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Noticias Slideshows (21/09/2019 19 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


    Antony   Barroca   Hernanes   Watford   João Paulo   Ágatha   Juanfran   Alan Santos   Bochecha   Alemão   Bernardo Silva   arboleda   Manchester City   Pimpão   Toró   Leclerc   Verona   Botafogo 1x1 São Paulo   Kevin De Bruyne   Honda Civic   Henriquez   Leicester   O City   Assassinos   Sheffield   Im Nayeon   
  • 2/56   Loja icônica da Apple em NY reabre mostrando toda grandeza da fabricante

    Espaço icônico da cidade norte-americana foi fechado em 2017 para reforma e foi reaberto nesta sexta-feira (20) para o lançamento dos novos iPhone 11. Ambiente tem o dobro do tamanho do anterior e conta com 900 funcionários

    Espaço icônico da cidade norte-americana foi fechado em 2017 para reforma e foi reaberto nesta sexta-feira (20) para o lançamento dos novos iPhone 11. Ambiente tem o dobro do tamanho do anterior e conta com 900 funcionários


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  • 3/56   Shinsekai: Into the Depths está disponível no Apple Arcade

    Veja o trailer de lançamento do jogo da Capcom

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  • 4/56   Reality Composer | Apple lança novo app de realidade aumentada

    O aplicativo Reality Composer passou os últimos meses em teste e, com o lançamento do iOS 13, chegou à sua versão final. Ele conta com animações e áudios, além de uma biblioteca com vários objetos virtuais para que os usuários criem novas experiências

    O aplicativo Reality Composer passou os últimos meses em teste e, com o lançamento do iOS 13, chegou à sua versão final. Ele conta com animações e áudios, além de uma biblioteca com vários objetos virtuais para que os usuários criem novas experiências


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  • 5/56   Série Mate 30 virá com bootloader para instalar apps da Google, diz Huawei

    Fabricante chinesa revelou novos smartphones Mate 30 e Mate 30 Pro ontem, durante evento na China: novos dispositivos são os primeiros da empresa a virem sem os apps da Google de fábrica, mas possível contorno ao problema foi confirmado pela companhia

    Fabricante chinesa revelou novos smartphones Mate 30 e Mate 30 Pro ontem, durante evento na China: novos dispositivos são os primeiros da empresa a virem sem os apps da Google de fábrica, mas possível contorno ao problema foi confirmado pela companhia


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  • 6/56   Netflix diz que um novo mundo vai começar com a chegada do Apple TV+ e Disney+

    Em novembro deste ano, a plataforma de streaming da Apple, o Apple TV+, e da Disney, o Disney+, chegam ao mercado para desbancar o domínio da Netflix. O CEO da companhia, Reed Hastings, diz que um novo mundo completamente novo está prestes a começar

    Em novembro deste ano, a plataforma de streaming da Apple, o Apple TV+, e da Disney, o Disney+, chegam ao mercado para desbancar o domínio da Netflix. O CEO da companhia, Reed Hastings, diz que um novo mundo completamente novo está prestes a começar


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  • 7/56   iPhones 11 já podem ser vendidos no Brasil

    Confirmado: na última quarta-feira (18), a Anatel emitiu os certificados de homologação de todos os três modelos do iPhone 11, o que siginifica que eles já podem ser oficialmente vendidos no país, mas ainda não há previsão de quando deverá começar essa venda

    Confirmado: na última quarta-feira (18), a Anatel emitiu os certificados de homologação de todos os três modelos do iPhone 11, o que siginifica que eles já podem ser oficialmente vendidos no país, mas ainda não há previsão de quando deverá começar essa venda


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  • 8/56   Desenvolvedor descobre que Xcode revela alguns segredos dos novos produtos Apple

    Ambiente de desenvolvimento para projetos do MacOS revelou algumas informações desconhecidas, como o fato do Apple Watch 5 usar exatamente o mesmo processador que o Apple Watch 4, ou o de que pode ser que nenhum dos iPhones 11 tenha 6 GB de memória RAM

    Ambiente de desenvolvimento para projetos do MacOS revelou algumas informações desconhecidas, como o fato do Apple Watch 5 usar exatamente o mesmo processador que o Apple Watch 4, ou o de que pode ser que nenhum dos iPhones 11 tenha 6 GB de memória RAM


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  • 9/56   Imagem mostra Apple Tags funcionando integrado ao "Buscar"

    MacRumors teve acesso a uma tela do novo serviço. Rumores apontam que o Tags será uma espécie de pingente com geolocalização precisa que você coloca em um item importante que não pode perder. Sistema conta com mesmo chip do iPhone 11

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  • 10/56   TCL lança telefones com clássico flip, mas com aplicativos e Google Assistente

    As empresas voltam a apostar em celulares simples para ganharem mais público. Depois da Nokia, foi a vez da TCL anunciar mais dois modelos com pegada retrô e com o bom e velho flip. Eles possuem conexão 4G e aplicativos como YouTube e e Google Maps

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  • 11/56   Bloqueadores maliciosos de anúncios atingiram 1,6 milhão de usuários do Chrome

    Extensões usavam cookies patrocinados para receber comissões a partir dos sites acessados pelo usuário, mas sem que ele soubesse disso. Softwares permaneceram no ar por semanas antes de serem removidos pela Google

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  • 12/56   Microsoft lança curso grátis sobre programação em Python para iniciantes

    Série conta com 44 aulas de cerca de quatro minutos, com fundamentos da linguagem usada para sistemas de inteligência artificial e machine learning. Conteúdo está em inglês e exige alguns conhecimentos em programação

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  • 13/56   5 produtos da Nokia que foram cancelados pela Microsoft

    Quando a Microsoft decidiu abandonar de vez o mercado de smartphones, a decisão resultou no cancelamento de diversos aparelhos que estavam sendo produzidos pela Nokia, como um smartphone com navegação em 3D e um tablet baseado no Lumia

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  • 14/56   Jump Force e Bloodstained: Ritual Of The Night chegam ao Xbox Game Pass

    A Microsoft revelou recentemente uma série de novas adições ao seu serviço de assinatura Xbox Game Pass para console e

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  • 15/56   Google tem compra recorde de energia verde

    O Google está investindo em energia verde. A gigante americana da tecnologia informou um aumento recorde de 40% em suas compras de eletricidade ecológica.

    O Google está investindo em energia verde. A gigante americana da tecnologia informou um aumento recorde de 40% em suas compras de eletricidade ecológica.


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  • 16/56   Google anuncia “maior compra corporativa” de energia renovável

    Companhia de Mountain View tem sido alvo recorrente de críticas de funcionários, que agora se unem a um movimento liderado por estudantes e em prol de mudanças para a redução de problemas climáticos; empregados da Amazon e Microsoft também aderiram

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  • 17/56   Chrome 77 recebe mais funcionalidades interessantes; confira todas elas

    Google implementou mais alguns recursos ao Chrome 77, como botão para envio de conteúdo para outro dispositivo sincronizado, melhor apresentação de resultados de pesquisas e configuração de cores e temas em app nativo

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  • 18/56   Homem-Aranha pode ficar no MCU caso a Apple compre a Sony Pictures

    Apple deve adquirir alguns estúdios de cinema para povoar o conteúdo de seu novo serviço de streaming, e a Sony Pictures estaria na lista. O contrato com a Marvel/Disney prevê que o herói retorne caso a venda seja concretizada

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  • 19/56   "Friends" faz 25 anos e ganha animações especiais do Google

    Os fãs da série podem conferir animações criadas para lembrar momentos icônicos da série que que ficou no ar por 10 anos

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  • 20/56   Huawei lança primeiro celular sem apps da Google

    A gigante chinesa da telefonia, Huawei, confirmou nesta quinta-feira (19) em Munique, Alemanha, que seu novo smartphone top de linha será comercializado sem aplicativos da Google pré-instalados, devido às sanções americanas contra a companhia.

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  • 21/56   Os melhores apps Android da semana (19/09/2019)

    As utilidades e segurança dominam as nossas recomendações de apps para Android desta semana, mas encontramos espaço para a diversão com dois belíssimos jogos de RPG — um deles, com os visuais mais belos já vistos, e o outro é de um dos animes mais populares já vistos

    As utilidades e segurança dominam as nossas recomendações de apps para Android desta semana, mas encontramos espaço para a diversão com dois belíssimos jogos de RPG — um deles, com os visuais mais belos já vistos, e o outro é de um dos animes mais populares já vistos


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  • 22/56   Apple Music lança visualização de letras de músicas em tempo real

    Junto com a chegada do iOS 13, a Apple lançou um novo recurso no seu aplicativo de músicas, o Apple Music. Com a novidade, você pode acompanhar as letras das suas músicas preferidas em tempo real, que vão aparecendo na tela de acordo com a voz do artista

    Junto com a chegada do iOS 13, a Apple lançou um novo recurso no seu aplicativo de músicas, o Apple Music. Com a novidade, você pode acompanhar as letras das suas músicas preferidas em tempo real, que vão aparecendo na tela de acordo com a voz do artista


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  • 23/56   Apple adianta a data de chegada do iOS 13.1 para 24 de setembro

    A segunda atualização do iOS 13, o iOS 13.1, e o novo iPad OS chegariam aos dispositivos apenas no dia 30 de setembro. No entanto, a Apple decidiu adiantar a data de lançamento das novidades para o dia 24 de setembro, próxima terça-feira

    A segunda atualização do iOS 13, o iOS 13.1, e o novo iPad OS chegariam aos dispositivos apenas no dia 30 de setembro. No entanto, a Apple decidiu adiantar a data de lançamento das novidades para o dia 24 de setembro, próxima terça-feira


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  • 24/56   Guerra do streaming! Netflix deve lançar plano mais barato e com anúncios

    Com a ascensão de várias concorrentes, como Disney+ ou Apple TV+, a Netflix precisa arrumar um jeito de sobressair. Segundo um analista norte-americano, a estratégia da gigante do streaming vai ser a criação de um plano mais barato sustentado por anúncios

    Com a ascensão de várias concorrentes, como Disney+ ou Apple TV+, a Netflix precisa arrumar um jeito de sobressair. Segundo um analista norte-americano, a estratégia da gigante do streaming vai ser a criação de um plano mais barato sustentado por anúncios


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  • 25/56   Atualização do Windows 10 causa novo problema, afetando redes wi-fi

    Microsoft lançou no último dia 10 um update para corrigir uma falha de alto uso de GPU por conta do sistema operacional. Ao arrumar este problema, alguns usuários passaram a perceber dificuldade em se conectar com redes wi-fi

    Microsoft lançou no último dia 10 um update para corrigir uma falha de alto uso de GPU por conta do sistema operacional. Ao arrumar este problema, alguns usuários passaram a perceber dificuldade em se conectar com redes wi-fi


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  • 26/56   Steve Jobs teve papel fundamental na compra da Marvel pela Disney; Entenda

    Em mais um trecho do livro sobre a trajetória do CEO da Disney, Bob Iger, é possível ver como o cofundador da Apple foi importante para essa negociação, atuando diretamente no convencimento do executivo maior da Marvel

    Em mais um trecho do livro sobre a trajetória do CEO da Disney, Bob Iger, é possível ver como o cofundador da Apple foi importante para essa negociação, atuando diretamente no convencimento do executivo maior da Marvel


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  • 27/56   Manifestações em Paris marcadas por confrontos e prisões
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A infiltração de cerca de mil manifestantes "black blocs" em um protesto pelo clima levou a uma série de incidentes neste sábado no centro de Paris, levando as ONGs a pedir que o público abandonasse a marcha.

