecidos. As instituições todas estão pujantes, trabalhamos a favor do Brasil. Então, uma manifestação ou outra em relação a este enfraquecimento tem, da minha parte, o meu desprezo", reagiu Davi Alcolumbre. Já Ciro Gomes cobrou uma declaração pública do presidente Jair Bolsonaro em relação à frase de seu filho, enquanto Doria disse pensar o oposto de Carlos. "Sem entrar na polêmica, eu penso o oposto. Só com a democracia é que nós podemos ter um país soberano, livre e capaz de produzir políticas sociais e políticas econômicas. É só com a democracia, não há nenhum outro caminho possível para o país. E eu estarei ao lado dos democratas", afirmou Doria. As postagens de Carlos foram feitas enquanto seu pai está internado em São Paulo após passar por cirurgia no domingo (8), a quarta decorrente da facada que levou há um ano durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Questionado, o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, disse que Bolsonaro não se manifestou sobre o tema. "Acredito até que o vereador tenha conversado sobre isso com o presidente da República. Mas esse não é um tema que no momento nós queremos vocalizar, porque o nosso foco é a recuperação do senhor presidente da República", disse Rêgo Barros. "O que é tuitado nas contas pessoais é de responsabilidade de cada uma dessas pessoas que são aquelas que dirigem e que orientam o seu relacionamento via mídia social", completou. Rodrigo Maia afirmou a declaração de Carlos "não cabe num país democrático" e que "frases como essa devem colaborar muito com a insegurança de empresários brasileiros e estrangeiros". "A gente tem que tomar cuidado com as nossas narrativas porque muitas vezes são além de frases mal colocadas, causam danos ao povo mais carente brasileiro", afirmou o presidente da Câmara. "A gente viu o que aconteceu com a Venezuela, são mais de mil venezuelanos todos os dias passando a fronteira para o Brasil, pessoas passando fome, necessidade. É isso que deu a pressa da Venezuela sem um sistema democrático", disse Maia. Irmão de Carlos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) disse que a declaração não tem "nada de mais". "O que o Carlos Bolsonaro falou não tem nada de mais, ele falou que as coisas na democracia demoram porque tem debate, só isso", afirmou o deputado, durante sessão da Casa nesta terça-feira. "A gente debate, a gente fala, por nós teria outra velocidade. Mas o tempo do Congresso não é o tempo da sociedade, ponto", afirmou Eduardo. Carlos Bolsonaro pediu licença não remunerada da Câmara Municipal do Rio de Janeiro no último dia 6 de setembro. A comunicação foi publicada nesta terça-feira no Diário Oficial da Casa. Desde sábado (7) acompanhando o pai, ele tem dormido no Hospital Vila Nova Star, na zona sul de São Paulo. A licença não remunerada para tratar de assuntos particulares, caso de Carlos, tem um período máximo de 120 dias por sessão legislativa. Dizendo-se desgostoso com a política, Carlos tem dito a aliados que desistiu de concorrer à reeleição à Câmara do Rio --está em seu quinto mandato seguido-- e lançou a própria mãe, Rogéria, para a disputa.

