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Noticias Slideshows (20/11/2019 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


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  • 2/56   Página My Devices do Google agora também rastreia desktops

    O recurso, muito pedido pelos usuários do GSuite, já está disponível. Agora será possível limpar, bloquear e localizar qualquer notebook compatível com os serviços do Google e que esteja logado em sua conta

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  • 3/56   Aplicativo da Anatel facilita queixas contra operadoras

    Segundo a agência, a ideia é dar ao usuário cada vez mais informações e instrumentos para que, dotado de informações sobre preços e qualidade, ele “se torne um agente ativo na regulação do mercado”. Aplicativo está disponível para Android e iOS (iPhone)

    Segundo a agência, a ideia é dar ao usuário cada vez mais informações e instrumentos para que, dotado de informações sobre preços e qualidade, ele “se torne um agente ativo na regulação do mercado”. Aplicativo está disponível para Android e iOS (iPhone)


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  • 4/56   Apple quer atualizar e levar mais apps para o Windows, incluindo o Apple TV+

    Companhia já possui versões do iTunes e do iCloud para as máquinas da Microsoft, mas eles estão ultrapassados e precisam urgentemente de uma atualização. Companhia vem procurando engenheiros para ajudar nessa tarefa

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  • 5/56   Google Assistant servirá como 'apresentador de notícias'

    O Google disse nesta terça-feira que seu assistente digital servirá como um "apresentador de notícias" em seus dispositivos conectados para entregar histórias de diversos parceiros de mídia.

    O Google disse nesta terça-feira que seu assistente digital servirá como um "apresentador de notícias" em seus dispositivos conectados para entregar histórias de diversos parceiros de mídia.


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  • 6/56   Falha na câmera do Android permitia que hackers espionassem sua vida pessoal

    Vulnerabilidade que afetava os aplicativos Google Camera e Samsung Camera fazia com que, mesmo apps que não tinham permissão, conseguissem acessar a câmera do aparelho e tirar fotos, gravar vídeos e até mesmo obter sua localização por GPS

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  • 7/56   Chega a hora da verdade para Stadia, o serviço de jogos on-line do Google

    O Google lançou nesta terça-feira o Stadia, um serviço on-line que permitirá a seus assinantes acessar jogos de alta qualidade em qualquer dispositivo com conexão à internet, com o qual pretende transformar para sempre o mundo dos videogames.

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  • 8/56   Play Anywhere, programa da Microsoft, também incluirá o próximo Xbox

    Programa que permite que usuários comprem um jogo em uma plataforma e o joguem em outra também estará disponível na próxima geração de consoles da empresa; Halo: Infinite, que será lançado no PC, Xbox One e Scarlett, será o primeiro a contar com o recurso

    Programa que permite que usuários comprem um jogo em uma plataforma e o joguem em outra também estará disponível na próxima geração de consoles da empresa; Halo: Infinite, que será lançado no PC, Xbox One e Scarlett, será o primeiro a contar com o recurso


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  • 9/56   Twitter inaugura ferramenta de denúncia para função de listas

    Novidade estreia primeiro no iOS a partir de hoje, 19, seguindo para Android e desktop em algum momento nas próximas semanas; Função de listas permite adicionar usuários em grupos de temas específicos, mas há relatos de abuso, perseguição e assédio em seu uso

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  • 10/56   Em parceria com Apple, Salesforce lança dois apps exclusivos para iOS

    Gigante do CRM anunciou app de seus serviços Salesforce Mobile App com assistente virtual, integração com a Siri e segurança com Face ID. Outro programa é o Trailhead GO, versão mobile da plataforma de treinamentos

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  • 11/56   Como conectar o Apple TV+ à sua TV

    O Apple TV+ chegou e está disponível em smart TVs e produtos Apple, como iPhones, iPads e Macs, mas também pode ser acessado em computadores com Windows através de um navegador de internet e conectado na TV por cabo HDMI

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  • 12/56   Diretor de produtos da Uber deixa o cargo e explica seus motivos

    Manik Gupta, que deixou o Google para integrar a Uber em 2015, ajudou a criar um ecossistema de produtos, com opções como Uber Rewards, o Uber Pro, o Uber Money e o Uber Wallet. Agora, ele diz que precisa de um tempo da companhia

    Manik Gupta, que deixou o Google para integrar a Uber em 2015, ajudou a criar um ecossistema de produtos, com opções como Uber Rewards, o Uber Pro, o Uber Money e o Uber Wallet. Agora, ele diz que precisa de um tempo da companhia


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  • 13/56   Conheça 10 fatos surpreendentes sobre Steve Jobs

    Steve Jobs, cofundador da Apple, é conhecido pela inovação e ousadia - mas também coleciona fatos inusitados na vida. Conheça eles

    Steve Jobs, cofundador da Apple, é conhecido pela inovação e ousadia - mas também coleciona fatos inusitados na vida. Conheça eles


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  • 14/56   10 fatos sobre Steve Jobs

    O co-fundador da Apple, Steve Jobs, foi uma das figuras mais admiradas da indústria da tecnologia e, também uma das mais controversas. Ele transformou a marca na empresa mais valiosa do mundo e, enquanto estava lá, transformou várias outras indústrias

O gênio por tás do ícone da maça foi demitido da própria empresa e voltou para transformá-la em uma referência mundial em vários setores. O visionário e empreendedor Steve Jobs é conhecido por todos, mas reunimos 10 fatos sobre sua vida que nem todo sabe.

    O co-fundador da Apple, Steve Jobs, foi uma das figuras mais admiradas da indústria da tecnologia e, também uma das mais controversas. Ele transformou a marca na empresa mais valiosa do mundo e, enquanto estava lá, transformou várias outras indústrias O gênio por tás do ícone da maça foi demitido da própria empresa e voltou para transformá-la em uma referência mundial em vários setores. O visionário e empreendedor Steve Jobs é conhecido por todos, mas reunimos 10 fatos sobre sua vida que nem todo sabe.


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  • 15/56   Novo aplicativo da Apple reúne conteúdos para desenvolvedores em um só lugar

    Companhia percebeu que muito de seu conteúdo para programadores estava espalhado em várias plataformas e em e-mails que não vinham sendo abertos. Com a novidade, é possível reunir todo o conteúdo em um só lugar

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  • 16/56   Suporte ao app da Cortana será encerrado pela Microsoft em alguns países

    O aplicativo da Cortana, assistente pessoal da Microsoft, será descontinuado em alguns países a partir do dia 31 de janeiro de 2020. O encerramento do suporte, ao menos por enquanto, não afeta o Brasil

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  • 17/56   Apple marca evento misterioso sobre apps e games para o início de dezembro

    Maçã enviou convites para a imprensa e desenvolvedores sobre solenidade que acontece no dia 2 de dezembro, em Nova Iorque, e que terá transmissão ao vivo. Ainda não se sabe exatamente se teremos outras novidades envolvidas

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  • 18/56   Procurador-geral defende que Google exclua mensagens ofensivas mesmo sem ordem judicial

    Para Augusto Aras, ordens judicias só seriam necessárias para processos iniciados depois da vigência do novo marco civil da internet

    Para Augusto Aras, ordens judicias só seriam necessárias para processos iniciados depois da vigência do novo marco civil da internet


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  • 19/56   Inclusão no mercado de trabalho é tema urgente para 46% dos negros

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A inclusão no mercado de trabalho é o tema mais urgente para a população negra, segundo a pesquisa Consciência entre Urgências: Pautas e Potências da População Negra no Brasil, divulgada nesta segunda-feira (18) pelo Google Brasil. Na opinião de 46%, a colocação profissional é um dos assuntos prioritários para a vida das pessoas negras. O estudo foi realizado pela consultoria Mindset e pelo Instituto Datafolha e ouviu 1.200 pessoas pretas e pardas ao longo do último mês de outubro. As informações são da Agência Brasil. RACISMO ESTRUTURAL O racismo estrutural - tema que apareceu como mais discutido na pesquisa - também é apontado como um dos mais urgentes para a população negra (44%). Em relação ao racismo que permeia as instituições públicas e privadas no Brasil, foram levantados temas como a representatividade na política e o apagamento da história dos negros nos currículos escolares e universitários. Segundo o estudo, sete em cada dez negros não se sentem representados pelos governantes. Votar em candidatos negros é uma pauta importante para 61% da população negra, tendo mais apelo entre os menos favorecidos economicamente (73% entre as classes D e E) do que entre que estão melhor colocados socialmente – 47% nas classes A e B. Para 69%, as marcas comerciais tratam de forma superficial ou oportunista temas relacionados à negritude. FEMINISMO E GENOCÍDIO O feminismo negro foi apontado como tema urgente por 23% da população negra, seguido pelo genocídio dos negros (24%). O alto número de mortes violentas entre negros é uma preocupação maior para os maios jovens, chegando a 28% na faixa entre 16 e 34 anos de idade, mas caindo para 18% entre os com 60 anos ou mais. O sentimento de urgência em relação ao genocídio é maior entre aqueles com ensino superior (30%) e menor para as pessoas que estudaram apenas até o ensino fundamental (14%). Relação inversa ocorre com o feminismo negro, apontado como urgente para 18% das pessoas que têm ensino superior e para 30% das que só têm ensino fundamental. Em quinto lugar ficaram as políticas afirmativas, como cotas raciais, vistas como prioritárias para 19%. O sentimento de urgência para esse tipo de política é maior para os homens (23%) do que entre as mulheres (17%). ATIVISTAS A pesquisa mostrou que metade da população negra se considera ativista pelos direitos dessa parcela da sociedade. Sendo que esse sentimento é maior entre os mais pobres, atingindo o patamar de 63% nas classes D e E, do que entre os com melhor situação financeira, ficando em 31% nas classes A e B. Para 91% da população negra, o Dia da Consciência Negra – lembrado no dia 20 de novembro – é uma data importante para manter viva as histórias de heroísmo de negras e negros.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A inclusão no mercado de trabalho é o tema mais urgente para a população negra, segundo a pesquisa Consciência entre Urgências: Pautas e Potências da População Negra no Brasil, divulgada nesta segunda-feira (18) pelo Google Brasil. Na opinião de 46%, a colocação profissional é um dos assuntos prioritários para a vida das pessoas negras. O estudo foi realizado pela consultoria Mindset e pelo Instituto Datafolha e ouviu 1.200 pessoas pretas e pardas ao longo do último mês de outubro. As informações são da Agência Brasil. RACISMO ESTRUTURAL O racismo estrutural - tema que apareceu como mais discutido na pesquisa - também é apontado como um dos mais urgentes para a população negra (44%). Em relação ao racismo que permeia as instituições públicas e privadas no Brasil, foram levantados temas como a representatividade na política e o apagamento da história dos negros nos currículos escolares e universitários. Segundo o estudo, sete em cada dez negros não se sentem representados pelos governantes. Votar em candidatos negros é uma pauta importante para 61% da população negra, tendo mais apelo entre os menos favorecidos economicamente (73% entre as classes D e E) do que entre que estão melhor colocados socialmente – 47% nas classes A e B. Para 69%, as marcas comerciais tratam de forma superficial ou oportunista temas relacionados à negritude. FEMINISMO E GENOCÍDIO O feminismo negro foi apontado como tema urgente por 23% da população negra, seguido pelo genocídio dos negros (24%). O alto número de mortes violentas entre negros é uma preocupação maior para os maios jovens, chegando a 28% na faixa entre 16 e 34 anos de idade, mas caindo para 18% entre os com 60 anos ou mais. O sentimento de urgência em relação ao genocídio é maior entre aqueles com ensino superior (30%) e menor para as pessoas que estudaram apenas até o ensino fundamental (14%). Relação inversa ocorre com o feminismo negro, apontado como urgente para 18% das pessoas que têm ensino superior e para 30% das que só têm ensino fundamental. Em quinto lugar ficaram as políticas afirmativas, como cotas raciais, vistas como prioritárias para 19%. O sentimento de urgência para esse tipo de política é maior para os homens (23%) do que entre as mulheres (17%). ATIVISTAS A pesquisa mostrou que metade da população negra se considera ativista pelos direitos dessa parcela da sociedade. Sendo que esse sentimento é maior entre os mais pobres, atingindo o patamar de 63% nas classes D e E, do que entre os com melhor situação financeira, ficando em 31% nas classes A e B. Para 91% da população negra, o Dia da Consciência Negra – lembrado no dia 20 de novembro – é uma data importante para manter viva as histórias de heroísmo de negras e negros.


