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Noticias Slideshows (09/11/2019 19 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

    Noticias Fotos Slideshows - Tendências - Clique na imagem para visualizar na realidade aumentada ou em 3D estéreo

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    Revista de Imprensa


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  • 2/56   Esqueça a Apple: estas são as empresas que realmente produzem o iPhone

    Estas são as empresas asiáticas que realmente colocam a mão na massa para produzir o iPhone e outros produtos da Apple

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  • 3/56   Samsung cresce mais do que concorrentes no mercado de smartwatches

    Com crescimento de 73% em relação ao terceiro trimestre do ano passado, a Samsung ultrapassa a FitBit e se torna a segunda maior empresa mundial no mercado de smartwatches, mas a dominância deste mercado ainda é da Apple

    Com crescimento de 73% em relação ao terceiro trimestre do ano passado, a Samsung ultrapassa a FitBit e se torna a segunda maior empresa mundial no mercado de smartwatches, mas a dominância deste mercado ainda é da Apple


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  • 4/56   Vídeo compara design e recursos do iPhone original com o iPhone 11

    Modelo que lançou a Apple no mercado de smartphones foi originalmente lançado em 2007, com uma configuração inovadora para a época, mas insustentável nos dias atuais. iPhone 11 já conta com três versões e está disponível para compra no Brasil desde o fim de outubro

    Modelo que lançou a Apple no mercado de smartphones foi originalmente lançado em 2007, com uma configuração inovadora para a época, mas insustentável nos dias atuais. iPhone 11 já conta com três versões e está disponível para compra no Brasil desde o fim de outubro


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  • 5/56   Especialista descobre que macOS armazena mensagens de e-mail sem criptografia

    Uma vulnerabilidade no sistema de sugestões da Siri faz com que o macOS armazene um arquivo onde mensagens do Apple Mail, que deveriam ser criptografadas, possam ser lidas sem qualquer tipo de proteção

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  • 6/56   Gboard permite busca de gifs e stickers usando somente emojis

    Ferramenta ainda está em fase beta para alguns usuários no Android. Com ele, uma nova aba aparece para sugestão somente usando emojis. Nova função pode ter substituído ideia da Google em busca por desenho feito a mão

    Ferramenta ainda está em fase beta para alguns usuários no Android. Com ele, uma nova aba aparece para sugestão somente usando emojis. Nova função pode ter substituído ideia da Google em busca por desenho feito a mão


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  • 7/56   Xiaomi Mi CC9 Pro bate iPhone 11 Pro Max em teste de câmera da DxOMark

    Avaliação do canal foi feita com foco no smartphone da Apple, mas mostrou que, no que tange à câmera, ele empata com o Galaxy S10 da Samsung, ficando atrás do P30 Pro da Huawei: todos eles, porém, perdem para o mais recente lançamento da Xiaomi

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  • 8/56   A Siri está bugada sem o horário de verão; saiba como corrigir

    Assistente de voz do iPhone e iPad apresenta problemas para configurar alarmes a partir de comandos de voz para usuários em regiões onde os relógios deveriam ter sido adiantados. Apple não comentou sobre uma possível correção

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  • 9/56   Apostas lotéricas ficam mais caras a partir de domingo

    A partir deste domingo (10), os preços das apostas de oito modalidades lotéricas ficarão mais caros. Segundo a Caixa Econômica Federal, o reajuste será feito, após quatro anos sem elevação dos preços.Os novos valores foram autorizados pela Portaria nº 8.061 do Ministério da Economia, publicada no Diário Oficial da União no último dia 31 de outubro. O reajuste valerá para os sorteios que serão realizados a partir de segunda-feira (11). Os novos preços serão os mesmos em todos os canais de apostas, conforme tabela:Modalidade Lotérica Preço Anterior Novo Preço Nº do Concurso Data do Sorteio  Mega-Sena R$ 3,50 R$ 4,50 2207 13/11/2019  Lotofacil R$ 2,00 R$ 2,50 1889 11/11/2019  Quina R$ 1,50 R$ 2,00  5119 11/11/2019  Lotomania R$ 1,50 R$ 2,50  2021 12/11/2019  Dupla Sena R$ 2,00 R$ 2,50  2010 12/11/2019  Timemania R$ 2,00 R$ 3,00  1.405 12/11/2019  Loteca R$ 2,00 R$ 3,00 877 18/11/2019  Lotogol R$ 1,00 R$ 1,50  -  -    Segundo a Caixa, as mudanças contribuirão para o aumento dos prêmios ofertados aos apostadores. “Também será incrementado o repasse social de recursos às áreas definidas na lei, como Educação, Esporte, Segurança, Seguridade, Cultura e Saúde, entre outras”, diz o banco.Em virtude do ajuste dos preços, a captação das apostas para os concursos posteriores ao sábado (9) será iniciada a partir da 00h01 do dia 10 de novembro.MODALIDADECONCURSODATA DO SORTEIOINÍCIO DA CAPTAÇÃO DE APOSTAS    MEGA-SENA220713/11/201910/11/2019    LOTOFÁCIL188911/11/201910/11/2019    QUINA511911/11/201910/11/2019    LOTOMANIA202112/11/201910/11/2019    DUPLA SENA201012/11/201910/11/2019    TIMEMANIA140512/11/201910/11/2019    LOTECA87718/11/201910/11/2019    MEGA DA VIRADA222031/12/201911/11/2019     Como apostarAs apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em qualquer lotérica do país e também no portal Loterias Online. Clientes com acesso ao Internet Banking Caixa podem fazer suas apostas na Mega-Sena pelo seu computador pessoal, tablet ou smartphone. Para isso, é preciso ter conta corrente no banco e ser maior de 18 anos. As apostas pelo Internet Banking podem ser feitas das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios, quando as apostas se encerram às 19h, retornando às 21h para o concurso seguinte.Para jogar pela internet, no Portal Loterias Online, o apostador precisa ser maior de 18 anos e efetuar um pequeno cadastro. O cliente escolhe seus palpites, insere no carrinho e paga todas as suas apostas de uma só vez, utilizando o cartão de crédito. O valor mínimo da compra no Portal (que pode conter apostas de todas as modalidades disponíveis no site) é de R$ 30,00 e máximo de R$ 500,00 por dia. Também pelo portal, os apostadores podem optar pelos combos de apostas, que podem ser de apenas uma modalidade ou de várias modalidades. Na seleção do combo, o cliente pode escolher entre visualizar os números selecionados em cada aposta ou o formato “Surpresinha”, no qual o sistema escolhe aleatoriamente os números da aposta.Para usuários da plataforma iOS, já está disponível na Apple Store o aplicativo Loterias Caixa. As modalidades que estão disponíveis para apostas são: Mega-Sena, Lotofácil, Quina, Lotomania, Timemania, Dupla Sena, Loteca, Lotogol e Dia de Sorte. As apostas podem ser feitas todos os dias e a qualquer hora, durante o período de captação de cada concurso. Em breve, diz a Caixa, ficará disponível o aplicativo na loja Google Play. BolãoPara as modalidades Mega-Sena, Dia de Sorte, Lotofácil, Quina, Dupla Sena e Loteca, há a possibilidade de fazer bolão. Basta formar um grupo, escolher os números da aposta, marcar a quantidade de cotas e registrar em qualquer uma das lotéricas do país. Ao ser registrada no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante que, em caso de premiação, poderá resgatar a sua parte do prêmio individualmente.O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. É preciso solicitar ao atendente a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio. Nesse caso, poderá pagar uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica. Com o reajuste, as cotas mínimas e máximas dos bolões também serão adequadas, de acordo com cada modalidade.

    A partir deste domingo (10), os preços das apostas de oito modalidades lotéricas ficarão mais caros. Segundo a Caixa Econômica Federal, o reajuste será feito, após quatro anos sem elevação dos preços.Os novos valores foram autorizados pela Portaria nº 8.061 do Ministério da Economia, publicada no Diário Oficial da União no último dia 31 de outubro. O reajuste valerá para os sorteios que serão realizados a partir de segunda-feira (11). Os novos preços serão os mesmos em todos os canais de apostas, conforme tabela:Modalidade Lotérica Preço Anterior Novo Preço Nº do Concurso Data do Sorteio Mega-Sena R$ 3,50 R$ 4,50 2207 13/11/2019 Lotofacil R$ 2,00 R$ 2,50 1889 11/11/2019 Quina R$ 1,50 R$ 2,00  5119 11/11/2019 Lotomania R$ 1,50 R$ 2,50  2021 12/11/2019 Dupla Sena R$ 2,00 R$ 2,50  2010 12/11/2019 Timemania R$ 2,00 R$ 3,00  1.405 12/11/2019 Loteca R$ 2,00 R$ 3,00 877 18/11/2019 Lotogol R$ 1,00 R$ 1,50  -  - Segundo a Caixa, as mudanças contribuirão para o aumento dos prêmios ofertados aos apostadores. “Também será incrementado o repasse social de recursos às áreas definidas na lei, como Educação, Esporte, Segurança, Seguridade, Cultura e Saúde, entre outras”, diz o banco.Em virtude do ajuste dos preços, a captação das apostas para os concursos posteriores ao sábado (9) será iniciada a partir da 00h01 do dia 10 de novembro.MODALIDADECONCURSODATA DO SORTEIOINÍCIO DA CAPTAÇÃO DE APOSTAS MEGA-SENA220713/11/201910/11/2019 LOTOFÁCIL188911/11/201910/11/2019 QUINA511911/11/201910/11/2019 LOTOMANIA202112/11/201910/11/2019 DUPLA SENA201012/11/201910/11/2019 TIMEMANIA140512/11/201910/11/2019 LOTECA87718/11/201910/11/2019 MEGA DA VIRADA222031/12/201911/11/2019 Como apostarAs apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em qualquer lotérica do país e também no portal Loterias Online. Clientes com acesso ao Internet Banking Caixa podem fazer suas apostas na Mega-Sena pelo seu computador pessoal, tablet ou smartphone. Para isso, é preciso ter conta corrente no banco e ser maior de 18 anos. As apostas pelo Internet Banking podem ser feitas das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios, quando as apostas se encerram às 19h, retornando às 21h para o concurso seguinte.Para jogar pela internet, no Portal Loterias Online, o apostador precisa ser maior de 18 anos e efetuar um pequeno cadastro. O cliente escolhe seus palpites, insere no carrinho e paga todas as suas apostas de uma só vez, utilizando o cartão de crédito. O valor mínimo da compra no Portal (que pode conter apostas de todas as modalidades disponíveis no site) é de R$ 30,00 e máximo de R$ 500,00 por dia. Também pelo portal, os apostadores podem optar pelos combos de apostas, que podem ser de apenas uma modalidade ou de várias modalidades. Na seleção do combo, o cliente pode escolher entre visualizar os números selecionados em cada aposta ou o formato “Surpresinha”, no qual o sistema escolhe aleatoriamente os números da aposta.Para usuários da plataforma iOS, já está disponível na Apple Store o aplicativo Loterias Caixa. As modalidades que estão disponíveis para apostas são: Mega-Sena, Lotofácil, Quina, Lotomania, Timemania, Dupla Sena, Loteca, Lotogol e Dia de Sorte. As apostas podem ser feitas todos os dias e a qualquer hora, durante o período de captação de cada concurso. Em breve, diz a Caixa, ficará disponível o aplicativo na loja Google Play. BolãoPara as modalidades Mega-Sena, Dia de Sorte, Lotofácil, Quina, Dupla Sena e Loteca, há a possibilidade de fazer bolão. Basta formar um grupo, escolher os números da aposta, marcar a quantidade de cotas e registrar em qualquer uma das lotéricas do país. Ao ser registrada no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante que, em caso de premiação, poderá resgatar a sua parte do prêmio individualmente.O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. É preciso solicitar ao atendente a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio. Nesse caso, poderá pagar uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica. Com o reajuste, as cotas mínimas e máximas dos bolões também serão adequadas, de acordo com cada modalidade.


