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Noticias Slideshows (08/10/2019 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


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  • 2/56   Governo quer fatiar projeto de TV paga para destravar compra da Warner pela AT&T

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O governo negocia com o Senado para que o projeto de lei que modifica as regras da TV paga seja fatiado. A ideia é manter na proposta o trecho que abre o caminho para que a compra da Warner Media pela gigante de telefonia americana AT&T; seja efetivada no país. Já a discussão sobre regras de programação audiovisual transmitida pela internet, que tem dividido o Senado, se daria em um novo projeto. Esse assunto é polêmico e coloca grandes grupos de mídia, como Netflix e Google, contra produtores de conteúdo brasileiros. O fatiamento da proposta tem sido costurado por interlocutores do Palácio do Planalto. Essa foi a solução encontrada para que o impasse no Congresso não atrapalhe os planos do presidente Jair Bolsonaro em agradar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), a versão original do projeto tinha apenas três artigos, eliminando da lei de TVs por assinatura a norma que restringe a participação acionária cruzada entre operadoras de telefonia (AT&T;) e grupos de conteúdo (Time Warner). Combinação dos logotipos da AT&T; e da Time Warner Saul Loeb e Stan Honda/AFP         A lei determina que uma tele pode ter até 50% do capital de uma produtora de conteúdo (emissora, estúdio ou produtora), que, por sua vez, só pode deter até 30% de uma tele. A pedido de Trump, Bolsonaro e um dos filhos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), têm atuado para destravar o negócio, que envolve 17 países e a União Europeia. A transação, anunciada em 2016, só aguarda o aval das agências regulatórias brasileiras para ser concretizado. No fim de agosto, Bolsonaro recebeu o presidente da AT&T;, Randall Stephenson. Na mesma época, o filho dele foi à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) pressionar pela aprovação da compra da Warner pela gigante de telefonia americana. Em defesa do negócio, Eduardo publicou seus argumentos nas redes sociais por meio de um vídeo --com legendas em inglês. O aval à transação foi uma das condições impostas por Trump ao Brasil em troca da parceria estratégica.  Mas o impasse em relação ao projeto de Cardoso ganhou um novo contorno no fim de setembro quando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), apresentou um ofício para que a proposta fosse encaminhada à Secretaria-Geral da Mesa da Casa. Esse pedido tem potencial de travar o projeto, que ficaria parado até que o governo respondesse a alguns questionamentos. Segundo parlamentares que acompanham as discussões, a decisão de Alcolumbre foi uma forma de atender líderes partidários contrários à nova versão do texto. Na CCT (Comissão de Ciência e Tecnologia) do Senado, foi incorporado ao projeto o debate sobre normas para a programação audiovisual transmitida pela internet. O governo, então, passou a negociar com grandes grupos de mídia, como Amazon e Netflix, entre outros que distribuem conteúdo via internet.  Essas empresas querem ficar livres de regulação, diferentemente das empresas que distribuem canais por pacotes e são obrigados, por exemplo, a cumprir cota de conteúdo local. Emissoras de TV brasileiras também estão investindo na oferta de programas pela internet ou aplicativos e querem que uma lei acabe com a insegurança jurídica nesse mercado. Por isso, algumas articulam um artigo que deixe esse serviço, explicitamente, livre de regulação. "O mercado audiovisual pode afundar", diz o presidente da Apaci (Associação Paulista de Cineastas), André Klotzel. Ele e outros representantes de produtores locais têm acompanhado as discussões do projeto de lei no Senado para que a regulação do serviço de transmissão de conteúdo via internet não prejudique o mercado nacional. Klotzel é contra o fatiamento da proposta que tramita no Senado, pois considera urgente a definição de regras para os serviços que estão crescendo no Brasil. "Queremos aproveitar a questão inicial [restrições a operações como a compra da Warner pela AT&T;] e colocar globalmente o problema. Vamos atualizar a legislação de TV por assinatura e vamos colocar a internet dentro [dessas regras]", sustenta.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O governo negocia com o Senado para que o projeto de lei que modifica as regras da TV paga seja fatiado. A ideia é manter na proposta o trecho que abre o caminho para que a compra da Warner Media pela gigante de telefonia americana AT&T; seja efetivada no país. Já a discussão sobre regras de programação audiovisual transmitida pela internet, que tem dividido o Senado, se daria em um novo projeto. Esse assunto é polêmico e coloca grandes grupos de mídia, como Netflix e Google, contra produtores de conteúdo brasileiros. O fatiamento da proposta tem sido costurado por interlocutores do Palácio do Planalto. Essa foi a solução encontrada para que o impasse no Congresso não atrapalhe os planos do presidente Jair Bolsonaro em agradar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), a versão original do projeto tinha apenas três artigos, eliminando da lei de TVs por assinatura a norma que restringe a participação acionária cruzada entre operadoras de telefonia (AT&T;) e grupos de conteúdo (Time Warner). Combinação dos logotipos da AT&T; e da Time Warner Saul Loeb e Stan Honda/AFP         A lei determina que uma tele pode ter até 50% do capital de uma produtora de conteúdo (emissora, estúdio ou produtora), que, por sua vez, só pode deter até 30% de uma tele. A pedido de Trump, Bolsonaro e um dos filhos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), têm atuado para destravar o negócio, que envolve 17 países e a União Europeia. A transação, anunciada em 2016, só aguarda o aval das agências regulatórias brasileiras para ser concretizado. No fim de agosto, Bolsonaro recebeu o presidente da AT&T;, Randall Stephenson. Na mesma época, o filho dele foi à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) pressionar pela aprovação da compra da Warner pela gigante de telefonia americana. Em defesa do negócio, Eduardo publicou seus argumentos nas redes sociais por meio de um vídeo --com legendas em inglês. O aval à transação foi uma das condições impostas por Trump ao Brasil em troca da parceria estratégica.  Mas o impasse em relação ao projeto de Cardoso ganhou um novo contorno no fim de setembro quando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), apresentou um ofício para que a proposta fosse encaminhada à Secretaria-Geral da Mesa da Casa. Esse pedido tem potencial de travar o projeto, que ficaria parado até que o governo respondesse a alguns questionamentos. Segundo parlamentares que acompanham as discussões, a decisão de Alcolumbre foi uma forma de atender líderes partidários contrários à nova versão do texto. Na CCT (Comissão de Ciência e Tecnologia) do Senado, foi incorporado ao projeto o debate sobre normas para a programação audiovisual transmitida pela internet. O governo, então, passou a negociar com grandes grupos de mídia, como Amazon e Netflix, entre outros que distribuem conteúdo via internet.  Essas empresas querem ficar livres de regulação, diferentemente das empresas que distribuem canais por pacotes e são obrigados, por exemplo, a cumprir cota de conteúdo local. Emissoras de TV brasileiras também estão investindo na oferta de programas pela internet ou aplicativos e querem que uma lei acabe com a insegurança jurídica nesse mercado. Por isso, algumas articulam um artigo que deixe esse serviço, explicitamente, livre de regulação. "O mercado audiovisual pode afundar", diz o presidente da Apaci (Associação Paulista de Cineastas), André Klotzel. Ele e outros representantes de produtores locais têm acompanhado as discussões do projeto de lei no Senado para que a regulação do serviço de transmissão de conteúdo via internet não prejudique o mercado nacional. Klotzel é contra o fatiamento da proposta que tramita no Senado, pois considera urgente a definição de regras para os serviços que estão crescendo no Brasil. "Queremos aproveitar a questão inicial [restrições a operações como a compra da Warner pela AT&T;] e colocar globalmente o problema. Vamos atualizar a legislação de TV por assinatura e vamos colocar a internet dentro [dessas regras]", sustenta.


