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Noticias Slideshows (10/10/2019 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

    Noticias Fotos Slideshows - Tendências - Clique na imagem para visualizar na realidade aumentada ou em 3D estéreo

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    Revista de Imprensa


    Ganso   Felipe Melo   Odair   João Pedro   Mano Menezes   Diogo Barbosa   Gilberto   HOJE TEM FLAMENGO   Marcos Rocha   Triste Pra Sempre   Marquinhos Gabriel   Muriel   Egídio   Scarpa   Marinho   Carly   Mattos   Cruzeiro x Fluminense   O Santos   Kershaw   ENTÃO VAI SE FUDER   Dodgers   Profissão Repórter   Argel   Jobson   Vila Belmiro   Jailson   Sassá   Gustavo Henrique   Wellington Paulista   Nationals   O Fred   Esse Jadson   Jean Mota   Frazan   Curicica   Dia de Vasco   Hugo Gloss   Zé Rafael   
  • 2/56   Apple Watch pode ganhar app de rastreamento do sono

    Dispositivos de rastreamento de sono e aplicativos funcionam acompanhando o movimento do corpo enquanto você dorme. Uma captura de tela do Apple Watch diz “Defina sua hora de dormir e acorde com o aplicativo Sleep”, levando a entender que haverá esse novo recurso

    Dispositivos de rastreamento de sono e aplicativos funcionam acompanhando o movimento do corpo enquanto você dorme. Uma captura de tela do Apple Watch diz “Defina sua hora de dormir e acorde com o aplicativo Sleep”, levando a entender que haverá esse novo recurso


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  • 3/56   Apple Card já foi clonado, mesmo com toda sua proteção

    Quando foi anunciado, o cartão da Maçã prometia um nível de segurança e privacidade sem comparação com os atuais modelos do mercado. Mas, como dá para notar, nenhum sistema é infalível e a novidade já teve dados copiados

    Quando foi anunciado, o cartão da Maçã prometia um nível de segurança e privacidade sem comparação com os atuais modelos do mercado. Mas, como dá para notar, nenhum sistema é infalível e a novidade já teve dados copiados


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  • 4/56   Versão Beta do Chrome para desktop faz chamadas telefônicas diretas

    Novo recurso do navegador Chrome permite usuário realizar chamada do próprio smartphone a partir de uma página da internet do seu desktop, a nova função aumenta a interação entre os aplicativos da Google

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  • 5/56   Play Store do Android 9 também ganha modo escuro em aparelhos compatíveis

    Pouco mais de uma semana depois de liberar a função para o Android 10, os donos de smartphones com Android 9 também conseguem acessar a Play Store no modo escuro, mas a função só funciona nos modelos que possuem um botão para acionar este modo

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  • 6/56   Apple libera update do watchOS para quem não pode usar iOS 13 em seu iPhone

    Usuários de iPhones antigos, como o iPhone 5 ou 5C, não podem atualizar seus aparelhos para o iOS 13. Por isso, o Apple Watch Series 4 não conseguia ser sincronizado com o sistema operacional do iPhone. Agora, a companhia liberou uma atualização corrigindo o problema

    Usuários de iPhones antigos, como o iPhone 5 ou 5C, não podem atualizar seus aparelhos para o iOS 13. Por isso, o Apple Watch Series 4 não conseguia ser sincronizado com o sistema operacional do iPhone. Agora, a companhia liberou uma atualização corrigindo o problema


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  • 7/56   Apple começa a vender controles para Xbox One em sua loja oficial nos EUA

    Na WWDC deste ano, evento da Apple para desenvolvedores, a empresa anunciou que os novos iOS, macOS, iPadOS e tvOS contariam com suporte a controles do Xbox One e PlayStation 4 para jogos. Agora, a companhia incluiu em sua loja oficial controles do Xbox para venda

    Na WWDC deste ano, evento da Apple para desenvolvedores, a empresa anunciou que os novos iOS, macOS, iPadOS e tvOS contariam com suporte a controles do Xbox One e PlayStation 4 para jogos. Agora, a companhia incluiu em sua loja oficial controles do Xbox para venda


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  • 8/56   Versão beta do Android 10 com One UI 2.0 deve chegar em breve para Galaxy S10

    A Samsung confirmou os rumores e anunciou que a próxima versão do sistema operacional da Google deve chegar aos seus principais aparelhos logo. A previsão é que o mesmo ocorra com os Galaxy Note 10 ainda em 2019

    A Samsung confirmou os rumores e anunciou que a próxima versão do sistema operacional da Google deve chegar aos seus principais aparelhos logo. A previsão é que o mesmo ocorra com os Galaxy Note 10 ainda em 2019


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  • 9/56   Apple em 2020: analista antecipa óculos de realidade aumentada e iPhone SE 2

    Ming-Chi Kuo, especialista em avaliações de mercado para dispositivos da Apple, espera que a empresa de Cupertino inaugure sua entrada em novos mercados a partir do ano que vem, mas sem esquecer dos smartphones, tablets e Macbooks que lhe servem como base

    Ming-Chi Kuo, especialista em avaliações de mercado para dispositivos da Apple, espera que a empresa de Cupertino inaugure sua entrada em novos mercados a partir do ano que vem, mas sem esquecer dos smartphones, tablets e Macbooks que lhe servem como base


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  • 10/56   Google pode anunciar versão 5G do Pixel 4 já na próxima semana

    Segundo o jornal Nikkei, não há certeza se a versão 5G do Pixel 4 será apenas exibida ou também lançada junto com os outros aparelhos. Mas é provável que o modelo em questão seja apresentado apenas em uma espécie de teaser, sendo lançado no primeiro semestre de 2020

    Segundo o jornal Nikkei, não há certeza se a versão 5G do Pixel 4 será apenas exibida ou também lançada junto com os outros aparelhos. Mas é provável que o modelo em questão seja apresentado apenas em uma espécie de teaser, sendo lançado no primeiro semestre de 2020


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  • 11/56   Controle parental do Xbox One agora pode ser feito pelo Windows e Android

    Agora os pais terão muito mais controle sobre o que seus filhos estão jogando no console da Microsoft. Será possível, por exemplo, determinar o tempo em que a criança ficará em cada aplicativo ou jogo, com tudo sendo feito remotamente

    Agora os pais terão muito mais controle sobre o que seus filhos estão jogando no console da Microsoft. Será possível, por exemplo, determinar o tempo em que a criança ficará em cada aplicativo ou jogo, com tudo sendo feito remotamente


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  • 12/56   Com 100 milhões de downloads, CoD Mobile é o maior lançamento mobile da história

    Estreia da franquia da Activision nos smartphones se deu pela Tencent e, apesar dos números gigantescos, ainda não conta com presença no mercado chinês; Call of Duty Mobile está disponível para download via iOS e Android desde o início de outubro

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  • 13/56   China critica NBA e Apple por apoio a Hong Kong

    Um encontro de torcedores da liga americana de basquete (NBA) previsto para acontecer na China foi anulado nesta quarta-feira (9), após o polêmico tuíte de um dirigente da NBA de apoio aos manifestantes de Hong Kong.

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  • 14/56   China alerta a Apple por seu apoio a manifestantes em Hong Kong

    Um jornal estatal chinês acusou, nesta quarta-feira, a Apple de apoiar o movimento pró-democracia em Hong Kong por meio de um aplicativo de transporte urbano, em um momento em que Pequim acentua a pressão sobre empresas estrangeiras.

    Um jornal estatal chinês acusou, nesta quarta-feira, a Apple de apoiar o movimento pró-democracia em Hong Kong por meio de um aplicativo de transporte urbano, em um momento em que Pequim acentua a pressão sobre empresas estrangeiras.


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  • 15/56   iPhone 11 tem preço e data de lançamento confirmados no Brasil

    Site oficial da Apple no Brasil foi atualizado com valores de compra do novo smartphone, que será oferecido aqui em seis opções de cores; preços vão de R$ 4.999 a R$ 5.799 no modelo básico, com lançamento agendado para o dia 18 de outubro

    Site oficial da Apple no Brasil foi atualizado com valores de compra do novo smartphone, que será oferecido aqui em seis opções de cores; preços vão de R$ 4.999 a R$ 5.799 no modelo básico, com lançamento agendado para o dia 18 de outubro


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  • 16/56   Windows 10 permite atender ligações do Android pelo PC em versão beta

    Possibilidade de usar PC para falar ao telefone com Android já vinha sendo divulgada há algum tempo, e agora começa a chegar ao Windows 10 por meio do programa de testes Windows Insiders. Ainda não há previsão de distribuição para todo mundo

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  • 17/56   Apple faz recall de iPhones 6S e 6S Plus que não estão ligando

    Será que o seu é um dos aparelhos listados entre os que possuem um problema que impede os telefones de ligarem? A companhia tem um teste de número serial em seu site que reconhece rapidamente os modelos afetados

    Será que o seu é um dos aparelhos listados entre os que possuem um problema que impede os telefones de ligarem? A companhia tem um teste de número serial em seu site que reconhece rapidamente os modelos afetados


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  • 18/56   Criador do Android mostra o novo Essential Phone — que parece um controle remoto

    Novo aparelho da companhia de Andy Rubin já vem sendo bastante comentado há alguns meses, e agora o próprio CEO mostra o visual do aparelho, que tem uma tela bastante estreia. A novidade ainda não tem previsão de chegada ao mercado

    Novo aparelho da companhia de Andy Rubin já vem sendo bastante comentado há alguns meses, e agora o próprio CEO mostra o visual do aparelho, que tem uma tela bastante estreia. A novidade ainda não tem previsão de chegada ao mercado


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  • 19/56   Netflix não vai levar seu aplicativo para o macOS Catalina

    A Apple vai permitir que desenvolvedores façam a portabilidade de seus aplicativos do iPad para macOS Catalina. A Netflix já tem um app gratuito para iPad, mas os usuários do macOS vão ter que se contentar em acessar a plataforma de streaming apenas pelo navegador

