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Noticias Slideshows (06/11/2019 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


    RACISMO É CRIME   Bragantino   Jottape   Hoje o Vasco   tarcísio meira   Coby White   Dwight Howard   Trae Young   Kentucky   Fora Andrea   harry e louis   Boylen   Votando   Meu Quiz   lindbergh   Antônio Carlos Zago   Stiles   Choco Biscuit   Bugre   Tiago Nunes   Lima   Peru   Enem   CPMI   Pedro Sampaio   
  • 2/56   Tim Cook, CEO da Apple: 'Ser gay não é uma limitação, é uma característica'

    Cinco anos depois de revelar publicamente que e gay, Tim Cook deixou claro quenao tem nenhum arrependimento.

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  • 3/56   Aprenda a desinstalar apps em seu smartphone Android

    Apagar um aplicativo do celular pode ser importante para deixá-lo mais rápido e liberar mais memória interna. Preparamos um tutorial com o passo a passo simples para você conseguir desinstalar apps com agilidade e segurança

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  • 4/56   Microsoft Ignite | Veja os principais anúncios do evento em 2019

    Evento da gigante de Redmond focado em desenvolvedores e profissionais de TI trouxe mais de 170 novidades. As principais, no entanto, ficaram por conta de anúncios sobre o Azure, Microsoft Edge e Visual Studio, além da criação de novos recursos como o criador de BOTS

    Evento da gigante de Redmond focado em desenvolvedores e profissionais de TI trouxe mais de 170 novidades. As principais, no entanto, ficaram por conta de anúncios sobre o Azure, Microsoft Edge e Visual Studio, além da criação de novos recursos como o criador de BOTS


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  • 5/56   Galaxy S11 pode chegar com câmera de 108 megapixels em 2020

    Novos vazamentos sobre o próximo smartphone da Samsung, que deve ser anunciado em fevereiro de 2020, confirmam o foco na melhora das câmeras fotográficas traseiras, incluindo uma grande angular e software similar ao Deep Fusion, da Apple

    Novos vazamentos sobre o próximo smartphone da Samsung, que deve ser anunciado em fevereiro de 2020, confirmam o foco na melhora das câmeras fotográficas traseiras, incluindo uma grande angular e software similar ao Deep Fusion, da Apple


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  • 6/56   Apple, Google e Amazon vendem produtos de empresas que violam direitos humanos

    Companhias continuam oferecendo em suas lojas aplicativos e produtos da Hikvision, Dahua e iFlytek, todas envolvidas diretamente com a perseguição à minoria Uyghur e no envio dessas pessoas a campos de concentração pelo governo chinês

    Companhias continuam oferecendo em suas lojas aplicativos e produtos da Hikvision, Dahua e iFlytek, todas envolvidas diretamente com a perseguição à minoria Uyghur e no envio dessas pessoas a campos de concentração pelo governo chinês


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  • 7/56   O que se sabe sobre Bolsonaro e o caso Marielle

