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Noticias Slideshows (20/09/2019 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


    Pedro Scooby   Ana Ruth   Otero   R$14,90   Zé Welison   ramon e rafael   Mariota   Bruna de Paula   pollyana   MC Zaac   Marieta Severo   Colón   geuvanio   Cólon   Minshew   Jaguars   Emma Roberts   Fournette   Phellipe   willian kessley   Lucas e Diego   Categoria   O 47   Lady Wood   Acreditou   iOS 13   
  • 2/56   Google anuncia “maior compra corporativa” de energia renovável

    Companhia de Mountain View tem sido alvo recorrente de críticas de funcionários, que agora se unem a um movimento liderado por estudantes e em prol de mudanças para a redução de problemas climáticos; empregados da Amazon e Microsoft também aderiram

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  • 3/56   Chrome 77 recebe mais funcionalidades interessantes; confira todas elas

    Google implementou mais alguns recursos ao Chrome 77, como botão para envio de conteúdo para outro dispositivo sincronizado, melhor apresentação de resultados de pesquisas e configuração de cores e temas em app nativo

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  • 4/56   Homem-Aranha pode ficar no MCU caso a Apple compre a Sony Pictures

    Apple deve adquirir alguns estúdios de cinema para povoar o conteúdo de seu novo serviço de streaming, e a Sony Pictures estaria na lista. O contrato com a Marvel/Disney prevê que o herói retorne caso a venda seja concretizada

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  • 5/56   "Friends" faz 25 anos e ganha animações especiais do Google

    Os fãs da série podem conferir animações criadas para lembrar momentos icônicos da série que que ficou no ar por 10 anos

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  • 6/56   Huawei lança primeiro celular sem apps da Google

    A gigante chinesa da telefonia, Huawei, confirmou nesta quinta-feira (19) em Munique, Alemanha, que seu novo smartphone top de linha será comercializado sem aplicativos da Google pré-instalados, devido às sanções americanas contra a companhia.

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  • 7/56   Os melhores apps Android da semana (19/09/2019)

    As utilidades e segurança dominam as nossas recomendações de apps para Android desta semana, mas encontramos espaço para a diversão com dois belíssimos jogos de RPG — um deles, com os visuais mais belos já vistos, e o outro é de um dos animes mais populares já vistos

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  • 8/56   Apple Music lança visualização de letras de músicas em tempo real

    Junto com a chegada do iOS 13, a Apple lançou um novo recurso no seu aplicativo de músicas, o Apple Music. Com a novidade, você pode acompanhar as letras das suas músicas preferidas em tempo real, que vão aparecendo na tela de acordo com a voz do artista

    Junto com a chegada do iOS 13, a Apple lançou um novo recurso no seu aplicativo de músicas, o Apple Music. Com a novidade, você pode acompanhar as letras das suas músicas preferidas em tempo real, que vão aparecendo na tela de acordo com a voz do artista


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  • 9/56   Apple adianta a data de chegada do iOS 13.1 para 24 de setembro

    A segunda atualização do iOS 13, o iOS 13.1, e o novo iPad OS chegariam aos dispositivos apenas no dia 30 de setembro. No entanto, a Apple decidiu adiantar a data de lançamento das novidades para o dia 24 de setembro, próxima terça-feira

    A segunda atualização do iOS 13, o iOS 13.1, e o novo iPad OS chegariam aos dispositivos apenas no dia 30 de setembro. No entanto, a Apple decidiu adiantar a data de lançamento das novidades para o dia 24 de setembro, próxima terça-feira


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  • 10/56   Guerra do streaming! Netflix deve lançar plano mais barato e com anúncios

    Com a ascensão de várias concorrentes, como Disney+ ou Apple TV+, a Netflix precisa arrumar um jeito de sobressair. Segundo um analista norte-americano, a estratégia da gigante do streaming vai ser a criação de um plano mais barato sustentado por anúncios

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  • 11/56   Atualização do Windows 10 causa novo problema, afetando redes wi-fi

    Microsoft lançou no último dia 10 um update para corrigir uma falha de alto uso de GPU por conta do sistema operacional. Ao arrumar este problema, alguns usuários passaram a perceber dificuldade em se conectar com redes wi-fi

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  • 12/56   Steve Jobs teve papel fundamental na compra da Marvel pela Disney; Entenda

    Em mais um trecho do livro sobre a trajetória do CEO da Disney, Bob Iger, é possível ver como o cofundador da Apple foi importante para essa negociação, atuando diretamente no convencimento do executivo maior da Marvel

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  • 13/56   Google lança easter eggs de Friends no mecanismo de buscas

    Ao pesquisar o nome de cada um dos seis protagonistas de Friends, o internauta se depara com easter eggs diferentes, de acordo com suas personalidades (por exemplo: ao pesquisar "Joey Tribbiani", aparecem algumas ilustrações de comidas)

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  • 14/56   Apple TV+ terá conteúdo dublado em português brasileiro

    Conteúdos originais terão versões em 40 idiomas, enquanto audiodescrições para deficientes visuais estarão presentes em oito. Maçã não especifica quais materiais estarão localizados, mas a ideia é que o conteúdo original venha nesse formato

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  • 15/56   Huawei lança seu primeiro smartphone sem aplicativos do Google

    A gigante de telefonia chinesa Huawei confirmou nesta quinta-feira em Munique (sul da Alemanha) que seu novo smartphone de última geração será comercializado sem os aplicativos do Google pré-instalados devido a sanções dos Estados Unidos.

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  • 16/56   Avaliação: Nissan Leaf quer ser iPhone dos carros elétricos no Brasil

    Por R$ 195 mil, hatch EV quer conquistar adeptos da tecnologia

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  • 17/56   Apple perde posições no ranking de principais marcas da China

    (Bloomberg) -- A guerra comercial está custando caro à Apple, segundo uma nova pesquisa sobre o comportamento de consumidores chineses.A empresa caiu para a 24ª posição em um relatório anual sobre as principais marcas da China. Há um ano, a empresa americana era a 11ª no ranking. Em 2017, antes do início da guerra comercial, a Apple era a quinta colocada. Enquanto isso, a maior concorrente da Apple na China, a Huawei Technologies, subiu dois pontos e ficou em segundo, atrás apenas da processadora de pagamentos chinesa Alipay.O sobe-desce no ranking é um sinal do crescente desafio que marcas dos Estados Unidos enfrentam no segundo ano da batalha tarifária do presidente Donald Trump contra o líder chinês Xi Jinping. As conclusões da pesquisa mostram que consumidores chineses estão mais reticentes em relação a algumas marcas americanas, especialmente depois que a diretora financeira da gigante de smartphones Huawei, Meng Wanzhou, foi presa no Canadá no ano passado, a pedido do governo dos EUA.Trump colocou então os produtos da Huawei em uma lista negra, o que levou a um movimento de apoio à empresa com sede em Shenzhen, segundo Jay Milliken, sócio sênior em Hong Kong da Prophet, consultoria de São Francisco que conduziu o levantamento com 13.500 consumidores chineses.A pesquisa da Prophet, que é realizada anualmente, pediu a opinião de consumidores chineses de grandes cidades sobre mais de 250 marcas em 27 categorias. Os entrevistados avaliaram as marcas que usavam ou que pensavam em usar, classificando sua relevância com base em qualidades como inovação, utilidade e confiabilidade.‘Compra nacionalista’“Há muitas compras nacionalistas nessa categoria, porque os consumidores chineses interpretaram o que aconteceu com a Huawei como um ataque”, disse Milliken.O patriotismo também ajudou a ascensão de outras marcas chinesas. A fabricante de roupas esportivas Li Ning ficou entre as 40 melhores pela primeira vez, em 34º lugar, apenas dois pontos atrás da líder de mercado Nike.Havia apenas duas empresas americanas entre as dez primeiras este ano - Android, em 3º lugar, e Intel, em 9º - em comparação com cinco na pesquisa de 2017.Consumidores leaisAo contrário da Apple, o sistema operacional Android do Google e a Intel não precisam se preocupar com o apoio dos consumidores a concorrentes chineses, disse Milliken, e isso explica por que conseguiram manter uma boa classificação.“Algumas marcas ocidentais são tão integradas na vida dos consumidores chineses que estão quase predispostas a não perder relevância”, disse. “Não existem alternativas chinesas, portanto, permanecem muito relevantes.”As tensões geopolíticas não são o único problema que a Apple enfrenta na China, seu maior mercado depois dos EUA.Enquanto Pequim se esforça para tornar o país líder na implementação de redes 5G de alta velocidade, os celulares da Apple - até o novo iPhone 11 - não são compatíveis com esse padrão sem fio.Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórter da matéria original: Bruce Einhorn Hong Kong, beinhorn1@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Emma O'Brien, eobrien6@bloomberg.net, Bhuma Shrivastava, Rachel ChangFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- A guerra comercial está custando caro à Apple, segundo uma nova pesquisa sobre o comportamento de consumidores chineses.A empresa caiu para a 24ª posição em um relatório anual sobre as principais marcas da China. Há um ano, a empresa americana era a 11ª no ranking. Em 2017, antes do início da guerra comercial, a Apple era a quinta colocada. Enquanto isso, a maior concorrente da Apple na China, a Huawei Technologies, subiu dois pontos e ficou em segundo, atrás apenas da processadora de pagamentos chinesa Alipay.O sobe-desce no ranking é um sinal do crescente desafio que marcas dos Estados Unidos enfrentam no segundo ano da batalha tarifária do presidente Donald Trump contra o líder chinês Xi Jinping. As conclusões da pesquisa mostram que consumidores chineses estão mais reticentes em relação a algumas marcas americanas, especialmente depois que a diretora financeira da gigante de smartphones Huawei, Meng Wanzhou, foi presa no Canadá no ano passado, a pedido do governo dos EUA.Trump colocou então os produtos da Huawei em uma lista negra, o que levou a um movimento de apoio à empresa com sede em Shenzhen, segundo Jay Milliken, sócio sênior em Hong Kong da Prophet, consultoria de São Francisco que conduziu o levantamento com 13.500 consumidores chineses.A pesquisa da Prophet, que é realizada anualmente, pediu a opinião de consumidores chineses de grandes cidades sobre mais de 250 marcas em 27 categorias. Os entrevistados avaliaram as marcas que usavam ou que pensavam em usar, classificando sua relevância com base em qualidades como inovação, utilidade e confiabilidade.‘Compra nacionalista’“Há muitas compras nacionalistas nessa categoria, porque os consumidores chineses interpretaram o que aconteceu com a Huawei como um ataque”, disse Milliken.O patriotismo também ajudou a ascensão de outras marcas chinesas. A fabricante de roupas esportivas Li Ning ficou entre as 40 melhores pela primeira vez, em 34º lugar, apenas dois pontos atrás da líder de mercado Nike.Havia apenas duas empresas americanas entre as dez primeiras este ano - Android, em 3º lugar, e Intel, em 9º - em comparação com cinco na pesquisa de 2017.Consumidores leaisAo contrário da Apple, o sistema operacional Android do Google e a Intel não precisam se preocupar com o apoio dos consumidores a concorrentes chineses, disse Milliken, e isso explica por que conseguiram manter uma boa classificação.“Algumas marcas ocidentais são tão integradas na vida dos consumidores chineses que estão quase predispostas a não perder relevância”, disse. “Não existem alternativas chinesas, portanto, permanecem muito relevantes.”As tensões geopolíticas não são o único problema que a Apple enfrenta na China, seu maior mercado depois dos EUA.Enquanto Pequim se esforça para tornar o país líder na implementação de redes 5G de alta velocidade, os celulares da Apple - até o novo iPhone 11 - não são compatíveis com esse padrão sem fio.Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórter da matéria original: Bruce Einhorn Hong Kong, beinhorn1@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Emma O'Brien, eobrien6@bloomberg.net, Bhuma Shrivastava, Rachel ChangFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.