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  • 3/56   Twitch lança aplicativo oficial para Apple TV

    Em setembro deste ano, o Twitch já tinha lançado a versão beta do seu aplicativo. Com a versão oficial disponível, agora é pra valer. O aplicativo Twitch para Apple TV oferece os mesmos recursos encontrados nos aplicativos iOS e Mac

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  • 4/56   MacOS Catalina já pode ser baixado gratuitamente a partir desta segunda (7)

    Nova versão do sistema operacional para computadores Apple aposenta o iTunes, traz diversas melhorias de segurança, algumas mudanças de design e uma nova função que permite transformar seu iPad em uma mesa digitalizadora

    Nova versão do sistema operacional para computadores Apple aposenta o iTunes, traz diversas melhorias de segurança, algumas mudanças de design e uma nova função que permite transformar seu iPad em uma mesa digitalizadora


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  • 5/56   Waymo vai começar a testar seus carros autônomos em Los Angeles

    A Waymo, fabricante de veículos autônomos da Alphabet, do Google, vai começar a testar seus carros na cidade de Los Angeles. Primeiro, será feito o mapeamento da cidade para a verificação se haverá uma adequação ao ambiente

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  • 6/56   Google Shopping alerta usuários quando produtos têm redução de preços

    Plataforma de busca de preços passou por extensa atualização, apresentando nova interface, com uma organização melhor de ofertas e lojas, além da função de marcar produtos de interesse e ser avisado por ela quando eles receberem descontos

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  • 7/56   Atualização do PlayStation 4 trará suporte ao Remote Play para todos os Android

    Versão 7.00 da firmware do console vai expandir função que antes existia exclusivamente em smartphones fabricados pela Sony; aprimoramentos no número de participantes simultâneos em chats de áudio e comando de transcrição voz para texto também serão incluídos

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  • 8/56   Microsoft registra patente de tapete de realidade virtual com suporte ao Xbox

    Registrado na última semana no Escritório de Marcas e Patentes dos EUA, o documento prevê um aparelho de RV que delimitaria os limites de ação nos games graças ao tapete e que, além de ser usado no PC, poderia ser usado no console, com a ajuda do Kinect

    Registrado na última semana no Escritório de Marcas e Patentes dos EUA, o documento prevê um aparelho de RV que delimitaria os limites de ação nos games graças ao tapete e que, além de ser usado no PC, poderia ser usado no console, com a ajuda do Kinect


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  • 9/56   Spotify ganha compatibilidade com Siri e programa para Apple TV

    Empresa atualizou o aplicativo para usuários do iOS 13. Assim, usuário pode abrir uma música somente usando a assistente pessoal da Apple. Programa também é compatível com novo modo de economia de dados do sistema operacional

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  • 10/56   Apple TV+ | Confira tudo que já está confirmado para o streaming da Apple

    No dia primeiro de novembro deste ano, será lançada a plataforma de streaming Apple TV+. A novidade já está com alguns títulos prontos para chegarem às televisões, enquanto outros ainda estão em desenvolvimento ou em fase de acertos de detalhes

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  • 11/56   Servant, série perturbadora de M. Night Syamalan para o Apple TV+, ganha teaser

    No próximo dia 28 de novembro, estreia a nova série de M. Night Shyamalan no Apple TV+: Servant. A trama conta a história de um casal que, ao perder seu bebê, começa a cuidar de um boneco realista e contrata uma babá para ajudar

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  • 12/56   Aeronave elétrica do criador do Google voa praticamente sem barulho

    A terceira espaçonave apresentada pela startup Kitty Hawk, fundada pelo criador do Google, promete viagens sem barulho interno e facilidade na hora do pouso, além de grande economia de energia quando comprado aos outros veículos do mercado

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  • 13/56   Apple pode ter comprado IKinema, estúdio de animação em tempo real

    Documento mostra negociação entre as duas companhias. Tecnologia permite reproduzir movimentos dentro de um universo virtual. Dona do iPhone pode estar interessada em desenvolvimento em games para suas plataformas

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  • 14/56   Investigação quer esclarecer se houve pagamento por conversas hackeadas

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Passados 75 dias das primeiras prisões e com duas operações deflagradas, a investigação da Polícia Federal sobre a invasão de contas de Telegram de autoridades já chegou aos suspeitos do hackeamento, descobriu o modus operandi do grupo e caminha para uma terceira fase. A apuração busca esclarecer se há pessoas acima das já identificadas no esquema, continua à procura de eventual pagamento pela divulgação das mensagens da Lava Jato e quer garantir que todo o conteúdo capturado de autoridades tenha sido recuperado. A expectativa é que o estudante Luiz Henrique Molição, 19, preso em setembro na segunda etapa da Operação Spoofing, possa dar detalhes da divulgação das conversas de procuradores da Lava Jato, como Deltan Dallagnol, e do ex-juiz Sergio Moro, atual ministro do governo Bolsonaro. Molição é suspeito de ter feito parte dos contatos com o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, a pedido do principal investigado pelos hackeamentos, Walter Delgatti Neto. Enquanto os outros presos estão no presídio da Papuda, Molição permanece numa cela na Superintendência da PF em Brasília, onde é mais fácil para a polícia ouvi-lo e onde ele não tem contato com os demais investigados. Delgatti, que foi preso na primeira fase da Spoofing, em julho, afirmou à PF que agiu sozinho e repassou as mensagens ao Intercept de forma anônima, voluntária e sem pagamento. A polícia, contudo, tem indícios fortes de que ele não atuou sozinho, mas com ajuda dos dois rapazes presos posteriormente: Molição, seu colega de classe em um curso de direito em Ribeirão Preto (SP), e Thiago Eliezer Martins Santos, um morador de Brasília especialista em informática. A investigação conseguiu acessar os arquivos de um computador da marca Apple apreendido com Delgatti e encontrou duas pastas contendo conversas com uma pessoa apelidada de "Crash" -que a PF suspeita que seja Thiago Eliezer- e outra, de "Molissaum", que seria Molição. No computador de Delgatti foi achado um áudio do jornalista Glenn conversando com um rapaz -que, mais tarde, foi identificado como Molição. "Como tá agora tá saindo muita notícia sobre isso, a gente chego... Chegamos à conclusão que eles estão fazendo um jogo pra tentar desmoralizar o que tá acontecendo", disse Molição. "Hã ham", respondeu Glenn, num trecho transcrito pela PF. O rapaz menciona que o "'grupo' pegou o Telegram de várias pessoas no ano passado (2018)", de acordo com a PF, o que contradiz outro trecho da oitiva de Delgatti, segundo o qual os hackeamentos tinham começado neste ano. Molição teria sido incumbido de falar com Glenn porque Delgatti se desentendia com o jornalista quanto a pagamentos e não compreendia bem seu sotaque --o editor do Intercept é norte-americano. O estudante falou à polícia, em 25 de setembro, que "Walter [Delgatti] tentou vender o conteúdo de contas de Telegram para Glenn Greenwald", conforme mensagens que leu em um celular dado a ele pelo colega, "entretanto Glenn teria se recusado a efetuar qualquer tipo de pagamento em troca do conteúdo". O celular mencionado, um iPhone apelidado por Delgatti de "biriri", "espelhava" contas de terceiros. Nesse aparelho, Molição disse ter visto conversas de Telegram da deputada Joice Hasselmann (PSL-SP). Ele também confirmou à PF que escreveu um texto crítico ao Ministério Público Federal, a pedido de Delgatti, para enviar a um jornalista como se tivesse partido de Joice. Eliezer é suspeito de ter ensinado Delgatti a efetuar as invasões, pois tem conhecimentos avançados em informática e trabalhava nessa área. Para a PF, Eliezer era "ao menos conhecedor das invasões de contas do Telegram que eram realizadas por Walter Delgatti Neto". Molição contou que, depois que Delgatti foi preso, recebeu uma mensagem de uma pessoa que ele acredita ser Eliezer, que escreveu: "Você deve saber quem eu sou, eu ajudava o garoto". Foram localizadas 14 transferências de pequenos valores de Delgatti para Eliezer, como uma de R$ 4.500 em abril deste ano. A investigação, por ora, não afirma que as transferências tenham relação com as invasões de Telegram porque os dois são suspeitos também de praticarem fraudes eletrônicas para ganhar dinheiro. Em seu primeiro depoimento em julho, Delgatti ficou em silêncio quando a polícia perguntou se ele conhecia Eliezer. Depois, disse que o conheceu pela internet e comprou dele uma Land Rover em 2018. PF e Ministério Público Federal apontam suspeitas de uma série de crimes: invasão de dispositivo de informática de autoridades públicas, violação de sigilo telefônico sem autorização judicial, fraudes bancárias, estelionatos, lavagem de dinheiro e crime contra a Segurança Nacional (espionagem) -cuja pena é a mais alta, podendo chegar a 15 anos de prisão. Na primeira fase da Spoofing, foram presos, além de Delgatti, Danilo Marques, Gustavo Henrique Elias Santos e sua mulher, Suelen Oliveira. Não há informações conhecidas de que os três tenham invadido o Telegram de autoridades, mas há indícios de que praticavam fraudes bancárias e estelionatos eletrônicos. A Folha de S.Paulo não conseguiu contato ou não obteve resposta dos advogados de Delgatti, Eliezer, Elias Santos e Suelen. "A defesa reitera a convicção na inocência de Luiz Molição", diz um dos advogados do estudante, Ademar Costa. A defensora pública federal Manoela Cavalcanti Barros, que representa Danilo Marques, afirmou, em nota, que a prisão preventiva dele é ilegal porque, passados mais de 70 dias, "ainda não houve qualquer aprofundamento das investigações acerca das fraudes bancárias". QUEM SÃO OS INVESTIGADOS Walter Delgatti Neto Preso em 23.jul Apontado como o principal suspeito de ter invadido contas de Telegram de autoridades. Disse à PF que atuou sozinho e repassou as mensagens ao jornalista Glenn Greenwald, do site Intercept, de forma anônima, voluntária e sem receber dinheiro. Também é suspeito de ter cometido fraudes bancárias Thiago Eliezer Martins Santos Preso em 19.set É suspeito de ter ensinado a Delgatti como fazer as invasões. PF aponta que, ao menos, ele sabia dos hackeamentos Também é suspeito de envolvimento em fraudes eletrônicas anteriores Luiz Henrique Molição Preso em 19.set Colega de classe de Delgatti num curso de direito em Ribeirão Preto (SP), é suspeito de ter feito boa parte dos contatos com o jornalista Glenn a pedido do hacker. Para a PF, Molição colaborou com parte das invasões ou ao menos sabia bastante sobre elas Danilo Marques Preso em 23.jul Amigo de Delgatti, é suspeito de emprestar seu nome para o hacker alugar uma casa em Ribeirão Preto (SP), contratar serviços de internet e abrir uma conta bancária. Pode não ter participado do hackeamento, mas soube que Delgatti divulgou as mensagens É suspeito de fraudes eletrônicas e bancárias Gustavo Henrique Elias Santos Preso em 23.jul Amigo de Delgatti de Araraquara (SP), cidade natal de ambos, não há informações, por ora, de que tenha participado das invasões de Telegram É suspeito de fraudes bancárias Suelen Oliveira Presa em 23.jul e solta em 2.out Mulher de Elias Santos, não teria participado dos hackeamentos É suspeita de ser parceira do marido em fraudes bancárias

