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Noticias Slideshows (16/01/2020 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


    LUCASVIANA COM SAFADAO   gabriel menino   Jailson   Diogo Barbosa   VERAO DA HARI   Lucas Lima   Jean Pyerre   McGee   Castiel   Atlético Nacional   Netto   Copa Mickey   Marquinhos Gabriel   Ana Thais   Courteney Cox   Zé Rafael   AP RENAULT NO YOUTUBE   Racing   ramires   Amor Doce   Armin   VENDA DE ÓRGÃOS   Luanel Messi   Mirassol   The Album   CEFET MARACANà  lucho   Merlí   Joel Pinheiro   g. menino   Lillard   Fincher   Menino e Wesley   Breno Lopes   Zé Ivaldo   Nathaniel   Carmelo Anthony   Rômulo Mendonça   luiz adriano   
  • 2/56   Apple compra startup especializada em IA para reconhecimento de imagens

    Segundo informações de bastidores, a gigante agora é dona da Xnor.ai, que tem como atrativo levar tecnologia avançada de reconhecimento de imagem a dispositivos de baixo consumo de energia, em vez de depender da nuvem

    Segundo informações de bastidores, a gigante agora é dona da Xnor.ai, que tem como atrativo levar tecnologia avançada de reconhecimento de imagem a dispositivos de baixo consumo de energia, em vez de depender da nuvem


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  • 3/56   Funcionários da Casa da Moeda decidem se aceitam proposta da empresa

    Os empregados da Casa da Moeda fazem amanhã (16), às 8h, em frente a sede da empresa, na zona oeste do Rio, uma assembleia para discutir a proposta de um acordo temporário que inclua as cláusulas sociais do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) de 2019. Na sexta-feira (10), os empregados fizeram um dia de paralisação para discutir a privatização da Casa da Moeda. Nesta semana, eles estão em estado de mobilização.O presidente do Sindicato Nacional dos Moedeiros, Aluízio Júnior, disse que se a empresa aceitar a proposta no processo de negociação que está em andamento, os trabalhadores terão como esperar o resultado do julgamento do dissídio do ACT de 2019, previsto para março na Justiça do Trabalho.“O TST se reuniu, com a gente do sindicado e com a Casa da Moeda, no dia 17 de dezembro. Eles estão acompanhando de perto o que está acontecendo. A gente acredita que se mantiver as condições de dezembro, nós temos toda a tranquilidade de continuar o processo de negociação sem nenhum tipo de sobressalto”, disse Júnior. ACT 2020Enquanto a conclusão desse processo ainda está indefinida, os trabalhadores discutem o acordo de 2020. As negociações estão sendo feitas com representantes dos trabalhadores e uma comissão de mediação da Casa da Moeda. Júnior informou que se a empresa continuar com a decisão de cortar as cláusulas sociais e benefícios do acordo de 2020, com a justificativa de falta de recursos, alguns trabalhadores vão ter o contracheque zerado. “Agora em janeiro, a Casa da Moeda não manteve as cláusulas sociais. Ela comunicou aos trabalhadores. Isso significa que alguns trabalhadores poderão receber o contracheque zerado, já que a Casa da Moeda entende que pode cobra de trabalhadores com direito adquirido o plano de saúde dele e de dependentes. Se for descontar isso do salário, o contracheque vem zerado”, disse. De 20% a 30% dos empregados estariam nesta condição.Segundo o sindicalista, nenhuma atividade da Casa da Moeda está comprometida. Atualmente, a empresa produz cédulas e moedas para o Banco Central, passaportes para a Polícia Federal, selos rastreáveis de cigarros e outros postais para os Correios. A Casa da Moeda produz cédulas e moedas para o Banco Central, passaportes, selos rastreáveis de cigarros e postais para os Correios - Reprodução Google Maps PrivatizaçãoPara o sindicalista, não é correta a justificativa de prejuízos no desempenho da empresa e do peso da folha de funcionários dentro da receita para incluir a Casa da Moeda na lista de privatizações do governo. Segundo ele, a empresa perdeu receita com o fim da produção do selo holográfico rastreável que era colocado em embalagens de bebidas frias como refrigerantes. “Isso não é fruto da incompetência dos trabalhadores e da administração passada. O prejuízo que ocorreu em 2017 foi porque o governo tirou 60% do faturamento da Casa da Moeda. Em 2016 ele descontinuou o serviço que tínhamos exclusividade para fazer. A partir dessa retirada começam a refletir os números. Até 2016 a Casa da Moeda teve lucro”, disse. “Antes de tirar os 60% de faturamento, a folha de pagamentos de pessoal girava em torno de 8% a 12% do orçamento, muito abaixo do de outras empresas”.Os trabalhadores buscam o apoio de parlamentares para conseguir barrar a privatização da empresa. Júnior cita o exemplo de outros países que têm a sua própria Casa da Moeda, como os Estados Unidos, diz que não entende porque o Brasil teria que seguir um rumo diferente de diversas nações. “Estamos fazendo esse debate em um ambiente apropriado que é o Congresso Nacional”. Casa da MoedaProcurada pela Agência Brasil, a Casa da Moeda informou que não tinha um posicionamento atualizado. Na sexta-feira, quando houve a paralisação, a empresa publicou uma nota em que diz entender que tanto ela, quanto os funcionários passam por um momento de incertezas e preocupações, decorrentes da sua inclusão no Programa Nacional de Desestatização, que retira da empresa a exclusividade na produção de cédulas, moedas, passaportes, selos postais e selos fiscais e também entra 2020 sem um acordo coletivo de trabalho fechado. A Casa da Moeda pondera, no entanto, que mesmo após diversas propostas da empresa e até uma proposta da Vice-Presidência do Tribunal Superior do Trabalho, todas foram recusadas pelos empregados.Em especial sobre o acordo coletivo de trabalho, a Casa da Moeda informou na nota que desde que assumiu suas funções, há seis meses, a diretoria “tem buscado fechar este acordo, na intenção de evitar que, com a virada do ano, os funcionários deixassem de ter determinados benefícios que são decorrentes exclusivamente de um ACT. Adicionalmente esclarece constantemente aos empregados e ao sindicato que o atual custo de pessoal é inviável economicamente para a empresa”.

    Os empregados da Casa da Moeda fazem amanhã (16), às 8h, em frente a sede da empresa, na zona oeste do Rio, uma assembleia para discutir a proposta de um acordo temporário que inclua as cláusulas sociais do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) de 2019. Na sexta-feira (10), os empregados fizeram um dia de paralisação para discutir a privatização da Casa da Moeda. Nesta semana, eles estão em estado de mobilização.O presidente do Sindicato Nacional dos Moedeiros, Aluízio Júnior, disse que se a empresa aceitar a proposta no processo de negociação que está em andamento, os trabalhadores terão como esperar o resultado do julgamento do dissídio do ACT de 2019, previsto para março na Justiça do Trabalho.“O TST se reuniu, com a gente do sindicado e com a Casa da Moeda, no dia 17 de dezembro. Eles estão acompanhando de perto o que está acontecendo. A gente acredita que se mantiver as condições de dezembro, nós temos toda a tranquilidade de continuar o processo de negociação sem nenhum tipo de sobressalto”, disse Júnior. ACT 2020Enquanto a conclusão desse processo ainda está indefinida, os trabalhadores discutem o acordo de 2020. As negociações estão sendo feitas com representantes dos trabalhadores e uma comissão de mediação da Casa da Moeda. Júnior informou que se a empresa continuar com a decisão de cortar as cláusulas sociais e benefícios do acordo de 2020, com a justificativa de falta de recursos, alguns trabalhadores vão ter o contracheque zerado. “Agora em janeiro, a Casa da Moeda não manteve as cláusulas sociais. Ela comunicou aos trabalhadores. Isso significa que alguns trabalhadores poderão receber o contracheque zerado, já que a Casa da Moeda entende que pode cobra de trabalhadores com direito adquirido o plano de saúde dele e de dependentes. Se for descontar isso do salário, o contracheque vem zerado”, disse. De 20% a 30% dos empregados estariam nesta condição.Segundo o sindicalista, nenhuma atividade da Casa da Moeda está comprometida. Atualmente, a empresa produz cédulas e moedas para o Banco Central, passaportes para a Polícia Federal, selos rastreáveis de cigarros e outros postais para os Correios. A Casa da Moeda produz cédulas e moedas para o Banco Central, passaportes, selos rastreáveis de cigarros e postais para os Correios - Reprodução Google Maps PrivatizaçãoPara o sindicalista, não é correta a justificativa de prejuízos no desempenho da empresa e do peso da folha de funcionários dentro da receita para incluir a Casa da Moeda na lista de privatizações do governo. Segundo ele, a empresa perdeu receita com o fim da produção do selo holográfico rastreável que era colocado em embalagens de bebidas frias como refrigerantes. “Isso não é fruto da incompetência dos trabalhadores e da administração passada. O prejuízo que ocorreu em 2017 foi porque o governo tirou 60% do faturamento da Casa da Moeda. Em 2016 ele descontinuou o serviço que tínhamos exclusividade para fazer. A partir dessa retirada começam a refletir os números. Até 2016 a Casa da Moeda teve lucro”, disse. “Antes de tirar os 60% de faturamento, a folha de pagamentos de pessoal girava em torno de 8% a 12% do orçamento, muito abaixo do de outras empresas”.Os trabalhadores buscam o apoio de parlamentares para conseguir barrar a privatização da empresa. Júnior cita o exemplo de outros países que têm a sua própria Casa da Moeda, como os Estados Unidos, diz que não entende porque o Brasil teria que seguir um rumo diferente de diversas nações. “Estamos fazendo esse debate em um ambiente apropriado que é o Congresso Nacional”. Casa da MoedaProcurada pela Agência Brasil, a Casa da Moeda informou que não tinha um posicionamento atualizado. Na sexta-feira, quando houve a paralisação, a empresa publicou uma nota em que diz entender que tanto ela, quanto os funcionários passam por um momento de incertezas e preocupações, decorrentes da sua inclusão no Programa Nacional de Desestatização, que retira da empresa a exclusividade na produção de cédulas, moedas, passaportes, selos postais e selos fiscais e também entra 2020 sem um acordo coletivo de trabalho fechado. A Casa da Moeda pondera, no entanto, que mesmo após diversas propostas da empresa e até uma proposta da Vice-Presidência do Tribunal Superior do Trabalho, todas foram recusadas pelos empregados.Em especial sobre o acordo coletivo de trabalho, a Casa da Moeda informou na nota que desde que assumiu suas funções, há seis meses, a diretoria “tem buscado fechar este acordo, na intenção de evitar que, com a virada do ano, os funcionários deixassem de ter determinados benefícios que são decorrentes exclusivamente de um ACT. Adicionalmente esclarece constantemente aos empregados e ao sindicato que o atual custo de pessoal é inviável economicamente para a empresa”.