    A infiltração de cerca de mil manifestantes "black blocs" em um protesto pelo clima levou a uma série de incidentes neste sábado no centro de Paris, levando as ONGs a pedir que o público abandonasse a marcha.


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  • 28/56   Jovens se mobilizam contra aquecimento global
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Centenas de milhares de estudantes participaram nesta sexta-feira (20) de um dia de manifestações em todo o planeta, na maior mobilização da História para conscientizar os adultos sobre a importância de agir contra as mudanças climáticas.

    Centenas de milhares de estudantes participaram nesta sexta-feira (20) de um dia de manifestações em todo o planeta, na maior mobilização da História para conscientizar os adultos sobre a importância de agir contra as mudanças climáticas.


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  • 29/56   Walmart vai deixar de vender cigarros eletrônicos nos EUA
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Walmart informou nesta sexta-feira que vai deixar de vender cigarros eletrônicos em suas lojas americanas, depois de os aparelhos terem sido alvo de polêmicas e ligados a uma epidemia de doenças pulmonares.

    O Walmart informou nesta sexta-feira que vai deixar de vender cigarros eletrônicos em suas lojas americanas, depois de os aparelhos terem sido alvo de polêmicas e ligados a uma epidemia de doenças pulmonares.


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  • 30/56   Expedição científica internacional vai ao Ártico estudar o clima
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A maior expedição científica já realizada no Ártico deve começar nesta sexta-feira (20) com uma missão internacional de um ano para estudar as consequências das mudanças climáticas particularmente tangíveis no Polo Norte - informou o instituto alemão que lidera a iniciativa.

    A maior expedição científica já realizada no Ártico deve começar nesta sexta-feira (20) com uma missão internacional de um ano para estudar as consequências das mudanças climáticas particularmente tangíveis no Polo Norte - informou o instituto alemão que lidera a iniciativa.


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  • 31/56   Morre aos 106 anos o austríaco mais velho que escapou do Holocausto
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O sobrevivente austríaco mais velho dos campos da morte, Marko Feingold, faleceu na quinta-feira aos 106 anos, anunciou a Comunidade Judaica de Viena (IKG).

    O sobrevivente austríaco mais velho dos campos da morte, Marko Feingold, faleceu na quinta-feira aos 106 anos, anunciou a Comunidade Judaica de Viena (IKG).


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  • 32/56   Oceanos são chave na luta contra o aquecimento
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O homem pode contar com os oceanos como uma das soluções para lutar contra a mudança climática, contanto que se proteja seus ecossistemas debilitados.

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  • 33/56   Elevação dos mares: rumo a um êxodo em massa e sem retorno
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Das ilhas do Pacífico ao delta do rio Ganges, milhões de pessoas correm o risco de serem expulsas de suas casas pela elevação do nível dos mares e oceanos. Uma fuga sem esperança de retorno para "refugiados climáticos", que deverão encontrar um país de acolhida.

    Das ilhas do Pacífico ao delta do rio Ganges, milhões de pessoas correm o risco de serem expulsas de suas casas pela elevação do nível dos mares e oceanos. Uma fuga sem esperança de retorno para "refugiados climáticos", que deverão encontrar um país de acolhida.


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  • 34/56   Presidente francês participará de reunião sobre Amazônia em Nova York
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente francês, Emmanuel Macron, participará nesta segunda-feira (23) de uma reunião sobre a Amazônia organizada em Nova York paralelamente à Assembleia Geral da ONU, para mobilizar a comunidade internacional sobre o reflorestamento daquela região, afetada por grandes incêndios.

    O presidente francês, Emmanuel Macron, participará nesta segunda-feira (23) de uma reunião sobre a Amazônia organizada em Nova York paralelamente à Assembleia Geral da ONU, para mobilizar a comunidade internacional sobre o reflorestamento daquela região, afetada por grandes incêndios.


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  • 35/56   Síndrome misteriosa que afetou diplomatas em Cuba estaria ligada a pesticidas
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Os sintomas misteriosos que afetaram nos últimos anos diplomatas americanos e canadenses na capital de Cuba podem ter sido provocados por agentes neurotóxicos empregados em pesticidas, segundo um novo estudo obtido pela emissora pública Rádio-Canadá.

    Os sintomas misteriosos que afetaram nos últimos anos diplomatas americanos e canadenses na capital de Cuba podem ter sido provocados por agentes neurotóxicos empregados em pesticidas, segundo um novo estudo obtido pela emissora pública Rádio-Canadá.


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  • 36/56   Monte Paektu: a 'terra santa' do regime norte-coreano
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A propaganda oficial diz que é ali, numa pequena cabana nesta montanha sagrada, que Kim Jong Il, pai e antecessor do presidente norte-coreano Kim Jong Un, nasceu. A guia, que lidera um grupo de visitantes, anuncia com entusiasmo: "Bem-vindos à terra santa da nossa revolução".

    A propaganda oficial diz que é ali, numa pequena cabana nesta montanha sagrada, que Kim Jong Il, pai e antecessor do presidente norte-coreano Kim Jong Un, nasceu. A guia, que lidera um grupo de visitantes, anuncia com entusiasmo: "Bem-vindos à terra santa da nossa revolução".


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  • 37/56   Irã ameaça transformar em "campo de batalha" qualquer país que atacar seu território
    WORLD TOPIC NEWS

    O comandante da Guarda Revolucionária, o exército ideológico do Irã, advertiu neste sábado, um dia depois do anúncio de novos reforços militares americanos na região do Golfo, que qualquer país que atacar a República Islâmica verá seu território transformado no em "campo de batalha".

    O comandante da Guarda Revolucionária, o exército ideológico do Irã, advertiu neste sábado, um dia depois do anúncio de novos reforços militares americanos na região do Golfo, que qualquer país que atacar a República Islâmica verá seu território transformado no em "campo de batalha".


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  • 38/56   Raoni diz que Bolsonaro não tem 'coração bom' e quer destruir indígenas
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O líder indígena caiapó Raoni, que na próxima semana participará em Nova York de eventos paralelos à Assembleia Geral da ONU, disse que pretende um dia conversar com o presidente Jair Bolsonaro para pedir respeito aos indígenas. Para Raoni, Bolsonaro mostra que seu "coração não é bom" ao indicar que os índios devem viver como os não indígenas. O nome do caiapó foi lançado por um grupo de indigenistas, antropólogos e ambientalistas como candidato ao prêmio Nobel da Paz de 2020 e oficializado pela Fundação Darcy Ribeiro ao comitê norueguês da premiação. Raoni, cuja idade é estimada em 89 anos, disse que não gosta de ouvir Bolsonaro dizer que os indígenas "querem ser como nós", ou seja, não indígenas, conforme o presidente declarou algumas vezes. "Não é bom, não é correto, ficar falando isso. Nós, indígenas, queremos morar na nossa terra. Viver lá. Deixa viver do jeito nosso, do jeito que a gente quer viver. É isso que nós queremos. Eu acho que ele [Bolsonaro] não pensa direito. O coração dele não é bom. Eu não estou gostando", disse Raoni em entrevista à Folha de S.Paulo nesta sexta-feira (20), em hotel em Brasília. As declarações de Raoni foram traduzidas pelo sobrinho dele Megaron. O líder caiapó disse que meses atrás pediu uma audiência com Bolsonaro, por meio do então presidente da Funai (Fundação Nacional do Índio), Franklimberg Freitas, mas não houve resposta. No final de junho, Bolsonaro revelou que o presidente francês, Emmanuel Macron, com quem Raoni havia se reunido em Paris, indagou se ele poderia receber no Brasil o caiapó. Bolsonaro disse que não, sob o argumento de que Raoni não representa o país ou os indígenas. À Folha Raoni rebateu: "Eu não represento eles [indígenas do país], mas eu falo em defesa dos índios brasileiros, os primeiros habitantes daqui. Por eles é que eu brigo. Por eles é que eu defendo a terra, a floresta, o meio ambiente, e defendo o costume deles. Eu venho falando isso muito tempo, não é só agora que eu comecei a falar. Eu venho lutando para que vocês, todos os brancos, deixarem o índio viver em paz, na terra dele, na floresta dele". Raoni disse que não concorda com as críticas que Bolsonaro faz ao modo de vida dos indígenas. O presidente já afirmou, ao criticar ONGs, que os índios não podem ser vistos como "animais num zoológico", em referência às terras indígenas. "Eu fico preocupado do jeito que ele está querendo fazer conosco. Todo dia, toda hora ele critica, ele fala mal, ele quer diminuir terra, ele quer destruir nós. Porque ele não quer respeitar nós, não está respeitando nós, não está respeitando o índio", afirmou. "Se um dia eu chegar perto dele, eu quero falar com ele: 'Deixar nós em paz, viver em paz, sem problema'. Eu quero falar para ele parar de criticar, parar de falar mal do outro. Vamos viver em paz, vamos viver todo mundo junto, vamos viver todo mundo trabalhando, vivendo em paz", disse o caiapó. Raoni também diz ver com preocupação e condena o plano de Bolsonaro de permitir mineração em terras indígenas. Há um projeto em estudo por um grupo de trabalho na Presidência. "Ele quer fazer só coisa ruim com nós. 'Punu' quer dizer feio, ruim, na nossa língua. Não é bom, não é normal. Não é boa ideia. Eu já ouvi isso, pessoas já me contaram", afirmou o indígena. Sobre a candidatura ao Nobel da Paz, Raoni disse que uma eventual premiação não vai fazer seu trabalho parar. "Se eu ganhar, como eles estão falando, será como reconhecimento do meu trabalho, eu vou receber esse prêmio e vou continuar meu trabalho, defendendo o meio ambiente, a floresta. Vou continuar fazendo o que venho fazendo." O caiapó negou que a defesa da Amazônia feita por chefes de Estado da Europa esconda um interesse dos governos estrangeiros nas riquezas da Amazônia, como dizem Bolsonaro e generais que integram seu governo. "É mentira. Eu não penso assim. Eu vou lá na Europa, presidentes me recebem, outros ministros, outras pessoas grandes de outros países me recebem e não falam assim para mim", afirmou. "Eles querem ajudar a defender, ajudar a preservar a cultura do índio, o costume do índio, preservar a floresta, preservar o meio ambiente, preservar a Amazônia. Eles não falaram para mim que eles querem vir aqui roubar. Eles querem ajudar a preservar", disse Raoni. "Tanto o papa [Francisco] quanto todos os presidentes, os ministros, falaram isso para mim: 'Nós vamos ajudar a vocês para preservar a Amazônia. Não é só para vocês lá no Brasil, é para todos nós. Nós queremos preservar a floresta amazônica para ter um clima para poder respirar melhor." Indagado sobre o motivo pelo qual ele busca se reunir com chefes de Estado estrangeiros, Raoni disse que "lá eles apoiam". "Não só eu, estão apoiando todos os indígenas da Amazônia. Aqui só ele [Bolsonaro] pensa diferente. Quer destruir, quer acabar, quer poluir. Poluir rio, destruir a floresta, queimar a floresta, queimar o cerrado. Lá não, o pessoal quer ajudar a preservar. E aqui, não, nós que estamos morando aqui a gente está vendo, a gente está escutando Bolsonaro falar. Quer destruir." Raoni disse ainda que na quinta-feira (19) se reuniu com o presidente da Funai, o delegado da Polícia Federal Marcelo Xavier, e indagou se era verdade que Bolsonaro não vai mais demarcar terras indígenas no Brasil. Bolsonaro fez essa declaração várias vezes antes e depois das eleições de 2018. Mas, segundo Raoni, o presidente da Funai lhe disse coisa muito diferente e culpou a imprensa. "Quando Bolsonaro falou isso, eu fiquei preocupado. Mas eu fui lá ontem [19] falar com o presidente da Funai sobre demarcação. 'Toda terra que não está demarcada nós vamos demarcar, a Funai vai demarcar'. Foi assim que o presidente falou para mim", disse. "O presidente [da Funai] falou que vai ver todos os processos que já estão em andamento para levar para ministro assinar, para demarcação. Ele está acusando vocês [jornalistas]. Que a imprensa que fica falando [errado], não fala a verdade", afirmou. O líder caiapó disse que vai aguardar o cumprimento da palavra do presidente da Funai. "Eu ouvi o presidente falar e falei para ele. 'Presidente, eu vou acreditar na sua palavra, eu estou acreditando no que você está falando para mim. Agora, se você fizer errado, eu vou vir aqui falar com você'."

