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Noticias Slideshows (16/03/2020 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


    gshow   Jake   caralho prior   Fora Babu   Assediador   Coreano   Vota   Jaime   babu e pyong   Filipinas   Alexandre Frota   Só a Thelma   QUEM ME DEFENDE É DEUS   É Pyong   Torcida da Rafa   Paulada   Essa Gabi   era o daniel   Primeiro o Guilherme   Marina Ruy Barbosa   Boa Flay   Parabéns Prior   Korea   ping pong   Noffa   Ai Prior   bate e volta   VEM COM O PAI   TIREM O PYONG   vai tomar no cu prior   
  • 2/56   Google não está desenvolvendo site para diagnóstico do novo coronavírus

    O presidente dos Estados Unidos anunciou recentemente um site criado pelo Google voltado ao diagnóstico e prevenção do novo coronavírus, porém, a ferramenta é apenas um projeto-piloto e pegou a gigante das buscas de surpresa

    O presidente dos Estados Unidos anunciou recentemente um site criado pelo Google voltado ao diagnóstico e prevenção do novo coronavírus, porém, a ferramenta é apenas um projeto-piloto e pegou a gigante das buscas de surpresa


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  • 3/56   TV Brasil estreia nova programação nesta segunda

    Os programas da TV Brasil ganham novos horários, cenários e identidades visuais a partir desta segunda (16), quando a emissora pública lança sua programação para 2020. Destaque para a estreia de novas atrações e séries documentais e de ficção renomadas como o premiado drama policial britânico Sherlock (segunda a sexta, às 21h30) e a trama nacional pioneira de O Vigilante Rodoviário (terça, às 23h30 e domingo, às 22h30).Para este ano, o canal investiu na produção interna, na aquisição de novos conteúdos e em obras independentes. Em março, a TV Brasil estreia novos programas produzidos internamente: Acervo Musical, Atos, Brasil sobre Duas Rodas, Cai no Vestibular, Ciência é Tudo, Curta Temporada, Meu Pedaço do Brasil e Vida + Leve.Atrações da programação diária apresentam novos formatos como o histórico programa de entrevistas Sem Censura, apresentado por Vera Barroso e Bruno Barros, que entra no ar ao vivo de segunda a sexta, agora às 14h, e com a participação de um time de jornalistas do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo para comentar as pautas e assuntos do dia. Time de jornalistas da EBC comentará os principais assuntos do dia no Sem Censura - Divulgação/TV BrasilEm novo horário, o telejornal Repórter Brasil abre a faixa voltada ao público adulto, ao vivo, às 19h, com os âncoras Katiuscia Neri e Paulo Leite, em Brasília. Em seguida, às 19h30, também ao vivo, é a vez do esportivo Stadium, com Paulo Garritano e Marília Arrigoni, no Rio de Janeiro. Já o Cenário Econômico, apresentado direto da B3, em São Paulo, vai ao ar às 22h30.Entre as produções jornalísticas semanais, destaque para o Caminhos da Reportagem que agora tem exibição inédita aos domingos, às 20h. Durante a semana, em horário nobre, às 23h, a faixa começa na segunda com o Brasil em Pauta.Às terças, o veterano Moisés Rabinovici conduz o programa Um Olhar sobre o Mundo. Já às quartas, Katiuscia Neri faz entrevistas no Impressões. Às quintas, o Caminhos da Reportagem tem reprise. O Fique Ligado ganha novo formato, semanal, com uma hora de duração, às sextas, com Vanessa Léda e Morillo Carvalho, de Brasília; Annie Zanetti, de São Paulo; e Bruno Barros, do Rio de Janeiro. Conteúdo on demand EBC Play - Divulgação / EBC PlayOutra novidade da emissora pública gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) é a disponibilização de mais conteúdo on demand nas suas plataformas digitais e por meio do aplicativo EBC Play. Além das produções da casa, boa parte dos novos conteúdos de aquisição também passam a ter uma janela para os fãs de séries acompanharem os episódios por tempo limitado. O aplicativo está disponível para as plataformas Android, iOS e no site http://play.ebc.com.br. O EBC Play pode ser baixado gratuitamente. Programação Infantil Detetives do Prédio Azul - Divulgação/TV BrasilDe olho na garotada, a nova programação amplia para mais de dez horas a duração da TV Brasil Animada, sessão infantil com desenhos e seriados que crianças de todas as idades adoram. Destaque para a volta de temporadas inéditas em sinal aberto de sucessos que encantam a turminha. O canal apresenta a segunda temporada de Peixonauta e de SOS Fada Manu, a quarta e quinta de O Show da Luna! e a sétima, oitava e nona de Detetives do Prédio Azul.Entre as estreias para a criançada, as principais atrações da TV Brasil para esse público são a novelinha Valentins e a animação Conta Comigo dos mesmos diretores de Meu Amigãozão. Outras novidades são as produções Cantando com Ping e Pong, Canninópolis, Mouk, Mighty Mike, Jelly Jam, Bottersnikes & Gumbles e Meu Cavaleiro e eu. Peixonauta - Divulgação/TV BrasilOrganizada por faixa etária, a TV Brasil Animada tem uma sessão especial com recursos de acessibilidade entre 7h45 e 9h30. Após os telejornais da manhã, a partir das 10h até as 19h, a emissora traz conteúdos adequados para crianças em idade pré-escolar, atrações infantis e produções voltadas para o público que está na adolescência. A faixa destaca-se pela ausência de publicidade que incentive o consumismo. As séries e animações em cartaz reforçam valores como a não violência e a tolerância às diferenças. Sucessos do cinema na telinha Mazzaropi - Divulgação/TV BrasilA sétima arte também tem espaço garantido na programação da TV Brasil com as sessões Festival de Cinema que traz sucessos das telonas, como O Palhaço (2011); DOCs Brasil, com produções documentais; Cine Retrô que resgata clássicos de Amácio Mazzaropi e Dercy Gonçalves; Sessão Família, com produções infantis para todas as idades, como O Menino Maluquinho (1995); e Cine Nacional que destaca grandes obras brasileiras. Estreias da casa Atração ensina matérias e traz dicas de preparação para estudantes dos ensinos Médio e Fundamental 2. - Divulgação/TV BrasilOs novos programas da TV Brasil estreiam em diversos horários na programação da emissora pública.Em edições diárias de 15 minutos de segunda a sexta e maratona aos sábados, com os episódios da semana, sempre às 7h, o programa educativo Cai no Vestibular ensina matérias e traz dicas de preparação para estudantes dos ensinos Médio e Fundamental 2.A proposta é ajudar os alunos na preparação para o Enem e vestibulares. A cada aula, um professor ou palestrante apresenta um tema, faz uma revisão dos assuntos abordados e dá orientações de conteúdos complementares.A série Vida + Leve apresenta informações relevantes sobre saúde e qualidade de vida, sempre de maneira informal e descomplicada, às quintas, às 7h15. Sob o comando da jornalista Carol Rocha, a produção recebe especialistas para um papo no estúdio. Médicos, pesquisadores e profissionais da saúde esclarecem as principais dúvidas da população.O programa aborda temas como a importância do sol para a saúde, as propriedades dos chás e o uso dos suplementos proteicos. Vida + Leve também destaca como a aquisição de novos hábitos pode contribuir para o bem-estar e longevidade.O programa Ciência é Tudo estreia no sábado, às 8h30, com apresentação da jornalista Priscila Rangel. A atração traz informações, curiosidades e reflexões sobre o impacto da ciência e da tecnologia na vida diária, além de ressaltar as novidades a respeito de investimentos e de políticas públicas da área.Aos sábados, às 21h, o Acervo Musical resgata trilhas sonoras históricas. Os apresentadores Bia Aparecida e Waldecir de Oliveira aproveitam um tema para revisitar o acervo preservado pela EBC. Eles mostram performances musicais que marcaram época em registros da antiga TVE do Rio de Janeiro, e da discoteca das Rádios MEC e Nacional.Já aos domingos, às 10h, a série documental Brasil sobre Duas Rodas percorre o país para mostrar as belezas nacionais sob a perspectiva de quem não vive longe das estradas, os motociclistas. A produção leva o telespectador na garupa ao revelar as deslumbrantes paisagens que atravessam o Brasil de norte a sul. Série documental Brasil sobre Duas Rodas percorre o país para mostrar as belezas nacionais sob a perspectiva dos motociclistas - Divulgação/TV BrasilA série Meu Pedaço do Brasil entra no ar aos domingos, às 18h30. A cada edição  visita uma cidade turística do país e revela suas principais atrações através do olhar de moradores e guias locais. A produção mostra os mais diversificados destinos turísticos nacionais: cidades históricas, metrópoles cosmopolitas e regiões com natureza diversa e muitas vezes intocada. Peças teatrais são o destaque da série Curta Temporada - Fernando Frazão / Agência BrasilCom a exibição de peças teatrais e entrevistas exclusivas com a equipe das produções, a série Curta Temporada estreia no domingo, à meia-noite. Apresentado por Linei Lopes, o programa traz para a telinha obras marcantes das artes cênicas ao levar o universo do teatro para a televisão. Novas temporadas Juliana Oliveira e Fernanda Honorato - Divulgação / TV BrasilHá 16 anos no ar, o Programa Especial estreia sua décima quinta temporada em novo horário, às 9h30. Voltada à inclusão de pessoas com deficiência, a produção é apresentada pela publicitária cadeirante Juliana Oliveira com matérias realizadas por Fernanda Honorato, a primeira repórter com Síndrome de Down do país.Ainda pela manhã, às 10h30, o Música Animada ganha edições semanais em sua quarta temporada com performances inéditas sempre no primeiro sábado de cada mês para a garotada cantar e se divertir. A atração dedicada às crianças traz bandas que incentivam os pequenos a desenvolver o gosto pela música.Ainda no sábado, mais tarde, às 20h30, o Recordar é TV estreia a terceira temporada agora sob o comando da jornalista Katy Navarro. O programa resgata o vasto conteúdo de acervo da emissora pública e apresenta, com nova roupagem, atrações históricas dos tempos da TV Educativa do Rio de Janeiro preservadas no arquivo do canal. Bruno Barros apresenta os bastidores da dramaturgia em Atos - Pablo HenriqueA segunda temporada de Atos investiga os bastidores da dramaturgia na madrugada de domingo para segunda, à 1h30 A série produzida em parceria com a Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) busca identificar um sentido mais amplo das artes cênicas a partir dos desafios de experientes profissionais que atuam na área.Apresentada por Bruno Barros, a produção recebe personalidades como Cauã Reymond, Claudia Raia, Marcos Frota e Ana Beatriz Nogueira para um bate-papo com alunos de interpretação sobre os bastidores da carreira artística.Com formato intimista, leve e dinâmico, Atos busca fugir dos padrões convencionais televisivos ao deslocar o estúdio de gravação para o palco teatral da própria CAL. Nomes consagrados da cena artística nacional revelam histórias e acontecimentos que marcaram suas carreiras. Séries ambientais brasileiras e do exterior Brasil Visto de Cima - Divulgação/TV BrasilA faixa nobre da programação da TV Brasil apresenta diversas obras documentais. A série nacional Brasil Visto de Cima mostra as belezas naturais em janela diária de segunda a sexta, às 20h, com a exibição dos 135 episódios das cinco temporadas inéditas em sinal aberto.De segunda a sexta, às 20h30, a emissora pública apresenta produções internacionais com foco no meio ambiente. Galápagos é a atração das segundas com três episódios semanais de 50 minutos. As séries Os Sentidos dos Animais e Mistérios da Evolução estreiam na terça às 20h30 e às 21h, respectivamente, com seis episódios de 30 minutos cada.O destaque de quarta é o seriado Rockies, As Montanhas Selvagens com cinco episódios de 50 minutos. A série documental Cidades Fantasmas estreia na quinta com episódios sobre Riesi (Itália), Kayaköy (Turquia), Fukushima (Japão), Detroit (EUA) e aldeias abandonadas (China). Por fim, na sexta, a novidade é a produção A Jornada da Vida com três episódios de mesma duração. Aclamadas produções de ficção Trama é estrelada por Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes e Martin Freeman como o Doutor John Watson - Divulgação/BBC StudiosAs séries de dramaturgia são outro mote da programação da TV Brasil para 2020. O premiado drama policial Sherlock ganha exibição diária, de segunda a sexta-feira, em horário nobre, às 21h30, com exclusividade. A emissora exibe todos episódios das quatro temporadas da série, além do especial.Produzido pela BBC, o seriado de televisão britânico é inspirado nas histórias do detetive Sherlock Holmes escritas por Sir Arthur Conan Doyle. Criada por Steven Moffat e Mark Gatiss, a trama foi estrelada por Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes e Martin Freeman como o Doutor John Watson.Já uma das produções mais clássicas do audiovisual brasileiro, a série O Vigilante Rodoviário acompanha as aventuras do inspetor Carlos e seu amigo, o cão Lobo, com dois episódios inéditos por semana, às terças, às 23h30, e aos domingos, às 23h.Pioneira, a atração nacional produzida no início dos anos 1960 foi um sucesso de audiência pela TV Tupi. O seriado mostra a dupla em tramas de combate ao crime a bordo de uma motocicleta Harley-Davidson 1952 ou de um carro modelo Simca Chambord 1959. Atrações musicais Acervo Musical com Bia Aparecida e Waldecir de Oliveira - Divulgação / TV BrasilProgramas musicais e shows embalam as noites de sexta e sábado na nova programação da TV Brasil. Em novo dia e horário, às sextas, à meia-noite, o Todas as Bossas estreia a quarta temporada com a performance do grupo Molejo.Logo depois, à 1h, o Cena Instrumental tem edições inéditas na telinha. Sob o comando da jornalista e cantora Bia Aparecida, os dois programas trazem shows exclusivos gravados no histórico estúdio 3 da emissora pública.Ainda na madrugada de sexta para sábado, a TV Brasil apresenta uma sequência de atrações musicais: o Hypershow, da Rede Minas, às 2h; o tradicional Samba na Gamboa, conduzido pelo cantor e compositor Diogo Nogueira, às 3h; o programa Alto-Falante, da Rede Minas, às 4h; e encerra a faixa com o Acervo Musical, às 5h.O programa Acervo Musical estreia na sequência, às 21h, ao recuperar apresentações que fizeram história e foram registradas pala TVE/RJ e Rádios MEC e Nacional. Logo após, às 21h30, o Alto-Falante tem edições inéditas. Produzido pela Rede Minas, é apresentado por Terence Machado, Adriano Falabella e Sabrina Damasceno.A TV Brasil exibe espetáculos gravados por emissoras parceiras da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) a partir das 22h30 na faixa Shows Mais Brasil. Com grandes apresentações de artistas regionais e personalidades renomadas, a maratona musical dura seis horas e meia com os mais diversos estilos e gêneros que caracterizam a produção sonora do país. Faixas diárias com programas da Rede e de Parceiras Apresentadora Carolina Rocha - Divulgação / TV BrasilPara valorizar as emissoras que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), a TV Brasil exibe para todo o país em sua programação uma série de programas realizados por esses canais parceiros.A Faixa Rural destaca a vida no campo de segunda a sexta, às 6h, e aos sábados, a partir das 5h30. Produzido pela TVU/RN, o programa Tela Rural vai ao ar às segundas. Realizado pela TV Cultura do Pará, o Cozinha Amazônia é a atração das terças.O Agro Nacional é um programa próprio da TV Brasil que entra às quartas enquanto a produção independente Vale Agrícola é exibida às quintas. Coprodução da Embrapa com a Emater, o programa Terra Sul tem janela às sextas. A faixa também é apresentada aos sábados, às 5h30, com o Rio Grande Rural, outra produção da Emater.Com destaque para o novo programa Cai no Vestibular, produção própria da TV Brasil no ar diariamente às 7h, de segunda a sábado, a Faixa Educação contempla ainda outras produções vão ao ar de segunda a sexta, na sequência, às 7h15.O Camarote 21, da Deutsche Welle, abre a semana às segundas. Já o programa Viver Ciência, da UFG, é exibido às terças. A série Luthiers, obra da TV Brasil, é a atração das quartas. Já a produção documental Amazônia Legal vai ao ar às quintas enquanto o programa Praticarte, da TV Encontro das Águas, às sextas.A faixa de saúde e bem-estar pode ser conferida na telinha da emissora pública de segunda a sexta-feira, às 7h15. O programa Nova Amazônia, da TV Encontro das Águas, é apresentado às segundas. A TVE Bahia contribui com o Soterópolis, às terças, enquanto a Rede Minas disponibiliza o Sou 60, às quartas. A TV Brasil estreia o Vida + Leve às quintas enquanto o programa Viver Mais, da TV Ceará, tem exibição às sextas.

