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Noticias Slideshows (09/10/2019 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


    Túlio   Viny   Shrek   é um celular   Linn da Quebrada   Ben Simmons   Dona Jurema   DIA DE INTER   fernanda torres   Dia de Grêmio   Sob Pressão   Rainha Matos   Bárbara Paz   Irene   VAI PEITAR   HOJE TEM SÃO PAULO   Thalita Carauta   Jacquin   Naiara Azevedo   HOJE TEM CRUZEIRO   QUEREMOS REVISÃO DA PROVA   Felipe Simas   felipe conceição   Zé Hélio   O Vini   América MG   Gabriel e o Bruninho   Se Thayse   Vila Kennedy   
  • 2/56   Apple faz recall de iPhones 6S e 6S Plus que não estão ligando

    Será que o seu é um dos aparelhos listados entre os que possuem um problema que impede os telefones de ligarem? A companhia tem um teste de número serial em seu site que reconhece rapidamente os modelos afetados

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  • 3/56   Criador do Android mostra o novo Essential Phone — que parece um controle remoto

    Novo aparelho da companhia de Andy Rubin já vem sendo bastante comentado há alguns meses, e agora o próprio CEO mostra o visual do aparelho, que tem uma tela bastante estreia. A novidade ainda não tem previsão de chegada ao mercado

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  • 4/56   Netflix não vai levar seu aplicativo para o macOS Catalina

    A Apple vai permitir que desenvolvedores façam a portabilidade de seus aplicativos do iPad para macOS Catalina. A Netflix já tem um app gratuito para iPad, mas os usuários do macOS vão ter que se contentar em acessar a plataforma de streaming apenas pelo navegador

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  • 5/56   Entenda o uso do WhatsApp nas eleições e o que aconteceu desde que a Folha revelou o caso

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em uma série de reportagens desde outubro do ano passado, o jornal Folha de S.Paulo revelou a contratação durante a campanha eleitoral de empresas de marketing que faziam envios maciços de mensagens políticas, usando de forma fraudulenta CPFs de idosos e até contratando agências estrangeiras. A primeira reportagem mostrou que empresas estavam interferindo nas eleições de 2018 ao comprar pacotes de disparos de mensagens contra o PT no WhatsApp. A disseminação funciona por meio do disparo a números de celulares obtidos por agências. Entre as táticas, havia o uso de números de telefones estrangeiros para barrar limites impostos pelo aplicativo.  Agora, pela primeira vez, o WhatsApp admite que houve uso de envios maciços de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas, nas eleições do ano passado. A empresa reconhece que o uso do aplicativo pode influenciar o resultado de eleições. O TSE veda o uso de ferramentas de automatização, como os softwares de disparo em massa. Além disso, empresários contrataram disparos a favor e contra candidatos, sem declarar esses gastos à Justiça Eleitoral, o que configura o crime de caixa dois. Abaixo, veja o que já aconteceu desde que o caso foi revelado. EMPRESÁRIOS Em 18 de outubro de 2018, a Folha de S.Paulo revelou que empresários impulsionaram disparos por WhatsApp contra o PT na campanha eleitoral. O serviço foi vendido pelas agências Quickmobile, CrocServices e Yacows. Uma ação foi aberta no TSE para apurar o caso. PT Uma semana depois, o UOL mostrou que o PT também usou o sistema de envio de mensagens em massa e que a agência responsável pela campanha de Bolsonaro teve registros de uso do sistema da Yacows apagados após a reportagem da Folha de S.Paulo. FRAUDES COM CPFS?Em dezembro, reportagem baseada em relatos de um ex-funcionário, fotos e documentos apresentados à Justiça do Trabalho detalhou o submundo dos disparos em massa que se instalou no Brasil durante as últimas eleições. Uma rede de empresas recorreu ao uso fraudulento de nome e CPF de idosos para registrar chips de celular e garantir o envio em massa de mensagens em benefício de políticos. MULTA Em março deste ano, o TSE multou a campanha de Fernando Haddad por ter impulsionando um site com ataques a Bolsonaro no mecanismo de busca do Google. Na decisão, o ministro Edson Fachin considerou que o impulsionamento feriu a lei eleitoral e causou desequilíbrio na disputa. EMPRESÁRIO ESPANHOL Luis Novoa, dono da Enviawhatsapps, afirmou, em gravação obtida pela Folha de S.Paulo, que empresas brasileiras compraram seu software para fazer disparos em massa pelo WhatsApp de mensagens a favor de Bolsonaro TSE O corregedor-geral de Justiça Eleitoral, Jorge Mussi, indeferiu pedido para que jornalistas da Folha de S.Paulo testemunhassem em processo eleitoral aberto a partir de reportagens escritas por eles. Mussi é relator de ação movida pela coligação liderada pelo então candidato Fernando Haddad (PT), que pediu uma investigação contra Bolsonaro sobre abuso de poder econômico. A ação foi baseada na reportagem “Fraude com CPF viabilizou disparo de mensagens de WhatsApp na eleição”, publicada em dezembro de 2018 pela Folha de S.Paulo. Em contrapartida, Mussi aceitou o pedido da defesa de Bolsonaro de ouvir como testemunha Rebeca Félix da Silva Ribeiro Alves, que trabalhou durante a campanha na agência AM4, prestadora de serviços para a chapa de Bolsonaro. Hoje Rebeca é assessora de imprensa da Secretaria-Geral da Presidência. O relator também negou o pedido de quebra de sigilo bancário e telefônico dos donos da agência de marketing citada na reportagem. WHATSAPP ADMITE Em evento, Ben Supple, gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp, afirmou que houve envios maciços de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas, nas eleições brasileiras de 2018. É a primeira vez que a empresa admite que isso aconteceu. QUESTÕES JURÍDICAS Qual é a punição para quem espalha fake news na eleição? Candidato que espalhe fake news pode ser punidos com cassação do registro da candidatura ou impedimento de ser diplomado, caso se eleja. Se já estiver no cargo, pode ter o mandato cassado. Também pode ser implicado por calúnia, injúria ou difamação. Cidadãos podem ser obrigados a se retratar ou a pagar multa. A Justiça também pode mandar excluir o conteúdo considerado falso. Um candidato pode fazer campanha usando o WhatsApp? Sim, mas as regras previstas em lei precisam ser seguidas. O político pode divulgar propagandas e seus apoiadores podem repassar as mensagens, desde que isso não envolva pagamentos nem sejam usados meios tecnológicos para burlar o sistema do WhatsApp (com o uso deliberado de diferentes chips, por exemplo). Quem pode receber os conteúdos? A lei impede que o candidato compre listas de telefones com a intenção de disparar mensagens em massa. O político só pode usar contatos que tenham sido fornecidos pelos donos dos números e que façam parte de base de dados do partido ou do próprio candidato. Um apoiador ou uma empresa pode pagar para enviar mensagens favoráveis a um candidato ou contrárias a um adversário? A lei não normatiza esse tipo de propaganda nem esclarece como seria uma eventual prestação de contas. No caso de empresas, há ainda a proibição de que elas façam doações eleitorais. Em 2015, o STF (Supremo Tribunal Federal) proibiu contribuições de pessoas jurídicas. Desde então, apenas pessoas físicas podem doar dinheiro para campanhas. O candidato pode ser punido se apoiadores seus praticarem propaganda indevida? Segundo especialistas, sim. O candidato (ou a chapa, no caso de eleições majoritárias) pode ser responsabilizado.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em uma série de reportagens desde outubro do ano passado, o jornal Folha de S.Paulo revelou a contratação durante a campanha eleitoral de empresas de marketing que faziam envios maciços de mensagens políticas, usando de forma fraudulenta CPFs de idosos e até contratando agências estrangeiras. A primeira reportagem mostrou que empresas estavam interferindo nas eleições de 2018 ao comprar pacotes de disparos de mensagens contra o PT no WhatsApp. A disseminação funciona por meio do disparo a números de celulares obtidos por agências. Entre as táticas, havia o uso de números de telefones estrangeiros para barrar limites impostos pelo aplicativo.  Agora, pela primeira vez, o WhatsApp admite que houve uso de envios maciços de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas, nas eleições do ano passado. A empresa reconhece que o uso do aplicativo pode influenciar o resultado de eleições. O TSE veda o uso de ferramentas de automatização, como os softwares de disparo em massa. Além disso, empresários contrataram disparos a favor e contra candidatos, sem declarar esses gastos à Justiça Eleitoral, o que configura o crime de caixa dois. Abaixo, veja o que já aconteceu desde que o caso foi revelado. EMPRESÁRIOS Em 18 de outubro de 2018, a Folha de S.Paulo revelou que empresários impulsionaram disparos por WhatsApp contra o PT na campanha eleitoral. O serviço foi vendido pelas agências Quickmobile, CrocServices e Yacows. Uma ação foi aberta no TSE para apurar o caso. PT Uma semana depois, o UOL mostrou que o PT também usou o sistema de envio de mensagens em massa e que a agência responsável pela campanha de Bolsonaro teve registros de uso do sistema da Yacows apagados após a reportagem da Folha de S.Paulo. FRAUDES COM CPFS?Em dezembro, reportagem baseada em relatos de um ex-funcionário, fotos e documentos apresentados à Justiça do Trabalho detalhou o submundo dos disparos em massa que se instalou no Brasil durante as últimas eleições. Uma rede de empresas recorreu ao uso fraudulento de nome e CPF de idosos para registrar chips de celular e garantir o envio em massa de mensagens em benefício de políticos. MULTA Em março deste ano, o TSE multou a campanha de Fernando Haddad por ter impulsionando um site com ataques a Bolsonaro no mecanismo de busca do Google. Na decisão, o ministro Edson Fachin considerou que o impulsionamento feriu a lei eleitoral e causou desequilíbrio na disputa. EMPRESÁRIO ESPANHOL Luis Novoa, dono da Enviawhatsapps, afirmou, em gravação obtida pela Folha de S.Paulo, que empresas brasileiras compraram seu software para fazer disparos em massa pelo WhatsApp de mensagens a favor de Bolsonaro TSE O corregedor-geral de Justiça Eleitoral, Jorge Mussi, indeferiu pedido para que jornalistas da Folha de S.Paulo testemunhassem em processo eleitoral aberto a partir de reportagens escritas por eles. Mussi é relator de ação movida pela coligação liderada pelo então candidato Fernando Haddad (PT), que pediu uma investigação contra Bolsonaro sobre abuso de poder econômico. A ação foi baseada na reportagem “Fraude com CPF viabilizou disparo de mensagens de WhatsApp na eleição”, publicada em dezembro de 2018 pela Folha de S.Paulo. Em contrapartida, Mussi aceitou o pedido da defesa de Bolsonaro de ouvir como testemunha Rebeca Félix da Silva Ribeiro Alves, que trabalhou durante a campanha na agência AM4, prestadora de serviços para a chapa de Bolsonaro. Hoje Rebeca é assessora de imprensa da Secretaria-Geral da Presidência. O relator também negou o pedido de quebra de sigilo bancário e telefônico dos donos da agência de marketing citada na reportagem. WHATSAPP ADMITE Em evento, Ben Supple, gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp, afirmou que houve envios maciços de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas, nas eleições brasileiras de 2018. É a primeira vez que a empresa admite que isso aconteceu. QUESTÕES JURÍDICAS Qual é a punição para quem espalha fake news na eleição? Candidato que espalhe fake news pode ser punidos com cassação do registro da candidatura ou impedimento de ser diplomado, caso se eleja. Se já estiver no cargo, pode ter o mandato cassado. Também pode ser implicado por calúnia, injúria ou difamação. Cidadãos podem ser obrigados a se retratar ou a pagar multa. A Justiça também pode mandar excluir o conteúdo considerado falso. Um candidato pode fazer campanha usando o WhatsApp? Sim, mas as regras previstas em lei precisam ser seguidas. O político pode divulgar propagandas e seus apoiadores podem repassar as mensagens, desde que isso não envolva pagamentos nem sejam usados meios tecnológicos para burlar o sistema do WhatsApp (com o uso deliberado de diferentes chips, por exemplo). Quem pode receber os conteúdos? A lei impede que o candidato compre listas de telefones com a intenção de disparar mensagens em massa. O político só pode usar contatos que tenham sido fornecidos pelos donos dos números e que façam parte de base de dados do partido ou do próprio candidato. Um apoiador ou uma empresa pode pagar para enviar mensagens favoráveis a um candidato ou contrárias a um adversário? A lei não normatiza esse tipo de propaganda nem esclarece como seria uma eventual prestação de contas. No caso de empresas, há ainda a proibição de que elas façam doações eleitorais. Em 2015, o STF (Supremo Tribunal Federal) proibiu contribuições de pessoas jurídicas. Desde então, apenas pessoas físicas podem doar dinheiro para campanhas. O candidato pode ser punido se apoiadores seus praticarem propaganda indevida? Segundo especialistas, sim. O candidato (ou a chapa, no caso de eleições majoritárias) pode ser responsabilizado.


