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Noticias Slideshows (12/09/2019 19 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


    Eminem   Bruno Toledo   shawn   Foucault   Le Monde   Eta Mundo Bom   Dear Army   Palmeiras x Santos   Marcos Pontes   Ana Rosa   Castelo Rá-Tim-Bum   Susana Naspolini   Death Stranding   Charli   50 cent   Sam Darnold   Fafá de Belém   Paul Walker   Ernesto Araújo   Barra Funda   Erykah Badu   Shake It   AMAZÔNIA - ANITTA ME ACUDA   MY FIRST AND LAST ROLE MODEL   
  • 2/56   iOS 13 chega em 19 de setembro. Saiba se seu aparelho será atualizado

    Apple informou que iPhones a partir da linha 6 e vários iPads serão atualizados com as versões mais recentes dos sistemas operacionais. Tablets, contudo, recebem iPadOS 13 somente em 30 de setembro com ferramentas exclusivas

    Apple informou que iPhones a partir da linha 6 e vários iPads serão atualizados com as versões mais recentes dos sistemas operacionais. Tablets, contudo, recebem iPadOS 13 somente em 30 de setembro com ferramentas exclusivas


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  • 3/56   Google Play Store ganha modo escuro no Android 10

    Empresa atualizou o programa em aparelhos da linha Pixel que contam já com o novo sistema operacional. Com isso, a loja conta com tema escuro em todas suas abas. Companhia já tinha prometido modificar outros aparelhos também com visual dark

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  • 4/56   Google Pixel 4 cai novamente na rede com a publicação de três vídeos de hands-on

    Próximo smartphone da Google novamente é vítima de vazamento, cortesia de três youtubers vietnamitas que publicaram vídeos com impressões do aparelho; material divulgado traz a visão mais detalhada do celular até agora, mas ele ainda não tem data oficial de lançamento

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  • 5/56   Linha Motorola One pode ganhar versão com foto em macro

    Site norte-americano mostrou fotos do aparelho. Chamado de One Macro, ele ainda não tem data de lançamento. Smartphone chega com processador da MediaTek e pode contar com Android 9, apesar de ser a linha voltada a versões mais leves do sistema operacional

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  • 6/56   HomePod terá suporte a vários usuários e transferência de músicas ainda este ano

    O smart speaker da Apple deve ganhar em breve suporte para até seis pessoas com perfis diferentes, ferramenta para transmissão contínua de canções de outros dispositivos e sons ambientes para relaxamento

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  • 7/56   Veja os cases anunciados pela Apple para os novos iPhones 11

    Empresa de Cupertino confirmou a disponibilidade de três variações de cases para os iPhones anunciados em 2019. As “capinhas” contemplam o iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max e possuem preços que vão de US$ 39 até US$ 129

    Empresa de Cupertino confirmou a disponibilidade de três variações de cases para os iPhones anunciados em 2019. As “capinhas” contemplam o iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max e possuem preços que vão de US$ 39 até US$ 129


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  • 8/56   Caixa inicia nesta sexta pagamento de FGTS; saiba como sacar

    Os primeiros a receber até R$ 500 por conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) terão os valores depositados amanhã (13). A Caixa Econômica Federal vai iniciar o depósito automático para quem tem conta poupança no banco, seguindo calendário de mês de nascimento.Quem nasceu em janeiro, fevereiro, março e abril recebe primeiro. Os próximos a ter acesso ao saque serão os nascidos em maio, junho, julho e agosto, no dia 27 deste mês. Em seguida, no dia 9 de outubro, recebem os nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro.Segundo a Caixa, cerca de 33 milhões de trabalhadores receberão o crédito automático na conta poupança. Os clientes do banco que não quiserem retirar o dinheiro têm até 30 de abril de 2020 para informar a decisão em um dos canais divulgados pela Caixa: site, Internet Banking ou aplicativo no celular.Para aqueles que não têm conta poupança na Caixa, aberta até o dia 24 de julho de 2019, o calendário começa no dia 18 de outubro, para os nascidos em janeiro, e vai até 6 de março de 2020, para os nascidos em dezembro.Confira calendário de pagamentos para quem não tem conta poupança na Caixa: Tabela do PIS para não correntistas - Arte EBC Saque imediatoA Medida Provisória (MP) nº 889/2019 autorizou essa nova modalidade de retirada de recursos do FGTS, chamada de Saque Imediato, válida somente esta vez. A MP permite que todos os trabalhadores, com contas ativas ou inativas do FGTS, possam sacar até R$ 500 de cada uma delas, limitado ao valor do saldo.Por exemplo, se o trabalhador tiver duas contas – uma com saldo de R$ 120 e outra com saldo de R$ 1.000, poderá sacar o valor total da primeira (R$ 120) e R$ 500 da segunda. Assim, o total ficará em R$ 620.Para saber os valores disponíveis para o saque, os canais de recebimento e as opções de crédito em conta, é só acessar o site da Caixa e informar número do CPF, do NIS (Número de Identificação Social), do PIS (Programa de Integração Social) ou do Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) e a data de aniversário.Outra opção para acompanhar as informações sobre o FGTS é um aplicativo, criado pela Caixa, disponível para download nas lojas App Store e Google Play. Outras informações podem ser acessadas no site criado pelo banco ou pela central de informações: 0800 724 2019.Para quem não tem conta poupança na Caixa, o saque de até R$ 100,00 por conta pode ser feito em lotéricas, usando o número do CPF e o documento de identificação. Já os saques de até R$ 500 podem ser feitos nas lotéricas ou correspondentes Caixa Aqui, com apresentação do documento de identidade e Cartão do Cidadão com senha. Também é possível sacar nos terminais de autoatendimento (caixa eletrônico) da Caixa, utilizando o número do CPF, PIS, Pasep ou NIS e a senha do Cartão Cidadão (não é necessário ter o cartão físico). Quem não tem o Cartão Cidadão, deve procurar uma agência da Caixa. Prazo para o saqueOs trabalhadores poderão sacar a partir do dia indicado no calendário para início do pagamento, conforme a data de seu aniversário, até 31 de março de 2020. Não haverá direito a essa modalidade de saque nos próximos anos. Caso o trabalhador não faça o saque até essa data, o valor retornará automaticamente para a conta do FGTS, sem prejuízo da rentabilidade do período. Saque aniversárioOutra modalidade criada pela MP nº 889/2019 é o Saque Aniversário, válida a partir do próximo ano. Os trabalhadores interessados em migrar para essa sistemática poderão comunicar a decisão à Caixa. O banco vai divulgar informações sobre como e onde optar por esse saque no dia 1º de outubro de 2019.A decisão de migrar para essa modalidade não anula a multa de 40% em caso de demissão sem justa causa. No Saque Aniversário, o trabalhador demitido sem justa poderá sacar somente o valor da multa rescisória do FGTS. Os demais valores poderão ser retirados, em parcela, anualmente.A modalidade não altera outras formas de retirada dos recursos: compra da casa própria e aposentadoria.Quem fizer a mudança, só poderá retornar à modalidade anterior após dois anos da data da solicitação à Caixa. Caso o trabalhador não comunique o interesse no tipo de saque, a regra da rescisão será mantida.Os trabalhadores com mais de uma conta ficarão sujeitos a somente uma sistemática de saque, ou seja, uma vez escolhida a modalidade Saque Aniversário todas as contas migram ao mesmo tempo.Em 2020, as retiradas do Saque Aniversário ocorrerão em abril (para quem nasceu em janeiro e fevereiro), maio (para quem nasceu em março e abril) e junho (para quem nasceu em maio e junho). Para nascidos de julho a dezembro, o saque em 2020 ocorrerá a partir do mês de aniversário até o último dia útil dos dois meses seguintes. Exemplo: quem nasceu em agosto poderá retirar o dinheiro de agosto até o fim de outubro. A partir de 2021, todos os saques ocorrerão no mês de aniversário ou nos dois meses seguintes.O valor do saque anual será equivalente a um percentual do saldo da conta, para todas as faixas, mais um valor fixo para contas a partir de R$ 500,01, conforme a tabela abaixo:Tabela FGTS - Agência Brasil Garantia de empréstimoQuem migrar para o Saque Aniversário poderá antecipar os recursos do FGTS, numa operação similar à antecipação da restituição do Imposto de Renda. O saque anual será dado como garantia de empréstimos. As parcelas são descontadas diretamente da conta do FGTS no momento da transferência do recurso do Saque Aniversário. Divisão de resultados do FGTSO FGTS continua rendendo 3% ao ano, mais a taxa referencial (TR). Já a divisão de resultados mudou com a edição da MP: em vez de receber 50% dos ganhos do FGTS, o trabalhador receberá 100% do resultado do fundo. Em 2017 e 2018 foram distribuídos 50% dos lucros do FGTS.A distribuição do lucro será feita nos meses de agosto. No mês passado, o trabalhador que tinha conta com saldo em dezembro de 2018 recebeu o crédito da distribuição de 100% dos lucros do FGTS. O que é o FGTSO Fundo de Garantia do Tempo de Serviço foi criado em 1966 com o objetivo de proteger o trabalhador demitido sem justa causa, mediante a abertura de uma conta vinculada ao contrato de trabalho. A Caixa passou a ser o agente operador do fundo em 1990.No início de cada mês, os empregadores depositam em contas administradas pela Caixa o valor correspondente a 8% do salário de cada funcionário. Tem direito ao FGTS todo trabalhador brasileiro com contrato de trabalho formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e também trabalhadores domésticos, rurais, temporários, intermitentes, avulsos, safreiros (operários rurais que trabalham apenas no período de colheita) e atletas profissionais.

