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Noticias Slideshows (12/09/2019 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


    Odair   Bruno Guimarães   Patrick   Nonato   Wellington Silva   Eta Mundo Bom   Arena da Baixada   Thonny Anderson   moledo   Márcio Azevedo   W. Silva   No Beira Rio   Poncho   Cleber Machado   EM CASA A GENTE RESOLVE   Cirino   Dany e Marquinhos   Robson Bambu   Lucho   Thorns   EM CASA A GENTE CONVERSA   Bia e PV   CDD PEDE PAZ   Aflético   Inimigos da HP   Bia e Paulo Victor   Matheus Mazzafera   roberto melo   Ednilson   Aí Camila   
  • 2/56   Apple transforma o AppleCare+ em um serviço de assinatura mensal

    Mudança ainda não foi divulgada oficialmente pela empresa, mas já pode ser vista nos termos de contrato da serviço que foram atualizados na última terça (10), deixando claro que o AppleCare+ irá cobrir o usuário pelo tempo que ele pagar, sem uma data limite

    Mudança ainda não foi divulgada oficialmente pela empresa, mas já pode ser vista nos termos de contrato da serviço que foram atualizados na última terça (10), deixando claro que o AppleCare+ irá cobrir o usuário pelo tempo que ele pagar, sem uma data limite


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  • 3/56   Senado aprova novo marco das teles e pode destravar R$ 34 bi em investimentos

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (11) o projeto de lei que modifica o marco das telecomunicações vigente desde 1997. A votação foi simbólica. Horas antes, o texto havia sido aprovado na Comissão de Ciência e Tecnologia. Agora, como não houve modificações, seguirá para sanção presidencial. O projeto tramita há quase três anos no Congresso e prevê a possibilidade de as operadoras de telefonia migrarem dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, como funciona na telefonia celular. Os contratos de concessão foram definidos pela União durante a privatização, há mais de duas décadas. As autorizações são concedidas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para todas as empresas interessadas em prestar serviços de telefonia móvel e internet. O modelo de concessão entrou em desuso com o avanço da internet, o que torna essas contratos desinteressantes para o setor privado. Por isso, o governo vinha estudando mudar as regras para estimular uma nova rodada de investimentos no setor decorrente da possibilidade de migração da concessão para autorização. Pelo texto no Senado, as concessionárias de telefonia fixa poderão migrar antecipadamente dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, pagando um valor a ser definido pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Estimativas feitas pela equipe econômica indicam algo em torno de R$ 34 bilhões. A mudança é uma ajuda para a Oi, maior concessionária de telefonia fixa do país que está em recuperação judicial com uma dívida de cerca de R$ 20 bilhões —considerando o plano de descontos e alongamento dos pagamentos a credores aprovado pela Justiça. Sem as amarras definidas pelos atuais contratos de concessão, a tele terá chance de atrair um comprador ou novos investidores. Os chineses e a americana AT&T; são os mais interessados. A concessão engessa investimentos para áreas que não são mais rentáveis. Um exemplo: a Oi é obrigada a manter orelhões em funcionamento sob pena de multa e gasta o equivalente a R$ 1 bilhão por ano, em troca de menos de R$ 20 milhões gerados em receita por esses aparelhos. A Anatel também fará um levantamento para definir o valor dos bens usados na prestação da telefonia fixa (equipamentos e imóveis) e descontará os investimentos realizados e ainda não amortizados pelas teles na atualização desse parque técnico. Essa diferença de valor terá de ser reinvestida na melhoria da capacidade de transmissão de dados pela rede de fibra óptica das operadoras em locais hoje sem grande atrativo comercial. A relatora do texto, senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), chegou a cogitar uma emenda de redação, alterando o texto que saiu da Câmara, mas recuou no início desta semana. Se isso fosse feito, o projeto teria de passar por outras comissões e até voltar para a Câmara depois. Agora, ele segue ao plenário sob regime de urgência e pode ser votado ainda nesta quarta. Se aprovado, vai para sanção presidencial. Telefônica, Embratel, Algar e Sercomtel, que também operam como concessionárias, poderão migrar seus contratos caso o plenário do Senado aprove o texto como está. Outra mudança que causou controvérsia com os partidos de oposição e foi mantida no projeto de lei é a possibilidade de as operadoras comercializarem suas frequências. Frequências são como avenidas no ar por onde as teles fazem trafegar seus sinais. Para evitar interferências, cada empresa tem suas faixas de frequências —todas adquiridas em leilão. A transferência terá de ser submetida para anuência da Anatel. Essa abertura vai criar um mercado secundário, permitindo novos negócios especialmente em regiões de pouco interesse para as grandes operadoras. Essa troca de licenças terá validade de vinte anos, podendo ser prorrogada por igual período. Para as emissoras de rádio e TV, houve a garantia de que ficarão fora da contribuição feita ao Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações), única exigência para que não dificultassem a aprovação do projeto. Grandes grupos de mídia, como Netflix e Google, esperavam garantir, expressamente no texto, que a programação audiovisual transmitida pela internet fossem livres de qualquer regulação e, portanto, de cumprimento de cotas de produção de conteúdo local e do pagamento de contribuições para fundos setoriais como a Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica nacional). Um projeto específico tramita no Senado e deve resolver essa situação que os gigantes de mídia chamam de “insegurança jurídica”. De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), o texto poderia ter sido votado em conjunto com o novo marco regulatório das teles, mas foi adiado para a próxima semana. Um dos pontos de embate do governo com as empresas de mídia se refere à arrecadação para o Condecine. O governo concorda que essas empresas fiquem livre de regulação na transmissão de conteúdos audiovisuais pela internet, mas não abre mão da arrecadação ao fundo. Esse projeto está sendo conduzido para atender a um pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, que, em troca de uma parceria com o Brasil, quer que Jair Bolsonaro convença a Anatel a aprovar a compra da Warner Media pela operadora AT&T.;A lei vigente veda que uma operadora de telefonia (a AT&T;, no caso) detenha o controle de uma produtora de conteúdo (Warner Media). No Brasil, a AT&T; é dona da Sky, empresa de TV paga e internet por satélite. Foi por esse motivo que a Globo teve de vender o controle da Sky. Hoje, ela é acionista minoritária, com cerca de 5% de participação.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (11) o projeto de lei que modifica o marco das telecomunicações vigente desde 1997. A votação foi simbólica. Horas antes, o texto havia sido aprovado na Comissão de Ciência e Tecnologia. Agora, como não houve modificações, seguirá para sanção presidencial. O projeto tramita há quase três anos no Congresso e prevê a possibilidade de as operadoras de telefonia migrarem dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, como funciona na telefonia celular. Os contratos de concessão foram definidos pela União durante a privatização, há mais de duas décadas. As autorizações são concedidas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para todas as empresas interessadas em prestar serviços de telefonia móvel e internet. O modelo de concessão entrou em desuso com o avanço da internet, o que torna essas contratos desinteressantes para o setor privado. Por isso, o governo vinha estudando mudar as regras para estimular uma nova rodada de investimentos no setor decorrente da possibilidade de migração da concessão para autorização. Pelo texto no Senado, as concessionárias de telefonia fixa poderão migrar antecipadamente dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, pagando um valor a ser definido pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Estimativas feitas pela equipe econômica indicam algo em torno de R$ 34 bilhões. A mudança é uma ajuda para a Oi, maior concessionária de telefonia fixa do país que está em recuperação judicial com uma dívida de cerca de R$ 20 bilhões —considerando o plano de descontos e alongamento dos pagamentos a credores aprovado pela Justiça. Sem as amarras definidas pelos atuais contratos de concessão, a tele terá chance de atrair um comprador ou novos investidores. Os chineses e a americana AT&T; são os mais interessados. A concessão engessa investimentos para áreas que não são mais rentáveis. Um exemplo: a Oi é obrigada a manter orelhões em funcionamento sob pena de multa e gasta o equivalente a R$ 1 bilhão por ano, em troca de menos de R$ 20 milhões gerados em receita por esses aparelhos. A Anatel também fará um levantamento para definir o valor dos bens usados na prestação da telefonia fixa (equipamentos e imóveis) e descontará os investimentos realizados e ainda não amortizados pelas teles na atualização desse parque técnico. Essa diferença de valor terá de ser reinvestida na melhoria da capacidade de transmissão de dados pela rede de fibra óptica das operadoras em locais hoje sem grande atrativo comercial. A relatora do texto, senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), chegou a cogitar uma emenda de redação, alterando o texto que saiu da Câmara, mas recuou no início desta semana. Se isso fosse feito, o projeto teria de passar por outras comissões e até voltar para a Câmara depois. Agora, ele segue ao plenário sob regime de urgência e pode ser votado ainda nesta quarta. Se aprovado, vai para sanção presidencial. Telefônica, Embratel, Algar e Sercomtel, que também operam como concessionárias, poderão migrar seus contratos caso o plenário do Senado aprove o texto como está. Outra mudança que causou controvérsia com os partidos de oposição e foi mantida no projeto de lei é a possibilidade de as operadoras comercializarem suas frequências. Frequências são como avenidas no ar por onde as teles fazem trafegar seus sinais. Para evitar interferências, cada empresa tem suas faixas de frequências —todas adquiridas em leilão. A transferência terá de ser submetida para anuência da Anatel. Essa abertura vai criar um mercado secundário, permitindo novos negócios especialmente em regiões de pouco interesse para as grandes operadoras. Essa troca de licenças terá validade de vinte anos, podendo ser prorrogada por igual período. Para as emissoras de rádio e TV, houve a garantia de que ficarão fora da contribuição feita ao Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações), única exigência para que não dificultassem a aprovação do projeto. Grandes grupos de mídia, como Netflix e Google, esperavam garantir, expressamente no texto, que a programação audiovisual transmitida pela internet fossem livres de qualquer regulação e, portanto, de cumprimento de cotas de produção de conteúdo local e do pagamento de contribuições para fundos setoriais como a Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica nacional). Um projeto específico tramita no Senado e deve resolver essa situação que os gigantes de mídia chamam de “insegurança jurídica”. De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), o texto poderia ter sido votado em conjunto com o novo marco regulatório das teles, mas foi adiado para a próxima semana. Um dos pontos de embate do governo com as empresas de mídia se refere à arrecadação para o Condecine. O governo concorda que essas empresas fiquem livre de regulação na transmissão de conteúdos audiovisuais pela internet, mas não abre mão da arrecadação ao fundo. Esse projeto está sendo conduzido para atender a um pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, que, em troca de uma parceria com o Brasil, quer que Jair Bolsonaro convença a Anatel a aprovar a compra da Warner Media pela operadora AT&T.;A lei vigente veda que uma operadora de telefonia (a AT&T;, no caso) detenha o controle de uma produtora de conteúdo (Warner Media). No Brasil, a AT&T; é dona da Sky, empresa de TV paga e internet por satélite. Foi por esse motivo que a Globo teve de vender o controle da Sky. Hoje, ela é acionista minoritária, com cerca de 5% de participação.