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  • 10/56   Valve pode estar desenvolvendo concorrente do Google Stadia

    Usuários descobriram nos códigos de atualização do Steam que há uma menção a uma nova ferramenta chamada Steam Cloud Gaming, indicando que a empresa está trabalhando em um sistema de jogos com processamento em nuvem

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  • 11/56   Ações da Apple batem recorde e valor de mercado da empresa chega em US$ 1,1 tri

    Papéis da empresa chegaram a ultrapassar a marca dos US$ 260 antes de fecharem o pregão desta quinta-feira (7) valendo US$ 259,43, em uma alta de 1,15%. Resultado é oriundo da divulgação de números bastante positivos

    Papéis da empresa chegaram a ultrapassar a marca dos US$ 260 antes de fecharem o pregão desta quinta-feira (7) valendo US$ 259,43, em uma alta de 1,15%. Resultado é oriundo da divulgação de números bastante positivos


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  • 12/56   Surface Pro X é fácil de se consertar, segundo análise do iFixit

    Site iFixit, especializado em desmontar aparelhos para identificar os componentes e medir seu “grau de reparabilidade”, considera o novo tablet da Microsoft bastante amigável na hora de consertar, o que é uma boa notícia

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  • 13/56   Apple TV+ tem grande audiência na estreia e já renova quatro séries

    Os insiders ficaram impressionados com a atividade na plataforma, que cresceu três dígitos no final de semana. As estatísticas iniciais mostram grande audiência nas atrações Dickinson, For All Mankind, The Morning Show e See. Cada uma teve ao menos dois episódios vistos

    Os insiders ficaram impressionados com a atividade na plataforma, que cresceu três dígitos no final de semana. As estatísticas iniciais mostram grande audiência nas atrações Dickinson, For All Mankind, The Morning Show e See. Cada uma teve ao menos dois episódios vistos


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  • 14/56   YouTube de cara nova! Design repaginado traz também novos recursos

    Plataforma de vídeos do Google repaginou sua página inicial para facilitar a visualização e a busca. Além de títulos e prévias maiores, há algumas pequenas funcionalidades para customizar a experiência durante as sessões de vídeo

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  • 15/56   Pod Assistir #08: The Morning Show e a estreia do Apple TV+

    O Apple TV+, estreou mundialmente no dia 1º de novembro Com uma das principais apostas: The Morning Show, estrelado por Jennifer Aniston e Steve Carell

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  • 16/56   HoloLens 2 | Novo óculos de RA da Microsoft é lançado por US$ 3.500

    O mais novo óculos de realidade virtual da Microsoft, HoloLens 2, finalmente está disponível para venda, meses depois do seu anúncio oficial no MWC 2019. Mais poderoso e confortável, o produto está disponível apenas em alguns mercados, deixando o Brasil de fora

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  • 17/56   Os melhores apps Android da semana (07/11/2019)

    Você pode ser um excelente gestor esportivo ou o destruidor do mundo em nossa primeira lista de recomendações de novembro! Também aqui: uma versão renovada de uma suíte de apps de escritório e até um app que reúne e reserva promoções e amostras grátis

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  • 18/56   São Paulo desativará prédios públicos e implantará centro tecnológico

    O governo de São Paulo vai desativar o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros e a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), na zona oeste, para construção de um polo de desenvolvimento tecnológico. Segundo o governador João Doria, a primeira das quatro etapas do projeto, chamado de Vale do Silício Urbano, ficará pronta no primeiro semestre do ano que vem.“No primeiro semestre de 2020, nós já teremos o Centro Internacional de Tecnologia e Inovação [CITI] funcionando na sua primeira etapa, onde hoje está o IPT [Instituto de Pesquisas Tecnológicas]”, disse o governador durante a apresentação do projeto. O Vale do Silício é uma região do estado da Califórnia, nos Estados Unidos, que concentra empresas de tecnologia, incluindo, grandes marcas como Apple, Facebook e Google.Nas duas fases inciais do projeto anunciado nesta quinta-feira (7), serão disponibilizados prédios do próprio governo estadual, próximos da Universidade de São Paulo (USP), para a instalação de empresas privadas. Nessa etapa, que deve entrar em funcionamento até abril de 2020, as desenvolvedoras de tecnologia poderão se instalar em 70 prédios do IPT, com uma área total de 300 mil metros quadrados.“Estamos abrindo esse espaço para que a sociedade, as startups, as grandes empresas, os centros de tecnologia e inovação ocuparem isso conosco”, disse a secretária estadual de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen. Segundo Patricia, o espaço estava subutilizado, apesar da boa localização. Também serão abertos à iniciativa privada 86 mil metros quadrados em imóveis do próprio governo em uma área próxima. CadeiãoA terceira etapa prevê a desativação do CDP, conhecido como Cadeião de Pinheiros. O complexo tem três unidades com capacidade para quase 1,9 mil presos onde estão detidas atualmente 4,6 mil pessoas. São Paulo tem grande número de detentos, e é necessário  fazer um trabalho de transição dessa população para as novas penitenciárias, disse Patricia sobre as negociações que estão sendo feitas para o fechamento do presídio.De acordo com a secretaria, o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), que reúne as empreiteiras, também vai ser ouvido para definir como a área pode ser aproveitada para implantação do CITI. Somado aos imóveis da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), o governo pretende disponibilizar nessa região 182 mil metros quadrados para as companhias de tecnologia. EntrepostoTraballham atualmente na Ceagesp, localizada na zona oeste, mais de 30 mil pessoas Divulgação/CeagespComo já havia sido anunciado, o projeto prevê ainda o fim das atividades da Ceagesp na região. As atividades do maior entreposto da América Latina devem ser transferidas para área ainda não definida. A sede atual tem 630 mil metros quadrados, onde trabalham mais de 30 mil pessoas.Segundo o governo paulista, a nova sede da Ceagesp deverá ter acesso privilegiado à malha rodoviária para facilitar o trânsito de mercadorias. A desativação do entreposto atual foi acordada com o governo federal, controlador da estatal, e com a prefeitura da capital paulista. PrazoPatricia Ellen informou que a previsão é que todo o projeto demore de quatro a seis anos para ser concluído. “É um projeto que começou há três anos, e o ciclo completo é de10 anos”, ressaltou a secretária.Ela destacou que a proposta tem apoio nas três esferas de governo: “os três Entes estão completamente alinhados: município, estado e governo federal”.

    O governo de São Paulo vai desativar o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros e a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), na zona oeste, para construção de um polo de desenvolvimento tecnológico. Segundo o governador João Doria, a primeira das quatro etapas do projeto, chamado de Vale do Silício Urbano, ficará pronta no primeiro semestre do ano que vem.“No primeiro semestre de 2020, nós já teremos o Centro Internacional de Tecnologia e Inovação [CITI] funcionando na sua primeira etapa, onde hoje está o IPT [Instituto de Pesquisas Tecnológicas]”, disse o governador durante a apresentação do projeto. O Vale do Silício é uma região do estado da Califórnia, nos Estados Unidos, que concentra empresas de tecnologia, incluindo, grandes marcas como Apple, Facebook e Google.Nas duas fases inciais do projeto anunciado nesta quinta-feira (7), serão disponibilizados prédios do próprio governo estadual, próximos da Universidade de São Paulo (USP), para a instalação de empresas privadas. Nessa etapa, que deve entrar em funcionamento até abril de 2020, as desenvolvedoras de tecnologia poderão se instalar em 70 prédios do IPT, com uma área total de 300 mil metros quadrados.“Estamos abrindo esse espaço para que a sociedade, as startups, as grandes empresas, os centros de tecnologia e inovação ocuparem isso conosco”, disse a secretária estadual de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen. Segundo Patricia, o espaço estava subutilizado, apesar da boa localização. Também serão abertos à iniciativa privada 86 mil metros quadrados em imóveis do próprio governo em uma área próxima. CadeiãoA terceira etapa prevê a desativação do CDP, conhecido como Cadeião de Pinheiros. O complexo tem três unidades com capacidade para quase 1,9 mil presos onde estão detidas atualmente 4,6 mil pessoas. São Paulo tem grande número de detentos, e é necessário  fazer um trabalho de transição dessa população para as novas penitenciárias, disse Patricia sobre as negociações que estão sendo feitas para o fechamento do presídio.De acordo com a secretaria, o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), que reúne as empreiteiras, também vai ser ouvido para definir como a área pode ser aproveitada para implantação do CITI. Somado aos imóveis da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), o governo pretende disponibilizar nessa região 182 mil metros quadrados para as companhias de tecnologia. EntrepostoTraballham atualmente na Ceagesp, localizada na zona oeste, mais de 30 mil pessoas Divulgação/CeagespComo já havia sido anunciado, o projeto prevê ainda o fim das atividades da Ceagesp na região. As atividades do maior entreposto da América Latina devem ser transferidas para área ainda não definida. A sede atual tem 630 mil metros quadrados, onde trabalham mais de 30 mil pessoas.Segundo o governo paulista, a nova sede da Ceagesp deverá ter acesso privilegiado à malha rodoviária para facilitar o trânsito de mercadorias. A desativação do entreposto atual foi acordada com o governo federal, controlador da estatal, e com a prefeitura da capital paulista. PrazoPatricia Ellen informou que a previsão é que todo o projeto demore de quatro a seis anos para ser concluído. “É um projeto que começou há três anos, e o ciclo completo é de10 anos”, ressaltou a secretária.Ela destacou que a proposta tem apoio nas três esferas de governo: “os três Entes estão completamente alinhados: município, estado e governo federal”.