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  • 6/56   Google Home agora permite a transferência de reprodução entre dispositivos

    Usuários de dispositivos Smart Home do Google podem fazer a transferência de reprodução de um para outro, dizendo apenas um comando. É possível, por exemplo, fazer com que uma música pare de reproduzir em um Google Home e comece em uma TV conectada a um Chromecast

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  • 7/56   YouTube agora tem novo modo escuro no Android 10

    Em fase de testes para usuários da nova versão do Android, aplicativo do Youtube oferece opção de modo escuro, modo claro ou acompanhar configurações do aparelho. Vale lembrar que essa função é diferente do antigo modo escuro apresentado

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  • 8/56   Apple violou patente com recurso “Sign in with Apple”, diz empresa de e-mail

    Empresa por trás do cliente de e-mail BlueMail, a Blix alega que uma patente registrada por ela em 2017 tem funcionamento igual à função da Apple, que permite ao usuário logar-se de forma a não compartilhar informações pessoais com plataformas e serviços

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  • 9/56   Varejistas deixam preço baixo de lado e investem em hiperconveniência na Black Friday

    De acordo com um estudo do Google, a hiperconveniência é a palavra-chave para a Black Friday de 2019.

    De acordo com um estudo do Google, a hiperconveniência é a palavra-chave para a Black Friday de 2019.


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  • 10/56   Apple anuncia reparo gratuito para iPhones 6s e 6s Plus que não ligam

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Apple irá consertar de graça os modelos iPhone 6s e 6s Plus que apresentam problemas na hora de ligar. Alguns aparelhos tiveram falhas devido a um componente de hardware. O defeito afetou uma série de dispositivos que foram fabricados de outubro de 2018 a agosto de 2019. Neste ano, a Apple já ofereceu três reparos no MacBook, que superaqueciam, e em modelos do Apple Watch. As telas das versões Series 2 e 3 estavam apresentando rachaduras. Clientes que detectaram o problema no iPhone 6 podem checar se o aparelho está apto a reparos no site da Apple. É preciso colocar o número de série do celular para fazer a verificação. Os consumidores devem agendar um atendimento na rede de assistência técnica autorizada na companhia. Caso não haja loja no município, é possível entrar em contato com a Apple para posterior envio do produto. A Apple examinará os aparelhos para garantir se o reparo é gratuito. Se o iPhone tiver problemas adicionais, como tela quebrada, que dificultem o conserto, é preciso arrumá-lo antes de enviar à companhia. A Apple diz que poderá reembolsar clientes que pagaram arrumar dispositivos devido ao problema de fábrica. A companhia reforça que o programa cobre os dispositivos afetados por dois anos após a primeira venda no varejo da unidade. Os telefones foram vendidos em algumas regiões após a descontinuação do modelo, que aconteceu com o lançamento dos modelos XR, XS e XS Max no ano passado.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Apple irá consertar de graça os modelos iPhone 6s e 6s Plus que apresentam problemas na hora de ligar. Alguns aparelhos tiveram falhas devido a um componente de hardware. O defeito afetou uma série de dispositivos que foram fabricados de outubro de 2018 a agosto de 2019. Neste ano, a Apple já ofereceu três reparos no MacBook, que superaqueciam, e em modelos do Apple Watch. As telas das versões Series 2 e 3 estavam apresentando rachaduras. Clientes que detectaram o problema no iPhone 6 podem checar se o aparelho está apto a reparos no site da Apple. É preciso colocar o número de série do celular para fazer a verificação. Os consumidores devem agendar um atendimento na rede de assistência técnica autorizada na companhia. Caso não haja loja no município, é possível entrar em contato com a Apple para posterior envio do produto. A Apple examinará os aparelhos para garantir se o reparo é gratuito. Se o iPhone tiver problemas adicionais, como tela quebrada, que dificultem o conserto, é preciso arrumá-lo antes de enviar à companhia. A Apple diz que poderá reembolsar clientes que pagaram arrumar dispositivos devido ao problema de fábrica. A companhia reforça que o programa cobre os dispositivos afetados por dois anos após a primeira venda no varejo da unidade. Os telefones foram vendidos em algumas regiões após a descontinuação do modelo, que aconteceu com o lançamento dos modelos XR, XS e XS Max no ano passado.


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  • 11/56   Google vai usar IA para direcionar anúncios sem ferir privacidade do usuário

    Companhia explicou que ferramenta vai usar dados de navegação adquiridos por cookies de terceiros e montar padrões de comportamentos. Assim, quando tais cookies não estiverem mais disponíveis, IA pode prever movimentação do usuário a apresentar anúncio direcionado

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  • 12/56   Google Assistente agora conta histórias infantis

    Tem criança em casa? Então peça: "Ok Google, conte uma história" ou diga o conto específico para o Google Assistente contar. João e Maria, Cinderela, Um dia de Praia da Galinha Pintadinha e Os Três Porquinhos são alguns dos 30 títulos disponíveis

    Tem criança em casa? Então peça: "Ok Google, conte uma história" ou diga o conto específico para o Google Assistente contar. João e Maria, Cinderela, Um dia de Praia da Galinha Pintadinha e Os Três Porquinhos são alguns dos 30 títulos disponíveis


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  • 13/56   Rumor | Apple deve recuperar segundo lugar nas vendas de smartphones

    Especialistas apontam que, com o lançamento da linha iPhone 11 e com os problemas vividos pela Huawei com o governo dos Estados Unidos, a Maçã recupere sua posição como segunda maior vendedora de telefones globalmente

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  • 14/56   Rumor | Apple deve lançar pacote misto com Apple Music e Apple TV+

    Empresa de Cupertino busca fazer com que seus serviços de streaming decolem em um mercado cada vez mais competitivo; Apple Music é a segunda maior plataforma do segmento, enquanto o Apple TV+ será lançado em novembro a preços bem atraentes

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  • 15/56   "Ninguém se importa com o notch": juiz nos EUA derruba processo contra Apple

    Empresa recebeu uma ação conjunta por conta do entalhe. Usuário reclamam que a companhia não é clara em informar quantidade de pixels que são prejudicados por conta do desenho. Juiz derrubou caso e disse que “ninguém se importa com isso”

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  • 16/56   Apple anuncia reparo gratuito para iPhone 6 que não liga

    A Apple irá consertar de graça os modelos iPhone 6s e 6s Plus que apresentam problemas na hora de ligar.

