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Noticias Slideshows (15/03/2020 19 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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  • 2/56   TV Brasil estreia nova programação nesta segunda

    Os programas da TV Brasil ganham novos horários, cenários e identidades visuais a partir desta segunda (16), quando a emissora pública lança sua programação para 2020. Destaque para a estreia de novas atrações e séries documentais e de ficção renomadas como o premiado drama policial britânico Sherlock (segunda a sexta, às 21h30) e a trama nacional pioneira de O Vigilante Rodoviário (terça, às 23h30 e domingo, às 22h30).Para este ano, o canal investiu na produção interna, na aquisição de novos conteúdos e em obras independentes. Em março, a TV Brasil estreia novos programas produzidos internamente: Acervo Musical, Atos, Brasil sobre Duas Rodas, Cai no Vestibular, Ciência é Tudo, Curta Temporada, Meu Pedaço do Brasil e Vida + Leve.Atrações da programação diária apresentam novos formatos como o histórico programa de entrevistas Sem Censura, apresentado por Vera Barroso e Bruno Barros, que entra no ar ao vivo de segunda a sexta, agora às 14h, e com a participação de um time de jornalistas do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo para comentar as pautas e assuntos do dia. Time de jornalistas da EBC comentará os principais assuntos do dia no Sem Censura - Divulgação/TV BrasilEm novo horário, o telejornal Repórter Brasil abre a faixa voltada ao público adulto, ao vivo, às 19h, com os âncoras Katiuscia Neri e Paulo Leite, em Brasília. Em seguida, às 19h30, também ao vivo, é a vez do esportivo Stadium, com Paulo Garritano e Marília Arrigoni, no Rio de Janeiro. Já o Cenário Econômico, apresentado direto da B3, em São Paulo, vai ao ar às 22h30.Entre as produções jornalísticas semanais, destaque para o Caminhos da Reportagem que agora tem exibição inédita aos domingos, às 20h. Durante a semana, em horário nobre, às 23h, a faixa começa na segunda com o Brasil em Pauta.Às terças, o veterano Moisés Rabinovici conduz o programa Um Olhar sobre o Mundo. Já às quartas, Katiuscia Neri faz entrevistas no Impressões. Às quintas, o Caminhos da Reportagem tem reprise. O Fique Ligado ganha novo formato, semanal, com uma hora de duração, às sextas, com Vanessa Léda e Morillo Carvalho, de Brasília; Annie Zanetti, de São Paulo; e Bruno Barros, do Rio de Janeiro. Conteúdo on demand EBC Play - Divulgação / EBC PlayOutra novidade da emissora pública gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) é a disponibilização de mais conteúdo on demand nas suas plataformas digitais e por meio do aplicativo EBC Play. Além das produções da casa, boa parte dos novos conteúdos de aquisição também passam a ter uma janela para os fãs de séries acompanharem os episódios por tempo limitado. O aplicativo está disponível para as plataformas Android, iOS e no site http://play.ebc.com.br. O EBC Play pode ser baixado gratuitamente. Programação Infantil Detetives do Prédio Azul - Divulgação/TV BrasilDe olho na garotada, a nova programação amplia para mais de dez horas a duração da TV Brasil Animada, sessão infantil com desenhos e seriados que crianças de todas as idades adoram. Destaque para a volta de temporadas inéditas em sinal aberto de sucessos que encantam a turminha. O canal apresenta a segunda temporada de Peixonauta e de SOS Fada Manu, a quarta e quinta de O Show da Luna! e a sétima, oitava e nona de Detetives do Prédio Azul.Entre as estreias para a criançada, as principais atrações da TV Brasil para esse público são a novelinha Valentins e a animação Conta Comigo dos mesmos diretores de Meu Amigãozão. Outras novidades são as produções Cantando com Ping e Pong, Canninópolis, Mouk, Mighty Mike, Jelly Jam, Bottersnikes & Gumbles e Meu Cavaleiro e eu. Peixonauta - Divulgação/TV BrasilOrganizada por faixa etária, a TV Brasil Animada tem uma sessão especial com recursos de acessibilidade entre 7h45 e 9h30. Após os telejornais da manhã, a partir das 10h até as 19h, a emissora traz conteúdos adequados para crianças em idade pré-escolar, atrações infantis e produções voltadas para o público que está na adolescência. A faixa destaca-se pela ausência de publicidade que incentive o consumismo. As séries e animações em cartaz reforçam valores como a não violência e a tolerância às diferenças. Sucessos do cinema na telinha Mazzaropi - Divulgação/TV BrasilA sétima arte também tem espaço garantido na programação da TV Brasil com as sessões Festival de Cinema que traz sucessos das telonas, como O Palhaço (2011); DOCs Brasil, com produções documentais; Cine Retrô que resgata clássicos de Amácio Mazzaropi e Dercy Gonçalves; Sessão Família, com produções infantis para todas as idades, como O Menino Maluquinho (1995); e Cine Nacional que destaca grandes obras brasileiras. Estreias da casa Atração ensina matérias e traz dicas de preparação para estudantes dos ensinos Médio e Fundamental 2. - Divulgação/TV BrasilOs novos programas da TV Brasil estreiam em diversos horários na programação da emissora pública.Em edições diárias de 15 minutos de segunda a sexta e maratona aos sábados, com os episódios da semana, sempre às 7h, o programa educativo Cai no Vestibular ensina matérias e traz dicas de preparação para estudantes dos ensinos Médio e Fundamental 2.A proposta é ajudar os alunos na preparação para o Enem e vestibulares. A cada aula, um professor ou palestrante apresenta um tema, faz uma revisão dos assuntos abordados e dá orientações de conteúdos complementares.A série Vida + Leve apresenta informações relevantes sobre saúde e qualidade de vida, sempre de maneira informal e descomplicada, às quintas, às 7h15. Sob o comando da jornalista Carol Rocha, a produção recebe especialistas para um papo no estúdio. Médicos, pesquisadores e profissionais da saúde esclarecem as principais dúvidas da população.O programa aborda temas como a importância do sol para a saúde, as propriedades dos chás e o uso dos suplementos proteicos. Vida + Leve também destaca como a aquisição de novos hábitos pode contribuir para o bem-estar e longevidade.O programa Ciência é Tudo estreia no sábado, às 8h30, com apresentação da jornalista Priscila Rangel. A atração traz informações, curiosidades e reflexões sobre o impacto da ciência e da tecnologia na vida diária, além de ressaltar as novidades a respeito de investimentos e de políticas públicas da área.Aos sábados, às 21h, o Acervo Musical resgata trilhas sonoras históricas. Os apresentadores Bia Aparecida e Waldecir de Oliveira aproveitam um tema para revisitar o acervo preservado pela EBC. Eles mostram performances musicais que marcaram época em registros da antiga TVE do Rio de Janeiro, e da discoteca das Rádios MEC e Nacional.Já aos domingos, às 10h, a série documental Brasil sobre Duas Rodas percorre o país para mostrar as belezas nacionais sob a perspectiva de quem não vive longe das estradas, os motociclistas. A produção leva o telespectador na garupa ao revelar as deslumbrantes paisagens que atravessam o Brasil de norte a sul. Série documental Brasil sobre Duas Rodas percorre o país para mostrar as belezas nacionais sob a perspectiva dos motociclistas - Divulgação/TV BrasilA série Meu Pedaço do Brasil entra no ar aos domingos, às 18h30. A cada edição  visita uma cidade turística do país e revela suas principais atrações através do olhar de moradores e guias locais. A produção mostra os mais diversificados destinos turísticos nacionais: cidades históricas, metrópoles cosmopolitas e regiões com natureza diversa e muitas vezes intocada. Peças teatrais são o destaque da série Curta Temporada - Fernando Frazão / Agência BrasilCom a exibição de peças teatrais e entrevistas exclusivas com a equipe das produções, a série Curta Temporada estreia no domingo, à meia-noite. Apresentado por Linei Lopes, o programa traz para a telinha obras marcantes das artes cênicas ao levar o universo do teatro para a televisão. Novas temporadas Juliana Oliveira e Fernanda Honorato - Divulgação / TV BrasilHá 16 anos no ar, o Programa Especial estreia sua décima quinta temporada em novo horário, às 9h30. Voltada à inclusão de pessoas com deficiência, a produção é apresentada pela publicitária cadeirante Juliana Oliveira com matérias realizadas por Fernanda Honorato, a primeira repórter com Síndrome de Down do país.Ainda pela manhã, às 10h30, o Música Animada ganha edições semanais em sua quarta temporada com performances inéditas sempre no primeiro sábado de cada mês para a garotada cantar e se divertir. A atração dedicada às crianças traz bandas que incentivam os pequenos a desenvolver o gosto pela música.Ainda no sábado, mais tarde, às 20h30, o Recordar é TV estreia a terceira temporada agora sob o comando da jornalista Katy Navarro. O programa resgata o vasto conteúdo de acervo da emissora pública e apresenta, com nova roupagem, atrações históricas dos tempos da TV Educativa do Rio de Janeiro preservadas no arquivo do canal. Bruno Barros apresenta os bastidores da dramaturgia em Atos - Pablo HenriqueA segunda temporada de Atos investiga os bastidores da dramaturgia na madrugada de domingo para segunda, à 1h30 A série produzida em parceria com a Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) busca identificar um sentido mais amplo das artes cênicas a partir dos desafios de experientes profissionais que atuam na área.Apresentada por Bruno Barros, a produção recebe personalidades como Cauã Reymond, Claudia Raia, Marcos Frota e Ana Beatriz Nogueira para um bate-papo com alunos de interpretação sobre os bastidores da carreira artística.Com formato intimista, leve e dinâmico, Atos busca fugir dos padrões convencionais televisivos ao deslocar o estúdio de gravação para o palco teatral da própria CAL. Nomes consagrados da cena artística nacional revelam histórias e acontecimentos que marcaram suas carreiras. Séries ambientais brasileiras e do exterior Brasil Visto de Cima - Divulgação/TV BrasilA faixa nobre da programação da TV Brasil apresenta diversas obras documentais. A série nacional Brasil Visto de Cima mostra as belezas naturais em janela diária de segunda a sexta, às 20h, com a exibição dos 135 episódios das cinco temporadas inéditas em sinal aberto.De segunda a sexta, às 20h30, a emissora pública apresenta produções internacionais com foco no meio ambiente. Galápagos é a atração das segundas com três episódios semanais de 50 minutos. As séries Os Sentidos dos Animais e Mistérios da Evolução estreiam na terça às 20h30 e às 21h, respectivamente, com seis episódios de 30 minutos cada.O destaque de quarta é o seriado Rockies, As Montanhas Selvagens com cinco episódios de 50 minutos. A série documental Cidades Fantasmas estreia na quinta com episódios sobre Riesi (Itália), Kayaköy (Turquia), Fukushima (Japão), Detroit (EUA) e aldeias abandonadas (China). Por fim, na sexta, a novidade é a produção A Jornada da Vida com três episódios de mesma duração. Aclamadas produções de ficção Trama é estrelada por Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes e Martin Freeman como o Doutor John Watson - Divulgação/BBC StudiosAs séries de dramaturgia são outro mote da programação da TV Brasil para 2020. O premiado drama policial Sherlock ganha exibição diária, de segunda a sexta-feira, em horário nobre, às 21h30, com exclusividade. A emissora exibe todos episódios das quatro temporadas da série, além do especial.Produzido pela BBC, o seriado de televisão britânico é inspirado nas histórias do detetive Sherlock Holmes escritas por Sir Arthur Conan Doyle. Criada por Steven Moffat e Mark Gatiss, a trama foi estrelada por Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes e Martin Freeman como o Doutor John Watson.Já uma das produções mais clássicas do audiovisual brasileiro, a série O Vigilante Rodoviário acompanha as aventuras do inspetor Carlos e seu amigo, o cão Lobo, com dois episódios inéditos por semana, às terças, às 23h30, e aos domingos, às 23h.Pioneira, a atração nacional produzida no início dos anos 1960 foi um sucesso de audiência pela TV Tupi. O seriado mostra a dupla em tramas de combate ao crime a bordo de uma motocicleta Harley-Davidson 1952 ou de um carro modelo Simca Chambord 1959. Atrações musicais Acervo Musical com Bia Aparecida e Waldecir de Oliveira - Divulgação / TV BrasilProgramas musicais e shows embalam as noites de sexta e sábado na nova programação da TV Brasil. Em novo dia e horário, às sextas, à meia-noite, o Todas as Bossas estreia a quarta temporada com a performance do grupo Molejo.Logo depois, à 1h, o Cena Instrumental tem edições inéditas na telinha. Sob o comando da jornalista e cantora Bia Aparecida, os dois programas trazem shows exclusivos gravados no histórico estúdio 3 da emissora pública.Ainda na madrugada de sexta para sábado, a TV Brasil apresenta uma sequência de atrações musicais: o Hypershow, da Rede Minas, às 2h; o tradicional Samba na Gamboa, conduzido pelo cantor e compositor Diogo Nogueira, às 3h; o programa Alto-Falante, da Rede Minas, às 4h; e encerra a faixa com o Acervo Musical, às 5h.O programa Acervo Musical estreia na sequência, às 21h, ao recuperar apresentações que fizeram história e foram registradas pala TVE/RJ e Rádios MEC e Nacional. Logo após, às 21h30, o Alto-Falante tem edições inéditas. Produzido pela Rede Minas, é apresentado por Terence Machado, Adriano Falabella e Sabrina Damasceno.A TV Brasil exibe espetáculos gravados por emissoras parceiras da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) a partir das 22h30 na faixa Shows Mais Brasil. Com grandes apresentações de artistas regionais e personalidades renomadas, a maratona musical dura seis horas e meia com os mais diversos estilos e gêneros que caracterizam a produção sonora do país. Faixas diárias com programas da Rede e de Parceiras Apresentadora Carolina Rocha - Divulgação / TV BrasilPara valorizar as emissoras que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), a TV Brasil exibe para todo o país em sua programação uma série de programas realizados por esses canais parceiros.A Faixa Rural destaca a vida no campo de segunda a sexta, às 6h, e aos sábados, a partir das 5h30. Produzido pela TVU/RN, o programa Tela Rural vai ao ar às segundas. Realizado pela TV Cultura do Pará, o Cozinha Amazônia é a atração das terças.O Agro Nacional é um programa próprio da TV Brasil que entra às quartas enquanto a produção independente Vale Agrícola é exibida às quintas. Coprodução da Embrapa com a Emater, o programa Terra Sul tem janela às sextas. A faixa também é apresentada aos sábados, às 5h30, com o Rio Grande Rural, outra produção da Emater.Com destaque para o novo programa Cai no Vestibular, produção própria da TV Brasil no ar diariamente às 7h, de segunda a sábado, a Faixa Educação contempla ainda outras produções vão ao ar de segunda a sexta, na sequência, às 7h15.O Camarote 21, da Deutsche Welle, abre a semana às segundas. Já o programa Viver Ciência, da UFG, é exibido às terças. A série Luthiers, obra da TV Brasil, é a atração das quartas. Já a produção documental Amazônia Legal vai ao ar às quintas enquanto o programa Praticarte, da TV Encontro das Águas, às sextas.A faixa de saúde e bem-estar pode ser conferida na telinha da emissora pública de segunda a sexta-feira, às 7h15. O programa Nova Amazônia, da TV Encontro das Águas, é apresentado às segundas. A TVE Bahia contribui com o Soterópolis, às terças, enquanto a Rede Minas disponibiliza o Sou 60, às quartas. A TV Brasil estreia o Vida + Leve às quintas enquanto o programa Viver Mais, da TV Ceará, tem exibição às sextas.