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  • 19/56   Alphabet investiga Google por casos de assédio sexual envolvendo executivos

    No mês que completa um ano das denúncias de assédio sexual envolvendo executivos do Google, a Alphabet, empresa detentora da gigante da tecnologia, vai começar uma investigação. Segundo a fonte, um escritório de advocacia externo já teria sido contratado

    No mês que completa um ano das denúncias de assédio sexual envolvendo executivos do Google, a Alphabet, empresa detentora da gigante da tecnologia, vai começar uma investigação. Segundo a fonte, um escritório de advocacia externo já teria sido contratado


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  • 20/56   Google cria coalizão para desenvolver chip com código aberto

    Chamado de OpenTitan, o projeto é baseado no chip Titan da própria empresa que usa sistema de criptografia para assegurar que peça não foi violada. Plataforma será agnóstica e pode ser usada em quaisquer aparelhos e programas

    Chamado de OpenTitan, o projeto é baseado no chip Titan da própria empresa que usa sistema de criptografia para assegurar que peça não foi violada. Plataforma será agnóstica e pode ser usada em quaisquer aparelhos e programas


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  • 21/56   Apple estreia na Europa com megaoferta de títulos verdes

    (Bloomberg) -- A Apple está pronta para estrear no crescente mercado europeu de títulos verdes com uma das maiores emissões corporativas de dívida ecológica da região.A fabricante do iPhone prepara uma oferta de 2 bilhões de euros (US$ 2,2 bilhões) em títulos de 6 e 12 anos na quinta-feira, de acordo com uma pessoa a par do assunto, que pediu para não ser identificada porque não está autorizada a falar sobre a emissão. A empresa pretende usar os fundos captados para reduzir sua pegada de carbono, com a escolha de materiais mais ecológicos em seus produtos e conservação de recursos.O mercado de títulos verdes cresce com a iniciativa de empresas e governos de levantar fundos para reduzir o uso de combustíveis fósseis, adotando os princípios do Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas. Este ano, as ofertas globais desses títulos já superam o volume recorde de US$ 135 bilhões de 2018, e a Moody’s Investors Service elevou sua previsão de emissões de títulos verdes.“Os ativos dos fundos ESG estão crescendo e há um ambiente geralmente benigno para a emissão de títulos verdes”, disse Viktor Hjort, diretor global de estratégia de crédito do BNP Paribas, fazendo referência ao investimento ético em estratégias ambientais, sociais e de governança. “Com a Apple, em particular, há o aspecto de diversificação, já que o mercado de títulos verdes tem sido historicamente dominado por concessionárias de serviços públicos.”A oferta da Apple é uma das maiores já registradas no mercado de títulos verdes corporativos da Europa, segundo dados compilados pela Bloomberg. Em maio de 2014, a concessionária francesa Engie havia emitido 2,5 bilhões de euros em títulos verdes em duas tranches.A Apple já levantou US$ 2,5 bilhões em ofertas anteriores de títulos verdes em dólares americanos e demonstrou compromisso em melhorar seu impacto ambiental. No ano passado, a empresa atingiu a meta de usar energia limpa em todas suas operações globais.A oferta de títulos corporativos verdes denominados na moeda única já ultrapassa 50 bilhões de euros em 2019, superando o recorde de 32 bilhões de euros do ano passado, segundo dados compilados pela Bloomberg.Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórter da matéria original: Tasos Vossos London, tvossos@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Hannah Benjamin, hbenjamin1@bloomberg.net, Katie Linsell, Vivianne RodriguesFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- A Apple está pronta para estrear no crescente mercado europeu de títulos verdes com uma das maiores emissões corporativas de dívida ecológica da região.A fabricante do iPhone prepara uma oferta de 2 bilhões de euros (US$ 2,2 bilhões) em títulos de 6 e 12 anos na quinta-feira, de acordo com uma pessoa a par do assunto, que pediu para não ser identificada porque não está autorizada a falar sobre a emissão. A empresa pretende usar os fundos captados para reduzir sua pegada de carbono, com a escolha de materiais mais ecológicos em seus produtos e conservação de recursos.O mercado de títulos verdes cresce com a iniciativa de empresas e governos de levantar fundos para reduzir o uso de combustíveis fósseis, adotando os princípios do Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas. Este ano, as ofertas globais desses títulos já superam o volume recorde de US$ 135 bilhões de 2018, e a Moody’s Investors Service elevou sua previsão de emissões de títulos verdes.“Os ativos dos fundos ESG estão crescendo e há um ambiente geralmente benigno para a emissão de títulos verdes”, disse Viktor Hjort, diretor global de estratégia de crédito do BNP Paribas, fazendo referência ao investimento ético em estratégias ambientais, sociais e de governança. “Com a Apple, em particular, há o aspecto de diversificação, já que o mercado de títulos verdes tem sido historicamente dominado por concessionárias de serviços públicos.”A oferta da Apple é uma das maiores já registradas no mercado de títulos verdes corporativos da Europa, segundo dados compilados pela Bloomberg. Em maio de 2014, a concessionária francesa Engie havia emitido 2,5 bilhões de euros em títulos verdes em duas tranches.A Apple já levantou US$ 2,5 bilhões em ofertas anteriores de títulos verdes em dólares americanos e demonstrou compromisso em melhorar seu impacto ambiental. No ano passado, a empresa atingiu a meta de usar energia limpa em todas suas operações globais.A oferta de títulos corporativos verdes denominados na moeda única já ultrapassa 50 bilhões de euros em 2019, superando o recorde de 32 bilhões de euros do ano passado, segundo dados compilados pela Bloomberg.Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórter da matéria original: Tasos Vossos London, tvossos@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Hannah Benjamin, hbenjamin1@bloomberg.net, Katie Linsell, Vivianne RodriguesFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.


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  • 22/56   Homem é morto após negar senha do iPhone a bandidos

    Bombeiro foi assassinado a tiros durante um assalto na cidade americana de Coral Springs, em outubro. Polícia chegou aos responsáveis pelo crime após rastrear GPS do celular que pertencia à vítima e descobriu envolvimento do trio em outro tiroteio

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  • 23/56   Google | Executivos estão sendo investigados por conduta sobre casos de assédio

    Depois de uma série de denúncias envolvendo alguns dos seus quadros mais poderosos, a Alphabet, controladora da Google, criou um comitê que irá apurar todos os casos de assédio e abuso ocorridos na companhia

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  • 24/56   Bill Gates atribui queda da divisão móvel a ação antitruste contra a Microsoft

    Executivo da Microsoft diz que o processo do Departamento de Justiça dos Estados Unidos “o distraiu” e impediu que ele tivesse dado mais atenção ao sistema operacional para dispositivos móveis na época, por volta do começo dos anos 2000

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  • 25/56   CEO da Netflix quer investir mais em conteúdo e desafia rivais

    (Bloomberg) -- A Netflix espera investir US$ 15 bilhões em programação este ano, o que coloca pressão sobre seus rivais de streaming. Mas a empresa está apenas começando.O presidente da Netflix, Reed Hastings, disse na conferência DealBook que os gastos da empresa em programas e filmes só vão crescer.“Planejamos gastar bastante”, disse Hastings na quarta-feira durante o evento em Nova York. “Estamos crescendo e investindo em todo o mundo. Temos sido fortes em séries. Agora estamos ficando muito fortes em filmes.”Os planos da Netflix mostram o nível de competição no setor de streaming, com os gigantes de mídia mergulhando no mercado com seus próprios serviços. As empresas competem para oferecer o conteúdo mais atraente - e a batalha não é barata. A AT&T planeja oferecer 10 mil horas de programação com sua plataforma HBO Max, que estreia em 2020. A empresa espera investir US$ 4 bilhões no serviço, que só deve dar lucro em 2025.Um novo serviço da Walt Disney previsto para este mês contará com dezenas de novos programas originais, além das centenas de títulos na biblioteca da empresa. E a Apple está gastando bilhões de dólares apenas em novas séries para seu serviço Apple TV+, lançado na semana passada.A Netflix continua sendo a líder do setor, mas enfrenta mais pressão do que nunca. Hastings disse que espera aprender alguma coisa com os concorrentes.A Netflix foi criticada pelos tradicionalistas de Hollywood por não respeitar os períodos de exibição do cinema antes de disponibilizar os filmes em streaming. Hastings disse que espera que essas janelas desapareçam completamente.Os cinemas serão como restaurantes, disse: “Uma experiência para sair”.ExpansãoTambém há muito espaço para a Netflix se expandir em novas categorias, disse Hastings.“Um grande impulso para nós é animação e, no próximo ano, temos o início de uma grande lista de animação, por isso estamos investindo pesado nisso”, disse. “Estamos fazendo cada vez mais. Portanto, temos um longo caminho a percorrer, especialmente em nível global.”Mas, quando perguntado se a Netflix começaria a fazer o tipo de filme de orçamento limitado de Hollywood que inundam os cinemas no verão, Hastings não deu uma resposta direta.“Continuaremos a testar nossos limites”, afirmou.Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórter da matéria original: Gerry Smith New York, gsmith233@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Nick Turner, nturner7@bloomberg.net, Rob GolumFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- A Netflix espera investir US$ 15 bilhões em programação este ano, o que coloca pressão sobre seus rivais de streaming. Mas a empresa está apenas começando.O presidente da Netflix, Reed Hastings, disse na conferência DealBook que os gastos da empresa em programas e filmes só vão crescer.“Planejamos gastar bastante”, disse Hastings na quarta-feira durante o evento em Nova York. “Estamos crescendo e investindo em todo o mundo. Temos sido fortes em séries. Agora estamos ficando muito fortes em filmes.”Os planos da Netflix mostram o nível de competição no setor de streaming, com os gigantes de mídia mergulhando no mercado com seus próprios serviços. As empresas competem para oferecer o conteúdo mais atraente - e a batalha não é barata. A AT&T planeja oferecer 10 mil horas de programação com sua plataforma HBO Max, que estreia em 2020. A empresa espera investir US$ 4 bilhões no serviço, que só deve dar lucro em 2025.Um novo serviço da Walt Disney previsto para este mês contará com dezenas de novos programas originais, além das centenas de títulos na biblioteca da empresa. E a Apple está gastando bilhões de dólares apenas em novas séries para seu serviço Apple TV+, lançado na semana passada.A Netflix continua sendo a líder do setor, mas enfrenta mais pressão do que nunca. Hastings disse que espera aprender alguma coisa com os concorrentes.A Netflix foi criticada pelos tradicionalistas de Hollywood por não respeitar os períodos de exibição do cinema antes de disponibilizar os filmes em streaming. Hastings disse que espera que essas janelas desapareçam completamente.Os cinemas serão como restaurantes, disse: “Uma experiência para sair”.ExpansãoTambém há muito espaço para a Netflix se expandir em novas categorias, disse Hastings.“Um grande impulso para nós é animação e, no próximo ano, temos o início de uma grande lista de animação, por isso estamos investindo pesado nisso”, disse. “Estamos fazendo cada vez mais. Portanto, temos um longo caminho a percorrer, especialmente em nível global.”Mas, quando perguntado se a Netflix começaria a fazer o tipo de filme de orçamento limitado de Hollywood que inundam os cinemas no verão, Hastings não deu uma resposta direta.“Continuaremos a testar nossos limites”, afirmou.Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórter da matéria original: Gerry Smith New York, gsmith233@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Nick Turner, nturner7@bloomberg.net, Rob GolumFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.


