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Noticias Slideshows (18/09/2019 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


    DIA DE INTER   Bifão   mion de bial   Camilo   dia de final   yolanda   SEREMOS CAMPEÕES   Aricia   Teló   Andrea   Tulio   Hary   O Mion   De Férias   Sérgio Marone   HOJE TEM CORINTHIANS   Jean Lucas   Arena Serasa   bia ferraz   o diego   
  • 2/56   Apple pode ter investido US$ 1 bilhão em fábrica na Índia

    Segundo reportagem local, a Apple teria investido US$ 1 bilhão em fábrica na Índia, expandindo seus serviços no país. Inicialmente, os produtos fabricados seriam distribuídos apenas por lá, chegando ao resto do mundo futuramente

    Segundo reportagem local, a Apple teria investido US$ 1 bilhão em fábrica na Índia, expandindo seus serviços no país. Inicialmente, os produtos fabricados seriam distribuídos apenas por lá, chegando ao resto do mundo futuramente


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  • 3/56   Brecha no LastPass é explicada por pesquisador da Google

    Tavis Ormandy, do Project Zero, equipe de elite de segurança e caça aos bugs da Google, expôs o problema, que deixava expostas as credenciais de sites visitados anteriormente. LastPass já distribuiu atualização e recomendação é executá-la imediatamente

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  • 4/56   iPhone 11 Pro e Pro Max estão vendendo mais do que a versão “convencional”

    Analista de mercado Ming-Chi Kuo, especialista em produtos da Apple, reuniu informações sobre as pré-vendas iniciais dos novos iPhones. Segundo ele, as variantes premium estão saindo mais, devido ao novo conjunto triplo de câmeras traseiras

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  • 5/56   Google confirma Pixel 4 laranja em anúncio gigante na Times Square

    Companhia de Mountain View está bem próxima de lançar seu novo smartphone, no dia 15 de outubro, e começa a espalhar publicidade sobre a novidade. Usuário do Reddit flagrou um anúncio com o produto em cor laranja

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  • 6/56   Google passa a destacar momentos importantes dos vídeos nas buscas

    Ao invés de listar os vídeos mais relevantes em sua página de resultados, o mecanismo de pesquisa do Google detaca partes mais importantes de vídeos longos. A pesquisa fornece links para os principais momentos do vídeo, com base em registros fornecidos pelos criadores

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  • 7/56   Primeiro beta do Android 10 para aparelhos Samsung pode acontecer já em outubro

    Segundo o site SamMobile, teste deverá acontecer apenas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, e deverá incluir todos os modelos das linhas Galaxy S10, Galaxy Note 10, Galaxy S9 e Galaxy Note 9

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  • 8/56   Snapchat inclui modo 3D para selfies; veja como ficou

    Recurso está disponível apenas para usuários detentores do iPhone X ou modelos superiores. Ao fazer a imagem, é possível dar esse efeito de profundidade e acrescentar filtros. O compartilhamento pode ser feito no mesmo app ou em outros, como o Instagram

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  • 9/56   Gears 5 bate recorde de maior lançamento do Xbox Game Studios desta geração

    A Microsoft revelou nesta terça-feira (17) que Gears 5 atraiu mais de três milhões de jogadores no seu fim de

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  • 10/56   Apple se defende de decisão europeia de devolver € 13 bi à Irlanda

    A Apple denunciou nesta terça-feira (17) a decisão de Bruxelas de obrigá-la a devolver à Irlanda 13 bilhões de euros (14,3 bilhões de dólares) por vantagens fiscais indevidas, uma sanção que segundo a empresa "desafia o senso comum".

    A Apple denunciou nesta terça-feira (17) a decisão de Bruxelas de obrigá-la a devolver à Irlanda 13 bilhões de euros (14,3 bilhões de dólares) por vantagens fiscais indevidas, uma sanção que segundo a empresa "desafia o senso comum".


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  • 11/56   Apple investe US$ 250 milhões em pesquisas de displays da Corning

    Fundos são focados no desenvolvimento e refinamento de materiais, que tornarão telas dos smartphones mais resistentes e duráveis. Novos valores se unem a um investimento de US$ 200 milhões, feito pela Apple na empresa em maio de 2017

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  • 12/56   Google tem histórico preocupante de retaliação a funcionários descontentes

    De acordo com um documento obtido pelo Recode, a Google tem, no último ano, punido funcionários que denunciam casos de discriminação e assédio sexual e deixado os abusadores livres sem qualquer tipo de punição

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  • 13/56   Vazou! Imagens mostram novo iPad Pro com três câmeras

    O famoso leaker Sonny Dickson, que já havia vazado imagens do atual iPhone 11 (e acertado), revelou imagens do que seria um protótipo do futuro tablet da Apple. O produto herdaria o mesmo pacote de sensores para fotos visto no smartphone

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  • 14/56   Apple vai recorrer de multa bilionária imposta pela União Europeia

    Empresa teria aproveitado de reduções artificiais de cargas tributárias na Irlanda, com o recebimento de um auxílio ilegal estatal por mais de 20 anos e pagou multa de US$ 14 bilhões. Agora, a companhia apresenta argumento em apelação nesta terça-feira (17)

    Empresa teria aproveitado de reduções artificiais de cargas tributárias na Irlanda, com o recebimento de um auxílio ilegal estatal por mais de 20 anos e pagou multa de US$ 14 bilhões. Agora, a companhia apresenta argumento em apelação nesta terça-feira (17)


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  • 15/56   Apple afirma que devolução de € 13 bilhões exigida pela UE desafia senso comum

    A Apple afirmou, nesta terça-feira, à justiça europeia que a decisão de Bruxelas de exigir que a empresa devolva à Irlanda 13 bilhões de euros (14,3 bilhões de dólares) de vantagens fiscais desafia a "realidade e o senso comum".

    A Apple afirmou, nesta terça-feira, à justiça europeia que a decisão de Bruxelas de exigir que a empresa devolva à Irlanda 13 bilhões de euros (14,3 bilhões de dólares) de vantagens fiscais desafia a "realidade e o senso comum".


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  • 16/56   Disney faz parceria para usar a nuvem da Microsoft na produção de filmes

    Projeto envolve o Walt Disney StudioLAB, um espaço de trabalho de inovação da Disney, e o Azure, plataforma de computação em nuvem da Microsoft. A ideia é que o Microsoft Azure seja usado para intermediar as produções do estúdio

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  • 17/56   Google One ganha backup automático de diversos tipos de arquivo

    A partir desta semana, os usuários do Google One poderão configurar direto pelo app o backup automático de fotos e vídeos em alta resolução, mensagens de texto e MMS, dados salvos de aplicativo e configurações do Android

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  • 18/56   Pokémon Go ganha novos monstrinhos da região de Unova

    Originalmente apresentados em Pokémon Black e White, personagens agora chegam gratuitamente para usuários de Android e iOS. Jogadores poderão encontrar alguns deles mais facilmente, sendo que outros só serão adquiridos em reides e em ovos

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  • 19/56   Ex-funcionários da Google estão com medo da ameaça de "robôs assassinos"

    Para Laura Nolan e outros ex-funcionários da Google, a gigante da tecnologia precisa parar de investir em drones para a guerra, alegando que o possível uso da inteligência artificial em armas pode ser devastador para a humanidade

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  • 20/56   CEO da IBM vê Amazon e Microsoft como aliadas em nuvem