    Os primeiros a receber até R$ 500 por conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) terão os valores depositados amanhã (13). A Caixa Econômica Federal vai iniciar o depósito automático para quem tem conta poupança no banco, seguindo calendário de mês de nascimento.Quem nasceu em janeiro, fevereiro, março e abril recebe primeiro. Os próximos a ter acesso ao saque serão os nascidos em maio, junho, julho e agosto, no dia 27 deste mês. Em seguida, no dia 9 de outubro, recebem os nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro.Segundo a Caixa, cerca de 33 milhões de trabalhadores receberão o crédito automático na conta poupança. Os clientes do banco que não quiserem retirar o dinheiro têm até 30 de abril de 2020 para informar a decisão em um dos canais divulgados pela Caixa: site, Internet Banking ou aplicativo no celular.Para aqueles que não têm conta poupança na Caixa, aberta até o dia 24 de julho de 2019, o calendário começa no dia 18 de outubro, para os nascidos em janeiro, e vai até 6 de março de 2020, para os nascidos em dezembro.Confira calendário de pagamentos para quem não tem conta poupança na Caixa: Tabela do PIS para não correntistas - Arte EBC Saque imediatoA Medida Provisória (MP) nº 889/2019 autorizou essa nova modalidade de retirada de recursos do FGTS, chamada de Saque Imediato, válida somente esta vez. A MP permite que todos os trabalhadores, com contas ativas ou inativas do FGTS, possam sacar até R$ 500 de cada uma delas, limitado ao valor do saldo.Por exemplo, se o trabalhador tiver duas contas – uma com saldo de R$ 120 e outra com saldo de R$ 1.000, poderá sacar o valor total da primeira (R$ 120) e R$ 500 da segunda. Assim, o total ficará em R$ 620.Para saber os valores disponíveis para o saque, os canais de recebimento e as opções de crédito em conta, é só acessar o site da Caixa e informar número do CPF, do NIS (Número de Identificação Social), do PIS (Programa de Integração Social) ou do Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) e a data de aniversário.Outra opção para acompanhar as informações sobre o FGTS é um aplicativo, criado pela Caixa, disponível para download nas lojas App Store e Google Play. Outras informações podem ser acessadas no site criado pelo banco ou pela central de informações: 0800 724 2019.Para quem não tem conta poupança na Caixa, o saque de até R$ 100,00 por conta pode ser feito em lotéricas, usando o número do CPF e o documento de identificação. Já os saques de até R$ 500 podem ser feitos nas lotéricas ou correspondentes Caixa Aqui, com apresentação do documento de identidade e Cartão do Cidadão com senha. Também é possível sacar nos terminais de autoatendimento (caixa eletrônico) da Caixa, utilizando o número do CPF, PIS, Pasep ou NIS e a senha do Cartão Cidadão (não é necessário ter o cartão físico). Quem não tem o Cartão Cidadão, deve procurar uma agência da Caixa. Prazo para o saqueOs trabalhadores poderão sacar a partir do dia indicado no calendário para início do pagamento, conforme a data de seu aniversário, até 31 de março de 2020. Não haverá direito a essa modalidade de saque nos próximos anos. Caso o trabalhador não faça o saque até essa data, o valor retornará automaticamente para a conta do FGTS, sem prejuízo da rentabilidade do período. Saque aniversárioOutra modalidade criada pela MP nº 889/2019 é o Saque Aniversário, válida a partir do próximo ano. Os trabalhadores interessados em migrar para essa sistemática poderão comunicar a decisão à Caixa. O banco vai divulgar informações sobre como e onde optar por esse saque no dia 1º de outubro de 2019.A decisão de migrar para essa modalidade não anula a multa de 40% em caso de demissão sem justa causa. No Saque Aniversário, o trabalhador demitido sem justa poderá sacar somente o valor da multa rescisória do FGTS. Os demais valores poderão ser retirados, em parcela, anualmente.A modalidade não altera outras formas de retirada dos recursos: compra da casa própria e aposentadoria.Quem fizer a mudança, só poderá retornar à modalidade anterior após dois anos da data da solicitação à Caixa. Caso o trabalhador não comunique o interesse no tipo de saque, a regra da rescisão será mantida.Os trabalhadores com mais de uma conta ficarão sujeitos a somente uma sistemática de saque, ou seja, uma vez escolhida a modalidade Saque Aniversário todas as contas migram ao mesmo tempo.Em 2020, as retiradas do Saque Aniversário ocorrerão em abril (para quem nasceu em janeiro e fevereiro), maio (para quem nasceu em março e abril) e junho (para quem nasceu em maio e junho). Para nascidos de julho a dezembro, o saque em 2020 ocorrerá a partir do mês de aniversário até o último dia útil dos dois meses seguintes. Exemplo: quem nasceu em agosto poderá retirar o dinheiro de agosto até o fim de outubro. A partir de 2021, todos os saques ocorrerão no mês de aniversário ou nos dois meses seguintes.O valor do saque anual será equivalente a um percentual do saldo da conta, para todas as faixas, mais um valor fixo para contas a partir de R$ 500,01, conforme a tabela abaixo:Tabela FGTS - Agência Brasil Garantia de empréstimoQuem migrar para o Saque Aniversário poderá antecipar os recursos do FGTS, numa operação similar à antecipação da restituição do Imposto de Renda. O saque anual será dado como garantia de empréstimos. As parcelas são descontadas diretamente da conta do FGTS no momento da transferência do recurso do Saque Aniversário. Divisão de resultados do FGTSO FGTS continua rendendo 3% ao ano, mais a taxa referencial (TR). Já a divisão de resultados mudou com a edição da MP: em vez de receber 50% dos ganhos do FGTS, o trabalhador receberá 100% do resultado do fundo. Em 2017 e 2018 foram distribuídos 50% dos lucros do FGTS.A distribuição do lucro será feita nos meses de agosto. No mês passado, o trabalhador que tinha conta com saldo em dezembro de 2018 recebeu o crédito da distribuição de 100% dos lucros do FGTS. O que é o FGTSO Fundo de Garantia do Tempo de Serviço foi criado em 1966 com o objetivo de proteger o trabalhador demitido sem justa causa, mediante a abertura de uma conta vinculada ao contrato de trabalho. A Caixa passou a ser o agente operador do fundo em 1990.No início de cada mês, os empregadores depositam em contas administradas pela Caixa o valor correspondente a 8% do salário de cada funcionário. Tem direito ao FGTS todo trabalhador brasileiro com contrato de trabalho formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e também trabalhadores domésticos, rurais, temporários, intermitentes, avulsos, safreiros (operários rurais que trabalham apenas no período de colheita) e atletas profissionais.


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  • 9/56   A mesmice do iPhone 11 e o fim da era dos smartphones como a conhecemos

    Celulares com as mesmas câmeras, telas, recursos e design já não despertam a atenção do público como acontecia antes. A atual fase dos smartphones começa a se aproximar do fim. Mas as fabricantes já estão se preparando para a nova era mobile

    Celulares com as mesmas câmeras, telas, recursos e design já não despertam a atenção do público como acontecia antes. A atual fase dos smartphones começa a se aproximar do fim. Mas as fabricantes já estão se preparando para a nova era mobile


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  • 10/56   Apple transforma o AppleCare+ em um serviço de assinatura mensal

    Mudança ainda não foi divulgada oficialmente pela empresa, mas já pode ser vista nos termos de contrato da serviço que foram atualizados na última terça (10), deixando claro que o AppleCare+ irá cobrir o usuário pelo tempo que ele pagar, sem uma data limite

    Mudança ainda não foi divulgada oficialmente pela empresa, mas já pode ser vista nos termos de contrato da serviço que foram atualizados na última terça (10), deixando claro que o AppleCare+ irá cobrir o usuário pelo tempo que ele pagar, sem uma data limite


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  • 11/56   Senado aprova novo marco das teles e pode destravar R$ 34 bi em investimentos

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (11) o projeto de lei que modifica o marco das telecomunicações vigente desde 1997. A votação foi simbólica. Horas antes, o texto havia sido aprovado na Comissão de Ciência e Tecnologia. Agora, como não houve modificações, seguirá para sanção presidencial. O projeto tramita há quase três anos no Congresso e prevê a possibilidade de as operadoras de telefonia migrarem dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, como funciona na telefonia celular. Os contratos de concessão foram definidos pela União durante a privatização, há mais de duas décadas. As autorizações são concedidas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para todas as empresas interessadas em prestar serviços de telefonia móvel e internet. O modelo de concessão entrou em desuso com o avanço da internet, o que torna essas contratos desinteressantes para o setor privado. Por isso, o governo vinha estudando mudar as regras para estimular uma nova rodada de investimentos no setor decorrente da possibilidade de migração da concessão para autorização. Pelo texto no Senado, as concessionárias de telefonia fixa poderão migrar antecipadamente dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, pagando um valor a ser definido pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Estimativas feitas pela equipe econômica indicam algo em torno de R$ 34 bilhões. A mudança é uma ajuda para a Oi, maior concessionária de telefonia fixa do país que está em recuperação judicial com uma dívida de cerca de R$ 20 bilhões —considerando o plano de descontos e alongamento dos pagamentos a credores aprovado pela Justiça. Sem as amarras definidas pelos atuais contratos de concessão, a tele terá chance de atrair um comprador ou novos investidores. Os chineses e a americana AT&T; são os mais interessados. A concessão engessa investimentos para áreas que não são mais rentáveis. Um exemplo: a Oi é obrigada a manter orelhões em funcionamento sob pena de multa e gasta o equivalente a R$ 1 bilhão por ano, em troca de menos de R$ 20 milhões gerados em receita por esses aparelhos. A Anatel também fará um levantamento para definir o valor dos bens usados na prestação da telefonia fixa (equipamentos e imóveis) e descontará os investimentos realizados e ainda não amortizados pelas teles na atualização desse parque técnico. Essa diferença de valor terá de ser reinvestida na melhoria da capacidade de transmissão de dados pela rede de fibra óptica das operadoras em locais hoje sem grande atrativo comercial. A relatora do texto, senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), chegou a cogitar uma emenda de redação, alterando o texto que saiu da Câmara, mas recuou no início desta semana. Se isso fosse feito, o projeto teria de passar por outras comissões e até voltar para a Câmara depois. Agora, ele segue ao plenário sob regime de urgência e pode ser votado ainda nesta quarta. Se aprovado, vai para sanção presidencial. Telefônica, Embratel, Algar e Sercomtel, que também operam como concessionárias, poderão migrar seus contratos caso o plenário do Senado aprove o texto como está. Outra mudança que causou controvérsia com os partidos de oposição e foi mantida no projeto de lei é a possibilidade de as operadoras comercializarem suas frequências. Frequências são como avenidas no ar por onde as teles fazem trafegar seus sinais. Para evitar interferências, cada empresa tem suas faixas de frequências —todas adquiridas em leilão. A transferência terá de ser submetida para anuência da Anatel. Essa abertura vai criar um mercado secundário, permitindo novos negócios especialmente em regiões de pouco interesse para as grandes operadoras. Essa troca de licenças terá validade de vinte anos, podendo ser prorrogada por igual período. Para as emissoras de rádio e TV, houve a garantia de que ficarão fora da contribuição feita ao Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações), única exigência para que não dificultassem a aprovação do projeto. Grandes grupos de mídia, como Netflix e Google, esperavam garantir, expressamente no texto, que a programação audiovisual transmitida pela internet fossem livres de qualquer regulação e, portanto, de cumprimento de cotas de produção de conteúdo local e do pagamento de contribuições para fundos setoriais como a Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica nacional). Um projeto específico tramita no Senado e deve resolver essa situação que os gigantes de mídia chamam de “insegurança jurídica”. De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), o texto poderia ter sido votado em conjunto com o novo marco regulatório das teles, mas foi adiado para a próxima semana. Um dos pontos de embate do governo com as empresas de mídia se refere à arrecadação para o Condecine. O governo concorda que essas empresas fiquem livre de regulação na transmissão de conteúdos audiovisuais pela internet, mas não abre mão da arrecadação ao fundo. Esse projeto está sendo conduzido para atender a um pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, que, em troca de uma parceria com o Brasil, quer que Jair Bolsonaro convença a Anatel a aprovar a compra da Warner Media pela operadora AT&T.;A lei vigente veda que uma operadora de telefonia (a AT&T;, no caso) detenha o controle de uma produtora de conteúdo (Warner Media). No Brasil, a AT&T; é dona da Sky, empresa de TV paga e internet por satélite. Foi por esse motivo que a Globo teve de vender o controle da Sky. Hoje, ela é acionista minoritária, com cerca de 5% de participação.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (11) o projeto de lei que modifica o marco das telecomunicações vigente desde 1997. A votação foi simbólica. Horas antes, o texto havia sido aprovado na Comissão de Ciência e Tecnologia. Agora, como não houve modificações, seguirá para sanção presidencial. O projeto tramita há quase três anos no Congresso e prevê a possibilidade de as operadoras de telefonia migrarem dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, como funciona na telefonia celular. Os contratos de concessão foram definidos pela União durante a privatização, há mais de duas décadas. As autorizações são concedidas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para todas as empresas interessadas em prestar serviços de telefonia móvel e internet. O modelo de concessão entrou em desuso com o avanço da internet, o que torna essas contratos desinteressantes para o setor privado. Por isso, o governo vinha estudando mudar as regras para estimular uma nova rodada de investimentos no setor decorrente da possibilidade de migração da concessão para autorização. Pelo texto no Senado, as concessionárias de telefonia fixa poderão migrar antecipadamente dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, pagando um valor a ser definido pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Estimativas feitas pela equipe econômica indicam algo em torno de R$ 34 bilhões. A mudança é uma ajuda para a Oi, maior concessionária de telefonia fixa do país que está em recuperação judicial com uma dívida de cerca de R$ 20 bilhões —considerando o plano de descontos e alongamento dos pagamentos a credores aprovado pela Justiça. Sem as amarras definidas pelos atuais contratos de concessão, a tele terá chance de atrair um comprador ou novos investidores. Os chineses e a americana AT&T; são os mais interessados. A concessão engessa investimentos para áreas que não são mais rentáveis. Um exemplo: a Oi é obrigada a manter orelhões em funcionamento sob pena de multa e gasta o equivalente a R$ 1 bilhão por ano, em troca de menos de R$ 20 milhões gerados em receita por esses aparelhos. A Anatel também fará um levantamento para definir o valor dos bens usados na prestação da telefonia fixa (equipamentos e imóveis) e descontará os investimentos realizados e ainda não amortizados pelas teles na atualização desse parque técnico. Essa diferença de valor terá de ser reinvestida na melhoria da capacidade de transmissão de dados pela rede de fibra óptica das operadoras em locais hoje sem grande atrativo comercial. A relatora do texto, senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), chegou a cogitar uma emenda de redação, alterando o texto que saiu da Câmara, mas recuou no início desta semana. Se isso fosse feito, o projeto teria de passar por outras comissões e até voltar para a Câmara depois. Agora, ele segue ao plenário sob regime de urgência e pode ser votado ainda nesta quarta. Se aprovado, vai para sanção presidencial. Telefônica, Embratel, Algar e Sercomtel, que também operam como concessionárias, poderão migrar seus contratos caso o plenário do Senado aprove o texto como está. Outra mudança que causou controvérsia com os partidos de oposição e foi mantida no projeto de lei é a possibilidade de as operadoras comercializarem suas frequências. Frequências são como avenidas no ar por onde as teles fazem trafegar seus sinais. Para evitar interferências, cada empresa tem suas faixas de frequências —todas adquiridas em leilão. A transferência terá de ser submetida para anuência da Anatel. Essa abertura vai criar um mercado secundário, permitindo novos negócios especialmente em regiões de pouco interesse para as grandes operadoras. Essa troca de licenças terá validade de vinte anos, podendo ser prorrogada por igual período. Para as emissoras de rádio e TV, houve a garantia de que ficarão fora da contribuição feita ao Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações), única exigência para que não dificultassem a aprovação do projeto. Grandes grupos de mídia, como Netflix e Google, esperavam garantir, expressamente no texto, que a programação audiovisual transmitida pela internet fossem livres de qualquer regulação e, portanto, de cumprimento de cotas de produção de conteúdo local e do pagamento de contribuições para fundos setoriais como a Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica nacional). Um projeto específico tramita no Senado e deve resolver essa situação que os gigantes de mídia chamam de “insegurança jurídica”. De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), o texto poderia ter sido votado em conjunto com o novo marco regulatório das teles, mas foi adiado para a próxima semana. Um dos pontos de embate do governo com as empresas de mídia se refere à arrecadação para o Condecine. O governo concorda que essas empresas fiquem livre de regulação na transmissão de conteúdos audiovisuais pela internet, mas não abre mão da arrecadação ao fundo. Esse projeto está sendo conduzido para atender a um pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, que, em troca de uma parceria com o Brasil, quer que Jair Bolsonaro convença a Anatel a aprovar a compra da Warner Media pela operadora AT&T.;A lei vigente veda que uma operadora de telefonia (a AT&T;, no caso) detenha o controle de uma produtora de conteúdo (Warner Media). No Brasil, a AT&T; é dona da Sky, empresa de TV paga e internet por satélite. Foi por esse motivo que a Globo teve de vender o controle da Sky. Hoje, ela é acionista minoritária, com cerca de 5% de participação.