    A Apple vai permitir que desenvolvedores façam a portabilidade de seus aplicativos do iPad para macOS Catalina. A Netflix já tem um app gratuito para iPad, mas os usuários do macOS vão ter que se contentar em acessar a plataforma de streaming apenas pelo navegador


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  • 20/56   Entenda o uso do WhatsApp nas eleições e o que aconteceu desde que a Folha revelou o caso

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em uma série de reportagens desde outubro do ano passado, o jornal Folha de S.Paulo revelou a contratação durante a campanha eleitoral de empresas de marketing que faziam envios maciços de mensagens políticas, usando de forma fraudulenta CPFs de idosos e até contratando agências estrangeiras. A primeira reportagem mostrou que empresas estavam interferindo nas eleições de 2018 ao comprar pacotes de disparos de mensagens contra o PT no WhatsApp. A disseminação funciona por meio do disparo a números de celulares obtidos por agências. Entre as táticas, havia o uso de números de telefones estrangeiros para barrar limites impostos pelo aplicativo.  Agora, pela primeira vez, o WhatsApp admite que houve uso de envios maciços de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas, nas eleições do ano passado. A empresa reconhece que o uso do aplicativo pode influenciar o resultado de eleições. O TSE veda o uso de ferramentas de automatização, como os softwares de disparo em massa. Além disso, empresários contrataram disparos a favor e contra candidatos, sem declarar esses gastos à Justiça Eleitoral, o que configura o crime de caixa dois. Abaixo, veja o que já aconteceu desde que o caso foi revelado. EMPRESÁRIOS Em 18 de outubro de 2018, a Folha de S.Paulo revelou que empresários impulsionaram disparos por WhatsApp contra o PT na campanha eleitoral. O serviço foi vendido pelas agências Quickmobile, CrocServices e Yacows. Uma ação foi aberta no TSE para apurar o caso. PT Uma semana depois, o UOL mostrou que o PT também usou o sistema de envio de mensagens em massa e que a agência responsável pela campanha de Bolsonaro teve registros de uso do sistema da Yacows apagados após a reportagem da Folha de S.Paulo. FRAUDES COM CPFS?Em dezembro, reportagem baseada em relatos de um ex-funcionário, fotos e documentos apresentados à Justiça do Trabalho detalhou o submundo dos disparos em massa que se instalou no Brasil durante as últimas eleições. Uma rede de empresas recorreu ao uso fraudulento de nome e CPF de idosos para registrar chips de celular e garantir o envio em massa de mensagens em benefício de políticos. MULTA Em março deste ano, o TSE multou a campanha de Fernando Haddad por ter impulsionando um site com ataques a Bolsonaro no mecanismo de busca do Google. Na decisão, o ministro Edson Fachin considerou que o impulsionamento feriu a lei eleitoral e causou desequilíbrio na disputa. EMPRESÁRIO ESPANHOL Luis Novoa, dono da Enviawhatsapps, afirmou, em gravação obtida pela Folha de S.Paulo, que empresas brasileiras compraram seu software para fazer disparos em massa pelo WhatsApp de mensagens a favor de Bolsonaro TSE O corregedor-geral de Justiça Eleitoral, Jorge Mussi, indeferiu pedido para que jornalistas da Folha de S.Paulo testemunhassem em processo eleitoral aberto a partir de reportagens escritas por eles. Mussi é relator de ação movida pela coligação liderada pelo então candidato Fernando Haddad (PT), que pediu uma investigação contra Bolsonaro sobre abuso de poder econômico. A ação foi baseada na reportagem “Fraude com CPF viabilizou disparo de mensagens de WhatsApp na eleição”, publicada em dezembro de 2018 pela Folha de S.Paulo. Em contrapartida, Mussi aceitou o pedido da defesa de Bolsonaro de ouvir como testemunha Rebeca Félix da Silva Ribeiro Alves, que trabalhou durante a campanha na agência AM4, prestadora de serviços para a chapa de Bolsonaro. Hoje Rebeca é assessora de imprensa da Secretaria-Geral da Presidência. O relator também negou o pedido de quebra de sigilo bancário e telefônico dos donos da agência de marketing citada na reportagem. WHATSAPP ADMITE Em evento, Ben Supple, gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp, afirmou que houve envios maciços de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas, nas eleições brasileiras de 2018. É a primeira vez que a empresa admite que isso aconteceu. QUESTÕES JURÍDICAS Qual é a punição para quem espalha fake news na eleição? Candidato que espalhe fake news pode ser punidos com cassação do registro da candidatura ou impedimento de ser diplomado, caso se eleja. Se já estiver no cargo, pode ter o mandato cassado. Também pode ser implicado por calúnia, injúria ou difamação. Cidadãos podem ser obrigados a se retratar ou a pagar multa. A Justiça também pode mandar excluir o conteúdo considerado falso. Um candidato pode fazer campanha usando o WhatsApp? Sim, mas as regras previstas em lei precisam ser seguidas. O político pode divulgar propagandas e seus apoiadores podem repassar as mensagens, desde que isso não envolva pagamentos nem sejam usados meios tecnológicos para burlar o sistema do WhatsApp (com o uso deliberado de diferentes chips, por exemplo). Quem pode receber os conteúdos? A lei impede que o candidato compre listas de telefones com a intenção de disparar mensagens em massa. O político só pode usar contatos que tenham sido fornecidos pelos donos dos números e que façam parte de base de dados do partido ou do próprio candidato. Um apoiador ou uma empresa pode pagar para enviar mensagens favoráveis a um candidato ou contrárias a um adversário? A lei não normatiza esse tipo de propaganda nem esclarece como seria uma eventual prestação de contas. No caso de empresas, há ainda a proibição de que elas façam doações eleitorais. Em 2015, o STF (Supremo Tribunal Federal) proibiu contribuições de pessoas jurídicas. Desde então, apenas pessoas físicas podem doar dinheiro para campanhas. O candidato pode ser punido se apoiadores seus praticarem propaganda indevida? Segundo especialistas, sim. O candidato (ou a chapa, no caso de eleições majoritárias) pode ser responsabilizado.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em uma série de reportagens desde outubro do ano passado, o jornal Folha de S.Paulo revelou a contratação durante a campanha eleitoral de empresas de marketing que faziam envios maciços de mensagens políticas, usando de forma fraudulenta CPFs de idosos e até contratando agências estrangeiras. A primeira reportagem mostrou que empresas estavam interferindo nas eleições de 2018 ao comprar pacotes de disparos de mensagens contra o PT no WhatsApp. A disseminação funciona por meio do disparo a números de celulares obtidos por agências. Entre as táticas, havia o uso de números de telefones estrangeiros para barrar limites impostos pelo aplicativo.  Agora, pela primeira vez, o WhatsApp admite que houve uso de envios maciços de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas, nas eleições do ano passado. A empresa reconhece que o uso do aplicativo pode influenciar o resultado de eleições. O TSE veda o uso de ferramentas de automatização, como os softwares de disparo em massa. Além disso, empresários contrataram disparos a favor e contra candidatos, sem declarar esses gastos à Justiça Eleitoral, o que configura o crime de caixa dois. Abaixo, veja o que já aconteceu desde que o caso foi revelado. EMPRESÁRIOS Em 18 de outubro de 2018, a Folha de S.Paulo revelou que empresários impulsionaram disparos por WhatsApp contra o PT na campanha eleitoral. O serviço foi vendido pelas agências Quickmobile, CrocServices e Yacows. Uma ação foi aberta no TSE para apurar o caso. PT Uma semana depois, o UOL mostrou que o PT também usou o sistema de envio de mensagens em massa e que a agência responsável pela campanha de Bolsonaro teve registros de uso do sistema da Yacows apagados após a reportagem da Folha de S.Paulo. FRAUDES COM CPFS?Em dezembro, reportagem baseada em relatos de um ex-funcionário, fotos e documentos apresentados à Justiça do Trabalho detalhou o submundo dos disparos em massa que se instalou no Brasil durante as últimas eleições. Uma rede de empresas recorreu ao uso fraudulento de nome e CPF de idosos para registrar chips de celular e garantir o envio em massa de mensagens em benefício de políticos. MULTA Em março deste ano, o TSE multou a campanha de Fernando Haddad por ter impulsionando um site com ataques a Bolsonaro no mecanismo de busca do Google. Na decisão, o ministro Edson Fachin considerou que o impulsionamento feriu a lei eleitoral e causou desequilíbrio na disputa. EMPRESÁRIO ESPANHOL Luis Novoa, dono da Enviawhatsapps, afirmou, em gravação obtida pela Folha de S.Paulo, que empresas brasileiras compraram seu software para fazer disparos em massa pelo WhatsApp de mensagens a favor de Bolsonaro TSE O corregedor-geral de Justiça Eleitoral, Jorge Mussi, indeferiu pedido para que jornalistas da Folha de S.Paulo testemunhassem em processo eleitoral aberto a partir de reportagens escritas por eles. Mussi é relator de ação movida pela coligação liderada pelo então candidato Fernando Haddad (PT), que pediu uma investigação contra Bolsonaro sobre abuso de poder econômico. A ação foi baseada na reportagem “Fraude com CPF viabilizou disparo de mensagens de WhatsApp na eleição”, publicada em dezembro de 2018 pela Folha de S.Paulo. Em contrapartida, Mussi aceitou o pedido da defesa de Bolsonaro de ouvir como testemunha Rebeca Félix da Silva Ribeiro Alves, que trabalhou durante a campanha na agência AM4, prestadora de serviços para a chapa de Bolsonaro. Hoje Rebeca é assessora de imprensa da Secretaria-Geral da Presidência. O relator também negou o pedido de quebra de sigilo bancário e telefônico dos donos da agência de marketing citada na reportagem. WHATSAPP ADMITE Em evento, Ben Supple, gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp, afirmou que houve envios maciços de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas, nas eleições brasileiras de 2018. É a primeira vez que a empresa admite que isso aconteceu. QUESTÕES JURÍDICAS Qual é a punição para quem espalha fake news na eleição? Candidato que espalhe fake news pode ser punidos com cassação do registro da candidatura ou impedimento de ser diplomado, caso se eleja. Se já estiver no cargo, pode ter o mandato cassado. Também pode ser implicado por calúnia, injúria ou difamação. Cidadãos podem ser obrigados a se retratar ou a pagar multa. A Justiça também pode mandar excluir o conteúdo considerado falso. Um candidato pode fazer campanha usando o WhatsApp? Sim, mas as regras previstas em lei precisam ser seguidas. O político pode divulgar propagandas e seus apoiadores podem repassar as mensagens, desde que isso não envolva pagamentos nem sejam usados meios tecnológicos para burlar o sistema do WhatsApp (com o uso deliberado de diferentes chips, por exemplo). Quem pode receber os conteúdos? A lei impede que o candidato compre listas de telefones com a intenção de disparar mensagens em massa. O político só pode usar contatos que tenham sido fornecidos pelos donos dos números e que façam parte de base de dados do partido ou do próprio candidato. Um apoiador ou uma empresa pode pagar para enviar mensagens favoráveis a um candidato ou contrárias a um adversário? A lei não normatiza esse tipo de propaganda nem esclarece como seria uma eventual prestação de contas. No caso de empresas, há ainda a proibição de que elas façam doações eleitorais. Em 2015, o STF (Supremo Tribunal Federal) proibiu contribuições de pessoas jurídicas. Desde então, apenas pessoas físicas podem doar dinheiro para campanhas. O candidato pode ser punido se apoiadores seus praticarem propaganda indevida? Segundo especialistas, sim. O candidato (ou a chapa, no caso de eleições majoritárias) pode ser responsabilizado.