    SÃO PAULO, SP, BRASÍLIA, DF, E RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), justificou nesta terça-feira (10) sua afirmação da véspera segundo a qual, por vias democráticas, não haverá as mudanças rápidas desejadas no país. Carlos chamou jornalistas de "canalhas" por terem, segundo ele, interpretado de forma equivocada a frase publicada em sua rede social na segunda-feira (9). De acordo com o vereador, a declaração sobre democracia foi uma justificativa aos que pedem mudanças urgentes, e não uma defesa dele da ditadura militar (1964-85). "O que falei: por vias democráticas as coisas não mudam rapidamente. É um fato. Uma justificativa aos que cobram mudanças urgentes. O que jornalistas espalham: Carlos Bolsonaro defende ditadura. CANALHAS!", tuitou. Na segunda-feira, em postagem alvo de críticas de políticos e da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Carlos escreveu: "Por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos... e se isso acontecer. Só vejo todo dia a roda girando em torno do próprio eixo e os que sempre nos dominaram continuam nos dominando de jeitos diferentes!" A postagem inicial de Carlos Bolsonaro recebeu uma série de críticas. Falaram a respeito o presidente interino, Hamilton Mourão (PRTB), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) e o governador paulista, João Doria (PSDB). Segundo pesquisa Datafolha feita no mês passado, 70% da população diz acreditar que os filhos de Jair Bolsonaro mais atrapalham do que ajudam seu governo. Nesta terça, Mourão defendeu a importância do regime democrático e disse que é possível aprovar medidas com mais celeridade negociando com o Poder Legislativo. O general da reserva salientou que, se não fosse o regime democrático, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) não teria chegado ao comando do Poder Executivo e afirmou que o atual sistema político representa um dos "pilares da civilização ocidental". Para o presidente do Senado, declarações como a de Carlos Bolsonaro merecem desprezo porque a democracia está fortalecida. "O Senado Federal, o Parlamento brasileiro, a democracia estão fortalecidos. As instituições todas estão pujantes, trabalhamos a favor do Brasil. Então, uma manifestação ou outra em relação a este enfraquecimento tem, da minha parte, o meu desprezo", reagiu Davi Alcolumbre. Já Ciro Gomes cobrou uma declaração pública do presidente Jair Bolsonaro em relação à frase de seu filho, enquanto Doria disse pensar o oposto de Carlos. "Sem entrar na polêmica, eu penso o oposto. Só com a democracia é que nós podemos ter um país soberano, livre e capaz de produzir políticas sociais e políticas econômicas. É só com a democracia, não há nenhum outro caminho possível para o país. E eu estarei ao lado dos democratas", afirmou Doria. As postagens de Carlos foram feitas enquanto seu pai está internado em São Paulo após passar por cirurgia no domingo (8), a quarta decorrente da facada que levou há um ano durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Questionado, o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, disse que Bolsonaro não se manifestou sobre o tema. "Acredito até que o vereador tenha conversado sobre isso com o presidente da República. Mas esse não é um tema que no momento nós queremos vocalizar, porque o nosso foco é a recuperação do senhor presidente da República", disse Rêgo Barros. "O que é tuitado nas contas pessoais é de responsabilidade de cada uma dessas pessoas que são aquelas que dirigem e que orientam o seu relacionamento via mídia social", completou. Rodrigo Maia afirmou a declaração de Carlos "não cabe num país democrático" e que "frases como essa devem colaborar muito com a insegurança de empresários brasileiros e estrangeiros". "A gente tem que tomar cuidado com as nossas narrativas porque muitas vezes são além de frases mal colocadas, causam danos ao povo mais carente brasileiro", afirmou o presidente da Câmara. "A gente viu o que aconteceu com a Venezuela, são mais de mil venezuelanos todos os dias passando a fronteira para o Brasil, pessoas passando fome, necessidade. É isso que deu a pressa da Venezuela sem um sistema democrático", disse Maia. Irmão de Carlos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) disse que a declaração não tem "nada de mais". "O que o Carlos Bolsonaro falou não tem nada de mais, ele falou que as coisas na democracia demoram porque tem debate, só isso", afirmou o deputado, durante sessão da Casa nesta terça-feira. "A gente debate, a gente fala, por nós teria outra velocidade. Mas o tempo do Congresso não é o tempo da sociedade, ponto", afirmou Eduardo. Carlos Bolsonaro pediu licença não remunerada da Câmara Municipal do Rio de Janeiro no último dia 6 de setembro. A comunicação foi publicada nesta terça-feira no Diário Oficial da Casa. Desde sábado (7) acompanhando o pai, ele tem dormido no Hospital Vila Nova Star, na zona sul de São Paulo. A licença não remunerada para tratar de assuntos particulares, caso de Carlos, tem um período máximo de 120 dias por sessão legislativa. Dizendo-se desgostoso com a política, Carlos tem dito a aliados que desistiu de concorrer à reeleição à Câmara do Rio --está em seu quinto mandato seguido-- e lançou a própria mãe, Rogéria, para a disputa.