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  • 12/56   iOS 13.1 terá visualizador de letras de músicas para o Apple Music

    Vice-presidente sênior de Engenharia de Software da Apple confirmou que o recurso vem sendo desenvolvido já há algum tempo, e é preciso realizar ajustes para evitar que ele drene a bateria dos iPhones de maneira indesejada

    Vice-presidente sênior de Engenharia de Software da Apple confirmou que o recurso vem sendo desenvolvido já há algum tempo, e é preciso realizar ajustes para evitar que ele drene a bateria dos iPhones de maneira indesejada


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  • 13/56   Quanto será que custa assinar todos os serviços da Apple em 2019?

    São vários os serviços que a Apple dispõe ao seu público, como Armazenamento no iCloud, Apple Music, Apple Arcade, Apple TV+. Usuários do Reddit calcularam mais ou menos quanto um usuário gastaria para ter todos eles

    São vários os serviços que a Apple dispõe ao seu público, como Armazenamento no iCloud, Apple Music, Apple Arcade, Apple TV+. Usuários do Reddit calcularam mais ou menos quanto um usuário gastaria para ter todos eles


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  • 14/56   Arcade | Afinal, quem vai se atrair pelo serviço de jogos da Apple?

    Plataforma será lançada a um preço equivalente a R$ 20 com acesso a mais de 100 jogos. Contudo, dentro de um mercado cheio de concorrência, com Sony, Microsoft, Nintendo e até Google, será que a Apple consegue seu espaço?

    Plataforma será lançada a um preço equivalente a R$ 20 com acesso a mais de 100 jogos. Contudo, dentro de um mercado cheio de concorrência, com Sony, Microsoft, Nintendo e até Google, será que a Apple consegue seu espaço?


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  • 15/56   Número de ataques de phishing contra usuários Apple cresce 9%

    1,6 milhão de ataques de phishing foram descobertos contra usuários Apple durante o primeiro semestre de 2019. As fraudes mais comuns são aquelas criadas para simular a página do iCloud e roubar Apple IDs

    1,6 milhão de ataques de phishing foram descobertos contra usuários Apple durante o primeiro semestre de 2019. As fraudes mais comuns são aquelas criadas para simular a página do iCloud e roubar Apple IDs


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  • 16/56   Jason Momoa estrela produção da Apple TV como guerreiro cego em mundo pós-apocalipse

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Marcada para chegar nos Estados Unidos no dia 1º de novembro e no Brasil posteriormente a essa data, a Apple TV + divulga o primeiro trailer de sua produção de estreia da plataforma: a série "See", estrelada por Jason Momoa, 40. Na história, ele é um líder cego de uma comunidade. A trama se passa séculos após um apocalipse. Na ocasião, ninguém mais tem o poder de enxergar por conta de um vírus dizimado em meio à população. Porém, tudo muda quando duas crianças nascem com visão apurada. Isso faz com que elas sejam alvo de uma caçada mortal. Momoa ficou conhecido por protagonizar as séries "Game of Thrones", na pele de Khal, e "Frontier", como Declan Harp. Agora ele se vincula à Apple para o projeto pioneiro. Momoa também pode ser visto no filme "Aquaman". Confira o trailer de "See".

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Marcada para chegar nos Estados Unidos no dia 1º de novembro e no Brasil posteriormente a essa data, a Apple TV + divulga o primeiro trailer de sua produção de estreia da plataforma: a série "See", estrelada por Jason Momoa, 40. Na história, ele é um líder cego de uma comunidade. A trama se passa séculos após um apocalipse. Na ocasião, ninguém mais tem o poder de enxergar por conta de um vírus dizimado em meio à população. Porém, tudo muda quando duas crianças nascem com visão apurada. Isso faz com que elas sejam alvo de uma caçada mortal. Momoa ficou conhecido por protagonizar as séries "Game of Thrones", na pele de Khal, e "Frontier", como Declan Harp. Agora ele se vincula à Apple para o projeto pioneiro. Momoa também pode ser visto no filme "Aquaman". Confira o trailer de "See".


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  • 17/56   General Motors faz parceria com Google para nova multimídia

    A partir de 2021, carros da Chevrolet terão Google Assistente, Maps e outros aplicativos via Play Store

    A partir de 2021, carros da Chevrolet terão Google Assistente, Maps e outros aplicativos via Play Store


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  • 18/56   Comissão do Senado aprova novo marco das teles e pode destravar R$ 34 bi em investimentos

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado aprovou nesta quarta-feira (11) o projeto de lei que modifica o marco das telecomunicações vigente desde 1997. A expectativa é de o texto seja aprovado pelo plenário ainda nesta quarta. Se passar sem modificações, seguirá para sanção presidencial. O projeto tramita há quase três anos no Congresso e prevê a possibilidade de as operadoras de telefonia migrarem dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, como funciona na telefonia celular. Os contratos de concessão foram definidos pela União durante a privatização, há mais de duas décadas. As autorizações são concedidas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para todas as empresas interessadas em prestar serviços de telefonia móvel e internet. O modelo de concessão entrou em desuso com o avanço da internet, o que torna essas contratos desinteressantes para o setor privado. Por isso, o governo vinha estudando mudar as regras para estimular uma nova rodada de investimentos no setor decorrente da possibilidade de migração da concessão para autorização. Pelo texto aprovado na comissão do Senado, as concessionárias de telefonia fixa poderão migrar antecipadamente dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, pagando um valor a ser definido pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Estimativas feitas pela equipe econômica indicam algo em torno de R$ 34 bilhões. A mudança é uma ajuda para a Oi, maior concessionária de telefonia fixa do país que está em recuperação judicial com uma dívida de cerca de R$ 20 bilhões -considerando o plano de descontos e alongamento dos pagamentos a credores aprovado pela Justiça. Sem as amarras definidas pelos atuais contratos de concessão, a tele terá chance de atrair um comprador ou novos investidores. Os chineses e a americana AT&T; são os mais interessados. A concessão engessa investimentos para áreas que não são mais rentáveis. Um exemplo: a Oi é obrigada a manter orelhões em funcionamento sob pena de multa e gasta o equivalente a R$ 1 bilhão por ano, em troca de menos de R$ 20 milhões gerados em receita por esses aparelhos. A Anatel também fará um levantamento para definir o valor dos bens usados na prestação da telefonia fixa (equipamentos e imóveis) e descontará os investimentos realizados e ainda não amortizados pelas teles na atualização desse parque técnico. Essa diferença de valor terá de ser reinvestida na melhoria da capacidade de transmissão de dados pela rede de fibra óptica das operadoras em locais hoje sem grande atrativo comercial. A relatora do texto, senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), chegou a cogitar uma emenda de redação, alterando o texto que saiu da Câmara, mas recuou no início desta semana. Se isso fosse feito, o projeto teria de passar por outras comissões e até voltar para a Câmara depois. Agora, ele segue ao plenário sob regime de urgência e pode ser votado ainda nesta quarta. Se aprovado, vai para sanção presidencial. Telefônica, Embratel, Algar e Sercomtel, que também operam como concessionárias, poderão migrar seus contratos caso o plenário do Senado aprove o texto como está. Outra mudança que causou controvérsia com os partidos de oposição e foi mantida no projeto de lei é a possibilidade de as operadoras comercializarem suas frequências. Frequências são como avenidas no ar por onde as teles fazem trafegar seus sinais. Para evitar interferências, cada empresa tem suas faixas de frequências -todas adquiridas em leilão. A transferência terá de ser submetida para anuência da Anatel. Essa abertura vai criar um mercado secundário, permitindo novos negócios especialmente em regiões de pouco interesse para as grandes operadoras. Essa troca de licenças terá validade de vinte anos, podendo ser prorrogada por igual período. Para as emissoras de rádio e TV, houve a garantia de que ficarão fora da contribuição feita ao Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações), única exigência para que não dificultassem a aprovação do projeto. Grandes grupos de mídia, como Netflix e Google, esperavam garantir, expressamente no texto, que a programação audiovisual transmitida pela internet fossem livres de qualquer regulação e, portanto, de cumprimento de cotas de produção de conteúdo local e do pagamento de contribuições para fundos setoriais como a Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica nacional). Um projeto específico tramita no Senado e deve resolver essa situação que os gigantes de mídia chamam de "insegurança jurídica". De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), o texto poderia ter sido votado em conjunto com o novo marco regulatório das teles, mas foi adiado para a próxima semana. Um dos pontos de embate do governo com as empresas de mídia se refere à arrecadação para o Condecine. O governo concorda que essas empresas fiquem livre de regulação na transmissão de conteúdos audiovisuais pela internet, mas não abre mão da arrecadação ao fundo. Esse projeto está sendo conduzido para atender a um pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, que, em troca de uma parceria com o Brasil, quer que Jair Bolsonaro convença a Anatel a aprovar a compra da Warner Media pela operadora AT&T.;A lei vigente veda que uma operadora de telefonia (a AT&T;, no caso) detenha o controle de uma produtora de conteúdo (Warner Media). No Brasil, a AT&T; é dona da Sky, empresa de TV paga e internet por satélite. Foi por esse motivo que a Globo teve de vender o controle da Sky. Hoje, ela é acionista minoritária, com cerca de 5% de participação.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado aprovou nesta quarta-feira (11) o projeto de lei que modifica o marco das telecomunicações vigente desde 1997. A expectativa é de o texto seja aprovado pelo plenário ainda nesta quarta. Se passar sem modificações, seguirá para sanção presidencial. O projeto tramita há quase três anos no Congresso e prevê a possibilidade de as operadoras de telefonia migrarem dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, como funciona na telefonia celular. Os contratos de concessão foram definidos pela União durante a privatização, há mais de duas décadas. As autorizações são concedidas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para todas as empresas interessadas em prestar serviços de telefonia móvel e internet. O modelo de concessão entrou em desuso com o avanço da internet, o que torna essas contratos desinteressantes para o setor privado. Por isso, o governo vinha estudando mudar as regras para estimular uma nova rodada de investimentos no setor decorrente da possibilidade de migração da concessão para autorização. Pelo texto aprovado na comissão do Senado, as concessionárias de telefonia fixa poderão migrar antecipadamente dos atuais contratos de concessão para termos de autorização, pagando um valor a ser definido pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Estimativas feitas pela equipe econômica indicam algo em torno de R$ 34 bilhões. A mudança é uma ajuda para a Oi, maior concessionária de telefonia fixa do país que está em recuperação judicial com uma dívida de cerca de R$ 20 bilhões -considerando o plano de descontos e alongamento dos pagamentos a credores aprovado pela Justiça. Sem as amarras definidas pelos atuais contratos de concessão, a tele terá chance de atrair um comprador ou novos investidores. Os chineses e a americana AT&T; são os mais interessados. A concessão engessa investimentos para áreas que não são mais rentáveis. Um exemplo: a Oi é obrigada a manter orelhões em funcionamento sob pena de multa e gasta o equivalente a R$ 1 bilhão por ano, em troca de menos de R$ 20 milhões gerados em receita por esses aparelhos. A Anatel também fará um levantamento para definir o valor dos bens usados na prestação da telefonia fixa (equipamentos e imóveis) e descontará os investimentos realizados e ainda não amortizados pelas teles na atualização desse parque técnico. Essa diferença de valor terá de ser reinvestida na melhoria da capacidade de transmissão de dados pela rede de fibra óptica das operadoras em locais hoje sem grande atrativo comercial. A relatora do texto, senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), chegou a cogitar uma emenda de redação, alterando o texto que saiu da Câmara, mas recuou no início desta semana. Se isso fosse feito, o projeto teria de passar por outras comissões e até voltar para a Câmara depois. Agora, ele segue ao plenário sob regime de urgência e pode ser votado ainda nesta quarta. Se aprovado, vai para sanção presidencial. Telefônica, Embratel, Algar e Sercomtel, que também operam como concessionárias, poderão migrar seus contratos caso o plenário do Senado aprove o texto como está. Outra mudança que causou controvérsia com os partidos de oposição e foi mantida no projeto de lei é a possibilidade de as operadoras comercializarem suas frequências. Frequências são como avenidas no ar por onde as teles fazem trafegar seus sinais. Para evitar interferências, cada empresa tem suas faixas de frequências -todas adquiridas em leilão. A transferência terá de ser submetida para anuência da Anatel. Essa abertura vai criar um mercado secundário, permitindo novos negócios especialmente em regiões de pouco interesse para as grandes operadoras. Essa troca de licenças terá validade de vinte anos, podendo ser prorrogada por igual período. Para as emissoras de rádio e TV, houve a garantia de que ficarão fora da contribuição feita ao Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações), única exigência para que não dificultassem a aprovação do projeto. Grandes grupos de mídia, como Netflix e Google, esperavam garantir, expressamente no texto, que a programação audiovisual transmitida pela internet fossem livres de qualquer regulação e, portanto, de cumprimento de cotas de produção de conteúdo local e do pagamento de contribuições para fundos setoriais como a Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica nacional). Um projeto específico tramita no Senado e deve resolver essa situação que os gigantes de mídia chamam de "insegurança jurídica". De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), o texto poderia ter sido votado em conjunto com o novo marco regulatório das teles, mas foi adiado para a próxima semana. Um dos pontos de embate do governo com as empresas de mídia se refere à arrecadação para o Condecine. O governo concorda que essas empresas fiquem livre de regulação na transmissão de conteúdos audiovisuais pela internet, mas não abre mão da arrecadação ao fundo. Esse projeto está sendo conduzido para atender a um pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, que, em troca de uma parceria com o Brasil, quer que Jair Bolsonaro convença a Anatel a aprovar a compra da Warner Media pela operadora AT&T.;A lei vigente veda que uma operadora de telefonia (a AT&T;, no caso) detenha o controle de uma produtora de conteúdo (Warner Media). No Brasil, a AT&T; é dona da Sky, empresa de TV paga e internet por satélite. Foi por esse motivo que a Globo teve de vender o controle da Sky. Hoje, ela é acionista minoritária, com cerca de 5% de participação.