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  • 21/56   Google Home agora permite a transferência de reprodução entre dispositivos

    Usuários de dispositivos Smart Home do Google podem fazer a transferência de reprodução de um para outro, dizendo apenas um comando. É possível, por exemplo, fazer com que uma música pare de reproduzir em um Google Home e comece em uma TV conectada a um Chromecast

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  • 22/56   YouTube agora tem novo modo escuro no Android 10

    Em fase de testes para usuários da nova versão do Android, aplicativo do Youtube oferece opção de modo escuro, modo claro ou acompanhar configurações do aparelho. Vale lembrar que essa função é diferente do antigo modo escuro apresentado

    Em fase de testes para usuários da nova versão do Android, aplicativo do Youtube oferece opção de modo escuro, modo claro ou acompanhar configurações do aparelho. Vale lembrar que essa função é diferente do antigo modo escuro apresentado


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  • 23/56   Apple violou patente com recurso “Sign in with Apple”, diz empresa de e-mail

    Empresa por trás do cliente de e-mail BlueMail, a Blix alega que uma patente registrada por ela em 2017 tem funcionamento igual à função da Apple, que permite ao usuário logar-se de forma a não compartilhar informações pessoais com plataformas e serviços

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  • 24/56   Varejistas deixam preço baixo de lado e investem em hiperconveniência na Black Friday

    De acordo com um estudo do Google, a hiperconveniência é a palavra-chave para a Black Friday de 2019.

    De acordo com um estudo do Google, a hiperconveniência é a palavra-chave para a Black Friday de 2019.


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  • 25/56   Apple anuncia reparo gratuito para iPhones 6s e 6s Plus que não ligam

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Apple irá consertar de graça os modelos iPhone 6s e 6s Plus que apresentam problemas na hora de ligar. Alguns aparelhos tiveram falhas devido a um componente de hardware. O defeito afetou uma série de dispositivos que foram fabricados de outubro de 2018 a agosto de 2019. Neste ano, a Apple já ofereceu três reparos no MacBook, que superaqueciam, e em modelos do Apple Watch. As telas das versões Series 2 e 3 estavam apresentando rachaduras. Clientes que detectaram o problema no iPhone 6 podem checar se o aparelho está apto a reparos no site da Apple. É preciso colocar o número de série do celular para fazer a verificação. Os consumidores devem agendar um atendimento na rede de assistência técnica autorizada na companhia. Caso não haja loja no município, é possível entrar em contato com a Apple para posterior envio do produto. A Apple examinará os aparelhos para garantir se o reparo é gratuito. Se o iPhone tiver problemas adicionais, como tela quebrada, que dificultem o conserto, é preciso arrumá-lo antes de enviar à companhia. A Apple diz que poderá reembolsar clientes que pagaram arrumar dispositivos devido ao problema de fábrica. A companhia reforça que o programa cobre os dispositivos afetados por dois anos após a primeira venda no varejo da unidade. Os telefones foram vendidos em algumas regiões após a descontinuação do modelo, que aconteceu com o lançamento dos modelos XR, XS e XS Max no ano passado.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Apple irá consertar de graça os modelos iPhone 6s e 6s Plus que apresentam problemas na hora de ligar. Alguns aparelhos tiveram falhas devido a um componente de hardware. O defeito afetou uma série de dispositivos que foram fabricados de outubro de 2018 a agosto de 2019. Neste ano, a Apple já ofereceu três reparos no MacBook, que superaqueciam, e em modelos do Apple Watch. As telas das versões Series 2 e 3 estavam apresentando rachaduras. Clientes que detectaram o problema no iPhone 6 podem checar se o aparelho está apto a reparos no site da Apple. É preciso colocar o número de série do celular para fazer a verificação. Os consumidores devem agendar um atendimento na rede de assistência técnica autorizada na companhia. Caso não haja loja no município, é possível entrar em contato com a Apple para posterior envio do produto. A Apple examinará os aparelhos para garantir se o reparo é gratuito. Se o iPhone tiver problemas adicionais, como tela quebrada, que dificultem o conserto, é preciso arrumá-lo antes de enviar à companhia. A Apple diz que poderá reembolsar clientes que pagaram arrumar dispositivos devido ao problema de fábrica. A companhia reforça que o programa cobre os dispositivos afetados por dois anos após a primeira venda no varejo da unidade. Os telefones foram vendidos em algumas regiões após a descontinuação do modelo, que aconteceu com o lançamento dos modelos XR, XS e XS Max no ano passado.


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  • 26/56   Google vai usar IA para direcionar anúncios sem ferir privacidade do usuário

    Companhia explicou que ferramenta vai usar dados de navegação adquiridos por cookies de terceiros e montar padrões de comportamentos. Assim, quando tais cookies não estiverem mais disponíveis, IA pode prever movimentação do usuário a apresentar anúncio direcionado

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  • 27/56   Personalidades pela saúde global
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Fundo Global de combate à AIDS, tuberculose e malária, começou nesta quarta-feira e reuniu personalidades em Lyon, na França, e reuniu o bilionário Bill Gates, além do cantor Bono Vox e o presidente francês, Emmanuel Macron.

    O Fundo Global de combate à AIDS, tuberculose e malária, começou nesta quarta-feira e reuniu personalidades em Lyon, na França, e reuniu o bilionário Bill Gates, além do cantor Bono Vox e o presidente francês, Emmanuel Macron.


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  • 28/56   Nobel de Química vai para trio por baterias de lítio
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Prêmio Nobel de Química foi concedido nesta quarta-feira ao americano John Goodenough, ao britânico Stanley Whittingham e ao japonês Akira Yoshino pela invenção das baterias de íon-lítio, presentes atualmente em muitas tecnologias cotidianas.

    O Prêmio Nobel de Química foi concedido nesta quarta-feira ao americano John Goodenough, ao britânico Stanley Whittingham e ao japonês Akira Yoshino pela invenção das baterias de íon-lítio, presentes atualmente em muitas tecnologias cotidianas.


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  • 29/56   DJ Fatboy Slim presta homenagem a Greta Thunberg
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O britânico Fatboy Slim prestou uma homenagem a Greta Thunberg com uma versão de "Right Here, Right Now" que mistura sua música com o discurso a respeito d a falta de ação contra a crise climática que a adolescente sueca fez na ONU.

    O britânico Fatboy Slim prestou uma homenagem a Greta Thunberg com uma versão de "Right Here, Right Now" que mistura sua música com o discurso a respeito d a falta de ação contra a crise climática que a adolescente sueca fez na ONU.


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  • 30/56   Os vencedores do Prêmio Nobel de Química da última década
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Lista dos premiados nos últimos 10 anos com o Prêmio Nobel de Química, atribuído nesta quarta-feira pelo Comitê Nobel da Academia Real de Ciências de Suécia ao americano John Goodenough, ao britânico Stanley Whittingham e ao japonês Akira Yoshino.

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  • 31/56   Trio de cosmólogos vence o Nobel de Física
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    O canadense-americano James Peebles e os suíços Michel Mayor e Didier Queloz foram anunciados nesta terça-feira como os vencedores do prêmio Nobel de Física por seus trabalhos em cosmologia.

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  • 32/56   Fundo Global espera arrecadar US$ 14 bi para eliminar aids, tuberculose e malária
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    O Fundo Global de combate à aids, tuberculose e malária tentará, na quinta-feira (10), arrecadar US$ 14 bilhões em Lyon para financiar suas ações, um "desafio" necessário para superar essas epidemias até 2030.

    O Fundo Global de combate à aids, tuberculose e malária tentará, na quinta-feira (10), arrecadar US$ 14 bilhões em Lyon para financiar suas ações, um "desafio" necessário para superar essas epidemias até 2030.


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  • 33/56   'Rebelião Internacional' contra mudanças climáticas toma cidades do mundo
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    Militantes do movimento ecologista de desobediência civil Extinction Rebellion (XR) iniciaram nesta segunda-feira (7) uma mobilização de duas semanas com atos no mundo todo, de Sydney e Nova York a Londres e Paris, passando por Buenos Aires e Rio de Janeiro, em protesto contra a falta de ação ante as mudanças climáticas.

    Militantes do movimento ecologista de desobediência civil Extinction Rebellion (XR) iniciaram nesta segunda-feira (7) uma mobilização de duas semanas com atos no mundo todo, de Sydney e Nova York a Londres e Paris, passando por Buenos Aires e Rio de Janeiro, em protesto contra a falta de ação ante as mudanças climáticas.