    A Apple irá consertar de graça os modelos iPhone 6s e 6s Plus que apresentam problemas na hora de ligar.


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  • 17/56   Google vai obrigar fabricantes a lançarem smartphones com Android 10

    Medida começará a ser colocada em prática já a partir de janeiro de 2020. A partir da data, novos smartphones só poderão chegar ao mercado com a nova versão do sistema operacional, do contrário as fabricantes poderão perder licença

    Medida começará a ser colocada em prática já a partir de janeiro de 2020. A partir da data, novos smartphones só poderão chegar ao mercado com a nova versão do sistema operacional, do contrário as fabricantes poderão perder licença


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  • 18/56   Apple Music promete melhorar pagamento a artistas a partir de 2020

    Executivos da plataforma de streaming da Apple ressaltam que, ao contrário de concorrentes como Spotify, TIDAL e Deezer, o seu serviço prioriza o artista e o compositor; empresa promete que, no próximo ano, a compensação aos artistas e músicos deve melhorar

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  • 19/56   Instagram ganha modo escuro no iOS 13; veja como ativar

    Ainda que de maneira indireta, agora é possível deixar a rede social de fotos e vídeos com aparência mais escura. Basta ativar o recurso nativo do sistema da Apple que o aplicativo se transformará automaticamente. O recurso deve aparecer no Android em breve

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  • 20/56   Como consultar um CEP no site dos Correios e no Google

    Você não precisa recorrer a um guia de páginas amarelas para achar o CEP de alguma rua. No site dos Correios e no Google, você pode encontrar todos os detalhes sobre o logradouro que você está procurando em poucos minutos

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  • 21/56   Google impõe seu sistema de navegação por gestos em Android de terceiros

    Documentação sobre o novo sistema de navegação por gestos do Android 10 revela que a companhia faz exigências agressivas para manter o método em evidência, sem que os fabricantes possam promover suas próprias alternativas

    Documentação sobre o novo sistema de navegação por gestos do Android 10 revela que a companhia faz exigências agressivas para manter o método em evidência, sem que os fabricantes possam promover suas próprias alternativas


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  • 22/56   Governo quer fatiar projeto de TV paga para destravar compra da Warner pela AT&T

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O governo negocia com o Senado para que o projeto de lei que modifica as regras da TV paga seja fatiado. A ideia é manter na proposta o trecho que abre o caminho para que a compra da Warner Media pela gigante de telefonia americana AT&T; seja efetivada no país. Já a discussão sobre regras de programação audiovisual transmitida pela internet, que tem dividido o Senado, se daria em um novo projeto. Esse assunto é polêmico e coloca grandes grupos de mídia, como Netflix e Google, contra produtores de conteúdo brasileiros. O fatiamento da proposta tem sido costurado por interlocutores do Palácio do Planalto. Essa foi a solução encontrada para que o impasse no Congresso não atrapalhe os planos do presidente Jair Bolsonaro em agradar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), a versão original do projeto tinha apenas três artigos, eliminando da lei de TVs por assinatura a norma que restringe a participação acionária cruzada entre operadoras de telefonia (AT&T;) e grupos de conteúdo (Time Warner). Combinação dos logotipos da AT&T; e da Time Warner Saul Loeb e Stan Honda/AFP         A lei determina que uma tele pode ter até 50% do capital de uma produtora de conteúdo (emissora, estúdio ou produtora), que, por sua vez, só pode deter até 30% de uma tele. A pedido de Trump, Bolsonaro e um dos filhos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), têm atuado para destravar o negócio, que envolve 17 países e a União Europeia. A transação, anunciada em 2016, só aguarda o aval das agências regulatórias brasileiras para ser concretizado. No fim de agosto, Bolsonaro recebeu o presidente da AT&T;, Randall Stephenson. Na mesma época, o filho dele foi à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) pressionar pela aprovação da compra da Warner pela gigante de telefonia americana. Em defesa do negócio, Eduardo publicou seus argumentos nas redes sociais por meio de um vídeo --com legendas em inglês. O aval à transação foi uma das condições impostas por Trump ao Brasil em troca da parceria estratégica.  Mas o impasse em relação ao projeto de Cardoso ganhou um novo contorno no fim de setembro quando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), apresentou um ofício para que a proposta fosse encaminhada à Secretaria-Geral da Mesa da Casa. Esse pedido tem potencial de travar o projeto, que ficaria parado até que o governo respondesse a alguns questionamentos. Segundo parlamentares que acompanham as discussões, a decisão de Alcolumbre foi uma forma de atender líderes partidários contrários à nova versão do texto. Na CCT (Comissão de Ciência e Tecnologia) do Senado, foi incorporado ao projeto o debate sobre normas para a programação audiovisual transmitida pela internet. O governo, então, passou a negociar com grandes grupos de mídia, como Amazon e Netflix, entre outros que distribuem conteúdo via internet.  Essas empresas querem ficar livres de regulação, diferentemente das empresas que distribuem canais por pacotes e são obrigados, por exemplo, a cumprir cota de conteúdo local. Emissoras de TV brasileiras também estão investindo na oferta de programas pela internet ou aplicativos e querem que uma lei acabe com a insegurança jurídica nesse mercado. Por isso, algumas articulam um artigo que deixe esse serviço, explicitamente, livre de regulação. "O mercado audiovisual pode afundar", diz o presidente da Apaci (Associação Paulista de Cineastas), André Klotzel. Ele e outros representantes de produtores locais têm acompanhado as discussões do projeto de lei no Senado para que a regulação do serviço de transmissão de conteúdo via internet não prejudique o mercado nacional. Klotzel é contra o fatiamento da proposta que tramita no Senado, pois considera urgente a definição de regras para os serviços que estão crescendo no Brasil. "Queremos aproveitar a questão inicial [restrições a operações como a compra da Warner pela AT&T;] e colocar globalmente o problema. Vamos atualizar a legislação de TV por assinatura e vamos colocar a internet dentro [dessas regras]", sustenta.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O governo negocia com o Senado para que o projeto de lei que modifica as regras da TV paga seja fatiado. A ideia é manter na proposta o trecho que abre o caminho para que a compra da Warner Media pela gigante de telefonia americana AT&T; seja efetivada no país. Já a discussão sobre regras de programação audiovisual transmitida pela internet, que tem dividido o Senado, se daria em um novo projeto. Esse assunto é polêmico e coloca grandes grupos de mídia, como Netflix e Google, contra produtores de conteúdo brasileiros. O fatiamento da proposta tem sido costurado por interlocutores do Palácio do Planalto. Essa foi a solução encontrada para que o impasse no Congresso não atrapalhe os planos do presidente Jair Bolsonaro em agradar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), a versão original do projeto tinha apenas três artigos, eliminando da lei de TVs por assinatura a norma que restringe a participação acionária cruzada entre operadoras de telefonia (AT&T;) e grupos de conteúdo (Time Warner). Combinação dos logotipos da AT&T; e da Time Warner Saul Loeb e Stan Honda/AFP         A lei determina que uma tele pode ter até 50% do capital de uma produtora de conteúdo (emissora, estúdio ou produtora), que, por sua vez, só pode deter até 30% de uma tele. A pedido de Trump, Bolsonaro e um dos filhos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), têm atuado para destravar o negócio, que envolve 17 países e a União Europeia. A transação, anunciada em 2016, só aguarda o aval das agências regulatórias brasileiras para ser concretizado. No fim de agosto, Bolsonaro recebeu o presidente da AT&T;, Randall Stephenson. Na mesma época, o filho dele foi à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) pressionar pela aprovação da compra da Warner pela gigante de telefonia americana. Em defesa do negócio, Eduardo publicou seus argumentos nas redes sociais por meio de um vídeo --com legendas em inglês. O aval à transação foi uma das condições impostas por Trump ao Brasil em troca da parceria estratégica.  Mas o impasse em relação ao projeto de Cardoso ganhou um novo contorno no fim de setembro quando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), apresentou um ofício para que a proposta fosse encaminhada à Secretaria-Geral da Mesa da Casa. Esse pedido tem potencial de travar o projeto, que ficaria parado até que o governo respondesse a alguns questionamentos. Segundo parlamentares que acompanham as discussões, a decisão de Alcolumbre foi uma forma de atender líderes partidários contrários à nova versão do texto. Na CCT (Comissão de Ciência e Tecnologia) do Senado, foi incorporado ao projeto o debate sobre normas para a programação audiovisual transmitida pela internet. O governo, então, passou a negociar com grandes grupos de mídia, como Amazon e Netflix, entre outros que distribuem conteúdo via internet.  Essas empresas querem ficar livres de regulação, diferentemente das empresas que distribuem canais por pacotes e são obrigados, por exemplo, a cumprir cota de conteúdo local. Emissoras de TV brasileiras também estão investindo na oferta de programas pela internet ou aplicativos e querem que uma lei acabe com a insegurança jurídica nesse mercado. Por isso, algumas articulam um artigo que deixe esse serviço, explicitamente, livre de regulação. "O mercado audiovisual pode afundar", diz o presidente da Apaci (Associação Paulista de Cineastas), André Klotzel. Ele e outros representantes de produtores locais têm acompanhado as discussões do projeto de lei no Senado para que a regulação do serviço de transmissão de conteúdo via internet não prejudique o mercado nacional. Klotzel é contra o fatiamento da proposta que tramita no Senado, pois considera urgente a definição de regras para os serviços que estão crescendo no Brasil. "Queremos aproveitar a questão inicial [restrições a operações como a compra da Warner pela AT&T;] e colocar globalmente o problema. Vamos atualizar a legislação de TV por assinatura e vamos colocar a internet dentro [dessas regras]", sustenta.