    SÃO PAULO, SP, E RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - No último dia 29, o Jornal Nacional, da TV Globo, veiculou reportagem que faz menção ao nome do presidente Jair Bolsonaro na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes, em março de 2018. Segundo o Jornal Nacional, o depoimento de um porteiro do condomínio onde Bolsonaro tem casa na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, indicaria que um dos acusados pelo assassinato teria chegado ao local e dito que iria à casa do então deputado. Isso teria acontecido horas antes da morte de Marielle. O Ministério Público disse, no último dia 30, que o depoimento do porteiro não condiz com as provas técnicas obtidas e que ele pode ter mentido. No dia da morte de Marielle, Bolsonaro estava em Brasília. Ele nega ter qualquer relação com o crime. Abaixo, entenda o que se sabe até agora e veja perguntas ainda sem resposta. O que disse o porteiro, segundo a TV Globo? Em depoimento, o porteiro afirmou que Élcio Queiroz, acusado pelo assassinato de Marielle e Anderson, chegou ao condomínio em que Jair Bolsonaro (PSL) tem casa, na Barra da Tijuca (zona oeste do Rio), e disse, na portaria, que iria à residência do então deputado federal (nº 58). O porteiro interfonou para a casa 58 para confirmar se Élcio estava autorizado a entrar e identificou a pessoa que atendeu como “seu Jair”, em referência ao presidente. O porteiro disse que acompanhou a movimentação nas câmeras de segurança e que viu que, ao entrar no condomínio, o carro de Élcio se dirigiu à casa 66. Lá morava Ronnie Lessa, também acusado pela morte de Marielle. O porteiro então ligou novamente para a casa 58 e a mesma pessoa, que ele identificou como “seu Jair”, disse que sabia para onde Élcio se dirigia. Quando a reunião ocorreu? Horas antes do crime, em 14 de março de 2018. Onde estava Jair Bolsonaro no momento em que Élcio foi ao seu condomínio? Registros oficiais da Câmara dos Deputados apontam que Bolsonaro participou de votações na Casa às 14h e 20h30, em Brasília. Não podia, portanto, estar no Rio de Janeiro. Há registros da entrada de Élcio? No livro de registro do condomínio estão anotados o nome de Élcio, a placa do seu carro, a casa a que ele disse que se dirigira (58, de Bolsonaro), a hora (17h10) e o dia em que ele entrou no condomínio. Isso condiz com o depoimento do porteiro Por que o Ministério Público afirmou que o depoimento do porteiro é falso? Na quarta-feira (30), um dia após a reportagem do JN ir ao ar, o Ministério Público disse que a investigação teve acesso à planilha da portaria do condomínio e às gravações do interfone e que ficou comprovado que o porteiro interfonou para a casa 65 (a residência de Lessa ocupa os números 65 e 66). A entrada de Élcio foi autorizada por Ronnie Lessa, de acordo com a gravação periciada pela Promotoria. Contudo, o MP admitiu, na quinta (1º), que não considerou a possibilidade de adulteração dos registros e gravações da portaria, não averiguando se arquivos foram apagados ou renomeados antes de serem entregues à justiça. Por que uma das promotoras se afastou do caso? A promotora Carmem Carvalho participou no dia 30 da entrevista coletiva em que o Ministério Público do Rio de Janeiro classificou como falso o depoimento do porteiro que envolveu Bolsonaro na morte de Marielle. Após a entrevista, foram divulgadas fotos de Carvalho em apoio ao presidente Jair Bolsonaro, na ocasião da campanha para a eleição de 2018 e, também, ao lado do deputado estadual Rodrigo Amorim (PSL-RJ), que quebrou a placa em homenagem à vereadora assassinada. No dia 1º, a promotora anunciou, em nota, que estava se afastando das investigações. O caso foi para o STF??O procurador-geral da República, Augusto Aras, disse que foram enviadas ao Supremo gravações de ligações entre a portaria do condomínio Vivendas da Barra e as casas apontadas pelo porteiro. De acordo com ele, não há menção a Bolsonaro. A equipe da PGR está ouvindo o restante das gravações, referentes aos dias seguintes, mas por ora não há indícios de envolvimento do presidente. Segundo Aras, a menção a Bolsonaro foi arquivada. A investigação sobre o crime em si, pela Polícia Civil do Rio, segue normalmente Se Élcio e Lessa foram presos em março, por que só agora a história das gravações veio à tona? Segundo a Promotoria, as planilhas de entrada do condomínio não tinham sido apreendidas porque não havia menção à casa de Lessa. Elas só viraram alvo da apuração quando os investigadores conseguiram desbloquear o celular de Lessa, em outubro, e viram uma foto da planilha enviada pela mulher dele indicando o acesso à casa 58. Com base nisso, a polícia apreendeu os documentos no início deste mês. Ao chegar ao local, o síndico do condomínio informou que havia gravações que registravam diálogos entre a portaria e os moradores. Foram apreendidas gravações de janeiro a março. O material foi submetido a perícia no Ministério Público, que atestou não ter ocorrido adulteração na prova. Alguém mais da família Bolsonaro mora no condomínio? Sim, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). Onde ele estava naquele dia? Segundo o Diário da Câmara do Rio, Carlos participou de sessão no plenário e votou em um projeto por volta das 16h30. A sessão terminou às 17h30, mas não é possível precisar o horário de saída do vereador. Nesta faixa de horário, leva-se de 45 minutos a 1h40 para percorrer o caminho entre a Câmara e o condomínio de Bolsonaro na Barra da Tijuca. Assim, seria improvável que Carlos estivesse em casa quando Élcio chegou ao condomínio, por volta das 17h10. No mesmo dia, Carlos também fez um post nas redes sociais em que dava uma entrevista no seu gabinete para a Federação Israelita. O que Bolsonaro disse sobre o caso? Em live nas redes sociais, na noite do dia 29, o presidente, que está na Arábia Saudita, negou qualquer relação com o assassinato da vereadora, a quem disse não conhecer. Também afirmou que não conhecia Élcio nem Lessa, atacou a Globo e alegou que a emissora tenta atacar sua imagem e a de sua família. Em entrevista à TV Record ainda no dia 29, Bolsonaro acusou o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC-RJ), de ter vazado à TV Globo as informações sobre o depoimento do porteiro. Disse ainda que Witzel tenta destruir sua família porque quer se candidatar à Presidência em 2022. No último sábado (2), o presidente, sem apresentar provas, afirmou que Witzel manipulou a apuração do caso de Marielle. Indo além, Bolsonaro também acusou o governador de perseguir seu filho, o senador Flávio Bolsonaro. Ele ainda insinuou que a interferência tenha se dado por meio do delegado da Polícia Civil que cuida do caso, chamado pelo presidente de "amiguinho de Witzel". Bolsonaro afirmou que o inquérito da Polícia Civil do Rio de Janeiro está sendo mal conduzido e que há uma tentativa de criar uma cortina de fumaça para encobrir a real autoria do crime. Também disse que gostaria de ser ouvido no caso. E o que disse Carlos Bolsonaro? Carlos postou nas redes sociais um vídeo supostamente gravado na administração do condomínio. Carlos reproduz uma ligação do dia 14 de março de 2018, às 17h13, entre a portaria e a casa 65 (a casa de Lessa ocupar os números 65 e o 66), na qual o porteiro anuncia a chegada de Élcio. No vídeo, Carlos reproduz a ligação registrada às 17h13. O porteiro anuncia a chegada do "senhor Élcio". A voz do outro lado, diferente da de Jair Bolsonaro, responde: "Tá, pode liberar aí". O arquivo tem como data de modificação o dia 14 de março de 2018, às 17h13. No nome do arquivo, aparece o número 65. Não é possível garantir se Carlos de fato gravou o vídeo na administração nem se todas as ligações do dia foram apresentadas na listagem mostrada por ele. Bolsonaro e membros de sua família poderiam ter tido acesso às gravações? Segundo três advogados especializados em questões condominiais, qualquer morador teria o direito de escutar os áudios, mesmo que de outra casa, acompanhados por alguém da administração. De acordo com eles, é comum que imagens das câmeras sejam utilizadas para solucionar problemas menores, como um carro arranhado. Caso membros da família Bolsonaro quisessem uma cópia das gravações, precisariam de ordem judicial ou de um termo assinado pelo condomínio. Um dos advogados entrevistados afirma ainda que Carlos Bolsonaro não descumpriu a lei divulgando no Twitter as gravações. Ainda assim, ao ceder imagens e gravações, o condômino geralmente assina um termo se comprometendo a manter o material na esfera privada. Bolsonaro negou ter feito cópia das gravações. Jair ou Carlos obstruíram a Justiça ao acessar os áudios? Especialistas afirmam que não. A obstrução de Justiça teria ocorrido se alguém tivesse se apoderado das gravações originais antes de membros da investigação, impedindo o acesso à prova. Existe alguma evidência de que membros da família Bolsonaro possam ter adulterado as gravações? Não. A perícia requisitada pelo Ministério Público concluiu que nenhuma gravação foi editada. Ela não esclarece, no entanto, se algum áudio pode ter sido apagado ou renomeado. Para isso, seria necessário periciar o computador onde as gravações são salvas. Qual foi a reação do ministro da Justiça, Sergio Moro? Moro solicitou à PGR (Procuradoria-Geral da República) a abertura de uma investigação para apurar as circunstâncias em que o nome de Bolsonaro apareceu no inquérito sobre a morte de Marielle. Moro diz no documento que há inconsistência nas informações sobre o caso que, segundo ele, sugere equívoco na investigação conduzida no Rio ou eventual tentativa de envolvimento indevido do nome do presidente no crime. No dia 30, mais cedo, o presidente disse que havia acionado Moro para ver se é possível que a Polícia Federal tome o depoimento do porteiro. Quais as acusações contra Lessa e Élcio? Segundo o Ministério Público, Élcio é suspeito de dirigir o Cobalt prata usado na emboscada contra Marielle. Já Lessa seria o autor dos disparos. Eles estão presos desde março. Lessa é um policial militar reformado e Élcio foi expulso da PM por envolvimento com contravenção. A polícia investiga possível relação de Lessa com o Escritório do Crime, quadrilha de matadores da qual faz parte o ex-capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, acusado de chefiar uma milícia. A mãe e a mulher de Adriano trabalharam na Alerj, no gabinete do então deputado estadual (hoje senador) e filho do presidente, Flávio Bolsonaro (PSL). Onde Marielle foi morta? A vereadora foi assassinada dentro do carro, no bairro Estácio (centro do Rio), por volta das 21h30 do dia 14 de março. Seu veículo foi atacado a tiros, enquanto ela voltava de um encontro com mulheres negras na Lapa, também no centro, a cerca de 4 km dali. Marielle estava no banco de trás de um Chevrolet Agile branco com sua assessora, que sofreu ferimentos leves. Na frente, estava seu motorista, Anderson Pedro Gomes, 39, que também morreu. Como os criminosos agiram? O carro dos criminosos emparelhou com o veículo em que Marielle estava, na rua Joaquim Palhares, próximo à estação Estácio do metrô. Após atirarem, eles fugiram em disparada sem roubar nada. Quais eram as causas defendidas por Marielle? A vereadora se denominava feminista, negra e criada na comunidade da Maré, na zona norte do Rio. Ela militou por essas três frentes em conjunto. Sua principal militância era pela defesa dos moradores de favelas, principalmente os negros e mulheres. Também denunciou supostos abusos do 41º batalhão, de Acari, o que mais matou pessoas nos últimos cinco anos, segundo o ISP (Instituto de Segurança Pública). Há pistas sobre quem mandou matar Marielle Franco? As investigações sobre possíveis mandantes do crime seguem na Polícia Civil do Rio de Janeiro. A PGR (Procuradoria-Geral da República) apresentou uma denúncia contra Domingos Brazão, conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado, por obstrução de Justiça. Junto a outras quatro pessoas, ele teria tentado atrapalhar as investigações do caso. Na peça, enviada ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), a PGR também afirma que Brazão arquitetou o homicídio de Marielle. O órgão pediu a federalização das investigações. O QUE AINDA NÃO SE SABE Quando Bolsonaro ou familiares acessaram, pela 1ª vez, as gravações? Não se sabe. No sábado (2), Bolsonaro disse: “Pegamos antes que fosse adulterado, pegamos lá toda a memória da secretária eletrônica, que é guardada há mais de anos, a voz não é minha”. Não ficou claro se ele se referia aos dois vídeos gravados por Carlos, nos quais ele reproduz os áudios da portaria. Depois, Bolsonaro afirmou: “Não fizemos cópia de nada, não levamos a secretária eletrônica a lugar nenhum”. Questionados, a Presidência e o condomínio não responderam quando foi a primeira vez que qualquer membro da família escutou as gravações. Já nesta terça-feira (5), em uma rede social, Bolsonaro disse: "Poderia consultar a qualquer época a secretária eletrônica, nada impede a qualquer morador tal procedimento, contudo só foi realizada tal consulta por mim depois de a TV Globo ter vazado um processo que estava em segredo de justiça". Carlos estava acompanhado quando ouviu os áudios? Ele diz que está na administração, mas não é possível ver ou ouvir outra pessoa. O condomínio possui sistema que transfere as ligações da portaria para o celular dos moradores??A questão não foi respondida pela Presidência nem pela administração do local. Algumas outras casas do condomínio não possuem a tecnologia, mas não é possível afirmar que isso valha para a casa de Bolsonaro. Por que o MP-RJ não pediu a perícia do computador com as gravações da portaria? Questionado, o MP-RJ não respondeu. O MP-RJ ainda tem a intenção de pedir a perícia do computador para checar se um arquivo foi renomeado ou apagado? Questionado, o MP-RJ não respondeu. Por que a planilha não foi apreendida em março, quando Lessa foi preso??O Ministério Público afirma que policiais não encontraram referências à casa 65/66 na planilha, motivo pelo qual consideraram a prova sem relevância. Embora sem referência à casa de Lessa, a planilha continha referência a Élcio, bem como à placa do carro em nome de sua mulher. Se apreendida, a investigação sobre como o ex-PM entrou no condomínio seria antecipada em quase sete meses. Por que o circuito interno de vídeo do condomínio não foi apreendido no dia da prisão de Lessa??Nem o Ministério Público nem a polícia do Rio explicam. Por que Elaine Lessa enviou ao marido uma foto da planilha em jan.19, dois dias antes de ele e Élcio prestarem depoimento??Segundo suspeita o Ministério Público, para avisar que a planilha não indicava a entrada de Élcio na casa de Lessa, o que permitia que em seus depoimentos eles negassem o encontro no dia do crime. Se o condomínio tem vários porteiros, como a polícia chegou ao que prestou depoimento??Não se sabe. Por que a perícia não comparou a voz do porteiro na gravação que autoriza a entrada de Élcio com aquele que prestou depoimento??O Ministério Público afirma que o objetivo da perícia foi comprovar que Lessa e Élcio se encontraram naquele dia. O porteiro foi questionado sobre a contradição entre seu depoimento e o que consta das gravações apreendidas??Não se sabe. O porteiro foi confrontado com o fato de Bolsonaro estar em Brasília no momento em que Élcio foi ao condomínio??Não se sabe. Por que os investigadores demoraram a identificar a menção à casa 58? De acordo com policiais e promotoras do caso, o enfoque da análise das planilhas foram as entradas autorizadas pela casa 65/66. Como o formulário indicava que a entrada de Élcio foi autorizada pela casa 58, ele não foi notado. Era possível identificar a entrada de Élcio no condomínio desde novembro de 2018? Sim. O nome do ex-PM aparece na planilha, embora quase ilegível. Contudo, é possível identificar facilmente o modelo e a placa do carro em nome da mulher dele. Por que a menção à casa 58 veio à tona agora? As promotoras afirmam que eles conseguiram, após sete meses, acessar os dados do aparelho celular de Ronnie Lessa. Lá encontraram uma mensagem de sua mulher com uma foto da planilha com a entrada de Élcio. Isso levou, segundo o MP-RJ, a uma busca e apreensão no condomínio para obter as planilhas no dia 5 de outubro, onde identificaram a menção à casa de Bolsonaro. Por que foi feita uma busca e apreensão na portaria se eles já tinham cópias das planilhas 11 meses antes? Os investigadores não explicam esse ponto. O mandado de busca e apreensão expedido, segundo as promotoras, em 4 de outubro está sob sigilo. 14 DE MARÇO DE 2018, O DIA DA MORTE DE MARIELLE Segundo as investigações da Polícia Civil e do Ministério Público do RJ Antes do crime Horários e localizações dos dois acusados têm padrão semelhante, apesar de eles terem dito que não se lembravam onde estavam naquele dia 14h* O então deputado federal Jair Bolsonaro participa de votação na Câmara dos Deputados, em Brasília 14h03 Ronnie Lessa, acusado de ser o atirador, pesquisa sobre protesto que familiares de Maria Eduarda, menina morta dentro da escola por disparo vindo de policial, fariam no fim do mês (Marielle havia atuado junto aos pais da menina) 14h43 Élcio de Queiroz, acusado de ter dirigido o carro do crime, faz a última ligação do dia, provavelmente em sua casa, no Engenho de Dentro (zona norte) 16h32 Ronnie Lessa faz sua última pesquisa no Google do dia, inclusive sobre equipamento que bloqueia rastreadores de veículos (normalmente ele pesquisava até 23h); ele só volta a pesquisar dois dias depois 16h47 Celular de Élcio indica que ele estava na Linha Amarela, a caminho da Barra da Tijuca, onde fica a casa de Lessa 16h59 a 22h11 Celular de Lessa fica parado por mais de 5 horas, provavelmente em sua casa 17h13 Portaria do condomínio de Lessa registra a entrada de Élcio; Lessa atende, segundo o MP-RJ Entre 16h e 17h30 Carlos Bolsonaro vota na Câmara Municipal, no centro do Rio 18h40* Vereadora Marielle Franco sai da Câmara Municipal A caminho do crime Os dois se encontram na casa de Lessa, passam na região do Quebra Mar e vão ao local do evento da vereadora 17h24 Carro usado no crime é captado por câmeras do Quebra Mar Bebidas e Descartáveis Entre 17h30 e 18h02 Veículo é captado em diferentes pontos, se deslocando a caminho da rua dos Inválidos, na Casa das Pretas, onde Marielle participaria de um debate 18h47 Lessa e Élcio chegam ao local do evento e, provavelmente por não terem avistado o carro de Marielle, contornam o quarteirão 19h* Quando estão quase completando a volta, encontram o carro da vereadora chegando 19h a 21h03* Lessa e Élcio esperam dentro do carro por mais de 2 horas 20h30* Bolsonaro participa de votação na Câmara dos Deputados, em Brasília 21h03 Marielle sai da reunião, acompanhada da assessora Fernanda Chaves, e entra no carro dirigido por Anderson Gomes; logo depois a dupla vai atrás Entre 21h09 e 21h12 No Largo do Estácio, os criminosos emparelham o carro com o da vereadora e Lessa, segundo a polícia, dispara com uma arma automática Após o crime A polícia não conseguiu precisar o deslocamento pós-crime por falta de câmeras e sistemas de localização naquela área 22h10 Celular de Élcio indica que ele está na Barra da Tijuca 22h30 a 3h58 Celular de Élcio indica que ele ficou mais de 5 horas na região do Resenha Bar e Grill 23h18 e 5h05 Celular de Lessa indica que ele ficou quase 6 horas na região do Resenha Bar e Grill 3h47 Carro particular de Lessa (e não o do crime) é captado no caminho de sua casa 5h32 a 5h36 Carro e celular de Élcio são captados no caminho de sua casa, na zona norte *Horários aproximados