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  • 4/56   Xiaomi promete atualização do Android 10 no Mi A3 para o mês que vem

    Essa notícia era bastante aguardada porque a série A do Mi faz parte do programa Android One, que promete um sistema operacional “puro” e com updates mais rápidos — além disso a versão mais recente do robozinho já está presente em vários dispositivos da gigante chinesa

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  • 5/56   Google aponta seis resoluções de Ano-Novo para apostar na nuvem em 2020

    A ideia é dar os passos necessários para alcançar uma infraestrutura em nuvem, já que a estimativa é de que 70% das plataformas e infraestrutura on-line criadas na América Latina estarão hospedadas na nuvem até 2022

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  • 6/56   Novo Microsoft Edge baseado no Chromium já está disponível para download

    Após especulações, o novo navegador Microsoft Edge, baseado no Google Chromium e não mais no Internet Explorer, é lançado para usuários do Windows, Mac, Android e iOS. Entre os destaques está navegação mais segura e novas ferramentas

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  • 7/56   Mesmo atrasada, Fitbit supera Apple com sensor de oxigênio no sangue

    Empresa libera funcionalidade via atualização de software para usuários dos Estados Unidos; aplicativo alerta que a medição é uma estimativa, mas não deixa de ser útil para detectar apneia do sono e problemas cardiorrespiratórios

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  • 8/56   Apple pode usar 5G mmWave no iPhone e iPad ainda em 2020, diz site

    Fabricante taiwanesa deve fornecer antenas necessárias para a Maçã garantir o suporte ao 5G desejado não apenas no iPhone deste ano, mas também no iPad; dispositivos devem chegar ao mercado no segundo semestre

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  • 9/56   Domínio de grandes empresas no S&P 500 é recorde

    (Bloomberg) -- Pelo menos uma coisa ficou clara após um início de ano tumultuado: para investidores de renda variável, as maiores nunca estiveram tão bem como agora.Enquanto o índice S&P 500 volta a testar seu recorde, as cinco maiores empresas de capital aberto dos Estados Unidos agora respondem por uma participação recorde de 18% da capitalização do indicador de referência - superior à bolha da tecnologia, disse o Morgan Stanley na segunda-feira.As ações de empresas de alta capitalização dos EUA saltaram para perto do nível mais alto em mais de 10 anos em relação às chamadas small caps nos primeiros dias desta nova década. As empresas que lucram mais no exterior estão perto dos maiores níveis desde abril em comparação com as domésticas, segundo as cestas do Goldman Sachs.Apple, Microsoft, Alphabet, Amazon.com e Facebook são “o outro 1 por cento”, disse o estrategista-chefe de renda variável para EUA do Morgan Stanley, Mike Wilson, usando uma frase normalmente usada para descrever as disparidades de renda e riqueza para exemplificar as desigualdades no mercado de ações.Embora a valorização dessas gigantes seja uma boa notícia para quem simplesmente busca uma alta do índice, para alguns estrategistas é sinal de que os investidores perderam o apetite por risco em meio a temores de que o ciclo econômico esteja lento. Graças à inovação e à predominância do mercado - o argumento principal para a valorização -, essas gigantes de tecnologia podem proporcionar crescimento de lucro, independentemente do que acontece na economia.O desempenho superior ameaça alterar muitas teses populares para 2020 em renda variável, notadamente uma preferência por ações globais em detrimento de empresas dos EUA, bem como por ativos mais arriscados.“Os investidores estão muito mais cautelosos do que pensamos”, disse Sophie Huynh, uma multiestrategista de ativos do Société Générale, em Londres. “Se houver realmente uma recessão, as pequenas empresas serão prejudicadas por causa do risco de crédito mais o beta de ações”.Em um ciclo de negócios em envelhecimento, muitos acreditam que é mais provável que a atividade desacelere do que acelere e, portanto, o crescimento do lucro será mais fraco - punindo as small caps desproporcionalmente. Margens mais apertadas levaram a ganhos mais decepcionantes entre o grupo e as estimativas de lucro provavelmente serão reduzidas ainda mais, escreveu Wilson e sua equipe na semana passada.Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórteres da matéria original: Justina Lee London, jlee1489@bloomberg.net;Luke Kawa em Nova York, lkawa@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Sam Potter, spotter33@bloomberg.net, Sid VermaFor more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- Pelo menos uma coisa ficou clara após um início de ano tumultuado: para investidores de renda variável, as maiores nunca estiveram tão bem como agora.Enquanto o índice S&P 500 volta a testar seu recorde, as cinco maiores empresas de capital aberto dos Estados Unidos agora respondem por uma participação recorde de 18% da capitalização do indicador de referência - superior à bolha da tecnologia, disse o Morgan Stanley na segunda-feira.As ações de empresas de alta capitalização dos EUA saltaram para perto do nível mais alto em mais de 10 anos em relação às chamadas small caps nos primeiros dias desta nova década. As empresas que lucram mais no exterior estão perto dos maiores níveis desde abril em comparação com as domésticas, segundo as cestas do Goldman Sachs.Apple, Microsoft, Alphabet, Amazon.com e Facebook são “o outro 1 por cento”, disse o estrategista-chefe de renda variável para EUA do Morgan Stanley, Mike Wilson, usando uma frase normalmente usada para descrever as disparidades de renda e riqueza para exemplificar as desigualdades no mercado de ações.Embora a valorização dessas gigantes seja uma boa notícia para quem simplesmente busca uma alta do índice, para alguns estrategistas é sinal de que os investidores perderam o apetite por risco em meio a temores de que o ciclo econômico esteja lento. Graças à inovação e à predominância do mercado - o argumento principal para a valorização -, essas gigantes de tecnologia podem proporcionar crescimento de lucro, independentemente do que acontece na economia.O desempenho superior ameaça alterar muitas teses populares para 2020 em renda variável, notadamente uma preferência por ações globais em detrimento de empresas dos EUA, bem como por ativos mais arriscados.“Os investidores estão muito mais cautelosos do que pensamos”, disse Sophie Huynh, uma multiestrategista de ativos do Société Générale, em Londres. “Se houver realmente uma recessão, as pequenas empresas serão prejudicadas por causa do risco de crédito mais o beta de ações”.Em um ciclo de negócios em envelhecimento, muitos acreditam que é mais provável que a atividade desacelere do que acelere e, portanto, o crescimento do lucro será mais fraco - punindo as small caps desproporcionalmente. Margens mais apertadas levaram a ganhos mais decepcionantes entre o grupo e as estimativas de lucro provavelmente serão reduzidas ainda mais, escreveu Wilson e sua equipe na semana passada.Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórteres da matéria original: Justina Lee London, jlee1489@bloomberg.net;Luke Kawa em Nova York, lkawa@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Sam Potter, spotter33@bloomberg.net, Sid VermaFor more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.


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  • 10/56   Trump pressiona Apple a desbloquear iPhone e auxiliar investigações

    Em mensagem relacionada a um massacre ocorrido em 2016, na Flórida, presidente americano citou auxílio à empresa em questões comerciais, que não estaria sendo correspondido. Apple afirmou estar trabalhando com o FBI

    Em mensagem relacionada a um massacre ocorrido em 2016, na Flórida, presidente americano citou auxílio à empresa em questões comerciais, que não estaria sendo correspondido. Apple afirmou estar trabalhando com o FBI


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  • 11/56   Microsoft lança aplicativo que melhora pesquisas no Windows 10

    Com o Indexer Diagnostics será muito mais fácil para o usuário do Windows 10 localizar arquivos. Isso porque ele fará uma varredura muito mais precisa em itens que estejam no seus dispositivos, mesmo que eles ainda não estejam devidamente indexados

    Com o Indexer Diagnostics será muito mais fácil para o usuário do Windows 10 localizar arquivos. Isso porque ele fará uma varredura muito mais precisa em itens que estejam no seus dispositivos, mesmo que eles ainda não estejam devidamente indexados


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  • 12/56   Índia mira incentivos para atrair gigantes de celulares: Fontes

    (Bloomberg) -- A Índia estuda um plano para oferecer empréstimos subsidiados aos fabricantes de celulares, em uma tentativa de incentivar fornecedores da Apple e Samsung Electronics a abrirem fábricas no país, disse uma autoridade do governo.A proposta do Ministério da Eletrônica e Tecnologia da Informação inclui a oferta de juros mais baixos para empréstimos concedidos na Índia aos fabricantes e pode fazer parte do orçamento federal que será divulgado em 1º de fevereiro, disse a autoridade, que pediu para não ser identificada. Também inclui a criação de zonas industriais com tributação e liberação de mercadorias pela alfândega, além de infraestrutura como estradas, energia e abastecimento de água, disse a autoridade.A Índia espera que a fabricação de celulares totalize US$ 190 bilhões até 2025 em relação aos atuais US$ 24 bilhões, informou a autoridade. Não houve resposta a duas ligações ao porta-voz do ministério.O governo do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, sob pressão para reduzir a taxa de desemprego, a mais alta em 45 anos, quer atrair fabricantes de componentes estrangeiras e ajudar a aumentar a participação da manufatura na terceira maior economia da Ásia para 25% do PIB do país. O programa carro-chefe do governo “Make in India” ainda não deslanchou, já que a precária infraestrutura rodoviária e portuária afasta investidores.Houve algum progresso. A Foxconn Technology, a maior fornecedora de aparelhos da Apple, está acelerando a fabricação de iPhones na Índia. A empresa já possui duas fábricas nos estados de Andhra Pradesh e Tamil Nadu, no sul da Índia, onde fabrica dispositivos para a Xiaomi e Nokia.As propostas foram encaminhadas ao Ministério das Finanças, mas nenhuma decisão foi tomada, disse a autoridade.Com a fabricação de aparelhos celulares de última geração para Apple e Samsung, a Índia planeja mudar seu foco de exportação para a Europa e os EUA, segundo a fonte.Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórter da matéria original: Ragini Saxena New Delhi, rsaxena30@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Unni Krishnan, ukrishnan2@bloomberg.net, Arijit GhoshFor more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- A Índia estuda um plano para oferecer empréstimos subsidiados aos fabricantes de celulares, em uma tentativa de incentivar fornecedores da Apple e Samsung Electronics a abrirem fábricas no país, disse uma autoridade do governo.A proposta do Ministério da Eletrônica e Tecnologia da Informação inclui a oferta de juros mais baixos para empréstimos concedidos na Índia aos fabricantes e pode fazer parte do orçamento federal que será divulgado em 1º de fevereiro, disse a autoridade, que pediu para não ser identificada. Também inclui a criação de zonas industriais com tributação e liberação de mercadorias pela alfândega, além de infraestrutura como estradas, energia e abastecimento de água, disse a autoridade.A Índia espera que a fabricação de celulares totalize US$ 190 bilhões até 2025 em relação aos atuais US$ 24 bilhões, informou a autoridade. Não houve resposta a duas ligações ao porta-voz do ministério.O governo do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, sob pressão para reduzir a taxa de desemprego, a mais alta em 45 anos, quer atrair fabricantes de componentes estrangeiras e ajudar a aumentar a participação da manufatura na terceira maior economia da Ásia para 25% do PIB do país. O programa carro-chefe do governo “Make in India” ainda não deslanchou, já que a precária infraestrutura rodoviária e portuária afasta investidores.Houve algum progresso. A Foxconn Technology, a maior fornecedora de aparelhos da Apple, está acelerando a fabricação de iPhones na Índia. A empresa já possui duas fábricas nos estados de Andhra Pradesh e Tamil Nadu, no sul da Índia, onde fabrica dispositivos para a Xiaomi e Nokia.As propostas foram encaminhadas ao Ministério das Finanças, mas nenhuma decisão foi tomada, disse a autoridade.Com a fabricação de aparelhos celulares de última geração para Apple e Samsung, a Índia planeja mudar seu foco de exportação para a Europa e os EUA, segundo a fonte.Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórter da matéria original: Ragini Saxena New Delhi, rsaxena30@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Unni Krishnan, ukrishnan2@bloomberg.net, Arijit GhoshFor more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.


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  • 13/56   Documentos mostram que novo MacBook Pro com Magic Keyboard deve chegar em breve

    Novo teclado presente nos MacBooks Pro de 16' também deve equipar as versões de 13'. Segundo solicitação de registro da Apple na Comissão Econômica da Eurásia, o modelo mais compacto do notebook vai contar com essa feature, que possui os novos switches "tesoura"

    Novo teclado presente nos MacBooks Pro de 16' também deve equipar as versões de 13'. Segundo solicitação de registro da Apple na Comissão Econômica da Eurásia, o modelo mais compacto do notebook vai contar com essa feature, que possui os novos switches "tesoura"


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  • 14/56   Maju Coutinho diz que livro de Michelle Obama reflete Brasil ao falar de sonhos interrompidos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Maju Coutinho é a voz por trás de Michelle Obama na versão em áudio da biografia "Becoming: A Minha História", lançada exclusivamente no Google Play (R$ 39,99). Para a jornalista, narrar o livro é "uma honra", uma vez que ela sempre admirou a primeira-dama. "Foi um frio na barriga intenso e até justificável, porque é uma baita responsabilidade", afirma Maju, em evento de lançamento do audiolivro, na noite desta terça-feira (14). "Tem muitas passagens emocionantes e significativas. Tinham momentos em que eu chorava mesmo, porque a história dela é muito emocionante [...] Ela conta coisas que eu vejo no Brasil; sonhos interrompidos de mulheres e homens por conta da barreira social", completa. Maju também afirma que sua história e a de Michelle tem muitas intersecções, especialmente por as duas terem sido de famílias de baixa renda. No entanto, a maior tangência de semelhança, para Maju, é a questão da exposição que ambas sofrem hoje, e que chega até às críticas de roupas que usam. "Os pais de Michelle lembram meus avós. Vi minha avó lutando pela ascensão da minha mãe. Ela foi a primeira mulher da família a entrar na faculdade." Esta foi a primeira vez que Maju gravou um audiolivro, e o trabalho a demandou 40 horas no estúdio -resultando em 20 horas de áudio. Mesmo assim, ela não descarta a possibilidade de lançar ainda sua própria biografia, inspirada em Michelle Obama. "Agora eu quero um encontro com ela", brinca. Nos EUA, foi a própria ex-primeira-dama quem gravou a versão em áudio de seu livro. Para Matinas Suzuki, diretor de operações da Companhia das Letras e responsável por trazer o livro e audiolivro ao Brasil, Michelle conseguiu "uma grande façanha" ao vender mais de 10 milhões de exemplares de seu livro, mesmo em um país dividido pós-eleições. Ele afirma que não sabiam que a biografia se tornaria um grande best-seller, uma vez que livros de mulheres na política, como o de Hillary Clinton, não venderam tanto. Suzuki afirma ainda que existe um bom mercado para livros físicos, ebooks e audiolivros. "Estamos vivendo um momento do ápice da curva de crescimento dos audiobooks. Grandes séries de hoje são baseadas em livros [...] Boa parte dos filmes de sucesso tomaram como ponto de partida a narrativa de um livro, assim como boa parte das peças da Broadway. Uma boa história faz uma diferença enorme." "Estamos vendo a emergência de uma cultura muito baseada no áudio e na audição. Podcasts, audiolivros, assistentes, pesquisas na internet por voz crescem muito rapidamente", completa. Andrea Fornes, diretora de parcerias do Google para a América Latina, também aproveitou a ocasião para ressaltar a versatilidade do audiolivro, que pode ser escutado em diferentes situações, e de sua popularização por conta do avanço da tecnologia e democratização dos smartphones. "A plataforma chegou em julho de 2018 no Brasil com 2.000 títulos. Esse número, hoje, é o dobro do inicial."