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  • 23/56   Twitch lança aplicativo oficial para Apple TV

    Em setembro deste ano, o Twitch já tinha lançado a versão beta do seu aplicativo. Com a versão oficial disponível, agora é pra valer. O aplicativo Twitch para Apple TV oferece os mesmos recursos encontrados nos aplicativos iOS e Mac

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  • 24/56   MacOS Catalina já pode ser baixado gratuitamente a partir desta segunda (7)

    Nova versão do sistema operacional para computadores Apple aposenta o iTunes, traz diversas melhorias de segurança, algumas mudanças de design e uma nova função que permite transformar seu iPad em uma mesa digitalizadora

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  • 25/56   Waymo vai começar a testar seus carros autônomos em Los Angeles

    A Waymo, fabricante de veículos autônomos da Alphabet, do Google, vai começar a testar seus carros na cidade de Los Angeles. Primeiro, será feito o mapeamento da cidade para a verificação se haverá uma adequação ao ambiente

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  • 26/56   Google Shopping alerta usuários quando produtos têm redução de preços

    Plataforma de busca de preços passou por extensa atualização, apresentando nova interface, com uma organização melhor de ofertas e lojas, além da função de marcar produtos de interesse e ser avisado por ela quando eles receberem descontos

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  • 27/56   Trio de cosmólogos vence o Nobel de Física
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O canadense-americano James Peebles e os suíços Michel Mayor e Didier Queloz foram anunciados nesta terça-feira como os vencedores do prêmio Nobel de Física por seus trabalhos em cosmologia.

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  • 28/56   Fundo Global espera arrecadar US$ 14 bi para eliminar aids, tuberculose e malária
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Fundo Global de combate à aids, tuberculose e malária tentará, na quinta-feira (10), arrecadar US$ 14 bilhões em Lyon para financiar suas ações, um "desafio" necessário para superar essas epidemias até 2030.

    O Fundo Global de combate à aids, tuberculose e malária tentará, na quinta-feira (10), arrecadar US$ 14 bilhões em Lyon para financiar suas ações, um "desafio" necessário para superar essas epidemias até 2030.


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  • 29/56   Zoológico no Egito perde uma estrela
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    A elefanta de 40 anos, Naima, faleceu no último domingo no zoológico ‘Giza’, no Egito. Ela viveu 36 anos em cativeiro e, para especialistas, ela foi vítima de um coágulo no coração e não resistiu.

    A elefanta de 40 anos, Naima, faleceu no último domingo no zoológico ‘Giza’, no Egito. Ela viveu 36 anos em cativeiro e, para especialistas, ela foi vítima de um coágulo no coração e não resistiu.


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  • 30/56   'Rebelião Internacional' contra mudanças climáticas toma cidades do mundo
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Militantes do movimento ecologista de desobediência civil Extinction Rebellion (XR) iniciaram nesta segunda-feira (7) uma mobilização de duas semanas com atos no mundo todo, de Sydney e Nova York a Londres e Paris, passando por Buenos Aires e Rio de Janeiro, em protesto contra a falta de ação ante as mudanças climáticas.

    Militantes do movimento ecologista de desobediência civil Extinction Rebellion (XR) iniciaram nesta segunda-feira (7) uma mobilização de duas semanas com atos no mundo todo, de Sydney e Nova York a Londres e Paris, passando por Buenos Aires e Rio de Janeiro, em protesto contra a falta de ação ante as mudanças climáticas.


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  • 31/56   Bernie Sanders tem alta e médicos confirmam que sofreu infarto
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Bernie Sanders, pré-candidato democrata às presidenciais de 2020 nos Estados Unidos, teve alta nesta sexta-feira do hospital onde foi internado, em Las Vegas, após sofrer um ataque cardíaco, segundo o diagnóstico de seus médicos.

    Bernie Sanders, pré-candidato democrata às presidenciais de 2020 nos Estados Unidos, teve alta nesta sexta-feira do hospital onde foi internado, em Las Vegas, após sofrer um ataque cardíaco, segundo o diagnóstico de seus médicos.


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  • 32/56   Suprema Corte dos EUA analisará polêmica lei de aborto
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A Suprema Corte dos Estados Unidos acordou nesta sexta-feira (4) examinar uma lei da Luisiana, acusada de restringir o acesso ao aborto, em um caso altamente sensível que colocará à prova os nove juízes nomeados pelo presidente Donald Trump.

    A Suprema Corte dos Estados Unidos acordou nesta sexta-feira (4) examinar uma lei da Luisiana, acusada de restringir o acesso ao aborto, em um caso altamente sensível que colocará à prova os nove juízes nomeados pelo presidente Donald Trump.


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  • 33/56   De Hitler a Michael Jackson, veja alguns candidatos curiosos ao Nobel da Paz
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Apresentado como "o príncipe de Paz na Terra", Adolf Hitler foi proposto para o Nobel da Paz há 80 anos, pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial, uma amostra de como é fácil fazer uma indicação ao prêmio mais prestigioso do mundo.

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  • 34/56   Tetraplégico volta a andar com exoesqueleto controlado pelo cérebro
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O homem envolvido no estudo, identificado apenas como Thibault, de 28 anos e natural de Lyon, disse que a tecnologia lhe deu uma nova vida.

    O homem envolvido no estudo, identificado apenas como Thibault, de 28 anos e natural de Lyon, disse que a tecnologia lhe deu uma nova vida.


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  • 35/56   Greta Thunberg debocha das declarações de Putin a seu respeito
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A sueca Greta Thunberg, um símbolo da consciência climática da juventude global, zombou no Twitter das declarações do presidente russo, Vladimir Putin, que a descreveu nesta semana como "menina gentil".

    A sueca Greta Thunberg, um símbolo da consciência climática da juventude global, zombou no Twitter das declarações do presidente russo, Vladimir Putin, que a descreveu nesta semana como "menina gentil".


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  • 36/56   Ecologistas do Extinction Rebellion anunciam série de ações em 60 cidades
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O movimento ecologista Extinction Rebellion (XR) organizará a partir de segunda-feira uma série de ações em 60 cidades, incluindo bloqueios em Londres que podem durar mais de duas semanas.

    O movimento ecologista Extinction Rebellion (XR) organizará a partir de segunda-feira uma série de ações em 60 cidades, incluindo bloqueios em Londres que podem durar mais de duas semanas.


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  • 37/56   Equador decreta toque de recolher em torno de prédios públicos
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente do Equador, Lenín Moreno, decretou nesta terça-feira o toque de recolher para proteger os prédios públicos dos protestos deflagrados com a alta nos preços dos combustíveis, após tentativas de invasão do Congresso e da Casa de Governo.

    O presidente do Equador, Lenín Moreno, decretou nesta terça-feira o toque de recolher para proteger os prédios públicos dos protestos deflagrados com a alta nos preços dos combustíveis, após tentativas de invasão do Congresso e da Casa de Governo.


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  • 38/56   Primeira reunião do Parlamento iraquiano após uma semana de protestos
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    O Parlamento iraquiano celebrou sua primeira sessão nesta terça-feira (8) desde o início há uma semana de manifestações e atos de violência que deixaram 100 mortos e uma crise política à qual o presidente reagiu pedindo diálogo.

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  • 39/56   Trump decide enfrentar Congresso em meio a processo de impeachment
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    O governo de Donald Trump avivou nesta terça-feira o confronto com o Congresso em torno do processo de impeachment promovido pelos democratas na Câmara de Representantes, afirmando que a Casa Branca não cooperará com a investigação.