    (Bloomberg) -- Na visão da IBM de computação em nuvem, a Amazon.com e a Microsoft serão mais aliadas do que rivais.A presidente da IBM, Ginni Rometty, aposta na nuvem híbrida, que permite à empresa oferecer serviços nos servidores baseados em nuvem de clientes corporativos, bem como nas nuvens de terceiros operadas por empresas como Amazon e Microsoft. Tradicionalmente, a IBM tem visto esses gigantes da nuvem como concorrentes diretos, mas, agora, pretende fazer parcerias com essas empresas, oferecendo assistência a clientes que transferem bancos de dados confidenciais para a nuvem, independentemente de qual provedor usem.A IBM, que tem sede em Armonk, Nova York, passou por muitas transformações em seus 108 anos de história: de uma fabricante de equipamentos de tabulação de cartões perfurados para computadores mainframe e, agora, para a nuvem.“Esta empresa teve que ser reinventada muitas vezes”, disse Rometty em entrevista ao programa “CEO Spotlight”, da Bloomberg Television. “É algo que muitas outras empresas ainda precisam enfrentar. Uma coisa é lançar produtos, mas outra coisa é quando o cenário competitivo ataca seus principais modelos de negócios e você precisa desenvolver um novo.”Depois de uma batalha para acompanhar o mercado de nuvem por mais de uma década, a IBM decidiu adotar uma estratégia de nuvem híbrida, consolidando seu futuro com a aquisição de US$ 34 bilhões em 2018 da Red Hat, uma fornecedora de software de código aberto com sede em Raleigh, Carolina do Norte.Na entrevista à BTV, Rometty disse que a Red Hat continuaria operando como uma unidade de negócios separada e distinta dentro da IBM. “Devem permanecer comprometidos e neutros. Precisam estar em todas as plataformas de nossos concorrentes”, disse. “Temos concorrência e cooperação e, neste caso, a Red Hat é uma plataforma que abrange tudo isso.”Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórteres da matéria original: Olivia Carville New York, ocarville1@bloomberg.net;Caroline Hyde New York, chyde3@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Jillian Ward, jward56@bloomberg.net, Molly Schuetz, Robin AjelloFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- Na visão da IBM de computação em nuvem, a Amazon.com e a Microsoft serão mais aliadas do que rivais.A presidente da IBM, Ginni Rometty, aposta na nuvem híbrida, que permite à empresa oferecer serviços nos servidores baseados em nuvem de clientes corporativos, bem como nas nuvens de terceiros operadas por empresas como Amazon e Microsoft. Tradicionalmente, a IBM tem visto esses gigantes da nuvem como concorrentes diretos, mas, agora, pretende fazer parcerias com essas empresas, oferecendo assistência a clientes que transferem bancos de dados confidenciais para a nuvem, independentemente de qual provedor usem.A IBM, que tem sede em Armonk, Nova York, passou por muitas transformações em seus 108 anos de história: de uma fabricante de equipamentos de tabulação de cartões perfurados para computadores mainframe e, agora, para a nuvem.“Esta empresa teve que ser reinventada muitas vezes”, disse Rometty em entrevista ao programa “CEO Spotlight”, da Bloomberg Television. “É algo que muitas outras empresas ainda precisam enfrentar. Uma coisa é lançar produtos, mas outra coisa é quando o cenário competitivo ataca seus principais modelos de negócios e você precisa desenvolver um novo.”Depois de uma batalha para acompanhar o mercado de nuvem por mais de uma década, a IBM decidiu adotar uma estratégia de nuvem híbrida, consolidando seu futuro com a aquisição de US$ 34 bilhões em 2018 da Red Hat, uma fornecedora de software de código aberto com sede em Raleigh, Carolina do Norte.Na entrevista à BTV, Rometty disse que a Red Hat continuaria operando como uma unidade de negócios separada e distinta dentro da IBM. “Devem permanecer comprometidos e neutros. Precisam estar em todas as plataformas de nossos concorrentes”, disse. “Temos concorrência e cooperação e, neste caso, a Red Hat é uma plataforma que abrange tudo isso.”Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórteres da matéria original: Olivia Carville New York, ocarville1@bloomberg.net;Caroline Hyde New York, chyde3@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Jillian Ward, jward56@bloomberg.net, Molly Schuetz, Robin AjelloFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.


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  • 21/56   Menção ao Windows Core OS é encontrado em documento de suporte da MIcrosoft

    Projeto secreto da Microsoft que, segundo o perfil no Linkedin de alguns funcionários da empresa, será um sistema operacional totalmente em nuvem, ainda não tem data de lançamento, mas deve chegar apenas para a próxima geração de produtos da marca

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  • 22/56   Próxima conferência Microsoft Build está marcada para maio de 2020

    A Microsoft Build Developer Conference é um dos principais eventos da empresa. Por meio do blog oficial, a Microsoft anunciou que a próxima conferência acontece entre os dias 19 de maio a 21 de maio de 2020, em Seattle

    A Microsoft Build Developer Conference é um dos principais eventos da empresa. Por meio do blog oficial, a Microsoft anunciou que a próxima conferência acontece entre os dias 19 de maio a 21 de maio de 2020, em Seattle


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  • 23/56   Apple Arcade é lançado mais cedo para alguns usuários, com 54 jogos

    A Apple anunciou que o serviço de assinaturas chegaria em 19 de setembro, e a ideia é que a plataforma de assinatura conte com 100 games. No entanto, o acesso começou já nesta segunda (16) para alguns usuários, com 54 jogos incluídos

    A Apple anunciou que o serviço de assinaturas chegaria em 19 de setembro, e a ideia é que a plataforma de assinatura conte com 100 games. No entanto, o acesso começou já nesta segunda (16) para alguns usuários, com 54 jogos incluídos


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  • 24/56   iPhones XR e XS terão suporte à gravação com mais de uma câmera do iPhone 11

    Demonstrado durante evento da semana passada, recurso que permite que as câmeras dos novos iPhones gravem ao mesmo tempo também estará disponível para os últimos modelos da Maçã. Atualização chegará junto com o iOS 13

    Demonstrado durante evento da semana passada, recurso que permite que as câmeras dos novos iPhones gravem ao mesmo tempo também estará disponível para os últimos modelos da Maçã. Atualização chegará junto com o iOS 13


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  • 25/56   iFood lança versão mais leve do aplicativo para smartphones Android

    Com apenas 280 KB, o novo aplicativo do iFood permite que mais pessoas tenham a experiência de usufruir do serviço em seu smartphone, ocupando pouco espaço na memória e consumindo menos dados móveis. Inicialmente, o download está disponível apenas para aparelhos Android

    Com apenas 280 KB, o novo aplicativo do iFood permite que mais pessoas tenham a experiência de usufruir do serviço em seu smartphone, ocupando pouco espaço na memória e consumindo menos dados móveis. Inicialmente, o download está disponível apenas para aparelhos Android


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  • 26/56   Slides revelam que Google Stadia chegará para o Android TV em 2020

    Slides da empresa apresentados na International Broadcasting Convention e que falam do plano de desenvolvimento para o Android TV revelam que o suporte ao streaming de jogos da Google deverá chegar junto com o Android 11

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  • 27/56   Nova York será por duas semanas epicentro da luta climática
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Milhares de ativistas ambientais de todo planeta estão chegando a Nova York esta semana para protestos e para uma cúpula inédita de jovens, que vieram pressionar os líderes mundiais da ONU a aumentarem seus compromissos climáticos.

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  • 28/56   Veja os atuais compromissos climáticos dos maiores emissores
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, organiza na próxima segunda-feira (23) uma cúpula climática para fazer os líderes mundiais revisarem seus compromissos para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa.

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, organiza na próxima segunda-feira (23) uma cúpula climática para fazer os líderes mundiais revisarem seus compromissos para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa.


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  • 29/56   Sea Bubble: o novo transporte
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Os chamados ‘Sea Bubbles’ estão sendo testados, novamente, no rio Sena, em Paris, para um possível uso comercial. O aparelho já foi autorizado anteriormente para o uso privado.

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  • 30/56   Americana atravessa Canal da Mancha quatro vezes a nado sem parar
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Uma americana se tornou nesta terça-feira (17) a primeira pessoa a atravessar o Canal da Mancha a nado quatro vezes sem interrupção, uma proeza que demorou 54 horas nas águas frias que separam a França do Reino Unido.

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  • 31/56   Bolsonaro recebe alta e continuará recuperação em Brasília
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente Jair Bolsonaro, operado de uma hérnia abdominal há nove dias, recebeu alta na tarde desta segunda-feira (16) do hospital em São Paulo e continuará sua recuperação em Brasília.

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  • 32/56   Purdue Pharma declara falência para enfrentar crise dos opioides
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O grupo farmacêutico Purdue Pharma - emblemático da crise dos opioides nos EUA - anunciou que vai declarar falência e a saída de seus proprietários, uma decisão com a intenção de solucionar a avalanche de processos contra ela.

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  • 33/56   Quem quer um sorriso mais branco?
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O clareamento dental deve ser sempre recomendado por um dentista.

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  • 34/56   Presa por escândalo da Odebrecht, Keiko Fujimori é internada no Peru
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Há dez meses presa pelo escândalo de corrupção da brasileira Odebrecht, a líder opositora peruana Keiko Fujimori foi internada no sábado à noite (14), após sofrer uma crise de hipertensão.

    Há dez meses presa pelo escândalo de corrupção da brasileira Odebrecht, a líder opositora peruana Keiko Fujimori foi internada no sábado à noite (14), após sofrer uma crise de hipertensão.


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  • 35/56   Talibãs 'autorizam' Cruz Vermelha a trabalhar no Afeganistão
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Os talibãs "autorizaram" neste domingo (15) o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICR) a trabalhar no Afeganistão, pondo fim a uma "proibição" decretada em abril passado.

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  • 36/56   Primeira central nuclear flutuante do mundo chega a porto no Ártico
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Desenvolvida pela Rússia, a primeira central nuclear flutuante do mundo chegou neste sábado (14) a seu porto de estacionamento permanente em Pevek, após uma viagem de 5.000 quilômetros pelo Ártico - informou a agência nuclear russa Rosatom.

    Desenvolvida pela Rússia, a primeira central nuclear flutuante do mundo chegou neste sábado (14) a seu porto de estacionamento permanente em Pevek, após uma viagem de 5.000 quilômetros pelo Ártico - informou a agência nuclear russa Rosatom.


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  • 37/56   Raquel Dodge pede nova investigação sobre homicídio de Marielle Franco
    WORLD TOPIC NEWS

    A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, denunciou nesta terça-feira obstruções na investigação sobre o assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) e seu motorista Anderson Gomes em 2018 no Rio de Janeiro, e pediu a abertura de uma investigação a cargo da Polícia Federal (PF) para encontrar os autores intelectuais do crime.