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Maju Coutinho é a voz por trás de Michelle Obama na versão em áudio da biografia "Becoming: A Minha História", lançada exclusivamente no Google Play (R$ 39,99). Para a jornalista, narrar o livro é "uma honra", uma vez que ela sempre admirou a primeira-dama. "Foi um frio na barriga intenso e até justificável, porque é uma baita responsabilidade", afirma Maju, em evento de lançamento do audiolivro, na noite desta terça-feira (14). "Tem muitas passagens emocionantes e significativas. Tinham momentos em que eu chorava mesmo, porque a história dela é muito emocionante [...] Ela conta coisas que eu vejo no Brasil; sonhos interrompidos de mulheres e homens por conta da barreira social", completa. Maju também afirma que sua história e a de Michelle tem muitas intersecções, especialmente por as duas terem sido de famílias de baixa renda. No entanto, a maior tangência de semelhança, para Maju, é a questão da exposição que ambas sofrem hoje, e que chega até às críticas de roupas que usam. "Os pais de Michelle lembram meus avós. Vi minha avó lutando pela ascensão da minha mãe. Ela foi a primeira mulher da família a entrar na faculdade." Esta foi a primeira vez que Maju gravou um audiolivro, e o trabalho a demandou 40 horas no estúdio -resultando em 20 horas de áudio. Mesmo assim, ela não descarta a possibilidade de lançar ainda sua própria biografia, inspirada em Michelle Obama. "Agora eu quero um encontro com ela", brinca. Nos EUA, foi a própria ex-primeira-dama quem gravou a versão em áudio de seu livro. Para Matinas Suzuki, diretor de operações da Companhia das Letras e responsável por trazer o livro e audiolivro ao Brasil, Michelle conseguiu "uma grande façanha" ao vender mais de 10 milhões de exemplares de seu livro, mesmo em um país dividido pós-eleições. Ele afirma que não sabiam que a biografia se tornaria um grande best-seller, uma vez que livros de mulheres na política, como o de Hillary Clinton, não venderam tanto. Suzuki afirma ainda que existe um bom mercado para livros físicos, ebooks e audiolivros. "Estamos vivendo um momento do ápice da curva de crescimento dos audiobooks. Grandes séries de hoje são baseadas em livros [...] Boa parte dos filmes de sucesso tomaram como ponto de partida a narrativa de um livro, assim como boa parte das peças da Broadway. Uma boa história faz uma diferença enorme." "Estamos vendo a emergência de uma cultura muito baseada no áudio e na audição. Podcasts, audiolivros, assistentes, pesquisas na internet por voz crescem muito rapidamente", completa. Andrea Fornes, diretora de parcerias do Google para a América Latina, também aproveitou a ocasião para ressaltar a versatilidade do audiolivro, que pode ser escutado em diferentes situações, e de sua popularização por conta do avanço da tecnologia e democratização dos smartphones. "A plataforma chegou em julho de 2018 no Brasil com 2.000 títulos. Esse número, hoje, é o dobro do inicial."


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  • 15/56   Google Phone lança gravador de chamadas no Pixel 4

    A versão 43.0.289191107 do aplicativo Google Phone foi lançada para o Pixel 4. Agora, foi descoberto que o Google adicionou um novo layout, ícone e outros ativos relacionados à gravação de chamadas no app de discagem

    A versão 43.0.289191107 do aplicativo Google Phone foi lançada para o Pixel 4. Agora, foi descoberto que o Google adicionou um novo layout, ícone e outros ativos relacionados à gravação de chamadas no app de discagem


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  • 16/56   Em carta aberta, grupo pede que Google impeça apps pré-instalados no Android

    Mais de 50 entidades de ativistas se uniram em carta para o fim da prática de bloatwares, aqueles programas que já vêm instalados no smartphone. Segundo documento, isso pode criar vulnerabilidades no dispositivo

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  • 17/56   Google começa a mudar visual das buscas na versão desktop

    Anunciadas em maio do ano passado para os dispositivos móveis, mudanças incluem ícone do site e nome do domínio acima do resultado da busca, além de informação mais destacada para anúncios; gigante das Buscas espera deixar mais clara a fonte da informação para o usuário

    Anunciadas em maio do ano passado para os dispositivos móveis, mudanças incluem ícone do site e nome do domínio acima do resultado da busca, além de informação mais destacada para anúncios; gigante das Buscas espera deixar mais clara a fonte da informação para o usuário


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  • 18/56   Google começa a testar movimentação por gestos no Chrome OS

    Empresa lançou testes de navegação sem uso de botões para o sistema operacional focado em tablets e Chromebooks touch. Novidades já está disponível no beta do Chrome OS 80, o qual deve ser atualizado em breve

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  • 19/56   App do Disney Plus já acumula cerca de 41 milhões de downloads

    Em apenas dois meses de existência, o Disney+ já acumula cerca de 41 milhões de downloads do seu aplicativo, tanto para Android quanto para iOS. Ao todo, a plataforma de streaming lucrou US$ 97.2 milhões, com 84% dessa quantia apenas vinda dos Estados Unidos

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  • 20/56   Leilão da Receita tem Nintendo Switch a R$ 350 e iPhone XS por R$ 1 mil

    Há ainda lotes de smartphones, que incluem modelos da Xiaomi, BLU, LG, Apple e Redmi, com mais 185 dispositivos vendidos, por um total de R$ 15 mil. O mesmo acontece com um pacotão de pen drives, discos rígidos e SSDs, com centenas de unidades a R$ 31 mil

    Há ainda lotes de smartphones, que incluem modelos da Xiaomi, BLU, LG, Apple e Redmi, com mais 185 dispositivos vendidos, por um total de R$ 15 mil. O mesmo acontece com um pacotão de pen drives, discos rígidos e SSDs, com centenas de unidades a R$ 31 mil


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  • 21/56   Google anuncia que Chrome não dará mais suporte a cookies de terceiros em 2022

    Decisão faz parte do projeto Privacy Sandbox, que quer tornar a web mais segura para todos. Empresa pede esse tempo de dois anos para modificar todo o ecossistema da web e não causar impactos negativos na navegação

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  • 22/56   Microsoft vai corrigir vulnerabilidade do Windows 10 informada pela NSA

    Pacote de atualização programado para esta terça-feira, 14, inclui correção de uma falha descoberta pela NSA que, em vez de explorá-la para monitorar seus alvos, optou por informar o problema que poderia causar novas campanhas como a WannaCry

    Pacote de atualização programado para esta terça-feira, 14, inclui correção de uma falha descoberta pela NSA que, em vez de explorá-la para monitorar seus alvos, optou por informar o problema que poderia causar novas campanhas como a WannaCry


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  • 23/56   Mais um! Apple Watch alerta youtuber a tempo de taquicardia

    Os sistemas de saúde do relógio exibiram uma notificação de frequência cardíaca alta, indicando aumento anormal durante um período sem exercício aparente, então o YouTuber Joel Telling, dono do canal 3D Printing Nerd, foi parar no hospital

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  • 24/56   Brecha no iMessage permitia invasão e roubo de informações no iPhone

    Possuindo apenas o e-mail da conta da Apple ou o número de telefone, criminosos poderiam obter acesso a arquivos, câmera e microfone, bem como a informações de e-mails e aplicativos. Vulnerabildade descoberta pelo Google já foi corrigida

    Possuindo apenas o e-mail da conta da Apple ou o número de telefone, criminosos poderiam obter acesso a arquivos, câmera e microfone, bem como a informações de e-mails e aplicativos. Vulnerabildade descoberta pelo Google já foi corrigida


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  • 25/56   Apple vai trocar cases de bateria defeituosos de iPhones XR, XS e XS Max

    Produtos afetados incluem estojos inteligentes de bateria para os iPhones XR, XS e XS Max, vendidos entre janeiro e outubro de 2019. Entre as falhas apresentadas estão recarga intermitentemente ou ausência da recarga quando o case está conectado a uma fonte de energia

    Produtos afetados incluem estojos inteligentes de bateria para os iPhones XR, XS e XS Max, vendidos entre janeiro e outubro de 2019. Entre as falhas apresentadas estão recarga intermitentemente ou ausência da recarga quando o case está conectado a uma fonte de energia


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  • 26/56   Google atualiza algoritmos de busca nesta terça-feira (14)

    Primeira atualização dos algoritmos de busca do Google de 2020 já está em andamento, e mudança pode afetar o ranqueamento de páginas nos resultados de pesquisas e aumentar ou diminuir o tráfego orgânico de páginas da web

    Primeira atualização dos algoritmos de busca do Google de 2020 já está em andamento, e mudança pode afetar o ranqueamento de páginas nos resultados de pesquisas e aumentar ou diminuir o tráfego orgânico de páginas da web


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  • 27/56   Turistas detidos por danos a Machu Picchu serão deportados
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Peru deportará para a Bolívia cinco turistas estrangeiros detidos no domingo por danificarem a centenária cidadela inca de Machu Picchu, enquanto um sexto integrante do grupo deverá ficar no país para ser julgado, informou nesta quarta-feira (15) a polícia.

    O Peru deportará para a Bolívia cinco turistas estrangeiros detidos no domingo por danificarem a centenária cidadela inca de Machu Picchu, enquanto um sexto integrante do grupo deverá ficar no país para ser julgado, informou nesta quarta-feira (15) a polícia.


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  • 28/56   Cem anos depois, a Lei Seca resiste nos Estados Unidos
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A entrada em vigor, em 17 de janeiro de 1920, da 18ª emenda à Constituição dos Estados Unidos, mergulhou o país por mais de uma década na Lei Seca, famosa por seus contrabandistas, mafiosos e bares escondidos.

    A entrada em vigor, em 17 de janeiro de 1920, da 18ª emenda à Constituição dos Estados Unidos, mergulhou o país por mais de uma década na Lei Seca, famosa por seus contrabandistas, mafiosos e bares escondidos.


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  • 29/56   Relações sexuais frequentes podem adiar menopausa, diz estudo
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Mulheres que têm relações sexuais frequentes antes da menopausa demoram mais a parar de menstruar do que as menos ativas sexualmente

    Mulheres que têm relações sexuais frequentes antes da menopausa demoram mais a parar de menstruar do que as menos ativas sexualmente


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  • 30/56   Polícia peruana prende turistas por danificar templo e defecar em Machu Picchu
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Seis turistas de diferentes nacionalidades foram presos por acessar áreas proibidas da cidade de Machu Picchu e danificar o famoso Templo do Sol, onde defecaram, segundo autoridades peruanas. Entre os detidos, estavam cidadãos do Brasil, Argentina, França e Chile.

    Seis turistas de diferentes nacionalidades foram presos por acessar áreas proibidas da cidade de Machu Picchu e danificar o famoso Templo do Sol, onde defecaram, segundo autoridades peruanas. Entre os detidos, estavam cidadãos do Brasil, Argentina, França e Chile.


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  • 31/56   Ano de 2019 foi o mais quente em Cuba desde 1951
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O ano de 2019 foi o mais quente desde 1951 em Cuba, com uma temperatura média de 26,6°C, segundo dados do Centro do Clima sobre uma ilha particularmente vulnerável aos efeitos do aquecimento global.

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  • 32/56   Guerra de Biafra, o buraco negro da memória da Nigéria
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Diekoye Oyeyinka, 33 anos, é um dos autores nigerianos mais promissores de sua geração.