    SÃO PAULO, SP, E RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - No último dia 29, o Jornal Nacional, da TV Globo, veiculou reportagem que faz menção ao nome do presidente Jair Bolsonaro na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes, em março de 2018. Segundo o Jornal Nacional, o depoimento de um porteiro do condomínio onde Bolsonaro tem casa na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, indicaria que um dos acusados pelo assassinato teria chegado ao local e dito que iria à casa do então deputado. Isso teria acontecido horas antes da morte de Marielle. O Ministério Público disse, no último dia 30, que o depoimento do porteiro não condiz com as provas técnicas obtidas e que ele pode ter mentido. No dia da morte de Marielle, Bolsonaro estava em Brasília. Ele nega ter qualquer relação com o crime. Abaixo, entenda o que se sabe até agora e veja perguntas ainda sem resposta. O que disse o porteiro, segundo a TV Globo? Em depoimento, o porteiro afirmou que Élcio Queiroz, acusado pelo assassinato de Marielle e Anderson, chegou ao condomínio em que Jair Bolsonaro (PSL) tem casa, na Barra da Tijuca (zona oeste do Rio), e disse, na portaria, que iria à residência do então deputado federal (nº 58). O porteiro interfonou para a casa 58 para confirmar se Élcio estava autorizado a entrar e identificou a pessoa que atendeu como “seu Jair”, em referência ao presidente. O porteiro disse que acompanhou a movimentação nas câmeras de segurança e que viu que, ao entrar no condomínio, o carro de Élcio se dirigiu à casa 66. Lá morava Ronnie Lessa, também acusado pela morte de Marielle. O porteiro então ligou novamente para a casa 58 e a mesma pessoa, que ele identificou como “seu Jair”, disse que sabia para onde Élcio se dirigia. Quando a reunião ocorreu? Horas antes do crime, em 14 de março de 2018. Onde estava Jair Bolsonaro no momento em que Élcio foi ao seu condomínio? Registros oficiais da Câmara dos Deputados apontam que Bolsonaro participou de votações na Casa às 14h e 20h30, em Brasília. Não podia, portanto, estar no Rio de Janeiro. Há registros da entrada de Élcio? No livro de registro do condomínio estão anotados o nome de Élcio, a placa do seu carro, a casa a que ele disse que se dirigira (58, de Bolsonaro), a hora (17h10) e o dia em que ele entrou no condomínio. Isso condiz com o depoimento do porteiro Por que o Ministério Público afirmou que o depoimento do porteiro é falso? Na quarta-feira (30), um dia após a reportagem do JN ir ao ar, o Ministério Público disse que a investigação teve acesso à planilha da portaria do condomínio e às gravações do interfone e que ficou comprovado que o porteiro interfonou para a casa 65 (a residência de Lessa ocupa os números 65 e 66). A entrada de Élcio foi autorizada por Ronnie Lessa, de acordo com a gravação periciada pela Promotoria. Contudo, o MP admitiu, na quinta (1º), que não considerou a possibilidade de adulteração dos registros e gravações da portaria, não averiguando se arquivos foram apagados ou renomeados antes de serem entregues à justiça. Por que uma das promotoras se afastou do caso? A promotora Carmem Carvalho participou no dia 30 da entrevista coletiva em que o Ministério Público do Rio de Janeiro classificou como falso o depoimento do porteiro que envolveu Bolsonaro na morte de Marielle. Após a entrevista, foram divulgadas fotos de Carvalho em apoio ao presidente Jair Bolsonaro, na ocasião da campanha para a eleição de 2018 e, também, ao lado do deputado estadual Rodrigo Amorim (PSL-RJ), que quebrou a placa em homenagem à vereadora assassinada. No dia 1º, a promotora anunciou, em nota, que estava se afastando das investigações. O caso foi para o STF??O procurador-geral da República, Augusto Aras, disse que foram enviadas ao Supremo gravações de ligações entre a portaria do condomínio Vivendas da Barra e as casas apontadas pelo porteiro. De acordo com ele, não há menção a Bolsonaro. A equipe da PGR está ouvindo o restante das gravações, referentes aos dias seguintes, mas por ora não há indícios de envolvimento do presidente. Segundo Aras, a menção a Bolsonaro foi arquivada. A investigação sobre o crime em si, pela Polícia Civil do Rio, segue normalmente Se Élcio e Lessa foram presos em março, por que só agora a história das gravações veio à tona? Segundo a Promotoria, as planilhas de entrada do condomínio não tinham sido apreendidas porque não havia menção à casa de Lessa. Elas só viraram alvo da apuração quando os investigadores conseguiram desbloquear o celular de Lessa, em outubro, e viram uma foto da planilha enviada pela mulher dele indicando o acesso à casa 58. Com base nisso, a polícia apreendeu os documentos no início deste mês. Ao chegar ao local, o síndico do condomínio informou que havia gravações que registravam diálogos entre a portaria e os moradores. Foram apreendidas gravações de janeiro a março. O material foi submetido a perícia no Ministério Público, que atestou não ter ocorrido adulteração na prova. Alguém mais da família Bolsonaro mora no condomínio? Sim, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). Onde ele estava naquele dia? Segundo o Diário da Câmara do Rio, Carlos participou de sessão no plenário e votou em um projeto por volta das 16h30. A sessão terminou às 17h30, mas não é possível precisar o horário de saída do vereador. Nesta faixa de horário, leva-se de 45 minutos a 1h40 para percorrer o caminho entre a Câmara e o condomínio de Bolsonaro na Barra da Tijuca. Assim, seria improvável que Carlos estivesse em casa quando Élcio chegou ao condomínio, por volta das 17h10. No mesmo dia, Carlos também fez um post nas redes sociais em que dava uma entrevista no seu gabinete para a Federação Israelita. O que Bolsonaro disse sobre o caso? Em live nas redes sociais, na noite do dia 29, o presidente, que está na Arábia Saudita, negou qualquer relação com o assassinato da vereadora, a quem disse não conhecer. Também afirmou que não conhecia Élcio nem Lessa, atacou a Globo e alegou que a emissora tenta atacar sua imagem e a de sua família. Em entrevista à TV Record ainda no dia 29, Bolsonaro acusou o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC-RJ), de ter vazado à TV Globo as informações sobre o depoimento do porteiro. Disse ainda que Witzel tenta destruir sua família porque quer se candidatar à Presidência em 2022. No último sábado (2), o presidente, sem apresentar provas, afirmou que Witzel manipulou a apuração do caso de Marielle. Indo além, Bolsonaro também acusou o governador de perseguir seu filho, o senador Flávio Bolsonaro. Ele ainda insinuou que a interferência tenha se dado por meio do delegado da Polícia Civil que cuida do caso, chamado pelo presidente de "amiguinho de Witzel". Bolsonaro afirmou que o inquérito da Polícia Civil do Rio de Janeiro está sendo mal conduzido e que há uma tentativa de criar uma cortina de fumaça para encobrir a real autoria do crime. Também disse que gostaria de ser ouvido no caso. E o que disse Carlos Bolsonaro? Carlos postou nas redes sociais um vídeo supostamente gravado na administração do condomínio. Carlos reproduz uma ligação do dia 14 de março de 2018, às 17h13, entre a portaria e a casa 65 (a casa de Lessa ocupar os números 65 e o 66), na qual o porteiro anuncia a chegada de Élcio. No vídeo, Carlos reproduz a ligação registrada às 17h13. O porteiro anuncia a chegada do "senhor Élcio". A voz do outro lado, diferente da de Jair Bolsonaro, responde: "Tá, pode liberar aí". O arquivo tem como data de modificação o dia 14 de março de 2018, às 17h13. No nome do arquivo, aparece o número 65. Não é possível garantir se Carlos de fato gravou o vídeo na administração nem se todas as ligações do dia foram apresentadas na listagem mostrada por ele. Bolsonaro e membros de sua família poderiam ter tido acesso às gravações? Segundo três advogados especializados em questões condominiais, qualquer morador teria o direito de escutar os áudios, mesmo que de outra casa, acompanhados por alguém da administração. De acordo com eles, é comum que imagens das câmeras sejam utilizadas para solucionar problemas menores, como um carro arranhado. Caso membros da família Bolsonaro quisessem uma cópia das gravações, precisariam de ordem judicial ou de um termo assinado pelo condomínio. Um dos advogados entrevistados afirma ainda que Carlos Bolsonaro não descumpriu a lei divulgando no Twitter as gravações. Ainda assim, ao ceder imagens e gravações, o condômino geralmente assina um termo se comprometendo a manter o material na esfera privada. Bolsonaro negou ter feito cópia das gravações. Jair ou Carlos obstruíram a Justiça ao acessar os áudios? Especialistas afirmam que não. A obstrução de Justiça teria ocorrido se alguém tivesse se apoderado das gravações originais antes de membros da investigação, impedindo o acesso à prova. Existe alguma evidência de que membros da família Bolsonaro possam ter adulterado as gravações? Não. A perícia requisitada pelo Ministério Público concluiu que nenhuma gravação foi editada. Ela não esclarece, no entanto, se algum áudio pode ter sido apagado ou renomeado. Para isso, seria necessário periciar o computador onde as gravações são salvas. Qual foi a reação do ministro da Justiça, Sergio Moro? Moro solicitou à PGR (Procuradoria-Geral da República) a abertura de uma investigação para apurar as circunstâncias em que o nome de Bolsonaro apareceu no inquérito sobre a morte de Marielle. Moro diz no documento que há inconsistência nas informações sobre o caso que, segundo ele, sugere equívoco na investigação conduzida no Rio ou eventual tentativa de envolvimento indevido do nome do presidente no crime. No dia 30, mais cedo, o presidente disse que havia acionado Moro para ver se é possível que a Polícia Federal tome o depoimento do porteiro. Quais as acusações contra Lessa e Élcio? Segundo o Ministério Público, Élcio é suspeito de dirigir o Cobalt prata usado na emboscada contra Marielle. Já Lessa seria o autor dos disparos. Eles estão presos desde março. Lessa é um policial militar reformado e Élcio foi expulso da PM por envolvimento com contravenção. A polícia investiga possível relação de Lessa com o Escritório do Crime, quadrilha de matadores da qual faz parte o ex-capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, acusado de chefiar uma milícia. A mãe e a mulher de Adriano trabalharam na Alerj, no gabinete do então deputado estadual (hoje senador) e filho do presidente, Flávio Bolsonaro (PSL). Onde Marielle foi morta? A vereadora foi assassinada dentro do carro, no bairro Estácio (centro do Rio), por volta das 21h30 do dia 14 de março. Seu veículo foi atacado a tiros, enquanto ela voltava de um encontro com mulheres negras na Lapa, também no centro, a cerca de 4 km dali. Marielle estava no banco de trás de um Chevrolet Agile branco com sua assessora, que sofreu ferimentos leves. Na frente, estava seu motorista, Anderson Pedro Gomes, 39, que também morreu. Como os criminosos agiram? O carro dos criminosos emparelhou com o veículo em que Marielle estava, na rua Joaquim Palhares, próximo à estação Estácio do metrô. Após atirarem, eles fugiram em disparada sem roubar nada. Quais eram as causas defendidas por Marielle? A vereadora se denominava feminista, negra e criada na comunidade da Maré, na zona norte do Rio. Ela militou por essas três frentes em conjunto. Sua principal militância era pela defesa dos moradores de favelas, principalmente os negros e mulheres. Também denunciou supostos abusos do 41º batalhão, de Acari, o que mais matou pessoas nos últimos cinco anos, segundo o ISP (Instituto de Segurança Pública). Há pistas sobre quem mandou matar Marielle Franco? As investigações sobre possíveis mandantes do crime seguem na Polícia Civil do Rio de Janeiro. A PGR (Procuradoria-Geral da República) apresentou uma denúncia contra Domingos Brazão, conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado, por obstrução de Justiça. Junto a outras quatro pessoas, ele teria tentado atrapalhar as investigações do caso. Na peça, enviada ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), a PGR também afirma que Brazão arquitetou o homicídio de Marielle. O órgão pediu a federalização das investigações. O QUE AINDA NÃO SE SABE Quando Bolsonaro ou familiares acessaram, pela 1ª vez, as gravações? Não se sabe. No sábado (2), Bolsonaro disse: “Pegamos antes que fosse adulterado, pegamos lá toda a memória da secretária eletrônica, que é guardada há mais de anos, a voz não é minha”. Não ficou claro se ele se referia aos dois vídeos gravados por Carlos, nos quais ele reproduz os áudios da portaria. Depois, Bolsonaro afirmou: “Não fizemos cópia de nada, não levamos a secretária eletrônica a lugar nenhum”. Questionados, a Presidência e o condomínio não responderam quando foi a primeira vez que qualquer membro da família escutou as gravações. Já nesta terça-feira (5), em uma rede social, Bolsonaro disse: "Poderia consultar a qualquer época a secretária eletrônica, nada impede a qualquer morador tal procedimento, contudo só foi realizada tal consulta por mim depois de a TV Globo ter vazado um processo que estava em segredo de justiça". Carlos estava acompanhado quando ouviu os áudios? Ele diz que está na administração, mas não é possível ver ou ouvir outra pessoa. O condomínio possui sistema que transfere as ligações da portaria para o celular dos moradores??A questão não foi respondida pela Presidência nem pela administração do local. Algumas outras casas do condomínio não possuem a tecnologia, mas não é possível afirmar que isso valha para a casa de Bolsonaro. Por que o MP-RJ não pediu a perícia do computador com as gravações da portaria? Questionado, o MP-RJ não respondeu. O MP-RJ ainda tem a intenção de pedir a perícia do computador para checar se um arquivo foi renomeado ou apagado? Questionado, o MP-RJ não respondeu. Por que a planilha não foi apreendida em março, quando Lessa foi preso??O Ministério Público afirma que policiais não encontraram referências à casa 65/66 na planilha, motivo pelo qual consideraram a prova sem relevância. Embora sem referência à casa de Lessa, a planilha continha referência a Élcio, bem como à placa do carro em nome de sua mulher. Se apreendida, a investigação sobre como o ex-PM entrou no condomínio seria antecipada em quase sete meses. Por que o circuito interno de vídeo do condomínio não foi apreendido no dia da prisão de Lessa??Nem o Ministério Público nem a polícia do Rio explicam. Por que Elaine Lessa enviou ao marido uma foto da planilha em jan.19, dois dias antes de ele e Élcio prestarem depoimento??Segundo suspeita o Ministério Público, para avisar que a planilha não indicava a entrada de Élcio na casa de Lessa, o que permitia que em seus depoimentos eles negassem o encontro no dia do crime. Se o condomínio tem vários porteiros, como a polícia chegou ao que prestou depoimento??Não se sabe. Por que a perícia não comparou a voz do porteiro na gravação que autoriza a entrada de Élcio com aquele que prestou depoimento??O Ministério Público afirma que o objetivo da perícia foi comprovar que Lessa e Élcio se encontraram naquele dia. O porteiro foi questionado sobre a contradição entre seu depoimento e o que consta das gravações apreendidas??Não se sabe. O porteiro foi confrontado com o fato de Bolsonaro estar em Brasília no momento em que Élcio foi ao condomínio??Não se sabe. Por que os investigadores demoraram a identificar a menção à casa 58? De acordo com policiais e promotoras do caso, o enfoque da análise das planilhas foram as entradas autorizadas pela casa 65/66. Como o formulário indicava que a entrada de Élcio foi autorizada pela casa 58, ele não foi notado. Era possível identificar a entrada de Élcio no condomínio desde novembro de 2018? Sim. O nome do ex-PM aparece na planilha, embora quase ilegível. Contudo, é possível identificar facilmente o modelo e a placa do carro em nome da mulher dele. Por que a menção à casa 58 veio à tona agora? As promotoras afirmam que eles conseguiram, após sete meses, acessar os dados do aparelho celular de Ronnie Lessa. Lá encontraram uma mensagem de sua mulher com uma foto da planilha com a entrada de Élcio. Isso levou, segundo o MP-RJ, a uma busca e apreensão no condomínio para obter as planilhas no dia 5 de outubro, onde identificaram a menção à casa de Bolsonaro. Por que foi feita uma busca e apreensão na portaria se eles já tinham cópias das planilhas 11 meses antes? Os investigadores não explicam esse ponto. O mandado de busca e apreensão expedido, segundo as promotoras, em 4 de outubro está sob sigilo. 14 DE MARÇO DE 2018, O DIA DA MORTE DE MARIELLE Segundo as investigações da Polícia Civil e do Ministério Público do RJ Antes do crime Horários e localizações dos dois acusados têm padrão semelhante, apesar de eles terem dito que não se lembravam onde estavam naquele dia 14h* O então deputado federal Jair Bolsonaro participa de votação na Câmara dos Deputados, em Brasília 14h03 Ronnie Lessa, acusado de ser o atirador, pesquisa sobre protesto que familiares de Maria Eduarda, menina morta dentro da escola por disparo vindo de policial, fariam no fim do mês (Marielle havia atuado junto aos pais da menina) 14h43 Élcio de Queiroz, acusado de ter dirigido o carro do crime, faz a última ligação do dia, provavelmente em sua casa, no Engenho de Dentro (zona norte) 16h32 Ronnie Lessa faz sua última pesquisa no Google do dia, inclusive sobre equipamento que bloqueia rastreadores de veículos (normalmente ele pesquisava até 23h); ele só volta a pesquisar dois dias depois 16h47 Celular de Élcio indica que ele estava na Linha Amarela, a caminho da Barra da Tijuca, onde fica a casa de Lessa 16h59 a 22h11 Celular de Lessa fica parado por mais de 5 horas, provavelmente em sua casa 17h13 Portaria do condomínio de Lessa registra a entrada de Élcio; Lessa atende, segundo o MP-RJ Entre 16h e 17h30 Carlos Bolsonaro vota na Câmara Municipal, no centro do Rio 18h40* Vereadora Marielle Franco sai da Câmara Municipal A caminho do crime Os dois se encontram na casa de Lessa, passam na região do Quebra Mar e vão ao local do evento da vereadora 17h24 Carro usado no crime é captado por câmeras do Quebra Mar Bebidas e Descartáveis Entre 17h30 e 18h02 Veículo é captado em diferentes pontos, se deslocando a caminho da rua dos Inválidos, na Casa das Pretas, onde Marielle participaria de um debate 18h47 Lessa e Élcio chegam ao local do evento e, provavelmente por não terem avistado o carro de Marielle, contornam o quarteirão 19h* Quando estão quase completando a volta, encontram o carro da vereadora chegando 19h a 21h03* Lessa e Élcio esperam dentro do carro por mais de 2 horas 20h30* Bolsonaro participa de votação na Câmara dos Deputados, em Brasília 21h03 Marielle sai da reunião, acompanhada da assessora Fernanda Chaves, e entra no carro dirigido por Anderson Gomes; logo depois a dupla vai atrás Entre 21h09 e 21h12 No Largo do Estácio, os criminosos emparelham o carro com o da vereadora e Lessa, segundo a polícia, dispara com uma arma automática Após o crime A polícia não conseguiu precisar o deslocamento pós-crime por falta de câmeras e sistemas de localização naquela área 22h10 Celular de Élcio indica que ele está na Barra da Tijuca 22h30 a 3h58 Celular de Élcio indica que ele ficou mais de 5 horas na região do Resenha Bar e Grill 23h18 e 5h05 Celular de Lessa indica que ele ficou quase 6 horas na região do Resenha Bar e Grill 3h47 Carro particular de Lessa (e não o do crime) é captado no caminho de sua casa 5h32 a 5h36 Carro e celular de Élcio são captados no caminho de sua casa, na zona norte *Horários aproximados