    Os programas da TV Brasil ganham novos horários, cenários e identidades visuais a partir desta segunda (16), quando a emissora pública lança sua programação para 2020. Destaque para a estreia de novas atrações e séries documentais e de ficção renomadas como o premiado drama policial britânico Sherlock (segunda a sexta, às 21h30) e a trama nacional pioneira de O Vigilante Rodoviário (terça, às 23h30 e domingo, às 22h30).Para este ano, o canal investiu na produção interna, na aquisição de novos conteúdos e em obras independentes. Em março, a TV Brasil estreia novos programas produzidos internamente: Acervo Musical, Atos, Brasil sobre Duas Rodas, Cai no Vestibular, Ciência é Tudo, Curta Temporada, Meu Pedaço do Brasil e Vida + Leve.Atrações da programação diária apresentam novos formatos como o histórico programa de entrevistas Sem Censura, apresentado por Vera Barroso e Bruno Barros, que entra no ar ao vivo de segunda a sexta, agora às 14h, e com a participação de um time de jornalistas do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo para comentar as pautas e assuntos do dia. Time de jornalistas da EBC comentará os principais assuntos do dia no Sem Censura - Divulgação/TV BrasilEm novo horário, o telejornal Repórter Brasil abre a faixa voltada ao público adulto, ao vivo, às 19h, com os âncoras Katiuscia Neri e Paulo Leite, em Brasília. Em seguida, às 19h30, também ao vivo, é a vez do esportivo Stadium, com Paulo Garritano e Marília Arrigoni, no Rio de Janeiro. Já o Cenário Econômico, apresentado direto da B3, em São Paulo, vai ao ar às 22h30.Entre as produções jornalísticas semanais, destaque para o Caminhos da Reportagem que agora tem exibição inédita aos domingos, às 20h. Durante a semana, em horário nobre, às 23h, a faixa começa na segunda com o Brasil em Pauta.Às terças, o veterano Moisés Rabinovici conduz o programa Um Olhar sobre o Mundo. Já às quartas, Katiuscia Neri faz entrevistas no Impressões. Às quintas, o Caminhos da Reportagem tem reprise. O Fique Ligado ganha novo formato, semanal, com uma hora de duração, às sextas, com Vanessa Léda e Morillo Carvalho, de Brasília; Annie Zanetti, de São Paulo; e Bruno Barros, do Rio de Janeiro. Conteúdo on demand EBC Play - Divulgação / EBC PlayOutra novidade da emissora pública gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) é a disponibilização de mais conteúdo on demand nas suas plataformas digitais e por meio do aplicativo EBC Play. Além das produções da casa, boa parte dos novos conteúdos de aquisição também passam a ter uma janela para os fãs de séries acompanharem os episódios por tempo limitado. O aplicativo está disponível para as plataformas Android, iOS e no site http://play.ebc.com.br. O EBC Play pode ser baixado gratuitamente. Programação Infantil Detetives do Prédio Azul - Divulgação/TV BrasilDe olho na garotada, a nova programação amplia para mais de dez horas a duração da TV Brasil Animada, sessão infantil com desenhos e seriados que crianças de todas as idades adoram. Destaque para a volta de temporadas inéditas em sinal aberto de sucessos que encantam a turminha. O canal apresenta a segunda temporada de Peixonauta e de SOS Fada Manu, a quarta e quinta de O Show da Luna! e a sétima, oitava e nona de Detetives do Prédio Azul.Entre as estreias para a criançada, as principais atrações da TV Brasil para esse público são a novelinha Valentins e a animação Conta Comigo dos mesmos diretores de Meu Amigãozão. Outras novidades são as produções Cantando com Ping e Pong, Canninópolis, Mouk, Mighty Mike, Jelly Jam, Bottersnikes & Gumbles e Meu Cavaleiro e eu. Peixonauta - Divulgação/TV BrasilOrganizada por faixa etária, a TV Brasil Animada tem uma sessão especial com recursos de acessibilidade entre 7h45 e 9h30. Após os telejornais da manhã, a partir das 10h até as 19h, a emissora traz conteúdos adequados para crianças em idade pré-escolar, atrações infantis e produções voltadas para o público que está na adolescência. A faixa destaca-se pela ausência de publicidade que incentive o consumismo. As séries e animações em cartaz reforçam valores como a não violência e a tolerância às diferenças. Sucessos do cinema na telinha Mazzaropi - Divulgação/TV BrasilA sétima arte também tem espaço garantido na programação da TV Brasil com as sessões Festival de Cinema que traz sucessos das telonas, como O Palhaço (2011); DOCs Brasil, com produções documentais; Cine Retrô que resgata clássicos de Amácio Mazzaropi e Dercy Gonçalves; Sessão Família, com produções infantis para todas as idades, como O Menino Maluquinho (1995); e Cine Nacional que destaca grandes obras brasileiras. Estreias da casa Atração ensina matérias e traz dicas de preparação para estudantes dos ensinos Médio e Fundamental 2. - Divulgação/TV BrasilOs novos programas da TV Brasil estreiam em diversos horários na programação da emissora pública.Em edições diárias de 15 minutos de segunda a sexta e maratona aos sábados, com os episódios da semana, sempre às 7h, o programa educativo Cai no Vestibular ensina matérias e traz dicas de preparação para estudantes dos ensinos Médio e Fundamental 2.A proposta é ajudar os alunos na preparação para o Enem e vestibulares. A cada aula, um professor ou palestrante apresenta um tema, faz uma revisão dos assuntos abordados e dá orientações de conteúdos complementares.A série Vida + Leve apresenta informações relevantes sobre saúde e qualidade de vida, sempre de maneira informal e descomplicada, às quintas, às 7h15. Sob o comando da jornalista Carol Rocha, a produção recebe especialistas para um papo no estúdio. Médicos, pesquisadores e profissionais da saúde esclarecem as principais dúvidas da população.O programa aborda temas como a importância do sol para a saúde, as propriedades dos chás e o uso dos suplementos proteicos. Vida + Leve também destaca como a aquisição de novos hábitos pode contribuir para o bem-estar e longevidade.O programa Ciência é Tudo estreia no sábado, às 8h30, com apresentação da jornalista Priscila Rangel. A atração traz informações, curiosidades e reflexões sobre o impacto da ciência e da tecnologia na vida diária, além de ressaltar as novidades a respeito de investimentos e de políticas públicas da área.Aos sábados, às 21h, o Acervo Musical resgata trilhas sonoras históricas. Os apresentadores Bia Aparecida e Waldecir de Oliveira aproveitam um tema para revisitar o acervo preservado pela EBC. Eles mostram performances musicais que marcaram época em registros da antiga TVE do Rio de Janeiro, e da discoteca das Rádios MEC e Nacional.Já aos domingos, às 10h, a série documental Brasil sobre Duas Rodas percorre o país para mostrar as belezas nacionais sob a perspectiva de quem não vive longe das estradas, os motociclistas. A produção leva o telespectador na garupa ao revelar as deslumbrantes paisagens que atravessam o Brasil de norte a sul. Série documental Brasil sobre Duas Rodas percorre o país para mostrar as belezas nacionais sob a perspectiva dos motociclistas - Divulgação/TV BrasilA série Meu Pedaço do Brasil entra no ar aos domingos, às 18h30. A cada edição  visita uma cidade turística do país e revela suas principais atrações através do olhar de moradores e guias locais. A produção mostra os mais diversificados destinos turísticos nacionais: cidades históricas, metrópoles cosmopolitas e regiões com natureza diversa e muitas vezes intocada. Peças teatrais são o destaque da série Curta Temporada - Fernando Frazão / Agência BrasilCom a exibição de peças teatrais e entrevistas exclusivas com a equipe das produções, a série Curta Temporada estreia no domingo, à meia-noite. Apresentado por Linei Lopes, o programa traz para a telinha obras marcantes das artes cênicas ao levar o universo do teatro para a televisão. Novas temporadas Juliana Oliveira e Fernanda Honorato - Divulgação / TV BrasilHá 16 anos no ar, o Programa Especial estreia sua décima quinta temporada em novo horário, às 9h30. Voltada à inclusão de pessoas com deficiência, a produção é apresentada pela publicitária cadeirante Juliana Oliveira com matérias realizadas por Fernanda Honorato, a primeira repórter com Síndrome de Down do país.Ainda pela manhã, às 10h30, o Música Animada ganha edições semanais em sua quarta temporada com performances inéditas sempre no primeiro sábado de cada mês para a garotada cantar e se divertir. A atração dedicada às crianças traz bandas que incentivam os pequenos a desenvolver o gosto pela música.Ainda no sábado, mais tarde, às 20h30, o Recordar é TV estreia a terceira temporada agora sob o comando da jornalista Katy Navarro. O programa resgata o vasto conteúdo de acervo da emissora pública e apresenta, com nova roupagem, atrações históricas dos tempos da TV Educativa do Rio de Janeiro preservadas no arquivo do canal. Bruno Barros apresenta os bastidores da dramaturgia em Atos - Pablo HenriqueA segunda temporada de Atos investiga os bastidores da dramaturgia na madrugada de domingo para segunda, à 1h30 A série produzida em parceria com a Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) busca identificar um sentido mais amplo das artes cênicas a partir dos desafios de experientes profissionais que atuam na área.Apresentada por Bruno Barros, a produção recebe personalidades como Cauã Reymond, Claudia Raia, Marcos Frota e Ana Beatriz Nogueira para um bate-papo com alunos de interpretação sobre os bastidores da carreira artística.Com formato intimista, leve e dinâmico, Atos busca fugir dos padrões convencionais televisivos ao deslocar o estúdio de gravação para o palco teatral da própria CAL. Nomes consagrados da cena artística nacional revelam histórias e acontecimentos que marcaram suas carreiras. Séries ambientais brasileiras e do exterior Brasil Visto de Cima - Divulgação/TV BrasilA faixa nobre da programação da TV Brasil apresenta diversas obras documentais. A série nacional Brasil Visto de Cima mostra as belezas naturais em janela diária de segunda a sexta, às 20h, com a exibição dos 135 episódios das cinco temporadas inéditas em sinal aberto.De segunda a sexta, às 20h30, a emissora pública apresenta produções internacionais com foco no meio ambiente. Galápagos é a atração das segundas com três episódios semanais de 50 minutos. As séries Os Sentidos dos Animais e Mistérios da Evolução estreiam na terça às 20h30 e às 21h, respectivamente, com seis episódios de 30 minutos cada.O destaque de quarta é o seriado Rockies, As Montanhas Selvagens com cinco episódios de 50 minutos. A série documental Cidades Fantasmas estreia na quinta com episódios sobre Riesi (Itália), Kayaköy (Turquia), Fukushima (Japão), Detroit (EUA) e aldeias abandonadas (China). Por fim, na sexta, a novidade é a produção A Jornada da Vida com três episódios de mesma duração. Aclamadas produções de ficção Trama é estrelada por Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes e Martin Freeman como o Doutor John Watson - Divulgação/BBC StudiosAs séries de dramaturgia são outro mote da programação da TV Brasil para 2020. O premiado drama policial Sherlock ganha exibição diária, de segunda a sexta-feira, em horário nobre, às 21h30, com exclusividade. A emissora exibe todos episódios das quatro temporadas da série, além do especial.Produzido pela BBC, o seriado de televisão britânico é inspirado nas histórias do detetive Sherlock Holmes escritas por Sir Arthur Conan Doyle. Criada por Steven Moffat e Mark Gatiss, a trama foi estrelada por Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes e Martin Freeman como o Doutor John Watson.Já uma das produções mais clássicas do audiovisual brasileiro, a série O Vigilante Rodoviário acompanha as aventuras do inspetor Carlos e seu amigo, o cão Lobo, com dois episódios inéditos por semana, às terças, às 23h30, e aos domingos, às 23h.Pioneira, a atração nacional produzida no início dos anos 1960 foi um sucesso de audiência pela TV Tupi. O seriado mostra a dupla em tramas de combate ao crime a bordo de uma motocicleta Harley-Davidson 1952 ou de um carro modelo Simca Chambord 1959. Atrações musicais Acervo Musical com Bia Aparecida e Waldecir de Oliveira - Divulgação / TV BrasilProgramas musicais e shows embalam as noites de sexta e sábado na nova programação da TV Brasil. Em novo dia e horário, às sextas, à meia-noite, o Todas as Bossas estreia a quarta temporada com a performance do grupo Molejo.Logo depois, à 1h, o Cena Instrumental tem edições inéditas na telinha. Sob o comando da jornalista e cantora Bia Aparecida, os dois programas trazem shows exclusivos gravados no histórico estúdio 3 da emissora pública.Ainda na madrugada de sexta para sábado, a TV Brasil apresenta uma sequência de atrações musicais: o Hypershow, da Rede Minas, às 2h; o tradicional Samba na Gamboa, conduzido pelo cantor e compositor Diogo Nogueira, às 3h; o programa Alto-Falante, da Rede Minas, às 4h; e encerra a faixa com o Acervo Musical, às 5h.O programa Acervo Musical estreia na sequência, às 21h, ao recuperar apresentações que fizeram história e foram registradas pala TVE/RJ e Rádios MEC e Nacional. Logo após, às 21h30, o Alto-Falante tem edições inéditas. Produzido pela Rede Minas, é apresentado por Terence Machado, Adriano Falabella e Sabrina Damasceno.A TV Brasil exibe espetáculos gravados por emissoras parceiras da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) a partir das 22h30 na faixa Shows Mais Brasil. Com grandes apresentações de artistas regionais e personalidades renomadas, a maratona musical dura seis horas e meia com os mais diversos estilos e gêneros que caracterizam a produção sonora do país. Faixas diárias com programas da Rede e de Parceiras Apresentadora Carolina Rocha - Divulgação / TV BrasilPara valorizar as emissoras que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), a TV Brasil exibe para todo o país em sua programação uma série de programas realizados por esses canais parceiros.A Faixa Rural destaca a vida no campo de segunda a sexta, às 6h, e aos sábados, a partir das 5h30. Produzido pela TVU/RN, o programa Tela Rural vai ao ar às segundas. Realizado pela TV Cultura do Pará, o Cozinha Amazônia é a atração das terças.O Agro Nacional é um programa próprio da TV Brasil que entra às quartas enquanto a produção independente Vale Agrícola é exibida às quintas. Coprodução da Embrapa com a Emater, o programa Terra Sul tem janela às sextas. A faixa também é apresentada aos sábados, às 5h30, com o Rio Grande Rural, outra produção da Emater.Com destaque para o novo programa Cai no Vestibular, produção própria da TV Brasil no ar diariamente às 7h, de segunda a sábado, a Faixa Educação contempla ainda outras produções vão ao ar de segunda a sexta, na sequência, às 7h15.O Camarote 21, da Deutsche Welle, abre a semana às segundas. Já o programa Viver Ciência, da UFG, é exibido às terças. A série Luthiers, obra da TV Brasil, é a atração das quartas. Já a produção documental Amazônia Legal vai ao ar às quintas enquanto o programa Praticarte, da TV Encontro das Águas, às sextas.A faixa de saúde e bem-estar pode ser conferida na telinha da emissora pública de segunda a sexta-feira, às 7h15. O programa Nova Amazônia, da TV Encontro das Águas, é apresentado às segundas. A TVE Bahia contribui com o Soterópolis, às terças, enquanto a Rede Minas disponibiliza o Sou 60, às quartas. A TV Brasil estreia o Vida + Leve às quintas enquanto o programa Viver Mais, da TV Ceará, tem exibição às sextas.