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  • 18/56   Vaza lista de smartphones Samsung que receberão Android 10

    Site teve acesso a uma lista de atualizações da fabricante sul-coreana. Maior parte dos aparelhos lançados ano passado e em 2019 vão receber a atualização. Documento, contudo, não revela quando o update vai chegar a cada modelo

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  • 19/56   Google Docs agora mostra pré-visualização de links no documento

    Com a mais recente atualização do Google Docs, usuários podem conferir uma prévia do conteúdo do link em questão em forma de texto, sem precisar clicar. A mudança faz parte da adaptação do serviço ao Material Theme

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  • 20/56   Huawei lança 1º smartphone sem aplicativos do Google

    A Huawei apresentou nesta quinta-feira seu novo modelo de smartphone, o primeiro sem aplicativos do Google. A gigante da tecnologia chinesa tenta se adaptar após as sanções impostas pelos Estados Unidos.

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  • 21/56   Apple e Disney poderiam se fundir caso Steve Jobs estivesse vivo, diz executivo

    CEO da Disney revelou que essa intenção era real, mas que só seria possível se o cofundador da Apple ainda estivesse vivo. Outros momentos dos bastidores da gigante do entretenimento estarão no livro sobre sua trajetória como executivo máximo da empresa

    CEO da Disney revelou que essa intenção era real, mas que só seria possível se o cofundador da Apple ainda estivesse vivo. Outros momentos dos bastidores da gigante do entretenimento estarão no livro sobre sua trajetória como executivo máximo da empresa


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  • 22/56   Google Maps com Modo Anônimo já aparece em alguns grupos de testes

    Recurso que esconde seus passos no Google Mapas foi anunciado há alguns meses e agora finalmente começa a ser testado junto ao público. Por enquanto, apenas algumas pessoas puderam dar uma olhada em como ficou

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  • 23/56   Rumor | LG pode ser a fornecedora de sensores de câmera para iPad Pro 2020

    De acordo com rumores do site coreano The Elec, a LG deve se tornar fornecedora da Apple em sensores de tempo de voo para câmeras traseiras do próximo iPad Pro. Previsões anteriores também sugerem novidades semelhantes, reforçando o boato

    De acordo com rumores do site coreano The Elec, a LG deve se tornar fornecedora da Apple em sensores de tempo de voo para câmeras traseiras do próximo iPad Pro. Previsões anteriores também sugerem novidades semelhantes, reforçando o boato


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  • 24/56   Google cria site com materiais para empresas se prepararem para a Black Friday

    Para auxiliar o comércio no época da Black Friday, que acontece no fim do mês de novembro, a Google lançou uma página especial com materiais, dicas e informações. Assim, as empresas são instruídas a aplicarem as melhores práticas durante a temporada

    Para auxiliar o comércio no época da Black Friday, que acontece no fim do mês de novembro, a Google lançou uma página especial com materiais, dicas e informações. Assim, as empresas são instruídas a aplicarem as melhores práticas durante a temporada


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  • 25/56   Apple solicita registro do termo "Slofie" para selfies em slow motion

    As novas selfies do iPhone ganharam o excêntrico apelido de Slofie, algo que não fez muito sucesso entre o público, mas a Apple está mais do que satisfeita e está indo atrás de registrar o termo. Slofie vem de Slow Motion Selfie, ou seja, selfie em câmera lenta

    As novas selfies do iPhone ganharam o excêntrico apelido de Slofie, algo que não fez muito sucesso entre o público, mas a Apple está mais do que satisfeita e está indo atrás de registrar o termo. Slofie vem de Slow Motion Selfie, ou seja, selfie em câmera lenta


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  • 26/56   Advogados de Frank Sinatra proibiram cantor de casar com Marilyn Monroe, diz biógrafo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O romance entre Frank Sinatra e Marilyn Monroe não foi para frente porque os advogados do cantor o proibiram de tomar essa decisão. Essa informação foi divulgada pelo jornalista Charles Casillo, que escreveu diversas biografias da estrela de cinema e agora mantém um podcast sobre a atriz, que cometeu suicídio em 1962.  A série em áudio "The Killing of Marilyn Monroe" está disponível na Apple, e tem como objetivo investigar os últimos dias da atriz, analisando sua carreira, casamentos e outros temas assuntos. O documentário em áudio tem 12 partes.  O jornalista conta que o cantor estava decidido a se casar com a atriz no início dos anos 1960. Sinatra agia como um protetor de Monroe e deixou clara suas intenções a pessoas próximas. No entanto, um de seus advogados recomendou que ele desistisse da ideia. "Disseram que ele poderia ter sua vida destruída se casasse com a maior sex symbol da América", afirmou Casillo. "O advogado explicou a Sinatra que estava claro que a atriz cometeria suicídio e que se isso ocorresse enquanto eles estivessem casados, ele passaria a ser o responsável pela morte da estrela", esclarece o jornalista. O último marido de Monroe foi Arthur Miller. Eles ficaram juntos de 1956 a 1961.  Em 2015, o jornal The Telegraph informou que James Kaplan publicou um livro intitulado "Sinatra: The Chairman", que fornece um relato detalhado do relacionamento do cantor com Monroe. "Não havia dúvida de que Frank estava apaixonado por Marilyn", disse o gerente de talentos Milt Ebbins em trechos do livro. Segundo a publicação, Sinatra e Monroe se conheceram em 1954 enquanto ele ainda era casado com a atriz Ava Gardner. Eles começaram um relacionamento em 1961, que durou vários meses. "Sim, Frank queria se casar com o largo", citou Kaplan Jilly Rizzo, confidente próximo de Sinatra, no livro. "Ele perguntou a ela e ela disse que não." Monroe estava sofrendo de uma forte depressão, crises de ansiedade e de baixa autoestima e que estava em tratamento com um psiquiatra, segundo especialistas.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O romance entre Frank Sinatra e Marilyn Monroe não foi para frente porque os advogados do cantor o proibiram de tomar essa decisão. Essa informação foi divulgada pelo jornalista Charles Casillo, que escreveu diversas biografias da estrela de cinema e agora mantém um podcast sobre a atriz, que cometeu suicídio em 1962.  A série em áudio "The Killing of Marilyn Monroe" está disponível na Apple, e tem como objetivo investigar os últimos dias da atriz, analisando sua carreira, casamentos e outros temas assuntos. O documentário em áudio tem 12 partes.  O jornalista conta que o cantor estava decidido a se casar com a atriz no início dos anos 1960. Sinatra agia como um protetor de Monroe e deixou clara suas intenções a pessoas próximas. No entanto, um de seus advogados recomendou que ele desistisse da ideia. "Disseram que ele poderia ter sua vida destruída se casasse com a maior sex symbol da América", afirmou Casillo. "O advogado explicou a Sinatra que estava claro que a atriz cometeria suicídio e que se isso ocorresse enquanto eles estivessem casados, ele passaria a ser o responsável pela morte da estrela", esclarece o jornalista. O último marido de Monroe foi Arthur Miller. Eles ficaram juntos de 1956 a 1961.  Em 2015, o jornal The Telegraph informou que James Kaplan publicou um livro intitulado "Sinatra: The Chairman", que fornece um relato detalhado do relacionamento do cantor com Monroe. "Não havia dúvida de que Frank estava apaixonado por Marilyn", disse o gerente de talentos Milt Ebbins em trechos do livro. Segundo a publicação, Sinatra e Monroe se conheceram em 1954 enquanto ele ainda era casado com a atriz Ava Gardner. Eles começaram um relacionamento em 1961, que durou vários meses. "Sim, Frank queria se casar com o largo", citou Kaplan Jilly Rizzo, confidente próximo de Sinatra, no livro. "Ele perguntou a ela e ela disse que não." Monroe estava sofrendo de uma forte depressão, crises de ansiedade e de baixa autoestima e que estava em tratamento com um psiquiatra, segundo especialistas.


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  • 27/56   Presidente francês participará de reunião sobre Amazônia em Nova York
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente francês, Emmanuel Macron, participará nesta segunda-feira (23) de uma reunião sobre a Amazônia organizada em Nova York paralelamente à Assembleia Geral da ONU, para mobilizar a comunidade internacional sobre o reflorestamento daquela região, afetada por grandes incêndios.

    O presidente francês, Emmanuel Macron, participará nesta segunda-feira (23) de uma reunião sobre a Amazônia organizada em Nova York paralelamente à Assembleia Geral da ONU, para mobilizar a comunidade internacional sobre o reflorestamento daquela região, afetada por grandes incêndios.


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  • 28/56   Síndrome misteriosa que afetou diplomatas em Cuba estaria ligada a pesticidas
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Os sintomas misteriosos que afetaram nos últimos anos diplomatas americanos e canadenses na capital de Cuba podem ter sido provocados por agentes neurotóxicos empregados em pesticidas, segundo um novo estudo obtido pela emissora pública Rádio-Canadá.

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  • 29/56   Monte Paektu: a 'terra santa' do regime norte-coreano
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A propaganda oficial diz que é ali, numa pequena cabana nesta montanha sagrada, que Kim Jong Il, pai e antecessor do presidente norte-coreano Kim Jong Un, nasceu. A guia, que lidera um grupo de visitantes, anuncia com entusiasmo: "Bem-vindos à terra santa da nossa revolução".

    A propaganda oficial diz que é ali, numa pequena cabana nesta montanha sagrada, que Kim Jong Il, pai e antecessor do presidente norte-coreano Kim Jong Un, nasceu. A guia, que lidera um grupo de visitantes, anuncia com entusiasmo: "Bem-vindos à terra santa da nossa revolução".


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  • 30/56   Gorbachev expõe sua visão do mundo atual em novo livro
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O último presidente soviético, Mikhail Gorbachev, publicará um novo livro apresentado como seu testamento político, no qual expõe sua visão do século XXI, informou uma editoria francesa nesta quinta-feira.

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  • 31/56   Após graves crises hídricas, Bolívia se adapta e adota novos hábitos
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Juana e Maria lavam as roupas com água das nascentes em duas das cidades mais populosas da Bolívia, onde afirmam que essa atividade aumentou desde o racionamento agudo que sofreram entre 2016 e 2017. Hoje, cientistas temem que as mudanças climáticas piorem a situação.

    Juana e Maria lavam as roupas com água das nascentes em duas das cidades mais populosas da Bolívia, onde afirmam que essa atividade aumentou desde o racionamento agudo que sofreram entre 2016 e 2017. Hoje, cientistas temem que as mudanças climáticas piorem a situação.