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  • 38/56   Netanyahu e Gantz em nova disputa acirrada pelo poder em Israel
    WORLD TOPIC NEWS

    Benny Gantz, principal adversário do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, nas eleições legislativas desta terça-feira, defendeu a formação de um governo de unidade nacional, diante da indefinição mostrada pelas pesquisas de boca de urna.

    Benny Gantz, principal adversário do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, nas eleições legislativas desta terça-feira, defendeu a formação de um governo de unidade nacional, diante da indefinição mostrada pelas pesquisas de boca de urna.


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  • 39/56   Dois atentados em campanha eleitoral deixam 48 mortos no Afeganistão
    WORLD TOPIC NEWS

    Pelo menos 48 pessoas morreram nesta terça-feira (17) em dois atentados suicidas no Afeganistão, um deles perto de um comício do presidente Ashraf Ghani, na província de Parwan, região central do Afeganistão e outro em Cabul, ambos reivindicados pelos talibãs, que consideram ilegítima a próxima eleição presidencial de 28 de setembro.

    Pelo menos 48 pessoas morreram nesta terça-feira (17) em dois atentados suicidas no Afeganistão, um deles perto de um comício do presidente Ashraf Ghani, na província de Parwan, região central do Afeganistão e outro em Cabul, ambos reivindicados pelos talibãs, que consideram ilegítima a próxima eleição presidencial de 28 de setembro.


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  • 40/56   Boca de urna mostra resultado indefinido em eleição de Israel
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    TEL AVIV, ISRAEL (FOLHAPRESS) - Segundo pesquisas de boca de urna divulgadas pelos principais canais de TV de Israel, o futuro do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu é incerto depois das eleições realizadas nesta terça-feira (17). Os números não dão vitória a nenhum candidato, o que complica as perspectivas de formação de governo e leva o país a mais uma temporada de instabilidade política. Essa é a segunda eleição em cinco meses. Após o pleito de abril, Netanyahu não conseguiu formar governo. São necessárias 61 das 120 cadeiras do Knesset (Parlamento) para que uma coalizão tenha o poder de indicar o premiê --sem definição de um novo líder, Netanyahu segue no cargo. De acordo com todas as pesquisas divulgadas, os opositores de centro-esquerda do Azul e Branco, encabeçado pelo ex-chefe do exército Benny Gantz, receberam mais votos do que o governista Likud. Pelas estimativas do Canal 12, o Azul e Branco recebeu 34 das 120 cadeiras do Parlamento israelense contra 33 da sigla de Netanyahu. Já o Canal 13 indica 33 para o Azul e Branco e 31 para o Likud. Uma terceira pesquisa, realizada pelo Canal 11, aponta 32 assentos para o Azul e Branco contra 31 cadeiras para o Likud. As seções eleitorais abriram às 7h e fecharam às 22h (16h em Brasília) sem registros de problemas durante a votação. A divulgação dos resultados oficiais será iniciada nesta quarta (18), mas pode ser concluída apenas na quinta (19). Os resultados fortalecem as perspectivas de que Netanyahu não consiga formar seu quinto termo consecutivo. Tampouco deixam claro se Gantz conseguirá costurar o próximo governo: "É difícil que tenhamos uma conclusão neste momento, é uma noite dramática", diz o analista político Amit Segal, do Canal 12. O que já pode ser considerado certo é que Netanyahu não conseguiu o resultado que necessitava. Segundo as estimativas de boca de urna, o bloco de partidos de direita conseguiu entre 53 e 57 cadeiras. O bloco de esquerda também não atingiu os 51%, conquistando de 56 a 59 assentos. O fiel da balança será o partido ultranacionalista Israel Nossa Casa, que não faz parte de nenhum dos blocos. O líder do partido, o ex-ministro da Defesa e ex-chanceler Avigdor Lieberman, se fortaleceu, recebendo entre oito e nove assentos, de acordo com os levantamentos. Ele deverá ser o político mais cortejado das próximas semanas. Netanyahu, 69, é o premiê israelense que ocupou o cargo por mais tempo. Tendo exercido a função inicialmente de junho de 1996 a julho de 1999, ele vem se mantendo no posto desde março de 2009. Assim, se estabeleceu como um importante representante da direita na política mundial. Foi assim que se tornou um aliado de primeira hora de Jair Bolsonaro. Também mantém ótimas relações com o mandatário dos EUA, Donald Trump. Em meio à indecisão, o mais importante é a distribuição das cadeiras pelas coalizações de centro-direita e de centro-esquerda. Contra Gantz, pesam as divergências com o Israel Nossa Casa, enquanto Netanyahu tem em seu histórico uma crise com seu ex-aliado. Após o pleito de abril, Lieberman fez exigências de uma coalizão com partidos de extrema-direita e religiosos. O atual primeiro-ministro não conseguiu contemporizar e teve de convocar novas eleições. Desta vez, caso seja indicado novamente para formar o governo, o premiê terá que trabalhar por um acordo com o líder ultranacionalista. Uma das possibilidades seria a oferta de rotatividade para o cargo de primeiro-ministro. Na busca pelos 61 assentos, Gantz teria que convencer a Lista Árabe Unida, terceira maior força política do país, que teria conquistado entre 13 e 15 cadeiras, a apoiar formalmente a coalizão encabeçada pelo Azul e Branco. O líder do partido, Ayman Odeh, já disse que ficará na oposição, minguando as chances de coalizão de esquerda. Outra possibilidade é que Likud e Azul e Branco formem um governo de união nacional. Mas, para isso acontecer, tanto Netanyahu quanto Gantz teriam que aceitar a divisão de poder e a alternância no cargo após dois anos. O primeiro-ministro palestino, Mohammad Shtayyeh, sugeriu nenhum dos principais candidatos ajudará numa solução para o conflito árabe-israelense. "Hoje há eleições em Israel. E, francamente, a diferença entre Benny e Bibi é como a diferença entre Pepsi Cola e Coca-Cola", disse. Depois da conclusão do pleito, caberá ao presidente de Israel, Reuven Rivlin, decidir qual líder tem mais chance de formar um governo viável. Caso ninguém seja bem-sucedido na missão, é possível que seja convocada mais uma eleição para o início de 2020.

    TEL AVIV, ISRAEL (FOLHAPRESS) - Segundo pesquisas de boca de urna divulgadas pelos principais canais de TV de Israel, o futuro do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu é incerto depois das eleições realizadas nesta terça-feira (17). Os números não dão vitória a nenhum candidato, o que complica as perspectivas de formação de governo e leva o país a mais uma temporada de instabilidade política. Essa é a segunda eleição em cinco meses. Após o pleito de abril, Netanyahu não conseguiu formar governo. São necessárias 61 das 120 cadeiras do Knesset (Parlamento) para que uma coalizão tenha o poder de indicar o premiê --sem definição de um novo líder, Netanyahu segue no cargo. De acordo com todas as pesquisas divulgadas, os opositores de centro-esquerda do Azul e Branco, encabeçado pelo ex-chefe do exército Benny Gantz, receberam mais votos do que o governista Likud. Pelas estimativas do Canal 12, o Azul e Branco recebeu 34 das 120 cadeiras do Parlamento israelense contra 33 da sigla de Netanyahu. Já o Canal 13 indica 33 para o Azul e Branco e 31 para o Likud. Uma terceira pesquisa, realizada pelo Canal 11, aponta 32 assentos para o Azul e Branco contra 31 cadeiras para o Likud. As seções eleitorais abriram às 7h e fecharam às 22h (16h em Brasília) sem registros de problemas durante a votação. A divulgação dos resultados oficiais será iniciada nesta quarta (18), mas pode ser concluída apenas na quinta (19). Os resultados fortalecem as perspectivas de que Netanyahu não consiga formar seu quinto termo consecutivo. Tampouco deixam claro se Gantz conseguirá costurar o próximo governo: "É difícil que tenhamos uma conclusão neste momento, é uma noite dramática", diz o analista político Amit Segal, do Canal 12. O que já pode ser considerado certo é que Netanyahu não conseguiu o resultado que necessitava. Segundo as estimativas de boca de urna, o bloco de partidos de direita conseguiu entre 53 e 57 cadeiras. O bloco de esquerda também não atingiu os 51%, conquistando de 56 a 59 assentos. O fiel da balança será o partido ultranacionalista Israel Nossa Casa, que não faz parte de nenhum dos blocos. O líder do partido, o ex-ministro da Defesa e ex-chanceler Avigdor Lieberman, se fortaleceu, recebendo entre oito e nove assentos, de acordo com os levantamentos. Ele deverá ser o político mais cortejado das próximas semanas. Netanyahu, 69, é o premiê israelense que ocupou o cargo por mais tempo. Tendo exercido a função inicialmente de junho de 1996 a julho de 1999, ele vem se mantendo no posto desde março de 2009. Assim, se estabeleceu como um importante representante da direita na política mundial. Foi assim que se tornou um aliado de primeira hora de Jair Bolsonaro. Também mantém ótimas relações com o mandatário dos EUA, Donald Trump. Em meio à indecisão, o mais importante é a distribuição das cadeiras pelas coalizações de centro-direita e de centro-esquerda. Contra Gantz, pesam as divergências com o Israel Nossa Casa, enquanto Netanyahu tem em seu histórico uma crise com seu ex-aliado. Após o pleito de abril, Lieberman fez exigências de uma coalizão com partidos de extrema-direita e religiosos. O atual primeiro-ministro não conseguiu contemporizar e teve de convocar novas eleições. Desta vez, caso seja indicado novamente para formar o governo, o premiê terá que trabalhar por um acordo com o líder ultranacionalista. Uma das possibilidades seria a oferta de rotatividade para o cargo de primeiro-ministro. Na busca pelos 61 assentos, Gantz teria que convencer a Lista Árabe Unida, terceira maior força política do país, que teria conquistado entre 13 e 15 cadeiras, a apoiar formalmente a coalizão encabeçada pelo Azul e Branco. O líder do partido, Ayman Odeh, já disse que ficará na oposição, minguando as chances de coalizão de esquerda. Outra possibilidade é que Likud e Azul e Branco formem um governo de união nacional. Mas, para isso acontecer, tanto Netanyahu quanto Gantz teriam que aceitar a divisão de poder e a alternância no cargo após dois anos. O primeiro-ministro palestino, Mohammad Shtayyeh, sugeriu nenhum dos principais candidatos ajudará numa solução para o conflito árabe-israelense. "Hoje há eleições em Israel. E, francamente, a diferença entre Benny e Bibi é como a diferença entre Pepsi Cola e Coca-Cola", disse. Depois da conclusão do pleito, caberá ao presidente de Israel, Reuven Rivlin, decidir qual líder tem mais chance de formar um governo viável. Caso ninguém seja bem-sucedido na missão, é possível que seja convocada mais uma eleição para o início de 2020.