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  • 4/56   Apple manda fechar lojas fora da China até 27 de março

    Lojas da Apple fora da China, situadas em país da Europa e Estados Unidos, por exemplo, terão suas atividades interrompidas temporariamente para evitar o alastramento do Coronavírus entre os clientes e funcionários

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  • 5/56   De olho na Anatel | Galaxy A11, Motorola 'Racer' e outras homologações

    Semana parada na Anatel tem homologação do Galaxy A11, sucessor do Android mais vendido no Brasil ano passado, além de algumas certificações de aparelhos da Motorola já concluídas, mas que ainda falta publicar documentação

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  • 6/56   Apple fecha todas as lojas fora da China por pandemia

    A Apple, a gigante da tecnologia americana, tomou uma medida drástica para evitar a dissiminação do novo coronavírus. A empresa vai fechar temporariamente todas as lojas fora da China. STOCKSHOTS

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  • 7/56   Como desativar o comando de voz "OK, Google" no seu celular

    O "OK, Google", comando de voz do assistente pessoal do Android, embora prático, costuma incomodar alguns usuários. É possível desativá-lo de maneira simples, prática e rápida, acessando o menu do aplicativo do Google

    O "OK, Google", comando de voz do assistente pessoal do Android, embora prático, costuma incomodar alguns usuários. É possível desativá-lo de maneira simples, prática e rápida, acessando o menu do aplicativo do Google


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  • 8/56   Microsoft anuncia investimento em 18 startups lideradas por mulheres

    A Microsoft anunciou, na quinta-feira, as primeiras startups selecionadas no programa de incentivo a mulheres empreendedoras, duas delas receberão aporte financeiro por meio do WEVentures, enquanto o WEImpact oferecerá recursos e capacitação às demais

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  • 9/56   Bill Gates deixa o conselho da Microsoft para se dedicar à filantropia

    Bill Gates, cofundador da Microsoft, anunciou que não terá mais nenhum vínculo formal com a empresa, mas ainda seguirá como "guru de tecnologia" de Satya Nadella, atual presidente-executivo, e outras lideranças

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  • 10/56   Bill Gates deixa conselho administrativo da Microsoft

    A Microsoft anunciou nesta sexta-feira que seu fundador Bill Gates deixou o conselho administrativo da empresa para dedicar mais tempo à filantropia.

    A Microsoft anunciou nesta sexta-feira que seu fundador Bill Gates deixou o conselho administrativo da empresa para dedicar mais tempo à filantropia.


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  • 11/56   Três formas de desfocar o fundo de uma imagem no Android e iOS

    O modo retrato se tornou tendência para a maioria dos usuários que possuem smartphones com mais de uma câmera. Pensando nisso, neste tutorial, nós do Canaltech iremos ensiná-lo a ativar a função e desfocar o fundo na foto no Android e iOS

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  • 12/56   Bill Gates deixa o conselho da Microsoft

    O co-fundador e primeiro CEO da Microsoft, Bill Gates, anunciou que está saindo do conselho da empresa nesta sexta-feira (13).

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  • 13/56   Google apresentou falhas em algumas buscas nesta sexta-feira (13)

    Na tarde desta sexta-feira, dia 13 de março, as buscas do Google começaram a apresentar erros, deixando de exibir alguns resultados. A assessoria da empresa no Brasil disse que a falha estava sendo investigada, mas logo tudo parece ter voltado ao normal

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  • 14/56   Especialistas criticam design sem graça de carros autônomos

    (Bloomberg) -- Montadoras que investem bilhões em carros autônomos do futuro correm risco de repetir o mesmo erro cometido com carros elétricos há uma década?Gigantes como General Motors, Toyota Motor e Jaguar Land Rover compartilham dimensões igualmente retangulares com mais atenção à praticidade de engenharia do que “sex appeal“. Até a Waymo, o braço autônomo da Alphabet, controladora do Google, escolheu a minúscula minivan como principal atração para veículos autônomos.A aparência uniforme e pouco inspiradora desses veículos autônomos tem sido criticada por ser tão desinteressante quanto a abordagem sem frescuras adotada pelas montadoras para projetar veículos elétricos que acabaram com vendas mais lentas do que se esperava. Mais do que estética está em jogo. Embora as vans que essas empresas projetaram não sejam para showrooms de varejo, a falta de atrativos pode afastar passageiros cujo sonho de entrar em um veículo sem motorista incluía mais do que um vagão moderno. Para compensar os custos, até veículos autônomos para vários passageiros precisarão cobrar preços mais altos do que outras formas de transporte público. Alguns acham que talvez precisem se parecer mais com uma limusine de luxo do que com um ônibus da cidade.“Quem está pedindo todas essas caixas?” disse Tony Posawatz, ex-executivo da GM que desenvolveu o híbrido plug-in Chevrolet Volt e agora presta consultoria para empresas de mobilidade. “Se os primeiros usuários são pessoas abastadas, estão acostumados a um certo emblema e a um certo tipo de desempenho.”Nem todas as montadoras seguem o mesmo manual. A Mercedes-Benz, da Daimler, apresentou um carro-conceito de direção autônoma ultraluxuoso chamado de F 015 em janeiro, embora não seja voltado para o grande público. A Tesla prometeu trazer autonomia às massas com o Model 3, mas, apesar de todo o progresso do CEO Elon Musk em outros aspectos, os clientes ainda esperam que o polêmico sistema de piloto automático seja tão capaz quanto ele prevê.Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórteres da matéria original: Chester Dawson Southfield, cdawson54@bloomberg.net;David Welch em Southfield, dwelch12@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Craig Trudell, ctrudell1@bloomberg.net, Dimitra KessenidesFor more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- Montadoras que investem bilhões em carros autônomos do futuro correm risco de repetir o mesmo erro cometido com carros elétricos há uma década?Gigantes como General Motors, Toyota Motor e Jaguar Land Rover compartilham dimensões igualmente retangulares com mais atenção à praticidade de engenharia do que “sex appeal“. Até a Waymo, o braço autônomo da Alphabet, controladora do Google, escolheu a minúscula minivan como principal atração para veículos autônomos.A aparência uniforme e pouco inspiradora desses veículos autônomos tem sido criticada por ser tão desinteressante quanto a abordagem sem frescuras adotada pelas montadoras para projetar veículos elétricos que acabaram com vendas mais lentas do que se esperava. Mais do que estética está em jogo. Embora as vans que essas empresas projetaram não sejam para showrooms de varejo, a falta de atrativos pode afastar passageiros cujo sonho de entrar em um veículo sem motorista incluía mais do que um vagão moderno. Para compensar os custos, até veículos autônomos para vários passageiros precisarão cobrar preços mais altos do que outras formas de transporte público. Alguns acham que talvez precisem se parecer mais com uma limusine de luxo do que com um ônibus da cidade.“Quem está pedindo todas essas caixas?” disse Tony Posawatz, ex-executivo da GM que desenvolveu o híbrido plug-in Chevrolet Volt e agora presta consultoria para empresas de mobilidade. “Se os primeiros usuários são pessoas abastadas, estão acostumados a um certo emblema e a um certo tipo de desempenho.”Nem todas as montadoras seguem o mesmo manual. A Mercedes-Benz, da Daimler, apresentou um carro-conceito de direção autônoma ultraluxuoso chamado de F 015 em janeiro, embora não seja voltado para o grande público. A Tesla prometeu trazer autonomia às massas com o Model 3, mas, apesar de todo o progresso do CEO Elon Musk em outros aspectos, os clientes ainda esperam que o polêmico sistema de piloto automático seja tão capaz quanto ele prevê.Para contatar o editor responsável por esta notícia: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.netRepórteres da matéria original: Chester Dawson Southfield, cdawson54@bloomberg.net;David Welch em Southfield, dwelch12@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Craig Trudell, ctrudell1@bloomberg.net, Dimitra KessenidesFor more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.


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  • 15/56   Samsung divulga imagens e ficha técnica do Galaxy A11 sem alarde

    Sucessor do Android mais vendido de 2019, dispositivo que está entre os mais básicos da linha Galaxy A tem três câmeras na parte traseira e oferece leitor de impressão digital, recurso ausente no Galaxy A10

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  • 16/56   iPhone 12 poderá ter sensor de 64 MP desenvolvido pela Sony

    O iPhone 12 ainda poderá contar com o design característico com notch, mas suas câmeras deverão mudar bastante. Segundo informações divulgadas por Max Weinbach, famoso por acertar vazamentos, o sensor topo de linha de 64 MP da Sony deverá estar nas câmeras do smartphone

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  • 17/56   App Simple Gallery Pro ganha suporte ao modo Retrato do Google Pixel

    O modo Retrato da câmera do Google Pixel cria dois arquivos em uma pasta separada das fotos normais, o que confunde aplicativos de galeria, uma atualização do Simple Gallery Pro adicionou suporte ao recurso, mostrando os retratos na mesma pasta

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  • 18/56   Limite de velocidade volta ao Google Maps em alguns países

    Recurso que aparece e desaparece sem muito alarde no Google Maps, a opção de exibir o limite de velocidade no aplicativo de mapas do Google parece voltar aos poucos, pelo menos em países como a Dinamarca, Reino Unido, França e Índia

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  • 19/56   Apple desenvolve recurso que protege suas mensagens de olhares curiosos

    Empresa entrou com pedido de patente de uma ferramenta que usa a câmera frontal do smartphone, tablet ou notebook para detectar onde seus olhos estão lendo e disfarça todo o restante da tela com informações aleatórias

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  • 20/56   Sites usados para ataques de phishing cresceram 211% desde 2017

    Dados do Google apontam a existência de mais de 1,8 milhão de páginas voltadas para o roubo de dados de usuários em todo o mundo. No mesmo período, URLs que levavam à instalação de malwares despencaram

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  • 21/56   Mesmo com novos contratos, Apple não consegue oferecer pacotes com Apple Music

    Empresa de Cupertino assinou renovações e novos contratos de artistas para seu serviço de streaming de música, mas gravadoras recusam-se a permitir que conteúdo da plataforma seja oferecido em pacotes junto com Apple News+ e Apple TV+, um objetivo da companhia

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  • 22/56   Toyota RAV4 ganha Android Auto e Apple Car Play na versão 2020

    A quinta geração do SUV mais vendido do mundo ganha uma importante atualização: agora seu sistema multimídia é compatível com espelhamento de smartphones por meio do Android Auto e do Apple Car Play. O RAV 4 Connect Hybrid está disponível em duas versões

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  • 23/56   Microsoft cancela Build 2020 por causa do coronavírus

    Conferência voltada a desenvolvedores começaria no dia 19 de maio e, agora, será transformada em uma experiência digital, com palestras e painéis sendo transmitidos pela internet. Mais detalhes e uma possível nova data devem ser divulgados em breve

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  • 24/56   Jornais estrangeiros incentivam home office e derrubam paywall de reportagens sobre coronavírus

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O The New York Times pediu na quarta-feira (11) que seus funcionários trabalhem de suas casas por dez dias como resposta à pandemia do novo coronavírus. “Nós achamos que limitar as viagens de e para o escritório e limitar o número de funcionários que entram em contato com outros é do maior interesse de todos neste momento”, afirma o comunicado do publisher A.G. Sulzberger e do diretor-executivo Mark Thompson. “Esta é uma das maiores e mais abrangentes histórias que nós cobrimos em uma geração e é também uma história que está afetando muitos de nós diretamente.” O Washington Post fez a mesma recomendação a seus contratados na terça-feira (10). “Decidimos incentivar (mas não obrigar) os funcionários a trabalhar de casa, se sua função e suas necessidades de equipamentos possibilitarem”, afirma o comunicado de Fred Ryan, publisher do Post. O jornal, como outros veículos da região de Washington, já havia recomendado que jornalistas que cobriram a última CPAC (Conferência de Ação Política Conservadora), realizada de 26 a 29 de fevereiro no entorno da capital, trabalhassem em suas casas por sete dias, já que um dos participantes do evento foi diagnosticado com o novo coronavírus. Visitas à Redação do Washington Post, eventos e viagens não essenciais também foram cancelados. O The New York Times decidiu suspender o paywall, mecanismo que limita o número de textos acessíveis a não-assinantes, do conteúdo sobre a pandemia. Outros veículos estrangeiros também desligaram o paywall de textos sobre o assunto, como os americanos The Atlantic e Wall Street Journal, os canadenses The Globe and Mail e Toronto Star e o português Público. O argentino Clarín comunicou na quarta-feira que passou a oferecer acesso ilimitado a todos os textos sobre a pandemia “por se tratar de um tema de saúde pública e de alto interesse”. Medidas desse tipo já tinham sido adotadas por veículos de imprensa de regiões mais afetadas pela epidemia, de acordo com informações da Associação Mundial de Jornais e Publishers de Notícias. O Straits Times, principal jornal de Singapura, dividiu a equipe em duas, que alternam entre trabalhar em casa e na Redação a cada duas semanas. O South China Morning Post, de Hong Kong, tem metade de seus funcionários trabalhando remotamente e pretende retomar o trabalho presencial na Redação de todos os jornalistas nas próximas semanas, desde que não apresentem sintomas da doença. Os que estiveram na China continental terão que esperar duas semanas antes de voltar à Redação. Na Itália, país com o maior número de casos depois da China, a RCS Media, que publica o Corriere dela Sera, um dos mais importantes jornais do país, e o diário esportivo Gazzetta dello Sport, declarou que todos os jornalistas foram equipados com notebooks e softwares de reuniões remotas para caso a Redação precise ser fechada. Nesta semana, empresas de tecnologia dos EUA também determinaram, uma após a outra, que funcionários trabalhem de suas casas. Na quarta-feira, o Twitter informou que passou a obrigar o trabalho remoto de todos os seus 5 mil empregados. Na terça-feira, o Google pediu a todos os funcionários dos EUA e Canadá que trabalhem de suas casas e ampliou a recomendação para os contratados na Europa, Oriente Médio e África nesta quinta-feira (12). No fim de janeiro, a empresa fechou todos os seus escritórios na China, que foi afetada primeiro pelo surto de covid-19. Tim Cook, presidente-executivo da Apple, fez a mesma recomendação de trabalho remoto no domingo (8) a funcionários de diversos escritórios globais.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O The New York Times pediu na quarta-feira (11) que seus funcionários trabalhem de suas casas por dez dias como resposta à pandemia do novo coronavírus. “Nós achamos que limitar as viagens de e para o escritório e limitar o número de funcionários que entram em contato com outros é do maior interesse de todos neste momento”, afirma o comunicado do publisher A.G. Sulzberger e do diretor-executivo Mark Thompson. “Esta é uma das maiores e mais abrangentes histórias que nós cobrimos em uma geração e é também uma história que está afetando muitos de nós diretamente.” O Washington Post fez a mesma recomendação a seus contratados na terça-feira (10). “Decidimos incentivar (mas não obrigar) os funcionários a trabalhar de casa, se sua função e suas necessidades de equipamentos possibilitarem”, afirma o comunicado de Fred Ryan, publisher do Post. O jornal, como outros veículos da região de Washington, já havia recomendado que jornalistas que cobriram a última CPAC (Conferência de Ação Política Conservadora), realizada de 26 a 29 de fevereiro no entorno da capital, trabalhassem em suas casas por sete dias, já que um dos participantes do evento foi diagnosticado com o novo coronavírus. Visitas à Redação do Washington Post, eventos e viagens não essenciais também foram cancelados. O The New York Times decidiu suspender o paywall, mecanismo que limita o número de textos acessíveis a não-assinantes, do conteúdo sobre a pandemia. Outros veículos estrangeiros também desligaram o paywall de textos sobre o assunto, como os americanos The Atlantic e Wall Street Journal, os canadenses The Globe and Mail e Toronto Star e o português Público. O argentino Clarín comunicou na quarta-feira que passou a oferecer acesso ilimitado a todos os textos sobre a pandemia “por se tratar de um tema de saúde pública e de alto interesse”. Medidas desse tipo já tinham sido adotadas por veículos de imprensa de regiões mais afetadas pela epidemia, de acordo com informações da Associação Mundial de Jornais e Publishers de Notícias. O Straits Times, principal jornal de Singapura, dividiu a equipe em duas, que alternam entre trabalhar em casa e na Redação a cada duas semanas. O South China Morning Post, de Hong Kong, tem metade de seus funcionários trabalhando remotamente e pretende retomar o trabalho presencial na Redação de todos os jornalistas nas próximas semanas, desde que não apresentem sintomas da doença. Os que estiveram na China continental terão que esperar duas semanas antes de voltar à Redação. Na Itália, país com o maior número de casos depois da China, a RCS Media, que publica o Corriere dela Sera, um dos mais importantes jornais do país, e o diário esportivo Gazzetta dello Sport, declarou que todos os jornalistas foram equipados com notebooks e softwares de reuniões remotas para caso a Redação precise ser fechada. Nesta semana, empresas de tecnologia dos EUA também determinaram, uma após a outra, que funcionários trabalhem de suas casas. Na quarta-feira, o Twitter informou que passou a obrigar o trabalho remoto de todos os seus 5 mil empregados. Na terça-feira, o Google pediu a todos os funcionários dos EUA e Canadá que trabalhem de suas casas e ampliou a recomendação para os contratados na Europa, Oriente Médio e África nesta quinta-feira (12). No fim de janeiro, a empresa fechou todos os seus escritórios na China, que foi afetada primeiro pelo surto de covid-19. Tim Cook, presidente-executivo da Apple, fez a mesma recomendação de trabalho remoto no domingo (8) a funcionários de diversos escritórios globais.


