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Noticias Slideshows (17/03/2020 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


    África   tiago leifert   Dia 1   thelma e marcela   marcela e thelma   CURA Y CURA   Adriana Esteves   Mongaguá   Pugli   Harry Edward Styles   HIV e AIDS   Rafinha Bastos   Bills   exterminador   Tadinha da Rafa   O Jonas   Haitiano   gente a rafa   Yeray   Moçambique   dona rosa   Inep   Lupi   bianca toledo   tremembé   E a Venezuela   resfriado   
  • 2/56   Rumor | Apple pode anunciar o novo MacBook Air ainda esta semana

    Analista de mercado Min-Chi Kuo havia previsto que o MacBook Air e o MacBook Pro deveriam chegar somente no segundo trimestre deste ano. Agora, uma fonte interna que já acertou algumas previsões apontam para o anúncio mais cedo, nesta semana

    Analista de mercado Min-Chi Kuo havia previsto que o MacBook Air e o MacBook Pro deveriam chegar somente no segundo trimestre deste ano. Agora, uma fonte interna que já acertou algumas previsões apontam para o anúncio mais cedo, nesta semana


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  • 3/56   Usuários bombardeiam Google Camera com reviews negativos na Play Store

    Proprietários do Pixel 2 começaram a dar uma estrela para o app depois de uma atualização que “quebrou” a câmera de seus dispositivos; problema teria surgido após pacote de segurança e dezembro ou janeiro

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  • 4/56   Alto-falantes do Google devem ganhar suporte para chamadas de emergência

    Jane Wong, caçadora de ferramentas ocultas em aplicativos do Android, encontrou uma configuração inativa no app do Google Home, que permite que os proprietários dos alto-falantes inteligentes Google Nest possam realizar chamadas de emergência

    Jane Wong, caçadora de ferramentas ocultas em aplicativos do Android, encontrou uma configuração inativa no app do Google Home, que permite que os proprietários dos alto-falantes inteligentes Google Nest possam realizar chamadas de emergência


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  • 5/56   Ludmilla mostra lado pagodeiro em disco que foge do funk e do pop

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - No ano passado, Ludmilla recebeu uma ligação de sua mãe, que estava num show do grupo de samba Vou pro Sereno. "Eles estavam gravando um DVD, eu não sabia, e me chamaram para cantar", diz a cantora. "Pensei em uma música que eu curto, 'Teu Segredo', eles gravaram, botaram no YouTube e explodiu." Publicado em agosto, o vídeo de Ludmilla interpretando a faixa do Exaltasamba destacou uma faceta antiga, mas pouco conhecida da artista --a de pagodeira. O sucesso do vídeo, já quase tão acessado quanto o da música original, e sua habilidade para entoar o samba romântico geraram uma comoção nas redes sociais. O resultado desse fenômeno é um EP inteiramente dedicado ao pagode, previsto para abril - mas, nesta quarta-feira, ela lança suas primeiras músicas - "Faz Uma Loucura por Mim", regravação de Alcione, e "A Boba Fui Eu", da própria Ludmilla, na plataforma Spotify Singles. "Comecei a cantar por causa do pagode", diz a cantora. "Tinha um padrasto que era de um grupo, então a gente sempre acompanhava. Cresci ouvindo nomes como Alcione, Belo, Pixote." A primeira vez que ela subiu num palco, quando tinha oito anos, foi para cantar o ritmo. "Como profissão, já que gosto de dançar, optei por funk e pop. Mas o pagode sempre habitou dentro de mim." Uma de suas referências, Alcione, é homenageada no novo trabalho. "Amo os papos que ela dá nas músicas", diz. "Vivemos uma época maravilhosa para as mulheres, mas, se formos pensar, a Alcione está desde lá atrás falando sobre empoderamento." A faixa não destoa do trabalho de Ludmilla, principalmente se posta ao lado de "A Boba Fui Eu", que trata de uma paixão não correspondida. "Sempre fui assim nos meus relacionamentos. Nunca fui de mendigar por amor. Minhas músicas falam disso." A incursão de Ludmilla por pandeiro e cavaquinho vem no auge de sua carreira. Depois de despontar como funkeira e entrar no pop mainstream, ela compôs no ano passado "Onda Diferente", hit de Anitta, gravou um funk ainda não lançado com a rapper americana Cardi B, cantou no Rock in Rio e lançou seu primeiro DVD, "Hello Mundo". Mas sua música mais famosa no momento é uma ode não explícita à maconha, no melhor estilo de Bezerra da Silva. "Verdinha" foi entoada por mais de 1 milhão de pessoas no último Carnaval, quando seu bloco bateu o recorde de público no Rio de Janeiro. A letra fala de uma muda que ela plantou para vender o "grama da verdinha a R$ 1". No clipe, Ludmilla aparece numa plantação de alface, o que levou várias mães a mandarem mensagens agradecidas para ela, dizendo que seus filhos começaram a comer mais salada após o vídeo. Em paralelo à explosão da música e da carreira, ela também sofreu uma tentativa de censura do deputado mineiro Cabo Junio Amaral, do PSL, que entrou com uma queixa-crime contra a canção. "Aproveitaram que 'Verdinha' estava fazendo um bafafá e quiseram surfar na onda para se eleger. Já vi músicas com nomes de drogas e nada aconteceu." Mesmo ser citar a erva na música, Ludmilla é a favor da descriminalização da droga. "O Brasil idolatra tantas coisas vindas de fora que poderia observar como tratam a maconha em outros países. Nos Estados Unidos, os lugares para comprar parecem uma loja da Apple. Acho que o índice da criminalidade vai diminuir completamente." Sobre o significado real da letra, ela joga para a torcida. "É a 'verdinha' que você quiser. As crianças foram na alface. As pessoas podem pensar o que quiserem", afirma. "A mensagem é você, apesar das suas escolhas, não deixar nada faltar na sua casa. Se for prestar atenção em todo mundo que joga pedra, não vai seguir seu caminho. É tipo: não me perturba, que vou tacar fogo em mais um só para não ficar maluco e vou zoar da cara de todo o mundo. É isso e dane-se".

