Pesquisas Locais - Offerte
Endereços - Horários - Comentários
Informações Sobre o Tempo
Produtos Quentes

Noticias Fotos Slideshows
Celebridades, People, Sports, High Tech, vlrPhone
   

HOWTO - Respostas Ilustrado
 
Libertar a Animação VR / AR
Jogar para revelar imagens 3D e modelos 3D!
Demonstração A-Frame / Multiplayer
Android app on Google Play
 
vlrPhone / vlrFilter
Softphones projeto com baixo consumo de energia, velocidade e radiação / Filtro Multifuncional de Audio com Controle Remoto!



 

Noticias Slideshows (19/09/2019 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

    Noticias Fotos Slideshows - Tendências - Clique na imagem para visualizar na realidade aumentada ou em 3D estéreo

    Noticias Fotos Slideshows - Tendências - Clique na imagem para visualizar na realidade aumentada ou em 3D estéreo


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.


    Revista de Imprensa


    Cirino   Odair   Athletico   Guerrero   Tiago Nunes   Carille   Beira Rio   Atlético   Del Valle   Internacional   Furacão   Bambu   Itaquera   EM CASA A GENTE RESOLVE   D'alessandro   Mega Sena   Nonato   QUE GOLAÇO   nico lopez   É CAMPEÃO   Everton Felipe   Denilson   Rambo   Gauchão   Madson   diego e tati   thonny anderson   Lindoso   Parede   QUE JOGADA   Paranaense   Goethe   jogo aberto   O CAP   parabéns cap   UM MINUTO DE SILÊNCIO   
  • 2/56   Google Maps com Modo Anônimo já aparece em alguns grupos de testes

    Recurso que esconde seus passos no Google Mapas foi anunciado há alguns meses e agora finalmente começa a ser testado junto ao público. Por enquanto, apenas algumas pessoas puderam dar uma olhada em como ficou

    Recurso que esconde seus passos no Google Mapas foi anunciado há alguns meses e agora finalmente começa a ser testado junto ao público. Por enquanto, apenas algumas pessoas puderam dar uma olhada em como ficou


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 3/56   Rumor | LG pode ser a fornecedora de sensores de câmera para iPad Pro 2020

    De acordo com rumores do site coreano The Elec, a LG deve se tornar fornecedora da Apple em sensores de tempo de voo para câmeras traseiras do próximo iPad Pro. Previsões anteriores também sugerem novidades semelhantes, reforçando o boato

    De acordo com rumores do site coreano The Elec, a LG deve se tornar fornecedora da Apple em sensores de tempo de voo para câmeras traseiras do próximo iPad Pro. Previsões anteriores também sugerem novidades semelhantes, reforçando o boato


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 4/56   Google cria site com materiais para empresas se prepararem para a Black Friday

    Para auxiliar o comércio no época da Black Friday, que acontece no fim do mês de novembro, a Google lançou uma página especial com materiais, dicas e informações. Assim, as empresas são instruídas a aplicarem as melhores práticas durante a temporada

    Para auxiliar o comércio no época da Black Friday, que acontece no fim do mês de novembro, a Google lançou uma página especial com materiais, dicas e informações. Assim, as empresas são instruídas a aplicarem as melhores práticas durante a temporada


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 5/56   Apple solicita registro do termo "Slofie" para selfies em slow motion

    As novas selfies do iPhone ganharam o excêntrico apelido de Slofie, algo que não fez muito sucesso entre o público, mas a Apple está mais do que satisfeita e está indo atrás de registrar o termo. Slofie vem de Slow Motion Selfie, ou seja, selfie em câmera lenta

    As novas selfies do iPhone ganharam o excêntrico apelido de Slofie, algo que não fez muito sucesso entre o público, mas a Apple está mais do que satisfeita e está indo atrás de registrar o termo. Slofie vem de Slow Motion Selfie, ou seja, selfie em câmera lenta


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 6/56   Advogados de Frank Sinatra proibiram cantor de casar com Marilyn Monroe, diz biógrafo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O romance entre Frank Sinatra e Marilyn Monroe não foi para frente porque os advogados do cantor o proibiram de tomar essa decisão. Essa informação foi divulgada pelo jornalista Charles Casillo, que escreveu diversas biografias da estrela de cinema e agora mantém um podcast sobre a atriz, que cometeu suicídio em 1962.  A série em áudio "The Killing of Marilyn Monroe" está disponível na Apple, e tem como objetivo investigar os últimos dias da atriz, analisando sua carreira, casamentos e outros temas assuntos. O documentário em áudio tem 12 partes.  O jornalista conta que o cantor estava decidido a se casar com a atriz no início dos anos 1960. Sinatra agia como um protetor de Monroe e deixou clara suas intenções a pessoas próximas. No entanto, um de seus advogados recomendou que ele desistisse da ideia. "Disseram que ele poderia ter sua vida destruída se casasse com a maior sex symbol da América", afirmou Casillo. "O advogado explicou a Sinatra que estava claro que a atriz cometeria suicídio e que se isso ocorresse enquanto eles estivessem casados, ele passaria a ser o responsável pela morte da estrela", esclarece o jornalista. O último marido de Monroe foi Arthur Miller. Eles ficaram juntos de 1956 a 1961.  Em 2015, o jornal The Telegraph informou que James Kaplan publicou um livro intitulado "Sinatra: The Chairman", que fornece um relato detalhado do relacionamento do cantor com Monroe. "Não havia dúvida de que Frank estava apaixonado por Marilyn", disse o gerente de talentos Milt Ebbins em trechos do livro. Segundo a publicação, Sinatra e Monroe se conheceram em 1954 enquanto ele ainda era casado com a atriz Ava Gardner. Eles começaram um relacionamento em 1961, que durou vários meses. "Sim, Frank queria se casar com o largo", citou Kaplan Jilly Rizzo, confidente próximo de Sinatra, no livro. "Ele perguntou a ela e ela disse que não." Monroe estava sofrendo de uma forte depressão, crises de ansiedade e de baixa autoestima e que estava em tratamento com um psiquiatra, segundo especialistas.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O romance entre Frank Sinatra e Marilyn Monroe não foi para frente porque os advogados do cantor o proibiram de tomar essa decisão. Essa informação foi divulgada pelo jornalista Charles Casillo, que escreveu diversas biografias da estrela de cinema e agora mantém um podcast sobre a atriz, que cometeu suicídio em 1962.  A série em áudio "The Killing of Marilyn Monroe" está disponível na Apple, e tem como objetivo investigar os últimos dias da atriz, analisando sua carreira, casamentos e outros temas assuntos. O documentário em áudio tem 12 partes.  O jornalista conta que o cantor estava decidido a se casar com a atriz no início dos anos 1960. Sinatra agia como um protetor de Monroe e deixou clara suas intenções a pessoas próximas. No entanto, um de seus advogados recomendou que ele desistisse da ideia. "Disseram que ele poderia ter sua vida destruída se casasse com a maior sex symbol da América", afirmou Casillo. "O advogado explicou a Sinatra que estava claro que a atriz cometeria suicídio e que se isso ocorresse enquanto eles estivessem casados, ele passaria a ser o responsável pela morte da estrela", esclarece o jornalista. O último marido de Monroe foi Arthur Miller. Eles ficaram juntos de 1956 a 1961.  Em 2015, o jornal The Telegraph informou que James Kaplan publicou um livro intitulado "Sinatra: The Chairman", que fornece um relato detalhado do relacionamento do cantor com Monroe. "Não havia dúvida de que Frank estava apaixonado por Marilyn", disse o gerente de talentos Milt Ebbins em trechos do livro. Segundo a publicação, Sinatra e Monroe se conheceram em 1954 enquanto ele ainda era casado com a atriz Ava Gardner. Eles começaram um relacionamento em 1961, que durou vários meses. "Sim, Frank queria se casar com o largo", citou Kaplan Jilly Rizzo, confidente próximo de Sinatra, no livro. "Ele perguntou a ela e ela disse que não." Monroe estava sofrendo de uma forte depressão, crises de ansiedade e de baixa autoestima e que estava em tratamento com um psiquiatra, segundo especialistas.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 7/56   Apple lança mais um beta para corrigir o iOS 13.1, iPadOS 13 e tvOS 13

    É a quarta versão da fase beta dos novos sistema operacionais da Apple. Companhia vem correndo para corrigir tudo e nesta quinta-feira (19) lança as primeiras edições estáveis de cada atualização. Não é recomendável usar esses modelos experimentais

    É a quarta versão da fase beta dos novos sistema operacionais da Apple. Companhia vem correndo para corrigir tudo e nesta quinta-feira (19) lança as primeiras edições estáveis de cada atualização. Não é recomendável usar esses modelos experimentais


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 8/56   Amazon pode ter vazado smartwatch híbrido da Google com 2 semanas de bateria

    Aparelho apareceu em pré-venda na loja da varejista, mas não está mais disponível. Ele conta com ponteiros analógicos e tela digital, além de mostrar notificações de mensagem, clima, batimentos cardíacos e mais funções

    Aparelho apareceu em pré-venda na loja da varejista, mas não está mais disponível. Ele conta com ponteiros analógicos e tela digital, além de mostrar notificações de mensagem, clima, batimentos cardíacos e mais funções


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 9/56   Call of Duty: Mobile chega gratuitamente para iOS e Android em 1º de outubro

    Versão para smartphones e tablets da franquia mais conhecida de FPS vai contar com dois modos principais, um multiplayer convencional e um battle royale. Jogo foi desenvolvido pela Timi, estúdio da Tencent em parceria com a Activision

    Versão para smartphones e tablets da franquia mais conhecida de FPS vai contar com dois modos principais, um multiplayer convencional e um battle royale. Jogo foi desenvolvido pela Timi, estúdio da Tencent em parceria com a Activision


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 10/56   iPhone 11 Pro Max aparece sendo desmontado em vídeo no YouTube

    Um canal vietnamita no YouTube desmontou um iPhone 11 Pro Max, o smartphone mais poderoso da Apple até então, mostrando detalhes sobre a bateria, placa-mãe e câmera. O aparelho será lançado oficialmente na sexta-feira (20)

    Um canal vietnamita no YouTube desmontou um iPhone 11 Pro Max, o smartphone mais poderoso da Apple até então, mostrando detalhes sobre a bateria, placa-mãe e câmera. O aparelho será lançado oficialmente na sexta-feira (20)


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 11/56   Produtora musical acusa Apple de pirataria e abre processo contra empresa

    Segundo a documentação, a empresa Four Jays Music Company acusa a Apple de, conscientemente, ter veiculado no Apple Music canções cujos direitos de reprodução, ela não havia adquirido; empresa passou por processo similar em maio deste ano

    Segundo a documentação, a empresa Four Jays Music Company acusa a Apple de, conscientemente, ter veiculado no Apple Music canções cujos direitos de reprodução, ela não havia adquirido; empresa passou por processo similar em maio deste ano


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 12/56   Huawei corteja mundo da tecnologia com oferta de segredos 5G