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  • 25/56   Mulheres Incríveis | Google Assistente tem recurso exclusivo em março

    Novo recurso do Google Assistente para o mês de março celebra o Dia Internacional da Mulher em parceria inédita com o Google Arts&Culture.; Com o serviço, você descobre diversas histórias inspiradoras de personalidades femininas ao redor do mundo

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  • 26/56   Microsoft nomeia Eric Horvitz como seu primeiro diretor científico

    Ex-líder do Microsoft Research Labs, Horvitz será responsável por comandar a empresa em empreitadas voltadas à biologia, informática médica, física, sustentabilidade, economia e ciências sociais e comportamentais

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  • 27/56   Bolsonaro apoia protestos no Twitter e em Brasília em meio à crise do coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Presidente, que ainda será submetido a um segundo teste para detecção do novo coronavírus, interagiu com manifestantes que o esperavam do lado de fora do Palácio do Planalto

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  • 28/56   Panamá vai restringir entrada de estrangeiros
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O governo do Panamá proibirá a partir desta segunda-feira a entrada de estrangeiros que não tenham visto de residência no país.

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  • 29/56   Coronavírus: Ministério da Saúde eleva para 200 o número de casos confirmados
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Transmissão comunitária ocorre quando há casos em que não é mais possível identificar a cadeia de infecção; vírus está circulando livremente na população.

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  • 30/56   Argentina fecha fronteiras e suspende aulas por coronavírus (oficial)
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente da Argentina, Alberto Fernández, anunciou em entrevista coletiva, na noite deste domingo, a suspensão das aulas e o fechamento das fronteiras do país, ambas as medidas até 31 de março, para frear o novo coronavírus.

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  • 31/56   Companhias aéreas americanas anunciam redução drástica no número de voos
    SCIENCE TOPIC NEWS

    As companhias aéreas americanas anunciaram reduções drásticas em seus planos de voo a partir da próxima segunda-feira (15), em resposta à proibição da entrada dos viajantes vindos da Europa nos Estados Unidos, que será ampliada na segunda também para o Reino Unido e Irlanda.

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  • 32/56   Chile suspende aulas e fecha os seus portos aos cruzeiros por causa do novo coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Chile anunciou neste domingo a suspensão das aulas por duas semanas, e fechou todos os seus portos aos cruzeiros que chegariam à região, após ordenar quarentena a duas embarcações por um caso de coronavírus confirmado.

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  • 33/56   Costa Rica fecha bares e boates por coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Autoridades sanitárias da Costa Rica ordenaram neste domingo o fechamento dos bares, cassinos e boates do país, em um endurecimento das medidas para combater o novo coronavírus.

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  • 34/56   Colômbia proíbe a entrada de estrangeiros por causa do novo coronavírus
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    A Colômbia proibirá a partir de segunda o acesso de estrangeiros ao seu território como forma de tentar conter a epidemia do novo coronavírus, que deixou ao menos 34 contagiados em todo o país, informou neste domingo o presidente Iván Duque.

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  • 35/56   Partidários de Bolsonaro fazem manifestação apesar do coronavírus
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    Os incondicionais partidários do presidente Jair Bolsonaro ignoraram as advertências sobre o novo coronavírus e fizeram manifestações nas principais capitais do país. Os protestos criticam o Congresso e os tribunais por atrapalharem as ações do atual presidente, com alguns deles abertamente pedindo por um golpe de estado.

    Os incondicionais partidários do presidente Jair Bolsonaro ignoraram as advertências sobre o novo coronavírus e fizeram manifestações nas principais capitais do país. Os protestos criticam o Congresso e os tribunais por atrapalharem as ações do atual presidente, com alguns deles abertamente pedindo por um golpe de estado.


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  • 36/56   Europa tenta se proteger do avanço do coronavírus, que supera 6.000 mortes no mundo
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    A Europa tenta estabelecer medidas de proteção ante o avanço inexorável da pandemia de coronavírus, que neste domingo superou a barreira de 6.000 mortes e 160.000 infectados em todo o mundo, com o fechamento parcial da fronteira na Alemanha e confinamentos na Itália e Espanha.

    A Europa tenta estabelecer medidas de proteção ante o avanço inexorável da pandemia de coronavírus, que neste domingo superou a barreira de 6.000 mortes e 160.000 infectados em todo o mundo, com o fechamento parcial da fronteira na Alemanha e confinamentos na Itália e Espanha.


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  • 37/56   Coronavírus pulveriza participação em eleições municipais na França
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    Os franceses deram as costas para as urnas neste domingo, no primeiro turno das eleições municipais, realizadas em um contexto inédito, em um país quase paralisado pela pandemia do novo coronavírus.

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  • 38/56   Para Maia e Alcolumbre, Bolsonaro faz pouco caso de pandemia e é inconsequente
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), condenaram a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, na manifestação a favor de seu governo e contra os demais Poderes, neste domingo (15), em Brasília. Para Maia, Bolsonaro fez pouco caso da pandemia de coronavírus, desrespeitando orientações do Ministério da Saúde de seu próprio governo e cometeu um atentado à saúde pública. Alcolumbre chamou de inconsequente o ato de estimular a aglomeração de pessoas nas ruas. Ignorando orientações dadas por ele mesmo na semana passada, o presidente da República incentivou os atos desde cedo em suas redes sociais —foram 31 postagens sobre o tema até as 17h. Sem máscara, participou das manifestações em Brasília, tocando simpatizantes e manuseando o celular de alguns apoiadores para fazer selfies. Bolsonaro também contrariou orientação da equipe médica da presidência. Ele havia sido aconselhado evitar locais com aglomeração. "O mundo está passando por uma crise sem precedentes. O Banco Central americano e o da Nova Zelândia acabam de baixar os juros; na Alemanha e na Espanha, os governos decretam o fechamento das fronteiras. Há um esforço global para conter o vírus e a crise. Por aqui, o presidente da República ignora e desautoriza o seu ministro da Saúde e os técnicos do ministério, fazendo pouco caso da pandemia e encorajando as pessoas a sair às ruas", afirmou Maia em nota divulgada na noite deste domingo. "Isso é um atentado à saúde pública que contraria as orientações do seu próprio governo", continuou o presidente da Câmara. Rodrigo Maia, que em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo já havia cobrado medidas de impacto imediato ao ministro Paulo Guedes (Economia), voltou a criticar a reação do governo para conter o derretimento da economia. "A economia mundial desacelera rapidamente; a economia brasileira sofrerá as consequências diretas. O presidente da República deveria estar no Palácio coordenando um gabinete de crise para dar respostas e soluções para o país. Mas, pelo visto, ele está mais preocupado em assistir as manifestações que atentam contra as instituições e a saúde da população. A situação é preocupante e exige de todos nós serenidade, racionalidade, união de esforços e respeito. Somos maduros o suficiente para agir com o bom senso que o momento pede", disse Rodrigo Maia. Em nota, Davi Alcolumbre cobrou maturidade. "É hora de amadurecermos como Nação. Com a pandemia do coronavírus fechando as fronteiras dos países e assustando o mundo, é inconsequente estimular a aglomeração de pessoas nas ruas", afirmou o presidente do Senado. "A gravidade da pandemia exige de todos os brasileiros, e inclusive do presidente da República, responsabilidade! Todos nós devemos seguir à risca as orientações do Ministério da Saúde", continuou. Para o senador, "convidar para ato contra os Poderes é confrontar a democracia". "É tempo de trabalharmos iniciativas políticas que, de fato, promovam o reaquecimento da economia, criem ambiente competitivo para o setor privado e, sobretudo, gerem bem-estar, emprego e renda para os brasileiros.?"

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), condenaram a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, na manifestação a favor de seu governo e contra os demais Poderes, neste domingo (15), em Brasília. Para Maia, Bolsonaro fez pouco caso da pandemia de coronavírus, desrespeitando orientações do Ministério da Saúde de seu próprio governo e cometeu um atentado à saúde pública. Alcolumbre chamou de inconsequente o ato de estimular a aglomeração de pessoas nas ruas. Ignorando orientações dadas por ele mesmo na semana passada, o presidente da República incentivou os atos desde cedo em suas redes sociais —foram 31 postagens sobre o tema até as 17h. Sem máscara, participou das manifestações em Brasília, tocando simpatizantes e manuseando o celular de alguns apoiadores para fazer selfies. Bolsonaro também contrariou orientação da equipe médica da presidência. Ele havia sido aconselhado evitar locais com aglomeração. "O mundo está passando por uma crise sem precedentes. O Banco Central americano e o da Nova Zelândia acabam de baixar os juros; na Alemanha e na Espanha, os governos decretam o fechamento das fronteiras. Há um esforço global para conter o vírus e a crise. Por aqui, o presidente da República ignora e desautoriza o seu ministro da Saúde e os técnicos do ministério, fazendo pouco caso da pandemia e encorajando as pessoas a sair às ruas", afirmou Maia em nota divulgada na noite deste domingo. "Isso é um atentado à saúde pública que contraria as orientações do seu próprio governo", continuou o presidente da Câmara. Rodrigo Maia, que em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo já havia cobrado medidas de impacto imediato ao ministro Paulo Guedes (Economia), voltou a criticar a reação do governo para conter o derretimento da economia. "A economia mundial desacelera rapidamente; a economia brasileira sofrerá as consequências diretas. O presidente da República deveria estar no Palácio coordenando um gabinete de crise para dar respostas e soluções para o país. Mas, pelo visto, ele está mais preocupado em assistir as manifestações que atentam contra as instituições e a saúde da população. A situação é preocupante e exige de todos nós serenidade, racionalidade, união de esforços e respeito. Somos maduros o suficiente para agir com o bom senso que o momento pede", disse Rodrigo Maia. Em nota, Davi Alcolumbre cobrou maturidade. "É hora de amadurecermos como Nação. Com a pandemia do coronavírus fechando as fronteiras dos países e assustando o mundo, é inconsequente estimular a aglomeração de pessoas nas ruas", afirmou o presidente do Senado. "A gravidade da pandemia exige de todos os brasileiros, e inclusive do presidente da República, responsabilidade! Todos nós devemos seguir à risca as orientações do Ministério da Saúde", continuou. Para o senador, "convidar para ato contra os Poderes é confrontar a democracia". "É tempo de trabalharmos iniciativas políticas que, de fato, promovam o reaquecimento da economia, criem ambiente competitivo para o setor privado e, sobretudo, gerem bem-estar, emprego e renda para os brasileiros.?"