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  • 20/56   Google confirma recursos que não chegarão com o Stadia na sua data de lançamento

    O lançamento do Google Stadia, plataforma de streaming de games do Google, está marcado para acontecer nesta terça-feira, 19 de

    O lançamento do Google Stadia, plataforma de streaming de games do Google, está marcado para acontecer nesta terça-feira, 19 de


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  • 21/56   Apple libera atualização 13.2.3 para o iOS e o iPadOS

    Atualização disponibilizada para todos os iPhones e iPads da empresa nesta segunda-feira (18) não traz nenhuma mudança significativa, e apenas corrige alguns bugs de aplicativos e melhora a performance geral do sistema operacional

    Atualização disponibilizada para todos os iPhones e iPads da empresa nesta segunda-feira (18) não traz nenhuma mudança significativa, e apenas corrige alguns bugs de aplicativos e melhora a performance geral do sistema operacional


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  • 22/56   Bill Gates passa Jeff Bezos e se torna (de novo!) a pessoa mais rica do mundo

    Mais uma vez Bill Gates, fundador da Microsoft, está no topo do ranking das pessoas mais ricas do mundo. Nos últimos meses, a colocação era de Jeff Bezos, da Amazon, que acabou perdendo vários bilhões em 2019

    Mais uma vez Bill Gates, fundador da Microsoft, está no topo do ranking das pessoas mais ricas do mundo. Nos últimos meses, a colocação era de Jeff Bezos, da Amazon, que acabou perdendo vários bilhões em 2019


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  • 23/56   Windows 10: Microsoft corrige erro de busca que causava alto uso do HD

    Indexação de arquivos e conteúdos do sistema operacional gerava lentidão, principalmente, em computadores com discos rígidos. Recurso pode ser desligado sob certas condições, como forma de priorizar os recursos da máquina para outras atividades

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  • 24/56   Por que o iPhone é mais seguro contra vírus?

    O iPhone costuma possuir maior segurança contra vírus do que outros smartphones. Isso se deve a uma proteção especial contida na App Store, que comporta todos os aplicativos baixados em sandboxes. No entanto, outros cuidados se tornam necessários ao utilizar o aparelho

    O iPhone costuma possuir maior segurança contra vírus do que outros smartphones. Isso se deve a uma proteção especial contida na App Store, que comporta todos os aplicativos baixados em sandboxes. No entanto, outros cuidados se tornam necessários ao utilizar o aparelho


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  • 25/56   Games | Confira os lançamentos da semana (18/11 a 24/11)

    Uma espera de mais de duas décadas chega ao fim com o lançamento de Shenmue 3, enquanto a promessa de revolução aparece com a chegada do Google Stadia ao mercado internacional, trazendo o cloud gaming para as mãos dos jogadores

    Uma espera de mais de duas décadas chega ao fim com o lançamento de Shenmue 3, enquanto a promessa de revolução aparece com a chegada do Google Stadia ao mercado internacional, trazendo o cloud gaming para as mãos dos jogadores


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  • 26/56   Inclusão no mercado de trabalho é urgente para 48% dos negros, mostra pesquisa do Google

    Estudo divulgado nesta segunda-feira mapeou as cinco pautas mais urgentes para a população negra no Brasil

    Estudo divulgado nesta segunda-feira mapeou as cinco pautas mais urgentes para a população negra no Brasil


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  • 27/56   Itens de Hitler vão a leilão
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A casa de leilões alemã Hermann Historica colocou à venda uma série de objetos pessoais que pertenceram a figuras de destaque do nazismo como Adolf Hitler, sua esposa Eva Braun e Hermann Goering. O polêmico evento já foi alvo de críticas por poder atrair admiradores. VERSÃO LEGENDADA

    A casa de leilões alemã Hermann Historica colocou à venda uma série de objetos pessoais que pertenceram a figuras de destaque do nazismo como Adolf Hitler, sua esposa Eva Braun e Hermann Goering. O polêmico evento já foi alvo de críticas por poder atrair admiradores. VERSÃO LEGENDADA


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  • 28/56   Casa onde Hitler nasceu será transformada em delegacia de polícia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A casa onde Adolf Hitler nasceu será transformada em uma delegacia de polícia, anunciou o Ministério do Interior da Áustria nesta terça-feira (19), após anos de disputas legais, conforme o governo tenta impedir que o prédio se torne um santuário nazista.

    A casa onde Adolf Hitler nasceu será transformada em uma delegacia de polícia, anunciou o Ministério do Interior da Áustria nesta terça-feira (19), após anos de disputas legais, conforme o governo tenta impedir que o prédio se torne um santuário nazista.


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  • 29/56   Bolsonaro recebe CEO da Huawei para discutir 5G
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Na reunião, "não foi feita a proposta, ele apenas mostrou que quer o 5G no Brasil, mostrou apenas como está a empresa dele no Brasil", revelou Bolsonaro

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  • 30/56   'Masculinidade tóxica' reduz expectativa de vida de homens na América, diz OPS
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A "masculinidade tóxica" reduz expectativa de vida de homens na América, indica um estudo da Organização Pan-Americana da Saúde (OPS) publicado nesta segunda-feira às vésperas do Dia Internacional do Homem.

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  • 31/56   Médico de Trump nega boatos sobre dor no peito do presidente
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O médico de Donald Trump afirmou, nesta segunda-feira, que a saúde do presidente dos Estados Unidos está bem, após uma revisão "planejada e de rotina", rejeitando os boatos de que o presidente sofreu uma dor no peito.

    O médico de Donald Trump afirmou, nesta segunda-feira, que a saúde do presidente dos Estados Unidos está bem, após uma revisão "planejada e de rotina", rejeitando os boatos de que o presidente sofreu uma dor no peito.


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  • 32/56   O que falar durante o sexo?
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O “dirty talk”, prática de falar sacanagem durante o sexo, pode ser uma ferramenta para aumentar o prazer do casal. No entanto, muitos têm medo de cair na vulgaridade e fugir do objetivo. Mas como começar?

    O “dirty talk”, prática de falar sacanagem durante o sexo, pode ser uma ferramenta para aumentar o prazer do casal. No entanto, muitos têm medo de cair na vulgaridade e fugir do objetivo. Mas como começar?


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  • 33/56   Crianças transgênero se sentem tão meninas ou meninos quanto as cisgênero
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Crianças transgênero se sentem tão meninas ou meninos quanto seus equivalentes não transgênero, de acordo com um grande estudo realizado com crianças americanas que permitiu que observadores vissem como os jovens se enquadram nas normas sociais de gênero.

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  • 34/56   Califórnia processa Juul por campanha direcionada a jovens sem alertar para riscos
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A Califórnia abriu um processo contra a marca líder de cigarros eletrônicos Juul nesta segunda-feira, acusando-a de desenvolver uma estratégia de marketing focada na conquista de menores de idade para adquirir seu produto.

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  • 35/56   Crianças trans se sentem tão meninas e meninos quanto as não trans, diz estudo
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Os meninos e meninas transgênero não se sentem menos meninos ou meninas do que as não trans, segundo um amplo estudo realizado nos Estados Unidos, que revelou como são ajustadas as normas de gênero.

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  • 36/56   Acesso ao aborto progrediu no mundo nos últimos 25 anos
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O acesso ao aborto seguro progrediu de forma geral no mundo desde o início dos anos 1990, mas também deu alguns passos atrás em alguns países onde esta prática é criminalizada.

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  • 37/56   Confrontos entre manifestantes e militares deixam três mortos na Bolívia
    WORLD TOPIC NEWS

    Confrontos entre manifestantes e militares que liberavam o acesso a uma central de combustíveis em El Alto, cidade vizinha a La Paz, deixaram três mortos e 30 feridos nesta terça-feira, um dia antes de a OEA discutir uma resolução pedindo eleições urgentes na Bolívia.

    Confrontos entre manifestantes e militares que liberavam o acesso a uma central de combustíveis em El Alto, cidade vizinha a La Paz, deixaram três mortos e 30 feridos nesta terça-feira, um dia antes de a OEA discutir uma resolução pedindo eleições urgentes na Bolívia.


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  • 38/56   Republicanos atacam militar dos EUA por depoimento na investigação contra Trump
    WORLD TOPIC NEWS

    Entre os ataques da Casa Branca e os republicanos, um militar americano disse nesta terça-feira (19) que "cumpriu seu dever", alertando seus superiores sobre o tom de uma ligação entre Donald Trump e o presidente ucraniano, no centro de uma investigação que tem como objetivo o impeachment do dirigente dos Estados Unidos.

    Entre os ataques da Casa Branca e os republicanos, um militar americano disse nesta terça-feira (19) que "cumpriu seu dever", alertando seus superiores sobre o tom de uma ligação entre Donald Trump e o presidente ucraniano, no centro de uma investigação que tem como objetivo o impeachment do dirigente dos Estados Unidos.