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  • 32/56   Leah, a "Greta" ugandesa em missão para salvar o planeta
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Quando a ugandense Leah Namugerwa completou 15 anos, no mês passado, ela decidiu plantar 200 árvores ao invés de celebrar a data com uma festa de aniversário, em um esforço para dar visibilidade aos danos ambientais em seu país.

    Quando a ugandense Leah Namugerwa completou 15 anos, no mês passado, ela decidiu plantar 200 árvores ao invés de celebrar a data com uma festa de aniversário, em um esforço para dar visibilidade aos danos ambientais em seu país.


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  • 33/56   No mundo a cada 11 segundos uma mãe morre ou um bebê morre no parto
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Uma mãe morre no parto ou um bebê em seu nascimento a cada onze segundos no mundo, mesmo que essas tragédias estejam em acentuado declínio nas últimas décadas, de acordo com novas estatísticas divulgadas nesta quinta-feira pela ONU.

    Uma mãe morre no parto ou um bebê em seu nascimento a cada onze segundos no mundo, mesmo que essas tragédias estejam em acentuado declínio nas últimas décadas, de acordo com novas estatísticas divulgadas nesta quinta-feira pela ONU.


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  • 34/56   Boris Johnson é flagrado mentindo e tenta minimizar a situação
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O primeiro-ministro britânico Boris Johnson foi flagrado mentindo e tentou minimizar o caso tuitando que o seu encontro com um pai de família revoltado em um hospital não foi um incidente "embaraçoso".

    O primeiro-ministro britânico Boris Johnson foi flagrado mentindo e tentou minimizar o caso tuitando que o seu encontro com um pai de família revoltado em um hospital não foi um incidente "embaraçoso".


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  • 35/56   Abortos nos EUA caem ao menor nível desde a legalização
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O número de abortos realizados nos Estados Unidos caiu novamente, entre 2014 e 2017, para atingir seu menor nível desde que foi legalizado pela Corte Suprema, em 1973, segundo dados obtidos pelo Instituto Guttmacher.

    O número de abortos realizados nos Estados Unidos caiu novamente, entre 2014 e 2017, para atingir seu menor nível desde que foi legalizado pela Corte Suprema, em 1973, segundo dados obtidos pelo Instituto Guttmacher.


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  • 36/56   Índia anuncia proibição do cigarro eletrônico
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    O governo indiano anunciou nesta quarta-feira (18) a proibição dos cigarros eletrônicos no país, onde vivem 1,3 bilhão de pessoas, por motivos de saúde e para combater vícios.

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  • 37/56   EUA preferem 'solução pacífica' a confronto com Irã, garante Pompeo
    WORLD TOPIC NEWS

    O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, declarou nesta quinta-feira (19) que os Estados Unidos preferem uma "solução pacífica" para a crise deflagrada pelos ataques contra as infraestruturas de petróleo sauditas, os quais classificou de "ato de guerra" por parte do Irã.

    O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, declarou nesta quinta-feira (19) que os Estados Unidos preferem uma "solução pacífica" para a crise deflagrada pelos ataques contra as infraestruturas de petróleo sauditas, os quais classificou de "ato de guerra" por parte do Irã.


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  • 38/56   Cidadão americano é acusado de buscar alvos para atentados nos EUA
    WORLD TOPIC NEWS

    O americano Alexei Saab foi denunciado nesta quinta-feira por transmitir ao Hezbollah informação sobre possíveis alvos para ataques terroristas nos Estados Unidos, informou o departamento de Justiça.

    O americano Alexei Saab foi denunciado nesta quinta-feira por transmitir ao Hezbollah informação sobre possíveis alvos para ataques terroristas nos Estados Unidos, informou o departamento de Justiça.


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  • 39/56   Fachin se antecipa a Toffoli e marca julgamento de ação no STF que envolve Coaf
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), se antecipou ao presidente da corte, Dias Toffoli, e pautou o julgamento de uma ação penal que vai tratar do uso de dados sigilosos do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). O caso será levado ao plenário da Segunda Turma da corte na próxima terça-feira (24), antes mesmo de uma análise do plenário, composto pelos 11 ministros. A decisão de Fachin é desta quarta-feira (18). No dia 16 de julho, Toffoli suspendeu o andamento de todos os processos no país com dados do órgão sem autorização judicial. Como mostrou reportagem da Folha de S.Paulo, o presidente do STF pretende marcar para outubro casos sensíveis à Operação Lava Jato, como o uso de informações coletadas pelo Coaf.   Fachin, porém, adiantou a discussão ao agendar o julgamento de um caso que aponta suposto pagamento de propina ao deputado Aníbal Gomes (MDB-CE) e a seu assessor Luís Carlos Batista Sá em contratos da Petrobras em 2008. Os advogados de Gomes e Sá, Breno Pires de Oliveira e Rodrigo Mudrovitsch, pediram para Fachin não levar o caso a julgamento até que o plenário analisasse o mérito da decisão de Toffoli. Nesta quinta-feira (19), a Folha de S.Paulo mostrou que a medida de ?Toffoli, que atendeu a pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), fez as atividades do órgão de inteligência financeira despencarem no último mês. Fachin rejeitou o argumento. Segundo ele, "evidente que todo esse cenário não se amolda às peculiaridades condizentes aos procedimentos criminais alcançados pela ordem judicial" de Toffoli. Segundo ele, as informações foram encaminhadas com autorização judicial à PGR (Procuradoria-Geral da República).  "O afastamento dos dados fiscais e bancários foram, repiso, previamente autorizados por ordem do Supremo Tribunal Federal, já avaliada inclusive pelo plenário."

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), se antecipou ao presidente da corte, Dias Toffoli, e pautou o julgamento de uma ação penal que vai tratar do uso de dados sigilosos do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). O caso será levado ao plenário da Segunda Turma da corte na próxima terça-feira (24), antes mesmo de uma análise do plenário, composto pelos 11 ministros. A decisão de Fachin é desta quarta-feira (18). No dia 16 de julho, Toffoli suspendeu o andamento de todos os processos no país com dados do órgão sem autorização judicial. Como mostrou reportagem da Folha de S.Paulo, o presidente do STF pretende marcar para outubro casos sensíveis à Operação Lava Jato, como o uso de informações coletadas pelo Coaf.   Fachin, porém, adiantou a discussão ao agendar o julgamento de um caso que aponta suposto pagamento de propina ao deputado Aníbal Gomes (MDB-CE) e a seu assessor Luís Carlos Batista Sá em contratos da Petrobras em 2008. Os advogados de Gomes e Sá, Breno Pires de Oliveira e Rodrigo Mudrovitsch, pediram para Fachin não levar o caso a julgamento até que o plenário analisasse o mérito da decisão de Toffoli. Nesta quinta-feira (19), a Folha de S.Paulo mostrou que a medida de ?Toffoli, que atendeu a pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), fez as atividades do órgão de inteligência financeira despencarem no último mês. Fachin rejeitou o argumento. Segundo ele, "evidente que todo esse cenário não se amolda às peculiaridades condizentes aos procedimentos criminais alcançados pela ordem judicial" de Toffoli. Segundo ele, as informações foram encaminhadas com autorização judicial à PGR (Procuradoria-Geral da República).  "O afastamento dos dados fiscais e bancários foram, repiso, previamente autorizados por ordem do Supremo Tribunal Federal, já avaliada inclusive pelo plenário."


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  • 40/56   'Ninguém vai brigar com ninguém', diz Bolsonaro sobre discurso na ONU
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Poucos dias antes de embarcar para participar da Assembleia Geral da ONU, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (19) que não pretende "brigar com ninguém" na reunião dos líderes mundiais em Nova York.  "Ninguém vai brigar com ninguém lá, pode ficar tranquilo", disse o presidente, durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais. "Vou apanhar da mídia de qualquer maneira, mas eu vou falar como anda o Brasil nessa questão [ambiental]", acrescentou.  Tradicionalmente, o presidente brasileiro abre a série de discursos de chefes de estado da Assembleia Geral da ONU. A participação de Bolsonaro está prevista para terça-feira (24).  A promessa de que não vai "brigar com ninguém" na ONU ocorre após Bolsonaro ter protagonizado um embate público com o presidente francês, Emmanuel Macron, sobre os incêndios na região amazônica e a crise ambiental que o Brasil enfrenta.  Sem mencionar diretamente outros países ou chefes de governo, Bolsonaro afirmou que há nações interessadas em utilizar a onda de queimadas na Amazônia para "desgastar a imagem do Brasil". "Para ver se cria um caos aqui. Para quem se dar bem? O pessoal lá de fora. Se a nossa agricultura cair é bom para países outros que vivem disso", declarou o presidente. Desde que retornou de São Paulo, na segunda-feira (16), após se submeter a uma cirurgia no último dia 8 de setembro, o presidente tem permanecido no Palácio da Alvorada por recomendação médica. O governo havia anunciado que Bolsonaro realizará exames nesta sexta-feira (20) para definir se o mandatário está em condições clínicas para realizar a agenda internacional. No entanto, na quarta-feira (18) o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, garantiu "100%" que a viagem de Bolsonaro aos Estados Unidos vai ocorrer -embora uma passagem pelo Texas e reuniões bilaterais com outros chefes de governo tenham sido canceladas, também com justificativas médicas. Bolsonaro dedicou boa parte da transmissão desta quinta ao discurso que deve realizar na Assembleia Geral.  Ele contou que deve reafirmar a soberania do Brasil sobre a Amazônia e disse que combater os incêndios numa região de tão grandes proporções é algo "complicado".  Também reconheceu que deve ser cobrado em seu discurso -auxiliares do presidente temem que ele seja alvo de algum tipo de protesto após a troca de críticas públicas com países europeus.  "Nós iremos semana que vem para Nova York, na ONU, vou fazer um pronunciamento lá. Está na cara que eu vou ser cobrado, porque alguns países me atacam de forma bastante virulenta, [dizem] que eu sou responsável pelas queimadas no Brasil", argumentou.  "Nós sabemos [por] dados oficiais que queimada tem todo o ano, infelizmente, quer que eu faça o quê? Por uma questão de tradição, o caboclo toca fogo no seu roçado para plantar alguma coisa no tocante à sobrevivência. O índio faz a mesma coisa e tem aqueles que fazem de forma criminosa também. Agora, como combater isso, sem meios, na região amazônica, que é maior do que a Europa ocidental? É complicado isso aí, não é fácil. A gente faz o possível", disse o presidente.  Bolsonaro afirmou ainda que alguns países europeus querem que ele demarque mais reservas indígenas e terras quilombolas, uma política que o presidente já declarou diversas vezes ser contrário.  "Alguns países, com dinheiro para o Fundo Amazônia, estavam comprando a nossa Amazônia", concluiu o mandatário, sem apresentar provas que embasem essa afirmação.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Poucos dias antes de embarcar para participar da Assembleia Geral da ONU, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (19) que não pretende "brigar com ninguém" na reunião dos líderes mundiais em Nova York.  "Ninguém vai brigar com ninguém lá, pode ficar tranquilo", disse o presidente, durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais. "Vou apanhar da mídia de qualquer maneira, mas eu vou falar como anda o Brasil nessa questão [ambiental]", acrescentou.  Tradicionalmente, o presidente brasileiro abre a série de discursos de chefes de estado da Assembleia Geral da ONU. A participação de Bolsonaro está prevista para terça-feira (24).  A promessa de que não vai "brigar com ninguém" na ONU ocorre após Bolsonaro ter protagonizado um embate público com o presidente francês, Emmanuel Macron, sobre os incêndios na região amazônica e a crise ambiental que o Brasil enfrenta.  Sem mencionar diretamente outros países ou chefes de governo, Bolsonaro afirmou que há nações interessadas em utilizar a onda de queimadas na Amazônia para "desgastar a imagem do Brasil". "Para ver se cria um caos aqui. Para quem se dar bem? O pessoal lá de fora. Se a nossa agricultura cair é bom para países outros que vivem disso", declarou o presidente. Desde que retornou de São Paulo, na segunda-feira (16), após se submeter a uma cirurgia no último dia 8 de setembro, o presidente tem permanecido no Palácio da Alvorada por recomendação médica. O governo havia anunciado que Bolsonaro realizará exames nesta sexta-feira (20) para definir se o mandatário está em condições clínicas para realizar a agenda internacional. No entanto, na quarta-feira (18) o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, garantiu "100%" que a viagem de Bolsonaro aos Estados Unidos vai ocorrer -embora uma passagem pelo Texas e reuniões bilaterais com outros chefes de governo tenham sido canceladas, também com justificativas médicas. Bolsonaro dedicou boa parte da transmissão desta quinta ao discurso que deve realizar na Assembleia Geral.  Ele contou que deve reafirmar a soberania do Brasil sobre a Amazônia e disse que combater os incêndios numa região de tão grandes proporções é algo "complicado".  Também reconheceu que deve ser cobrado em seu discurso -auxiliares do presidente temem que ele seja alvo de algum tipo de protesto após a troca de críticas públicas com países europeus.  "Nós iremos semana que vem para Nova York, na ONU, vou fazer um pronunciamento lá. Está na cara que eu vou ser cobrado, porque alguns países me atacam de forma bastante virulenta, [dizem] que eu sou responsável pelas queimadas no Brasil", argumentou.  "Nós sabemos [por] dados oficiais que queimada tem todo o ano, infelizmente, quer que eu faça o quê? Por uma questão de tradição, o caboclo toca fogo no seu roçado para plantar alguma coisa no tocante à sobrevivência. O índio faz a mesma coisa e tem aqueles que fazem de forma criminosa também. Agora, como combater isso, sem meios, na região amazônica, que é maior do que a Europa ocidental? É complicado isso aí, não é fácil. A gente faz o possível", disse o presidente.  Bolsonaro afirmou ainda que alguns países europeus querem que ele demarque mais reservas indígenas e terras quilombolas, uma política que o presidente já declarou diversas vezes ser contrário.  "Alguns países, com dinheiro para o Fundo Amazônia, estavam comprando a nossa Amazônia", concluiu o mandatário, sem apresentar provas que embasem essa afirmação.