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  • 26/56   "Skol latão aqui": Vendedor rouba cena em nova série da Apple com Jason Momoa

    See é a mais nova série do Apple TV+, protagonizada por Jason Momoa (Aquaman). Um usuário do Twitter compartilhou o trecho de uma cena em que um vendedor de Skol anunciava que tinha a cerveja latão. No mínimo, a equipe deve ter usado um banco de áudio brasileiro

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  • 27/56   Justiça indiana autoriza construção de templo hindu em lugar disputado com muçulmanos
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O supremo tribunal indiano abriu, neste sábado, o caminho para a construção de um templo hindu em um lugar sagrado do norte do país disputado durante décadas com os muçulmanos.

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  • 28/56   Merkel pede a Europa defesa da democracia em aniversário da queda do Muro
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A democracia e a liberdade europeias devem ser defendidas sempre, pediu neste sábado a chanceler alemã, Angela Merkel, no 30º aniversário da queda do Muro de Berlim, que se comemora em um ambiente de discórdia entre os aliados da época da Guerra Fria.

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  • 29/56   Pompeo alerta contra China e Rússia nos 30 anos da Queda do Muro
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, fez uma advertência nesta sexta-feira (8) contra as ameaças que, segundo ele, Rússia e China representam, em um discurso em Berlim na véspera do 30º aniversário da Queda do Muro.

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  • 30/56   Escavador de túneis de Berlim Oriental salvo por um "herói" da Stasi
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Quando o Muro de Berlim foi construído, os guardas tinham ordens de disparar para matar nos que tentavam escapar do leste comunista.

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  • 31/56   A antiga Cortina de Ferro da Alemanha está coberta de verde
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Olaf Olejnik patrulhava há 30 anos a fronteira ultrafortificada que deveria dissuadir os alemães orientais a passar para o lado ocidental em busca de liberdade.

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  • 32/56   O contraste entre o leste e o oeste da Alemanha 30 anos depois do muro
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Trinta anos depois da queda do Muro de Berlim, o contraste entre o leste e o oeste da Alemanha vai se apagando pouco a pouco.

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  • 33/56   Berlim e a vida dividida 30 anos após a Queda do Muro
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Dois zoológicos, duas torres de televisão, dois aeroportos, dois times de futebol: Berlim foi o cenário de duplicações das duas Alemanhas, algo que acontece ainda hoje, 30 anos depois da queda do muro.

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  • 34/56   Depois do êxodo, os alemães orientais voltam para casa
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Desde a queda do muro de Berlim, há 30 anos, milhões de alemães orientais abandonaram a ex-República Democrática Alemã para construir um futuro no ocidente, mas atualmente muitos deles querem voltar para casa.

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  • 35/56   Da queda do Muro à reunificação, 12 meses de turbulência e mudanças na Alemanha
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Da queda do Muro de Berlim, na noite de 9 de novembro de 1989, até o ato solene da reunificação, em 3 de outubro de 1990, a Alemanha viveu 12 meses de turbulência e mudanças:

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  • 36/56   Leste da Europa e sua transformação após a Queda do Muro de Berlim
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A Queda do Muro de Berlim, em novembro de 1989, foi o ponto crítico de um ano de mudanças fundamentais nos seis países do bloco socialista da Europa Oriental, com a desintegração de seus governos.

    A Queda do Muro de Berlim, em novembro de 1989, foi o ponto crítico de um ano de mudanças fundamentais nos seis países do bloco socialista da Europa Oriental, com a desintegração de seus governos.


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  • 37/56   Fernández celebra liberdade de Lula em reunião do Grupo de Puebla
    WORLD TOPIC NEWS

    O Grupo de Puebla, que reúne líderes de esquerda da América Latina, comemorou a libertação do ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, em reunião que recebeu o presidente eleito da Argentina, Alberto Fernández, neste sábado em Buenos Aires.

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  • 38/56   Ucrânia e separatistas russos começam a retirar suas tropas
    WORLD TOPIC NEWS

    A Ucrânia e os separatistas pró-russos começaram neste sábado a retirar suas tropas de um setor-chave da linha de frente no leste do país, o passo prévio a uma cúpula internacional destinada a relançar o processo de paz.

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  • 39/56   União política em torno do primeiro-ministro iraquiano e contra manifestantes
    WORLD TOPIC NEWS

    As forças iraquianas dispersaram, neste sábado, manifestantes que novamente pediram "o fim do regime" em Bagdá, enquanto o governo chegou a um acordo para manter o primeiro-ministro, Adel Abdel Mahdi, e usar a força, se necessário, para terminar com os protestos.

    As forças iraquianas dispersaram, neste sábado, manifestantes que novamente pediram "o fim do regime" em Bagdá, enquanto o governo chegou a um acordo para manter o primeiro-ministro, Adel Abdel Mahdi, e usar a força, se necessário, para terminar com os protestos.


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  • 40/56   Políticos de esquerda e de direita veem polarização ampliada com Lula solto
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva provocará um acirramento da polarização e maior mobilização social tanto à esquerda como à direita, avaliam políticos de diversos partidos. Enquanto o PT vê a liberdade de Lula como a consolidação de um momento de virada, com a onda da direita perdendo força e uma possibilidade de retomada do governo federal em 2022, os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PSL) defendem foco na aprovação de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que possa levar o petista logo novamente à cadeia. Na quinta (7), o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou, por 6 votos a 5, a execução de prisão antes de esgotados os recursos em tribunais superiores, o que possibilitou a soltura de Lula na sexta (8). Como resposta, adversários da esquerda no Congresso trabalham para acelerar a tramitação de PECs que retornem a possibilidade de execução da pena após a condenação em segunda instância. A oposição a Lula e o resgate da pauta anticorrupção unem as duas alas do PSL em guerra declarada desde o mês passado --a ligada à família Bolsonaro e a ligada ao presidente nacional da sigla, Luciano Bivar. Embora defenda que a radicalização entre PT e Bolsonaro não ofusque a agenda econômica do governo, o deputado Júnior Bozzella (PSL-SP) diz que a defesa da Lava Jato e da Lava Toga são as questões que sustentarão "até o último minuto". "Cabe ao Congresso legislar para restabelecer a ordem. O clamor da sociedade é por isso, não pode ser esquecido e nem colocado debaixo do tapete", afirma. "A gente errou em não colocar o pacote anticrime, do ministro Sergio Moro, como prioridade no início do mandato", avalia o deputado Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PSL-SP). "Com Lula solto, temos que colocar isso como prioridade, não adianta avançar nos outros itens se não temos isso equacionado." O deputado, contudo, vê um ponto positivo na soltura de Lula --o aumento do apoio a Bolsonaro. "A população está com medo de um ataque do Foro de São Paulo. Então temos uma união popular mais forte do que a anterior, contrária ao STF, ao PT e a Lula", diz.  Com Lula solto, a expectativa dos bolsonaristas é voltar a aglutinar o apoio que teve na eleição do ano passado. "Vamos ter legitimidade para agir de forma mais dura", afirma Luiz Philippe. O deputado diz acreditar que pode haver caos político e social, com a esquerda apelando para "estratégias terroristas de desestabilização". Já os partidos de esquerda veem, com Lula solto, mais espaço para mobilização popular contra o governo. "A hipótese do 'Fora, Bolsonaro' se amplia. Fica claro que Lula estava injustiçado, que houve um golpe eleitoral. Não é mais uma narrativa do PT. É uma prova de que se feriu a Constituição, de que ele foi preso para não ser candidato [em 2018]", afirma Rogério Correia (PT-MG). O deputado avalia ainda que o apoio a Bolsonaro diminui na medida em que cresce um sentimento de que suas medidas econômicas não melhoraram a vida da população. O petista não se preocupa com a tramitação das PECs no Congresso. "A segunda instância não tem a menor possibilidade de ser aprovada. Há hoje um sentimento majoritário no Parlamento de que o Poder Judiciário exacerbou. Ao atacar a política, fortaleceu uma direita antidemocrática. Os partidos não vislumbram mais fortalecer a ditadura judicial", afirma. Outros partidos de esquerda endossam a visão de que a soltura de Lula repara a injustiça de uma prisão que consideram ilegal e que, de uma forma ou de outra, ele organizará e liderará a oposição a Bolsonaro. "Solto, ele vai fazer campanha. Vai entrar nessa organização de enfrentamento a Bolsonaro. Esperamos que essa frente ampla de enfrentamento tenha o maior número de partidos", diz o deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ).  "Lula podendo viajar vai se contrapor muito bem. Vai levar o debate à sociedade, esclarecer a sociedade, formar base popular", diz Carlos Lupi, presidente do PDT. Ele deixa claro, porém, que se associa ao PT na oposição a Bolsonaro, mas que seu partido tem um projeto de país paralelo. "Lula é muito lúcido e experiente. Faltou para a esquerda e para a oposição a presença dele com sua lucidez nesses últimos meses, muita coisa que aconteceu não teria acontecido. Lula tem o traço do diálogo e quando ele esteve ausente o PT se enclausurou", diz Orlando Silva (PC do B-SP). Mas o deputado federal faz ressalvas. Para ele, a soltura de Lula é paradoxal. O lado ruim é a polarização: "Tende a fortalecer Lula e o PT, assim como Bolsonaro e Moro". "Essa polarização serve mais pra distrair a opinião pública do que para enfrentar problemas reais", diz. Correia, do PT, concorda que o enfrentamento à agenda liberal é mais complicada. "Como no caso da reforma econômica há maioria no Congresso, barrar isso depende de mobilização popular muito grande", diz. A decisão do STF veio no momento em que o Congresso recebeu da equipe econômica do governo federal um pacote de medidas de controle dos gastos públicos e flexibilização do Orçamento.  Enquanto parlamentares do PSL defendem foco na pauta anticorrupção, com a aprovação da prisão em segunda instância, partidos de centro e de direita também querem ver avançar as medidas econômicas e temem que a polarização em torno de Lula solto possa ofuscar a tramitação do pacote.  Para Marcel van Hattem (RS), líder do Novo, os apelos anticorrupção e pelo pacote econômico vão se reforçar. "Não atrapalha, só aumenta a pressão por pautas positivas. O pacotaço não vai ficar em segundo plano", diz.  O PSDB também defende que a agenda econômica não saia de cena em meio ao debate sobre segunda instância e avalia que a polarização Lula-Bolsonaro desvirtua o que é de interesse para o país.  O presidente nacional do partido, Bruno Araújo, também diz que a soltura do ex-presidente acaba com o discurso "Lula Livre", que unia a esquerda. "Agora vão precisar não só de nova palavra de ordem, mas de apresentar soluções para os problemas que eles mesmos criaram para o Brasil. Retórica não gera emprego nem reduz desigualdades", afirma Araújo.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva provocará um acirramento da polarização e maior mobilização social tanto à esquerda como à direita, avaliam políticos de diversos partidos. Enquanto o PT vê a liberdade de Lula como a consolidação de um momento de virada, com a onda da direita perdendo força e uma possibilidade de retomada do governo federal em 2022, os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PSL) defendem foco na aprovação de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que possa levar o petista logo novamente à cadeia. Na quinta (7), o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou, por 6 votos a 5, a execução de prisão antes de esgotados os recursos em tribunais superiores, o que possibilitou a soltura de Lula na sexta (8). Como resposta, adversários da esquerda no Congresso trabalham para acelerar a tramitação de PECs que retornem a possibilidade de execução da pena após a condenação em segunda instância. A oposição a Lula e o resgate da pauta anticorrupção unem as duas alas do PSL em guerra declarada desde o mês passado --a ligada à família Bolsonaro e a ligada ao presidente nacional da sigla, Luciano Bivar. Embora defenda que a radicalização entre PT e Bolsonaro não ofusque a agenda econômica do governo, o deputado Júnior Bozzella (PSL-SP) diz que a defesa da Lava Jato e da Lava Toga são as questões que sustentarão "até o último minuto". "Cabe ao Congresso legislar para restabelecer a ordem. O clamor da sociedade é por isso, não pode ser esquecido e nem colocado debaixo do tapete", afirma. "A gente errou em não colocar o pacote anticrime, do ministro Sergio Moro, como prioridade no início do mandato", avalia o deputado Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PSL-SP). "Com Lula solto, temos que colocar isso como prioridade, não adianta avançar nos outros itens se não temos isso equacionado." O deputado, contudo, vê um ponto positivo na soltura de Lula --o aumento do apoio a Bolsonaro. "A população está com medo de um ataque do Foro de São Paulo. Então temos uma união popular mais forte do que a anterior, contrária ao STF, ao PT e a Lula", diz.  Com Lula solto, a expectativa dos bolsonaristas é voltar a aglutinar o apoio que teve na eleição do ano passado. "Vamos ter legitimidade para agir de forma mais dura", afirma Luiz Philippe. O deputado diz acreditar que pode haver caos político e social, com a esquerda apelando para "estratégias terroristas de desestabilização". Já os partidos de esquerda veem, com Lula solto, mais espaço para mobilização popular contra o governo. "A hipótese do 'Fora, Bolsonaro' se amplia. Fica claro que Lula estava injustiçado, que houve um golpe eleitoral. Não é mais uma narrativa do PT. É uma prova de que se feriu a Constituição, de que ele foi preso para não ser candidato [em 2018]", afirma Rogério Correia (PT-MG). O deputado avalia ainda que o apoio a Bolsonaro diminui na medida em que cresce um sentimento de que suas medidas econômicas não melhoraram a vida da população. O petista não se preocupa com a tramitação das PECs no Congresso. "A segunda instância não tem a menor possibilidade de ser aprovada. Há hoje um sentimento majoritário no Parlamento de que o Poder Judiciário exacerbou. Ao atacar a política, fortaleceu uma direita antidemocrática. Os partidos não vislumbram mais fortalecer a ditadura judicial", afirma. Outros partidos de esquerda endossam a visão de que a soltura de Lula repara a injustiça de uma prisão que consideram ilegal e que, de uma forma ou de outra, ele organizará e liderará a oposição a Bolsonaro. "Solto, ele vai fazer campanha. Vai entrar nessa organização de enfrentamento a Bolsonaro. Esperamos que essa frente ampla de enfrentamento tenha o maior número de partidos", diz o deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ).  "Lula podendo viajar vai se contrapor muito bem. Vai levar o debate à sociedade, esclarecer a sociedade, formar base popular", diz Carlos Lupi, presidente do PDT. Ele deixa claro, porém, que se associa ao PT na oposição a Bolsonaro, mas que seu partido tem um projeto de país paralelo. "Lula é muito lúcido e experiente. Faltou para a esquerda e para a oposição a presença dele com sua lucidez nesses últimos meses, muita coisa que aconteceu não teria acontecido. Lula tem o traço do diálogo e quando ele esteve ausente o PT se enclausurou", diz Orlando Silva (PC do B-SP). Mas o deputado federal faz ressalvas. Para ele, a soltura de Lula é paradoxal. O lado ruim é a polarização: "Tende a fortalecer Lula e o PT, assim como Bolsonaro e Moro". "Essa polarização serve mais pra distrair a opinião pública do que para enfrentar problemas reais", diz. Correia, do PT, concorda que o enfrentamento à agenda liberal é mais complicada. "Como no caso da reforma econômica há maioria no Congresso, barrar isso depende de mobilização popular muito grande", diz. A decisão do STF veio no momento em que o Congresso recebeu da equipe econômica do governo federal um pacote de medidas de controle dos gastos públicos e flexibilização do Orçamento.  Enquanto parlamentares do PSL defendem foco na pauta anticorrupção, com a aprovação da prisão em segunda instância, partidos de centro e de direita também querem ver avançar as medidas econômicas e temem que a polarização em torno de Lula solto possa ofuscar a tramitação do pacote.  Para Marcel van Hattem (RS), líder do Novo, os apelos anticorrupção e pelo pacote econômico vão se reforçar. "Não atrapalha, só aumenta a pressão por pautas positivas. O pacotaço não vai ficar em segundo plano", diz.  O PSDB também defende que a agenda econômica não saia de cena em meio ao debate sobre segunda instância e avalia que a polarização Lula-Bolsonaro desvirtua o que é de interesse para o país.  O presidente nacional do partido, Bruno Araújo, também diz que a soltura do ex-presidente acaba com o discurso "Lula Livre", que unia a esquerda. "Agora vão precisar não só de nova palavra de ordem, mas de apresentar soluções para os problemas que eles mesmos criaram para o Brasil. Retórica não gera emprego nem reduz desigualdades", afirma Araújo.