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  • 34/56   Bernie Sanders tem alta e médicos confirmam que sofreu infarto
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    Bernie Sanders, pré-candidato democrata às presidenciais de 2020 nos Estados Unidos, teve alta nesta sexta-feira do hospital onde foi internado, em Las Vegas, após sofrer um ataque cardíaco, segundo o diagnóstico de seus médicos.

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  • 35/56   Suprema Corte dos EUA analisará polêmica lei de aborto
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    A Suprema Corte dos Estados Unidos acordou nesta sexta-feira (4) examinar uma lei da Luisiana, acusada de restringir o acesso ao aborto, em um caso altamente sensível que colocará à prova os nove juízes nomeados pelo presidente Donald Trump.

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  • 36/56   De Hitler a Michael Jackson, veja alguns candidatos curiosos ao Nobel da Paz
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    Apresentado como "o príncipe de Paz na Terra", Adolf Hitler foi proposto para o Nobel da Paz há 80 anos, pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial, uma amostra de como é fácil fazer uma indicação ao prêmio mais prestigioso do mundo.

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  • 37/56   Equador sob tensão máxima com ocupação indígena e novos distúrbios
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    Milhares de indígenas ocuparam nesta quarta-feira à militarizada cidade de Quito para protestar contra os ajustes econômicos que o governo acordou com o FMI e que tornaram o combustível mais caro. O tumulto no Equador já dura há uma semana.

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  • 38/56   Câmara aprova partilha de recursos do megaleilão do pré-sal
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    O projeto foi aprovado por votação simbólica. Agora, o texto vai ao Senado. Se aprovado na Casa sem alterações, vai a sanção presidencial

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  • 39/56   Vizcarra promulga decreto para eleições legislativas em 2020
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    O presidente peruano, Martín Vizcarra, promulgou nesta quarta-feira um decreto de urgência que estabelece medidas excepcionais para garantir a realização de eleições legislativas em janeiro de 2020, após a dissolução do Congresso.

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  • 40/56   Trocar de partido é só trocar de problema, diz Janaina sobre Bolsonaro e PSL
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP), eleita com mais de 2 milhões de votos no ano passado, afirmou nesta quarta (9) que trocar de partido é apenas trocar de problema. Em nota enviada à reportagem, a deputada comentou a possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro deixar o PSL. "Penso que trocar de partido só implica trocar de problema. Sair é um direito dele. Mas, em pouco tempo, ele estará infeliz no próximo. Não é uma praga, é só uma constatação", afirmou a deputada. Recordista de votos na disputa eleitoral, Janaina defende candidaturas independentes e não se envolve em questões partidárias. Ela já criticou posições do PSL e teve atritos com seus colegas de bancada. Em maio, por exemplo, sinalizou que sairia do partido após desentendimento com outros deputados da sigla num grupo de WhatsApp, mas voltou atrás. Na ocasião, ela se colocava contra a convocação de manifestação de apoio a Bolsonaro. Para o partido, no entanto, é um importante ativo. Por causa de sua votação expressiva, o PSL conquistou a maior bancada da Assembleia Legislativa de São Paulo, com 15 deputados. "Ficar, ou não, em um partido é uma decisão muito pessoal. Como defensora das candidaturas independentes de partidos, eu compreendo o desconforto do presidente. Por outro lado, pondero que o presidente vem, já há um bom tempo, trocando de partidos sucessivamente", afirma Janaina. Desde que entrou na política após passar para a reserva remunerada do Exército, em 1989, Jair Bolsonaro foi filiado a cinco partidos diferentes. Oficialmente, nos registros da Justiça Eleitoral, ele passou por oito agremiações, mas três delas eram fusões ou novas denominações de outros partidos —PDC, PPR e PPB, oriundos ou que deram origem ao partido hoje conhecido como PP. O presidente integrou o PP (Partido Progressista), o PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), o PFL (Partido da Frente Liberal), o PSC (Partido Social Cristão) e, desde 2018, o PSL (Partido Social Liberal). Ele também chegou a ser anunciado como filiado ao PEN-Patriota, em janeiro de 2018, mas desistiu e se filiou ao PSL, no qual se elegeu presidente da República. Questionada sobre a possibilidade de seguir Bolsonaro e deixar o PSL, como alguns deputados federais da sigla já indicaram que pretendem fazer, Janaina disse que "não tem essa hipótese". "A gente não pode", respondeu a deputada, lembrando que é necessária uma janela partidária para que os deputados troquem de sigla e mantenham o mandato. "Tem uma discussão jurídica. Pode até entrar com processo, vai ser uma dor de cabeça horrenda." A deputada enfatizou sua preferência pelas candidaturas independentes de partidos. "A minha esperança é a gente conseguir aprovar as candidaturas avulsas. Não por mim, mas pelo país. A gente se livra de partido." A deputada disse ainda que "partido não presta, nenhum presta". Vice-presidente do PSL em São Paulo, o deputado estadual Gil Diniz, que é ligado e subordinado ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), presidente estadual da sigla, diz que espera uma orientação do presidente Jair Bolsonaro sobre deixar o partido. Gil disse que o ideal é que o PSL expulse os descontentes, para que possam migrar sem perder o mandato. "Mas em último caso, se for essa orientação, eu sigo o presidente e deixo o PSL mesmo que eu perca o mandato." Enquanto a situação não se resolve, Gil afirma que continuará trabalhando para lançar candidatos a prefeito no ano que vem. "O trabalho continua, os diretórios municipais, as filiações", disse. Para ele, uma debandada do PSL não atrapalharia a eleição de prefeitos bolsonaristas no ano que vem. "Quem tem o capital político é Bolsonaro, não o PSL. Podemos até apoiar candidatos de outros partidos." Gil e Eduardo fazem parte da ala do partido fiel a Bolsonaro e que vê com desconfiança a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), que pretende concorrer à Prefeitura de São Paulo no ano que vem. Segundo Gil, é preciso esperar para ver se Joice seguirá no PSL ou se irá atrás de Bolsonaro em outro partido. CRISE NO PSL Bolsonaro está incomodado com o presidente nacional da sigla, deputado Luciano Bivar (PE). Na terça (8), pediu a um apoiador que não divulgasse um vídeo no qual seu nome era mencionado junto do PSL e de Bivar porque o dirigente está "queimado para caramba". Ainda não foi definido o futuro partidário do presidente, que está filiado ao PSL há menos de dois anos. As legendas maiores não querem receber Bolsonaro porque veem nele uma tentativa de assumir o comando da agremiação à qual se vincular. A crise de Bolsonaro com o PSL ganhou nova dimensão na manhã de terça, quando ele pediu que um apoiador esquecesse o partido e disse que Bivar estava "queimado para caramba". "Esquece o PSL, esquece o PSL, ta ok?", cochichou Bolsonaro no ouvido do apoiador que o esperava na porta do Palácio da Alvorada, na terça, para gravar um vídeo. Um jovem aparentando ter entre 20 e 30 anos se aproximou do presidente com um celular para fazer um vídeo dizendo: "Eu sou do Recife, pré-candidato do PSL". Bolsonaro pede então que ele esqueça a legenda, mas o apoiador insiste. "Eu, Bolsonaro e Bivar juntos por um novo Recife, aê!", grita o jovem enquanto registra a cena com um celular em posição de selfie. Ao perceber que foi gravado, o presidente então pede que a imagem não seja divulgada. "Ô cara, não divulga isso não, pô. O cara [Bivar] tá queimado para caramba lá. Vai queimar o meu filme também. Esquece esse cara, esquece o partido", afirmou. O PSL enfrenta uma crise desde que foi atingido por suspeitas de candidaturas de laranjas, caso revelado pelo jornal Folha de S.Paulo em fevereiro e que já resultou na queda do ex-chefe da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno. Entre os suspeitos de irregularidades está Bivar, que é deputado federal, e o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. "Não há, da parte do presidente, agora, nenhuma formulação com relação a uma suposta transição do partido", afirmou o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, na segunda (7). Em fevereiro, a Folha de S.Paulo revelou que o hoje ministro do Turismo de Bolsonaro patrocinou em 2018, quando era presidente do PSL-MG e candidato a deputado federal, o desvio de verbas públicas do partido por meio de quatro candidatas do interior de Minas. Apesar de figurarem no topo das que nacionalmente mais receberam dinheiro público do PSL, R$ 279 mil, as quatro não apresentaram sinais evidentes de que tenham realizado campanha e, ao final, reuniram, juntas, apenas 2.074 votos. Parte dos recursos que Álvaro Antônio direcionou a elas, como presidente estadual da sigla, foi parar em empresas ligadas a assessores e ex-assessores de seu gabinete na Câmara. Álvaro Antônio foi alvo de denúncia pelo Ministério Público Federal na última sexta (4).