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Passados 75 dias das primeiras prisões e com duas operações deflagradas, a investigação da Polícia Federal sobre a invasão de contas de Telegram de autoridades já chegou aos suspeitos do hackeamento, descobriu o modus operandi do grupo e caminha para uma terceira fase. A apuração busca esclarecer se há pessoas acima das já identificadas no esquema, continua à procura de eventual pagamento pela divulgação das mensagens da Lava Jato e quer garantir que todo o conteúdo capturado de autoridades tenha sido recuperado. A expectativa é que o estudante Luiz Henrique Molição, 19, preso em setembro na segunda etapa da Operação Spoofing, possa dar detalhes da divulgação das conversas de procuradores da Lava Jato, como Deltan Dallagnol, e do ex-juiz Sergio Moro, atual ministro do governo Bolsonaro. Molição é suspeito de ter feito parte dos contatos com o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, a pedido do principal investigado pelos hackeamentos, Walter Delgatti Neto. Enquanto os outros presos estão no presídio da Papuda, Molição permanece numa cela na Superintendência da PF em Brasília, onde é mais fácil para a polícia ouvi-lo e onde ele não tem contato com os demais investigados. Delgatti, que foi preso na primeira fase da Spoofing, em julho, afirmou à PF que agiu sozinho e repassou as mensagens ao Intercept de forma anônima, voluntária e sem pagamento. A polícia, contudo, tem indícios fortes de que ele não atuou sozinho, mas com ajuda dos dois rapazes presos posteriormente: Molição, seu colega de classe em um curso de direito em Ribeirão Preto (SP), e Thiago Eliezer Martins Santos, um morador de Brasília especialista em informática. A investigação conseguiu acessar os arquivos de um computador da marca Apple apreendido com Delgatti e encontrou duas pastas contendo conversas com uma pessoa apelidada de "Crash" -que a PF suspeita que seja Thiago Eliezer- e outra, de "Molissaum", que seria Molição. No computador de Delgatti foi achado um áudio do jornalista Glenn conversando com um rapaz -que, mais tarde, foi identificado como Molição. "Como tá agora tá saindo muita notícia sobre isso, a gente chego... Chegamos à conclusão que eles estão fazendo um jogo pra tentar desmoralizar o que tá acontecendo", disse Molição. "Hã ham", respondeu Glenn, num trecho transcrito pela PF. O rapaz menciona que o "'grupo' pegou o Telegram de várias pessoas no ano passado (2018)", de acordo com a PF, o que contradiz outro trecho da oitiva de Delgatti, segundo o qual os hackeamentos tinham começado neste ano. Molição teria sido incumbido de falar com Glenn porque Delgatti se desentendia com o jornalista quanto a pagamentos e não compreendia bem seu sotaque --o editor do Intercept é norte-americano. O estudante falou à polícia, em 25 de setembro, que "Walter [Delgatti] tentou vender o conteúdo de contas de Telegram para Glenn Greenwald", conforme mensagens que leu em um celular dado a ele pelo colega, "entretanto Glenn teria se recusado a efetuar qualquer tipo de pagamento em troca do conteúdo". O celular mencionado, um iPhone apelidado por Delgatti de "biriri", "espelhava" contas de terceiros. Nesse aparelho, Molição disse ter visto conversas de Telegram da deputada Joice Hasselmann (PSL-SP). Ele também confirmou à PF que escreveu um texto crítico ao Ministério Público Federal, a pedido de Delgatti, para enviar a um jornalista como se tivesse partido de Joice. Eliezer é suspeito de ter ensinado Delgatti a efetuar as invasões, pois tem conhecimentos avançados em informática e trabalhava nessa área. Para a PF, Eliezer era "ao menos conhecedor das invasões de contas do Telegram que eram realizadas por Walter Delgatti Neto". Molição contou que, depois que Delgatti foi preso, recebeu uma mensagem de uma pessoa que ele acredita ser Eliezer, que escreveu: "Você deve saber quem eu sou, eu ajudava o garoto". Foram localizadas 14 transferências de pequenos valores de Delgatti para Eliezer, como uma de R$ 4.500 em abril deste ano. A investigação, por ora, não afirma que as transferências tenham relação com as invasões de Telegram porque os dois são suspeitos também de praticarem fraudes eletrônicas para ganhar dinheiro. Em seu primeiro depoimento em julho, Delgatti ficou em silêncio quando a polícia perguntou se ele conhecia Eliezer. Depois, disse que o conheceu pela internet e comprou dele uma Land Rover em 2018. PF e Ministério Público Federal apontam suspeitas de uma série de crimes: invasão de dispositivo de informática de autoridades públicas, violação de sigilo telefônico sem autorização judicial, fraudes bancárias, estelionatos, lavagem de dinheiro e crime contra a Segurança Nacional (espionagem) -cuja pena é a mais alta, podendo chegar a 15 anos de prisão. Na primeira fase da Spoofing, foram presos, além de Delgatti, Danilo Marques, Gustavo Henrique Elias Santos e sua mulher, Suelen Oliveira. Não há informações conhecidas de que os três tenham invadido o Telegram de autoridades, mas há indícios de que praticavam fraudes bancárias e estelionatos eletrônicos. A Folha de S.Paulo não conseguiu contato ou não obteve resposta dos advogados de Delgatti, Eliezer, Elias Santos e Suelen. "A defesa reitera a convicção na inocência de Luiz Molição", diz um dos advogados do estudante, Ademar Costa. A defensora pública federal Manoela Cavalcanti Barros, que representa Danilo Marques, afirmou, em nota, que a prisão preventiva dele é ilegal porque, passados mais de 70 dias, "ainda não houve qualquer aprofundamento das investigações acerca das fraudes bancárias". QUEM SÃO OS INVESTIGADOS Walter Delgatti Neto Preso em 23.jul Apontado como o principal suspeito de ter invadido contas de Telegram de autoridades. Disse à PF que atuou sozinho e repassou as mensagens ao jornalista Glenn Greenwald, do site Intercept, de forma anônima, voluntária e sem receber dinheiro. Também é suspeito de ter cometido fraudes bancárias Thiago Eliezer Martins Santos Preso em 19.set É suspeito de ter ensinado a Delgatti como fazer as invasões. PF aponta que, ao menos, ele sabia dos hackeamentos Também é suspeito de envolvimento em fraudes eletrônicas anteriores Luiz Henrique Molição Preso em 19.set Colega de classe de Delgatti num curso de direito em Ribeirão Preto (SP), é suspeito de ter feito boa parte dos contatos com o jornalista Glenn a pedido do hacker. Para a PF, Molição colaborou com parte das invasões ou ao menos sabia bastante sobre elas Danilo Marques Preso em 23.jul Amigo de Delgatti, é suspeito de emprestar seu nome para o hacker alugar uma casa em Ribeirão Preto (SP), contratar serviços de internet e abrir uma conta bancária. Pode não ter participado do hackeamento, mas soube que Delgatti divulgou as mensagens É suspeito de fraudes eletrônicas e bancárias Gustavo Henrique Elias Santos Preso em 23.jul Amigo de Delgatti de Araraquara (SP), cidade natal de ambos, não há informações, por ora, de que tenha participado das invasões de Telegram É suspeito de fraudes bancárias Suelen Oliveira Presa em 23.jul e solta em 2.out Mulher de Elias Santos, não teria participado dos hackeamentos É suspeita de ser parceira do marido em fraudes bancárias


