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Noticias Slideshows (17/02/2020 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


    Percy Jackson   Bruno Henrique   Gabigol   Supercopa   Arão   BDAY DA MARI   Athletico   Rafinha   The Voice   OTO PATAMAR   é campeão   Rodrigo Caio   Márcio Azevedo   Dorival   Marega   simone e simaria   WE ARE BULLETPROOF   THE ETERNAL   Gustavo Henrique   Patrick de Paula   Everton Ribeiro   paulo gomes   Diego Alves   Filipe Luís   José Bezerra   Boavista x Volta Redonda   Recopa   FEAT SIA   Marquinhos Gabriel   beauty and the beast   Galvão Bueno   Bela e a Fera   Mané Garrincha   Guga Chacra   Saka   
  • 2/56   Como formatar o Windows 10

    Atualmente, o Windows 10 Permite você formatar PC sem precisar baixar a imagem diretamente do site da Microsoft. Confira neste tutorial como formatar o Windows 10 diretamente do seu PC sem precisar baixar nenhum programa extra

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  • 3/56   Novo Firefox para Android terá suporte limitado a extensões

    A nova versão do navegador mobile, em sua versão para Android, está sendo reescrita a partir do zero e vai priorizar apenas as extensões que fazem parte do programa de recomendadas. Versão estável ainda não tem data de lançamento.

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  • 4/56   Agora vai? Nova versão do Microsoft Edge terá 13% mais desempenho. Veja testes

    O novo Microsoft Edge pode ainda não ser sua primeira opção quando o assunto é navegador, mas há motivos para você ficar de olho no futuro. A Microsoft anunciou uma série de melhorias para o seu browser, que promete um desempenho 13% maior na navegação. Veja testes

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  • 5/56   iPhone 12: Apple deve produzir antena 5G própria, mas esbarra em dificuldades

    A companhia da maçã planeja lançar o iPhone 12 com 5G com antena de fabricação própria, mas encontra dificuldades técnicas para isso. Solução da Qualcomm é opção, mas pode resultar em um aparelho com design mais espesso.

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  • 6/56   Google removeu mais de 500 extensões da Chrome Web Store. Entenda

    Após uma investigação conjunta entre o Google, a especialista de segurança Jamila Kaya e a empresa de segurança Duo Security, foram removidas mais de 500 extensões da Chrome Web Store, por estarem infectando os navegadores dos usuários, extraindo informações

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  • 7/56   Buff - Novo 'Flight Simulator' tem imagens que parecem até reais

    A Microsoft lançará em 2020 uma nova edição do 'Flight Simulator' e as imagens mostradas até o momento impressionam bastante,.

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  • 8/56   Como criar uma assinatura de estudante no Spotify, Deezer e Apple Music

    O Spotify e outros aplicativos de streaming podem ser assinados por universitários com cerca de 50% no valor da mensalidade, por um ano. O processo de validação é bem simples e pode ser feito totalmente online

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  • 9/56   O que é depuração USB: saiba como ativar ou desativar essa função no Android

    A depuração USB é exclusiva para desenvolvedores do Android e torna seu dispositivo reconhecível para o uso de ferramentas de teste de aplicativos e funções do software. Ativá-la é bem simples e pode ser feito rapidamente

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  • 10/56   Chrome 81 deve trazer compatibilidade com NFC e Realidade Aumentada

    Próxima versão do navegador web do Google deve permitir que aplicações da web possam utilizar o chip NFC do aparelho para interagir com objetos de realidade virtual e mais. Chrome 81 deve ser liberado em março.

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  • 11/56   Patente da Apple revela sistema de Smart Home autônomo

    Documentação fala dos desafios de configuração de dispositivos inteligente para automação do lar, ainda que a qualidade deles seja comprovada, especialmente para usuários leigos; patente da Apple seria capaz de identificar o cômodo onde estiver e ajustar-se de acordo

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  • 12/56   Manu Gavassi conquista público, emplaca músicas antigas e ganha mais de 3 mi de seguidores

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A entrada de Manu Gavassi no Big Brother Brasil 20 parecia despretensiosa. Uma experiência divertida, ela mesma torcia em sua apresentação antes do reality. No jogo, houve dúvidas se estava sendo protagonista ou "enfeite de pódio". Mas ninguém nesta edição tem movimentado tanto a web com suas caras e bocas e tiradas inusitadas como ela.  No meio artístico desde a adolescência, Manu entrou no programa por causa das novidades desta edição, que dividiu a casa entre os já tradicionais anônimos e um grupo de convidados famosos. Apesar de alguns não lembrarem, seu currículo inclui três álbuns musicais, duas novelas da Globo e o livro de ficção "Olá, Caderno? (Rocco, 2017), além de webséries e até peça de teatro.  Mas no BBB, Manu conquistou o telespectador de outra forma. Logo em sua entrada, ela já demonstrou um jeito meio deslocado e virou meme nas redes sociais ao entrar na casa sozinha, em silêncio, parecendo confusa, e não eufórica como geralmente acontece. "A grama é artificial?", questionou ela, desmanchando seu sorriso amarelo.  E desde então, os memes não pararam. Inventou passinhos próprios para dançar funk, mexendo mais as mãos que o bumbum; desistiu da primeira prova do líder por acreditar que era uma pegadinha do programa; e mostrou pouca familiaridade com os pesos da academia do reality.  Mas foi mesmo a posição de Manu diante do infame Teste de Fidelidade, organizado por alguns participantes, que deu destaque a sua participação no programa. A menina, que dez anos atrás fez sucesso com músicas bem pessoais e lançou a moda das headbands, levantou a bandeira do feminismo, falou de empatia e deu aula de sororidade.  "Se a gente parar para pensar como isso é ofensivo para a gente, imagina quantas mulheres não apanham e não morrem por não conseguir se desvencilhar de caras que fazem esse tipo de comentário", chegou a dizer ela para a colega Bianca Andrade, 25, a Boca Rosa.  Na ocasião, o concorrente Felipe Prior questionou o significado da palavra. Depois de um "lá fora você aprende", disparado pela artista, veio a explicação: "sororidade é quando você se junta por uma causa com as meninas". "Mas essa causa é só até o final do programa?", voltou a questionar ele. "Até o final da minha vida", finalizou Manu.  O radialista Zé Luiz, pai de Manu se diz orgulhoso pela posição da filha: "Ela é assim, a irmã dela é assim e eu sou assim. Sabemos que pagamos preços por isso, mas a gente tem orgulho de ser assim. Manu sempre foi uma artista de um determinado nicho, agora essa artista está sendo exposta para o grande público, pro país", afirma.   E parece que o público está aprovando esse outro lado da artista. Se Marcela surpreendeu a todos angariando mais de 3,3 milhões de seguidores no Instagram, em menos de um mês de programa, Manu ficou logo atrás, saltando de 4,4 milhões para 7,6 milhões --a participante famosa que mais ganhou seguidores dentro do programa.  Como se não bastasse, ela ainda tem uma torcida de peso do lado de fora: Bruna Marquezine, que tem usado suas redes sociais para atualizar os fãs desprovidos de pay-per-view e comentado acontecimentos de dentro da casa. "Você trate de ganhar esse programa, eu vou mandar fazer camisa", brincou ela ao saber da participação da amiga.  No âmbito pessoal, alguns frutos já aparecem: as músicas "Planos Impossíveis", que Manu lançou em 2010, e "Farsa", de 2015, apareceram na lista Top 50 Virais do Spotify. Já em relação aos seus ideais, as buscas pela palavra sororidade cresceram 250% no Google após ter sido usada por ela em uma das votações do BBB.  CHORO DENTRO E FORA DA CASA Apesar do número de fãs, das brincadeiras online e dos debates ideológicos do lado de fora da casa do BBB, Manu Gavassi tem protagonizado muitos momentos de choro e reflexão no confinamento. "Eu ia pedir para sair hoje. Se eu estou numa casa em que caras podem fazer isso, o que eu estou fazendo aqui?", chegou a revelar ela.  Naquele momento, do lado de fora, o pai da artista chorava: "Eu me emociono. Um minuto atrás [na tarde de quarta, 12] eu estava chorando, por que a Manuela estava chorando. Se eu conheço minha filha, ela está pensando 'continuo nisso aqui?', 'o que será que está acontecendo?', 'as pessoas têm a mesma leitura de jogo que eu?'".  Também acompanhando e, às vezes, chorando do lado de fora da casa está o namorado de Manu, Igor Rodrigues, 28. Mas para ele, o momento mais emocionante até agora foi o pedido de namoro que ela fez a ele, com um cartaz na mão, no primeiro dia de confinamento. Antes disso, ela pretendia deixá-lo no anonimato, após pouco mais de três meses de juntos.  "Foi surpreendente, nunca imaginei ser pedido em namoro em rede nacional, foi uma loucura, mas fiquei muito feliz, me emocionei bastante. O mínimo que eu tinha para fazer é dar uma resposta a altura. Eu tinha que pagar algum mico, fazer alguma coisa para essa resposta chegar a ela", afirmou o engenheiro.  O "sim" foi dito por meio de um cartaz que ele expôs aos participantes da Casa de Vidro, que confinou quatro competidores por uma semana em um shopping do Rio de Janeiro. "A informação conseguiu chegar e na hora certa", recorda ele, ao se referir ao momento de decepção e dúvida de Manu após a eliminação de Petrix.  "Ninguém entendeu o que aconteceu, porque eles não têm a leitura de lá, um monte de coisa eles não sabem, você fica completamente inseguro, você pensa 'será que tudo em que eu acredito é ao contrário do que esse país pensa?'", avalia o pai da artista. "Ultimamente, no país, o pensamento vigente é de truculência, violência, desrespeito. E a Manu é totalmente ao contrário, foi muito difícil assistir a isso."  ANTES E DEPOIS NO INSTAGRAM PIPOCA Felipe: 1.527 - 172 mil Flayslane: 86 mil - 750 mil Guilherme: 18 mil - 824 mil Gizelly: 20.079 - 773 mil Lucas: 1.934 - 194 mil Marcela: 26,5 mil - 3,3 mi Thelma: 1.132 - 519 mil Victor: 1.296 - 175 mil CAMAROTE Babu: 23 mil - 962 mil Bianca: 8,2 mi - 9,1 mi Gabriela: 1,1 mi - 2,6 mi Manuela: 4,4 mi - 7,6 mi Mariana: 3,2 mi - 4,7 mi Pyong: 2,3 mi - 5,3 mi Rafaela: 3 mi - 4,6 mi *Fonte: Gshow e Instagram (atualizado em 12.fev.2020) INDO PARA UM RETIRO ESPIRITUAL A entrada de famosos na "casa mais vigiada do Brasil", como afirma o slogan do BBB, mudou um pouco a forma como seus participantes se comunicam com o mundo exterior. Se antes o contato era zero, agora os competidores que foram convidados tiveram a oportunidade de deixar mensagens e brincar com os fãs.  Quem acompanha as redes sociais de Manu Gavassi tem acompanhado uma sequência de vídeos desde a estreia do programa, em que ela brinca com a ideia de que está na verdade em um retiro espiritual. Neles, ela já afirmou ter fobia social, brincou com clichês do programa e até lançou um clipe novo, da música "Áudio de Desculpas".  Apesar disso, o pai da artista diz que a decisão de entrar no programa não foi fácil: "Tudo teve que ser conversado, ela teve que entender como seria. Mas Manu tentou se preparar internamente: estar calma, ciente da decisão, ciente do que poderia vir e, principalmente, ciente de que não tem como manter um personagem lá."  E Manu, de fato, mostrou em alguns momentos estar bem preparada para o tal "retiro espiritual". Passada a cara de deslocada daquele primeiro dia no gramado, hoje ela pouco se abala com os jogos do programa e até alerta os colegas: "gente, isso é um jogo, tem roteiristas fazendo com que a gente se desestabilize, por que senão não tem trama."  Se o primeiro vídeo de Manu nas redes sociais após o confinamento questionava "Quem é Manu Gavassi?", hoje todo mundo já tem uma ideia. E ao contrário do que ela previa, seus fãs não a acham louca e seus colegas famosos provavelmente não excluíram seu telefone. Na verdade, fazem parte de uma legião de fãs.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A entrada de Manu Gavassi no Big Brother Brasil 20 parecia despretensiosa. Uma experiência divertida, ela mesma torcia em sua apresentação antes do reality. No jogo, houve dúvidas se estava sendo protagonista ou "enfeite de pódio". Mas ninguém nesta edição tem movimentado tanto a web com suas caras e bocas e tiradas inusitadas como ela.  No meio artístico desde a adolescência, Manu entrou no programa por causa das novidades desta edição, que dividiu a casa entre os já tradicionais anônimos e um grupo de convidados famosos. Apesar de alguns não lembrarem, seu currículo inclui três álbuns musicais, duas novelas da Globo e o livro de ficção "Olá, Caderno? (Rocco, 2017), além de webséries e até peça de teatro.  Mas no BBB, Manu conquistou o telespectador de outra forma. Logo em sua entrada, ela já demonstrou um jeito meio deslocado e virou meme nas redes sociais ao entrar na casa sozinha, em silêncio, parecendo confusa, e não eufórica como geralmente acontece. "A grama é artificial?", questionou ela, desmanchando seu sorriso amarelo.  E desde então, os memes não pararam. Inventou passinhos próprios para dançar funk, mexendo mais as mãos que o bumbum; desistiu da primeira prova do líder por acreditar que era uma pegadinha do programa; e mostrou pouca familiaridade com os pesos da academia do reality.  Mas foi mesmo a posição de Manu diante do infame Teste de Fidelidade, organizado por alguns participantes, que deu destaque a sua participação no programa. A menina, que dez anos atrás fez sucesso com músicas bem pessoais e lançou a moda das headbands, levantou a bandeira do feminismo, falou de empatia e deu aula de sororidade.  "Se a gente parar para pensar como isso é ofensivo para a gente, imagina quantas mulheres não apanham e não morrem por não conseguir se desvencilhar de caras que fazem esse tipo de comentário", chegou a dizer ela para a colega Bianca Andrade, 25, a Boca Rosa.  Na ocasião, o concorrente Felipe Prior questionou o significado da palavra. Depois de um "lá fora você aprende", disparado pela artista, veio a explicação: "sororidade é quando você se junta por uma causa com as meninas". "Mas essa causa é só até o final do programa?", voltou a questionar ele. "Até o final da minha vida", finalizou Manu.  O radialista Zé Luiz, pai de Manu se diz orgulhoso pela posição da filha: "Ela é assim, a irmã dela é assim e eu sou assim. Sabemos que pagamos preços por isso, mas a gente tem orgulho de ser assim. Manu sempre foi uma artista de um determinado nicho, agora essa artista está sendo exposta para o grande público, pro país", afirma.   E parece que o público está aprovando esse outro lado da artista. Se Marcela surpreendeu a todos angariando mais de 3,3 milhões de seguidores no Instagram, em menos de um mês de programa, Manu ficou logo atrás, saltando de 4,4 milhões para 7,6 milhões --a participante famosa que mais ganhou seguidores dentro do programa.  Como se não bastasse, ela ainda tem uma torcida de peso do lado de fora: Bruna Marquezine, que tem usado suas redes sociais para atualizar os fãs desprovidos de pay-per-view e comentado acontecimentos de dentro da casa. "Você trate de ganhar esse programa, eu vou mandar fazer camisa", brincou ela ao saber da participação da amiga.  No âmbito pessoal, alguns frutos já aparecem: as músicas "Planos Impossíveis", que Manu lançou em 2010, e "Farsa", de 2015, apareceram na lista Top 50 Virais do Spotify. Já em relação aos seus ideais, as buscas pela palavra sororidade cresceram 250% no Google após ter sido usada por ela em uma das votações do BBB.  CHORO DENTRO E FORA DA CASA Apesar do número de fãs, das brincadeiras online e dos debates ideológicos do lado de fora da casa do BBB, Manu Gavassi tem protagonizado muitos momentos de choro e reflexão no confinamento. "Eu ia pedir para sair hoje. Se eu estou numa casa em que caras podem fazer isso, o que eu estou fazendo aqui?", chegou a revelar ela.  Naquele momento, do lado de fora, o pai da artista chorava: "Eu me emociono. Um minuto atrás [na tarde de quarta, 12] eu estava chorando, por que a Manuela estava chorando. Se eu conheço minha filha, ela está pensando 'continuo nisso aqui?', 'o que será que está acontecendo?', 'as pessoas têm a mesma leitura de jogo que eu?'".  Também acompanhando e, às vezes, chorando do lado de fora da casa está o namorado de Manu, Igor Rodrigues, 28. Mas para ele, o momento mais emocionante até agora foi o pedido de namoro que ela fez a ele, com um cartaz na mão, no primeiro dia de confinamento. Antes disso, ela pretendia deixá-lo no anonimato, após pouco mais de três meses de juntos.  "Foi surpreendente, nunca imaginei ser pedido em namoro em rede nacional, foi uma loucura, mas fiquei muito feliz, me emocionei bastante. O mínimo que eu tinha para fazer é dar uma resposta a altura. Eu tinha que pagar algum mico, fazer alguma coisa para essa resposta chegar a ela", afirmou o engenheiro.  O "sim" foi dito por meio de um cartaz que ele expôs aos participantes da Casa de Vidro, que confinou quatro competidores por uma semana em um shopping do Rio de Janeiro. "A informação conseguiu chegar e na hora certa", recorda ele, ao se referir ao momento de decepção e dúvida de Manu após a eliminação de Petrix.  "Ninguém entendeu o que aconteceu, porque eles não têm a leitura de lá, um monte de coisa eles não sabem, você fica completamente inseguro, você pensa 'será que tudo em que eu acredito é ao contrário do que esse país pensa?'", avalia o pai da artista. "Ultimamente, no país, o pensamento vigente é de truculência, violência, desrespeito. E a Manu é totalmente ao contrário, foi muito difícil assistir a isso."  ANTES E DEPOIS NO INSTAGRAM PIPOCA Felipe: 1.527 - 172 mil Flayslane: 86 mil - 750 mil Guilherme: 18 mil - 824 mil Gizelly: 20.079 - 773 mil Lucas: 1.934 - 194 mil Marcela: 26,5 mil - 3,3 mi Thelma: 1.132 - 519 mil Victor: 1.296 - 175 mil CAMAROTE Babu: 23 mil - 962 mil Bianca: 8,2 mi - 9,1 mi Gabriela: 1,1 mi - 2,6 mi Manuela: 4,4 mi - 7,6 mi Mariana: 3,2 mi - 4,7 mi Pyong: 2,3 mi - 5,3 mi Rafaela: 3 mi - 4,6 mi *Fonte: Gshow e Instagram (atualizado em 12.fev.2020) INDO PARA UM RETIRO ESPIRITUAL A entrada de famosos na "casa mais vigiada do Brasil", como afirma o slogan do BBB, mudou um pouco a forma como seus participantes se comunicam com o mundo exterior. Se antes o contato era zero, agora os competidores que foram convidados tiveram a oportunidade de deixar mensagens e brincar com os fãs.  Quem acompanha as redes sociais de Manu Gavassi tem acompanhado uma sequência de vídeos desde a estreia do programa, em que ela brinca com a ideia de que está na verdade em um retiro espiritual. Neles, ela já afirmou ter fobia social, brincou com clichês do programa e até lançou um clipe novo, da música "Áudio de Desculpas".  Apesar disso, o pai da artista diz que a decisão de entrar no programa não foi fácil: "Tudo teve que ser conversado, ela teve que entender como seria. Mas Manu tentou se preparar internamente: estar calma, ciente da decisão, ciente do que poderia vir e, principalmente, ciente de que não tem como manter um personagem lá."  E Manu, de fato, mostrou em alguns momentos estar bem preparada para o tal "retiro espiritual". Passada a cara de deslocada daquele primeiro dia no gramado, hoje ela pouco se abala com os jogos do programa e até alerta os colegas: "gente, isso é um jogo, tem roteiristas fazendo com que a gente se desestabilize, por que senão não tem trama."  Se o primeiro vídeo de Manu nas redes sociais após o confinamento questionava "Quem é Manu Gavassi?", hoje todo mundo já tem uma ideia. E ao contrário do que ela previa, seus fãs não a acham louca e seus colegas famosos provavelmente não excluíram seu telefone. Na verdade, fazem parte de uma legião de fãs.