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - No ano passado, Ludmilla recebeu uma ligação de sua mãe, que estava num show do grupo de samba Vou pro Sereno. "Eles estavam gravando um DVD, eu não sabia, e me chamaram para cantar", diz a cantora. "Pensei em uma música que eu curto, 'Teu Segredo', eles gravaram, botaram no YouTube e explodiu." Publicado em agosto, o vídeo de Ludmilla interpretando a faixa do Exaltasamba destacou uma faceta antiga, mas pouco conhecida da artista --a de pagodeira. O sucesso do vídeo, já quase tão acessado quanto o da música original, e sua habilidade para entoar o samba romântico geraram uma comoção nas redes sociais. O resultado desse fenômeno é um EP inteiramente dedicado ao pagode, previsto para abril - mas, nesta quarta-feira, ela lança suas primeiras músicas - "Faz Uma Loucura por Mim", regravação de Alcione, e "A Boba Fui Eu", da própria Ludmilla, na plataforma Spotify Singles. "Comecei a cantar por causa do pagode", diz a cantora. "Tinha um padrasto que era de um grupo, então a gente sempre acompanhava. Cresci ouvindo nomes como Alcione, Belo, Pixote." A primeira vez que ela subiu num palco, quando tinha oito anos, foi para cantar o ritmo. "Como profissão, já que gosto de dançar, optei por funk e pop. Mas o pagode sempre habitou dentro de mim." Uma de suas referências, Alcione, é homenageada no novo trabalho. "Amo os papos que ela dá nas músicas", diz. "Vivemos uma época maravilhosa para as mulheres, mas, se formos pensar, a Alcione está desde lá atrás falando sobre empoderamento." A faixa não destoa do trabalho de Ludmilla, principalmente se posta ao lado de "A Boba Fui Eu", que trata de uma paixão não correspondida. "Sempre fui assim nos meus relacionamentos. Nunca fui de mendigar por amor. Minhas músicas falam disso." A incursão de Ludmilla por pandeiro e cavaquinho vem no auge de sua carreira. Depois de despontar como funkeira e entrar no pop mainstream, ela compôs no ano passado "Onda Diferente", hit de Anitta, gravou um funk ainda não lançado com a rapper americana Cardi B, cantou no Rock in Rio e lançou seu primeiro DVD, "Hello Mundo". Mas sua música mais famosa no momento é uma ode não explícita à maconha, no melhor estilo de Bezerra da Silva. "Verdinha" foi entoada por mais de 1 milhão de pessoas no último Carnaval, quando seu bloco bateu o recorde de público no Rio de Janeiro. A letra fala de uma muda que ela plantou para vender o "grama da verdinha a R$ 1". No clipe, Ludmilla aparece numa plantação de alface, o que levou várias mães a mandarem mensagens agradecidas para ela, dizendo que seus filhos começaram a comer mais salada após o vídeo. Em paralelo à explosão da música e da carreira, ela também sofreu uma tentativa de censura do deputado mineiro Cabo Junio Amaral, do PSL, que entrou com uma queixa-crime contra a canção. "Aproveitaram que 'Verdinha' estava fazendo um bafafá e quiseram surfar na onda para se eleger. Já vi músicas com nomes de drogas e nada aconteceu." Mesmo ser citar a erva na música, Ludmilla é a favor da descriminalização da droga. "O Brasil idolatra tantas coisas vindas de fora que poderia observar como tratam a maconha em outros países. Nos Estados Unidos, os lugares para comprar parecem uma loja da Apple. Acho que o índice da criminalidade vai diminuir completamente." Sobre o significado real da letra, ela joga para a torcida. "É a 'verdinha' que você quiser. As crianças foram na alface. As pessoas podem pensar o que quiserem", afirma. "A mensagem é você, apesar das suas escolhas, não deixar nada faltar na sua casa. Se for prestar atenção em todo mundo que joga pedra, não vai seguir seu caminho. É tipo: não me perturba, que vou tacar fogo em mais um só para não ficar maluco e vou zoar da cara de todo o mundo. É isso e dane-se".


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  • 6/56   Google Tradutor: como traduzir textos que estão em fotos

    Você sabia que é possível utilizar a função de tradução de fotos utilizando o Google Tradutor? A função permite que usuários tirem fotos de seus smartphones e o aplicativo realiza a tradução na hora. Confira neste tutorial como traduzir textos que estão em fotos

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  • 7/56   Apple pode aproveitar crise do coronavírus para comprar a Disney, diz analista

    Grupo liderado pelo presidente-executivo Bob Iger e pelo novo CEO Bob Chapek viu suas ações despencarem abaixo da marca dos US$ 100 na semana passada, uma queda de 28% em relação ao início de fevereiro. Maçã pode tirar proveito dessa volatilidade

    Grupo liderado pelo presidente-executivo Bob Iger e pelo novo CEO Bob Chapek viu suas ações despencarem abaixo da marca dos US$ 100 na semana passada, uma queda de 28% em relação ao início de fevereiro. Maçã pode tirar proveito dessa volatilidade


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  • 8/56   Darkroom: editor de fotos para iPhone ganha melhorias de desempenho

    Se você utiliza o Darkroom para iPhone, o app recebeu algumas melhorias significativas na última atualização. Foram adicionados novos mecanismos de renderização e profundidade para fornecer experiências mais eficientes, além de novidades na edição RAW. Veja o que mudou

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  • 9/56   Agora é oficial! Xbox Series X tem todas suas especificações reveladas

    Em demonstração feita para a Digital Foundry, a Microsoft exibiu e explicou tudo o que o seu próximo console topo de linha será capaz de fazer, desde o processamento e capacidade gráfica, até os modos de retrocompatibilidade e expansão de armazenamento

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  • 10/56   Coronavírus estaria impactando o tempo de aprovação de apps na Play Store

    O processo de revisão de aplicativos na Google Play Store está levando mais tempo que o normal, com tempos de aprovação de sete dias ou mais, segundo o painel para desenvolvedores. O motivo estaria ligado às escalas de trabalho alteradas em virtude do coronavírus

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  • 11/56   WhatsApp Web: como ser notificado quando um contato estiver online

    Já teve dias que você precisava falar muito com uma pessoa, mas não sabia se ela estava online ou qual foi a última vez que ela estava online? Confira neste tutorial como utilizar a extensão do Google Chrome para ver quem está online no WhatsApp Web