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  • 15/56   Novo Google Shopping permite rastreamento de preços e roupas com o Google Lens

    A tecnologia de reconhecimento de imagem inteligente do Google pode trazer resultados semelhantes a alguma roupa de loja ou mesmo do seu guarda-roupa. A experiência atualizada do Google Shopping inclui uma página inicial personalizada e notifica quando tem promoção

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  • 16/56   Gerenciagram: aumente seus seguidores e interações no Instagram com o app

    O Gerenciagram permite impulsionar seu perfil do Instagram, seguindo contas automaticamente e divulgando sua marca ou conta pessoal. Para utilizá-lo, basta baixar o aplicativo em seu iPhone ou Android

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  • 17/56   Confira aplicativos que permitem ler mangá online

    Se você deseja ler mangás online, existem diversos aplicativos que podem ser utilizados legalmente. Quase todos podem ser baixados tanto em smartphones Android quanto iOS e garantem acesso a um conteúdo bem amplo

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  • 18/56   Hackers iranianos promovem ataque em candidato presidencial dos EUA

    Descoberto pela Microsoft, ataque aconteceu entre agosto e setembro deste ano e teve como alvo um dos candidatos a presidente nas eleições que acontecem nos EUA em 2020. Acontecimentos recentes colocam a equipe de Joe Biden como principal vítima em potencial

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  • 19/56   Apple, Samsung, Xiaomi? É a Microsoft que mostra como se faz na hora de inovar

    A apresentação dos Surfaces Duo e Neo mostra que a criadora do Windows entendeu melhor que suas concorrentes qual caminho o hardware mobile pode seguir. Agora é esperar até o final de 2020 para ver como o público responderá

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  • 20/56   Tim Cook critica o lançamento de criptomoedas por empresas privadas

    Sem citar o Facebook, mas comentando decisões da empresa, CEO da Apple disse acreditar que o dinheiro deve ficar nas mãos dos próprios países, não sendo usados por companhias como forma de acumular poder e ganhos financeiros

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  • 21/56   Diretora da Visa prevê expansão de cartões contactless para além do transporte