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  • 41/56   Malta aceita 90 migrantes resgatados por guarda costeira italiana
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    Malta aceitou nesta terça-feira (17) acolher cerca de 90 migrantes que haviam sido socorridos por guardas costeiros italianos em águas do Mediterrâneo nas que o resgate é de sua responsabilidade, de acordo com uma porta-voz da guarda costeira maltesa.

    Malta aceitou nesta terça-feira (17) acolher cerca de 90 migrantes que haviam sido socorridos por guardas costeiros italianos em águas do Mediterrâneo nas que o resgate é de sua responsabilidade, de acordo com uma porta-voz da guarda costeira maltesa.


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  • 42/56   Após críticas e tentativa de acordão, Senado desiste de afrouxar regras eleitorais
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após pressão interna e externa e a tentativa de um acordão com o governo Jair Bolsonaro (PSL), o Senado recuou e desistiu nesta terça (17) de afrouxar as regras eleitorais. Como antecipou a Folha de S.Paulo, o projeto aprovado no início do mês pelos deputados, em votação-relâmpago de uma hora e meia, ampliava brechas para caixa dois e reduzia a possibilidade de punição por irregularidades, além de esvaziar os mecanismos de controle e transparência no uso de verbas públicas eleitorais. A proposta tinha apoio de 15 partidos e dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (AP), ambos do DEM. O Senado tentou na semana passada aprovar a medida também a toque de caixa, mas uma pressão de alguns parlamentares e de entidades da sociedade civil acabou adiando a análise. Nesta terça, buscou-se um acordo com o governo de Jair Bolsonaro para salvar alguns pontos, mas a repercussão contrária levou líderes partidários a optar pela rejeição de praticamente todo o projeto. Em votação simbólica, ou seja, sem registro nominal dos votos, o plenário do Senado aprovou um texto enxuto, assegurando só a verba do fundo eleitoral (uma das fontes públicas das campanhas políticas), sem a definição do valor. Com a modificação, o texto retorna nesta quarta (18) para uma segunda análise da Câmara, que pode acatar a decisão do Senado ou rejeitá-la e resgatar o que havia decidido inicialmente --neste caso, assumiriam forte desgaste. Os deputados são, nesse caso, responsáveis pela palavra final antes de seguir para sanção ou veto de Bolsonaro. Para que valha nas eleições de 2020, qualquer alteração precisa estar sancionada até um ano antes do pleito --ou seja, antes de 4 de outubro. "Esta partitura, muito mal escrita pela Câmara, hoje vai voltar para lá. E espero que eles aprendam a lição, que esta é uma Casa revisora, não carimbadora. Nós não estamos aqui para, a toque de caixa, em 12 horas, em uma hora, em 24 horas, ratificar o que quer que seja que vem da Câmara dos Deputados", afirmou a senadora Simone Tebet (MDB-MS), presidente da CCJ. Davi Alcolumbre disse em rede social que a Casa buscou "corrigir o texto aprovado pelos deputados". O principal ponto do projeto que reduzia a transparência no uso pelos partidos das verbas públicas era o que permitia o uso de qualquer modelos eletrônico de prestação de contas. Isso acabaria com a padronização usada pela Justiça Eleitoral, o que dificultaria enormemente o trabalho de fiscalização feita pelas autoridades e pela população. Sobre o uso das verbas --pelo menos R$ 2,7 bilhões distribuídos aos partidos em ano eleitoral--, o texto abria um leque de novas possibilidades de gasto, como a compra de passagens aéreas até para não filiados e a aquisição de sedes partidárias. Além disso, ficaria muito difícil a punição pelo mau uso do dinheiro público. Seria preciso provar dolo do dirigente partidário ou do candidato, ou seja, que ele agiu com conhecimento e intenção de cometer um crime. Erros, omissões e atrasos na prestação de contas seriam perdoados caso corrigidos até o julgamento, benefício que seria estendido a todos os casos em andamento. Outro ponto questionado era a possibilidade de uso das verbas para contratar consultoria contábil e advocatícia para "interesse direto e indireto do partido", sem que esse valor contasse para o teto de gastos das campanhas --ampliando as brechas para o caixa dois, segundo especialistas. O projeto também permitia o uso das verbas para impulsionamento de conteúdo das legendas na internet, além da volta da obrigatoriedade da propaganda partidária no rádio e na TV. Na primeira votação na Câmara, no dia 3, quase nenhum dos pontos do projeto foi abordado. Deputados gastaram a maior parte da sessão discutindo o valor do fundo eleitoral, decisão que não constava na proposta, e outros temas, como as mensagens da Lava Jato e até a demissão de motoristas e cobradores em Salvador. Às 23h32, Maia anunciou a aprovação do texto-base por 263 votos contra 144. Quinze partidos orientaram suas bancadas a votar a favor da medida, entre eles o PSL de Bolsonaro, que só mudou de posição no minuto final, quando todos já haviam registrado o voto no sistema. Além do PSL, orientaram suas bancadas a votar sim ao projeto PT, PP, MDB, PTB, PL (ex-PR), PSD, PSB, PSDB, Republicanos (ex-PRB), DEM, Solidariedade, PROS, PC do B e PV, com dissidências em várias dessas siglas. Os que orientaram suas bancadas a votar contra a proposta foram PSOL, Cidadania, PSC e Novo. PDT e Podemos pediram aos seus deputados que não participassem da votação com o intuito de derrubá-la por falta de quórum. A análise do mapa de votações mostra que o PT, que é a maior bancada da Câmara, deu a maior parte dos votos favoráveis à medida, 46. Só Vander Loubet (MS) votou contra. No PSL, foram 38 votos contra e 10 a favor. Um dos que apoiaram o projeto foi o líder da bancada, Delegado Waldir (GO). Um dos contrários foi Eduardo Bolsonaro (SP), filho do presidente da República. O Novo votou fechado contra a medida e foi, ao lado do PSOL, o que mais protestou contra o projeto. "Este é um projeto errado do início ao fim. É um absurdo o que estamos fazendo aqui hoje. Claramente percebe-se que os partidos não entenderam o recado da sociedade em relação ao que é feito na política deste país", discursou Tiago Mitraud (Novo-MG).