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  • 39/56   Depois de 222 feridos graves em protestos, polícia chilena suspende uso de balas de borracha
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Depois de ultrapassarem a casa das duas centenas os manifestantes com lesões oculares graves nos protestos que tomam as ruas do Chile há um mês, a polícia anunciou nesta terça-feira (19) que suspendeu o uso de balas de borracha como ferramenta para desmobilizar os ativistas. Um estudo da Universidade do Chile, que analisou munição encontrada com manifestantes feridos, mostrou que as balas não são feitas apenas de borracha, como afirma a polícia. Elas têm 20% de borracha, e o resto é uma mistura de sílica, sulfato de bário e chumbo. Segundo o relatório, o material é tão duro quanto a roda de um skate. De acordo com o diretor-geral dos Carabineros (como é chamada a polícia local), Mario Rozas, também será feita uma auditoria interna porque foram constatadas "discrepâncias" em relação à informação divulgada pelo fabricante que vende à polícia.  A nova orientação da corporação, a partir de agora, é tratar as balas de borracha como a munição letal, "como uma medida extrema e exclusivamente para legítima defesa quando há perigo iminente de morte". No domingo (17), o presidente Sebastián Piñera disse que não haverá impunidade para as forças de segurança que violaram os direitos do manifestantes durante os protestos, que já deixaram 22 mortos. Também estão sendo investigados pelo menos mil casos de abusos, incluindo tortura e violência sexual, por parte da polícia e das forças armadas. "Em alguns casos, protocolos não foram seguidos, e houve uso excessivo de força, abusos e crimes", disse o presidente num pronunciamento transmitido pela televisão.  Os protestos no Chile começaram depois de uma alta na tarifa do metrô de Santiago --já revogada-- e passaram a incluir pautas mais amplas, como a melhoria no acesso à saúde e à educação, que consomem boa parte da renda dos chilenos. O sistema previdenciário também é outro ponto nevrálgico, muito criticado pelos baixos vencimentos e pagamentos atrasados. Em pronunciamento após o início dos protestos, Piñera anunciou aumento de 20% nas pensões. Os atos do último mês registraram a maior manifestação de rua da história do país: no dia 25 de outubro, 1,2 milhão de pessoas se reuniram nos arredores na praça Itália, na capital Santiago. Em resposta às manifestações, o Chile vai realizar um plebiscito para perguntar à população se o país deve elaborar uma nova Constituição, que substitua a Carta da época da ditadura de Augusto Pinochet atualmente em vigor. A realização da consulta, marcada para abril de 2020, foi aprovada pelo Congresso após governo e oposição chegarem a um acordo, que demandou horas de negociações intensas.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Depois de ultrapassarem a casa das duas centenas os manifestantes com lesões oculares graves nos protestos que tomam as ruas do Chile há um mês, a polícia anunciou nesta terça-feira (19) que suspendeu o uso de balas de borracha como ferramenta para desmobilizar os ativistas. Um estudo da Universidade do Chile, que analisou munição encontrada com manifestantes feridos, mostrou que as balas não são feitas apenas de borracha, como afirma a polícia. Elas têm 20% de borracha, e o resto é uma mistura de sílica, sulfato de bário e chumbo. Segundo o relatório, o material é tão duro quanto a roda de um skate. De acordo com o diretor-geral dos Carabineros (como é chamada a polícia local), Mario Rozas, também será feita uma auditoria interna porque foram constatadas "discrepâncias" em relação à informação divulgada pelo fabricante que vende à polícia.  A nova orientação da corporação, a partir de agora, é tratar as balas de borracha como a munição letal, "como uma medida extrema e exclusivamente para legítima defesa quando há perigo iminente de morte". No domingo (17), o presidente Sebastián Piñera disse que não haverá impunidade para as forças de segurança que violaram os direitos do manifestantes durante os protestos, que já deixaram 22 mortos. Também estão sendo investigados pelo menos mil casos de abusos, incluindo tortura e violência sexual, por parte da polícia e das forças armadas. "Em alguns casos, protocolos não foram seguidos, e houve uso excessivo de força, abusos e crimes", disse o presidente num pronunciamento transmitido pela televisão.  Os protestos no Chile começaram depois de uma alta na tarifa do metrô de Santiago --já revogada-- e passaram a incluir pautas mais amplas, como a melhoria no acesso à saúde e à educação, que consomem boa parte da renda dos chilenos. O sistema previdenciário também é outro ponto nevrálgico, muito criticado pelos baixos vencimentos e pagamentos atrasados. Em pronunciamento após o início dos protestos, Piñera anunciou aumento de 20% nas pensões. Os atos do último mês registraram a maior manifestação de rua da história do país: no dia 25 de outubro, 1,2 milhão de pessoas se reuniram nos arredores na praça Itália, na capital Santiago. Em resposta às manifestações, o Chile vai realizar um plebiscito para perguntar à população se o país deve elaborar uma nova Constituição, que substitua a Carta da época da ditadura de Augusto Pinochet atualmente em vigor. A realização da consulta, marcada para abril de 2020, foi aprovada pelo Congresso após governo e oposição chegarem a um acordo, que demandou horas de negociações intensas.


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  • 40/56   ONU pede fim da 'repressão persistente' a opositores na Nicarágua
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    O escritório da Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU exigiu nesta terça-feira (19) ao governo da Nicarágua o fim da "persistente repressão" de opositores, depois que partidários do presidente Daniel Ortega cercaram dois templos onde pessoas em greve de fome exigem a libertação de 139 "presos políticos".

    O escritório da Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU exigiu nesta terça-feira (19) ao governo da Nicarágua o fim da "persistente repressão" de opositores, depois que partidários do presidente Daniel Ortega cercaram dois templos onde pessoas em greve de fome exigem a libertação de 139 "presos políticos".