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  • 19/56   YouTuber mostra fotos tiradas com Pixel 4 XL em comparação com Pixel 3 XL

    Vídeo de canal vietnamita mostra três modelos do novo aparelho da Google, reforçando rumores e vazamentos sobre a linha. No finzinho da produção, eles mostram as imagens tiradas com o conjunto triplo de lentes do smartphone

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  • 20/56   Smart Lock | O que é e como usar no seu celular Android

    O Smart Lock pode ser uma mão na roda para você que se cansou de desbloquear o celular a todo momento. Ele permite que o aparelho fique temporariamente desbloqueado em lugares de sua confiança ou em situações específicas

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  • 21/56   Conheça o Apple A13 Bionic, novo chipset que equipará os iPhones 11

    O chipset tem como principais focos a eficiência energética, um problema antigo que aflige os usuários dos iPhones, bem como a inteligência artificial e o aprendizado de máquina, para que os componentes trabalhem com mais eficiência

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  • 22/56   Logitech anuncia dois cases com teclado para o novo iPad da Apple

    Depois de revelar a nova versão de seu tablet, Apple já começa a ver acessórios sendo mostrados por empresas do setor: case da Logitech vem com teclado para facilitar a digitação e vem em dois modelos — uma versão lisa e outra dedicada à proteção contra quedas e choques

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  • 23/56   Google Chrome agora permite que você envie página da web para outro dispositivo

    Atualização mais recente do navegador da Google traz ferramenta em que é possível transferir a página que está sendo visitada para quaisquer dispositivos ativos. Recurso deve chegar ao Brasil ainda esta semana

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  • 24/56   Twitch finalmente disponibiliza app oficial para a Apple TV

    Aplicativo do serviço de streaming ainda está disponível em versão Beta, mas já traz todos os recursos da plataforma. Enquanto não há previsão de lançamento final, usuários podem começar a testar usando o TestFlight

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  • 25/56   CPMI das 'fake news' convoca representantes do Facebook, Twitter e Google

    Empresas terão de comparecer para dar seu parecer sobre o compartilhamento de notícias falsas, uma vez que são as principais plataformas para a propagação dessas informações. O requerimento foi feito pela deputada Luizianne Lins (PT-CE), relatora da Comissão

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  • 26/56   Apple TV+ | Saiba quais são as 8 séries originais disponíveis na estreia

    Novo serviço de streaming da Apple está chegando no dia 1º de novembro e a companhia divulgou as sinopses oficiais, assim como os trailers e o elenco de 8 seriados já disponíveis no dia do lançamento da plataforma

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  • 27/56   Líder da UE denuncia os antivacinas que "brincam com fogo"
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, denunciou nesta quinta-feira aqueles que "brincam com fogo" por rejeitar as vacinas, durante a primeira "cúpula mundial" organizada em Bruxelas junto com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, denunciou nesta quinta-feira aqueles que "brincam com fogo" por rejeitar as vacinas, durante a primeira "cúpula mundial" organizada em Bruxelas junto com a Organização Mundial da Saúde (OMS).


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  • 28/56   Líder da UE diz que antivacinas ‘brincam com fogo’
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, criticou aqueles que têm acesso a vacinas, mas rejeitam o recurso. Ele afirmou que essas pessoas estão ‘brincando com fogo’.

    O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, criticou aqueles que têm acesso a vacinas, mas rejeitam o recurso. Ele afirmou que essas pessoas estão ‘brincando com fogo’.


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  • 29/56   Número de mortos por dengue quadruplica no Brasil em 2019
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Ao menos 591 pessoas morreram de dengue no Brasil de janeiro até o último dia 24 de agosto, quatro vezes mais do que no mesmo período de 2018, informou nesta quarta-feira o Ministério da Saúde, que examina outras 486 mortes por suspeita do vírus.

    Ao menos 591 pessoas morreram de dengue no Brasil de janeiro até o último dia 24 de agosto, quatro vezes mais do que no mesmo período de 2018, informou nesta quarta-feira o Ministério da Saúde, que examina outras 486 mortes por suspeita do vírus.


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  • 30/56   Parentes de vítimas de Pinochet querem responsabilizar ministros
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Familiares de vítimas da ditadura de Augusto Pinochet no Chile apresentaram, nesta quarta-feira (11), uma ação penal para responsabilizar seus ministros como cúmplices do regime - até agora fora do alcance da Justiça.

    Familiares de vítimas da ditadura de Augusto Pinochet no Chile apresentaram, nesta quarta-feira (11), uma ação penal para responsabilizar seus ministros como cúmplices do regime - até agora fora do alcance da Justiça.


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  • 31/56   Para Ernesto Araújo, 'climatismo' seria forma de atacar soberania
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou, nesta quarta-feira (11), nos Estados Unidos, que os esforços internacionais para combater as mudanças climáticas são, na verdade, um complô para destruir a soberania nacional.

    O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou, nesta quarta-feira (11), nos Estados Unidos, que os esforços internacionais para combater as mudanças climáticas são, na verdade, um complô para destruir a soberania nacional.


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  • 32/56   Embriões são criados para salvar rinoceronte branco do Norte da extinção
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Dois embriões de rinoceronte branco do Norte foram criados em laboratório para tentar salvar a espécie da extinção - anunciaram nesta quarta-feira (11), em Cremona, norte da Itália, os cientistas que participam do projeto.

    Dois embriões de rinoceronte branco do Norte foram criados em laboratório para tentar salvar a espécie da extinção - anunciaram nesta quarta-feira (11), em Cremona, norte da Itália, os cientistas que participam do projeto.


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  • 33/56   Justiça absolve médica holandesa por eutanasiar mulher com demência
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A justiça holandesa absolveu, nesta quarta-feira, uma médica acusada de praticar a eutanásia em 2016 em uma paciente com Alzheimer sem ter assegurado de modo suficiente o consentimento da paciente, um caso inédito no país, um dos primeiros do mundo a legalizar a morte assistida.

    A justiça holandesa absolveu, nesta quarta-feira, uma médica acusada de praticar a eutanásia em 2016 em uma paciente com Alzheimer sem ter assegurado de modo suficiente o consentimento da paciente, um caso inédito no país, um dos primeiros do mundo a legalizar a morte assistida.


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  • 34/56   América Latina ante o desafio de alimentar o mundo sob a mudança climática
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A América Latina e o Caribe se destacam como a principal região de exportação líquida de alimentos no mundo, na frente da Europa e dos Estados Unidos, mas têm o desafio de se transformar e de trabalhar para lidar com a mudança climática que altera sua produção.

    A América Latina e o Caribe se destacam como a principal região de exportação líquida de alimentos no mundo, na frente da Europa e dos Estados Unidos, mas têm o desafio de se transformar e de trabalhar para lidar com a mudança climática que altera sua produção.


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  • 35/56   Balanço da passagem do furacão Dorian pelas Bahamas sobe para 50 mortos
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O furacão Dorian provocou a morte de pelo menos 50 pessoas nas Bahamas e muitos moradores continuam desaparecidos, de acordo com um balanço provisório atualizado divulgado pela polícia do arquipélago.

    O furacão Dorian provocou a morte de pelo menos 50 pessoas nas Bahamas e muitos moradores continuam desaparecidos, de acordo com um balanço provisório atualizado divulgado pela polícia do arquipélago.


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  • 36/56   Mundo deve adaptar-se aos efeitos "inevitáveis" da mudança climática, afirma estudo
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O mundo deve acelerar sua preparação para consequências "inevitáveis" da mudança climático, uma adaptação que também apresenta oportunidades econômicas, destacou nesta terça-feira uma comissão internacional codirigida por Ban Ki-moon e Bill Gates.

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  • 37/56   Cerca de 150 CEOs pressionam Congresso dos EUA por ação contra armas
    WORLD TOPIC NEWS

    Líderes de 145 importantes corporações dos Estados Unidos pediram a aprovação de uma regulação mais estrita sobre as armas de fogo, em uma carta dirigida ao Senado americano.

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  • 38/56   Maioria dos norte-irlandeses é a favor da unificação da Irlanda
    WORLD TOPIC NEWS

    Pelo menos 51% dos norte-irlandeses votariam a favor da reunificação da ilha da Irlanda em caso de consulta popular sobre a manutenção da província britânica no Reino Unido - revela uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (12).