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após pressão interna e externa e a tentativa de um acordão com o governo Jair Bolsonaro (PSL), o Senado recuou e desistiu nesta terça (17) de afrouxar as regras eleitorais. Como antecipou a Folha de S.Paulo, o projeto aprovado no início do mês pelos deputados, em votação-relâmpago de uma hora e meia, ampliava brechas para caixa dois e reduzia a possibilidade de punição por irregularidades, além de esvaziar os mecanismos de controle e transparência no uso de verbas públicas eleitorais. A proposta tinha apoio de 15 partidos e dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (AP), ambos do DEM. O Senado tentou na semana passada aprovar a medida também a toque de caixa, mas uma pressão de alguns parlamentares e de entidades da sociedade civil acabou adiando a análise. Nesta terça, buscou-se um acordo com o governo de Jair Bolsonaro para salvar alguns pontos, mas a repercussão contrária levou líderes partidários a optar pela rejeição de praticamente todo o projeto. Em votação simbólica, ou seja, sem registro nominal dos votos, o plenário do Senado aprovou um texto enxuto, assegurando só a verba do fundo eleitoral (uma das fontes públicas das campanhas políticas), sem a definição do valor. Com a modificação, o texto retorna nesta quarta (18) para uma segunda análise da Câmara, que pode acatar a decisão do Senado ou rejeitá-la e resgatar o que havia decidido inicialmente --neste caso, assumiriam forte desgaste. Os deputados são, nesse caso, responsáveis pela palavra final antes de seguir para sanção ou veto de Bolsonaro. Para que valha nas eleições de 2020, qualquer alteração precisa estar sancionada até um ano antes do pleito --ou seja, antes de 4 de outubro. "Esta partitura, muito mal escrita pela Câmara, hoje vai voltar para lá. E espero que eles aprendam a lição, que esta é uma Casa revisora, não carimbadora. Nós não estamos aqui para, a toque de caixa, em 12 horas, em uma hora, em 24 horas, ratificar o que quer que seja que vem da Câmara dos Deputados", afirmou a senadora Simone Tebet (MDB-MS), presidente da CCJ. Davi Alcolumbre disse em rede social que a Casa buscou "corrigir o texto aprovado pelos deputados". O principal ponto do projeto que reduzia a transparência no uso pelos partidos das verbas públicas era o que permitia o uso de qualquer modelos eletrônico de prestação de contas. Isso acabaria com a padronização usada pela Justiça Eleitoral, o que dificultaria enormemente o trabalho de fiscalização feita pelas autoridades e pela população. Sobre o uso das verbas --pelo menos R$ 2,7 bilhões distribuídos aos partidos em ano eleitoral--, o texto abria um leque de novas possibilidades de gasto, como a compra de passagens aéreas até para não filiados e a aquisição de sedes partidárias. Além disso, ficaria muito difícil a punição pelo mau uso do dinheiro público. Seria preciso provar dolo do dirigente partidário ou do candidato, ou seja, que ele agiu com conhecimento e intenção de cometer um crime. Erros, omissões e atrasos na prestação de contas seriam perdoados caso corrigidos até o julgamento, benefício que seria estendido a todos os casos em andamento. Outro ponto questionado era a possibilidade de uso das verbas para contratar consultoria contábil e advocatícia para "interesse direto e indireto do partido", sem que esse valor contasse para o teto de gastos das campanhas --ampliando as brechas para o caixa dois, segundo especialistas. O projeto também permitia o uso das verbas para impulsionamento de conteúdo das legendas na internet, além da volta da obrigatoriedade da propaganda partidária no rádio e na TV. Na primeira votação na Câmara, no dia 3, quase nenhum dos pontos do projeto foi abordado. Deputados gastaram a maior parte da sessão discutindo o valor do fundo eleitoral, decisão que não constava na proposta, e outros temas, como as mensagens da Lava Jato e até a demissão de motoristas e cobradores em Salvador. Às 23h32, Maia anunciou a aprovação do texto-base por 263 votos contra 144. Quinze partidos orientaram suas bancadas a votar a favor da medida, entre eles o PSL de Bolsonaro, que só mudou de posição no minuto final, quando todos já haviam registrado o voto no sistema. Além do PSL, orientaram suas bancadas a votar sim ao projeto PT, PP, MDB, PTB, PL (ex-PR), PSD, PSB, PSDB, Republicanos (ex-PRB), DEM, Solidariedade, PROS, PC do B e PV, com dissidências em várias dessas siglas. Os que orientaram suas bancadas a votar contra a proposta foram PSOL, Cidadania, PSC e Novo. PDT e Podemos pediram aos seus deputados que não participassem da votação com o intuito de derrubá-la por falta de quórum. A análise do mapa de votações mostra que o PT, que é a maior bancada da Câmara, deu a maior parte dos votos favoráveis à medida, 46. Só Vander Loubet (MS) votou contra. No PSL, foram 38 votos contra e 10 a favor. Um dos que apoiaram o projeto foi o líder da bancada, Delegado Waldir (GO). Um dos contrários foi Eduardo Bolsonaro (SP), filho do presidente da República. O Novo votou fechado contra a medida e foi, ao lado do PSOL, o que mais protestou contra o projeto. "Este é um projeto errado do início ao fim. É um absurdo o que estamos fazendo aqui hoje. Claramente percebe-se que os partidos não entenderam o recado da sociedade em relação ao que é feito na política deste país", discursou Tiago Mitraud (Novo-MG).


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  • 43/56   Léo Pinheiro, da OAS, deixa cadeia e passa a usar tornozeleira eletrônica
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    CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) - Ex-presidente da construtora OAS, Léo Pinheiro vai passar a cumprir pena em casa, com uso de tornozeleira eletrônica. Ele esteve na tarde desta terça-feira (17) em audiência na 12ª Vara Federal de Execuções Penais de Curitiba, de onde saiu por volta das 16h30, já com o equipamento. O pedido de mudança do regime fechado para o domiciliar partiu da defesa do empreiteiro, que teve homologado o acordo de delação premiada na última sexta-feira (13). Condenado em cinco processos da Lava Jato, Pinheiro foi preso pela primeira vez em novembro de 2014, na 7ª fase da operação, que mirou nos empreiteiros do esquema de corrupção da Petrobras. Com um habeas corpus, ele saiu em março do ano seguinte, mas foi preso novamente em setembro de 2016. O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), homologou a delação de Pinheiro após mais de dois anos de negociações. A homologação é necessária para que os relatos de supostos crimes possam robustecer inquéritos e processos em andamento e possibilitem a abertura de novas investigações. Diante da demora da PGR (Procuradoria-Geral da República) para enviar a delação ao Supremo nos últimos meses, a defesa de Léo Pinheiro chegou a peticionar a Fachin, alertando sobre esse caso. O ex-presidente da OAS vinha tentando firmar um acordo com as autoridades desde 2015. Em 2017, mesmo sem compromisso válido, decidiu dar à Justiça detalhes do esquema de corrupção na Petrobras em troca de uma redução de pena. Em depoimento ao ex-juiz Sergio Moro, hoje ministro da Justiça, Pinheiro imputou crimes ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e disse que reformou e reservou um apartamento tríplex em Guarujá (SP) como contrapartida a benefícios obtidos na Petrobras. Essas declarações foram fundamentais para a condenação de Lula nesse processo, pelo qual cumpre pena por corrupção e lavagem de dinheiro desde abril de 2018 na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba --onde Léo Pinheiro também estava preso. O acordo com a PGR só foi fechado em janeiro deste ano. O conteúdo dos depoimentos permanece sob sigilo, e é incerta a abrangência dos relatos feitos pelo empresário. No início deste mês, uma polêmica sobre a inclusão de depoimentos na versão final do acordo enviado ao Supremo provocou um racha na Procuradoria-Geral da República. A então procuradora-geral, Raquel Dodge, cujo mandato terminou nesta terça (17), solicitou o arquivamento de quatro anexos, conforme revelou o jornal O Globo. Os anexos continham referências ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); ao ex-prefeito de Marília Ticiano Toffoli; ao ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Humberto Martins; e ao presidente do Tribunal de Contas da União, José Múcio Monteiro. Ticiano é irmão do presidente do Supremo, José Antonio Dias Toffoli, que não é citado por Léo Pinheiro no termo da delação a que a Folha de S.Paulo teve acesso. O pedido de arquivamento desses anexos provocou uma demissão coletiva no grupo de trabalho da PGR responsável pela Lava Jato. No último dia 4, procuradores citaram "grave incompatibilidade de entendimento" com Dodge ao entregarem os cargos. Na fase de negociação do acordo de delação de Pinheiro, procuradores da Lava Jato em Curitiba trocaram mensagens pelo aplicativo Telegram vendo com ressalvas as afirmações do empreiteiro em sua colaboração. Os relatos apresentados pela empreiteira sofreram várias alterações até que os procuradores aceitassem assinar um termo de confidencialidade com os advogados, passo essencial para que as negociações avançassem. "Na última reunião dissemos que eles precisariam melhor[ar] consideravelmente os anexos", disse o procurador Roberson Pozzobon aos colegas em julho de 2016. Após a publicação da reportagem sobre essas mensagens, Pinheiro escreveu uma carta na qual disse que não mentiu nem foi coagido a incriminar Lula. "Afirmo categoricamente que nunca mudei ou criei versão, e nunca fui ameaçado ou pressionado pela Polícia Federal ou Ministério Público Federal." Desde o primeiro depoimento a Moro, a defesa do petista tem dito que o empreiteiro ajustou acusações para conseguir fechar o acordo e obter a saída da prisão.

    CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) - Ex-presidente da construtora OAS, Léo Pinheiro vai passar a cumprir pena em casa, com uso de tornozeleira eletrônica. Ele esteve na tarde desta terça-feira (17) em audiência na 12ª Vara Federal de Execuções Penais de Curitiba, de onde saiu por volta das 16h30, já com o equipamento. O pedido de mudança do regime fechado para o domiciliar partiu da defesa do empreiteiro, que teve homologado o acordo de delação premiada na última sexta-feira (13). Condenado em cinco processos da Lava Jato, Pinheiro foi preso pela primeira vez em novembro de 2014, na 7ª fase da operação, que mirou nos empreiteiros do esquema de corrupção da Petrobras. Com um habeas corpus, ele saiu em março do ano seguinte, mas foi preso novamente em setembro de 2016. O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), homologou a delação de Pinheiro após mais de dois anos de negociações. A homologação é necessária para que os relatos de supostos crimes possam robustecer inquéritos e processos em andamento e possibilitem a abertura de novas investigações. Diante da demora da PGR (Procuradoria-Geral da República) para enviar a delação ao Supremo nos últimos meses, a defesa de Léo Pinheiro chegou a peticionar a Fachin, alertando sobre esse caso. O ex-presidente da OAS vinha tentando firmar um acordo com as autoridades desde 2015. Em 2017, mesmo sem compromisso válido, decidiu dar à Justiça detalhes do esquema de corrupção na Petrobras em troca de uma redução de pena. Em depoimento ao ex-juiz Sergio Moro, hoje ministro da Justiça, Pinheiro imputou crimes ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e disse que reformou e reservou um apartamento tríplex em Guarujá (SP) como contrapartida a benefícios obtidos na Petrobras. Essas declarações foram fundamentais para a condenação de Lula nesse processo, pelo qual cumpre pena por corrupção e lavagem de dinheiro desde abril de 2018 na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba --onde Léo Pinheiro também estava preso. O acordo com a PGR só foi fechado em janeiro deste ano. O conteúdo dos depoimentos permanece sob sigilo, e é incerta a abrangência dos relatos feitos pelo empresário. No início deste mês, uma polêmica sobre a inclusão de depoimentos na versão final do acordo enviado ao Supremo provocou um racha na Procuradoria-Geral da República. A então procuradora-geral, Raquel Dodge, cujo mandato terminou nesta terça (17), solicitou o arquivamento de quatro anexos, conforme revelou o jornal O Globo. Os anexos continham referências ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); ao ex-prefeito de Marília Ticiano Toffoli; ao ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Humberto Martins; e ao presidente do Tribunal de Contas da União, José Múcio Monteiro. Ticiano é irmão do presidente do Supremo, José Antonio Dias Toffoli, que não é citado por Léo Pinheiro no termo da delação a que a Folha de S.Paulo teve acesso. O pedido de arquivamento desses anexos provocou uma demissão coletiva no grupo de trabalho da PGR responsável pela Lava Jato. No último dia 4, procuradores citaram "grave incompatibilidade de entendimento" com Dodge ao entregarem os cargos. Na fase de negociação do acordo de delação de Pinheiro, procuradores da Lava Jato em Curitiba trocaram mensagens pelo aplicativo Telegram vendo com ressalvas as afirmações do empreiteiro em sua colaboração. Os relatos apresentados pela empreiteira sofreram várias alterações até que os procuradores aceitassem assinar um termo de confidencialidade com os advogados, passo essencial para que as negociações avançassem. "Na última reunião dissemos que eles precisariam melhor[ar] consideravelmente os anexos", disse o procurador Roberson Pozzobon aos colegas em julho de 2016. Após a publicação da reportagem sobre essas mensagens, Pinheiro escreveu uma carta na qual disse que não mentiu nem foi coagido a incriminar Lula. "Afirmo categoricamente que nunca mudei ou criei versão, e nunca fui ameaçado ou pressionado pela Polícia Federal ou Ministério Público Federal." Desde o primeiro depoimento a Moro, a defesa do petista tem dito que o empreiteiro ajustou acusações para conseguir fechar o acordo e obter a saída da prisão.