    (Bloomberg) -- A Huawei Technologies está oferecendo seus segredos 5G mais valiosos e US$ 1,5 bilhão para desenvolvedores de software, cortejando a comunidade global de tecnologia ao mesmo tempo em que os Estados Unidos aumentam a pressão contra a gigante chinesa.A maior empresa de tecnologia da China pretende aumentar o investimento em seu programa de desenvolvimento nos próximos cinco anos, disse o vice-presidente da Huawei, Ken Hu, durante uma conferência anual. A iniciativa tem um sentido de urgência para a Huawei, que corre o risco de perder acesso a circuitos e códigos americanos, que incluem o sistema operacional do Google usado em seus celulares. A empresa chinesa é a segunda maior fabricante mundial de smartphones.A Huawei expande seu alcance depois que a administração Trump impôs sanções sobre a venda de tecnologia dos EUA, levando aliados a cortar laços com a empresa chinesa, acusada de ajudar Pequim em espionagem. Em resposta, a Huawei se ofereceu para vender uma licença para sua tecnologia sem fio de quinta geração - necessária para impulsionar futuras economias modernas - para assim criar um concorrente viável e provar que seu equipamento está livre de falhas de segurança.“Existem muitas preocupações em relação às soluções 5G da Huawei. Acreditamos que essas preocupações são infundadas”, disse Hu a repórteres em Xangai. “Ao permitir que outras pessoas adquiram essas tecnologias por métodos comerciais, isso ajudará a diminuir esse receio.”A liderança da China na tecnologia 5G está no centro da campanha do presidente Donald Trump para conter o avanço do país. A Huawei já assinou mais de 60 contratos comerciais para instalar o padrão sem fio globalmente, disse Hu. A própria China está pronta para terminar a primeira fase de seu lançamento de 5G até meados do próximo ano, acrescentou.A empresa pretende aumentar sua base de parceiros-desenvolvedores para 5 milhões futuramente, disse Hu. Esse exército de empresas e indivíduos poderia ajudar a criar aplicativos otimizados para rodar na CPU Kunpeng e com o chip de inteligência artificial da Huawei.“Este trabalho já começou e recebemos um feedback muito bom”, disse a executivos de tecnologia em Xangai. “Implementamos essa estratégia e esperamos que mais parceiros se juntem a nós.”\--Com a colaboração de Vlad Savov.To contact Bloomberg News staff for this story: Yuan Gao Beijing, ygao199@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Edwin Chan, echan273@bloomberg.net, Colum MurphyFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- A Huawei Technologies está oferecendo seus segredos 5G mais valiosos e US$ 1,5 bilhão para desenvolvedores de software, cortejando a comunidade global de tecnologia ao mesmo tempo em que os Estados Unidos aumentam a pressão contra a gigante chinesa.A maior empresa de tecnologia da China pretende aumentar o investimento em seu programa de desenvolvimento nos próximos cinco anos, disse o vice-presidente da Huawei, Ken Hu, durante uma conferência anual. A iniciativa tem um sentido de urgência para a Huawei, que corre o risco de perder acesso a circuitos e códigos americanos, que incluem o sistema operacional do Google usado em seus celulares. A empresa chinesa é a segunda maior fabricante mundial de smartphones.A Huawei expande seu alcance depois que a administração Trump impôs sanções sobre a venda de tecnologia dos EUA, levando aliados a cortar laços com a empresa chinesa, acusada de ajudar Pequim em espionagem. Em resposta, a Huawei se ofereceu para vender uma licença para sua tecnologia sem fio de quinta geração - necessária para impulsionar futuras economias modernas - para assim criar um concorrente viável e provar que seu equipamento está livre de falhas de segurança.“Existem muitas preocupações em relação às soluções 5G da Huawei. Acreditamos que essas preocupações são infundadas”, disse Hu a repórteres em Xangai. “Ao permitir que outras pessoas adquiram essas tecnologias por métodos comerciais, isso ajudará a diminuir esse receio.”A liderança da China na tecnologia 5G está no centro da campanha do presidente Donald Trump para conter o avanço do país. A Huawei já assinou mais de 60 contratos comerciais para instalar o padrão sem fio globalmente, disse Hu. A própria China está pronta para terminar a primeira fase de seu lançamento de 5G até meados do próximo ano, acrescentou.A empresa pretende aumentar sua base de parceiros-desenvolvedores para 5 milhões futuramente, disse Hu. Esse exército de empresas e indivíduos poderia ajudar a criar aplicativos otimizados para rodar na CPU Kunpeng e com o chip de inteligência artificial da Huawei.“Este trabalho já começou e recebemos um feedback muito bom”, disse a executivos de tecnologia em Xangai. “Implementamos essa estratégia e esperamos que mais parceiros se juntem a nós.”\--Com a colaboração de Vlad Savov.To contact Bloomberg News staff for this story: Yuan Gao Beijing, ygao199@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Edwin Chan, echan273@bloomberg.net, Colum MurphyFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 13/56   WhatsApp | Função "Apagar para Todos" não exclui arquivos de mídia no iPhone

    Um dos recursos mais comemorados do mensageiro tem uma falha grave no iPhone. Usuários dos dispositivos da Apple, ao usarem a função "apagar para todos", não eliminam arquivos de mídia do receptor, tal qual acontece no Android

    Um dos recursos mais comemorados do mensageiro tem uma falha grave no iPhone. Usuários dos dispositivos da Apple, ao usarem a função "apagar para todos", não eliminam arquivos de mídia do receptor, tal qual acontece no Android


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 14/56   Google pode lançar roteador com smart speaker e assistente de voz

    O Nest Wifi deve vir com um novo design e pequenos sinalizadores que devem funcionar como alto-falantes inteligentes. O Google Assistente deve ter mais habilidades, inclusive a possibilidade de ativar ou desativar a rede em apenas um cômodo com o uso da voz

    O Nest Wifi deve vir com um novo design e pequenos sinalizadores que devem funcionar como alto-falantes inteligentes. O Google Assistente deve ter mais habilidades, inclusive a possibilidade de ativar ou desativar a rede em apenas um cômodo com o uso da voz


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 15/56   iPhone 11 tem até 25% mais bateria que o antecessor e 4 GB de RAM

    Especificações foram apresentadas pela Apple junto à TENAA, o equivalente chinês à Agência Nacional de Telecomunicações. O salto no tanque energético é visível, assim como o upgrade na memória RAM do novo smartphone

    Especificações foram apresentadas pela Apple junto à TENAA, o equivalente chinês à Agência Nacional de Telecomunicações. O salto no tanque energético é visível, assim como o upgrade na memória RAM do novo smartphone


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 16/56   Apple recorre de multa bilionária e diz que “falta bom senso” à União Europeia

    Maçã e Irlanda são acusadas de configurar uma manobra para reduzir artificialmente cargas tributárias em um auxílio estatal ilegal por mais de 20 anos, o que gerou uma multa de US$ 14 bilhões. A primeira rodada de argumentações aconteceu na terça-feira (17)

    Maçã e Irlanda são acusadas de configurar uma manobra para reduzir artificialmente cargas tributárias em um auxílio estatal ilegal por mais de 20 anos, o que gerou uma multa de US$ 14 bilhões. A primeira rodada de argumentações aconteceu na terça-feira (17)


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 17/56   Apple pode ter investido US$ 1 bilhão em fábrica na Índia

    Segundo reportagem local, a Apple teria investido US$ 1 bilhão em fábrica na Índia, expandindo seus serviços no país. Inicialmente, os produtos fabricados seriam distribuídos apenas por lá, chegando ao resto do mundo futuramente

    Segundo reportagem local, a Apple teria investido US$ 1 bilhão em fábrica na Índia, expandindo seus serviços no país. Inicialmente, os produtos fabricados seriam distribuídos apenas por lá, chegando ao resto do mundo futuramente


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 18/56   Brecha no LastPass é explicada por pesquisador da Google

    Tavis Ormandy, do Project Zero, equipe de elite de segurança e caça aos bugs da Google, expôs o problema, que deixava expostas as credenciais de sites visitados anteriormente. LastPass já distribuiu atualização e recomendação é executá-la imediatamente

    Tavis Ormandy, do Project Zero, equipe de elite de segurança e caça aos bugs da Google, expôs o problema, que deixava expostas as credenciais de sites visitados anteriormente. LastPass já distribuiu atualização e recomendação é executá-la imediatamente


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 19/56   iPhone 11 Pro e Pro Max estão vendendo mais do que a versão “convencional”

    Analista de mercado Ming-Chi Kuo, especialista em produtos da Apple, reuniu informações sobre as pré-vendas iniciais dos novos iPhones. Segundo ele, as variantes premium estão saindo mais, devido ao novo conjunto triplo de câmeras traseiras

    Analista de mercado Ming-Chi Kuo, especialista em produtos da Apple, reuniu informações sobre as pré-vendas iniciais dos novos iPhones. Segundo ele, as variantes premium estão saindo mais, devido ao novo conjunto triplo de câmeras traseiras


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 20/56   Google confirma Pixel 4 laranja em anúncio gigante na Times Square

    Companhia de Mountain View está bem próxima de lançar seu novo smartphone, no dia 15 de outubro, e começa a espalhar publicidade sobre a novidade. Usuário do Reddit flagrou um anúncio com o produto em cor laranja

    Companhia de Mountain View está bem próxima de lançar seu novo smartphone, no dia 15 de outubro, e começa a espalhar publicidade sobre a novidade. Usuário do Reddit flagrou um anúncio com o produto em cor laranja


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 21/56   Google passa a destacar momentos importantes dos vídeos nas buscas

    Ao invés de listar os vídeos mais relevantes em sua página de resultados, o mecanismo de pesquisa do Google detaca partes mais importantes de vídeos longos. A pesquisa fornece links para os principais momentos do vídeo, com base em registros fornecidos pelos criadores

    Ao invés de listar os vídeos mais relevantes em sua página de resultados, o mecanismo de pesquisa do Google detaca partes mais importantes de vídeos longos. A pesquisa fornece links para os principais momentos do vídeo, com base em registros fornecidos pelos criadores


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 22/56   Primeiro beta do Android 10 para aparelhos Samsung pode acontecer já em outubro

    Segundo o site SamMobile, teste deverá acontecer apenas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, e deverá incluir todos os modelos das linhas Galaxy S10, Galaxy Note 10, Galaxy S9 e Galaxy Note 9

    Segundo o site SamMobile, teste deverá acontecer apenas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, e deverá incluir todos os modelos das linhas Galaxy S10, Galaxy Note 10, Galaxy S9 e Galaxy Note 9


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 23/56   Snapchat inclui modo 3D para selfies; veja como ficou

    Recurso está disponível apenas para usuários detentores do iPhone X ou modelos superiores. Ao fazer a imagem, é possível dar esse efeito de profundidade e acrescentar filtros. O compartilhamento pode ser feito no mesmo app ou em outros, como o Instagram

    Recurso está disponível apenas para usuários detentores do iPhone X ou modelos superiores. Ao fazer a imagem, é possível dar esse efeito de profundidade e acrescentar filtros. O compartilhamento pode ser feito no mesmo app ou em outros, como o Instagram


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 24/56   Gears 5 bate recorde de maior lançamento do Xbox Game Studios desta geração

    A Microsoft revelou nesta terça-feira (17) que Gears 5 atraiu mais de três milhões de jogadores no seu fim de

    A Microsoft revelou nesta terça-feira (17) que Gears 5 atraiu mais de três milhões de jogadores no seu fim de


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 25/56   Apple se defende de decisão europeia de devolver € 13 bi à Irlanda

    A Apple denunciou nesta terça-feira (17) a decisão de Bruxelas de obrigá-la a devolver à Irlanda 13 bilhões de euros (14,3 bilhões de dólares) por vantagens fiscais indevidas, uma sanção que segundo a empresa "desafia o senso comum".

    A Apple denunciou nesta terça-feira (17) a decisão de Bruxelas de obrigá-la a devolver à Irlanda 13 bilhões de euros (14,3 bilhões de dólares) por vantagens fiscais indevidas, uma sanção que segundo a empresa "desafia o senso comum".


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 26/56   Apple investe US$ 250 milhões em pesquisas de displays da Corning

    Fundos são focados no desenvolvimento e refinamento de materiais, que tornarão telas dos smartphones mais resistentes e duráveis. Novos valores se unem a um investimento de US$ 200 milhões, feito pela Apple na empresa em maio de 2017

    Fundos são focados no desenvolvimento e refinamento de materiais, que tornarão telas dos smartphones mais resistentes e duráveis. Novos valores se unem a um investimento de US$ 200 milhões, feito pela Apple na empresa em maio de 2017


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 27/56   Abortos nos EUA caem ao menor nível desde a legalização
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O número de abortos realizados nos Estados Unidos caiu novamente, entre 2014 e 2017, para atingir seu menor nível desde que foi legalizado pela Corte Suprema, em 1973, segundo dados obtidos pelo Instituto Guttmacher.

    O número de abortos realizados nos Estados Unidos caiu novamente, entre 2014 e 2017, para atingir seu menor nível desde que foi legalizado pela Corte Suprema, em 1973, segundo dados obtidos pelo Instituto Guttmacher.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 28/56   Índia anuncia proibição do cigarro eletrônico
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O governo indiano anunciou nesta quarta-feira (18) a proibição dos cigarros eletrônicos no país, onde vivem 1,3 bilhão de pessoas, por motivos de saúde e para combater vícios.

    O governo indiano anunciou nesta quarta-feira (18) a proibição dos cigarros eletrônicos no país, onde vivem 1,3 bilhão de pessoas, por motivos de saúde e para combater vícios.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 29/56   Facebook lança TV inteligente
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Facebook apresentou, nesta quarta-feira, a segunda geração da tela de vídeo inteligente chamada ‘Portal’. A tecnologia deve aprimorar a maneira como os usuários se conectam, através da rede social.

    O Facebook apresentou, nesta quarta-feira, a segunda geração da tela de vídeo inteligente chamada ‘Portal’. A tecnologia deve aprimorar a maneira como os usuários se conectam, através da rede social.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 30/56   Nova York será por duas semanas epicentro da luta climática
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Milhares de ativistas ambientais de todo planeta estão chegando a Nova York esta semana para protestos e para uma cúpula inédita de jovens, que vieram pressionar os líderes mundiais da ONU a aumentarem seus compromissos climáticos.