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  • 39/56   Israel interceptou celulares perto da Casa Branca, diz site Politico
    WORLD TOPIC NEWS

    Israel instalou "scanners" para interceptar comunicações de telefones celulares na área ao redor da Casa Branca em Washington - revela matéria do site Politico, contestada pelo Estado judeu.

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  • 40/56   Brasil prepara aliança com EUA por defesa da liberdade religiosa
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Aliança Internacional para Liberdade Religiosa será um dos principais assuntos do encontro do chanceler Ernesto Araújo com o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, nesta sexta-feira (13), em Washington. Os Estados Unidos apostam na aliança como um dos pilares de sua política externa, e o Brasil deve ser um dos membros fundadores do órgão. A cooperação na ofensiva contra discriminação religiosa no mundo é considerada ponto chave da parceria estratégica entre os dois países. A iniciativa visa a defender todas as religiões, mas o tema foi abraçado especialmente por evangélicos e católicos mais atuantes. "Estamos totalmente de acordo com o conceito e com o esforço de promover a liberdade religiosa para todas as religiões ao redor do mundo", disse à reportagem o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que se reuniu nesta quarta-feira (11) com Sam Brownback, embaixador dos EUA para Liberdade Religiosa. Os Estados Unidos realizaram sua segunda reunião sobre o tema em julho, com presença de Damares Alves, titular do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, e do pastor Sérgio Queiroz, secretário nacional de Proteção Global do ministério. Em sua participação, Damares disse estar "particularmente apreensiva com a perseguição contra cristãos", mas mencionou que o Brasil dará atenção especial às religiões de matriz africana. Participaram do encontro delegações de 106 nações, com representantes de diversas religiões. Países com histórico de perseguição religiosa, como Irã, China e Arábia Saudita, não compareceram, embora outros que também registram altos níveis de restrição, segundo o Pew Research Center, como Israel, Emirados Árabes e Egito, estivessem presentes. "As pessoas acham que lutar por liberdade religiosa é só luta pelos cristãos, mas isso não é verdade; tratamos de todas as religiões --as de matriz africana são perseguidas na América Latina, muçulmanos na Europa e, no Oriente Médio, o maior alvo são os cristãos", disse à reportagem o secretário Sérgio Queiroz. "Mas é que, em números totais, a religião mais perseguida do mundo é a cristã." Estudo conduzido pelo Pew Research Center e publicado em julho deste ano mostra que os cristãos são o grupo religioso perseguido no maior número de países (143), seguidos por muçulmanos (140) --ambos representam as religiões com o maior número de fiéis. Segundo Queiroz, os EUA são os grandes defensores da liberdade de discutir a fé em contexto político. "Lá, existe uma resistência grande de setores religiosos, que querem levar a religião para a arena pública", diz. "O Brasil é um país laico, mas isso não significa que a religião deva ser retirada da esfera pública, que a fé não possa fazer parte do debate." A ONU comemorou em 22 de agosto o primeiro dia mundial das vítimas de atos de violência por causa de religião ou crença, celebração proposta pela Polônia, com apoio dos Estados Unidos e do Brasil. Na ocasião, o diplomata Nestor Forster, atual encarregado de negócios na embaixada do Brasil em Washington, fez um discurso ressaltando a presença da liberdade religiosa na base das políticas públicas do governo Bolsonaro. Ele afirmou que o chanceler brasileiro tem expressado preocupação com a perseguição dos cristãos brasileiros, tanto evangélicos quanto católicos. Em julho, na época da reunião ministerial, Ernesto publicou um texto em seu blog criticando supostos ataques da esquerda contra a religião. "O projeto da esquerda em sua atual metamorfose pretende destruir a família, apagar a religião e controlar a linguagem ao ponto de reduzi-la ao balbucio de frases feitas", escreveu. Países com governos alinhados a Trump, como a Colômbia e a Polônia, são grandes entusiastas da aliança encampada pelo secretário de Estado Mike Pompeo, que é evangélico. O apoio do Brasil reforçaria a proposta americana. "A Colômbia vai sediar nesta primavera uma reunião para as Américas. Seria muito bem-vindo se o Brasil também se oferecesse para sediar uma reunião", disse à reportagem Knox Thames, conselheiro especial do Departamento de Estado para Minorias Religiosas. "O Brasil é uma voz importante e tem relacionamentos com países como o Irã", disse Thames. "Poderia pressionar pela libertação de prisioneiros cristãos e bahai no Irã, exortando o país a fazer reformas." O tema da liberdade religiosa também tem sido usado pelos EUA como uma arma em sua guerra fria contra a China. Pompeo chegou a afirmar que a China era "a mancha do século" em relação a violência contra religião, citando a repressão do governo chinês à minoria muçulmana uigur, a cristãos e a budistas tibetanos. A religião também entra na guerra comercial entre os dois países --sanções e embargos já foram aplicados contra empresas de tecnologia chinesas como Dahua e Hikvision por participarem no programa de vigilância de uigures. O Irã também foi alvo. Milícias apoiadas pelo país, acusadas de violência contra cristãos e yazidis no Iraque, receberam sanções, assim como militares em Mianmar envolvidos nos ataques contra a minoria muçulmana rohingya. "Na teoria, a aliança para liberdade religiosa é positiva", diz H.A. Hellyer, pesquisador sênior do Royal United Services Institute e do Carnegie Endowment for International Peace. "A preocupação é que a defesa da liberdade religiosa seja usada de forma seletiva, e seja fundamentalmente de países ocidentais defendendo comunidades cristãs ao redor do mundo, em vez de realmente liberdade religiosa". A aliança anunciada por Pompeo foi comemorada por lideranças evangélicas nos EUA. Em artigo, Tim Head, diretor da poderosa organização cristã Coalizão da Fé e da Liberdade, afirmou que o embaixador Brownback viaja pelo mundo para defender pessoas perseguidas por sua fé e, "simultaneamente, defender outros interesses americanos, como estabilidade de governo, desenvolvimento econômico e combate ao terrorismo". Os evangélicos são base de apoio importante de Donald Trump, que disputa a reeleição, e têm influenciado várias decisões de política externa, como a transferência da embaixada americana para Jerusalém.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Aliança Internacional para Liberdade Religiosa será um dos principais assuntos do encontro do chanceler Ernesto Araújo com o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, nesta sexta-feira (13), em Washington. Os Estados Unidos apostam na aliança como um dos pilares de sua política externa, e o Brasil deve ser um dos membros fundadores do órgão. A cooperação na ofensiva contra discriminação religiosa no mundo é considerada ponto chave da parceria estratégica entre os dois países. A iniciativa visa a defender todas as religiões, mas o tema foi abraçado especialmente por evangélicos e católicos mais atuantes. "Estamos totalmente de acordo com o conceito e com o esforço de promover a liberdade religiosa para todas as religiões ao redor do mundo", disse à reportagem o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que se reuniu nesta quarta-feira (11) com Sam Brownback, embaixador dos EUA para Liberdade Religiosa. Os Estados Unidos realizaram sua segunda reunião sobre o tema em julho, com presença de Damares Alves, titular do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, e do pastor Sérgio Queiroz, secretário nacional de Proteção Global do ministério. Em sua participação, Damares disse estar "particularmente apreensiva com a perseguição contra cristãos", mas mencionou que o Brasil dará atenção especial às religiões de matriz africana. Participaram do encontro delegações de 106 nações, com representantes de diversas religiões. Países com histórico de perseguição religiosa, como Irã, China e Arábia Saudita, não compareceram, embora outros que também registram altos níveis de restrição, segundo o Pew Research Center, como Israel, Emirados Árabes e Egito, estivessem presentes. "As pessoas acham que lutar por liberdade religiosa é só luta pelos cristãos, mas isso não é verdade; tratamos de todas as religiões --as de matriz africana são perseguidas na América Latina, muçulmanos na Europa e, no Oriente Médio, o maior alvo são os cristãos", disse à reportagem o secretário Sérgio Queiroz. "Mas é que, em números totais, a religião mais perseguida do mundo é a cristã." Estudo conduzido pelo Pew Research Center e publicado em julho deste ano mostra que os cristãos são o grupo religioso perseguido no maior número de países (143), seguidos por muçulmanos (140) --ambos representam as religiões com o maior número de fiéis. Segundo Queiroz, os EUA são os grandes defensores da liberdade de discutir a fé em contexto político. "Lá, existe uma resistência grande de setores religiosos, que querem levar a religião para a arena pública", diz. "O Brasil é um país laico, mas isso não significa que a religião deva ser retirada da esfera pública, que a fé não possa fazer parte do debate." A ONU comemorou em 22 de agosto o primeiro dia mundial das vítimas de atos de violência por causa de religião ou crença, celebração proposta pela Polônia, com apoio dos Estados Unidos e do Brasil. Na ocasião, o diplomata Nestor Forster, atual encarregado de negócios na embaixada do Brasil em Washington, fez um discurso ressaltando a presença da liberdade religiosa na base das políticas públicas do governo Bolsonaro. Ele afirmou que o chanceler brasileiro tem expressado preocupação com a perseguição dos cristãos brasileiros, tanto evangélicos quanto católicos. Em julho, na época da reunião ministerial, Ernesto publicou um texto em seu blog criticando supostos ataques da esquerda contra a religião. "O projeto da esquerda em sua atual metamorfose pretende destruir a família, apagar a religião e controlar a linguagem ao ponto de reduzi-la ao balbucio de frases feitas", escreveu. Países com governos alinhados a Trump, como a Colômbia e a Polônia, são grandes entusiastas da aliança encampada pelo secretário de Estado Mike Pompeo, que é evangélico. O apoio do Brasil reforçaria a proposta americana. "A Colômbia vai sediar nesta primavera uma reunião para as Américas. Seria muito bem-vindo se o Brasil também se oferecesse para sediar uma reunião", disse à reportagem Knox Thames, conselheiro especial do Departamento de Estado para Minorias Religiosas. "O Brasil é uma voz importante e tem relacionamentos com países como o Irã", disse Thames. "Poderia pressionar pela libertação de prisioneiros cristãos e bahai no Irã, exortando o país a fazer reformas." O tema da liberdade religiosa também tem sido usado pelos EUA como uma arma em sua guerra fria contra a China. Pompeo chegou a afirmar que a China era "a mancha do século" em relação a violência contra religião, citando a repressão do governo chinês à minoria muçulmana uigur, a cristãos e a budistas tibetanos. A religião também entra na guerra comercial entre os dois países --sanções e embargos já foram aplicados contra empresas de tecnologia chinesas como Dahua e Hikvision por participarem no programa de vigilância de uigures. O Irã também foi alvo. Milícias apoiadas pelo país, acusadas de violência contra cristãos e yazidis no Iraque, receberam sanções, assim como militares em Mianmar envolvidos nos ataques contra a minoria muçulmana rohingya. "Na teoria, a aliança para liberdade religiosa é positiva", diz H.A. Hellyer, pesquisador sênior do Royal United Services Institute e do Carnegie Endowment for International Peace. "A preocupação é que a defesa da liberdade religiosa seja usada de forma seletiva, e seja fundamentalmente de países ocidentais defendendo comunidades cristãs ao redor do mundo, em vez de realmente liberdade religiosa". A aliança anunciada por Pompeo foi comemorada por lideranças evangélicas nos EUA. Em artigo, Tim Head, diretor da poderosa organização cristã Coalizão da Fé e da Liberdade, afirmou que o embaixador Brownback viaja pelo mundo para defender pessoas perseguidas por sua fé e, "simultaneamente, defender outros interesses americanos, como estabilidade de governo, desenvolvimento econômico e combate ao terrorismo". Os evangélicos são base de apoio importante de Donald Trump, que disputa a reeleição, e têm influenciado várias decisões de política externa, como a transferência da embaixada americana para Jerusalém.