    Os programas da TV Brasil ganham novos horários, cenários e identidades visuais a partir desta segunda (16), quando a emissora pública lança sua programação para 2020. Destaque para a estreia de novas atrações e séries documentais e de ficção renomadas como o premiado drama policial britânico Sherlock (segunda a sexta, às 21h30) e a trama nacional pioneira de O Vigilante Rodoviário (terça, às 23h30 e domingo, às 22h30).Para este ano, o canal investiu na produção interna, na aquisição de novos conteúdos e em obras independentes. Em março, a TV Brasil estreia novos programas produzidos internamente: Acervo Musical, Atos, Brasil sobre Duas Rodas, Cai no Vestibular, Ciência é Tudo, Curta Temporada, Meu Pedaço do Brasil e Vida + Leve.Atrações da programação diária apresentam novos formatos como o histórico programa de entrevistas Sem Censura, apresentado por Vera Barroso e Bruno Barros, que entra no ar ao vivo de segunda a sexta, agora às 14h, e com a participação de um time de jornalistas do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo para comentar as pautas e assuntos do dia. Time de jornalistas da EBC comentará os principais assuntos do dia no Sem Censura - Divulgação/TV BrasilEm novo horário, o telejornal Repórter Brasil abre a faixa voltada ao público adulto, ao vivo, às 19h, com os âncoras Katiuscia Neri e Paulo Leite, em Brasília. Em seguida, às 19h30, também ao vivo, é a vez do esportivo Stadium, com Paulo Garritano e Marília Arrigoni, no Rio de Janeiro. Já o Cenário Econômico, apresentado direto da B3, em São Paulo, vai ao ar às 22h30.Entre as produções jornalísticas semanais, destaque para o Caminhos da Reportagem que agora tem exibição inédita aos domingos, às 20h. Durante a semana, em horário nobre, às 23h, a faixa começa na segunda com o Brasil em Pauta.Às terças, o veterano Moisés Rabinovici conduz o programa Um Olhar sobre o Mundo. Já às quartas, Katiuscia Neri faz entrevistas no Impressões. Às quintas, o Caminhos da Reportagem tem reprise. O Fique Ligado ganha novo formato, semanal, com uma hora de duração, às sextas, com Vanessa Léda e Morillo Carvalho, de Brasília; Annie Zanetti, de São Paulo; e Bruno Barros, do Rio de Janeiro. Conteúdo on demand EBC Play - Divulgação / EBC PlayOutra novidade da emissora pública gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) é a disponibilização de mais conteúdo on demand nas suas plataformas digitais e por meio do aplicativo EBC Play. Além das produções da casa, boa parte dos novos conteúdos de aquisição também passam a ter uma janela para os fãs de séries acompanharem os episódios por tempo limitado. O aplicativo está disponível para as plataformas Android, iOS e no site http://play.ebc.com.br. O EBC Play pode ser baixado gratuitamente. Programação Infantil Detetives do Prédio Azul - Divulgação/TV BrasilDe olho na garotada, a nova programação amplia para mais de dez horas a duração da TV Brasil Animada, sessão infantil com desenhos e seriados que crianças de todas as idades adoram. Destaque para a volta de temporadas inéditas em sinal aberto de sucessos que encantam a turminha. O canal apresenta a segunda temporada de Peixonauta e de SOS Fada Manu, a quarta e quinta de O Show da Luna! e a sétima, oitava e nona de Detetives do Prédio Azul.Entre as estreias para a criançada, as principais atrações da TV Brasil para esse público são a novelinha Valentins e a animação Conta Comigo dos mesmos diretores de Meu Amigãozão. Outras novidades são as produções Cantando com Ping e Pong, Canninópolis, Mouk, Mighty Mike, Jelly Jam, Bottersnikes & Gumbles e Meu Cavaleiro e eu. Peixonauta - Divulgação/TV BrasilOrganizada por faixa etária, a TV Brasil Animada tem uma sessão especial com recursos de acessibilidade entre 7h45 e 9h30. Após os telejornais da manhã, a partir das 10h até as 19h, a emissora traz conteúdos adequados para crianças em idade pré-escolar, atrações infantis e produções voltadas para o público que está na adolescência. A faixa destaca-se pela ausência de publicidade que incentive o consumismo. As séries e animações em cartaz reforçam valores como a não violência e a tolerância às diferenças. Sucessos do cinema na telinha Mazzaropi - Divulgação/TV BrasilA sétima arte também tem espaço garantido na programação da TV Brasil com as sessões Festival de Cinema que traz sucessos das telonas, como O Palhaço (2011); DOCs Brasil, com produções documentais; Cine Retrô que resgata clássicos de Amácio Mazzaropi e Dercy Gonçalves; Sessão Família, com produções infantis para todas as idades, como O Menino Maluquinho (1995); e Cine Nacional que destaca grandes obras brasileiras. Estreias da casa Atração ensina matérias e traz dicas de preparação para estudantes dos ensinos Médio e Fundamental 2. - Divulgação/TV BrasilOs novos programas da TV Brasil estreiam em diversos horários na programação da emissora pública.Em edições diárias de 15 minutos de segunda a sexta e maratona aos sábados, com os episódios da semana, sempre às 7h, o programa educativo Cai no Vestibular ensina matérias e traz dicas de preparação para estudantes dos ensinos Médio e Fundamental 2.A proposta é ajudar os alunos na preparação para o Enem e vestibulares. A cada aula, um professor ou palestrante apresenta um tema, faz uma revisão dos assuntos abordados e dá orientações de conteúdos complementares.A série Vida + Leve apresenta informações relevantes sobre saúde e qualidade de vida, sempre de maneira informal e descomplicada, às quintas, às 7h15. Sob o comando da jornalista Carol Rocha, a produção recebe especialistas para um papo no estúdio. Médicos, pesquisadores e profissionais da saúde esclarecem as principais dúvidas da população.O programa aborda temas como a importância do sol para a saúde, as propriedades dos chás e o uso dos suplementos proteicos. Vida + Leve também destaca como a aquisição de novos hábitos pode contribuir para o bem-estar e longevidade.O programa Ciência é Tudo estreia no sábado, às 8h30, com apresentação da jornalista Priscila Rangel. A atração traz informações, curiosidades e reflexões sobre o impacto da ciência e da tecnologia na vida diária, além de ressaltar as novidades a respeito de investimentos e de políticas públicas da área.Aos sábados, às 21h, o Acervo Musical resgata trilhas sonoras históricas. Os apresentadores Bia Aparecida e Waldecir de Oliveira aproveitam um tema para revisitar o acervo preservado pela EBC. Eles mostram performances musicais que marcaram época em registros da antiga TVE do Rio de Janeiro, e da discoteca das Rádios MEC e Nacional.Já aos domingos, às 10h, a série documental Brasil sobre Duas Rodas percorre o país para mostrar as belezas nacionais sob a perspectiva de quem não vive longe das estradas, os motociclistas. A produção leva o telespectador na garupa ao revelar as deslumbrantes paisagens que atravessam o Brasil de norte a sul. Série documental Brasil sobre Duas Rodas percorre o país para mostrar as belezas nacionais sob a perspectiva dos motociclistas - Divulgação/TV BrasilA série Meu Pedaço do Brasil entra no ar aos domingos, às 18h30. A cada edição  visita uma cidade turística do país e revela suas principais atrações através do olhar de moradores e guias locais. A produção mostra os mais diversificados destinos turísticos nacionais: cidades históricas, metrópoles cosmopolitas e regiões com natureza diversa e muitas vezes intocada. Peças teatrais são o destaque da série Curta Temporada - Fernando Frazão / Agência BrasilCom a exibição de peças teatrais e entrevistas exclusivas com a equipe das produções, a série Curta Temporada estreia no domingo, à meia-noite. Apresentado por Linei Lopes, o programa traz para a telinha obras marcantes das artes cênicas ao levar o universo do teatro para a televisão. Novas temporadas Juliana Oliveira e Fernanda Honorato - Divulgação / TV BrasilHá 16 anos no ar, o Programa Especial estreia sua décima quinta temporada em novo horário, às 9h30. Voltada à inclusão de pessoas com deficiência, a produção é apresentada pela publicitária cadeirante Juliana Oliveira com matérias realizadas por Fernanda Honorato, a primeira repórter com Síndrome de Down do país.Ainda pela manhã, às 10h30, o Música Animada ganha edições semanais em sua quarta temporada com performances inéditas sempre no primeiro sábado de cada mês para a garotada cantar e se divertir. A atração dedicada às crianças traz bandas que incentivam os pequenos a desenvolver o gosto pela música.Ainda no sábado, mais tarde, às 20h30, o Recordar é TV estreia a terceira temporada agora sob o comando da jornalista Katy Navarro. O programa resgata o vasto conteúdo de acervo da emissora pública e apresenta, com nova roupagem, atrações históricas dos tempos da TV Educativa do Rio de Janeiro preservadas no arquivo do canal. Bruno Barros apresenta os bastidores da dramaturgia em Atos - Pablo HenriqueA segunda temporada de Atos investiga os bastidores da dramaturgia na madrugada de domingo para segunda, à 1h30 A série produzida em parceria com a Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) busca identificar um sentido mais amplo das artes cênicas a partir dos desafios de experientes profissionais que atuam na área.Apresentada por Bruno Barros, a produção recebe personalidades como Cauã Reymond, Claudia Raia, Marcos Frota e Ana Beatriz Nogueira para um bate-papo com alunos de interpretação sobre os bastidores da carreira artística.Com formato intimista, leve e dinâmico, Atos busca fugir dos padrões convencionais televisivos ao deslocar o estúdio de gravação para o palco teatral da própria CAL. Nomes consagrados da cena artística nacional revelam histórias e acontecimentos que marcaram suas carreiras. Séries ambientais brasileiras e do exterior Brasil Visto de Cima - Divulgação/TV BrasilA faixa nobre da programação da TV Brasil apresenta diversas obras documentais. A série nacional Brasil Visto de Cima mostra as belezas naturais em janela diária de segunda a sexta, às 20h, com a exibição dos 135 episódios das cinco temporadas inéditas em sinal aberto.De segunda a sexta, às 20h30, a emissora pública apresenta produções internacionais com foco no meio ambiente. Galápagos é a atração das segundas com três episódios semanais de 50 minutos. As séries Os Sentidos dos Animais e Mistérios da Evolução estreiam na terça às 20h30 e às 21h, respectivamente, com seis episódios de 30 minutos cada.O destaque de quarta é o seriado Rockies, As Montanhas Selvagens com cinco episódios de 50 minutos. A série documental Cidades Fantasmas estreia na quinta com episódios sobre Riesi (Itália), Kayaköy (Turquia), Fukushima (Japão), Detroit (EUA) e aldeias abandonadas (China). Por fim, na sexta, a novidade é a produção A Jornada da Vida com três episódios de mesma duração. Aclamadas produções de ficção Trama é estrelada por Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes e Martin Freeman como o Doutor John Watson - Divulgação/BBC StudiosAs séries de dramaturgia são outro mote da programação da TV Brasil para 2020. O premiado drama policial Sherlock ganha exibição diária, de segunda a sexta-feira, em horário nobre, às 21h30, com exclusividade. A emissora exibe todos episódios das quatro temporadas da série, além do especial.Produzido pela BBC, o seriado de televisão britânico é inspirado nas histórias do detetive Sherlock Holmes escritas por Sir Arthur Conan Doyle. Criada por Steven Moffat e Mark Gatiss, a trama foi estrelada por Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes e Martin Freeman como o Doutor John Watson.Já uma das produções mais clássicas do audiovisual brasileiro, a série O Vigilante Rodoviário acompanha as aventuras do inspetor Carlos e seu amigo, o cão Lobo, com dois episódios inéditos por semana, às terças, às 23h30, e aos domingos, às 23h.Pioneira, a atração nacional produzida no início dos anos 1960 foi um sucesso de audiência pela TV Tupi. O seriado mostra a dupla em tramas de combate ao crime a bordo de uma motocicleta Harley-Davidson 1952 ou de um carro modelo Simca Chambord 1959. Atrações musicais Acervo Musical com Bia Aparecida e Waldecir de Oliveira - Divulgação / TV BrasilProgramas musicais e shows embalam as noites de sexta e sábado na nova programação da TV Brasil. Em novo dia e horário, às sextas, à meia-noite, o Todas as Bossas estreia a quarta temporada com a performance do grupo Molejo.Logo depois, à 1h, o Cena Instrumental tem edições inéditas na telinha. Sob o comando da jornalista e cantora Bia Aparecida, os dois programas trazem shows exclusivos gravados no histórico estúdio 3 da emissora pública.Ainda na madrugada de sexta para sábado, a TV Brasil apresenta uma sequência de atrações musicais: o Hypershow, da Rede Minas, às 2h; o tradicional Samba na Gamboa, conduzido pelo cantor e compositor Diogo Nogueira, às 3h; o programa Alto-Falante, da Rede Minas, às 4h; e encerra a faixa com o Acervo Musical, às 5h.O programa Acervo Musical estreia na sequência, às 21h, ao recuperar apresentações que fizeram história e foram registradas pala TVE/RJ e Rádios MEC e Nacional. Logo após, às 21h30, o Alto-Falante tem edições inéditas. Produzido pela Rede Minas, é apresentado por Terence Machado, Adriano Falabella e Sabrina Damasceno.A TV Brasil exibe espetáculos gravados por emissoras parceiras da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) a partir das 22h30 na faixa Shows Mais Brasil. Com grandes apresentações de artistas regionais e personalidades renomadas, a maratona musical dura seis horas e meia com os mais diversos estilos e gêneros que caracterizam a produção sonora do país. Faixas diárias com programas da Rede e de Parceiras Apresentadora Carolina Rocha - Divulgação / TV BrasilPara valorizar as emissoras que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), a TV Brasil exibe para todo o país em sua programação uma série de programas realizados por esses canais parceiros.A Faixa Rural destaca a vida no campo de segunda a sexta, às 6h, e aos sábados, a partir das 5h30. Produzido pela TVU/RN, o programa Tela Rural vai ao ar às segundas. Realizado pela TV Cultura do Pará, o Cozinha Amazônia é a atração das terças.O Agro Nacional é um programa próprio da TV Brasil que entra às quartas enquanto a produção independente Vale Agrícola é exibida às quintas. Coprodução da Embrapa com a Emater, o programa Terra Sul tem janela às sextas. A faixa também é apresentada aos sábados, às 5h30, com o Rio Grande Rural, outra produção da Emater.Com destaque para o novo programa Cai no Vestibular, produção própria da TV Brasil no ar diariamente às 7h, de segunda a sábado, a Faixa Educação contempla ainda outras produções vão ao ar de segunda a sexta, na sequência, às 7h15.O Camarote 21, da Deutsche Welle, abre a semana às segundas. Já o programa Viver Ciência, da UFG, é exibido às terças. A série Luthiers, obra da TV Brasil, é a atração das quartas. Já a produção documental Amazônia Legal vai ao ar às quintas enquanto o programa Praticarte, da TV Encontro das Águas, às sextas.A faixa de saúde e bem-estar pode ser conferida na telinha da emissora pública de segunda a sexta-feira, às 7h15. O programa Nova Amazônia, da TV Encontro das Águas, é apresentado às segundas. A TVE Bahia contribui com o Soterópolis, às terças, enquanto a Rede Minas disponibiliza o Sou 60, às quartas. A TV Brasil estreia o Vida + Leve às quintas enquanto o programa Viver Mais, da TV Ceará, tem exibição às sextas.