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O líder indígena caiapó Raoni, que na próxima semana participará em Nova York de eventos paralelos à Assembleia Geral da ONU, disse que pretende um dia conversar com o presidente Jair Bolsonaro para pedir respeito aos indígenas. Para Raoni, Bolsonaro mostra que seu "coração não é bom" ao indicar que os índios devem viver como os não indígenas. O nome do caiapó foi lançado por um grupo de indigenistas, antropólogos e ambientalistas como candidato ao prêmio Nobel da Paz de 2020 e oficializado pela Fundação Darcy Ribeiro ao comitê norueguês da premiação. Raoni, cuja idade é estimada em 89 anos, disse que não gosta de ouvir Bolsonaro dizer que os indígenas "querem ser como nós", ou seja, não indígenas, conforme o presidente declarou algumas vezes. "Não é bom, não é correto, ficar falando isso. Nós, indígenas, queremos morar na nossa terra. Viver lá. Deixa viver do jeito nosso, do jeito que a gente quer viver. É isso que nós queremos. Eu acho que ele [Bolsonaro] não pensa direito. O coração dele não é bom. Eu não estou gostando", disse Raoni em entrevista à Folha de S.Paulo nesta sexta-feira (20), em hotel em Brasília. As declarações de Raoni foram traduzidas pelo sobrinho dele Megaron. O líder caiapó disse que meses atrás pediu uma audiência com Bolsonaro, por meio do então presidente da Funai (Fundação Nacional do Índio), Franklimberg Freitas, mas não houve resposta. No final de junho, Bolsonaro revelou que o presidente francês, Emmanuel Macron, com quem Raoni havia se reunido em Paris, indagou se ele poderia receber no Brasil o caiapó. Bolsonaro disse que não, sob o argumento de que Raoni não representa o país ou os indígenas. À Folha Raoni rebateu: "Eu não represento eles [indígenas do país], mas eu falo em defesa dos índios brasileiros, os primeiros habitantes daqui. Por eles é que eu brigo. Por eles é que eu defendo a terra, a floresta, o meio ambiente, e defendo o costume deles. Eu venho falando isso muito tempo, não é só agora que eu comecei a falar. Eu venho lutando para que vocês, todos os brancos, deixarem o índio viver em paz, na terra dele, na floresta dele". Raoni disse que não concorda com as críticas que Bolsonaro faz ao modo de vida dos indígenas. O presidente já afirmou, ao criticar ONGs, que os índios não podem ser vistos como "animais num zoológico", em referência às terras indígenas. "Eu fico preocupado do jeito que ele está querendo fazer conosco. Todo dia, toda hora ele critica, ele fala mal, ele quer diminuir terra, ele quer destruir nós. Porque ele não quer respeitar nós, não está respeitando nós, não está respeitando o índio", afirmou. "Se um dia eu chegar perto dele, eu quero falar com ele: 'Deixar nós em paz, viver em paz, sem problema'. Eu quero falar para ele parar de criticar, parar de falar mal do outro. Vamos viver em paz, vamos viver todo mundo junto, vamos viver todo mundo trabalhando, vivendo em paz", disse o caiapó. Raoni também diz ver com preocupação e condena o plano de Bolsonaro de permitir mineração em terras indígenas. Há um projeto em estudo por um grupo de trabalho na Presidência. "Ele quer fazer só coisa ruim com nós. 'Punu' quer dizer feio, ruim, na nossa língua. Não é bom, não é normal. Não é boa ideia. Eu já ouvi isso, pessoas já me contaram", afirmou o indígena. Sobre a candidatura ao Nobel da Paz, Raoni disse que uma eventual premiação não vai fazer seu trabalho parar. "Se eu ganhar, como eles estão falando, será como reconhecimento do meu trabalho, eu vou receber esse prêmio e vou continuar meu trabalho, defendendo o meio ambiente, a floresta. Vou continuar fazendo o que venho fazendo." O caiapó negou que a defesa da Amazônia feita por chefes de Estado da Europa esconda um interesse dos governos estrangeiros nas riquezas da Amazônia, como dizem Bolsonaro e generais que integram seu governo. "É mentira. Eu não penso assim. Eu vou lá na Europa, presidentes me recebem, outros ministros, outras pessoas grandes de outros países me recebem e não falam assim para mim", afirmou. "Eles querem ajudar a defender, ajudar a preservar a cultura do índio, o costume do índio, preservar a floresta, preservar o meio ambiente, preservar a Amazônia. Eles não falaram para mim que eles querem vir aqui roubar. Eles querem ajudar a preservar", disse Raoni. "Tanto o papa [Francisco] quanto todos os presidentes, os ministros, falaram isso para mim: 'Nós vamos ajudar a vocês para preservar a Amazônia. Não é só para vocês lá no Brasil, é para todos nós. Nós queremos preservar a floresta amazônica para ter um clima para poder respirar melhor." Indagado sobre o motivo pelo qual ele busca se reunir com chefes de Estado estrangeiros, Raoni disse que "lá eles apoiam". "Não só eu, estão apoiando todos os indígenas da Amazônia. Aqui só ele [Bolsonaro] pensa diferente. Quer destruir, quer acabar, quer poluir. Poluir rio, destruir a floresta, queimar a floresta, queimar o cerrado. Lá não, o pessoal quer ajudar a preservar. E aqui, não, nós que estamos morando aqui a gente está vendo, a gente está escutando Bolsonaro falar. Quer destruir." Raoni disse ainda que na quinta-feira (19) se reuniu com o presidente da Funai, o delegado da Polícia Federal Marcelo Xavier, e indagou se era verdade que Bolsonaro não vai mais demarcar terras indígenas no Brasil. Bolsonaro fez essa declaração várias vezes antes e depois das eleições de 2018. Mas, segundo Raoni, o presidente da Funai lhe disse coisa muito diferente e culpou a imprensa. "Quando Bolsonaro falou isso, eu fiquei preocupado. Mas eu fui lá ontem [19] falar com o presidente da Funai sobre demarcação. 'Toda terra que não está demarcada nós vamos demarcar, a Funai vai demarcar'. Foi assim que o presidente falou para mim", disse. "O presidente [da Funai] falou que vai ver todos os processos que já estão em andamento para levar para ministro assinar, para demarcação. Ele está acusando vocês [jornalistas]. Que a imprensa que fica falando [errado], não fala a verdade", afirmou. O líder caiapó disse que vai aguardar o cumprimento da palavra do presidente da Funai. "Eu ouvi o presidente falar e falei para ele. 'Presidente, eu vou acreditar na sua palavra, eu estou acreditando no que você está falando para mim. Agora, se você fizer errado, eu vou vir aqui falar com você'."


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  • 39/56   Milhares de ativistas participam no Dia Mundial da Limpeza do planeta
    WORLD TOPIC NEWS

    Dezenas de milhares de pessoas, equipadas com bolsas, redes e recipientes de todo tipo participam neste sábado de um dia mundial de limpeza, em praias, rios, lagos e ruas, recolhendo lixo e com pedidos de mudança de mentalidade.

    Dezenas de milhares de pessoas, equipadas com bolsas, redes e recipientes de todo tipo participam neste sábado de um dia mundial de limpeza, em praias, rios, lagos e ruas, recolhendo lixo e com pedidos de mudança de mentalidade.