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  • 4/56   iOS 13.1 terá visualizador de letras de músicas para o Apple Music

    Vice-presidente sênior de Engenharia de Software da Apple confirmou que o recurso vem sendo desenvolvido já há algum tempo, e é preciso realizar ajustes para evitar que ele drene a bateria dos iPhones de maneira indesejada

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  • 5/56   Quanto será que custa assinar todos os serviços da Apple em 2019?

    São vários os serviços que a Apple dispõe ao seu público, como Armazenamento no iCloud, Apple Music, Apple Arcade, Apple TV+. Usuários do Reddit calcularam mais ou menos quanto um usuário gastaria para ter todos eles

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  • 6/56   Arcade | Afinal, quem vai se atrair pelo serviço de jogos da Apple?

    Plataforma será lançada a um preço equivalente a R$ 20 com acesso a mais de 100 jogos. Contudo, dentro de um mercado cheio de concorrência, com Sony, Microsoft, Nintendo e até Google, será que a Apple consegue seu espaço?

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  • 7/56   Número de ataques de phishing contra usuários Apple cresce 9%

    1,6 milhão de ataques de phishing foram descobertos contra usuários Apple durante o primeiro semestre de 2019. As fraudes mais comuns são aquelas criadas para simular a página do iCloud e roubar Apple IDs

    1,6 milhão de ataques de phishing foram descobertos contra usuários Apple durante o primeiro semestre de 2019. As fraudes mais comuns são aquelas criadas para simular a página do iCloud e roubar Apple IDs


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  • 8/56   Jason Momoa estrela produção da Apple TV como guerreiro cego em mundo pós-apocalipse

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Marcada para chegar nos Estados Unidos no dia 1º de novembro e no Brasil posteriormente a essa data, a Apple TV + divulga o primeiro trailer de sua produção de estreia da plataforma: a série "See", estrelada por Jason Momoa, 40. Na história, ele é um líder cego de uma comunidade. A trama se passa séculos após um apocalipse. Na ocasião, ninguém mais tem o poder de enxergar por conta de um vírus dizimado em meio à população. Porém, tudo muda quando duas crianças nascem com visão apurada. Isso faz com que elas sejam alvo de uma caçada mortal. Momoa ficou conhecido por protagonizar as séries "Game of Thrones", na pele de Khal, e "Frontier", como Declan Harp. Agora ele se vincula à Apple para o projeto pioneiro. Momoa também pode ser visto no filme "Aquaman". Confira o trailer de "See".

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Marcada para chegar nos Estados Unidos no dia 1º de novembro e no Brasil posteriormente a essa data, a Apple TV + divulga o primeiro trailer de sua produção de estreia da plataforma: a série "See", estrelada por Jason Momoa, 40. Na história, ele é um líder cego de uma comunidade. A trama se passa séculos após um apocalipse. Na ocasião, ninguém mais tem o poder de enxergar por conta de um vírus dizimado em meio à população. Porém, tudo muda quando duas crianças nascem com visão apurada. Isso faz com que elas sejam alvo de uma caçada mortal. Momoa ficou conhecido por protagonizar as séries "Game of Thrones", na pele de Khal, e "Frontier", como Declan Harp. Agora ele se vincula à Apple para o projeto pioneiro. Momoa também pode ser visto no filme "Aquaman". Confira o trailer de "See".


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  • 9/56   General Motors faz parceria com Google para nova multimídia

    A partir de 2021, carros da Chevrolet terão Google Assistente, Maps e outros aplicativos via Play Store

    A partir de 2021, carros da Chevrolet terão Google Assistente, Maps e outros aplicativos via Play Store


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  • 10/56   Comissão do Senado aprova novo marco das teles e pode destravar R$ 34 bi em investimentos