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  • 41/56   Promotoria investiga Carlos Bolsonaro por suposto uso de funcionários fantasmas
    WORLD TOPIC NEWS

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O Ministério Público do Rio de Janeiro abriu dois procedimentos para investigar o vereador Carlos Bolsonaro (PSC) pela suspeita do uso de funcionários fantasmas em seu gabinete e da prática de "rachadinha" -quando o servidor devolve parte do salário para o parlamentar. A informação sobre a abertura dos procedimentos foi divulgada pela revista Época e confirmada pela reportagem. Os procedimentos foram abertos depois da circulação de notícias a respeito de funcionários lotados no gabinete de Carlos que aparentemente não prestavam serviço para o vereador. O jornal Folha de S.Paulo revelou dois destes casos, em abril e maio deste ano. Em abril, a reportagem descobriu que Carlos Bolsonaro empregou até janeiro uma idosa que mora em Magé, município a 50 km do Centro do Rio. Nadir Barbosa Goes, 70, negou à reportagem que tenha trabalhado para o vereador. Ela recebia, como oficial de gabinete, uma remuneração de R$ 4.271 mensais. Nadir é irmã do militar Edir Barbosa Goes, 71, assessor atual de Carlos Bolsonaro. A esposa dele, Neula de Carvalho Goes, 66, também foi exonerada pelo vereador. A reportagem encontrou o militar em sua residência, vestindo uma bermuda e camisa do Brasil, às 13h de uma segunda-feira. Irritado, o funcionário da Câmara se negou a responder às perguntas e disse que caberia ao gabinete prestar esclarecimentos. "Eu não sou obrigado a trabalhar todos os dias lá. Não tem espaço físico", afirmou. A reportagem quis saber qual função o militar desempenha. "Não importa", respondeu. Edir também afirmou que a intenção da reportagem, ali, seria a mesma daquela que revelou que Walderice Conceição, vendedora de açaí em Mambucaba, na costa verde do Rio, era assessora fantasma do então deputado federal Jair Bolsonaro. À reportagem o chefe de gabinete de Carlos Bolsonaro, Jorge Luiz Fernandes, disse que esses funcionários entregavam mala direta para a base eleitoral do vereador em Campo Grande, na zona oeste do Rio, e anotavam as reivindicações dos eleitores, principalmente de militares. Para trabalhar diariamente na entrega de correspondências, Nadir teria de percorrer uma distância diária de mais de 130 km. Outra funcionária suspeita de ser fantasma revelada pelo jornal Folha de S.Paulo é Cileide Barbosa Mendes, 43, espécie de faz-tudo da família Bolsonaro. Enquanto esteve lotada no gabinete de Carlos, ela apareceu como responsável pela abertura de três empresas nas quais utilizou como endereço o escritório do hoje presidente Jair Bolsonaro. Na prática, porém, ela era apenas laranja de um tenente-coronel do Exército -ex-marido da segunda mulher de Bolsonaro- que não podia mantê-las registradas no nome dele como militar da ativa. Após ter sido babá de um filho de Ana Cristina Valle (que foi companheira de Bolsonaro e também é mãe de Renan, filho dele), Cileide foi nomeada em janeiro de 2001 no gabinete de Carlos, que era vereador recém-eleito. Novato na política, Carlos tinha 18 anos na época. No início deste ano, porém, ele fez uma limpeza em seu gabinete assim que o pai assumiu o Palácio do Planalto. Nos meses de janeiro e fevereiro, o vereador exonerou nove funcionários. Cileide foi um deles, demitida após 18 anos -recentemente com remuneração de R$ 7.483. A carga horária prevista para assessores comissionados da Câmara Municipal do Rio é de seis horas diárias, que não precisam ser cumpridas no espaço físico da Casa. Esses funcionários não batem ponto e têm a frequência assinada pelo próprio vereador. Carlos Bolsonaro não se pronunciou sobre a abertura dos procedimentos para investigá-lo. Desde o ano passado, suspeitas de irregularidades na contratação de assessores recaem sobre Bolsonaro e seus filhos políticos. Em dezembro, o jornal Folha de S.Paulo revelou que, quando deputado federal, o presidente empregou em seu gabinete a personal trainer Nathalia Queiroz, que atuava em academias do Rio de Janeiro. Ela é filha de Fabrício Queiroz, policial militar aposentado e ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Estado do Rio. Flávio agora é senador, e Queiroz passou a ser investigado pelo Ministério Público depois que o governo federal identificou movimentações financeiras atípicas em sua conta. Alvo de investigações cível e criminal, o ex-assessor de Flávio disse por meio de sua defesa que recolhia parte do salário dos funcionários do gabinete para distribuir a outras pessoas que também trabalhavam para o então deputado estadual. Segundo ele, Flávio não tinha conhecimento da prática. A versão de Queiroz sobre a contratação de assessores informais para Flávio teve como objetivo explicar a movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em sua conta bancária entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Além do volume movimentado, chamou a atenção a forma da operação, com seguidos depósitos em dinheiro em espécie de altos valores e saques subsequentes. A entrada do dinheiro ocorria logo após as datas de pagamentos dos servidores da Assembleia, o que levantou a suspeita da prática da "rachadinha" -devolução de parte do salário do funcionário. O Coaf, órgão do governo federal, também identificou transferência de ao menos dez funcionários do gabinete de Flávio para Queiroz, incluindo a filha e a mulher do PM aposentado. Todos foram intimados a depor no fim do ano passado e são alvo das investigações cíveis e criminais -incluindo mulher e a mãe do ex-PM Adriano da Nóbrega, foragido apontado como chefe da milícia de Rio das Pedras. Os dois procedimentos são sigilosos, motivo pelo qual o Ministério Público não se pronuncia sobre seu andamento.

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O Ministério Público do Rio de Janeiro abriu dois procedimentos para investigar o vereador Carlos Bolsonaro (PSC) pela suspeita do uso de funcionários fantasmas em seu gabinete e da prática de "rachadinha" -quando o servidor devolve parte do salário para o parlamentar. A informação sobre a abertura dos procedimentos foi divulgada pela revista Época e confirmada pela reportagem. Os procedimentos foram abertos depois da circulação de notícias a respeito de funcionários lotados no gabinete de Carlos que aparentemente não prestavam serviço para o vereador. O jornal Folha de S.Paulo revelou dois destes casos, em abril e maio deste ano. Em abril, a reportagem descobriu que Carlos Bolsonaro empregou até janeiro uma idosa que mora em Magé, município a 50 km do Centro do Rio. Nadir Barbosa Goes, 70, negou à reportagem que tenha trabalhado para o vereador. Ela recebia, como oficial de gabinete, uma remuneração de R$ 4.271 mensais. Nadir é irmã do militar Edir Barbosa Goes, 71, assessor atual de Carlos Bolsonaro. A esposa dele, Neula de Carvalho Goes, 66, também foi exonerada pelo vereador. A reportagem encontrou o militar em sua residência, vestindo uma bermuda e camisa do Brasil, às 13h de uma segunda-feira. Irritado, o funcionário da Câmara se negou a responder às perguntas e disse que caberia ao gabinete prestar esclarecimentos. "Eu não sou obrigado a trabalhar todos os dias lá. Não tem espaço físico", afirmou. A reportagem quis saber qual função o militar desempenha. "Não importa", respondeu. Edir também afirmou que a intenção da reportagem, ali, seria a mesma daquela que revelou que Walderice Conceição, vendedora de açaí em Mambucaba, na costa verde do Rio, era assessora fantasma do então deputado federal Jair Bolsonaro. À reportagem o chefe de gabinete de Carlos Bolsonaro, Jorge Luiz Fernandes, disse que esses funcionários entregavam mala direta para a base eleitoral do vereador em Campo Grande, na zona oeste do Rio, e anotavam as reivindicações dos eleitores, principalmente de militares. Para trabalhar diariamente na entrega de correspondências, Nadir teria de percorrer uma distância diária de mais de 130 km. Outra funcionária suspeita de ser fantasma revelada pelo jornal Folha de S.Paulo é Cileide Barbosa Mendes, 43, espécie de faz-tudo da família Bolsonaro. Enquanto esteve lotada no gabinete de Carlos, ela apareceu como responsável pela abertura de três empresas nas quais utilizou como endereço o escritório do hoje presidente Jair Bolsonaro. Na prática, porém, ela era apenas laranja de um tenente-coronel do Exército -ex-marido da segunda mulher de Bolsonaro- que não podia mantê-las registradas no nome dele como militar da ativa. Após ter sido babá de um filho de Ana Cristina Valle (que foi companheira de Bolsonaro e também é mãe de Renan, filho dele), Cileide foi nomeada em janeiro de 2001 no gabinete de Carlos, que era vereador recém-eleito. Novato na política, Carlos tinha 18 anos na época. No início deste ano, porém, ele fez uma limpeza em seu gabinete assim que o pai assumiu o Palácio do Planalto. Nos meses de janeiro e fevereiro, o vereador exonerou nove funcionários. Cileide foi um deles, demitida após 18 anos -recentemente com remuneração de R$ 7.483. A carga horária prevista para assessores comissionados da Câmara Municipal do Rio é de seis horas diárias, que não precisam ser cumpridas no espaço físico da Casa. Esses funcionários não batem ponto e têm a frequência assinada pelo próprio vereador. Carlos Bolsonaro não se pronunciou sobre a abertura dos procedimentos para investigá-lo. Desde o ano passado, suspeitas de irregularidades na contratação de assessores recaem sobre Bolsonaro e seus filhos políticos. Em dezembro, o jornal Folha de S.Paulo revelou que, quando deputado federal, o presidente empregou em seu gabinete a personal trainer Nathalia Queiroz, que atuava em academias do Rio de Janeiro. Ela é filha de Fabrício Queiroz, policial militar aposentado e ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Estado do Rio. Flávio agora é senador, e Queiroz passou a ser investigado pelo Ministério Público depois que o governo federal identificou movimentações financeiras atípicas em sua conta. Alvo de investigações cível e criminal, o ex-assessor de Flávio disse por meio de sua defesa que recolhia parte do salário dos funcionários do gabinete para distribuir a outras pessoas que também trabalhavam para o então deputado estadual. Segundo ele, Flávio não tinha conhecimento da prática. A versão de Queiroz sobre a contratação de assessores informais para Flávio teve como objetivo explicar a movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em sua conta bancária entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Além do volume movimentado, chamou a atenção a forma da operação, com seguidos depósitos em dinheiro em espécie de altos valores e saques subsequentes. A entrada do dinheiro ocorria logo após as datas de pagamentos dos servidores da Assembleia, o que levantou a suspeita da prática da "rachadinha" -devolução de parte do salário do funcionário. O Coaf, órgão do governo federal, também identificou transferência de ao menos dez funcionários do gabinete de Flávio para Queiroz, incluindo a filha e a mulher do PM aposentado. Todos foram intimados a depor no fim do ano passado e são alvo das investigações cíveis e criminais -incluindo mulher e a mãe do ex-PM Adriano da Nóbrega, foragido apontado como chefe da milícia de Rio das Pedras. Os dois procedimentos são sigilosos, motivo pelo qual o Ministério Público não se pronuncia sobre seu andamento.


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  • 42/56   Locutor de rádio se recusa a tocar Pabllo Vittar e é acusado de homofobia
    WORLD TOPIC NEWS

    Emerson Antunes, locutor da rádio Panorama em Itapejara D'oeste, no Paraná, causou polêmica nesta quarta-feira

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  • 43/56   Premiê britânico nega ter mentido para rainha para suspender Parlamento
    WORLD TOPIC NEWS

    O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, rejeitou nesta quinta-feira (12) as críticas recebidas pela publicação de um relatório sobre as consequências caóticas de um "Brexit duro" e as acusações de que teria ocultado da rainha seus motivos para suspender o Parlamento.

    O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, rejeitou nesta quinta-feira (12) as críticas recebidas pela publicação de um relatório sobre as consequências caóticas de um "Brexit duro" e as acusações de que teria ocultado da rainha seus motivos para suspender o Parlamento.