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  • 8/56   Apple libera iOS 13.3, iPadOS 13.3, tvOS 13.3 e watchOS 6.1.1 na versão beta

    Após compartilhar com todos os usuários a última atualização, a Apple liberou para desenvolvedores novos betas; Ainda sem dados oficiais sobre quais novidades chegam, aposta forte é no controle parental com incremento no Screen Time e pastas compartilhadas no iCloud

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  • 9/56   Microsoft e Nokia voltam a unir forças em acordo para soluções corporativas

    Dois anos depois do fim da parceria no desenvolvimento de smartphones, companhias fazem novo acerto para oferecer serviços a outras empresas, juntando experiências nas áreas em que cada uma tem mais a oferecer

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  • 10/56   Falha "zero day" deixa o Google Chrome exposto; Entenda!

    Vulnerabilidade descoberta pela Kaspersky dava a criminosos a chance de explorar o seu computador por meio do navegador da Google. Os códigos foram localizados em um site coreano, que propciava a invasão

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  • 11/56   One Power é o primeiro Motorola a receber versão beta do Android 10

    Smartphone está no programa Android One e só agora começa a testar versão mais recente do sistema operacional; modelo não foi lançado no Brasil, que ainda aguarda atualização para outros celulares da marca

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  • 12/56   Mais quadradão: Apple pode redesenhar totalmente o iPhone em 2020

    Apple pode trazer a maior alteração no aspecto físico do iPhone ano que vem, com um modelo mais quadradão, parecido com o iPad Pro e o MacBook mais recentes; por enquanto, informações são apenas rumores

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  • 13/56   Xiaomi apresenta o Mi Watch, seu primeiro smartwatch que é a cara do Apple Watch

    Modelo tem corpo quadrado, de alumínio, e tela AMOLED de 1,78 polegadas. Aparelho roda o sistema operacional MIUI for Watch, da própria companhia, chega com grandes parcerias e começa a ser vendido por cerca de R$ 740

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  • 14/56   WhatsApp beta libera 74 novos emojis para usuários do Android

    Novas figuras do Unicode 12.0 estão disponíveis para os usuários da versão 2.19.315 de testes do mensageiro; entre as inclusões, tem a carinha bocejando, emojis inclusivos e novos animais, comidas, objetos e símbolos

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  • 15/56   Funcionários cobram do Google ações de combate às mudanças climáticas

    Profissionais que estão preocupados com o impacto das grandes empresas de tecnologia no meio ambiente vêm fazendo coro em busca de mais atitudes das diretorias. Entre as demandas está o corte de relações com grupos que negam as mudanças climáticas

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  • 16/56   Microsoft usa IA para eliminar ruídos de fundo durante captação de som

    Companhia de Redmond tem usado bastante a poderosa infraestrutura da nuvem Azure para aprendizado de máquina em inteligências artificiais. O novo recurso reduz o ruído com otimização vocal para facilitar a compreensão do que está sendo dito

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  • 17/56   Google deixa de liberar atualizações de segurança para Pixel e Pixel XL

    Uma das cláusulas do próprio produto já previa o fim do update do Android e o encerramento dos pacotes de segurança três anos depois. Eis que em novembro chegamos a essa data e os patches mensais ainda não chegaram aos aparelhos

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  • 18/56   Semana de trabalho reduzida aumenta produtividade na Microsoft do Japão

    A filial da Microsoft no Japão, país conhecido pelas numerosas horas extras, fez um experimento recentemente e conseguiu maior produtividade com menos horas de trabalho, graças a uma semana de trabalho de quatro dias.

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  • 19/56   Não consegue liberar o ano grátis de assinatura no Apple TV+? Saiba o que fazer!

    Após lançamento do novo streaming da Apple, alguns usuários não têm conseguido automaticamente acessar a promoção de 1 ano grátis, válida para determinados consumidores da empresa; enquanto isso, outros usuários alegam terem tido acesso

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  • 20/56   Project Silica | Microsoft cria peça de vidro para o armazenamento de dados

    Em parceria com a Warner Bros, a Microsoft apresentou nesta segunda-feira (4) o Project Silica, que envolve o armazenamento de dados em pedaços de vidro altamente resistentes. Para provar o feitio, o filme Super-Homem de 1978 foi gravado em uma peça

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  • 21/56   Como grandes empresas da tecnologia estão colaborando com a indústria da saúde

    Grandes empresas da tecnologia, como Amazon, Facebook e Google, estão investindo esforços e muito dinheiro na indústria da saúde. Entre as iniciativas estão coisas como serviços em nuvem, aplicativos de monitoramento e inteligência artificial

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  • 22/56   Já pensou em trabalhar só 4 dias por semana e produzir 40% mais? A Microsoft já!

    Experimento foi feito na subsidiária japonesa da empresa, onde a diminuição da carga horária semanal para apenas quatro dias provocou não apenas um aumento na produtividade, como também uma diminuição nos custos operacionais

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  • 23/56   Hackers podem invadir assistentes digitais usando um laser; Entenda!