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  • 12/56   Departamento de Defesa dos EUA quer rever contrato de US$ 10 bi com Microsoft

    Órgão escolheu o Azure Cloud para o projeto JEDI, voltado a fornecimento de infraestrutura de nuvem para o Pentágono. Contudo, Amazon contestou escolha por questões técnicas e possível envolvimento político na decisão

    Órgão escolheu o Azure Cloud para o projeto JEDI, voltado a fornecimento de infraestrutura de nuvem para o Pentágono. Contudo, Amazon contestou escolha por questões técnicas e possível envolvimento político na decisão


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  • 13/56   Windows 10 | Primeira grande atualização de 2020 pode estar próxima

    Microsoft lançou para usuários Insider, que têm acesso antecipado a recursos, uma nova build com poucas mudanças e apenas alguns ajustes. Número baixo de novidades pode indicar etapa final de desenvolvimento. Expectativa é de que update 20H1 chegue até início de abril

    Microsoft lançou para usuários Insider, que têm acesso antecipado a recursos, uma nova build com poucas mudanças e apenas alguns ajustes. Número baixo de novidades pode indicar etapa final de desenvolvimento. Expectativa é de que update 20H1 chegue até início de abril


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  • 14/56   COVID-19: Microsoft lança página com dados atualizados em tempo real

    Página traz informações de fontes globalmente confiáveis, como a Organização Mundial da Saúde e o Centro para Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos; painel interativo traz suporte à navegação mobile e ainda reúne notícias recentes separadas por país

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  • 15/56   França multa Apple em 1,1 bilhão de euros por monopólio

    Órgão regulador francês diz que a empresa havia criado acordos ilegais dentro de sua rede de distribuição. Para o país, acordos feitos pela maça com atacadistas significavam que eles concordaram em não competir entre si, fixando os preços

    Órgão regulador francês diz que a empresa havia criado acordos ilegais dentro de sua rede de distribuição. Para o país, acordos feitos pela maça com atacadistas significavam que eles concordaram em não competir entre si, fixando os preços


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  • 16/56   Análise | Ori and the Will of the Wisps traz beleza para os momentos difíceis

    Sequência do Moon Studios melhora aspectos criticados no anterior e fortalece os elementos que tornaram o primeiro um sucesso. O resultado é um dos games mais bonitos e interessantes entre os exclusivos da Microsoft

    Sequência do Moon Studios melhora aspectos criticados no anterior e fortalece os elementos que tornaram o primeiro um sucesso. O resultado é um dos games mais bonitos e interessantes entre os exclusivos da Microsoft


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  • 17/56   Maps | Navegação por realidade aumentada (AR) acaba de ficar mais fácil

    O Google está testando uma forma de deixar o "Live View", navegação guiada por realidade aumentada (AR), ainda mais acessível aos usuários. Na versão beta mais recente, há um novo botão flutuante na tela inicial, bastando clicar para acessar a função

    O Google está testando uma forma de deixar o "Live View", navegação guiada por realidade aumentada (AR), ainda mais acessível aos usuários. Na versão beta mais recente, há um novo botão flutuante na tela inicial, bastando clicar para acessar a função


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  • 18/56   8 séries que valem a assinatura do Apple TV+

    O Apple TV+, de fato, ainda conta com um catálogo limitado, mas a plataforma de streaming já está com várias produções esperando para serem lançadas em 2020. Pensando nisso, selecionamos oito séries que você precisa conhecer e que já valem o valor da assinatura

    O Apple TV+, de fato, ainda conta com um catálogo limitado, mas a plataforma de streaming já está com várias produções esperando para serem lançadas em 2020. Pensando nisso, selecionamos oito séries que você precisa conhecer e que já valem o valor da assinatura


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  • 19/56   Pixel 4a aparece em outdoor muito antes do lançamento

    Sucessor do Google Pixel 3a, o Pixel 4a deve chegar às lojas norte-americanas pelos mesmos 399 dólares do atual smartphone intermediário do Google. A informação foi divulgada pelo influenciador Evan Blass, que compartilhou supostos materiais de divulgação em seu perfil

    Sucessor do Google Pixel 3a, o Pixel 4a deve chegar às lojas norte-americanas pelos mesmos 399 dólares do atual smartphone intermediário do Google. A informação foi divulgada pelo influenciador Evan Blass, que compartilhou supostos materiais de divulgação em seu perfil


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  • 20/56   Thales, Telstra, Microsoft e Arduino oferecem confiança escalável para aplicativos de IoT fáceis de implantar

    A Thales e a Telstra, a principal empresa de telecomunicações da Austrália, trabalham com a Microsoft e a Arduino para preparar o caminho para a segurança escalável dos dispositivos IoT conectados ao implementar uma solução que permite a comunicação confiável e segura de ponta a ponta entre o dispositivo e a nuvem.

    A Thales e a Telstra, a principal empresa de telecomunicações da Austrália, trabalham com a Microsoft e a Arduino para preparar o caminho para a segurança escalável dos dispositivos IoT conectados ao implementar uma solução que permite a comunicação confiável e segura de ponta a ponta entre o dispositivo e a nuvem.


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  • 21/56   Google não está desenvolvendo site para diagnóstico do novo coronavírus

    O presidente dos Estados Unidos anunciou recentemente um site criado pelo Google voltado ao diagnóstico e prevenção do novo coronavírus, porém, a ferramenta é apenas um projeto-piloto e pegou a gigante das buscas de surpresa

    O presidente dos Estados Unidos anunciou recentemente um site criado pelo Google voltado ao diagnóstico e prevenção do novo coronavírus, porém, a ferramenta é apenas um projeto-piloto e pegou a gigante das buscas de surpresa


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  • 22/56   TV Brasil estreia nova programação nesta segunda