    Milhares de ativistas ambientais de todo planeta estão chegando a Nova York esta semana para protestos e para uma cúpula inédita de jovens, que vieram pressionar os líderes mundiais da ONU a aumentarem seus compromissos climáticos.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 31/56   Veja os atuais compromissos climáticos dos maiores emissores
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, organiza na próxima segunda-feira (23) uma cúpula climática para fazer os líderes mundiais revisarem seus compromissos para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa.

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, organiza na próxima segunda-feira (23) uma cúpula climática para fazer os líderes mundiais revisarem seus compromissos para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 32/56   Americana atravessa Canal da Mancha quatro vezes a nado sem parar
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Uma americana se tornou nesta terça-feira (17) a primeira pessoa a atravessar o Canal da Mancha a nado quatro vezes sem interrupção, uma proeza que demorou 54 horas nas águas frias que separam a França do Reino Unido.

    Uma americana se tornou nesta terça-feira (17) a primeira pessoa a atravessar o Canal da Mancha a nado quatro vezes sem interrupção, uma proeza que demorou 54 horas nas águas frias que separam a França do Reino Unido.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 33/56   Bolsonaro recebe alta e continuará recuperação em Brasília
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente Jair Bolsonaro, operado de uma hérnia abdominal há nove dias, recebeu alta na tarde desta segunda-feira (16) do hospital em São Paulo e continuará sua recuperação em Brasília.

    O presidente Jair Bolsonaro, operado de uma hérnia abdominal há nove dias, recebeu alta na tarde desta segunda-feira (16) do hospital em São Paulo e continuará sua recuperação em Brasília.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 34/56   Purdue Pharma declara falência para enfrentar crise dos opioides
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O grupo farmacêutico Purdue Pharma - emblemático da crise dos opioides nos EUA - anunciou que vai declarar falência e a saída de seus proprietários, uma decisão com a intenção de solucionar a avalanche de processos contra ela.

    O grupo farmacêutico Purdue Pharma - emblemático da crise dos opioides nos EUA - anunciou que vai declarar falência e a saída de seus proprietários, uma decisão com a intenção de solucionar a avalanche de processos contra ela.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 35/56   Quem quer um sorriso mais branco?
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O clareamento dental deve ser sempre recomendado por um dentista.

    O clareamento dental deve ser sempre recomendado por um dentista.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 36/56   Presa por escândalo da Odebrecht, Keiko Fujimori é internada no Peru
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Há dez meses presa pelo escândalo de corrupção da brasileira Odebrecht, a líder opositora peruana Keiko Fujimori foi internada no sábado à noite (14), após sofrer uma crise de hipertensão.

    Há dez meses presa pelo escândalo de corrupção da brasileira Odebrecht, a líder opositora peruana Keiko Fujimori foi internada no sábado à noite (14), após sofrer uma crise de hipertensão.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 37/56   Câmara aprova 'versão light' de projeto que afrouxa lei eleitoral
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Um dia depois de o Senado rejeitar quase a totalidade do projeto de reforma da legislação eleitoral, a Câmara dos Deputados reabilitou e aprovou o texto-base da medida nesta quarta-feira (18), abandonando alguns das principais medidas que afrouxavam as regras vigentes. Ainda assim, permaneceram pontos que afrouxam as regras e o controle sobre o uso das verbas públicas pelos partidos, como a liberação para pagamento de multas eleitorais, compra de sedes partidárias e passagens aéreas até para não filiados. Haverá ainda nesta quarta a votação dos chamados "destaques", que são tentativas de alteração de pontos específicos. Após isso, o projeto segue para sanção ou veto do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que tem até 15 dias úteis para tomar uma decisão. Para valer nas eleições municipais do ano que vem, qualquer medida tem que estar em vigor antes de 4 de outubro. Após uma grande pressão de entidades da sociedade civil, os deputados concordaram em retirar do projeto cinco medidas: 1) a que permitia que os 33 partidos usassem qualquer sistema contábil de prestação de contas disponível no mercado, o que acabava com o sistema padrão usado pela Justiça Eleitoral, dificultando em muito a transparência e a fiscalização; 2) a que exigia a prova de dolo, ou seja, de ação consciente e premeditada, para que houvesse punição sobre maus uso do dinheiro público; 3) a que permitia correção de problemas na prestação de contas até o seu julgamento; 4) a que adiava em oito meses a prestação de contas eleitorais devida pelos partidos e 5) a que permitia o uso da verba pública para contratação de advogados para filiados acusados de corrupção e para interesse "direto e indireto" das siglas. Apesar dessas supressões, ficou mantida a permissão da contratação de consultoria contábil e advocatícia para ações de interesse partidário relacionados exclusivamente ao processo eleitoral, sem que isso conte para o limite de gastos das campanhas. Pessoas físicas também poderão bancar esses gastos em valores superiores às doações eleitorais que podem fazer hoje. Segundo especialistas, isso amplia as brechas ao caixa dois. Na parte da fiscalização, o projeto permite que políticos ficha-suja sejam eleitos, já que seus casos poderão ser analisados até a data da posse (hoje isso tem que ocorrer no momento do pedido de registro da candidatura). O texto tira ainda os partidos políticos do foco de atenção que Coaf (o Conselho de Controle de Atividades Financeiras) dedica às operações e propostas de operações de pessoas expostas politicamente, entre outros pontos.  Apoiado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o texto traz de volta a propaganda partidária que havia sido extinta em 2017, além da permissão de que os partidos usem verba pública para pagar impulsionamento na internet. "Nós respeitamos, não somos um Poder que não ouve a sociedade", disse Maia, sobre os pontos em que a Câmara recuou. "A imprensa fez críticas, alguns articulistas colocaram os pontos, encaminhei aos líderes partidários as preocupações da sociedade, todas legítimas. (...) Temos convicção do que fizemos, não vamos fugir daquilo que a gente fez. Entre uma votação e outra a sociedade estuda, questiona, critica, bate. Bate com força. Às vezes dói, mas é assim a democracia. Graças a Deus a gente tem quem possa nos criticar nesse país." Em carta aberta, mais de 20 entidades da sociedade civil pediram a Maia que barrasse os principais pontos do projeto. O texto afirma que a proposta representa "um dos maiores retrocessos dos últimos anos para transparência e integridade do sistema partidário brasileiro". O documento foi assinado, entre outros, pela Transparência Partidária, Transparência Brasil, Associação Contas Abertas, Instituto Ethos e movimentos de renovação na política, como o Acredito e o Livres. Essa pressão havia levado o Senado a rejeitar praticamente a integralidade do projeto, na terça-feira. Ficou apenas o ponto que trata das fontes de financiamento do fundo eleitoral, sem estipular valor --o que será definido no final do ano, na análise do Orçamento da União para 2020. Atualmente, siglas e candidatos são bancados pelos fundos partidário (que deve distribuir cerca de R$ 928 milhões em 2019) e o eleitoral (que distribuiu R$ 1,7 bilhão na disputa de 2018 e pode ter o valor majorado em 2020). O valor do fundo eleitoral expôs uma divergência entre Maia e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que são do mesmo partido e têm, até agora, atuando em sintonia fina no Congresso. Maia tem defendido que o fundo mantenha para 2020 o mesmo valor de 2018. Ele argumenta não haver espaço no Orçamento para mais dinheiro para as campanhas. Alcolumbre manifestou opinião diversa. "A eleição passada foi de 27 governadores, 54 senadores, de 513 deputados federais e 1.050 deputados estaduais. A eleição do ano que vem é de 5.570 prefeitos, 57 mil vereadores. Defendo coerência. Se os vereadores e os prefeitos não tiverem o apoio dos partidos necessário para eles fazerem uma campanha com responsabilidade, a gente acaba criando um caminho para estas pessoas não agirem em suas campanhas dentro da legislação", afirmou. Ontem deputados reclamaram, nos bastidores, de Alcolumbre, afirmando ter havido traição no fato de o Senado ter cedido às pressões contrárias ao projeto. Já deputados e senadores reclamaram da postura de Maia de não defender um aumento para o fundo eleitoral em 2020.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Um dia depois de o Senado rejeitar quase a totalidade do projeto de reforma da legislação eleitoral, a Câmara dos Deputados reabilitou e aprovou o texto-base da medida nesta quarta-feira (18), abandonando alguns das principais medidas que afrouxavam as regras vigentes. Ainda assim, permaneceram pontos que afrouxam as regras e o controle sobre o uso das verbas públicas pelos partidos, como a liberação para pagamento de multas eleitorais, compra de sedes partidárias e passagens aéreas até para não filiados. Haverá ainda nesta quarta a votação dos chamados "destaques", que são tentativas de alteração de pontos específicos. Após isso, o projeto segue para sanção ou veto do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que tem até 15 dias úteis para tomar uma decisão. Para valer nas eleições municipais do ano que vem, qualquer medida tem que estar em vigor antes de 4 de outubro. Após uma grande pressão de entidades da sociedade civil, os deputados concordaram em retirar do projeto cinco medidas: 1) a que permitia que os 33 partidos usassem qualquer sistema contábil de prestação de contas disponível no mercado, o que acabava com o sistema padrão usado pela Justiça Eleitoral, dificultando em muito a transparência e a fiscalização; 2) a que exigia a prova de dolo, ou seja, de ação consciente e premeditada, para que houvesse punição sobre maus uso do dinheiro público; 3) a que permitia correção de problemas na prestação de contas até o seu julgamento; 4) a que adiava em oito meses a prestação de contas eleitorais devida pelos partidos e 5) a que permitia o uso da verba pública para contratação de advogados para filiados acusados de corrupção e para interesse "direto e indireto" das siglas. Apesar dessas supressões, ficou mantida a permissão da contratação de consultoria contábil e advocatícia para ações de interesse partidário relacionados exclusivamente ao processo eleitoral, sem que isso conte para o limite de gastos das campanhas. Pessoas físicas também poderão bancar esses gastos em valores superiores às doações eleitorais que podem fazer hoje. Segundo especialistas, isso amplia as brechas ao caixa dois. Na parte da fiscalização, o projeto permite que políticos ficha-suja sejam eleitos, já que seus casos poderão ser analisados até a data da posse (hoje isso tem que ocorrer no momento do pedido de registro da candidatura). O texto tira ainda os partidos políticos do foco de atenção que Coaf (o Conselho de Controle de Atividades Financeiras) dedica às operações e propostas de operações de pessoas expostas politicamente, entre outros pontos.  Apoiado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o texto traz de volta a propaganda partidária que havia sido extinta em 2017, além da permissão de que os partidos usem verba pública para pagar impulsionamento na internet. "Nós respeitamos, não somos um Poder que não ouve a sociedade", disse Maia, sobre os pontos em que a Câmara recuou. "A imprensa fez críticas, alguns articulistas colocaram os pontos, encaminhei aos líderes partidários as preocupações da sociedade, todas legítimas. (...) Temos convicção do que fizemos, não vamos fugir daquilo que a gente fez. Entre uma votação e outra a sociedade estuda, questiona, critica, bate. Bate com força. Às vezes dói, mas é assim a democracia. Graças a Deus a gente tem quem possa nos criticar nesse país." Em carta aberta, mais de 20 entidades da sociedade civil pediram a Maia que barrasse os principais pontos do projeto. O texto afirma que a proposta representa "um dos maiores retrocessos dos últimos anos para transparência e integridade do sistema partidário brasileiro". O documento foi assinado, entre outros, pela Transparência Partidária, Transparência Brasil, Associação Contas Abertas, Instituto Ethos e movimentos de renovação na política, como o Acredito e o Livres. Essa pressão havia levado o Senado a rejeitar praticamente a integralidade do projeto, na terça-feira. Ficou apenas o ponto que trata das fontes de financiamento do fundo eleitoral, sem estipular valor --o que será definido no final do ano, na análise do Orçamento da União para 2020. Atualmente, siglas e candidatos são bancados pelos fundos partidário (que deve distribuir cerca de R$ 928 milhões em 2019) e o eleitoral (que distribuiu R$ 1,7 bilhão na disputa de 2018 e pode ter o valor majorado em 2020). O valor do fundo eleitoral expôs uma divergência entre Maia e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que são do mesmo partido e têm, até agora, atuando em sintonia fina no Congresso. Maia tem defendido que o fundo mantenha para 2020 o mesmo valor de 2018. Ele argumenta não haver espaço no Orçamento para mais dinheiro para as campanhas. Alcolumbre manifestou opinião diversa. "A eleição passada foi de 27 governadores, 54 senadores, de 513 deputados federais e 1.050 deputados estaduais. A eleição do ano que vem é de 5.570 prefeitos, 57 mil vereadores. Defendo coerência. Se os vereadores e os prefeitos não tiverem o apoio dos partidos necessário para eles fazerem uma campanha com responsabilidade, a gente acaba criando um caminho para estas pessoas não agirem em suas campanhas dentro da legislação", afirmou. Ontem deputados reclamaram, nos bastidores, de Alcolumbre, afirmando ter havido traição no fato de o Senado ter cedido às pressões contrárias ao projeto. Já deputados e senadores reclamaram da postura de Maia de não defender um aumento para o fundo eleitoral em 2020.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 38/56   Bolão de assessores do PT ganha Mega-Sena de R$ 120 milhões
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Um bolão feito pela área técnica da liderança do PT na Câmara dos Deputados com a participação de 49 pessoas foi o grande ganhador da Mega-Sena acumulada em R$ 120 milhões, segundo parlamentares do próprio partido. Momentos depois de ter sido divulgada a informação que a aposta vencedora tinha saído para Brasília, houve comemoração no plenário e em corredores próximos à liderança do PT. Pelo rateio, cada um receberá R$ 2,5 milhões. Um motorista do partido teria adquirido seis cotas, o que significa que vai embolsar, sozinho, R$ 15 milhões. Os números sorteados foram:  04 - 11 - 16 - 22 - 29 - 33.  Além da mega, 406 apostas acertaram a quina (cinco números) e vão levar R$ 19.407,24 cada uma. Na quadra (quatro acertos) foram 24.366 apostas ganhadoras, que receberão R$ 461,96 cada uma. Foi o terceiro maior prêmio acumulado no ano e um dos 20 maiores da história. O maior foi sorteado em maio, para uma pessoa que fez a aposta pela internet e levou R$ 289 milhões.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Um bolão feito pela área técnica da liderança do PT na Câmara dos Deputados com a participação de 49 pessoas foi o grande ganhador da Mega-Sena acumulada em R$ 120 milhões, segundo parlamentares do próprio partido. Momentos depois de ter sido divulgada a informação que a aposta vencedora tinha saído para Brasília, houve comemoração no plenário e em corredores próximos à liderança do PT. Pelo rateio, cada um receberá R$ 2,5 milhões. Um motorista do partido teria adquirido seis cotas, o que significa que vai embolsar, sozinho, R$ 15 milhões. Os números sorteados foram:  04 - 11 - 16 - 22 - 29 - 33.  Além da mega, 406 apostas acertaram a quina (cinco números) e vão levar R$ 19.407,24 cada uma. Na quadra (quatro acertos) foram 24.366 apostas ganhadoras, que receberão R$ 461,96 cada uma. Foi o terceiro maior prêmio acumulado no ano e um dos 20 maiores da história. O maior foi sorteado em maio, para uma pessoa que fez a aposta pela internet e levou R$ 289 milhões.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 39/56   Incêndio em escola corânica da Libéria mata 28 pessoas
    WORLD TOPIC NEWS