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  • 41/56   Juiz que soltou Lula foi auxiliar de Gilmar Mendes no mensalão
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O juiz federal Danilo Pereira Júnior, que expediu o alvará de soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conhece bem as duas fases do processo inaugurado com o mensalão, que levou à prisão políticos e empresários: o julgamento e o cumprimento da pena. Ele foi juiz auxiliar do ministro Gilmar Mendes, no Supremo Tribunal Federal, no julgamento do mensalão (Lula não foi denunciado na ação penal do mensalão). Como afirma a Folha de S.Paulo em editorial neste sábado (9), sob o título “Retrocesso penal”, o STF foi protagonista “ao julgar com rigor os desmandos revelados no mensalão e ao favorecer a aplicação de instrumentos que ajudaram a recuperar bilhões roubados dos cofres públicos e a condenar figuras que muitos pensavam imunes à corrupção”. No exercício do cargo de juiz de execução, Danilo Pereira Júnior cumpre decisão do STF, que, ainda segundo o jornal, “reverteu o instituto que ajudou a mudar a percepção sobre o alcance da lei”. O magistrado é respeitado pelos colegas, tem grande experiência em matéria de execução penal, área em que sempre atuou. Foi juiz do presídio federal de segurança máxima em Catanduvas, no Paraná. No STF, ele atuou na mesma época em que o ministro da Justiça Sergio Moro, especializado em crimes financeiros e lavagem de dinheiro, foi convocado pela ministra Rosa Weber para auxiliá-la no Supremo. Dias Toffoli teve a seu lado no gabinete durante o julgamento do mensalão o então juiz e hoje desembargador Carlos Vieira von Adamek, atual secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça. Na gestão da ministra Cármen Lúcia no CNJ, o cargo hoje ocupado por Adamek foi exercido pelo juiz criminal Júlio Ferreira de Andrade, de Minas Gerais. Andrade foi juiz auxiliar da ministra no julgamento do mensalão. O juiz federal João Carlos Costa Mayer Soares, de Minas, ajudou Ayres Britto. O juiz Leonardo de Farias Duarte, do Pará, auxiliou Joaquim Barbosa.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O juiz federal Danilo Pereira Júnior, que expediu o alvará de soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conhece bem as duas fases do processo inaugurado com o mensalão, que levou à prisão políticos e empresários: o julgamento e o cumprimento da pena. Ele foi juiz auxiliar do ministro Gilmar Mendes, no Supremo Tribunal Federal, no julgamento do mensalão (Lula não foi denunciado na ação penal do mensalão). Como afirma a Folha de S.Paulo em editorial neste sábado (9), sob o título “Retrocesso penal”, o STF foi protagonista “ao julgar com rigor os desmandos revelados no mensalão e ao favorecer a aplicação de instrumentos que ajudaram a recuperar bilhões roubados dos cofres públicos e a condenar figuras que muitos pensavam imunes à corrupção”. No exercício do cargo de juiz de execução, Danilo Pereira Júnior cumpre decisão do STF, que, ainda segundo o jornal, “reverteu o instituto que ajudou a mudar a percepção sobre o alcance da lei”. O magistrado é respeitado pelos colegas, tem grande experiência em matéria de execução penal, área em que sempre atuou. Foi juiz do presídio federal de segurança máxima em Catanduvas, no Paraná. No STF, ele atuou na mesma época em que o ministro da Justiça Sergio Moro, especializado em crimes financeiros e lavagem de dinheiro, foi convocado pela ministra Rosa Weber para auxiliá-la no Supremo. Dias Toffoli teve a seu lado no gabinete durante o julgamento do mensalão o então juiz e hoje desembargador Carlos Vieira von Adamek, atual secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça. Na gestão da ministra Cármen Lúcia no CNJ, o cargo hoje ocupado por Adamek foi exercido pelo juiz criminal Júlio Ferreira de Andrade, de Minas Gerais. Andrade foi juiz auxiliar da ministra no julgamento do mensalão. O juiz federal João Carlos Costa Mayer Soares, de Minas, ajudou Ayres Britto. O juiz Leonardo de Farias Duarte, do Pará, auxiliou Joaquim Barbosa.