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  • 40/56   Em meio à crise dos laranjas, Bolsonaro vai se reunir com Moro, PF e ministro do Turismo
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em meio a novos indícios que reforçam a existência de esquema de candidaturas laranjas do PSL, o presidente Jair Bolsonaro reservou espaço em sua agenda oficial, nesta quarta-feira (9), para receber os ministros Marcelo Álvaro Antônio, do Turismo, e Sergio Moro, da Justiça. Segundo a lista prévia dos compromissos presidenciais, divulgada pelo Palácio do Planalto, Bolsonaro irá receber, no início da tarde, em audiência conjunta, Moro e o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo. Na sequência, está programado um encontro com Álvaro Antônio. Até o momento, o presidente tem afirmado que irá manter, pelo menos temporariamente, o ministro no cargo, mas aumentou sobre ele a pressão do núcleo moderado do Palácio do Planalto por uma demissão. A avaliação é de que a permanência dele tem causado um "desgaste desnecessário" na imagem do governo. Caso Bolsonaro decida exonerá-lo, o nome mais cotado para o posto é o do presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Gilson Machado Neto, considerado um dos auxiliares favoritos do presidente e presença recorrente em suas lives semanais, transmitidas pelas redes sociais. A situação de Álvaro Antônio tem se agravado desde a semana passada, quando o Ministério Público de Minas Gerais denunciou o ministro sob acusação de envolvimento no esquema de laranjas do PSL. A decisão foi tomada depois do indiciamento dele pela Polícia Federal, revelado pelo jornal Folha de S.Paulo. No último domingo (6), a Folha de S.Paulo mostrou ainda que um depoimento e uma planilha obtidos pela Polícia Federal sugerem que recursos do esquema foram desviados para abastecer, por meio de caixa dois, até mesmo a campanha do presidente. Em uma planilha, nomeada como "MarceloAlvaro.xlsx", há referência ao fornecimento de material eleitoral para a campanha de Bolsonaro com a expressão "out", o que significa, na compreensão de investigadores, pagamento "por fora". Nesta terça-feira (8), o presidente se defendeu e afirmou que não tem nenhum envolvimento no esquema. Ele disse que não fez campanha eleitoral com caixa dois e voltou a criticar reportagem da Folha de S.Paulo.  "Só esta semana, me botaram como responsável por problemas em Minas Gerais. Não tenho nada a ver. Imagine se eu sou for responsável por 2.000 candidatos pelo Brasil", disse.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em meio a novos indícios que reforçam a existência de esquema de candidaturas laranjas do PSL, o presidente Jair Bolsonaro reservou espaço em sua agenda oficial, nesta quarta-feira (9), para receber os ministros Marcelo Álvaro Antônio, do Turismo, e Sergio Moro, da Justiça. Segundo a lista prévia dos compromissos presidenciais, divulgada pelo Palácio do Planalto, Bolsonaro irá receber, no início da tarde, em audiência conjunta, Moro e o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo. Na sequência, está programado um encontro com Álvaro Antônio. Até o momento, o presidente tem afirmado que irá manter, pelo menos temporariamente, o ministro no cargo, mas aumentou sobre ele a pressão do núcleo moderado do Palácio do Planalto por uma demissão. A avaliação é de que a permanência dele tem causado um "desgaste desnecessário" na imagem do governo. Caso Bolsonaro decida exonerá-lo, o nome mais cotado para o posto é o do presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Gilson Machado Neto, considerado um dos auxiliares favoritos do presidente e presença recorrente em suas lives semanais, transmitidas pelas redes sociais. A situação de Álvaro Antônio tem se agravado desde a semana passada, quando o Ministério Público de Minas Gerais denunciou o ministro sob acusação de envolvimento no esquema de laranjas do PSL. A decisão foi tomada depois do indiciamento dele pela Polícia Federal, revelado pelo jornal Folha de S.Paulo. No último domingo (6), a Folha de S.Paulo mostrou ainda que um depoimento e uma planilha obtidos pela Polícia Federal sugerem que recursos do esquema foram desviados para abastecer, por meio de caixa dois, até mesmo a campanha do presidente. Em uma planilha, nomeada como "MarceloAlvaro.xlsx", há referência ao fornecimento de material eleitoral para a campanha de Bolsonaro com a expressão "out", o que significa, na compreensão de investigadores, pagamento "por fora". Nesta terça-feira (8), o presidente se defendeu e afirmou que não tem nenhum envolvimento no esquema. Ele disse que não fez campanha eleitoral com caixa dois e voltou a criticar reportagem da Folha de S.Paulo.  "Só esta semana, me botaram como responsável por problemas em Minas Gerais. Não tenho nada a ver. Imagine se eu sou for responsável por 2.000 candidatos pelo Brasil", disse.


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  • 41/56   Sergio Moro fala sobre corrupção em curso para juízes
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, vai proferir a conferência magna de abertura do “1º Curso Nacional sobre Corrupção e os Desafios do Juiz Criminal”, nesta quarta-feira (9), em Brasília. O evento é promovido pela Enfam (Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados). Os ministros João Otávio de Noronha (presidente do STJ) e Antonio Herman Benjamin (diretor-geral da Enfam) farão a abertura solene. O curso será realizado de 9 a 11 de outubro, no Salão Nobre do STJ, em Brasília. Os presidentes da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), são convidados de honra para os pronunciamentos de abertura. “A experiência do direito comparado” será o tema dos conselheiros Stefano Aprile (da Corte di Cassazione/Itália) e Nicolas Maziau (da Cour de Cassation/França). “A corrupção e os desafios na formação de magistrados” será o tema tratado pelo conselheiro Alessandro D’Andrea, secretário-geral da Escola Superior da Magistratura da Itália, e pela magistrada Cécile Pendaries, da Escola Nacional da Magistratura da França. A conferência magna de encerramento será proferida pelo ministro Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União). A última sessão será presidida pelos ministros do STJ Herman Benjamin e Nefi Cordeiro, e pelo presidente da Ajufe, juiz federal Fernando Mendes.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, vai proferir a conferência magna de abertura do “1º Curso Nacional sobre Corrupção e os Desafios do Juiz Criminal”, nesta quarta-feira (9), em Brasília. O evento é promovido pela Enfam (Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados). Os ministros João Otávio de Noronha (presidente do STJ) e Antonio Herman Benjamin (diretor-geral da Enfam) farão a abertura solene. O curso será realizado de 9 a 11 de outubro, no Salão Nobre do STJ, em Brasília. Os presidentes da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), são convidados de honra para os pronunciamentos de abertura. “A experiência do direito comparado” será o tema dos conselheiros Stefano Aprile (da Corte di Cassazione/Itália) e Nicolas Maziau (da Cour de Cassation/França). “A corrupção e os desafios na formação de magistrados” será o tema tratado pelo conselheiro Alessandro D’Andrea, secretário-geral da Escola Superior da Magistratura da Itália, e pela magistrada Cécile Pendaries, da Escola Nacional da Magistratura da França. A conferência magna de encerramento será proferida pelo ministro Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União). A última sessão será presidida pelos ministros do STJ Herman Benjamin e Nefi Cordeiro, e pelo presidente da Ajufe, juiz federal Fernando Mendes.


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  • 42/56   Investigação de republicanos revela que Rússia ajudou Trump em 2016
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    O relatório divulgado nesta terça-feira (8) sobre uma investigação liderada por republicanos no Senado aponta que a Rússia realmente tentou ajudar o presidente Donald Trump nas eleições de 2016, contradizendo as persistentes negações da Casa Branca.

    O relatório divulgado nesta terça-feira (8) sobre uma investigação liderada por republicanos no Senado aponta que a Rússia realmente tentou ajudar o presidente Donald Trump nas eleições de 2016, contradizendo as persistentes negações da Casa Branca.