    A partir de testes com laser, pesquisadores das univerisdades de Michigan e de Tóquio conseguiram acionar asistentes de voz, como Amazon Echo e Google Home, sem o uso de sons, e assim destravar equipamentos. A descoberta ainda intriga os pesquisadores

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  • 24/56   Rumor | Apple estaria desenvolvendo "Apple Glass" junto com a Valve

    Rumor afirma que empresa de videogames, que já trabalhou junto com a Apple para garantir que alguns jogos da App Store funcionem com headsets de realidade virtual, estaria ajudando a companhia de Tim Cook a tirar do papel seus óculos de realidade aumentada

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  • 25/56   ASUS libera Android 10 para o Zenfone 6 no Brasil

    Recém-chegado ao país, smartphone recebe atualização para a versão mais recente do sistema do Google antes da maior parte dos concorrentes; ZenUI 6 mantém poucas alterações visuais, com alguns recursos extras da fabricante

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  • 26/56   Google libera primeira atualização para o Pixel 4

    Usuários reclamaram da redução da taxa de atualização em situações de brilho abaixo dos 75%, e gigante das buscas cumpre o prometido de liberar recurso que deixa animações mais suaves para mais condições de luz

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  • 27/56   Arquivos da Stasi são quebra-cabeça de 1 milhão de peças
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Barbara Poenisch passa a maior parte do dia montando um quebra-cabeça. Ou melhor, recompondo a montanha de documentos da Stasi, polícia secreta da Alemanha Oriental, que foram destroçados durante a queda do Muro de Berlim.

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  • 28/56   Sonho de Merkel na ex-RDA: ver as Montanhas Rochosas e Bruce Springsteen
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Angela Merkel confidenciou nesta terça-feira (05), às vésperas das comemorações pelos 30 anos da queda do Muro de Berlim, que seu sonho como cidadã da Alemanha Oriental era visitar as Montanhas Rochosas (EUA) e ver o cantor Bruce Springsteen.

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  • 29/56   Mês passado foi outubro mais quente do planeta
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O mês passado foi o outubro mais quente já registrado no planeta - anunciou o Serviço Europeu de Mudança Climática Copernicus nesta terça-feira (5), observando que este é o quinto mês consecutivo que o calor bate ou se aproxima de um recorde.

    O mês passado foi o outubro mais quente já registrado no planeta - anunciou o Serviço Europeu de Mudança Climática Copernicus nesta terça-feira (5), observando que este é o quinto mês consecutivo que o calor bate ou se aproxima de um recorde.


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  • 30/56   UE disposta a reforçar a cooperação com as partes do Acordo de Paris
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A União Europeia (UE) está disposta a "fortalecer a cooperação" com as outras partes do Acordo de Paris sobre o clima, cujas bases são sólidas, apesar da anunciada retirada dos Estados Unidos, afirmou o Comissário Europeu para a Ação Climática, Miguel Arias Cañete.

    A União Europeia (UE) está disposta a "fortalecer a cooperação" com as outras partes do Acordo de Paris sobre o clima, cujas bases são sólidas, apesar da anunciada retirada dos Estados Unidos, afirmou o Comissário Europeu para a Ação Climática, Miguel Arias Cañete.


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  • 31/56   EUA notifica formalmente ONU sobre saída do Acordo climático de Paris
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Os Estados Unidos comunicaram formalmente nesta segunda-feira (4) as Nações Unidas sobre sua saída do Acordo de Paris sobre o clima, decidida pelo presidente Donald Trump em 2017, anunciou o secretário de Estado americano, Mike Pompeo.

    Os Estados Unidos comunicaram formalmente nesta segunda-feira (4) as Nações Unidas sobre sua saída do Acordo de Paris sobre o clima, decidida pelo presidente Donald Trump em 2017, anunciou o secretário de Estado americano, Mike Pompeo.


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  • 32/56   África discute como alimentar população em meio a crise climática
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Os Ministros da Agricultura da África, reunidos nesta segunda-feira (4) no Marrocos, discutirão o desafio de produzir o suficiente para alimentar o continente - onde as mudanças climáticas causam prejuízos - enquanto preservam o meio ambiente.

    Os Ministros da Agricultura da África, reunidos nesta segunda-feira (4) no Marrocos, discutirão o desafio de produzir o suficiente para alimentar o continente - onde as mudanças climáticas causam prejuízos - enquanto preservam o meio ambiente.


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  • 33/56   Falsos soldados são expulsos do lendário Checkpoint Charlie em Berlim
    SCIENCE TOPIC NEWS

    As autoridades de Berlim decidiram nesta segunda-feira (4), 30 anos após a queda do Muro, proibir o acesso ao lendário Checkpoint Charlie a artistas que se fantasiam de soldados americanos para ganhar dinheiro ao serem fotografados por turistas.

    As autoridades de Berlim decidiram nesta segunda-feira (4), 30 anos após a queda do Muro, proibir o acesso ao lendário Checkpoint Charlie a artistas que se fantasiam de soldados americanos para ganhar dinheiro ao serem fotografados por turistas.


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  • 34/56   Merkel sonhava em comer ostras no Ocidente na noite da queda do Muro de Berlim
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A noite da queda do Muro de Berlim, 9 de novembro de 1989, Angela Merkel, a atual chanceler da Alemanha, estava, como todas as quintas-feiras à noite, em uma sauna de Berlim Oriental e sonhava em comer ostras no Ocidente.

    A noite da queda do Muro de Berlim, 9 de novembro de 1989, Angela Merkel, a atual chanceler da Alemanha, estava, como todas as quintas-feiras à noite, em uma sauna de Berlim Oriental e sonhava em comer ostras no Ocidente.


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  • 35/56   Yvette Lundy, integrante da resistência francesa ao nazismo, morre aos 103 anos
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Yvette Lundy, figura importante da resistência francesa aos nazistas, deportada ao campo de Ravensbrück, morreu aos 103 anos na cidade de Epernay, nordeste da França, anunciaram as autoridades locais no domingo.

    Yvette Lundy, figura importante da resistência francesa aos nazistas, deportada ao campo de Ravensbrück, morreu aos 103 anos na cidade de Epernay, nordeste da França, anunciaram as autoridades locais no domingo.


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  • 36/56   Trump faz nova ameaça de privar Califórnia de ajuda federal para incêndios
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O republicano Donald Trump ameaçou mais uma vez, neste domingo (3), privar a Califórnia de uma ajuda federal destinada à luta contra incêndios, após as críticas feitas pelo governador deste estado, o democrata Gavin Newsom, contra a política ambiental do presidente.

    O republicano Donald Trump ameaçou mais uma vez, neste domingo (3), privar a Califórnia de uma ajuda federal destinada à luta contra incêndios, após as críticas feitas pelo governador deste estado, o democrata Gavin Newsom, contra a política ambiental do presidente.


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  • 37/56   Opositor promete voltar a La Paz para pedir renúncia de Evo Morales
    WORLD TOPIC NEWS

    O líder opositor boliviano Luis Fernando Camacho anunciou nesta terça-feira (5) que voltará a La Paz amanhã, e sempre que for necessário, para entregar ao presidente Evo Morales uma carta de renúncia para que a assine, ao voltar ao seu reduto, Santa Cruz, depois de falhar em sua primeira tentativa.

    O líder opositor boliviano Luis Fernando Camacho anunciou nesta terça-feira (5) que voltará a La Paz amanhã, e sempre que for necessário, para entregar ao presidente Evo Morales uma carta de renúncia para que a assine, ao voltar ao seu reduto, Santa Cruz, depois de falhar em sua primeira tentativa.


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  • 38/56   Irã retoma atividades nucleares que estavam congeladas
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    O Irã anunciou nesta terça-feira a retomada das atividades de enriquecimento de urânio e uma nova redução dos compromissos assumidos pelo país com a comunidade internacional a respeito de seu programa nuclear.

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  • 39/56   Presidente chileno descarta renúncia, enquanto protestos persistem
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    O presidente do Chile, Sebastián Piñera, descartou renunciar ao cargo e admitiu, pela primeira vez, estar disposto a fazer uma reforma da Constituição herdada da ditadura de Augusto Pinochet, na tentativa de silenciar os protestos nas ruas do país, passados 20 dias.

    O presidente do Chile, Sebastián Piñera, descartou renunciar ao cargo e admitiu, pela primeira vez, estar disposto a fazer uma reforma da Constituição herdada da ditadura de Augusto Pinochet, na tentativa de silenciar os protestos nas ruas do país, passados 20 dias.


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  • 40/56   Diplomata dos EUA admite ter condicionado ajuda à Ucrânia à investigação sobre Biden
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    O embaixador dos Estados Unidos na União Europeia, Gordon Sondland, admitiu nesta terça-feira (5) durante um depoimento ao Congresso ter condicionado a ajuda militar à Ucrânia em troca da abertura de uma investigação sobre Joe Biden, um dos adversários democratas do presidente Donald Trump.

    O embaixador dos Estados Unidos na União Europeia, Gordon Sondland, admitiu nesta terça-feira (5) durante um depoimento ao Congresso ter condicionado a ajuda militar à Ucrânia em troca da abertura de uma investigação sobre Joe Biden, um dos adversários democratas do presidente Donald Trump.