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  • 39/56   Sobe para 12 número de pessoas que encontraram Bolsonaro e estão com o novo coronavírus
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência da República informou neste domingo (15) que quatro integrantes da equipe que serviu de apoio à viagem do presidente Jair Bolsonaro a Miami, nos Estados Unidos, estão infectadas com o novo coronavírus. Com isso, sobe para 12 o número de pessoas que estiveram com Bolsonaro e tiveram resultado positivo para a Covid-19. Também neste domingo, o publicitário Sérgio Lima, responsável pela comunicação da Aliança pelo Brasil, sigla que Bolsonaro quer criar, informou que está com o novo coronavírus. A reportagem confirmou que ele esteve com a comitiva do presidente nos Estados Unidos, na semana passada. Além de Lima, ao menos outras seis pessoas que estiveram próximas a Bolsonaro durante viagem aos EUA, na semana passada, estão infectadas com o novo coronavírus. Um deles é o de um empresário que estava no grupo que acompanhou a visita do presidente aos EUA. Ele preferiu não se identificar. Três outros casos são de integrantes da comitiva oficial de Bolsonaro na viagem à Flórida. Anunciaram que contraíram a doença o chefe da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social), Fabio Wajngarten, o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) e o diplomata Nestor Forster, indicado para o cargo de embaixador do Brasil em Washington. A advogada Karina Kufa, tesoureira do Aliança pelo Brasil, disse que seu exame deu positivo. Ela está em isolamento e, pelas redes sociais, tem atualizado seu estado de saúde. "Hoje acordei bem melhor, os sintomas praticamente sumiriam. Até agora não tive febre e falta de ar, que são os fatores de alerta", escreveu a advogada neste sábado (14). Entre os anfitriões, o prefeito de Miami, Francis Suarez, anunciou, na sexta (13), ter recebido o diagnóstico positivo para o novo coronavírus. Ele participou de evento com Bolsonaro e sua comitiva na segunda-feira (9), na Flórida. A reportagem também confirmou que o número 2 da Secom, Samy Liberman, teve resultado positivo para o novo coronavírus. Ele compareceu ao Palácio do Planalto na última semana, ao regressar da viagem, o que gerou reclamação e desconforto de funcionários da Presidência. Questionada formalmente, a Secom não quis comentar o resultado do exame de Liberman. A confirmação de que pessoas que viajaram com o presidente estão infectadas levou à dispensa de diversos funcionários do Planalto na última sexta, Segundo relatos feitos à reportagem, os militares que trabalham na Presidência estão incomodados com o comportamento de Wajngarten, considerado irresponsável, por ele ter dito em transmissão ao vivo neste sábado que já estava doente quando embarcou no voo de volta ao Brasil. O GSI não divulgou os nomes dos integrantes da comitiva que estão infectados, mas afirmou que tratam-se de novos casos, cujos resultados foram divulgados neste domingo. "Os integrantes da equipe de apoio ao recente voo presidencial aos Estados Unidos da América foram submetidos ao teste do novo coronavírus e, desde a chegada ao Brasil, preventivamente optaram por um regime de auto-isolamento. Dentro desse grupo, quatro indivíduos apresentaram resultado positivo, porém todos eles estão com um quadro de saúde ainda assintomático. Dessa forma, cumprirão em suas residências o isolamento recomendado de 14 dias", diz a nota. O gabinete informou ainda que os demais integrantes, mesmo nos casos de resultados negativos, seguirão isolados para cumprir o protocolo determinado pelas autoridades sanitárias. Após ter resultado negativo para a Covid-19 na última sexta, Bolsonaro interrompeu o isolamento e deixou o Palácio da Alvorada ao menos duas vezes. Neste domingo, ele foi ao Planalto e cumprimentou apoiadores com aperto de mão, além de ter tirado fotos com manifestantes. Apesar de não estar infectado, o presidente deve ser submetido a ao menos mais dois exames para o novo coronavírus. O protocolo do Ministério da Saúde é de repetir o exame num intervalo de 14 dias, período durante o qual o vírus pode ficar incubado.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência da República informou neste domingo (15) que quatro integrantes da equipe que serviu de apoio à viagem do presidente Jair Bolsonaro a Miami, nos Estados Unidos, estão infectadas com o novo coronavírus. Com isso, sobe para 12 o número de pessoas que estiveram com Bolsonaro e tiveram resultado positivo para a Covid-19. Também neste domingo, o publicitário Sérgio Lima, responsável pela comunicação da Aliança pelo Brasil, sigla que Bolsonaro quer criar, informou que está com o novo coronavírus. A reportagem confirmou que ele esteve com a comitiva do presidente nos Estados Unidos, na semana passada. Além de Lima, ao menos outras seis pessoas que estiveram próximas a Bolsonaro durante viagem aos EUA, na semana passada, estão infectadas com o novo coronavírus. Um deles é o de um empresário que estava no grupo que acompanhou a visita do presidente aos EUA. Ele preferiu não se identificar. Três outros casos são de integrantes da comitiva oficial de Bolsonaro na viagem à Flórida. Anunciaram que contraíram a doença o chefe da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social), Fabio Wajngarten, o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) e o diplomata Nestor Forster, indicado para o cargo de embaixador do Brasil em Washington. A advogada Karina Kufa, tesoureira do Aliança pelo Brasil, disse que seu exame deu positivo. Ela está em isolamento e, pelas redes sociais, tem atualizado seu estado de saúde. "Hoje acordei bem melhor, os sintomas praticamente sumiriam. Até agora não tive febre e falta de ar, que são os fatores de alerta", escreveu a advogada neste sábado (14). Entre os anfitriões, o prefeito de Miami, Francis Suarez, anunciou, na sexta (13), ter recebido o diagnóstico positivo para o novo coronavírus. Ele participou de evento com Bolsonaro e sua comitiva na segunda-feira (9), na Flórida. A reportagem também confirmou que o número 2 da Secom, Samy Liberman, teve resultado positivo para o novo coronavírus. Ele compareceu ao Palácio do Planalto na última semana, ao regressar da viagem, o que gerou reclamação e desconforto de funcionários da Presidência. Questionada formalmente, a Secom não quis comentar o resultado do exame de Liberman. A confirmação de que pessoas que viajaram com o presidente estão infectadas levou à dispensa de diversos funcionários do Planalto na última sexta, Segundo relatos feitos à reportagem, os militares que trabalham na Presidência estão incomodados com o comportamento de Wajngarten, considerado irresponsável, por ele ter dito em transmissão ao vivo neste sábado que já estava doente quando embarcou no voo de volta ao Brasil. O GSI não divulgou os nomes dos integrantes da comitiva que estão infectados, mas afirmou que tratam-se de novos casos, cujos resultados foram divulgados neste domingo. "Os integrantes da equipe de apoio ao recente voo presidencial aos Estados Unidos da América foram submetidos ao teste do novo coronavírus e, desde a chegada ao Brasil, preventivamente optaram por um regime de auto-isolamento. Dentro desse grupo, quatro indivíduos apresentaram resultado positivo, porém todos eles estão com um quadro de saúde ainda assintomático. Dessa forma, cumprirão em suas residências o isolamento recomendado de 14 dias", diz a nota. O gabinete informou ainda que os demais integrantes, mesmo nos casos de resultados negativos, seguirão isolados para cumprir o protocolo determinado pelas autoridades sanitárias. Após ter resultado negativo para a Covid-19 na última sexta, Bolsonaro interrompeu o isolamento e deixou o Palácio da Alvorada ao menos duas vezes. Neste domingo, ele foi ao Planalto e cumprimentou apoiadores com aperto de mão, além de ter tirado fotos com manifestantes. Apesar de não estar infectado, o presidente deve ser submetido a ao menos mais dois exames para o novo coronavírus. O protocolo do Ministério da Saúde é de repetir o exame num intervalo de 14 dias, período durante o qual o vírus pode ficar incubado.


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  • 40/56   Bolsonaro faz pouco caso de pandemia, um atentado à saúde pública, diz Rodrigo Maia
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), condenou a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, na manifestação a favor de seu governo e contra os demais Poderes, neste domingo (15), em Brasília. Para Maia, Bolsonaro fez pouco caso da pandemia de coronavírus, desrespeitando orientações do Ministério da Saúde de seu próprio governo e cometeu um atentado à saúde pública. Ignorando orientações dadas por ele mesmo na semana passada, o presidente da República incentivou os atos desde cedo em suas redes sociais --foram 31 postagens sobre o tema até as 17h. Sem máscara, participou das manifestações em Brasília, tocando simpatizantes e manuseando o celular de alguns apoiadores para fazer selfies. Bolsonaro também contrariou orientação da equipe médica da presidência. Ele havia sido aconselhado evitar locais com aglomeração. "O mundo está passando por uma crise sem precedentes. O Banco Central americano e o da Nova Zelândia acabam de baixar os juros; na Alemanha e na Espanha, os governos decretam o fechamento das fronteiras. Há um esforço global para conter o vírus e a crise. Por aqui, o presidente da República ignora e desautoriza o seu ministro da Saúde e os técnicos do ministério, fazendo pouco caso da pandemia e encorajando as pessoas a sair às ruas", afirmou Maia em nota divulgada na noite deste domingo. "Isso é um atentado à saúde pública que contraria as orientações do seu próprio governo", continuou o presidente da Câmara Rodrigo Maia, que em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo já havia cobrado medidas de impacto imediato ao ministro Paulo Guedes (Economia), voltou a criticar a reação do governo para conter o derretimento da economia. "A economia mundial desacelera rapidamente; a economia brasileira sofrerá as consequências diretas. O presidente da República deveria estar no Palácio coordenando um gabinete de crise para dar respostas e soluções para o país. Mas, pelo visto, ele está mais preocupado em assistir as manifestações que atentam contra as instituições e a saúde da população. A situação é preocupante e exige de todos nós serenidade, racionalidade, união de esforços e respeito. Somos maduros o suficiente para agir com o bom senso que o momento pede", disse Maia.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), condenou a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, na manifestação a favor de seu governo e contra os demais Poderes, neste domingo (15), em Brasília. Para Maia, Bolsonaro fez pouco caso da pandemia de coronavírus, desrespeitando orientações do Ministério da Saúde de seu próprio governo e cometeu um atentado à saúde pública. Ignorando orientações dadas por ele mesmo na semana passada, o presidente da República incentivou os atos desde cedo em suas redes sociais --foram 31 postagens sobre o tema até as 17h. Sem máscara, participou das manifestações em Brasília, tocando simpatizantes e manuseando o celular de alguns apoiadores para fazer selfies. Bolsonaro também contrariou orientação da equipe médica da presidência. Ele havia sido aconselhado evitar locais com aglomeração. "O mundo está passando por uma crise sem precedentes. O Banco Central americano e o da Nova Zelândia acabam de baixar os juros; na Alemanha e na Espanha, os governos decretam o fechamento das fronteiras. Há um esforço global para conter o vírus e a crise. Por aqui, o presidente da República ignora e desautoriza o seu ministro da Saúde e os técnicos do ministério, fazendo pouco caso da pandemia e encorajando as pessoas a sair às ruas", afirmou Maia em nota divulgada na noite deste domingo. "Isso é um atentado à saúde pública que contraria as orientações do seu próprio governo", continuou o presidente da Câmara Rodrigo Maia, que em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo já havia cobrado medidas de impacto imediato ao ministro Paulo Guedes (Economia), voltou a criticar a reação do governo para conter o derretimento da economia. "A economia mundial desacelera rapidamente; a economia brasileira sofrerá as consequências diretas. O presidente da República deveria estar no Palácio coordenando um gabinete de crise para dar respostas e soluções para o país. Mas, pelo visto, ele está mais preocupado em assistir as manifestações que atentam contra as instituições e a saúde da população. A situação é preocupante e exige de todos nós serenidade, racionalidade, união de esforços e respeito. Somos maduros o suficiente para agir com o bom senso que o momento pede", disse Maia.


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  • 41/56   Após manifestação, briga na avenida Paulista termina com um baleado
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma briga terminou com uma pessoa baleada na avenida Paulista, em São Paulo, após a manifestação deste domingo (15) em defesa do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Segundo relatos de pessoas presentes, dois homens com camisa do Flamengo e carregando bandeira do Brasil se envolveram em uma briga com duas mulheres. Um deles teria puxado a arma e atirado. Uma pessoa ficou ferida e foi levada ao Hospital das Clínicas, de acordo com a Polícia Militar. O caso aconteceu em frente ao Shopping Center 3, e a avenida estava cheia. Um vídeo publicado nas redes sociais mostra parte da confusão. A engenheira de computação, Natália Torres, 37, viu a confusão. Segundo ela, uma das mulheres teria tomado a bandeira do Brasil de um dos homens e começou a agredi-lo. “Uma das mulheres estava batendo nos homens com a bandeira do Brasil. Acho que ele sacou a arma e atirou no chão, por causa do barulho”, disse. “Quando ele deu o tiro, todo mundo correu. Eu fiquei esperando dentro do Carrefour ali perto da Paulista. Quando saímos, a polícia já estava do outro lado da rua."

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma briga terminou com uma pessoa baleada na avenida Paulista, em São Paulo, após a manifestação deste domingo (15) em defesa do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Segundo relatos de pessoas presentes, dois homens com camisa do Flamengo e carregando bandeira do Brasil se envolveram em uma briga com duas mulheres. Um deles teria puxado a arma e atirado. Uma pessoa ficou ferida e foi levada ao Hospital das Clínicas, de acordo com a Polícia Militar. O caso aconteceu em frente ao Shopping Center 3, e a avenida estava cheia. Um vídeo publicado nas redes sociais mostra parte da confusão. A engenheira de computação, Natália Torres, 37, viu a confusão. Segundo ela, uma das mulheres teria tomado a bandeira do Brasil de um dos homens e começou a agredi-lo. “Uma das mulheres estava batendo nos homens com a bandeira do Brasil. Acho que ele sacou a arma e atirou no chão, por causa do barulho”, disse. “Quando ele deu o tiro, todo mundo correu. Eu fiquei esperando dentro do Carrefour ali perto da Paulista. Quando saímos, a polícia já estava do outro lado da rua."