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado aprovou nesta quarta-feira (11) o projeto de lei que modifica o marco das telecomunicações vigente desde 1997. A expectativa é de o texto seja aprovado pelo plenário ainda nesta quarta. Se passar sem modificações, seguirá para sanção presidencial. O projeto tramita há quase três anos no Congresso e prevê a possibilidade de as operadoras de telefonia migrarem dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, como funciona na telefonia celular. Os contratos de concessão foram definidos pela União durante a privatização, há mais de duas décadas. As autorizações são concedidas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para todas as empresas interessadas em prestar serviços de telefonia móvel e internet. O modelo de concessão entrou em desuso com o avanço da internet, o que torna essas contratos desinteressantes para o setor privado. Por isso, o governo vinha estudando mudar as regras para estimular uma nova rodada de investimentos no setor decorrente da possibilidade de migração da concessão para autorização. Pelo texto aprovado na comissão do Senado, as concessionárias de telefonia fixa poderão migrar antecipadamente dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, pagando um valor a ser definido pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Estimativas feitas pela equipe econômica indicam algo em torno de R$ 34 bilhões. A mudança é uma ajuda para a Oi, maior concessionária de telefonia fixa do país que está em recuperação judicial com uma dívida de cerca de R$ 20 bilhões -considerando o plano de descontos e alongamento dos pagamentos a credores aprovado pela Justiça. Sem as amarras definidas pelos atuais contratos de concessão, a tele terá chance de atrair um comprador ou novos investidores. Os chineses e a americana AT&T; são os mais interessados. A concessão engessa investimentos para áreas que não são mais rentáveis. Um exemplo: a Oi é obrigada a manter orelhões em funcionamento sob pena de multa e gasta o equivalente a R$ 1 bilhão por ano, em troca de menos de R$ 20 milhões gerados em receita por esses aparelhos. A Anatel também fará um levantamento para definir o valor dos bens usados na prestação da telefonia fixa (equipamentos e imóveis) e descontará os investimentos realizados e ainda não amortizados pelas teles na atualização desse parque técnico. Essa diferença de valor terá de ser reinvestida na melhoria da capacidade de transmissão de dados pela rede de fibra óptica das operadoras em locais hoje sem grande atrativo comercial. A relatora do texto, senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), chegou a cogitar uma emenda de redação, alterando o texto que saiu da Câmara, mas recuou no início desta semana. Se isso fosse feito, o projeto teria de passar por outras comissões e até voltar para a Câmara depois. Agora, ele segue ao plenário sob regime de urgência e pode ser votado ainda nesta quarta. Se aprovado, vai para sanção presidencial. Telefônica, Embratel, Algar e Sercomtel, que também operam como concessionárias, poderão migrar seus contratos caso o plenário do Senado aprove o texto como está. Outra mudança que causou controvérsia com os partidos de oposição e foi mantida no projeto de lei é a possibilidade de as operadoras comercializarem suas frequências. Frequências são como avenidas no ar por onde as teles fazem trafegar seus sinais. Para evitar interferências, cada empresa tem suas faixas de frequências -todas adquiridas em leilão. A transferência terá de ser submetida para anuência da Anatel. Essa abertura vai criar um mercado secundário, permitindo novos negócios especialmente em regiões de pouco interesse para as grandes operadoras. Essa troca de licenças terá validade de vinte anos, podendo ser prorrogada por igual período. Para as emissoras de rádio e TV, houve a garantia de que ficarão fora da contribuição feita ao Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações), única exigência para que não dificultassem a aprovação do projeto. Grandes grupos de mídia, como Netflix e Google, esperavam garantir, expressamente no texto, que a programação audiovisual transmitida pela internet fossem livres de qualquer regulação e, portanto, de cumprimento de cotas de produção de conteúdo local e do pagamento de contribuições para fundos setoriais como a Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica nacional). Um projeto específico tramita no Senado e deve resolver essa situação que os gigantes de mídia chamam de "insegurança jurídica". De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), o texto poderia ter sido votado em conjunto com o novo marco regulatório das teles, mas foi adiado para a próxima semana. Um dos pontos de embate do governo com as empresas de mídia se refere à arrecadação para o Condecine. O governo concorda que essas empresas fiquem livre de regulação na transmissão de conteúdos audiovisuais pela internet, mas não abre mão da arrecadação ao fundo. Esse projeto está sendo conduzido para atender a um pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, que, em troca de uma parceria com o Brasil, quer que Jair Bolsonaro convença a Anatel a aprovar a compra da Warner Media pela operadora AT&T.;A lei vigente veda que uma operadora de telefonia (a AT&T;, no caso) detenha o controle de uma produtora de conteúdo (Warner Media). No Brasil, a AT&T; é dona da Sky, empresa de TV paga e internet por satélite. Foi por esse motivo que a Globo teve de vender o controle da Sky. Hoje, ela é acionista minoritária, com cerca de 5% de participação.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado aprovou nesta quarta-feira (11) o projeto de lei que modifica o marco das telecomunicações vigente desde 1997. A expectativa é de o texto seja aprovado pelo plenário ainda nesta quarta. Se passar sem modificações, seguirá para sanção presidencial. O projeto tramita há quase três anos no Congresso e prevê a possibilidade de as operadoras de telefonia migrarem dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, como funciona na telefonia celular. Os contratos de concessão foram definidos pela União durante a privatização, há mais de duas décadas. As autorizações são concedidas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para todas as empresas interessadas em prestar serviços de telefonia móvel e internet. O modelo de concessão entrou em desuso com o avanço da internet, o que torna essas contratos desinteressantes para o setor privado. Por isso, o governo vinha estudando mudar as regras para estimular uma nova rodada de investimentos no setor decorrente da possibilidade de migração da concessão para autorização. Pelo texto aprovado na comissão do Senado, as concessionárias de telefonia fixa poderão migrar antecipadamente dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, pagando um valor a ser definido pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Estimativas feitas pela equipe econômica indicam algo em torno de R$ 34 bilhões. A mudança é uma ajuda para a Oi, maior concessionária de telefonia fixa do país que está em recuperação judicial com uma dívida de cerca de R$ 20 bilhões -considerando o plano de descontos e alongamento dos pagamentos a credores aprovado pela Justiça. Sem as amarras definidas pelos atuais contratos de concessão, a tele terá chance de atrair um comprador ou novos investidores. Os chineses e a americana AT&T; são os mais interessados. A concessão engessa investimentos para áreas que não são mais rentáveis. Um exemplo: a Oi é obrigada a manter orelhões em funcionamento sob pena de multa e gasta o equivalente a R$ 1 bilhão por ano, em troca de menos de R$ 20 milhões gerados em receita por esses aparelhos. A Anatel também fará um levantamento para definir o valor dos bens usados na prestação da telefonia fixa (equipamentos e imóveis) e descontará os investimentos realizados e ainda não amortizados pelas teles na atualização desse parque técnico. Essa diferença de valor terá de ser reinvestida na melhoria da capacidade de transmissão de dados pela rede de fibra óptica das operadoras em locais hoje sem grande atrativo comercial. A relatora do texto, senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), chegou a cogitar uma emenda de redação, alterando o texto que saiu da Câmara, mas recuou no início desta semana. Se isso fosse feito, o projeto teria de passar por outras comissões e até voltar para a Câmara depois. Agora, ele segue ao plenário sob regime de urgência e pode ser votado ainda nesta quarta. Se aprovado, vai para sanção presidencial. Telefônica, Embratel, Algar e Sercomtel, que também operam como concessionárias, poderão migrar seus contratos caso o plenário do Senado aprove o texto como está. Outra mudança que causou controvérsia com os partidos de oposição e foi mantida no projeto de lei é a possibilidade de as operadoras comercializarem suas frequências. Frequências são como avenidas no ar por onde as teles fazem trafegar seus sinais. Para evitar interferências, cada empresa tem suas faixas de frequências -todas adquiridas em leilão. A transferência terá de ser submetida para anuência da Anatel. Essa abertura vai criar um mercado secundário, permitindo novos negócios especialmente em regiões de pouco interesse para as grandes operadoras. Essa troca de licenças terá validade de vinte anos, podendo ser prorrogada por igual período. Para as emissoras de rádio e TV, houve a garantia de que ficarão fora da contribuição feita ao Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações), única exigência para que não dificultassem a aprovação do projeto. Grandes grupos de mídia, como Netflix e Google, esperavam garantir, expressamente no texto, que a programação audiovisual transmitida pela internet fossem livres de qualquer regulação e, portanto, de cumprimento de cotas de produção de conteúdo local e do pagamento de contribuições para fundos setoriais como a Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica nacional). Um projeto específico tramita no Senado e deve resolver essa situação que os gigantes de mídia chamam de "insegurança jurídica". De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), o texto poderia ter sido votado em conjunto com o novo marco regulatório das teles, mas foi adiado para a próxima semana. Um dos pontos de embate do governo com as empresas de mídia se refere à arrecadação para o Condecine. O governo concorda que essas empresas fiquem livre de regulação na transmissão de conteúdos audiovisuais pela internet, mas não abre mão da arrecadação ao fundo. Esse projeto está sendo conduzido para atender a um pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, que, em troca de uma parceria com o Brasil, quer que Jair Bolsonaro convença a Anatel a aprovar a compra da Warner Media pela operadora AT&T.;A lei vigente veda que uma operadora de telefonia (a AT&T;, no caso) detenha o controle de uma produtora de conteúdo (Warner Media). No Brasil, a AT&T; é dona da Sky, empresa de TV paga e internet por satélite. Foi por esse motivo que a Globo teve de vender o controle da Sky. Hoje, ela é acionista minoritária, com cerca de 5% de participação.