    Ao menos 26 alunos e dois professores morreram nesta quarta-feira em um incêndio em uma escola corânica em Monróvia, capital da Libéria, em uma das piores tragédias já registradas neste pobre país da África ocidental.

    Ao menos 26 alunos e dois professores morreram nesta quarta-feira em um incêndio em uma escola corânica em Monróvia, capital da Libéria, em uma das piores tragédias já registradas neste pobre país da África ocidental.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 40/56   TSE condena Luciano Hang a pagar R$ 2.000 por vídeo de apoio a Bolsonaro na eleição
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) condenou o empresário Luciano Hang, dono da rede varejista Havan, ao pagamento de R$ 2.000 por propaganda eleitoral irregular em favor do então candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). A ordem do ministro Sérgio Banhos foi publicada nesta quarta-feira (18). O tribunal havia condenado o empresário em julho, mas cabia recurso. Hang desistiu da ação e, na quarta-feira passada (11), o ministro determinou o cumprimento da decisão. Procurada, a assessoria de imprensa de Hang não respondeu até a conclusão deste texto. Durante o processo eleitoral de 2018, ele publicou um vídeo dentro de uma loja da Havan no qual declarava apoio ao atual presidente.  A coligação Para Unir o Brasil, do então candidato Geraldo Alckmin (PSDB), ajuizou a ação por "propaganda em bem de uso comum", no caso uma unidade da Havan em São Bento do Sul (SC). "É incontroverso que o ato de propaganda eleitoral ocorreu no interior de uma das lojas da Havan, estabelecimento comercial que se enquadra na definição de bens de uso comum para fins eleitorais", escreveu o ministro. No vídeo, segundo a decisão do TSE, Hang declara apoio, mas não pede voto a Bolsonaro. "Todos sabem a minha posição. Eu sou Bolsonaro! Bolsonaro", transcreve a sentença. Apesar disso, o tribunal considerou a conduta irregular.  Segundo Banhos, "houve clara manifestação do representado em benefício do candidato Jair Messias Bolsonaro mediante pedido de apoio político, ao relacionar a mudança do país para melhor à eleição do aludido candidato". Na defesa ao tribunal, Hang alegou que não houve irregularidade. Ele também argumentou que tem direito à livre manifestação do pensamento, um princípio constitucional.  O empresário afirmou ainda que uma resolução do próprio TSE permite manifestação política espontânea na internet sem configurar propaganda eleitoral. A coligação também pediu a condenação de Bolsonaro, mas o TSE rejeitou.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) condenou o empresário Luciano Hang, dono da rede varejista Havan, ao pagamento de R$ 2.000 por propaganda eleitoral irregular em favor do então candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). A ordem do ministro Sérgio Banhos foi publicada nesta quarta-feira (18). O tribunal havia condenado o empresário em julho, mas cabia recurso. Hang desistiu da ação e, na quarta-feira passada (11), o ministro determinou o cumprimento da decisão. Procurada, a assessoria de imprensa de Hang não respondeu até a conclusão deste texto. Durante o processo eleitoral de 2018, ele publicou um vídeo dentro de uma loja da Havan no qual declarava apoio ao atual presidente.  A coligação Para Unir o Brasil, do então candidato Geraldo Alckmin (PSDB), ajuizou a ação por "propaganda em bem de uso comum", no caso uma unidade da Havan em São Bento do Sul (SC). "É incontroverso que o ato de propaganda eleitoral ocorreu no interior de uma das lojas da Havan, estabelecimento comercial que se enquadra na definição de bens de uso comum para fins eleitorais", escreveu o ministro. No vídeo, segundo a decisão do TSE, Hang declara apoio, mas não pede voto a Bolsonaro. "Todos sabem a minha posição. Eu sou Bolsonaro! Bolsonaro", transcreve a sentença. Apesar disso, o tribunal considerou a conduta irregular.  Segundo Banhos, "houve clara manifestação do representado em benefício do candidato Jair Messias Bolsonaro mediante pedido de apoio político, ao relacionar a mudança do país para melhor à eleição do aludido candidato". Na defesa ao tribunal, Hang alegou que não houve irregularidade. Ele também argumentou que tem direito à livre manifestação do pensamento, um princípio constitucional.  O empresário afirmou ainda que uma resolução do próprio TSE permite manifestação política espontânea na internet sem configurar propaganda eleitoral. A coligação também pediu a condenação de Bolsonaro, mas o TSE rejeitou.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 41/56   Senado rejeita recondução de conselheiros que votaram a favor de Deltan
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Senado rejeitou nesta quarta-feira (18) a recondução de dois conselheiros do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) que votaram a favor do procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, em uma ação na semana passada. O nome Marcelo Weitzel Rabello de Souza também seria rejeitado, mas o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), encerrou a sessão depois que senadores que têm a Operação Lava Jato como bandeira política passaram a obstruir a votação. As votações de indicações são secretas tanto no plenário como na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), onde os mesmos nomes haviam sido aprovados. Foram derrotados Lauro Machado Nogueira (36 a 24) e Demerval Farias Gomes Filho (33 a 15). A votação da indicação de Rabello de Souza não chegou a ocorrer. Os três já integravam o conselho, que, no último dia 10, negou por unanimidade um pedido do senador Renan Calheiros (MDB-AL) para afastar preventivamente Deltan Dallagnol de seu cargo até que o órgão julgue um processo disciplinar contra ele. Após o voto do corregedor do CNMP, Orlando Rochadel, para instaurar o PAD (processo administrativo disciplinar), o conselheiro Fábio Stica pediu vista (mais tempo para analisar o caso), interrompendo a votação. Foi a terceira vez que o caso entrou na pauta do CNMP e ficou sem definição. Mesmo depois de Stica pedir vista quanto à abertura do PAD, os conselheiros prosseguiram analisando somente o pedido de afastamento preventivo. Nesse quesito, todos os membros do CNMP que estavam na sessão acompanharam o corregedor e votaram por negar a solicitação de Renan. Isso porque o senador acusou Deltan de uma falta mais grave, a de praticar atividade político-partidária, mas o corregedor entendeu que ficou configurada apenas uma falta mais branda, a de deixar de guardar decoro pessoal no exercício do cargo. Em agosto, o CNMP formou maioria para arquivar uma reclamação disciplinar que apura a conduta de Deltan a pedido da senadora Kátia Abreu (PDT-TO). A reclamação envolvia possível falta funcional do procurador ao compartilhar nas redes sociais uma reportagem sobre suposta prática de caixa dois pela senadora. Marcelo Weitzel, Demerval Farias e Lauro Nogueira votaram pela manutenção do arquivamento da reclamação disciplinar. Durante a votação, Renan Calheiros anunciou que havia ingressado com uma nova representação no CNMP pedindo novamente o afastamento de Deltan. Desta vez, a acusação é de que o procurador fez conluio com a Rede para perseguir o ministro Gilmar Mendes, do STF, por meio de uma ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental). O partido solicitou em outubro que o STF impeça Gilmar Mendes de "liberar indiscriminadamente" presos na Lava Jato. O pedido ocorreu logo depois de o ministro determinar a soltura de presos como Beto Richa (PSDB), ex-governador do Paraná, sua mulher, Fernanda Richa, e mais 13 pessoas. "Trapaceando para burlar as próprias limitações legais, o Deltan Dallagnol maquinou um conluio com um partido político para perseguir o ministro do Supremo Tribunal Federal através de uma ação de descumprimento de preceito fundamental e caracterizando a atividade político-partidária do Ministério Público Federal, utilizando um partido político como laranja, para cassar um ministro do Supremo Tribunal Federal", disse Renan na tribuna. Membros do "Muda, Senado", grupo pluripartidário de cerca de 20 senadores que defendem a Lava Jato, a CPI da Lava Toga e o impeachment de alguns ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), acusaram um golpe de seus colegas contra a Lava Jato ao rejeitarem os conselheiros. "O que acabou de acontecer é lamentável. É uma retaliação indevida que lembra os piores momentos desta Casa. Esta Casa viveu momentos tristes de sua história", disse o senador Randolfe Rodrigues ao microfone. "Eu não quero nem que passe pela cabeça de ninguém, neste momento que a gente vive, que está acontecendo aqui uma retaliação", ironizou na tribuna o senador Eduardo Girão (PODE-CE), que também integra o grupo. A senadora Kátia Abreu (PDT-TO) protestou. "Colocarem o Brasil contra esta Casa e dizerem que esse voto é contra a Lava Jato?! Prestem atenção, porque um dia o pau dá em Chico, um dia dá em Francisco. E nós estamos vendo o que está acontecendo por aí nos TREs [Tribunais Regionais Eleitorais] dos estados. Não adianta virem dar de moralista aqui, não! Nós conhecemos o histórico de todos os moralistas que passaram por esta Casa! Não vou citar o nome de um por um aqui, porque não convém", disse a senadora. Em entrevista ainda durante a sessão, Randolfe disse que as rejeições significavam que "Renan voltou a ter protagonismo". "Foram rejeitados os nomes que não estão de acordo com ele. É o retorno da velha guarda. O que a velha guarda quer é tutelar o CNMP a seus interesses. É uma perseguição por não terem sucumbido às pressões. Há muito tempo não vejo o plenário do Senado ser usado como espaço de retaliação", disse o senador da Rede. À reportagem Renan negou que tenha agido em retaliação aos conselheiros. "De forma nenhuma. A Constituição manda o Senado apreciar. Essa turma acha que não é apreciar, é homologar. Não tem nada a ver com a Lava Jato. Eu até votei favorável aos caras", disse Renan.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Senado rejeitou nesta quarta-feira (18) a recondução de dois conselheiros do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) que votaram a favor do procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, em uma ação na semana passada. O nome Marcelo Weitzel Rabello de Souza também seria rejeitado, mas o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), encerrou a sessão depois que senadores que têm a Operação Lava Jato como bandeira política passaram a obstruir a votação. As votações de indicações são secretas tanto no plenário como na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), onde os mesmos nomes haviam sido aprovados. Foram derrotados Lauro Machado Nogueira (36 a 24) e Demerval Farias Gomes Filho (33 a 15). A votação da indicação de Rabello de Souza não chegou a ocorrer. Os três já integravam o conselho, que, no último dia 10, negou por unanimidade um pedido do senador Renan Calheiros (MDB-AL) para afastar preventivamente Deltan Dallagnol de seu cargo até que o órgão julgue um processo disciplinar contra ele. Após o voto do corregedor do CNMP, Orlando Rochadel, para instaurar o PAD (processo administrativo disciplinar), o conselheiro Fábio Stica pediu vista (mais tempo para analisar o caso), interrompendo a votação. Foi a terceira vez que o caso entrou na pauta do CNMP e ficou sem definição. Mesmo depois de Stica pedir vista quanto à abertura do PAD, os conselheiros prosseguiram analisando somente o pedido de afastamento preventivo. Nesse quesito, todos os membros do CNMP que estavam na sessão acompanharam o corregedor e votaram por negar a solicitação de Renan. Isso porque o senador acusou Deltan de uma falta mais grave, a de praticar atividade político-partidária, mas o corregedor entendeu que ficou configurada apenas uma falta mais branda, a de deixar de guardar decoro pessoal no exercício do cargo. Em agosto, o CNMP formou maioria para arquivar uma reclamação disciplinar que apura a conduta de Deltan a pedido da senadora Kátia Abreu (PDT-TO). A reclamação envolvia possível falta funcional do procurador ao compartilhar nas redes sociais uma reportagem sobre suposta prática de caixa dois pela senadora. Marcelo Weitzel, Demerval Farias e Lauro Nogueira votaram pela manutenção do arquivamento da reclamação disciplinar. Durante a votação, Renan Calheiros anunciou que havia ingressado com uma nova representação no CNMP pedindo novamente o afastamento de Deltan. Desta vez, a acusação é de que o procurador fez conluio com a Rede para perseguir o ministro Gilmar Mendes, do STF, por meio de uma ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental). O partido solicitou em outubro que o STF impeça Gilmar Mendes de "liberar indiscriminadamente" presos na Lava Jato. O pedido ocorreu logo depois de o ministro determinar a soltura de presos como Beto Richa (PSDB), ex-governador do Paraná, sua mulher, Fernanda Richa, e mais 13 pessoas. "Trapaceando para burlar as próprias limitações legais, o Deltan Dallagnol maquinou um conluio com um partido político para perseguir o ministro do Supremo Tribunal Federal através de uma ação de descumprimento de preceito fundamental e caracterizando a atividade político-partidária do Ministério Público Federal, utilizando um partido político como