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  • 42/56   Em promessa eleitoral, Netanyahu diz que anexará parte da Cisjordânia
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em anúncio com tom de propaganda eleitoral, o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, afirmou nesta terça (10) que pretende anexar o vale do rio Jordão, na Cisjordânia, a Israel, caso vença as próximas eleições, marcadas para terça (17). A proposta daria ao país "fronteiras permanentes e seguras" pela primeira vez na história, segundo o premiê, mas também poderia causar problemas com vizinhos árabes, já que reduziria o território palestino a um enclave cercado por terras israelenses. "Hoje, declaro minha intenção, após a formação de um novo governo, de aplicar a soberania israelense ao vale do rio Jordão e à região ao norte do mar Morto", disse Bibi, como é conhecido, em um discurso transmitido pela TV. As áreas que seriam incorporadas já são ocupadas por assentamentos israelenses. Essas colônias judaicas, situadas em território disputado com os palestinos, fazem parte de uma política de Estado para expandir as fronteiras de Israel --e constituem um dos pontos mais polêmicos das negociações de paz. A proposta foi vista internamente como uma tentativa de Netanyahu de ganhar o apoio de partidos mais à direita no pleito, o segundo neste ano, cujas pesquisas mostram o Likud, legenda do primeiro-ministro, na disputa da liderança com o centrista Azul e Branco, liderado pelo ex-chefe do Exército Benny Gantz. Após vencer a última eleição, em abril, Netanyahu negociou com outras siglas a formação de um governo. As conversas, porém, fracassaram, e ele foi obrigado a convocar uma nova votação. Durante a campanha eleitoral anterior, Bibi já havia prometido anexar parte dos territórios onde ficam as colônias israelenses na Cisjordânia. O premiê então repete a estratégia que deu a sua legenda a vitória meses atrás: mudar o foco da eleição das denúncias de corrupção contra ele para a área de segurança nacional. Desta vez, porém, a proposta englobaria uma área maior. Netanyahu afirmou que o plano de paz elaborado pela gestão do presidente dos EUA, Donald Trump, para a região forneceria "oportunidade histórica" para a anexação da Cisjordânia e de outras áreas. O presidente americano promete, desde que assumiu o cargo, apresentar um plano para resolver o conflito israelense-palestino. Segundo o premiê, o documento será divulgado dias após a conclusão do pleito em Israel. Já a anexação, de acordo com Bibi, ocorreria depois do anúncio da proposta americana e de consultas com Trump. Em sua apresentação, Netanyahu exibiu um mapa com marcações de como ficaria o território. Segundo o jornal britânico The Guardian, Israel tomaria quase todo o vale, o equivalente a um terço de todo o território palestino. "Este mapa define nossa fronteira oriental. Não temos esse tipo de oportunidade desde a Guerra dos Seis Dias [em 1967], e podemos não tê-la novamente por mais 50 anos." O vale do rio Jordão vai do Mar Morto até a cidade israelense de Beit Shean. Os palestinos defendem que a margem do rio seja oficializada como fronteira, caso um acordo de paz que permita a eles criar um Estado seja alcançado. Já Israel diz que, mesmo em caso de um acordo, militares permanecerão no território. A região foi tomada por Israel durante o conflito em 1967, mas a maior parte da comunidade internacional considera a presença israelense ilegal. O anúncio despertou reação imediata. O primeiro-ministro da Autoridade Nacional Palestina, Mohammad Shtayyeh, afirmou, em comunicado, que Netanyahu é "o primeiro destruidor do processo de paz". Um dos principais negociadores palestinos, Saeb Erekat também criticou a proposta e disse que o plano "queimaria todas as chances de paz entre palestinos e israelenses". A Liga Árabe também condenou a proposta e disse em comunicado que ela acaba com as chances de paz. Segundo a agência de notícias Reuters, cerca de 65 mil palestinos e 11 mil colonos israelenses vivem na região que Netanyahu quer anexar. As tensões entre Israel e Líbano, vizinho ao norte, também se acirraram nas últimas semanas. Na segunda (9), o Hizbullah anunciou a derrubada de drone israelense que entrou no espaço aéreo libanês. A milícia libanesa disse que quer respeitar a trégua nas hostilidades com Israel, estabelecida pela ONU após uma guerra devastadora em 2006, mas que responderá "adequadamente" aos ataques que sofrer, segundo o líder Hassan Nasrallah. "Para que ninguém se preocupe, tenha medo ou se questione (...) o Líbano respeita a 1.701 [resolução da ONU sobre a cessação das hostilidades], e o Hizbullah faz parte do governo libanês", disse Nasrallah. "Mas será diferente se Israel atacar o Líbano, bombardear ou enviar drones explosivos", alertou em discurso transmitido em telões gigantes a milhares de apoiadores reunidos no sul de Beirute, durante a comemoração religiosa Ashura. A escalada da violência nas últimas semanas com Israel começou quando dois membros do Hizbullah foram mortos em um bombardeio israelense em 24 de agosto. Um dia depois, houve um ataque com drones na periferia sul de Beirute, reduto do Hizbullah, atribuído a Israel, e o movimento xiita ameaçou abater todos os drones israelenses que entrassem no território libanês. Posteriormente, em 1º de setembro, houve uma troca de tiros entre forças do Hizbullah e de Israel na fronteira. Importante ator da política libanesa, o Hizbullah é considerado um grupo terrorista por Israel e pelos EUA. Militarmente, é aliado do Irã e do regime de Damasco na Síria, onde suas posições são alvos de ataques israelenses. "Rejeitamos qualquer projeto de guerra contra a República Islâmica do Irã, porque essa guerra irá inflamar a região e destruir países e povos", disse Nasrallah nesta terça. Israel e Hizbullah se enfrentaram pela última vez em 2006, em uma guerra que devastou o Líbano e deixou mais de 1.200 mortos do lado libanês, a maioria deles civis, e 160 em Israel, principalmente militares.