    Os programas da TV Brasil ganham novos horários, cenários e identidades visuais a partir desta segunda (16), quando a emissora pública lança sua programação para 2020. Destaque para a estreia de novas atrações e séries documentais e de ficção renomadas como o premiado drama policial britânico Sherlock (segunda a sexta, às 21h30) e a trama nacional pioneira de O Vigilante Rodoviário (terça, às 23h30 e domingo, às 22h30).Para este ano, o canal investiu na produção interna, na aquisição de novos conteúdos e em obras independentes. Em março, a TV Brasil estreia novos programas produzidos internamente: Acervo Musical, Atos, Brasil sobre Duas Rodas, Cai no Vestibular, Ciência é Tudo, Curta Temporada, Meu Pedaço do Brasil e Vida + Leve.Atrações da programação diária apresentam novos formatos como o histórico programa de entrevistas Sem Censura, apresentado por Vera Barroso e Bruno Barros, que entra no ar ao vivo de segunda a sexta, agora às 14h, e com a participação de um time de jornalistas do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo para comentar as pautas e assuntos do dia. Time de jornalistas da EBC comentará os principais assuntos do dia no Sem Censura - Divulgação/TV BrasilEm novo horário, o telejornal Repórter Brasil abre a faixa voltada ao público adulto, ao vivo, às 19h, com os âncoras Katiuscia Neri e Paulo Leite, em Brasília. Em seguida, às 19h30, também ao vivo, é a vez do esportivo Stadium, com Paulo Garritano e Marília Arrigoni, no Rio de Janeiro. Já o Cenário Econômico, apresentado direto da B3, em São Paulo, vai ao ar às 22h30.Entre as produções jornalísticas semanais, destaque para o Caminhos da Reportagem que agora tem exibição inédita aos domingos, às 20h. Durante a semana, em horário nobre, às 23h, a faixa começa na segunda com o Brasil em Pauta.Às terças, o veterano Moisés Rabinovici conduz o programa Um Olhar sobre o Mundo. Já às quartas, Katiuscia Neri faz entrevistas no Impressões. Às quintas, o Caminhos da Reportagem tem reprise. O Fique Ligado ganha novo formato, semanal, com uma hora de duração, às sextas, com Vanessa Léda e Morillo Carvalho, de Brasília; Annie Zanetti, de São Paulo; e Bruno Barros, do Rio de Janeiro. Conteúdo on demand EBC Play - Divulgação / EBC PlayOutra novidade da emissora pública gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) é a disponibilização de mais conteúdo on demand nas suas plataformas digitais e por meio do aplicativo EBC Play. Além das produções da casa, boa parte dos novos conteúdos de aquisição também passam a ter uma janela para os fãs de séries acompanharem os episódios por tempo limitado. O aplicativo está disponível para as plataformas Android, iOS e no site http://play.ebc.com.br. O EBC Play pode ser baixado gratuitamente. Programação Infantil Detetives do Prédio Azul - Divulgação/TV BrasilDe olho na garotada, a nova programação amplia para mais de dez horas a duração da TV Brasil Animada, sessão infantil com desenhos e seriados que crianças de todas as idades adoram. Destaque para a volta de temporadas inéditas em sinal aberto de sucessos que encantam a turminha. O canal apresenta a segunda temporada de Peixonauta e de SOS Fada Manu, a quarta e quinta de O Show da Luna! e a sétima, oitava e nona de Detetives do Prédio Azul.Entre as estreias para a criançada, as principais atrações da TV Brasil para esse público são a novelinha Valentins e a animação Conta Comigo dos mesmos diretores de Meu Amigãozão. Outras novidades são as produções Cantando com Ping e Pong, Canninópolis, Mouk, Mighty Mike, Jelly Jam, Bottersnikes & Gumbles e Meu Cavaleiro e eu. Peixonauta - Divulgação/TV BrasilOrganizada por faixa etária, a TV Brasil Animada tem uma sessão especial com recursos de acessibilidade entre 7h45 e 9h30. Após os telejornais da manhã, a partir das 10h até as 19h, a emissora traz conteúdos adequados para crianças em idade pré-escolar, atrações infantis e produções voltadas para o público que está na adolescência. A faixa destaca-se pela ausência de publicidade que incentive o consumismo. As séries e animações em cartaz reforçam valores como a não violência e a tolerância às diferenças. Sucessos do cinema na telinha Mazzaropi - Divulgação/TV BrasilA sétima arte também tem espaço garantido na programação da TV Brasil com as sessões Festival de Cinema que traz sucessos das telonas, como O Palhaço (2011); DOCs Brasil, com produções documentais; Cine Retrô que resgata clássicos de Amácio Mazzaropi e Dercy Gonçalves; Sessão Família, com produções infantis para todas as idades, como O Menino Maluquinho (1995); e Cine Nacional que destaca grandes obras brasileiras. Estreias da casa Atração ensina matérias e traz dicas de preparação para estudantes dos ensinos Médio e Fundamental 2. - Divulgação/TV BrasilOs novos programas da TV Brasil estreiam em diversos horários na programação da emissora pública.Em edições diárias de 15 minutos de segunda a sexta e maratona aos sábados, com os episódios da semana, sempre às 7h, o programa educativo Cai no Vestibular ensina matérias e traz dicas de preparação para estudantes dos ensinos Médio e Fundamental 2.A proposta é ajudar os alunos na preparação para o Enem e vestibulares. A cada aula, um professor ou palestrante apresenta um tema, faz uma revisão dos assuntos abordados e dá orientações de conteúdos complementares.A série Vida + Leve apresenta informações relevantes sobre saúde e qualidade de vida, sempre de maneira informal e descomplicada, às quintas, às 7h15. Sob o comando da jornalista Carol Rocha, a produção recebe especialistas para um papo no estúdio. Médicos, pesquisadores e profissionais da saúde esclarecem as principais dúvidas da população.O programa aborda temas como a importância do sol para a saúde, as propriedades dos chás e o uso dos suplementos proteicos. Vida + Leve também destaca como a aquisição de novos hábitos pode contribuir para o bem-estar e longevidade.O programa Ciência é Tudo estreia no sábado, às 8h30, com apresentação da jornalista Priscila Rangel. A atração traz informações, curiosidades e reflexões sobre o impacto da ciência e da tecnologia na vida diária, além de ressaltar as novidades a respeito de investimentos e de políticas públicas da área.Aos sábados, às 21h, o Acervo Musical resgata trilhas sonoras históricas. Os apresentadores Bia Aparecida e Waldecir de Oliveira aproveitam um tema para revisitar o acervo preservado pela EBC. Eles mostram performances musicais que marcaram época em registros da antiga TVE do Rio de Janeiro, e da discoteca das Rádios MEC e Nacional.Já aos domingos, às 10h, a série documental Brasil sobre Duas Rodas percorre o país para mostrar as belezas nacionais sob a perspectiva de quem não vive longe das estradas, os motociclistas. A produção leva o telespectador na garupa ao revelar as deslumbrantes paisagens que atravessam o Brasil de norte a sul. Série documental Brasil sobre Duas Rodas percorre o país para mostrar as belezas nacionais sob a perspectiva dos motociclistas - Divulgação/TV BrasilA série Meu Pedaço do Brasil entra no ar aos domingos, às 18h30. A cada edição  visita uma cidade turística do país e revela suas principais atrações através do olhar de moradores e guias locais. A produção mostra os mais diversificados destinos turísticos nacionais: cidades históricas, metrópoles cosmopolitas e regiões com natureza diversa e muitas vezes intocada. Peças teatrais são o destaque da série Curta Temporada - Fernando Frazão / Agência BrasilCom a exibição de peças teatrais e entrevistas exclusivas com a equipe das produções, a série Curta Temporada estreia no domingo, à meia-noite. Apresentado por Linei Lopes, o programa traz para a telinha obras marcantes das artes