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  • 44/56   Após Dersa, estatal de remédios é alvo de Doria
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após ter conseguido aprovar na Assembleia a extinção da Dersa, estatal paulista sob suspeita de corrupção em obras viárias em gestões tucanas, o governador João Doria (PSDB) estuda acabar também com outra empresa pública citada em delação premiada e alvo de CPI. A Furp (Fundação para o Remédio Popular) será incluída em uma leva de desestatização e extinção prevista para este ano e que inclui outras entidades da área de saúde, como a Fosp (Fundação Oncocentro de São Paulo) e a Sucen (Superintendência de Controle de Endemias). Atualmente, o governo Doria tem maioria folgada na Assembleia para aprovar seus projetos. Principalmente quando esses tratam de enxugar o estado, pauta que tem respaldo de partidos que se declaram independentes, como Novo e PSL (maior bancada, com 15 dos 94 deputados). No começo deste ano, a base do governo conseguiu barrar a instalação de uma CPI que investigasse a Dersa. Como "plano B", oposicionistas e deputados independentes pretendiam usar a CPI da Furp para levantar eventuais irregularidades dos governos do PSDB no estado. A Furp, que é a maior fabricante pública de remédios do país, tornou-se um imbróglio para a gestão Doria por causa de uma PPP (parceria público-privada) desvantajosa e por suspeita de pagamento de propina. Como a Folha de S.Paulo mostrou, mesmo antes de ter sua extinção aprovada pelos deputados, a Dersa já vinha sendo esvaziada pela gestão Doria. A Furp também é alvo de desmonte. Seus funcionários temem demissões e a paralisação da produção de medicamentos importantes. Em delação firmada com o Ministério Público de São Paulo, mantida sob sigilo, os executivos da Camargo Corrêa Martin Wende e Emílio Eugênio Auler Neto afirmaram, em 2017, que houve pagamento de propina a representantes do governo de 2008 a 2013, relativa à obra da fábrica de Américo Brasiliense (SP). Segundo eles, o ex-secretário de Saúde Luiz Roberto Barradas Barata (morto em 2010) recebeu ao menos R$ 1 milhão, em 2008, pela assinatura de um aditivo na obra. Ele atuou nas gestões de José Serra (PSDB) e Geraldo Alckmin (PSDB). Já o ex-superintendente Flávio Vormittag teria recebido em 2013, segundo os relatos, R$ 1,8 milhão para que o governo não recorresse de uma sentença que condenou o estado a pagar mais R$ 22 milhões pela obra à construtora. A obra custou R$ 124 milhões e foi concluída em 2009. À CPI Vormittag reconheceu que o estado não recorreu do pagamento. Em 2013, a o governo Alckmin concedeu a gestão, operação e manutenção da fábrica à iniciativa privada por meio de PPP por 15 anos. A Concessionária Paulista de Medicamentos (CPM), controlada pelo laboratório EMS, seria responsável por investir R$ 130 milhões e produzir 96 tipos de remédios. Atualmente, a fábrica opera com 25% da capacidade, produz 14 medicamentos e recebe R$ 90 milhões anuais do governo. A Secretaria de Saúde, porém, calcula que gastaria R$ 34 milhões para comprar os mesmos remédios no setor privado, ou seja, há um prejuízo de R$ 56 milhões todos os anos para o Tesouro. Desde 2015, quando a fábrica de Américo Brasiliense começou a operar, os cofres públicos já cobriram R$ 70 milhões de dívidas da Furp, que ainda deve cerca de R$ 110 milhões, segundo a CPI. No início do mês, a CPI aprovou a quebra do sigilo telefônico de três ex-dirigentes da Furp, incluindo Vormittag. Para o governo Doria, a extinção ou privatização da fundação, cuja proposta será enviada à Assembleia, é uma forma de sanar esses problemas que recaem sobre gestões tucanas. Já deputados que fazem parte da CPI da Furp defendem a manutenção da entidade, que tem cerca mil funcionários. "O governo paulista tem promovido, ao longo dos anos, e esse governo aprofundou isso, um sucateamento dessas instituições. Há casos de remédio que está pronto, mas não vai porque não tem a caixa ou a bula", diz a deputada Beth Sahão (PT). Já o deputado Edmir Chedid (DEM), que preside a CPI, não acredita que o governo Doria esteja tentando empurrar a Furp para debaixo do tapete. "Há um esforço da nova diretoria. Uma movimentação para tentar produzir e vender mais", diz. OUTRO LADO Em nota, a Secretaria de Saúde diz que está à disposição para colaborar com as investigações em relação à Furp. A respeito da desestatização, o governo afirma que "estuda a extinção e/ou privatização de empresas e fundações estatais, considerando tecnicamente a necessidade de otimizar recursos do estado com eficiência e sem nenhum prejuízo na prestação dos serviços públicos para a população". A pasta diz buscar alternativas para as fábricas da Furp. "Qualquer medida que venha a ser adotada priorizará a garantia do fornecimento gratuito dos medicamentos à população e não há qualquer definição quanto a mudanças." Vormittag não foi localizado pela reportagem.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após ter conseguido aprovar na Assembleia a extinção da Dersa, estatal paulista sob suspeita de corrupção em obras viárias em gestões tucanas, o governador João Doria (PSDB) estuda acabar também com outra empresa pública citada em delação premiada e alvo de CPI. A Furp (Fundação para o Remédio Popular) será incluída em uma leva de desestatização e extinção prevista para este ano e que inclui outras entidades da área de saúde, como a Fosp (Fundação Oncocentro de São Paulo) e a Sucen (Superintendência de Controle de Endemias). Atualmente, o governo Doria tem maioria folgada na Assembleia para aprovar seus projetos. Principalmente quando esses tratam de enxugar o estado, pauta que tem respaldo de partidos que se declaram independentes, como Novo e PSL (maior bancada, com 15 dos 94 deputados). No começo deste ano, a base do governo conseguiu barrar a instalação de uma CPI que investigasse a Dersa. Como "plano B", oposicionistas e deputados independentes pretendiam usar a CPI da Furp para levantar eventuais irregularidades dos governos do PSDB no estado. A Furp, que é a maior fabricante pública de remédios do país, tornou-se um imbróglio para a gestão Doria por causa de uma PPP (parceria público-privada) desvantajosa e por suspeita de pagamento de propina. Como a Folha de S.Paulo mostrou, mesmo antes de ter sua extinção aprovada pelos deputados, a Dersa já vinha sendo esvaziada pela gestão Doria. A Furp também é alvo de desmonte. Seus funcionários temem demissões e a paralisação da produção de medicamentos importantes. Em delação firmada com o Ministério Público de São Paulo, mantida sob sigilo, os executivos da Camargo Corrêa Martin Wende e Emílio Eugênio Auler Neto afirmaram, em 2017, que houve pagamento de propina a representantes do governo de 2008 a 2013, relativa à obra da fábrica de Américo Brasiliense (SP). Segundo eles, o ex-secretário de Saúde Luiz Roberto Barradas Barata (morto em 2010) recebeu ao menos R$ 1 milhão, em 2008, pela assinatura de um aditivo na obra. Ele atuou nas gestões de José Serra (PSDB) e Geraldo Alckmin (PSDB). Já o ex-superintendente Flávio Vormittag teria recebido em 2013, segundo os relatos, R$ 1,8 milhão para que o governo não recorresse de uma sentença que condenou o estado a pagar mais R$ 22 milhões pela obra à construtora. A obra custou R$ 124 milhões e foi concluída em 2009. À CPI Vormittag reconheceu que o estado não recorreu do pagamento. Em 2013, a o governo Alckmin concedeu a gestão, operação e manutenção da fábrica à iniciativa privada por meio de PPP por 15 anos. A Concessionária Paulista de Medicamentos (CPM), controlada pelo laboratório EMS, seria responsável por investir R$ 130 milhões e produzir 96 tipos de remédios. Atualmente, a fábrica opera com 25% da capacidade, produz 14 medicamentos e recebe R$ 90 milhões anuais do governo. A Secretaria de Saúde, porém, calcula que gastaria R$ 34 milhões para comprar os mesmos remédios no setor privado, ou seja, há um prejuízo de R$ 56 milhões todos os anos para o Tesouro. Desde 2015, quando a fábrica de Américo Brasiliense começou a operar, os cofres públicos já cobriram R$ 70 milhões de dívidas da Furp, que ainda deve cerca de R$ 110 milhões, segundo a CPI. No início do mês, a CPI aprovou a quebra do sigilo telefônico de três ex-dirigentes da Furp, incluindo Vormittag. Para o governo Doria, a extinção ou privatização da fundação, cuja proposta será enviada à Assembleia, é uma forma de sanar esses problemas que recaem sobre gestões tucanas. Já deputados que fazem parte da CPI da Furp defendem a manutenção da entidade, que tem cerca mil funcionários. "O governo paulista tem promovido, ao longo dos anos, e esse governo aprofundou isso, um sucateamento dessas instituições. Há casos de remédio que está pronto, mas não vai porque não tem a caixa ou a bula", diz a deputada Beth Sahão (PT). Já o deputado Edmir Chedid (DEM), que preside a CPI, não acredita que o governo Doria esteja tentando empurrar a Furp para debaixo do tapete. "Há um esforço da nova diretoria. Uma movimentação para tentar produzir e vender mais", diz. OUTRO LADO Em nota, a Secretaria de Saúde diz que está à disposição para colaborar com as investigações em relação à Furp. A respeito da desestatização, o governo afirma que "estuda a extinção e/ou privatização de empresas e fundações estatais, considerando tecnicamente a necessidade de otimizar recursos do estado com eficiência e sem nenhum prejuízo na prestação dos serviços públicos para a população". A pasta diz buscar alternativas para as fábricas da Furp. "Qualquer medida que venha a ser adotada priorizará a garantia do fornecimento gratuito dos medicamentos à população e não há qualquer definição quanto a mudanças." Vormittag não foi localizado pela reportagem.