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  • 13/56   Visual do Google Pixel 5XL vaza em primeira imagem; veja

    Cerca de oito meses antes do possível lançamento do Google Pixel 5XL, eis que temos a primeira imagem renderizada do que pode ser o visual da traseira. Uma das novidades é a inclusão de uma terceira câmera. Gostou do visual?

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  • 14/56   Google avalia acordos com veículos de comunicação por conteúdos, segundo fontes do setor

    O Google iniciou conversas em busca de acordos para pagar a veículos de comunicação por seu conteúdo, depois de ser acusado de obter benefícios de notícias protegidas por direitos autorais, segundo fontes próximas ao assunto.

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  • 15/56   Google anuncia cinco jogos para o Stadia; veja quais são

    Serviço de games por streaming do Google já tem alguns games anunciados para 2020. Os destaques são o remake de Panzer Dragoon e o puzzle Lost Words: Beyond the Page. Segundo a empresa, mais de 120 títulos devem chegar esse ano

    Serviço de games por streaming do Google já tem alguns games anunciados para 2020. Os destaques são o remake de Panzer Dragoon e o puzzle Lost Words: Beyond the Page. Segundo a empresa, mais de 120 títulos devem chegar esse ano


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  • 16/56   Como instalar Pokémon Home no Android e iOS

    O Pokémon Home foi lançado pela Nintendo como uma plataforma para sincronização e armazenamento dos personagens do jogo. Assim, o usuário conseguirá guardar customizações de seus monstrinhos favoritos e usá-los entre plataformas diferentes, como Android, iOS e no Switch

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  • 17/56   Como usar coordenadas no Google Maps

    Você sabia que é possível utilizar as coordenadas do Google Maps? O aplicativo permite que você insira, obtenha as coordenadas de um local e que você ainda compartilhe a sua localização através do link da web

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  • 18/56   Amazon pede e juiz bloqueia contrato entre Microsoft e o Pentágono

    Gigante do varejo acusa o Governo de parcialidade no negócio e pede revisão do acordo que prevê o fornecimento de serviços em computação na nuvem. A ordem, que é provisória, foi proferida por um juiz federal e tanto a empresa de Redmond quando o Governo contestam

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  • 19/56   Facebook vai apoiar tributo digital global, diz site

    BRUXELAS, BÉLGICA (FOLHAPRESS) - O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, vai dizer que aceita que sua empresa pague mais tributos fora dos Estados Unidos, segundo o site noticioso Politico. O veículo obteve partes do discurso que o executivo preparou para a Conferência de Defesa de Munique (Alemanha), neste sábado (15). No evento, que reúne governantes e presidentes de empresas internacionais, ele deve apoiar as discussões da OCDE (grupo de países ricos) para criar um novo regime tributário global. Vai também defender reformas na maneira como gigantes da internet, como Facebook, Google e Amazon, pagam seus impostos. "Aceitamos que [as reformas] devem nos levar a pagar mais tributos, em mais lugares, sob uma nova ótica", dirá o executivo segundo o texto obtido pelo Politico. Zuckerberg deve reconhecer que "a forma como empresas de tecnologia são taxadas na Europa provoca frustrações": "Nós também queremos uma reforma tributária, e estou satisfeito com os esforços da OCDE nessa direção." Segundo cálculos iniciais da OCDE, um tributo como esse poderia arrecadar cerca de US$ 100 bilhões (mais de R$ 400 bilhões) por ano.  A Comissão Europeia (braço executivo da União Europeia) estima que empresas que funcionam na UE paguem em média 23% do faturamento, contra de 8% a 9% recolhidos pelos gigantes de tecnologia. Na segunda (17), Zuckerberg deve se reunir em Bruxelas com as principais lideranças europeias envolvidas na regulação do setor: Margrethe Vestager, comissária de Operações Digitais e Competição, e Thierry Breton, comissário de Mercado Interno, para "discutir novas regras para a internet", segundo comunicado da empresa Também deve se encontrar com a titular da área de Justiça, Vera Jurova. Os movimentos de Zuckerberg se seguem a várias batalhas travadas pelos gigantes de tecnologia na Europa em relação ao pagamento de tributos, ao uso de dados e às regras de concorrência: TRIBUTOS Nos últimos meses, Áustria e França mudaram suas leis para aumentar a tributação dos gigantes de tecnologia (a França adiou a cobrança devido a ameaças americanas de retaliar na taxação dos produtos franceses que importa). O Reino Unido prevê ações semelhantes em abril, e Itália e Espanha também discutem propostas de reforma. No ano passado, o presidente francês, Emmanuel Macron, tentou convencer a União Europeia a adotar um tributo digital comum, mas enfrentou a oposição de membros como Irlanda, Países Baixos e Luxemburgo, que atraem investimento estrangeiro por cobrarem impostos mais baixos das empresas. O próprio Facebook enfrenta uma investigação nos EUA por transferir para a Irlanda operações que representam cerca de US$ 9 bilhões em lucros. Um dos entraves nas atuais negociações da OCDE é que os Estados Unidos, que integram o grupo, se opõem a uma legislação nesses moldes. O secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, declarou que qualquer regra digital global deve ser optativa. Se o projeto da OCDE não tiver sucesso até o final de 2020, a Comissão Europeia deve tentar mais uma vez aprovar uma legislação para o bloco. No Brasil, Google, Facebook e Microsoft, entre outros gigantes de tecnologia, entregaram na terça (11) ao Congresso documento apoiando a unificação de cinco tributos sobre o consumo, como previsto na reforma tributária da Câmara, como informou o Painel, da Folha de S.Paulo.  As multinacionais defendem que é preciso simplificar o pagamento de tributos no Brasil. DADOS E COMPETIÇÃO Versager e Breton se preparam para propor na quarta (19) a criação de um mercado comum europeu de dados, segundo rascunho de documento obtido pela agência Reuters. A proposta quer fortalecer as empresas europeias na concorrência com gigantes americanos e chineses. Os ganhos desse setor vêm sobretudo da venda de propaganda online e da comercialização de dados de seus usuários a outras empresas. Tanto Google como Facebook são alvo de investigações antitruste na União Europeia, sob acusação de favorecerem seus próprios serviços na veiculação de anúncios. Nesta quarta (12), o Google recorreu de multa antitruste de EUR 2,4 bilhões (R$ 11,3 bilhões), por favorecer seu próprio serviço de comparação de preços contra o de rivais menores da Europa. O Facebook é investigado por usar o acesso aos dados de seus usuários para sufocar a concorrência, recompensando parceiros e eliminando adversários, segundo denúncias de empresas rivais e políticos europeus. Em 2018, Zuckerberg prestou depoimento ao Parlamento Europeu sobre o uso indevido de dados de 2,7 milhões de usuários pela consultoria Cambridge Analytica. A Comissão Europeia também deve propor nesta quarta regras para o uso de inteligência artificial.