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  • 43/56   Boris Johnson e Merkel concordam em não concordar sobre brexit
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As declarações emitidas por Reino Unido e União Europeia nesta terça (8) trazem uma notícia boa e outra ruim. A boa é que parece haver consenso. A ruim é que as duas partes concordam que não haverá acordo sobre o brexit. Uma fonte do governo britânico, ouvida pela agência de notícias AFP, afirmou que a chanceler alemã, Angela Merkel, advertiu o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, de que um pacto para a saída do Reino Unido do bloco europeu é "extremamente improvável", a menos que Londres aceite manter a Irlanda do Norte em uma união alfandegária com a União Europeia. Para Londres, no entanto, a exigência faz com que um acordo seja "essencialmente impossível", indicou a fonte, destacando que Boris afirmou a Merkel ter apresentado uma proposta razoável. O governo alemão não divulgou até o momento sua versão da conversa. Em público, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, acusou Boris de brincar com o futuro da Europa e do Reino Unido, com sua tentativa de atribuir a culpa aos europeus por um eventual fracasso das negociações do brexit. "Boris Johnson, o que está em jogo não é ganhar uma disputa estúpida de culpa. O que está em jogo é o futuro da Europa e do Reino Unido, assim como a segurança e o interesse de nossos cidadãos", publicou Tusk em uma rede social. O governo britânico rebateu e disse que a UE não tem mostrado comprometimento com as negociações. Boris dá sinais cada vez mais claros de que desistiu de um acordo. O premiê considera que as negociações com a União Europeia vão fracassar e que ele terá que "fazer todo tipo de coisa" para impedir outro adiamento do brexit, de acordo com uma fonte do governo britânico citada pela revista The Spectator. Caso o acordo morra nos próximos dias, a tratativa não será "revivida", informou a fonte próxima a Boris. O calendário do brexit terá datas-chave em breve. Em 17 e 18 de outubro, haverá uma reunião de cúpula da UE, que poderá ser a última com a participação do Reino Unido. A expectativa é que a decisão sobre um acordo seja tomada até lá. Caso não haja acerto até 19 de outubro, Boris será obrigado a pedir adiamento do brexit. A exigência foi aprovada pelo Parlamento britânico em setembro. A saída sem acordo poderá gerar caos no Reino Unido, pois não se sabe como ficariam as regras para a circulação de pessoas e mercadorias. A ex-primeira-ministra Theresa May fechou um acordo de saída em 2018, mas ele foi rejeitado seguidas vezes pelo Parlamento britânico, mesmo após algumas adaptações. Boris repete constantemente que a saída ocorrerá mesmo sem acordo em 31 de outubro --e que não pedirá um terceiro adiamento. Isso alimenta especulações de que ele procura uma brecha na lei que permita a partida abrupta. "Acataremos a lei e sairemos da UE em 31 de outubro. A forma legal para isso é assunto do governo", enfatizou o porta-voz do governo britânico. Se for forçado a um novo adiamento, Boris deve seguir buscando antecipar as eleições, nas quais faria uma campanha ostensiva pela retirada sem acordo, segundo uma fonte anônima do governo. A fonte do governo não nega nem confirma as informações, o que levantou suspeitas de que se trata de um vazamento intencional para deixar claro aos outros 27 países europeus a determinação do governo britânico. Segundo a ex-ministra do Trabalho Amber Rudd, que renunciou em setembro, essa fonte anônima é Dominic Cummings, consultor especial do primeiro-ministro e arquiteto da vitória do brexit no referendo de 2016. Na semana passada, Boris apresentou proposta de acordo, com foco nas Irlandas, mas o plano não foi bem recebido. A fronteira entre as Irlandas é o ponto mais sensível do brexit. Se for aprovado, a Irlanda (membro da UE) e a Irlanda do Norte (parte do Reino Unido) voltarão a ter uma fronteira, o que vai contra o acordo de paz firmado em 1998, que encerrou conflito de três décadas. No domingo, Boris alertou, em conversa por telefone com o presidente francês Emmanuel Macron, que esta é a "última chance" de um acordo e que os líderes europeus não devem confiar que o Parlamento britânico impeça uma partida brusca. O brexit foi aprovado em um referendo realizado em junho de 2016, por 52% dos votos. Desde então, o Reino Unido negocia os termos da saída, que já foi adiada duas vezes.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As declarações emitidas por Reino Unido e União Europeia nesta terça (8) trazem uma notícia boa e outra ruim. A boa é que parece haver consenso. A ruim é que as duas partes concordam que não haverá acordo sobre o brexit. Uma fonte do governo britânico, ouvida pela agência de notícias AFP, afirmou que a chanceler alemã, Angela Merkel, advertiu o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, de que um pacto para a saída do Reino Unido do bloco europeu é "extremamente improvável", a menos que Londres aceite manter a Irlanda do Norte em uma união alfandegária com a União Europeia. Para Londres, no entanto, a exigência faz com que um acordo seja "essencialmente impossível", indicou a fonte, destacando que Boris afirmou a Merkel ter apresentado uma proposta razoável. O governo alemão não divulgou até o momento sua versão da conversa. Em público, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, acusou Boris de brincar com o futuro da Europa e do Reino Unido, com sua tentativa de atribuir a culpa aos europeus por um eventual fracasso das negociações do brexit. "Boris Johnson, o que está em jogo não é ganhar uma disputa estúpida de culpa. O que está em jogo é o futuro da Europa e do Reino Unido, assim como a segurança e o interesse de nossos cidadãos", publicou Tusk em uma rede social. O governo britânico rebateu e disse que a UE não tem mostrado comprometimento com as negociações. Boris dá sinais cada vez mais claros de que desistiu de um acordo. O premiê considera que as negociações com a União Europeia vão fracassar e que ele terá que "fazer todo tipo de coisa" para impedir outro adiamento do brexit, de acordo com uma fonte do governo britânico citada pela revista The Spectator. Caso o acordo morra nos próximos dias, a tratativa não será "revivida", informou a fonte próxima a Boris. O calendário do brexit terá datas-chave em breve. Em 17 e 18 de outubro, haverá uma reunião de cúpula da UE, que poderá ser a última com a participação do Reino Unido. A expectativa é que a decisão sobre um acordo seja tomada até lá. Caso não haja acerto até 19 de outubro, Boris será obrigado a pedir adiamento do brexit. A exigência foi aprovada pelo Parlamento britânico em setembro. A saída sem acordo poderá gerar caos no Reino Unido, pois não se sabe como ficariam as regras para a circulação de pessoas e mercadorias. A ex-primeira-ministra Theresa May fechou um acordo de saída em 2018, mas ele foi rejeitado seguidas vezes pelo Parlamento britânico, mesmo após algumas adaptações. Boris repete constantemente que a saída ocorrerá mesmo sem acordo em 31 de outubro --e que não pedirá um terceiro adiamento. Isso alimenta especulações de que ele procura uma brecha na lei que permita a partida abrupta. "Acataremos a lei e sairemos da UE em 31 de outubro. A forma legal para isso é assunto do governo", enfatizou o porta-voz do governo britânico. Se for forçado a um novo adiamento, Boris deve seguir buscando antecipar as eleições, nas quais faria uma campanha ostensiva pela retirada sem acordo, segundo uma fonte anônima do governo. A fonte do governo não nega nem confirma as informações, o que levantou suspeitas de que se trata de um vazamento intencional para deixar claro aos outros 27 países europeus a determinação do governo britânico. Segundo a ex-ministra do Trabalho Amber Rudd, que renunciou em setembro, essa fonte anônima é Dominic Cummings, consultor especial do primeiro-ministro e arquiteto da vitória do brexit no referendo de 2016. Na semana passada, Boris apresentou proposta de acordo, com foco nas Irlandas, mas o plano não foi bem recebido. A fronteira entre as Irlandas é o ponto mais sensível do brexit. Se for aprovado, a Irlanda (membro da UE) e a Irlanda do Norte (parte do Reino Unido) voltarão a ter uma fronteira, o que vai contra o acordo de paz firmado em 1998, que encerrou conflito de três décadas. No domingo, Boris alertou, em conversa por telefone com o presidente francês Emmanuel Macron, que esta é a "última chance" de um acordo e que os líderes europeus não devem confiar que o Parlamento britânico impeça uma partida brusca. O brexit foi aprovado em um referendo realizado em junho de 2016, por 52% dos votos. Desde então, o Reino Unido negocia os termos da saída, que já foi adiada duas vezes.


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  • 44/56   Lula pede suspensão de cobrança de R$ 4,9 mi até fim de ação do caso tríplex
    WORLD TOPIC NEWS

    CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) - A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu nesta segunda-feira (7) a suspensão da cobrança de multa e da reparação de danos no processo do tríplex no Guarujá (SP) até que ocorra o trânsito em julgado da ação (quando não há mais possibilidade de recursos). O petista está com bens bloqueados por ordem da Justiça e ainda não pagou essas quantias. A solicitação, assinada pelo advogado Cristiano Zanin e outros defensores, cita obscuridades na decisão da juíza Carolina Lebbos. Segunda a defesa, Lebbos determinou que Lula faça o depósito em juízo das penas pecuniárias impostas no processo —que, em valores atualizados, chegam a R$ 4,9 milhões. Em abril, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) fixou a pena do petista em 8 anos e 10 meses de prisão. Ele também havia sido condenado a pagar uma multa e um valor para reparação de danos causados, e as quantias foram reajustadas pelo tribunal. O pedido protocolado agora pela defesa se deu no processo de execução penal do ex-presidente, o mesmo no qual o Ministério Público Federal solicitou, no último dia 27, que o petista passe a cumprir o restante de sua pena no regime semiaberto. Conforme o jornal Folha de S.Paulo publicou, Lula reluta em progredir de regime e disse que não vai barganhar sua liberdade. Ele está preso desde abril do ano passado na superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Na decisão, Lebbos diz que a 12ª Vara Federal de Curitiba, responsável pela ação, tem intimado os executados a pagarem os valores devidos. Os recursos, contudo, ficam retidos em uma conta judicial até que o processo seja finalizado —se eventualmente Lula for inocentado, serão devolvidos. "Face ao caráter provisório da execução, contudo, os valores eventualmente pagos permanecem depositados em conta judicial para destinação após o trânsito em julgado. Não se vislumbra, assim, risco de dano irreparável aos executados", diz a juíza. A defesa, no entanto, diz que o petista já teve os bens bloqueados em "valor mais que suficiente" para garantir os pagamentos quando ocorrer o trânsito em julgado da ação. Essa visão é semelhante à do MPF quando fez a solicitação para que Lula fosse ao semiaberto. Graças a uma lei sancionada pelo próprio petista quando presidente, só é permitido ao condenado por crimes contra a administração pública progredir de regime após a reparação do dano causado. No caso do petista, isso equivale ao pagamento de R$ 2,4 milhões, segundo fixou o STJ. Em documento encaminhado à Justiça Federal, a equipe coordenada pelo procurador Deltan Dallagnol afirma que o ex-presidente segue as condicionantes para que vá para o regime semiaberto, uma vez que já cumpriu um sexto da pena e teve bom comportamento na cadeia. Os procuradores disseram ainda que existe a "garantia integral à reparação do dano e à devolução do produto do ilícito praticado". Em outros processos da Lava Jato, o Ministério Público e a Justiça exigiram o pagamento da reparação dos danos para que o preso tivesse direito à progressão de regime. No caso de Lula, porém, a Procuradoria afirma que o fato de o petista ter tido bens bloqueados já é suficiente para garantir que, mais tarde, o valor seja pago. Os advogados do ex-presidente afirmam que os tribunais superiores firmaram posição de que a execução de penas de multa e custas processuais deve permanecer suspensa até que ocorra o trânsito em julgado da ação e solicita que o entendimento seja aplicado no caso de Lula. A defesa de Lula ainda não fez a leitura da intimação no sistema eletrônico da Justiça Federal sobre o pedido do MPF para progressão de regime. A partir daí, os advogados terão prazo de cinco dias para se manifestar sobre o desejo do petista de ir para o semiaberto. Segundo especialistas, o ex-presidente seria obrigado a ir para o semiaberto caso a Justiça assim ordenasse. Contudo, poderia recusar certas condicionantes que podem ser impostas e, com isso, permanecer no regime fechado. De acordo com pessoas próximas a Lula, o petista não estaria disposto a aceitar o uso de tornozeleira de monitoramento eletrônico, que tem sido a prática em casos de presos da Lava Jato que deixam o regime fechado. Advogados consultado afirmaram que, caso contrariasse a ordem da Justiça, Lula possivelmente deixaria de ter bom comportamento e, com isso, perderia a chance de futuramente pleitear a mudança de regime, mas não há consenso. Alguns especialistas acreditam ainda que Lula poderia responder por descumprimento de decisão judicial, e outros acham que a lei não prevê punições para casos do tipo.

    CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) - A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu nesta segunda-feira (7) a suspensão da cobrança de multa e da reparação de danos no processo do tríplex no Guarujá (SP) até que ocorra o trânsito em julgado da ação (quando não há mais possibilidade de recursos). O petista está com bens bloqueados por ordem da Justiça e ainda não pagou essas quantias. A solicitação, assinada pelo advogado Cristiano Zanin e outros defensores, cita obscuridades na decisão da juíza Carolina Lebbos. Segunda a defesa, Lebbos determinou que Lula faça o depósito em juízo das penas pecuniárias impostas no processo —que, em valores atualizados, chegam a R$ 4,9 milhões. Em abril, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) fixou a pena do petista em 8 anos e 10 meses de prisão. Ele também havia sido condenado a pagar uma multa e um valor para reparação de danos causados, e as quantias foram reajustadas pelo tribunal. O pedido protocolado agora pela defesa se deu no processo de execução penal do ex-presidente, o mesmo no qual o Ministério Público Federal solicitou, no último dia 27, que o petista passe a cumprir o restante de sua pena no regime semiaberto. Conforme o jornal Folha de S.Paulo publicou, Lula reluta em progredir de regime e disse que não vai barganhar sua liberdade. Ele está preso desde abril do ano passado na superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Na decisão, Lebbos diz que a 12ª Vara Federal de Curitiba, responsável pela ação, tem intimado os executados a pagarem os valores devidos. Os recursos, contudo, ficam retidos em uma conta judicial até que o processo seja finalizado —se eventualmente Lula for inocentado, serão devolvidos. "Face ao caráter provisório da execução, contudo, os valores eventualmente pagos permanecem depositados em conta judicial para destinação após o trânsito em julgado. Não se vislumbra, assim, risco de dano irreparável aos executados", diz a juíza. A defesa, no entanto, diz que o petista já teve os bens bloqueados em "valor mais que suficiente" para garantir os pagamentos quando ocorrer o trânsito em julgado da ação. Essa visão é semelhante à do MPF quando fez a solicitação para que Lula fosse ao semiaberto. Graças a uma lei sancionada pelo próprio petista quando presidente, só é permitido ao condenado por crimes contra a administração pública progredir de regime após a reparação do dano causado. No caso do petista, isso equivale ao pagamento de R$ 2,4 milhões, segundo fixou o STJ. Em documento encaminhado à Justiça Federal, a equipe coordenada pelo procurador Deltan Dallagnol afirma que o ex-presidente segue as condicionantes para que vá para o regime semiaberto, uma vez que já cumpriu um sexto da pena e teve bom comportamento na cadeia. Os procuradores disseram ainda que existe a "garantia integral à reparação do dano e à devolução do produto do ilícito praticado". Em outros processos da Lava Jato, o Ministério Público e a Justiça exigiram o pagamento da reparação dos danos para que o preso tivesse direito à progressão de regime. No caso de Lula, porém, a Procuradoria afirma que o fato de o petista ter tido bens bloqueados já é suficiente para garantir que, mais tarde, o valor seja pago. Os advogados do ex-presidente afirmam que os tribunais superiores firmaram posição de que a execução de penas de multa e custas processuais deve permanecer suspensa até que ocorra o trânsito em julgado da ação e solicita que o entendimento seja aplicado no caso de Lula. A defesa de Lula ainda não fez a leitura da intimação no sistema eletrônico da Justiça Federal sobre o pedido do MPF para progressão de regime. A partir daí, os advogados terão prazo de cinco dias para se manifestar sobre o desejo do petista de ir para o semiaberto. Segundo especialistas, o ex-presidente seria obrigado a ir para o semiaberto caso a Justiça assim ordenasse. Contudo, poderia recusar certas condicionantes que podem ser impostas e, com isso, permanecer no regime fechado. De acordo com pessoas próximas a Lula, o petista não estaria disposto a aceitar o uso de tornozeleira de monitoramento eletrônico, que tem sido a prática em casos de presos da Lava Jato que deixam o regime fechado. Advogados consultado afirmaram que, caso contrariasse a ordem da Justiça, Lula possivelmente deixaria de ter bom comportamento e, com isso, perderia a chance de futuramente pleitear a mudança de regime, mas não há consenso. Alguns especialistas acreditam ainda que Lula poderia responder por descumprimento de decisão judicial, e outros acham que a lei não prevê punições para casos do tipo.


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  • 45/56   Ausência de autoridades marca lançamento de livro de Janot em Brasília
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ex-procurador-geral Rodrigo Janot lançou seu livro "Nada Menos que Tudo" em Brasília, na noite desta terça-feira (8), em evento mais concorrido do que o realizado em São Paulo na véspera. A ausência de autoridades do Ministério Público Federal e do Judiciário, no entanto, foi notada. Janot chegou à Livraria Leitura do shopping Píer 21, na capital federal, às 19h11 e não falou com os jornalistas. A assessoria da editora Planeta, que editou o livro, informou que ele não daria entrevistas. Às 19h30 havia cerca de 50 pessoas na fila para Janot assinar seus exemplares. De 500 disponíveis, 220 haviam sido vendidos até as 20h05, segundo a gerente da livraria, Hirma Paredes. Desses, 77 foram vendidos ao longo do dia. Outros 20 exemplares foram reservados por telefone. O público presente era de conhecidos de Janot, jornalistas e advogados. A reportagem não identificou procuradores da República no evento. Janot comandou a Procuradoria-Geral da República de 2013 a 2017 e seus colegas de gestão não compareceram até as 20h. Na noite de segunda-feira (7), Janot participou do lançamento do livro em São Paulo, em uma livraria nos Jardins, também sem a presença de autoridades notáveis do Judiciário ou do Ministério Público Federal. Em São Paulo, dos 550 exemplares disponíveis, somente 43 foram vendidos. A noite de autógrafos foi pouco concorrida e terminou cedo. Tanto em São Paulo como em Brasília, o ex-procurador-geral não quis comentar a declaração polêmica, dada às vésperas do lançamento do livro, de que, em 2017, foi armado ao Supremo Tribunal Federal com a intenção de matar o ministro Gilmar Mendes, seu desafeto. No livro Janot narra o episódio de forma resumida, sem dar nomes e detalhes. A motivação para o assassinato seria um comentário, que Janot atribui a Gilmar, de que sua filha tinha relações pouco republicanas com empresas envolvidas na Lava Jato. Letícia Monteiro de Barros, filha de Janot, é advogada e representara a construtora OAS no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). "Num dos momentos de dor aguda, de ira cega, botei uma pistola carregada na cintura e por muito pouco não descarreguei na cabeça de uma autoridade de língua ferina que, em meio àquela algaravia orquestrada pelos investigados, resolvera fazer graça com minha filha", diz Janot na obra. "Só não houve o gesto extremo porque, no instante decisivo, a mão invisível do bom senso tocou meu ombro e disse: não." No último dia 27, Janot foi alvo de busca e apreensão determinada pelo STF por causa das declarações dadas. O ministro Alexandre de Moraes, que autorizou a medida, determinou também que ele mantenha 200 metros de distância dos ministros do tribunal. Planejar um ato ilícito sem concretizá-lo não é crime, mas, no caso de Janot, pode ter implicações disciplinares e civis, pois ele era da ativa e chefiava a PGR (Procuradoria-Geral da República) na época dos fatos. O CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) recebeu representação para investigar a conduta do ex-procurador-geral, que hoje é aposentado. Outro trecho polêmico do livro foi levado ao Supremo na segunda-feira pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba desde abril de 2018, depois de ter sido condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá (SP). O trecho conta que procuradores da força-tarefa da Lava Jato, incluindo Deltan Dallagnol, foram à PGR falar com Janot, em setembro de 2016, para pedir que ele invertesse a ordem das denúncias que pretendia apresentar ao STF para atingir primeiro o ex-presidente Lula. "'Precisamos que você inverta a ordem das denúncias e coloque a do PT primeiro', disse Dallagnol, logo no início da reunião", narra Janot no livro. "Paludo [Januário Paludo, da força-tarefa] disse, então, que eu teria que denunciar o PT e o Lula logo, porque, se não fosse assim, a denúncia apresentada por eles contra o ex-presidente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro ficaria descoberta", continua o ex-procurador-geral na obra. Para os advogados de Lula, "a narrativa do dr. Rodrigo Janot reforça que os procuradores da República de Curitiba estavam promovendo uma perseguição" contra o petista. A defesa juntou esse trecho do livro a um pedido de habeas corpus, que já tramitava no STF, no qual sustenta a suspeição dos procuradores.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ex-procurador-geral Rodrigo Janot lançou seu livro "Nada Menos que Tudo" em Brasília, na noite desta terça-feira (8), em evento mais concorrido do que o realizado em São Paulo na véspera. A ausência de autoridades do Ministério Público Federal e do Judiciário, no entanto, foi notada. Janot chegou à Livraria Leitura do shopping Píer 21, na capital federal, às 19h11 e não falou com os jornalistas. A assessoria da editora Planeta, que editou o livro, informou que ele não daria entrevistas. Às 19h30 havia cerca de 50 pessoas na fila para Janot assinar seus exemplares. De 500 disponíveis, 220 haviam sido vendidos até as 20h05, segundo a gerente da livraria, Hirma Paredes. Desses, 77 foram vendidos ao longo do dia. Outros 20 exemplares foram reservados por telefone. O público presente era de conhecidos de Janot, jornalistas e advogados. A reportagem não identificou procuradores da República no evento. Janot comandou a Procuradoria-Geral da República de 2013 a 2017 e seus colegas de gestão não compareceram até as 20h. Na noite de segunda-feira (7), Janot participou do lançamento do livro em São Paulo, em uma livraria nos Jardins, também sem a presença de autoridades notáveis do Judiciário ou do Ministério Público Federal. Em São Paulo, dos 550 exemplares disponíveis, somente 43 foram vendidos. A noite de autógrafos foi pouco concorrida e terminou cedo. Tanto em São Paulo como em Brasília, o ex-procurador-geral não quis comentar a declaração polêmica, dada às vésperas do lançamento do livro, de que, em 2017, foi armado ao Supremo Tribunal Federal com a intenção de matar o ministro Gilmar Mendes, seu desafeto. No livro Janot narra o episódio de forma resumida, sem dar nomes e detalhes. A motivação para o assassinato seria um comentário, que Janot atribui a Gilmar, de que sua filha tinha relações pouco republicanas com empresas envolvidas na Lava Jato. Letícia Monteiro de Barros, filha de Janot, é advogada e representara a construtora OAS no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). "Num dos momentos de dor aguda, de ira cega, botei uma pistola carregada na cintura e por muito pouco não descarreguei na cabeça de uma autoridade de língua ferina que, em meio àquela algaravia orquestrada pelos investigados, resolvera fazer graça com minha filha", diz Janot na obra. "Só não houve o gesto extremo porque, no instante decisivo, a mão invisível do bom senso tocou meu ombro e disse: não." No último dia 27, Janot foi alvo de busca e apreensão determinada pelo STF por causa das declarações dadas. O ministro Alexandre de Moraes, que autorizou a medida, determinou também que ele mantenha 200 metros de distância dos ministros do tribunal. Planejar um ato ilícito sem concretizá-lo não é crime, mas, no caso de Janot, pode ter implicações disciplinares e civis, pois ele era da ativa e chefiava a PGR (Procuradoria-Geral da República) na época dos fatos. O CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) recebeu representação para investigar a conduta do ex-procurador-geral, que hoje é aposentado. Outro trecho polêmico do livro foi levado ao Supremo na segunda-feira pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba desde abril de 2018, depois de ter sido condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá (SP). O trecho conta que procuradores da força-tarefa da Lava Jato, incluindo Deltan Dallagnol, foram à PGR falar com Janot, em setembro de 2016, para pedir que ele invertesse a ordem das denúncias que pretendia apresentar ao STF para atingir primeiro o ex-presidente Lula. "'Precisamos que você inverta a ordem das denúncias e coloque a do PT primeiro', disse Dallagnol, logo no início da reunião", narra Janot no livro. "Paludo [Januário Paludo, da força-tarefa] disse, então, que eu teria que denunciar o PT e o Lula logo, porque, se não fosse assim, a denúncia apresentada por eles contra o ex-presidente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro ficaria descoberta", continua o ex-procurador-geral na obra. Para os advogados de Lula, "a narrativa do dr. Rodrigo Janot reforça que os procuradores da República de Curitiba estavam promovendo uma perseguição" contra o petista. A defesa juntou esse trecho do livro a um pedido de habeas corpus, que já tramitava no STF, no qual sustenta a suspeição dos procuradores.