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  • 44/56   Preterida, Dodge critica governo Bolsonaro e se diz preocupada ao deixar PGR
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, encerrou nesta terça (17) seu mandato de dois anos com críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que a preteriu na disputa pelo cargo no próximo biênio. Em entrevista coletiva de mais de uma hora, momento raro enquanto ocupou o posto mais importante do MPF (Ministério Público Federal), ela foi questionada se lhe preocupa eventual interferência do presidente nos trabalhos da instituição. "Vejo com muita preocupação sempre a atuação de qualquer governo que visa proteger alguns setores em detrimento de outros. Acho que o papel de um governante é sempre o de desenhar políticas públicas inclusivas", afirmou a procuradora-geral. Dizendo-se preocupada e atenta, Dodge listou ações ajuizadas contra algumas políticas recentes, que são bandeiras da atual gestão, na defesa dos direitos indígenas, do meio ambiente e da liberdade de expressão na sala de aula. Afirmou ter pedido ao STF (Supremo Tribunal Federal) que declare inconstitucional o decreto de Bolsonaro que esvaziou o Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura.  Destacou ainda ação contra o projeto Escola sem Partido, defendido pelo bolsonarismo para combater uma suposta tendência de esquerda no pensamento dos professores.  A procuradora-geral também ressaltou pedido à Justiça para que obrigue o Estado a indenizar os índios guaranis, afetados pela construção de Itaipu. "São todas práticas que, sendo totalitárias ou arbitrárias, exigem intervenção do Ministério Público. Continuo preocupada", disse. A recondução de Dodge, 58, para um mandato de dois anos era considerada improvável, uma vez que ela denunciou Bolsonaro por racismo. Mas ela fez gestos de aproximação com o presidente e teve o apoio de autoridades influentes, como ministros do Supremo. O presidente acabou escolhendo o subprocurador-geral Augusto Aras, que ainda terá de ser aprovado pelo plenário do Senado. Assim como Dodge, ele não disputou a eleição interna da categoria para formar uma lista tríplice de nomes sugeridos ao Planalto. Até a chegada do titular, assume interinamente o subprocurador Alcides Martins. Questionada sobre por que só na reta final de seu mandato, após definida a indicação, apresentou ações contra temas caros ao bolsonarismo, Dodge disse que nunca houve cálculo para combinar as iniciativas com o processo de escolha. Ela justificou que não gostaria de transferir os casos ao sucessor. "Pode até parecer que há uma coincidência de fatores, mas eu te digo que não houve", afirmou. "O mandato de dois anos é muito curto para abrir um procedimento. Nós fazemos isso seguindo o devido processo legal." Dodge não quis polemizar sobre um possível alinhamento de Aras com o Planalto. "Todos nós estamos muito preocupados, mas essa agora não é uma preocupação do meu ofício." A entrevista coletiva foi convocada no apagar das luzes do mandato para que Dodge apresentasse um balanço de sua gestão.  Ao assumir, em setembro de 2017, ela enfatizou em seu discurso que o Ministério Público deve combater a corrupção sem descuidar de outras atribuições, como a defesa dos direitos humanos e das minorias. Os números apresentados por ela indicam forte atuação em temas sociais, com a apresentação de 69 ações diretas de inconstitucionalidade e por descumprimento de preceito constitucional, mas uma diminuição do ritmo da Procuradoria-Geral da República em casos criminais. No mandato de Dodge, foram instaurados 95 inquéritos no Supremo e no STJ (Superior Tribunal de Justiça). A gestão do seu antecessor, Rodrigo Janot, divulgou que, só no âmbito da Lava Jato, foram 178 em dois anos.  Indagada sobre uma possível redução de ritmo, a procuradora-geral fez crítica indireta à atuação de Janot, afirmando que seu gabinete não vazou investigações, havendo, sim, a diminuição da "exploração pública" dos casos. "Isso pode dar a falsa impressão de que houve uma diminuição de ritmo." Dodge apresentou 64 denúncias às cortes superiores. Destacou que o número é maior que a maioria de seus antecessores, inclusive os que ficaram quatro anos no cargo. "Apresentei denúncia contra o presidente da República que me nomeou", referindo-se ao ex-presidente Michel Temer (MDB). Na reta final à frente da PGR, Dodge limitou o perímetro de ação de seu sucessor nas pautas de costumes e ambiental. Durante o processo de escolha do procurador-geral, Bolsonaro disse que o novo chefe do MPF não deveria ser "xiita ambiental" e que teria de entender que "as leis têm de ser feitas para a maioria". Na última semana do seu mandato, Dodge "travou" o entendimento da PGR em temas sensíveis ao Planalto em ao menos cinco pareceres e uma ação no Supremo. Entre os assuntos já tratados estão, por exemplo, maconha, identidade de gênero, demarcação de terra indígena, cadastro rural e deportação de estrangeiros. O último tópico entrou na mira de Dodge por meio de uma ADPF (ação de descumprimento de preceito fundamental). O processo, ajuizado no dia 12, é usado para questionar normas que não são leis. Nesse caso, trata-se de uma portaria do ministro da Justiça, Sergio Moro, sobre deportação sumária de estrangeiros considerados perigosos ou suspeitos de praticar atos contra a Constituição. A norma foi editada no dia 25 de julho. Para Dodge, a medida "fere os princípios da dignidade humana e da igualdade". Ela também defendeu em parecer ao STF que a União e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) editem normas para o uso da maconha medicinal. No dia 11, Dodge enviou manifestação na qual afirma que as escolas têm o dever de combater discriminações de gênero, identidade de gênero e orientação sexual. O PSOL questionou a ausência dessas formas de preconceito no PNE (Plano Nacional de Educação). A lei foi aprovada em 2014. "O não detalhamento dessa específica espécie de discriminação pelo plano nacional tem como efeito, além da possível imposição de silêncio sobre o tema nas escolas, a inércia, quanto ao efetivo combate a atitudes discriminatórias nesse campo", escreveu Dodge. No STF, ela ainda deu pareceres a favor de indígenas em marcação de terra, dizendo que não existe marco temporal pré-estabelecido para a garantia desse direito. Segundo ela, os direitos dos indígenas são originários, e a demarcação, apenas declaratória. Na área ambiental, Dodge ainda pediu a inconstitucionalidade de uma medida provisória que afrouxou regras para regularização ambiental. Procurado por meio de assessoria, Aras não comentou.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, encerrou nesta terça (17) seu mandato de dois anos com críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que a preteriu na disputa pelo cargo no próximo biênio. Em entrevista coletiva de mais de uma hora, momento raro enquanto ocupou o posto mais importante do MPF (Ministério Público Federal), ela foi questionada se lhe preocupa eventual interferência do presidente nos trabalhos da instituição. "Vejo com muita preocupação sempre a atuação de qualquer governo que visa proteger alguns setores em detrimento de outros. Acho que o papel de um governante é sempre o de desenhar políticas públicas inclusivas", afirmou a procuradora-geral. Dizendo-se preocupada e atenta, Dodge listou ações ajuizadas contra algumas políticas recentes, que são bandeiras da atual gestão, na defesa dos direitos indígenas, do meio ambiente e da liberdade de expressão na sala de aula. Afirmou ter pedido ao STF (Supremo Tribunal Federal) que declare inconstitucional o decreto de Bolsonaro que esvaziou o Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura.  Destacou ainda ação contra o projeto Escola sem Partido, defendido pelo bolsonarismo para combater uma suposta tendência de esquerda no pensamento dos professores.  A procuradora-geral também ressaltou pedido à Justiça para que obrigue o Estado a indenizar os índios guaranis, afetados pela construção de Itaipu. "São todas práticas que, sendo totalitárias ou arbitrárias, exigem intervenção do Ministério Público. Continuo preocupada", disse. A recondução de Dodge, 58, para um mandato de dois anos era considerada improvável, uma vez que ela denunciou Bolsonaro por racismo. Mas ela fez gestos de aproximação com o presidente e teve o apoio de autoridades influentes, como ministros do Supremo. O presidente acabou escolhendo o subprocurador-geral Augusto Aras, que ainda terá de ser aprovado pelo plenário do Senado. Assim como Dodge, ele não disputou a eleição interna da categoria para formar uma lista tríplice de nomes sugeridos ao Planalto. Até a chegada do titular, assume interinamente o subprocurador Alcides Martins. Questionada sobre por que só na reta final de seu mandato, após definida a indicação, apresentou ações contra temas caros ao bolsonarismo, Dodge disse que nunca houve cálculo para combinar as iniciativas com o processo de escolha. Ela justificou que não gostaria de transferir os casos ao sucessor. "Pode até parecer que há uma coincidência de fatores, mas eu te digo que não houve", afirmou. "O mandato de dois anos é muito curto para abrir um procedimento. Nós fazemos isso seguindo o devido processo legal." Dodge não quis polemizar sobre um possível alinhamento de Aras com o Planalto. "Todos nós estamos muito preocupados, mas essa agora não é uma preocupação do meu ofício." A entrevista coletiva foi convocada no apagar das luzes do mandato para que Dodge apresentasse um balanço de sua gestão.  Ao assumir, em setembro de 2017, ela enfatizou em seu discurso que o Ministério Público deve combater a corrupção sem descuidar de outras atribuições, como a defesa dos direitos humanos e das minorias. Os números apresentados por ela indicam forte atuação em temas sociais, com a apresentação de 69 ações diretas de inconstitucionalidade e por descumprimento de preceito constitucional, mas uma diminuição do ritmo da Procuradoria-Geral da República em casos criminais. No mandato de Dodge, foram instaurados 95 inquéritos no Supremo e no STJ (Superior Tribunal de Justiça). A gestão do seu antecessor, Rodrigo Janot, divulgou que, só no âmbito da Lava Jato, foram 178 em dois anos.  Indagada sobre uma possível redução de ritmo, a procuradora-geral fez crítica indireta à atuação de Janot, afirmando que seu gabinete não vazou investigações, havendo, sim, a diminuição da "exploração pública" dos casos. "Isso pode dar a falsa impressão de que houve uma diminuição de ritmo." Dodge apresentou 64 denúncias às cortes superiores. Destacou que o número é maior que a maioria de seus antecessores, inclusive os que ficaram quatro anos no cargo. "Apresentei denúncia contra o presidente da República que me nomeou", referindo-se ao ex-presidente Michel Temer (MDB). Na reta final à frente da PGR, Dodge limitou o perímetro de ação de seu sucessor nas pautas de costumes e ambiental. Durante o processo de escolha do procurador-geral, Bolsonaro disse que o novo chefe do MPF não deveria ser "xiita ambiental" e que teria de entender que "as leis têm de ser feitas para a maioria". Na última semana do seu mandato, Dodge "travou" o entendimento da PGR em temas sensíveis ao Planalto em ao menos cinco pareceres e uma ação no Supremo. Entre os assuntos já tratados estão, por exemplo, maconha, identidade de gênero, demarcação de terra indígena, cadastro rural e deportação de estrangeiros. O último tópico entrou na mira de Dodge por meio de uma ADPF (ação de descumprimento de preceito fundamental). O processo, ajuizado no dia 12, é usado para questionar normas que não são leis. Nesse caso, trata-se de uma portaria do ministro da Justiça, Sergio Moro, sobre deportação sumária de estrangeiros considerados perigosos ou suspeitos de praticar atos contra a Constituição. A norma foi editada no dia 25 de julho. Para Dodge, a medida "fere os princípios da dignidade humana e da igualdade". Ela também defendeu em parecer ao STF que a União e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) editem normas para o uso da maconha medicinal. No dia 11, Dodge enviou manifestação na qual afirma que as escolas têm o dever de combater discriminações de gênero, identidade de gênero e orientação sexual. O PSOL questionou a ausência dessas formas de preconceito no PNE (Plano Nacional de Educação). A lei foi aprovada em 2014. "O não detalhamento dessa específica espécie de discriminação pelo plano nacional tem como efeito, além da possível imposição de silêncio sobre o tema nas escolas, a inércia, quanto ao efetivo combate a atitudes discriminatórias nesse campo", escreveu Dodge. No STF, ela ainda deu pareceres a favor de indígenas em marcação de terra, dizendo que não existe marco temporal pré-estabelecido para a garantia desse direito. Segundo ela, os direitos dos indígenas são originários, e a demarcação, apenas declaratória. Na área ambiental, Dodge ainda pediu a inconstitucionalidade de uma medida provisória que afrouxou regras para regularização ambiental. Procurado por meio de assessoria, Aras não comentou.


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  • 45/56   Espanha se dirige para a quarta eleição em quatro anos
    WORLD TOPIC NEWS

    A Espanha se encaminha para novas eleições no dia 10 de novembro depois que o atual chefe de governo, o socialista Pedro Sánchez, não conseguiu os apoios necessários para se manter no poder.

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  • 46/56   Trump envia Pompeo à Arábia Saudita após ataques atribuídos ao Irã
    WORLD TOPIC NEWS

    O secretário americano de Estado, Mike Pompeo, viajou nesta terça-feira à Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos para "contestar a agressão iraniana" após os ataques contra instalações petroleiras sauditas no final de semana.

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  • 47/56   Guia supremo iraniano descarta negociar com EUA em plena tensão com Riad
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O guia supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, descartou, nesta terça-feira (17), qualquer tipo de negociação com os Estados Unidos, em plena escalada de tensão pelos ataques às instalações petroleiras sauditas que Washington atribui a Teerã.

    O guia supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, descartou, nesta terça-feira (17), qualquer tipo de negociação com os Estados Unidos, em plena escalada de tensão pelos ataques às instalações petroleiras sauditas que Washington atribui a Teerã.


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  • 48/56   Americana NBC batiza seu serviço de streaming
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O grupo NBCUniversal informou nesta terça-feira (17) que seu novo serviço de streaming se chamará "Peacock" e incluirá programas originais como uma adaptação de "Battlestar Galactica", assim como títulos de seu amplo catálogo de séries e filmes.

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  • 49/56   Ataque contra a Arábia Saudita partiu do Irã
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Os Estados Unidos concluíram que o ataque de fim de semana às instalações petrolíferas sauditas foi lançado a partir de solo iraniano e foram utilizados mísseis de cruzeiro, disse uma autoridade americana à AFP nesta terça-feira.