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  • 11/56   YouTuber mostra fotos tiradas com Pixel 4 XL em comparação com Pixel 3 XL

    Vídeo de canal vietnamita mostra três modelos do novo aparelho da Google, reforçando rumores e vazamentos sobre a linha. No finzinho da produção, eles mostram as imagens tiradas com o conjunto triplo de lentes do smartphone

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  • 12/56   Smart Lock | O que é e como usar no seu celular Android

    O Smart Lock pode ser uma mão na roda para você que se cansou de desbloquear o celular a todo momento. Ele permite que o aparelho fique temporariamente desbloqueado em lugares de sua confiança ou em situações específicas

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  • 13/56   Conheça o Apple A13 Bionic, novo chipset que equipará os iPhones 11

    O chipset tem como principais focos a eficiência energética, um problema antigo que aflige os usuários dos iPhones, bem como a inteligência artificial e o aprendizado de máquina, para que os componentes trabalhem com mais eficiência

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  • 14/56   Logitech anuncia dois cases com teclado para o novo iPad da Apple

    Depois de revelar a nova versão de seu tablet, Apple já começa a ver acessórios sendo mostrados por empresas do setor: case da Logitech vem com teclado para facilitar a digitação e vem em dois modelos — uma versão lisa e outra dedicada à proteção contra quedas e choques

    Depois de revelar a nova versão de seu tablet, Apple já começa a ver acessórios sendo mostrados por empresas do setor: case da Logitech vem com teclado para facilitar a digitação e vem em dois modelos — uma versão lisa e outra dedicada à proteção contra quedas e choques


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  • 15/56   Google Chrome agora permite que você envie página da web para outro dispositivo

    Atualização mais recente do navegador da Google traz ferramenta em que é possível transferir a página que está sendo visitada para quaisquer dispositivos ativos. Recurso deve chegar ao Brasil ainda esta semana

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  • 16/56   Twitch finalmente disponibiliza app oficial para a Apple TV

    Aplicativo do serviço de streaming ainda está disponível em versão Beta, mas já traz todos os recursos da plataforma. Enquanto não há previsão de lançamento final, usuários podem começar a testar usando o TestFlight

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  • 17/56   CPMI das 'fake news' convoca representantes do Facebook, Twitter e Google

    Empresas terão de comparecer para dar seu parecer sobre o compartilhamento de notícias falsas, uma vez que são as principais plataformas para a propagação dessas informações. O requerimento foi feito pela deputada Luizianne Lins (PT-CE), relatora da Comissão

    Empresas terão de comparecer para dar seu parecer sobre o compartilhamento de notícias falsas, uma vez que são as principais plataformas para a propagação dessas informações. O requerimento foi feito pela deputada Luizianne Lins (PT-CE), relatora da Comissão


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  • 18/56   Apple TV+ | Saiba quais são as 8 séries originais disponíveis na estreia

    Novo serviço de streaming da Apple está chegando no dia 1º de novembro e a companhia divulgou as sinopses oficiais, assim como os trailers e o elenco de 8 seriados já disponíveis no dia do lançamento da plataforma

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  • 19/56   Preços de iPhones e Apple Watches antigos caem no Brasil

    Loja brasileira da Maçã também segue baixa nos valores anunciada nesta terça (10) para o mercado mundial. Preços chegam a ser até 17% mais baixos nos aparelhos e ultrapassa os 30% no caso das pulseiras para o relógio inteligente

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  • 20/56   Modo escuro (meio que) chega para app do Gmail no Android

    Novidade vem sendo disponibilizada para usuários por meio de uma atualização no lado do servidor ao invés de um update de aplicativo via Play Store; empresa diz que é necessária a nova versão do app, mas nem todos estão recebendo o modo escuro com ela

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  • 21/56   Navegador Vivaldi ganha versão para Android com funções similares ao Opera

    Página inicial em formato speed dial e função nativa de screenshots de páginas são algumas das implementações do browser, que chega ao sistema operacional móvel em versão beta pelas mãos dos mesmos desenvolvedores que criaram o Opera

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  • 22/56   Apple Watch Studio permite escolher modelos antes de encomendar smartwatch

    Novo “mostruário digital” da Apple permite escolher o exato tamanho do case e os modelos e cores da pulseira para personalizar o Apple Watch da maneira que o cliente quiser; serviço por enquanto só está disponível na versão inglesa do site da Maçã

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  • 23/56   iPhone 11 e novo Apple Watch não funcionam no 4G de 700 MHz do Brasil

    Apenas o modelo europeu do celular possui suporte a essa frequência, enquanto todos os outros ficam limitados a outras bandas da rede nacional, que possui menor cobertura, podendo levar a falhas na conexão

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  • 24/56   8 fones de ouvido sem fio mais baratos que os AirPods

    A qualidade dos produtos da Apple é inegável, mas nem sempre é possível fazer um investimento em um eletrônico da marca

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  • 25/56   Bill Gates investe em geoengenharia solar para reduzir aquecimento global

    Queimadas na Amazônia voltaram a destacar os problemas ambientais mundiais e o cofundador da Microsoft agora investe em um projeto experimental que usa uma gigante nuvem química para reduzir o aquecimento global

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  • 26/56   AirDrop do iPhone 11 permite compartilhar dados apontando para o outro aparelho

    A Apple lança nos novos smartphone o novo chip U1, que trabalha com a tecnologia de banda ultralarga e permite otimizar bastante a comunicação entre os produtos da empresa. O novo AirDrop usa esse sistema e pode enviar fotos apenas mirando um outro iPhone

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  • 27/56   Número de mortos por dengue quadruplica no Brasil em 2019
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Ao menos 591 pessoas morreram de dengue no Brasil de janeiro até o último dia 24 de agosto, quatro vezes mais do que no mesmo período de 2018, informou nesta quarta-feira o Ministério da Saúde, que examina outras 486 mortes por suspeita do vírus.

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  • 28/56   Parentes de vítimas de Pinochet querem responsabilizar ministros
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Familiares de vítimas da ditadura de Augusto Pinochet no Chile apresentaram, nesta quarta-feira (11), uma ação penal para responsabilizar seus ministros como cúmplices do regime - até agora fora do alcance da Justiça.

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  • 29/56   Para Ernesto Araújo, 'climatismo' seria forma de atacar soberania
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou, nesta quarta-feira (11), nos Estados Unidos, que os esforços internacionais para combater as mudanças climáticas são, na verdade, um complô para destruir a soberania nacional.

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  • 30/56   Embriões são criados para salvar rinoceronte branco do Norte da extinção
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Dois embriões de rinoceronte branco do Norte foram criados em laboratório para tentar salvar a espécie da extinção - anunciaram nesta quarta-feira (11), em Cremona, norte da Itália, os cientistas que participam do projeto.

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  • 31/56   Descoberta importante
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Um estudo publicado nesta quarta-feira na revista Nature Astronomy revelou a descoberta de vapor d’água na atmosfera de um planeta situado na ‘zona habitável’ de sua estrela.
                    
                    +++ ATENÇÃO, CLIENTES, ESTE VÍDEO CONTÉM RESTRIÇÕES. CHECAR DOPESHEET +++

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  • 32/56   Justiça absolve médica holandesa por eutanasiar mulher com demência
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A justiça holandesa absolveu, nesta quarta-feira, uma médica acusada de praticar a eutanásia em 2016 em uma paciente com Alzheimer sem ter assegurado de modo suficiente o consentimento da paciente, um caso inédito no país, um dos primeiros do mundo a legalizar a morte assistida.

    A justiça holandesa absolveu, nesta quarta-feira, uma médica acusada de praticar a eutanásia em 2016 em uma paciente com Alzheimer sem ter assegurado de modo suficiente o consentimento da paciente, um caso inédito no país, um dos primeiros do mundo a legalizar a morte assistida.


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  • 33/56   América Latina ante o desafio de alimentar o mundo sob a mudança climática
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A América Latina e o Caribe se destacam como a principal região de exportação líquida de alimentos no mundo, na frente da Europa e dos Estados Unidos, mas têm o desafio de se transformar e de trabalhar para lidar com a mudança climática que altera sua produção.

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  • 34/56   Balanço da passagem do furacão Dorian pelas Bahamas sobe para 50 mortos
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O furacão Dorian provocou a morte de pelo menos 50 pessoas nas Bahamas e muitos moradores continuam desaparecidos, de acordo com um balanço provisório atualizado divulgado pela polícia do arquipélago.

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  • 35/56   Mundo deve adaptar-se aos efeitos "inevitáveis" da mudança climática, afirma estudo
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O mundo deve acelerar sua preparação para consequências "inevitáveis" da mudança climático, uma adaptação que também apresenta oportunidades econômicas, destacou nesta terça-feira uma comissão internacional codirigida por Ban Ki-moon e Bill Gates.