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP), eleita com mais de 2 milhões de votos no ano passado, afirmou nesta quarta (9) que trocar de partido é apenas trocar de problema. Em nota enviada à reportagem, a deputada comentou a possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro deixar o PSL. "Penso que trocar de partido só implica trocar de problema. Sair é um direito dele. Mas, em pouco tempo, ele estará infeliz no próximo. Não é uma praga, é só uma constatação", afirmou a deputada. Recordista de votos na disputa eleitoral, Janaina defende candidaturas independentes e não se envolve em questões partidárias. Ela já criticou posições do PSL e teve atritos com seus colegas de bancada. Em maio, por exemplo, sinalizou que sairia do partido após desentendimento com outros deputados da sigla num grupo de WhatsApp, mas voltou atrás. Na ocasião, ela se colocava contra a convocação de manifestação de apoio a Bolsonaro. Para o partido, no entanto, é um importante ativo. Por causa de sua votação expressiva, o PSL conquistou a maior bancada da Assembleia Legislativa de São Paulo, com 15 deputados. "Ficar, ou não, em um partido é uma decisão muito pessoal. Como defensora das candidaturas independentes de partidos, eu compreendo o desconforto do presidente. Por outro lado, pondero que o presidente vem, já há um bom tempo, trocando de partidos sucessivamente", afirma Janaina. Desde que entrou na política após passar para a reserva remunerada do Exército, em 1989, Jair Bolsonaro foi filiado a cinco partidos diferentes. Oficialmente, nos registros da Justiça Eleitoral, ele passou por oito agremiações, mas três delas eram fusões ou novas denominações de outros partidos —PDC, PPR e PPB, oriundos ou que deram origem ao partido hoje conhecido como PP. O presidente integrou o PP (Partido Progressista), o PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), o PFL (Partido da Frente Liberal), o PSC (Partido Social Cristão) e, desde 2018, o PSL (Partido Social Liberal). Ele também chegou a ser anunciado como filiado ao PEN-Patriota, em janeiro de 2018, mas desistiu e se filiou ao PSL, no qual se elegeu presidente da República. Questionada sobre a possibilidade de seguir Bolsonaro e deixar o PSL, como alguns deputados federais da sigla já indicaram que pretendem fazer, Janaina disse que "não tem essa hipótese". "A gente não pode", respondeu a deputada, lembrando que é necessária uma janela partidária para que os deputados troquem de sigla e mantenham o mandato. "Tem uma discussão jurídica. Pode até entrar com processo, vai ser uma dor de cabeça horrenda." A deputada enfatizou sua preferência pelas candidaturas independentes de partidos. "A minha esperança é a gente conseguir aprovar as candidaturas avulsas. Não por mim, mas pelo país. A gente se livra de partido." A deputada disse ainda que "partido não presta, nenhum presta". Vice-presidente do PSL em São Paulo, o deputado estadual Gil Diniz, que é ligado e subordinado ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), presidente estadual da sigla, diz que espera uma orientação do presidente Jair Bolsonaro sobre deixar o partido. Gil disse que o ideal é que o PSL expulse os descontentes, para que possam migrar sem perder o mandato. "Mas em último caso, se for essa orientação, eu sigo o presidente e deixo o PSL mesmo que eu perca o mandato." Enquanto a situação não se resolve, Gil afirma que continuará trabalhando para lançar candidatos a prefeito no ano que vem. "O trabalho continua, os diretórios municipais, as filiações", disse. Para ele, uma debandada do PSL não atrapalharia a eleição de prefeitos bolsonaristas no ano que vem. "Quem tem o capital político é Bolsonaro, não o PSL. Podemos até apoiar candidatos de outros partidos." Gil e Eduardo fazem parte da ala do partido fiel a Bolsonaro e que vê com desconfiança a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), que pretende concorrer à Prefeitura de São Paulo no ano que vem. Segundo Gil, é preciso esperar para ver se Joice seguirá no PSL ou se irá atrás de Bolsonaro em outro partido. CRISE NO PSL Bolsonaro está incomodado com o presidente nacional da sigla, deputado Luciano Bivar (PE). Na terça (8), pediu a um apoiador que não divulgasse um vídeo no qual seu nome era mencionado junto do PSL e de Bivar porque o dirigente está "queimado para caramba". Ainda não foi definido o futuro partidário do presidente, que está filiado ao PSL há menos de dois anos. As legendas maiores não querem receber Bolsonaro porque veem nele uma tentativa de assumir o comando da agremiação à qual se vincular. A crise de Bolsonaro com o PSL ganhou nova dimensão na manhã de terça, quando ele pediu que um apoiador esquecesse o partido e disse que Bivar estava "queimado para caramba". "Esquece o PSL, esquece o PSL, ta ok?", cochichou Bolsonaro no ouvido do apoiador que o esperava na porta do Palácio da Alvorada, na terça, para gravar um vídeo. Um jovem aparentando ter entre 20 e 30 anos se aproximou do presidente com um celular para fazer um vídeo dizendo: "Eu sou do Recife, pré-candidato do PSL". Bolsonaro pede então que ele esqueça a legenda, mas o apoiador insiste. "Eu, Bolsonaro e Bivar juntos por um novo Recife, aê!", grita o jovem enquanto registra a cena com um celular em posição de selfie. Ao perceber que foi gravado, o presidente então pede que a imagem não seja divulgada. "Ô cara, não divulga isso não, pô. O cara [Bivar] tá queimado para caramba lá. Vai queimar o meu filme também. Esquece esse cara, esquece o partido", afirmou. O PSL enfrenta uma crise desde que foi atingido por suspeitas de candidaturas de laranjas, caso revelado pelo jornal Folha de S.Paulo em fevereiro e que já resultou na queda do ex-chefe da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno. Entre os suspeitos de irregularidades está Bivar, que é deputado federal, e o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. "Não há, da parte do presidente, agora, nenhuma formulação com relação a uma suposta transição do partido", afirmou o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, na segunda (7). Em fevereiro, a Folha de S.Paulo revelou que o hoje ministro do Turismo de Bolsonaro patrocinou em 2018, quando era presidente do PSL-MG e candidato a deputado federal, o desvio de verbas públicas do partido por meio de quatro candidatas do interior de Minas. Apesar de figurarem no topo das que nacionalmente mais receberam dinheiro público do PSL, R$ 279 mil, as quatro não apresentaram sinais evidentes de que tenham realizado campanha e, ao final, reuniram, juntas, apenas 2.074 votos. Parte dos recursos que Álvaro Antônio direcionou a elas, como presidente estadual da sigla, foi parar em empresas ligadas a assessores e ex-assessores de seu gabinete na Câmara. Álvaro Antônio foi alvo de denúncia pelo Ministério Público Federal na última sexta (4).