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  • 46/56   Países da UE examinam plano sobre imigrantes socorridos no Mediterrâneo
    WORLD TOPIC NEWS

    França, Alemanha, Itália e Malta tentaram adicionar, nesta terça-feira, outros países a seu plano para distribuir os emigrantes socorridos no Mediterrâneo, que continua encontrando resistência na União Europeia (UE), um dia depois de outro naufrágio mortal.

    França, Alemanha, Itália e Malta tentaram adicionar, nesta terça-feira, outros países a seu plano para distribuir os emigrantes socorridos no Mediterrâneo, que continua encontrando resistência na União Europeia (UE), um dia depois de outro naufrágio mortal.


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  • 47/56   Cerca de 98 mil pessoas privadas de liberdade fazem Encceja
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Cerca de 98 mil pessoas, entre detentos e jovens que cumprem medidas socioeducativas, estão inscritos para fazer as provas do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para Pessoas Privadas de Liberdade (Encceja Nacional PPL), que ocorrem hoje (8) e amanhã (9).A prova beneficia aqueles que não concluíram os ensinos fundamental e médio no tempo certo e querem uma certificação. Em todo o país, aderiram ao exame 681 penitenciárias e 189 unidades socioeducativas. Encceja PPL 2019 começou hoje e termina amanhã - Arquivo Agência Brasil  O participante que conseguir a nota mínima exigida nas quatro provas objetivas e na redação tem direito à Certificação de Conclusão do Ensino Fundamental ou do Ensino Médio. Já o participante que conseguir a nota mínima exigida em uma das quatro provas ou em mais de uma, mas não em todas, tem direito à Declaração Parcial de Proficiência.Para requerer a certificação, o participante precisa alcançar, no mínimo, 100 pontos nas provas objetivas e 5 pontos na redação.

    Cerca de 98 mil pessoas, entre detentos e jovens que cumprem medidas socioeducativas, estão inscritos para fazer as provas do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para Pessoas Privadas de Liberdade (Encceja Nacional PPL), que ocorrem hoje (8) e amanhã (9).A prova beneficia aqueles que não concluíram os ensinos fundamental e médio no tempo certo e querem uma certificação. Em todo o país, aderiram ao exame 681 penitenciárias e 189 unidades socioeducativas. Encceja PPL 2019 começou hoje e termina amanhã - Arquivo Agência Brasil O participante que conseguir a nota mínima exigida nas quatro provas objetivas e na redação tem direito à Certificação de Conclusão do Ensino Fundamental ou do Ensino Médio. Já o participante que conseguir a nota mínima exigida em uma das quatro provas ou em mais de uma, mas não em todas, tem direito à Declaração Parcial de Proficiência.Para requerer a certificação, o participante precisa alcançar, no mínimo, 100 pontos nas provas objetivas e 5 pontos na redação.


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  • 48/56   Polícia retira manifestantes do Congresso no Equador
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Policiais e militares desalojaram nesta terça-feira os manifestantes que invadiram a sede do Congresso do Equador, em Quito, em meio a uma onda de protestos pela alta nos preços dos combustíveis, anunciou a TV local.

    Policiais e militares desalojaram nesta terça-feira os manifestantes que invadiram a sede do Congresso do Equador, em Quito, em meio a uma onda de protestos pela alta nos preços dos combustíveis, anunciou a TV local.


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  • 49/56   Guterres diz que ONU enfrenta pior crise financeira da década
    BUSINESS TOPIC NEWS

    o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, garantiu nesta terça-feira (8) que a organização enfrenta "a pior crise financeira" em quase dez anos devido a atrasos nas cotas dos Estados-membros - entre eles, o Brasil - e, por isso, não poderia pagar os salários dos funcionários a partir de novembro.

    o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, garantiu nesta terça-feira (8) que a organização enfrenta "a pior crise financeira" em quase dez anos devido a atrasos nas cotas dos Estados-membros - entre eles, o Brasil - e, por isso, não poderia pagar os salários dos funcionários a partir de novembro.


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  • 50/56   Londres antecipa fracasso de negociação do Brexit
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O governo britânico deu a entender nesta terça-feira (8) que a negociação sobre o Brexit está perto de naufragar por culpa da União Europeia (UE), o que irritou o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk.

    O governo britânico deu a entender nesta terça-feira (8) que a negociação sobre o Brexit está perto de naufragar por culpa da União Europeia (UE), o que irritou o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk.


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  • 51/56   Bolsonaro, o novo 'malvado favorito' da União Europeia
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A candidatura de ativistas brasileiros ao Prêmio Sakharov da Eurocâmara parece confirmar que o presidente Jair Bolsonaro é o "malvado favorito" da União Europeia (UE), que tem, no entanto, o pragmatismo como bandeira e um acordo comercial com o Mercosul no horizonte.

    A candidatura de ativistas brasileiros ao Prêmio Sakharov da Eurocâmara parece confirmar que o presidente Jair Bolsonaro é o "malvado favorito" da União Europeia (UE), que tem, no entanto, o pragmatismo como bandeira e um acordo comercial com o Mercosul no horizonte.


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  • 52/56   Itália aprova redução no número de parlamentares
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    Os deputados italianos aprovaram nesta terça-feira (8) uma reforma constitucional radical que reduz em um terço o número de parlamentares, uma promessa eleitoral do Movimento 5 Estrelas (M5E), cujo objetivo é economizar 500 milhões de euros por legislatura.

    Os deputados italianos aprovaram nesta terça-feira (8) uma reforma constitucional radical que reduz em um terço o número de parlamentares, uma promessa eleitoral do Movimento 5 Estrelas (M5E), cujo objetivo é economizar 500 milhões de euros por legislatura.


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  • 53/56   Sete países latinos apoiam Moreno e rejeitam 'ação' de Maduro no Equador
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    Sete países latino-americanos anunciaram nesta terça-feira (8) seu "firme apoio" ao presidente equatoriano, Lenín Moreno, e rejeitaram "toda ação" do chefe de Estado venezuelano, Nicolás Maduro, e seus aliados para "desestabilizar" o Equador, que enfrenta fortes protestos devido à alta nos preços dos combustíveis.

    Sete países latino-americanos anunciaram nesta terça-feira (8) seu "firme apoio" ao presidente equatoriano, Lenín Moreno, e rejeitaram "toda ação" do chefe de Estado venezuelano, Nicolás Maduro, e seus aliados para "desestabilizar" o Equador, que enfrenta fortes protestos devido à alta nos preços dos combustíveis.


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  • 54/56   Avião da Latam com pintura Star Wars chega ao Brasil
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    Ação celebra o parque temático Star Wars: Galaxy’s Edge, no Disney’s Hollywood Studios, em Orlando (EUA).

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  • 55/56   Usuários do Instagram não poderão mais ver curtidas de amigos
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  • 56/56   Brasileiros contam como é viver na floresta amazônica
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    Pecuaristas, professores indígenas e madeireiros estão entre os mais de 20 milhões de pessoas que vivem na Amazônia, tirando seu sustento da maior floresta tropical do mundo.

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