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  • 36/56   Recém-operado, Bolsonaro confirma presença na Assembleia Geral da ONU
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira, no hospital onde se recupera de uma operação de hérnia abdominal, que voltará ao trabalho amanhã, e confirmou que irá à Assembleia Geral da ONU para defender sua posição sobre a Floresta Amazônica.

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  • 37/56   EUA e outros 11 países convocam tratado de defesa por crise venezuelana
    WORLD TOPIC NEWS

    Os Estados Unidos e onze outros países americanos convocaram nesta quarta-feira os ministros das Relações Exteriores dos Estados que fazem parte do tratado de defesa do TIAR para uma reunião na segunda metade deste mês, quando discutirão o "impacto desestabilizador" da crise na Venezuela.

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  • 38/56   Supremo dos EUA autoriza restrições de asilo impulsionadas por Trump
    WORLD TOPIC NEWS

    A Suprema Corte dos Estados Unidos autorizou nesta quarta-feira (11) a entrada em vigor das restrições de asilo impulsionadas pelo governo do presidente Donald Trump, impedindo que a maior parte dos migrantes centro-americanos se candidatem a entrar no país.

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  • 39/56   Nos EUA, Araújo critica 'climatismo' e diz que debate é 'pretexto para ditadura'
    WORLD TOPIC NEWS

    WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - "Na sociedade da informação, quem controla o discurso controla o poder". A ideia abriu a palestra do ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) diante de uma plateia conservadora, nesta quarta-feira (11) em Washington.  Durante uma hora, o ministro fez críticas ao que chamou de "climatismo", colocou mais uma vez em dúvida o aquecimento global, e disse que líderes de diversos países fazem uso do alarmismo sobre mudanças climáticas para atingir objetivos políticos -inclusive usando a discussão como pretexto para a ditadura. Segundo o chanceler, o sistema político tradicional -que não inclui os governos de Jair Bolsonaro e de Donald Trump- reage por impulso numa espécie de "hipnose coletiva" ou "apocalipse zumbi" quando o assunto é clima, e que hoje o tema se tornou um "silenciador do debate" e uma ameaça à soberania do Brasil. Na sua avaliação, a justiça social foi utilizada no passado como pretexto para implantar a ditadura e, agora, o que ele classifica como sistema estaria fazendo o mesmo movimento no caso do debate climático.  "Há mudanças climáticas? Sim, certamente, sempre teve. É causada pelo homem? Muitas pessoas dizem que sim, não sabemos com certeza", afirmou o ministro no think tank Heritage Foundation, um dos mais conservadores dos Estados Unidos e alinhados à Casa Branca. "No passado se usou justiça social como pretexto da ditadura, e agora fazem o mesmo com clima", completou o chanceler afirmando que "nem comer carne mais é permitido." Araújo criticou a esquerda e a imprensa -que, para ele, é "politicamente correta" e "domina o discurso público"- e disse que é justamente contra essas forças que o governo de Bolsonaro tem lutado contra hoje em dia. "O Brasil voltou para onde nunca esteve, mas para onde nós pertencemos. De volta ao centro do combate." A retórica é alinhada ao discurso nacionalista de Bolsonaro diante da crise de queimadas e desmatamento na Amazônia -o presidente negou ajuda financeira do G-7, por exemplo, para auxiliar na crise e disse que o francês Emmanuel Macron está interferindo na soberania brasileira ao querer tratar da floresta como assunto de urgência internacional.  De acordo com dados do próprio governo brasileiro, os episódios de incêndio e desmatamento na Amazônia aumentaram este ano em 82%, mas o chanceler afirmou que os índices estão na média e que a floresta deve ser utilizada "como marco zero na luta contra o globalismo." "Hoje, por causa da maneira como eles usam o climatismo como principal instrumento de luta, a Amazônia é marco zero no combate ao globalismo", afirmou Araújo. "Depois de todas as experiências ruins no mundo sobre socialismo, como alguém pode sonhar em impor controle socialista da economia em um país como os EUA? Nunca através do debate democrático, é claro, somente através de uma declaração de emergência. Então 'crise climática'. Como alguém em tempos de paz pode sonhar em quebrar a soberania de um país como o Brasil dizendo que a Amazônia está em chamas? De novo por causa de ideologia, dessa reclamação de crise climática, vamos salvar o planeta." Em meio a citações de Adolf Hitler ao falar de nacionalismo -para ele, essa é a primeira referência das pessoas quando pensam em nação- e dizer que o socialismo do século 21 é uma mistura de "seguidores de [Antonio] Gramsci e cartel de drogas", Araújo disse que Bolsonaro e Trump são hoje os dois líderes que lutam contra o sistema em uma espécie de "insurgência universal contra a bobagem." "O que mobiliza brasileiros, 'brexiters' e eleitores americanos? É uma revolta contra ideologia", declarou. Em seu discurso intitulado "O Brasil está de volta", o chanceler traçou uma linha do tempo com início nos protestos de 2013 que, segundo ele, desembocaram na eleição de Bolsonaro no ano passado. Araújo disse que ainda que "todos os brasileiros" tiraram a "líder detestada" Dilma Rousseff do cargo de presidente da República e que as manifestações espontâneas eram o início da revolta contra o sistema. "As pessoas foram para as ruas protestar e não conseguiram o que queriam porque não sabiam direito o que queriam. E foram para a mídia social e não saíram de lá -nós não saímos de lá e isso mudou o país." O ministro está em Washington para uma série de reuniões até sábado (14). A palestra desta quarta foi para marcar a posição ideológica do governo brasileiro -alinhada à dos EUA vários pontos- mas o chanceler ainda fará conversas com investidores, empresários e integrantes do governo americano sobre comércio. No Departamento de Estado, na sexta (13), encontrará o secretário Mike Pompeo para um fórum de diálogo que tem sido bastante celebrado pela comitiva brasileira. Após a palestra no think tank americano, o ministro concedeu entrevista de pouco mais de cinco minutos à Fox Business, emissora de TV alinhada a Trump. Nela, afirmou que o Brasil quer ajudar a Venezuela a recuperar sua democracia e que é preciso "livrar o hemisfério das ditaduras", em referência a Nicolás Maduro. Os regimes totalitários na região sempre arrumam um jeito de voltar, disse o chanceler, mas é preciso acabar com eles para "se viver de maneira segura."

    WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - "Na sociedade da informação, quem controla o discurso controla o poder". A ideia abriu a palestra do ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) diante de uma plateia conservadora, nesta quarta-feira (11) em Washington.  Durante uma hora, o ministro fez críticas ao que chamou de "climatismo", colocou mais uma vez em dúvida o aquecimento global, e disse que líderes de diversos países fazem uso do alarmismo sobre mudanças climáticas para atingir objetivos políticos -inclusive usando a discussão como pretexto para a ditadura. Segundo o chanceler, o sistema político tradicional -que não inclui os governos de Jair Bolsonaro e de Donald Trump- reage por impulso numa espécie de "hipnose coletiva" ou "apocalipse zumbi" quando o assunto é clima, e que hoje o tema se tornou um "silenciador do debate" e uma ameaça à soberania do Brasil. Na sua avaliação, a justiça social foi utilizada no passado como pretexto para implantar a ditadura e, agora, o que ele classifica como sistema estaria fazendo o mesmo movimento no caso do debate climático.  "Há mudanças climáticas? Sim, certamente, sempre teve. É causada pelo homem? Muitas pessoas dizem que sim, não sabemos com certeza", afirmou o ministro no think tank Heritage Foundation, um dos mais conservadores dos Estados Unidos e alinhados à Casa Branca. "No passado se usou justiça social como pretexto da ditadura, e agora fazem o mesmo com clima", completou o chanceler afirmando que "nem comer carne mais é permitido." Araújo criticou a esquerda e a imprensa -que, para ele, é "politicamente correta" e "domina o discurso público"- e disse que é justamente contra essas forças que o governo de Bolsonaro tem lutado contra hoje em dia. "O Brasil voltou para onde nunca esteve, mas para onde nós pertencemos. De volta ao centro do combate." A retórica é alinhada ao discurso nacionalista de Bolsonaro diante da crise de queimadas e desmatamento na Amazônia -o presidente negou ajuda financeira do G-7, por exemplo, para auxiliar na crise e disse que o francês Emmanuel Macron está interferindo na soberania brasileira ao querer tratar da floresta como assunto de urgência internacional.  De acordo com dados do próprio governo brasileiro, os episódios de incêndio e desmatamento na Amazônia aumentaram este ano em 82%, mas o chanceler afirmou que os índices estão na média e que a floresta deve ser utilizada "como marco zero na luta contra o globalismo." "Hoje, por causa da maneira como eles usam o climatismo como principal instrumento de luta, a Amazônia é marco zero no combate ao globalismo", afirmou Araújo. "Depois de todas as experiências ruins no mundo sobre socialismo, como alguém pode sonhar em impor controle socialista da economia em um país como os EUA? Nunca através do debate democrático, é claro, somente através de uma declaração de emergência. Então 'crise climática'. Como alguém em tempos de paz pode sonhar em quebrar a soberania de um país como o Brasil dizendo que a Amazônia está em chamas? De novo por causa de ideologia, dessa reclamação de crise climática, vamos salvar o planeta." Em meio a citações de Adolf Hitler ao falar de nacionalismo -para ele, essa é a primeira referência das pessoas quando pensam em nação- e dizer que o socialismo do século 21 é uma mistura de "seguidores de [Antonio] Gramsci e cartel de drogas", Araújo disse que Bolsonaro e Trump são hoje os dois líderes que lutam contra o sistema em uma espécie de "insurgência universal contra a bobagem." "O que mobiliza brasileiros, 'brexiters' e eleitores americanos? É uma revolta contra ideologia", declarou. Em seu discurso intitulado "O Brasil está de volta", o chanceler traçou uma linha do tempo com início nos protestos de 2013 que, segundo ele, desembocaram na eleição de Bolsonaro no ano passado. Araújo disse que ainda que "todos os brasileiros" tiraram a "líder detestada" Dilma Rousseff do cargo de presidente da República e que as manifestações espontâneas eram o início da revolta contra o sistema. "As pessoas foram para as ruas protestar e não conseguiram o que queriam porque não sabiam direito o que queriam. E foram para a mídia social e não saíram de lá -nós não saímos de lá e isso mudou o país." O ministro está em Washington para uma série de reuniões até sábado (14). A palestra desta quarta foi para marcar a posição ideológica do governo brasileiro -alinhada à dos EUA vários pontos- mas o chanceler ainda fará conversas com investidores, empresários e integrantes do governo americano sobre comércio. No Departamento de Estado, na sexta (13), encontrará o secretário Mike Pompeo para um fórum de diálogo que tem sido bastante celebrado pela comitiva brasileira. Após a palestra no think tank americano, o ministro concedeu entrevista de pouco mais de cinco minutos à Fox Business, emissora de TV alinhada a Trump. Nela, afirmou que o Brasil quer ajudar a Venezuela a recuperar sua democracia e que é preciso "livrar o hemisfério das ditaduras", em referência a Nicolás Maduro. Os regimes totalitários na região sempre arrumam um jeito de voltar, disse o chanceler, mas é preciso acabar com eles para "se viver de maneira segura."


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  • 40/56   Maduro diz que relatório crítico de Bachelet está cheio de 'mentiras'
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acusou a Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, de "mentir" e não ter provas em seu último relatório sobre possíveis execuções extrajudiciais e torturas no país petroleiro.

    O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acusou a Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, de "mentir" e não ter provas em seu último relatório sobre possíveis execuções extrajudiciais e torturas no país petroleiro.


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  • 41/56   Coaf relata movimentação atípica de R$ 2,5 mi em conta de deputado do PSOL
    WORLD TOPIC NEWS

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Relatório federal enviado ao Ministério Público do Rio de Janeiro indica movimentação atípica de R$ 2,5 milhões na conta bancária do deputado federal David Miranda (PSOL), no período de 2 de abril de 2018 a 28 de março de 2019. A informação foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pela Folha de S.Paulo. O relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) foi encaminhado ao Ministério Público no dia 11 de junho, dois dias depois que o site The Intercept Brasil passou a divulgar mensagens de autoridades da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba. David Miranda é casado com o jornalista Glenn Greenwald, fundador do The Intercept Brasil. Ele assumiu o mandato na Câmara início deste ano em substituição a Jean Wyllys -eleito em 2018 e que desistiu do posto por temer ameaças. O Coaf atualmente é vinculado ao Banco Central e passou a se chamar UIF (Unidade de Inteligência Financeira). À época do relatório, o órgão já não estava mais sob a guarda do Ministério da Justiça, comandado pelo ex-juiz Sergio Moro, que aparece nas mensagens da Lava Jato. As movimentações atípicas, por si só, não configuram crime -que ocorreria apenas se a origem do dinheiro for ilícita. A partir do relatório, o Ministério Público pediu à Justiça no fim de agosto a quebra dos sigilos bancário e fiscal de David Miranda e de quatro assessores parlamentares dele: Reginaldo da Silva, Camila Menezes, Nagela Dantas e Silvia Mundstock. Na semana passada, porém, o juiz Marcelo Martins Evaristo da Silva, da 16ª Vara da Fazenda Pública do Rio de Janeiro, negou o pedido e decidiu que o deputado e os assessores devem ser primeiramente ouvidos em juízo. O magistrado afirmou que a quebra de sigilo deve ser autorizada apenas em circunstâncias excepcionais por causar impacto negativo na imagem do investigado. O relatório do Coaf mostra que a conta do deputado recebeu R$ 1,3 milhão de abril de 2018 a março de 2019 e que as saídas somaram quase o mesmo valor, R$ 1,29 milhão. Desse total de R$ 1,3 milhão recebido, R$ 692,9 mil são oriundos de depósitos, enquanto R$ 346,6 mil são produto de resgate e R$ 216, 3 mil de transferência. O órgão chamou a atenção para o fracionamento de depósitos em espécie, sem origem identificada. A grande maioria foi efetuada nos valores de R$ 2.500 e R$ 5.000, inclusive em mesmas datas. Segundo o Coaf, essa pode ser uma tentativa de burlar o controle. O órgão também destaca repasses de funcionários do gabinete ao deputado, o que pode reforçar a suspeita da prática de "rachadinha" (devolução de parte dos salários ao parlamentar). Reginaldo da Silva, seu assessor desde abril de 2017, fez dois depósitos para Miranda, totalizando R$ 52.500. No mesmo período, ele recebeu do deputado R$ 57.200, em 14 lançamentos. Reginaldo tem um salário mensal de R$ 4.476 como secretário do parlamentar na Câmara. O Ministério Público e o Coaf alertaram, ainda, para a evolução patrimonial do parlamentar. Nas eleições de 2016, quando foi eleito vereador no Rio de Janeiro, David Miranda declarou um patrimônio de R$ 74.825. Na eleição passada, em 2018, ele declarou possuir R$ 353,4 mil, a maior parte em aplicações financeiras e um veículo. Em 2016, o parlamentar declarou ter 18,75% das cotas da empresa Enzuli Management, sediada nos Estados Unidos, o que corresponderia a R$ 73.125. Os R$ 1.700 restantes seriam de 1% de participação na empresa Enzuli Viagens e Turismo, com sede em Ipanema, zona sul do Rio. Esta última, na qual é sócio de Greenwald, está inapta por omissão de declarações. Criado em 1998, o Coaf é um órgão de inteligência financeira que investiga operações suspeitas e se tornou pivô neste ano de uma investigação contra o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro. O órgão identificou movimentações atípicas de tanto na conta de Flávio quanto de Fabrício Queiroz, seu ex-assessor na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. OUTRO LADO Em nota, o deputado federal David Miranda afirmou que a quantia movimentada é "totalmente compatível" com a renda de sua família. Ele disse que, além dos R$ 33,7 mil que recebe como parlamentar, é sócio do marido "em uma empresa com projetos importantes". Afirmou que o salário de Glenn Greenwald é público, já que o Intercept é uma ONG, e que qualquer um pode constatar a compatibilidade da renda com a movimentação. "Além disso, seus projetos -dos quais participei como parceiro-- incluem livros que figuram nas listas dos mais vendidos do mundo, filmes e palestras", diz a nota. O deputado afirmou, ainda, que seus advogados enviarão à Justiça documentos que demonstrem a origem da renda. "A única ilegalidade existente é a praticada por aqueles que vazam essas informações para prejudicar minha reputação como retaliação pelas reportagens do Intercept.""‹ Na semana passada, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, Greenwald foi questionado sobre a investigação em torno de seu marido e negou qualquer irregularidade. "Estamos totalmente tranquilos, porque é uma mentira, não tem evidência nenhuma, é exatamente esse jogo sujo que eles fazem, e não vamos parar por causa disso", disse.