laranja, para cassar um ministro do Supremo Tribunal Federal", disse Renan na tribuna. Membros do "Muda, Senado", grupo pluripartidário de cerca de 20 senadores que defendem a Lava Jato, a CPI da Lava Toga e o impeachment de alguns ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), acusaram um golpe de seus colegas contra a Lava Jato ao rejeitarem os conselheiros. "O que acabou de acontecer é lamentável. É uma retaliação indevida que lembra os piores momentos desta Casa. Esta Casa viveu momentos tristes de sua história", disse o senador Randolfe Rodrigues ao microfone. "Eu não quero nem que passe pela cabeça de ninguém, neste momento que a gente vive, que está acontecendo aqui uma retaliação", ironizou na tribuna o senador Eduardo Girão (PODE-CE), que também integra o grupo. A senadora Kátia Abreu (PDT-TO) protestou. "Colocarem o Brasil contra esta Casa e dizerem que esse voto é contra a Lava Jato?! Prestem atenção, porque um dia o pau dá em Chico, um dia dá em Francisco. E nós estamos vendo o que está acontecendo por aí nos TREs [Tribunais Regionais Eleitorais] dos estados. Não adianta virem dar de moralista aqui, não! Nós conhecemos o histórico de todos os moralistas que passaram por esta Casa! Não vou citar o nome de um por um aqui, porque não convém", disse a senadora. Em entrevista ainda durante a sessão, Randolfe disse que as rejeições significavam que "Renan voltou a ter protagonismo". "Foram rejeitados os nomes que não estão de acordo com ele. É o retorno da velha guarda. O que a velha guarda quer é tutelar o CNMP a seus interesses. É uma perseguição por não terem sucumbido às pressões. Há muito tempo não vejo o plenário do Senado ser usado como espaço de retaliação", disse o senador da Rede. À reportagem Renan negou que tenha agido em retaliação aos conselheiros. "De forma nenhuma. A Constituição manda o Senado apreciar. Essa turma acha que não é apreciar, é homologar. Não tem nada a ver com a Lava Jato. Eu até votei favorável aos caras", disse Renan.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 42/56   Governo insiste que Bolsonaro está 100% para viajar à ONU
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Jair Bolsonaro se reuniu na manhã desta quarta (18) com auxiliares presidenciais para discutir a redação final do discurso do Brasil na abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York. O encontro teve as participações dos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), escolhido pelo presidente para o posto de embaixador nos EUA. Segundo relatos feitos à reportagem, o texto final deve ter como temas principais a defesa da soberania nacional e do meio ambiente e o compromisso com o combate à corrupção e com o fim da relação diplomática com viés ideológico. Na tarde desta quarta, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, adiantou alguns pontos do discurso, como o que Brasil tem feito pela defesa do ambiente. E apesar dos conselhos para cancelar a agenda, Rêgo Barros disse nesta quarta que a evolução do estado clínico de Bolsonaro permite afirmar "100%" que o presidente realizará a viagem. Mesmo com a elaboração do discurso, o presidente pode não viajar. Nesta sexta (20), ele fará um exame em Brasília para definir se tem condições físicas de ir a Nova York. Por recomendação médica, ele encurtou o itinerário que faria nos Estados Unidos e cancelou a parada em Dallas, no Texas, onde se reuniria com representantes da área de tecnologia. Também desmarcou reuniões bilaterais com chefes estrangeiros. Bolsonaro tem sido aconselhado por aliados e familiares a desistir do evento. Além da questão de saúde, o receio é que ele seja hostilizado devido às queimadas na floresta amazônica e os embates públicos com nações europeias, o que, na avaliação de assessores palacianos, poderia desgastar ainda mais a imagem do governo brasileiro. A cúpula militar, no entanto, tem opinião diferente e avalia que a presença de Bolsonaro é fundamental para reafirmar a posição do país na questão geopolítica, ainda mais com a expectativa de que o tema seja tratado pelo presidente da França, Emmanuel Macron. Para essa ala do governo, um discurso do presidente lido pelo chanceler não teria o mesmo peso do que um feito pelo próprio Bolsonaro, que tem polarizado o debate com o francês e teria mais autoridade para rebater argumentos. Na terça (17), congressistas que participaram de solenidade no Palácio do Alvorada disseram que o presidente parece abatido e cansado. Ele recebeu nesta quarta-feira (18) a visita do médico da Presidência da República, Roberto Camarinha. "Tudo bem com meu pai. Está no Palácio da Alvorada reunido com pessoas de sua confiança, desenvolvendo a feitura do discurso que o Brasil fará na ONU", escreveu nas redes sociais o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente da República.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Jair Bolsonaro se reuniu na manhã desta quarta (18) com auxiliares presidenciais para discutir a redação final do discurso do Brasil na abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York. O encontro teve as participações dos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), escolhido pelo presidente para o posto de embaixador nos EUA. Segundo relatos feitos à reportagem, o texto final deve ter como temas principais a defesa da soberania nacional e do meio ambiente e o compromisso com o combate à corrupção e com o fim da relação diplomática com viés ideológico. Na tarde desta quarta, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, adiantou alguns pontos do discurso, como o que Brasil tem feito pela defesa do ambiente. E apesar dos conselhos para cancelar a agenda, Rêgo Barros disse nesta quarta que a evolução do estado clínico de Bolsonaro permite afirmar "100%" que o presidente realizará a viagem. Mesmo com a elaboração do discurso, o presidente pode não viajar. Nesta sexta (20), ele fará um exame em Brasília para definir se tem condições físicas de ir a Nova York. Por recomendação médica, ele encurtou o itinerário que faria nos Estados Unidos e cancelou a parada em Dallas, no Texas, onde se reuniria com representantes da área de tecnologia. Também desmarcou reuniões bilaterais com chefes estrangeiros. Bolsonaro tem sido aconselhado por aliados e familiares a desistir do evento. Além da questão de saúde, o receio é que ele seja hostilizado devido às queimadas na floresta amazônica e os embates públicos com nações europeias, o que, na avaliação de assessores palacianos, poderia desgastar ainda mais a imagem do governo brasileiro. A cúpula militar, no entanto, tem opinião diferente e avalia que a presença de Bolsonaro é fundamental para reafirmar a posição do país na questão geopolítica, ainda mais com a expectativa de que o tema seja tratado pelo presidente da França, Emmanuel Macron. Para essa ala do governo, um discurso do presidente lido pelo chanceler não teria o mesmo peso do que um feito pelo próprio Bolsonaro, que tem polarizado o debate com o francês e teria mais autoridade para rebater argumentos. Na terça (17), congressistas que participaram de solenidade no Palácio do Alvorada disseram que o presidente parece abatido e cansado. Ele recebeu nesta quarta-feira (18) a visita do médico da Presidência da República, Roberto Camarinha. "Tudo bem com meu pai. Está no Palácio da Alvorada reunido com pessoas de sua confiança, desenvolvendo a feitura do discurso que o Brasil fará na ONU", escreveu nas redes sociais o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente da República.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 43/56   Impasse em alianças políticas joga Israel em ressaca pós-pleito
    WORLD TOPIC NEWS

    TEL AVIV, ISRAEL (FOLHAPRESS) - Um dia depois das eleições parlamentares em Israel, que não coroaram um vencedor imediato, o país enfrenta uma espécie de ressaca política nesta quarta (18), tentando decifrar o recado das urnas e, principalmente, os possíveis cenários políticos. Com 95% das urnas apuradas, os resultados oficiais apontam que o partido de centro-esquerda Azul e Branco, do ex-comandante do exército Benny Gantz, foi o mais votado, conquistando 33 das 120 cadeiras do Knesset (o Parlamento israelense). Ele é seguido de perto pelo conservador Likud, do atual primeiro-ministro, Binyamin Netanyahu, que conseguiu abocanhar 32 assentos. Nenhuma das duas forças políticas têm chance de formar uma coalizão com maioria no Knesset (61 cadeiras). Diante do impasse, a fábrica de rumores e conjecturas políticas funciona com força máxima, enquanto analistas esperam os próximos passos dos jogadores. Netanyahu anunciou que não irá discursar na Assembleia Geral da ONU, que ocorre na próxima semana, em Nova York, justamente para tentar resolver o imbróglio político. Ele também convocou uma reunião de emergência entre Likud e aliados pertencentes a partidos religiosos e à direita radical. A decisão foi formar um bloco de direita único, com 55 cadeiras, para tentar dar base a um governo, mesmo sem maioria no Knesset. Se tiver êxito, Netanhyahu espera receber do presidente israelense, Reuven Rivlin, a incumbência de formar o novo governo, o que lhe daria vantagem nas negociações futuras. Gantz pode, em tese, formar um bloco unindo o Azul e Branco com siglas de esquerda e com a Lista Árabe Unida, que representa a minoria árabe e ficou em terceiro lugar. Essa coalizão, porém, ficaria com 56 cadeiras, incapaz de formar o governo. Os líderes árabes também já indicaram que não pretendem entrar em um bloco e que preferem seguir independentes. O consenso, porém, é que, antes tido como "mago político", Netanyahu perdeu o dom pela primeira vez em dez anos. Mesmo sabendo de sua capacidade de tirar coelhos da cartola quando se trata de sobrevivência política, a maior parte dos analistas afirma acreditar que o único cenário real seria a formação de um governo de união nacional entre Azul e Branco e Likud. Nesse caso, Gantz serviria como premiê por dois anos, e Netanyahu o substituiria nos dois anos posteriores. "Realisticamente, não há outro cenário, porque, por mais que você olhe para os números, ninguém tem maioria. Portanto, a única opção é um governo de união nacional", diz o professor e cientista político Emmanuel Navon, da Universidade de Tel-Aviv e do Centro Interdisciplinar de Herzliya. "Acho que, na verdade, é isso que a maioria dos israelenses quer: um governo centrista, estável e com pessoas em quem confiam, sem radicais e extremistas", afirma. Já houve um precedente. Em 1984, o Likud e o Partido Trabalhista se viram em impasse similar e decidiram formar governo em conjunto, com cada legenda liderando por dois anos. O líder trabalhista Shimon Peres assumiu o cargo de primeiro-ministro antes, substituído, em 1986, por Yitzhak Shamir, do Likud. Mas, agora, parece que essa costura é mais complicada. Um dos motivos é a promessa de campanha de Gantz de que não integraria uma coalizão com o Likud sob liderança de Netanyahu, que pode ser indiciado a qualquer momento em casos de corrupção. Trocando em miúdos: ele aceitaria um governo com o Likud, mas liderado por outra pessoa --cenário improvável. "Os mais veteranos do Likud estão cansados de Netanyahu. Só se mantinham fiéis enquanto ele vencia eleições. No momento em que ele não o fez --e esse pleito foi uma derrota--, a rebelião começa a borbulhar. Vai acontecer", aposta Navon. "Junta-se a isso o possível indiciamento e o fato de que as pessoas estão frustradas por ele ter sido cruel ao eliminar qualquer líder em potencial do partido nos últimos 20 anos. Possíveis sucessores apenas esperam a hora de puxar o tapete e se livrar dele", diz o cientista político. Há dúvidas ainda se Netanyahu aceitaria trair a confiança de seus aliados tradicionais ao se unir a Gantz e também, provavelmente, a Avigdor Lieberman, do partido Israel Nossa Casa. Lieberman, maior defensor do governo de união, jurou a seus eleitores seculares que não entraria em coalizões com partidos religiosos. "É um problema para o Likud, porque, a longo prazo, o partido sabe que precisa de sua aliança com os ultraortodoxos para formar coalizões futuras", diz Navon. Além disso, foi a recusa de Lieberman de se unir ao bloco de Netanyahu após o pleito de abril que levou o premiê a convocar a eleição de terça. O governo de união até poderia deixar o Israel Nossa Casa de lado, mas ficaria com apenas 65 cadeiras, duas a mais que o necessário. Com os oito assentos que Lieberman conquistou, a coalizão atingiria 73 assentos, dando mais estabilidade ao governo. Caso esse plano dê certo, a Lista Árabe Unida possivelmente se tornaria a maior força de oposição, com 12 cadeiras --seria a primeira vez na história israelense que um líder árabe assumiria o comando da oposição. A performance da legenda foi uma das surpresas do pleito. Para Navon, Netanyahu errou ao realizar uma campanha eleitoral com incitações contra a minoria árabe-israelense (20% da população). O resultado foi o comparecimento em massa de eleitores árabes às urnas, elegendo a Lista Unida como a terceira maior força do país. "Nesse sentido, Netanyahu realmente deu um tiro no pé com sua campanha", diz Navon. Mas o cientista político e vários outros comentaristas sabem que, quando se trata de Netanyahu e do Likud, é sempre possível esperar por surpresas.