    BRUXELAS, BÉLGICA (FOLHAPRESS) - O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, vai dizer que aceita que sua empresa pague mais tributos fora dos Estados Unidos, segundo o site noticioso Politico. O veículo obteve partes do discurso que o executivo preparou para a Conferência de Defesa de Munique (Alemanha), neste sábado (15). No evento, que reúne governantes e presidentes de empresas internacionais, ele deve apoiar as discussões da OCDE (grupo de países ricos) para criar um novo regime tributário global. Vai também defender reformas na maneira como gigantes da internet, como Facebook, Google e Amazon, pagam seus impostos. "Aceitamos que [as reformas] devem nos levar a pagar mais tributos, em mais lugares, sob uma nova ótica", dirá o executivo segundo o texto obtido pelo Politico. Zuckerberg deve reconhecer que "a forma como empresas de tecnologia são taxadas na Europa provoca frustrações": "Nós também queremos uma reforma tributária, e estou satisfeito com os esforços da OCDE nessa direção." Segundo cálculos iniciais da OCDE, um tributo como esse poderia arrecadar cerca de US$ 100 bilhões (mais de R$ 400 bilhões) por ano.  A Comissão Europeia (braço executivo da União Europeia) estima que empresas que funcionam na UE paguem em média 23% do faturamento, contra de 8% a 9% recolhidos pelos gigantes de tecnologia. Na segunda (17), Zuckerberg deve se reunir em Bruxelas com as principais lideranças europeias envolvidas na regulação do setor: Margrethe Vestager, comissária de Operações Digitais e Competição, e Thierry Breton, comissário de Mercado Interno, para "discutir novas regras para a internet", segundo comunicado da empresa Também deve se encontrar com a titular da área de Justiça, Vera Jurova. Os movimentos de Zuckerberg se seguem a várias batalhas travadas pelos gigantes de tecnologia na Europa em relação ao pagamento de tributos, ao uso de dados e às regras de concorrência: TRIBUTOS Nos últimos meses, Áustria e França mudaram suas leis para aumentar a tributação dos gigantes de tecnologia (a França adiou a cobrança devido a ameaças americanas de retaliar na taxação dos produtos franceses que importa). O Reino Unido prevê ações semelhantes em abril, e Itália e Espanha também discutem propostas de reforma. No ano passado, o presidente francês, Emmanuel Macron, tentou convencer a União Europeia a adotar um tributo digital comum, mas enfrentou a oposição de membros como Irlanda, Países Baixos e Luxemburgo, que atraem investimento estrangeiro por cobrarem impostos mais baixos das empresas. O próprio Facebook enfrenta uma investigação nos EUA por transferir para a Irlanda operações que representam cerca de US$ 9 bilhões em lucros. Um dos entraves nas atuais negociações da OCDE é que os Estados Unidos, que integram o grupo, se opõem a uma legislação nesses moldes. O secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, declarou que qualquer regra digital global deve ser optativa. Se o projeto da OCDE não tiver sucesso até o final de 2020, a Comissão Europeia deve tentar mais uma vez aprovar uma legislação para o bloco. No Brasil, Google, Facebook e Microsoft, entre outros gigantes de tecnologia, entregaram na terça (11) ao Congresso documento apoiando a unificação de cinco tributos sobre o consumo, como previsto na reforma tributária da Câmara, como informou o Painel, da Folha de S.Paulo.  As multinacionais defendem que é preciso simplificar o pagamento de tributos no Brasil. DADOS E COMPETIÇÃO Versager e Breton se preparam para propor na quarta (19) a criação de um mercado comum europeu de dados, segundo rascunho de documento obtido pela agência Reuters. A proposta quer fortalecer as empresas europeias na concorrência com gigantes americanos e chineses. Os ganhos desse setor vêm sobretudo da venda de propaganda online e da comercialização de dados de seus usuários a outras empresas. Tanto Google como Facebook são alvo de investigações antitruste na União Europeia, sob acusação de favorecerem seus próprios serviços na veiculação de anúncios. Nesta quarta (12), o Google recorreu de multa antitruste de EUR 2,4 bilhões (R$ 11,3 bilhões), por favorecer seu próprio serviço de comparação de preços contra o de rivais menores da Europa. O Facebook é investigado por usar o acesso aos dados de seus usuários para sufocar a concorrência, recompensando parceiros e eliminando adversários, segundo denúncias de empresas rivais e políticos europeus. Em 2018, Zuckerberg prestou depoimento ao Parlamento Europeu sobre o uso indevido de dados de 2,7 milhões de usuários pela consultoria Cambridge Analytica. A Comissão Europeia também deve propor nesta quarta regras para o uso de inteligência artificial.


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  • 20/56   Google lança GameSnacks, plataforma de jogos para celulares mais modestos

    O Google lançou nesta quinta-feira (13) a plataforma GameSnacks. Ela oferece uma série de jogos em HTML 5 para celulares com recursos mais modestos, como redes 2/3G e até 1GB de memória RAM. Eles podem ser jogados em tablets Android, iPads e navegadores também

    O Google lançou nesta quinta-feira (13) a plataforma GameSnacks. Ela oferece uma série de jogos em HTML 5 para celulares com recursos mais modestos, como redes 2/3G e até 1GB de memória RAM. Eles podem ser jogados em tablets Android, iPads e navegadores também


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  • 21/56   MIUI 11 | Agora você será avisado sobre o uso abusivo de permissões nos apps

    O Android 10 trouxe um recurso muito bem-vindo que pergunta quais permissões você quer dar aos aplicativos, como localização. Mas a Xiaomi está testando uma maneira de otimizar esse registro, que é deixar o usuário saber quando as permissões estão sendo usadas.

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  • 22/56   Google lança teste para você aprender a detectar e-mails falsos. Faça agora

    O Google lançou um teste para que você aprenda a reconhecer o "pishing", um tipo de golpe que envia e-mails falsos às vítimas ou as direciona para links falsos, fazendo com que elas revelem informações pessoais. O teste é bastante simples e é muito útil

    O Google lançou um teste para que você aprenda a reconhecer o "pishing", um tipo de golpe que envia e-mails falsos às vítimas ou as direciona para links falsos, fazendo com que elas revelem informações pessoais. O teste é bastante simples e é muito útil


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  • 23/56   Amazon barra na Justiça contrato de US$ 10 bi do Pentágono com Microsoft

    Uma juíza federal bloqueou temporariamente, nesta quinta-feira (13), um contrato do Departamento de Defesa americano de US$ 10 bilhões com a Microsoft, após a Amazon apresentar uma queixa por suposta interferência política no processo.

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  • 24/56   Microsoft começa fase de testes do Project xCloud no iOS

    Inscrições para ingressarem ao programa acabaram em questão de minutos após a divulgação por parte da empresa, que já oferece o serviço — também em testes — para o Android; as 10 mil vagas preenchidas poderão jogar apenas Halo: The Master Chief Collection em seus iPhone

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  • 25/56   Novo malware para Android consegue sobreviver até mesmo ao reset de fábrica

    Vírus do tipo trojan corrompe o aplicativo da Google Play Store e se reinstala sozinho no smartphone mesmo depois de ele ser formatado e resetado para as configurações de fábrica, e ninguém sabe explicar ainda como isso é possível

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  • 26/56   Os melhores apps Android da semana (13/2/2020)

    O Canaltech traz para você uma nova lista de aplicações recomendadas para o sistema operacional do Google, desta vez destacando um jogo de uma das mais icônicas séries japonesas a ter sucesso no Ocidente, e um app que lhe permite contratar serviços domésticos

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  • 27/56   Ao menos 40 americanos estão infectados com novo coronavírus em cruzeiro no Japão
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Ao menos 40 americanos a bordo do cruzeiro Diamond Princess, em quarentena no Japão, estão infectados com o novo coronavírus, anunciou neste domingo uma autoridade da saúde dos Estados Unidos.

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  • 28/56   'Me disseram que eu era feio demais para ser gay'
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Discriminação, redes sociais e aplicativos de paquera fazem cada vez mais gays recorrerem a medidas como cirurgia plástica ou até uso de esteroides anabolizantes sem acompanhamento médico procurando atender a padrões de beleza.

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  • 29/56   Autismo: as descobertas recentes que ajudam a derrubar mitos sobre o transtorno
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Professor de Harvard lista avanços no entendimento do Transtorno do Espectro Autista (TEA) — e explica também onde a ciência ainda tem dificuldade em avançar

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  • 30/56   Países e territórios afetados pelo novo coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Esta é a lista dos países e territórios que notificaram casos de contágio e falecimentos provocados pelo novo coronavírus, que surgiu em dezembro na cidade chinesa Wuhan e que deixou mais de 1.600 mortos e mais de 66.000 infectados na China.

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  • 31/56   Novo coronavírus faz primeira vítima fatal fora da Ásia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O novo coronavírus fez, neste sábado (15), uma vítima fatal na França, a primeira fora da Ásia, enquanto o número de mortes causadas pela epidemia de COVID-19 ultrapassa 1.600 na China.

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  • 32/56   Coronavírus: por que não houve casos confirmados na América Latina?
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Região é uma das duas áreas do planeta onde não houve casos confirmados de covid-19; vírus já matou mais de 1,1 mil e infectou 60 mil ao redor do mundo.

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  • 33/56   Mais 139 mortos por coronavírus na província chinesa de Hubei
    SCIENCE TOPIC NEWS

    As autoridades de saúde chinesas registraram 139 novas mortes na província de Hubei neste sábado (noite de sexta-feira no Brasil) por causa da epidemia COVID-19, fazendo com que o número total de vítimas fatais ultrapasse 1.500.

    As autoridades de saúde chinesas registraram 139 novas mortes na província de Hubei neste sábado (noite de sexta-feira no Brasil) por causa da epidemia COVID-19, fazendo com que o número total de vítimas fatais ultrapasse 1.500.


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  • 34/56   'Descobri um mês depois do parto que minhas gêmeas têm síndrome de Down'
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Casal teve de fazer exames logo após o nascimento das filhas para descobrir que elas têm a síndrome; caso é considerado raro.

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  • 35/56   As pessoas podem ficar eufóricas no momento da morte?
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O momento da morte parece trazer uma expressão de alívio ao falecido. Mas o acontece de fato em nossas mentes em nosso momento final? O pesquisador Seamus Coyle, da Universidade de Liverpool, abordou o tema em um texto à BBC.

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  • 36/56   'Descobri que a minha gravidez era um câncer'
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Hiromi Miyata fez exames que apontaram que ela estaria grávida. Mas logo após suposto aborto, ela descobriu que nunca houve gravidez, pois era um câncer na placenta.