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em anúncio com tom de propaganda eleitoral, o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, afirmou nesta terça (10) que pretende anexar o vale do rio Jordão, na Cisjordânia, a Israel, caso vença as próximas eleições, marcadas para terça (17). A proposta daria ao país "fronteiras permanentes e seguras" pela primeira vez na história, segundo o premiê, mas também poderia causar problemas com vizinhos árabes, já que reduziria o território palestino a um enclave cercado por terras israelenses. "Hoje, declaro minha intenção, após a formação de um novo governo, de aplicar a soberania israelense ao vale do rio Jordão e à região ao norte do mar Morto", disse Bibi, como é conhecido, em um discurso transmitido pela TV. As áreas que seriam incorporadas já são ocupadas por assentamentos israelenses. Essas colônias judaicas, situadas em território disputado com os palestinos, fazem parte de uma política de Estado para expandir as fronteiras de Israel --e constituem um dos pontos mais polêmicos das negociações de paz. A proposta foi vista internamente como uma tentativa de Netanyahu de ganhar o apoio de partidos mais à direita no pleito, o segundo neste ano, cujas pesquisas mostram o Likud, legenda do primeiro-ministro, na disputa da liderança com o centrista Azul e Branco, liderado pelo ex-chefe do Exército Benny Gantz. Após vencer a última eleição, em abril, Netanyahu negociou com outras siglas a formação de um governo. As conversas, porém, fracassaram, e ele foi obrigado a convocar uma nova votação. Durante a campanha eleitoral anterior, Bibi já havia prometido anexar parte dos territórios onde ficam as colônias israelenses na Cisjordânia. O premiê então repete a estratégia que deu a sua legenda a vitória meses atrás: mudar o foco da eleição das denúncias de corrupção contra ele para a área de segurança nacional. Desta vez, porém, a proposta englobaria uma área maior. Netanyahu afirmou que o plano de paz elaborado pela gestão do presidente dos EUA, Donald Trump, para a região forneceria "oportunidade histórica" para a anexação da Cisjordânia e de outras áreas. O presidente americano promete, desde que assumiu o cargo, apresentar um plano para resolver o conflito israelense-palestino. Segundo o premiê, o documento será divulgado dias após a conclusão do pleito em Israel. Já a anexação, de acordo com Bibi, ocorreria depois do anúncio da proposta americana e de consultas com Trump. Em sua apresentação, Netanyahu exibiu um mapa com marcações de como ficaria o território. Segundo o jornal britânico The Guardian, Israel tomaria quase todo o vale, o equivalente a um terço de todo o território palestino. "Este mapa define nossa fronteira oriental. Não temos esse tipo de oportunidade desde a Guerra dos Seis Dias [em 1967], e podemos não tê-la novamente por mais 50 anos." O vale do rio Jordão vai do Mar Morto até a cidade israelense de Beit Shean. Os palestinos defendem que a margem do rio seja oficializada como fronteira, caso um acordo de paz que permita a eles criar um Estado seja alcançado. Já Israel diz que, mesmo em caso de um acordo, militares permanecerão no território. A região foi tomada por Israel durante o conflito em 1967, mas a maior parte da comunidade internacional considera a presença israelense ilegal. O anúncio despertou reação imediata. O primeiro-ministro da Autoridade Nacional Palestina, Mohammad Shtayyeh, afirmou, em comunicado, que Netanyahu é "o primeiro destruidor do processo de paz". Um dos principais negociadores palestinos, Saeb Erekat também criticou a proposta e disse que o plano "queimaria todas as chances de paz entre palestinos e israelenses". A Liga Árabe também condenou a proposta e disse em comunicado que ela acaba com as chances de paz. Segundo a agência de notícias Reuters, cerca de 65 mil palestinos e 11 mil colonos israelenses vivem na região que Netanyahu quer anexar. As tensões entre Israel e Líbano, vizinho ao norte, também se acirraram nas últimas semanas. Na segunda (9), o Hizbullah anunciou a derrubada de drone israelense que entrou no espaço aéreo libanês. A milícia libanesa disse que quer respeitar a trégua nas hostilidades com Israel, estabelecida pela ONU após uma guerra devastadora em 2006, mas que responderá "adequadamente" aos ataques que sofrer, segundo o líder Hassan Nasrallah. "Para que ninguém se preocupe, tenha medo ou se questione (...) o Líbano respeita a 1.701 [resolução da ONU sobre a cessação das hostilidades], e o Hizbullah faz parte do governo libanês", disse Nasrallah. "Mas será diferente se Israel atacar o Líbano, bombardear ou enviar drones explosivos", alertou em discurso transmitido em telões gigantes a milhares de apoiadores reunidos no sul de Beirute, durante a comemoração religiosa Ashura. A escalada da violência nas últimas semanas com Israel começou quando dois membros do Hizbullah foram mortos em um bombardeio israelense em 24 de agosto. Um dia depois, houve um ataque com drones na periferia sul de Beirute, reduto do Hizbullah, atribuído a Israel, e o movimento xiita ameaçou abater todos os drones israelenses que entrassem no território libanês. Posteriormente, em 1º de setembro, houve uma troca de tiros entre forças do Hizbullah e de Israel na fronteira. Importante ator da política libanesa, o Hizbullah é considerado um grupo terrorista por Israel e pelos EUA. Militarmente, é aliado do Irã e do regime de Damasco na Síria, onde suas posições são alvos de ataques israelenses. "Rejeitamos qualquer projeto de guerra contra a República Islâmica do Irã, porque essa guerra irá inflamar a região e destruir países e povos", disse Nasrallah nesta terça. Israel e Hizbullah se enfrentaram pela última vez em 2006, em uma guerra que devastou o Líbano e deixou mais de 1.200 mortos do lado libanês, a maioria deles civis, e 160 em Israel, principalmente militares.