cênicas ao levar o universo do teatro para a televisão. Novas temporadas Juliana Oliveira e Fernanda Honorato - Divulgação / TV BrasilHá 16 anos no ar, o Programa Especial estreia sua décima quinta temporada em novo horário, às 9h30. Voltada à inclusão de pessoas com deficiência, a produção é apresentada pela publicitária cadeirante Juliana Oliveira com matérias realizadas por Fernanda Honorato, a primeira repórter com Síndrome de Down do país.Ainda pela manhã, às 10h30, o Música Animada ganha edições semanais em sua quarta temporada com performances inéditas sempre no primeiro sábado de cada mês para a garotada cantar e se divertir. A atração dedicada às crianças traz bandas que incentivam os pequenos a desenvolver o gosto pela música.Ainda no sábado, mais tarde, às 20h30, o Recordar é TV estreia a terceira temporada agora sob o comando da jornalista Katy Navarro. O programa resgata o vasto conteúdo de acervo da emissora pública e apresenta, com nova roupagem, atrações históricas dos tempos da TV Educativa do Rio de Janeiro preservadas no arquivo do canal. Bruno Barros apresenta os bastidores da dramaturgia em Atos - Pablo HenriqueA segunda temporada de Atos investiga os bastidores da dramaturgia na madrugada de domingo para segunda, à 1h30 A série produzida em parceria com a Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) busca identificar um sentido mais amplo das artes cênicas a partir dos desafios de experientes profissionais que atuam na área.Apresentada por Bruno Barros, a produção recebe personalidades como Cauã Reymond, Claudia Raia, Marcos Frota e Ana Beatriz Nogueira para um bate-papo com alunos de interpretação sobre os bastidores da carreira artística.Com formato intimista, leve e dinâmico, Atos busca fugir dos padrões convencionais televisivos ao deslocar o estúdio de gravação para o palco teatral da própria CAL. Nomes consagrados da cena artística nacional revelam histórias e acontecimentos que marcaram suas carreiras. Séries ambientais brasileiras e do exterior Brasil Visto de Cima - Divulgação/TV BrasilA faixa nobre da programação da TV Brasil apresenta diversas obras documentais. A série nacional Brasil Visto de Cima mostra as belezas naturais em janela diária de segunda a sexta, às 20h, com a exibição dos 135 episódios das cinco temporadas inéditas em sinal aberto.De segunda a sexta, às 20h30, a emissora pública apresenta produções internacionais com foco no meio ambiente. Galápagos é a atração das segundas com três episódios semanais de 50 minutos. As séries Os Sentidos dos Animais e Mistérios da Evolução estreiam na terça às 20h30 e às 21h, respectivamente, com seis episódios de 30 minutos cada.O destaque de quarta é o seriado Rockies, As Montanhas Selvagens com cinco episódios de 50 minutos. A série documental Cidades Fantasmas estreia na quinta com episódios sobre Riesi (Itália), Kayaköy (Turquia), Fukushima (Japão), Detroit (EUA) e aldeias abandonadas (China). Por fim, na sexta, a novidade é a produção A Jornada da Vida com três episódios de mesma duração. Aclamadas produções de ficção Trama é estrelada por Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes e Martin Freeman como o Doutor John Watson - Divulgação/BBC StudiosAs séries de dramaturgia são outro mote da programação da TV Brasil para 2020. O premiado drama policial Sherlock ganha exibição diária, de segunda a sexta-feira, em horário nobre, às 21h30, com exclusividade. A emissora exibe todos episódios das quatro temporadas da série, além do especial.Produzido pela BBC, o seriado de televisão britânico é inspirado nas histórias do detetive Sherlock Holmes escritas por Sir Arthur Conan Doyle. Criada por Steven Moffat e Mark Gatiss, a trama foi estrelada por Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes e Martin Freeman como o Doutor John Watson.Já uma das produções mais clássicas do audiovisual brasileiro, a série O Vigilante Rodoviário acompanha as aventuras do inspetor Carlos e seu amigo, o cão Lobo, com dois episódios inéditos por semana, às terças, às 23h30, e aos domingos, às 23h.Pioneira, a atração nacional produzida no início dos anos 1960 foi um sucesso de audiência pela TV Tupi. O seriado mostra a dupla em tramas de combate ao crime a bordo de uma motocicleta Harley-Davidson 1952 ou de um carro modelo Simca Chambord 1959. Atrações musicais Acervo Musical com Bia Aparecida e Waldecir de Oliveira - Divulgação / TV BrasilProgramas musicais e shows embalam as noites de sexta e sábado na nova programação da TV Brasil. Em novo dia e horário, às sextas, à meia-noite, o Todas as Bossas estreia a quarta temporada com a performance do grupo Molejo.Logo depois, à 1h, o Cena Instrumental tem edições inéditas na telinha. Sob o comando da jornalista e cantora Bia Aparecida, os dois programas trazem shows exclusivos gravados no histórico estúdio 3 da emissora pública.Ainda na madrugada de sexta para sábado, a TV Brasil apresenta uma sequência de atrações musicais: o Hypershow, da Rede Minas, às 2h; o tradicional Samba na Gamboa, conduzido pelo cantor e compositor Diogo Nogueira, às 3h; o programa Alto-Falante, da Rede Minas, às 4h; e encerra a faixa com o Acervo Musical, às 5h.O programa Acervo Musical estreia na sequência, às 21h, ao recuperar apresentações que fizeram história e foram registradas pala TVE/RJ e Rádios MEC e Nacional. Logo após, às 21h30, o Alto-Falante tem edições inéditas. Produzido pela Rede Minas, é apresentado por Terence Machado, Adriano Falabella e Sabrina Damasceno.A TV Brasil exibe espetáculos gravados por emissoras parceiras da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) a partir das 22h30 na faixa Shows Mais Brasil. Com grandes apresentações de artistas regionais e personalidades renomadas, a maratona musical dura seis horas e meia com os mais diversos estilos e gêneros que caracterizam a produção sonora do país. Faixas diárias com programas da Rede e de Parceiras Apresentadora Carolina Rocha - Divulgação / TV BrasilPara valorizar as emissoras que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), a TV Brasil exibe para todo o país em sua programação uma série de programas realizados por esses canais parceiros.A Faixa Rural destaca a vida no campo de segunda a sexta, às 6h, e aos sábados, a partir das 5h30. Produzido pela TVU/RN, o programa Tela Rural vai ao ar às segundas. Realizado pela TV Cultura do Pará, o Cozinha Amazônia é a atração das terças.O Agro Nacional é um programa próprio da TV Brasil que entra às quartas enquanto a produção independente Vale Agrícola é exibida às quintas. Coprodução da Embrapa com a Emater, o programa Terra Sul tem janela às sextas. A faixa também é apresentada aos sábados, às 5h30, com o Rio Grande Rural, outra produção da Emater.Com destaque para o novo programa Cai no Vestibular, produção própria da TV Brasil no ar diariamente às 7h, de segunda a sábado, a Faixa Educação contempla ainda outras produções vão ao ar de segunda a sexta, na sequência, às 7h15.O Camarote 21, da Deutsche Welle, abre a semana às segundas. Já o programa Viver Ciência, da UFG, é exibido às terças. A série Luthiers, obra da TV Brasil, é a atração das quartas. Já a produção documental Amazônia Legal vai ao ar às quintas enquanto o programa Praticarte, da TV Encontro das Águas, às sextas.A faixa de saúde e bem-estar pode ser conferida na telinha da emissora pública de segunda a sexta-feira, às 7h15. O programa Nova Amazônia, da TV Encontro das Águas, é apresentado às segundas. A TVE Bahia contribui com o Soterópolis, às terças, enquanto a Rede Minas disponibiliza o Sou 60, às quartas. A TV Brasil estreia o Vida + Leve às quintas enquanto o programa Viver Mais, da TV Ceará, tem exibição às sextas.