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  • 40/56   Luciano Huck intensifica articulação para ser presidenciável em 2022
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O discurso oficial é o de que ele está imerso em uma jornada de busca por conhecimento, mas a expressão "candidato a candidato" passou a ser vista como mais apropriada para o momento atual de Luciano Huck, 48. O empresário e apresentador da TV Globo, que esteve perto de concorrer ao Planalto em 2018, intensificou sua movimentação política nos últimos meses, em sinal de que a candidatura é uma vontade mais viva do que nunca. Aliados de Huck ouvidos pela Folha confirmam que ele "está considerando" a possibilidade, embora a decisão concreta só deva vir mais tarde. Com a preparação, ele chegaria a 2022 com a ideia amadurecida, diferentemente do que ocorreu em 2018, quando acabou atropelado por acontecimentos e concluiu prescindir de uma estrutura sólida o suficiente para encarar uma batalha presidencial. Gestos recentes, tanto de iniciativa dele quanto de atores externos, indicam estar em curso o surgimento de uma campanha para ocupar o espaço do centro na sucessão de Jair Bolsonaro (PSL), que já disse que deve tentar a reeleição. Huck desde 2017 se articula ancorado no seu engajamento em movimentos que pregam renovação política. Ele agora estabeleceu um ritmo acelerado de conversas com líderes políticos e partidários, entrevistas à imprensa, palestras em eventos para formadores de opinião e aparições públicas para debater temas urgentes, como a crise na Amazônia. A face política do apresentador do "Caldeirão do Huck", o programa das tardes de sábado que ele comanda na Globo há 19 anos, pode ser acompanhada nas redes sociais. Ele se define nos perfis como "apresentador de TV e curioso". Ali, diante de seus 48 milhões de seguidores, posicionamentos de tom mais sério dividem espaço com fotos da mulher, a apresentadora Angélica, junto com os três filhos, vídeos de sua atração na Globo e selfies com amigos como Neymar. Nos bastidores, o caldeirão de Huck também ferve. Ele passou a aproveitar as muitas viagens para gravações (chega a visitar três estados por semana) para reuniões com governantes e influenciadores. Foi assim, por exemplo, que esteve neste ano com os governadores do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e do Paraná, Ratinho Junior (PSD). No encontro com o filho do apresentador Ratinho, Huck estava com Junior Durski, criador do Madero, rede de hamburguerias da qual é sócio. O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), também esteve no rol dos que sentaram com Huck. Há três meses, o tucano participou de evento no Instituto Criar, ONG fundada em 2003 pelo apresentador. A lista de interlocutores reflete proximidade com partidos que buscam se posicionar ao centro do espectro político. Hoje sem filiação, o comunicador estabeleceu pontes com o Cidadania, antigo PPS (destino mais provável caso efetive a candidatura), o DEM (jantou com o presidente da legenda, ACM Neto) e o PSDB (onde tem a bênção de Fernando Henrique Cardoso, há tempos entusiasta de uma aventura eleitoral sua). FHC, que costuma ser ouvido por Huck em momentos decisivos, continua reiterando simpatia à candidatura para a Presidência da República. O núcleo embrionário em torno da ideia reúne figuras experimentadas: Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central (governo FHC); Paulo Hartung, ex-governador do Espírito Santo (que passou por PMDB, PSDB, PPS e PSB e hoje está sem partido); e Roberto Freire, dirigente do Cidadania, disposto a tudo para garantir o "passe" do novato. Também orbitam o projeto: o cientista político Leandro Machado, do Agora!, movimento que o apresentador integra desde 2017 e que formula políticas públicas; e o empresário Eduardo Mufarej, que teve a ajuda de Huck para fundar o RenovaBR, curso para novos políticos que depende de doações privadas e se diz suprapartidário. Atuando como assessores informais, eles se encarregam de dar conselhos ao apresentador e de aproximá-lo de potenciais aliados, tanto no ambiente político quanto no meio empresarial e no setor não governamental. Nessa mesma toada, Huck adota publicamente um discurso de conciliação e respeito às diferenças. Há alguns dias, em um seminário promovido pela revista Exame em São Paulo, disse ser uma pessoa "com a cabeça aberta", avessa à lógica de polarização. À esquerda, contudo, ele direcionou ataques desde o segundo turno da eleição de 2018. Quando a disputa estava entre Bolsonaro e o petista Fernando Haddad, Huck falou: "No PT eu nunca votei e jamais vou votar. Isso é fato". No imbróglio entre Tabata Amaral e a cúpula do PDT de Ciro Gomes, o apresentador ficou do lado da deputada federal, eleita com o apoio da escola de políticos RenovaBR, uma das organizações de renovação que ele apadrinha. No mesmo evento da Exame, no qual deixou na plateia a impressão de já falar como presidenciável, Huck alfinetou Lula (PT), ao criticar a retórica do ex-presidente. "O 'nunca antes na história deste país' só foi possível porque antes disso teve um governo que organizou e equilibrou o Estado", afirmou, em alusão à gestão FHC e ao Plano Real. Na palestra, Huck apresentou à plateia de executivos um conceito com jeito de slogan de campanha: disse acalentar um "sonho maior" para o Brasil, uma plataforma que envolveria diminuição da desigualdade, eficiência da gestão e crescimento econômico aliado a programas sociais. O discurso que vem sendo testado pelo apresentador é uma evolução das ideias que difunde desde 2017, quando despontou como provável concorrente ao Planalto. Nas falas, sempre ressaltou a defesa da educação e da igualdade de oportunidades. O "país afetivo" a que ele se refere nas declarações seria o reflexo de uma visão híbrida, nem de direita nem de esquerda, que conciliaria valores liberais na economia com um dedo do Estado em políticas de enfrentamento à miséria. Ele emerge como "um excelente candidato para derrotar a disjuntiva nefasta entre lulopetismo e bolsonarismo", na opinião de Freire. "Tem uma boa visão do mundo e compreensão política dos problemas brasileiros", acrescenta o apoiador. Enquanto tenta se colocar como alguém que circula bem da Faria Lima (a avenida do PIB em São Paulo) aos grotões do país (onde entrevista anônimos para quadros de seu programa), Huck e seus correligionários sondam o terreno. E no caminho há o governador paulista, João Doria (PSDB), apontado também como candidato a preencher a lacuna do centro. Ainda que o pleito esteja distante, interlocutores do apresentador já fazem cálculos e projeções de cenário. Dizem que ambos têm pontos fracos e fortes. Huck tem em suas mãos pesquisas demonstrando que é conhecido nacionalmente (graças a uma carreira de mais de 20 anos na TV) e goza de popularidade da classe A à E. Numa eleição, encarnaria a figura de outsider e conseguiria angariar apoio das celebridades de quem é amigo. Doria, por outro lado, tem armas competitivas: controla a máquina do principal estado do país e a estrutura do PSDB, acumula experiência de gestão, rivaliza à altura em habilidade de comunicação e sabe também manejar o apoio de empresários e artistas. Huck e Doria, não por acaso, viraram alvo de ataques de Bolsonaro --e pelo mesmo motivo. Em agosto, o presidente disse que ambos se aproveitaram da "teta" do BNDES, por terem comprado jatinhos a juros subsidiados pela instituição. O apresentador, em resposta, sustentou que a negociação foi feita dentro da lei. Depois decidiu se calar sobre o episódio, no estilo "quando um não quer, dois não brigam". Recentemente, disse a amigos ter ficado com a impressão de que o escândalo pretendido por Bolsonaro teve efeito passageiro, já que, nas incursões país afora para gravações, ele não ouviu provocação ou comentário sobre o tema. O entorno de Huck está consciente de que polêmicas nas quais ele se envolveu ao longo da vida voltarão à tona no contexto de guerra eleitoral. Além do jatinho, o grupo antevê adversários resgatando a amizade do apresentador com o deputado Aécio Neves (PSDB-MG). Para isso o posicionamento também já está dado: Huck era, nas palavras de um interlocutor, "amigo de balada" d o tucano, que caiu em desgraça após a Lava Jato. O apresentador disse que sentiu "enorme tristeza" com o que foi revelado pelas investigações e que se decepcionou com Aécio, para quem fez campanha na eleição presidencial de 2014. A parte negativa de seu currículo tem ainda uma condenação por dano ambiental em sua casa de Angra dos Reis (RJ), pela qual pagou multa de R$ 40 mil, afirmações do passado consideradas machistas e a vez em que supostamente estimulou turismo sexual no Brasil durante a Copa de 2014. Antes de revisitar essas questões, ele terá que resolver sua situação na Globo, onde tem contrato até 2021. Questionada, a emissora não comentou o caso específico de Huck, mas disse ter "uma política interna sobre eleições ainda mais rigorosa do que a lei". Segundo a nota, o canal "respeita a liberdade de manifestação de pensamento, expressão e informação" dos funcionários, "mas entende que posicionamento pessoal e profissional não podem se misturar". A Globo afirmou que, no período que antecede anos eleitorais, lembra a profissionais de seus quadros "sobre as regras que, entre outras restrições, impedem que contratados da emissora que desejem se candidatar permaneçam no ar em qualquer programa". Procurado pela Folha de S.Paulo, Huck preferiu o silêncio. Sua assessoria informou que ele não conseguiria dar entrevista. A primeira das perguntas enviadas a ele era: "O sr. quer ser candidato a presidente da República em 2022?".