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  • 42/56   Lula chega em São Bernardo e é recebido por correligionários
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-presidente Lula chegou em São Bernardo, em SP, por volta das 12h30 deste sábado (9) e foi recebido no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC pelo ex-presidente do PT José Genoíno, o deputado José Guimarães (PT-CE) e o coordenador nacional do MST, João Paulo Rodrigues, o ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho, entre outros nomes petistas. Também está presente o ex-presidenciável do PSOL, Guilherme Boulos. O ex-presidente chegou ao local acompanhado do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, do líder do PT na câmara, Paulo Pimenta, e do deputado federal Marcelo Freixo (PSOL). Vários apoiadores do ex-presidente também se aglomeram em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Lula deve fazer um discurso na sede em São Bernardo. Um boneco inflável com a imagem de Lula foi erguido pouco antes das 11h em frente ao sindicato dos metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. De acordo com os organizadores, o boneco tem cerca de 10 metros de altura e quase 2 metros de largura. Na imagem, o ex-presidente usa terno e a faixa presidencial, mas com os dizerem Lula Livre. O boneco foi assinado por várias pessoas, que escreveram mensagens para o ex-presidente. Neste momento as pessoas que vieram ouvir Lula estão na rua estreita em frente ao prédio do sindicato, onde há também um carro de som. Muitos usam camisas com a foto de Lula ou da CUT e do MST. LIBERDADE Na quinta (7), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que um condenado só começa a cumprir pena após o trânsito em julgado do processo (quando os recursos se esgotam, e ação é encerrada). Antes, era permitida a prisão de quem já tinha sofrido condenação em segunda instância, caso do petista. O processo do tríplex de Guarujá (SP), pelo qual Lula foi preso, ainda tem recursos pendentes no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e no STF. Ele poderá aguardar o desfecho em liberdade.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-presidente Lula chegou em São Bernardo, em SP, por volta das 12h30 deste sábado (9) e foi recebido no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC pelo ex-presidente do PT José Genoíno, o deputado José Guimarães (PT-CE) e o coordenador nacional do MST, João Paulo Rodrigues, o ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho, entre outros nomes petistas. Também está presente o ex-presidenciável do PSOL, Guilherme Boulos. O ex-presidente chegou ao local acompanhado do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, do líder do PT na câmara, Paulo Pimenta, e do deputado federal Marcelo Freixo (PSOL). Vários apoiadores do ex-presidente também se aglomeram em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Lula deve fazer um discurso na sede em São Bernardo. Um boneco inflável com a imagem de Lula foi erguido pouco antes das 11h em frente ao sindicato dos metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. De acordo com os organizadores, o boneco tem cerca de 10 metros de altura e quase 2 metros de largura. Na imagem, o ex-presidente usa terno e a faixa presidencial, mas com os dizerem Lula Livre. O boneco foi assinado por várias pessoas, que escreveram mensagens para o ex-presidente. Neste momento as pessoas que vieram ouvir Lula estão na rua estreita em frente ao prédio do sindicato, onde há também um carro de som. Muitos usam camisas com a foto de Lula ou da CUT e do MST. LIBERDADE Na quinta (7), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que um condenado só começa a cumprir pena após o trânsito em julgado do processo (quando os recursos se esgotam, e ação é encerrada). Antes, era permitida a prisão de quem já tinha sofrido condenação em segunda instância, caso do petista. O processo do tríplex de Guarujá (SP), pelo qual Lula foi preso, ainda tem recursos pendentes no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e no STF. Ele poderá aguardar o desfecho em liberdade.


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  • 43/56   'O anúncio foi um erro', diz autor da questão decisiva para Queda do Muro
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    BERLIM, ALEMANHA (FOLHAPRESS) - Após 30 anos, Peter Brinkmann enfim sorri. "Eu fiz a pergunta decisiva", diz o jornalista alemão, sem esconder a satisfação de falar sobre a Queda do Muro de Berlim a colegas de outros países, Folha incluída, como convidado de honra do governo de seu país. A pergunta que fez em 9 de novembro de 1989 era simples: "Quando passa a valer? Imediatamente?". O alvo era o membro do Politburo da antiga Alemanha Oriental responsável por explicar aos repórteres como se daria a flexibilização das autorizações de viagens para cidadãos do então leste comunista do país. Günter Schabowski, o burocrata em questão, se enrolou com uma série de papéis que não traziam a resposta sobre o trânsito sem passaporte. "Isso passa a valer, na minha opinião, agora, instantaneamente", balbuciou, disparando o processo que derrubou o Muro de Berlim. "Foi inacreditável. O anúncio foi um erro", conta o veterano repórter de 74 anos que estava a serviço do tabloide Bild, hoje aposentado. Só que a história nem sempre reconheceu essa narrativa. Nas décadas que se seguiram à atabalhoada Queda do Muro, a fama pertenceu quase exclusivamente a Riccardo Ehrman, hoje com 80 anos, jornalista italiano da agência Ansa. Há um motivo para isso. A entrevista das 18h daquele dia tinha tudo para ser mais uma tediosa série de anúncios explicitando a dificuldade que o governo comunista tinha para lidar com o fluxo de 2.000 pessoas que vinham fugindo de seu país por outras fronteiras vizinhas, como Hungria e Áustria, para a então Alemanha Ocidental capitalista. Só que naquela semana a então Tchecoeslováquia havia anunciado que iria fechar a fronteira, e a matriz do império comunista em Moscou pretendia abrir uma saída única, controlada, no sul alemão. Daí a flexibilização que seria anunciada na forma da entrega gratuita de vistos a quem quisesse ir ao lado capitalista, mas que Schabowski acabou por acelerar sem querer. A fama de Ehrman no episódio decorreu de uma qualidade profissional e de um lance do acaso. De fato, ele merece o crédito por ter disparado a primeira questão sobre a regulação das viagens, 53 minutos depois do início da entrevista. Na confusão, Schabowski acabou confrontado por Brinkmann e suas perguntas. Só que ele estava fora do enquadramento das câmeras de TV, então apenas sua voz no meio da balbúrdia foi ouvida. A imagem fixada do episódio acabou sendo a do italiano. Em 2008, o italiano recebeu uma condecoração do governo alemão por seu trabalho em prol da unidade do país, o que levou Brinkmann a começar uma campanha para recuperar sua versão daquele dia. Até agora não ganhou medalha, mas foi o nome escolhido pelo governo alemão para dar um testemunho a um grupo de jornalistas estrangeiros em Berlim, no fim de setembro. Ele conta que Schabowski não parecia ter conhecimento exato sobre o que seus chefes tinham decidido. "Mas não sabíamos disso, embora eu tenha chegado três horas antes porque estava com a sensação de que algo importante podia acontecer. Deixei meu lugar guardado na primeira fileira com um lenço", disse. Assim que o "imediatamente" saiu da boca do burocrata, os repórteres se agitaram e correram para telefones públicos no centro de imprensa e para suas redações --era uma época sem notícias em tempo real, internet ou celulares. Os telefones precisavam de autorização da Stasi, polícia secreta, para serem acionados e, presumivelmente, terem seus grampos acionados. Ainda assim, a agência Reuters deu o furo, jargão para notícia em primeira mão, às 19h02, dois minutos após o fim da confusa entrevista. Nela, Brinkmann ainda perguntou se a abertura de fronteiras valia também para Berlim, cidade dividida incrustada na porção comunista da Alemanha. Schabowski assentiu com a mesma insegurança. Em pouco tempo, a notícia chegou a Bornholmer Strasse, um dos principais pontos de cruzamento entre as duas metades da hoje capital da Alemanha unificada --naquele tempo, apenas o era da Alemanha Oriental. Os guardas do lado comunista deixaram a multidão passar. Começaram então as cenas conhecidas até hoje. Riccardo Ehrman não concorda com a visão de Brinkmann. Em entrevista há duas semanas ao americano The Wall Street Journal, ele reafirma que foi seu diálogo com Schabowski que derrubou o muro na prática, e que as perguntas do colega alemão eram complementares às suas. "Era uma conversa entre mim e Schabowski, o que Schabowski admite", afirmou ao jornal. O antigo burocrata não pôde conceder entrevistas por estar hospitalizado. A celeuma é saborosa nota de rodapé na história épica. E exemplifica como alguns muros, como o da vaidade profissional, são mais difíceis de derrubar do que outros, mesmo 30 anos depois. 'MEDO DE NÃO SER VERDADE' Jovens martelando o Muro de Berlim, outros bebendo até cair. Uma festa sem fim numa noite de incertezas, notas de boas-vindas de 100 marcos beijadas por oprimidos pobretões do lado comunista de um país artificialmente dividido. Tudo isso aconteceu de uma maneira ou de outra a partir de 9 de novembro de 1989 na Alemanha, mas é apenas um recorte limitado e colorido da realidade que afetou os 16,11 milhões de habitantes da então República Democrática Alemã, o satélite soviético estabelecido em 1949. "O que tínhamos era medo de aquilo não ser verdade, ou poder ser revertido a qualquer momento", lembra Hans Jörg Wieland, um guia turístico de 72 anos ativo em Magdeburgo, capital do antigo estado oriental da Saxônia-Anhalt. A vida, afinal, era uma versão bastante próxima do visto no roteiro do vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro "A Vida dos Outros" (Florian Henckel von Donnersmarck, 2006). Ou seja, uma constante vigilância da polícia política, a temida Stasi, de cada detalhe cotidiano. "Não sabíamos quem estava vendo nosso movimento", conta. Com efeito, ele levou duas semanas para tomar coragem e visitar Berlim Ocidental. "Visitei meus sogros em Potsdam e de lá, fomos eu e minha mulher a pé até o portão de Brandemburgo. Ganhamos 100 marcos cada um na chegada. Era surreal", conta. Wieland era professor de inglês e chegou a diretor de um colégio em Magdeburgo. Em uma ocasião, visitou o País de Gales com alunos, num programa de intercâmbio, o que levanta a suspeita mais tarde entre outros alemães do grupo com que conversava de que ele mesmo poderia ser uma pessoa ligada à Stasi. Questionado, ele nega. "A gente tinha de se fazer de rabanete. Vermelho por fora, branco por dentro. Fiquei surpreso em saber quantos na minha escola eram da polícia. Quando o regime começou a cair, no fim de 1989, eles sumiram, foram para o campo, para outras cidades", diz. Ele não sente nostalgia, algo que muitas pessoas mais velhas atestam nas cidades do antigo leste. "Eu entendo, a vida era mais previsível, havia emprego ruim para todo mundo. Às vezes, até coisas boas", diz ele, sorridente. A falta de referência atingiu Christine Voegel, moradora de Erfurt que hoje tem uma loja de produtos orgânicos no centro da cidade --que registrou, com Leipzig, os primeiros grandes protestos por mudança de regime na Alemanha Oriental em 1989. "Eu tinha dez anos e minha mãe dizia que devíamos esperar", lembra. "De repente, umas duas semanas depois da queda do muro, vimos um grupo de alemães vestidos com jaquetas de couro passando na nossa rua, acenando para a gente. Era verdade", conta. História semelhante é relatada por ex-soldado soviético postado em Rathenau, perto de Berlim, literalmente naquilo que seria o primeiro ponto de confronto entre soviéticos e americanos caso a Guerra Fria se tornasse quente. "Não soubemos de nada. Duas semanas depois, vimos jovens ocidentais em motos Harley-Davidson passeando pelas ruas, passando perto do quartel", conta Alexander Kessel, que tinha 19 anos e pilotava um então moderno tanque T-80 na unidade, que tinha cerca de 2.000 homens. Hoje Kessel é um cineasta bem-sucedido na Rússia, tendo produzido a primeira série do país a ser comprada pelo serviço de streaming Netflix, a ficção científica sobre robôs "Melhor que Humanos". "A vida na Alemanha Oriental era bem melhor do que na União Soviética, mas nada parecida com o que se via do lado ocidental. Parecia haver de tudo lá", conta ele, que foi embora com seu regimento em 1990, após a reunificação. A perspectiva não só de maior liberdade, mas de acesso a bens de consumo de qualidade, foi um dos fatores que estimularam o jovem Peter Barsch a virar uma lenda entre os fugitivos do lado oriental. Aos 16 anos, em 1972, ele pegou o trem urbano que ligava as duas Berlim com um amigo e decidiu ir até o fim da linha, no lado ocidental. "Obviamente, no final só tinha a gente e uns soldados que iam ficar na fronteira no vagão. Fomos presos imediatamente", conta, rindo, numa conversa patrocinada pelo governo alemão com jornalistas estrangeiros em Berlim. Menos engraçados foram os dois anos de cadeia que pegou. "Decidi que iria embora, para Paris", disse. "Eu passava os dias olhando, da escola, para a outra margem do Spree [rio que corta Berlim]. Uma amiga minha que estava grávida era nadadora e disse para tentarmos atravessar." Incrédulo, ele topou o desafio e ambos nadaram, numa noite de 1978, para a liberdade. "Não foi fácil. Você paga algo para ser livre, sente falta das pessoas." Ele foi para a França e, depois, para os EUA. Casado e trabalhando em projetos de manutenção, ele estava na Califórnia quando viu o muro cair pela TV. "Eu chorava sem parar", contou. Depois de algumas visitas, ele voltou a capital alemã há sete anos. "Ainda não é um país unificado, há diferenças óbvias, mas é melhor do que quando havia um muro." *O jornalista viajou a convite do governo alemão.