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  • 37/56   Carrefour adquire 30 lojas da rede Makro por R$ 1,95 bi
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Grupo Carrefour Brasil anunciou a aquisição de até 30 lojas da rede atacadista Makro pelo valor de R$ 1,95 bilhão. A compra faz parte de estratégia para acelerar a expansão do Atacadão, que hoje possui 187 lojas. Serão sete novas lojas no Rio de Janeiro e mais oito na região Nordeste, que terão suas bandeiras convertidas num período de 12 meses após o fechamento da transação. Dos 30 pontos comerciais, 14 possuem postos de gasolina, 22 são propriedade integral e oito são alugados. As lojas da rede Makro adquiridas estão distribuídas em 17 estados brasileiros e apresentaram vendas brutas de cerca de R$ 2,8 bilhões no ano passado. A conclusão da transação está condicionada ao cumprimento de determinadas condições, incluindo o acordo dos proprietários das oito lojas alugadas, e a aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). O fechamento da operação é esperado para o final de 2020. “Essa transação é um acelerador de crescimento para o Carrefour no Brasil. O Atacadão vai fortalecer sua presença geográfica e consolidar ainda mais sua presença nacional”, disse, em nota, Noël Prioux, presidente-executivo do Grupo Carrefour Brasil. Também em nota, o Makro afirmou que a venda das lojas está inserida em sua estratégia de buscar maior eficiência e rentabilidade. Com a concretização do negócio, a rede passa a ter 38 unidades, sendo que a empresa tem planos de se desfazer de 14 delas. Os negócios da empresa ficarão concentrados no estado de São Paulo, onde estão 24 lojas. A companhia afirma que irá investir na reforma e expansão de suas lojas e na construção de um novo centro de distribuição de perecíveis. Também prevê acelerar a integração entre canais online e offline.?Pertencente à holding holandesa SHV, o Makro tem 15 mil funcionários e 167 lojas na Argentina, no Brasil, na Colômbia, no Peru e na Venezuela. No ano passado, faturou € 3,0 bilhões (R$ 14 bilhões). Líder no atacarejo brasileiro, o Atacadão registrou vendas brutas de R$ 42 bilhões no ano passado. Em 2019, o Grupo Carrefour Brasil havia faturado R$ 62 bilhões em vendas brutas. São mais de 690 pontos de venda. O Brasil é o segundo maior mercado do Carrefour, atrás de seu país-sede, a França. Com 12 mil lojas em mais de 30 países, a rede teve receita de € 80,6 bilhões (R$ 377 bilhões) em 2019. ?

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Grupo Carrefour Brasil anunciou a aquisição de até 30 lojas da rede atacadista Makro pelo valor de R$ 1,95 bilhão. A compra faz parte de estratégia para acelerar a expansão do Atacadão, que hoje possui 187 lojas. Serão sete novas lojas no Rio de Janeiro e mais oito na região Nordeste, que terão suas bandeiras convertidas num período de 12 meses após o fechamento da transação. Dos 30 pontos comerciais, 14 possuem postos de gasolina, 22 são propriedade integral e oito são alugados. As lojas da rede Makro adquiridas estão distribuídas em 17 estados brasileiros e apresentaram vendas brutas de cerca de R$ 2,8 bilhões no ano passado. A conclusão da transação está condicionada ao cumprimento de determinadas condições, incluindo o acordo dos proprietários das oito lojas alugadas, e a aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). O fechamento da operação é esperado para o final de 2020. “Essa transação é um acelerador de crescimento para o Carrefour no Brasil. O Atacadão vai fortalecer sua presença geográfica e consolidar ainda mais sua presença nacional”, disse, em nota, Noël Prioux, presidente-executivo do Grupo Carrefour Brasil. Também em nota, o Makro afirmou que a venda das lojas está inserida em sua estratégia de buscar maior eficiência e rentabilidade. Com a concretização do negócio, a rede passa a ter 38 unidades, sendo que a empresa tem planos de se desfazer de 14 delas. Os negócios da empresa ficarão concentrados no estado de São Paulo, onde estão 24 lojas. A companhia afirma que irá investir na reforma e expansão de suas lojas e na construção de um novo centro de distribuição de perecíveis. Também prevê acelerar a integração entre canais online e offline.?Pertencente à holding holandesa SHV, o Makro tem 15 mil funcionários e 167 lojas na Argentina, no Brasil, na Colômbia, no Peru e na Venezuela. No ano passado, faturou € 3,0 bilhões (R$ 14 bilhões). Líder no atacarejo brasileiro, o Atacadão registrou vendas brutas de R$ 42 bilhões no ano passado. Em 2019, o Grupo Carrefour Brasil havia faturado R$ 62 bilhões em vendas brutas. São mais de 690 pontos de venda. O Brasil é o segundo maior mercado do Carrefour, atrás de seu país-sede, a França. Com 12 mil lojas em mais de 30 países, a rede teve receita de € 80,6 bilhões (R$ 377 bilhões) em 2019. ?


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  • 38/56   Bolsonaro dribla convicções e usa tom eleitoral para afastar pressão após morte de miliciano
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    RIO DE JANEIRO, RJ, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - ?"Quem é responsável pela morte do capitão Adriano? A PM da Bahia, do PT. Precisa falar mais alguma coisa?" As primeiras palavras de Jair Bolsonaro (sem partido) sobre a morte do ex-capitão da PM Adriano da Nóbrega, em entrevista à imprensa neste sábado (15), deram o tom da estratégia que o presidente lançaria mão para proteger a si próprio e a sua família em torno da proximidade com o miliciano. ?Adriano foi morto no último domingo (9) no município de Esplanada (BA), ao ser alvo de operação que envolveu as polícias baiana e fluminense. Investigações apontam que ele atuava em diferentes atividades ilegais: milícia, jogo do bicho, máquinas caça-níqueis e homicídios profissionais. O presidente se manteve em silêncio sobre o tema por quase uma semana. Ele e o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), seu filho, só se pronunciaram sobre o caso quando apareceram evidências de que pode ter havido “queima de arquivo” ou uma eventual acerto de contas de milícias. As investigações que envolvem seu primogênito são a principal causa de preocupação do presidente. A aliados ele disse temer os desdobramentos das investigações e até a prisão do filho. Desde a morte de Adriano, Bolsonaro tem evitado conceder entrevistas. Ele interrompeu a rotina de conversas diárias com jornalistas na porta do Palácio da Alvorada entre segunda e quinta-feira. Só voltou a falar na sexta (14), mas apenas no sábado entrou no assunto da morte do ex-PM. Durante sua live semanal, na quinta (13), o presidente fez uma “vacina” ao falar lateralmente do caso. Usou um embate entre o ministro Sergio Moro (Justiça) na Câmara com deputados para dizer, em ambiente sem que pudesse ser confrontado, que o PSOL apoiava milícias. As circunstâncias da morte do ex-capitão ainda não foram esclarecidas. Segundo a versão oficial da polícia baiana, subordinada ao governador Rui Costa (PT), Adriano foi morto após reagir com tiros à abordagem. Não tardou, no entanto, para que a hipótese de "queima de arquivo" fosse aventada. O miliciano estava sozinho em um terreno cercado. Moradores disseram à Folha de S.Paulo que a ação foi rápida, com barulho de tiros por pouco tempo. Com as redes sociais em polvorosa, militantes de oposição logo sugeriram que Adriano teria sido morto para que não pudesse esclarecer a suposta profundidade das relações da família Bolsonaro com a milícia e seus atos criminosos. Homenageado duas vezes na Assembleia Legislativa do Rio pelo hoje senador Flávio Bolsonaro (sem partido), Adriano é citado na investigação que apura a prática de "rachadinha" (esquema de devolução de salários) no gabinete do então deputado estadual. O miliciano teve duas parentes nomeadas por Flávio. Na primeira vez em que falou sobre o assunto, Jair Bolsonaro abriu duas frentes para se defender: driblou antigas convicções para colocar em xeque a gravidade da atuação criminosa do miliciano e adotou um tom eleitoral ao responsabilizar o PT pela morte de Adriano. Neste sábado, Bolsonaro despontou como um defensor dos direitos humanos ao criticar a polícia da Bahia por não ter preservado a vida do ex-capitão durante a operação. Normalmente, o presidente é um forte apoiador das polícias, mesmo quando suas ações resultam em mortes. Ele é crítico de defensores de direitos humanos, aos quais geralmente se refere com deboche. Em outubro do ano passado, por exemplo, durante solenidade no Palácio do Planalto para lançamento de campanha do pacote anticrime, o presidente defendeu policiais que acumulam autos de resistência. "Muitas vezes a gente vê que um policial militar ser alçado para uma função e vem a imprensa dizer que ele tem 20 autos de resistência. Tinha que ter 50! É sinal que ele trabalha, que ele faz sua parte e que ele não morreu", afirmou. Em 2003, Bolsonaro chegou a usar os microfones da Câmara para parabenizar e defender a ação de grupos de extermínio no país. “Enquanto o Estado não tiver coragem de adotar a pena de morte, esses grupos de extermínio, no meu entender, são muito bem-vindos", disse. Neste sábado, Bolsonaro também ensaiou uma defesa da presunção de inocência, não replicada no passado diante de condenações de adversários. "Não tem nenhuma sentença transitada em julgado condenando capitão Adriano por nada, sem querer defendê-lo", afirmou. Quando o ex-presidente Lula foi solto, em novembro do ano passado, Bolsonaro disse que o petista estava momentaneamente livre, mas carregado de culpa, e o chamou de criminoso. Assim como o capitão Adriano, Lula não tem sentença transitada em julgado. Em nota divulgada na noite de sábado, Bolsonaro se refere ao petista como um bandido condenado em segunda instância, ao mesmo tempo em que repete que nenhuma sentença condenatória transitou em julgado em desfavor de Adriano. Além de modular suas convicções, Bolsonaro adotou um conhecido tom eleitoral e foi para o ataque contra os adversários, em especial o PT. Em entrevista à imprensa, não só responsabilizou o PT pela morte de Adriano, como também encaixou crítica ao PSOL, repetindo o tom da live. Após negar ter relações com a milícia, Bolsonaro acusou um líder do partido socialista, sem citar nomes, de ser amigo de traficantes e bandidos. Para se defender, o presidente também usou discurso com estilo de campanha: "Estão o tempo todo inventando mentiras contra mim. Não vão conseguir. A nossa luta contra a corrupção continuará sendo forte, fazendo o possível pelo Brasil melhor". O mesmo fez seu filho Flávio, ao falar que o questionamento sobre a relação da família com as milícias é o último recurso para criticar o governo. "Como não tem o que falar do governo que está dando certo, que está gerando emprego, inaugurando obras, beneficiando o estado do RJ..." Na nota divulgada no sábado, Bolsonaro rebateu crítica do governador da Bahia, Rui Costa (PT). Mais cedo, o petista havia dito que seu governo "luta contra e não vai tolerar nunca milícias nem bandidagem" e que "não mantém laços de amizade nem presta homenagens a bandidos nem procurados pela Justiça". No texto, o presidente diz que o caso de Adriano é semelhante "à queima de arquivo do ex-prefeito Celso Daniel, onde seu partido, o PT, nunca se preocupou em elucidá-lo, muito pelo contrário". O caso do ex-prefeito de Santo André é lembrado por Bolsonaro todas as vezes que ele é cobrado pela relação dos seus familiares com a milícia. Trata-se de uma velha fórmula eleitoral: apontar erros e incoerências de seus adversários em vez de prestar explicações. Bolsonaro finaliza a nota afirmando que os brasileiros querem os nomes dos mandantes das mortes de Celso Daniel, da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do ex-capitão Adriano e da tentativa de homicídio contra o próprio presidente. O texto foi elaborado com a ajuda do secretário especial de Comunicação Social da Presidência, Fabio Wajngarten. Os dois redigiram a nota de dentro do carro presidencial, na porta do Alvorada na noite de sábado (15). Na sequência, ele entrou em casa sem falar com repórteres. Ao lembrar da facada, um dos fatos que consolidaram sua vitória na corrida presidencial, Bolsonaro tenta se fortalecer no momento em que volta a ser pressionado pelo suposto envolvimento com as milícias do Rio de Janeiro. Em nota neste domingo (16), o PT afirmou que "Bolsonaro volta a mentir e fazer acusações falsas ao PT e ao governador Rui Costa, para desviar a atenção sobre a morte do miliciano Adriano, testemunha das ligações da família Bolsonaro com o mundo do crime, das milícias e dos desvios de dinheiro no gabinete do filho Flávio". LAÇOS "Vocês querem me associar a alguém por uma fotografia, uma moção há 15 anos atrás. As pessoas mudam, para o bem ou para o mal mudam", disse Bolsonaro à imprensa neste sábado. O ex-capitão Adriano da Nóbrega foi homenageado por Flávio Bolsonaro em 2003, com uma moção de louvor, e em 2005, com a Medalha Tiradentes, mais alta honraria da Assembleia Legislativa do Rio. Jair disse que ele próprio determinou que o filho condecorasse o ex-policial, que "era um herói". Em 2005, Adriano estava preso preventivamente pelo assassinato de um guardador de carros. Naquele ano, ele chegou a ser defendido por Jair Bolsonaro, então deputado federal, em discurso na Câmara dos Deputados, por ocasião da condenação por homicídio. O ex-capitão seria absolvido depois em novo julgamento. Neste sábado, Flávio seguiu a mesma linha de argumentação, repetindo que sua homenagem a Adriano havia ocorrido há mais de 15 anos. "Como posso adivinhar o que [Adriano] faz de certo ou errado hoje?", questionou. Pai e filho, ao longo da entrevista à imprensa, buscaram reduzir as relações com o ex-capitão às homenagens (prestadas também a centenas de outros policiais, como lembrado por eles), e sustentando que elas haviam sido realizadas há muito tempo. O envolvimento com Adriano, no entanto, é mais profundo. A Folha tentou questioná-los por duas vezes sobre as contratações, no gabinete de Flávio na Assembleia, da mulher do ex-capitão, Danielle Mendonça da Nóbrega, e da mãe, Raimunda Veras Magalhães. Na primeira tentativa, Jair Bolsonaro encerrou a conversa, e o filho assumiu o microfone. Na segunda, o presidente disse para a repórter ficar quieta. Danielle foi contratada em 2007, enquanto Raimunda entrou no gabinete apenas em 2016. Nesta época, Adriano já tinha sido condenado por homicídio por um júri posteriormente anulado, acusado pelo atentado a um bicheiro e expulso da PM porque atuava na segurança de outro. Ambas foram exoneradas somente em novembro de 2018, em meio às investigações do Ministério Público a respeito da possível prática de lavagem de dinheiro e "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro. Em dezembro, foi revelado relatório do Coaf que citava movimentações financeiras atípicas do ex-assessor Fabrício Queiroz. Os laços com Adriano podem ir além das contratações. Segundo o MP-RJ, contas do ex-capitão foram usadas para transferir dinheiro a Queiroz, suspeito de comandar o esquema de devolução de salários. De acordo com a investigação, tanto Danielle quanto Raimunda fizeram transferências para o ex-assessor. A mulher de Adriano teria devolvido, pelo menos, R$ 150 mil. Nota da defesa de Flávio, divulgada em janeiro, informava que Raimunda havia sido contratada no gabinete por indicação de Queiroz. Adriano e Fabrício Queiroz trabalharam juntos no 18º Batalhão da PM. PERGUNTAS SEM RESPOSTA \- Por que Adriano estava escondido na Bahia? \- Por que Leandro Guimarães deu abrigo a Adriano em sua fazenda? Por que Adriano deixou a fazenda de Leandro para se esconder no sítio de Gilsinho? \- Ele ficou sabendo que a polícia planejava uma operação? Se sim, como? \- A casa onde Adriano foi morto tinha um colchonete, alguns móveis e alimentos, sinais de que pode ter sido preparada para receber alguém. Alguém ajudou Adriano a se esconder? \- Se Adriano estava em um terreno cercado e com chances mínimas de fuga, por que a polícia, em vez de invadir a casa, não fez um cerco, reduzindo as chances de confronto e morte? \- Se a Secretaria de Segurança Pública da Bahia vai investigar as circunstâncias da morte, por que o local onde Adriano foi morto não foi protegido ou isolado, evitando contaminação?