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  • 41/56   Barroso diz que aval para PF agir contra líder do governo foi técnico e republicano
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Criticado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal) disse na noite desta quinta-feira (19) que sua decisão de autorizar buscas e apreensões em endereços do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e do filho dele, o deputado Fernando Filho (DEM-PE), foi técnica e republicana. Alcolumbre informou nesta tarde que o Senado vai questionar oficialmente o STF sobre a operação desta manhã. Contrariando a posição da então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que se manifestou contrária à ação, Barroso atendeu a um pedido da Polícia Federal e emitiu decisão em 9 de setembro autorizando a ação no Distrito Federal e em Pernambuco. O posicionamento da PGR (Procuradoria-Geral da República) foi um dos principais argumentos da defesa do líder do governo no Senado e do deputado federal. "A decisão executada na data de hoje [quinta], inclusive nas dependências do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, foi puramente técnica e republicana, baseada em relevante quantidade de indícios da prática de delitos. Ainda assim, não envolveu qualquer prejulgamento. Só faço o que é certo, justo e legítimo", argumentou Barroso em nota. A Polícia Federal sustenta que o líder do governo no Senado recebeu R$ 5,5 milhões em propinas de empreiteiras encarregadas das obras de transposição do rio São Francisco e de outros contratos do Executivo federal.  A negociação e o repasse dos valores teriam ocorrido de 2012 a 2014. De 2011 a 2013, Bezerra Coelho foi ministro da Integração Nacional na gestão de Dilma Rousseff (PT) e integrava o PSB.  Já Fernando, ex-ministro de Minas Energia de Michel Temer (MDB), teria recebido R$ 1,7 milhão. As investigações da PF se deram a partir das delações premiadas de empreiteiros e dos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho, Eduardo Freire Bezerra Leite e Arthur Roberto Lapa Rosal. As apurações sobre Lyra começaram após a PF descobrir, na Operação Turbulência, que ele era o dono do avião que caiu em 2014, matando o ex-governador pernambucano e então candidato à Presidência pelo PSB, Eduardo Campos. No decorrer do inquérito, a polícia diz ter identificado supostas operações financeiras ilícitas das empresas dele.  Lyra e os outros dois colaboradores contaram ter feito o "pagamento sistemático de vantagens indevidas" a Bezerra Coelho e ao filho dele por ordem das empreiteiras OAS, Barbosa Mello, Paulista e Constremac Construções, envolvidas nas obras da transposição e em outros projetos do governo federal.  Executivos da OAS fizeram delação e confirmaram as ilicitudes apontadas pela PF. A pasta da Integração, quando comandada por Bezerra Coelho, era a responsável pelos canais que levam água do rio São Francisco para outras regiões do semiárido.  Para ocultar a origem ilícita dos recursos, pai e filho teriam se valido de operações de lavagem de dinheiro. A defesa do senador e do deputado disse que causa estranheza que "medidas cautelares sejam decretadas em razão de fatos pretéritos que não guardam qualquer razão de contemporaneidade com o objeto da investigação". O ministro do STF argumentou que "a providência de busca e apreensão é padrão em casos de investigação por corrupção e lavagem de dinheiro. Fora de padrão seria determiná-la em relação aos investigados secundários e evitá-la em relação aos principais". Barroso disse também que, a pedido do Legislativo, o STF já decidiu que somente ele pode determinar a busca e apreensão no Congresso em investigação relacionada a parlamentares. "A decisão segue rigorosamente os precedentes do Tribunal", disse o ministro. Ao criticar a decisão de Barroso, o presidente do Senado argumentou, assim como a defesa dos parlamentares, que a operação desta quinta tinha como foco ações ocorridas quando Bezerra Coelho não era senador, muito menos líder do governo. O ministro do STF discordou da argumentação. "No caso concreto, na fase em que se encontram as investigações, os indícios se estendem a períodos em que senador da República e deputado federal exerciam essas funções parlamentares. Em princípio, portanto, está caracterizada a competência do Supremo Tribunal Federal. E mesmo que se venha a declinar da competência mais adiante, a providência hoje executada só poderia ser ordenada por este Tribunal." Na nota, o ministro rebateu outro argumento levantado por Alcolumbre mais cedo, o de que a decisão contraria o esforço que o Senado vem fazendo ao longo deste ano para evitar uma crise entre Legislativo e Judiciário. O presidente do Senado tem segurado todos os requerimentos de criação de comissão parlamentar de inquérito para investigar integrantes do Supremo, a CPI da Lava Toga. "A investigação de fatos criminosos pela Polícia Federal e a supervisão de inquéritos policiais pelo Supremo Tribunal Federal não constituem quebra ao princípio da separação de Poderes, mas puro cumprimento da Constituição", encerra Barroso.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Criticado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal) disse na noite desta quinta-feira (19) que sua decisão de autorizar buscas e apreensões em endereços do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e do filho dele, o deputado Fernando Filho (DEM-PE), foi técnica e republicana. Alcolumbre informou nesta tarde que o Senado vai questionar oficialmente o STF sobre a operação desta manhã. Contrariando a posição da então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que se manifestou contrária à ação, Barroso atendeu a um pedido da Polícia Federal e emitiu decisão em 9 de setembro autorizando a ação no Distrito Federal e em Pernambuco. O posicionamento da PGR (Procuradoria-Geral da República) foi um dos principais argumentos da defesa do líder do governo no Senado e do deputado federal. "A decisão executada na data de hoje [quinta], inclusive nas dependências do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, foi puramente técnica e republicana, baseada em relevante quantidade de indícios da prática de delitos. Ainda assim, não envolveu qualquer prejulgamento. Só faço o que é certo, justo e legítimo", argumentou Barroso em nota. A Polícia Federal sustenta que o líder do governo no Senado recebeu R$ 5,5 milhões em propinas de empreiteiras encarregadas das obras de transposição do rio São Francisco e de outros contratos do Executivo federal.  A negociação e o repasse dos valores teriam ocorrido de 2012 a 2014. De 2011 a 2013, Bezerra Coelho foi ministro da Integração Nacional na gestão de Dilma Rousseff (PT) e integrava o PSB.  Já Fernando, ex-ministro de Minas Energia de Michel Temer (MDB), teria recebido R$ 1,7 milhão. As investigações da PF se deram a partir das delações premiadas de empreiteiros e dos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho, Eduardo Freire Bezerra Leite e Arthur Roberto Lapa Rosal. As apurações sobre Lyra começaram após a PF descobrir, na Operação Turbulência, que ele era o dono do avião que caiu em 2014, matando o ex-governador pernambucano e então candidato à Presidência pelo PSB, Eduardo Campos. No decorrer do inquérito, a polícia diz ter identificado supostas operações financeiras ilícitas das empresas dele.  Lyra e os outros dois colaboradores contaram ter feito o "pagamento sistemático de vantagens indevidas" a Bezerra Coelho e ao filho dele por ordem das empreiteiras OAS, Barbosa Mello, Paulista e Constremac Construções, envolvidas nas obras da transposição e em outros projetos do governo federal.  Executivos da OAS fizeram delação e confirmaram as ilicitudes apontadas pela PF. A pasta da Integração, quando comandada por Bezerra Coelho, era a responsável pelos canais que levam água do rio São Francisco para outras regiões do semiárido.  Para ocultar a origem ilícita dos recursos, pai e filho teriam se valido de operações de lavagem de dinheiro. A defesa do senador e do deputado disse que causa estranheza que "medidas cautelares sejam decretadas em razão de fatos pretéritos que não guardam qualquer razão de contemporaneidade com o objeto da investigação". O ministro do STF argumentou que "a providência de busca e apreensão é padrão em casos de investigação por corrupção e lavagem de dinheiro. Fora de padrão seria determiná-la em relação aos investigados secundários e evitá-la em relação aos principais". Barroso disse também que, a pedido do Legislativo, o STF já decidiu que somente ele pode determinar a busca e apreensão no Congresso em investigação relacionada a parlamentares. "A decisão segue rigorosamente os precedentes do Tribunal", disse o ministro. Ao criticar a decisão de Barroso, o presidente do Senado argumentou, assim como a defesa dos parlamentares, que a operação desta quinta tinha como foco ações ocorridas quando Bezerra Coelho não era senador, muito menos líder do governo. O ministro do STF discordou da argumentação. "No caso concreto, na fase em que se encontram as investigações, os indícios se estendem a períodos em que senador da República e deputado federal exerciam essas funções parlamentares. Em princípio, portanto, está caracterizada a competência do Supremo Tribunal Federal. E mesmo que se venha a declinar da competência mais adiante, a providência hoje executada só poderia ser ordenada por este Tribunal." Na nota, o ministro rebateu outro argumento levantado por Alcolumbre mais cedo, o de que a decisão contraria o esforço que o Senado vem fazendo ao longo deste ano para evitar uma crise entre Legislativo e Judiciário. O presidente do Senado tem segurado todos os requerimentos de criação de comissão parlamentar de inquérito para investigar integrantes do Supremo, a CPI da Lava Toga. "A investigação de fatos criminosos pela Polícia Federal e a supervisão de inquéritos policiais pelo Supremo Tribunal Federal não constituem quebra ao princípio da separação de Poderes, mas puro cumprimento da Constituição", encerra Barroso.