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  • 3/56   Apple manda fechar lojas fora da China até 27 de março

    Lojas da Apple fora da China, situadas em país da Europa e Estados Unidos, por exemplo, terão suas atividades interrompidas temporariamente para evitar o alastramento do Coronavírus entre os clientes e funcionários

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  • 4/56   De olho na Anatel | Galaxy A11, Motorola 'Racer' e outras homologações

    Semana parada na Anatel tem homologação do Galaxy A11, sucessor do Android mais vendido no Brasil ano passado, além de algumas certificações de aparelhos da Motorola já concluídas, mas que ainda falta publicar documentação

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  • 5/56   Apple fecha todas as lojas fora da China por pandemia

    A Apple, a gigante da tecnologia americana, tomou uma medida drástica para evitar a dissiminação do novo coronavírus. A empresa vai fechar temporariamente todas as lojas fora da China. STOCKSHOTS

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  • 6/56   Como desativar o comando de voz "OK, Google" no seu celular

    O "OK, Google", comando de voz do assistente pessoal do Android, embora prático, costuma incomodar alguns usuários. É possível desativá-lo de maneira simples, prática e rápida, acessando o menu do aplicativo do Google

    O "OK, Google", comando de voz do assistente pessoal do Android, embora prático, costuma incomodar alguns usuários. É possível desativá-lo de maneira simples, prática e rápida, acessando o menu do aplicativo do Google


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  • 7/56   Microsoft anuncia investimento em 18 startups lideradas por mulheres

    A Microsoft anunciou, na quinta-feira, as primeiras startups selecionadas no programa de incentivo a mulheres empreendedoras, duas delas receberão aporte financeiro por meio do WEVentures, enquanto o WEImpact oferecerá recursos e capacitação às demais

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  • 8/56   Bill Gates deixa o conselho da Microsoft para se dedicar à filantropia

    Bill Gates, cofundador da Microsoft, anunciou que não terá mais nenhum vínculo formal com a empresa, mas ainda seguirá como "guru de tecnologia" de Satya Nadella, atual presidente-executivo, e outras lideranças

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  • 9/56   Bill Gates deixa conselho administrativo da Microsoft

    A Microsoft anunciou nesta sexta-feira que seu fundador Bill Gates deixou o conselho administrativo da empresa para dedicar mais tempo à filantropia.

    A Microsoft anunciou nesta sexta-feira que seu fundador Bill Gates deixou o conselho administrativo da empresa para dedicar mais tempo à filantropia.


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  • 10/56   Três formas de desfocar o fundo de uma imagem no Android e iOS

    O modo retrato se tornou tendência para a maioria dos usuários que possuem smartphones com mais de uma câmera. Pensando nisso, neste tutorial, nós do Canaltech iremos ensiná-lo a ativar a função e desfocar o fundo na foto no Android e iOS

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  • 11/56   Bill Gates deixa o conselho da Microsoft

    O co-fundador e primeiro CEO da Microsoft, Bill Gates, anunciou que está saindo do conselho da empresa nesta sexta-feira (13).

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  • 12/56   Google apresentou falhas em algumas buscas nesta sexta-feira (13)

    Na tarde desta sexta-feira, dia 13 de março, as buscas do Google começaram a apresentar erros, deixando de exibir alguns resultados. A assessoria da empresa no Brasil disse que a falha estava sendo investigada, mas logo tudo parece ter voltado ao normal

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  • 13/56   Especialistas criticam design sem graça de carros autônomos

    (Bloomberg) -- Montadoras que investem bilhões em carros autônomos do futuro correm risco de repetir o mesmo erro cometido com carros elétricos há uma década?Gigantes como General Motors, Toyota Motor e Jaguar Land Rover compartilham dimensões igualmente retangulares com mais atenção à praticidade de engenharia do que “sex appeal“. Até a Waymo, o braço autônomo da Alphabet, controladora do Google, escolheu a minúscula minivan como principal atração para veículos autônomos.A aparência uniforme e pouco inspiradora desses veículos autônomos tem sido criticada por ser tão desinteressante quanto a abordagem sem frescuras adotada pelas montadoras para projetar veículos elétricos que acabaram com vendas mais lentas do que se esperava. Mais do que estética está em jogo. Embora as vans que essas empresas projetaram não sejam para showrooms de varejo, a falta de atrativos pode afastar passageiros cujo sonho de entrar em um veículo sem motorista incluía mais do que um vagão moderno. Para compensar os custos, até veículos autônomos para vários passageiros precisarão cobrar preços mais altos do que outras formas de transporte público. Alguns acham que talvez precisem se parecer mais com uma limusine de luxo do que com um ônibus da cidade.“Quem está pedindo todas essas caixas?” disse Tony Posawatz, ex-executivo da GM que desenvolveu o híbrido plug-in Chevrolet Volt e agora presta consultoria para empresas de mobilidade. “Se os primeiros usuários são pessoas abastadas, estão acostumados a um certo emblema e a um certo tipo de desempenho.”Nem todas as montadoras seguem o mesmo manual. A Mercedes-Benz, da Daimler, apresentou um carro-conceito de direção autônoma ultraluxuoso chamado de F 015 em janeiro, embora não seja voltado para o grande público. A Tesla prometeu trazer autonomia às massas com o Model 3, mas, apesar de todo o progresso do CEO Elon Musk em outros aspectos, os clientes ainda esperam que o polêmico sistema de piloto automático seja tão capaz quanto ele prevê.Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórteres da matéria original: Chester Dawson Southfield, cdawson54@bloomberg.net;David Welch em Southfield, dwelch12@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Craig Trudell, ctrudell1@bloomberg.net, Dimitra KessenidesFor more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- Montadoras que investem bilhões em carros autônomos do futuro correm risco de repetir o mesmo erro cometido com carros elétricos há uma década?Gigantes como General Motors, Toyota Motor e Jaguar Land Rover compartilham dimensões igualmente retangulares com mais atenção à praticidade de engenharia do que “sex appeal“. Até a Waymo, o braço autônomo da Alphabet, controladora do Google, escolheu a minúscula minivan como principal atração para veículos autônomos.A aparência uniforme e pouco inspiradora desses veículos autônomos tem sido criticada por ser tão desinteressante quanto a abordagem sem frescuras adotada pelas montadoras para projetar veículos elétricos que acabaram com vendas mais lentas do que se esperava. Mais do que estética está em jogo. Embora as vans que essas empresas projetaram não sejam para showrooms de varejo, a falta de atrativos pode afastar passageiros cujo sonho de entrar em um veículo sem motorista incluía mais do que um vagão moderno. Para compensar os custos, até veículos autônomos para vários passageiros precisarão cobrar preços mais altos do que outras formas de transporte público. Alguns acham que talvez precisem se parecer mais com uma limusine de luxo do que com um ônibus da cidade.“Quem está pedindo todas essas caixas?” disse Tony Posawatz, ex-executivo da GM que desenvolveu o híbrido plug-in Chevrolet Volt e agora presta consultoria para empresas de mobilidade. “Se os primeiros usuários são pessoas abastadas, estão acostumados a um certo emblema e a um certo tipo de desempenho.”Nem todas as montadoras seguem o mesmo manual. A Mercedes-Benz, da Daimler, apresentou um carro-conceito de direção autônoma ultraluxuoso chamado de F 015 em janeiro, embora não seja voltado para o grande público. A Tesla prometeu trazer autonomia às massas com o Model 3, mas, apesar de todo o progresso do CEO Elon Musk em outros aspectos, os clientes ainda esperam que o polêmico sistema de piloto automático seja tão capaz quanto ele prevê.Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórteres da matéria original: Chester Dawson Southfield, cdawson54@bloomberg.net;David Welch em Southfield, dwelch12@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Craig Trudell, ctrudell1@bloomberg.net, Dimitra KessenidesFor more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.