    RIO DE JANEIRO, RJ, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - ?"Quem é responsável pela morte do capitão Adriano? A PM da Bahia, do PT. Precisa falar mais alguma coisa?" As primeiras palavras de Jair Bolsonaro (sem partido) sobre a morte do ex-capitão da PM Adriano da Nóbrega, em entrevista à imprensa neste sábado (15), deram o tom da estratégia que o presidente lançaria mão para proteger a si próprio e a sua família em torno da proximidade com o miliciano. ?Adriano foi morto no último domingo (9) no município de Esplanada (BA), ao ser alvo de operação que envolveu as polícias baiana e fluminense. Investigações apontam que ele atuava em diferentes atividades ilegais: milícia, jogo do bicho, máquinas caça-níqueis e homicídios profissionais. O presidente se manteve em silêncio sobre o tema por quase uma semana. Ele e o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), seu filho, só se pronunciaram sobre o caso quando apareceram evidências de que pode ter havido “queima de arquivo” ou uma eventual acerto de contas de milícias. As investigações que envolvem seu primogênito são a principal causa de preocupação do presidente. A aliados ele disse temer os desdobramentos das investigações e até a prisão do filho. Desde a morte de Adriano, Bolsonaro tem evitado conceder entrevistas. Ele interrompeu a rotina de conversas diárias com jornalistas na porta do Palácio da Alvorada entre segunda e quinta-feira. Só voltou a falar na sexta (14), mas apenas no sábado entrou no assunto da morte do ex-PM. Durante sua live semanal, na quinta (13), o presidente fez uma “vacina” ao falar lateralmente do caso. Usou um embate entre o ministro Sergio Moro (Justiça) na Câmara com deputados para dizer, em ambiente sem que pudesse ser confrontado, que o PSOL apoiava milícias. As circunstâncias da morte do ex-capitão ainda não foram esclarecidas. Segundo a versão oficial da polícia baiana, subordinada ao governador Rui Costa (PT), Adriano foi morto após reagir com tiros à abordagem. Não tardou, no entanto, para que a hipótese de "queima de arquivo" fosse aventada. O miliciano estava sozinho em um terreno cercado. Moradores disseram à Folha de S.Paulo que a ação foi rápida, com barulho de tiros por pouco tempo. Com as redes sociais em polvorosa, militantes de oposição logo sugeriram que Adriano teria sido morto para que não pudesse esclarecer a suposta profundidade das relações da família Bolsonaro com a milícia e seus atos criminosos. Homenageado duas vezes na Assembleia Legislativa do Rio pelo hoje senador Flávio Bolsonaro (sem partido), Adriano é citado na investigação que apura a prática de "rachadinha" (esquema de devolução de salários) no gabinete do então deputado estadual. O miliciano teve duas parentes nomeadas por Flávio. Na primeira vez em que falou sobre o assunto, Jair Bolsonaro abriu duas frentes para se defender: driblou antigas convicções para colocar em xeque a gravidade da atuação criminosa do miliciano e adotou um tom eleitoral ao responsabilizar o PT pela morte de Adriano. Neste sábado, Bolsonaro despontou como um defensor dos direitos humanos ao criticar a polícia da Bahia por não ter preservado a vida do ex-capitão durante a operação. Normalmente, o presidente é um forte apoiador das polícias, mesmo quando suas ações resultam em mortes. Ele é crítico de defensores de direitos humanos, aos quais geralmente se refere com deboche. Em outubro do ano passado, por exemplo, durante solenidade no Palácio do Planalto para lançamento de campanha do pacote anticrime, o presidente defendeu policiais que acumulam autos de resistência. "Muitas vezes a gente vê que um policial militar ser alçado para uma função e vem a imprensa dizer que ele tem 20 autos de resistência. Tinha que ter 50! É sinal que ele trabalha, que ele faz sua parte e que ele não morreu", afirmou. Em 2003, Bolsonaro chegou a usar os microfones da Câmara para parabenizar e defender a ação de grupos de extermínio no país. “Enquanto o Estado não tiver coragem de adotar a pena de morte, esses grupos de extermínio, no meu entender, são muito bem-vindos", disse. Neste sábado, Bolsonaro também ensaiou uma defesa da presunção de inocência, não replicada no passado diante de condenações de adversários. "Não tem nenhuma sentença transitada em julgado condenando capitão Adriano por nada, sem querer defendê-lo", afirmou. Quando o ex-presidente Lula foi solto, em novembro do ano passado, Bolsonaro disse que o petista estava momentaneamente livre, mas carregado de culpa, e o chamou de criminoso. Assim como o capitão Adriano, Lula não tem sentença transitada em julgado. Em nota divulgada na noite de sábado, Bolsonaro se refere ao petista como um bandido condenado em segunda instância, ao mesmo tempo em que repete que nenhuma sentença condenatória transitou em julgado em desfavor de Adriano. Além de modular suas convicções, Bolsonaro adotou um conhecido tom eleitoral e foi para o ataque contra os adversários, em especial o PT. Em entrevista à imprensa, não só responsabilizou o PT pela morte de Adriano, como também encaixou crítica ao PSOL, repetindo o tom da live. Após negar ter relações com a milícia, Bolsonaro acusou um líder do partido socialista, sem citar nomes, de ser amigo de traficantes e bandidos. Para se defender, o presidente também usou discurso com estilo de campanha: "Estão o tempo todo inventando mentiras contra mim. Não vão conseguir. A nossa luta contra a corrupção continuará sendo forte, fazendo o possível pelo Brasil melhor". O mesmo fez seu filho Flávio, ao falar que o questionamento sobre a relação da família com as milícias é o último recurso para criticar o governo. "Como não tem o que falar do governo que está dando certo, que está gerando emprego, inaugurando obras, beneficiando o estado do RJ..." Na nota divulgada no sábado, Bolsonaro rebateu crítica do governador da Bahia, Rui Costa (PT). Mais cedo, o petista havia dito que seu governo "luta contra e não vai tolerar nunca milícias nem bandidagem" e que "não mantém laços de amizade nem presta homenagens a bandidos nem procurados pela Justiça". No texto, o presidente diz que o caso de Adriano é semelhante "à queima de arquivo do ex-prefeito Celso Daniel, onde seu partido, o PT, nunca se preocupou em elucidá-lo, muito pelo contrário". O caso do ex-prefeito de Santo André é lembrado por Bolsonaro todas as vezes que ele é cobrado pela relação dos seus familiares com a milícia. Trata-se de uma velha fórmula eleitoral: apontar erros e incoerências de seus adversários em vez de prestar explicações. Bolsonaro finaliza a nota afirmando que os brasileiros querem os nomes dos mandantes das mortes de Celso Daniel, da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do ex-capitão Adriano e da tentativa de homicídio contra o próprio presidente. O texto foi elaborado com a ajuda do secretário especial de Comunicação Social da Presidência, Fabio Wajngarten. Os dois redigiram a nota de dentro do carro presidencial, na porta do Alvorada na noite de sábado (15). Na sequência, ele entrou em casa sem falar com repórteres. Ao lembrar da facada, um dos fatos que consolidaram sua vitória na corrida presidencial, Bolsonaro tenta se fortalecer no momento em que volta a ser pressionado pelo suposto envolvimento com as milícias do Rio de Janeiro. Em nota neste domingo (16), o PT afirmou que "Bolsonaro volta a mentir e fazer acusações falsas ao PT e ao governador Rui Costa, para desviar a atenção sobre a morte do miliciano Adriano, testemunha das ligações da família Bolsonaro com o mundo do crime, das milícias e dos desvios de dinheiro no gabinete do filho Flávio". LAÇOS "Vocês querem me associar a alguém por uma fotografia, uma moção há 15 anos atrás. As pessoas mudam, para o bem ou para o mal mudam", disse Bolsonaro à imprensa neste sábado. O ex-capitão Adriano da Nóbrega foi homenageado por Flávio Bolsonaro em 2003, com uma moção de louvor, e em 2005, com a Medalha Tiradentes, mais alta honraria da Assembleia Legislativa do Rio. Jair disse que ele próprio determinou que o filho condecorasse o ex-policial, que "era um herói". Em 2005, Adriano estava preso preventivamente pelo assassinato de um guardador de carros. Naquele ano, ele chegou a ser defendido por Jair Bolsonaro, então deputado federal, em discurso na Câmara dos Deputados, por ocasião da condenação por homicídio. O ex-capitão seria absolvido depois em novo julgamento. Neste sábado, Flávio seguiu a mesma linha de argumentação, repetindo que sua homenagem a Adriano havia ocorrido há mais de 15 anos. "Como posso adivinhar o que [Adriano] faz de certo ou errado hoje?", questionou. Pai e filho, ao longo da entrevista à imprensa, buscaram reduzir as relações com o ex-capitão às homenagens (prestadas também a centenas de outros policiais, como lembrado por eles), e sustentando que elas haviam sido realizadas há muito tempo. O envolvimento com Adriano, no entanto, é mais profundo. A Folha tentou questioná-los por duas vezes sobre as contratações, no gabinete de Flávio na Assembleia, da mulher do ex-capitão, Danielle Mendonça da Nóbrega, e da mãe, Raimunda Veras Magalhães. Na primeira tentativa, Jair Bolsonaro encerrou a conversa, e o filho assumiu o microfone. Na segunda, o presidente disse para a repórter ficar quieta. Danielle foi contratada em 2007, enquanto Raimunda entrou no gabinete apenas em 2016. Nesta época, Adriano já tinha sido condenado por homicídio por um júri posteriormente anulado, acusado pelo atentado a um bicheiro e expulso da PM porque atuava na segurança de outro. Ambas foram exoneradas somente em novembro de 2018, em meio às investigações do Ministério Público a respeito da possível prática de lavagem de dinheiro e "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro. Em dezembro, foi revelado relatório do Coaf que citava movimentações financeiras atípicas do ex-assessor Fabrício Queiroz. Os laços com Adriano podem ir além das contratações. Segundo o MP-RJ, contas do ex-capitão foram usadas para transferir dinheiro a Queiroz, suspeito de comandar o esquema de devolução de salários. De acordo com a investigação, tanto Danielle quanto Raimunda fizeram transferências para o ex-assessor. A mulher de Adriano teria devolvido, pelo menos, R$ 150 mil. Nota da defesa de Flávio, divulgada em janeiro, informava que Raimunda havia sido contratada no gabinete por indicação de Queiroz. Adriano e Fabrício Queiroz trabalharam juntos no 18º Batalhão da PM. PERGUNTAS SEM RESPOSTA \- Por que Adriano estava escondido na Bahia? \- Por que Leandro Guimarães deu abrigo a Adriano em sua fazenda? Por que Adriano deixou a fazenda de Leandro para se esconder no sítio de Gilsinho? \- Ele ficou sabendo que a polícia planejava uma operação? Se sim, como? \- A casa onde Adriano foi morto tinha um colchonete, alguns móveis e alimentos, sinais de que pode ter sido preparada para receber alguém. Alguém ajudou Adriano a se esconder? \- Se Adriano estava em um terreno cercado e com chances mínimas de fuga, por que a polícia, em vez de invadir a casa, não fez um cerco, reduzindo as chances de confronto e morte? \- Se a Secretaria de Segurança Pública da Bahia vai investigar as circunstâncias da morte, por que o local onde Adriano foi morto não foi protegido ou isolado, evitando contaminação?