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  • 42/56   Em derrota para Bibi, oposição rejeita acordo
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O premiê israelense, Binyamin Netanyahu, propôs ao rival Benny Gantz um acordo nesta quinta-feira (19): junte-se ao meu futuro governo, no qual seguirei como primeiro-ministro ao lado dos partidos ultraortodoxos e de direita. Gantz, do partido centrista Azul e Branco, não achou uma boa ideia e propôs o contrário: aceita a ideia de uma coalizão, mas desde que ele seja o comandante e que os partidos religiosos fiquem de fora. "Por isso que peço a você, Benny. Vamos nos reunir ainda hoje, a qualquer hora, [para] impulsionar este processo que é urgente. Não temos o direito de caminhar para a terceira eleição. Sou contra. A agenda agora é um governo de união", afirmou Bibi, como Netanyahu é conhecido, ao fazer o convite, que logo foi recusado. "Os israelenses querem um governo de unidade. [...] Vou formar esse governo comigo à frente", disse Gantz antes de uma reunião com aliados. "O partido Azul e Branco venceu e, no momento em que estou conversando com vocês, temos 33 cadeiras, enquanto Netanyahu não conseguiu a maioria para formar uma coalizão como esperava", completou o ex-chefe do Exército israelense. Aliado de Gantz e membro da sigla, Moshe Ya'alon foi ainda mais enfático. "Nós não vamos entrar em uma coalizão com Netanyahu", disse. O "não" do Azul e Branco abre brecha para um outro tipo de acordo: com o Likud, mas sem Netanyahu. Embora o premiê afirme que não deixará o comando do partido, analistas israelenses consideram que isto pode acontecer e destravar as negociações. O primeiro-ministro, porém, não gostou da resposta dos rivais. "Estou surpreso e desapontado com o fato de que Benny Gantz ainda rejeita meu chamado para uma reunião", afirmou. "Gantz, minha oferta é que nós dois cheguemos a um acordo. É o que o público espera de nós." Mais cedo, o premiê reconheceu suas dificuldades, dizendo que, na campanha, defendeu um governo de direita, mas, "lamentavelmente, o resultado da eleição mostrou que isso é impossível". Netanyahu continua como premiê até que alguém consiga maioria no Parlamento. A proposta do líder do Likud foi recebida com surpresa em Israel. Embora uma possível coalizão entre os dois rivais tenha sido levantada por comentaristas, a expectativa era de que essas conversas só começariam após os líderes partidários se reunirem com o presidente Reuven Rivlin. É esse encontro que dá início oficial às negociações para formar um novo governo, e ele só deve acontecer depois que a apuração dos votos terminar -com 97% do processo concluído, a expectativa para a conclusão é sexta (20). O Azul e Branco foi a legenda mais votada nas eleições de terça-feira (17), e somou 33 assentos. O Likud, de Netanyahu, veio em segundo lugar, com 32, de acordo com os dados registrados até agora. Para formar maioria é preciso obter 61 das 120 cadeiras. Mesmo com suas coligações, nem Gantz nem Netanyahu conseguem chegar a esse número, e passaram a ter de negociar com outros partidos para resolver o impasse. Nesse caso, o caminho mais realista seria uma coalizão entre as duas siglas, donas das maiores bancadas na Casa, possivelmente com apoio também dos oito parlamentares da sigla secular e nacionalista Israel Nossa Casa, liderada por Avigdor Lieberman. Segundo o jornal The Times of Israel, Lieberman teria dito a aliados que pretende recomendar Gantz como premiê, o que pode desequilibrar a balança a favor do ex-chefe do Exército e pôr fim ao governo de Netanyahu. Outra saída é que Netanyahu e Gantz se alternem no poder ao longo do mandato. Há um precedente. Em 1984, Likud e Partido Trabalhista decidiram formar governo em conjunto, com cada legenda liderando por dois anos. Se não houver acordo em até seis semanas novas eleições serão realizadas em 2020.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O premiê israelense, Binyamin Netanyahu, propôs ao rival Benny Gantz um acordo nesta quinta-feira (19): junte-se ao meu futuro governo, no qual seguirei como primeiro-ministro ao lado dos partidos ultraortodoxos e de direita. Gantz, do partido centrista Azul e Branco, não achou uma boa ideia e propôs o contrário: aceita a ideia de uma coalizão, mas desde que ele seja o comandante e que os partidos religiosos fiquem de fora. "Por isso que peço a você, Benny. Vamos nos reunir ainda hoje, a qualquer hora, [para] impulsionar este processo que é urgente. Não temos o direito de caminhar para a terceira eleição. Sou contra. A agenda agora é um governo de união", afirmou Bibi, como Netanyahu é conhecido, ao fazer o convite, que logo foi recusado. "Os israelenses querem um governo de unidade. [...] Vou formar esse governo comigo à frente", disse Gantz antes de uma reunião com aliados. "O partido Azul e Branco venceu e, no momento em que estou conversando com vocês, temos 33 cadeiras, enquanto Netanyahu não conseguiu a maioria para formar uma coalizão como esperava", completou o ex-chefe do Exército israelense. Aliado de Gantz e membro da sigla, Moshe Ya'alon foi ainda mais enfático. "Nós não vamos entrar em uma coalizão com Netanyahu", disse. O "não" do Azul e Branco abre brecha para um outro tipo de acordo: com o Likud, mas sem Netanyahu. Embora o premiê afirme que não deixará o comando do partido, analistas israelenses consideram que isto pode acontecer e destravar as negociações. O primeiro-ministro, porém, não gostou da resposta dos rivais. "Estou surpreso e desapontado com o fato de que Benny Gantz ainda rejeita meu chamado para uma reunião", afirmou. "Gantz, minha oferta é que nós dois cheguemos a um acordo. É o que o público espera de nós." Mais cedo, o premiê reconheceu suas dificuldades, dizendo que, na campanha, defendeu um governo de direita, mas, "lamentavelmente, o resultado da eleição mostrou que isso é impossível". Netanyahu continua como premiê até que alguém consiga maioria no Parlamento. A proposta do líder do Likud foi recebida com surpresa em Israel. Embora uma possível coalizão entre os dois rivais tenha sido levantada por comentaristas, a expectativa era de que essas conversas só começariam após os líderes partidários se reunirem com o presidente Reuven Rivlin. É esse encontro que dá início oficial às negociações para formar um novo governo, e ele só deve acontecer depois que a apuração dos votos terminar -com 97% do processo concluído, a expectativa para a conclusão é sexta (20). O Azul e Branco foi a legenda mais votada nas eleições de terça-feira (17), e somou 33 assentos. O Likud, de Netanyahu, veio em segundo lugar, com 32, de acordo com os dados registrados até agora. Para formar maioria é preciso obter 61 das 120 cadeiras. Mesmo com suas coligações, nem Gantz nem Netanyahu conseguem chegar a esse número, e passaram a ter de negociar com outros partidos para resolver o impasse. Nesse caso, o caminho mais realista seria uma coalizão entre as duas siglas, donas das maiores bancadas na Casa, possivelmente com apoio também dos oito parlamentares da sigla secular e nacionalista Israel Nossa Casa, liderada por Avigdor Lieberman. Segundo o jornal The Times of Israel, Lieberman teria dito a aliados que pretende recomendar Gantz como premiê, o que pode desequilibrar a balança a favor do ex-chefe do Exército e pôr fim ao governo de Netanyahu. Outra saída é que Netanyahu e Gantz se alternem no poder ao longo do mandato. Há um precedente. Em 1984, Likud e Partido Trabalhista decidiram formar governo em conjunto, com cada legenda liderando por dois anos. Se não houver acordo em até seis semanas novas eleições serão realizadas em 2020.