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O uso de cartões bancários contactless (sem contato) e de smartphones para pagar o transporte público ajudará a expandir o uso dessa tecnologia para as lojas, restaurantes e outros negócios, prevê a Visa. “Temos notado como a implantação de cartões contactless no transporte publico empurrando toda a indústria financeira a reemitir cartões, de modo que eles possam ser usados não só no transporte, mas também em todos os outros lugares”, diz Ana Reiley, diretora de produtos da Visa que integra a equipe de Mobilidade Urbana Global, baseada em Londres. Ela conversou com a reportagem durante uma visita a São Paulo. A empresa tem estimulado a adoção de cartões bancários nos transportes, e ajudou a implantar essa tecnologia em 35 cidades pelo mundo. Reiley estima que 200 cidades já contam com essa tecnologia em suas redes. * Pergunta - O uso de cartões contactless ainda é baixo no Brasil. Isso é um problema para seu uso no transporte? Ana Reiley - Não. Ao contrário, é justamente uma oportunidade. Foi exatamente a mesma história em Nova York e nos Estados Unidos. Em geral, nas Américas, as pessoas não estão habituadas a esta tecnologia ainda. Mas temos notado como a implantação de cartões sem contato no transporte público está empurrando toda a indústria financeira a reemitir cartões, de modo que eles possam ser usados não só no transporte, mas também em todos os outros lugares. Há planos de levar esta tecnologia a outras cidades do Brasil? AR - Nós estamos trabalhando nisso. Há algumas cidades além de São Paulo e Rio de Janeiro, que conheceram a tecnologia e querem ser parte desse movimento. É algo comum pelo mundo: uma cidade grande por perto adere, mostra que é possível e outras vão atrás. E estamos em contato com várias autoridades de transporte, da Argentina ao México, para ajudar parceiros tecnológicos e operadores de transporte a habilitar o uso de cartões contactless. Qual a velocidade do avanço pelo mundo? AR - Londres, a tecnologia foi lançada cinco atrás. Foi preciso cerca de três anos para atingir 1 bilhão de transações com cartões bancários no transporte. No entanto, levou só um ano mais para chegar a 2 bilhões. E mais três meses para chegar a 3 bilhões. Em Nova York, em três meses, foram registrados cartões de 80 países diferentes do mundo. E as pessoas viajam, veem isso em outras cidades, e querem usar onde moram também. Quanto tempo costuma durar a implantação desta tecnologia? AR - Depende. Cada solução é diferente. Se a operação tem uma estrutura complexa de tarifas, que variam de acordo com a hora, o número de viagens etc, e que envolvem diferentes operadores, empresas públicas e privadas, é mais complexo. Mas há outras que gerenciam só ônibus e possuem só uma tarifa. Neste caso, a implantação é muito mais fácil. Como exemplo, começamos a trabalhar com a MTA, de Nova York cerca de 14 anos atrás, e a tecnologia só está sendo lançada neste ano. Mas lançamos em Roma e tudo foi feito em seis meses, porque eles replicaram o que já havia sido feito em Milão. O que atrasa as coisas? AR - Os governos têm uma grande influência nesse processo. Eles chegam com grandes ideias, mas mudam de ideia o tempo todo. E são trocados a cada quatro anos. E os operadores de transporte, que são o coração de qualquer projeto, precisam estar alinhados com o governo. Geralmente, estão. Nosso trabalho é identificar quais parceiros tecnológicos podem ajudar a habilitar o uso de contactless, e também orientar nossos parceiros financeiros sobre os requisitos que o processo de pagamento demanda. E, assim, aconselhar os operadores de trânsito sobre quais tecnologias estão disponíveis e tornar as coisas mais fáceis para eles. Como levar mudanças para negócios onde há contratos firmados para décadas? AR - Temos visto essa questão em várias cidades, como Milão. Mas mesmo que já exista um contrato com um parceiro tecnológico, isso não significa que esse parceiro tenha que ser usado para implantar a tecnologia contactless, porque é um sistema diferente. Neste sistema, é possível ter descontos, como pagar várias viagens com uma só tarifa? AR - Sim. Embora o teste atual em São Paulo não inclua isso, o backoffice oferecido está pronto para aceitar descontos temporais e integrações entre modos diferentes. Se você pergunta como integrar o sistema de cartões de transporte com o de cartões bancários, tecnicamente tudo é possível. O pagamento com celular é mais comum do que com cartões de crédito? AR - Sim, temos visto isso no Rio de Janeiro, em Nova York e em muitas cidades cosmopolitas. Trabalhamos de mãos dadas com Apple, Google e Samsung para aprimorar o uso. A Apple fez uma atualização recente que faz com que você não precise comprovar sua identidade para pagar o transporte público, o que deixa mais fácil. É também algo muito cultural. Há casos de pessoas que dizem que preferem usar o celular aos cartões de crédito porque se sentem mais seguras assim. Há planos de usar reconhecimento facial e QR codes? AR - Em uma visão pessoal, sou a favor de dar opções aos usuários. Quanto mais opções dermos para as pessoas, maior o risco de conquistá-las. Mas ao mesmo tempo, fica maior o custo para implantar e manter a estrutura. Se o sistema tem cartões bancários, QR codes, cartões de transporte, reconhecimento facial e bilhetes de papel, é mais complicado para implantar e muito mais caro para se manter. Sou 100% a favor de dar mais opções e de testar novas coisas, inclusive reconhecimento facial, mas os operadores precisam considerar os custos, o tempo e o esforço operacional que está por trás de implantar diferentes soluções. Creio que o reconhecimento facial será uma grande coisa no futuro, mas do ponto de vista técnico, ainda não chegamos lá, porque é preciso consenso sobre como as pessoas vão se sentir sobre isso. Há questões como a de San Francisco, que baniu o uso de reconhecimento facial para qualquer uso pelo governo ou por organizações. A Visa tem planos de atuar em outras áreas do transporte? AR - Sim. Nos vemos como um parceiro para todo o espaço urbano, não só para o transporte público ou compartilhado, mas também para o transporte privado. Estamos falando sobre estacionamentos, pedágios, micromobilidade, como patinetes elétricos. Estamos trabalhando em pilotos em várias cidades ao redor do mundo. Nosso propósito é a integração de todos esses diferentes sistemas, com ênfase na praticidade. Os usuários querem usar o transporte, sem pensar sobre comprar bilhetes. É nosso trabalho, como indústria, tornar isso mais fácil e mais justo. E garantir que ao fim do dia eles possam fazer as contas facilmente e ter acesso a uma tarifa justa. Esses planos vão na direção do modelo Maas (Mobilidade como Serviço)? AR - Precisamente. Você oferece um só backoffice que integra todas as transações feitas em um dia. Ele calcula as tarifas, e te cobra em apenas uma transação. E no caso de você não ter como pagar ao fim do dia, ele te coloca em uma lista de restrição, de modo que as empresas de transporte podem gerenciar os riscos do modelo de pós-pagamento.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O uso de cartões bancários contactless (sem contato) e de smartphones para pagar o transporte público ajudará a expandir o uso dessa tecnologia para as lojas, restaurantes e outros negócios, prevê a Visa. “Temos notado como a implantação de cartões contactless no transporte publico empurrando toda a indústria financeira a reemitir cartões, de modo que eles possam ser usados não só no transporte, mas também em todos os outros lugares”, diz Ana Reiley, diretora de produtos da Visa que integra a equipe de Mobilidade Urbana Global, baseada em Londres. Ela conversou com a reportagem durante uma visita a São Paulo. A empresa tem estimulado a adoção de cartões bancários nos transportes, e ajudou a implantar essa tecnologia em 35 cidades pelo mundo. Reiley estima que 200 cidades já contam com essa tecnologia em suas redes. * Pergunta - O uso de cartões contactless ainda é baixo no Brasil. Isso é um problema para seu uso no transporte? Ana Reiley - Não. Ao contrário, é justamente uma oportunidade. Foi exatamente a mesma história em Nova York e nos Estados Unidos. Em geral, nas Américas, as pessoas não estão habituadas a esta tecnologia ainda. Mas temos notado como a implantação de cartões sem contato no transporte público está empurrando toda a indústria financeira a reemitir cartões, de modo que eles possam ser usados não só no transporte, mas também em todos os outros lugares. Há planos de levar esta tecnologia a outras cidades do Brasil? AR - Nós estamos trabalhando nisso. Há algumas cidades além de São Paulo e Rio de Janeiro, que conheceram a tecnologia e querem ser parte desse movimento. É algo comum pelo mundo: uma cidade grande por perto adere, mostra que é possível e outras vão atrás. E estamos em contato com várias autoridades de transporte, da Argentina ao México, para ajudar parceiros tecnológicos e operadores de transporte a habilitar o uso de cartões contactless. Qual a velocidade do avanço pelo mundo? AR - Londres, a tecnologia foi lançada cinco atrás. Foi preciso cerca de três anos para atingir 1 bilhão de transações com cartões bancários no transporte. No entanto, levou só um ano mais para chegar a 2 bilhões. E mais três meses para chegar a 3 bilhões. Em Nova York, em três meses, foram registrados cartões de 80 países diferentes do mundo. E as pessoas viajam, veem isso em outras cidades, e querem usar onde moram também. Quanto tempo costuma durar a implantação desta tecnologia? AR - Depende. Cada solução é diferente. Se a operação tem uma estrutura complexa de tarifas, que variam de acordo com a hora, o número de viagens etc, e que envolvem diferentes operadores, empresas públicas e privadas, é mais complexo. Mas há outras que gerenciam só ônibus e possuem só uma tarifa. Neste caso, a implantação é muito mais fácil. Como exemplo, começamos a trabalhar com a MTA, de Nova York cerca de 14 anos atrás, e a tecnologia só está sendo lançada neste ano. Mas lançamos em Roma e tudo foi feito em seis meses, porque eles replicaram o que já havia sido feito em Milão. O que atrasa as coisas? AR - Os governos têm uma grande influência nesse processo. Eles chegam com grandes ideias, mas mudam de ideia o tempo todo. E são trocados a cada quatro anos. E os operadores de transporte, que são o coração de qualquer projeto, precisam estar alinhados com o governo. Geralmente, estão. Nosso trabalho é identificar quais parceiros tecnológicos podem ajudar a habilitar o uso de contactless, e também orientar nossos parceiros financeiros sobre os requisitos que o processo de pagamento demanda. E, assim, aconselhar os operadores de trânsito sobre quais tecnologias estão disponíveis e tornar as coisas mais fáceis para eles. Como levar mudanças para negócios onde há contratos firmados para décadas? AR - Temos visto essa questão em várias cidades, como Milão. Mas mesmo que já exista um contrato com um parceiro tecnológico, isso não significa que esse parceiro tenha que ser usado para implantar a tecnologia contactless, porque é um sistema diferente. Neste sistema, é possível ter descontos, como pagar várias viagens com uma só tarifa? AR - Sim. Embora o teste atual em São Paulo não inclua isso, o backoffice oferecido está pronto para aceitar descontos temporais e integrações entre modos diferentes. Se você pergunta como integrar o sistema de cartões de transporte com o de cartões bancários, tecnicamente tudo é possível. O pagamento com celular é mais comum do que com cartões de crédito? AR - Sim, temos visto isso no Rio de Janeiro, em Nova York e em muitas cidades cosmopolitas. Trabalhamos de mãos dadas com Apple, Google e Samsung para aprimorar o uso. A Apple fez uma atualização recente que faz com que você não precise comprovar sua identidade para pagar o transporte público, o que deixa mais fácil. É também algo muito cultural. Há casos de pessoas que dizem que preferem usar o celular aos cartões de crédito porque se sentem mais seguras assim. Há planos de usar reconhecimento facial e QR codes? AR - Em uma visão pessoal, sou a favor de dar opções aos usuários. Quanto mais opções dermos para as pessoas, maior o risco de conquistá-las. Mas ao mesmo tempo, fica maior o custo para implantar e manter a estrutura. Se o sistema tem cartões bancários, QR codes, cartões de transporte, reconhecimento facial e bilhetes de papel, é mais complicado para implantar e muito mais caro para se manter. Sou 100% a favor de dar mais opções e de testar novas coisas, inclusive reconhecimento facial, mas os operadores precisam considerar os custos, o tempo e o esforço operacional que está por trás de implantar diferentes soluções. Creio que o reconhecimento facial será uma grande coisa no futuro, mas do ponto de vista técnico, ainda não chegamos lá, porque é preciso consenso sobre como as pessoas vão se sentir sobre isso. Há questões como a de San Francisco, que baniu o uso de reconhecimento facial para qualquer uso pelo governo ou por organizações. A Visa tem planos de atuar em outras áreas do transporte? AR - Sim. Nos vemos como um parceiro para todo o espaço urbano, não só para o transporte público ou compartilhado, mas também para o transporte privado. Estamos falando sobre estacionamentos, pedágios, micromobilidade, como patinetes elétricos. Estamos trabalhando em pilotos em várias cidades ao redor do mundo. Nosso propósito é a integração de todos esses diferentes sistemas, com ênfase na praticidade. Os usuários querem usar o transporte, sem pensar sobre comprar bilhetes. É nosso trabalho, como indústria, tornar isso mais fácil e mais justo. E garantir que ao fim do dia eles possam fazer as contas facilmente e ter acesso a uma tarifa justa. Esses planos vão na direção do modelo Maas (Mobilidade como Serviço)? AR - Precisamente. Você oferece um só backoffice que integra todas as transações feitas em um dia. Ele calcula as tarifas, e te cobra em apenas uma transação. E no caso de você não ter como pagar ao fim do dia, ele te coloca em uma lista de restrição, de modo que as empresas de transporte podem gerenciar os riscos do modelo de pós-pagamento.