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  • 41/56   Jair Bolsonaro assina desfiliação do PSL
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira (19) a ficha de desfiliação do PSL. O documento foi firmado em reunião com seus consultores jurídicos Karina Kufa e Admar Gonzaga, no Palácio do Planalto. A defesa do presidente informou que ele já foi encaminhado ao diretório nacional do partido e à Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro, domicílio eleitoral de Bolsonaro. Procurado pela reportagem, o PSL disse, no entanto, que ainda não recebeu o pedido. "Isso aí é página virada. O PSL, quem quiser, fique com ele. O partido do presidente será outro e, com ele, certamente, virão os leais", afirmou Gonzaga, em uma referência ao grupo de deputados e senadores que pretende se filiar à nova legenda. Nesta quinta-feira (21), o presidente lançará a Aliança pelo Brasil. Ele disse que, pelo que ficou definido até o momento, assumirá a direção nacional do partido, mas ponderou que, na atividade política, "tudo muda". "Por enquanto sou eu, mas isso também pode mudar. Na política, tudo muda", disse o presidente na noite desta terça, na entrada do Palácio do Alvorada. Caso ele mude de ideia, o principal cotado é seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (RJ), também de saída do PSL. Segundo a defesa de Bolsonaro, não há impedimento legal para que ele acumule as funções de dirigente partidário e de presidente da República. "Não há nenhum impedimento legal", disse Karina. "O que podemos antecipar é que haverá um grupo que irá lidar com as questões decisórias e administrativas, não será uma sigla de um dono só." Para os advogados do presidente, já há elementos para que os parlamentares bolsonaristas aleguem justa causa para deixar o PSL sem que percam os mandatos para os quais foram eleitos. "Justa causa é o que não falta. O que se viu na postura do presidente do PSL e de todos aqueles que o acompanham é, justamente, uma flagrante falta de compromisso com a transparência e boa gestão do dinheiro púbico. E isso é inaceitável para o presidente [Bolsonaro]", disse Gonzaga. Para viabilizar a nova legenda, são necessárias 491.967 assinaturas em ao menos nove estados, todas validadas pela Justiça Eleitoral. A Aliança pelo Brasil tem menos de cinco meses para ser constituída caso queira lançar candidatos nas eleições municipais de 2020. A defesa do presidente considera, no entanto, possível reunir as assinaturas e validá-las junto à Justiça Eleitoral dentro do prazo legal. Um dos responsáveis pela criação do PSD em 2011, Gonzaga disse que viabilizou a legenda com menos recursos do que dispõe hoje o Aliança pelo Brasil. "Nós estamos convictos de que faremos um grande trabalho. Agora, nem tudo depende de nós. Nós temos meios para fazer em 140 dias. Eu já fiz um partido em 140 dias com muito menos recursos", disse. Em média, partidos criados recentemente levaram mais tempo do que o que resta até o início de abril para serem criados. O PSD, por exemplo, demorou seis meses entre seu anúncio, em março de 2011, e a criação, em setembro do mesmo ano. "Com a popularidade do presidente Jair Bolsonaro, a gente consegue, sem dúvida nenhuma, registrar esse partido antes das eleições municipais", disse Karina. A partir de agora, caberá a cada deputado bolsonarista apresentar seu pedido de desfiliação para ingressar na Aliança pelo Brasil. Segundo a defesa do presidente, eles podem argumentar como justa causa falta de transparência com recursos partidários, ameaça de expulsão de filiados e destituição de cargos de comissão parlamentar. No evento desta quinta-feira, além do anúncio da direção da nova sigla, serão apresentados o estatuto e o programa partidários. A legenda também criará um mecanismo de compliance na administração dos recursos e um núcleo inclusivo para pessoas com deficiência e doenças raras. A ideia cogitada é de que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, assuma essa estrutura. Questionada sobre o assunto, no entanto, Karina disse que não há informação sobre uma filiação da primeira-dama à nova legenda. BASE DE WITZEL Com a saída de Bolsonaro e de seus filhos, entre eles o senador Flávio, o PSL pode voltar a fazer parte da base de apoio do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), afirmaram nesta terça membros da Executiva do partido. O diretório fluminense da legenda estava sob comando do senador, que pediu desfiliação da legenda nesta segunda-feira (18). A Executiva Nacional do PSL escolheu o deputado Sargento Gurgel (RJ) para comandar o diretório. Tanto o parlamentar quanto o presidente do partido, Luciano Bivar (PE), sinalizaram que a legenda deve se reaproximar de Witzel. "Eu acho que todos esses que estão professando uma economia livre, de mercado e uma segurança pública eficaz acho que o PSL está junto", afirmou Bivar após reunião da Executiva em Brasília. Gurgel disse que é natural que o partido volte à base. "Não vejo por que não apoiar", afirmou, dizendo ter uma convergência com as pautas do governador. O PSL decidiu deixar a base do governador fluminense em setembro, citando ingratidão de Witzel com o presidente Bolsonaro e com o partido. Com o racha entre Bolsonaro e Bivar, a bancada restante deve anular a decisão tomada. A briga entre os bolsonaristas e os bivaristas continua dentro do partido, após o anúncio de que Bolsonaro deixará a sigla para fundar seu próprio partido, a Aliança pelo Brasil. O Conselho de Ética do PSL se reunirá nesta quarta-feira (20) para ouvir as defesas dos parlamentares da ala bolsonarista, que são alvo de processos administrativos. De acordo com Bivar, as punições podem ir de advertência à expulsão —o presidente da legenda não quis informar se o PSL pedirá na Justiça o mandato de deputados que forem expulsos. São 17 parlamentares, entre estaduais e federais, que podem sofrer punição. Entre eles, o filho de Bolsonaro e deputado federal, Eduardo (PSL-SP). Ele não pediu desfiliação do partido. Eduardo comanda hoje o diretório paulista do partido, mas segundo Bivar um novo presidente deverá ser definido em breve, em reunião da bancada de parlamentares do estado. O diretório de São Paulo é o foco de uma das brigas entre as duas alas. Aliados de Bolsonaro já derrubaram mais de cem diretórios municipais do PSL em retaliação a Bivar, afirmou o senador Major Olimpio (PSL-SP). Uma das medidas mais recentes foi a derrubada, pela Executiva estadual de São Paulo, de 17 diretórios municipais —o partido já chegou a ter 340 em 645 municípios, segundo o parlamentar, que vê nas ações uma tentativa de implosão da sigla pelos bolsonaristas. O ato será analisado pelo Conselho de Ética do PSL e não deve escapar de punição, de acordo com o senador. Olimpio afirmou que a simples manifestação de filiados de que pretendem seguir Bolsonaro na Aliança pelo Brasil, partido que o presidente quer criar, não caracterizaria infidelidade partidária. “Agora, se você como parlamentar posta ‘desfilie-se do PSL’, se fizer como o secretário-geral Thiago Cortês, do PSL em SP, destitui 17 executivas municipais e coloca uma brincadeira no Twitter, são atitudes desrespeitosas e que caracterizam a infidelidade”, disse. “Não ficarão impunes nenhuma das condutas, em respeito a todos os filiados." Ele evitou usar a expressão retaliação, mas afirmou que eventuais punições vão depender de uma análise do Conselho de Ética, que submeterá um relatório à Executiva nacional. A partir disso, serão aplicadas penalidades, que podem chegar à perda do mandato. “Poderá haver parlamentar suspenso de um dia a um ano. Quando é suspenso, não pode ser líder, vice-líder ou presidir comissão. E poderá ter situação onde ficou caracterizada a infidelidade contra o partido, que a decisão poderá ser a expulsão, o partido requerendo o mandato do parlamentar”, disse Olimpio. Na convenção desta terça, o deputado federal Júnior Bozzella (SP) será nomeado segundo vice-presidente da sigla, no lugar do ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Gustavo Bebianno, que deve ir para o PSDB. A bancada do PSL na Câmara conta hoje com 53 congressistas, a segunda maior da Casa. No Senado tem 3 dos 81 senadores. Os deputados da ala bolsonarista querem aguardar a criação da Aliança pelo Brasil para sair do PSL, evitando a perda do mandato por infidelidade partidária. No caso de Flávio, ele não corre o risco de perder o mandato por estar em cargo majoritário. Hoje, a legislação permite determinadas situações para desfiliação partidária em que o deputado ou vereador podem mudar de partido sem perder o mandato.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira (19) a ficha de desfiliação do PSL. O documento foi firmado em reunião com seus consultores jurídicos Karina Kufa e Admar Gonzaga, no Palácio do Planalto. A defesa do presidente informou que ele já foi encaminhado ao diretório nacional do partido e à Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro, domicílio eleitoral de Bolsonaro. Procurado pela reportagem, o PSL disse, no entanto, que ainda não recebeu o pedido. "Isso aí é página virada. O PSL, quem quiser, fique com ele. O partido do presidente será outro e, com ele, certamente, virão os leais", afirmou Gonzaga, em uma referência ao grupo de deputados e senadores que pretende se filiar à nova legenda. Nesta quinta-feira (21), o presidente lançará a Aliança pelo Brasil. Ele disse que, pelo que ficou definido até o momento, assumirá a direção nacional do partido, mas ponderou que, na atividade política, "tudo muda". "Por enquanto sou eu, mas isso também pode mudar. Na política, tudo muda", disse o presidente na noite desta terça, na entrada do Palácio do Alvorada. Caso ele mude de ideia, o principal cotado é seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (RJ), também de saída do PSL. Segundo a defesa de Bolsonaro, não há impedimento legal para que ele acumule as funções de dirigente partidário e de presidente da República. "Não há nenhum impedimento legal", disse Karina. "O que podemos antecipar é que haverá um grupo que irá lidar com as questões decisórias e administrativas, não será uma sigla de um dono só." Para os advogados do presidente, já há elementos para que os parlamentares bolsonaristas aleguem justa causa para deixar o PSL sem que percam os mandatos para os quais foram eleitos. "Justa causa é o que não falta. O que se viu na postura do presidente do PSL e de todos aqueles que o acompanham é, justamente, uma flagrante falta de compromisso com a transparência e boa gestão do dinheiro púbico. E isso é inaceitável para o presidente [Bolsonaro]", disse Gonzaga. Para viabilizar a nova legenda, são necessárias 491.967 assinaturas em ao menos nove estados, todas validadas pela Justiça Eleitoral. A Aliança pelo Brasil tem menos de cinco meses para ser constituída caso queira lançar candidatos nas eleições municipais de 2020. A defesa do presidente considera, no entanto, possível reunir as assinaturas e validá-las junto à Justiça Eleitoral dentro do prazo legal. Um dos responsáveis pela criação do PSD em 2011, Gonzaga disse que viabilizou a legenda com menos recursos do que dispõe hoje o Aliança pelo Brasil. "Nós estamos convictos de que faremos um grande trabalho. Agora, nem tudo depende de nós. Nós temos meios para fazer em 140 dias. Eu já fiz um partido em 140 dias com muito menos recursos", disse. Em média, partidos criados recentemente levaram mais tempo do que o que resta até o início de abril para serem criados. O PSD, por exemplo, demorou seis meses entre seu anúncio, em março de 2011, e a criação, em setembro do mesmo ano. "Com a popularidade do presidente Jair Bolsonaro, a gente consegue, sem dúvida nenhuma, registrar esse partido antes das eleições municipais", disse Karina. A partir de agora, caberá a cada deputado bolsonarista apresentar seu pedido de desfiliação para ingressar na Aliança pelo Brasil. Segundo a defesa do presidente, eles podem argumentar como justa causa falta de transparência com recursos partidários, ameaça de expulsão de filiados e destituição de cargos de comissão parlamentar. No evento desta quinta-feira, além do anúncio da direção da nova sigla, serão apresentados o estatuto e o programa partidários. A legenda também criará um mecanismo de compliance na administração dos recursos e um núcleo inclusivo para pessoas com deficiência e doenças raras. A ideia cogitada é de que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, assuma essa estrutura. Questionada sobre o assunto, no entanto, Karina disse que não há informação sobre uma filiação da primeira-dama à nova legenda. BASE DE WITZEL Com a saída de Bolsonaro e de seus filhos, entre eles o senador Flávio, o PSL pode voltar a fazer parte da base de apoio do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), afirmaram nesta terça membros da Executiva do partido. O diretório fluminense da legenda estava sob comando do senador, que pediu desfiliação da legenda nesta segunda-feira (18). A Executiva Nacional do PSL escolheu o deputado Sargento Gurgel (RJ) para comandar o diretório. Tanto o parlamentar quanto o presidente do partido, Luciano Bivar (PE), sinalizaram que a legenda deve se reaproximar de Witzel. "Eu acho que todos esses que estão professando uma economia livre, de mercado e uma segurança pública eficaz acho que o PSL está junto", afirmou Bivar após reunião da Executiva em Brasília. Gurgel disse que é natural que o partido volte à base. "Não vejo por que não apoiar", afirmou, dizendo ter uma convergência com as pautas do governador. O PSL decidiu deixar a base do governador fluminense em setembro, citando ingratidão de Witzel com o presidente Bolsonaro e com o partido. Com o racha entre Bolsonaro e Bivar, a bancada restante deve anular a decisão tomada. A briga entre os bolsonaristas e os bivaristas continua dentro do partido, após o anúncio de que Bolsonaro deixará a sigla para fundar seu próprio partido, a Aliança pelo Brasil. O Conselho de Ética do PSL se reunirá nesta quarta-feira (20) para ouvir as defesas dos parlamentares da ala bolsonarista, que são alvo de processos administrativos. De acordo com Bivar, as punições podem ir de advertência à expulsão —o presidente da legenda não quis informar se o PSL pedirá na Justiça o mandato de deputados que forem expulsos. São 17 parlamentares, entre estaduais e federais, que podem sofrer punição. Entre eles, o filho de Bolsonaro e deputado federal, Eduardo (PSL-SP). Ele não pediu desfiliação do partido. Eduardo comanda hoje o diretório paulista do partido, mas segundo Bivar um novo presidente deverá ser definido em breve, em reunião da bancada de parlamentares do estado. O diretório de São Paulo é o foco de uma das brigas entre as duas alas. Aliados de Bolsonaro já derrubaram mais de cem diretórios municipais do PSL em retaliação a Bivar, afirmou o senador Major Olimpio (PSL-SP). Uma das medidas mais recentes foi a derrubada, pela Executiva estadual de São Paulo, de 17 diretórios municipais —o partido já chegou a ter 340 em 645 municípios, segundo o parlamentar, que vê nas ações uma tentativa de implosão da sigla pelos bolsonaristas. O ato será analisado pelo Conselho de Ética do PSL e não deve escapar de punição, de acordo com o senador. Olimpio afirmou que a simples manifestação de filiados de que pretendem seguir Bolsonaro na Aliança pelo Brasil, partido que o presidente quer criar, não caracterizaria infidelidade partidária. “Agora, se você como parlamentar posta ‘desfilie-se do PSL’, se fizer como o secretário-geral Thiago Cortês, do PSL em SP, destitui 17 executivas municipais e coloca uma brincadeira no Twitter, são atitudes desrespeitosas e que caracterizam a infidelidade”, disse. “Não ficarão impunes nenhuma das condutas, em respeito a todos os filiados." Ele evitou usar a expressão retaliação, mas afirmou que eventuais punições vão depender de uma análise do Conselho de Ética, que submeterá um relatório à Executiva nacional. A partir disso, serão aplicadas penalidades, que podem chegar à perda do mandato. “Poderá haver parlamentar suspenso de um dia a um ano. Quando é suspenso, não pode ser líder, vice-líder ou presidir comissão. E poderá ter situação onde ficou caracterizada a infidelidade contra o partido, que a decisão poderá ser a expulsão, o partido requerendo o mandato do parlamentar”, disse Olimpio. Na convenção desta terça, o deputado federal Júnior Bozzella (SP) será nomeado segundo vice-presidente da sigla, no lugar do ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Gustavo Bebianno, que deve ir para o PSDB. A bancada do PSL na Câmara conta hoje com 53 congressistas, a segunda maior da Casa. No Senado tem 3 dos 81 senadores. Os deputados da ala bolsonarista querem aguardar a criação da Aliança pelo Brasil para sair do PSL, evitando a perda do mandato por infidelidade partidária. No caso de Flávio, ele não corre o risco de perder o mandato por estar em cargo majoritário. Hoje, a legislação permite determinadas situações para desfiliação partidária em que o deputado ou vereador podem mudar de partido sem perder o mandato.