    TEL AVIV, ISRAEL (FOLHAPRESS) - Um dia depois das eleições parlamentares em Israel, que não coroaram um vencedor imediato, o país enfrenta uma espécie de ressaca política nesta quarta (18), tentando decifrar o recado das urnas e, principalmente, os possíveis cenários políticos. Com 95% das urnas apuradas, os resultados oficiais apontam que o partido de centro-esquerda Azul e Branco, do ex-comandante do exército Benny Gantz, foi o mais votado, conquistando 33 das 120 cadeiras do Knesset (o Parlamento israelense). Ele é seguido de perto pelo conservador Likud, do atual primeiro-ministro, Binyamin Netanyahu, que conseguiu abocanhar 32 assentos. Nenhuma das duas forças políticas têm chance de formar uma coalizão com maioria no Knesset (61 cadeiras). Diante do impasse, a fábrica de rumores e conjecturas políticas funciona com força máxima, enquanto analistas esperam os próximos passos dos jogadores. Netanyahu anunciou que não irá discursar na Assembleia Geral da ONU, que ocorre na próxima semana, em Nova York, justamente para tentar resolver o imbróglio político. Ele também convocou uma reunião de emergência entre Likud e aliados pertencentes a partidos religiosos e à direita radical. A decisão foi formar um bloco de direita único, com 55 cadeiras, para tentar dar base a um governo, mesmo sem maioria no Knesset. Se tiver êxito, Netanhyahu espera receber do presidente israelense, Reuven Rivlin, a incumbência de formar o novo governo, o que lhe daria vantagem nas negociações futuras. Gantz pode, em tese, formar um bloco unindo o Azul e Branco com siglas de esquerda e com a Lista Árabe Unida, que representa a minoria árabe e ficou em terceiro lugar. Essa coalizão, porém, ficaria com 56 cadeiras, incapaz de formar o governo. Os líderes árabes também já indicaram que não pretendem entrar em um bloco e que preferem seguir independentes. O consenso, porém, é que, antes tido como "mago político", Netanyahu perdeu o dom pela primeira vez em dez anos. Mesmo sabendo de sua capacidade de tirar coelhos da cartola quando se trata de sobrevivência política, a maior parte dos analistas afirma acreditar que o único cenário real seria a formação de um governo de união nacional entre Azul e Branco e Likud. Nesse caso, Gantz serviria como premiê por dois anos, e Netanyahu o substituiria nos dois anos posteriores. "Realisticamente, não há outro cenário, porque, por mais que você olhe para os números, ninguém tem maioria. Portanto, a única opção é um governo de união nacional", diz o professor e cientista político Emmanuel Navon, da Universidade de Tel-Aviv e do Centro Interdisciplinar de Herzliya. "Acho que, na verdade, é isso que a maioria dos israelenses quer: um governo centrista, estável e com pessoas em quem confiam, sem radicais e extremistas", afirma. Já houve um precedente. Em 1984, o Likud e o Partido Trabalhista se viram em impasse similar e decidiram formar governo em conjunto, com cada legenda liderando por dois anos. O líder trabalhista Shimon Peres assumiu o cargo de primeiro-ministro antes, substituído, em 1986, por Yitzhak Shamir, do Likud. Mas, agora, parece que essa costura é mais complicada. Um dos motivos é a promessa de campanha de Gantz de que não integraria uma coalizão com o Likud sob liderança de Netanyahu, que pode ser indiciado a qualquer momento em casos de corrupção. Trocando em miúdos: ele aceitaria um governo com o Likud, mas liderado por outra pessoa --cenário improvável. "Os mais veteranos do Likud estão cansados de Netanyahu. Só se mantinham fiéis enquanto ele vencia eleições. No momento em que ele não o fez --e esse pleito foi uma derrota--, a rebelião começa a borbulhar. Vai acontecer", aposta Navon. "Junta-se a isso o possível indiciamento e o fato de que as pessoas estão frustradas por ele ter sido cruel ao eliminar qualquer líder em potencial do partido nos últimos 20 anos. Possíveis sucessores apenas esperam a hora de puxar o tapete e se livrar dele", diz o cientista político. Há dúvidas ainda se Netanyahu aceitaria trair a confiança de seus aliados tradicionais ao se unir a Gantz e também, provavelmente, a Avigdor Lieberman, do partido Israel Nossa Casa. Lieberman, maior defensor do governo de união, jurou a seus eleitores seculares que não entraria em coalizões com partidos religiosos. "É um problema para o Likud, porque, a longo prazo, o partido sabe que precisa de sua aliança com os ultraortodoxos para formar coalizões futuras", diz Navon. Além disso, foi a recusa de Lieberman de se unir ao bloco de Netanyahu após o pleito de abril que levou o premiê a convocar a eleição de terça. O governo de união até poderia deixar o Israel Nossa Casa de lado, mas ficaria com apenas 65 cadeiras, duas a mais que o necessário. Com os oito assentos que Lieberman conquistou, a coalizão atingiria 73 assentos, dando mais estabilidade ao governo. Caso esse plano dê certo, a Lista Árabe Unida possivelmente se tornaria a maior força de oposição, com 12 cadeiras --seria a primeira vez na história israelense que um líder árabe assumiria o comando da oposição. A performance da legenda foi uma das surpresas do pleito. Para Navon, Netanyahu errou ao realizar uma campanha eleitoral com incitações contra a minoria árabe-israelense (20% da população). O resultado foi o comparecimento em massa de eleitores árabes às urnas, elegendo a Lista Unida como a terceira maior força do país. "Nesse sentido, Netanyahu realmente deu um tiro no pé com sua campanha", diz Navon. Mas o cientista político e vários outros comentaristas sabem que, quando se trata de Netanyahu e do Likud, é sempre possível esperar por surpresas.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 44/56   Trump endurece sanções ao Irã e diz que guerra é última opção
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente americano, Donald Trump, anunciou nesta quarta (18) que Washington vai endurecer as sanções impostas contra o Irã, país suspeito de ter participado do ataque contra instalações petrolíferas da Arábia Saudita. Ainda que tenha publicado em rede social mensagem na qual informa ter ordenado ao secretário do Tesouro aumentar "substancialmente as sanções contra o Estado iraniano", Trump não especificou quais serão as novas punições e não esclareceu se a medida é uma resposta a ação contra Riad, aliado de Washington. O presidente disse apenas que dará mais detalhes nas próximas 48 horas. Questionado por jornalistas em Los Angeles sobre a possibilidade de um ataque militar contra o Irã, Trump afirmou que considera uma guerra "a última opção" e que ainda está avaliando que caminho seguir. Já seu secretário de Estado, Mike Pompeo, adotou tom mais duro contra o país persa. "Isto foi um ataque iraniano", afirmou a jornalistas durante um voo para a cidade saudita de Jiddah, onde se encontrou com o príncipe herdeiro do país, Mohammed bin Salman. "Tivemos sorte que nenhum americano foi morto neste ataque, mas sempre que você tem um ato de guerra dessa natureza, existe a possibilidade de isso acontecer", completou Pompeo, de acordo com o jornal The New York Times. O secretário disse também que o ato teve as "impressões digitais do aiatolá" Ali Khamenei, o líder supremo do Irã. O ataque de sábado (14) contra instalações da estatal Aramco comprometeu 50% da produção de petróleo da Arábia Saudita e fez o preço do combustível disparar no mercado internacional. Os houthis, grupo rebelde que tenta chegar ao poder no Iêmen com apoio do Irã, assumiu a autoria, mas tanto sauditas quanto americanos descartaram essa hipótese, apontando o dedo para Teerã. Segundo informações da inteligência americana reveladas pelo jornal The Wall Street Journal, o ataque teria partido do território iraniano, o que o governo local nega. Riad, porém, ainda tem dúvidas sobre a origem exata, embora tenha afirmado que as armas usadas na ação são iranianas. Em uma tentativa de reforçar a narrativa de que o Irã é o responsável pela ação, a Arábia Saudita mostrou nesta quarta destroços de drones e mísseis que, segundo o governo, representam "evidências inegáveis" da agressão iraniana. O porta-voz do Ministério da Defesa, Turki al-Malki, afirmou que 25 artefatos explosivos foram utilizados. "O ataque foi lançado do norte e sem dúvida foi patrocinado pelo Irã", disse ele. A afirmação descartaria a hipótese de que a ação tenha partido do Iêmen, que fica ao sul do país. Segundo o porta-voz, os houthis estão sendo usados para encobrir a participação do Irã no caso. Malki, porém, afirmou que seu governo ainda não sabe se o ataque partiu do território iraniano ou de outro país na região. Apesar das declarações, Estados Unidos e Arábia Saudita afirmaram que pretendem esperar o fim das investigações sobre a origem do ataque antes de tomar uma atitude. O governo de Teerã nega envolvimento no episódio. "Eles querem impor uma pressão máxima ao Irã por meio de calúnias", disse o presidente Hasan Rowhani. Ele culpou ainda os dois rivais pela guerra civil no Iêmen --o governo local, que luta contra os houthis, tem apoio saudita. Hesameddin Ashena , assessor do presidente iraniano, afirmou em mensagem em rede social que a conferência de imprensa organizada pela Arábia Saudita prova que eles "não sabem nada" sobre a origem dos lançamentos e também não explica porque o sistema de defesa do país falhou. Na escalada das tensões, os houthis disseram nesta quarta que identificaram dezenas de possíveis alvos nos Emirados Árabes Unidos, alguns em Abu Dhabi, e que pode atacá-los a qualquer momento. Os Emirados Árabes são um dos principais aliados de Riad integram a coalizão saudita que combate os houthis. Yahya Saria, porta-voz do grupo rebelde iemenita, disse que os ataques à refinaria saíram de três locais diferentes e que outros drones foram usados para desviar a atenção das forças de segurança.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente americano, Donald Trump, anunciou nesta quarta (18) que Washington vai endurecer as sanções impostas contra o Irã, país suspeito de ter participado do ataque contra instalações petrolíferas da Arábia Saudita. Ainda que tenha publicado em rede social mensagem na qual informa ter ordenado ao secretário do Tesouro aumentar "substancialmente as sanções contra o Estado iraniano", Trump não especificou quais serão as novas punições e não esclareceu se a medida é uma resposta a ação contra Riad, aliado de Washington. O presidente disse apenas que dará mais detalhes nas próximas 48 horas. Questionado por jornalistas em Los Angeles sobre a possibilidade de um ataque militar contra o Irã, Trump afirmou que considera uma guerra "a última opção" e que ainda está avaliando que caminho seguir. Já seu secretário de Estado, Mike Pompeo, adotou tom mais duro contra o país persa. "Isto foi um ataque iraniano", afirmou a jornalistas durante um voo para a cidade saudita de Jiddah, onde se encontrou com o príncipe herdeiro do país, Mohammed bin Salman. "Tivemos sorte que nenhum americano foi morto neste ataque, mas sempre que você tem um ato de guerra dessa natureza, existe a possibilidade de isso acontecer", completou Pompeo, de acordo com o jornal The New York Times. O secretário disse também que o ato teve as "impressões digitais do aiatolá" Ali Khamenei, o líder supremo do Irã. O ataque de sábado (14) contra instalações da estatal Aramco comprometeu 50% da produção de petróleo da Arábia Saudita e fez o preço do combustível disparar no mercado internacional. Os houthis, grupo rebelde que tenta chegar ao poder no Iêmen com apoio do Irã, assumiu a autoria, mas tanto sauditas quanto americanos descartaram essa hipótese, apontando o dedo para Teerã. Segundo informações da inteligência americana reveladas pelo jornal The Wall Street Journal, o ataque teria partido do território iraniano, o que o governo local nega. Riad, porém, ainda tem dúvidas sobre a origem exata, embora tenha afirmado que as armas usadas na ação são iranianas. Em uma tentativa de reforçar a narrativa de que o Irã é o responsável pela ação, a Arábia Saudita mostrou nesta quarta destroços de drones e mísseis que, segundo o governo, representam "evidências inegáveis" da agressão iraniana. O porta-voz do Ministério da Defesa, Turki al-Malki, afirmou que 25 artefatos explosivos foram utilizados. "O ataque foi lançado do norte e sem dúvida foi patrocinado pelo Irã", disse ele. A afirmação descartaria a hipótese de que a ação tenha partido do Iêmen, que fica ao sul do país. Segundo o porta-voz, os houthis estão sendo usados para encobrir a participação do Irã no caso. Malki, porém, afirmou que seu governo ainda não sabe se o ataque partiu do território iraniano ou de outro país na região. Apesar das declarações, Estados Unidos e Arábia Saudita afirmaram que pretendem esperar o fim das investigações sobre a origem do ataque antes de tomar uma atitude. O governo de Teerã nega envolvimento no episódio. "Eles querem impor uma pressão máxima ao Irã por meio de calúnias", disse o presidente Hasan Rowhani. Ele culpou ainda os dois rivais pela guerra civil no Iêmen --o governo local, que luta contra os houthis, tem apoio saudita. Hesameddin Ashena , assessor do presidente iraniano, afirmou em mensagem em rede social que a conferência de imprensa organizada pela Arábia Saudita prova que eles "não sabem nada" sobre a origem dos lançamentos e também não explica porque o sistema de defesa do país falhou. Na escalada das tensões, os houthis disseram nesta quarta que identificaram dezenas de possíveis alvos nos Emirados Árabes Unidos, alguns em Abu Dhabi, e que pode atacá-los a qualquer momento. Os Emirados Árabes são um dos principais aliados de Riad integram a coalizão saudita que combate os houthis. Yahya Saria, porta-voz do grupo rebelde iemenita, disse que os ataques à refinaria saíram de três locais diferentes e que outros drones foram usados para desviar a atenção das forças de segurança.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 45/56   Advogado é condenado por tribunal da OAB por excesso de entrevistas à imprensa
    WORLD TOPIC NEWS