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  • 41/56   Com ministro denunciado por laranjal, governo Bolsonaro diz que acabou com corrupção
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Com um ministro alvo de denúncia por suspeitas de atuação em esquema de candidaturas laranjas, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) comemorou nesta terça-feira (5) 300 dias de governo afirmando que sua gestão pôs fim à corrupção. "Os escândalos de corrupção sumiram do Palácio do Planalto e dos noticiários. As instituições são respeitadas e a relação entre os poderes é transparente e limpa. Fraudes e desmandos estão sendo combatidos desde o primeiro dia de trabalho", diz trecho do documento divulgado nesta terça pela assessoria de imprensa da Presidência da República. Apesar do discurso de combate à corrupção, Bolsonaro tem Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) entre seus 22 ministros. Ele foi denunciado em outubro pelo Ministério Público de Minas Gerais por suspeita de envolvimento em um esquema de candidaturas de laranjas, caso revelado pela Folha de S.Paulo em fevereiro. Inicialmente, o presidente disse que aguardaria as investigações da Polícia Federal para decidir o futuro do ministro. Concluída a apuração, ele decidiu manter Álvaro Antônio no cargo. Ainda no documento, o governo também comemora dados como combate à criminalidade e uma melhora nas taxas de emprego, embora dados oficiais apontem para uma taxa recorde da informalidade. "A retomada do emprego é uma realidade. Em nove meses, são 761 mil novos postos de trabalho formais. Nesse ritmo, passaremos a marca de um milhão até o fim de 2019. Também, ações em favor do mercado e da geração de emprego e renda têm devolvido a confiança em nosso país – é o que comprovam índices como o menor Risco Brasil dos últimos seis anos", diz um trecho. Apesar dos dados apontados pelo Planalto, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou na última quinta (31) que a informalidade continua batendo recordes no mercado de trabalho brasileiro. De acordo com o instituto, 11,8 milhões de pessoas trabalhavam sem carteira assinada no setor privado no terceiro trimestre do ano, um crescimento de 2,9% (338 mil pessoas) com relação ao trimestre encerrado em junho. Os trabalhadores por conta própria, atividade em que a maioria deles é informal, atingiram 24,4 milhões de pessoas, alta de 1,2% (293 mil pessoas). A cerimônia foi realizada no Planalto e contou com a participação de deputados, senadores, ministros e assessores. Durante o ato foram repetidas frases e lemas comuns a Bolsonaro desde a corrida presidencial de 2018 como críticas à imprensa, à esquerda e exaltação a um discurso anticorrupção. Em outubro, o Ministério Público de Minas Gerais denunciou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, sob acusação de envolvimento no laranjal do PSL. A investigação, iniciada com base em reportagens da Folha de S.Paulo, concluiu que o ministro comandou um esquema de desvio de recursos públicos por meio de candidaturas femininas de fachada nas últimas eleições. Álvaro Antônio nega qualquer irregularidade e diz que irá provar sua inocência. No documento apresentado, o governo disse ter cortado assinaturas de jornais e revistas para proporcionar economia aos cofres públicos e exaltou a medida como uma das ações nesses 300 dias de gestão. "Não-renovação de assinaturas de jornais e revistas, economizando R$ 18 milhões para os cofres públicos", aponta o documento. Nos últimos dias, numa escalada de críticas à imprensa, Bolsonaro determinou o cancelamento de assinaturas da Folha de S.Paulo pelo governo federal e ameaçou os anunciantes do jornal. Ele ainda colocou como incerta a renovação da concessão da TV Globo em 2022, logo depois de a emissora publicar uma reportagem em que seu nome é apontado nas investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL). "Se nós viermos a depender apenas de uma imprensa nós corremos o risco de sermos réus sem crime e perdermos os nossos direitos sem ter o direito à defesa. Eu lamento uma grande imprensa no Brasil querer colocar no meu colo a execução de uma vereadora porque um dos possíveis executores morava em meu condomínio. Tem mais gente que deve em meu condomínio, são 150 casas lá", disse. Reportagem da TV Globo, veiculada na terça-feira (29), apontou que um porteiro (cujo nome não foi revelado) deu depoimento dizendo que, no dia do assassinato de Marielle, em 14 de março de 2018, Élcio Queiroz ?—ex-policial militar envolvido no crime— afirmou na portaria do condomínio que iria à casa de Bolsonaro, na época deputado federal. "Não é uma imprensa que colabore com Brasil essa que agiu dessa maneira", disse, sem citar diretamente a TV Globo. Ele ainda afirmou que lamenta a morte de Marielle e diz que não teria motivos para se envolver na morte da vereadora. "O que é mais importante: que motivo eu teria para cometer um ato como esse? Estaria contrariando meus princípios cristãos. E outra, no que aquela pessoa me atrapalhava? Zero. Lamento por sua família pelo ocorrido. É uma marca que fica no Brasil e essa marca não é boa. Eu espero, Moro, que seja desvendado esse crime. Bem como espero que seja desvendado quem mandou matar Jair Bolsonaro", disse. Em seu discurso nesta terça-feira, o presidente disse ser vítima de fake news desde as eleições e afirmou que teria vencido a disputa ainda em primeiro turno não fossem as notícias falsas que pesaram contra ele. Bolsonaro também fez um gesto ao deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), seu filho e novo líder do partido na Câmara, dizendo que espera que ele não seja alvo de pedidos de cassação de seu mandato. Eduardo é alvo de protocolos da oposição no Conselho de Ética da Câmara por ter afirmando na semana passada que um novo AI-5 poderia ser editado se a esquerda radicalizasse. O quinto ato, assinado pelo marechal Arthur da Costa e Silva (que assumira a Presidência em 1967), resultou no fechamento imediato e por tempo indeterminado do Congresso Nacional e das Assembleias nos estados —com exceção de São Paulo. "Eu, na Câmara, respondi uns 30 processos de cassação, espero que meu filho Eduardo não entre nesse caminho. Mas em todos os momentos a Câmara respeitou o sagrado direito de opinião", disse. O presidente citou ainda o caso do Chile, que vive onda de protesto de cidadãos contra políticas do governo. "Falando em Chile, nós devemos ter a capacidade de nos antecipar a problemas. Sabemos que existem alguns maus brasileiros que ficam o tempo todo maquinando como chegar ao poder, não interessa por que meios. Não podemos admitir isso", disse. Bolsonaro afirmou ainda que seu governo é um dos mais democráticos dos últimos anos. "Afinal de contas, eu nunca falei em controle social da mídia, eu nunca falei que a internet deve ser domada", disse. O presidente disse que espera que a CPMI das Fake News, em curso no Congresso, sirva de ensinamento. "Uma CPMI, eu não vou interferir nela, a não ser conversando com alguns parlamentares do meu partido, eu espero que seja apenas um grande ensinamento essa CPMI", afirmou. Ele citou a presença de um senhor de cadeira de rodas na cerimônia a quem se referiu como um "herói do Vietnã". "É um prazer termos o senhor, deu o sangue, ver o senhor que deu o sangue pelo país. Nós aqui, se preciso for darmos o sangue pela nossa liberdade, nenhum daqui se furtará a essa missão. E eu costumo dizer que mais importante que a própria vida é a liberdade porque um homem ou uma mulher sem liberdade não tem vida", disse. Na cerimônia, Bolsonaro assinou sete atos, entre eles alguns decretos que revogam centenas de decretos anteriores, a revogação do zoneamento agroecológico da cana-de-açúcar, um projeto de lei sobre desestatização da Eletrobras, e o fim do monopólio da Casa da Moeda. O documento apresentado pelo governo nesta terça ignora a crise de imagem na questão ambiental vivida pelo país, com repercussões negativas sobre o vazamento de óleo na costa brasileira e de queimadas na região amazônica. "No governo Bolsonaro, o meio ambiente está deixando de ser tratado como cavalo de batalha ideológico. A instrumentalização partidária dos últimos anos foi generalizada, mas poucas áreas foram tão corroídas quanto a ambiental. Os resultados dessa mudança de postura já são percebidos de diferentes formas, especialmente no Turismo, intimamente ligado ao meio ambiente", diz o texto elaborado pela Casa Civil.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Com um ministro alvo de denúncia por suspeitas de atuação em esquema de candidaturas laranjas, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) comemorou nesta terça-feira (5) 300 dias de governo afirmando que sua gestão pôs fim à corrupção. "Os escândalos de corrupção sumiram do Palácio do Planalto e dos noticiários. As instituições são respeitadas e a relação entre os poderes é transparente e limpa. Fraudes e desmandos estão sendo combatidos desde o primeiro dia de trabalho", diz trecho do documento divulgado nesta terça pela assessoria de imprensa da Presidência da República. Apesar do discurso de combate à corrupção, Bolsonaro tem Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) entre seus 22 ministros. Ele foi denunciado em outubro pelo Ministério Público de Minas Gerais por suspeita de envolvimento em um esquema de candidaturas de laranjas, caso revelado pela Folha de S.Paulo em fevereiro. Inicialmente, o presidente disse que aguardaria as investigações da Polícia Federal para decidir o futuro do ministro. Concluída a apuração, ele decidiu manter Álvaro Antônio no cargo. Ainda no documento, o governo também comemora dados como combate à criminalidade e uma melhora nas taxas de emprego, embora dados oficiais apontem para uma taxa recorde da informalidade. "A retomada do emprego é uma realidade. Em nove meses, são 761 mil novos postos de trabalho formais. Nesse ritmo, passaremos a marca de um milhão até o fim de 2019. Também, ações em favor do mercado e da geração de emprego e renda têm devolvido a confiança em nosso país – é o que comprovam índices como o menor Risco Brasil dos últimos seis anos", diz um trecho. Apesar dos dados apontados pelo Planalto, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou na última quinta (31) que a informalidade continua batendo recordes no mercado de trabalho brasileiro. De acordo com o instituto, 11,8 milhões de pessoas trabalhavam sem carteira assinada no setor privado no terceiro trimestre do ano, um crescimento de 2,9% (338 mil pessoas) com relação ao trimestre encerrado em junho. Os trabalhadores por conta própria, atividade em que a maioria deles é informal, atingiram 24,4 milhões de pessoas, alta de 1,2% (293 mil pessoas). A cerimônia foi realizada no Planalto e contou com a participação de deputados, senadores, ministros e assessores. Durante o ato foram repetidas frases e lemas comuns a Bolsonaro desde a corrida presidencial de 2018 como críticas à imprensa, à esquerda e exaltação a um discurso anticorrupção. Em outubro, o Ministério Público de Minas Gerais denunciou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, sob acusação de envolvimento no laranjal do PSL. A investigação, iniciada com base em reportagens da Folha de S.Paulo, concluiu que o ministro comandou um esquema de desvio de recursos públicos por meio de candidaturas femininas de fachada nas últimas eleições. Álvaro Antônio nega qualquer irregularidade e diz que irá provar sua inocência. No documento apresentado, o governo disse ter cortado assinaturas de jornais e revistas para proporcionar economia aos cofres públicos e exaltou a medida como uma das ações nesses 300 dias de gestão. "Não-renovação de assinaturas de jornais e revistas, economizando R$ 18 milhões para os cofres públicos", aponta o documento. Nos últimos dias, numa escalada de críticas à imprensa, Bolsonaro determinou o cancelamento de assinaturas da Folha de S.Paulo pelo governo federal e ameaçou os anunciantes do jornal. Ele ainda colocou como incerta a renovação da concessão da TV Globo em 2022, logo depois de a emissora publicar uma reportagem em que seu nome é apontado nas investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL). "Se nós viermos a depender apenas de uma imprensa nós corremos o risco de sermos réus sem crime e perdermos os nossos direitos sem ter o direito à defesa. Eu lamento uma grande imprensa no Brasil querer colocar no meu colo a execução de uma vereadora porque um dos possíveis executores morava em meu condomínio. Tem mais gente que deve em meu condomínio, são 150 casas lá", disse. Reportagem da TV Globo, veiculada na terça-feira (29), apontou que um porteiro (cujo nome não foi revelado) deu depoimento dizendo que, no dia do assassinato de Marielle, em 14 de março de 2018, Élcio Queiroz ?—ex-policial militar envolvido no crime— afirmou na portaria do condomínio que iria à casa de Bolsonaro, na época deputado federal. "Não é uma imprensa que colabore com Brasil essa que agiu dessa maneira", disse, sem citar diretamente a TV Globo. Ele ainda afirmou que lamenta a morte de Marielle e diz que não teria motivos para se envolver na morte da vereadora. "O que é mais importante: que motivo eu teria para cometer um ato como esse? Estaria contrariando meus princípios cristãos. E outra, no que aquela pessoa me atrapalhava? Zero. Lamento por sua família pelo ocorrido. É uma marca que fica no Brasil e essa marca não é boa. Eu espero, Moro, que seja desvendado esse crime. Bem como espero que seja desvendado quem mandou matar Jair Bolsonaro", disse. Em seu discurso nesta terça-feira, o presidente disse ser vítima de fake news desde as eleições e afirmou que teria vencido a disputa ainda em primeiro turno não fossem as notícias falsas que pesaram contra ele. Bolsonaro também fez um gesto ao deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), seu filho e novo líder do partido na Câmara, dizendo que espera que ele não seja alvo de pedidos de cassação de seu mandato. Eduardo é alvo de protocolos da oposição no Conselho de Ética da Câmara por ter afirmando na semana passada que um novo AI-5 poderia ser editado se a esquerda radicalizasse. O quinto ato, assinado pelo marechal Arthur da Costa e Silva (que assumira a Presidência em 1967), resultou no fechamento imediato e por tempo indeterminado do Congresso Nacional e das Assembleias nos estados —com exceção de São Paulo. "Eu, na Câmara, respondi uns 30 processos de cassação, espero que meu filho Eduardo não entre nesse caminho. Mas em todos os momentos a Câmara respeitou o sagrado direito de opinião", disse. O presidente citou ainda o caso do Chile, que vive onda de protesto de cidadãos contra políticas do governo. "Falando em Chile, nós devemos ter a capacidade de nos antecipar a problemas. Sabemos que existem alguns maus brasileiros que ficam o tempo todo maquinando como chegar ao poder, não interessa por que meios. Não podemos admitir isso", disse. Bolsonaro afirmou ainda que seu governo é um dos mais democráticos dos últimos anos. "Afinal de contas, eu nunca falei em controle social da mídia, eu nunca falei que a internet deve ser domada", disse. O presidente disse que espera que a CPMI das Fake News, em curso no Congresso, sirva de ensinamento. "Uma CPMI, eu não vou interferir nela, a não ser conversando com alguns parlamentares do meu partido, eu espero que seja apenas um grande ensinamento essa CPMI", afirmou. Ele citou a presença de um senhor de cadeira de rodas na cerimônia a quem se referiu como um "herói do Vietnã". "É um prazer termos o senhor, deu o sangue, ver o senhor que deu o sangue pelo país. Nós aqui, se preciso for darmos o sangue pela nossa liberdade, nenhum daqui se furtará a essa missão. E eu costumo dizer que mais importante que a própria vida é a liberdade porque um homem ou uma mulher sem liberdade não tem vida", disse. Na cerimônia, Bolsonaro assinou sete atos, entre eles alguns decretos que revogam centenas de decretos anteriores, a revogação do zoneamento agroecológico da cana-de-açúcar, um projeto de lei sobre desestatização da Eletrobras, e o fim do monopólio da Casa da Moeda. O documento apresentado pelo governo nesta terça ignora a crise de imagem na questão ambiental vivida pelo país, com repercussões negativas sobre o vazamento de óleo na costa brasileira e de queimadas na região amazônica. "No governo Bolsonaro, o meio ambiente está deixando de ser tratado como cavalo de batalha ideológico. A instrumentalização partidária dos últimos anos foi generalizada, mas poucas áreas foram tão corroídas quanto a ambiental. Os resultados dessa mudança de postura já são percebidos de diferentes formas, especialmente no Turismo, intimamente ligado ao meio ambiente", diz o texto elaborado pela Casa Civil.