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  • 42/56   Governo prevê internet em 100% das escolas urbanas em 2020
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    Alunos de escolas públicas urbanas em mais de 5,2 mil municípios do país poderão ser beneficiados com acesso à internet. Em cerimônia no Palácio do Planalto, com participação do presidente Jair Bolsonaro, o governo anunciou hoje (19) a ampliação do programa Educação Conectada, do Ministério da Educação (MEC). A medida prevê investimentos de R$ 224 milhões até o final de 2020. Ao todo, cerca de 70 mil escolas serão atendidas, alcançando um total de 27,7 milhões de alunos.No início do mês, o MEC já havia anunciado a expansão do programa para 24,5 mil escolas urbanas, além de garantir que outras 9,9 mil escolas contempladas em 2018 continuassem com a cesso à internet a partir do repasse do dinheiro para a manutenção do serviço."Das escolas urbanas, a gente vai para mais de 80% [de cobertura de internet]. Das escolas rurais, que é via satélite, [a cobertura] era zero, esse ano a gente já vai para 40%, e aí a gente começa a acelerar esse processo", afirmou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, em entrevista a jornalistas. No caso das escolas rurais, o Educação Conectada é realizado em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que recebeu do MEC, em 2019, um total de R$ 60 milhões para implantar internet por meio de tecnologia via satélite. Até o fim deste ano, o governo prevê conexão de 8 mil escolas rurais à internet.A velocidade da internet, segundo a pasta, depende da velocidade ofertada na região, mas o MEC disse que garante a melhor oferta disponível. O Educação Conectada tem o objetivo de apoiar a universalização do acesso à internet em alta velocidade e fomentar o uso pedagógico de tecnologias digitais na educação básica.O presidente Jair Bolsonaro e o senador Arolde de Oliveira, entoam a canção da Infantaria, após solenidade de ampliação do Programa Educação Conectada nas Escolas e ato comemorativo ao Dia da Bandeira - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilPara receber a conexão de internet, as instituições públicas precisam ter número de matrículas maior que 14 alunos; ter, no mínimo, três computadores para uso pelos alunos; e, ter, no mínimo, um computador para uso administrativo e pelo menos uma sala de aula em funcionamento. Livros didáticosO governo também lançou nesta terça-feira um concurso nacional de desenho da bandeira nacional para estudantes de escolas públicas. As ilustrações mais bem avaliadas vão estampar a quarta capa dos livros didáticos, que fazem parte do Programa Nacional do Livro e Material Didático (PNLD). Batizado de 1º Concurso Sua Arte no Livro Didático", a iniciativa é do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão vinculado ao MEC, e principal financiador da educação básica no Brasil. Atualmente, cerca de 7 milhões de alunos do Ensino Médio em mais de 20 mil escolas são atendidos pelo PNLD.Segundo as regras do concurso, os cinco primeiros colocados vão ganhar computador, uma viagem para a cidade de São Paulo, para receberem a premiação, além de terem o desenho impresso nos livros. Os diretores de escolas públicas devem indicar a participação dos alunos pelo portal do FNDE na internet.

    Alunos de escolas públicas urbanas em mais de 5,2 mil municípios do país poderão ser beneficiados com acesso à internet. Em cerimônia no Palácio do Planalto, com participação do presidente Jair Bolsonaro, o governo anunciou hoje (19) a ampliação do programa Educação Conectada, do Ministério da Educação (MEC). A medida prevê investimentos de R$ 224 milhões até o final de 2020. Ao todo, cerca de 70 mil escolas serão atendidas, alcançando um total de 27,7 milhões de alunos.No início do mês, o MEC já havia anunciado a expansão do programa para 24,5 mil escolas urbanas, além de garantir que outras 9,9 mil escolas contempladas em 2018 continuassem com a cesso à internet a partir do repasse do dinheiro para a manutenção do serviço."Das escolas urbanas, a gente vai para mais de 80% [de cobertura de internet]. Das escolas rurais, que é via satélite, [a cobertura] era zero, esse ano a gente já vai para 40%, e aí a gente começa a acelerar esse processo", afirmou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, em entrevista a jornalistas. No caso das escolas rurais, o Educação Conectada é realizado em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que recebeu do MEC, em 2019, um total de R$ 60 milhões para implantar internet por meio de tecnologia via satélite. Até o fim deste ano, o governo prevê conexão de 8 mil escolas rurais à internet.A velocidade da internet, segundo a pasta, depende da velocidade ofertada na região, mas o MEC disse que garante a melhor oferta disponível. O Educação Conectada tem o objetivo de apoiar a universalização do acesso à internet em alta velocidade e fomentar o uso pedagógico de tecnologias digitais na educação básica.O presidente Jair Bolsonaro e o senador Arolde de Oliveira, entoam a canção da Infantaria, após solenidade de ampliação do Programa Educação Conectada nas Escolas e ato comemorativo ao Dia da Bandeira - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilPara receber a conexão de internet, as instituições públicas precisam ter número de matrículas maior que 14 alunos; ter, no mínimo, três computadores para uso pelos alunos; e, ter, no mínimo, um computador para uso administrativo e pelo menos uma sala de aula em funcionamento. Livros didáticosO governo também lançou nesta terça-feira um concurso nacional de desenho da bandeira nacional para estudantes de escolas públicas. As ilustrações mais bem avaliadas vão estampar a quarta capa dos livros didáticos, que fazem parte do Programa Nacional do Livro e Material Didático (PNLD). Batizado de 1º Concurso Sua Arte no Livro Didático", a iniciativa é do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão vinculado ao MEC, e principal financiador da educação básica no Brasil. Atualmente, cerca de 7 milhões de alunos do Ensino Médio em mais de 20 mil escolas são atendidos pelo PNLD.Segundo as regras do concurso, os cinco primeiros colocados vão ganhar computador, uma viagem para a cidade de São Paulo, para receberem a premiação, além de terem o desenho impresso nos livros. Os diretores de escolas públicas devem indicar a participação dos alunos pelo portal do FNDE na internet.


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  • 43/56   Para evitar embate com Judiciário, Alcolumbre costura novo texto sobre 2ª instância
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Para evitar um embate com o Judiciário, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), tenta costurar um novo texto para retomar a prisão após condenação em segunda instância. O tema é objeto de uma PEC (proposta de emenda à Constituição) na Câmara e de outra no Senado, onde também há cinco projetos que tratam do assunto propondo alterações no Código de Processo Penal (CPP). A discussão de mudança na legislação ganhou força entre os parlamentares após o STF (Supremo Tribunal Federal) decidir que a prisão de condenados deve ocorrer só depois de esgotados os recursos nos tribunais superiores —entendimento que permitiu a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último dia 8. Alcolumbre tem argumentado que não há consenso sobre a viabilidade das propostas de emenda constitucional, já que alguns consultores e juristas entendem que elas mexem em cláusulas pétreas, itens da Constituição que não podem ser alterados por PECs, apenas por uma Assembleia Nacional Constituinte. Para driblar o impasse, o presidente do Senado propõe alterar o Código de Processo Penal. Ele defende uma modificação no artigo 312, prevendo a possibilidade de prisão em segunda instância a título de prisão preventiva, e não como início do cumprimento da pena. Pela primeira versão da proposta de Alcolumbre, à qual a reportagem teve acesso, acrescenta-se um parágrafo que diz que, "ao proferir acórdão condenatório, o tribunal deverá verificar a necessidade de manutenção ou decretação de prisão preventiva, motivando-a a partir dos fatos estabelecidos pelas instâncias ordinárias, da gravidade em concreto do delito e o risco de reiteração criminosa". No início da noite, porém, parlamentares foram até o ministro da Justiça, Sergio Moro, para elaborar uma nova redação, já que o texto enfrentou reação imediata no plenário do Senado. Para levar a ideia adiante, Alcolumbre busca um consenso entre senadores, deputados e ministros do STF. Na Câmara, onde o pacote anticrime dos ministros Alexandre de Moraes (STF) e Moro deve ser votado nas próximas semanas, o entendimento é que a alteração deve ser feita via PEC. Na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), a proposta mais avançada mexe no inciso 57 do artigo 5º da Constituição, que diz que "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória". No entanto, o artigo 5º é uma das cláusulas pétreas da Constituição. Para contornar o obstáculo, o autor da PEC, deputado Alex Manente (Cidadania-SP), decidiu coletar assinaturas para apresentar uma nova PEC para alterar os artigos 102 e 105, que tratam das competências do STF e do STJ (Superior Tribunal de Justiça). A intenção é especificar que o trânsito em julgado se dá após a condenação em segunda instância, além de eliminar os recursos extraordinários (STF) e especiais (STJ) e substitui-los por ações rescisórias, que somente seriam admitidas em caso de falhas processuais. Para Moro, a presunção de inocência é "inequivocadamente uma cláusula pétrea, especialmente no que se refere à questão da prova". "Não pode haver condenação sem prova. Isso ninguém vai mexer", disse o ministro, que esteve nesta terça-feira (19) na Câmara. Mas ele avalia que há como discutir o entendimento do que é presunção de inocência. O ministro também não vê problema em o tema ser tratado por um projeto de lei, em vez de por PEC. "Todas as cartas estão na mesa", afirmou. "O Supremo interpreta a lei e interpreta a Constituição. Se houve uma interpretação que gera consequências ruins no que se refere à impunidade, no que se refere ao combate ao crime, há essa margem de o Congresso eventualmente mudar a Constituição ou a lei." Procurado, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não se manifestou sobre a proposta de Alcolumbre. "O Supremo Tribunal Federal, no julgamento, referiu-se a uma mudança da legislação, do Código de Processo Penal, no artigo 283", disse o líder do DEM no Senado, Rodrigo Pacheco (MG), que está elaborando o projeto com Alcolumbre. "O próprio ministro Sergio Moro, quando encaminha o pacote anticrime, fala de alteração em projeto de lei na questão da prisão em segunda instância", afirmou Pacheco. Já na Câmara, o grupo de trabalho que analisou o pacote anticrime entendeu que a mudança tinha de ser feita via PEC. Paralelo a isso, a CCJ do Senado se prepara para a leitura da proposta do senador Oriovisto Guirmarães (Podemos-PR) nesta quarta-feira (20). A PEC defende a validade da prisão em segunda instância, mas, no caso de haver recurso para os tribunais superiores —STJ e STF—, o juiz pode atribuir ao recurso o chamado efeito suspensivo, para que o réu não seja obrigatoriamente preso depois de condenado em segundo grau. Assim, acreditam senadores, a prisão está garantida, mas fica aberta uma janela para casos excepcionais, a critério do juiz do caso. Além disso, a comissão deve se debruçar sobre os outros cinco projetos, que serão reunidos para relatório da senadora Juíza Selma (Podemos-MT), que também relata a PEC de Oriovisto. "Não abro mão da PEC. A PEC é clara, definitiva e não é inconstitucional. Os argumentos que estão dando não são verdadeiros. Além disso, a PEC retroage e a lei penal não pode retroagir", disse Oriovisto. O líder do Podemos no Senado, Alvaro Dias (PR), também se posicionou contra o texto de Alcolumbre. "O texto proposto não atende [ao objetivo de se retomar a prisão em segunda instância]", afirmou. "São três condições [que a proposta original de Alcolumbre apresenta]. Não vai acontecer prisão nunca", protestou o senador Lasier Martins (Podemos-RS).