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  • 14/56   Samsung divulga imagens e ficha técnica do Galaxy A11 sem alarde

    Sucessor do Android mais vendido de 2019, dispositivo que está entre os mais básicos da linha Galaxy A tem três câmeras na parte traseira e oferece leitor de impressão digital, recurso ausente no Galaxy A10

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  • 15/56   iPhone 12 poderá ter sensor de 64 MP desenvolvido pela Sony

    O iPhone 12 ainda poderá contar com o design característico com notch, mas suas câmeras deverão mudar bastante. Segundo informações divulgadas por Max Weinbach, famoso por acertar vazamentos, o sensor topo de linha de 64 MP da Sony deverá estar nas câmeras do smartphone

    O iPhone 12 ainda poderá contar com o design característico com notch, mas suas câmeras deverão mudar bastante. Segundo informações divulgadas por Max Weinbach, famoso por acertar vazamentos, o sensor topo de linha de 64 MP da Sony deverá estar nas câmeras do smartphone


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  • 16/56   App Simple Gallery Pro ganha suporte ao modo Retrato do Google Pixel

    O modo Retrato da câmera do Google Pixel cria dois arquivos em uma pasta separada das fotos normais, o que confunde aplicativos de galeria, uma atualização do Simple Gallery Pro adicionou suporte ao recurso, mostrando os retratos na mesma pasta

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  • 17/56   Limite de velocidade volta ao Google Maps em alguns países

    Recurso que aparece e desaparece sem muito alarde no Google Maps, a opção de exibir o limite de velocidade no aplicativo de mapas do Google parece voltar aos poucos, pelo menos em países como a Dinamarca, Reino Unido, França e Índia

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  • 18/56   Apple desenvolve recurso que protege suas mensagens de olhares curiosos

    Empresa entrou com pedido de patente de uma ferramenta que usa a câmera frontal do smartphone, tablet ou notebook para detectar onde seus olhos estão lendo e disfarça todo o restante da tela com informações aleatórias

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  • 19/56   Sites usados para ataques de phishing cresceram 211% desde 2017

    Dados do Google apontam a existência de mais de 1,8 milhão de páginas voltadas para o roubo de dados de usuários em todo o mundo. No mesmo período, URLs que levavam à instalação de malwares despencaram

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  • 20/56   Mesmo com novos contratos, Apple não consegue oferecer pacotes com Apple Music

    Empresa de Cupertino assinou renovações e novos contratos de artistas para seu serviço de streaming de música, mas gravadoras recusam-se a permitir que conteúdo da plataforma seja oferecido em pacotes junto com Apple News+ e Apple TV+, um objetivo da companhia

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  • 21/56   Toyota RAV4 ganha Android Auto e Apple Car Play na versão 2020

    A quinta geração do SUV mais vendido do mundo ganha uma importante atualização: agora seu sistema multimídia é compatível com espelhamento de smartphones por meio do Android Auto e do Apple Car Play. O RAV 4 Connect Hybrid está disponível em duas versões

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  • 22/56   Microsoft cancela Build 2020 por causa do coronavírus

    Conferência voltada a desenvolvedores começaria no dia 19 de maio e, agora, será transformada em uma experiência digital, com palestras e painéis sendo transmitidos pela internet. Mais detalhes e uma possível nova data devem ser divulgados em breve

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  • 23/56   Jornais estrangeiros incentivam home office e derrubam paywall de reportagens sobre coronavírus

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O The New York Times pediu na quarta-feira (11) que seus funcionários trabalhem de suas casas por dez dias como resposta à pandemia do novo coronavírus. “Nós achamos que limitar as viagens de e para o escritório e limitar o número de funcionários que entram em contato com outros é do maior interesse de todos neste momento”, afirma o comunicado do publisher A.G. Sulzberger e do diretor-executivo Mark Thompson. “Esta é uma das maiores e mais abrangentes histórias que nós cobrimos em uma geração e é também uma história que está afetando muitos de nós diretamente.” O Washington Post fez a mesma recomendação a seus contratados na terça-feira (10). “Decidimos incentivar (mas não obrigar) os funcionários a trabalhar de casa, se sua função e suas necessidades de equipamentos possibilitarem”, afirma o comunicado de Fred Ryan, publisher do Post. O jornal, como outros veículos da região de Washington, já havia recomendado que jornalistas que cobriram a última CPAC (Conferência de Ação Política Conservadora), realizada de 26 a 29 de fevereiro no entorno da capital, trabalhassem em suas casas por sete dias, já que um dos participantes do evento foi diagnosticado com o novo coronavírus. Visitas à Redação do Washington Post, eventos e viagens não essenciais também foram cancelados. O The New York Times decidiu suspender o paywall, mecanismo que limita o número de textos acessíveis a não-assinantes, do conteúdo sobre a pandemia. Outros veículos estrangeiros também desligaram o paywall de textos sobre o assunto, como os americanos The Atlantic e Wall Street Journal, os canadenses The Globe and Mail e Toronto Star e o português Público. O argentino Clarín comunicou na quarta-feira que passou a oferecer acesso ilimitado a todos os textos sobre a pandemia “por se tratar de um tema de saúde pública e de alto interesse”. Medidas desse tipo já tinham sido adotadas por veículos de imprensa de regiões mais afetadas pela epidemia, de acordo com informações da Associação Mundial de Jornais e Publishers de Notícias. O Straits Times, principal jornal de Singapura, dividiu a equipe em duas, que alternam entre trabalhar em casa e na Redação a cada duas semanas. O South China Morning Post, de Hong Kong, tem metade de seus funcionários trabalhando remotamente e pretende retomar o trabalho presencial na Redação de todos os jornalistas nas próximas semanas, desde que não apresentem sintomas da doença. Os que estiveram na China continental terão que esperar duas semanas antes de voltar à Redação. Na Itália, país com o maior número de casos depois da China, a RCS Media, que publica o Corriere dela Sera, um dos mais importantes jornais do país, e o diário esportivo Gazzetta dello Sport, declarou que todos os jornalistas foram equipados com notebooks e softwares de reuniões remotas para caso a Redação precise ser fechada. Nesta semana, empresas de tecnologia dos EUA também determinaram, uma após a outra, que funcionários trabalhem de suas casas. Na quarta-feira, o Twitter informou que passou a obrigar o trabalho remoto de todos os seus 5 mil empregados. Na terça-feira, o Google pediu a todos os funcionários dos EUA e Canadá que trabalhem de suas casas e ampliou a recomendação para os contratados na Europa, Oriente Médio e África nesta quinta-feira (12). No fim de janeiro, a empresa fechou todos os seus escritórios na China, que foi afetada primeiro pelo surto de covid-19. Tim Cook, presidente-executivo da Apple, fez a mesma recomendação de trabalho remoto no domingo (8) a funcionários de diversos escritórios globais.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O The New York Times pediu na quarta-feira (11) que seus funcionários trabalhem de suas casas por dez dias como resposta à pandemia do novo coronavírus. “Nós achamos que limitar as viagens de e para o escritório e limitar o número de funcionários que entram em contato com outros é do maior interesse de todos neste momento”, afirma o comunicado do publisher A.G. Sulzberger e do diretor-executivo Mark Thompson. “Esta é uma das maiores e mais abrangentes histórias que nós cobrimos em uma geração e é também uma história que está afetando muitos de nós diretamente.” O Washington Post fez a mesma recomendação a seus contratados na terça-feira (10). “Decidimos incentivar (mas não obrigar) os funcionários a trabalhar de casa, se sua função e suas necessidades de equipamentos possibilitarem”, afirma o comunicado de Fred Ryan, publisher do Post. O jornal, como outros veículos da região de Washington, já havia recomendado que jornalistas que cobriram a última CPAC (Conferência de Ação Política Conservadora), realizada de 26 a 29 de fevereiro no entorno da capital, trabalhassem em suas casas por sete dias, já que um dos participantes do evento foi diagnosticado com o novo coronavírus. Visitas à Redação do Washington Post, eventos e viagens não essenciais também foram cancelados. O The New York Times decidiu suspender o paywall, mecanismo que limita o número de textos acessíveis a não-assinantes, do conteúdo sobre a pandemia. Outros veículos estrangeiros também desligaram o paywall de textos sobre o assunto, como os americanos The Atlantic e Wall Street Journal, os canadenses The Globe and Mail e Toronto Star e o português Público. O argentino Clarín comunicou na quarta-feira que passou a oferecer acesso ilimitado a todos os textos sobre a pandemia “por se tratar de um tema de saúde pública e de alto interesse”. Medidas desse tipo já tinham sido adotadas por veículos de imprensa de regiões mais afetadas pela epidemia, de acordo com informações da Associação Mundial de Jornais e Publishers de Notícias. O Straits Times, principal jornal de Singapura, dividiu a equipe em duas, que alternam entre trabalhar em casa e na Redação a cada duas semanas. O South China Morning Post, de Hong Kong, tem metade de seus funcionários trabalhando remotamente e pretende retomar o trabalho presencial na Redação de todos os jornalistas nas próximas semanas, desde que não apresentem sintomas da doença. Os que estiveram na China continental terão que esperar duas semanas antes de voltar à Redação. Na Itália, país com o maior número de casos depois da China, a RCS Media, que publica o Corriere dela Sera, um dos mais importantes jornais do país, e o diário esportivo Gazzetta dello Sport, declarou que todos os jornalistas foram equipados com notebooks e softwares de reuniões remotas para caso a Redação precise ser fechada. Nesta semana, empresas de tecnologia dos EUA também determinaram, uma após a outra, que funcionários trabalhem de suas casas. Na quarta-feira, o Twitter informou que passou a obrigar o trabalho remoto de todos os seus 5 mil empregados. Na terça-feira, o Google pediu a todos os funcionários dos EUA e Canadá que trabalhem de suas casas e ampliou a recomendação para os contratados na Europa, Oriente Médio e África nesta quinta-feira (12). No fim de janeiro, a empresa fechou todos os seus escritórios na China, que foi afetada primeiro pelo surto de covid-19. Tim Cook, presidente-executivo da Apple, fez a mesma recomendação de trabalho remoto no domingo (8) a funcionários de diversos escritórios globais.


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  • 24/56   Mulheres Incríveis | Google Assistente tem recurso exclusivo em março

    Novo recurso do Google Assistente para o mês de março celebra o Dia Internacional da Mulher em parceria inédita com o Google Arts&Culture.; Com o serviço, você descobre diversas histórias inspiradoras de personalidades femininas ao redor do mundo

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  • 25/56   Microsoft nomeia Eric Horvitz como seu primeiro diretor científico

    Ex-líder do Microsoft Research Labs, Horvitz será responsável por comandar a empresa em empreitadas voltadas à biologia, informática médica, física, sustentabilidade, economia e ciências sociais e comportamentais

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  • 26/56   Nova atualização do teclado Swiftkey traz melhorias na revisão de textos

    A Microsoft anunciou uma nova atualização para seu aplicativo de teclado Swiftkey no Android. O rival do teclado do Google agora suporta 17 novos idiomas, além de trazer melhorias no desempenho e revisão de textos

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  • 27/56   Europa tenta se proteger do avanço do coronavírus, que supera 6.000 mortes no mundo
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A Europa tenta estabelecer medidas de proteção ante o avanço inexorável da pandemia de coronavírus, que neste domingo superou a barreira de 6.000 mortes e 160.000 infectados em todo o mundo, com o fechamento parcial da fronteira na Alemanha e confinamentos na Itália e Espanha.

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  • 28/56   As marcas deixadas pelas grandes epidemias na sociedade
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Assim como as grandes epidemias no passado, o coronavírus tem deixado em poucas semanas suas marcas por todo o mundo, com países em isolamento, fronteiras fechadas e uma economia fragilizada.

    Assim como as grandes epidemias no passado, o coronavírus tem deixado em poucas semanas suas marcas por todo o mundo, com países em isolamento, fronteiras fechadas e uma economia fragilizada.


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  • 29/56   Reino Unido vai decretar isolamento de idosos na luta contra coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Pessoas com mais de 70 anos precisarão ficar em casa por um período prolongado, diz secretário de Saúde.

    Pessoas com mais de 70 anos precisarão ficar em casa por um período prolongado, diz secretário de Saúde.


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  • 30/56   Usando a imaginação para atividades em casa, Espanha se adapta ao isolamento pelo coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Com shows e partidas de bingo acontecendo nas janelas de casa, jantares e yoga em casa, os espanhóis, muito acostumados a passar mais tempo fora de casa, buscavam desde este domingo adaptar-se a viver em quase total confinamento para frear a propagação do novo coronavírus.

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  • 31/56   Europa tenta se proteger do avanço inexorável do coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A Europa tenta estabelecer medidas de proteção ante o avanço inexorável da pandemia de coronavírus, que superou 155.000 infectados em todo o mundo, ao mesmo tempo que, apesar de todos os temores, a França organiza eleições municipais neste domingo.

    A Europa tenta estabelecer medidas de proteção ante o avanço inexorável da pandemia de coronavírus, que superou 155.000 infectados em todo o mundo, ao mesmo tempo que, apesar de todos os temores, a França organiza eleições municipais neste domingo.


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  • 32/56   Trocando de vagão a cada espirro: como coronavírus mudou a vida de um 'neurótico por doença'
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Como muitos brasileiros, designer paulistano Guilherme Abo Arrage vive momentos de ansiedade e incerteza em meio à propagação de novo vírus pelo mundo.

    Como muitos brasileiros, designer paulistano Guilherme Abo Arrage vive momentos de ansiedade e incerteza em meio à propagação de novo vírus pelo mundo.


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  • 33/56   Como cada país da América Latina está combatendo o coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O novo coronavírus está se expandindo na América Latina. Até esta sexta-feira, casos haviam sido confirmados em 17 países da região. Confira o que cada um está fazendo para combater a pandemia.

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  • 34/56   Pequim colocará pessoas procedentes do exterior em quarentena
    SCIENCE TOPIC NEWS

    As pessoas procedentes do exterior que desembarcam em Pequim serão colocadas em quarentena em centros especiais a partir de segunda-feira, como parte da luta contra os casos importados do novo coronavírus.