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  • 42/56   Na Paulista, apoiadores de Bolsonaro atacam Congresso e STF e chamam coronavírus de 'mentira'
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Simpatizantes do presidente Jair Bolsonaro em ato na avenida Paulista neste domingo (15) desafiaram a pandemia de coronavírus e se concentraram em frente à sede da Fiesp (federação das indústrias). Grande parcela dos manifestantes era de idosos, grupo de risco da doença. Parte do público usava máscaras. A manifestação ocorreu apesar de Bolsonaro ter sugerido adiamento dos atos e os grupos de direita em São Paulo terem desmobilizado a organização —apenas o Movimento Direita Conservadora (MDC) levou caminhão de som à Paulista. Como mostrou a Folha, porém, o clima de conflagração e de convocação permaneceu nos últimos dias, o que acabou levando pessoas à Paulista. O próprio Bolsonaro participou do ato em Brasília e estimulou as manifestações pelo país neste domingo. No auge, o protesto tomou conta de um quarteirão da avenida Paulista, mas com os manifestantes espaçados. Em meio à pandemia de coronavírus, o público, portanto, foi menor do que em atos em apoio a Bolsonaro no ano passado. "Achei até bom não estar tão cheio", disse o aposentado Vicente Sanches, 76, que usava máscara. "Estou usando para me proteger por causa da idade", completou. Após a manifestação, uma briga terminou com uma pessoa baleada na avenida Paulista. Segundo relatos de pessoas presentes, dois homens com camisa do Flamengo e carregando bandeira do Brasil se envolveram em uma briga com duas mulheres. Um deles teria puxado a arma e atirado. Uma pessoa ficou ferida e foi levada ao Hospital das Clínicas. O tom da manifestação na Paulista foi de protesto contra o Congresso e o Judiciário. Cartazes pediam intervenção militar e AI-5. Do caminhão de som, o grito "intervenção" foi puxado. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o presidente do STF, Dias Toffoli, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), foram alvos. Houve gritos pedindo a prisão deles. O coronavírus foi chamado de "mentira" por líderes que discursaram no caminhão de som. Eles insinuavam que a doença foi usada como desculpa pelo governador João Doria (PSDB), adversário de Bolsonaro, e pelas autoridades para cancelar a manifestação e questionaram por que o Carnaval não foi cancelado —no Carnaval a pandemia não estava declarada pela OMS (Organização Mundial da Saúde). No caminhão, o coronavírus era chamado de "comunavírus". O Movimento Direita Conservadora lançou máscaras com a bandeira do Brasil para os manifestantes. "Eu tenho mais medo dos políticos. Maia e Lula livre são os vírus do Brasil", disse a empresária Sofia da Conceição Pereira, 65, a respeito do coronavírus. Sem máscara, ela disse que quando a manifestação foi cancelada, pensou: "Vou nem que eu vá sozinha". "Pensei a mesma coisa!", afirmou Sandra Ferri, 64, logo ao lado. "Sou Bolsonaro, não há corona que me segure", completou a professora aposentada, que também dispensou a máscara. Para a dupla Ilana Vieira, 60, e Sueli Guidetti, 65, que também estava sem máscara, Bolsonaro apenas cancelou as manifestações por ser seu papel como chefe de estado. "Mas na verdade ele queria que o povo viesse, porque ele não consegue trabalhar", disse Guidetti. A aposentada afirmou "não estar acreditando muito nisso" de coronavírus e estimou que 90% do público na Paulista estivesse sem máscara. Para Vieira, que é fonoaudióloga, a China pode ter fabricado a crise para se aproveitar economicamente. "Esse vírus é mais fraco que gripe. O STF tem que ser preso em peso, por ser comunista." A princípio, a Prefeitura de São Paulo havia determinado que a avenida Paulista não fosse fechada para pedestres como ocorre todo domingo. A ideia era evitar aglomeração em meio à pandemia de coronavírus. A Polícia Militar, no entanto, fechou a via por volta de meio-dia, quando os manifestantes começaram a se concentrar na Fiesp. No início da manifestação, o Movimento Direita Conservadora, responsável pelo caminhão de som, estacionou o veículo na alameda Pamplona na esquina com a Paulista e passou a pressionar a PM para liberar a entrada do caminhão na avenida. As pessoas endossaram a pressão e chegaram a cercar policiais, mas líderes do MDC colocaram panos quentes: "pessoal, vamos aplaudir a PM, eles estão apenas cumprindo ordens". Um líder chegou a dizer no caminhão que estava realizando "um ato de desobediência civil pacífica". Por volta das 15h30, o movimento desobedeceu ordem da PM e levou o caminhão à Paulista. Antes disso, porém, os organizadores pediram dinheiro aos manifestantes para pagar a multa de, segundo eles, R$ 5.800, pela infração. Os manifestantes passaram a levar dinheiro para os organizadores, que recolhiam as notas ao lado do caminhão. "É o maior ato de desobediência civil da história do país", disse um líder do MDC. O grupo aproveitou para fazer propaganda, afirmando ter sido o único a encarar a manifestação —os demais atenderam a orientação de evitar aglomeração. O presidente do MDC, Wagner Cunha, 56, psicólogo, ativista e autor de 11 livros, saiu de Uberlândia (MG) para se manifestar com o caminhão de som, alugado em Campinas (SP). "É pelo Brasil que estamos aqui. É um movimento espontâneo do povo", disse ele, que é pré-candidato a prefeito da cidade mineira pelo PRTB. "Temos medo é do comunavírus. O metrô está funcionando, o cinema, o shopping, o aeroporto... E aqui é um ambiente aberto", respondeu ao ser questionado sobre sentir-se irresponsável diante do pedido de autoridades de saúde para evitar aglomerações. Cunha disse ser contra o orçamento impositivo, o parlamentarismo, a ideologia de gênero, a lei de abuso de autoridade e a favor da prisão em segunda instância. Ele defendeu no caminhão a criminalização do comunismo. Outro tema lembrado nos discursos foi a alegação, sem provas, de Bolsonaro sobre fraude eleitoral —as pessoas defenderam o voto impresso. E também houve um momento em que os manifestantes se ajoelharam para rezar o Pai Nosso na avenida. O advogado Antônio Ribas, 70, da União Nacionalista Democrática, foi outro líder a falar no caminhão. Se apresentando como líder de um movimento intervencionista há 30 anos, ele disse defender o intervencionismo civil, da sociedade, "porque o crime tomou conta das instituições". Ribas afirmou que uma pessoa tentou empurrá-lo do caminhão de som, e a polícia interveio para controlar a situação. Nos arredores da Paulista, a concentração de policiais militares era alta, semelhante ao efetivo visto em dias de manifestações previamente acordadas com o poder público. Ao final do ato, os manifestantes aplaudiram a PM. A avenida, porém, não foi completamente interditada para os carros —ficou fechada em quatro quarteirões, da alameda Ministro Rocha Azevedo até a alameda Campinas. O trecho com concentração manifestantes, porém, era menor: da alameda Casa Branca até a alameda Pamplona.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Simpatizantes do presidente Jair Bolsonaro em ato na avenida Paulista neste domingo (15) desafiaram a pandemia de coronavírus e se concentraram em frente à sede da Fiesp (federação das indústrias). Grande parcela dos manifestantes era de idosos, grupo de risco da doença. Parte do público usava máscaras. A manifestação ocorreu apesar de Bolsonaro ter sugerido adiamento dos atos e os grupos de direita em São Paulo terem desmobilizado a organização —apenas o Movimento Direita Conservadora (MDC) levou caminhão de som à Paulista. Como mostrou a Folha, porém, o clima de conflagração e de convocação permaneceu nos últimos dias, o que acabou levando pessoas à Paulista. O próprio Bolsonaro participou do ato em Brasília e estimulou as manifestações pelo país neste domingo. No auge, o protesto tomou conta de um quarteirão da avenida Paulista, mas com os manifestantes espaçados. Em meio à pandemia de coronavírus, o público, portanto, foi menor do que em atos em apoio a Bolsonaro no ano passado. "Achei até bom não estar tão cheio", disse o aposentado Vicente Sanches, 76, que usava máscara. "Estou usando para me proteger por causa da idade", completou. Após a manifestação, uma briga terminou com uma pessoa baleada na avenida Paulista. Segundo relatos de pessoas presentes, dois homens com camisa do Flamengo e carregando bandeira do Brasil se envolveram em uma briga com duas mulheres. Um deles teria puxado a arma e atirado. Uma pessoa ficou ferida e foi levada ao Hospital das Clínicas. O tom da manifestação na Paulista foi de protesto contra o Congresso e o Judiciário. Cartazes pediam intervenção militar e AI-5. Do caminhão de som, o grito "intervenção" foi puxado. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o presidente do STF, Dias Toffoli, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), foram alvos. Houve gritos pedindo a prisão deles. O coronavírus foi chamado de "mentira" por líderes que discursaram no caminhão de som. Eles insinuavam que a doença foi usada como desculpa pelo governador João Doria (PSDB), adversário de Bolsonaro, e pelas autoridades para cancelar a manifestação e questionaram por que o Carnaval não foi cancelado —no Carnaval a pandemia não estava declarada pela OMS (Organização Mundial da Saúde). No caminhão, o coronavírus era chamado de "comunavírus". O Movimento Direita Conservadora lançou máscaras com a bandeira do Brasil para os manifestantes. "Eu tenho mais medo dos políticos. Maia e Lula livre são os vírus do Brasil", disse a empresária Sofia da Conceição Pereira, 65, a respeito do coronavírus. Sem máscara, ela disse que quando a manifestação foi cancelada, pensou: "Vou nem que eu vá sozinha". "Pensei a mesma coisa!", afirmou Sandra Ferri, 64, logo ao lado. "Sou Bolsonaro, não há corona que me segure", completou a professora aposentada, que também dispensou a máscara. Para a dupla Ilana Vieira, 60, e Sueli Guidetti, 65, que também estava sem máscara, Bolsonaro apenas cancelou as manifestações por ser seu papel como chefe de estado. "Mas na verdade ele queria que o povo viesse, porque ele não consegue trabalhar", disse Guidetti. A aposentada afirmou "não estar acreditando muito nisso" de coronavírus e estimou que 90% do público na Paulista estivesse sem máscara. Para Vieira, que é fonoaudióloga, a China pode ter fabricado a crise para se aproveitar economicamente. "Esse vírus é mais fraco que gripe. O STF tem que ser preso em peso, por ser comunista." A princípio, a Prefeitura de São Paulo havia determinado que a avenida Paulista não fosse fechada para pedestres como ocorre todo domingo. A ideia era evitar aglomeração em meio à pandemia de coronavírus. A Polícia Militar, no entanto, fechou a via por volta de meio-dia, quando os manifestantes começaram a se concentrar na Fiesp. No início da manifestação, o Movimento Direita Conservadora, responsável pelo caminhão de som, estacionou o veículo na alameda Pamplona na esquina com a Paulista e passou a pressionar a PM para liberar a entrada do caminhão na avenida. As pessoas endossaram a pressão e chegaram a cercar policiais, mas líderes do MDC colocaram panos quentes: "pessoal, vamos aplaudir a PM, eles estão apenas cumprindo ordens". Um líder chegou a dizer no caminhão que estava realizando "um ato de desobediência civil pacífica". Por volta das 15h30, o movimento desobedeceu ordem da PM e levou o caminhão à Paulista. Antes disso, porém, os organizadores pediram dinheiro aos manifestantes para pagar a multa de, segundo eles, R$ 5.800, pela infração. Os manifestantes passaram a levar dinheiro para os organizadores, que recolhiam as notas ao lado do caminhão. "É o maior ato de desobediência civil da história do país", disse um líder do MDC. O grupo aproveitou para fazer propaganda, afirmando ter sido o único a encarar a manifestação —os demais atenderam a orientação de evitar aglomeração. O presidente do MDC, Wagner Cunha, 56, psicólogo, ativista e autor de 11 livros, saiu de Uberlândia (MG) para se manifestar com o caminhão de som, alugado em Campinas (SP). "É pelo Brasil que estamos aqui. É um movimento espontâneo do povo", disse ele, que é pré-candidato a prefeito da cidade mineira pelo PRTB. "Temos medo é do comunavírus. O metrô está funcionando, o cinema, o shopping, o aeroporto... E aqui é um ambiente aberto", respondeu ao ser questionado sobre sentir-se irresponsável diante do pedido de autoridades de saúde para evitar aglomerações. Cunha disse ser contra o orçamento impositivo, o parlamentarismo, a ideologia de gênero, a lei de abuso de autoridade e a favor da prisão em segunda instância. Ele defendeu no caminhão a criminalização do comunismo. Outro tema lembrado nos discursos foi a alegação, sem provas, de Bolsonaro sobre fraude eleitoral —as pessoas defenderam o voto impresso. E também houve um momento em que os manifestantes se ajoelharam para rezar o Pai Nosso na avenida. O advogado Antônio Ribas, 70, da União Nacionalista Democrática, foi outro líder a falar no caminhão. Se apresentando como líder de um movimento intervencionista há 30 anos, ele disse defender o intervencionismo civil, da sociedade, "porque o crime tomou conta das instituições". Ribas afirmou que uma pessoa tentou empurrá-lo do caminhão de som, e a polícia interveio para controlar a situação. Nos arredores da Paulista, a concentração de policiais militares era alta, semelhante ao efetivo visto em dias de manifestações previamente acordadas com o poder público. Ao final do ato, os manifestantes aplaudiram a PM. A avenida, porém, não foi completamente interditada para os carros —ficou fechada em quatro quarteirões, da alameda Ministro Rocha Azevedo até a alameda Campinas. O trecho com concentração manifestantes, porém, era menor: da alameda Casa Branca até a alameda Pamplona.