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O discurso oficial é o de que ele está imerso em uma jornada de busca por conhecimento, mas a expressão "candidato a candidato" passou a ser vista como mais apropriada para o momento atual de Luciano Huck, 48. O empresário e apresentador da TV Globo, que esteve perto de concorrer ao Planalto em 2018, intensificou sua movimentação política nos últimos meses, em sinal de que a candidatura é uma vontade mais viva do que nunca. Aliados de Huck ouvidos pela Folha confirmam que ele "está considerando" a possibilidade, embora a decisão concreta só deva vir mais tarde. Com a preparação, ele chegaria a 2022 com a ideia amadurecida, diferentemente do que ocorreu em 2018, quando acabou atropelado por acontecimentos e concluiu prescindir de uma estrutura sólida o suficiente para encarar uma batalha presidencial. Gestos recentes, tanto de iniciativa dele quanto de atores externos, indicam estar em curso o surgimento de uma campanha para ocupar o espaço do centro na sucessão de Jair Bolsonaro (PSL), que já disse que deve tentar a reeleição. Huck desde 2017 se articula ancorado no seu engajamento em movimentos que pregam renovação política. Ele agora estabeleceu um ritmo acelerado de conversas com líderes políticos e partidários, entrevistas à imprensa, palestras em eventos para formadores de opinião e aparições públicas para debater temas urgentes, como a crise na Amazônia. A face política do apresentador do "Caldeirão do Huck", o programa das tardes de sábado que ele comanda na Globo há 19 anos, pode ser acompanhada nas redes sociais. Ele se define nos perfis como "apresentador de TV e curioso". Ali, diante de seus 48 milhões de seguidores, posicionamentos de tom mais sério dividem espaço com fotos da mulher, a apresentadora Angélica, junto com os três filhos, vídeos de sua atração na Globo e selfies com amigos como Neymar. Nos bastidores, o caldeirão de Huck também ferve. Ele passou a aproveitar as muitas viagens para gravações (chega a visitar três estados por semana) para reuniões com governantes e influenciadores. Foi assim, por exemplo, que esteve neste ano com os governadores do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e do Paraná, Ratinho Junior (PSD). No encontro com o filho do apresentador Ratinho, Huck estava com Junior Durski, criador do Madero, rede de hamburguerias da qual é sócio. O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), também esteve no rol dos que sentaram com Huck. Há três meses, o tucano participou de evento no Instituto Criar, ONG fundada em 2003 pelo apresentador. A lista de interlocutores reflete proximidade com partidos que buscam se posicionar ao centro do espectro político. Hoje sem filiação, o comunicador estabeleceu pontes com o Cidadania, antigo PPS (destino mais provável caso efetive a candidatura), o DEM (jantou com o presidente da legenda, ACM Neto) e o PSDB (onde tem a bênção de Fernando Henrique Cardoso, há tempos entusiasta de uma aventura eleitoral sua). FHC, que costuma ser ouvido por Huck em momentos decisivos, continua reiterando simpatia à candidatura para a Presidência da República. O núcleo embrionário em torno da ideia reúne figuras experimentadas: Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central (governo FHC); Paulo Hartung, ex-governador do Espírito Santo (que passou por PMDB, PSDB, PPS e PSB e hoje está sem partido); e Roberto Freire, dirigente do Cidadania, disposto a tudo para garantir o "passe" do novato. Também orbitam o projeto: o cientista político Leandro Machado, do Agora!, movimento que o apresentador integra desde 2017 e que formula políticas públicas; e o empresário Eduardo Mufarej, que teve a ajuda de Huck para fundar o RenovaBR, curso para novos políticos que depende de doações privadas e se diz suprapartidário. Atuando como assessores informais, eles se encarregam de dar conselhos ao apresentador e de aproximá-lo de potenciais aliados, tanto no ambiente político quanto no meio empresarial e no setor não governamental. Nessa mesma toada, Huck adota publicamente um discurso de conciliação e respeito às diferenças. Há alguns dias, em um seminário promovido pela revista Exame em São Paulo, disse ser uma pessoa "com a cabeça aberta", avessa à lógica de polarização. À esquerda, contudo, ele direcionou ataques desde o segundo turno da eleição de 2018. Quando a disputa estava entre Bolsonaro e o petista Fernando Haddad, Huck falou: "No PT eu nunca votei e jamais vou votar. Isso é fato". No imbróglio entre Tabata Amaral e a cúpula do PDT de Ciro Gomes, o apresentador ficou do lado da deputada federal, eleita com o apoio da escola de políticos RenovaBR, uma das organizações de renovação que ele apadrinha. No mesmo evento da Exame, no qual deixou na plateia a impressão de já falar como presidenciável, Huck alfinetou Lula (PT), ao criticar a retórica do ex-presidente. "O 'nunca antes na história deste país' só foi possível porque antes disso teve um governo que organizou e equilibrou o Estado", afirmou, em alusão à gestão FHC e ao Plano Real. Na palestra, Huck apresentou à plateia de executivos um conceito com jeito de slogan de campanha: disse acalentar um "sonho maior" para o Brasil, uma plataforma que envolveria diminuição da desigualdade, eficiência da gestão e crescimento econômico aliado a programas sociais. O discurso que vem sendo testado pelo apresentador é uma evolução das ideias que difunde desde 2017, quando despontou como provável concorrente ao Planalto. Nas falas, sempre ressaltou a defesa da educação e da igualdade de oportunidades. O "país afetivo" a que ele se refere nas declarações seria o reflexo de uma visão híbrida, nem de direita nem de esquerda, que conciliaria valores liberais na economia com um dedo do Estado em políticas de enfrentamento à miséria. Ele emerge como "um excelente candidato para derrotar a disjuntiva nefasta entre lulopetismo e bolsonarismo", na opinião de Freire. "Tem uma boa visão do mundo e compreensão política dos problemas brasileiros", acrescenta o apoiador. Enquanto tenta se colocar como alguém que circula bem da Faria Lima (a avenida do PIB em São Paulo) aos grotões do país (onde entrevista anônimos para quadros de seu programa), Huck e seus correligionários sondam o terreno. E no caminho há o governador paulista, João Doria (PSDB), apontado também como candidato a preencher a lacuna do centro. Ainda que o pleito esteja distante, interlocutores do apresentador já fazem cálculos e projeções de cenário. Dizem que ambos têm pontos fracos e fortes. Huck tem em suas mãos pesquisas demonstrando que é conhecido nacionalmente (graças a uma carreira de mais de 20 anos na TV) e goza de popularidade da classe A à E. Numa eleição, encarnaria a figura de outsider e conseguiria angariar apoio das celebridades de quem é amigo. Doria, por outro lado, tem armas competitivas: controla a máquina do principal estado do país e a estrutura do PSDB, acumula experiência de gestão, rivaliza à altura em habilidade de comunicação e sabe também manejar o apoio de empresários e artistas. Huck e Doria, não por acaso, viraram alvo de ataques de Bolsonaro --e pelo mesmo motivo. Em agosto, o presidente disse que ambos se aproveitaram da "teta" do BNDES, por terem comprado jatinhos a juros subsidiados pela instituição. O apresentador, em resposta, sustentou que a negociação foi feita dentro da lei. Depois decidiu se calar sobre o episódio, no estilo "quando um não quer, dois não brigam". Recentemente, disse a amigos ter ficado com a impressão de que o escândalo pretendido por Bolsonaro teve efeito passageiro, já que, nas incursões país afora para gravações, ele não ouviu provocação ou comentário sobre o tema. O entorno de Huck está consciente de que polêmicas nas quais ele se envolveu ao longo da vida voltarão à tona no contexto de guerra eleitoral. Além do jatinho, o grupo antevê adversários resgatando a amizade do apresentador com o deputado Aécio Neves (PSDB-MG). Para isso o posicionamento também já está dado: Huck era, nas palavras de um interlocutor, "amigo de balada" d o tucano, que caiu em desgraça após a Lava Jato. O apresentador disse que sentiu "enorme tristeza" com o que foi revelado pelas investigações e que se decepcionou com Aécio, para quem fez campanha na eleição presidencial de 2014. A parte negativa de seu currículo tem ainda uma condenação por dano ambiental em sua casa de Angra dos Reis (RJ), pela qual pagou multa de R$ 40 mil, afirmações do passado consideradas machistas e a vez em que supostamente estimulou turismo sexual no Brasil durante a Copa de 2014. Antes de revisitar essas questões, ele terá que resolver sua situação na Globo, onde tem contrato até 2021. Questionada, a emissora não comentou o caso específico de Huck, mas disse ter "uma política interna sobre eleições ainda mais rigorosa do que a lei". Segundo a nota, o canal "respeita a liberdade de manifestação de pensamento, expressão e informação" dos funcionários, "mas entende que posicionamento pessoal e profissional não podem se misturar". A Globo afirmou que, no período que antecede anos eleitorais, lembra a profissionais de seus quadros "sobre as regras que, entre outras restrições, impedem que contratados da emissora que desejem se candidatar permaneçam no ar em qualquer programa". Procurado pela Folha de S.Paulo, Huck preferiu o silêncio. Sua assessoria informou que ele não conseguiria dar entrevista. A primeira das perguntas enviadas a ele era: "O sr. quer ser candidato a presidente da República em 2022?".


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  • 41/56   Ex-presidente tunisiano Ben Ali enterrado na Arábia Saudita
    WORLD TOPIC NEWS

    O destituído presidente tunisiano Zine El Abidine Ben Ali, falecido na quinta-feira, foi enterrado neste sábado na cidade sagrada muçulmana de Medina, região oeste da Arábia Saudita, informaram testemunha.

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  • 42/56   Brasil pede para levar aliados de Guaidó à ONU
    WORLD TOPIC NEWS

    NOVA YORK, EUA (FOLHAPRESS) - O governo Jair Bolsonaro pediu o credenciamento de representantes do líder de oposição na Venezuela, Juan Guaidó, para compor a delegação brasileira na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. O Itamaraty solicitou que a missão do Brasil na ONU encaminhasse a inclusão de Carlos Vecchio, embaixador de Guaidó em Washington, e de Isadora Guevara, embaixadora de oposição ao ditador Nicolás Maduro em Paris, para acompanhar a equipe de Bolsonaro durante as atividades na próxima semana. O credenciamento de estrangeiros na delegação -Vecchio é venezuelano, e Guevara, espanhola- implica que seus atos e declarações sejam atribuídos ao Brasil, inclusive para efeitos de responsabilidade internacional. Ambos falam por Guaidó, reconhecido como presidente interino da Venezuela por mais de 50 países, entre os quais Brasil e Estados Unidos. O opositor venezuelano se declarou chefe de Estado em janeiro e afirmou nesta semana que considera esgotadas as negociações realizadas com mediação da Noruega, entre seus enviados e os representantes de Maduro para tentar resolver a crise no país. O ditador, por sua vez, anunciou que não participará da Assembleia Geral da ONU. Ele será representado pela vice-presidente, Delcy Rodríguez, e pelo chanceler, Jorge Arreaza. Na avaliação dos apoiadores de Guaidó, "todas as opções estão sobre a mesa" quando se trata da possível deposição do ditador venezuelano. Ele espera inclusive resultados de uma reunião em Nova York na segunda (23), véspera da abertura da Assembleia Geral. O encontro reunirá ministros das Relações Exteriores de diversos países, entre os quais o Brasil, em que será discutida a possibilidade de ativar o Tiar (Tratado Interamericano de Ação Recíproca), que prevê defesa mútua dos países membros em caso de ataques externos -e que abre a possibilidade de intervenção estrangeira na Venezuela. O governo brasileiro, porém, afirma que uma ação militar está fora de cogitação e que o tratado será ativado apenas em termos de ajuda humanitária ou sanções políticas e econômicas, medidas que, no entanto, já vêm sendo aplicadas contra o regime. O presidente brasileiro chega a Nova York na segunda (23) com uma comitiva de cerca de dez pessoas. Como de praxe, o Brasil faz o discurso de abertura da Assembleia Geral, e integrantes do governo afirmam acreditar que pode haver protesto de delegações de países como Venezuela, Cuba e Nicarágua durante sua fala. Procurado pela reportagem, até o fechamento desta edição, o Itamaraty não respondeu sobre o credenciamento dos estrangeiros na delegação brasileira.