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  • 22/56   Designer imagina como seriam os novos Apple Air Pods com base em vazamentos

    Usuário do Twitter, Michael Rieplhuber recriou em 3D protótipos dos novos fones, os quais podem ser maiores e contar com melhor sistema de cancelamento de ruído. Imagem foi feita usando foto do chassi do novo produto, vazadas na internet

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  • 23/56   Google comemora Haloween com cemitério cheio de seus produtos "mortos"

    Em comemoração ao Dia das Bruxas nos Estados Unidos, a gigante das buscas fez uma brincadeira em sua sede, em Seattle, e criou um cemitério com alguns de seus maiores produtos que estão "mortos". Entre eles, estão o Orkut, o Picasa, o Buzz, entre outros

    Em comemoração ao Dia das Bruxas nos Estados Unidos, a gigante das buscas fez uma brincadeira em sua sede, em Seattle, e criou um cemitério com alguns de seus maiores produtos que estão "mortos". Entre eles, estão o Orkut, o Picasa, o Buzz, entre outros


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  • 24/56   Em breve, Chromebook poderá recuperar sistema com ajuda de celular Android

    Atualmente, para recuperar o sistema do Chromebook é necessário conectar um outro notebook ou usar um pendrive. Com a nova ferramenta, ainda em estágio de desenvolvimento, isso poderá ser feito via telefones com Android

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  • 25/56   Aplicativo do Amazon Prime Video desaparece da App Store nesta sexta-feira (4)

    Misteriosamente, o aplicativo do Amazon Prime Video não aparece mais na loja de aplicativos da Apple, mesmo com a busca sendo feita pelo termo exato. De acordo com pessoas relacionadas à empresa, o sumiço foi causado por um problema técnico que já está sendo resolvido

    Misteriosamente, o aplicativo do Amazon Prime Video não aparece mais na loja de aplicativos da Apple, mesmo com a busca sendo feita pelo termo exato. De acordo com pessoas relacionadas à empresa, o sumiço foi causado por um problema técnico que já está sendo resolvido


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  • 26/56   MacBook Pro 16” pode chegar com carregamento de 96W com USB-C

    Site chinês vazou foto de uma suposta fonte da Apple voltada ao novo laptop da empresa. Dado corrobora com descrição de que o Pro Display XDR, monitor da fabricante, também terá saída com 96W de potência. Aparelho pode ser apresentado este mês

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  • 27/56   'Rebelião Internacional' contra mudanças climáticas toma cidades do mundo
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Militantes do movimento ecologista de desobediência civil Extinction Rebellion (XR) iniciaram nesta segunda-feira (7) uma mobilização de duas semanas com atos no mundo todo, de Sydney e Nova York a Londres e Paris, passando por Buenos Aires e Rio de Janeiro, em protesto contra a falta de ação ante as mudanças climáticas.

    Militantes do movimento ecologista de desobediência civil Extinction Rebellion (XR) iniciaram nesta segunda-feira (7) uma mobilização de duas semanas com atos no mundo todo, de Sydney e Nova York a Londres e Paris, passando por Buenos Aires e Rio de Janeiro, em protesto contra a falta de ação ante as mudanças climáticas.


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  • 28/56   Bernie Sanders tem alta e médicos confirmam que sofreu infarto
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Bernie Sanders, pré-candidato democrata às presidenciais de 2020 nos Estados Unidos, teve alta nesta sexta-feira do hospital onde foi internado, em Las Vegas, após sofrer um ataque cardíaco, segundo o diagnóstico de seus médicos.

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  • 29/56   Suprema Corte dos EUA analisará polêmica lei de aborto
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A Suprema Corte dos Estados Unidos acordou nesta sexta-feira (4) examinar uma lei da Luisiana, acusada de restringir o acesso ao aborto, em um caso altamente sensível que colocará à prova os nove juízes nomeados pelo presidente Donald Trump.

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  • 30/56   Museu recebe 83 peças nazistas
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Museu do Holocausto da Argentina recebeu 83 objetos do período nazista. A Polícia de Buenos Aires encontrou os objetos durante uma investigação sobre tráfico de obras chinesas.

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  • 31/56   De Hitler a Michael Jackson, veja alguns candidatos curiosos ao Nobel da Paz
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Apresentado como "o príncipe de Paz na Terra", Adolf Hitler foi proposto para o Nobel da Paz há 80 anos, pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial, uma amostra de como é fácil fazer uma indicação ao prêmio mais prestigioso do mundo.

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  • 32/56   Tetraplégico volta a andar com exoesqueleto controlado pelo cérebro
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O homem envolvido no estudo, identificado apenas como Thibault, de 28 anos e natural de Lyon, disse que a tecnologia lhe deu uma nova vida.

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  • 33/56   Greta Thunberg debocha das declarações de Putin a seu respeito
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A sueca Greta Thunberg, um símbolo da consciência climática da juventude global, zombou no Twitter das declarações do presidente russo, Vladimir Putin, que a descreveu nesta semana como "menina gentil".

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  • 34/56   Ecologistas do Extinction Rebellion anunciam série de ações em 60 cidades
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O movimento ecologista Extinction Rebellion (XR) organizará a partir de segunda-feira uma série de ações em 60 cidades, incluindo bloqueios em Londres que podem durar mais de duas semanas.

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  • 35/56   Senador americano Bernie Sanders se recupera de cirurgia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O pré-candidato presidencial dos EUA Bernie Sanders está se recuperando da intervenção que sofreu na quarta-feira em uma artéria entupida e planeja participar do próximo debate democrata, anunciou sua esposa nesta quinta-feira.

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  • 36/56   Começa temporada Nobel com rumores de Greta Thunberg para prêmio da Paz
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Um Nobel da Paz para Greta Thunberg. Os especialistas são cautelosos, mas o nome da jovem ambientalista é uma forte aposta para a premiação deste ano, que também retoma a distinção para Literatura, após o adiamento, em 2018, por um escândalo de agressão sexual.

    Um Nobel da Paz para Greta Thunberg. Os especialistas são cautelosos, mas o nome da jovem ambientalista é uma forte aposta para a premiação deste ano, que também retoma a distinção para Literatura, após o adiamento, em 2018, por um escândalo de agressão sexual.


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  • 37/56   Trump ameaça Turquia caso 'passe dos limites' na Síria
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou a Turquia nesta segunda-feira com represálias caso passe dos limites na Síria, depois de abrir caminho para uma ofensiva turca contra combatentes curdos no território sírio, alimentando o medo de um ressurgimento jihadista na região.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou a Turquia nesta segunda-feira com represálias caso passe dos limites na Síria, depois de abrir caminho para uma ofensiva turca contra combatentes curdos no território sírio, alimentando o medo de um ressurgimento jihadista na região.


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  • 38/56   Governo de Hong Kong estuda limitar acesso à Internet
    WORLD TOPIC NEWS

    O governo de Hong Kong planeja limitar o acesso à Internet - afirmou um membro do conselho executivo à AFP nesta segunda-feira (7), três dias depois de o uso de máscaras ter sido proibido nas manifestações, medida que, no entanto, alimentou os protestos.

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  • 39/56   Indígenas marcham para capital do Equador em protesto por alta de combustível
    WORLD TOPIC NEWS

    Milhares de camponeses e indígenas marcham nesta segunda-feira (7) para a capital do Equador, Quito, desafiando o governo de Lenín Moreno, que decretou o estado de emergência diante dos protestos que ocorrem há seis dias devido ao aumento nos preços dos combustíveis.

    Milhares de camponeses e indígenas marcham nesta segunda-feira (7) para a capital do Equador, Quito, desafiando o governo de Lenín Moreno, que decretou o estado de emergência diante dos protestos que ocorrem há seis dias devido ao aumento nos preços dos combustíveis.