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  • 45/56   ‘Bolsonaro caipira’ é eleito prefeito no interior de SP, o 1º do novo PSL
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - “O pai do atual presidente da OAB era um terrorista travestido de comunista, morreu assassinado pelos próprios colegas. Felipe Santa Cruz é uma vergonha para nós, advogados“. A frase poderia ter sido dita pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi tuitada no final de julho por Everton Sodario, na época apenas um militante de direita na pequena Mirandópolis, a 600 km de São Paulo. Um mês e meio depois, Sodario, 26, tornou-se o primeiro prefeito eleito pelo PSL desde que o presidente tomou posse, em janeiro. O discurso conservador, o estilo brigão e as prioridades administrativas fazem dele, com muito orgulho, uma espécie de Bolsonaro caipira. “Tem gente falando que o governo sofre desgaste, mas aqui não vi nada disso. Usei o Bolsonaro o tempo todo, o número 17, a legenda, o nome do PSL. Tudo isso me ajudou muito”, disse Sodario, que deve tomar posse para um mandato tampão na cidade de 30 mil habitantes, na região de Araçatuba, no início de outubro. Ele teve 60% dos votos e derrotou um opositor do PSC para completar o mandato da ex-prefeita, cassada devido a irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas do Estado. No ano passado, Sodario tentou ser deputado estadual, mas não foi eleito. Acabou sendo convidado para ser assessor parlamentar do gabinete do deputado federal Coronel Tadeu (PSL-SP), do qual se desligou para disputar e vencer a eleição. Sua vitória foi celebrada por caciques do partido como um prenúncio de que a força eleitoral de Bolsonaro, em que pese sua queda de popularidade, continua preservada. O PSL já traça planos de eleger centenas de prefeitos no ano que vem. Sodario diz que o discurso de alinhamento com o presidente foi útil, mas ressalva que a pauta conservadora não foi a mais importante na campanha. “No interior não tem essa coisa tão forte de direita e esquerda. As pessoas não querem tanto saber de conservadorismo. Querem saber de emprego, saúde, asfalto, educação”, afirma. Sua plataforma, em muitos aspectos, mimetiza o discurso do atual ocupante do Palácio do Planalto. Ele prometeu, por exemplo, enxugar cargos comissionados e unir departamentos da prefeitura. Uma fusão planejada é das áreas de agricultura e meio ambiente, algo que Bolsonaro indicou que faria, mas acabou não conseguindo. Também teve efeito seu discurso de que a gestão municipal precisa ser reconstruída e, nesse caso, literalmente. Com o prédio da prefeitura condenado, a administração vem funcionando num ginásio de esportes. Por fim, assim como fez o capitão reformado, o novo prefeito acenou com uma nova forma de fazer política. “Não vou fazer toma-lá-dá-cá com vereador. Isso não vai acontecer mais”, diz. Segundo sua própria estimativa, no entanto, ele terá apenas 4 dos 9 vereadores em sua base de apoio. Mirandópolis tem duas fontes de renda principais: a cana de açúcar, inclusive com uma usina instalada no município, e a presença de três presídios estaduais, que empregam, juntos, cerca de 500 trabalhadores. Mas a economia da cidade não dá conta de gerar trabalho para todos, diz Sodario, e por isso ele pretende atrair investimentos com a clássica receita de seduzir empresas com incentivos fiscais. “O empresário vai ter o que precisar: isenção fiscal, doação de terrenos. O que eu quero é que ele gere emprego na minha cidade”. Outra medida promete ser mais polêmica. O novo prefeito quer acabar com um convênio municipal com presos do regime semiaberto, que exercem atividades como varrer ruas e limpar praças, recebendo pagamento por isso. Prefere que moradores da cidade façam esse serviço. “Queremos que o preso trabalhe dentro da cadeia. Aqui fora, eu prefiro que o pai de família trabalhe”, diz ele. Seguidor das aulas de Olavo de Carvalho e definindo-se como um “conservador ideológico”, ele diz que Bolsonaro está conseguindo, no governo, levar adiante as ideias que prometeu na campanha. Sobre o estilo do presidente ele não tem nenhum reparo, até porque faz igual. “Sou tão brigão quanto o Bolsonaro, acho até mais do que ele. Agora que virei prefeito estou um pouco mais tranquilo, com outro foco. Mas acho que daqui a pouco eu volto a brigar com os esquerdistas”, diz.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - “O pai do atual presidente da OAB era um terrorista travestido de comunista, morreu assassinado pelos próprios colegas. Felipe Santa Cruz é uma vergonha para nós, advogados“. A frase poderia ter sido dita pelo presidente Jair Bolsonaro, mas foi tuitada no final de julho por Everton Sodario, na época apenas um militante de direita na pequena Mirandópolis, a 600 km de São Paulo. Um mês e meio depois, Sodario, 26, tornou-se o primeiro prefeito eleito pelo PSL desde que o presidente tomou posse, em janeiro. O discurso conservador, o estilo brigão e as prioridades administrativas fazem dele, com muito orgulho, uma espécie de Bolsonaro caipira. “Tem gente falando que o governo sofre desgaste, mas aqui não vi nada disso. Usei o Bolsonaro o tempo todo, o número 17, a legenda, o nome do PSL. Tudo isso me ajudou muito”, disse Sodario, que deve tomar posse para um mandato tampão na cidade de 30 mil habitantes, na região de Araçatuba, no início de outubro. Ele teve 60% dos votos e derrotou um opositor do PSC para completar o mandato da ex-prefeita, cassada devido a irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas do Estado. No ano passado, Sodario tentou ser deputado estadual, mas não foi eleito. Acabou sendo convidado para ser assessor parlamentar do gabinete do deputado federal Coronel Tadeu (PSL-SP), do qual se desligou para disputar e vencer a eleição. Sua vitória foi celebrada por caciques do partido como um prenúncio de que a força eleitoral de Bolsonaro, em que pese sua queda de popularidade, continua preservada. O PSL já traça planos de eleger centenas de prefeitos no ano que vem. Sodario diz que o discurso de alinhamento com o presidente foi útil, mas ressalva que a pauta conservadora não foi a mais importante na campanha. “No interior não tem essa coisa tão forte de direita e esquerda. As pessoas não querem tanto saber de conservadorismo. Querem saber de emprego, saúde, asfalto, educação”, afirma. Sua plataforma, em muitos aspectos, mimetiza o discurso do atual ocupante do Palácio do Planalto. Ele prometeu, por exemplo, enxugar cargos comissionados e unir departamentos da prefeitura. Uma fusão planejada é das áreas de agricultura e meio ambiente, algo que Bolsonaro indicou que faria, mas acabou não conseguindo. Também teve efeito seu discurso de que a gestão municipal precisa ser reconstruída e, nesse caso, literalmente. Com o prédio da prefeitura condenado, a administração vem funcionando num ginásio de esportes. Por fim, assim como fez o capitão reformado, o novo prefeito acenou com uma nova forma de fazer política. “Não vou fazer toma-lá-dá-cá com vereador. Isso não vai acontecer mais”, diz. Segundo sua própria estimativa, no entanto, ele terá apenas 4 dos 9 vereadores em sua base de apoio. Mirandópolis tem duas fontes de renda principais: a cana de açúcar, inclusive com uma usina instalada no município, e a presença de três presídios estaduais, que empregam, juntos, cerca de 500 trabalhadores. Mas a economia da cidade não dá conta de gerar trabalho para todos, diz Sodario, e por isso ele pretende atrair investimentos com a clássica receita de seduzir empresas com incentivos fiscais. “O empresário vai ter o que precisar: isenção fiscal, doação de terrenos. O que eu quero é que ele gere emprego na minha cidade”. Outra medida promete ser mais polêmica. O novo prefeito quer acabar com um convênio municipal com presos do regime semiaberto, que exercem atividades como varrer ruas e limpar praças, recebendo pagamento por isso. Prefere que moradores da cidade façam esse serviço. “Queremos que o preso trabalhe dentro da cadeia. Aqui fora, eu prefiro que o pai de família trabalhe”, diz ele. Seguidor das aulas de Olavo de Carvalho e definindo-se como um “conservador ideológico”, ele diz que Bolsonaro está conseguindo, no governo, levar adiante as ideias que prometeu na campanha. Sobre o estilo do presidente ele não tem nenhum reparo, até porque faz igual. “Sou tão brigão quanto o Bolsonaro, acho até mais do que ele. Agora que virei prefeito estou um pouco mais tranquilo, com outro foco. Mas acho que daqui a pouco eu volto a brigar com os esquerdistas”, diz.


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  • 46/56   Ainda com sonda, Bolsonaro deve reassumir Presidência na sexta
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Internado em São Paulo após cirurgia feita no domingo (8), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) apresenta evolução favorável nesta quinta (12) e deve reassumir a Presidência nesta sexta (13). O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) ocupa interinamente o cargo.  Os médicos não informaram uma previsão de alta do presidente ou quando ele deve retornar a Brasília. É esperado, no entanto, que ele saia do hospital no domingo (15).  Há uma ala reservada no Hospital Vila Nova Star, na zona sul de São Paulo, para que o presidente trabalhe a partir de sexta. As salas abrigam sua equipe médica e de segurança, além dos familiares.  A cirurgia para correção de uma hérnia no abdômen foi a quarta pela qual Bolsonaro passou desde que sofreu um ataque à faca durante a campanha eleitoral no ano passado.  Bolsonaro segue com uma sonda nasogástrica e em jejum oral, se alimentando somente pelas veias. A previsão, no entanto, é que a sonda seja retirada ainda nesta quinta ou na sexta, quando o presidente passará a ter uma dieta líquida, baseada em chá, caldo ralo e gelatina.  O boletim médico desta quinta destaca que Bolsonaro está "sem dor, afebril e com recuperação progressiva dos movimentos intestinais". A cicatriz da cirurgia também tem bom aspecto.  O presidente segue fazendo fisioterapia e caminhadas, para estimular os movimentos do intestino.  As visitas continuam restritas. Acompanham o presidente no hospital a primeira-dama Michelle Bolsonaro e o filho Carlos Bolsonaro.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Internado em São Paulo após cirurgia feita no domingo (8), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) apresenta evolução favorável nesta quinta (12) e deve reassumir a Presidência nesta sexta (13). O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) ocupa interinamente o cargo.  Os médicos não informaram uma previsão de alta do presidente ou quando ele deve retornar a Brasília. É esperado, no entanto, que ele saia do hospital no domingo (15).  Há uma ala reservada no Hospital Vila Nova Star, na zona sul de São Paulo, para que o presidente trabalhe a partir de sexta. As salas abrigam sua equipe médica e de segurança, além dos familiares.  A cirurgia para correção de uma hérnia no abdômen foi a quarta pela qual Bolsonaro passou desde que sofreu um ataque à faca durante a campanha eleitoral no ano passado.  Bolsonaro segue com uma sonda nasogástrica e em jejum oral, se alimentando somente pelas veias. A previsão, no entanto, é que a sonda seja retirada ainda nesta quinta ou na sexta, quando o presidente passará a ter uma dieta líquida, baseada em chá, caldo ralo e gelatina.  O boletim médico desta quinta destaca que Bolsonaro está "sem dor, afebril e com recuperação progressiva dos movimentos intestinais". A cicatriz da cirurgia também tem bom aspecto.  O presidente segue fazendo fisioterapia e caminhadas, para estimular os movimentos do intestino.  As visitas continuam restritas. Acompanham o presidente no hospital a primeira-dama Michelle Bolsonaro e o filho Carlos Bolsonaro.


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  • 47/56   Indústria do ouro adota princípios de responsabilidade para mineração
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O Conselho Mundial do Ouro (WGC, na sigla em inglês) convidou, nesta quinta-feira, seus membros e associados a respeitar novos princípios de responsabilidade na mineração, em particular para promover o respeito aos direitos humanos e ao meio ambiente.

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  • 48/56   Cinco cidades francesas proíbem uso de pesticidas
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Paris e outras quatro cidades francesas anunciaram, nesta quinta-feira, a proibição do uso de pesticidas em seu território, com a esperança de mudar a lei, em plena polêmica nacional sobre o uso dos produtos químicos na agricultura.

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  • 49/56   Começa no Japão julgamento de empresa acusada de assédio moral após licença-paternidade
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O julgamento de uma empresa acusada por um funcionário de assédio moral depois que ele tirou a licença-paternidade começou nesta quinta-feira em Tóquio, o tipo de caso que raras vezes chega aos tribunais japoneses.

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  • 50/56   Manifestantes tomam principal avenida de Buenos Aires em protesto por crise
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Milhares de manifestantes tomaram, nesta quarta-feira, a Avenida 9 de Julho, a principal de Buenos Aires, para pedir que seja decretada emergência alimentar na Argentina, que atravessa uma forte crise econômica em meio à corrida presidencial.

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  • 51/56   Governo deixa de arcar com subsídios do Minha Casa Minha Vida
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Diante do aperto nas contas públicas, o governo decidiu deixar de arcar com a parcela de subsídio do programa Minha Casa Minha Vida

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  • 52/56   Quem está fora do ensino superior tem até hoje para concorrer ao Fies
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Termina nesta quarta-feira (11) o prazo para que estudantes que ainda não estão matriculados no ensino superior concorram a uma das vagas que não foram preenchidas no processo seletivo regular do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas no site do programa. Inscrições podem ser feitas na página do Fies na internet - Marcello Casal Jr/ Arquivo/Agência BrasilPara se inescrever, é preciso ter participado do Exame Nacinal do Ensino Médio (Enem), em qualquer edição a partir de 2010. É preciso ter obtido nota igual ou superior a 450 pontos no exame e não ter tirado zero na redação. Além disso, os candidatos precisam ter renda mensal bruta familiar de até três salários mínimos.    As vagas serão ocupadas conforme a ordem de conclusão das inscrições, que garantem ao candidato apenas a expectativa de direito à vaga remanescente para a qual se inscreveu. O candidato só terá a certeza de que conseguiu a vaga depois que validar as informações na instituição de ensino em até dois dias úteis após a inscrição.    Aqueles que não quitaram o financiamento anterior pelo Fies ou pelo Programa de Crédito Educativo não podem se inscrever, assim como os que têm atualmente financiamento do Fies.    Os candidatos já matriculados em instituições de ensino têm prazo maior para se inscrever, até 29 de novembro.

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  • 53/56   Preocupação ambiental atinge venda de carne e bebidas
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Cerca de um terço das pessoas entrevistadas em 24 países da Europa, América Latina e Ásia está alarmada a respeito do meio ambiente.

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  • 54/56   Bolsa de Hong Kong quer comprar Bolsa de Londres por £ 31,6 bi
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A Bolsa de Hong Kong anunciou nesta quarta-feira (11) que deseja adquirir a Bolsa de Londres por 31,6 bilhões de libras (US$ 40 bilhões), uma oferta "não solicitada" - informou a praça britânica, acrescentando apenas que estuda a proposta.

    A Bolsa de Hong Kong anunciou nesta quarta-feira (11) que deseja adquirir a Bolsa de Londres por 31,6 bilhões de libras (US$ 40 bilhões), uma oferta "não solicitada" - informou a praça britânica, acrescentando apenas que estuda a proposta.


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  • 55/56   Comissão do Senado aprova nova lei de telecomunicações que beneficia Oi
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    O novo marco regulatório beneficia principalmente a Oi, operadora em processo de recuperação judicial.

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  • 56/56   Coreia do Norte testa lançador múltiplo de foguetes
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    O líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, supervisionou o teste de um enorme sistema "lançador múltiplo de foguetes", informou nesta quarta-feira a agência estatal de notícias KCNA.

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