    NOVA YORK, EUA (FOLHAPRESS) - O governo Jair Bolsonaro pediu o credenciamento de representantes do líder de oposição na Venezuela, Juan Guaidó, para compor a delegação brasileira na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. O Itamaraty solicitou que a missão do Brasil na ONU encaminhasse a inclusão de Carlos Vecchio, embaixador de Guaidó em Washington, e de Isadora Guevara, embaixadora de oposição ao ditador Nicolás Maduro em Paris, para acompanhar a equipe de Bolsonaro durante as atividades na próxima semana. O credenciamento de estrangeiros na delegação -Vecchio é venezuelano, e Guevara, espanhola- implica que seus atos e declarações sejam atribuídos ao Brasil, inclusive para efeitos de responsabilidade internacional. Ambos falam por Guaidó, reconhecido como presidente interino da Venezuela por mais de 50 países, entre os quais Brasil e Estados Unidos. O opositor venezuelano se declarou chefe de Estado em janeiro e afirmou nesta semana que considera esgotadas as negociações realizadas com mediação da Noruega, entre seus enviados e os representantes de Maduro para tentar resolver a crise no país. O ditador, por sua vez, anunciou que não participará da Assembleia Geral da ONU. Ele será representado pela vice-presidente, Delcy Rodríguez, e pelo chanceler, Jorge Arreaza. Na avaliação dos apoiadores de Guaidó, "todas as opções estão sobre a mesa" quando se trata da possível deposição do ditador venezuelano. Ele espera inclusive resultados de uma reunião em Nova York na segunda (23), véspera da abertura da Assembleia Geral. O encontro reunirá ministros das Relações Exteriores de diversos países, entre os quais o Brasil, em que será discutida a possibilidade de ativar o Tiar (Tratado Interamericano de Ação Recíproca), que prevê defesa mútua dos países membros em caso de ataques externos -e que abre a possibilidade de intervenção estrangeira na Venezuela. O governo brasileiro, porém, afirma que uma ação militar está fora de cogitação e que o tratado será ativado apenas em termos de ajuda humanitária ou sanções políticas e econômicas, medidas que, no entanto, já vêm sendo aplicadas contra o regime. O presidente brasileiro chega a Nova York na segunda (23) com uma comitiva de cerca de dez pessoas. Como de praxe, o Brasil faz o discurso de abertura da Assembleia Geral, e integrantes do governo afirmam acreditar que pode haver protesto de delegações de países como Venezuela, Cuba e Nicarágua durante sua fala. Procurado pela reportagem, até o fechamento desta edição, o Itamaraty não respondeu sobre o credenciamento dos estrangeiros na delegação brasileira.


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  • 43/56   Egípcios desafiam a lei e protestam contra o presidente
    WORLD TOPIC NEWS

    Centenas de egípcios protestaram nesta sexta-feira à noite em várias cidades do país e na emblemática praça Tahrir do Cairo para pedir a saída do presidente Abdel Fattah al-Sisi, manifestações pouco frequentes no país, onde os atos contra o governo são proibidos por lei.

    Centenas de egípcios protestaram nesta sexta-feira à noite em várias cidades do país e na emblemática praça Tahrir do Cairo para pedir a saída do presidente Abdel Fattah al-Sisi, manifestações pouco frequentes no país, onde os atos contra o governo são proibidos por lei.


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  • 44/56   Confrontos no 16º fim de semana de protestos em Hong Kong
    WORLD TOPIC NEWS

    Muitos confrontos entre a polícia e os manifestantes de Hong Kong foram registrados neste sábado perto da fronteira com a China, durante o 16º fim de semana consecutivo de protestos que pedem mais democracia neste centro financeiro mundial.

    Muitos confrontos entre a polícia e os manifestantes de Hong Kong foram registrados neste sábado perto da fronteira com a China, durante o 16º fim de semana consecutivo de protestos que pedem mais democracia neste centro financeiro mundial.


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  • 45/56   Neoliberais 2.0 perdem porque são projetos de vingança, diz vice de Evo
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    LA PAZ, BOLÍVIA (FOLHAPRESS) - Para Álvaro García Linera, 56, vice-presidente da Bolívia desde 2006, os novos projetos neoliberais, “que surgiram para supostamente derrotar a ‘onda vermelha’”, não oferecem horizonte real pois “são projetos de vingança”. O ensaísta, sociólogo e matemático, que concorre junto a Evo Morales pela quarta vez, refere-se aos atuais governos de Brasil e Argentina. Tido como o estrategista do governo, García Linera participou da guerrilha armada nos anos 1980 e ficou preso durante cinco anos. É autor dos livros “A Potência Plebeia” (Boitempo, 2010) e “Democracia, Estado, Nação” (disponível online, sem tradução). Originário da classe média alta de La Paz e de ascendência europeia, García Linera fala com a convicção de um marxista engajado e com a retórica de um militante -sem deixar de responder a provocações com humor e sarcasmo. Folha - Evo Morales e o sr. são favoritos para a eleição na Bolívia. Na Argentina, deve vencer o kirchnerista Alberto Fernández, enquanto, no México, Andrés Manuel López Obrador segue com alta popularidade. A esquerda está retomando espaços na América Latina??Álvaro Garcia - O que surgiu nos últimos tempos como alternativa à esquerda foi um neoliberalismo 2.0, muito diferente daquele dos anos 1980 e 1990. O daquela época oferecia uma proposta real. O de agora surge como uma vingança. E uma vingança não oferece um horizonte. Folha - Em que sentido??Álvaro Garcia - Se você compara com o que vivemos nos anos 1980 e 1990, com [Carlos] Menem na Argentina, com Fernando Henrique Cardoso e outras experiências daquela época, elas continham uma promessa de desenvolvimento possível. O Muro de Berlim havia caído, e esses projetos apontavam para uma esperança de bem-estar. Esse neoliberalismo 2.0 não tem nada disso, ele é vazio e vem como uma resposta. Surge com a ideia de que é preciso acabar com os esquerdistas que teriam roubado muito dinheiro, etc. Só que você não constrói um horizonte apenas com um desejo de vingança. Outro limite desse neoliberalismo é o desejo de promover livre mercado num mundo cada vez mais protecionista. Ou seja, criou um curto-circuito de narrativa ideológica. Porque hoje os grandes parceiros para comercializar são China e Rússia, e não os EUA. Folha - E esse curto-circuito tem que consequências??Álvaro Garcia - O de causar confusão, caos, um “salve-se quem puder” em que cada país passa a buscar seu destino, e já não há ortodoxia. Aquele grande caminho consensual pelo qual diziam que todos teriam de transitar já não existe mais. Por isso creio que é um momento muito complicado para os projetos neoliberais. Folha - As urnas passarão a demonstrar isso??Álvaro Garcia - Cada país tem seu tempo. Na Argentina já está acontecendo. O fato é que, ao não gerar hegemonia verdadeira, esse novo neoliberalismo faz com que a sociedade acumule expectativas e ilusões, mas as respostas que surgem não são suficientes. São de curto prazo. Aí, sim, vem o voto de castigo. Folha - ?O que deu certo na Bolívia??´ Álvaro Garcia - Começamos por buscar o que funcionava para nós. Nossa experiência ensina ao mundo que cada país tem de encontrar seu próprio horizonte a partir de suas necessidades. Onde é preciso mercado, chamamos o mercado. Onde falta Estado, entramos com Estado. Se convém exportar mais numa área, exportamos. Se noutra precisamos de proteção, o Estado oferece proteção. Somos uma heterodoxia muito prática que se propõe a enfrentar um mundo caótico, bastante conscientes de que este perdeu seus horizontes. Folha - E como essa esquerda pragmática se define ideologicamente??Álvaro Garcia - Somos socialistas, mas vivemos no contexto deste mundo complexo. Não acreditamos em quem quer reviver o neoliberalismo dos anos 1980 e 1990, assim como não acreditamos, de maneira nenhuma, nos esquerdistas que, quando caiu o Muro de Berlim, sonhavam em regressar aos anos 1940 e 1950. Isso não dá, esse tipo de esquerda está perdida. Mas há uma geração atual. Nós, aqui, não carregamos o caixão da União Soviética conosco. Somos socialistas, mas sabemos nos localizar no mundo e atuar em função de necessidades e possibilidades, e não de ortodoxias que podem simplesmente nos levar à catástrofe. Folha - Como seguir a média boliviana de crescimento de 4% ao ano num mundo em que a economia desacelera??Álvaro Garcia - A Bolívia é o único país do continente em que a população que vive da agricultura não diminuiu. Ao contrário, está em expansão. O desafio é levar mais tecnologia a essa agricultura em setores mais afastados. E estamos diversificando exportações, passamos a exportar quinoa e soja para a China, e internamente exploramos o etanol e o biodiesel, o que somente com o mercado interno nos permitirá fazer planos para os próximos 15 anos. Folha - Em 2015, a Bolívia era campeã na região no ranking de violência doméstica. Em 2019, continua sendo. Por que não melhorou??Álvaro Garcia- É necessária uma mudança mais profunda da sociedade. Porque o governo fez sua parte. Tipificamos o feminicídio, abrimos delegacias para a mulher. Porém, o que ocorre é que o processo de ampliação dos direitos das mulheres é irreversível. Porém, esse avanço em direitos, no mundo do trabalho, na independência ainda convive com uma estrutura familiar muito conservadora, com uma herança cultural e colonial muito patriarcalista. Uma parte das famílias está se modernizando, mas ainda há a família tradicional em que o trabalho da mulher é servil, e a manutenção disso é feita por meio da violência. É um problema que esperamos resolver no próximo mandato.