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  • 39/56   Programa de educação do DF está entre os 24 mais inovadores do mundo
    WORLD TOPIC NEWS

    O Programa Educação Precoce, da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), vai representar o Brasil em Viena, na Áustria, como uma das 24 práticas educacionais mais inovadoras do mundo. Voltado para bebês e crianças com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades, entre outros casos, o programa foi escolhido entre 469 projetos de mais de 100 países.“A gente percebe que as crianças que passam por esse programa são crianças que chegam à educação infantil com desenvolvimento notoriamente melhor. O enfoque é na prevenção. Não é preciso esperar que a deficiência traga atraso no desenvolvimento. O programa trabalha antes, fazendo com que a criança tenha uma melhor qualidade de vida”, diz a diretora de Educação Inclusiva da Secretaria de Educação, Riane Vasconcelos. Riane vai apresentar o programa na Conferência do Zero Project, um projeto da Fundação Essl, instituição austríaca focada em divulgar iniciativas voltadas para melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência. A conferência será de 19 a 21 deste mês. “Sabemos que temos desafios e dificuldades, mas ainda assim, o trabalho merece especial destaque, como está recebendo. É uma honra muito grande representar esse programa e todos os profissionais que nele atuam”, diz. O projeto foi selecionado como um dos finalistas da premiação conduzida pelo Zero Project. Os vencedores foram divulgados esta semana. Eles integram o relatório da organização, que já está disponível, online, em inglês. Independentemente da premiação final, todos os finalistas foram convidados para a conferência.A Educação Precoce atende, atualmente, 3.327 bebês de 0 a 3 anos de idade em 19 escolas do DF. Essas crianças e suas famílias são atendidas por 400 educadores capacitados para oferecer um apoio pedagógico focado na aprendizagem, inclusão e no desenvolvimento. O atendimento é personalizado para cada bebê e é feito duas vezes por semana. Atendimento personalizado Os educadores recebem os bebês e as famílias e identificam, a partir das necessidades de cada um, quais atividades são indicadas para ajudar a melhorar o desenvolvimento. “Entramos na sala de aula com a família, mostramos o que a criança é capaz de fazer. Ensinamos também como os familiares podem fazer aquela brincadeira. Incentivamos a brincarem em casa”, diz a coordenadora do programa de educação precoce no Centro de Ensino Especial 02 de Brasília, Maria Renata Andrade. Os resultados desses estímulos são perceptíveis nos anos seguintes, de acordo com Maria Renata. “Recebendo esse estímulo, essa atenção e esse cuidado e com os pais realizando essa interação com outros profissionais, temos visto crianças que recebem diagnóstico que não vão falar ou andar ou que não vão viver muito tempo viverem por mais tempo que o previsto pelos médicos. Têm crianças que passaram por nós e terminaram o ensino médio, que estão no ensino superior”, diz. Coordenadora da Educação Precoce do Centro de Ensino Especial n° 2, Maria Renata Andrade - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Mães, pais e responsáveis também são parte fundamental no programa. “Temos um leque variado de perfis de pais, temos pais adotivos, muito jovens, muito velhos. Mas todos têm uma característica principal: têm uma criança que não estavam esperando ter. Seja porque nasceram prematuras, seja porque têm alguma complicação no desenvolvimento. Fazemos um acolhimento para esses pais e mostramos que a criança precisa ser percebida nas suas potencialidades. A gente mostra para a família tudo que ela é capaz de fazer e incentivamos os pais a serem parceiros nesse processo”, diz a coordenadora. Maria Renata explica que o programa é um apoio principalmente para a educação, para facilitar a adaptação e a trajetória escolar das crianças, melhorando também a qualidade de vida. Não substitui, portanto, as aulas regulares nas escolas nem os cuidados médicos e de outros profissionais da saúde.A nutricionista Ronylma Lacerda, mãe de Saulo, 2 anos, diagnosticado com Síndrome de Down, resume o programa em apenas uma palavra: “fantástico”. “No primeiro ano, eu ficava dentro da sala de aula. Acompanhava todas as aulas. Sempre me ensinavam o que fazer em casa, a como brincar com ele, me davam instruções para fazer em casa", conta.  Saulo tinha 2 meses quando começou a frequentar o Centro de Ensino Especial 02 de Brasília. Por falta de vaga, teve que aguardar outros 3 meses para conseguir se matricular na rede regular de ensino, mas antes mesmo disso, já frequentava o programa Educação Precoce. Foi lá, que ele descobriu a paixão pela natação. “A parte pedagógica ajuda na concentração, no focar nas atividades. Ele tem uma tendência no brincar que é de jogar. Lá, trabalham a função do brincar, os encaixes, a parte cognitiva”, diz Ronylma, destacando que, na parte física, foi a natação que ganhou o coração de Saulo. “Ele gosta muito das atividades aquáticas e isso ajuda no equilíbrio.”  Próximos passos O programa conta hoje, de acordo com Riane, com um fila de espera de cerca de 150 crianças. A intenção é ampliar o atendimento para que todos possam ser incluídos. Duas unidades de atendimento passarão a funcionar em 2020, uma em Ceilândia e outra em Samambaia. Uma terceira unidade está nos planos, mas ainda em discussão. A intenção é também ampliar o orçamento, criando uma rubrica própria para o Educação Precoce. Atualmente, o programa conta com repasses de recursos que são destinados às escolas onde funciona, além de contribuições voluntárias dos pais e responsáveis. Os recursos são necessários, por exemplo, para a aquisição de brinquedos e outros materiais para o atendimento adequado das crianças. As inscrições para o Programa Educação Precoce podem ser realizadas em qualquer dia do ano, pessoalmente, pelos responsáveis dos bebês, nas escolas ou Coordenações Regionais de Ensino. Neste ano, de acordo com a Secretaria de Educação do DF, a rede pretende informatizar as inscrições.

    O Programa Educação Precoce, da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), vai representar o Brasil em Viena, na Áustria, como uma das 24 práticas educacionais mais inovadoras do mundo. Voltado para bebês e crianças com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades, entre outros casos, o programa foi escolhido entre 469 projetos de mais de 100 países.“A gente percebe que as crianças que passam por esse programa são crianças que chegam à educação infantil com desenvolvimento notoriamente melhor. O enfoque é na prevenção. Não é preciso esperar que a deficiência traga atraso no desenvolvimento. O programa trabalha antes, fazendo com que a criança tenha uma melhor qualidade de vida”, diz a diretora de Educação Inclusiva da Secretaria de Educação, Riane Vasconcelos. Riane vai apresentar o programa na Conferência do Zero Project, um projeto da Fundação Essl, instituição austríaca focada em divulgar iniciativas voltadas para melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência. A conferência será de 19 a 21 deste mês. “Sabemos que temos desafios e dificuldades, mas ainda assim, o trabalho merece especial destaque, como está recebendo. É uma honra muito grande representar esse programa e todos os profissionais que nele atuam”, diz. O projeto foi selecionado como um dos finalistas da premiação conduzida pelo Zero Project. Os vencedores foram divulgados esta semana. Eles integram o relatório da organização, que já está disponível, online, em inglês. Independentemente da premiação final, todos os finalistas foram convidados para a conferência.A Educação Precoce atende, atualmente, 3.327 bebês de 0 a 3 anos de idade em 19 escolas do DF. Essas crianças e suas famílias são atendidas por 400 educadores capacitados para oferecer um apoio pedagógico focado na aprendizagem, inclusão e no desenvolvimento. O atendimento é personalizado para cada bebê e é feito duas vezes por semana. Atendimento personalizado Os educadores recebem os bebês e as famílias e identificam, a partir das necessidades de cada um, quais atividades são indicadas para ajudar a melhorar o desenvolvimento. “Entramos na sala de aula com a família, mostramos o que a criança é capaz de fazer. Ensinamos também como os familiares podem fazer aquela brincadeira. Incentivamos a brincarem em casa”, diz a coordenadora do programa de educação precoce no Centro de Ensino Especial 02 de Brasília, Maria Renata Andrade. Os resultados desses estímulos são perceptíveis nos anos seguintes, de acordo com Maria Renata. “Recebendo esse estímulo, essa atenção e esse cuidado e com os pais realizando essa interação com outros profissionais, temos visto crianças que recebem diagnóstico que não vão falar ou andar ou que não vão viver muito tempo viverem por mais tempo que o previsto pelos médicos. Têm crianças que passaram por nós e terminaram o ensino médio, que estão no ensino superior”, diz. Coordenadora da Educação Precoce do Centro de Ensino Especial n° 2, Maria Renata Andrade - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Mães, pais e responsáveis também são parte fundamental no programa. “Temos um leque variado de perfis de pais, temos pais adotivos, muito jovens, muito velhos. Mas todos têm uma característica principal: têm uma criança que não estavam esperando ter. Seja porque nasceram prematuras, seja porque têm alguma complicação no desenvolvimento. Fazemos um acolhimento para esses pais e mostramos que a criança precisa ser percebida nas suas potencialidades. A gente mostra para a família tudo que ela é capaz de fazer e incentivamos os pais a serem parceiros nesse processo”, diz a coordenadora. Maria Renata explica que o programa é um apoio principalmente para a educação, para facilitar a adaptação e a trajetória escolar das crianças, melhorando também a qualidade de vida. Não substitui, portanto, as aulas regulares nas escolas nem os cuidados médicos e de outros profissionais da saúde.A nutricionista Ronylma Lacerda, mãe de Saulo, 2 anos, diagnosticado com Síndrome de Down, resume o programa em apenas uma palavra: “fantástico”. “No primeiro ano, eu ficava dentro da sala de aula. Acompanhava todas as aulas. Sempre me ensinavam o que fazer em casa, a como brincar com ele, me davam instruções para fazer em casa", conta.  Saulo tinha 2 meses quando começou a frequentar o Centro de Ensino Especial 02 de Brasília. Por falta de vaga, teve que aguardar outros 3 meses para conseguir se matricular na rede regular de ensino, mas antes mesmo disso, já frequentava o programa Educação Precoce. Foi lá, que ele descobriu a paixão pela natação. “A parte pedagógica ajuda na concentração, no focar nas atividades. Ele tem uma tendência no brincar que é de jogar. Lá, trabalham a função do brincar, os encaixes, a parte cognitiva”, diz Ronylma, destacando que, na parte física, foi a natação que ganhou o coração de Saulo. “Ele gosta muito das atividades aquáticas e isso ajuda no equilíbrio.”  Próximos passos O programa conta hoje, de acordo com Riane, com um fila de espera de cerca de 150 crianças. A intenção é ampliar o atendimento para que todos possam ser incluídos. Duas unidades de atendimento passarão a funcionar em 2020, uma em Ceilândia e outra em Samambaia. Uma terceira unidade está nos planos, mas ainda em discussão. A intenção é também ampliar o orçamento, criando uma rubrica própria para o Educação Precoce. Atualmente, o programa conta com repasses de recursos que são destinados às escolas onde funciona, além de contribuições voluntárias dos pais e responsáveis. Os recursos são necessários, por exemplo, para a aquisição de brinquedos e outros materiais para o atendimento adequado das crianças. As inscrições para o Programa Educação Precoce podem ser realizadas em qualquer dia do ano, pessoalmente, pelos responsáveis dos bebês, nas escolas ou Coordenações Regionais de Ensino. Neste ano, de acordo com a Secretaria de Educação do DF, a rede pretende informatizar as inscrições.