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  • 43/56   Venezuela fará exercícios militares na fronteira, e Colômbia entra em alerta
    WORLD TOPIC NEWS

    BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - Tanques de guerra, caminhões carregados de mísseis e soldados venezuelanos foram vistos nesta terça (10) de passagem pelo aeroporto de La Fría, rumo à fronteira com a Colômbia. A ditadura de Nicolás Maduro mobilizou cerca de 150 mil homens para exercícios militares na região sob o pretexto de eventual interceptação de uma invasão estrangeira, embora não haja ameaça por parte dos países vizinhos. A ação, que será iniciada nesta quarta (11) e deverá se estender até o dia 28, é uma resposta de Maduro à crescente tensão entre Caracas e Bogotá. No meio da tarde, Maduro mostrou, em seu Twitter, que havia se reunido com os principais comandantes das Forças Armadas para decidir uma reação contra uma possível agressão colombiana. Diante do Conselho de Defesa da Nação, formado por ministros relacionados à área de segurança e comandantes das Forças Armadas, Maduro falou de "conjuntura de ameaça real de violência, de conflito armado e de ataque por parte do governo da Colômbia". Numa das publicações, o ditador aparece sobre um tanque com outros soldados, todos em uniformes militares. A vice-presidente colombiana, Marta Lucía Ramírez, à rádio local, disse que seu país não cairá em provocações diante do início das operações militares venezuelanas. A tensão entre os países cresceu após a divulgação de documentos obtidos pela revista Semana, da Colômbia. Segundo os papéis, a ditadura venezuelana tem dado proteção e apoio a guerrilheiros e dissidentes de guerrilhas colombianas em seu território. O regime de Maduro negou nesta segunda (9) ter envolvimento com insurgentes colombianos e afirmou que novas acusações publicadas na imprensa do país vizinho são uma desculpa para justificar uma intervenção militar contra Caracas. O ministro de Comunicação da Venezuela, Jorge Rodríguez, classificou como notícia falsa os documentos. Os papéis mostram que Maduro não apenas tem conhecimento da presença de guerrilheiros do Exército de Libertação Nacional e de dissidentes das antigas Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, desmobilizadas em 2016), na Venezuela, como também fornece apoio a eles.

    BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - Tanques de guerra, caminhões carregados de mísseis e soldados venezuelanos foram vistos nesta terça (10) de passagem pelo aeroporto de La Fría, rumo à fronteira com a Colômbia. A ditadura de Nicolás Maduro mobilizou cerca de 150 mil homens para exercícios militares na região sob o pretexto de eventual interceptação de uma invasão estrangeira, embora não haja ameaça por parte dos países vizinhos. A ação, que será iniciada nesta quarta (11) e deverá se estender até o dia 28, é uma resposta de Maduro à crescente tensão entre Caracas e Bogotá. No meio da tarde, Maduro mostrou, em seu Twitter, que havia se reunido com os principais comandantes das Forças Armadas para decidir uma reação contra uma possível agressão colombiana. Diante do Conselho de Defesa da Nação, formado por ministros relacionados à área de segurança e comandantes das Forças Armadas, Maduro falou de "conjuntura de ameaça real de violência, de conflito armado e de ataque por parte do governo da Colômbia". Numa das publicações, o ditador aparece sobre um tanque com outros soldados, todos em uniformes militares. A vice-presidente colombiana, Marta Lucía Ramírez, à rádio local, disse que seu país não cairá em provocações diante do início das operações militares venezuelanas. A tensão entre os países cresceu após a divulgação de documentos obtidos pela revista Semana, da Colômbia. Segundo os papéis, a ditadura venezuelana tem dado proteção e apoio a guerrilheiros e dissidentes de guerrilhas colombianas em seu território. O regime de Maduro negou nesta segunda (9) ter envolvimento com insurgentes colombianos e afirmou que novas acusações publicadas na imprensa do país vizinho são uma desculpa para justificar uma intervenção militar contra Caracas. O ministro de Comunicação da Venezuela, Jorge Rodríguez, classificou como notícia falsa os documentos. Os papéis mostram que Maduro não apenas tem conhecimento da presença de guerrilheiros do Exército de Libertação Nacional e de dissidentes das antigas Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, desmobilizadas em 2016), na Venezuela, como também fornece apoio a eles.