    Os programas da TV Brasil ganham novos horários, cenários e identidades visuais a partir desta segunda (16), quando a emissora pública lança sua programação para 2020. Destaque para a estreia de novas atrações e séries documentais e de ficção renomadas como o premiado drama policial britânico Sherlock (segunda a sexta, às 21h30) e a trama nacional pioneira de O Vigilante Rodoviário (terça, às 23h30 e domingo, às 22h30).Para este ano, o canal investiu na produção interna, na aquisição de novos conteúdos e em obras independentes. Em março, a TV Brasil estreia novos programas produzidos internamente: Acervo Musical, Atos, Brasil sobre Duas Rodas, Cai no Vestibular, Ciência é Tudo, Curta Temporada, Meu Pedaço do Brasil e Vida + Leve.Atrações da programação diária apresentam novos formatos como o histórico programa de entrevistas Sem Censura, apresentado por Vera Barroso e Bruno Barros, que entra no ar ao vivo de segunda a sexta, agora às 14h, e com a participação de um time de jornalistas do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo para comentar as pautas e assuntos do dia. Time de jornalistas da EBC comentará os principais assuntos do dia no Sem Censura - Divulgação/TV BrasilEm novo horário, o telejornal Repórter Brasil abre a faixa voltada ao público adulto, ao vivo, às 19h, com os âncoras Katiuscia Neri e Paulo Leite, em Brasília. Em seguida, às 19h30, também ao vivo, é a vez do esportivo Stadium, com Paulo Garritano e Marília Arrigoni, no Rio de Janeiro. Já o Cenário Econômico, apresentado direto da B3, em São Paulo, vai ao ar às 22h30.Entre as produções jornalísticas semanais, destaque para o Caminhos da Reportagem que agora tem exibição inédita aos domingos, às 20h. Durante a semana, em horário nobre, às 23h, a faixa começa na segunda com o Brasil em Pauta.Às terças, o veterano Moisés Rabinovici conduz o programa Um Olhar sobre o Mundo. Já às quartas, Katiuscia Neri faz entrevistas no Impressões. Às quintas, o Caminhos da Reportagem tem reprise. O Fique Ligado ganha novo formato, semanal, com uma hora de duração, às sextas, com Vanessa Léda e Morillo Carvalho, de Brasília; Annie Zanetti, de São Paulo; e Bruno Barros, do Rio de Janeiro. Conteúdo on demand EBC Play - Divulgação / EBC PlayOutra novidade da emissora pública gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) é a disponibilização de mais conteúdo on demand nas suas plataformas digitais e por meio do aplicativo EBC Play. Além das produções da casa, boa parte dos novos conteúdos de aquisição também passam a ter uma janela para os fãs de séries acompanharem os episódios por tempo limitado. O aplicativo está disponível para as plataformas Android, iOS e no site http://play.ebc.com.br. O EBC Play pode ser baixado gratuitamente. Programação Infantil Detetives do Prédio Azul - Divulgação/TV BrasilDe olho na garotada, a nova programação amplia para mais de dez horas a duração da TV Brasil Animada, sessão infantil com desenhos e seriados que crianças de todas as idades adoram. Destaque para a volta de temporadas inéditas em sinal aberto de sucessos que encantam a turminha. O canal apresenta a segunda temporada de Peixonauta e de SOS Fada Manu, a quarta e quinta de O Show da Luna! e a sétima, oitava e nona de Detetives do Prédio Azul.Entre as estreias para a criançada, as principais atrações da TV Brasil para esse público são a novelinha Valentins e a animação Conta Comigo dos mesmos diretores de Meu Amigãozão. Outras novidades são as produções Cantando com Ping e Pong, Canninópolis, Mouk, Mighty Mike, Jelly Jam, Bottersnikes & Gumbles e Meu Cavaleiro e eu. Peixonauta - Divulgação/TV BrasilOrganizada por faixa etária, a TV Brasil Animada tem uma sessão especial com recursos de acessibilidade entre 7h45 e 9h30. Após os telejornais da manhã, a partir das 10h até as 19h, a emissora traz conteúdos adequados para crianças em idade pré-escolar, atrações infantis e produções voltadas para o público que está na adolescência. A faixa destaca-se pela ausência de publicidade que incentive o consumismo. As séries e animações em cartaz reforçam valores como a não violência e a tolerância às diferenças. Sucessos do cinema na telinha Mazzaropi - Divulgação/TV BrasilA sétima arte também tem espaço garantido na programação da TV Brasil com as sessões Festival de Cinema que traz sucessos das telonas, como O Palhaço (2011); DOCs Brasil, com produções documentais; Cine Retrô que resgata clássicos de Amácio Mazzaropi e Dercy Gonçalves; Sessão Família, com produções infantis para todas as idades, como O Menino Maluquinho (1995); e Cine Nacional que destaca grandes obras brasileiras. Estreias da casa Atração ensina matérias e traz dicas de preparação para estudantes dos ensinos Médio e Fundamental 2. - Divulgação/TV BrasilOs novos programas da TV Brasil estreiam em diversos horários na programação da emissora pública.Em edições diárias de 15 minutos de segunda a sexta e maratona aos sábados, com os episódios da semana, sempre às 7h, o programa educativo Cai no Vestibular ensina matérias e traz dicas de preparação para estudantes dos ensinos Médio e Fundamental 2.A proposta é ajudar os alunos na preparação para o Enem e vestibulares. A cada aula, um professor ou palestrante apresenta um tema, faz uma revisão dos