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Relatório federal enviado ao Ministério Público do Rio de Janeiro indica movimentação atípica de R$ 2,5 milhões na conta bancária do deputado federal David Miranda (PSOL), no período de 2 de abril de 2018 a 28 de março de 2019. A informação foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pela Folha de S.Paulo. O relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) foi encaminhado ao Ministério Público no dia 11 de junho, dois dias depois que o site The Intercept Brasil passou a divulgar mensagens de autoridades da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba. David Miranda é casado com o jornalista Glenn Greenwald, fundador do The Intercept Brasil. Ele assumiu o mandato na Câmara início deste ano em substituição a Jean Wyllys -eleito em 2018 e que desistiu do posto por temer ameaças. O Coaf atualmente é vinculado ao Banco Central e passou a se chamar UIF (Unidade de Inteligência Financeira). À época do relatório, o órgão já não estava mais sob a guarda do Ministério da Justiça, comandado pelo ex-juiz Sergio Moro, que aparece nas mensagens da Lava Jato. As movimentações atípicas, por si só, não configuram crime -que ocorreria apenas se a origem do dinheiro for ilícita. A partir do relatório, o Ministério Público pediu à Justiça no fim de agosto a quebra dos sigilos bancário e fiscal de David Miranda e de quatro assessores parlamentares dele: Reginaldo da Silva, Camila Menezes, Nagela Dantas e Silvia Mundstock. Na semana passada, porém, o juiz Marcelo Martins Evaristo da Silva, da 16ª Vara da Fazenda Pública do Rio de Janeiro, negou o pedido e decidiu que o deputado e os assessores devem ser primeiramente ouvidos em juízo. O magistrado afirmou que a quebra de sigilo deve ser autorizada apenas em circunstâncias excepcionais por causar impacto negativo na imagem do investigado. O relatório do Coaf mostra que a conta do deputado recebeu R$ 1,3 milhão de abril de 2018 a março de 2019 e que as saídas somaram quase o mesmo valor, R$ 1,29 milhão. Desse total de R$ 1,3 milhão recebido, R$ 692,9 mil são oriundos de depósitos, enquanto R$ 346,6 mil são produto de resgate e R$ 216, 3 mil de transferência. O órgão chamou a atenção para o fracionamento de depósitos em espécie, sem origem identificada. A grande maioria foi efetuada nos valores de R$ 2.500 e R$ 5.000, inclusive em mesmas datas. Segundo o Coaf, essa pode ser uma tentativa de burlar o controle. O órgão também destaca repasses de funcionários do gabinete ao deputado, o que pode reforçar a suspeita da prática de "rachadinha" (devolução de parte dos salários ao parlamentar). Reginaldo da Silva, seu assessor desde abril de 2017, fez dois depósitos para Miranda, totalizando R$ 52.500. No mesmo período, ele recebeu do deputado R$ 57.200, em 14 lançamentos. Reginaldo tem um salário mensal de R$ 4.476 como secretário do parlamentar na Câmara. O Ministério Público e o Coaf alertaram, ainda, para a evolução patrimonial do parlamentar. Nas eleições de 2016, quando foi eleito vereador no Rio de Janeiro, David Miranda declarou um patrimônio de R$ 74.825. Na eleição passada, em 2018, ele declarou possuir R$ 353,4 mil, a maior parte em aplicações financeiras e um veículo. Em 2016, o parlamentar declarou ter 18,75% das cotas da empresa Enzuli Management, sediada nos Estados Unidos, o que corresponderia a R$ 73.125. Os R$ 1.700 restantes seriam de 1% de participação na empresa Enzuli Viagens e Turismo, com sede em Ipanema, zona sul do Rio. Esta última, na qual é sócio de Greenwald, está inapta por omissão de declarações. Criado em 1998, o Coaf é um órgão de inteligência financeira que investiga operações suspeitas e se tornou pivô neste ano de uma investigação contra o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro. O órgão identificou movimentações atípicas de tanto na conta de Flávio quanto de Fabrício Queiroz, seu ex-assessor na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. OUTRO LADO Em nota, o deputado federal David Miranda afirmou que a quantia movimentada é "totalmente compatível" com a renda de sua família. Ele disse que, além dos R$ 33,7 mil que recebe como parlamentar, é sócio do marido "em uma empresa com projetos importantes". Afirmou que o salário de Glenn Greenwald é público, já que o Intercept é uma ONG, e que qualquer um pode constatar a compatibilidade da renda com a movimentação. "Além disso, seus projetos -dos quais participei como parceiro-- incluem livros que figuram nas listas dos mais vendidos do mundo, filmes e palestras", diz a nota. O deputado afirmou, ainda, que seus advogados enviarão à Justiça documentos que demonstrem a origem da renda. "A única ilegalidade existente é a praticada por aqueles que vazam essas informações para prejudicar minha reputação como retaliação pelas reportagens do Intercept.""‹ Na semana passada, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, Greenwald foi questionado sobre a investigação em torno de seu marido e negou qualquer irregularidade. "Estamos totalmente tranquilos, porque é uma mentira, não tem evidência nenhuma, é exatamente esse jogo sujo que eles fazem, e não vamos parar por causa disso", disse.


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  • 42/56   Religiosos são acusados de usar indigentes para 'trabalhos forçados' nos EUA
    WORLD TOPIC NEWS

    Líderes de uma igreja neopetencostal nos Estados Unidos foram presos acusados de privar de liberdade dezenas de pessoas sem-teto e forçá-los a mendigar nas ruas seis vezes por semana para seu próprio benefício.

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  • 43/56   EUA e outros 11 países convocam tratado de defesa por crise venezuelana
    WORLD TOPIC NEWS

    Os Estados Unidos e 11 outros países americanos convocaram nesta quarta-feira os ministros das Relações Exteriores dos Estados que fazem parte do tratado de defesa do TIAR para uma reunião na segunda metade deste mês, quando discutirão o "impacto desestabilizador" da crise na Venezuela.

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  • 44/56   Trump não descarta suspender sanções ao Irã para se reunir com Rohani
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não descartou nesta quarta-feira (11) uma eventual suspensão das sanções contra o Irã para abrir caminho para um encontro com seu contraparte iraniano, Hassan Rohani.

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  • 45/56   Manifestantes tomam principal avenida de Buenos Aires em protesto por crise
    WORLD TOPIC NEWS

    Milhares de manifestantes tomaram, nesta quarta-feira, a Avenida 9 de Julho, a principal de Buenos Aires, para pedir que seja decretada emergência alimentar na Argentina, que atravessa uma forte crise econômica em meio à corrida presidencial.

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  • 46/56   Manifestantes acusam Japão de não proteger mulheres vítimas de estupro
    WORLD TOPIC NEWS

    Os defensores dos direitos das mulheres voltaram às ruas nesta quarta-feira no Japão, como fazem há seis meses, em protesto contra uma lei "desatualizada" que permitiu que um homem permaneça livre apesar de ter sido declarado culpado de estuprar sua filha durante anos.

    Os defensores dos direitos das mulheres voltaram às ruas nesta quarta-feira no Japão, como fazem há seis meses, em protesto contra uma lei "desatualizada" que permitiu que um homem permaneça livre apesar de ter sido declarado culpado de estuprar sua filha durante anos.