    LA PAZ, BOLÍVIA (FOLHAPRESS) - Para Álvaro García Linera, 56, vice-presidente da Bolívia desde 2006, os novos projetos neoliberais, “que surgiram para supostamente derrotar a ‘onda vermelha’”, não oferecem horizonte real pois “são projetos de vingança”. O ensaísta, sociólogo e matemático, que concorre junto a Evo Morales pela quarta vez, refere-se aos atuais governos de Brasil e Argentina. Tido como o estrategista do governo, García Linera participou da guerrilha armada nos anos 1980 e ficou preso durante cinco anos. É autor dos livros “A Potência Plebeia” (Boitempo, 2010) e “Democracia, Estado, Nação” (disponível online, sem tradução). Originário da classe média alta de La Paz e de ascendência europeia, García Linera fala com a convicção de um marxista engajado e com a retórica de um militante -sem deixar de responder a provocações com humor e sarcasmo. Folha - Evo Morales e o sr. são favoritos para a eleição na Bolívia. Na Argentina, deve vencer o kirchnerista Alberto Fernández, enquanto, no México, Andrés Manuel López Obrador segue com alta popularidade. A esquerda está retomando espaços na América Latina??Álvaro Garcia - O que surgiu nos últimos tempos como alternativa à esquerda foi um neoliberalismo 2.0, muito diferente daquele dos anos 1980 e 1990. O daquela época oferecia uma proposta real. O de agora surge como uma vingança. E uma vingança não oferece um horizonte. Folha - Em que sentido??Álvaro Garcia - Se você compara com o que vivemos nos anos 1980 e 1990, com [Carlos] Menem na Argentina, com Fernando Henrique Cardoso e outras experiências daquela época, elas continham uma promessa de desenvolvimento possível. O Muro de Berlim havia caído, e esses projetos apontavam para uma esperança de bem-estar. Esse neoliberalismo 2.0 não tem nada disso, ele é vazio e vem como uma resposta. Surge com a ideia de que é preciso acabar com os esquerdistas que teriam roubado muito dinheiro, etc. Só que você não constrói um horizonte apenas com um desejo de vingança. Outro limite desse neoliberalismo é o desejo de promover livre mercado num mundo cada vez mais protecionista. Ou seja, criou um curto-circuito de narrativa ideológica. Porque hoje os grandes parceiros para comercializar são China e Rússia, e não os EUA. Folha - E esse curto-circuito tem que consequências??Álvaro Garcia - O de causar confusão, caos, um “salve-se quem puder” em que cada país passa a buscar seu destino, e já não há ortodoxia. Aquele grande caminho consensual pelo qual diziam que todos teriam de transitar já não existe mais. Por isso creio que é um momento muito complicado para os projetos neoliberais. Folha - As urnas passarão a demonstrar isso??Álvaro Garcia - Cada país tem seu tempo. Na Argentina já está acontecendo. O fato é que, ao não gerar hegemonia verdadeira, esse novo neoliberalismo faz com que a sociedade acumule expectativas e ilusões, mas as respostas que surgem não são suficientes. São de curto prazo. Aí, sim, vem o voto de castigo. Folha - ?O que deu certo na Bolívia??´ Álvaro Garcia - Começamos por buscar o que funcionava para nós. Nossa experiência ensina ao mundo que cada país tem de encontrar seu próprio horizonte a partir de suas necessidades. Onde é preciso mercado, chamamos o mercado. Onde falta Estado, entramos com Estado. Se convém exportar mais numa área, exportamos. Se noutra precisamos de proteção, o Estado oferece proteção. Somos uma heterodoxia muito prática que se propõe a enfrentar um mundo caótico, bastante conscientes de que este perdeu seus horizontes. Folha - E como essa esquerda pragmática se define ideologicamente??Álvaro Garcia - Somos socialistas, mas vivemos no contexto deste mundo complexo. Não acreditamos em quem quer reviver o neoliberalismo dos anos 1980 e 1990, assim como não acreditamos, de maneira nenhuma, nos esquerdistas que, quando caiu o Muro de Berlim, sonhavam em regressar aos anos 1940 e 1950. Isso não dá, esse tipo de esquerda está perdida. Mas há uma geração atual. Nós, aqui, não carregamos o caixão da União Soviética conosco. Somos socialistas, mas sabemos nos localizar no mundo e atuar em função de necessidades e possibilidades, e não de ortodoxias que podem simplesmente nos levar à catástrofe. Folha - Como seguir a média boliviana de crescimento de 4% ao ano num mundo em que a economia desacelera??Álvaro Garcia - A Bolívia é o único país do continente em que a população que vive da agricultura não diminuiu. Ao contrário, está em expansão. O desafio é levar mais tecnologia a essa agricultura em setores mais afastados. E estamos diversificando exportações, passamos a exportar quinoa e soja para a China, e internamente exploramos o etanol e o biodiesel, o que somente com o mercado interno nos permitirá fazer planos para os próximos 15 anos. Folha - Em 2015, a Bolívia era campeã na região no ranking de violência doméstica. Em 2019, continua sendo. Por que não melhorou??Álvaro Garcia- É necessária uma mudança mais profunda da sociedade. Porque o governo fez sua parte. Tipificamos o feminicídio, abrimos delegacias para a mulher. Porém, o que ocorre é que o processo de ampliação dos direitos das mulheres é irreversível. Porém, esse avanço em direitos, no mundo do trabalho, na independência ainda convive com uma estrutura familiar muito conservadora, com uma herança cultural e colonial muito patriarcalista. Uma parte das famílias está se modernizando, mas ainda há a família tradicional em que o trabalho da mulher é servil, e a manutenção disso é feita por meio da violência. É um problema que esperamos resolver no próximo mandato.