    Diekoye Oyeyinka, 33 anos, é um dos autores nigerianos mais promissores de sua geração.


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  • 33/56   Milionário japonês busca companhia para ir à Lua
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Para não sentir o peso da solidão, o milionário japonês Yusaku Maezawa iniciou uma campanha para encontrar uma acompanhante para sua futura viagem espacial ao redor da Lua em um foguete espacial da SpaceX.

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  • 34/56   Bombeiros controlam megaincêndio na Austrália
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Exaustos, os bombeiros australianos, exaustos nesta segunda-feira (13) que controlaram um megaincêndio nos arredores de Sydney, graças a um clima mais úmido que promete uma trégua muito necessária para o campo devastado pelo fogo.

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  • 35/56   Chuva dá alívio aos bombeiros no combate aos incêndios na Austrália
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Os incêndios florestais que estão devastando o sudeste da Austrália estão longe de serem controlados, mas a chuva que chegou neste sábado na região deu trégua aos bombeiros exaustos e aos habitantes locais.

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  • 36/56   Dogging: conheça a prática de fazer sexo em público
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Ruas desertas, parques e estacionamentos. Os adeptos do “dogging”, além do fetiche de fazer sexo em áreas públicas, gostam de serem assistidos por desconhecidos.

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  • 37/56   Número 2 da Secom é irmão de administrador da empresa de Wajngarten
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República), Fabio Wajngarten, escolheu para ser seu número 2 no governo o irmão do empresário que administra sua empresa privada, a FW Comunicação e Marketing. Em maio de 2019, o secretário escolheu para assessorá-lo o publicitário Samy Liberman. Primeiro, ele foi posto no cargo de subsecretário de Comunicação Digital. Depois, em agosto, foi alçado à função de secretário-adjunto de Comunicação Social.  As nomeações foram oficializadas por meio de portarias da Casa Civil. Em abril, o irmão dele, Fabio Liberman, havia assumido a gestão da FW. Como noticiou a Folha de S.Paulo nesta quarta (15), Wajngarten deixou a função de administrador, mas permanece como o principal sócio da empresa. A firma recebe dinheiro de contratos com emissoras de TV, entre elas a Band e a Record, além de agências de publicidade contratadas pela própria Secom, ministérios e estatais do governo Jair Bolsonaro. A legislação vigente proíbe integrantes da cúpula do governo de manter negócios com pessoas físicas ou jurídicas que possam ser afetadas por suas decisões. A prática implica conflito de interesses e pode configurar ato de improbidade administrativa, demonstrado o benefício indevido. Entre as penalidades previstas está a demissão do agente público. Como número 2 da Secom, Samy participa de decisões e de agendas relativas à distribuição das verbas de publicidade. Além de irmão, é sócio de Fabio Liberman em empresas.  Procurado pela reportagem nesta quarta, Fabio Liberman afirmou que ele e Samy conhecem Wajngarten desde crianças, tendo sua confiança, o que motivou a escolha de um para auxiliá-lo na esfera pública e do outro na esfera privada. "O Samy é meu irmão. A gente é junto".  Questionado sobre se a nomeação do secretário-adjunto foi motivada pelo parentesco que tem consigo, Fabio Liberman declarou: "Claro. A relação é que a gente conhece o Fabio [Wajngarten] faz quase 40 anos. Sou publicitário, trabalho com isso há muito tempo. Quando ele foi convidado para o governo, eu era o cara mais próximo dele, em que ele confiava". Segundo ele, Samy foi "a primeira pessoa" que Wajngarten convidou para a Secom. É engenheiro e publicitário, tendo, de acordo com o irmão, qualificação para as atividades que desempenha.  A reportagem telefonou para Samy nesta quarta, mas ele interrompeu a ligação, alegando que não poderia falar.  A reportagem procurou a Secom, que ainda não se pronunciou.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República), Fabio Wajngarten, escolheu para ser seu número 2 no governo o irmão do empresário que administra sua empresa privada, a FW Comunicação e Marketing. Em maio de 2019, o secretário escolheu para assessorá-lo o publicitário Samy Liberman. Primeiro, ele foi posto no cargo de subsecretário de Comunicação Digital. Depois, em agosto, foi alçado à função de secretário-adjunto de Comunicação Social.  As nomeações foram oficializadas por meio de portarias da Casa Civil. Em abril, o irmão dele, Fabio Liberman, havia assumido a gestão da FW. Como noticiou a Folha de S.Paulo nesta quarta (15), Wajngarten deixou a função de administrador, mas permanece como o principal sócio da empresa. A firma recebe dinheiro de contratos com emissoras de TV, entre elas a Band e a Record, além de agências de publicidade contratadas pela própria Secom, ministérios e estatais do governo Jair Bolsonaro. A legislação vigente proíbe integrantes da cúpula do governo de manter negócios com pessoas físicas ou jurídicas que possam ser afetadas por suas decisões. A prática implica conflito de interesses e pode configurar ato de improbidade administrativa, demonstrado o benefício indevido. Entre as penalidades previstas está a demissão do agente público. Como número 2 da Secom, Samy participa de decisões e de agendas relativas à distribuição das verbas de publicidade. Além de irmão, é sócio de Fabio Liberman em empresas.  Procurado pela reportagem nesta quarta, Fabio Liberman afirmou que ele e Samy conhecem Wajngarten desde crianças, tendo sua confiança, o que motivou a escolha de um para auxiliá-lo na esfera pública e do outro na esfera privada. "O Samy é meu irmão. A gente é junto".  Questionado sobre se a nomeação do secretário-adjunto foi motivada pelo parentesco que tem consigo, Fabio Liberman declarou: "Claro. A relação é que a gente conhece o Fabio [Wajngarten] faz quase 40 anos. Sou publicitário, trabalho com isso há muito tempo. Quando ele foi convidado para o governo, eu era o cara mais próximo dele, em que ele confiava". Segundo ele, Samy foi "a primeira pessoa" que Wajngarten convidou para a Secom. É engenheiro e publicitário, tendo, de acordo com o irmão, qualificação para as atividades que desempenha.  A reportagem telefonou para Samy nesta quarta, mas ele interrompeu a ligação, alegando que não poderia falar.  A reportagem procurou a Secom, que ainda não se pronunciou.


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  • 38/56   Toffoli prorroga em 6 meses prazo para implantar juiz das garantias
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, prorrogou em seis meses (180 dias) o prazo para a implantação do juiz das garantias, nova figura criada pelo Congresso no pacote anticrime e que estava prevista para entrar em vigor no próximo dia 23. Com a decisão do ministro, desta quarta-feira (15), o juiz das garantias deverá entrar em vigor a partir de julho. O prazo da prorrogação começa a contar a partir da publicação da decisão. Tribunais que assim desejarem já podem começar a implementar medidas de adequação até o término do prazo definido. Toffoli decidiu no âmbito de ações ajuizadas por entidades da magistratura e partidos políticos que questionam a constitucionalidade da lei que cria o juiz das garantias. O ministro afirmou considerar a nova figura constitucional, rebatendo em sua decisão as alegações contrárias. A decisão é liminar (provisória) e o tema ainda deverá ser analisado no plenário do Supremo, o que não tem data para ocorrer. “Mostra-se formalmente e materialmente legítima, sob a ótima constitucional, a opção do Congresso Nacional de, no exercício de sua liberdade, instituir no sistema processual brasileiro a figura do juiz das garantias. Trata-se de matéria de direito processual penal e, nos termos da Constituição, de domínio legislativo privativo da União”, disse o ministro em entrevista concedida a jornalistas nesta tarde. “O instituto não demanda necessariamente a criação de novos cargos, seja de servidores, seja de magistrados, e não incrementa o volume de trabalho. Trata-se de questão, portanto, que passa muito mais por gestão judiciária e menos por criação ou provimento de cargos. Na prática, trata-se de adequação da estrutura existente em todo o país”, afirmou. Pela nova lei, o juiz das garantias será responsável por acompanhar os inquéritos, analisando pedidos de quebra de sigilo e de prisão provisória, por exemplo, até o recebimento da denúncia. Esse juiz não poderá atuar na fase posterior, da ação penal. Assim, os processos criminais ficarão sob a responsabilidade de dois juízes, um que vai supervisionar a investigação (o juiz das garantias) e outro que vai julgar o acusado (o juiz de instrução e julgamento). Defensores da criação da nova figura afirmam que ela ajudará a assegurar a imparcialidade das decisões do Judiciário. Conforme a decisão do presidente do STF, o juiz das garantias não será aplicado a processos do Tribunal do Júri e relativos à Lei Maria da Penha, que têm ritos próprios, e a ações penais sob responsabilidade da Justiça Eleitoral. A nova figura, ainda conforme a decisão de Toffoli, não será aplicada a processos originários (que se iniciam) nos TJs (tribunais de Justiça dos estados), TRFs (Tribunais Regionais Federais), STJ (Superior Tribunal de Justiça) e STF. Segundo Toffoli, esses tribunais já têm decisões colegiadas, tomadas por grupos de juízes, o que reforça sua imparcialidade. Processos originários em tribunais são os que envolvem réus com foro especial por prerrogativa de função, como governadores no STJ e deputados no STF. Pela decisão, o juiz das garantias só funcionará nos processos que começam na primeira instância. Por fim, Toffoli fixou critérios de transição para investigações e ações penais que já estão em andamento. Nas ações penais já instauradas no momento em que o instituto estiver implementado, ou seja, as que já tiveram a denúncia recebida, o juiz responsável continuará à frente do caso, mesmo que tenha atuado na fase de investigação. Nas investigações em curso no momento em que o instituto estiver efetivado, o juiz que assumirá o caso após o recebimento da denúncia será diferente do que supervisionou o inquérito. Conforme essa regra, investigações em andamento hoje poderão ser afetadas, como, por exemplo, inquéritos da Lava Jato do Rio de Janeiro ou o caso do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro. Em tese, se o Ministério Público apresentar denúncia contra Flávio depois que o Tribunal de Justiça fluminense tiver implantado o juiz das garantias, a eventual ação penal será remetida a um novo juiz, saindo da alçada do atual, que autorizou a quebra de sigilo do senador e de ex-assessores. O senador é suspeito de desvios em seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa, caso que envolve o ex-assessor Fabrício Queiroz. Antes de divulgar a decisão liminar, Toffoli teve uma audiência com o ministro da Justiça, Sergio Moro, que tem demonstrado contrariedade com a instituição do juiz das garantias. A figura foi incluída pelo Congresso no pacote anticrime de iniciativa de Moro, e recebeu críticas do ex-juiz da Lava Jato. Segundo Toffoli, Moro demonstrou preocupação, na audiência, com dois pontos da nova lei que acabaram sendo suspensos pelo presidente do Supremo na liminar. Um deles é o que diz que, nas comarcas com apenas um juiz, os tribunais devem criar um rodízio de juízes para implantar o juiz das garantias. “Ao assim dispor, entendo que se viola o poder de auto-organização dos tribunais e usurpa sua iniciativa para dispor sobre organização judiciária”, considerou Toffoli. O outro ponto suspenso é o que dispõe que “o juiz que conhecer do conteúdo da prova declarada inadmissível não poderá proferir a sentença ou acórdão”, que alterava o artigo 157 do Código de Processo Penal. “Trata-se de norma de competência que não fornece critérios claros e objetivos para sua aplicação, violando a segurança jurídica e o princípio da legalidade”, afirmou o ministro. Além de conversar com Moro, Toffoli disse que telefonou na manhã desta quarta para os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para informar sobre o teor da liminar que concederia. Na esteira da decisão de Toffoli, um grupo de trabalho criado no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para estudar formas de regulamentar a implementação do juiz das garantias também teve seu prazo prorrogado. Inicialmente, o grupo previa apresentar suas propostas de regulamentação nesta quarta-feira, o que ficou para 29 de fevereiro. O grupo de trabalho recebeu dezenas de sugestões de tribunais, magistrados, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), PGR (Procuradoria-Geral da República) e DPU (Defensoria Pública da União).