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  • 35/56   Madri, uma cidade-fantasma
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Bares e lojas fechados, praças e ruas desertas. Assim como outras cidades europeias, Madri era, neste sábado, uma capital-fantasma, por causa das medidas drásticas contra o aumento vertiginoso de casos do novo coronavírus.

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  • 36/56   Equador proíbe entrada de estrangeiros após segunda morte por coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Equador anunciou neste sábado que irá proibir a entrada de estrangeiros, após ser registrada a segunda morte causada pelo novo coronavírus, que já infectou 28 pessoas no país.

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  • 37/56   Com apoio de Bolsonaro, manifestantes ignoram coronavírus e fazem atos pró-governo
    WORLD TOPIC NEWS

    RIO DE JANEIRO, RJ, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Grupos de simpatizantes do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ignoraram o cancelamento oficial dos atos pelo país por causa da pandemia de coronavírus e saíram às ruas para protestar neste domingo (15). Há manifestações em andamento em capitais como Rio de Janeiro, Brasília e Belém, com gritos de guerra e faixas em defesa do governo federal e com uma série de ataques ao Congresso e ao STF (Supremo Tribunal Federal). Na semana passada, Bolsonaro chegou a pedir para que as manifestações fossem adiadas, mas apoiadores seguiram insistido em promover os protestos e iniciaram um movimento nas redes sociais: DesculpeJairMasEuVou. O próprio presidente, na manhã deste domingo, passou a incentivar as manifestações em suas redes sociais. Ele postou imagens de atos a favor do governo em Belém, Rio, Brasília, Volta Redonda, Parnaíba (PI) e Ribeirão Preto. A manifestação em São Paulo está prevista para o início da tarde na avenida Paulista. Apesar de terem divulgado o adiamento das manifestações, os movimentos organizadores afirmavam não ter controle sobre as ruas e alegavam que fizeram sua parte. Desde o recuo, na noite de quinta (12), os grupos de direita estão sendo atacados e chamados de covardes nas redes sociais. Em live nas redes sociais e em pronunciamento nesta quinta (12), Bolsonaro pediu a seus apoiadores que não comparecessem às manifestações de rua. Segundo ele, "uma das ideias é adiar, suspender". "Daqui a um mês, dois meses, se faz. Foi dado um tremendo recado ao Parlamento", disse. Em Brasília, apoiadores do presidente se concentraram em frente ao Museu Nacional, na Esplanada dos Ministérios, e seguiram em carreata em direção à Praça dos Três Poderes. A maioria acompanhou um trio elétrico. “Estou vendo que tem mais gente de carro do que a pé. Quem puder deixar o carro em algum lugar e seguir com a gente a pé, a gente agradece”, pediu o locutor do evento, às 10h30. Muitos usavam máscaras, não raro customizadas em verde e amarelo. Os manifestantes ocuparam as seis faixas da Esplanada no sentido do Congresso. Carregavam faixas com dizeres contra congressistas e ministros do Supremo. “Contra os vírus do STF e do Congresso, álcool e fogo. Fodam-se!”, dizia uma das maiores faixas. “Celso de Mello, cale-se! Ninguém votou em você”, afirmava outra mensagem. Num caminhão de som menor, estacionado em frente ao Legislativo, o letreiro formava um “Fora, Maia”. Alguns cartazes faziam referência ao pedido do presidente Jair Bolsonaro, que, em pronunciamento, propôs aos apoiadores que não fossem às ruas. “Desculpe-nos, Jair, mas viemos”, resumia um cartaz. Os manifestantes reclamavam de supostas iniciativas para minar o poder do presidente. “Vamos dizer não ao parlamentarismo branco!”, disse uma mulher do alto do trio. Os organizadores também manifestaram ceticismo sobre os riscos da pandemia que tem mobilizado autoridades de saúde de vários países. “Esse coronavírus não vai pegar. Vamos nos alimentar bem!”, discursou uma mulher. Até as 10h30, a Polícia Militar não havia feito estimativa de público. Em frente ao Congresso, sob uma chuva fina, os manifestantes cantaram o hino nacional e depois seguiram em carreata até a rodoviária de Brasília, também na Esplanada. O economista Carlos Alberto Zublidi, 62 anos, e sua esposa colocaram máscaras e foram para o gramado em frente ao Congresso levar uma mensagem de insatisfação com o Legislativo. “Que eles [congressistas] tenham a consciência de saber votar em favor do povo, e não deles próprios, porque eles são representantes do povo.” O economista diz ter colocado a máscara por precaução e também porque, em sua casa, há uma mulher grávida. Ele disse discordar da recomendação de Bolsonaro para que as pessoas não fossem às ruas. “Foi uma opinião dele, a nossa é outra.” A professora de educação física Márcia Torres, 56, vestiu um colete verde e amarelo e foi para a frente do Congresso dar apoio a Bolsonaro. Evangélica, ela diz que, pela primeira vez, um governo prima por preceitos cristãos. “A escola não ensina mais português e matemática, mas ideologia de gênero e política”, queixou-se, ao lado do marido, o psicólogo Márcio Torres, 57. Os dois levaram máscara e álcool em gel para a manifestação. Contam ter se encorajado a participar ao ouvir infectologistas explicarem que o novo coronavírus, em geral, tem os efeitos de uma gripe comum. “A gente pesou na balança dar apoio ao Bolsonaro, que tem muitos leões rugindo ao seu redor, e o coronavírus”, disse Márcia, sentada sobre uma bandeira do Brasil forrada diante do Congresso. No Rio, milhares de manifestantes se reuniram na praia de Copacabana. Às 10h, horário marcado nas redes sociais, a avenida ao lado da ciclovia já estava tomada por pessoas e três carros de som ao longo de cerca de 300 metros. Alguns dos manifestantes, em sua maioria vestindo camisetas verde ou amarelas, usavam máscaras simples brancas, e outros pintaram as suas com as cores da bandeira. Haviam também aqueles com uma máscara da Aliança pelo Brasil, com o número 38 e o símbolo do novo partido. Muitos usavam uma espécie de bandeirola triangular junto ao rosto feita de TNT em que se lia "canalha vírus congresso nacional". O item estava sendo vendido em banquinhas improvisadas por R$ 5 e, às 10h40, já eram difíceis de serem encontradas entre os vendedores. Também por R$ 5 eram vendidas canecas com cordões para o pescoço com os dizerem "eu sou patriota, eu sou Bolsonaro". Dos carros de som emanavam falas contra o Congresso e em defesa do ministro Sergio Moro (Justiça) e do presidente Bolsonaro. Gritos eram puxados com frases como "deixa o homem trabalhar" e "Ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil". Faixas e cartazes traziam palavrões como "foda-se", pedidos pelo voto impresso e "Maia na cadeia". O governador Wilson Witzel, que havia publicado decreto na sexta proibindo aglomerações no estado do Rio de Janeiro, foi um dos alvos dos manifestantes. Diante de um dos carros de som, pessoas pisaram sobre uma bandeira da campanha à eleição de Witzel enquanto, ao microfone, gritava-se palavras como traidor, vagabundo e careca safado. O protesto estava previsto desde o fim de janeiro, mas mudou de pauta e foi insuflado após o ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, ter chamado o Congresso de chantagista na disputa entre Executivo e Legislativo pelo controle do orçamento deste ano. Na última quarta-feira (11), a Comissão Mista de Orçamento aprovou dois projetos de lei enviados pelo governo que repartem com o Congresso cerca de R$ 15 bilhões dos R$ 30,8 bilhões. Os dois textos, agora, vão a plenário do Congresso, e a discussão continua. Durante o Carnaval, Bolsonaro compartilhou em um grupo de aliados um vídeo que convocava a população a ir às ruas para defendê-lo. Na semana seguinte, em discurso, chamou a população a participar do ato, o que mais uma vez irritou as cúpulas do Congresso e do Supremo. Além de apoiar o presidente, os organizadores da manifestação sempre carregaram bandeiras contra o Legislativo e o Judiciário e a favor das Forças Armadas. Nas redes sociais, usuários compartilharam convocações com mensagens autoritárias, pedindo, por exemplo, intervenção militar. Em viagem aos Estados Unidos, no início da semana, o presidente chegou a dizer que os presidentes da Câmara e do Senado poderiam colocar "um ponto final" nas manifestações se abrissem mão do controle de parte do Orçamento. Nesta quinta, em declaração para esfriar os ânimos, Bolsonaro afirmou que "ninguém pode atacar o Parlamento, o Executivo e o Judiciário". "Tem pessoas que não estão de acordo com a crise e acha que tem que acontecer, tudo bem. Mas as instituições, em si, têm que ser preservadas". Ao longos das duas últimas semanas, na tentativa de retomar apoio nas redes sociais, o presidente tentou criar novas polêmicas. Ele criticou a Rede Globo por reportagem do Fantástico sobre presidiárias transsexuais e colocou em dúvida o sistema eleitoral brasileiro.

    RIO DE JANEIRO, RJ, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Grupos de simpatizantes do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ignoraram o cancelamento oficial dos atos pelo país por causa da pandemia de coronavírus e saíram às ruas para protestar neste domingo (15). Há manifestações em andamento em capitais como Rio de Janeiro, Brasília e Belém, com gritos de guerra e faixas em defesa do governo federal e com uma série de ataques ao Congresso e ao STF (Supremo Tribunal Federal). Na semana passada, Bolsonaro chegou a pedir para que as manifestações fossem adiadas, mas apoiadores seguiram insistido em promover os protestos e iniciaram um movimento nas redes sociais: DesculpeJairMasEuVou. O próprio presidente, na manhã deste domingo, passou a incentivar as manifestações em suas redes sociais. Ele postou imagens de atos a favor do governo em Belém, Rio, Brasília, Volta Redonda, Parnaíba (PI) e Ribeirão Preto. A manifestação em São Paulo está prevista para o início da tarde na avenida Paulista. Apesar de terem divulgado o adiamento das manifestações, os movimentos organizadores afirmavam não ter controle sobre as ruas e alegavam que fizeram sua parte. Desde o recuo, na noite de quinta (12), os grupos de direita estão sendo atacados e chamados de covardes nas redes sociais. Em live nas redes sociais e em pronunciamento nesta quinta (12), Bolsonaro pediu a seus apoiadores que não comparecessem às manifestações de rua. Segundo ele, "uma das ideias é adiar, suspender". "Daqui a um mês, dois meses, se faz. Foi dado um tremendo recado ao Parlamento", disse. Em Brasília, apoiadores do presidente se concentraram em frente ao Museu Nacional, na Esplanada dos Ministérios, e seguiram em carreata em direção à Praça dos Três Poderes. A maioria acompanhou um trio elétrico. “Estou vendo que tem mais gente de carro do que a pé. Quem puder deixar o carro em algum lugar e seguir com a gente a pé, a gente agradece”, pediu o locutor do evento, às 10h30. Muitos usavam máscaras, não raro customizadas em verde e amarelo. Os manifestantes ocuparam as seis faixas da Esplanada no sentido do Congresso. Carregavam faixas com dizeres contra congressistas e ministros do Supremo. “Contra os vírus do STF e do Congresso, álcool e fogo. Fodam-se!”, dizia uma das maiores faixas. “Celso de Mello, cale-se! Ninguém votou em você”, afirmava outra mensagem. Num caminhão de som menor, estacionado em frente ao Legislativo, o letreiro formava um “Fora, Maia”. Alguns cartazes faziam referência ao pedido do presidente Jair Bolsonaro, que, em pronunciamento, propôs aos apoiadores que não fossem às ruas. “Desculpe-nos, Jair, mas viemos”, resumia um cartaz. Os manifestantes reclamavam de supostas iniciativas para minar o poder do presidente. “Vamos dizer não ao parlamentarismo branco!”, disse uma mulher do alto do trio. Os organizadores também manifestaram ceticismo sobre os riscos da pandemia que tem mobilizado autoridades de saúde de vários países. “Esse coronavírus não vai pegar. Vamos nos alimentar bem!”, discursou uma mulher. Até as 10h30, a Polícia Militar não havia feito estimativa de público. Em frente ao Congresso, sob uma chuva fina, os manifestantes cantaram o hino nacional e depois seguiram em carreata até a rodoviária de Brasília, também na Esplanada. O economista Carlos Alberto Zublidi, 62 anos, e sua esposa colocaram máscaras e foram para o gramado em frente ao Congresso levar uma mensagem de insatisfação com o Legislativo. “Que eles [congressistas] tenham a consciência de saber votar em favor do povo, e não deles próprios, porque eles são representantes do povo.” O economista diz ter colocado a máscara por precaução e também porque, em sua casa, há uma mulher grávida. Ele disse discordar da recomendação de Bolsonaro para que as pessoas não fossem às ruas. “Foi uma opinião dele, a nossa é outra.” A professora de educação física Márcia Torres, 56, vestiu um colete verde e amarelo e foi para a frente do Congresso dar apoio a Bolsonaro. Evangélica, ela diz que, pela primeira vez, um governo prima por preceitos cristãos. “A escola não ensina mais português e matemática, mas ideologia de gênero e política”, queixou-se, ao lado do marido, o psicólogo Márcio Torres, 57. Os dois levaram máscara e álcool em gel para a manifestação. Contam ter se encorajado a participar ao ouvir infectologistas explicarem que o novo coronavírus, em geral, tem os efeitos de uma gripe comum. “A gente pesou na balança dar apoio ao Bolsonaro, que tem muitos leões rugindo ao seu redor, e o coronavírus”, disse Márcia, sentada sobre uma bandeira do Brasil forrada diante do Congresso. No Rio, milhares de manifestantes se reuniram na praia de Copacabana. Às 10h, horário marcado nas redes sociais, a avenida ao lado da ciclovia já estava tomada por pessoas e três carros de som ao longo de cerca de 300 metros. Alguns dos manifestantes, em sua maioria vestindo camisetas verde ou amarelas, usavam máscaras simples brancas, e outros pintaram as suas com as cores da bandeira. Haviam também aqueles com uma máscara da Aliança pelo Brasil, com o número 38 e o símbolo do novo partido. Muitos usavam uma espécie de bandeirola triangular junto ao rosto feita de TNT em que se lia "canalha vírus congresso nacional". O item estava sendo vendido em banquinhas improvisadas por R$ 5 e, às 10h40, já eram difíceis de serem encontradas entre os vendedores. Também por R$ 5 eram vendidas canecas com cordões para o pescoço com os dizerem "eu sou patriota, eu sou Bolsonaro". Dos carros de som emanavam falas contra o Congresso e em defesa do ministro Sergio Moro (Justiça) e do presidente Bolsonaro. Gritos eram puxados com frases como "deixa o homem trabalhar" e "Ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil". Faixas e cartazes traziam palavrões como "foda-se", pedidos pelo voto impresso e "Maia na cadeia". O governador Wilson Witzel, que havia publicado decreto na sexta proibindo aglomerações no estado do Rio de Janeiro, foi um dos alvos dos manifestantes. Diante de um dos carros de som, pessoas pisaram sobre uma bandeira da campanha à eleição de Witzel enquanto, ao microfone, gritava-se palavras como traidor, vagabundo e careca safado. O protesto estava previsto desde o fim de janeiro, mas mudou de pauta e foi insuflado após o ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, ter chamado o Congresso de chantagista na disputa entre Executivo e Legislativo pelo controle do orçamento deste ano. Na última quarta-feira (11), a Comissão Mista de Orçamento aprovou dois projetos de lei enviados pelo governo que repartem com o Congresso cerca de R$ 15 bilhões dos R$ 30,8 bilhões. Os dois textos, agora, vão a plenário do Congresso, e a discussão continua. Durante o Carnaval, Bolsonaro compartilhou em um grupo de aliados um vídeo que convocava a população a ir às ruas para defendê-lo. Na semana seguinte, em discurso, chamou a população a participar do ato, o que mais uma vez irritou as cúpulas do Congresso e do Supremo. Além de apoiar o presidente, os organizadores da manifestação sempre carregaram bandeiras contra o Legislativo e o Judiciário e a favor das Forças Armadas. Nas redes sociais, usuários compartilharam convocações com mensagens autoritárias, pedindo, por exemplo, intervenção militar. Em viagem aos Estados Unidos, no início da semana, o presidente chegou a dizer que os presidentes da Câmara e do Senado poderiam colocar "um ponto final" nas manifestações se abrissem mão do controle de parte do Orçamento. Nesta quinta, em declaração para esfriar os ânimos, Bolsonaro afirmou que "ninguém pode atacar o Parlamento, o Executivo e o Judiciário". "Tem pessoas que não estão de acordo com a crise e acha que tem que acontecer, tudo bem. Mas as instituições, em si, têm que ser preservadas". Ao longos das duas últimas semanas, na tentativa de retomar apoio nas redes sociais, o presidente tentou criar novas polêmicas. Ele criticou a Rede Globo por reportagem do Fantástico sobre presidiárias transsexuais e colocou em dúvida o sistema eleitoral brasileiro.