    RECIFE, PE (FOLHAPRESS) - O advogado pernambucano Rômulo Saraiva foi condenado à pena de censura pelo Tribunal de Ética e Disciplina da seção estadual da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) por ter concedido entrevistas frequentes à imprensa em 2014. Na prática, de maneira pública, o profissional terá uma ressalva ética por cinco anos em seu currículo. O advogado vai recorrer administrativamente e, posteriormente, na esfera judicial. O caso pode parar, em última instância, no STF (Supremo Tribunal Federal). O julgamento ocorreu no último dia 5 de setembro. Todos os cinco integrantes do tribunal votaram pela condenação do advogado. O enquadramento do advogado foi baseado em uma resolução polêmica da OAB local, de 2013, que determinava, inicialmente, que os profissionais pernambucanos que não fossem integrantes de conselhos da entidade só poderiam conceder uma entrevista por mês. Relatório produzido pela entidade indicou que Rômulo ultrapassou o limite permitido. A punição mais branda seria uma advertência. Neste caso, a falta ética não seria pública. Ainda estavam previstas, em grau mais severo, a suspensão por tempo determinado e até a expulsão da OAB. O advogado declarou que a punição é bastante prejudicial ao seu exercício profissional. "Qualquer pessoa pode ligar para a OAB e, se desejar, vai ter acesso à informação que tenho essa falta ética. A censura acaba com a primariedade do currículo profissional", disse. Ele alegou que a condenação representa um grave precedente para advogados que atuam na área do direito social nas relações diárias com a imprensa. "É uma forma de intimidação e afronta ao direito de opinião e livre pensamento do cidadão brasileiro, especialmente o advogado." A regra do controle de entrevistas é aplicada para jornais, revistas especializadas e programas de rádio e TV. Na época em que a resolução foi publicada, após reação negativa da OAB nacional, a determinação local foi alterada e o critério objetivo que apontava o número de entrevistas permitidas foi suprimido do texto. Mesmo assim, o controle em relação à quantidade excessiva permaneceu. São enquadrados aquele que repetirem entrevistas "em periodicidade frequente, que enseje, de acordo com o caso concreto, uma exposição excessiva do advogado com finalidade de promoção de seus serviços, em qualquer veículo de mídia, inclusive em programas e entrevistas de rádio e televisão".  Os normativos nacionais da OAB não proíbem que as entrevistas aconteçam quando tiverem o propósito informativo, instrutivo e educacional. Não há limitação em relação ao número de aparições. Rômulo tem um escritório especializado em advocacia previdenciária e também é jornalista. Ele destaca que, em 2014, tinha uma coluna em duas rádios locais em que era entrevistado semanalmente pelos apresentadores dos programas jornalísticos. O provimento 94/2000, do Conselho Federal da OAB, não restringe as entrevistas. É vedada a promoção pessoal. A defesa de Rômulo alega que a regra local ataca preceitos constitucionais, como a liberdade de expressão e de opinião. Para o advogado, a norma cria uma reserva de mercado na medida em que os integrantes da OAB-PE estão autorizados a falar sem qualquer tipo de restrição. Atualmente, ele integra uma das comissões da entidade e, neste caso, não está sujeito às limitações previstas pela norma. A assessoria de imprensa da OAB afirmou nesta terça-feira (17) que a entidade não iria comentar o assunto por restrições legais. Explicou também que a OAB não pode repassar nenhuma informação sobre o julgamento. No início de agosto, o presidente da OAB-PE, Bruno Baptista, disse ao jornal Folha de S.Paulo que não havia nenhum ataque à liberdade de expressão. "Estamos garantindo que todos possam ter espaço e vez. Ninguém está tolhendo o direito de manifestação", declarou. Ele destacou que a entidade em Pernambuco apenas estabeleceu critérios éticos para que o advogado não se utilize das condições que tem para ter uma exposição permanente na mídia e, desta forma, angariar clientela. "É preciso garantir a isonomia." Bruno Baptista assumiu o comando da OAB-PE em janeiro deste ano e é sócio de um escritório especializado em direito previdenciário. Quando questionado se o caso poderia sugerir uma perseguição a um concorrente direto, alegou que não tinha voto no Tribunal de Ética e Disciplina. Na primeira semana de outubro, a ata do julgamento que condenou Rômulo Saraiva será aprovada. É um ato meramente formal. Só a partir daí que ele pode recorrer na esfera administrativa. O advogado Ulisses Dornelas Júnior, que defende Rômulo, explicou que o recurso administrativo será encaminhado ao conselho estadual da OAB-PE e, se não obtiver sucesso, ao conselho federal da entidade. Todo o processo correu em sigilo.

    RECIFE, PE (FOLHAPRESS) - O advogado pernambucano Rômulo Saraiva foi condenado à pena de censura pelo Tribunal de Ética e Disciplina da seção estadual da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) por ter concedido entrevistas frequentes à imprensa em 2014. Na prática, de maneira pública, o profissional terá uma ressalva ética por cinco anos em seu currículo. O advogado vai recorrer administrativamente e, posteriormente, na esfera judicial. O caso pode parar, em última instância, no STF (Supremo Tribunal Federal). O julgamento ocorreu no último dia 5 de setembro. Todos os cinco integrantes do tribunal votaram pela condenação do advogado. O enquadramento do advogado foi baseado em uma resolução polêmica da OAB local, de 2013, que determinava, inicialmente, que os profissionais pernambucanos que não fossem integrantes de conselhos da entidade só poderiam conceder uma entrevista por mês. Relatório produzido pela entidade indicou que Rômulo ultrapassou o limite permitido. A punição mais branda seria uma advertência. Neste caso, a falta ética não seria pública. Ainda estavam previstas, em grau mais severo, a suspensão por tempo determinado e até a expulsão da OAB. O advogado declarou que a punição é bastante prejudicial ao seu exercício profissional. "Qualquer pessoa pode ligar para a OAB e, se desejar, vai ter acesso à informação que tenho essa falta ética. A censura acaba com a primariedade do currículo profissional", disse. Ele alegou que a condenação representa um grave precedente para advogados que atuam na área do direito social nas relações diárias com a imprensa. "É uma forma de intimidação e afronta ao direito de opinião e livre pensamento do cidadão brasileiro, especialmente o advogado." A regra do controle de entrevistas é aplicada para jornais, revistas especializadas e programas de rádio e TV. Na época em que a resolução foi publicada, após reação negativa da OAB nacional, a determinação local foi alterada e o critério objetivo que apontava o número de entrevistas permitidas foi suprimido do texto. Mesmo assim, o controle em relação à quantidade excessiva permaneceu. São enquadrados aquele que repetirem entrevistas "em periodicidade frequente, que enseje, de acordo com o caso concreto, uma exposição excessiva do advogado com finalidade de promoção de seus serviços, em qualquer veículo de mídia, inclusive em programas e entrevistas de rádio e televisão".  Os normativos nacionais da OAB não proíbem que as entrevistas aconteçam quando tiverem o propósito informativo, instrutivo e educacional. Não há limitação em relação ao número de aparições. Rômulo tem um escritório especializado em advocacia previdenciária e também é jornalista. Ele destaca que, em 2014, tinha uma coluna em duas rádios locais em que era entrevistado semanalmente pelos apresentadores dos programas jornalísticos. O provimento 94/2000, do Conselho Federal da OAB, não restringe as entrevistas. É vedada a promoção pessoal. A defesa de Rômulo alega que a regra local ataca preceitos constitucionais, como a liberdade de expressão e de opinião. Para o advogado, a norma cria uma reserva de mercado na medida em que os integrantes da OAB-PE estão autorizados a falar sem qualquer tipo de restrição. Atualmente, ele integra uma das comissões da entidade e, neste caso, não está sujeito às limitações previstas pela norma. A assessoria de imprensa da OAB afirmou nesta terça-feira (17) que a entidade não iria comentar o assunto por restrições legais. Explicou também que a OAB não pode repassar nenhuma informação sobre o julgamento. No início de agosto, o presidente da OAB-PE, Bruno Baptista, disse ao jornal Folha de S.Paulo que não havia nenhum ataque à liberdade de expressão. "Estamos garantindo que todos possam ter espaço e vez. Ninguém está tolhendo o direito de manifestação", declarou. Ele destacou que a entidade em Pernambuco apenas estabeleceu critérios éticos para que o advogado não se utilize das condições que tem para ter uma exposição permanente na mídia e, desta forma, angariar clientela. "É preciso garantir a isonomia." Bruno Baptista assumiu o comando da OAB-PE em janeiro deste ano e é sócio de um escritório especializado em direito previdenciário. Quando questionado se o caso poderia sugerir uma perseguição a um concorrente direto, alegou que não tinha voto no Tribunal de Ética e Disciplina. Na primeira semana de outubro, a ata do julgamento que condenou Rômulo Saraiva será aprovada. É um ato meramente formal. Só a partir daí que ele pode recorrer na esfera administrativa. O advogado Ulisses Dornelas Júnior, que defende Rômulo, explicou que o recurso administrativo será encaminhado ao conselho estadual da OAB-PE e, se não obtiver sucesso, ao conselho federal da entidade. Todo o processo correu em sigilo.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 46/56   Congresso da Argentina aprova lei de emergência alimentar
    WORLD TOPIC NEWS

    O Congresso da Argentina aprovou uma lei de emergência alimentar que permitirá destinar mais recursos aos programas sociais, no momento em que o país atravessa uma grave crise econômica, com mais de um terço da população na pobreza.