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  • 43/56   Polícia prende mais dois suspeitos de hackear autoridades
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (19) mais duas pessoas suspeitas de participar do ataque hacker contra autoridades. A PF também cumpriu mandados de busca e apreensão em quatro endereços. Os presos são Luiz Molição e o programador de computadores Thiago Eliezer Martins. As medidas foram autorizadas pelo juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal do DF. A reportagem não conseguiu contato com as defesas deles. Essa é a segunda fase da operação Spoofing, que apura a invasão em telefones de pessoas ligadas à Lava Jato, como o ministro da Justiça, Sergio Moro, e o procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da operação em Curitiba. A operação desta quinta ocorreu em São Paulo, Brasília e Ribeirão Preto. Na primeira fase, em julho, a PF prendeu quatro pessoas, entre elas Walter Delgatti Neto. Apontado como líder do ataque, ele disse ter sido responsável por passar mensagens para o site The Intercept Brasil, de forma anônima, voluntária e sem edição. No fim do mês passado, Delgatti afirmou ao jornal Folha de S.Paulo não ter achado que seria preso porque, em sua opinião, não teria cometido crime ao acessar informações que ele diz considerar públicas. Ele é suspeito dos crimes de organização criminosa e de "invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo", cuja pena é de 3 meses a 1 ano de prisão. Delgatti está preso na Papuda, em Brasília, onde estão políticos famosos como o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA) e o ex-senador Luiz Estevão. As mensagens obtidas pelo Intercept e divulgadas até este momento pelo site e por outros órgãos de imprensa expuseram a proximidade entre Moro e os procuradores da Lava Jato e colocaram em dúvida a imparcialidade como juiz do atual ministro da Justiça em julgamentos da operação. Quando as primeiras mensagens vieram à tona, em 9 de junho, o Intercept informou que obteve o material de fonte anônima, que pediu sigilo. O pacote inclui mensagens privadas e de grupos da Lava Jato no Telegram. O teor das mensagens obtidas pelo Intercept não é, até o momento, objeto de investigação de órgãos oficiais. O inquérito da PF, ainda em curso, não analisa o conteúdo das mensagens da Lava Jato, que foram apreendidas com o suspeito. A investigação foca as circunstâncias da invasão, para tentar descobrir, por exemplo, se outras pessoas participaram do crime. No fim de junho, a Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) retomou um debate sobre suposta falta de imparcialidade de Moro no processo que condenou o ex-presidente Lula. A defesa do petista e os ministros fizeram menção às mensagens que já tinham sido divulgadas pelo Intercept. Os ministros do STF afirmaram em junho que não poderiam considerar as mensagens como provas, naquele momento, porque elas não tinham passado por um exame de autenticidade.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (19) mais duas pessoas suspeitas de participar do ataque hacker contra autoridades. A PF também cumpriu mandados de busca e apreensão em quatro endereços. Os presos são Luiz Molição e o programador de computadores Thiago Eliezer Martins. As medidas foram autorizadas pelo juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal do DF. A reportagem não conseguiu contato com as defesas deles. Essa é a segunda fase da operação Spoofing, que apura a invasão em telefones de pessoas ligadas à Lava Jato, como o ministro da Justiça, Sergio Moro, e o procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da operação em Curitiba. A operação desta quinta ocorreu em São Paulo, Brasília e Ribeirão Preto. Na primeira fase, em julho, a PF prendeu quatro pessoas, entre elas Walter Delgatti Neto. Apontado como líder do ataque, ele disse ter sido responsável por passar mensagens para o site The Intercept Brasil, de forma anônima, voluntária e sem edição. No fim do mês passado, Delgatti afirmou ao jornal Folha de S.Paulo não ter achado que seria preso porque, em sua opinião, não teria cometido crime ao acessar informações que ele diz considerar públicas. Ele é suspeito dos crimes de organização criminosa e de "invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo", cuja pena é de 3 meses a 1 ano de prisão. Delgatti está preso na Papuda, em Brasília, onde estão políticos famosos como o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA) e o ex-senador Luiz Estevão. As mensagens obtidas pelo Intercept e divulgadas até este momento pelo site e por outros órgãos de imprensa expuseram a proximidade entre Moro e os procuradores da Lava Jato e colocaram em dúvida a imparcialidade como juiz do atual ministro da Justiça em julgamentos da operação. Quando as primeiras mensagens vieram à tona, em 9 de junho, o Intercept informou que obteve o material de fonte anônima, que pediu sigilo. O pacote inclui mensagens privadas e de grupos da Lava Jato no Telegram. O teor das mensagens obtidas pelo Intercept não é, até o momento, objeto de investigação de órgãos oficiais. O inquérito da PF, ainda em curso, não analisa o conteúdo das mensagens da Lava Jato, que foram apreendidas com o suspeito. A investigação foca as circunstâncias da invasão, para tentar descobrir, por exemplo, se outras pessoas participaram do crime. No fim de junho, a Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) retomou um debate sobre suposta falta de imparcialidade de Moro no processo que condenou o ex-presidente Lula. A defesa do petista e os ministros fizeram menção às mensagens que já tinham sido divulgadas pelo Intercept. Os ministros do STF afirmaram em junho que não poderiam considerar as mensagens como provas, naquele momento, porque elas não tinham passado por um exame de autenticidade.


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  • 44/56   China e Rússia vetam na ONU resolução para cessar-fogo em província síria
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    China e Rússia vetaram, nesta quinta-feira, uma resolução que procurava impor um cessar-fogo na província de Idlib, noroeste da Síria, aprovada por 12 membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

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  • 45/56   Defesa de líder do governo diz que ação da PF é retaliação de Moro
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    RECIFE, PE (FOLHAPRESS) - O advogado André Callegari, que defende o líder do governo Jair Bolsonaro (PSL) no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), alegou que o parlamentar foi alvo de operação da Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (19) por sua atuação política combativa em relação a alguns pontos do pacote anticorrupção, encabeçado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro. "O senador tem apregoado uma posição de respeito às garantias de direitos fundamentais e parece que isso tem descontentado alguns setores", disse. Ele lembrou declaração recente de seu cliente, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, em que diz, ao comentar uma possível troca no ministério, que Moro pode ser esquecido em 60 dias. "É uma conjunção de fatores. Essa declaração pode ter contribuído para a retaliação política", afirmou. O advogado declarou que a Polícia Federal fez um espetáculo e lembrou que a Procuradoria-Geral da República foi contra a ação autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso. "Isso nos chama atenção porque o titular da ação penal é o Ministério Público. Se ele não tem interesse naquela prova, o que nos deixa estarrecido é um ministro do supremo de ofício contrariar essa posição", disse. Ele ressaltou que todos dados que embasaram a ação foram produzidos exclusivamente por delatores. "Só com base nisso é temerário", diz. André Callegari afirmou que Fernando Bezerra Coelho nega todos os fatos e não têm ciência do que foi produzido. "Todo esse espetáculo foi feito sem que a defesa tenha ciência daquilo foi produzido. Não tivemos acesso às informações." Por meio de nota, a diretoria do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil manifestou preocupação com a operação de busca e apreensão realizada na manhã desta quinta-feira (19) no Congresso Nacional. O documento diz que a Polícia Federal realizou operação à revelia das casas legislativas e baseada em fatos extemporâneos. Para o conselho, medidas de tal gravidade mereceria no mínimo o requerimento expresso do titular da ação penal, o Ministério Público. "No entanto, na ocasião de oitiva da Procuradoria Geral da República, esta se manifestou contrária à medida deflagrada na data de hoje, por entender que ali não estavam presentes os requisitos legais que a autorizassem." A Polícia Federal aponta que Fernando Bezerra Coelho recebeu R$ 5,5 milhões em propinas de empreiteiras encarregadas das obras de transposição do rio São Francisco e de outros contratos do Executivo federal.  A negociação e o repasse dos valores teriam ocorrido de 2012 a 2014, época em que Bezerra Coelho era ministro da Integração Nacional na gestão de Dilma Rousseff (PT) e integrava o PSB.  Além do senador, também teria sido destinatário de subornos o filho dele, Fernando Bezerra Coelho Filho (DEM-PE), deputado federal e ex-ministro de Minas Energia de Michel Temer. Ele teria recebido R$ 1,7 milhão.  As investigações da PF se deram a partir das delações premiadas de empreiteiros e dos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho, Eduardo Freire Bezerra Leite e Arthur Roberto Lapa Rosal. As apurações sobre Mello Filho começaram após a PF descobrir, na Operação Turbulência, que ele era o dono do avião que caiu em 2014, matando o ex-governador pernambucano e então candidato à Presidência pelo PSB, Eduardo Campos. No decorrer do inquérito, a polícia diz ter identificado supostas operações financeiras ilícitas das empresas dele.  Mello Filho e os outros dois colaboradores contaram ter feito o "pagamento sistemático de vantagens indevidas" a Bezerra Coelho e ao filho dele por ordem das empreiteiras OAS, Barbosa Mello, Paulista e Constremac Construções, envolvidas nas obras da transposição e em outros projetos do governo federal.  A pasta da Integração, comandada por Bezerra Coelho, era a responsável pela construção dos canais que levam água do rio São Francisco para outras regiões do semiárido nordestino.  Para ocultar a origem ilícita dos recursos, pai e filho teriam se valido de um esquema de lavagem de dinheiro, envolvendo empresários, operadores e outros políticos e pessoas jurídicas.

    RECIFE, PE (FOLHAPRESS) - O advogado André Callegari, que defende o líder do governo Jair Bolsonaro (PSL) no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), alegou que o parlamentar foi alvo de operação da Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (19) por sua atuação política combativa em relação a alguns pontos do pacote anticorrupção, encabeçado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro. "O senador tem apregoado uma posição de respeito às garantias de direitos fundamentais e parece que isso tem descontentado alguns setores", disse. Ele lembrou declaração recente de seu cliente, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, em que diz, ao comentar uma possível troca no ministério, que Moro pode ser esquecido em 60 dias. "É uma conjunção de fatores. Essa declaração pode ter contribuído para a retaliação política", afirmou. O advogado declarou que a Polícia Federal fez um espetáculo e lembrou que a Procuradoria-Geral da República foi contra a ação autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso. "Isso nos chama atenção porque o titular da ação penal é o Ministério Público. Se ele não tem interesse naquela prova, o que nos deixa estarrecido é um ministro do supremo de ofício contrariar essa posição", disse. Ele ressaltou que todos dados que embasaram a ação foram produzidos exclusivamente por delatores. "Só com base nisso é temerário", diz. André Callegari afirmou que Fernando Bezerra Coelho nega todos os fatos e não têm ciência do que foi produzido. "Todo esse espetáculo foi feito sem que a defesa tenha ciência daquilo foi produzido. Não tivemos acesso às informações." Por meio de nota, a diretoria do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil manifestou preocupação com a operação de busca e apreensão realizada na manhã desta quinta-feira (19) no Congresso Nacional. O documento diz que a Polícia Federal realizou operação à revelia das casas legislativas e baseada em fatos extemporâneos. Para o conselho, medidas de tal gravidade mereceria no mínimo o requerimento expresso do titular da ação penal, o Ministério Público. "No entanto, na ocasião de oitiva da Procuradoria Geral da República, esta se manifestou contrária à medida deflagrada na data de hoje, por entender que ali não estavam presentes os requisitos legais que a autorizassem." A Polícia Federal aponta que Fernando Bezerra Coelho recebeu R$ 5,5 milhões em propinas de empreiteiras encarregadas das obras de transposição do rio São Francisco e de outros contratos do Executivo federal.  A negociação e o repasse dos valores teriam ocorrido de 2012 a 2014, época em que Bezerra Coelho era ministro da Integração Nacional na gestão de Dilma Rousseff (PT) e integrava o PSB.  Além do senador, também teria sido destinatário de subornos o filho dele, Fernando Bezerra Coelho Filho (DEM-PE), deputado federal e ex-ministro de Minas Energia de Michel Temer. Ele teria recebido R$ 1,7 milhão.  As investigações da PF se deram a partir das delações premiadas de empreiteiros e dos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho, Eduardo Freire Bezerra Leite e Arthur Roberto Lapa Rosal. As apurações sobre Mello Filho começaram após a PF descobrir, na Operação Turbulência, que ele era o dono do avião que caiu em 2014, matando o ex-governador pernambucano e então candidato à Presidência pelo PSB, Eduardo Campos. No decorrer do inquérito, a polícia diz ter identificado supostas operações financeiras ilícitas das empresas dele.  Mello Filho e os outros dois colaboradores contaram ter feito o "pagamento sistemático de vantagens indevidas" a Bezerra Coelho e ao filho dele por ordem das empreiteiras OAS, Barbosa Mello, Paulista e Constremac Construções, envolvidas nas obras da transposição e em outros projetos do governo federal.  A pasta da Integração, comandada por Bezerra Coelho, era a responsável pela construção dos canais que levam água do rio São Francisco para outras regiões do semiárido nordestino.  Para ocultar a origem ilícita dos recursos, pai e filho teriam se valido de um esquema de lavagem de dinheiro, envolvendo empresários, operadores e outros políticos e pessoas jurídicas.