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  • 38/56   Defesa de Sérgio Cabral entrega 27 joias em acordo de delação
    WORLD TOPIC NEWS

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A defesa do ex-governador Sérgio Cabral entregou à Polícia Federal 27 joias que ele mantinha escondidas com pessoas próximas desde sua prisão, em novembro de 2016. A apreensão desses bens faz parte do acordo de delação premiada homologado no STF (Supremo Tribunal Federal). A reportagem apurou que no lote entregue à PF está a peça mais cara adquirida por Cabral. Trata-se do brinco espeto de turmalina paraíba com diamantes, que custou R$ 612 mil. Outras duas peças com a pedra rara também foram entregues às autoridades: um colar (R$ 229 mil) e um anel (RS 159 mil). As três foram adquiridas na joalheria Antônio Bernardo para presentear a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo em seu aniversário de 42 anos. Os colares, anéis e brincos foram entregues à PF no dia 20 de fevereiro no aeroporto do Galeão, duas semanas após o ministro Edson Fachin, do STF, homologar a delação do ex-governador, negociada diretamente com a Polícia Federal. O procurador-geral da República, Augusto Aras, tentou reverter a homologação do acordo, por considerar que Cabral ainda omite fatos e não apresenta novos crimes além dos já identificados de forma independente pelas investigações. Fachin, contudo, manteve sua decisão no dia 6. O sumiço das joias mais valiosas era um dos pontos de resistência dos procuradores do Rio à delação de Cabral. Eles também consideram que o ex-governador não apresentou fatos novos. As joias são apontadas pelo Ministério Público Federal como uma das formas usadas por Cabral e a mulher para lavar o dinheiro obtido com propina junto a fornecedores do estado. Segundo dados das joalherias H. Stern e Antônio Bernardo, cujos donos firmaram delação premiada, o casal gastou R$ 6,5 milhões --há peças adquiridas em outras lojas. A PF já havia apreendido 137 joias e relógios em duas operações na casa de Cabral no Leblon, na zona sul do Rio, em 2016. Na ação, contudo, as mais valiosas adquiridas por ele não haviam sido encontradas -como o brinco espeto de turmalina paraíba com diamantes entregue em fevereiro. A PF agora compara as 27 joias apreendidas com as listas de aquisições nas duas joalherias que colaboraram com as investigações, a fim de determinar o preço de compra de cada uma. A defesa do ex-governador afirmou à polícia que entregou todas as peças que estavam em poder de pessoas ligadas a Cabral. Procurado pela reportagem, o advogado Márcio Delambert disse que não iria se manifestar sobre o caso. O destino das peças recém-entregues será definido posteriormente pela PF e a Justiça. No Rio, o juiz Marcelo Bretas ainda tenta uma solução para avaliar de forma definitiva um lote de 40 joias apreendidas na casa de Cabral no dia 17 de novembro de 2016, data de sua prisão. Um leilão para venda das peças estava marcado para agosto do ano passado. Ele foi cancelado por Bretas após a Folha revelar que o preço mínimo atribuído às joias pela Caixa era 78% menor do que o atribuído a elas pela polícia. A PF estimou o valor das 40 unidades em R$ 2,07 milhões, com base em notas fiscais entregues por joalherias e pesquisa de mercado. A Caixa atribuiu-lhes a soma de R$ 455 mil. O juiz determinou uma nova avaliação por um joalheiro especializado. Contratado para a missão, José Lopes de Alencar Júnior indicou um preço ainda menor para o lote: R$ 398 mil. Ele fez o cálculo com base no peso das pedras preciosas das joias --safira, esmeralda, tanzanita, rubi, entre outras--, sem considerar o design ou a marca da peça. Prevendo a contrariedade do magistrado, o leiloeiro Renato Guedes sugeriu uma média entre as três avaliações (PF, Caixa e Alencar Júnior) e de uma pesquisa de mercado feita por sua equipe na internet. O cálculo baixou para 60% o desconto a ser dado no preço mínimo do leilão. O Ministério Público Federal sugeriu, então, que Roberto Stern avaliasse as joias que vieram de suas lojas. Bretas aceitou a sugestão e determinou que Antônio Bernardo também analisasse aquelas vendidas por sua empresa. Outras 97 peças apreendidas ainda não foram avaliadas para o leilão. Este conjunto valia R$ 2,9 milhões, segundo a PF --incluindo a peça mais cara arrecadada com as autoridades: um par de brincos em formato de flores com 24 diamantes cada um, avaliado em R$ 240 mil.

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A defesa do ex-governador Sérgio Cabral entregou à Polícia Federal 27 joias que ele mantinha escondidas com pessoas próximas desde sua prisão, em novembro de 2016. A apreensão desses bens faz parte do acordo de delação premiada homologado no STF (Supremo Tribunal Federal). A reportagem apurou que no lote entregue à PF está a peça mais cara adquirida por Cabral. Trata-se do brinco espeto de turmalina paraíba com diamantes, que custou R$ 612 mil. Outras duas peças com a pedra rara também foram entregues às autoridades: um colar (R$ 229 mil) e um anel (RS 159 mil). As três foram adquiridas na joalheria Antônio Bernardo para presentear a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo em seu aniversário de 42 anos. Os colares, anéis e brincos foram entregues à PF no dia 20 de fevereiro no aeroporto do Galeão, duas semanas após o ministro Edson Fachin, do STF, homologar a delação do ex-governador, negociada diretamente com a Polícia Federal. O procurador-geral da República, Augusto Aras, tentou reverter a homologação do acordo, por considerar que Cabral ainda omite fatos e não apresenta novos crimes além dos já identificados de forma independente pelas investigações. Fachin, contudo, manteve sua decisão no dia 6. O sumiço das joias mais valiosas era um dos pontos de resistência dos procuradores do Rio à delação de Cabral. Eles também consideram que o ex-governador não apresentou fatos novos. As joias são apontadas pelo Ministério Público Federal como uma das formas usadas por Cabral e a mulher para lavar o dinheiro obtido com propina junto a fornecedores do estado. Segundo dados das joalherias H. Stern e Antônio Bernardo, cujos donos firmaram delação premiada, o casal gastou R$ 6,5 milhões --há peças adquiridas em outras lojas. A PF já havia apreendido 137 joias e relógios em duas operações na casa de Cabral no Leblon, na zona sul do Rio, em 2016. Na ação, contudo, as mais valiosas adquiridas por ele não haviam sido encontradas -como o brinco espeto de turmalina paraíba com diamantes entregue em fevereiro. A PF agora compara as 27 joias apreendidas com as listas de aquisições nas duas joalherias que colaboraram com as investigações, a fim de determinar o preço de compra de cada uma. A defesa do ex-governador afirmou à polícia que entregou todas as peças que estavam em poder de pessoas ligadas a Cabral. Procurado pela reportagem, o advogado Márcio Delambert disse que não iria se manifestar sobre o caso. O destino das peças recém-entregues será definido posteriormente pela PF e a Justiça. No Rio, o juiz Marcelo Bretas ainda tenta uma solução para avaliar de forma definitiva um lote de 40 joias apreendidas na casa de Cabral no dia 17 de novembro de 2016, data de sua prisão. Um leilão para venda das peças estava marcado para agosto do ano passado. Ele foi cancelado por Bretas após a Folha revelar que o preço mínimo atribuído às joias pela Caixa era 78% menor do que o atribuído a elas pela polícia. A PF estimou o valor das 40 unidades em R$ 2,07 milhões, com base em notas fiscais entregues por joalherias e pesquisa de mercado. A Caixa atribuiu-lhes a soma de R$ 455 mil. O juiz determinou uma nova avaliação por um joalheiro especializado. Contratado para a missão, José Lopes de Alencar Júnior indicou um preço ainda menor para o lote: R$ 398 mil. Ele fez o cálculo com base no peso das pedras preciosas das joias --safira, esmeralda, tanzanita, rubi, entre outras--, sem considerar o design ou a marca da peça. Prevendo a contrariedade do magistrado, o leiloeiro Renato Guedes sugeriu uma média entre as três avaliações (PF, Caixa e Alencar Júnior) e de uma pesquisa de mercado feita por sua equipe na internet. O cálculo baixou para 60% o desconto a ser dado no preço mínimo do leilão. O Ministério Público Federal sugeriu, então, que Roberto Stern avaliasse as joias que vieram de suas lojas. Bretas aceitou a sugestão e determinou que Antônio Bernardo também analisasse aquelas vendidas por sua empresa. Outras 97 peças apreendidas ainda não foram avaliadas para o leilão. Este conjunto valia R$ 2,9 milhões, segundo a PF --incluindo a peça mais cara arrecadada com as autoridades: um par de brincos em formato de flores com 24 diamantes cada um, avaliado em R$ 240 mil.


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  • 39/56   Guerra na Síria entra no 10º ano
    WORLD TOPIC NEWS

    A guerra na Síria entra neste domingo no 10º ano, com o regime do presidente Bashar al-Assad consolidando seu controle sobre um país devastado pela guerra, com uma economia dizimada e sob a intervenção de potências estrangeiras com interesses divergentes.

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  • 40/56   Franceses comparecem às urnas para municipais sob a ameaça do coronavírus
    WORLD TOPIC NEWS

    Os franceses comparecem às urnas neste domingo para eleições municipais, uma votação que acontece em um cenário inédito e em meio a medidas extraordinárias para conter a propagação do coronavírus, que ameaça disparar o índice de abstenção.

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  • 41/56   Coronavírus provoca adiamento do julgamento do premier de Israel
    WORLD TOPIC NEWS

    O julgamento por corrupção do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, que começaria na terça-feira, foi adiado em dois meses pelo temor de propagação do novo coronavírus, anunciou neste domingo o tribunal de Jerusalém.