assuntos abordados e dá orientações de conteúdos complementares.A série Vida + Leve apresenta informações relevantes sobre saúde e qualidade de vida, sempre de maneira informal e descomplicada, às quintas, às 7h15. Sob o comando da jornalista Carol Rocha, a produção recebe especialistas para um papo no estúdio. Médicos, pesquisadores e profissionais da saúde esclarecem as principais dúvidas da população.O programa aborda temas como a importância do sol para a saúde, as propriedades dos chás e o uso dos suplementos proteicos. Vida + Leve também destaca como a aquisição de novos hábitos pode contribuir para o bem-estar e longevidade.O programa Ciência é Tudo estreia no sábado, às 8h30, com apresentação da jornalista Priscila Rangel. A atração traz informações, curiosidades e reflexões sobre o impacto da ciência e da tecnologia na vida diária, além de ressaltar as novidades a respeito de investimentos e de políticas públicas da área.Aos sábados, às 21h, o Acervo Musical resgata trilhas sonoras históricas. Os apresentadores Bia Aparecida e Waldecir de Oliveira aproveitam um tema para revisitar o acervo preservado pela EBC. Eles mostram performances musicais que marcaram época em registros da antiga TVE do Rio de Janeiro, e da discoteca das Rádios MEC e Nacional.Já aos domingos, às 10h, a série documental Brasil sobre Duas Rodas percorre o país para mostrar as belezas nacionais sob a perspectiva de quem não vive longe das estradas, os motociclistas. A produção leva o telespectador na garupa ao revelar as deslumbrantes paisagens que atravessam o Brasil de norte a sul. Série documental Brasil sobre Duas Rodas percorre o país para mostrar as belezas nacionais sob a perspectiva dos motociclistas - Divulgação/TV BrasilA série Meu Pedaço do Brasil entra no ar aos domingos, às 18h30. A cada edição  visita uma cidade turística do país e revela suas principais atrações através do olhar de moradores e guias locais. A produção mostra os mais diversificados destinos turísticos nacionais: cidades históricas, metrópoles cosmopolitas e regiões com natureza diversa e muitas vezes intocada. Peças teatrais são o destaque da série Curta Temporada - Fernando Frazão / Agência BrasilCom a exibição de peças teatrais e entrevistas exclusivas com a equipe das produções, a série Curta Temporada estreia no domingo, à meia-noite. Apresentado por Linei Lopes, o programa traz para a telinha obras marcantes das artes cênicas ao levar o universo do teatro para a televisão. Novas temporadas Juliana Oliveira e Fernanda Honorato - Divulgação / TV BrasilHá 16 anos no ar, o Programa Especial estreia sua décima quinta temporada em novo horário, às 9h30. Voltada à inclusão de pessoas com deficiência, a produção é apresentada pela publicitária cadeirante Juliana Oliveira com matérias realizadas por Fernanda Honorato, a primeira repórter com Síndrome de Down do país.Ainda pela manhã, às 10h30, o Música Animada ganha edições semanais em sua quarta temporada com performances inéditas sempre no primeiro sábado de cada mês para a garotada cantar e se divertir. A atração dedicada às crianças traz bandas que incentivam os pequenos a desenvolver o gosto pela música.Ainda no sábado, mais tarde, às 20h30, o Recordar é TV estreia a terceira temporada agora sob o comando da jornalista Katy Navarro. O programa resgata o vasto conteúdo de acervo da emissora pública e apresenta, com nova roupagem, atrações históricas dos tempos da TV Educativa do Rio de Janeiro preservadas no arquivo do canal. Bruno Barros apresenta os bastidores da dramaturgia em Atos - Pablo HenriqueA segunda temporada de Atos investiga os bastidores da dramaturgia na madrugada de domingo para segunda, à 1h30 A série produzida em parceria com a Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) busca identificar um sentido mais amplo das artes cênicas a partir dos desafios de experientes profissionais que atuam na área.Apresentada por Bruno Barros, a produção recebe personalidades como Cauã Reymond, Claudia Raia, Marcos Frota e Ana Beatriz Nogueira para um bate-papo com alunos de interpretação sobre os bastidores da carreira artística.Com formato intimista, leve e dinâmico, Atos busca fugir dos padrões convencionais televisivos ao deslocar o estúdio de gravação para o palco teatral da própria CAL. Nomes consagrados da cena artística nacional revelam histórias e acontecimentos que marcaram suas carreiras. Séries ambientais brasileiras e do exterior Brasil Visto de Cima - Divulgação/TV BrasilA faixa nobre da programação da TV Brasil apresenta diversas obras documentais. A série nacional Brasil Visto de Cima mostra as belezas naturais em janela diária de segunda a sexta, às 20h, com a exibição dos 135 episódios das cinco temporadas inéditas em sinal aberto.De segunda a sexta, às 20h30, a emissora pública apresenta produções internacionais com foco no meio ambiente. Galápagos é a atração das segundas com três episódios semanais de 50 minutos. As séries Os Sentidos dos Animais e Mistérios da Evolução estreiam na terça às 20h30 e às 21h, respectivamente, com seis episódios de 30 minutos cada.O destaque de quarta é o seriado Rockies, As Montanhas Selvagens com cinco episódios de 50 minutos. A série documental Cidades Fantasmas estreia na quinta com episódios