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  • 44/56   Premiê de Israel promete anexar parte estratégica da Cisjordânia se reeleito
    WORLD TOPIC NEWS

    O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu nesta terça-feira (10) que irá anexar uma parte estratégica da Cisjordânia ocupada se for reeleito nas legislativas, em 17 de setembro.

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  • 45/56   Papa defende mensagem social e diz não temer 'cisma' na Igreja
    WORLD TOPIC NEWS

    O Papa Francisco, atacado por católicos conservadores que o tacham de "comunista", assumiu nesta terça-feira (10) seu discurso social, inspirado em João Paulo II, e disse não temer um cisma na Igreja.

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  • 46/56   Capitã de barco de resgate diz que seus atos foram justificados
    WORLD TOPIC NEWS

    A capitã do Sea-Watch 3, Carola Rackete, que desafiou a proibição italiana de desembarcar migrantes, afirmou nesta terça-feira (10), ao receber um prêmio em Barcelona, não estar preocupada com possíveis consequências judiciais porque seus "atos eram justificados".

    A capitã do Sea-Watch 3, Carola Rackete, que desafiou a proibição italiana de desembarcar migrantes, afirmou nesta terça-feira (10), ao receber um prêmio em Barcelona, não estar preocupada com possíveis consequências judiciais porque seus "atos eram justificados".


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  • 47/56   MEC fará repasse para iniciar atendimento em hospital da Unifesp
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O Ministério da Educação (MEC) vai liberar, até o fim deste ano, R$ 900 mil, divididos em três parcelas de R$ 300 mil, para o Hospital Universitário 2 (HU2) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, os recursos viabilizarão o início dos atendimentos no hospital.Com 16 mil metros quadrados (m²) de área construída, o HU2 tem 16 andares, onde funcionarão seis salas cirúrgicas, 120 consultórios, 25 leitos de internação e sete de recuperação pós-anestesia. De acordo com a Unifesp, trata-se de um importante espaço para a formação dos residentes médicos e multiprofissionais da universidade.O hospital fará atendimentos à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).De 2015 até o ano passado, foram investidos R$ 65 milhões na construção e na compra de equipamentos. O hospital ficou pronto, mas ainda não começou a funcionar. O ministro da Educação, Abraham Weintraub - Arquivo/Agência Brasil  “Faltava um investimento final para o início das atividades, que acabou de ser viabilizado. São R$ 900 mil e, com isso, o HU2, vai poder iniciar o atendimento. Parabéns ao pagador de imposto, a gente vai ter mais um hospital em funcionamento, mais atendimento para você que está aí pagando por tudo isso”, afirmou Weintraub, que participou hoje (10) de encontro com superintendentes de hospitais universitários da Rede Ebserh - Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares.Os recursos serão provenientes do orçamento da Ebserh, que é uma empresa pública vinculada ao MEC. “São recursos que a Ebserh vai colocar de volta para o MEC”, explica o presidente da empresa, Oswaldo Ferreira.  “Como já estavam alocados em ações orçamentárias da Ebserh, serão disponibilizados para a secretaria correspondente [do MEC], para poder cumprir a tarefa de fazer funcionar um hospital.”De acordo com a Unifesp, o HU2 funcionará em colaboração e parceria permanentes com o Hospital São Paulo e com a Escola Paulista de Medicina e Escola Paulista de Enfermagem.