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  • 40/56   Três mulheres marcam desfiles de domingo na Semana de Moda de Londres
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    Uma se reinventou no mundo da moda, a segunda celebra os 50 anos de sua marca e a terceira é a rainha das cores: as estilistas Victoria Beckham, Margaret Howell e Roksanda Ilincic confirmaram seu talento neste domingo, terceiro dia da Semana de Moda de Londres.

    Uma se reinventou no mundo da moda, a segunda celebra os 50 anos de sua marca e a terceira é a rainha das cores: as estilistas Victoria Beckham, Margaret Howell e Roksanda Ilincic confirmaram seu talento neste domingo, terceiro dia da Semana de Moda de Londres.


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  • 41/56   Ex-funcionários da Justiça dos EUA pedem a renúncia do procurador-geral
    WORLD TOPIC NEWS

    Mais de mil ex-funcionários do Departamento de Justiça dos Estados Unidos assinaram uma petição pedindo a renúncia do procurador-geral William Barr por sua intervenção para reduzir a sentença de Roger Stone, um ex-conselheiro de campanha e amigo do presidente Donald Trump.

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  • 42/56   Iêmen terá primeira troca de prisioneiros em larga escala
    WORLD TOPIC NEWS

    As partes em conflito no Iêmen concordaram com a primeira troca de prisioneiros em larga escala desde o começo da guerra, em 2014, informaram neste domingo a ONU e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICR).

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  • 43/56   Regime sírio assume controle dos arredores de Aleppo
    WORLD TOPIC NEWS

    O regime sírio recuperou, neste domingo, o controle das localidades que cercam a metrópole de Aleppo, avançando em sua ofensiva contra o último grande reduto jihadista e rebelde no noroeste do país.

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  • 44/56   Iraquianos pedem 'candidato do povo' para primeiro-ministro em novos protestos
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    Centenas de iraquianos saíram às ruas neste domingo com retratos de uma figura da contestação que gostariam de ver nomeado primeiro-ministro no lugar de Mohammed Allawi, designado pela classe política rejeitada pelo movimento de protesto.

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  • 45/56   O lado obscuro da Coreia do Sul, descrita como 'modelo' a ser seguido pelo Brasil
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    Apesar da menor desigualdade, muitos sul-coreanos não estão felizes com a situação atual: três em cada quatro jovens entre 19 e 34 anos querem deixar o país. Por quê?

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  • 46/56   Procuradoria diz que MP de Bolsonaro beneficia grileiros
    WORLD TOPIC NEWS

    MANAUS, AM (FOLHAPRESS) - Assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em 10 de dezembro, a Medida Provisória 910, de regularização fundiária, estende a grileiros de grandes áreas públicas benefício previsto para assentados de baixa renda em programas de reforma agrária. Essa é uma das conclusões de nota técnica preparada pelo MPF (Ministério Público Federal) e entregue nesta quinta-feira (13) à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, em reunião com o procurador-geral da República, Augusto Aras. A MP 910 está em tramitação em uma comissão especial do Congresso. Entre as mudanças previstas na proposta de Bolsonaro criticadas pelo MPF estão a regularização de terras invadidas até 2018 (antes, era 2011) e o fim da vistoria prévia para regularizar até 15 módulos fiscais -o que, em algumas regiões da Amazônia, chega a 1.650 hectares. Antes, o limite era de quatro módulos fiscais. Com 48 páginas, a nota técnica, obtida pela Folha, afirma que a MP 910 é inconstitucional, regulariza o desmatamento ilegal e favorece o lado mais poderoso em regiões de conflito agrário. O MPF aponta também as condições generosas do processo de regularização, criadas para a reforma agrária --programa que foi paralisado sob a gestão de Bolsonaro. Para regularizar a terra, a medida provisória 910 prevê que o posseiro ou grileiro pagará de acordo com o VTN (Valor da Terra Nua), do governo federal, usado para calcular parcelas em assentamentos da reforma agrária tituladas. Em uma simulação feita pelo MPF, a regularização de 1 hectare em Nova Andradina (MS) custará entre R$ 351,50 e R$ 1.757,50. Trata-se de um valor de até 1% do preço de mercado, R$ 30 mil/hectare. Para o MPF, "são situações díspares que não permitem equiparação": "Os valores, muito abaixo do valor de mercado, guardam coerência com o público destinatário da titulação (agricultores familiares), mas constituem benesse indevida a pessoas que descumpriram a legislação". Na conclusão, a Procuradoria diz que as normas propostas "promovem o acirramento de conflitos no campo, incentivam a prática de ilícitos ambientais" e não dialogam com princípios constitucionais como os da função social da propriedade, da isonomia e da impessoalidade administrativa, da razoabilidade, nem com "políticas agrícola e de reforma agrária, o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e os direitos conexos à vida, à saúde, à segurança e ao lazer". A nota foi produzida pelas câmaras do Ministério Público Federal que tratam da temática criminal, de meio ambiente e patrimônio cultural, de combate à corrupção e populações indígenas e de comunidades tradicionais. Procurado, o Incra informou, via assessoria de imprensa, que não teve tempo para analisar o teor do documento. A reportagem foi orientada a assistir à participação do presidente do órgão, Geraldo Ferreira de Melo Filho, na audiência da comissão mista para examinar a MP, realizada na terça-feira (11). Na ocasião, Melo Filho não falou sobre o mecanismo de pagamento das áreas a serem regularizadas. Sobre a ampliação do prazo limite para invasão para 2018, ele afirmou que o objetivo do governo federal é fazer o processo mais amplo possível de regularização fundiária. "É regularizar a maior quantidade de posses possível que você consiga identificar quem são", disse, enfatizando que a palavra final caberá ao Congresso. Sobre o fim da vistoria, Melo Filho afirma que bancos de dados do governo federal, como o CAR (Cadastro Ambiental Rural), imagens de satélites e os embargos do Ibama permitem a verificação de forma remota. Ele negou que a regularização beneficiará latifúndios. Segundo o presidente do Incra, a média das áreas passíveis de regularização na Amazônia é de 80 hectares. No Congresso, o relator da MP 910 é o senador Irajá Abreu (PSD-TO), filho da senadora ruralista e ex-ministra do governo Dilma Kátia Abreu (PDT-TO). Ele deve entregar o relatório no dia 11 de março.

    MANAUS, AM (FOLHAPRESS) - Assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em 10 de dezembro, a Medida Provisória 910, de regularização fundiária, estende a grileiros de grandes áreas públicas benefício previsto para assentados de baixa renda em programas de reforma agrária. Essa é uma das conclusões de nota técnica preparada pelo MPF (Ministério Público Federal) e entregue nesta quinta-feira (13) à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, em reunião com o procurador-geral da República, Augusto Aras. A MP 910 está em tramitação em uma comissão especial do Congresso. Entre as mudanças previstas na proposta de Bolsonaro criticadas pelo MPF estão a regularização de terras invadidas até 2018 (antes, era 2011) e o fim da vistoria prévia para regularizar até 15 módulos fiscais -o que, em algumas regiões da Amazônia, chega a 1.650 hectares. Antes, o limite era de quatro módulos fiscais. Com 48 páginas, a nota técnica, obtida pela Folha, afirma que a MP 910 é inconstitucional, regulariza o desmatamento ilegal e favorece o lado mais poderoso em regiões de conflito agrário. O MPF aponta também as condições generosas do processo de regularização, criadas para a reforma agrária --programa que foi paralisado sob a gestão de Bolsonaro. Para regularizar a terra, a medida provisória 910 prevê que o posseiro ou grileiro pagará de acordo com o VTN (Valor da Terra Nua), do governo federal, usado para calcular parcelas em assentamentos da reforma agrária tituladas. Em uma simulação feita pelo MPF, a regularização de 1 hectare em Nova Andradina (MS) custará entre R$ 351,50 e R$ 1.757,50. Trata-se de um valor de até 1% do preço de mercado, R$ 30 mil/hectare. Para o MPF, "são situações díspares que não permitem equiparação": "Os valores, muito abaixo do valor de mercado, guardam coerência com o público destinatário da titulação (agricultores familiares), mas constituem benesse indevida a pessoas que descumpriram a legislação". Na conclusão, a Procuradoria diz que as normas propostas "promovem o acirramento de conflitos no campo, incentivam a prática de ilícitos ambientais" e não dialogam com princípios constitucionais como os da função social da propriedade, da isonomia e da impessoalidade administrativa, da razoabilidade, nem com "políticas agrícola e de reforma agrária, o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e os direitos conexos à vida, à saúde, à segurança e ao lazer". A nota foi produzida pelas câmaras do Ministério Público Federal que tratam da temática criminal, de meio ambiente e patrimônio cultural, de combate à corrupção e populações indígenas e de comunidades tradicionais. Procurado, o Incra informou, via assessoria de imprensa, que não teve tempo para analisar o teor do documento. A reportagem foi orientada a assistir à participação do presidente do órgão, Geraldo Ferreira de Melo Filho, na audiência da comissão mista para examinar a MP, realizada na terça-feira (11). Na ocasião, Melo Filho não falou sobre o mecanismo de pagamento das áreas a serem regularizadas. Sobre a ampliação do prazo limite para invasão para 2018, ele afirmou que o objetivo do governo federal é fazer o processo mais amplo possível de regularização fundiária. "É regularizar a maior quantidade de posses possível que você consiga identificar quem são", disse, enfatizando que a palavra final caberá ao Congresso. Sobre o fim da vistoria, Melo Filho afirma que bancos de dados do governo federal, como o CAR (Cadastro Ambiental Rural), imagens de satélites e os embargos do Ibama permitem a verificação de forma remota. Ele negou que a regularização beneficiará latifúndios. Segundo o presidente do Incra, a média das áreas passíveis de regularização na Amazônia é de 80 hectares. No Congresso, o relator da MP 910 é o senador Irajá Abreu (PSD-TO), filho da senadora ruralista e ex-ministra do governo Dilma Kátia Abreu (PDT-TO). Ele deve entregar o relatório no dia 11 de março.


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  • 47/56   Como o McDonald’s revolucionou o mundo dos negócios
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Ao vender com sucesso franquias, Ray Kroc transformou um pequeno restaurante de hambúrguer em um gigante global.

    Ao vender com sucesso franquias, Ray Kroc transformou um pequeno restaurante de hambúrguer em um gigante global.


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  • 48/56   Por que a América Latina é a 'região mais desigual do planeta'
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Apesar do recente boom econômico, região tem a maior disparidade de renda entre todas as áreas do mundo. Especialistas como Joseph Stiglitz, ganhador do Prêmio Nobel de Economia, apontam fatores históricos por trás desse abismo.

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  • 49/56   Carrefour acelera expansão no Brasil com aquisição de 30 lojas do Makro
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A multinacional dos hipermercados francesa Carrefour anunciou neste domingo a compra de 30 lojas da rede Makro no Brasil, que reforçarão sua rede de hipermercados Atacadão em um país onde o grupo realiza 20% do seu volume de negócios.

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  • 50/56   A incrível história do homem que deu prejuízo de US$ 1 bi a Wall Street sentado em seu quarto
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Ex-operador da Bolsa, Navinder Sarao foi condenado a um ano de prisão domiciliar por ajudar a provocar um colapso retumbante no mercado de ações.

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  • 51/56   Como o Brasil se compara com os países mais endividados do mundo
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Dívida global atingiu um recorde histórico de US$ 253 trilhões (aproximadamente R$ 1 quatrilhão).

    Dívida global atingiu um recorde histórico de US$ 253 trilhões (aproximadamente R$ 1 quatrilhão).