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  • 41/56   Bolsonaro busca saída jurídica para deixar PSL e evitar cassação de deputados
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro diz estar decidido a deixar o PSL, mas busca uma saída jurídica para desembarcar do partido. O recado foi dado por ele a deputados e advogados em reunião na tarde desta quarta-feira (9) no Palácio do Planalto. O anúncio de mudança de partido, contudo, não deve ser feito imediatamente. A equipe jurídica que assessora o presidente trabalha agora na construção de uma saída para evitar que os deputados aliados que queiram migrar de legenda com Bolsonaro percam seus mandatos por infidelidade partidária. Ao deixar o Palácio do Planalto na noite desta quarta, ele tentou minimizar a crise e disse que, por enquanto, fica na legenda. "Por enquanto, eu continuo. Não tem crise. Briga de marido e mulher, de vez em quando acontece. Tudo bem. O problema não é meu, o pessoal quer um partido diferente, atuante. Este partido está estagnado. Não tem crise, não tem o que alimentar. Não tem confusão nenhuma", disse em rápida entrevista aos jornalistas. O presidente tentou ainda desfazer o mal-estar criado a partir de uma fala sua a um apoiador na véspera, quando pediu que um pré-candidato esquecesse o PSL. "Falei para o garoto: 'Esquece o PSL'. Por quê? Ele é pré-candidato a vereador, se começar a falar em partido é campanha antecipada, isso que eu falei para ele", afirmou. Atualmente, ao menos 20 parlamentares estariam dispostos a seguir Bolsonaro. Encabeçam a lista os filhos do presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro (SP) e o senador Flávio Bolsonaro (RJ). Em nota divulgada na tarde desta quarta, o grupo bolsonarista indicou a estratégia que deve ser adotada junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). No documento, eles dizem que, "comprometidos com o projeto de um novo Brasil", reiteram "o acordo firmado em 2018 com a grande maioria dos brasileiros de construir um país livre da corrupção, em nome dos valores republicanos voltados à consolidação da nossa bandeira de ética na democracia e de justiça social". "Para isso, é necessário construir uma plataforma partidária ampla, cujo núcleo central é a solidez de um partido orientado pelos princípios e valores expostos acima, que nos foram confiados e seguem sendo defendidos pelos brasileiros. Esse partido, para nós, ainda é o PSL.” Hoje, a legislação só permite quatro situações de justa causa para desfiliação partidária —em que o parlamentar pode mudar de partido sem perder o mandato: fusão ou incorporação do partido; mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; grave discriminação política pessoal; e, no último ano de mandato, sair para disputar eleição. O texto intitulado “Nota de apoio ao presidente Jair Bolsonaro” é assinado por 20 deputados, entre os quais o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (GO), Bia Kicis (DF), Carla Zambelli (SP), Hélio Negão (RJ), Bibo Nunes (RS) e Eduardo Bolsonaro (SP). Os advogados que assessoram Bolsonaro e esse grupo de parlamentares pretendem usar o argumento de que a direção do PSL tem descumprido o programa do partido ao não dar transparência, por exemplo, à gestão do fundo partidário. Nos bastidores, os grupos de Bolsonaro e de Bivar dizem que o que está em jogo, no fundo, é a chave do cofre dos R$ 110 milhões de fundo partidário ao que PSL vai receber até o fim do ano. Nanica até o ano passado, quando recebeu R$ 9,2 milhões, a legenda se expandiu na onda bolsonarista nas eleições de 2018, quando elegeu 56 deputados e 4 senadores. A estratégia também deve ser pautada por uma disputa de narrativas para os apoiadores de Bolsonaro nas redes sociais. O grupo quer construir o discurso de que, enquanto eles defendem “novas práticas, com a instauração de mecanismos que garantam absoluta transparência na utilização de recursos públicos e democracia nas decisões, a direção do PSL, comanda por Luciano Bivar faz uma gestão autoritária e fechada numa “caixa preta”. De acordo com relatos de aliados do presidente à reportagem, o grupo bolsonarista também deve esperar retaliações da atual direção —o que justificaria a perseguição apontada na lei. Uma ala da sigla também defende que o escândalo das candidaturas laranjas do PSL, caso revelado pelo jornal Folha de S.Paulo, seja apontado como justa causa para uma desfiliação. Na saída de encontro no Planalto, o ex-ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e consultor informal do presidente Admar Gonzaga reconheceu que Bolsonaro está incomodado com a imagem da sigla. "A única coisa que ele tem em mente é a transparência do ambiente onde ele está convivendo. Então, como isso não foi permitido no ambiente em que ele se encontra, ele, como tem a bandeira da nova política e da transparência com o dinheiro público, não está confortável no ambiente em que se encontra." Admar ressaltou que a falta de transparência com recursos do fundo partidário é uma das alegações plausíveis para uma desfiliação por justa causa. O esquema das candidaturas de laranjas foi abastecido exclusivamente por verba pública dos fundos eleitoral e partidário. "Com justa causa, segundo a jurisprudência do TSE, é possível sair do partido sem perda de mandato. Essa é a regra da fidelidade partidária", disse. "Sobretudo a justa causa você tem quando você não tem transparência com os recursos do fundo partidário", acrescentou Admar Gonzaga. Além disso, os advogados estão construindo também uma forma para que os recursos do fundo partidário sejam transferidos para a futura sigla à qual o presidente e seus aliados pretendem se filiar. Em 2020 o PSL pode receber até R$ 500 milhões de dinheiro público, caso o fundo eleitoral seja turbinado. O valor da verba será definido pelo Congresso até o final deste ano. Há pressão para que a cifra chegue a R$ 3,7 bilhões para todos os partidos —em 2018 foi de R$ 1,7 bilhão. ?Bolsonaro está incomodado com o presidente nacional da sigla, deputado Luciano Bivar (PE). Na terça (8), ele pediu a um apoiador que não divulgasse um vídeo no qual seu nome era mencionado junto do PSL e de Bivar porque o dirigente, segundo ele, está "queimado para caramba". Nesta quarta, Bivar disse ao UOL: "No momento que ele [Bolsonaro] tem o sentimento de que é hora de descartar o PSL para ser reeleito, então é uma estratégia". Já Bolsonaro afirmou ao site O Antagonista que não pretendia deixar o PSL “de livre e espontânea vontade”. “Comigo fora da legenda, a tendência do PSL é murchar. Se eu sair, é natural que muita gente saia também”, disse. Ainda não foi definido o futuro partidário do presidente, que está filiado ao PSL há menos de dois anos. As maiores legendas do país não querem receber Bolsonaro porque veem nele uma tentativa de assumir o comando da agremiação à qual se vincular. A hipótese hoje considerada mais provável por aliados do presidente é a filiação dele à UDN (União Democrática Nacional), partido em fase final de criação na Justiça Eleitoral. Bolsonaro deve se reunir até o início da semana que vem com Marcus Alves de Souza, dirigente nacional da legenda que resgata o nome do partido criado em 1945 como oposição a Getulio Vargas e que foi extinto em 1965, durante a ditadura militar. Para que um grupo de deputados deixe o partido sem perder o mandato, a equipe jurídica tem avaliado a possibilidade de usar o escândalo das candidaturas laranjas do PSL como justa causa para uma desfiliação. A maior probabilidade é que Bolsonaro migre para uma sigla já existente. A possibilidade de criação de um partido é vista como remota, já que isso implicaria uma série de trâmites previstos na Justiça Eleitoral. "Eu não vejo ambiente hoje em dia para a criação de partido, mas existe um grupo muito grande de eleitores brasileiros que eu acho que estariam dispostos para talvez dar apoio. O problema é a logística disso. É a conferência de assinaturas e tem uma série de dificuldades", disse. Diante disso, Bolsonaro deve ser abrigado em uma legenda pequena. Até o momento, partidos como o Patriota já demonstraram interesse em acolher o presidente. No ano passado, quando buscava uma agremiação para disputar a Presidência, Bolsonaro cogitou filiação ao PEN, hoje com o nome de Patriota. O presidente da sigla, Adilson Barroso, é favorável a esse movimento, mas encontra dificuldade interna na legenda. "São diversos desgastes e o presidente sempre levantou a bandeira da ética e da transparência. E exigia isso sempre dos dirigentes do partido. Mas foi muito difícil entrar em um acordo quando um partido não está disposto a abrir simplesmente uma votação democrática, seja para alteração de estatuto, seja para eleição de dirigentes. Então, ficou insustentável", disse a advogada do presidente Karina Kufa, que participou do encontro. Desde que entrou na política após passar para a reserva remunerada do Exército, em 1989, Jair Bolsonaro (RJ) foi filiado a cinco partidos diferentes. Oficialmente, nos registros da Justiça Eleitoral, ele passou por oito agremiações, mas três delas eram fusões ou novas denominações de outros partidos (PDC, PPR e PPB, oriundos ou que deram origem ao partido hoje conhecido como PP). O presidente integrou o PP (Partido Progressista), o PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), o PFL (Partido da Frente Liberal), o PSC (Partido Social Cristão) e por fim, desde 2018, o PSL (Partido Social Liberal). Ele também chegou a ser anunciado como filiado ao PEN-Patriota, em janeiro de 2018, mas depois desistiu e se filiou ao PSL, no qual se elegeu presidente da República. CRISE NO PSL O PSL enfrenta uma crise desde que foi atingido por suspeitas de candidaturas de laranjas, caso revelado pela Folha de S.Paulo em fevereiro e que já resultou na queda do ex-chefe da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno. O escândalo de candidatas femininas de fachada atinge não só o ministro do Turismo de Bolsonaro, Marcelo Álvaro Antônio, mas também Bivar, presidente nacional da legenda. Álvaro Antônio foi alvo de denúncia pelo Ministério Público Federal na última sexta-feira (4). Bolsonaro cancelou na tarde desta quarta reunião com Álvaro Antônio sem apresentar justificativa —o encontro constava da agenda do presidente. De acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, os dois não se reuniram por "incompatibilidade de agenda". Na segunda-feira (7), o porta-voz havia dito que "não há, da parte do presidente, agora, nenhuma formulação com relação a uma suposta transição do partido". Bivar começou a ser investigado pela Polícia Federal após a Folha de S.Paulo revelar que ele patrocinou a destinação de R$ 400 mil de verba eleitoral do partido para uma secretária da sigla em Pernambuco, a quatro dias da eleição. Maria de Lourdes Paixão oficialmente concorreu a deputada federal e, apesar de ser a terceira maior beneficiada com verba do PSL em todo o país, obteve apenas 274 votos. O PSL foi criado em 1998 por Bivar e, nos 20 anos seguintes, foi uma sigla nanica, de baixíssima expressão política nacional. Somente no começo de 2018 a sua história mudou ao acertar a filiação de Bolsonaro, que desistiu de ingressar no Patriota e sacramentou a sétima mudança de partido em sua carreira política. Com a onda que deu a vitória a Bolsonaro em outubro de 2018, o PSL foi a sigla mais votada e acabou elegendo a segunda maior bancada da Câmara dos Deputados. Os cofres do partido também ficaram recheados. Em 2018 a sigla recebeu pouco mais de R$ 9 milhões do fundo partidário, que é a fonte pública de receita das legendas. Com os votos recebidos na onda Bolsonaro, o partido terá essa verba multiplicada por 12 neste ano, sendo a número 1 do ranking, com cerca de R$ 110 milhões. RAIO-X DO PSL 271.195 filiados (em ago.19) 3 governadores 53 deputados federais 3 senadores R$ 110 milhões em repasses do fundo partidário em 2019 (estimativa)