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  • 50/56   Governo lança campanha para jovem valorizar vínculo social real
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Em um cotidiano cada vez mais virtual, o Governo Federal lançou hoje (17) uma campanha para que os jovens valorizem os vínculos socias reais. “Antes de postar, converse mais”, “Antes de curtir, viva de verdade”, “Antes de compartilhar, faça parte”, são alguns dos dizeres das peças publicitárias que serão veiculadas a partir de amanhã (18) até o dia 1º de outubro, marcando o Setembro Amarelo.“Tem um fenômeno mundo real versus mundo virtual que está fazendo com que as nossas crianças e adolescentes tenham muita dificuldade em passar por essa fase de adolescência”, diz o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “A campanha é toda para a valorização da vida, para trazer as pessoas para as coisas reais, para os amigos, para o esporte, para a família”.Dados do Ministério da Saúde mostram um aumento de 115% no número de atendimentos de jovens de 15 a 29 anos no Sistema Único de Saúde (SUS) relacionados a depressão, entre 2015 e 2018. A porcentagem foi maior que aumento de 52% registrado no meio período para a população em geral.O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, fala à impresa, após lançamento da campanha de valorização da vida e de combate à depressão - José Cruz/Agência BrasilSegundo Mandetta, a internet, onde os jovens às vezes têm milhares de amigos virtuais ou mesmo onde são vítimas de cyberbullying, pode, em excesso, contribuir para o isolamento das pessoas no mundo real, o que pode levar a transtornos mentais como a depressão.A campanha publicitária foi lançada pelos Ministérios da Saúde e da Mulher, da Família, e dos Direitos Humanos. Com o mote Se liga! Dê um like na vida, ela tem como objetivo estimular os jovens a compartilharem momentos com a família e amigos, a conversarem mais, fortalecendo o diálogo e desmistificando a vida virtual. DepressãoDe acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, estima-se que 14,1 milhões de pessoas apresentem diagnóstico de transtornos ou sofrimentos mentais. Ao todo, 7,6% dos brasileiros de 18 anos ou mais receberam diagnóstico de depressão. Em 2018, o SUS realizou 121.341 atendimentos relacionados à depressão, sendo 24.363 jovens de 15 a 29 anos.“O cérebro é um órgão, é um órgão como é o coração, como é fígado, como é o rim. Ele tem sofrimentos”, diz Mandetta. “A gente ficou muito tempo como se isso não pertencesse ao corpo. Como se o cérebro fosse uma coisa que se guarda numa caixinha da casa que a gente colocasse e tirasse. A gente precisa falar de saúde mental, a gente precisa falar de higiene mental”, complementa.A depressão é, de acordo com a pasta, transtorno mental caracterizado por tristeza persistente e perda de interesse em atividades normalmente prazerosas. AtendimentoPara o atendimento, o SUS oferece 43 mil Unidades de Saúde da Família, na Atenção Primária, que atendem 63% da população e 2.594 Centros de Atenção Psicossocial (Caps). Nesses serviços o cidadão é atendido e, caso seja necessário, é encaminhado para outro serviço especializado da Rede de Atenção Psicossocial (Raps).Em 2018, foram 3,3 milhões de atendimentos em geral nos Caps; neste ano, foram habilitados 12 novos Caps. A estratégia, de acordo com o ministério, é ampliar o número dessas unidades.Há ainda residências terapêuticas; Unidades de Acolhimento; leitos de saúde mental em hospitais gerais; equipes multiprofissionais de atenção especializada em saúde mental; e Consultórios na Rua.Em 2017, o orçamento para Saúde Mental foi de cerca de R$ 1,3 bilhão. Em 2018, foi de R$ 1,5 bilhão. Para este ano, a previsão orçamentária é de R$ 1,6 bilhão.

    Em um cotidiano cada vez mais virtual, o Governo Federal lançou hoje (17) uma campanha para que os jovens valorizem os vínculos socias reais. “Antes de postar, converse mais”, “Antes de curtir, viva de verdade”, “Antes de compartilhar, faça parte”, são alguns dos dizeres das peças publicitárias que serão veiculadas a partir de amanhã (18) até o dia 1º de outubro, marcando o Setembro Amarelo.“Tem um fenômeno mundo real versus mundo virtual que está fazendo com que as nossas crianças e adolescentes tenham muita dificuldade em passar por essa fase de adolescência”, diz o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “A campanha é toda para a valorização da vida, para trazer as pessoas para as coisas reais, para os amigos, para o esporte, para a família”.Dados do Ministério da Saúde mostram um aumento de 115% no número de atendimentos de jovens de 15 a 29 anos no Sistema Único de Saúde (SUS) relacionados a depressão, entre 2015 e 2018. A porcentagem foi maior que aumento de 52% registrado no meio período para a população em geral.O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, fala à impresa, após lançamento da campanha de valorização da vida e de combate à depressão - José Cruz/Agência BrasilSegundo Mandetta, a internet, onde os jovens às vezes têm milhares de amigos virtuais ou mesmo onde são vítimas de cyberbullying, pode, em excesso, contribuir para o isolamento das pessoas no mundo real, o que pode levar a transtornos mentais como a depressão.A campanha publicitária foi lançada pelos Ministérios da Saúde e da Mulher, da Família, e dos Direitos Humanos. Com o mote Se liga! Dê um like na vida, ela tem como objetivo estimular os jovens a compartilharem momentos com a família e amigos, a conversarem mais, fortalecendo o diálogo e desmistificando a vida virtual. DepressãoDe acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, estima-se que 14,1 milhões de pessoas apresentem diagnóstico de transtornos ou sofrimentos mentais. Ao todo, 7,6% dos brasileiros de 18 anos ou mais receberam diagnóstico de depressão. Em 2018, o SUS realizou 121.341 atendimentos relacionados à depressão, sendo 24.363 jovens de 15 a 29 anos.“O cérebro é um órgão, é um órgão como é o coração, como é fígado, como é o rim. Ele tem sofrimentos”, diz Mandetta. “A gente ficou muito tempo como se isso não pertencesse ao corpo. Como se o cérebro fosse uma coisa que se guarda numa caixinha da casa que a gente colocasse e tirasse. A gente precisa falar de saúde mental, a gente precisa falar de higiene mental”, complementa.A depressão é, de acordo com a pasta, transtorno mental caracterizado por tristeza persistente e perda de interesse em atividades normalmente prazerosas. AtendimentoPara o atendimento, o SUS oferece 43 mil Unidades de Saúde da Família, na Atenção Primária, que atendem 63% da população e 2.594 Centros de Atenção Psicossocial (Caps). Nesses serviços o cidadão é atendido e, caso seja necessário, é encaminhado para outro serviço especializado da Rede de Atenção Psicossocial (Raps).Em 2018, foram 3,3 milhões de atendimentos em geral nos Caps; neste ano, foram habilitados 12 novos Caps. A estratégia, de acordo com o ministério, é ampliar o número dessas unidades.Há ainda residências terapêuticas; Unidades de Acolhimento; leitos de saúde mental em hospitais gerais; equipes multiprofissionais de atenção especializada em saúde mental; e Consultórios na Rua.Em 2017, o orçamento para Saúde Mental foi de cerca de R$ 1,3 bilhão. Em 2018, foi de R$ 1,5 bilhão. Para este ano, a previsão orçamentária é de R$ 1,6 bilhão.


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  • 51/56   Preço do petróleo cai 6% após informação retorno da produção saudita
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O preço do petróleo caiu nesta terça-feira como resultado de informações segundo as quais a produção da Arábia Saudita pode ser restaurada dentro de duas a três semanas, segundo analistas.

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  • 52/56   Amazônia boliviana: os tacana, encurralados pela mineração e exploração petroleira
    BUSINESS TOPIC NEWS

    No território tacana, ouve-se durante todo dia o barulho de motores das balsas que buscam ouro no rio. Mas a mineração não preocupa tanto esta comunidade indígena da Amazônia boliviana quanto um projeto petroleiro.

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  • 53/56   A luta dos amahuaca para sobreviver na Amazônia peruana
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Os indígenas amazônicos amahuacas foram assassinados e escravizados há um século durante o ciclo da borracha. Embora seus territórios estejam hoje demarcados, a luta pela vida continua, pois suas terras estão cercadas de garimpeiros sedentos de ouro.

    Os indígenas amazônicos amahuacas foram assassinados e escravizados há um século durante o ciclo da borracha. Embora seus territórios estejam hoje demarcados, a luta pela vida continua, pois suas terras estão cercadas de garimpeiros sedentos de ouro.


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  • 54/56   Conheça o garimpo sem mercúrio e o mercado de 'ouro limpo'
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O garimpo desmatou milhares de hectares em 'Madre de Dios', no sul do Peru, e contaminou seus rios e peixes com mercúrio, mas a extração de ouro pode ser mais amigável com o meio ambiente e, inclusive, impulsionar um mercado de "ouro limpo".

    O garimpo desmatou milhares de hectares em 'Madre de Dios', no sul do Peru, e contaminou seus rios e peixes com mercúrio, mas a extração de ouro pode ser mais amigável com o meio ambiente e, inclusive, impulsionar um mercado de "ouro limpo".


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  • 55/56   Riad afirma que armas usadas contra Arábia Saudita eram iranianas
    BUSINESS TOPIC NEWS

    As armas usadas no ataque à Arábia Saudita, que reduziu enormemente o abastecimento mundial de petróleo e despertou o temor de uma escalada militar entre Washington e Teerã, foram fabricadas no Irã - anunciou a coalizão dirigida por Riad no Iêmen, nesta segunda-feira (16).

    As armas usadas no ataque à Arábia Saudita, que reduziu enormemente o abastecimento mundial de petróleo e despertou o temor de uma escalada militar entre Washington e Teerã, foram fabricadas no Irã - anunciou a coalizão dirigida por Riad no Iêmen, nesta segunda-feira (16).


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  • 56/56   Câmara dos Representantes investiga secretária de Transportes de Trump
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Parlamentares democratas anunciaram nesta segunda-feira que a secretária de Transporte dos Estados Unidos, Elaine Chao, está sob investigação após denúncias de que utilizou sua posição no gabinete de Donald Trump para beneficiar uma empresa de transporte de propriedade de sua família.

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