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  • 46/56   Delatora da Lava Jato vira ré sob acusação de falso testemunho em inquérito
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Primeira presa da Lava Jato e com um acordo de delação firmado em 2016, a doleira Nelma Kodama virou ré no último mês sob acusação de falso testemunho em inquérito relacionado à operação. A acusação, feita em denúncia apresentada pela procuradora da República Yara da Silva Sprada, foi aceita no dia 14 de agosto pelo juiz Luiz Antônio Bonat, que assumiu a 13ª Vara Federal do Paraná após a saída de Sergio Moro. Segundo o Ministério Público Federal, a doleira fez as declarações que agora estão em xeque no ano de 2015, no âmbito de um inquérito que apurava a suspeita de que um grupo de delegados e advogados produziu um dossiê contrário à Lava Jato. Esse inquérito foi arquivado em 2017, por falta de provas. À época das declarações, Nelma estava presa e ainda não tinha fechado os termos de seu acordo de delação premiada. Ela apontou um delegado e um escrivão da PF como supostos participantes de um conluio contra a operação. No entanto, as falas são contestadas por registros e por outras testemunhas. Em 15 de abril de 2015, chamada a testemunhar no inquérito, Nelma reconheceu uma fotografia do delegado da PF Rivaldo Venâncio e disse que, quando Youssef estava preso, em 2014, o delegado “constantemente frequentava o corredor em frente às celas de Alberto Youssef, mantendo contato com o mesmo”. Convocada a se manifestar em 2016, ela repetiu a afirmação e disse que não podia afirmar “precisamente o número de vezes que tais encontros ocorreram, mas foi mais de uma vez” e que acreditava “que tenha sido uma conversa sobre amenidades, pelas risadas que ouviu”. O delegado Rivaldo entrou com uma representação contra Nelma. No documento, apontou que havia um único registro de entrada dele no local, em meio a uma inspeção realizada pelo Ministério Público Federal, na qual estava acompanhado por procuradores e por agentes da polícia. Em manifestação nos autos, Rivaldo afirmou que, na ocasião, havia outros presos no local e “viu pela primeira e única vez o preso Alberto Youssef”. Foram escutados dois carcereiros e dois agentes da Polícia Federal, que negaram que o delegado frequentasse a cela, como disse a doleira. O próprio Youssef afirmou que não conhecia Rivaldo Venâncio. Também em abril de 2015, Nelma disse que um escrivão da Polícia Federal, Cleverson Ricardo Hartmann, participava de grupo que “visava prejudicar o andamento da Operação Lava Jato, deduzindo que, pelo fato de ele trabalhar na sala ao lado daquela em que ela estaria prestando depoimento, tentava escutar o teor de sua conversa mantida com a delegada Tânia Fernanda Prado Pereira”. Nelma disse que a delegada acabou mudando de sala, inclusive, por causa do escrivão. No entanto, ouvida no processo, a delegada Tânia negou que tivesse qualquer desconfiança sobre Hartmann e que mudou de sala porque o espaço inicial era muito pequeno para tomar depoimentos. Ao aceitar a denúncia contra Nelma, o juiz Bonat afirmou que a denúncia se funda nas informações prestadas tanto pela doleira como por testemunhas, o que “permite concluir pela presença de indícios da existência de crimes e de sua autoria”. Ele abriu prazo para que os advogados da acusada apresentassem defesa no caso. Na Lava Jato, Nelma foi condenada em outubro da 2014 pelos crimes de corrupção, evasão de divisas e organização criminosa. Depois que firmou acordo de delação premiada com as autoridades, a pena, que era de 18 anos, foi diminuída para no máximo 15 anos. Em junho de 2016, a doleira passou para um regime aberto diferenciado, com uso da tornozeleira eletrônica. Como já havia cumprido um quinto da pena, no início de agosto deste ano, o juiz Danilo Pereira Junior, da 12ª Vara Federal de Curitiba, reconheceu como beneficiária do indulto natalino editado pelo ex-presidente Michel Temer, em 2017, e declarou extinta a punibilidade. Procurado, o advogado de Nelma Kodama, Adib Abdouni, afirma que a sua cliente não “faltou com a verdade” em seu depoimento e não teve “o intuito de manchar a reputação de qualquer profissional da Polícia Federal”. “Ela estava presa, estava frágil, estava com problema psiquiátrico e em nenhum momento ela imputou, através de dolo, qualquer conduta criminosa a membros da Polícia Federal”, afirma o advogado. Segundo ele, antes de se tornar ré a defesa tentou um acordo de retratação com as partes contrárias, que não vingou. “Na época [do depoimento], ela estava sem assistência de advogado e sob stress emocional, porque estava presa”, disse o advogado. E, segundo ele, “angustiada por aspirar sua liberdade”, respondeu ao que foi perguntado. Procurado, o delegado Rivaldo Venâncio levantou desconfianças a respeito das origens da declaração da doleira. Diz que ela depôs em um “inquérito forjado” e instaurado a partir de informações que omitiam quem apontou suspeita da produção de um suposto dossiê contra a Lava Jato, “como se possível fosse policial omitir sua ‘fonte’”. “Fui alvo de um falso testemunho por parte de uma pessoa que apenas me viu uma única vez, entretanto soube descrever minhas vestimentas que cotidianamente utilizo”, afirmou Venâncio, em nota. “Tais fatos geraram imenso abalo em minha honra, pois falsamente fui acusado de ter ligação com o então preso Alberto Youssef. Quanto a Nelma Kodama, entendo a condição subumana em que ela se encontrava, quando de seu encarceramento, disposta a tudo fazer para se ver livre do cárcere", disse. “Infelizmente a investigação que culminou com o oferecimento de denúncia contra Nelma não apurou se houve uma ordem dada a ela para fazer tal falso testemunho e por qual motivo. Se alguém foi condenado com base em testemunho de tal pessoa, tenho muita pena.” A reportagem não conseguiu localizar o escrivão Hartmann.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Primeira presa da Lava Jato e com um acordo de delação firmado em 2016, a doleira Nelma Kodama virou ré no último mês sob acusação de falso testemunho em inquérito relacionado à operação. A acusação, feita em denúncia apresentada pela procuradora da República Yara da Silva Sprada, foi aceita no dia 14 de agosto pelo juiz Luiz Antônio Bonat, que assumiu a 13ª Vara Federal do Paraná após a saída de Sergio Moro. Segundo o Ministério Público Federal, a doleira fez as declarações que agora estão em xeque no ano de 2015, no âmbito de um inquérito que apurava a suspeita de que um grupo de delegados e advogados produziu um dossiê contrário à Lava Jato. Esse inquérito foi arquivado em 2017, por falta de provas. À época das declarações, Nelma estava presa e ainda não tinha fechado os termos de seu acordo de delação premiada. Ela apontou um delegado e um escrivão da PF como supostos participantes de um conluio contra a operação. No entanto, as falas são contestadas por registros e por outras testemunhas. Em 15 de abril de 2015, chamada a testemunhar no inquérito, Nelma reconheceu uma fotografia do delegado da PF Rivaldo Venâncio e disse que, quando Youssef estava preso, em 2014, o delegado “constantemente frequentava o corredor em frente às celas de Alberto Youssef, mantendo contato com o mesmo”. Convocada a se manifestar em 2016, ela repetiu a afirmação e disse que não podia afirmar “precisamente o número de vezes que tais encontros ocorreram, mas foi mais de uma vez” e que acreditava “que tenha sido uma conversa sobre amenidades, pelas risadas que ouviu”. O delegado Rivaldo entrou com uma representação contra Nelma. No documento, apontou que havia um único registro de entrada dele no local, em meio a uma inspeção realizada pelo Ministério Público Federal, na qual estava acompanhado por procuradores e por agentes da polícia. Em manifestação nos autos, Rivaldo afirmou que, na ocasião, havia outros presos no local e “viu pela primeira e única vez o preso Alberto Youssef”. Foram escutados dois carcereiros e dois agentes da Polícia Federal, que negaram que o delegado frequentasse a cela, como disse a doleira. O próprio Youssef afirmou que não conhecia Rivaldo Venâncio. Também em abril de 2015, Nelma disse que um escrivão da Polícia Federal, Cleverson Ricardo Hartmann, participava de grupo que “visava prejudicar o andamento da Operação Lava Jato, deduzindo que, pelo fato de ele trabalhar na sala ao lado daquela em que ela estaria prestando depoimento, tentava escutar o teor de sua conversa mantida com a delegada Tânia Fernanda Prado Pereira”. Nelma disse que a delegada acabou mudando de sala, inclusive, por causa do escrivão. No entanto, ouvida no processo, a delegada Tânia negou que tivesse qualquer desconfiança sobre Hartmann e que mudou de sala porque o espaço inicial era muito pequeno para tomar depoimentos. Ao aceitar a denúncia contra Nelma, o juiz Bonat afirmou que a denúncia se funda nas informações prestadas tanto pela doleira como por testemunhas, o que “permite concluir pela presença de indícios da existência de crimes e de sua autoria”. Ele abriu prazo para que os advogados da acusada apresentassem defesa no caso. Na Lava Jato, Nelma foi condenada em outubro da 2014 pelos crimes de corrupção, evasão de divisas e organização criminosa. Depois que firmou acordo de delação premiada com as autoridades, a pena, que era de 18 anos, foi diminuída para no máximo 15 anos. Em junho de 2016, a doleira passou para um regime aberto diferenciado, com uso da tornozeleira eletrônica. Como já havia cumprido um quinto da pena, no início de agosto deste ano, o juiz Danilo Pereira Junior, da 12ª Vara Federal de Curitiba, reconheceu como beneficiária do indulto natalino editado pelo ex-presidente Michel Temer, em 2017, e declarou extinta a punibilidade. Procurado, o advogado de Nelma Kodama, Adib Abdouni, afirma que a sua cliente não “faltou com a verdade” em seu depoimento e não teve “o intuito de manchar a reputação de qualquer profissional da Polícia Federal”. “Ela estava presa, estava frágil, estava com problema psiquiátrico e em nenhum momento ela imputou, através de dolo, qualquer conduta criminosa a membros da Polícia Federal”, afirma o advogado. Segundo ele, antes de se tornar ré a defesa tentou um acordo de retratação com as partes contrárias, que não vingou. “Na época [do depoimento], ela estava sem assistência de advogado e sob stress emocional, porque estava presa”, disse o advogado. E, segundo ele, “angustiada por aspirar sua liberdade”, respondeu ao que foi perguntado. Procurado, o delegado Rivaldo Venâncio levantou desconfianças a respeito das origens da declaração da doleira. Diz que ela depôs em um “inquérito forjado” e instaurado a partir de informações que omitiam quem apontou suspeita da produção de um suposto dossiê contra a Lava Jato, “como se possível fosse policial omitir sua ‘fonte’”. “Fui alvo de um falso testemunho por parte de uma pessoa que apenas me viu uma única vez, entretanto soube descrever minhas vestimentas que cotidianamente utilizo”, afirmou Venâncio, em nota. “Tais fatos geraram imenso abalo em minha honra, pois falsamente fui acusado de ter ligação com o então preso Alberto Youssef. Quanto a Nelma Kodama, entendo a condição subumana em que ela se encontrava, quando de seu encarceramento, disposta a tudo fazer para se ver livre do cárcere", disse. “Infelizmente a investigação que culminou com o oferecimento de denúncia contra Nelma não apurou se houve uma ordem dada a ela para fazer tal falso testemunho e por qual motivo. Se alguém foi condenado com base em testemunho de tal pessoa, tenho muita pena.” A reportagem não conseguiu localizar o escrivão Hartmann.


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  • 47/56   Violência no Haiti durante protestos por escassez de combustível
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Milhares de pessoas participaram de manifestações nesta sexta-feira na capital do Haiti, Porto Príncipe, contra a escassez de gasolina que atinge o país há mais de três semanas, num protesto que acabou em violentos confrontos com a polícia.

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  • 48/56   EUA anunciam 'maiores sanções' já vistas contra Irã
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira a aplicação de sanções contra o Banco Nacional Iraniano, consideradas por ele "as maiores sanções" já impostas a um país, num contexto de tensões acirradas entre Washington e Teerã por acusações de que o Irã atacou instalações petroleiras na Arábia Saudita.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira a aplicação de sanções contra o Banco Nacional Iraniano, consideradas por ele "as maiores sanções" já impostas a um país, num contexto de tensões acirradas entre Washington e Teerã por acusações de que o Irã atacou instalações petroleiras na Arábia Saudita.


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  • 49/56   Tinder cria reality show interativo e 'apocalíptico'
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Além dos tradicionais encontros, os usuários do aplicativo Tinder agora poderão participar da experiência de um reality show interativo, no qual escolherão parceiros para um personagem pouco antes do fim do mundo.

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  • 50/56   Medidas de Trump contra Cuba são inéditas em 57 anos de bloqueio, diz chanceler
    BUSINESS TOPIC NEWS

    As medidas que Donald Trump aplica contra Cuba são, por sua "crueldade, intensidade e agressividade", "inéditas" em 57 anos de embargo dos Estados Unidos contra a ilha, afirmou nesta sexta-feira o chanceler cubano, Bruno Rodríguez.

    As medidas que Donald Trump aplica contra Cuba são, por sua "crueldade, intensidade e agressividade", "inéditas" em 57 anos de embargo dos Estados Unidos contra a ilha, afirmou nesta sexta-feira o chanceler cubano, Bruno Rodríguez.


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  • 51/56   Riad mostra danos dos ataques a instalações petrolíferas
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A Arábia Saudita revelou à imprensa nesta sexta-feira (20), pela primeira vez, os estragos em suas instalações de petróleo atacadas em 14 de setembro, insistindo em sua determinação de restabelecer rapidamente sua produção, apesar do aumento da tensão na região.

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  • 52/56   Twitter fecha milhares de contas de fake news no mundo todo
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O Twitter informou nesta sexta-feira (20) que fechou milhares de contas em todo mundo por divulgarem notícias falsas e propagandas pró-governamentais, em lugares como Emirados Árabes Unidos, China e Espanha.

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  • 53/56   Maduro visitará a Rússia no início de outubro
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O presidente Nicolás Maduro visitará a Rússia em breve, em uma aparente tentativa de garantir o apoio russo em meio a uma crise na Venezuela - anunciou o Kremlin nesta sexta-feira (20).

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  • 54/56   Equinor e SSE vão desenvolver o maior parque eólico em alto mar
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A empresa norueguesa Equinor e a britânica SSE Renewables desenvolverão na costa da Grã-Bretanha o maior parque eólico do mundo, com investimento de 9 bilhões de libras (cerca de 10,2 bilhões de euros), anunciou a Equinor nesta sexta-feira.

    A empresa norueguesa Equinor e a britânica SSE Renewables desenvolverão na costa da Grã-Bretanha o maior parque eólico do mundo, com investimento de 9 bilhões de libras (cerca de 10,2 bilhões de euros), anunciou a Equinor nesta sexta-feira.


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  • 55/56   EUA preferem 'solução pacífica' a confronto com Irã, garante Pompeo
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, declarou nesta quinta-feira (19) que os Estados Unidos preferem uma "solução pacífica" para a crise deflagrada pelos ataques contra as infraestruturas de petróleo sauditas, os quais classificou de "ato de guerra" por parte do Irã.

    O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, declarou nesta quinta-feira (19) que os Estados Unidos preferem uma "solução pacífica" para a crise deflagrada pelos ataques contra as infraestruturas de petróleo sauditas, os quais classificou de "ato de guerra" por parte do Irã.


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  • 56/56   Vale é condenada a pagar R$ 11,8 milhões a familiares de vítimas de Brumadinho
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A Justiça condenou nesta quinta-feira em primeira instância a Vale a indenizar com cerca de 11,8 milhões de reais os familiares de três mortos, entre eles uma gestante, pelo rompimento da barragem de Brumadinho, em janeiro. Esta é a primeira condenação "individual" contra a mineradora.

    A Justiça condenou nesta quinta-feira em primeira instância a Vale a indenizar com cerca de 11,8 milhões de reais os familiares de três mortos, entre eles uma gestante, pelo rompimento da barragem de Brumadinho, em janeiro. Esta é a primeira condenação "individual" contra a mineradora.


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