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  • 40/56   Donald Trump é criticado até por aliados no Senado
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O anúncio do abandono dos rebeldes curdos caiu mal entre aliados de Donald Trump enquanto é discutido o impeachment do presidente. Trump é acusado de crime por ter pressionado o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, a investigar o filho do ex-vice-presidente e postulante ao pleito de 2020 Joe Biden, que esteve envolvido em negócios no país. Foi do Senado, onde a maioria republicana serve de anteparo à ofensiva democrata contra Trump na Câmara, que saíram críticas mais ácidas de aliados de Trump. "Uma saída precipitada de forças americanas só vai beneficiar a Rússia, o Irã e o regime de Bashar al-Assad", disse Mitchell McConnel, líder da maioria republicana no Senado. A senadora republicana Lindsey Graham chamou a ideia de impulsiva. O senador republicano Marco Rubio, que disputou a indicação a presidente em 2016, também o criticou. Do lado democrata, a crítica mais severa veio de Nancy Pelosi, a presidente da Câmara. Ela pediu que Trump mude de ideia, sob risco de retirar a credibilidade dos EUA na região.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O anúncio do abandono dos rebeldes curdos caiu mal entre aliados de Donald Trump enquanto é discutido o impeachment do presidente. Trump é acusado de crime por ter pressionado o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, a investigar o filho do ex-vice-presidente e postulante ao pleito de 2020 Joe Biden, que esteve envolvido em negócios no país. Foi do Senado, onde a maioria republicana serve de anteparo à ofensiva democrata contra Trump na Câmara, que saíram críticas mais ácidas de aliados de Trump. "Uma saída precipitada de forças americanas só vai beneficiar a Rússia, o Irã e o regime de Bashar al-Assad", disse Mitchell McConnel, líder da maioria republicana no Senado. A senadora republicana Lindsey Graham chamou a ideia de impulsiva. O senador republicano Marco Rubio, que disputou a indicação a presidente em 2016, também o criticou. Do lado democrata, a crítica mais severa veio de Nancy Pelosi, a presidente da Câmara. Ela pediu que Trump mude de ideia, sob risco de retirar a credibilidade dos EUA na região.


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  • 41/56   Trump trai curdos sírios e abre caminho a ação turca
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente Donald Trump decidiu trair os curdos do norte da Síria, seus maiores aliados na guerra civil do país árabe, deixando o caminho livre para que a Turquia faça uma operação militar contra a minoria. A radical mudança na política dos EUA, que financiam milícias da minoria curda na Síria desde que o conflito eclodiu em 2011, foi anunciada nesta segunda (7). Na prática, sinaliza o fim da presença americana na mais sangrenta guerra civil do planeta. "Está na hora de sairmos dessas ridículas guerras infinitas, muitas delas tribais. Turquia, Europa, Síria, Irã, Iraque, Rússia e os curdos vão ter de achar uma saída para a situação", disse Trump no Twitter. O anúncio foi mal recebido por diversos aliados de Trump, em especial no Senado americano, onde ele conta com a maioria republicana para barrar o eventual avanço do seu processo de impeachment na Câmara, dominada por democratas. Trump até tentou remediar de forma algo atabalhoada, dizendo que, de acordo com sua "inigualável sabedoria", se a Turquia for longe demais, ele irá "destruir e obliterar a economia" do país aliado. A decisão veio depois de uma conversa entre Trump e o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, por telefone no domingo (6) à noite. O americano disse que seus 2.000 soldados na região norte síria, a maioria de forças especiais, não iriam intervir contra a ação de Ancara. Segundo o governo sírio e jornais turcos, já na noite desta segunda os primeiros ataques contra curdos começaram na fronteira. As forças americanas já haviam começado sua retirada para outras áreas do país -não estava claro se para fora dele, contudo. Erdogan havia dito na terça (1º) que criaria à força uma zona tampão separando os curdos sírios do sul da Turquia, onde mora boa parte da enorme minoria curda em seu país. Com entre 30 milhões e 40 milhões de integrantes, os curdos constituem a maior nação apátrida do mundo. Cerca de 20 milhões vivem na Turquia, e são considerados separatistas pelo governo. Ao longo da guerra civil síria, diversos grupos foram armados pelos EUA para combater tanto o Estado Islâmico quanto a ditadura de Bashar al-Assad. O Pentágono separou, em seu orçamento para 2020, US$ 550 milhões (R$ 2,23 bilhões) para a causa, e já gastou bilhões de dólares com o apoio --só em 2017, foram US$ 2 bilhões (R$ 8,13 bilhões) para rearmar a milícia YPG. A região norte síria, a leste do rio Eufrates, é dominada pelas FDS (Forças Democráticas Sírias), uma coalizão entre curdos e árabes controlada pelos primeiros. Segundo o jornal britânico The Guardian, o porta-voz da entidade, Mustafa Bali, acusou os EUA de criar "uma zona de guerra". A traição de Trump tem duas motivações centrais. Primeiro, lidar com a Turquia, que é um país tecnicamente aliado aos EUA por fazer parte da Otan, a aliança militar liderada por Washington. Só que nos últimos meses Ancara inclinou-se para o lado de outro ator central na guerra síria, a Rússia de Vladimir Putin, que interveio decisivamente em favor da ditadura local a partir de 2015. O ápice do estranhamento com Washington foi a compra de modernas baterias antiaéreas russas S-400, que levou os americanos a retirar a Turquia do programa de construção e fornecimento de caças F-35, de última geração. Erdogan nunca confiou nos EUA pelo apoio dado aos curdos, o que ele vê como fomento à independência do Curdistão, que engloba também cerca de 2 milhões de pessoas na Síria, 8 milhões no Irã e 6 milhões no Iraque. O esvaziamento da posição americana vinha ocorrendo desde que o então presidente Barack Obama disse que iria intervir se Assad usasse armas químicas -só para ser provocado várias vezes pelo ditador, sem nada fazer. Não deixa, de certa forma, de ser coerente. Trump elegeu-se prometendo deixar os campos de batalha que considera inúteis, e no fim de 2018 anunciou que sairia da Síria. Na prática, não funciona num mundo cheio de armadilhas geopolíticas, e ainda por cima chancela a posição dominante da rival Rússia e do arqui-inimigo Irã como os parceiros da Turquia na construção do futuro da Síria. Para Erdogan, a vantagem é dupla. Os turcos ganham uma mão livre para agir contra os curdos e tentarão devolver ao vizinho cerca de 2 milhões de refugiados da guerra, que matou mais de 350 mil pessoas. A questão é que a maior parte dessa gente fugiu da ditadura, e seu destino é incerto. Há também a questão dos prisioneiros do Estado Islâmico, cerca de 60 mil pessoas nas mãos das FDS. É provável que a Síria, se tomar guarda deles, os entregue para o antigo desafeto Assad. Não será bonito de ver o resultado. Com apoio de Moscou e de Teerã, o ditador sírio reconquistou cerca de 60% dos territórios que havia perdido. Agora, tem controle sobre quase todo o país, e a zona proposta pela Turquia, antes inaceitável, talvez seja o preço a pagar para encerrar a guerra. Com a traição americana, as imagens de guerreiras mulheres da YPG, contraponto ideal na propaganda contra a barbárie misógina do Estado Islâmico, tenderão a virar exposições fotográficas num Ocidente que lavou as mãos e abandonou a causa que apoiou sem muita convicção.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente Donald Trump decidiu trair os curdos do norte da Síria, seus maiores aliados na guerra civil do país árabe, deixando o caminho livre para que a Turquia faça uma operação militar contra a minoria. A radical mudança na política dos EUA, que financiam milícias da minoria curda na Síria desde que o conflito eclodiu em 2011, foi anunciada nesta segunda (7). Na prática, sinaliza o fim da presença americana na mais sangrenta guerra civil do planeta. "Está na hora de sairmos dessas ridículas guerras infinitas, muitas delas tribais. Turquia, Europa, Síria, Irã, Iraque, Rússia e os curdos vão ter de achar uma saída para a situação", disse Trump no Twitter. O anúncio foi mal recebido por diversos aliados de Trump, em especial no Senado americano, onde ele conta com a maioria republicana para barrar o eventual avanço do seu processo de impeachment na Câmara, dominada por democratas. Trump até tentou remediar de forma algo atabalhoada, dizendo que, de acordo com sua "inigualável sabedoria", se a Turquia for longe demais, ele irá "destruir e obliterar a economia" do país aliado. A decisão veio depois de uma conversa entre Trump e o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, por telefone no domingo (6) à noite. O americano disse que seus 2.000 soldados na região norte síria, a maioria de forças especiais, não iriam intervir contra a ação de Ancara. Segundo o governo sírio e jornais turcos, já na noite desta segunda os primeiros ataques contra curdos começaram na fronteira. As forças americanas já haviam começado sua retirada para outras áreas do país -não estava claro se para fora dele, contudo. Erdogan havia dito na terça (1º) que criaria à força uma zona tampão separando os curdos sírios do sul da Turquia, onde mora boa parte da enorme minoria curda em seu país. Com entre 30 milhões e 40 milhões de integrantes, os curdos constituem a maior nação apátrida do mundo. Cerca de 20 milhões vivem na Turquia, e são considerados separatistas pelo governo. Ao longo da guerra civil síria, diversos grupos foram armados pelos EUA para combater tanto o Estado Islâmico quanto a ditadura de Bashar al-Assad. O Pentágono separou, em seu orçamento para 2020, US$ 550 milhões (R$ 2,23 bilhões) para a causa, e já gastou bilhões de dólares com o apoio --só em 2017, foram US$ 2 bilhões (R$ 8,13 bilhões) para rearmar a milícia YPG. A região norte síria, a leste do rio Eufrates, é dominada pelas FDS (Forças Democráticas Sírias), uma coalizão entre curdos e árabes controlada pelos primeiros. Segundo o jornal britânico The Guardian, o porta-voz da entidade, Mustafa Bali, acusou os EUA de criar "uma zona de guerra". A traição de Trump tem duas motivações centrais. Primeiro, lidar com a Turquia, que é um país tecnicamente aliado aos EUA por fazer parte da Otan, a aliança militar liderada por Washington. Só que nos últimos meses Ancara inclinou-se para o lado de outro ator central na guerra síria, a Rússia de Vladimir Putin, que interveio decisivamente em favor da ditadura local a partir de 2015. O ápice do estranhamento com Washington foi a compra de modernas baterias antiaéreas russas S-400, que levou os americanos a retirar a Turquia do programa de construção e fornecimento de caças F-35, de última geração. Erdogan nunca confiou nos EUA pelo apoio dado aos curdos, o que ele vê como fomento à independência do Curdistão, que engloba também cerca de 2 milhões de pessoas na Síria, 8 milhões no Irã e 6 milhões no Iraque. O esvaziamento da posição americana vinha ocorrendo desde que o então presidente Barack Obama disse que iria intervir se Assad usasse armas químicas -só para ser provocado várias vezes pelo ditador, sem nada fazer. Não deixa, de certa forma, de ser coerente. Trump elegeu-se prometendo deixar os campos de batalha que considera inúteis, e no fim de 2018 anunciou que sairia da Síria. Na prática, não funciona num mundo cheio de armadilhas geopolíticas, e ainda por cima chancela a posição dominante da rival Rússia e do arqui-inimigo Irã como os parceiros da Turquia na construção do futuro da Síria. Para Erdogan, a vantagem é dupla. Os turcos ganham uma mão livre para agir contra os curdos e tentarão devolver ao vizinho cerca de 2 milhões de refugiados da guerra, que matou mais de 350 mil pessoas. A questão é que a maior parte dessa gente fugiu da ditadura, e seu destino é incerto. Há também a questão dos prisioneiros do Estado Islâmico, cerca de 60 mil pessoas nas mãos das FDS. É provável que a Síria, se tomar guarda deles, os entregue para o antigo desafeto Assad. Não será bonito de ver o resultado. Com apoio de Moscou e de Teerã, o ditador sírio reconquistou cerca de 60% dos territórios que havia perdido. Agora, tem controle sobre quase todo o país, e a zona proposta pela Turquia, antes inaceitável, talvez seja o preço a pagar para encerrar a guerra. Com a traição americana, as imagens de guerreiras mulheres da YPG, contraponto ideal na propaganda contra a barbárie misógina do Estado Islâmico, tenderão a virar exposições fotográficas num Ocidente que lavou as mãos e abandonou a causa que apoiou sem muita convicção.