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  • 42/56   PF pediu prisão temporária de Dilma, negada por Fachin, em inquérito sobre doações da JBS
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Polícia Federal pediu a prisão temporária da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em inquérito que apura se a JBS fez, a pedido do PT, doações ilícitas de R$ 40 milhões a aliados dela nas eleições de 2014. A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal). A informação consta de representação enviada à corte, em 26 de junho, pelo delegado Bernardo Guidali Amaral. Ele também requereu as prisões temporárias (de cinco dias, renováveis) do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, do ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Vital do Rêgo, dos ex-senadores Eunício Oliveira (MDB-CE) e Valdir Raupp (MDB-RO), e mais cinco pessoas. O delegado justificou haver “alta probabilidade” de os investigados, “caso mantidos em liberdade”, interferirem na coleta de provas. Contudo, o vice-procurador-geral da República, José Bonifácio Borges de Andrada, discordou das medidas. Em seu parecer sobre o caso, justificou que “não há evidências” de que os investigados “possam atrapalhar a execução das medidas de busca e apreensão”. Em sua decisão, de 21 de outubro, Fachin afirmou que, embora “esteja satisfatoriamente demonstrada a plausibilidade das hipóteses investigativas levadas a efeito pela autoridade policial, a pretensão de restrição da liberdade de locomoção dos investigados não se encontra provida da indicação de concretas condutas atentatórias às apurações que evidenciem a necessidade da medida extrema”. Em nota, Dilma classificou o pedido de prisão de estarrecedor e sustentou que o ministro da Justiça, Sergio Moro, cuja pasta é responsável pela PF, se esforça para perseguir adversários. Fachin autorizou, contudo, que a ex-presidente e demais investigados fossem intimados a depor, entre eles os senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Eduardo Braga (MDB-AM), líder do partido, e o ministro Vital do Rêgo. As notificações foram feitas nesta terça-feira (5), durante operação que também cumpriu mandados de busca e apreensão. O objetivo da PF é investigar suposto esquema de corrupção e lavagem de dinheiro para o financiamento de campanhas em 2014. Segundo o inquérito sobre o caso, a JBS disponibilizou para o PT duas contas no exterior, totalizando US$ 150 milhões, cujos recursos foram usados para bancar campanhas em 2014, ano em que Dilma disputou, com sucesso, a reeleição. As apurações se baseiam nas delações premiadas de executivos da J&F;, holding que controla a JBS, do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado e do ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil), entre outros. Ex-diretor de Relações Institucionais da JBS, Ricardo Saud disse ter providenciado o pagamento de R$ 40 milhões a senadores do MDB, a pedido de Mantega. O objetivo dos pagamentos, segundo o delator, seria comprar o apoio dos congressistas e evitar que eles aderissem à candidatura do rival da petista na disputa, o então senador Aécio Neves (PSDB-MG), hoje deputado federal. Renan, por exemplo, teria recebido R$ 11,9 milhões, destinando parte da quantia à coligação do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB); Braga e Vital, R$ 6 milhões cada. Também são investigados o senador Jader Barbalho (MDB-PA) e o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), supostos beneficiários de R$ 8,9 milhões; Outros alvos das apurações são Eunício e Raupp, que teriam obtido R$ 6 milhões e R$ 2 milhões, respectivamente. Saud também relatou que, ao saber das tratativas com senadores de seu partido, o então vice-presidente Michel Temer (MDB) fez uma reclamação e recebeu R$ 15 milhões. As informações sobre esses repasses vieram à tona com a divulgação, em 2017, das delações da JBS. Os citados negam envolvimento em ilicitudes. O dinheiro, segundo Saud, foi repassado por meio da simulação da prestação de serviços, com a emissão de notas fiscais frias, entregas de dinheiro em espécie e doações oficiais. Fachin indeferiu buscas nos endereços dos políticos investigados, mas as autorizou em relação a 25 empresas e pessoas físicas que teriam tido alguma função nos processos de pagamento e ocultação de valores. Um desses mandados foi contra o Ibope. Segundo a investigação, em julho de 2014, a J&F; pagou por uma pesquisa eleitoral à empresa, mas o beneficiário desse trabalho seria Renan. “A documentação apresentada pelo Ibope confirma que a prestação de serviços no campo da pesquisa eleitoral ocorreu em benefício do senador, e não ao Grupo J&F;, como constou na nota fiscal, datada de 14 de julho de 2014, emitida pela empresa para a J&F; Investimentos”, diz trecho da decisão de Fachin. Em depoimento à PF, Palocci afirmou que o empresário Joesley Batista, dono da JBS, lhe disse ter estranhado o pedido de Mantega para fazer pagamentos a integrantes do MDB e que procurou Dilma a respeito. “Joesley relatou que a presidente Dilma disse a seguinte frase: 'é para fazer'”, contou Palocci, segundo a transcrição de seu depoimento, feita pela PF. Em nota, a assessoria de Dilma afirmou ser estarrecedora a notícia de que a PF pediu sua prisão “num processo no qual não é investigada e nunca foi chamada a prestar qualquer esclarecimento”. “A ex-presidenta sempre colaborou com investigações e jamais se negou a prestar testemunho perante a Justiça Federal, nos casos em que foi instada a se manifestar.” A nota diz que nesta terça Dilma “foi convidada a prestar esclarecimentos à Justiça”. “No final da tarde, soube pela imprensa do pedido de prisão.” “O pedido de prisão é um absurdo diante do fato de não ser ela mesma investigada no inquérito em questão. E autoriza suposições várias, entre elas que se trata de uma oportuna cortina de fumaça. E também revela o esforço inconsequente do ministro da Justiça, Sergio Moro no afã de perseguir adversários políticos. Sobretudo, torna visível e palpável o abuso de autoridade, continua o comunicado. O Ibope, em nota, confirmou que a PF esteve em seus escritórios. “Foram entregues os mesmos arquivos e documentos que entregamos ao Ministério Público em 2017, quando houve a delação da JBS. Nada além disso”, diz o texto. A assessoria do senador Renan Calheiros afirmou que, às 7h32 desta terça, ele recebeu um delegado da PF em sua residência para entregar intimação de depoimento. "O senador afirmou que está à disposição e que é o maior interessado no esclarecimento dos fatos", diz a nota de Renan. Os advogados de Eduardo Braga divulgaram nota afirmando que ele recebeu nesta manhã uma solicitação do delegado Bernardo Amaral para prestar esclarecimentos no mesmo inquérito. "O senador sempre se colocou à disposição para colaborar com qualquer investigação. A cobertura midiática de hoje, talvez por sensacionalismo, talvez por desinformação, menciona fato que simplesmente não existiu, na medida em que nenhuma medida de busca e apreensão foi realizada na residência ou em qualquer outro endereço do senador Eduardo Braga", diz a nota. Mais tarde, Braga foi ao Palácio do Planalto, onde concedeu uma entrevista. “Eu recebi um agendamento de oitiva. E, como sempre, presto todos os esclarecimentos e apoio toda e qualquer operação. Agora, o que não é justo é fake news dizer que imóveis e gabinete tenham sofrido busca e apreensão. Eu não sofri busca e apreensão”, disse. O senador disse ainda que marcará uma data para esclarecer a questão e ressaltou que não tem “nenhuma relação com nenhuma consultoria de nenhuma ordem ou natureza”. Vital, também por escrito, informou que houve uma solicitação para depoimento, “o que não configura nenhuma medida extravagante ou derivada do que alguns setores costumam chamar de 'operação', apenas para impressionar a opinião pública”. “O ministro é o maior interessado em esclarecer os fatos e, portanto, atenderá a solicitação do depoimento, colaborando com a justiça, como sempre tem feito", diz a nota. A defesa de Raupp disse em nota que ele prestou depoimento e informou não ter sido candidato em 2014, tampouco presidente de diretórios de seu partido.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Polícia Federal pediu a prisão temporária da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em inquérito que apura se a JBS fez, a pedido do PT, doações ilícitas de R$ 40 milhões a aliados dela nas eleições de 2014. A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal). A informação consta de representação enviada à corte, em 26 de junho, pelo delegado Bernardo Guidali Amaral. Ele também requereu as prisões temporárias (de cinco dias, renováveis) do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, do ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Vital do Rêgo, dos ex-senadores Eunício Oliveira (MDB-CE) e Valdir Raupp (MDB-RO), e mais cinco pessoas. O delegado justificou haver “alta probabilidade” de os investigados, “caso mantidos em liberdade”, interferirem na coleta de provas. Contudo, o vice-procurador-geral da República, José Bonifácio Borges de Andrada, discordou das medidas. Em seu parecer sobre o caso, justificou que “não há evidências” de que os investigados “possam atrapalhar a execução das medidas de busca e apreensão”. Em sua decisão, de 21 de outubro, Fachin afirmou que, embora “esteja satisfatoriamente demonstrada a plausibilidade das hipóteses investigativas levadas a efeito pela autoridade policial, a pretensão de restrição da liberdade de locomoção dos investigados não se encontra provida da indicação de concretas condutas atentatórias às apurações que evidenciem a necessidade da medida extrema”. Em nota, Dilma classificou o pedido de prisão de estarrecedor e sustentou que o ministro da Justiça, Sergio Moro, cuja pasta é responsável pela PF, se esforça para perseguir adversários. Fachin autorizou, contudo, que a ex-presidente e demais investigados fossem intimados a depor, entre eles os senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Eduardo Braga (MDB-AM), líder do partido, e o ministro Vital do Rêgo. As notificações foram feitas nesta terça-feira (5), durante operação que também cumpriu mandados de busca e apreensão. O objetivo da PF é investigar suposto esquema de corrupção e lavagem de dinheiro para o financiamento de campanhas em 2014. Segundo o inquérito sobre o caso, a JBS disponibilizou para o PT duas contas no exterior, totalizando US$ 150 milhões, cujos recursos foram usados para bancar campanhas em 2014, ano em que Dilma disputou, com sucesso, a reeleição. As apurações se baseiam nas delações premiadas de executivos da J&F;, holding que controla a JBS, do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado e do ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil), entre outros. Ex-diretor de Relações Institucionais da JBS, Ricardo Saud disse ter providenciado o pagamento de R$ 40 milhões a senadores do MDB, a pedido de Mantega. O objetivo dos pagamentos, segundo o delator, seria comprar o apoio dos congressistas e evitar que eles aderissem à candidatura do rival da petista na disputa, o então senador Aécio Neves (PSDB-MG), hoje deputado federal. Renan, por exemplo, teria recebido R$ 11,9 milhões, destinando parte da quantia à coligação do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB); Braga e Vital, R$ 6 milhões cada. Também são investigados o senador Jader Barbalho (MDB-PA) e o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), supostos beneficiários de R$ 8,9 milhões; Outros alvos das apurações são Eunício e Raupp, que teriam obtido R$ 6 milhões e R$ 2 milhões, respectivamente. Saud também relatou que, ao saber das tratativas com senadores de seu partido, o então vice-presidente Michel Temer (MDB) fez uma reclamação e recebeu R$ 15 milhões. As informações sobre esses repasses vieram à tona com a divulgação, em 2017, das delações da JBS. Os citados negam envolvimento em ilicitudes. O dinheiro, segundo Saud, foi repassado por meio da simulação da prestação de serviços, com a emissão de notas fiscais frias, entregas de dinheiro em espécie e doações oficiais. Fachin indeferiu buscas nos endereços dos políticos investigados, mas as autorizou em relação a 25 empresas e pessoas físicas que teriam tido alguma função nos processos de pagamento e ocultação de valores. Um desses mandados foi contra o Ibope. Segundo a investigação, em julho de 2014, a J&F; pagou por uma pesquisa eleitoral à empresa, mas o beneficiário desse trabalho seria Renan. “A documentação apresentada pelo Ibope confirma que a prestação de serviços no campo da pesquisa eleitoral ocorreu em benefício do senador, e não ao Grupo J&F;, como constou na nota fiscal, datada de 14 de julho de 2014, emitida pela empresa para a J&F; Investimentos”, diz trecho da decisão de Fachin. Em depoimento à PF, Palocci afirmou que o empresário Joesley Batista, dono da JBS, lhe disse ter estranhado o pedido de Mantega para fazer pagamentos a integrantes do MDB e que procurou Dilma a respeito. “Joesley relatou que a presidente Dilma disse a seguinte frase: 'é para fazer'”, contou Palocci, segundo a transcrição de seu depoimento, feita pela PF. Em nota, a assessoria de Dilma afirmou ser estarrecedora a notícia de que a PF pediu sua prisão “num processo no qual não é investigada e nunca foi chamada a prestar qualquer esclarecimento”. “A ex-presidenta sempre colaborou com investigações e jamais se negou a prestar testemunho perante a Justiça Federal, nos casos em que foi instada a se manifestar.” A nota diz que nesta terça Dilma “foi convidada a prestar esclarecimentos à Justiça”. “No final da tarde, soube pela imprensa do pedido de prisão.” “O pedido de prisão é um absurdo diante do fato de não ser ela mesma investigada no inquérito em questão. E autoriza suposições várias, entre elas que se trata de uma oportuna cortina de fumaça. E também revela o esforço inconsequente do ministro da Justiça, Sergio Moro no afã de perseguir adversários políticos. Sobretudo, torna visível e palpável o abuso de autoridade, continua o comunicado. O Ibope, em nota, confirmou que a PF esteve em seus escritórios. “Foram entregues os mesmos arquivos e documentos que entregamos ao Ministério Público em 2017, quando houve a delação da JBS. Nada além disso”, diz o texto. A assessoria do senador Renan Calheiros afirmou que, às 7h32 desta terça, ele recebeu um delegado da PF em sua residência para entregar intimação de depoimento. "O senador afirmou que está à disposição e que é o maior interessado no esclarecimento dos fatos", diz a nota de Renan. Os advogados de Eduardo Braga divulgaram nota afirmando que ele recebeu nesta manhã uma solicitação do delegado Bernardo Amaral para prestar esclarecimentos no mesmo inquérito. "O senador sempre se colocou à disposição para colaborar com qualquer investigação. A cobertura midiática de hoje, talvez por sensacionalismo, talvez por desinformação, menciona fato que simplesmente não existiu, na medida em que nenhuma medida de busca e apreensão foi realizada na residência ou em qualquer outro endereço do senador Eduardo Braga", diz a nota. Mais tarde, Braga foi ao Palácio do Planalto, onde concedeu uma entrevista. “Eu recebi um agendamento de oitiva. E, como sempre, presto todos os esclarecimentos e apoio toda e qualquer operação. Agora, o que não é justo é fake news dizer que imóveis e gabinete tenham sofrido busca e apreensão. Eu não sofri busca e apreensão”, disse. O senador disse ainda que marcará uma data para esclarecer a questão e ressaltou que não tem “nenhuma relação com nenhuma consultoria de nenhuma ordem ou natureza”. Vital, também por escrito, informou que houve uma solicitação para depoimento, “o que não configura nenhuma medida extravagante ou derivada do que alguns setores costumam chamar de 'operação', apenas para impressionar a opinião pública”. “O ministro é o maior interessado em esclarecer os fatos e, portanto, atenderá a solicitação do depoimento, colaborando com a justiça, como sempre tem feito", diz a nota. A defesa de Raupp disse em nota que ele prestou depoimento e informou não ter sido candidato em 2014, tampouco presidente de diretórios de seu partido.