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  • 52/56   Doméstica diz que fez milagre para juntar R$ 25 mil e levar filha à Disney
    BUSINESS TOPIC NEWS

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - No dia 7 de julho de 2017, a empregada doméstica Sidineia de Souza Gasque, 46, embarcou com a filha rumo à Disney, na Flórida. Era o aniversário de Ingrid, estudante dedicada, que completava 15 anos. E, ainda que o dólar superasse R$ 3 à época, a viagem de dez dias aos Estados Unidos seria mais barata que uma comemoração no único salão de festas de Pirajuí, cidade onde vivem, a 384 quilômetros de São Paulo. Em um cenário distante do reino da fantasia desenhado pelo ministro Paulo Guedes (Economia) -e com o dólar bem acima do R$ 1,80 citado por ele quando, afirmou, domésticas iam à Disney-, Neia, como é conhecida, diz que fez milagre. Doméstica desde os 12 anos, Neia trabalhava em duas casas nos meses que antecederam a viagem. À noite, tinha uma jornada de dez horas como cuidadora de uma idosa. De manhã, passava em casa, tomava café e banho e partia rumo à outra jornada, de oito horas, como doméstica. "Vinha em casa, tomava banho, jantava e saia de novo." Conseguiu juntar R$ 1.000 por mês porque, aos fins de semana, cozinhava ou fazia faxinas em casas de família. Ainda teve o apoio do pedreiro Vanir, com quem vive há 14 anos, que assa pães para engrossar a renda familiar. "Meu companheiro me ajudou muito", recorda. No fim, conseguiu economizar os R$ 25 mil para realizar o desejo de mãe e filha. Vencida essa etapa, viajaram até Bauru (50 km de Pirajuí), para a emissão do passaporte. Depois o temor era o de não conseguir o visto americano. "Tinha muito medo. Mas segui todas as instruções. Me disseram que o segredo era não mentir. Não menti." Neia -que se formou em enfermagem, mas não exerceu a profissão- levou até o diploma para provar que tinha condições de bancar a viagem. "Eu falei que trabalhava, que era enfermeira. Claro que aumentei um pouquinho", confessa, dando uma risadinha. "Não foi fácil. Parcelei o que deu, antes e depois da viagem. Voltei com dívidas, contas atrasadas. Mas aconteceu." Nos Estados Unidos, pouparam na alimentação. Ficaram em um hotel dentro do parque e dispensaram serviço de café da manhã -optaram por comprar pão no Walmart ou sanduíches no McDonald's. As refeições, macarrão em geral, eram compartilhadas. "Lá, um prato dá para duas pessoas, e parece que sai refrigerante de todo bebedouro de água. Você bebia refrigerante 24 horas com uma caneca. Não passamos necessidade." Sem falar inglês, pediam os pratos pelos números identificados nos cardápios. Para emergências, ampliou o limite do cartão de crédito, que era de R$ 1.000, mas quase não usou. Todo o planejamento ocorreu em segredo, inclusive dos patrões. "Eles podiam achar que eu estava querendo ser mais do que eles. Muita gente da família ficou sabendo só depois. Para a gente aqui, é um sonho quase impossível." A fim de dar mais conforto a Ingrid, Neia chegou a sugerir que a filha viajasse sozinha, mas a menina insistiu, alegando que aquele também era um sonho da mãe. Caçula entre dez irmãos, Neia já trabalhou no campo, foi segurança e viveu quase três anos num acampamento do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Ela tinha 12 anos quando foi levada, pela irmã, a São Paulo para trabalhar pela primeira vez como doméstica. Sem suportar a saudade do irmã o gêmeo, retornou a Pirajuí. Em 1996, voltou a São Paulo (levando consigo o irmão) e, enquanto concluía a faculdade de enfermagem, trabalhou como doméstica e como instrumentadora cirúrgica. Engravidou no último ano da faculdade. Deixou a profissão de enfermeira devido à baixa remuneração. Mãe solteira, voltou à cidade natal em 2004. Anos depois, mãe e filha foram morar no acampamento do MST estimuladas por parentes que obtiveram o direito à propriedade. Por saber ler e escrever, participava de congressos e reuniões do movimento em Brasília. Também trabalhava em fazendas vizinhas ao acampamento. Preocupada com a educação e o desenvolvimento da filha, voltou para Pirajuí. Trabalhou em lavoura, asilo, como doméstica e com reciclagem. Hoje, leva cachorros para para passear pela manhã. Das 11h30 às 17h30, é babá de gêmeos. Nos fins de semana, cozinha e faz faxina em casas de família, além de vender cerveja em quiosque em um posto de gasolina da cidade. Por diária, ganha R$ 150. Ao ser informada das desastrosas declarações de Guedes, soltou um palavrão. Pediu desculpas. E continuou: "Ir à Disney não é um sonho só de rico, que vai para lá como eu vou daqui para São Paulo. Para nossas crianças pobres, eles acham que é impossível. O que fiz foi um milagre." E diz que não poderia repetir a viagem. "Acho que naquela época ganhava um pouco mais. Há mais de seis meses não con- sigo nem ir para São Paulo." Segundo ela, Ingrid tem muito orgulho da aventura. "Aqui na cidade, dá para contar nos dedos de uma mão quem foi para a Disney. E ela, pobre, filha de empregada doméstica, conseguiu." Agora, a nova missão é garantir o curso de arquitetura e urbanismo de Ingrid, que passou em uma faculdade particular cuja mensalidades é de R$ 720. Mas essa já é outra história.

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - No dia 7 de julho de 2017, a empregada doméstica Sidineia de Souza Gasque, 46, embarcou com a filha rumo à Disney, na Flórida. Era o aniversário de Ingrid, estudante dedicada, que completava 15 anos. E, ainda que o dólar superasse R$ 3 à época, a viagem de dez dias aos Estados Unidos seria mais barata que uma comemoração no único salão de festas de Pirajuí, cidade onde vivem, a 384 quilômetros de São Paulo. Em um cenário distante do reino da fantasia desenhado pelo ministro Paulo Guedes (Economia) -e com o dólar bem acima do R$ 1,80 citado por ele quando, afirmou, domésticas iam à Disney-, Neia, como é conhecida, diz que fez milagre. Doméstica desde os 12 anos, Neia trabalhava em duas casas nos meses que antecederam a viagem. À noite, tinha uma jornada de dez horas como cuidadora de uma idosa. De manhã, passava em casa, tomava café e banho e partia rumo à outra jornada, de oito horas, como doméstica. "Vinha em casa, tomava banho, jantava e saia de novo." Conseguiu juntar R$ 1.000 por mês porque, aos fins de semana, cozinhava ou fazia faxinas em casas de família. Ainda teve o apoio do pedreiro Vanir, com quem vive há 14 anos, que assa pães para engrossar a renda familiar. "Meu companheiro me ajudou muito", recorda. No fim, conseguiu economizar os R$ 25 mil para realizar o desejo de mãe e filha. Vencida essa etapa, viajaram até Bauru (50 km de Pirajuí), para a emissão do passaporte. Depois o temor era o de não conseguir o visto americano. "Tinha muito medo. Mas segui todas as instruções. Me disseram que o segredo era não mentir. Não menti." Neia -que se formou em enfermagem, mas não exerceu a profissão- levou até o diploma para provar que tinha condições de bancar a viagem. "Eu falei que trabalhava, que era enfermeira. Claro que aumentei um pouquinho", confessa, dando uma risadinha. "Não foi fácil. Parcelei o que deu, antes e depois da viagem. Voltei com dívidas, contas atrasadas. Mas aconteceu." Nos Estados Unidos, pouparam na alimentação. Ficaram em um hotel dentro do parque e dispensaram serviço de café da manhã -optaram por comprar pão no Walmart ou sanduíches no McDonald's. As refeições, macarrão em geral, eram compartilhadas. "Lá, um prato dá para duas pessoas, e parece que sai refrigerante de todo bebedouro de água. Você bebia refrigerante 24 horas com uma caneca. Não passamos necessidade." Sem falar inglês, pediam os pratos pelos números identificados nos cardápios. Para emergências, ampliou o limite do cartão de crédito, que era de R$ 1.000, mas quase não usou. Todo o planejamento ocorreu em segredo, inclusive dos patrões. "Eles podiam achar que eu estava querendo ser mais do que eles. Muita gente da família ficou sabendo só depois. Para a gente aqui, é um sonho quase impossível." A fim de dar mais conforto a Ingrid, Neia chegou a sugerir que a filha viajasse sozinha, mas a menina insistiu, alegando que aquele também era um sonho da mãe. Caçula entre dez irmãos, Neia já trabalhou no campo, foi segurança e viveu quase três anos num acampamento do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Ela tinha 12 anos quando foi levada, pela irmã, a São Paulo para trabalhar pela primeira vez como doméstica. Sem suportar a saudade do irmã o gêmeo, retornou a Pirajuí. Em 1996, voltou a São Paulo (levando consigo o irmão) e, enquanto concluía a faculdade de enfermagem, trabalhou como doméstica e como instrumentadora cirúrgica. Engravidou no último ano da faculdade. Deixou a profissão de enfermeira devido à baixa remuneração. Mãe solteira, voltou à cidade natal em 2004. Anos depois, mãe e filha foram morar no acampamento do MST estimuladas por parentes que obtiveram o direito à propriedade. Por saber ler e escrever, participava de congressos e reuniões do movimento em Brasília. Também trabalhava em fazendas vizinhas ao acampamento. Preocupada com a educação e o desenvolvimento da filha, voltou para Pirajuí. Trabalhou em lavoura, asilo, como doméstica e com reciclagem. Hoje, leva cachorros para para passear pela manhã. Das 11h30 às 17h30, é babá de gêmeos. Nos fins de semana, cozinha e faz faxina em casas de família, além de vender cerveja em quiosque em um posto de gasolina da cidade. Por diária, ganha R$ 150. Ao ser informada das desastrosas declarações de Guedes, soltou um palavrão. Pediu desculpas. E continuou: "Ir à Disney não é um sonho só de rico, que vai para lá como eu vou daqui para São Paulo. Para nossas crianças pobres, eles acham que é impossível. O que fiz foi um milagre." E diz que não poderia repetir a viagem. "Acho que naquela época ganhava um pouco mais. Há mais de seis meses não con- sigo nem ir para São Paulo." Segundo ela, Ingrid tem muito orgulho da aventura. "Aqui na cidade, dá para contar nos dedos de uma mão quem foi para a Disney. E ela, pobre, filha de empregada doméstica, conseguiu." 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  • 53/56   Secretário da Defesa americano diz que Huawei é ameaça à OTAN
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O secretário da Defesa dos Estados Unidos alertou neste sábado (15) que a Huawei é uma ameaça à OTAN e pediu aos europeus que não permitam que a gigante de telecomunicações chinesa participe de suas novas redes 5G.

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  • 54/56   Advogado inimigo de Donald Trump é condenado por extorsão
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O advogado americano Michael Avenatti foi condenado nesta sexta-feira por um tribunal federal de Manhattan por tentativa de extorsão às custas da empresa Nike, veredicto que marca a queda daquele que apareceu, por um tempo, como o principal oponente do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    O advogado americano Michael Avenatti foi condenado nesta sexta-feira por um tribunal federal de Manhattan por tentativa de extorsão às custas da empresa Nike, veredicto que marca a queda daquele que apareceu, por um tempo, como o principal oponente do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.


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  • 55/56   Banco Central decreta liquidação da financeira Dacasa, de Vitória
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A corretora Uniletra, que pertence ao mesmo grupo controlador da Dacasa, a Dadalto Administração e Participações, também foi liquidada por causa do vínculo com a financeira.Ato assinado pelo presidente do BC, Roberto Campos Neto, cita, além dos problemas patrimoniais, "graves violações às normas legais que disciplinam a atividade da instituição" por parte da Dacasa.

    A corretora Uniletra, que pertence ao mesmo grupo controlador da Dacasa, a Dadalto Administração e Participações, também foi liquidada por causa do vínculo com a financeira.Ato assinado pelo presidente do BC, Roberto Campos Neto, cita, além dos problemas patrimoniais, "graves violações às normas legais que disciplinam a atividade da instituição" por parte da Dacasa.


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  • 56/56   Portugal investiga acusações da Venezuela contra TAP por Guaidó
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O governo português anunciou nesta sexta-feira (14) a abertura de uma investigação, depois que a Venezuela acusou a empresa portuguesa TAP de permitir que um familiar do opositor Juan Guaidó carregasse explosivos a bordo de um avião.

    O governo português anunciou nesta sexta-feira (14) a abertura de uma investigação, depois que a Venezuela acusou a empresa portuguesa TAP de permitir que um familiar do opositor Juan Guaidó carregasse explosivos a bordo de um avião.


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