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  • 42/56   Após polêmica, Janot reaparece em silêncio e lança livro em evento esvaziado
    WORLD TOPIC NEWS

    É a primeira aparição de Janot após a polêmica envolvendo entrevistas que ele deu para divulgar a obra. Desta vez, ficou calado. "Hoje é só palavra escrita", limitou-se a dizer

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  • 43/56   Motorista rouba caminhão e atinge vários carros na Alemanha
    WORLD TOPIC NEWS

    Um homem ao volante de um caminhão roubado bateu em vários veículos na noite desta segunda-feira (7) em Limburgo, oeste da Alemanha, deixando vários feridos antes de ser detido, anunciou a Polícia, que não exclui nenhuma pista.

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  • 44/56   Bolsonaro diz que manchas de petróleo no Nordeste são de outro país: 'Pode ser algo criminoso'
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que as manchas de petróleo surgidas em 132 praias do Nordeste têm origem em outro país, sem citar qual.

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  • 45/56   Coreia do Norte 'não ficará de braços cruzados' se ONU discutir teste de mísseis
    WORLD TOPIC NEWS

    A Coreia do Norte alertou nesta segunda-feira (7) que não ficará de braços cruzados diante de qualquer tentativa de discussão sobre suas "medidas de autodefesa" no Conselho de Segurança das Nações Unidas, numa aparente referência aos recentes testes de mísseis.

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  • 46/56   Exército do Iraque admite uso excessivo de força em manifestações
    WORLD TOPIC NEWS

    O Exército iraquiano reconheceu nesta segunda-feira (7), pela primeira vez, que fez uso excessivo da força durante o movimento de protestos que eclodiu na última terça-feira.

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  • 47/56   Favorito à presidência anuncia projeto para combater a fome na Argentina
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O opositor Alberto Fernández, favorito nas pesquisas para as eleições presidenciais de 27 de outubro, lançou nesta segunda-feira (7) um plano para enfrentar a fome na Argentina, país produtor de alimentos onde a pobreza alcança 35,4% da população.

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  • 48/56   Kroton, dona da Anhanguera, muda de nome e se divide em quatro
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Na prática, a atual Kroton vai se transformar em uma holding de quatro empresas e passará a se chamar Cogna Educação.

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  • 49/56   Licença-maternidade de 1 ano sofre resistência no Congresso
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O aumento da licença-maternidade para as brasileiras terá dificuldades de avançar no Congresso.

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  • 50/56   Em campanha eleitoral, Sánchez promete melhorar aposentadoria na Espanha
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, prometeu nesta segunda-feira (7) aumentar as aposentadorias e o salário mínimo, ao apresentar seu programa para as legislativas de 10 de novembro, em meio a pesquisas desanimadoras para seu Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE).

    O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, prometeu nesta segunda-feira (7) aumentar as aposentadorias e o salário mínimo, ao apresentar seu programa para as legislativas de 10 de novembro, em meio a pesquisas desanimadoras para seu Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE).


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  • 51/56   Receita abre nesta terça-feira consulta ao quinto lote de restituição do IR
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    A Receita Federal libera nesta terça-feira (8), a partir das 9h, a consulta ao quinto lote de restituição do Imposto de Renda de 2019.

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  • 52/56   IPO da C&A pode movimentar até R$2,2 bilhões
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A oferta, que prevê distribuição primária inicialmente de 49.315.068 ações, está prevista para ser precificada em 24 de outubro.

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  • 53/56   Aprovação de Previdência para estados e municípios é dúvida para governo
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Integrantes da equipe econômica têm dúvidas se o Congresso Nacional irá aprovar a segunda parte da reforma da Previdência

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  • 54/56   SoftBank lidera rodada de investimento em startup brasileira de ônibus Buser
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    Gigante japonês tem participações em companhias como Uber Technologies, Didi Chuxing e Rappi.

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  • 55/56   Um morto em protestos contra alta dos combustíveis no Equador
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    Um homem morreu no domingo no Equador ao ser atropelado por um veículo durante o quinto dia de protestos contra o forte aumento nos preços dos combustíveis.

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  • 56/56   Bolsonaro prepara nova regra de ouro e redução de jornada
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    Regra de ouro é um mecanismo de controle fiscal, previsto na Constituição, que proíbe o endividamento público para pagar despesas correntes.

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