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Para evitar um embate com o Judiciário, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), tenta costurar um novo texto para retomar a prisão após condenação em segunda instância. O tema é objeto de uma PEC (proposta de emenda à Constituição) na Câmara e de outra no Senado, onde também há cinco projetos que tratam do assunto propondo alterações no Código de Processo Penal (CPP). A discussão de mudança na legislação ganhou força entre os parlamentares após o STF (Supremo Tribunal Federal) decidir que a prisão de condenados deve ocorrer só depois de esgotados os recursos nos tribunais superiores —entendimento que permitiu a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último dia 8. Alcolumbre tem argumentado que não há consenso sobre a viabilidade das propostas de emenda constitucional, já que alguns consultores e juristas entendem que elas mexem em cláusulas pétreas, itens da Constituição que não podem ser alterados por PECs, apenas por uma Assembleia Nacional Constituinte. Para driblar o impasse, o presidente do Senado propõe alterar o Código de Processo Penal. Ele defende uma modificação no artigo 312, prevendo a possibilidade de prisão em segunda instância a título de prisão preventiva, e não como início do cumprimento da pena. Pela primeira versão da proposta de Alcolumbre, à qual a reportagem teve acesso, acrescenta-se um parágrafo que diz que, "ao proferir acórdão condenatório, o tribunal deverá verificar a necessidade de manutenção ou decretação de prisão preventiva, motivando-a a partir dos fatos estabelecidos pelas instâncias ordinárias, da gravidade em concreto do delito e o risco de reiteração criminosa". No início da noite, porém, parlamentares foram até o ministro da Justiça, Sergio Moro, para elaborar uma nova redação, já que o texto enfrentou reação imediata no plenário do Senado. Para levar a ideia adiante, Alcolumbre busca um consenso entre senadores, deputados e ministros do STF. Na Câmara, onde o pacote anticrime dos ministros Alexandre de Moraes (STF) e Moro deve ser votado nas próximas semanas, o entendimento é que a alteração deve ser feita via PEC. Na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), a proposta mais avançada mexe no inciso 57 do artigo 5º da Constituição, que diz que "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória". No entanto, o artigo 5º é uma das cláusulas pétreas da Constituição. Para contornar o obstáculo, o autor da PEC, deputado Alex Manente (Cidadania-SP), decidiu coletar assinaturas para apresentar uma nova PEC para alterar os artigos 102 e 105, que tratam das competências do STF e do STJ (Superior Tribunal de Justiça). A intenção é especificar que o trânsito em julgado se dá após a condenação em segunda instância, além de eliminar os recursos extraordinários (STF) e especiais (STJ) e substitui-los por ações rescisórias, que somente seriam admitidas em caso de falhas processuais. Para Moro, a presunção de inocência é "inequivocadamente uma cláusula pétrea, especialmente no que se refere à questão da prova". "Não pode haver condenação sem prova. Isso ninguém vai mexer", disse o ministro, que esteve nesta terça-feira (19) na Câmara. Mas ele avalia que há como discutir o entendimento do que é presunção de inocência. O ministro também não vê problema em o tema ser tratado por um projeto de lei, em vez de por PEC. "Todas as cartas estão na mesa", afirmou. "O Supremo interpreta a lei e interpreta a Constituição. Se houve uma interpretação que gera consequências ruins no que se refere à impunidade, no que se refere ao combate ao crime, há essa margem de o Congresso eventualmente mudar a Constituição ou a lei." Procurado, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não se manifestou sobre a proposta de Alcolumbre. "O Supremo Tribunal Federal, no julgamento, referiu-se a uma mudança da legislação, do Código de Processo Penal, no artigo 283", disse o líder do DEM no Senado, Rodrigo Pacheco (MG), que está elaborando o projeto com Alcolumbre. "O próprio ministro Sergio Moro, quando encaminha o pacote anticrime, fala de alteração em projeto de lei na questão da prisão em segunda instância", afirmou Pacheco. Já na Câmara, o grupo de trabalho que analisou o pacote anticrime entendeu que a mudança tinha de ser feita via PEC. Paralelo a isso, a CCJ do Senado se prepara para a leitura da proposta do senador Oriovisto Guirmarães (Podemos-PR) nesta quarta-feira (20). A PEC defende a validade da prisão em segunda instância, mas, no caso de haver recurso para os tribunais superiores —STJ e STF—, o juiz pode atribuir ao recurso o chamado efeito suspensivo, para que o réu não seja obrigatoriamente preso depois de condenado em segundo grau. Assim, acreditam senadores, a prisão está garantida, mas fica aberta uma janela para casos excepcionais, a critério do juiz do caso. Além disso, a comissão deve se debruçar sobre os outros cinco projetos, que serão reunidos para relatório da senadora Juíza Selma (Podemos-MT), que também relata a PEC de Oriovisto. "Não abro mão da PEC. A PEC é clara, definitiva e não é inconstitucional. Os argumentos que estão dando não são verdadeiros. Além disso, a PEC retroage e a lei penal não pode retroagir", disse Oriovisto. O líder do Podemos no Senado, Alvaro Dias (PR), também se posicionou contra o texto de Alcolumbre. "O texto proposto não atende [ao objetivo de se retomar a prisão em segunda instância]", afirmou. "São três condições [que a proposta original de Alcolumbre apresenta]. Não vai acontecer prisão nunca", protestou o senador Lasier Martins (Podemos-RS).