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, prorrogou em seis meses (180 dias) o prazo para a implantação do juiz das garantias, nova figura criada pelo Congresso no pacote anticrime e que estava prevista para entrar em vigor no próximo dia 23. Com a decisão do ministro, desta quarta-feira (15), o juiz das garantias deverá entrar em vigor a partir de julho. O prazo da prorrogação começa a contar a partir da publicação da decisão. Tribunais que assim desejarem já podem começar a implementar medidas de adequação até o término do prazo definido. Toffoli decidiu no âmbito de ações ajuizadas por entidades da magistratura e partidos políticos que questionam a constitucionalidade da lei que cria o juiz das garantias. O ministro afirmou considerar a nova figura constitucional, rebatendo em sua decisão as alegações contrárias. A decisão é liminar (provisória) e o tema ainda deverá ser analisado no plenário do Supremo, o que não tem data para ocorrer. “Mostra-se formalmente e materialmente legítima, sob a ótima constitucional, a opção do Congresso Nacional de, no exercício de sua liberdade, instituir no sistema processual brasileiro a figura do juiz das garantias. Trata-se de matéria de direito processual penal e, nos termos da Constituição, de domínio legislativo privativo da União”, disse o ministro em entrevista concedida a jornalistas nesta tarde. “O instituto não demanda necessariamente a criação de novos cargos, seja de servidores, seja de magistrados, e não incrementa o volume de trabalho. Trata-se de questão, portanto, que passa muito mais por gestão judiciária e menos por criação ou provimento de cargos. Na prática, trata-se de adequação da estrutura existente em todo o país”, afirmou. Pela nova lei, o juiz das garantias será responsável por acompanhar os inquéritos, analisando pedidos de quebra de sigilo e de prisão provisória, por exemplo, até o recebimento da denúncia. Esse juiz não poderá atuar na fase posterior, da ação penal. Assim, os processos criminais ficarão sob a responsabilidade de dois juízes, um que vai supervisionar a investigação (o juiz das garantias) e outro que vai julgar o acusado (o juiz de instrução e julgamento). Defensores da criação da nova figura afirmam que ela ajudará a assegurar a imparcialidade das decisões do Judiciário. Conforme a decisão do presidente do STF, o juiz das garantias não será aplicado a processos do Tribunal do Júri e relativos à Lei Maria da Penha, que têm ritos próprios, e a ações penais sob responsabilidade da Justiça Eleitoral. A nova figura, ainda conforme a decisão de Toffoli, não será aplicada a processos originários (que se iniciam) nos TJs (tribunais de Justiça dos estados), TRFs (Tribunais Regionais Federais), STJ (Superior Tribunal de Justiça) e STF. Segundo Toffoli, esses tribunais já têm decisões colegiadas, tomadas por grupos de juízes, o que reforça sua imparcialidade. Processos originários em tribunais são os que envolvem réus com foro especial por prerrogativa de função, como governadores no STJ e deputados no STF. Pela decisão, o juiz das garantias só funcionará nos processos que começam na primeira instância. Por fim, Toffoli fixou critérios de transição para investigações e ações penais que já estão em andamento. Nas ações penais já instauradas no momento em que o instituto estiver implementado, ou seja, as que já tiveram a denúncia recebida, o juiz responsável continuará à frente do caso, mesmo que tenha atuado na fase de investigação. Nas investigações em curso no momento em que o instituto estiver efetivado, o juiz que assumirá o caso após o recebimento da denúncia será diferente do que supervisionou o inquérito. Conforme essa regra, investigações em andamento hoje poderão ser afetadas, como, por exemplo, inquéritos da Lava Jato do Rio de Janeiro ou o caso do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro. Em tese, se o Ministério Público apresentar denúncia contra Flávio depois que o Tribunal de Justiça fluminense tiver implantado o juiz das garantias, a eventual ação penal será remetida a um novo juiz, saindo da alçada do atual, que autorizou a quebra de sigilo do senador e de ex-assessores. O senador é suspeito de desvios em seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa, caso que envolve o ex-assessor Fabrício Queiroz. Antes de divulgar a decisão liminar, Toffoli teve uma audiência com o ministro da Justiça, Sergio Moro, que tem demonstrado contrariedade com a instituição do juiz das garantias. A figura foi incluída pelo Congresso no pacote anticrime de iniciativa de Moro, e recebeu críticas do ex-juiz da Lava Jato. Segundo Toffoli, Moro demonstrou preocupação, na audiência, com dois pontos da nova lei que acabaram sendo suspensos pelo presidente do Supremo na liminar. Um deles é o que diz que, nas comarcas com apenas um juiz, os tribunais devem criar um rodízio de juízes para implantar o juiz das garantias. “Ao assim dispor, entendo que se viola o poder de auto-organização dos tribunais e usurpa sua iniciativa para dispor sobre organização judiciária”, considerou Toffoli. O outro ponto suspenso é o que dispõe que “o juiz que conhecer do conteúdo da prova declarada inadmissível não poderá proferir a sentença ou acórdão”, que alterava o artigo 157 do Código de Processo Penal. “Trata-se de norma de competência que não fornece critérios claros e objetivos para sua aplicação, violando a segurança jurídica e o princípio da legalidade”, afirmou o ministro. Além de conversar com Moro, Toffoli disse que telefonou na manhã desta quarta para os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para informar sobre o teor da liminar que concederia. Na esteira da decisão de Toffoli, um grupo de trabalho criado no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para estudar formas de regulamentar a implementação do juiz das garantias também teve seu prazo prorrogado. Inicialmente, o grupo previa apresentar suas propostas de regulamentação nesta quarta-feira, o que ficou para 29 de fevereiro. O grupo de trabalho recebeu dezenas de sugestões de tribunais, magistrados, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), PGR (Procuradoria-Geral da República) e DPU (Defensoria Pública da União).


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  • 39/56   Bolsonaro vê situação difícil e faz reuniões para discutir futuro de chefe da Secom
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro ficou incomodado com a repercussão de reportagem publicada pela Folha de S.Paulo nesta quarta-feira (15) que mostra possível conflito de interesses na atuação do chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência), Fabio Wajngarten. A Folha de S.Paulo revelou que Wajngarten recebe, por meio de uma empresa da qual é sócio, dinheiro de emissoras televisivas e de agências de publicidade contratadas pela própria secretaria, ministérios e estatais do governo. A Secom é a responsável pela distribuição da verba de propaganda do Palácio do Planalto e também por ditar as regras para as contas dos demais órgãos federais. No ano passado, gastou R$ 197 milhões em campanhas. Bolsonaro passou o dia em conversas para decidir o futuro de Wajngarten, que nega irregularidades. A preocupação teve início com um telefonema do ministro da CGU (Controladoria-Geral da União), Wagner Rosário, que alertou o presidente sobre a gravidade do caso.  Bolsonaro discutiu o tema com seus principais ministros, como o chefe da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, e o da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos.  Ele se aconselhou com a equipe jurídica para saber como proceder. Wajngarten foi chamado também no gabinete presidencial para dar explicações. Irritado, Bolsonaro condicionou a permanência dele no cargo à apresentação de sua declaração de Imposto de Renda e de outros documentos que comprovem que não há qualquer indício de irregularidade.  Assessores palacianos relataram à reportagem um clima de tensão no Planalto.  O presidente não comentou sobre o caso publicamente e chegou a encerrar uma entrevista ao ser questionado. Ele não fez ainda qualquer manifestação pública em demonstração de apoio a Wajngarten.  O único a defender o secretário foi Ramos, cuja pasta abriga a Secom.  A aliados o ministro admitiu ter se arrependido de ter feito uma publicação em rede social em que diz confiar em Wajngarten.  Ramos fez três posts em sua conta oficial do Twitter e duas delas foram apagadas por terem erros ou imprecisões, como a grafia de seu nome com "s" em vez de "z" em Luiz.  Preocupado com o desdobramento do caso, Wajngarten decidiu sozinho que faria um pronunciamento à imprensa para apresentar sua defesa, mas não permitiu que os repórteres fizessem perguntas. O tema sobre verbas publicitárias é caro a Bolsonaro, que desde a campanha prometia modificar as regras de distribuição dos recursos públicos.  Embora a decisão deste momento seja sobre sua permanência, assessores palacianos dizem que o presidente vê a situação do secretário como muito delicada.  O caso será levado no próximo dia 28 à Comissão de Ética Pública da Presidência. Ainda não há um procedimento aberto para apurar a conduta do secretário, mas no encontro os integrantes do colegiado decidirão sobre uma possível análise aprofundada.  O que está em pauta é se a atuação de Wajngarten incorreu em conflito de interesse. Em conversa com a reportagem, três dos seis integrantes que atualmente estão na comissão avaliaram, em caráter reservado, haver indícios de irregularidade na postura do chefe da comunicação do governo, o que justificaria a abertura de uma investigação. Nas palavras de um deles, ao ter recebido verbas das empresas de comunicação com contratos governamentais, houve uma violação da impessoalidade administrativa, o que configura uma infração ética. Além disso, outro integrante lembra que era obrigação do secretário de comunicação informar, assim que assumiu o posto, que era sócio da FW Comunicação e Marketing e que mantinha contratos com empresas de comunicação, como a Record e a Band. A lei que trata do conflito de interesses na administração federal proíbe o agente público de exercer atividade que implique a "prestação de serviços ou a manutenção de relação de negócio" com empresas com interesse nas decisões dele. Ela também veda que o ocupante de cargo no Executivo pratique "ato em benefício de pessoa jurídica de que participe ele próprio, seu cônjuge, companheiro ou parentes até o terceiro grau", ou mesmo que "possa ser por ele beneficiada ou influenciar seus atos de gestão". Ao todo, a Comissão de Ética é formada por seis integrantes, com mandatos de três anos. O colegiado pode aplicar penalidades como advertência pública, censura ética, ou, em casos mais graves, recomendar ao presidente a exoneração do servidor público. No passado, as sugestões de demissão de ministros feitas pela comissão de ética pressionaram presidentes, que se viram constrangidos diante da opinião pública. Em 2011, por exemplo, o então ministro do Trabalho, Carlos Lupi, entregou o cargo dias depois de o órgão recomendar sua exoneração à presidente Dilma Rousseff (PT). Wajngarten confirmou à Folha de S.Paulo ter hoje negócios com a Band e a Record. Ele não informou os valores, justificando que os contratos têm cláusulas de confidencialidade. Além das TVs, a FW faz checking para três agências responsáveis pela publicidade da Caixa Econômica. Trata-se da Artplan, da Nova/SB e da Propeg. O valor é de R$ 4.500 mensais, segundo confirmou a Propeg. As três atendem outros órgãos do governo. Em agosto do ano passado, o próprio Wajngarten assinou termo aditivo e prorrogou por mais 12 meses o contrato da Artplan com a Secom, de R$ 127,3 milhões.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro ficou incomodado com a repercussão de reportagem publicada pela Folha de S.Paulo nesta quarta-feira (15) que mostra possível conflito de interesses na atuação do chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência), Fabio Wajngarten. A Folha de S.Paulo revelou que Wajngarten recebe, por meio de uma empresa da qual é sócio, dinheiro de emissoras televisivas e de agências de publicidade contratadas pela própria secretaria, ministérios e estatais do governo. A Secom é a responsável pela distribuição da verba de propaganda do Palácio do Planalto e também por ditar as regras para as contas dos demais órgãos federais. No ano passado, gastou R$ 197 milhões em campanhas. Bolsonaro passou o dia em conversas para decidir o futuro de Wajngarten, que nega irregularidades. A preocupação teve início com um telefonema do ministro da CGU (Controladoria-Geral da União), Wagner Rosário, que alertou o presidente sobre a gravidade do caso.  Bolsonaro discutiu o tema com seus principais ministros, como o chefe da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, e o da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos.  Ele se aconselhou com a equipe jurídica para saber como proceder. Wajngarten foi chamado também no gabinete presidencial para dar explicações. Irritado, Bolsonaro condicionou a permanência dele no cargo à apresentação de sua declaração de Imposto de Renda e de outros documentos que comprovem que não há qualquer indício de irregularidade.  Assessores palacianos relataram à reportagem um clima de tensão no Planalto.  O presidente não comentou sobre o caso publicamente e chegou a encerrar uma entrevista ao ser questionado. Ele não fez ainda qualquer manifestação pública em demonstração de apoio a Wajngarten.  O único a defender o secretário foi Ramos, cuja pasta abriga a Secom.  A aliados o ministro admitiu ter se arrependido de ter feito uma publicação em rede social em que diz confiar em Wajngarten.  Ramos fez três posts em sua conta oficial do Twitter e duas delas foram apagadas por terem erros ou imprecisões, como a grafia de seu nome com "s" em vez de "z" em Luiz.  Preocupado com o desdobramento do caso, Wajngarten decidiu sozinho que faria um pronunciamento à imprensa para apresentar sua defesa, mas não permitiu que os repórteres fizessem perguntas. O tema sobre verbas publicitárias é caro a Bolsonaro, que desde a campanha prometia modificar as regras de distribuição dos recursos públicos.  Embora a decisão deste momento seja sobre sua permanência, assessores palacianos dizem que o presidente vê a situação do secretário como muito delicada.  O caso será levado no próximo dia 28 à Comissão de Ética Pública da Presidência. Ainda não há um procedimento aberto para apurar a conduta do secretário, mas no encontro os integrantes do colegiado decidirão sobre uma possível análise aprofundada.  O que está em pauta é se a atuação de Wajngarten incorreu em conflito de interesse. Em conversa com a reportagem, três dos seis integrantes que atualmente estão na comissão avaliaram, em caráter reservado, haver indícios de irregularidade na postura do chefe da comunicação do governo, o que justificaria a abertura de uma investigação. Nas palavras de um deles, ao ter recebido verbas das empresas de comunicação com contratos governamentais, houve uma violação da impessoalidade administrativa, o que configura uma infração ética. Além disso, outro integrante lembra que era obrigação do secretário de comunicação informar, assim que assumiu o posto, que era sócio da FW Comunicação e Marketing e que mantinha contratos com empresas de comunicação, como a Record e a Band. A lei que trata do conflito de interesses na administração federal proíbe o agente público de exercer atividade que implique a "prestação de serviços ou a manutenção de relação de negócio" com empresas com interesse nas decisões dele. Ela também veda que o ocupante de cargo no Executivo pratique "ato em benefício de pessoa jurídica de que participe ele próprio, seu cônjuge, companheiro ou parentes até o terceiro grau", ou mesmo que "possa ser por ele beneficiada ou influenciar seus atos de gestão". Ao todo, a Comissão de Ética é formada por seis integrantes, com mandatos de três anos. O colegiado pode aplicar penalidades como advertência pública, censura ética, ou, em casos mais graves, recomendar ao presidente a exoneração do servidor público. No passado, as sugestões de demissão de ministros feitas pela comissão de ética pressionaram presidentes, que se viram constrangidos diante da opinião pública. Em 2011, por exemplo, o então ministro do Trabalho, Carlos Lupi, entregou o cargo dias depois de o órgão recomendar sua exoneração à presidente Dilma Rousseff (PT). Wajngarten confirmou à Folha de S.Paulo ter hoje negócios com a Band e a Record. Ele não informou os valores, justificando que os contratos têm cláusulas de confidencialidade. Além das TVs, a FW faz checking para três agências responsáveis pela publicidade da Caixa Econômica. Trata-se da Artplan, da Nova/SB e da Propeg. O valor é de R$ 4.500 mensais, segundo confirmou a Propeg. As três atendem outros órgãos do governo. Em agosto do ano passado, o próprio Wajngarten assinou termo aditivo e prorrogou por mais 12 meses o contrato da Artplan com a Secom, de R$ 127,3 milhões.