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  • 46/56   Alcolumbre critica ação da PF contra líder do governo e diz que Senado questionará STF
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), criticou a operação de busca e apreensão executada pela Polícia Federal em residências e gabinetes do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), e de seu filho, o deputado Fernando Filho (DEM-PE), nesta quinta-feira (19). Alcolumbre disse que o Senado vai apresentar questionamentos ao STF (Supremo Tribunal Federal). A operação foi autorizada pelo ministro Luís Roberto Barroso. "Há um entendimento no Supremo Tribunal Federal que a operação realizada precisa ter conexão com o mandato. Só que em 2012 e 2014, período a que a operação se refere, Fernando Bezerra não era senador, muito menos líder do governo. Sete anos depois, um mandado de busca e apreensão?!", disse Alcolumbre ao mencionar uma das perguntas que serão apresentadas oficialmente ao STF. Ele falou durante o evento "E agora, Brasil?", organizado pelos jornais O Globo e Valor Econômico. A Polícia Federal, contudo, afirma que Bezerra manteve negociações ilícitas durante o exercício do seu atual mandato, iniciado em 2015. Na decisão em que autorizou medidas de busca e apreensão em gabinetes do senador, Barroso apontou indícios de que o suposto esquema de corrupção envolvendo o congressista ainda funcionava em 2016 e 2017, mesmo após citações ao seu nome na Operação Lava Jato. Apesar das críticas à atuação de Barroso, Alcolumbre reafirmou ser contra a CPI da Lava Toga, que pretende investigar o Judiciário. Desde o início do ano, ele tem segurado reiterados requerimentos para criação da comissão parlamentar de inquérito. "Continuo me manifestando contrário a ela [a CPI]. Precisamos ter consciência do momento que estamos vivendo. Eu sou contrário, acho que o Brasil não precisa disso. O Brasil espera muito mais que uma CPI para enfraquecer as instituições, porque, no final, isso é para enfraquecer todos nós", disse Alcolumbre. O presidente do Senado considerou um gesto de grandeza Bezerra Coelho ter deixado seu cargo à disposição do presidente Jair Bolsonaro (PSL), mas afirmou que, pela conversa que teve com o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil), não há intenção imediata do Palácio do Planalto em trocar o líder no Senado. Ele disse que a situação será analisada até a semana que vem. Bezerra Coelho assumiu o mandato de senador em fevereiro de 2015. No inquérito sobre o caso, a PF sustenta que ele recebeu R$ 5,5 milhões em propinas de empreiteiras por meio de diversas operações entre 2012 e 2014 —em parte desse período, ele foi ministro da Integração Nacional na gestão de Dilma Rousseff (PT). A investigação indica, contudo, que transações ilícitas foram feitas até 2017. Os empresários João Carlos Lyra e Eduardo Freire Bezerra Leite, operadores financeiros que firmaram acordos de delação premiada, contaram ter emprestado a Bezerra Coelho R$ 1,8 milhão em 2014 — dinheiro que teria sido usado na campanha do congressista ao Senado. Segundo eles, parte do dinheiro foi repassado a Iran Padilha Modesto, considerado homem de confiança do senador, e parte a pessoas ligadas a ele, com o objetivo de comprar apoio político. Lyra afirmou que o pagamento do empréstimo ao senador seria feito pela OAS, que detinha contratos da transposição do rio São Francisco, obra da Integração Nacional. Porém, quando a quantia foi cobrada, a construtora não o fez, alegando que já havia repassado os recursos para uma empresa do esquema. Em sua decisão, Barroso relata que, segundo as investigações, houve uma reunião entre os investigados em 2016, na casa de Bezerra Coelho, para tratar da pendência. E que, em 2017, Modesto sugeriu ao senador que usasse a Prefeitura de Petrolina (PE) —administrada por um de seus filhos, Miguel de Souza Leão Coelho (sem partido)— para quitar o débito em aberto. "Há indícios, portanto, de que ainda em 2017 o sistema de repasses de valores indevidos continuava, mesmo após a menção ao nome do senador na Operação Lava Jato", escreveu Barroso. Ainda em 2016, a primeira opção de Bezerra Coelho, segundo as investigações, era quitar os empréstimos (dinheiro não declarado) com a entrega de apartamentos em Salvador e Gravatá (PE). Lyra e Bezerra Leite, no entanto, teriam rejeitado a proposta e passado a cobrar a dívida de Modesto. Em busca de uma solução, houve um encontro, de acordo com a PF, na casa de Bezerra Coelho, na avenida Boa Viagem, no Recife. "Diante da negativa dos colaboradores, o senador lhes teria pedido tempo para quitar o empréstimo, já que, por ter seu nome citado na Operação Lava Jato, não estava mantendo contato com as construtoras", escreve Barroso. A reunião teria sido realizada entre as 10h e as 14h, segundo os delatores, em um dia de início de semana, em março de 2016. "Cruzando as ligações telefônicas realizadas e a localização dos aparelhos celulares no momento de sua realização, a autoridade policial concluiu que essa reunião provavelmente tenha ocorrido no dia 15 de março de 2016, terça-feira, após as 11h", afirmou Barroso na decisão. O impasse levou Modesto, segundo as investigações, a se encontrar com Lyra, que mais uma vez cobrava a dívida, no dia 2 de fevereiro de 2017. Segundo a decisão do ministro do STF, o encontro foi gravado por Lyra. O áudio passou por perícia, e não foi constatada nenhuma alteração. Na conversa, Modesto teria aventado o pagamento por meio da prefeitura de Petrolina. O montante inicial do empréstimo foi de R$ 1,7 milhão. Lyra disse, no entanto, que em 2014 Bezerra Coelho teria lhe solicitado mais R$ 650 mil, por meio de Modesto. Desse total, teriam sido repassados R$ 100 mil, divididos para vários beneficiários, entre eles políticos ligados ao senador. "A Polícia Federal identificou que alguns dos beneficiários dos cheques eram políticos de cidades do sertão pernambucano, pertencentes à base eleitoral de Fernando Bezerra de Souza Coelho. Outros são possíveis 'laranjas'", escreveu Barroso. Procurado, o advogado do senador, André Callegari, afirmou que "causa estranheza à defesa que medidas cautelares sejam decretadas em razão de fatos pretéritos que não guardam qualquer razão de contemporaneidade com o objeto da investigação". "A única justificativa do pedido seria em razão da atuação política e combativa do senador contra determinados interesses dos órgãos de persecução penal", completou. Em nota, a defesa afirmou ainda que a Procuradoria-Geral da República opinou contra a busca e que, mesmo assim, o ministro Barroso a deferiu, o que teria causado "ainda mais estranheza". E conclui: "a defesa seguirá firme no propósito de demonstrar que as cautelares são extemporâneas e desnecessárias".

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), criticou a operação de busca e apreensão executada pela Polícia Federal em residências e gabinetes do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), e de seu filho, o deputado Fernando Filho (DEM-PE), nesta quinta-feira (19). Alcolumbre disse que o Senado vai apresentar questionamentos ao STF (Supremo Tribunal Federal). A operação foi autorizada pelo ministro Luís Roberto Barroso. "Há um entendimento no Supremo Tribunal Federal que a operação realizada precisa ter conexão com o mandato. Só que em 2012 e 2014, período a que a operação se refere, Fernando Bezerra não era senador, muito menos líder do governo. Sete anos depois, um mandado de busca e apreensão?!", disse Alcolumbre ao mencionar uma das perguntas que serão apresentadas oficialmente ao STF. Ele falou durante o evento "E agora, Brasil?", organizado pelos jornais O Globo e Valor Econômico. A Polícia Federal, contudo, afirma que Bezerra manteve negociações ilícitas durante o exercício do seu atual mandato, iniciado em 2015. Na decisão em que autorizou medidas de busca e apreensão em gabinetes do senador, Barroso apontou indícios de que o suposto esquema de corrupção envolvendo o congressista ainda funcionava em 2016 e 2017, mesmo após citações ao seu nome na Operação Lava Jato. Apesar das críticas à atuação de Barroso, Alcolumbre reafirmou ser contra a CPI da Lava Toga, que pretende investigar o Judiciário. Desde o início do ano, ele tem segurado reiterados requerimentos para criação da comissão parlamentar de inquérito. "Continuo me manifestando contrário a ela [a CPI]. Precisamos ter consciência do momento que estamos vivendo. Eu sou contrário, acho que o Brasil não precisa disso. O Brasil espera muito mais que uma CPI para enfraquecer as instituições, porque, no final, isso é para enfraquecer todos nós", disse Alcolumbre. O presidente do Senado considerou um gesto de grandeza Bezerra Coelho ter deixado seu cargo à disposição do presidente Jair Bolsonaro (PSL), mas afirmou que, pela conversa que teve com o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil), não há intenção imediata do Palácio do Planalto em trocar o líder no Senado. Ele disse que a situação será analisada até a semana que vem. Bezerra Coelho assumiu o mandato de senador em fevereiro de 2015. No inquérito sobre o caso, a PF sustenta que ele recebeu R$ 5,5 milhões em propinas de empreiteiras por meio de diversas operações entre 2012 e 2014 —em parte desse período, ele foi ministro da Integração Nacional na gestão de Dilma Rousseff (PT). A investigação indica, contudo, que transações ilícitas foram feitas até 2017. Os empresários João Carlos Lyra e Eduardo Freire Bezerra Leite, operadores financeiros que firmaram acordos de delação premiada, contaram ter emprestado a Bezerra Coelho R$ 1,8 milhão em 2014 — dinheiro que teria sido usado na campanha do congressista ao Senado. Segundo eles, parte do dinheiro foi repassado a Iran Padilha Modesto, considerado homem de confiança do senador, e parte a pessoas ligadas a ele, com o objetivo de comprar apoio político. Lyra afirmou que o pagamento do empréstimo ao senador seria feito pela OAS, que detinha contratos da transposição do rio São Francisco, obra da Integração Nacional. Porém, quando a quantia foi cobrada, a construtora não o fez, alegando que já havia repassado os recursos para uma empresa do esquema. Em sua decisão, Barroso relata que, segundo as investigações, houve uma reunião entre os investigados em 2016, na casa de Bezerra Coelho, para tratar da pendência. E que, em 2017, Modesto sugeriu ao senador que usasse a Prefeitura de Petrolina (PE) —administrada por um de seus filhos, Miguel de Souza Leão Coelho (sem partido)— para quitar o débito em aberto. "Há indícios, portanto, de que ainda em 2017 o sistema de repasses de valores indevidos continuava, mesmo após a menção ao nome do senador na Operação Lava Jato", escreveu Barroso. Ainda em 2016, a primeira opção de Bezerra Coelho, segundo as investigações, era quitar os empréstimos (dinheiro não declarado) com a entrega de apartamentos em Salvador e Gravatá (PE). Lyra e Bezerra Leite, no entanto, teriam rejeitado a proposta e passado a cobrar a dívida de Modesto. Em busca de uma solução, houve um encontro, de acordo com a PF, na casa de Bezerra Coelho, na avenida Boa Viagem, no Recife. "Diante da negativa dos colaboradores, o senador lhes teria pedido tempo para quitar o empréstimo, já que, por ter seu nome citado na Operação Lava Jato, não estava mantendo contato com as construtoras", escreve Barroso. A reunião teria sido realizada entre as 10h e as 14h, segundo os delatores, em um dia de início de semana, em março de 2016. "Cruzando as ligações telefônicas realizadas e a localização dos aparelhos celulares no momento de sua realização, a autoridade policial concluiu que essa reunião provavelmente tenha ocorrido no dia 15 de março de 2016, terça-feira, após as 11h", afirmou Barroso na decisão. O impasse levou Modesto, segundo as investigações, a se encontrar com Lyra, que mais uma vez cobrava a dívida, no dia 2 de fevereiro de 2017. Segundo a decisão do ministro do STF, o encontro foi gravado por Lyra. O áudio passou por perícia, e não foi constatada nenhuma alteração. Na conversa, Modesto teria aventado o pagamento por meio da prefeitura de Petrolina. O montante inicial do empréstimo foi de R$ 1,7 milhão. Lyra disse, no entanto, que em 2014 Bezerra Coelho teria lhe solicitado mais R$ 650 mil, por meio de Modesto. Desse total, teriam sido repassados R$ 100 mil, divididos para vários beneficiários, entre eles políticos ligados ao senador. "A Polícia Federal identificou que alguns dos beneficiários dos cheques eram políticos de cidades do sertão pernambucano, pertencentes à base eleitoral de Fernando Bezerra de Souza Coelho. Outros são possíveis 'laranjas'", escreveu Barroso. Procurado, o advogado do senador, André Callegari, afirmou que "causa estranheza à defesa que medidas cautelares sejam decretadas em razão de fatos pretéritos que não guardam qualquer razão de contemporaneidade com o objeto da investigação". "A única justificativa do pedido seria em razão da atuação política e combativa do senador contra determinados interesses dos órgãos de persecução penal", completou. Em nota, a defesa afirmou ainda que a Procuradoria-Geral da República opinou contra a busca e que, mesmo assim, o ministro Barroso a deferiu, o que teria causado "ainda mais estranheza". E conclui: "a defesa seguirá firme no propósito de demonstrar que as cautelares são extemporâneas e desnecessárias".