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  • 44/56   Jair Bolsonaro assina desfiliação do PSL
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira (19) a ficha de desfiliação do PSL. O documento foi firmado em reunião com seus consultores jurídicos Karina Kufa e Admar Gonzaga, no Palácio do Planalto. A expectativa era de que ele fosse apresentado ainda nesta terça ao diretório nacional do partido e à Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro, domicílio eleitoral do presidente. Até a conclusão deste texto, a ficha ainda não havia sido entregue ao partido. "Isso aí é página virada. O PSL, quem quiser, fique com ele. O partido do presidente será outro e, com ele, certamente, virão os leais", afirmou Gonzaga, em uma referência ao grupo de deputados e senadores que pretende se filiar à nova legenda. Nesta quinta-feira (21), o presidente lançará a Aliança pelo Brasil. Ele disse que, pelo que ficou definido até o momento, assumirá a direção nacional do partido, mas ponderou que, na atividade política, "tudo muda". "Por enquanto sou eu, mas isso também pode mudar. Na política, tudo muda", disse o presidente na noite desta terça, na entrada do Palácio do Alvorada. Caso ele mude de ideia, o principal cotado é seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (RJ), também de saída do PSL. Segundo a defesa de Bolsonaro, não há impedimento legal para que ele acumule as funções de dirigente partidário e de presidente da República. "Não há nenhum impedimento legal", disse Karina. "O que podemos antecipar é que haverá um grupo que irá lidar com as questões decisórias e administrativas, não será uma sigla de um dono só." Para os advogados do presidente, já há elementos para que os parlamentares bolsonaristas aleguem justa causa para deixar o PSL sem que percam os mandatos para os quais foram eleitos. "Justa causa é o que não falta. O que se viu na postura do presidente do PSL e de todos aqueles que o acompanham é, justamente, uma flagrante falta de compromisso com a transparência e boa gestão do dinheiro púbico. E isso é inaceitável para o presidente [Bolsonaro]", disse Gonzaga. Para viabilizar a nova legenda, são necessárias 491.967 assinaturas em ao menos nove estados, todas validadas pela Justiça Eleitoral. A Aliança pelo Brasil tem menos de cinco meses para ser constituída caso queira lançar candidatos nas eleições municipais de 2020. A defesa do presidente considera, no entanto, possível reunir as assinaturas e validá-las junto à Justiça Eleitoral dentro do prazo legal. Um dos responsáveis pela criação do PSD em 2011, Gonzaga disse que viabilizou a legenda com menos recursos do que dispõe hoje o Aliança pelo Brasil. "Nós estamos convictos de que faremos um grande trabalho. Agora, nem tudo depende de nós. Nós temos meios para fazer em 140 dias. Eu já fiz um partido em 140 dias com muito menos recursos", disse. Em média, partidos criados recentemente levaram mais tempo do que o que resta até o início de abril para serem criados. O PSD, por exemplo, demorou seis meses entre seu anúncio, em março de 2011, e a criação, em setembro do mesmo ano. "Com a popularidade do presidente Jair Bolsonaro, a gente consegue, sem dúvida nenhuma, registrar esse partido antes das eleições municipais", disse Karina. A partir de agora, caberá a cada deputado bolsonarista apresentar seu pedido de desfiliação para ingressar na Aliança pelo Brasil. Segundo a defesa do presidente, eles podem argumentar como justa causa falta de transparência com recursos partidários, ameaça de expulsão de filiados e destituição de cargos de comissão parlamentar. No evento desta quinta-feira, além do anúncio da direção da nova sigla, serão apresentados o estatuto e o programa partidários. A legenda também criará um mecanismo de compliance na administração dos recursos e um núcleo inclusivo para pessoas com deficiência e doenças raras. A ideia cogitada é de que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, assuma essa estrutura. Questionada sobre o assunto, no entanto, Karina disse que não há informação sobre uma filiação da primeira-dama à nova legenda. BASE DE WITZEL Com a saída de Bolsonaro e de seus filhos, entre eles o senador Flávio, o PSL pode voltar a fazer parte da base de apoio do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), afirmaram nesta terça membros da Executiva do partido. O diretório fluminense da legenda estava sob comando do senador, que pediu desfiliação da legenda nesta segunda-feira (18). A Executiva Nacional do PSL escolheu o deputado Sargento Gurgel (RJ) para comandar o diretório. Tanto o parlamentar quanto o presidente do partido, Luciano Bivar (PE), sinalizaram que a legenda deve se reaproximar de Witzel. "Eu acho que todos esses que estão professando uma economia livre, de mercado e uma segurança pública eficaz acho que o PSL está junto", afirmou Bivar após reunião da Executiva em Brasília. Gurgel disse que é natural que o partido volte à base. "Não vejo por que não apoiar", afirmou, dizendo ter uma convergência com as pautas do governador. O PSL decidiu deixar a base do governador fluminense em setembro, citando ingratidão de Witzel com o presidente Bolsonaro e com o partido. Com o racha entre Bolsonaro e Bivar, a bancada restante deve anular a decisão tomada. A briga entre os bolsonaristas e os bivaristas continua dentro do partido, após o anúncio de que Bolsonaro deixará a sigla para fundar seu próprio partido, a Aliança pelo Brasil. O Conselho de Ética do PSL se reunirá nesta quarta-feira (20) para ouvir as defesas dos parlamentares da ala bolsonarista, que são alvo de processos administrativos. De acordo com Bivar, as punições podem ir de advertência à expulsão —o presidente da legenda não quis informar se o PSL pedirá na Justiça o mandato de deputados que forem expulsos. São 17 parlamentares, entre estaduais e federais, que podem sofrer punição. Entre eles, o filho de Bolsonaro e deputado federal, Eduardo (PSL-SP). Ele não pediu desfiliação do partido. Eduardo comanda hoje o diretório paulista do partido, mas segundo Bivar um novo presidente deverá ser definido em breve, em reunião da bancada de parlamentares do estado. O diretório de São Paulo é o foco de uma das brigas entre as duas alas. Aliados de Bolsonaro já derrubaram mais de cem diretórios municipais do PSL em retaliação a Bivar, afirmou o senador Major Olimpio (PSL-SP). Uma das medidas mais recentes foi a derrubada, pela Executiva estadual de São Paulo, de 17 diretórios municipais —o partido já chegou a ter 340 em 645 municípios, segundo o parlamentar, que vê nas ações uma tentativa de implosão da sigla pelos bolsonaristas. O ato será analisado pelo Conselho de Ética do PSL e não deve escapar de punição, de acordo com o senador. Olimpio afirmou que a simples manifestação de filiados de que pretendem seguir Bolsonaro na Aliança pelo Brasil, partido que o presidente quer criar, não caracterizaria infidelidade partidária. “Agora, se você como parlamentar posta ‘desfilie-se do PSL’, se fizer como o secretário-geral Thiago Cortês, do PSL em SP, destitui 17 executivas municipais e coloca uma brincadeira no Twitter, são atitudes desrespeitosas e que caracterizam a infidelidade”, disse. “Não ficarão impunes nenhuma das condutas, em respeito a todos os filiados." Ele evitou usar a expressão retaliação, mas afirmou que eventuais punições vão depender de uma análise do Conselho de Ética, que submeterá um relatório à Executiva nacional. A partir disso, serão aplicadas penalidades, que podem chegar à perda do mandato. “Poderá haver parlamentar suspenso de um dia a um ano. Quando é suspenso, não pode ser líder, vice-líder ou presidir comissão. E poderá ter situação onde ficou caracterizada a infidelidade contra o partido, que a decisão poderá ser a expulsão, o partido requerendo o mandato do parlamentar”, disse Olimpio. Na convenção desta terça, o deputado federal Júnior Bozzella (SP) será nomeado segundo vice-presidente da sigla, no lugar do ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Gustavo Bebianno, que deve ir para o PSDB. A bancada do PSL na Câmara conta hoje com 53 congressistas, a segunda maior da Casa. No Senado tem 3 dos 81 senadores. Os deputados da ala bolsonarista querem aguardar a criação da Aliança pelo Brasil para sair do PSL, evitando a perda do mandato por infidelidade partidária. No caso de Flávio, ele não corre o risco de perder o mandato por estar em cargo majoritário. Hoje, a legislação permite determinadas situações para desfiliação partidária em que o deputado ou vereador podem mudar de partido sem perder o mandato.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira (19) a ficha de desfiliação do PSL. O documento foi firmado em reunião com seus consultores jurídicos Karina Kufa e Admar Gonzaga, no Palácio do Planalto. A expectativa era de que ele fosse apresentado ainda nesta terça ao diretório nacional do partido e à Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro, domicílio eleitoral do presidente. Até a conclusão deste texto, a ficha ainda não havia sido entregue ao partido. "Isso aí é página virada. O PSL, quem quiser, fique com ele. O partido do presidente será outro e, com ele, certamente, virão os leais", afirmou Gonzaga, em uma referência ao grupo de deputados e senadores que pretende se filiar à nova legenda. Nesta quinta-feira (21), o presidente lançará a Aliança pelo Brasil. Ele disse que, pelo que ficou definido até o momento, assumirá a direção nacional do partido, mas ponderou que, na atividade política, "tudo muda". "Por enquanto sou eu, mas isso também pode mudar. Na política, tudo muda", disse o presidente na noite desta terça, na entrada do Palácio do Alvorada. Caso ele mude de ideia, o principal cotado é seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (RJ), também de saída do PSL. Segundo a defesa de Bolsonaro, não há impedimento legal para que ele acumule as funções de dirigente partidário e de presidente da República. "Não há nenhum impedimento legal", disse Karina. "O que podemos antecipar é que haverá um grupo que irá lidar com as questões decisórias e administrativas, não será uma sigla de um dono só." Para os advogados do presidente, já há elementos para que os parlamentares bolsonaristas aleguem justa causa para deixar o PSL sem que percam os mandatos para os quais foram eleitos. "Justa causa é o que não falta. O que se viu na postura do presidente do PSL e de todos aqueles que o acompanham é, justamente, uma flagrante falta de compromisso com a transparência e boa gestão do dinheiro púbico. E isso é inaceitável para o presidente [Bolsonaro]", disse Gonzaga. Para viabilizar a nova legenda, são necessárias 491.967 assinaturas em ao menos nove estados, todas validadas pela Justiça Eleitoral. A Aliança pelo Brasil tem menos de cinco meses para ser constituída caso queira lançar candidatos nas eleições municipais de 2020. A defesa do presidente considera, no entanto, possível reunir as assinaturas e validá-las junto à Justiça Eleitoral dentro do prazo legal. Um dos responsáveis pela criação do PSD em 2011, Gonzaga disse que viabilizou a legenda com menos recursos do que dispõe hoje o Aliança pelo Brasil. "Nós estamos convictos de que faremos um grande trabalho. Agora, nem tudo depende de nós. Nós temos meios para fazer em 140 dias. Eu já fiz um partido em 140 dias com muito menos recursos", disse. Em média, partidos criados recentemente levaram mais tempo do que o que resta até o início de abril para serem criados. O PSD, por exemplo, demorou seis meses entre seu anúncio, em março de 2011, e a criação, em setembro do mesmo ano. "Com a popularidade do presidente Jair Bolsonaro, a gente consegue, sem dúvida nenhuma, registrar esse partido antes das eleições municipais", disse Karina. A partir de agora, caberá a cada deputado bolsonarista apresentar seu pedido de desfiliação para ingressar na Aliança pelo Brasil. Segundo a defesa do presidente, eles podem argumentar como justa causa falta de transparência com recursos partidários, ameaça de expulsão de filiados e destituição de cargos de comissão parlamentar. No evento desta quinta-feira, além do anúncio da direção da nova sigla, serão apresentados o estatuto e o programa partidários. A legenda também criará um mecanismo de compliance na administração dos recursos e um núcleo inclusivo para pessoas com deficiência e doenças raras. A ideia cogitada é de que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, assuma essa estrutura. Questionada sobre o assunto, no entanto, Karina disse que não há informação sobre uma filiação da primeira-dama à nova legenda. BASE DE WITZEL Com a saída de Bolsonaro e de seus filhos, entre eles o senador Flávio, o PSL pode voltar a fazer parte da base de apoio do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), afirmaram nesta terça membros da Executiva do partido. O diretório fluminense da legenda estava sob comando do senador, que pediu desfiliação da legenda nesta segunda-feira (18). A Executiva Nacional do PSL escolheu o deputado Sargento Gurgel (RJ) para comandar o diretório. Tanto o parlamentar quanto o presidente do partido, Luciano Bivar (PE), sinalizaram que a legenda deve se reaproximar de Witzel. "Eu acho que todos esses que estão professando uma economia livre, de mercado e uma segurança pública eficaz acho que o PSL está junto", afirmou Bivar após reunião da Executiva em Brasília. Gurgel disse que é natural que o partido volte à base. "Não vejo por que não apoiar", afirmou, dizendo ter uma convergência com as pautas do governador. O PSL decidiu deixar a base do governador fluminense em setembro, citando ingratidão de Witzel com o presidente Bolsonaro e com o partido. Com o racha entre Bolsonaro e Bivar, a bancada restante deve anular a decisão tomada. A briga entre os bolsonaristas e os bivaristas continua dentro do partido, após o anúncio de que Bolsonaro deixará a sigla para fundar seu próprio partido, a Aliança pelo Brasil. O Conselho de Ética do PSL se reunirá nesta quarta-feira (20) para ouvir as defesas dos parlamentares da ala bolsonarista, que são alvo de processos administrativos. De acordo com Bivar, as punições podem ir de advertência à expulsão —o presidente da legenda não quis informar se o PSL pedirá na Justiça o mandato de deputados que forem expulsos. São 17 parlamentares, entre estaduais e federais, que podem sofrer punição. Entre eles, o filho de Bolsonaro e deputado federal, Eduardo (PSL-SP). Ele não pediu desfiliação do partido. Eduardo comanda hoje o diretório paulista do partido, mas segundo Bivar um novo presidente deverá ser definido em breve, em reunião da bancada de parlamentares do estado. O diretório de São Paulo é o foco de uma das brigas entre as duas alas. Aliados de Bolsonaro já derrubaram mais de cem diretórios municipais do PSL em retaliação a Bivar, afirmou o senador Major Olimpio (PSL-SP). Uma das medidas mais recentes foi a derrubada, pela Executiva estadual de São Paulo, de 17 diretórios municipais —o partido já chegou a ter 340 em 645 municípios, segundo o parlamentar, que vê nas ações uma tentativa de implosão da sigla pelos bolsonaristas. O ato será analisado pelo Conselho de Ética do PSL e não deve escapar de punição, de acordo com o senador. Olimpio afirmou que a simples manifestação de filiados de que pretendem seguir Bolsonaro na Aliança pelo Brasil, partido que o presidente quer criar, não caracterizaria infidelidade partidária. “Agora, se você como parlamentar posta ‘desfilie-se do PSL’, se fizer como o secretário-geral Thiago Cortês, do PSL em SP, destitui 17 executivas municipais e coloca uma brincadeira no Twitter, são atitudes desrespeitosas e que caracterizam a infidelidade”, disse. “Não ficarão impunes nenhuma das condutas, em respeito a todos os filiados." Ele evitou usar a expressão retaliação, mas afirmou que eventuais punições vão depender de uma análise do Conselho de Ética, que submeterá um relatório à Executiva nacional. A partir disso, serão aplicadas penalidades, que podem chegar à perda do mandato. “Poderá haver parlamentar suspenso de um dia a um ano. Quando é suspenso, não pode ser líder, vice-líder ou presidir comissão. E poderá ter situação onde ficou caracterizada a infidelidade contra o partido, que a decisão poderá ser a expulsão, o partido requerendo o mandato do parlamentar”, disse Olimpio. Na convenção desta terça, o deputado federal Júnior Bozzella (SP) será nomeado segundo vice-presidente da sigla, no lugar do ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Gustavo Bebianno, que deve ir para o PSDB. A bancada do PSL na Câmara conta hoje com 53 congressistas, a segunda maior da Casa. No Senado tem 3 dos 81 senadores. Os deputados da ala bolsonarista querem aguardar a criação da Aliança pelo Brasil para sair do PSL, evitando a perda do mandato por infidelidade partidária. No caso de Flávio, ele não corre o risco de perder o mandato por estar em cargo majoritário. Hoje, a legislação permite determinadas situações para desfiliação partidária em que o deputado ou vereador podem mudar de partido sem perder o mandato.