    BERLIM, ALEMANHA (FOLHAPRESS) - Após 30 anos, Peter Brinkmann enfim sorri. "Eu fiz a pergunta decisiva", diz o jornalista alemão, sem esconder a satisfação de falar sobre a Queda do Muro de Berlim a colegas de outros países, Folha incluída, como convidado de honra do governo de seu país. A pergunta que fez em 9 de novembro de 1989 era simples: "Quando passa a valer? Imediatamente?". O alvo era o membro do Politburo da antiga Alemanha Oriental responsável por explicar aos repórteres como se daria a flexibilização das autorizações de viagens para cidadãos do então leste comunista do país. Günter Schabowski, o burocrata em questão, se enrolou com uma série de papéis que não traziam a resposta sobre o trânsito sem passaporte. "Isso passa a valer, na minha opinião, agora, instantaneamente", balbuciou, disparando o processo que derrubou o Muro de Berlim. "Foi inacreditável. O anúncio foi um erro", conta o veterano repórter de 74 anos que estava a serviço do tabloide Bild, hoje aposentado. Só que a história nem sempre reconheceu essa narrativa. Nas décadas que se seguiram à atabalhoada Queda do Muro, a fama pertenceu quase exclusivamente a Riccardo Ehrman, hoje com 80 anos, jornalista italiano da agência Ansa. Há um motivo para isso. A entrevista das 18h daquele dia tinha tudo para ser mais uma tediosa série de anúncios explicitando a dificuldade que o governo comunista tinha para lidar com o fluxo de 2.000 pessoas que vinham fugindo de seu país por outras fronteiras vizinhas, como Hungria e Áustria, para a então Alemanha Ocidental capitalista. Só que naquela semana a então Tchecoeslováquia havia anunciado que iria fechar a fronteira, e a matriz do império comunista em Moscou pretendia abrir uma saída única, controlada, no sul alemão. Daí a flexibilização que seria anunciada na forma da entrega gratuita de vistos a quem quisesse ir ao lado capitalista, mas que Schabowski acabou por acelerar sem querer. A fama de Ehrman no episódio decorreu de uma qualidade profissional e de um lance do acaso. De fato, ele merece o crédito por ter disparado a primeira questão sobre a regulação das viagens, 53 minutos depois do início da entrevista. Na confusão, Schabowski acabou confrontado por Brinkmann e suas perguntas. Só que ele estava fora do enquadramento das câmeras de TV, então apenas sua voz no meio da balbúrdia foi ouvida. A imagem fixada do episódio acabou sendo a do italiano. Em 2008, o italiano recebeu uma condecoração do governo alemão por seu trabalho em prol da unidade do país, o que levou Brinkmann a começar uma campanha para recuperar sua versão daquele dia. Até agora não ganhou medalha, mas foi o nome escolhido pelo governo alemão para dar um testemunho a um grupo de jornalistas estrangeiros em Berlim, no fim de setembro. Ele conta que Schabowski não parecia ter conhecimento exato sobre o que seus chefes tinham decidido. "Mas não sabíamos disso, embora eu tenha chegado três horas antes porque estava com a sensação de que algo importante podia acontecer. Deixei meu lugar guardado na primeira fileira com um lenço", disse. Assim que o "imediatamente" saiu da boca do burocrata, os repórteres se agitaram e correram para telefones públicos no centro de imprensa e para suas redações --era uma época sem notícias em tempo real, internet ou celulares. Os telefones precisavam de autorização da Stasi, polícia secreta, para serem acionados e, presumivelmente, terem seus grampos acionados. Ainda assim, a agência Reuters deu o furo, jargão para notícia em primeira mão, às 19h02, dois minutos após o fim da confusa entrevista. Nela, Brinkmann ainda perguntou se a abertura de fronteiras valia também para Berlim, cidade dividida incrustada na porção comunista da Alemanha. Schabowski assentiu com a mesma insegurança. Em pouco tempo, a notícia chegou a Bornholmer Strasse, um dos principais pontos de cruzamento entre as duas metades da hoje capital da Alemanha unificada --naquele tempo, apenas o era da Alemanha Oriental. Os guardas do lado comunista deixaram a multidão passar. Começaram então as cenas conhecidas até hoje. Riccardo Ehrman não concorda com a visão de Brinkmann. Em entrevista há duas semanas ao americano The Wall Street Journal, ele reafirma que foi seu diálogo com Schabowski que derrubou o muro na prática, e que as perguntas do colega alemão eram complementares às suas. "Era uma conversa entre mim e Schabowski, o que Schabowski admite", afirmou ao jornal. O antigo burocrata não pôde conceder entrevistas por estar hospitalizado. A celeuma é saborosa nota de rodapé na história épica. E exemplifica como alguns muros, como o da vaidade profissional, são mais difíceis de derrubar do que outros, mesmo 30 anos depois. 'MEDO DE NÃO SER VERDADE' Jovens martelando o Muro de Berlim, outros bebendo até cair. Uma festa sem fim numa noite de incertezas, notas de boas-vindas de 100 marcos beijadas por oprimidos pobretões do lado comunista de um país artificialmente dividido. Tudo isso aconteceu de uma maneira ou de outra a partir de 9 de novembro de 1989 na Alemanha, mas é apenas um recorte limitado e colorido da realidade que afetou os 16,11 milhões de habitantes da então República Democrática Alemã, o satélite soviético estabelecido em 1949. "O que tínhamos era medo de aquilo não ser verdade, ou poder ser revertido a qualquer momento", lembra Hans Jörg Wieland, um guia turístico de 72 anos ativo em Magdeburgo, capital do antigo estado oriental da Saxônia-Anhalt. A vida, afinal, era uma versão bastante próxima do visto no roteiro do vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro "A Vida dos Outros" (Florian Henckel von Donnersmarck, 2006). Ou seja, uma constante vigilância da polícia política, a temida Stasi, de cada detalhe cotidiano. "Não sabíamos quem estava vendo nosso movimento", conta. Com efeito, ele levou duas semanas para tomar coragem e visitar Berlim Ocidental. "Visitei meus sogros em Potsdam e de lá, fomos eu e minha mulher a pé até o portão de Brandemburgo. Ganhamos 100 marcos cada um na chegada. Era surreal", conta. Wieland era professor de inglês e chegou a diretor de um colégio em Magdeburgo. Em uma ocasião, visitou o País de Gales com alunos, num programa de intercâmbio, o que levanta a suspeita mais tarde entre outros alemães do grupo com que conversava de que ele mesmo poderia ser uma pessoa ligada à Stasi. Questionado, ele nega. "A gente tinha de se fazer de rabanete. Vermelho por fora, branco por dentro. Fiquei surpreso em saber quantos na minha escola eram da polícia. Quando o regime começou a cair, no fim de 1989, eles sumiram, foram para o campo, para outras cidades", diz. Ele não sente nostalgia, algo que muitas pessoas mais velhas atestam nas cidades do antigo leste. "Eu entendo, a vida era mais previsível, havia emprego ruim para todo mundo. Às vezes, até coisas boas", diz ele, sorridente. A falta de referência atingiu Christine Voegel, moradora de Erfurt que hoje tem uma loja de produtos orgânicos no centro da cidade --que registrou, com Leipzig, os primeiros grandes protestos por mudança de regime na Alemanha Oriental em 1989. "Eu tinha dez anos e minha mãe dizia que devíamos esperar", lembra. "De repente, umas duas semanas depois da queda do muro, vimos um grupo de alemães vestidos com jaquetas de couro passando na nossa rua, acenando para a gente. Era verdade", conta. História semelhante é relatada por ex-soldado soviético postado em Rathenau, perto de Berlim, literalmente naquilo que seria o primeiro ponto de confronto entre soviéticos e americanos caso a Guerra Fria se tornasse quente. "Não soubemos de nada. Duas semanas depois, vimos jovens ocidentais em motos Harley-Davidson passeando pelas ruas, passando perto do quartel", conta Alexander Kessel, que tinha 19 anos e pilotava um então moderno tanque T-80 na unidade, que tinha cerca de 2.000 homens. Hoje Kessel é um cineasta bem-sucedido na Rússia, tendo produzido a primeira série do país a ser comprada pelo serviço de streaming Netflix, a ficção científica sobre robôs "Melhor que Humanos". "A vida na Alemanha Oriental era bem melhor do que na União Soviética, mas nada parecida com o que se via do lado ocidental. Parecia haver de tudo lá", conta ele, que foi embora com seu regimento em 1990, após a reunificação. A perspectiva não só de maior liberdade, mas de acesso a bens de consumo de qualidade, foi um dos fatores que estimularam o jovem Peter Barsch a virar uma lenda entre os fugitivos do lado oriental. Aos 16 anos, em 1972, ele pegou o trem urbano que ligava as duas Berlim com um amigo e decidiu ir até o fim da linha, no lado ocidental. "Obviamente, no final só tinha a gente e uns soldados que iam ficar na fronteira no vagão. Fomos presos imediatamente", conta, rindo, numa conversa patrocinada pelo governo alemão com jornalistas estrangeiros em Berlim. Menos engraçados foram os dois anos de cadeia que pegou. "Decidi que iria embora, para Paris", disse. "Eu passava os dias olhando, da escola, para a outra margem do Spree [rio que corta Berlim]. Uma amiga minha que estava grávida era nadadora e disse para tentarmos atravessar." Incrédulo, ele topou o desafio e ambos nadaram, numa noite de 1978, para a liberdade. "Não foi fácil. Você paga algo para ser livre, sente falta das pessoas." Ele foi para a França e, depois, para os EUA. Casado e trabalhando em projetos de manutenção, ele estava na Califórnia quando viu o muro cair pela TV. "Eu chorava sem parar", contou. Depois de algumas visitas, ele voltou a capital alemã há sete anos. "Ainda não é um país unificado, há diferenças óbvias, mas é melhor do que quando havia um muro." *O jornalista viajou a convite do governo alemão.


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  • 44/56   Lula e Bolsonaro se preparam para duelo pelo destino do Brasil
    WORLD TOPIC NEWS

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que saiu da prisão na sexta-feira, e o presidente Jair Bolsonaro começaram neste sábado a alinhar suas respectivas forças para protagonizar a batalha pelo destino do Brasil.

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  • 45/56   Bolsonaro pede que não deem "munição ao canalha" do Lula
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente Jair Bolsonaro pediu neste sábado que o povo "não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre", no dia seguinte da libertação do líder da esquerda Luiz Inácio Lula da Silva.