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  • 42/56   Vaticano celebrará Semana Santa sem fiéis devido ao coronavírus
    WORLD TOPIC NEWS

    Todas as celebrações litúrgicas da Semana Santa acontecerão sem a presença de fiéis na praça de São Pedro para evitar a propagação do coronavírus

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  • 43/56   Coronavírus: O que a covid-19 faz com o seu corpo
    WORLD TOPIC NEWS

    Como você se infecta? E como nosso corpo se recupera da doença, chamada de covid-19? BBC explica como o novo vírus ataca nosso organismo.

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  • 44/56   Teste de Trump dá negativo para coronavírus, anuncia médico da Casa Branca
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    O teste do presidente americano, Donald Trump, deu negativo para o novo coronavírus, anunciou o médico da Casa Branca neste sábado.

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  • 45/56   Biden e Sanders fazem neste domingo primeiro debate na TV
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    Joe Biden, favorito para representar os democratas nas eleições presidenciais de novembro nos Estados Unidos, e Bernie Sanders farão na noite deste domingo, em Washington, seu primeiro debate na TV, em meio a primárias perturbadas pelo novo coronavírus.

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  • 46/56   Morre aos 56 anos Gustavo Bebianno, ex-ministro de Bolsonaro
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    RIO DE JANEIRO, RJ, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ex-ministro Gustavo Bebianno, 56, morreu na madrugada deste sábado (14). Segundo amigos da família, ele sofreu um infarto em seu sítio, em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro, e morreu por volta das 5h30 em um hospital da cidade. O corpo do ex-ministro do presidente Jair Bolsonaro foi velado em uma capela vizinha ao seu sítio e foi enterrado na tarde deste sábado no Cemitério Municipal de Teresópolis. Bebianno era pré-candidato à Prefeitura do Rio, pelo PSDB. Ele deixa a mulher e dois filhos. “A cidade do Rio perdeu um candidato que iria enriquecer o debate eleitoral, e eu perdi um irmão. O Gustavo morreu de tristeza por tudo que ele passou. Agora é hora de confortar a esposa, os filhos e os amigos”, disse o empresário Paulo Marinho, amigo de Bebianno. A pedido de Bolsonaro, Bebianno assumiu, em 2018, a presidência do PSL e a coordenação da campanha nacional à Presidência. Após a vitória nas urnas, ele foi anunciado como secretário-geral da Presidência. Durante a campanha, se apresentava como faz-tudo. Costumava dizer que era ele o tesoureiro, o advogado e o assessor de imprensa do então candidato. Bebianno foi o primeiro ministro demitido do governo Bolsonaro, em fevereiro de 2019, ao se tornar o centro de uma crise instalada no Palácio do Planalto depois que a Folha de S.Paulo revelou a existência de um esquema de candidaturas laranjas do PSL para desviar verba pública eleitoral. Desde a demissão, passou a ser uma voz crítica a Bolsonaro e à interferência de seus filhos. O presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) lamentou a morte de Bebianno. "Lamento muito a morte precoce do Gustavo Bebianno. Tivemos um relacionamento muito respeitoso e ele sempre se mostrou correto e equilibrado no trato dos assuntos. Seria mais um bom quadro para a disputa na nossa cidade do Rio. Meus sentimentos aos seus familiares", disse. O vice-presidente, Hamilton Mourão, também se manifestou sobre o falecimento do ex-ministro. Nas redes sociais, ele disse que o ex-ministro "esteve conosco desde os primeiros momentos da campanha vitoriosa de Jair Bolsonaro". "Eventualmente, a política nos afasta, mas não apaga jamais o bom combate que travamos juntos", escreveu. Em notas, o PSDB e o governador paulista João Doria (PSDB) também lamentaram a morte de Bebianno. "Com profundo pesar recebi a notícia da morte de Gustavo Bebianno. Seu falecimento surpreende a todos. O Rio perde, o Brasil perde. Bebianno tinha grande entusiasmo pela vida e em trabalhar por um País melhor. Meus sentimentos aos familiares e amigos nesse momento de dor", escreveu Doria, que chegou a Teresópolis no final da tarde para o velório. Via redes sociais, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, se solidarizou com a família do ex-ministro e disse deixar no passado divergências com o antigo chefe da Secretaria-Geral da Presidência. "Nesse momento, deixo no passado divergências. Manifesto meus sentimentos à família e desejo que ele esteja em paz, em um lugar melhor", escreveu Weintraub. O líder do PSL no Senado, Major Olimpio (SP), lembrou a atuação de Bebianno nas últimas eleições. "Bebianno teve um papel decisivo e foi fundamental para a eleição de 2018. Me apoiou em tudo, e sem ele, não teria chapa em São Paulo por impedimento da Justiça Eleitoral. Foi injustiçado e emotivo como era, ele agonizava a cada dia com a tristeza da execração pública não merecida. Meus pêsames a toda a família", afirmou o senador. A deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) também lamentou a morte e descreveu Bebianno como "um homem leal, amigo e decente". "Foi injustiçado, maltratado, ofendido. Ele pretendia provar, nos próximos meses, que sempre disse a verdade. Oro para que Deus o receba de braços abertos. Minha solidariedade à família", afirmou a deputada. Até início da noite deste sábado, o presidente Jair Bolsonaro não havia se manifestado. GUSTAVO BEBIANNO Formado em direito pela PUC-Rio, teve duas passagens por um dos maiores escritórios de advocacia do país, de Sergio Bermudes, de quem era amigo, mas não foi na advocacia que ganhou fama e destaque profissional. Ele se queixava, por exemplo, do fato de nunca ter sido lembrado em reportagens por sua formação acadêmica. Contava ter três MBAs e um mestrado em finanças pela Universidade de Illinois, nos EUA. Como exemplo da carreira de gestor, citava a experiência que teve no Jornal do Brasil de 1995 a 2001. Lá, atuou como diretor administrativo, jurídico e comandou o setor de recursos humanos. Em sua segunda passagem pelo escritório de Bermudes, de quem era amigo, também atuou como administrador. Bebianno se aproximou de Bolsonaro em 2017, após série de tentativas de conhecer "o capitão" desde 2014. Na ocasião, fazia um trabalho de levantamento de bens para a Arquidiocese do Rio de Janeiro, quando, por meio de um amigo, pediu para ser apresentado ao então presidenciável. Apresentou-se como fã e sempre se disse admirador do capitão, a quem sempre se referia com ares de devoção. Como presidente do PSL nas eleições, Bebianno foi o homem forte da campanha vitoriosa de Bolsonaro e responsável formal pela liberação de verba pública para todos os candidatos do partido. Sua ligação próxima com o presidente o alçou a um ministério instalado dentro do Palácio do Planalto. A crise que o derrubou começou após a revelação da Folha sobre as candidaturas laranjas. Antes de deixar o cargo, Bebianno disse à colunista da Folha Mônica Bergamo que, fora do cargo, não pretendia atacar Bolsonaro, embora tivesse ali uma expectativa de que ele mirasse no vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente, que alavancou a crise a no Planalto ao chamar Bebianno de mentiroso. Carlos, que cuidava mais ativamente da estratégia digital do presidente, postou no Twitter que o então ministro havia mentido ao jornal O Globo ao dizer que conversara com Bolsonaro três vezes, negando a turbulência política causada pelas denúncias das candidaturas laranjas. Antes dessa declaração, a Folha havia publicado que Bolsonaro, ainda internado no hospital Albert Einstein no processo de recuperação de uma cirurgia, se recusara a atender um telefonema de Bebianno para tratar do assunto dos laranjas. Bolsonaro endossou nas redes sociais os ataques do filho, inclusive de que Bebianno mentiu, e ainda afirmou, em entrevista à TV Record, que seu ministro poderia "voltar às suas origens” se fosse responsabilizado pelo caso dos laranjas. Na mesma entrevista, Bolsonaro anunciou que havia determinado a investigação pela Polícia Federal. Além das críticas, Carlos Bolsonaro elevou a temperatura da crise ao divulgar um áudio no qual o presidente da República se recusa a conversar com Bebianno. A interferência de Carlos foi alvo de críticas de aliados e da ala militar do governo Bolsonaro, que agiu sem sucesso para tentar segurar Bebianno. A gota-d’água para a demissão, segundo integrantes do Planalto, foi o vazamento de diálogos privados entre Bolsonaro e Bebianno, exclusivos da Presidência, ao site O Antagonista e à revista Veja. ?Pessoas próximas recorrem à analogia de um "relacionamento quase que conjugal", tamanha a proximidade que Bolsonaro e Bebianno tiveram durante a campanha. Mas, mesmo tendo se tornado ministro palaciano, Bebianno já havia se distanciado do clã Bolsonaro entre o primeiro e segundo turno das eleições. Ele seguia na presidência nacional do PSL, mas passou a evitar frequentar muito a casa do então candidato quando as divergências aumentaram com Carlos Bolsonaro. A piora na relação teve como pivô a comunicação de Bolsonaro. Carlos foi quem criou a estratégia de uso intensivo das redes sociais. Ele ficou incomodado com o fato de não participar das gravações do programa eleitoral e da adoção de estratégias, o que ficou a cargo de um núcleo em torno de Bebianno. O distanciamento se aprofundou durante o governo de transição —entre novembro e dezembro de 2018. Apesar de ter sido homem forte da campanha de Bolsonaro, Bebianno demorou a ser oficializado ministro. A escolha dele foi uma das únicas que não foram publicadas no Twitter de Bolsonaro, como ele fez com quase todos os ministros. Carlos também operou para esvaziar a Secretaria-Geral quando o pai decidiu que seu desafeto seria o titular da pasta. Ele costurou para que saíssem do guarda-chuva da secretaria a Secom (Secretaria de Comunicação Social) e o PPI (Programa de Parcerias de Investimentos). Com isso, a pasta assumida por Bebianno ficou com uma atividade mais administrativa. Um momento de grande estresse na relação com o presidente ocorreu quando Bebianno colocou em sua agenda oficial um encontro com o vice-presidente de Relações Institucionais da Rede Globo, emissora vista pelo núcleo familiar do mandatário como hostil ao governo.