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  • 47/56   Governo deixa de arcar com subsídios do Minha Casa Minha Vida
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Diante do aperto nas contas públicas, o governo decidiu deixar de arcar com a parcela de subsídio do programa Minha Casa Minha Vida

    Diante do aperto nas contas públicas, o governo decidiu deixar de arcar com a parcela de subsídio do programa Minha Casa Minha Vida


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  • 48/56   Quem está fora do ensino superior tem até hoje para concorrer ao Fies
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Termina nesta quarta-feira (11) o prazo para que estudantes que ainda não estão matriculados no ensino superior concorram a uma das vagas que não foram preenchidas no processo seletivo regular do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas no site do programa. Inscrições podem ser feitas na página do Fies na internet - Marcello Casal Jr/ Arquivo/Agência BrasilPara se inescrever, é preciso ter participado do Exame Nacinal do Ensino Médio (Enem), em qualquer edição a partir de 2010. É preciso ter obtido nota igual ou superior a 450 pontos no exame e não ter tirado zero na redação. Além disso, os candidatos precisam ter renda mensal bruta familiar de até três salários mínimos.    As vagas serão ocupadas conforme a ordem de conclusão das inscrições, que garantem ao candidato apenas a expectativa de direito à vaga remanescente para a qual se inscreveu. O candidato só terá a certeza de que conseguiu a vaga depois que validar as informações na instituição de ensino em até dois dias úteis após a inscrição.    Aqueles que não quitaram o financiamento anterior pelo Fies ou pelo Programa de Crédito Educativo não podem se inscrever, assim como os que têm atualmente financiamento do Fies.    Os candidatos já matriculados em instituições de ensino têm prazo maior para se inscrever, até 29 de novembro.

    Termina nesta quarta-feira (11) o prazo para que estudantes que ainda não estão matriculados no ensino superior concorram a uma das vagas que não foram preenchidas no processo seletivo regular do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas no site do programa. Inscrições podem ser feitas na página do Fies na internet - Marcello Casal Jr/ Arquivo/Agência BrasilPara se inescrever, é preciso ter participado do Exame Nacinal do Ensino Médio (Enem), em qualquer edição a partir de 2010. É preciso ter obtido nota igual ou superior a 450 pontos no exame e não ter tirado zero na redação. Além disso, os candidatos precisam ter renda mensal bruta familiar de até três salários mínimos. As vagas serão ocupadas conforme a ordem de conclusão das inscrições, que garantem ao candidato apenas a expectativa de direito à vaga remanescente para a qual se inscreveu. O candidato só terá a certeza de que conseguiu a vaga depois que validar as informações na instituição de ensino em até dois dias úteis após a inscrição. Aqueles que não quitaram o financiamento anterior pelo Fies ou pelo Programa de Crédito Educativo não podem se inscrever, assim como os que têm atualmente financiamento do Fies. Os candidatos já matriculados em instituições de ensino têm prazo maior para se inscrever, até 29 de novembro.


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  • 49/56   Preocupação ambiental atinge venda de carne e bebidas
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Cerca de um terço das pessoas entrevistadas em 24 países da Europa, América Latina e Ásia está alarmada a respeito do meio ambiente.

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  • 50/56   Bolsa de Hong Kong quer comprar Bolsa de Londres por £ 31,6 bi
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A Bolsa de Hong Kong anunciou nesta quarta-feira (11) que deseja adquirir a Bolsa de Londres por 31,6 bilhões de libras (US$ 40 bilhões), uma oferta "não solicitada" - informou a praça britânica, acrescentando apenas que estuda a proposta.

    A Bolsa de Hong Kong anunciou nesta quarta-feira (11) que deseja adquirir a Bolsa de Londres por 31,6 bilhões de libras (US$ 40 bilhões), uma oferta "não solicitada" - informou a praça britânica, acrescentando apenas que estuda a proposta.


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  • 51/56   Comissão do Senado aprova nova lei de telecomunicações que beneficia Oi
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    O novo marco regulatório beneficia principalmente a Oi, operadora em processo de recuperação judicial.

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  • 52/56   Coreia do Norte testa lançador múltiplo de foguetes
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, supervisionou o teste de um enorme sistema "lançador múltiplo de foguetes", informou nesta quarta-feira a agência estatal de notícias KCNA.

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  • 53/56   Coreia do Sul apresentará queixa na OMC contra Japão
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O governo da Coreia do Sul anunciou, nesta quarta-feira, que apresentará um protesto contra o Japão na Organização Mundial de Comércio (OMC) diante de restrições "politicamente motivadas" a exportações para o mercado sul-coreano.

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  • 54/56   Trump: Fed deveria reduzir as taxas de juros a zero ou menos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O presidente Donald Trump voltou a atacar o Federal Reserve nesta quarta-feira, observando que as taxas de juros deveriam cair para "zero ou menos", em meio às expectativas de que o banco central dos Estados Unidos reduza suas taxas até o fim desse mês.

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  • 55/56   Câmara articula derrubada de medida do governo brasileiro que agradou Trump
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A medida beneficia principalmente os Estados Unidos, principal exportador de etanol para o Brasil, e aliado do presidente Jair Bolsonaro.

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  • 56/56   MEC fará repasse para iniciar atendimento em hospital da Unifesp
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O Ministério da Educação (MEC) vai liberar, até o fim deste ano, R$ 900 mil, divididos em três parcelas de R$ 300 mil, para o Hospital Universitário 2 (HU2) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, os recursos viabilizarão o início dos atendimentos no hospital.Com 16 mil metros quadrados (m²) de área construída, o HU2 tem 16 andares, onde funcionarão seis salas cirúrgicas, 120 consultórios, 25 leitos de internação e sete de recuperação pós-anestesia. De acordo com a Unifesp, trata-se de um importante espaço para a formação dos residentes médicos e multiprofissionais da universidade.O hospital fará atendimentos à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).De 2015 até o ano passado, foram investidos R$ 65 milhões na construção e na compra de equipamentos. O hospital ficou pronto, mas ainda não começou a funcionar. O ministro da Educação, Abraham Weintraub - Arquivo/Agência Brasil  “Faltava um investimento final para o início das atividades, que acabou de ser viabilizado. São R$ 900 mil e, com isso, o HU2, vai poder iniciar o atendimento. Parabéns ao pagador de imposto, a gente vai ter mais um hospital em funcionamento, mais atendimento para você que está aí pagando por tudo isso”, afirmou Weintraub, que participou hoje (10) de encontro com superintendentes de hospitais universitários da Rede Ebserh - Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares.Os recursos serão provenientes do orçamento da Ebserh, que é uma empresa pública vinculada ao MEC. “São recursos que a Ebserh vai colocar de volta para o MEC”, explica o presidente da empresa, Oswaldo Ferreira.  “Como já estavam alocados em ações orçamentárias da Ebserh, serão disponibilizados para a secretaria correspondente [do MEC], para poder cumprir a tarefa de fazer funcionar um hospital.”De acordo com a Unifesp, o HU2 funcionará em colaboração e parceria permanentes com o Hospital São Paulo e com a Escola Paulista de Medicina e Escola Paulista de Enfermagem.

    O Ministério da Educação (MEC) vai liberar, até o fim deste ano, R$ 900 mil, divididos em três parcelas de R$ 300 mil, para o Hospital Universitário 2 (HU2) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, os recursos viabilizarão o início dos atendimentos no hospital.Com 16 mil metros quadrados (m²) de área construída, o HU2 tem 16 andares, onde funcionarão seis salas cirúrgicas, 120 consultórios, 25 leitos de internação e sete de recuperação pós-anestesia. De acordo com a Unifesp, trata-se de um importante espaço para a formação dos residentes médicos e multiprofissionais da universidade.O hospital fará atendimentos à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).De 2015 até o ano passado, foram investidos R$ 65 milhões na construção e na compra de equipamentos. O hospital ficou pronto, mas ainda não começou a funcionar. O ministro da Educação, Abraham Weintraub - Arquivo/Agência Brasil “Faltava um investimento final para o início das atividades, que acabou de ser viabilizado. São R$ 900 mil e, com isso, o HU2, vai poder iniciar o atendimento. Parabéns ao pagador de imposto, a gente vai ter mais um hospital em funcionamento, mais atendimento para você que está aí pagando por tudo isso”, afirmou Weintraub, que participou hoje (10) de encontro com superintendentes de hospitais universitários da Rede Ebserh - Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares.Os recursos serão provenientes do orçamento da Ebserh, que é uma empresa pública vinculada ao MEC. “São recursos que a Ebserh vai colocar de volta para o MEC”, explica o presidente da empresa, Oswaldo Ferreira.  “Como já estavam alocados em ações orçamentárias da Ebserh, serão disponibilizados para a secretaria correspondente [do MEC], para poder cumprir a tarefa de fazer funcionar um hospital.”De acordo com a Unifesp, o HU2 funcionará em colaboração e parceria permanentes com o Hospital São Paulo e com a Escola Paulista de Medicina e Escola Paulista de Enfermagem.


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