    O presidente Jair Bolsonaro pediu neste sábado que o povo "não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre", no dia seguinte da libertação do líder da esquerda Luiz Inácio Lula da Silva.


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  • 46/56   Piñera anuncia projeto para mudar a Constituição em meio à crise no Chile
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente chileno, Sebastián Piñera, anunciou que prepara um projeto que vai trazer mudanças na Constituição promulgada na ditadura de Augusto Pinochet (1937-1990), uma demanda dos manifestantes em meio à crise social no país.

    O presidente chileno, Sebastián Piñera, anunciou que prepara um projeto que vai trazer mudanças na Constituição promulgada na ditadura de Augusto Pinochet (1937-1990), uma demanda dos manifestantes em meio à crise social no país.


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  • 47/56   Bloomberg caminha para entrar na disputa pela Casa Branca
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O magnata americano Michael Bloomberg caminha para concorrer à Casa Branca em 2020, ao se registrar como candidato nas primárias democratas no estado do Alabama, antes da data limite para a apresentação dos documentos, nesta sexta-feira.

    O magnata americano Michael Bloomberg caminha para concorrer à Casa Branca em 2020, ao se registrar como candidato nas primárias democratas no estado do Alabama, antes da data limite para a apresentação dos documentos, nesta sexta-feira.


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  • 48/56   Para presidente eleita da Comissão Europeia, Brexit fortaleceu UE
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A presidente eleita da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, avaliou nesta sexta-feira (8) que a "comoção sobre o Brexit" fortaleceu a União Europeia (UE).

    A presidente eleita da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, avaliou nesta sexta-feira (8) que a "comoção sobre o Brexit" fortaleceu a União Europeia (UE).


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  • 49/56   Centro-americanos e brasileiros tentam salvar agricultura das secas
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Uma delegação de agricultores da Guatemala, de El Salvador e de Honduras buscará no Brasil alternativas para superar os efeitos causados por secas repetidas na agricultura, informou nesta sexta-feira a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) em San Salvador.

    Uma delegação de agricultores da Guatemala, de El Salvador e de Honduras buscará no Brasil alternativas para superar os efeitos causados por secas repetidas na agricultura, informou nesta sexta-feira a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) em San Salvador.


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  • 50/56   Wall Street renova recordes; S&P 500 tem 5ª semana seguida de altas
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    O Dow Jones teve alta de 0,02%, a 27.681 pontos, enquanto o S&P; 500 subiu0,26%, para 3.

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  • 51/56   Primeira escola pública do Rio comemora 110 anos
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    O Espaço de Desenvolvimento Infantil (EDI) Campos Salles, primeira escola de educação infantil pública do Rio de Janeiro, comemorou 110 anos de fundação hoje (8), com a inauguração da reforma feita por funcionários voluntários da Petrobras em suas instalações.Localizada no Campo de Santana, região central da cidade, próxima aos prédios administrativos da empresa, a unidade escolar foi escolhida para participar de ação do Programa de Voluntariado da Petrobras. Familiares e amigos dos funcionários dedicaram quatro finais de semana, em outubro, na recuperação da escola. Cerca de 100 colaboradores lixaram, pintaram, emassaram, aplicaram adesivos e organizaram o espaço, cuja reforma foi concluída no último dia 2.Reforma na escola tfoi feita nos finais de semana - Divulgação Petrobras  Uma das prioridades do programa da Petrobras é o atendimento à primeira infância, que vai de zero a seis anos de idade, informou a gerente executiva de Responsabilidade Social da empresa, Olinta Cardoso. "Os funcionários ouviram a demanda da comunidade do entorno e souberam da necessidade de revitalização do espaço Campos Salles e decidiram ajudar." O material foi custeado pela Petrobras.A ação mobilizou internamente os empregados da empresa, que se uniram a familiares e amigos e dedicaram quatro finais de semana de outubro às obras de recuperação da escola, no horário das 8h às 17h. Cerca de 100 colaboradores lixaram, pintaram, emassaram, aplicaram adesivos e organizaram o espaço, cuja reforma foi concluída no último dia 2. “Eles identificaram o que a escola precisava e ela foi transformada. Hoje, a gente está entregando o trabalho que foi feito junto com músicos de metais da Orquestra Sinfônica Petrobras, que apresentaram aos alunos trompetes, trompa, trombone e tuba, ensinando aos pequenos algumas notas”.“Hoje, estamos está entregando também o trabalho feito com músicos da Orquestra Sinfônica Petrobras, que apresentaram aos alunos trompetes, trompa, trombone e tuba, e ensinaram algumas notas aos pequenos", disse Olinta.De acordo com ela, a comemoração de hoje tem muita relevância, uma vez que "quando as ações são voltadas para a primeira infância, maior é a condição de aprendizado". O Espaço Campos Salles atende cerca de 140 crianças, de 3 a 6 anos de idade.O engenheiro de segurança da Petrobras, Robinson de Andrade, que estudou em escola pública, participou da cerimônia e disse ter "a sensação de estar retribuindo um pouco do que recebi nos meus anos escolares”. BibliotecaEm Macaé, região norte do estado do Rio de Janeiro, cerca de 20 voluntários da Petrobras também reformaram o espaço dedicado à leitura infantil da Biblioteca Pública Municipal Dr. Télio Barreto, situada no centro da cidade, organizando o espaço que ocupa área de cerca de 40 metros quadrados. A biblioteca mais antiga do município completou 78 anos. Ela foi inaugurada em 19 de abril de 1941.A professora da rede municipal de ensino de Macaé e funcionária da biblioteca, Rosane Coelho, ressaltou que “mais do que um espaço renovado, a ação do voluntariado resgata o valor da leitura e atrai o interesse de jovens e crianças em uma época em que a digitalização rouba um tempo precioso de aprendizado dentro e fora das escolas. Não tenho palavras para agradecer o que fizeram aqui”.

    O Espaço de Desenvolvimento Infantil (EDI) Campos Salles, primeira escola de educação infantil pública do Rio de Janeiro, comemorou 110 anos de fundação hoje (8), com a inauguração da reforma feita por funcionários voluntários da Petrobras em suas instalações.Localizada no Campo de Santana, região central da cidade, próxima aos prédios administrativos da empresa, a unidade escolar foi escolhida para participar de ação do Programa de Voluntariado da Petrobras. Familiares e amigos dos funcionários dedicaram quatro finais de semana, em outubro, na recuperação da escola. Cerca de 100 colaboradores lixaram, pintaram, emassaram, aplicaram adesivos e organizaram o espaço, cuja reforma foi concluída no último dia 2.Reforma na escola tfoi feita nos finais de semana - Divulgação Petrobras Uma das prioridades do programa da Petrobras é o atendimento à primeira infância, que vai de zero a seis anos de idade, informou a gerente executiva de Responsabilidade Social da empresa, Olinta Cardoso. "Os funcionários ouviram a demanda da comunidade do entorno e souberam da necessidade de revitalização do espaço Campos Salles e decidiram ajudar." O material foi custeado pela Petrobras.A ação mobilizou internamente os empregados da empresa, que se uniram a familiares e amigos e dedicaram quatro finais de semana de outubro às obras de recuperação da escola, no horário das 8h às 17h. Cerca de 100 colaboradores lixaram, pintaram, emassaram, aplicaram adesivos e organizaram o espaço, cuja reforma foi concluída no último dia 2. “Eles identificaram o que a escola precisava e ela foi transformada. Hoje, a gente está entregando o trabalho que foi feito junto com músicos de metais da Orquestra Sinfônica Petrobras, que apresentaram aos alunos trompetes, trompa, trombone e tuba, ensinando aos pequenos algumas notas”.“Hoje, estamos está entregando também o trabalho feito com músicos da Orquestra Sinfônica Petrobras, que apresentaram aos alunos trompetes, trompa, trombone e tuba, e ensinaram algumas notas aos pequenos", disse Olinta.De acordo com ela, a comemoração de hoje tem muita relevância, uma vez que "quando as ações são voltadas para a primeira infância, maior é a condição de aprendizado". O Espaço Campos Salles atende cerca de 140 crianças, de 3 a 6 anos de idade.O engenheiro de segurança da Petrobras, Robinson de Andrade, que estudou em escola pública, participou da cerimônia e disse ter "a sensação de estar retribuindo um pouco do que recebi nos meus anos escolares”. BibliotecaEm Macaé, região norte do estado do Rio de Janeiro, cerca de 20 voluntários da Petrobras também reformaram o espaço dedicado à leitura infantil da Biblioteca Pública Municipal Dr. Télio Barreto, situada no centro da cidade, organizando o espaço que ocupa área de cerca de 40 metros quadrados. A biblioteca mais antiga do município completou 78 anos. Ela foi inaugurada em 19 de abril de 1941.A professora da rede municipal de ensino de Macaé e funcionária da biblioteca, Rosane Coelho, ressaltou que “mais do que um espaço renovado, a ação do voluntariado resgata o valor da leitura e atrai o interesse de jovens e crianças em uma época em que a digitalização rouba um tempo precioso de aprendizado dentro e fora das escolas. Não tenho palavras para agradecer o que fizeram aqui”.


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  • 52/56   Dólar avança e registra maior alta semanal em mais de 14 meses
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    O dólar à vista subiu 1,83%, A 4,1684 reais na venda, acumulando alta de 4,34%na semana, maior alta da moeda contra o real em mais de 14 meses, quandoavançou 4,85% na semana encerrada no dia 24 de agosto de 2018.Na B3, o dólar futuro tinha alta de 1,69% a 4,1730 reais.

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  • 53/56   ENTREVISTA-Brasil deve voltar a ter grau de investimento em 2020, diz Guedes
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    "Acho que o Brasil será grau de investimento no ano que vem, não sei se nocomeço do ano, mas já está ficando claro que nosso trabalho é consistente, enão é de um ano. Nós trocamos o mix de política econômica, estamos firmes nofiscal e o juros desabou", afirmou o ministro em entrevista exclusiva àReuters.

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  • 54/56   Separatistas escoceses pedem votos para 'fugir do Brexit'
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    "Você quer fugir do Brexit? Vote no SNP nas eleições legislativas britânicas em 12 de dezembro", disse sexta-feira (8) Nicola Sturgeon, líder dos separatistas escoceses, que quer aproveitar as eleições para tirar votos dos conservadores no poder e levar à frente a luta pela independência do país.

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  • 55/56   De Paris a Xangai, a febre dos calçados esportivos
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    Eles podem custar milhares de euros nas bolsas de valores, dos Estados Unidos à China. Os calçados esportivos fora de série deram origem a um mercado bilionário, entre a febre especulativa e a luta contra imitações.

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  • 56/56   Irã derruba drone 'não identificado' perto da costa do Golfo
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    O Exército iraniano derrubou nesta sexta-feira (8) um drone "não identificado" na região de Bandar-é Mahchahr, um porto do sudoeste do Irã, na costa do Golfo - informou a agência de notícias iraniana Isna.

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