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro diz estar decidido a deixar o PSL, mas busca uma saída jurídica para desembarcar do partido. O recado foi dado por ele a deputados e advogados em reunião na tarde desta quarta-feira (9) no Palácio do Planalto. O anúncio de mudança de partido, contudo, não deve ser feito imediatamente. A equipe jurídica que assessora o presidente trabalha agora na construção de uma saída para evitar que os deputados aliados que queiram migrar de legenda com Bolsonaro percam seus mandatos por infidelidade partidária. Ao deixar o Palácio do Planalto na noite desta quarta, ele tentou minimizar a crise e disse que, por enquanto, fica na legenda. "Por enquanto, eu continuo. Não tem crise. Briga de marido e mulher, de vez em quando acontece. Tudo bem. O problema não é meu, o pessoal quer um partido diferente, atuante. Este partido está estagnado. Não tem crise, não tem o que alimentar. Não tem confusão nenhuma", disse em rápida entrevista aos jornalistas. O presidente tentou ainda desfazer o mal-estar criado a partir de uma fala sua a um apoiador na véspera, quando pediu que um pré-candidato esquecesse o PSL. "Falei para o garoto: 'Esquece o PSL'. Por quê? Ele é pré-candidato a vereador, se começar a falar em partido é campanha antecipada, isso que eu falei para ele", afirmou. Atualmente, ao menos 20 parlamentares estariam dispostos a seguir Bolsonaro. Encabeçam a lista os filhos do presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro (SP) e o senador Flávio Bolsonaro (RJ). Em nota divulgada na tarde desta quarta, o grupo bolsonarista indicou a estratégia que deve ser adotada junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). No documento, eles dizem que, "comprometidos com o projeto de um novo Brasil", reiteram "o acordo firmado em 2018 com a grande maioria dos brasileiros de construir um país livre da corrupção, em nome dos valores republicanos voltados à consolidação da nossa bandeira de ética na democracia e de justiça social". "Para isso, é necessário construir uma plataforma partidária ampla, cujo núcleo central é a solidez de um partido orientado pelos princípios e valores expostos acima, que nos foram confiados e seguem sendo defendidos pelos brasileiros. Esse partido, para nós, ainda é o PSL.” Hoje, a legislação só permite quatro situações de justa causa para desfiliação partidária —em que o parlamentar pode mudar de partido sem perder o mandato: fusão ou incorporação do partido; mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; grave discriminação política pessoal; e, no último ano de mandato, sair para disputar eleição. O texto intitulado “Nota de apoio ao presidente Jair Bolsonaro” é assinado por 20 deputados, entre os quais o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (GO), Bia Kicis (DF), Carla Zambelli (SP), Hélio Negão (RJ), Bibo Nunes (RS) e Eduardo Bolsonaro (SP). Os advogados que assessoram Bolsonaro e esse grupo de parlamentares pretendem usar o argumento de que a direção do PSL tem descumprido o programa do partido ao não dar transparência, por exemplo, à gestão do fundo partidário. Nos bastidores, os grupos de Bolsonaro e de Bivar dizem que o que está em jogo, no fundo, é a chave do cofre dos R$ 110 milhões de fundo partidário ao que PSL vai receber até o fim do ano. Nanica até o ano passado, quando recebeu R$ 9,2 milhões, a legenda se expandiu na onda bolsonarista nas eleições de 2018, quando elegeu 56 deputados e 4 senadores. A estratégia também deve ser pautada por uma disputa de narrativas para os apoiadores de Bolsonaro nas redes sociais. O grupo quer construir o discurso de que, enquanto eles defendem “novas práticas, com a instauração de mecanismos que garantam absoluta transparência na utilização de recursos públicos e democracia nas decisões, a direção do PSL, comanda por Luciano Bivar faz uma gestão autoritária e fechada numa “caixa preta”. De acordo com relatos de aliados do presidente à reportagem, o grupo bolsonarista também deve esperar retaliações da atual direção —o que justificaria a perseguição apontada na lei. Uma ala da sigla também defende que o escândalo das candidaturas laranjas do PSL, caso revelado pelo jornal Folha de S.Paulo, seja apontado como justa causa para uma desfiliação. Na saída de encontro no Planalto, o ex-ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e consultor informal do presidente Admar Gonzaga reconheceu que Bolsonaro está incomodado com a imagem da sigla. "A única coisa que ele tem em mente é a transparência do ambiente onde ele está convivendo. Então, como isso não foi permitido no ambiente em que ele se encontra, ele, como tem a bandeira da nova política e da transparência com o dinheiro público, não está confortável no ambiente em que se encontra." Admar ressaltou que a falta de transparência com recursos do fundo partidário é uma das alegações plausíveis para uma desfiliação por justa causa. O esquema das candidaturas de laranjas foi abastecido exclusivamente por verba pública dos fundos eleitoral e partidário. "Com justa causa, segundo a jurisprudência do TSE, é possível sair do partido sem perda de mandato. Essa é a regra da fidelidade partidária", disse. "Sobretudo a justa causa você tem quando você não tem transparência com os recursos do fundo partidário", acrescentou Admar Gonzaga. Além disso, os advogados estão construindo também uma forma para que os recursos do fundo partidário sejam transferidos para a futura sigla à qual o presidente e seus aliados pretendem se filiar. Em 2020 o PSL pode receber até R$ 500 milhões de dinheiro público, caso o fundo eleitoral seja turbinado. O valor da verba será definido pelo Congresso até o final deste ano. Há pressão para que a cifra chegue a R$ 3,7 bilhões para todos os partidos —em 2018 foi de R$ 1,7 bilhão. ?Bolsonaro está incomodado com o presidente nacional da sigla, deputado Luciano Bivar (PE). Na terça (8), ele pediu a um apoiador que não divulgasse um vídeo no qual seu nome era mencionado junto do PSL e de Bivar porque o dirigente, segundo ele, está "queimado para caramba". Nesta quarta, Bivar disse ao UOL: "No momento que ele [Bolsonaro] tem o sentimento de que é hora de descartar o PSL para ser reeleito, então é uma estratégia". Já Bolsonaro afirmou ao site O Antagonista que não pretendia deixar o PSL “de livre e espontânea vontade”. “Comigo fora da legenda, a tendência do PSL é murchar. Se eu sair, é natural que muita gente saia também”, disse. Ainda não foi definido o futuro partidário do presidente, que está filiado ao PSL há menos de dois anos. As maiores legendas do país não querem receber Bolsonaro porque veem nele uma tentativa de assumir o comando da agremiação à qual se vincular. A hipótese hoje considerada mais provável por aliados do presidente é a filiação dele à UDN (União Democrática Nacional), partido em fase final de criação na Justiça Eleitoral. Bolsonaro deve se reunir até o início da semana que vem com Marcus Alves de Souza, dirigente nacional da legenda que resgata o nome do partido criado em 1945 como oposição a Getulio Vargas e que foi extinto em 1965, durante a ditadura militar. Para que um grupo de deputados deixe o partido sem perder o mandato, a equipe jurídica tem avaliado a possibilidade de usar o escândalo das candidaturas laranjas do PSL como justa causa para uma desfiliação. A maior probabilidade é que Bolsonaro migre para uma sigla já existente. A possibilidade de criação de um partido é vista como remota, já que isso implicaria uma série de trâmites previstos na Justiça Eleitoral. "Eu não vejo ambiente hoje em dia para a criação de partido, mas existe um grupo muito grande de eleitores brasileiros que eu acho que estariam dispostos para talvez dar apoio. O problema é a logística disso. É a conferência de assinaturas e tem uma série de dificuldades", disse. Diante disso, Bolsonaro deve ser abrigado em uma legenda pequena. Até o momento, partidos como o Patriota já demonstraram interesse em acolher o presidente. No ano passado, quando buscava uma agremiação para disputar a Presidência, Bolsonaro cogitou filiação ao PEN, hoje com o nome de Patriota. O presidente da sigla, Adilson Barroso, é favorável a esse movimento, mas encontra dificuldade interna na legenda. "São diversos desgastes e o presidente sempre levantou a bandeira da ética e da transparência. E exigia isso sempre dos dirigentes do partido. Mas foi muito difícil entrar em um acordo quando um partido não está disposto a abrir simplesmente uma votação democrática, seja para alteração de estatuto, seja para eleição de dirigentes. Então, ficou insustentável", disse a advogada do presidente Karina Kufa, que participou do encontro. Desde que entrou na política após passar para a reserva remunerada do Exército, em 1989, Jair Bolsonaro (RJ) foi filiado a cinco partidos diferentes. Oficialmente, nos registros da Justiça Eleitoral, ele passou por oito agremiações, mas três delas eram fusões ou novas denominações de outros partidos (PDC, PPR e PPB, oriundos ou que deram origem ao partido hoje conhecido como PP). O presidente integrou o PP (Partido Progressista), o PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), o PFL (Partido da Frente Liberal), o PSC (Partido Social Cristão) e por fim, desde 2018, o PSL (Partido Social Liberal). Ele também chegou a ser anunciado como filiado ao PEN-Patriota, em janeiro de 2018, mas depois desistiu e se filiou ao PSL, no qual se elegeu presidente da República. CRISE NO PSL O PSL enfrenta uma crise desde que foi atingido por suspeitas de candidaturas de laranjas, caso revelado pela Folha de S.Paulo em fevereiro e que já resultou na queda do ex-chefe da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno. O escândalo de candidatas femininas de fachada atinge não só o ministro do Turismo de Bolsonaro, Marcelo Álvaro Antônio, mas também Bivar, presidente nacional da legenda. Álvaro Antônio foi alvo de denúncia pelo Ministério Público Federal na última sexta-feira (4). Bolsonaro cancelou na tarde desta quarta reunião com Álvaro Antônio sem apresentar justificativa —o encontro constava da agenda do presidente. De acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, os dois não se reuniram por "incompatibilidade de agenda". Na segunda-feira (7), o porta-voz havia dito que "não há, da parte do presidente, agora, nenhuma formulação com relação a uma suposta transição do partido". Bivar começou a ser investigado pela Polícia Federal após a Folha de S.Paulo revelar que ele patrocinou a destinação de R$ 400 mil de verba eleitoral do partido para uma secretária da sigla em Pernambuco, a quatro dias da eleição. Maria de Lourdes Paixão oficialmente concorreu a deputada federal e, apesar de ser a terceira maior beneficiada com verba do PSL em todo o país, obteve apenas 274 votos. O PSL foi criado em 1998 por Bivar e, nos 20 anos seguintes, foi uma sigla nanica, de baixíssima expressão política nacional. Somente no começo de 2018 a sua história mudou ao acertar a filiação de Bolsonaro, que desistiu de ingressar no Patriota e sacramentou a sétima mudança de partido em sua carreira política. Com a onda que deu a vitória a Bolsonaro em outubro de 2018, o PSL foi a sigla mais votada e acabou elegendo a segunda maior bancada da Câmara dos Deputados. Os cofres do partido também ficaram recheados. Em 2018 a sigla recebeu pouco mais de R$ 9 milhões do fundo partidário, que é a fonte pública de receita das legendas. Com os votos recebidos na onda Bolsonaro, o partido terá essa verba multiplicada por 12 neste ano, sendo a número 1 do ranking, com cerca de R$ 110 milhões. RAIO-X DO PSL 271.195 filiados (em ago.19) 3 governadores 53 deputados federais 3 senadores R$ 110 milhões em repasses do fundo partidário em 2019 (estimativa)


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  • 42/56   Evangélicos ganham influência em uma Argentina em crise
    WORLD TOPIC NEWS

    "Senhor Jesus Cristo, a partir de hoje tu serás minha Cidade Refúgio", exclama um pastor evangélico, despertando o fervor de milhares de seguidores em um antigo cinema de um bairro popular na província de Buenos Aires.

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  • 43/56   Turquia lança ofensiva contra milícia curda na Síria
    WORLD TOPIC NEWS

    A Turquia iniciou nesta quarta-feira (9) uma operação militar no nordeste da Síria, uma ofensiva que desperta o receio da comunidade internacional e que tem como alvos combatentes curdos considerados por Ancara um grupo terrorista.

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  • 44/56   Partido Farc expulsa ex-chefes rebeldes que se rearmaram na Colômbia
    WORLD TOPIC NEWS

    O partido Farc, surgido do acordo de paz na Colômbia, oficializou nesta quarta-feira a expulsão de um grupo de ex-líderes rebeldes que no final de agosto anunciaram que voltariam às armas.

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  • 45/56   Presidente peruano promulga decreto para eleições legislativas em 2020
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente peruano, Martín Vizcarra, promulgou nesta quarta-feira um decreto de emergência que estabelece medidas excepcionais para garantir a realização de eleições legislativas em janeiro de 2020, após a dissolução do Congresso.