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  • 43/56   Bolsonaro ignora crise do coronavírus, estimula e participa de ato pró-governo e contra Congresso e STF
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    BRASÍLIA, DF, RIO DE JANEIRO, RJ, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ignorou orientações dadas por ele mesmo na semana passada, ao estimular e participar neste domingo (15) dos protestos pró-governo sem demonstrar preocupação com a crise do coronavírus. Bolsonaro incentivou os atos desde cedo em suas redes sociais —foram 38 postagens sobre o tema até as 18h30. Sem máscara, participou das manifestações em Brasília, tocando simpatizantes e manuseando o celular de alguns apoiadores para fazer selfies. "Isso não tem preço", disse, durante transmissão ao vivo em suas redes sociais. Neste domingo, ocorreram manifestações em diferentes pontos do país com gritos de guerra e faixas em defesa do governo federal e com uma série de ataques ao Congresso e ao STF (Supremo Tribunal Federal). Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada no final da manhã e, de carro, percorreu diferentes pontos de Brasília até entrar no Palácio do Planalto, de onde, do alto da rampa e sob os gritos de 'mito', acenou aos manifestantes. Desceu a rampa em seguida e passou a esticar o braço para tocar nos manifestantes, separados por uma grade. Bolsonaro permaneceu por cerca de uma hora interagindo com apoiadores. Havia no local várias pessoas idosas, consideradas grupo de risco da nova doença e com taxa de mortalidade maior. Na semana passada, quando pediu que seus seguidores não comparecessem às manifestações por causa do coronavírus, Bolsonaro citou o risco de contágio em ambientes com muitas pessoas. Adversário político de Bolsonaro, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), criticou o estímulo e a participação do presidente nos atos. Para o tucano, Bolsonaro foi "inadequado no ato e impróprio na atitude". Ao se aproximar de manifestantes no Planalto, Bolsonaro também contrariou orientação da equipe médica da presidência. Ele havia sido aconselhado a evitar locais com aglomeração. Bolsonaro realizou o teste do coronavírus após saber que o chefe da Secom, Fabio Wajngarten, foi contaminado pelo Covid-19. O resultado deu negativo para o presidente, mas a expectativa é que ele faça dois novos exames, seguindo parte do protocolo da Operação Regresso (que trouxe 34 brasileiros que estavam em Wuhan, na China). Esse é o período de incubação do vírus. Ao longo dos últimos dias, o Ministério da Saúde deu recomendações diferentes sobre aglomerações durante a crise sanitária. Em um primeiro momento, a pasta disse que era preciso evitar eventos em locais fechados, mas que não havia orientação semelhante para atos em espaço aberto. Na sexta-feira (13), o ministério sugeriu que estados avaliassem junto com organizadores a possibilidade de adiar ou cancelar eventos de massa. No sábado (14), acrescentaram que essa recomendação só vale para áreas com transmissão local do vírus —o que não é o caso de Brasília. Há no Distrito Federal oito casos confirmados do Covid-19, além de 81 suspeitos. Para o Brasil, os números são 176 e 1.915, respectivamente. Neste domingo, quando Bolsonaro começou a cumprimentar seguidores do alto da rampa do Planalto, havia poucos apoiadores no local. Pessoas que estavam já deixando o ato na Esplanada dos Ministério, no entanto, se dirigiram ao palácio com a notícia da presença do mandatário. Além de palavras de ordem defendendo o governo Bolsonaro, os presentes atacaram o Congresso e o STF. Foi possível ouvir xingamentos contra o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pedidos de intervenção militar e o grito "foda-se" —numa referência a um áudio do ministro Augusto Heleno (Segurança Institucional), que acusou o Congresso de chantagear o Planalto. Mesmo sem transmissão local do coronavírus, o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), tomou medidas de contenção, como a suspensão temporária de aulas e o fechamento de teatros e cinemas. Ele também proibiu eventos de qualquer natureza com público superior a 100 pessoas, desde que necessitem de licença do poder público. Apesar da orientação do governo distrital, policiais militares que faziam a segurança do público em frente ao Planalto e um carro de bombeiros ligaram suas sirenes e manifestaram apoio a Bolsonaro enquanto ele cumprimentava seus simpatizantes. Entre as pessoas que estavam acompanhando Bolsonaro no Planalto, estava Antonio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Questionada, a assessoria da agência disse que ele foi convidado por Bolsonaro "para uma conversa informal" no palácio. ?Em vídeos gravado diante dos manifestantes, o presidente disse que a manifestação não era "contra Poder nenhum" e cobrou união entre os presidentes dos Poderes. "É o que digo: tem quatro pessoas no Brasil, chefe de Poderes, que, havendo entendimento, entre nós e o povo, não é entre nós, é entre nós e o povo, o Brasil deslancha. Quero ter o prazer de um dia estar com todos os chefes de Poderes juntos e o povo aplaudindo a gente", afirmou. Ele também criticou a imprensa durante a transmissão. "Não tem preço o que este povo está fazendo aqui no dia de hoje, apesar de eu ter sugerido —não posso mandar, a manifestação não é minha— o adiamento dado a este vírus, que, se eu falar que está superdimensionado, vai dar manchete neste lixo chamado Folha de S.Paulo, entre outros jornais que ficam esperando uma palavra errada, no entendimento deles, ser o suficiente para atacar o governo. Não estão atacando o governo, estão atacando o Brasil." Na semana passada, o presidente chegou a pedir para que as manifestações fossem adiadas, mas apoiadores seguiram insistido em promover os protestos e iniciaram um movimento nas redes sociais: DesculpeJairMasEuVou. Em live nas redes sociais e em pronunciamento nesta quinta (12), Bolsonaro pediu a seus apoiadores que não comparecessem às manifestações de rua. Segundo ele, "uma das ideias é adiar, suspender". "Daqui a um mês, dois meses, se faz. Foi dado um tremendo recado ao Parlamento", disse. Ele próprio, na manhã deste domingo, passou a incentivar as manifestações em suas redes sociais ao postar imagens de atos a favor do governo que ocorriam em diferentes pontos do país. Apesar de terem divulgado o adiamento das manifestações, os movimentos organizadores afirmavam não ter controle sobre as ruas e alegavam que fizeram sua parte. Desde o recuo, na noite de quinta (12), os grupos de direita estavam sendo atacados e chamados de covardes nas redes sociais. Em São Paulo, o tom da manifestação na avenida Paulista foi de protesto contra o Congresso e o Judiciário. Cartazes pediam intervenção militar e AI-5. Do caminhão de som, o grito "intervenção" foi puxado. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o presidente do STF, Dias Toffoli, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), foram alvos. Houve gritos pedindo a prisão deles. O coronavírus foi chamado de "mentira" por líderes que discursaram no caminhão de som. Eles insinuavam que a doença foi usada como desculpa por Doria e pelas autoridades para cancelar a manifestação e questionaram por que o Carnaval não foi cancelado —no Carnaval a pandemia não estava declarada pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Os manifestantes ocuparam cerca de um quarteirão da Paulista. Em meio à crise do coronavírus, o ato menor do que os vistos no ano passado. Ao final, houve um tiro durante uma briga e uma pessoa ficou ferida. Em Brasília, apoiadores do presidente se concentraram em frente ao Museu Nacional, na Esplanada dos Ministérios, e seguiram em carreata em direção à Praça dos Três Poderes. A maioria acompanhou um trio elétrico. “Estou vendo que tem mais gente de carro do que a pé. Quem puder deixar o carro em algum lugar e seguir com a gente a pé, a gente agradece”, pediu o locutor do evento, às 10h30. Muitos usavam máscaras, não raro customizadas em verde e amarelo. Os manifestantes ocuparam as seis faixas da Esplanada no sentido do Congresso. Carregavam faixas com dizeres contra congressistas e ministros do Supremo. “Contra os vírus do STF e do Congresso, álcool e fogo. Fodam-se!”, dizia uma das maiores faixas. “Celso de Mello, cale-se! Ninguém votou em você”, afirmava outra mensagem. Num caminhão de som menor, estacionado em frente ao Legislativo, o letreiro formava um “Fora, Maia”. Alguns cartazes faziam referência ao pedido do presidente Jair Bolsonaro, que, em pronunciamento, propôs aos apoiadores que não fossem às ruas. “Desculpe-nos, Jair, mas viemos”, resumia um cartaz. Os manifestantes reclamavam de supostas iniciativas para minar o poder do presidente. “Vamos dizer não ao parlamentarismo branco!”, disse uma mulher do alto do trio. Os organizadores também manifestaram ceticismo sobre os riscos da pandemia que tem mobilizado autoridades de saúde de vários países. “Esse coronavírus não vai pegar. Vamos nos alimentar bem!”, discursou uma mulher. ?No Rio, milhares de manifestantes se reuniram na praia de Copacabana. Alguns dos manifestantes, em sua maioria vestindo camisetas verde ou amarelas, usavam máscaras simples brancas, e outros pintaram as suas com as cores da bandeira. Haviam também aqueles com uma máscara da Aliança pelo Brasil, com o número 38 e o símbolo do novo partido. Muitos usavam uma espécie de bandeirola triangular junto ao rosto feita de TNT em que se lia "canalha vírus congresso nacional". O item estava sendo vendido em banquinhas improvisadas por R$ 5. Também por R$ 5 eram vendidas canecas com cordões para o pescoço com os dizerem "eu sou patriota, eu sou Bolsonaro". Dos carros de som emanavam falas contra o Congresso e em defesa do ministro Sergio Moro (Justiça) e do presidente Bolsonaro. Gritos eram puxados com frases como "deixa o homem trabalhar" e "Ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil". Faixas e cartazes traziam palavrões como "foda-se", pedidos pelo voto impresso e "Maia na cadeia". O governador Wilson Witzel, que havia publicado decreto na sexta proibindo aglomerações no estado do Rio de Janeiro, foi um dos alvos dos manifestantes. Diante de um dos carros de som, pessoas pisaram sobre uma bandeira da campanha à eleição de Witzel enquanto, ao microfone, gritava-se expressões como traidor, vagabundo e careca safado. O protesto estava previsto desde o fim de janeiro, mas mudou de pauta e foi insuflado após o ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, ter chamado o Congresso de chantagista na disputa entre Executivo e Legislativo pelo controle do orçamento deste ano. Na última quarta-feira (11), a Comissão Mista de Orçamento aprovou dois projetos de lei enviados pelo governo que repartem com o Congresso cerca de R$ 15 bilhões dos R$ 30,8 bilhões. Os dois textos, agora, vão a plenário do Congresso, e a discussão continua. Durante o Carnaval, Bolsonaro compartilhou em um grupo de aliados um vídeo que convocava a população a ir às ruas para defendê-lo. Na semana seguinte, em discurso, chamou a população a participar do ato, o que mais uma vez irritou as cúpulas do Congresso e do Supremo. Além de apoiar o presidente, os organizadores da manifestação sempre carregaram bandeiras contra o Legislativo e o Judiciário e a favor das Forças Armadas. Nas redes sociais, usuários compartilharam convocações com mensagens autoritárias, pedindo, por exemplo, intervenção militar. Em viagem aos Estados Unidos, no início da semana, o presidente chegou a dizer que os presidentes da Câmara e do Senado poderiam colocar "um ponto final" nas manifestações se abrissem mão do controle de parte do Orçamento. Nesta quinta, em declaração para esfriar os ânimos, Bolsonaro afirmou que "ninguém pode atacar o Parlamento, o Executivo e o Judiciário". "Tem pessoas que não estão de acordo com a crise e acha que tem que acontecer, tudo bem. Mas as instituições, em si, têm que ser preservadas". Ao longos das duas últimas semanas, na tentativa de retomar apoio nas redes sociais, o presidente tentou criar novas polêmicas. Ele criticou a Rede Globo por reportagem do Fantástico sobre presidiárias transsexuais e colocou em dúvida o sistema eleitoral brasileiro.

    BRASÍLIA, DF, RIO DE JANEIRO, RJ, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ignorou orientações dadas por ele mesmo na semana passada, ao estimular e participar neste domingo (15) dos protestos pró-governo sem demonstrar preocupação com a crise do coronavírus. Bolsonaro incentivou os atos desde cedo em suas redes sociais —foram 38 postagens sobre o tema até as 18h30. Sem máscara, participou das manifestações em Brasília, tocando simpatizantes e manuseando o celular de alguns apoiadores para fazer selfies. "Isso não tem preço", disse, durante transmissão ao vivo em suas redes sociais. Neste domingo, ocorreram manifestações em diferentes pontos do país com gritos de guerra e faixas em defesa do governo federal e com uma série de ataques ao Congresso e ao STF (Supremo Tribunal Federal). Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada no final da manhã e, de carro, percorreu diferentes pontos de Brasília até entrar no Palácio do Planalto, de onde, do alto da rampa e sob os gritos de 'mito', acenou aos manifestantes. Desceu a rampa em seguida e passou a esticar o braço para tocar nos manifestantes, separados por uma grade. Bolsonaro permaneceu por cerca de uma hora interagindo com apoiadores. Havia no local várias pessoas idosas, consideradas grupo de risco da nova doença e com taxa de mortalidade maior. Na semana passada, quando pediu que seus seguidores não comparecessem às manifestações por causa do coronavírus, Bolsonaro citou o risco de contágio em ambientes com muitas pessoas. Adversário político de Bolsonaro, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), criticou o estímulo e a participação do presidente nos atos. Para o tucano, Bolsonaro foi "inadequado no ato e impróprio na atitude". Ao se aproximar de manifestantes no Planalto, Bolsonaro também contrariou orientação da equipe médica da presidência. Ele havia sido aconselhado a evitar locais com aglomeração. Bolsonaro realizou o teste do coronavírus após saber que o chefe da Secom, Fabio Wajngarten, foi contaminado pelo Covid-19. O resultado deu negativo para o presidente, mas a expectativa é que ele faça dois novos exames, seguindo parte do protocolo da Operação Regresso (que trouxe 34 brasileiros que estavam em Wuhan, na China). Esse é o período de incubação do vírus. Ao longo dos últimos dias, o Ministério da Saúde deu recomendações diferentes sobre aglomerações durante a crise sanitária. Em um primeiro momento, a pasta disse que era preciso evitar eventos em locais fechados, mas que não havia orientação semelhante para atos em espaço aberto. Na sexta-feira (13), o ministério sugeriu que estados avaliassem junto com organizadores a possibilidade de adiar ou cancelar eventos de massa. No sábado (14), acrescentaram que essa recomendação só vale para áreas com transmissão local do vírus —o que não é o caso de Brasília. Há no Distrito Federal oito casos confirmados do Covid-19, além de 81 suspeitos. Para o Brasil, os números são 176 e 1.915, respectivamente. Neste domingo, quando Bolsonaro começou a cumprimentar seguidores do alto da rampa do Planalto, havia poucos apoiadores no local. Pessoas que estavam já deixando o ato na Esplanada dos Ministério, no entanto, se dirigiram ao palácio com a notícia da presença do mandatário. Além de palavras de ordem defendendo o governo Bolsonaro, os presentes atacaram o Congresso e o STF. Foi possível ouvir xingamentos contra o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pedidos de intervenção militar e o grito "foda-se" —numa referência a um áudio do ministro Augusto Heleno (Segurança Institucional), que acusou o Congresso de chantagear o Planalto. Mesmo sem transmissão local do coronavírus, o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), tomou medidas de contenção, como a suspensão temporária de aulas e o fechamento de teatros e cinemas. Ele também proibiu eventos de qualquer natureza com público superior a 100 pessoas, desde que necessitem de licença do poder público. Apesar da orientação do governo distrital, policiais militares que faziam a segurança do público em frente ao Planalto e um carro de bombeiros ligaram suas sirenes e manifestaram apoio a Bolsonaro enquanto ele cumprimentava seus simpatizantes. Entre as pessoas que estavam acompanhando Bolsonaro no Planalto, estava Antonio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Questionada, a assessoria da agência disse que ele foi convidado por Bolsonaro "para uma conversa informal" no palácio. ?Em vídeos gravado diante dos manifestantes, o presidente disse que a manifestação não era "contra Poder nenhum" e cobrou união entre os presidentes dos Poderes. "É o que digo: tem quatro pessoas no Brasil, chefe de Poderes, que, havendo entendimento, entre nós e o povo, não é entre nós, é entre nós e o povo, o Brasil deslancha. Quero ter o prazer de um dia estar com todos os chefes de Poderes juntos e o povo aplaudindo a gente", afirmou. Ele também criticou a imprensa durante a transmissão. "Não tem preço o que este povo está fazendo aqui no dia de hoje, apesar de eu ter sugerido —não posso mandar, a manifestação não é minha— o adiamento dado a este vírus, que, se eu falar que está superdimensionado, vai dar manchete neste lixo chamado Folha de S.Paulo, entre outros jornais que ficam esperando uma palavra errada, no entendimento deles, ser o suficiente para atacar o governo. Não estão atacando o governo, estão atacando o Brasil." Na semana passada, o presidente chegou a pedir para que as manifestações fossem adiadas, mas apoiadores seguiram insistido em promover os protestos e iniciaram um movimento nas redes sociais: DesculpeJairMasEuVou. Em live nas redes sociais e em pronunciamento nesta quinta (12), Bolsonaro pediu a seus apoiadores que não comparecessem às manifestações de rua. Segundo ele, "uma das ideias é adiar, suspender". "Daqui a um mês, dois meses, se faz. Foi dado um tremendo recado ao Parlamento", disse. Ele próprio, na manhã deste domingo, passou a incentivar as manifestações em suas redes sociais ao postar imagens de atos a favor do governo que ocorriam em diferentes pontos do país. Apesar de terem divulgado o adiamento das manifestações, os movimentos organizadores afirmavam não ter controle sobre as ruas e alegavam que fizeram sua parte. Desde o recuo, na noite de quinta (12), os grupos de direita estavam sendo atacados e chamados de covardes nas redes sociais. Em São Paulo, o tom da manifestação na avenida Paulista foi de protesto contra o Congresso e o Judiciário. Cartazes pediam intervenção militar e AI-5. Do caminhão de som, o grito "intervenção" foi puxado. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o presidente do STF, Dias Toffoli, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), foram alvos. Houve gritos pedindo a prisão deles. O coronavírus foi chamado de "mentira" por líderes que discursaram no caminhão de som. Eles insinuavam que a doença foi usada como desculpa por Doria e pelas autoridades para cancelar a manifestação e questionaram por que o Carnaval não foi cancelado —no Carnaval a pandemia não estava declarada pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Os manifestantes ocuparam cerca de um quarteirão da Paulista. Em meio à crise do coronavírus, o ato menor do que os vistos no ano passado. Ao final, houve um tiro durante uma briga e uma pessoa ficou ferida. Em Brasília, apoiadores do presidente se concentraram em frente ao Museu Nacional, na Esplanada dos Ministérios, e seguiram em carreata em direção à Praça dos Três Poderes. A maioria acompanhou um trio elétrico. “Estou vendo que tem mais gente de carro do que a pé. Quem puder deixar o carro em algum lugar e seguir com a gente a pé, a gente agradece”, pediu o locutor do evento, às 10h30. Muitos usavam máscaras, não raro customizadas em verde e amarelo. Os manifestantes ocuparam as seis faixas da Esplanada no sentido do Congresso. Carregavam faixas com dizeres contra congressistas e ministros do Supremo. “Contra os vírus do STF e do Congresso, álcool e fogo. Fodam-se!”, dizia uma das maiores faixas. “Celso de Mello, cale-se! Ninguém votou em você”, afirmava outra mensagem. Num caminhão de som menor, estacionado em frente ao Legislativo, o letreiro formava um “Fora, Maia”. Alguns cartazes faziam referência ao pedido do presidente Jair Bolsonaro, que, em pronunciamento, propôs aos apoiadores que não fossem às ruas. “Desculpe-nos, Jair, mas viemos”, resumia um cartaz. Os manifestantes reclamavam de supostas iniciativas para minar o poder do presidente. “Vamos dizer não ao parlamentarismo branco!”, disse uma mulher do alto do trio. Os organizadores também manifestaram ceticismo sobre os riscos da pandemia que tem mobilizado autoridades de saúde de vários países. “Esse coronavírus não vai pegar. Vamos nos alimentar bem!”, discursou uma mulher. ?No Rio, milhares de manifestantes se reuniram na praia de Copacabana. Alguns dos manifestantes, em sua maioria vestindo camisetas verde ou amarelas, usavam máscaras simples brancas, e outros pintaram as suas com as cores da bandeira. Haviam também aqueles com uma máscara da Aliança pelo Brasil, com o número 38 e o símbolo do novo partido. Muitos usavam uma espécie de bandeirola triangular junto ao rosto feita de TNT em que se lia "canalha vírus congresso nacional". O item estava sendo vendido em banquinhas improvisadas por R$ 5. Também por R$ 5 eram vendidas canecas com cordões para o pescoço com os dizerem "eu sou patriota, eu sou Bolsonaro". Dos carros de som emanavam falas contra o Congresso e em defesa do ministro Sergio Moro (Justiça) e do presidente Bolsonaro. Gritos eram puxados com frases como "deixa o homem trabalhar" e "Ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil". Faixas e cartazes traziam palavrões como "foda-se", pedidos pelo voto impresso e "Maia na cadeia". O governador Wilson Witzel, que havia publicado decreto na sexta proibindo aglomerações no estado do Rio de Janeiro, foi um dos alvos dos manifestantes. Diante de um dos carros de som, pessoas pisaram sobre uma bandeira da campanha à eleição de Witzel enquanto, ao microfone, gritava-se expressões como traidor, vagabundo e careca safado. O protesto estava previsto desde o fim de janeiro, mas mudou de pauta e foi insuflado após o ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, ter chamado o Congresso de chantagista na disputa entre Executivo e Legislativo pelo controle do orçamento deste ano. Na última quarta-feira (11), a Comissão Mista de Orçamento aprovou dois projetos de lei enviados pelo governo que repartem com o Congresso cerca de R$ 15 bilhões dos R$ 30,8 bilhões. Os dois textos, agora, vão a plenário do Congresso, e a discussão continua. Durante o Carnaval, Bolsonaro compartilhou em um grupo de aliados um vídeo que convocava a população a ir às ruas para defendê-lo. Na semana seguinte, em discurso, chamou a população a participar do ato, o que mais uma vez irritou as cúpulas do Congresso e do Supremo. Além de apoiar o presidente, os organizadores da manifestação sempre carregaram bandeiras contra o Legislativo e o Judiciário e a favor das Forças Armadas. Nas redes sociais, usuários compartilharam convocações com mensagens autoritárias, pedindo, por exemplo, intervenção militar. Em viagem aos Estados Unidos, no início da semana, o presidente chegou a dizer que os presidentes da Câmara e do Senado poderiam colocar "um ponto final" nas manifestações se abrissem mão do controle de parte do Orçamento. Nesta quinta, em declaração para esfriar os ânimos, Bolsonaro afirmou que "ninguém pode atacar o Parlamento, o Executivo e o Judiciário". "Tem pessoas que não estão de acordo com a crise e acha que tem que acontecer, tudo bem. Mas as instituições, em si, têm que ser preservadas". Ao longos das duas últimas semanas, na tentativa de retomar apoio nas redes sociais, o presidente tentou criar novas polêmicas. Ele criticou a Rede Globo por reportagem do Fantástico sobre presidiárias transsexuais e colocou em dúvida o sistema eleitoral brasileiro.