    O Ministério da Educação (MEC) vai liberar, até o fim deste ano, R$ 900 mil, divididos em três parcelas de R$ 300 mil, para o Hospital Universitário 2 (HU2) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, os recursos viabilizarão o início dos atendimentos no hospital.Com 16 mil metros quadrados (m²) de área construída, o HU2 tem 16 andares, onde funcionarão seis salas cirúrgicas, 120 consultórios, 25 leitos de internação e sete de recuperação pós-anestesia. De acordo com a Unifesp, trata-se de um importante espaço para a formação dos residentes médicos e multiprofissionais da universidade.O hospital fará atendimentos à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).De 2015 até o ano passado, foram investidos R$ 65 milhões na construção e na compra de equipamentos. O hospital ficou pronto, mas ainda não começou a funcionar. O ministro da Educação, Abraham Weintraub - Arquivo/Agência Brasil “Faltava um investimento final para o início das atividades, que acabou de ser viabilizado. São R$ 900 mil e, com isso, o HU2, vai poder iniciar o atendimento. Parabéns ao pagador de imposto, a gente vai ter mais um hospital em funcionamento, mais atendimento para você que está aí pagando por tudo isso”, afirmou Weintraub, que participou hoje (10) de encontro com superintendentes de hospitais universitários da Rede Ebserh - Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares.Os recursos serão provenientes do orçamento da Ebserh, que é uma empresa pública vinculada ao MEC. “São recursos que a Ebserh vai colocar de volta para o MEC”, explica o presidente da empresa, Oswaldo Ferreira.  “Como já estavam alocados em ações orçamentárias da Ebserh, serão disponibilizados para a secretaria correspondente [do MEC], para poder cumprir a tarefa de fazer funcionar um hospital.”De acordo com a Unifesp, o HU2 funcionará em colaboração e parceria permanentes com o Hospital São Paulo e com a Escola Paulista de Medicina e Escola Paulista de Enfermagem.


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  • 48/56   Senado italiano dá aval a novo governo de Conte
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O governo italiano ganhou nesta terça-feira (10) a moção de confiança no Senado, último requisito para que o novo Executivo, pró-europeu e liderado por Giuseppe Conte, comece a trabalhar.

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  • 49/56   Preocupação com economia afeta aprovação de Trump, diz pesquisa
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O índice de aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caiu drasticamente em meio à crescente preocupação com as perspectivas de uma recessão - aponta uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (10).

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  • 50/56   Pasta 'Nosso estilo de vida europeu' gera polêmica em Bruxelas
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A vontade da futura presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, de integrar a migração e a política de refúgio sob uma vice-presidência intitulada "Proteção de nosso estilo de vida europeu" gerou alvoroço em Bruxelas nesta terça-feira.

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  • 51/56   Governo planeja imposto de 0,4% para saques e depósitos em dinheiro
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A cobrança integra a ideia do imposto sobre pagamentos, que vem sendo comparado à antiga CPMF.

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  • 52/56   Ações de e-commerce recuam forte após Amazon Prime chegar ao Brasil
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Por volta de 10:50, B2W cedia 5,75%, Via Varejo perdia 3,57% e Magazine Luiza recuava 4%, liderando as perdas do Ibovespa, que cedia 0,33%.

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  • 53/56   Von der Leyen revela suas cartas para a futura Comissão Europeia
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A alemã Ursula von der Leyen, que em novembro se tornará a primeira mulher à frente da Comissão Europeia, apresentou nesta terça-feira a equipe com a qual deve enfrentar desafios como a mudança climática, o Brexit ou o relacionamento com os Estados Unidos.

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  • 54/56   Polônia expulsa barco do Greenpeace do porto de Gdansk
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Guardas de fronteira poloneses armados com metralhadoras invadiram o barco "Rainbow Warrior", do Greenpeace, que bloqueou um terminal de carvão no porto de Gdansk e prendeu seu capitão espanhol, anunciou a organização ambientalista.

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  • 55/56   British Airways cancela maioria dos voos por greve de pilotos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Os pilotos da companhia aérea British Airways (BA) cumprem o segundo dia de greve para reivindicar aumento salarial, o que obrigou a empresa a cancelar a maioria de seus voos.

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  • 56/56   Procuradores dos EUA abrem investigação contra Google
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Procuradores-gerais pedem para que o Google seja investigado por abuso de poder no meio digital.

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