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  • 43/56   Protesto contra Bolsonaro
    WORLD TOPIC NEWS

    As ruas do Centro do Rio de Janeiro foram ocupadas por manifestantes que demonstraram descontentamento com o governo de Jair Bolsonaro. Pedidos por justiça para o caso Marielle, que ainda não tem um mandante identificado, também foram registrados.

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  • 44/56   Libaneses mantêm protestos e pedem novo governo
    WORLD TOPIC NEWS

    Os libaneses voltaram a sair às ruas na noite desta terça-feira para exigir um novo governo, enfrentando as forças de segurança que tentavam reabrir estradas bloqueadas.

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  • 45/56   França anuncia ter matado alto dirigente jihadista no Mali
    WORLD TOPIC NEWS

    A França anunciou nesta terça-feira (5) ter matado um alto dirigente jihadista no Mali, enquanto tenta reassegurar o apoio europeu no país oeste-africano em sua luta contra uma violenta insurgência.

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  • 46/56   Com ministro denunciado por laranjal, governo Bolsonaro diz que acabou com corrupção
    WORLD TOPIC NEWS

    Presidente também fez um gesto ao deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), seu filho e novo líder do partido na Câmara, dizendo que espera que ele não seja alvo de pedidos de cassação de seu mandato

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  • 47/56   AFP amplia rede de verificação de fatos na América Latina
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A Agence France-Presse (AFP) anunciou nesta terça-feira (5) a extensão a Chile, Peru, Bolívia, Equador e Venezuela de sua operação de verificação de fatos (em inglês, fact-checking) divulgados na internet através de um novo contrato com o Facebook.

    A Agence France-Presse (AFP) anunciou nesta terça-feira (5) a extensão a Chile, Peru, Bolívia, Equador e Venezuela de sua operação de verificação de fatos (em inglês, fact-checking) divulgados na internet através de um novo contrato com o Facebook.


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  • 48/56   Vale omitiu informações que poderiam ter evitado tragédia em Brumadinho
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A mineradora Vale omitiu a divulgação de boletins que poderiam ter evitado o colapso, em 25 de janeiro, da barragem Córrego do Feijão, em Brumadinho, Minas Gerais, que deixou 270 mortos e desaparecidos, informou nesta terça-feira (5) a Agência Nacional de Mineração (ANM).

    A mineradora Vale omitiu a divulgação de boletins que poderiam ter evitado o colapso, em 25 de janeiro, da barragem Córrego do Feijão, em Brumadinho, Minas Gerais, que deixou 270 mortos e desaparecidos, informou nesta terça-feira (5) a Agência Nacional de Mineração (ANM).


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  • 49/56   Piñera lança plano de apoio a PMEs afetadas por crise social no Chile
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O presidente do Chile, Sebastián Piñera, anunciou nesta terça-feira (5) um pacote de medidas, que incluem subsídios, agilização de pagamentos e flexibilização de impostos, para 6.800 micro, pequenas e médias empresas afetadas por ataques, saques e incêndios ocorridos no contexto do confronto social no país.

    O presidente do Chile, Sebastián Piñera, anunciou nesta terça-feira (5) um pacote de medidas, que incluem subsídios, agilização de pagamentos e flexibilização de impostos, para 6.800 micro, pequenas e médias empresas afetadas por ataques, saques e incêndios ocorridos no contexto do confronto social no país.


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  • 50/56   Governo quer autorizar corte de jornada e salário de servidores
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A chamada PEC (Proposta de Emenda à Constituição) Emergencial também prevê uma redução dos benefícios tributários concedidos pelo governo

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  • 51/56   Bolsonaro entrega reformas ao Congresso e espera aprovação até meados de 2020
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Como já fez em outra ocasião, Bolsonaro foi a pé ao Congresso Nacional, acompanhado por Paulo Guedes

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  • 52/56   As 16 coisas mais bizarras que Elon Musk disse acreditar
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O CEO da Tesla e Space X, Elon Musk, tem uma maneira curiosa de ver o mundo e o universo. Em agosto, ele repetiu sua crença de que os humanos deveriam lançar armas termonucleares em Marte para aquecer o planeta, entre opiniões que ele costuma compartilhar. As informações são do Business Insider.

Veja as 16 opiniões mais loucas do bilionário sobre tudo, de Marte à inteligência artificial.

    O CEO da Tesla e Space X, Elon Musk, tem uma maneira curiosa de ver o mundo e o universo. Em agosto, ele repetiu sua crença de que os humanos deveriam lançar armas termonucleares em Marte para aquecer o planeta, entre opiniões que ele costuma compartilhar. As informações são do Business Insider. Veja as 16 opiniões mais loucas do bilionário sobre tudo, de Marte à inteligência artificial.


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  • 53/56   Mulheres de Srebrenica protestam contra Nobel para escritor Peter Handke
    BUSINESS TOPIC NEWS

    As mulheres da cidade servo-bósnia de Srebrenica protestaram nesta terça-feira (5), na frente da embaixada sueca em Sarajevo, contra a entrega do Prêmio Nobel de Literatura ao escritor austríaco Peter Handke.

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  • 54/56   Telefónica tem fortes perdas no terceiro trimestre
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O grupo espanhol de telecomunicações Telefónica anunciou nesta terça-feira um prejuízo líquido de 443 milhões de euros no terceiro trimestre, devido ao custo de um vasto plano de reestruturação na Espanha.

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  • 55/56   Chefe de talentos lista 3 perguntas para fazer a si mesmo antes de assumir um cargo
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Os conselhos de carreira do ex-chefe de Recursos Humanos da multinacional Goldman Sachs, Dane Holmes, se resumem em procurar oportunidades de aprendizado e crescimento. Como outros executivos de sucesso, ele desaconselha o pensamento da carreira linear e diz que novas jornadas podem ser valiosas.

Quase sempre mudança é um desafio e é preciso ter coragem para passar por ela, e com ele não foi diferente. Após trabalhar 18 anos na mesma empresa, ele decidiu que era mudar um pouco as coisas. Ele aceitou a proposta para dirigir a startup Eskalera, uma empresa de tecnologia e RH.

Embora tomar uma decisão não seja uma tarefa simples, ele ensina que apenas 3 perguntas podem ajudar a escolher o melhor caminho. Segundo ele, tudo se resume a: isso importa? Você quer que mude muito? Você acha que precisa de nova energia e nova estratégia? Se a resposta para os três for um retumbante "sim",  Holmes afirma que está na hora de assumir novos desafios.

    Os conselhos de carreira do ex-chefe de Recursos Humanos da multinacional Goldman Sachs, Dane Holmes, se resumem em procurar oportunidades de aprendizado e crescimento. Como outros executivos de sucesso, ele desaconselha o pensamento da carreira linear e diz que novas jornadas podem ser valiosas. Quase sempre mudança é um desafio e é preciso ter coragem para passar por ela, e com ele não foi diferente. Após trabalhar 18 anos na mesma empresa, ele decidiu que era mudar um pouco as coisas. Ele aceitou a proposta para dirigir a startup Eskalera, uma empresa de tecnologia e RH. Embora tomar uma decisão não seja uma tarefa simples, ele ensina que apenas 3 perguntas podem ajudar a escolher o melhor caminho. Segundo ele, tudo se resume a: isso importa? Você quer que mude muito? Você acha que precisa de nova energia e nova estratégia? Se a resposta para os três for um retumbante "sim", Holmes afirma que está na hora de assumir novos desafios.


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  • 56/56   Desinformação orquestrada pelos países ameaça a democracia, adverte ONG
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Os governos ao redor do mundo recorrem cada vez mais às redes sociais para manipular eleições e monitorar seus cidadãos, uma tendência preocupante para a democracia, alerta um relatório publicado nesta terça-feira pela ONG Freedom House.

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