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  • 40/56   Wajngarten se defende e diz não estar na Secom para fazer negócios
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República), Fabio Wajngarten, afirmou nesta quarta-feira (15) que não está à frente do órgão "para fazer negócios".  A declaração de Wajngarten ocorre depois de reportagem da Folha de S.Paulo revelar que ele é sócio de uma empresa que recebe dinheiro de emissoras de TV e de agências de publicidade contratadas pela secretaria.  Em um pronunciamento realizado no Palácio do Planalto, Wajngarten se defendeu e afirmou que permanece no governo. "É realmente absurdo esse tipo de matéria. Eu não estou [aqui] para fazer negócios. Eu estou aqui para transformar a comunicação da Presidência da República com a maior ética possível. Com a maior transparência possível e com a maior modernidade possível", declarou.  "Eu vou continuar com o apoio do ministro [Luiz Eduardo] Ramos (secretaria de Governo) e do presidente [Jair Bolsonaro], enquanto eles me quiseram aqui. Eu vou continuar enfrentando grupos monopolistas e poderosos". A secretaria comandada por Wajngarten é a responsável pela distribuição da verba de propaganda do Planalto e também por ditar as regras para as contas dos demais órgãos federais. No ano passado, gastou R$ 197 milhões em campanhas. Wajngarten assumiu o comando da pasta em abril de 2019. Conforme revelou a Folha de S.Paulo, desde então ele se mantém como principal sócio da FW Comunicação e Marketing, que oferece ao mercado um serviço conhecido como Controle da Concorrência. Tem 95% das cotas da empresa e sua mãe, Clara Wajngarten, outros 5%, segundo dados da Receita e da Junta Comercial de São Paulo. A FW fornece estudos de mídia para TVs e agências, incluindo mapas de anunciantes do mercado. Também faz o chamado checking, ou seja, confere se peças publicitárias contratadas foram veiculadas.  A Folha de S.Paulo confirmou que a FW tem contratos com ao menos cinco empresas que recebem do governo, entre elas a Band e a Record, cujas participações na verba publicitária da Secom vêm crescendo. O auxiliar do presidente Bolsonaro não respondeu a perguntas após suas declarações.  Antes do pronunciamento, ele teve uma reunião com o presidente em que foi discutida sua situação no governo.  Em sua fala, Wajngarten afirmou "não ter nada a esconder". "Na época da minha nomeação foi orientado e ordenado que eu saísse do quadro da gestão da FW Comunicação e Marketing. Atitude imediatamente cumprida e vistoriada pela SAJ (Subchefia para Assuntos Jurídicos) e pela Comissão de Ética [Pública da Presidência]".  Apesar de citar seu afastamento da administração da empresa, Wajngarten não mencionou em sua fala a Lei de Conflito de Interesses (12.813/2013). A norma proíbe integrantes da cúpula do governo de manter negócios com pessoas físicas ou jurídicas que possam ser afetadas por suas decisões. Sem citar nomes, ele também acusou "determinados grupos de comunicação ou institutos de pesquisa" de estarem por trás das acusações. Terminou sua fala dizendo que qualquer "ponte de diálogo" dessas empresas com ele foi explodida nesta quarta.  "Não foi nada justa a condução da matéria. Não foi nada equilibrada a matéria. Não foi nada imparcial a matéria. Mas também a matéria não caiu de paraquedas. A matéria tem nome e sobrenome. E se determinados grupos de comunicação ou institutos de pesquisa tinham em mim a tentativa de construção de uma ponte de diálogo, essa ponte foi explodida hoje. Fica aqui o meu recado", concluiu.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República), Fabio Wajngarten, afirmou nesta quarta-feira (15) que não está à frente do órgão "para fazer negócios".  A declaração de Wajngarten ocorre depois de reportagem da Folha de S.Paulo revelar que ele é sócio de uma empresa que recebe dinheiro de emissoras de TV e de agências de publicidade contratadas pela secretaria.  Em um pronunciamento realizado no Palácio do Planalto, Wajngarten se defendeu e afirmou que permanece no governo. "É realmente absurdo esse tipo de matéria. Eu não estou [aqui] para fazer negócios. Eu estou aqui para transformar a comunicação da Presidência da República com a maior ética possível. Com a maior transparência possível e com a maior modernidade possível", declarou.  "Eu vou continuar com o apoio do ministro [Luiz Eduardo] Ramos (secretaria de Governo) e do presidente [Jair Bolsonaro], enquanto eles me quiseram aqui. Eu vou continuar enfrentando grupos monopolistas e poderosos". A secretaria comandada por Wajngarten é a responsável pela distribuição da verba de propaganda do Planalto e também por ditar as regras para as contas dos demais órgãos federais. No ano passado, gastou R$ 197 milhões em campanhas. Wajngarten assumiu o comando da pasta em abril de 2019. Conforme revelou a Folha de S.Paulo, desde então ele se mantém como principal sócio da FW Comunicação e Marketing, que oferece ao mercado um serviço conhecido como Controle da Concorrência. Tem 95% das cotas da empresa e sua mãe, Clara Wajngarten, outros 5%, segundo dados da Receita e da Junta Comercial de São Paulo. A FW fornece estudos de mídia para TVs e agências, incluindo mapas de anunciantes do mercado. Também faz o chamado checking, ou seja, confere se peças publicitárias contratadas foram veiculadas.  A Folha de S.Paulo confirmou que a FW tem contratos com ao menos cinco empresas que recebem do governo, entre elas a Band e a Record, cujas participações na verba publicitária da Secom vêm crescendo. O auxiliar do presidente Bolsonaro não respondeu a perguntas após suas declarações.  Antes do pronunciamento, ele teve uma reunião com o presidente em que foi discutida sua situação no governo.  Em sua fala, Wajngarten afirmou "não ter nada a esconder". "Na época da minha nomeação foi orientado e ordenado que eu saísse do quadro da gestão da FW Comunicação e Marketing. Atitude imediatamente cumprida e vistoriada pela SAJ (Subchefia para Assuntos Jurídicos) e pela Comissão de Ética [Pública da Presidência]".  Apesar de citar seu afastamento da administração da empresa, Wajngarten não mencionou em sua fala a Lei de Conflito de Interesses (12.813/2013). A norma proíbe integrantes da cúpula do governo de manter negócios com pessoas físicas ou jurídicas que possam ser afetadas por suas decisões. Sem citar nomes, ele também acusou "determinados grupos de comunicação ou institutos de pesquisa" de estarem por trás das acusações. Terminou sua fala dizendo que qualquer "ponte de diálogo" dessas empresas com ele foi explodida nesta quarta.  "Não foi nada justa a condução da matéria. Não foi nada equilibrada a matéria. Não foi nada imparcial a matéria. Mas também a matéria não caiu de paraquedas. A matéria tem nome e sobrenome. E se determinados grupos de comunicação ou institutos de pesquisa tinham em mim a tentativa de construção de uma ponte de diálogo, essa ponte foi explodida hoje. Fica aqui o meu recado", concluiu.


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  • 41/56   Oposição denuncia ataques de milícias e cerco militar a parlamento na Venezuela
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    BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - Deputados venezuelanos denunciaram nesta quarta-feira (15) um cerco de militares à sede do parlamento em Caracas, além de agressões de milícias apoiadoras do regime de Nicolás Maduro a seus carros nos arredores do edifício. “O regime volta a militarizar o Palácio Federal Legislativo para impedir sessão da Assembleia junto aos professores venezuelanos”, disse um post publicado pela conta oficial do parlamento no Twitter, trazendo fotos de soldados na entrada do prédio. Em seguida, foram publicadas fotos de civis armados que, segundo o post, são paramilitares ligados ao governo e também vigiavam a área, além de uma imagem de dezenas de motocicletas que pertenceriam a esses coletivos, como são chamadas as milícias pró-governo. O Centro de Comunicação Nacional, ligado ao opositor Juan Guaidó, noticiou que estavam ocorrendo ataques a jornalistas e deputados que se dirigiam à Assembleia. Um vídeo mostra o carro pertencente a Guaidó sendo atacado por um homem com um cone. Em seguida, outro homem joga um objeto, que quebra o vidro do veículo —onde, segundo a publicação, estavam outros parlamentares. A deputada Delsa Solorzano tuitou :“Estão disparando no nosso carro”. Renzo Prieto, outro deputado, escreveu: “Nesse momento nos disparam nos arredores do Palácio Legislativo da nossa Assembleia Nacional”. Foram publicadas fotos que seriam dos veículos atacados pelas milícias. O deputado opositor Julio Borges, exilado em Bogotá, emitiu um comunicado "alertando o mundo sobre o atentado de paramilitares de Maduro" com armas de fogo. Com o cerco, Guaidó e deputados da oposição realizaram a sessão parlamentar no bairro de El Hatillo, transmitida pelas redes sociais, com grande presença de docentes —15 de janeiro é o dia dos professores na Venezuela. "Não vamos arriscar as vidas dos deputados", disse Carlos Propseri, um dos deputados que estava no veículo atacado, ao explicar porquê o local da seção foi alterado. O número 2 do chavismo, Diosdado Cabello, elogiou os ataques durante uma sessão na qual chamou a oposição de "louca" e "acabada". Dirigindo-se aos parlamentares pró-governo, disse: "Sinto orgulho porque este é um grupo que defende esses espaços pertencentes à Revolução Bolivariana", referindo-se ao movimento socialista iniciado pelo antecessor de Maduro, Hugo Chávez. O jornalista Daniel Blanco, que colabora para vários veículos, escreveu que ao menos 30 profissionais de imprensa foram atacados pelos coletivos na região em volta da Assembleia. "Alguns conseguimos fugir. Outros foram agredidos e roubados." O país vive um impasse em relação ao comando da Assembleia Nacional, com o regime de Nicolás Maduro e a oposição tendo realizado eleições separadas que apontaram duas pessoas diferentes para comandar a Casa em 2020. O ditador anunciou o deputado Luis Parra como novo líder, após uma votação realizada com a sede do Legislativo cercada pela polícia —e chamada de “golpe parlamentar” pelos opositores. Horas depois, a oposição fez uma sessão alternativa com a presença de cem deputados e reelegeu Juan Guaidó presidente da Casa. No último dia 7, já havia ocorrido um embate entre os chavistas e a oposição na sede do parlamento. Guaidó foi proibido de entrar na Assembleia, bateu boca com militares e, após algum tempo, forçou sua entrada no local. Lá dentro, conseguiu formalizar os cem votos favoráveis à sua reeleição e fazer novamente o juramento como líder do parlamento por mais um ano.

    BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - Deputados venezuelanos denunciaram nesta quarta-feira (15) um cerco de militares à sede do parlamento em Caracas, além de agressões de milícias apoiadoras do regime de Nicolás Maduro a seus carros nos arredores do edifício. “O regime volta a militarizar o Palácio Federal Legislativo para impedir sessão da Assembleia junto aos professores venezuelanos”, disse um post publicado pela conta oficial do parlamento no Twitter, trazendo fotos de soldados na entrada do prédio. Em seguida, foram publicadas fotos de civis armados que, segundo o post, são paramilitares ligados ao governo e também vigiavam a área, além de uma imagem de dezenas de motocicletas que pertenceriam a esses coletivos, como são chamadas as milícias pró-governo. O Centro de Comunicação Nacional, ligado ao opositor Juan Guaidó, noticiou que estavam ocorrendo ataques a jornalistas e deputados que se dirigiam à Assembleia. Um vídeo mostra o carro pertencente a Guaidó sendo atacado por um homem com um cone. Em seguida, outro homem joga um objeto, que quebra o vidro do veículo —onde, segundo a publicação, estavam outros parlamentares. A deputada Delsa Solorzano tuitou :“Estão disparando no nosso carro”. Renzo Prieto, outro deputado, escreveu: “Nesse momento nos disparam nos arredores do Palácio Legislativo da nossa Assembleia Nacional”. Foram publicadas fotos que seriam dos veículos atacados pelas milícias. O deputado opositor Julio Borges, exilado em Bogotá, emitiu um comunicado "alertando o mundo sobre o atentado de paramilitares de Maduro" com armas de fogo. Com o cerco, Guaidó e deputados da oposição realizaram a sessão parlamentar no bairro de El Hatillo, transmitida pelas redes sociais, com grande presença de docentes —15 de janeiro é o dia dos professores na Venezuela. "Não vamos arriscar as vidas dos deputados", disse Carlos Propseri, um dos deputados que estava no veículo atacado, ao explicar porquê o local da seção foi alterado. O número 2 do chavismo, Diosdado Cabello, elogiou os ataques durante uma sessão na qual chamou a oposição de "louca" e "acabada". Dirigindo-se aos parlamentares pró-governo, disse: "Sinto orgulho porque este é um grupo que defende esses espaços pertencentes à Revolução Bolivariana", referindo-se ao movimento socialista iniciado pelo antecessor de Maduro, Hugo Chávez. O jornalista Daniel Blanco, que colabora para vários veículos, escreveu que ao menos 30 profissionais de imprensa foram atacados pelos coletivos na região em volta da Assembleia. "Alguns conseguimos fugir. Outros foram agredidos e roubados." O país vive um impasse em relação ao comando da Assembleia Nacional, com o regime de Nicolás Maduro e a oposição tendo realizado eleições separadas que apontaram duas pessoas diferentes para comandar a Casa em 2020. O ditador anunciou o deputado Luis Parra como novo líder, após uma votação realizada com a sede do Legislativo cercada pela polícia —e chamada de “golpe parlamentar” pelos opositores. Horas depois, a oposição fez uma sessão alternativa com a presença de cem deputados e reelegeu Juan Guaidó presidente da Casa. No último dia 7, já havia ocorrido um embate entre os chavistas e a oposição na sede do parlamento. Guaidó foi proibido de entrar na Assembleia, bateu boca com militares e, após algum tempo, forçou sua entrada no local. Lá dentro, conseguiu formalizar os cem votos favoráveis à sua reeleição e fazer novamente o juramento como líder do parlamento por mais um ano.


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  • 42/56   Toffoli prorroga em 6 meses prazo para implantar juiz das garantias
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, prorrogou em seis meses (180 dias) o prazo para a implantação do juiz das garantias, nova figura criada pelo Congresso no pacote anticrime e que estava prevista para entrar em vigor no próximo dia 23. Com a decisão do ministro, desta quarta-feira (15), o juiz das garantias deverá entrar em vigor a partir de julho. O prazo da prorrogação começa a contar a partir da publicação da decisão. Tribunais que assim desejarem já podem começar a implementar medidas de adequação até o término do prazo definido. Toffoli decidiu no âmbito de ações ajuizadas por entidades da magistratura e partidos políticos que questionam a constitucionalidade da lei que cria o juiz das garantias. O ministro afirmou considerar a nova figura constitucional, rebatendo em sua decisão as alegações contrárias. A decisão é liminar (provisória) e o tema ainda deverá ser analisado no plenário do Supremo, o que não tem data para ocorrer. “Mostra-se formalmente e materialmente legítima, sob a ótima constitucional, a opção do Congresso Nacional de, no exercício de sua liberdade, instituir no sistema processual brasileiro a figura do juiz das garantias. Trata-se de matéria de direito processual penal e, nos termos da Constituição, de domínio legislativo privativo da União”, disse o ministro em entrevista concedida a jornalistas nesta tarde. “O instituto não demanda necessariamente a criação de novos cargos, seja de servidores, seja de magistrados, e não incrementa o volume de trabalho. Trata-se de questão, portanto, que passa muito mais por gestão judiciária e menos por criação ou provimento de cargos. Na prática, trata-se de adequação da estrutura existente em todo o país”, afirmou. Pela nova lei, o juiz das garantias será responsável por acompanhar os inquéritos, analisando pedidos de quebra de sigilo e de prisão provisória, por exemplo, até o recebimento da denúncia. Esse juiz não poderá atuar na fase posterior, da ação penal. Assim, os processos criminais ficarão sob a responsabilidade de dois juízes, um que vai supervisionar a investigação (o juiz das garantias) e outro que vai julgar o acusado (o juiz de instrução e julgamento). Defensores da criação da nova figura afirmam que ela ajudará a assegurar a imparcialidade das decisões do Judiciário. Conforme a decisão do presidente do STF, o juiz das garantias não será aplicado a processos do Tribunal do Júri e relativos à Lei Maria da Penha, que têm ritos próprios, e a ações penais sob responsabilidade da Justiça Eleitoral. A nova figura, ainda conforme a decisão de Toffoli, não será aplicada a processos originários (que se iniciam) nos TJs (tribunais de Justiça dos estados), TRFs (Tribunais Regionais Federais), STJ (Superior Tribunal de Justiça) e STF. Segundo Toffoli, esses tribunais já têm decisões colegiadas, tomadas por grupos de juízes, o que reforça sua imparcialidade. Processos originários em tribunais são os que envolvem réus com foro especial por prerrogativa de função, como governadores no STJ e deputados no STF. Pela decisão, o juiz das garantias só funcionará nos processos que começam na primeira instância. Por fim, Toffoli fixou critérios de transição para investigações e ações penais que já estão em andamento. Nas ações penais já instauradas no momento em que o instituto estiver implementado, ou seja, as que já tiveram a denúncia recebida, o juiz responsável continuará à frente do caso, mesmo que tenha atuado na fase de investigação. Nas investigações em curso no momento em que o instituto estiver efetivado, o juiz que assumirá o caso após o recebimento da denúncia será diferente do que supervisionou o inquérito. Antes de divulgar a decisão liminar, Toffoli teve uma audiência com o ministro da Justiça, Sergio Moro, que tem demonstrado contrariedade com a instituição do juiz das garantias. A figura foi incluída pelo Congresso no pacote anticrime de iniciativa de Moro, e recebeu críticas do ex-juiz da Lava Jato. Segundo Toffoli, Moro demonstrou preocupação, na audiência, com dois pontos da nova lei que acabaram sendo suspensos pelo presidente do Supremo na liminar. Um deles é o que diz que, nas comarcas com apenas um juiz, os tribunais devem criar um rodízio de juízes para implantar o juiz das garantias. “Ao assim dispor, entendo que se viola o poder de auto-organização dos tribunais e usurpa sua iniciativa para dispor sobre organização judiciária”, considerou Toffoli. O outro ponto suspenso é o que dispõe que “o juiz que conhecer do conteúdo da prova declarada inadmissível não poderá proferir a sentença ou acórdão”, que alterava o artigo 157 do Código de Processo Penal. “Trata-se de norma de competência que não fornece critérios claros e objetivos para sua aplicação, violando a segurança jurídica e o princípio da legalidade”, afirmou o ministro. Além de conversar com Moro, Toffoli disse que telefonou na manhã desta quarta para os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para informar sobre o teor da liminar que concederia. Na esteira da decisão de Toffoli, um grupo de trabalho criado no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para estudar formas de regulamentar a implementação do juiz das garantias também teve seu prazo prorrogado. Inicialmente, o grupo previa apresentar suas propostas de regulamentação nesta quarta-feira, o que ficou para 29 de fevereiro. O grupo de trabalho recebeu dezenas de sugestões de tribunais, magistrados, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), PGR (Procuradoria-Geral da República) e DPU (Defensoria Pública da União).

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, prorrogou em seis meses (180 dias) o prazo para a implantação do juiz das garantias, nova figura criada pelo Congresso no pacote anticrime e que estava prevista para entrar em vigor no próximo dia 23. Com a decisão do ministro, desta quarta-feira (15), o juiz das garantias deverá entrar em vigor a partir de julho. O prazo da prorrogação começa a contar a partir da publicação da decisão. Tribunais que assim desejarem já podem começar a implementar medidas de adequação até o término do prazo definido. Toffoli decidiu no âmbito de ações ajuizadas por entidades da magistratura e partidos políticos que questionam a constitucionalidade da lei que cria o juiz das garantias. O ministro afirmou considerar a nova figura constitucional, rebatendo em sua decisão as alegações contrárias. A decisão é liminar (provisória) e o tema ainda deverá ser analisado no plenário do Supremo, o que não tem data para ocorrer. “Mostra-se formalmente e materialmente legítima, sob a ótima constitucional, a opção do Congresso Nacional de, no exercício de sua liberdade, instituir no sistema processual brasileiro a figura do juiz das garantias. Trata-se de matéria de direito processual penal e, nos termos da Constituição, de domínio legislativo privativo da União”, disse o ministro em entrevista concedida a jornalistas nesta tarde. “O instituto não demanda necessariamente a criação de novos cargos, seja de servidores, seja de magistrados, e não incrementa o volume de trabalho. Trata-se de questão, portanto, que passa muito mais por gestão judiciária e menos por criação ou provimento de cargos. Na prática, trata-se de adequação da estrutura existente em todo o país”, afirmou. Pela nova lei, o juiz das garantias será responsável por acompanhar os inquéritos, analisando pedidos de quebra de sigilo e de prisão provisória, por exemplo, até o recebimento da denúncia. Esse juiz não poderá atuar na fase posterior, da ação penal. Assim, os processos criminais ficarão sob a responsabilidade de dois juízes, um que vai supervisionar a investigação (o juiz das garantias) e outro que vai julgar o acusado (o juiz de instrução e julgamento). Defensores da criação da nova figura afirmam que ela ajudará a assegurar a imparcialidade das decisões do Judiciário. Conforme a decisão do presidente do STF, o juiz das garantias não será aplicado a processos do Tribunal do Júri e relativos à Lei Maria da Penha, que têm ritos próprios, e a ações penais sob responsabilidade da Justiça Eleitoral. A nova figura, ainda conforme a decisão de Toffoli, não será aplicada a processos originários (que se iniciam) nos TJs (tribunais de Justiça dos estados), TRFs (Tribunais Regionais Federais), STJ (Superior Tribunal de Justiça) e STF. Segundo Toffoli, esses tribunais já têm decisões colegiadas, tomadas por grupos de juízes, o que reforça sua imparcialidade. Processos originários em tribunais são os que envolvem réus com foro especial por prerrogativa de função, como governadores no STJ e deputados no STF. Pela decisão, o juiz das garantias só funcionará nos processos que começam na primeira instância. Por fim, Toffoli fixou critérios de transição para investigações e ações penais que já estão em andamento. Nas ações penais já instauradas no momento em que o instituto estiver implementado, ou seja, as que já tiveram a denúncia recebida, o juiz responsável continuará à frente do caso, mesmo que tenha atuado na fase de investigação. Nas investigações em curso no momento em que o instituto estiver efetivado, o juiz que assumirá o caso após o recebimento da denúncia será diferente do que supervisionou o inquérito. Antes de divulgar a decisão liminar, Toffoli teve uma audiência com o ministro da Justiça, Sergio Moro, que tem demonstrado contrariedade com a instituição do juiz das garantias. A figura foi incluída pelo Congresso no pacote anticrime de iniciativa de Moro, e recebeu críticas do ex-juiz da Lava Jato. Segundo Toffoli, Moro demonstrou preocupação, na audiência, com dois pontos da nova lei que acabaram sendo suspensos pelo presidente do Supremo na liminar. Um deles é o que diz que, nas comarcas com apenas um juiz, os tribunais devem criar um rodízio de juízes para implantar o juiz das garantias. “Ao assim dispor, entendo que se viola o poder de auto-organização dos tribunais e usurpa sua iniciativa para dispor sobre organização judiciária”, considerou Toffoli. O outro ponto suspenso é o que dispõe que “o juiz que conhecer do conteúdo da prova declarada inadmissível não poderá proferir a sentença ou acórdão”, que alterava o artigo 157 do Código de Processo Penal. “Trata-se de norma de competência que não fornece critérios claros e objetivos para sua aplicação, violando a segurança jurídica e o princípio da legalidade”, afirmou o ministro. Além de conversar com Moro, Toffoli disse que telefonou na manhã desta quarta para os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para informar sobre o teor da liminar que concederia. Na esteira da decisão de Toffoli, um grupo de trabalho criado no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para estudar formas de regulamentar a implementação do juiz das garantias também teve seu prazo prorrogado. Inicialmente, o grupo previa apresentar suas propostas de regulamentação nesta quarta-feira, o que ficou para 29 de fevereiro. O grupo de trabalho recebeu dezenas de sugestões de tribunais, magistrados, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), PGR (Procuradoria-Geral da República) e DPU (Defensoria Pública da União).