    RIO DE JANEIRO, RJ, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ex-ministro Gustavo Bebianno, 56, morreu na madrugada deste sábado (14). Segundo amigos da família, ele sofreu um infarto em seu sítio, em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro, e morreu por volta das 5h30 em um hospital da cidade. O corpo do ex-ministro do presidente Jair Bolsonaro foi velado em uma capela vizinha ao seu sítio e foi enterrado na tarde deste sábado no Cemitério Municipal de Teresópolis. Bebianno era pré-candidato à Prefeitura do Rio, pelo PSDB. Ele deixa a mulher e dois filhos. “A cidade do Rio perdeu um candidato que iria enriquecer o debate eleitoral, e eu perdi um irmão. O Gustavo morreu de tristeza por tudo que ele passou. Agora é hora de confortar a esposa, os filhos e os amigos”, disse o empresário Paulo Marinho, amigo de Bebianno. A pedido de Bolsonaro, Bebianno assumiu, em 2018, a presidência do PSL e a coordenação da campanha nacional à Presidência. Após a vitória nas urnas, ele foi anunciado como secretário-geral da Presidência. Durante a campanha, se apresentava como faz-tudo. Costumava dizer que era ele o tesoureiro, o advogado e o assessor de imprensa do então candidato. Bebianno foi o primeiro ministro demitido do governo Bolsonaro, em fevereiro de 2019, ao se tornar o centro de uma crise instalada no Palácio do Planalto depois que a Folha de S.Paulo revelou a existência de um esquema de candidaturas laranjas do PSL para desviar verba pública eleitoral. Desde a demissão, passou a ser uma voz crítica a Bolsonaro e à interferência de seus filhos. O presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) lamentou a morte de Bebianno. "Lamento muito a morte precoce do Gustavo Bebianno. Tivemos um relacionamento muito respeitoso e ele sempre se mostrou correto e equilibrado no trato dos assuntos. Seria mais um bom quadro para a disputa na nossa cidade do Rio. Meus sentimentos aos seus familiares", disse. O vice-presidente, Hamilton Mourão, também se manifestou sobre o falecimento do ex-ministro. Nas redes sociais, ele disse que o ex-ministro "esteve conosco desde os primeiros momentos da campanha vitoriosa de Jair Bolsonaro". "Eventualmente, a política nos afasta, mas não apaga jamais o bom combate que travamos juntos", escreveu. Em notas, o PSDB e o governador paulista João Doria (PSDB) também lamentaram a morte de Bebianno. "Com profundo pesar recebi a notícia da morte de Gustavo Bebianno. Seu falecimento surpreende a todos. O Rio perde, o Brasil perde. Bebianno tinha grande entusiasmo pela vida e em trabalhar por um País melhor. Meus sentimentos aos familiares e amigos nesse momento de dor", escreveu Doria, que chegou a Teresópolis no final da tarde para o velório. Via redes sociais, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, se solidarizou com a família do ex-ministro e disse deixar no passado divergências com o antigo chefe da Secretaria-Geral da Presidência. "Nesse momento, deixo no passado divergências. Manifesto meus sentimentos à família e desejo que ele esteja em paz, em um lugar melhor", escreveu Weintraub. O líder do PSL no Senado, Major Olimpio (SP), lembrou a atuação de Bebianno nas últimas eleições. "Bebianno teve um papel decisivo e foi fundamental para a eleição de 2018. Me apoiou em tudo, e sem ele, não teria chapa em São Paulo por impedimento da Justiça Eleitoral. Foi injustiçado e emotivo como era, ele agonizava a cada dia com a tristeza da execração pública não merecida. Meus pêsames a toda a família", afirmou o senador. A deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) também lamentou a morte e descreveu Bebianno como "um homem leal, amigo e decente". "Foi injustiçado, maltratado, ofendido. Ele pretendia provar, nos próximos meses, que sempre disse a verdade. Oro para que Deus o receba de braços abertos. Minha solidariedade à família", afirmou a deputada. Até início da noite deste sábado, o presidente Jair Bolsonaro não havia se manifestado. GUSTAVO BEBIANNO Formado em direito pela PUC-Rio, teve duas passagens por um dos maiores escritórios de advocacia do país, de Sergio Bermudes, de quem era amigo, mas não foi na advocacia que ganhou fama e destaque profissional. Ele se queixava, por exemplo, do fato de nunca ter sido lembrado em reportagens por sua formação acadêmica. Contava ter três MBAs e um mestrado em finanças pela Universidade de Illinois, nos EUA. Como exemplo da carreira de gestor, citava a experiência que teve no Jornal do Brasil de 1995 a 2001. Lá, atuou como diretor administrativo, jurídico e comandou o setor de recursos humanos. Em sua segunda passagem pelo escritório de Bermudes, de quem era amigo, também atuou como administrador. Bebianno se aproximou de Bolsonaro em 2017, após série de tentativas de conhecer "o capitão" desde 2014. Na ocasião, fazia um trabalho de levantamento de bens para a Arquidiocese do Rio de Janeiro, quando, por meio de um amigo, pediu para ser apresentado ao então presidenciável. Apresentou-se como fã e sempre se disse admirador do capitão, a quem sempre se referia com ares de devoção. Como presidente do PSL nas eleições, Bebianno foi o homem forte da campanha vitoriosa de Bolsonaro e responsável formal pela liberação de verba pública para todos os candidatos do partido. Sua ligação próxima com o presidente o alçou a um ministério instalado dentro do Palácio do Planalto. A crise que o derrubou começou após a revelação da Folha sobre as candidaturas laranjas. Antes de deixar o cargo, Bebianno disse à colunista da Folha Mônica Bergamo que, fora do cargo, não pretendia atacar Bolsonaro, embora tivesse ali uma expectativa de que ele mirasse no vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente, que alavancou a crise a no Planalto ao chamar Bebianno de mentiroso. Carlos, que cuidava mais ativamente da estratégia digital do presidente, postou no Twitter que o então ministro havia mentido ao jornal O Globo ao dizer que conversara com Bolsonaro três vezes, negando a turbulência política causada pelas denúncias das candidaturas laranjas. Antes dessa declaração, a Folha havia publicado que Bolsonaro, ainda internado no hospital Albert Einstein no processo de recuperação de uma cirurgia, se recusara a atender um telefonema de Bebianno para tratar do assunto dos laranjas. Bolsonaro endossou nas redes sociais os ataques do filho, inclusive de que Bebianno mentiu, e ainda afirmou, em entrevista à TV Record, que seu ministro poderia "voltar às suas origens” se fosse responsabilizado pelo caso dos laranjas. Na mesma entrevista, Bolsonaro anunciou que havia determinado a investigação pela Polícia Federal. Além das críticas, Carlos Bolsonaro elevou a temperatura da crise ao divulgar um áudio no qual o presidente da República se recusa a conversar com Bebianno. A interferência de Carlos foi alvo de críticas de aliados e da ala militar do governo Bolsonaro, que agiu sem sucesso para tentar segurar Bebianno. A gota-d’água para a demissão, segundo integrantes do Planalto, foi o vazamento de diálogos privados entre Bolsonaro e Bebianno, exclusivos da Presidência, ao site O Antagonista e à revista Veja. ?Pessoas próximas recorrem à analogia de um "relacionamento quase que conjugal", tamanha a proximidade que Bolsonaro e Bebianno tiveram durante a campanha. Mas, mesmo tendo se tornado ministro palaciano, Bebianno já havia se distanciado do clã Bolsonaro entre o primeiro e segundo turno das eleições. Ele seguia na presidência nacional do PSL, mas passou a evitar frequentar muito a casa do então candidato quando as divergências aumentaram com Carlos Bolsonaro. A piora na relação teve como pivô a comunicação de Bolsonaro. Carlos foi quem criou a estratégia de uso intensivo das redes sociais. Ele ficou incomodado com o fato de não participar das gravações do programa eleitoral e da adoção de estratégias, o que ficou a cargo de um núcleo em torno de Bebianno. O distanciamento se aprofundou durante o governo de transição —entre novembro e dezembro de 2018. Apesar de ter sido homem forte da campanha de Bolsonaro, Bebianno demorou a ser oficializado ministro. A escolha dele foi uma das únicas que não foram publicadas no Twitter de Bolsonaro, como ele fez com quase todos os ministros. Carlos também operou para esvaziar a Secretaria-Geral quando o pai decidiu que seu desafeto seria o titular da pasta. Ele costurou para que saíssem do guarda-chuva da secretaria a Secom (Secretaria de Comunicação Social) e o PPI (Programa de Parcerias de Investimentos). Com isso, a pasta assumida por Bebianno ficou com uma atividade mais administrativa. Um momento de grande estresse na relação com o presidente ocorreu quando Bebianno colocou em sua agenda oficial um encontro com o vice-presidente de Relações Institucionais da Rede Globo, emissora vista pelo núcleo familiar do mandatário como hostil ao governo.


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  • 47/56   Guerra na Síria deixou mais de 384.000 mortos desde 2011
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Ao menos 384.000 pessoas morreram na Síria, incluindo mais de 116.000 civis, desde o início da guerra no país em março de 2011, de acordo com um balanço atualizado publicado neste sábado pela ONG Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH).

    Ao menos 384.000 pessoas morreram na Síria, incluindo mais de 116.000 civis, desde o início da guerra no país em março de 2011, de acordo com um balanço atualizado publicado neste sábado pela ONG Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH).


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  • 48/56   Foguetes atingem base iraquiana onde morreram soldados americanos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Dois foguetes atingiram neste sábado a base militar de Taji, ao norte de Bagdá, onde dois soldados americanos e uma britânica morreram em um ataque similar na quarta-feira, informaram à AFP fontes das forças de segurança iraquianas e americanas.

    Dois foguetes atingiram neste sábado a base militar de Taji, ao norte de Bagdá, onde dois soldados americanos e uma britânica morreram em um ataque similar na quarta-feira, informaram à AFP fontes das forças de segurança iraquianas e americanas.


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  • 49/56   Gol cancela plano de reestruturação societária da Smiles
    BUSINESS TOPIC NEWS

    SÃO PAULO (Reuters) - A companhia aérea Gol anunciou nesta sexta-feira o cancelamento da proposta de reorganização societária de seu negócio de programa de fidelidade Smiles.Em fato relevante, a Gol afirmou que a medida reflete "eventos extraordinários ocorridos nos últimos dias nos mercados nacional e internacional, e em especial por força dos seus impactos estruturantes no setor de aviação".

    SÃO PAULO (Reuters) - A companhia aérea Gol anunciou nesta sexta-feira o cancelamento da proposta de reorganização societária de seu negócio de programa de fidelidade Smiles.Em fato relevante, a Gol afirmou que a medida reflete "eventos extraordinários ocorridos nos últimos dias nos mercados nacional e internacional, e em especial por força dos seus impactos estruturantes no setor de aviação".


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  • 50/56   Equipe econômica ainda não mudará meta fiscal, dizem fontes
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Segundo duas fontes que falaram em condição de anonimato, a alteração do alvo fiscal está hoje no campo das possibilidades.Na semana que vem, o governo publica seu primeiro relatório bimestral de receitas e despesas do ano e o secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues, já afirmou que a tendência é de congelamento nos gastos discricionários para assegurar o cumprimento da meta de 2020.

    Segundo duas fontes que falaram em condição de anonimato, a alteração do alvo fiscal está hoje no campo das possibilidades.Na semana que vem, o governo publica seu primeiro relatório bimestral de receitas e despesas do ano e o secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues, já afirmou que a tendência é de congelamento nos gastos discricionários para assegurar o cumprimento da meta de 2020.


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  • 51/56   Décio Oddone deixará diretoria-geral da ANP antecipadamente em 27 de março
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    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, deixará o cargo em 27 de março, após a assinatura dos contratos do leilão dos excedentes da cessão onerosa e da 6ª rodada do pré-sal, disse ele à Reuters nesta sexta-feira.Oddone, cujo mandato teve início em 2016, já havia publicado em janeiro carta enviada ao presidente Jair Bolsonaro, na qual informou ter decidido antecipar o fim do seu mandato, previsto para terminar em dezembro.

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, deixará o cargo em 27 de março, após a assinatura dos contratos do leilão dos excedentes da cessão onerosa e da 6ª rodada do pré-sal, disse ele à Reuters nesta sexta-feira.Oddone, cujo mandato teve início em 2016, já havia publicado em janeiro carta enviada ao presidente Jair Bolsonaro, na qual informou ter decidido antecipar o fim do seu mandato, previsto para terminar em dezembro.


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  • 52/56   Tesouro Nacional cancela mais leilões de títulos públicos em meio a volatilidade
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    BRASÍLIA (Reuters) - O Tesouro Nacional anunciou nesta sexta-feira novos cancelamentos de leilões de títulos públicos ao final de uma semana marcada por enorme volatilidade nos mercados.Foram cancelados o leilão de NTN-B previsto para a próxima terça-feira (dia 17), primeiro dia da reunião do Comitê de Política Monetária, e os leilões de LTN e NTN-F programados para a quinta-feira (19).

    BRASÍLIA (Reuters) - O Tesouro Nacional anunciou nesta sexta-feira novos cancelamentos de leilões de títulos públicos ao final de uma semana marcada por enorme volatilidade nos mercados.Foram cancelados o leilão de NTN-B previsto para a próxima terça-feira (dia 17), primeiro dia da reunião do Comitê de Política Monetária, e os leilões de LTN e NTN-F programados para a quinta-feira (19).


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  • 53/56   EUA vão encher reserva estratégica de petróleo "até a boca", diz Trump
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    "Com base nos preços do petróleo, eu instruí o secretário de Energia a comprar, a um preço muito bom, grandes quantidades de petróleo para armazenamento na reserva estratégica dos EUA", disse Trump a repórteres na Casa Branca."Os preços do petróleo nos EUA despencaram para cerca de 30 dólares por barril, diante da demanda reduzida por conta da disseminação do coronavírus e de uma guerra de preços entre Arábia Saudita e Rússia.

    "Com base nos preços do petróleo, eu instruí o secretário de Energia a comprar, a um preço muito bom, grandes quantidades de petróleo para armazenamento na reserva estratégica dos EUA", disse Trump a repórteres na Casa Branca."Os preços do petróleo nos EUA despencaram para cerca de 30 dólares por barril, diante da demanda reduzida por conta da disseminação do coronavírus e de uma guerra de preços entre Arábia Saudita e Rússia.


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  • 54/56   Ibovespa dispara 14% com trégua global, mas tem pior semana desde 2008 com pandemia
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    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa disparou quase 14% nesta sexta-feira, com medidas de bancos centrais e governos dando uma trégua no caos recente nas bolsas globais por causa da pandemia de coronavírus, mas ainda assim teve a pior performance semanal em mais de uma década.Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 13,91%, a 82.

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  • 55/56   Dólar fecha em nova máxima histórica em semana de caos nos mercados; moeda sobe quase 20% em 2020
    BUSINESS TOPIC NEWS

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou em forte alta nesta sexta-feira, cravando novo recorde histórico para um término de sessão acima de 4,81 reais, acompanhando mais um dia de fortalecimento da moeda no exterior depois de os Estados Unidos declararem emergência nacional por causa do coronavírus.A valorização representou uma sensível virada em relação ao movimento do começo do pregão, quando a divisa chegou a cair quase 3%, em ajuste inicial depois de na véspera chegar a superar a barreira psicológica dos 5 reais pela primeira vez.

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou em forte alta nesta sexta-feira, cravando novo recorde histórico para um término de sessão acima de 4,81 reais, acompanhando mais um dia de fortalecimento da moeda no exterior depois de os Estados Unidos declararem emergência nacional por causa do coronavírus.A valorização representou uma sensível virada em relação ao movimento do começo do pregão, quando a divisa chegou a cair quase 3%, em ajuste inicial depois de na véspera chegar a superar a barreira psicológica dos 5 reais pela primeira vez.


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  • 56/56   Ibovespa salta 13% em dia de trégua global, mas tem pior semana desde 2008 com pandemia
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    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa disparou nesta sexta-feira, com medidas de bancos centrais e governos apoiando uma trégua na carnificina recente nas bolsas globais por causa da pandemia de coronavírus, mas ainda assim teve a pior performance semanal em mais de 10 anos.Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 13,06%, a 82.

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa disparou nesta sexta-feira, com medidas de bancos centrais e governos apoiando uma trégua na carnificina recente nas bolsas globais por causa da pandemia de coronavírus, mas ainda assim teve a pior performance semanal em mais de 10 anos.Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 13,06%, a 82.


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