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  • 44/56   Rei da Espanha renuncia à herança do pai e lhe retira verba
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    O rei Felipe VI, da Espanha, renunciou à herança de seu pai, Juan Carlos, e retirou a verba que lhe era atribuída, anunciou neste domingo a Casa Real, em meio a suspeitas de corrupção envolvendo o rei emérito.

    O rei Felipe VI, da Espanha, renunciou à herança de seu pai, Juan Carlos, e retirou a verba que lhe era atribuída, anunciou neste domingo a Casa Real, em meio a suspeitas de corrupção envolvendo o rei emérito.


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  • 45/56   Ida de Bolsonaro a ato em meio a pandemia de coronavírus é irresponsável, dizem parlamentares
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Parlamentares de diferentes partidos consideraram uma irresponsabilidade a ida do presidente Jair Bolsonaro à manifestação contra o Congresso e o STF (Supremo Tribunal Federal) em Brasília, neste domingo (15), em meio à pandemia de coronavírus. Ignorando orientações dadas por ele mesmo na semana passada, o presidente da República incentivou os atos desde cedo em suas redes sociais -foram 31 postagens sobre o tema até as 17h. Sem máscara, participou das manifestações em Brasília, tocando simpatizantes e manuseando o celular de alguns apoiadores para fazer selfies. Bolsonaro também contrariou orientação da equipe médica da presidência. Ele havia sido aconselhado a evitar locais com aglomeração. O presidente realizou o teste do coronavírus após saber que o chefe da Secom, Fabio Wajngarten, foi contaminado pela Covid-19. O resultado deu negativo para o presidente, mas a expectativa é que ele faça dois novos exames, seguindo parte do protocolo da Operação Regresso, que trouxe 34 brasileiros que estavam em Wuhan, na China. Dados atualizados neste domingo pelo Ministério da Saúde indicam que o país tem 176 casos confirmados e outros 1.915 suspeitos. "Ele está com suspeita [de ter contraído a Covid-19] e está pegando a mão das pessoas. É fora de qualquer limite de respeito à população que é vulnerável. Ele está fazendo uma coisa de alto risco e estimulando outras pessoas a fazer o mesmo. O exemplo que ele deu hoje é muito ruim. É total irresponsabilidade", afirmou o líder do PSD, senador Otto Alencar (BA), que também é médico. O presidente da CPMI das fake news, senador Angelo Coronel (PSD-BA), considerou a situação "um absurdo". "Ele tem que manter a liturgia do cargo, não participar de atos desta natureza", afirmou o senador, que também condenou o simbolismo político da manifestação. "Ele quer o confronto, quer colocar o Executivo contra o Legislativo e o Judiciário e botar o povo como escudo dele. É uma irresponsabilidade que não tem tamanho", afirmou. A presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), disse que deixaria "a fotografia e a história falarem por si". Para o deputado Marcelo Ramos (PL-AM), a participação de Bolsonaro no ato em Brasília "deixa claro que ele não tem nenhuma responsabilidade com a agenda econômica do país". "Se tivesse, estaria procurando unir o povo em torno dela e não dividi-lo em torno de pautas antidemocráticas e secundárias." "Ele se entrincheira no seu gueto de radicais, que é cada vez menor, já que ninguém com o mínimo de bom senso pode continuar acreditando nisso como um caminho razoável para o desenvolvimento e o futuro do país", disse Ramos. Pelo aspecto da saúde pública, ele disse que o comportamento de Bolsonaro foi "uma irresponsabilidade completa que desmoraliza as preocupações do ministro da Saúde". Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), não haviam se manifestado até o início da noite.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Parlamentares de diferentes partidos consideraram uma irresponsabilidade a ida do presidente Jair Bolsonaro à manifestação contra o Congresso e o STF (Supremo Tribunal Federal) em Brasília, neste domingo (15), em meio à pandemia de coronavírus. Ignorando orientações dadas por ele mesmo na semana passada, o presidente da República incentivou os atos desde cedo em suas redes sociais -foram 31 postagens sobre o tema até as 17h. Sem máscara, participou das manifestações em Brasília, tocando simpatizantes e manuseando o celular de alguns apoiadores para fazer selfies. Bolsonaro também contrariou orientação da equipe médica da presidência. Ele havia sido aconselhado a evitar locais com aglomeração. O presidente realizou o teste do coronavírus após saber que o chefe da Secom, Fabio Wajngarten, foi contaminado pela Covid-19. O resultado deu negativo para o presidente, mas a expectativa é que ele faça dois novos exames, seguindo parte do protocolo da Operação Regresso, que trouxe 34 brasileiros que estavam em Wuhan, na China. Dados atualizados neste domingo pelo Ministério da Saúde indicam que o país tem 176 casos confirmados e outros 1.915 suspeitos. "Ele está com suspeita [de ter contraído a Covid-19] e está pegando a mão das pessoas. É fora de qualquer limite de respeito à população que é vulnerável. Ele está fazendo uma coisa de alto risco e estimulando outras pessoas a fazer o mesmo. O exemplo que ele deu hoje é muito ruim. É total irresponsabilidade", afirmou o líder do PSD, senador Otto Alencar (BA), que também é médico. O presidente da CPMI das fake news, senador Angelo Coronel (PSD-BA), considerou a situação "um absurdo". "Ele tem que manter a liturgia do cargo, não participar de atos desta natureza", afirmou o senador, que também condenou o simbolismo político da manifestação. "Ele quer o confronto, quer colocar o Executivo contra o Legislativo e o Judiciário e botar o povo como escudo dele. É uma irresponsabilidade que não tem tamanho", afirmou. A presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), disse que deixaria "a fotografia e a história falarem por si". Para o deputado Marcelo Ramos (PL-AM), a participação de Bolsonaro no ato em Brasília "deixa claro que ele não tem nenhuma responsabilidade com a agenda econômica do país". "Se tivesse, estaria procurando unir o povo em torno dela e não dividi-lo em torno de pautas antidemocráticas e secundárias." "Ele se entrincheira no seu gueto de radicais, que é cada vez menor, já que ninguém com o mínimo de bom senso pode continuar acreditando nisso como um caminho razoável para o desenvolvimento e o futuro do país", disse Ramos. Pelo aspecto da saúde pública, ele disse que o comportamento de Bolsonaro foi "uma irresponsabilidade completa que desmoraliza as preocupações do ministro da Saúde". Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), não haviam se manifestado até o início da noite.


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  • 46/56   Após manifestação, briga na avenida Paulista termina com um baleado
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma briga terminou com uma pessoa baleada na avenida Paulista, região movimentada de São Paulo, após a manifestação deste domingo (15) em defesa do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Segundo relatos de pessoas presentes, dois homens com camisa do Flamengo e carregando bandeira do Brasil se envolveram em uma briga com duas mulheres. Um deles teria puxado a arma e atirado. Uma pessoa ficou ferida e foi levada ao Hospital das Clínicas, de acordo com a Polícia Militar. O caso será investigado pelo 78º Distrito Policial (Jardins). O caso aconteceu em frente ao Shopping Center 3, e a avenida estava cheia. Vídeo publicado nas redes sociais mostra parte da confusão. A engenheira de computação, Natália Torres, 37, viu a confusão. Segundo ela, uma das mulheres teria tomado a bandeira do Brasil de um dos homens e começou a agredi-lo. "Uma das mulheres estava batendo nos homens com a bandeira do Brasil. Acho que ele sacou a arma e atirou no chão, por causa do barulho", disse. "Quando ele deu o tiro, todo mundo correu. Eu fiquei esperando dentro do Carrefour ali perto da Paulista. Quando saímos, a polícia já estava do outro lado da rua".

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma briga terminou com uma pessoa baleada na avenida Paulista, região movimentada de São Paulo, após a manifestação deste domingo (15) em defesa do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Segundo relatos de pessoas presentes, dois homens com camisa do Flamengo e carregando bandeira do Brasil se envolveram em uma briga com duas mulheres. Um deles teria puxado a arma e atirado. Uma pessoa ficou ferida e foi levada ao Hospital das Clínicas, de acordo com a Polícia Militar. O caso será investigado pelo 78º Distrito Policial (Jardins). O caso aconteceu em frente ao Shopping Center 3, e a avenida estava cheia. Vídeo publicado nas redes sociais mostra parte da confusão. A engenheira de computação, Natália Torres, 37, viu a confusão. Segundo ela, uma das mulheres teria tomado a bandeira do Brasil de um dos homens e começou a agredi-lo. "Uma das mulheres estava batendo nos homens com a bandeira do Brasil. Acho que ele sacou a arma e atirou no chão, por causa do barulho", disse. "Quando ele deu o tiro, todo mundo correu. Eu fiquei esperando dentro do Carrefour ali perto da Paulista. Quando saímos, a polícia já estava do outro lado da rua".


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  • 47/56   Coronavírus: Trump se diz 'muito feliz' após EUA baixar juros e lançar enorme programa de estímulo econômico
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Medida para combater impacto do novo vírus foi coordenada em conjunto com parte da Europa, Japão e Canadá

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  • 48/56   Presidente de Israel vai encarregar Benny Gantz de formar governo a partir desta segunda (oficial)
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O presidente de Israel irá encarregar nesta segunda-feira Benny Gantz, principal rival do premier Benjamin Netanyahu, da tarefa de formar um governo, após ele receber o apoio da maioria dos deputados.

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  • 49/56   Guerra na Síria entra no 10º ano
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A guerra na Síria entra neste domingo no 10º ano, com o regime do presidente Bashar al-Assad consolidando seu controle sobre um país devastado pela guerra, com uma economia dizimada e sob a intervenção de potências estrangeiras com interesses divergentes.

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  • 50/56   Franceses comparecem às urnas para municipais sob a ameaça do coronavírus
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Os franceses comparecem às urnas neste domingo para eleições municipais, uma votação que acontece em um cenário inédito e em meio a medidas extraordinárias para conter a propagação do coronavírus, que ameaça disparar o índice de abstenção.

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  • 51/56   Coronavírus provoca adiamento do julgamento do premier de Israel
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O julgamento por corrupção do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, que começaria na terça-feira, foi adiado em dois meses pelo temor de propagação do novo coronavírus, anunciou neste domingo o tribunal de Jerusalém.

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  • 52/56   Guerra na Síria deixou mais de 384.000 mortos desde 2011
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Ao menos 384.000 pessoas morreram na Síria, incluindo mais de 116.000 civis, desde o início da guerra no país em março de 2011, de acordo com um balanço atualizado publicado neste sábado pela ONG Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH).

    Ao menos 384.000 pessoas morreram na Síria, incluindo mais de 116.000 civis, desde o início da guerra no país em março de 2011, de acordo com um balanço atualizado publicado neste sábado pela ONG Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH).


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  • 53/56   Foguetes atingem base iraquiana onde morreram soldados americanos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Dois foguetes atingiram neste sábado a base militar de Taji, ao norte de Bagdá, onde dois soldados americanos e uma britânica morreram em um ataque similar na quarta-feira, informaram à AFP fontes das forças de segurança iraquianas e americanas.

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  • 54/56   Gol cancela plano de reestruturação societária da Smiles
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    SÃO PAULO (Reuters) - A companhia aérea Gol anunciou nesta sexta-feira o cancelamento da proposta de reorganização societária de seu negócio de programa de fidelidade Smiles.Em fato relevante, a Gol afirmou que a medida reflete "eventos extraordinários ocorridos nos últimos dias nos mercados nacional e internacional, e em especial por força dos seus impactos estruturantes no setor de aviação".

    SÃO PAULO (Reuters) - A companhia aérea Gol anunciou nesta sexta-feira o cancelamento da proposta de reorganização societária de seu negócio de programa de fidelidade Smiles.Em fato relevante, a Gol afirmou que a medida reflete "eventos extraordinários ocorridos nos últimos dias nos mercados nacional e internacional, e em especial por força dos seus impactos estruturantes no setor de aviação".


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  • 55/56   Equipe econômica ainda não mudará meta fiscal, dizem fontes
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    Segundo duas fontes que falaram em condição de anonimato, a alteração do alvo fiscal está hoje no campo das possibilidades.Na semana que vem, o governo publica seu primeiro relatório bimestral de receitas e despesas do ano e o secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues, já afirmou que a tendência é de congelamento nos gastos discricionários para assegurar o cumprimento da meta de 2020.

    Segundo duas fontes que falaram em condição de anonimato, a alteração do alvo fiscal está hoje no campo das possibilidades.Na semana que vem, o governo publica seu primeiro relatório bimestral de receitas e despesas do ano e o secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues, já afirmou que a tendência é de congelamento nos gastos discricionários para assegurar o cumprimento da meta de 2020.


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  • 56/56   Décio Oddone deixará diretoria-geral da ANP antecipadamente em 27 de março
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    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, deixará o cargo em 27 de março, após a assinatura dos contratos do leilão dos excedentes da cessão onerosa e da 6ª rodada do pré-sal, disse ele à Reuters nesta sexta-feira.Oddone, cujo mandato teve início em 2016, já havia publicado em janeiro carta enviada ao presidente Jair Bolsonaro, na qual informou ter decidido antecipar o fim do seu mandato, previsto para terminar em dezembro.

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, deixará o cargo em 27 de março, após a assinatura dos contratos do leilão dos excedentes da cessão onerosa e da 6ª rodada do pré-sal, disse ele à Reuters nesta sexta-feira.Oddone, cujo mandato teve início em 2016, já havia publicado em janeiro carta enviada ao presidente Jair Bolsonaro, na qual informou ter decidido antecipar o fim do seu mandato, previsto para terminar em dezembro.


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