    O Congresso da Argentina aprovou uma lei de emergência alimentar que permitirá destinar mais recursos aos programas sociais, no momento em que o país atravessa uma grave crise econômica, com mais de um terço da população na pobreza.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 47/56   Argentina cancela congelamento e sobe preço da gasolina
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O governo argentino autorizou nesta quarta-feira um aumento de 4% no preço da gasolina, sobre o qual decretou um congelamento em meados de agosto, por 90 dias, como medida para conter a inflação.

    O governo argentino autorizou nesta quarta-feira um aumento de 4% no preço da gasolina, sobre o qual decretou um congelamento em meados de agosto, por 90 dias, como medida para conter a inflação.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 48/56   Cuba apela à tração animal para cultivar cana por crise energética
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Cuba está incorporando cerca de 4 mil juntas de bois que devem substituir o maquinário no cultivo da cana-de-açúcar, uma medida inédita desde o Período Especial, em resposta a uma crise de combustíveis que o governo avalia que seja conjuntural, informaram autoridades do setor.

    Cuba está incorporando cerca de 4 mil juntas de bois que devem substituir o maquinário no cultivo da cana-de-açúcar, uma medida inédita desde o Período Especial, em resposta a uma crise de combustíveis que o governo avalia que seja conjuntural, informaram autoridades do setor.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 49/56   Pompeo diz que ataque à Arábia Saudita foi 'ato de guerra' do Irã
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O secretario de Estado americano, Mike Pompeo, em visita nesta quarta-feira (18) à Arábia Saudita, qualificou o ataque contra instalações petroleiras do reino como um "ato de guerra", e voltou a acusar o Irã após a apresentação de uma investigação saudita, segundo a qual o Irã teria apadrinhado o ataque.

    O secretario de Estado americano, Mike Pompeo, em visita nesta quarta-feira (18) à Arábia Saudita, qualificou o ataque contra instalações petroleiras do reino como um "ato de guerra", e voltou a acusar o Irã após a apresentação de uma investigação saudita, segundo a qual o Irã teria apadrinhado o ataque.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 50/56   Califórnia sanciona lei que torna motoristas de Uber e Lyft funcionários
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O governador da Califórnia, Gavin Newsom, sancionou nesta quarta-feira (18) a polêmica lei que reclassifica trabalhadores terceirizados como funcionários, inclusive os motoristas de Uber e Lift - que, por enquanto, se recusam a cumprir a lei.

    O governador da Califórnia, Gavin Newsom, sancionou nesta quarta-feira (18) a polêmica lei que reclassifica trabalhadores terceirizados como funcionários, inclusive os motoristas de Uber e Lift - que, por enquanto, se recusam a cumprir a lei.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 51/56   Trump em guerra com a Califórnia por normas para poluentes automotivos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O presidente americano, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (18) que vai revogar a autoridade que a Califórnia tinha até agora para estabelecer seus próprios padrões de poluentes automotivos, uma decisão que desatará uma guerra judicial e se anuncia a poucos dias de uma cúpula climática da ONU.

    O presidente americano, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (18) que vai revogar a autoridade que a Califórnia tinha até agora para estabelecer seus próprios padrões de poluentes automotivos, uma decisão que desatará uma guerra judicial e se anuncia a poucos dias de uma cúpula climática da ONU.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 52/56   Arábia Saudita anuncia nesta quarta resultados de investigação sobre ataques com drones
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Autoridades da Arábia Saudita pretendem anunciar nesta quarta-feira os primeiros resultados da investigação dos ataques contra suas instalações de petróleo, no mesmo dia em que o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, visitará o país para avaliar uma possível resposta às agressões, nas quais o Irã voltou a negar qualquer envolvimento.

    Autoridades da Arábia Saudita pretendem anunciar nesta quarta-feira os primeiros resultados da investigação dos ataques contra suas instalações de petróleo, no mesmo dia em que o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, visitará o país para avaliar uma possível resposta às agressões, nas quais o Irã voltou a negar qualquer envolvimento.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 53/56   Parceria com Suécia estimula participação de meninas na área de exatas
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Com o objetivo principal de despertar em meninas o interesse por ciência, tecnologia, engenharia e matemática, o festival sueco Tekla chega a Brasília. A programação inclui um workshop de robótica e uma tarde de debates sobre o tema. A  iniciativa é fruto de parceria do governo sueco com a governo do Distrito Federal e se insere na Semanas de Inovação Brasil - Suécia.A oficial de cultura da Embaixada da Suécia no Brasil, Glaucimara Silva, conta que o Tekla foi idealizado por uma cantora pop sueca, Robyn, que é formada no Instituto Real de Tecnologia (KTH), em Estocolmo, na Suécia. “Após perceber que os cursos de tecnologia tinham poucas meninas [Robyn] resolveu criar o Festival Tekla, como uma forma de essas meninas participarem mais.”Inicialmente, o festival ocorria apenas na Suécia, mas em 2019 passou a ter dimensão internacional e ser realizado em outros países. “Entre esses países estava o Brasil, por sua grande população jovem, com um grande potencial”, conta Glaucimara.Nesta quarta (18), o Diálogo Tekla debate, na Universidade de Brasília (UnB), maneiras de capacitar meninas e mulheres para ampliar oportunidades nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (Stem, da sigla em inglês). O evento é gratuito e aberto ao público em geral.Dentre as especialistas, estará presente Heidi Harman, fundadora da mais antiga rede de tecnologia feminina na Suécia, o GeekGirl Meetup, uma rede para mulheres em Stem, código, design e startups, que agora tem braços em 17 países. Outra participante é Juliana Estradioto, que recebeu o Prêmio Jovem Cientista 2018 e foi a primeira brasileira a conquistar o primeiro lugar na categoria de Ciências dos Materiais na Intel ISEF (Intel International Science and Engineering Fair), maior feira de ciências pré-universitária do mundo. Meninas.comp O workshop sobre robótica ocorreu no Planetário de Brasília e foi ministrado por cientistas suecas - José Cruz/Agência BrasilNa terça-feira (17), cerca de 30 alunas do ensino médio e fundamental de sete escolas públicas do Distrito Federal (DF) participaram do workshop de robótica e desenvolveram pequenos robôs com o auxílio e apoio de cientistas suecas. A atividade teve parceria do projeto Meninas na Computação (meninas.comp), idealizado por professoras do Departamento de Ciência da Computação da UnB e que fomenta inclusão de meninas de escolas públicas por meio de projetos que estimulam esse público a ingressar em cursos que tradicionalmente têm um público majoritariamente masculino.Maria Eduarda Mendes, de 15 anos, conta que sempre teve curiosidade pela área de robótica. “Minha professora me incentivou e como sempre gostei dessa área da computação decidi participar", contou.

    Com o objetivo principal de despertar em meninas o interesse por ciência, tecnologia, engenharia e matemática, o festival sueco Tekla chega a Brasília. A programação inclui um workshop de robótica e uma tarde de debates sobre o tema. A  iniciativa é fruto de parceria do governo sueco com a governo do Distrito Federal e se insere na Semanas de Inovação Brasil - Suécia.A oficial de cultura da Embaixada da Suécia no Brasil, Glaucimara Silva, conta que o Tekla foi idealizado por uma cantora pop sueca, Robyn, que é formada no Instituto Real de Tecnologia (KTH), em Estocolmo, na Suécia. “Após perceber que os cursos de tecnologia tinham poucas meninas [Robyn] resolveu criar o Festival Tekla, como uma forma de essas meninas participarem mais.”Inicialmente, o festival ocorria apenas na Suécia, mas em 2019 passou a ter dimensão internacional e ser realizado em outros países. “Entre esses países estava o Brasil, por sua grande população jovem, com um grande potencial”, conta Glaucimara.Nesta quarta (18), o Diálogo Tekla debate, na Universidade de Brasília (UnB), maneiras de capacitar meninas e mulheres para ampliar oportunidades nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (Stem, da sigla em inglês). O evento é gratuito e aberto ao público em geral.Dentre as especialistas, estará presente Heidi Harman, fundadora da mais antiga rede de tecnologia feminina na Suécia, o GeekGirl Meetup, uma rede para mulheres em Stem, código, design e startups, que agora tem braços em 17 países. Outra participante é Juliana Estradioto, que recebeu o Prêmio Jovem Cientista 2018 e foi a primeira brasileira a conquistar o primeiro lugar na categoria de Ciências dos Materiais na Intel ISEF (Intel International Science and Engineering Fair), maior feira de ciências pré-universitária do mundo. Meninas.comp O workshop sobre robótica ocorreu no Planetário de Brasília e foi ministrado por cientistas suecas - José Cruz/Agência BrasilNa terça-feira (17), cerca de 30 alunas do ensino médio e fundamental de sete escolas públicas do Distrito Federal (DF) participaram do workshop de robótica e desenvolveram pequenos robôs com o auxílio e apoio de cientistas suecas. A atividade teve parceria do projeto Meninas na Computação (meninas.comp), idealizado por professoras do Departamento de Ciência da Computação da UnB e que fomenta inclusão de meninas de escolas públicas por meio de projetos que estimulam esse público a ingressar em cursos que tradicionalmente têm um público majoritariamente masculino.Maria Eduarda Mendes, de 15 anos, conta que sempre teve curiosidade pela área de robótica. “Minha professora me incentivou e como sempre gostei dessa área da computação decidi participar", contou.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 54/56   Fundos que administram R$ 65 trilhões pedem ao Brasil que proteja Amazônia
    BUSINESS TOPIC NEWS

    "Estamos preocupados com o impacto financeiro que o desmatamento pode ter sobre as empresas investidas", disse o grupo.

    "Estamos preocupados com o impacto financeiro que o desmatamento pode ter sobre as empresas investidas", disse o grupo.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 55/56   Rebeldes iemenitas ameaçam atacar alvos nos Emirados Árabes
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Os rebeldes huthis iemenitas ameaçaram nesta quarta-feira atacar dezenas de alvos nos Emirados Árabes Unidos, um dos pilares da coalizão militar liderada pela Arábia Saudita no Iêmen.

    Os rebeldes huthis iemenitas ameaçaram nesta quarta-feira atacar dezenas de alvos nos Emirados Árabes Unidos, um dos pilares da coalizão militar liderada pela Arábia Saudita no Iêmen.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.
  • 56/56   Com indefinição no governo, Senado dá mais um passo na análise da reforma tributária
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O protagonismo na discussão da reforma tributária é alvo de disputa entre o Senado e a Câmara, enquanto o governo ainda finaliza sua proposta.

    O protagonismo na discussão da reforma tributária é alvo de disputa entre o Senado e a Câmara, enquanto o governo ainda finaliza sua proposta.


    Clique na imagem para ver a página web.

    Clique aqui para mais descrição.

 
 


       

A Síntese de Voz
A Microsoft SAPI 5 objeto ActiveX é necessária.
Na opção de segurança do seu navegador, você não deve desabilitar a inicialização de controles ActiveX não assinados.
Você pode instalar e utilizar qualquer Inglês voz compatível com SAPI 5.
(tais como o discurso componente da Microsoft).
Não Voz Título Título e Documento
Voz e Audio Output



Velocidade

 

 
Volume

 

 

Velocidade Slideshow (Quick para Lento)
Zero Um Dois Três Quatro Cinco
Blog e RSS Feed URLs
http://moblog.whmsoft.net/pt
http://moblog.whmsoft.net/pt/?feed=rss2

Subscribe to Notícias Fotos Slideshows by Email
Subscrite para o RSS feed com Google Subscrite para o RSS feed com Yahoo! Subscrite para o RSS feed com AOL Subscrite para o RSS feed com Bloglines
Subscrite para o RSS feed com Netvibes Subscrite para o RSS feed com Newsgator Subscrite para o RSS feed com Pageflakes Subscrite para o RSS feed com Rojo

Slideshows - Fotos Noticias - Desde Yahoo! Noticias
Esporte



Encontros

Comentar