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  • 43/56   Bolsonaro diz que não se envolverá na eleição de 2020 se Aliança não for criada
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após sinalizar apoios na disputa municipal deste ano, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira (15) que não subirá no palanque eleitoral de candidatos que não sejam filiados ao Aliança pelo Brasil, partido que pretende criar. Na entrada do Palácio do Alvorada, onde cumprimentou um grupo de eleitores, ele disse que não discutirá política caso a sua legenda não lance nomes. O próprio presidente já afirmou que a chance é de "1%" de a nova sigla ser viabilizada a tempo. "Não discuto política. Se meu partido não tiver candidato, não vou me meter em política municipal no corrente ano, ponto final", afirmou. O partido precisa do apoio de 492 mil assinaturas até abril para participar do pleito municipal. Nesta semana, foi iniciado um mutirão para colher apoios, com foco no Nordeste. Depois, a Justiça Eleitoral ainda precisa checar as assinaturas e conceder o registro, processo que não costuma ser célere. Em caráter reservado, aliados do presidente estimam que isso só deve ocorrer no segundo semestre. Com o cenário desfavorável, Bolsonaro chegou a articular o apoio a nomes de outras legendas pelos quais ele tem simpatia, como do apresentador José Luiz Datena (sem partido-SP) e do deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ). Ele, no entanto, passou a repensar essa possibilidade desde o início desta semana. Nesta quarta-feira, ele recebeu no Palácio do Planalto o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf. O empresário é filiado ao MDB, mas, segundo aliados do presidente, cogita se filiar ao Aliança e se candidatar pelo partido novamente ao Governo de São Paulo. Na última eleição, ele ficou em terceiro lugar no estado. Apesar do gesto do presidente, o PSL, seu antigo partido, começou a traçar uma estratégia para tentar conquistar ao menos 500 prefeituras em todo o Brasil. A ideia é aproveitar a projeção que a eleição do presidente deu à legenda. Hoje, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o partido tem apenas 32 prefeitos em todo o país —30 deles eleitos na corrida de 2016 e 2 em eleições suplementares. Segundo estatísticas do TSE, de setembro a dezembro do ano passado, o PSL perdeu 6.520 filiados. Hoje, a sigla tem 347.867 integrantes —bem atrás de legendas como MDB, com 2.130.140, e PT, com 1.475.678.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após sinalizar apoios na disputa municipal deste ano, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira (15) que não subirá no palanque eleitoral de candidatos que não sejam filiados ao Aliança pelo Brasil, partido que pretende criar. Na entrada do Palácio do Alvorada, onde cumprimentou um grupo de eleitores, ele disse que não discutirá política caso a sua legenda não lance nomes. O próprio presidente já afirmou que a chance é de "1%" de a nova sigla ser viabilizada a tempo. "Não discuto política. Se meu partido não tiver candidato, não vou me meter em política municipal no corrente ano, ponto final", afirmou. O partido precisa do apoio de 492 mil assinaturas até abril para participar do pleito municipal. Nesta semana, foi iniciado um mutirão para colher apoios, com foco no Nordeste. Depois, a Justiça Eleitoral ainda precisa checar as assinaturas e conceder o registro, processo que não costuma ser célere. Em caráter reservado, aliados do presidente estimam que isso só deve ocorrer no segundo semestre. Com o cenário desfavorável, Bolsonaro chegou a articular o apoio a nomes de outras legendas pelos quais ele tem simpatia, como do apresentador José Luiz Datena (sem partido-SP) e do deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ). Ele, no entanto, passou a repensar essa possibilidade desde o início desta semana. Nesta quarta-feira, ele recebeu no Palácio do Planalto o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf. O empresário é filiado ao MDB, mas, segundo aliados do presidente, cogita se filiar ao Aliança e se candidatar pelo partido novamente ao Governo de São Paulo. Na última eleição, ele ficou em terceiro lugar no estado. Apesar do gesto do presidente, o PSL, seu antigo partido, começou a traçar uma estratégia para tentar conquistar ao menos 500 prefeituras em todo o Brasil. A ideia é aproveitar a projeção que a eleição do presidente deu à legenda. Hoje, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o partido tem apenas 32 prefeitos em todo o país —30 deles eleitos na corrida de 2016 e 2 em eleições suplementares. Segundo estatísticas do TSE, de setembro a dezembro do ano passado, o PSL perdeu 6.520 filiados. Hoje, a sigla tem 347.867 integrantes —bem atrás de legendas como MDB, com 2.130.140, e PT, com 1.475.678.


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  • 44/56   Parlamento venezuelano faz sessão fora da sede após denúncia de disparos
    WORLD TOPIC NEWS

    Deputados da maioria opositora do Parlamento da Venezuela assistiram nesta quarta-feira (15) a uma sessão em um anfiteatro nos arredores de Caracas, após denunciarem ataques com armas de fogo quando tentavam chegar de carro ao Palácio Legislativo, incidentes nos quais não foram reportados feridos.

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  • 45/56   Príncipe herdeiro do Irã diz que regime em Teerã colapsará em meses
    WORLD TOPIC NEWS

    O herdeiro da monarquia iraniana deposta previu nesta quarta-feira (15), durante um discurso em Washington, que o regime iraniano colapsará em alguns meses, e advertiu às potências ocidentais a não negociarem com esse país.

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  • 46/56   Israel transforma áreas da Cisjordânia ocupada em reservas naturais
    WORLD TOPIC NEWS

    O ministro israelense da Defesa, Naftali Bennett, anunciou nesta quarta-feira a transformação de sete áreas da Cisjordânia ocupada em "reservas naturais", com base no esforço de reforçar o controle de Israel sobre aquele território palestino.

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  • 47/56   Extensão do Brexit cabe ao Reino Unido, diz chefe da Comissão Europeia
    BUSINESS TOPIC NEWS

    DUBLIN (Reuters) - Caberá ao Reino Unido decidir se busca mais tempo para negociar um acordo comercial com a União Europeia após o país deixar o bloco, disse a chefe da Comissão Europeia nesta quarta-feira.O Reino Unido deve deixar a UE em 31 de janeiro após fechar um acordo de separação no final do ano passado, mas permanecerá vinculado a todas as regras do bloco até o final de 2020, em uma fase de transição acordada com o objetivo de amenizar sua saída.

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  • 48/56   Diretor-geral da ANP pede antecipação do fim de seu mandato a Bolsonaro
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Oddone listou na carta realizações durante seu mandato iniciado em 2016 e afirmou ter cumprido a missão assumida ao chegar ao posto.Segundo ele, uma nova fase se inicia agora.

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  • 49/56   Petrobras inicia processo para venda de dois polos na Bacia do Espírito Santo
    BUSINESS TOPIC NEWS

    SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras iniciou nesta quarta-feira o processo para a venda da totalidade de sua participação nos Polos Golfinho e Camarupim, duas concessões marítimas localizadas em águas profundas no pós-sal da Bacia do Espírito Santo, informou a empresa em comunicado.A companhia detém 100% de participação em ambas as concessões, com exceção do bloco exploratório BM-ES-23, no Polo Golfinho, no qual possui 65% (PTTEP e Inpex detêm o restante).

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  • 50/56   SAIBA MAIS-O que inclui a Fase 1 do acordo comercial EUA-China
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A seguir estão os detalhes do acordo divulgado pelo gabinete do Representante de Comércio dos EUA. A China não apresentou imediatamente uma versão em chinês.

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  • 51/56   Bolsonaro comemora apoio dos EUA a entrada do Brasil na OCDE
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O presidente Jair Bolsonaro garantiu, nesta quarta-feira (15), que o Brasil passou à frente da Argentina na preferência dos Estados Unidos como país candidato a entrar na Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

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  • 52/56   Dow Jones encerra acima dos 29 mil pontos após EUA e China assinarem trégua comercial
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A peça central da trégua é uma promessa da China de comprar pelo menos 200 bilhões de dólares em produtos agrícolas norte-americanos e outros bens e serviços ao longo de dois anos, tendo base as compras de 2017, de 186 bilhões de dólares.O acordo comercial abre caminho para investidores se concentrarem nos próximos balanços trimestrais, incluindo as perspectivas a serem dadas pelas companhias à luz do acordo.

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  • 53/56   Argentina conclui 2019 com inflação mais alta desde 1991
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A inflação da Argentina foi de 53,8% em 2019, a mais alta desde 1991 e uma das mais elevadas do mundo, informou nesta quarta-feira (15) o instituto de estatísticas Indec.

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  • 54/56   China usará acordo comercial para provar que negociações melhoram economia, diz TV estatal
    BUSINESS TOPIC NEWS

    PEQUIM (Reuters) - O vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, disse que a China usará os resultados da Fase 1 do acordo comercial com os Estados Unidos para provar que as negociações estão funcionando no sentido de melhorar a economia, informou a televisão estatal chinesa nesta quinta-feira."É a escolha correta para os EUA removerem a China da lista de manipuladores de moedas", disse Liu à CGTN.

    PEQUIM (Reuters) - O vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, disse que a China usará os resultados da Fase 1 do acordo comercial com os Estados Unidos para provar que as negociações estão funcionando no sentido de melhorar a economia, informou a televisão estatal chinesa nesta quinta-feira."É a escolha correta para os EUA removerem a China da lista de manipuladores de moedas", disse Liu à CGTN.


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  • 55/56   Compras agrícolas mediante "condição de mercado" ampliam dúvidas sobre acordo EUA-China
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O pacto, que visa reduzir as tensões após quase dois anos de guerra comercial, inclui um compromisso da China de comprar ao menos 12,5 bilhões de dólares adicionais em bens agrícolas norte-americanos em 2020, além de pelo menos 19,5 bilhões de dólares adicionais em 2021. Ambos os valores têm como baliza os níveis de 2017, de 24 bilhões de dólares.

    O pacto, que visa reduzir as tensões após quase dois anos de guerra comercial, inclui um compromisso da China de comprar ao menos 12,5 bilhões de dólares adicionais em bens agrícolas norte-americanos em 2020, além de pelo menos 19,5 bilhões de dólares adicionais em 2021. Ambos os valores têm como baliza os níveis de 2017, de 24 bilhões de dólares.


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  • 56/56   Inflação na Argentina bate 53,8% em 2019, a mais alta em 28 anos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    BUENOS AIRES (Reuters) - Os preços ao consumidor na Argentina subiram 53,8% em 2019, o maior aumento em 28 anos, impondo um grande desafio para o novo governo do presidente Alberto Fernández na terceira maior economia da América Latina.A taxa de inflação de 2019, divulgada pela agência de estatísticas Indec, ficou ligeiramente abaixo dos 54,6% previstos por economistas em uma pesquisa do banco central local em dezembro.

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