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  • 47/56   Vale é condenada a pagar R$ 11,8 milhões a familiares de vítimas de Brumadinho
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    A Justiça condenou nesta quinta-feira em primeira instância a Vale a indenizar com cerca de 11,8 milhões de reais os familiares de três mortos, entre eles uma gestante, pelo rompimento da barragem de Brumadinho, em janeiro. Esta é a primeira condenação "individual" contra a mineradora.

    A Justiça condenou nesta quinta-feira em primeira instância a Vale a indenizar com cerca de 11,8 milhões de reais os familiares de três mortos, entre eles uma gestante, pelo rompimento da barragem de Brumadinho, em janeiro. Esta é a primeira condenação "individual" contra a mineradora.


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  • 48/56   Um prato de comida, a prioridade para muitos argentinos
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    Dagna Aiva cozinha de segunda a sexta em sua própria casa para fornecer comida a cerca de 200 pessoas das milhares que vivem um bairro na periferia sul de Buenos Aires.

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  • 49/56   UE exige do Reino Unido proposta escrita sobre o Brexit até o fim de setembro
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    A presidência finlandesa da União Europeia (UE) exigiu nesta quinta-feira do governo britânico a apresentação de uma proposta escrita sobre o Brexit até o fim de setembro, um ultimato que Londres rejeitou e chamou de "prazo artificial".

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  • 50/56   Oferta de vagas em ensino superior a distância é maior que presencial
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    O Censo da Educação Superior divulgado hoje (19) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e pelo Ministério da Educação (MEC) mostra que, pela primeira vez, a oferta de vagas nos cursos de graduação na modalidade educação a distância (EaD) é maior que a do ensino presencial.Em 2018, foram ofertadas 7,1 milhões de vagas nos cursos de educação a distância e 6,3 milhões em cursos presenciais. O número de cursos EaD cresceu 50% em um ano, passando de 2.108 em 2017 para 3.177 em 2018.O ministro Abraham Weintraub disse que a maior oferta de vagas no ensino a distância é uma “tendência nacional e mundial”  (Arquivo/Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)Apesar da maior oferta de vagas em cursos a distância, os cursos presenciais ainda tiveram mais alunos novos matriculados em 2018. Houve 2 milhões de matrículas na modalidade presencial e 1,3 milhão em cursos EaD.O Inep destaca que o número de ingressos nos cursos de graduação a distância tem crescido significativamente nos últimos anos, dobrando sua participação no total de novos alunos, de 20% em 2008 para 40% em 2018. Nos últimos cinco anos, segundo o instituto, os ingressos nos cursos presenciais diminuíram 13%.Para o ministro da Educação, Abraham Weintraub, a maior oferta de vagas no ensino a distância em relação ao presencial é uma “tendência nacional e mundial”. “Isso só tende a se consolidar”, afirmou. DesistênciasDados do Censo da Educação Superior apontam que, dos estudantes que entraram em 2010, 56,8% desistiram do curso e apenas 37,9% concluíram os estudos. Outros 5,3% continuavam na graduação seis anos depois do início do curso.“Qualquer atividade econômica – e o ensino é uma atividade econômica – tem que ter critérios de eficiência. E o Brasil é muito ineficiente. Mais da metade dos ingressantes desiste ao longo do curso, sendo também que há um elevado grau de pessoas que ficam muito mais tempo necessário para concluir o curso”, disse o ministro.E acrescentou: "Se a gente reduzisse significativamente essa ineficiência, a gente conseguiria dobrar o número de pessoas com ensino superior completo no Brasil, utilizando os mesmos recursos atualmente disponíveis".Segundo o MEC, o Brasil tem 8,4 milhões de estudantes de graduação matriculados em instituições de ensino superior, 20% deles em universidades públicas.“Um total de 3,4 milhões de estudantes ingressou em cursos de graduação em 2018. No mesmo ano, 1,2 milhão de estudantes concluíram a educação superior. As informações do censo foram coletadas em 2.537 instituições, 2.238 delas privadas. Neste grupo, estão matriculados 75% dos estudantes, cerca de 6,3 milhões de alunos”, informou o ministério.

    O Censo da Educação Superior divulgado hoje (19) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e pelo Ministério da Educação (MEC) mostra que, pela primeira vez, a oferta de vagas nos cursos de graduação na modalidade educação a distância (EaD) é maior que a do ensino presencial.Em 2018, foram ofertadas 7,1 milhões de vagas nos cursos de educação a distância e 6,3 milhões em cursos presenciais. O número de cursos EaD cresceu 50% em um ano, passando de 2.108 em 2017 para 3.177 em 2018.O ministro Abraham Weintraub disse que a maior oferta de vagas no ensino a distância é uma “tendência nacional e mundial”  (Arquivo/Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)Apesar da maior oferta de vagas em cursos a distância, os cursos presenciais ainda tiveram mais alunos novos matriculados em 2018. Houve 2 milhões de matrículas na modalidade presencial e 1,3 milhão em cursos EaD.O Inep destaca que o número de ingressos nos cursos de graduação a distância tem crescido significativamente nos últimos anos, dobrando sua participação no total de novos alunos, de 20% em 2008 para 40% em 2018. Nos últimos cinco anos, segundo o instituto, os ingressos nos cursos presenciais diminuíram 13%.Para o ministro da Educação, Abraham Weintraub, a maior oferta de vagas no ensino a distância em relação ao presencial é uma “tendência nacional e mundial”. “Isso só tende a se consolidar”, afirmou. DesistênciasDados do Censo da Educação Superior apontam que, dos estudantes que entraram em 2010, 56,8% desistiram do curso e apenas 37,9% concluíram os estudos. Outros 5,3% continuavam na graduação seis anos depois do início do curso.“Qualquer atividade econômica – e o ensino é uma atividade econômica – tem que ter critérios de eficiência. E o Brasil é muito ineficiente. Mais da metade dos ingressantes desiste ao longo do curso, sendo também que há um elevado grau de pessoas que ficam muito mais tempo necessário para concluir o curso”, disse o ministro.E acrescentou: "Se a gente reduzisse significativamente essa ineficiência, a gente conseguiria dobrar o número de pessoas com ensino superior completo no Brasil, utilizando os mesmos recursos atualmente disponíveis".Segundo o MEC, o Brasil tem 8,4 milhões de estudantes de graduação matriculados em instituições de ensino superior, 20% deles em universidades públicas.“Um total de 3,4 milhões de estudantes ingressou em cursos de graduação em 2018. No mesmo ano, 1,2 milhão de estudantes concluíram a educação superior. As informações do censo foram coletadas em 2.537 instituições, 2.238 delas privadas. Neste grupo, estão matriculados 75% dos estudantes, cerca de 6,3 milhões de alunos”, informou o ministério.


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  • 51/56   Ministério recua e descarta congelamento do salário mínimo
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    Foi descartada a ideia de congelar o valor do piso salarial em situações de aperto fiscal.

    Foi descartada a ideia de congelar o valor do piso salarial em situações de aperto fiscal.


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  • 52/56   OCDE prevê maior desaceleração da economia mundial desde 2009
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    A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) fez um apelo contundente para os dirigentes globais encerrarem a guerra comercial e estimularem o crescimento a fim de conter a desaceleração, que se verá refletida em 2019 no menor nível de crescimento desde a crise financeira de 2008/2009.

    A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) fez um apelo contundente para os dirigentes globais encerrarem a guerra comercial e estimularem o crescimento a fim de conter a desaceleração, que se verá refletida em 2019 no menor nível de crescimento desde a crise financeira de 2008/2009.


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  • 53/56   Riad e Abu Dabi se unem a coalizão marítima no Golfo liderada pelos EUA
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    Os Emirados Árabes Unidos anunciaram nesta quinta-feira que se juntarão à coalizão militar marítima liderada pelos Estados Unidos para proteger a navegação no Golfo, dado o embate com o Irã.

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  • 54/56   Justiça japonesa absolve ex-executivos da Tepco por tragédia em Fukushima
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    Três ex-dirigentes da empresa Tepco foram absolvidos nesta quinta-feira por um tribunal de Tóquio, que determinou que não podem ser considerados culpados pelas consequências da catástrofe nuclear ocorrida em Fukushima em 2011, após um violento tsunami.

    Três ex-dirigentes da empresa Tepco foram absolvidos nesta quinta-feira por um tribunal de Tóquio, que determinou que não podem ser considerados culpados pelas consequências da catástrofe nuclear ocorrida em Fukushima em 2011, após um violento tsunami.


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  • 55/56   Vítimas de Fukushima indignadas com absolvição de ex-executivos da Tepco
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    "Incompreensível" e "horrível" foram algumas das qualificações usadas nesta quinta-feira pelas pessoas retiradas da região da usina nuclear de Fukushima, decepcionadas e furiosas com a sentença que absolveu três ex-executivos da empresa Tepco acusados de negligência diante do risco de tsunami.

    "Incompreensível" e "horrível" foram algumas das qualificações usadas nesta quinta-feira pelas pessoas retiradas da região da usina nuclear de Fukushima, decepcionadas e furiosas com a sentença que absolveu três ex-executivos da empresa Tepco acusados de negligência diante do risco de tsunami.


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  • 56/56   França questiona reinvidicação dos huthis sobre ataques na Arábia Saudita
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    O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Yves Le Drian, afirmou nesta quinta-feira que a reivindicação dos rebeldes iemenitas huthis sobre os ataques a duas instalações de petróleo sauditas é "relativamente pouco crível".

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