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  • 46/56   Analista americano preso por vazar dados secretos
    WORLD TOPIC NEWS

    Um analista antiterrorista da Agência de Inteligência de Defesa dos Estados Unidos (DIA) foi preso por vazar informações secretas para jornalistas, informaram as autoridades nesta quarta-feira (9).

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  • 47/56   Em cerimônia, parlamentares defendem educação como pauta prioritária
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Deputados e senadores chamam atenção para a necessidade de investimento em educação durante evento da Frente Parlamentar Mista da Educação, que ocorreu na tarde desta quarta-feira (9) no Congresso Nacional. “[A expectativa da Frente] é que o Congresso Nacional, que ainda não tem a educação como prioridade, o país, que não tem educação como prioridade, possa dizer que investir em educação significa investir em desenvolvimento, em economia, em garantia de emprego”, defende a presidente da Frente, Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO). A Frente promove hoje o Dia de Mobilização pela Educação e propõe o uso da hashtag EducaçãoNaFrente nas redes sociais. A intenção é, no mês de outubro, que reúne datas como o dia das crianças (12), dia do professor (15) e o dia nacional do livro (29), reforçar a educação como importante pauta. A deputada Professora Dorinha, participa do Dia de Mobilização pela Educação - EducaçãoNaFrente no Salão Nobre do Senado Federal - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil“Sou filha de uma professora de uma escola pública, de Goiânia, de um bairro muito pobre, e o que eu conheci e vivi foi ensinado pela dona Consuêlo [Maria Consuêlo Seabra] minha mãe, como professora. A vida da minha família mudou pela educação”, diz Dorinha, que acrescenta: “A educação transforma sim vidas, histórias, e pode transformar o nosso país”.  FundebA deputada é relatora na comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a PEC 15/15, que torna permanente o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).O fundo é hoje o principal mecanismo de financiamento da educação básica, que vai da creche ao ensino médio. Equivale, segundo o Ministério da Educação (MEC), a 63% de tudo o que é investido nas escolas públicas do Brasil.O dinheiro é usado para pagamento do salário dos professores e para ações de manutenção e desenvolvimento do ensino, como a construção de quadras de esportes, reforma de instalações físicas, aquisição de carteiras, computadores, televisores e outros equipamentos, entre outras ações.A deputada defende a ampliação da contribuição da União nesse fundo, passando dos atuais 10% do Fundeb para 40%, gradualmente, até 2031. Essa proposta é criticada pelo Ministério da Educação (MEC), que alega inviabilidade orçamentária e defende o aumento para 15% até 2026. Dorinha enfatiza que o debate em torno do Fundeb não pode se restringir a percentuais. “A educação básica é muito mais do que isso. São quase 50 milhões de alunos e muitos que ainda estão fora da escola. Significa enxergar que temos escolas quilombolas, que precisam de tratamento diferenciado, é enxergar as aldeias indígenas, que querem e esperam educação e acreditam que ela pode melhorar a qualidade de vida, [enxergar] a educação organizada nas periferias das cidades grandes e também dos pequenos municípios”, enfatiza.  Fonte dos recursos O presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB-PB), também defende mais recursos para educação, mas ressalta que é necessário apontar as fontes desses recursos. “Nesse cenário de aperto fiscal, não basta defender mais recursos para educação. Além disso, tem que dizer de onde vai tirar. Tem que ter honestidade política de apontar onde está o excesso para que tenha debate com pé no chão”, diz. O deputado é autor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 147/2019, conhecida como PEC dos Penduricalhos. A PEC altera o artigo 37 da Constituição Federal, acabando com acréscimos como auxílios creche, mudança, livro, aluguel, alimentação e outros, para agentes públicos que recebem mais de um quarto do salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal, ou seja, cerca de R$ 10 mil.

    Deputados e senadores chamam atenção para a necessidade de investimento em educação durante evento da Frente Parlamentar Mista da Educação, que ocorreu na tarde desta quarta-feira (9) no Congresso Nacional. “[A expectativa da Frente] é que o Congresso Nacional, que ainda não tem a educação como prioridade, o país, que não tem educação como prioridade, possa dizer que investir em educação significa investir em desenvolvimento, em economia, em garantia de emprego”, defende a presidente da Frente, Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO). A Frente promove hoje o Dia de Mobilização pela Educação e propõe o uso da hashtag EducaçãoNaFrente nas redes sociais. A intenção é, no mês de outubro, que reúne datas como o dia das crianças (12), dia do professor (15) e o dia nacional do livro (29), reforçar a educação como importante pauta. A deputada Professora Dorinha, participa do Dia de Mobilização pela Educação - EducaçãoNaFrente no Salão Nobre do Senado Federal - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil“Sou filha de uma professora de uma escola pública, de Goiânia, de um bairro muito pobre, e o que eu conheci e vivi foi ensinado pela dona Consuêlo [Maria Consuêlo Seabra] minha mãe, como professora. A vida da minha família mudou pela educação”, diz Dorinha, que acrescenta: “A educação transforma sim vidas, histórias, e pode transformar o nosso país”.  FundebA deputada é relatora na comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a PEC 15/15, que torna permanente o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).O fundo é hoje o principal mecanismo de financiamento da educação básica, que vai da creche ao ensino médio. Equivale, segundo o Ministério da Educação (MEC), a 63% de tudo o que é investido nas escolas públicas do Brasil.O dinheiro é usado para pagamento do salário dos professores e para ações de manutenção e desenvolvimento do ensino, como a construção de quadras de esportes, reforma de instalações físicas, aquisição de carteiras, computadores, televisores e outros equipamentos, entre outras ações.A deputada defende a ampliação da contribuição da União nesse fundo, passando dos atuais 10% do Fundeb para 40%, gradualmente, até 2031. Essa proposta é criticada pelo Ministério da Educação (MEC), que alega inviabilidade orçamentária e defende o aumento para 15% até 2026. Dorinha enfatiza que o debate em torno do Fundeb não pode se restringir a percentuais. “A educação básica é muito mais do que isso. São quase 50 milhões de alunos e muitos que ainda estão fora da escola. Significa enxergar que temos escolas quilombolas, que precisam de tratamento diferenciado, é enxergar as aldeias indígenas, que querem e esperam educação e acreditam que ela pode melhorar a qualidade de vida, [enxergar] a educação organizada nas periferias das cidades grandes e também dos pequenos municípios”, enfatiza.  Fonte dos recursos O presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB-PB), também defende mais recursos para educação, mas ressalta que é necessário apontar as fontes desses recursos. “Nesse cenário de aperto fiscal, não basta defender mais recursos para educação. Além disso, tem que dizer de onde vai tirar. Tem que ter honestidade política de apontar onde está o excesso para que tenha debate com pé no chão”, diz. O deputado é autor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 147/2019, conhecida como PEC dos Penduricalhos. A PEC altera o artigo 37 da Constituição Federal, acabando com acréscimos como auxílios creche, mudança, livro, aluguel, alimentação e outros, para agentes públicos que recebem mais de um quarto do salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal, ou seja, cerca de R$ 10 mil.


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  • 48/56   Indígenas reativam a revolta contra os pacotes do FMI no Equador
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Milhares de homens e mulheres que dizem estar em pé de guerra. Eles exalam desconfiança. Depois que se acreditou que sua revolta fora controlada, os indígenas estão novamente nas ruas de Quito para combater um velho adversário: os "pacotes do FMI".

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  • 49/56   Congresso aprova reajuste do mínimo somente pela inflação em 2020
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Congresso Nacional aprovou o projeto de LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para 2020 com salário mínimo reajustado somente pela inflação.

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  • 50/56   Equipe de campanha de Biden critica Facebook por manter anúncio de Trump
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A equipe da campanha de Joe Biden, pré-candidato democrata às eleições presidenciais nos Estados Unidos, criticou nesta quarta-feira (9) o Facebook por se negar a retirar um anúncio do presidente Donald Trump que divulga informações falsas sobre o ex-vice-presidente de Barack Obama.

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  • 51/56   Johnson é multada em US$ 8 bi por remédio causar crescimento de seios em meninos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A companhia era acusada de subestimar o risco de que o medicamento poderia levar ao crescimento de seios em meninos em seu marketing.

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  • 52/56   Londres e Bruxelas darão impulso a negociação de acordo para o Brexit
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Londres e Bruxelas concordaram nesta quarta-feira em dar um último impulso à negociação de um acordo "muito difícil, mas possível", antes do Brexit, planejado para 31 de outubro.

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  • 53/56   Movimento ambientalista quer paralisar aeroporto de Londres por três dias
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Os ecologistas do movimento de desobediência civil Extinction Rebellion (XR), que, na segunda-feira, empreenderam ações de protesto contra a falta de ação contra a crise climática em todo o mundo, anunciaram que planejam paralisar pacificamente o aeroporto de London City por três dias a partir desta quinta-feira.

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  • 54/56   Bomba atômica é 'ameaça para Humanidade', diz Irã
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A bomba atômica é "uma ameaça à humanidade", disse o aiatolá Ali Khamenei em Teerã nesta quarta-feira (9), lembrando que a fabricação e o uso de armas nucleares são contrários aos ensinamentos do Islã.

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  • 55/56   Publicidade de hambúrger em que mulher é agredida gera polêmica na Bélgica
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Um anúncio em que uma mulher é agredida por um homem porque ela não deu a ele o hambúrguer da marca certa gerou uma onda de críticas na Bélgica, onde consumidores e políticos caracterizam a publicidade de "repugnante" e "irresponsável".

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  • 56/56   Equador decreta toque de recolher em torno de prédios públicos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O presidente do Equador, Lenín Moreno, decretou nesta terça-feira o toque de recolher para proteger os prédios públicos dos protestos deflagrados com a alta nos preços dos combustíveis, após tentativas de invasão do Congresso e da Casa de Governo.

    O presidente do Equador, Lenín Moreno, decretou nesta terça-feira o toque de recolher para proteger os prédios públicos dos protestos deflagrados com a alta nos preços dos combustíveis, após tentativas de invasão do Congresso e da Casa de Governo.


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