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  • 45/56   DEM expulsa Arthur Mamãe Falei, pré-candidato do MBL à Prefeitura de São Paulo
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O diretório do Democratas de São Paulo expulsou, nesta segunda-feira (18), o deputado estadual Arthur do Val, o Mamãe Falei. No fim de semana, o parlamentar, que é membro do MBL, chegou a ser lançado em congresso do movimento como pré-candidato à prefeitura da capital paulista. Apesar de expressar sua vontade de ser candidato, Arthur não tinha apoio majoritário do DEM, que integra a base de governo de João Doria (PSDB) em São Paulo e deve apoiar a reeleição do prefeito Bruno Covas (PSDB). Arthur afirmou à reportagem que foi pego de surpresa pela expulsão, muito embora tenha desafiado os interesses do partido em inúmeras ocasiões, inclusive ao criticar Doria na Assembleia e votar contra projetos de interesse do governo. "Logo que a gente entrou, tínhamos rusgas no partido. Eu falei que penso desse jeito e não vou mudar", disse Arthur. A votação na cúpula paulista do DEM pela expulsão do parlamentar foi unânime. "Ele não tinha sintonia com a sigla. Dava sinais de que queria ficar liberado [do partido]", diz o deputado estadual Rodrigo Moraes (DEM), secretario do diretório estadual. Com a expulsão, Arthur pode integrar outras siglas sem perder o mandato. Segundo ele, há convites de outros partidos para que seja pré-candidato à prefeitura. "Agora estou livre para ser concorrente do Bruno", disse. O deputado admitiu que a expulsão também o beneficia, apesar de perder postos em comissões na Assembleia. Em vídeo em seu canal do Youtube, que tem quase 2,6 milhões de inscritos, afirmou: "Não estou triste, estou cagando para partido. Não vou mudar uma vírgula do meu discurso". É comum que o deputado vote contra orientação do partido e critique decisões da sigla. Youtuber, ele costuma criar polêmica com os demais deputados na Assembleia. Ele chegou a receber uma advertência do Conselho de Ética da Casa por ter se referido aos colegas como "vagabundos" durante sessão plenária em junho passado. Arthur afirma que tem convites de outros partidos, mas que não estudou a questão ainda. Ao ser expulso, o deputado pode manter o mandato e migrar para outra sigla. O membro do MBL considera que o DEM deu um tiro no pé ao expulsá-lo. Arthur foi eleito com 478 mil votos e tem quase 2,6 milhões de inscritos em seu canal do YouTube. Em nota, o DEM afirmou que a expulsão do deputado foi decidida por unanimidade em reunião da executiva estadual do partido. "Parecer da comissão de ética apontou incompatibilidade de seus atos com os preceitos e deliberações do partido. A decisão já foi comunicada à Justiça Eleitoral e à Assembleia Legislativa, para que se tomem as devidas providências", diz o texto.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O diretório do Democratas de São Paulo expulsou, nesta segunda-feira (18), o deputado estadual Arthur do Val, o Mamãe Falei. No fim de semana, o parlamentar, que é membro do MBL, chegou a ser lançado em congresso do movimento como pré-candidato à prefeitura da capital paulista. Apesar de expressar sua vontade de ser candidato, Arthur não tinha apoio majoritário do DEM, que integra a base de governo de João Doria (PSDB) em São Paulo e deve apoiar a reeleição do prefeito Bruno Covas (PSDB). Arthur afirmou à reportagem que foi pego de surpresa pela expulsão, muito embora tenha desafiado os interesses do partido em inúmeras ocasiões, inclusive ao criticar Doria na Assembleia e votar contra projetos de interesse do governo. "Logo que a gente entrou, tínhamos rusgas no partido. Eu falei que penso desse jeito e não vou mudar", disse Arthur. A votação na cúpula paulista do DEM pela expulsão do parlamentar foi unânime. "Ele não tinha sintonia com a sigla. Dava sinais de que queria ficar liberado [do partido]", diz o deputado estadual Rodrigo Moraes (DEM), secretario do diretório estadual. Com a expulsão, Arthur pode integrar outras siglas sem perder o mandato. Segundo ele, há convites de outros partidos para que seja pré-candidato à prefeitura. "Agora estou livre para ser concorrente do Bruno", disse. O deputado admitiu que a expulsão também o beneficia, apesar de perder postos em comissões na Assembleia. Em vídeo em seu canal do Youtube, que tem quase 2,6 milhões de inscritos, afirmou: "Não estou triste, estou cagando para partido. Não vou mudar uma vírgula do meu discurso". É comum que o deputado vote contra orientação do partido e critique decisões da sigla. Youtuber, ele costuma criar polêmica com os demais deputados na Assembleia. Ele chegou a receber uma advertência do Conselho de Ética da Casa por ter se referido aos colegas como "vagabundos" durante sessão plenária em junho passado. Arthur afirma que tem convites de outros partidos, mas que não estudou a questão ainda. Ao ser expulso, o deputado pode manter o mandato e migrar para outra sigla. O membro do MBL considera que o DEM deu um tiro no pé ao expulsá-lo. Arthur foi eleito com 478 mil votos e tem quase 2,6 milhões de inscritos em seu canal do YouTube. Em nota, o DEM afirmou que a expulsão do deputado foi decidida por unanimidade em reunião da executiva estadual do partido. "Parecer da comissão de ética apontou incompatibilidade de seus atos com os preceitos e deliberações do partido. A decisão já foi comunicada à Justiça Eleitoral e à Assembleia Legislativa, para que se tomem as devidas providências", diz o texto.


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  • 46/56   Duque encara grande greve que testa seu mandato na Colômbia
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente Iván Duque medirá na quinta-feira (19) a força de suas políticas enquanto sindicatos, estudantes, indígenas e opositores protagonizarão uma grande marcha na Colômbia contra seu governo, enfraquecido após um ano e meio no poder.

    O presidente Iván Duque medirá na quinta-feira (19) a força de suas políticas enquanto sindicatos, estudantes, indígenas e opositores protagonizarão uma grande marcha na Colômbia contra seu governo, enfraquecido após um ano e meio no poder.


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  • 47/56   Senado conclui votação da PEC Paralela em dois turnos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O acordo fechado entre os senadores permitiu a quebra dos intervalos exigidosentre as duas rodadas de votação. Os senadores analisaram emendas pendentes doprimeiro turno e já emendaram no segundo turno na noite desta terça-feira.

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  • 48/56   Senado conclui votação em primeiro turno da PEC Paralela da Previdência
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    BRASÍLIA (Reuters) - O plenário do Senado concluiu, após um acordo, o primeiroturno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Paralela, alternativa criadapor parlamentares para promover mudanças na reforma da Previdência sem alterara proposta principal sobre o tema, o que atrasaria sua tramitação.O acordo fechado entre os senadores inclui a possibilidade de quebra dosintervalos exigidos entre as duas rodadas de votação, e o segundo turno deveocorrer ainda nesta terça-feira.

    BRASÍLIA (Reuters) - O plenário do Senado concluiu, após um acordo, o primeiroturno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Paralela, alternativa criadapor parlamentares para promover mudanças na reforma da Previdência sem alterara proposta principal sobre o tema, o que atrasaria sua tramitação.O acordo fechado entre os senadores inclui a possibilidade de quebra dosintervalos exigidos entre as duas rodadas de votação, e o segundo turno deveocorrer ainda nesta terça-feira.


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  • 49/56   Bachelet denuncia 'brutalidade policial' contra manifestantes
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    A alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, denunciou nesta terça-feira, em Londres, a "brutalidade policial" utilizada em alguns países para reprimir protestos contra a "desigualdade" social, e pediu que os líderes "escutem as críticas".

    A alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, denunciou nesta terça-feira, em Londres, a "brutalidade policial" utilizada em alguns países para reprimir protestos contra a "desigualdade" social, e pediu que os líderes "escutem as críticas".


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  • 50/56   ONU teme dezenas de mortos em protestos no Irã
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    A ONU advertiu nesta terça-feira que a repressão de manifestantes no Irã pode ter deixado "dezenas" de mortos, após quatro dias de protestos no país contra a alta nos preços da gasolina em plena crise econômica.

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  • 51/56   Parlamento venezuelano autoriza uso de US$ 3,5 milhões sob controle de Guaidó
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    O Parlamento venezuelano autorizou nesta terça-feira (19) o uso de 3,5 milhões de dólares de contas sob controle do opositor Juan Guaidó, reconhecido presidente interino por 50 países, para a defesa legal do Estado no exterior.

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  • 52/56   Petrobras fecha venda da Liquigás por R$3,7 bi; Itaúsa investirá R$1,4 bi na Copagaz
    BUSINESS TOPIC NEWS

    SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras assinou com a Copagaz e aNacional Gás Butano contrato para a venda de 100% de sua distribuidora de gásliquefeito de petróleo Liquigás, por 3,7 bilhões de reais, informou apetroleira em fato relevante ao mercado nesta terça-feira.Não foram informados quais os percentuais que cada empresa deterá na Liquigás.

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  • 53/56   Dow Jones e S&P 500 fecham em queda com previsões fracas de varejistas
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    NOVA YORK (Reuters) - Os índices Dow Jones e S&P; 500 fecharam em queda nestaterça-feira, se afastando de recordes históricos, com previsões sombrias dasvarejistas Home Depot e Kohl's alimentando preocupações sobre os gastos dosconsumidores conforme a disputa comercial entre EUA e China se arrasta.Nesta terça-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou escalar aguerra comercial, aumentando as tarifas sobre as importações chinesas, senenhum acordo for alcançado com Pequim.

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  • 54/56   Preços do petróleo caem por temores de excesso de oferta
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    NOVA YORK (Reuters) - Os preços do petróleo recuaram mais de 1 dólar porbarril nesta terça-feira, pressionados pelas preocupações com o excesso deoferta global e o progresso limitado nas negociações comerciais entre EstadosUnidos e China, cuja disputa afetou o panorama de demanda pela commodity.Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em queda de 1,53 dólar, ou2,5%, a 60,91 dólares por barril.

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  • 55/56   Dólar tem leve baixa após recorde da véspera, mas segue perto de R$4,20
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    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar teve leve ajuste de baixa nesta terça-feira anteo real, um dia depois de ter alcançado uma máxima histórica para umfechamento, conforme a moeda norte-americana perdia força no exterior em meioà queda dos juros dos Treasuries.O dólar à vista terminou em queda de 0,17%, a 4,1988 reais na venda.

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  • 56/56   Polos em águas profundas e ultraprofundas serão 88% do E&P da Petrobras em 2020
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    "A Petrobras está selecionando aqueles projetos onde tem mais capacidade derecuperar o valor investido, perseguindo custo baixo.", disse nesta terça-feira o diretor-executivo de Relacionamento Institucional da petroleiraestatal, Roberto Ardenghy.

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