sobre Riesi (Itália), Kayaköy (Turquia), Fukushima (Japão), Detroit (EUA) e aldeias abandonadas (China). Por fim, na sexta, a novidade é a produção A Jornada da Vida com três episódios de mesma duração. Aclamadas produções de ficção Trama é estrelada por Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes e Martin Freeman como o Doutor John Watson - Divulgação/BBC StudiosAs séries de dramaturgia são outro mote da programação da TV Brasil para 2020. O premiado drama policial Sherlock ganha exibição diária, de segunda a sexta-feira, em horário nobre, às 21h30, com exclusividade. A emissora exibe todos episódios das quatro temporadas da série, além do especial.Produzido pela BBC, o seriado de televisão britânico é inspirado nas histórias do detetive Sherlock Holmes escritas por Sir Arthur Conan Doyle. Criada por Steven Moffat e Mark Gatiss, a trama foi estrelada por Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes e Martin Freeman como o Doutor John Watson.Já uma das produções mais clássicas do audiovisual brasileiro, a série O Vigilante Rodoviário acompanha as aventuras do inspetor Carlos e seu amigo, o cão Lobo, com dois episódios inéditos por semana, às terças, às 23h30, e aos domingos, às 23h.Pioneira, a atração nacional produzida no início dos anos 1960 foi um sucesso de audiência pela TV Tupi. O seriado mostra a dupla em tramas de combate ao crime a bordo de uma motocicleta Harley-Davidson 1952 ou de um carro modelo Simca Chambord 1959. Atrações musicais Acervo Musical com Bia Aparecida e Waldecir de Oliveira - Divulgação / TV BrasilProgramas musicais e shows embalam as noites de sexta e sábado na nova programação da TV Brasil. Em novo dia e horário, às sextas, à meia-noite, o Todas as Bossas estreia a quarta temporada com a performance do grupo Molejo.Logo depois, à 1h, o Cena Instrumental tem edições inéditas na telinha. Sob o comando da jornalista e cantora Bia Aparecida, os dois programas trazem shows exclusivos gravados no histórico estúdio 3 da emissora pública.Ainda na madrugada de sexta para sábado, a TV Brasil apresenta uma sequência de atrações musicais: o Hypershow, da Rede Minas, às 2h; o tradicional Samba na Gamboa, conduzido pelo cantor e compositor Diogo Nogueira, às 3h; o programa Alto-Falante, da Rede Minas, às 4h; e encerra a faixa com o Acervo Musical, às 5h.O programa Acervo Musical estreia na sequência, às 21h, ao recuperar apresentações que fizeram história e foram registradas pala TVE/RJ e Rádios MEC e Nacional. Logo após, às 21h30, o Alto-Falante tem edições inéditas. Produzido pela Rede Minas, é apresentado por Terence Machado, Adriano Falabella e Sabrina Damasceno.A TV Brasil exibe espetáculos gravados por emissoras parceiras da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) a partir das 22h30 na faixa Shows Mais Brasil. Com grandes apresentações de artistas regionais e personalidades renomadas, a maratona musical dura seis horas e meia com os mais diversos estilos e gêneros que caracterizam a produção sonora do país. Faixas diárias com programas da Rede e de Parceiras Apresentadora Carolina Rocha - Divulgação / TV BrasilPara valorizar as emissoras que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), a TV Brasil exibe para todo o país em sua programação uma série de programas realizados por esses canais parceiros.A Faixa Rural destaca a vida no campo de segunda a sexta, às 6h, e aos sábados, a partir das 5h30. Produzido pela TVU/RN, o programa Tela Rural vai ao ar às segundas. Realizado pela TV Cultura do Pará, o Cozinha Amazônia é a atração das terças.O Agro Nacional é um programa próprio da TV Brasil que entra às quartas enquanto a produção independente Vale Agrícola é exibida às quintas. Coprodução da Embrapa com a Emater, o programa Terra Sul tem janela às sextas. A faixa também é apresentada aos sábados, às 5h30, com o Rio Grande Rural, outra produção da Emater.Com destaque para o novo programa Cai no Vestibular, produção própria da TV Brasil no ar diariamente às 7h, de segunda a sábado, a Faixa Educação contempla ainda outras produções vão ao ar de segunda a sexta, na sequência, às 7h15.O Camarote 21, da Deutsche Welle, abre a semana às segundas. Já o programa Viver Ciência, da UFG, é exibido às terças. A série Luthiers, obra da TV Brasil, é a atração das quartas. Já a produção documental Amazônia Legal vai ao ar às quintas enquanto o programa Praticarte, da TV Encontro das Águas, às sextas.A faixa de saúde e bem-estar pode ser conferida na telinha da emissora pública de segunda a sexta-feira, às 7h15. O programa Nova Amazônia, da TV Encontro das Águas, é apresentado às segundas. A TVE Bahia contribui com o Soterópolis, às terças, enquanto a Rede Minas disponibiliza o Sou 60, às quartas. A TV Brasil estreia o Vida + Leve às quintas enquanto o programa Viver Mais, da TV Ceará, tem exibição às sextas.


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  • 23/56   Apple manda fechar lojas fora da China até 27 de março

    Lojas da Apple fora da China, situadas em país da Europa e Estados Unidos, por exemplo, terão suas atividades interrompidas temporariamente para evitar o alastramento do Coronavírus entre os clientes e funcionários

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  • 24/56   De olho na Anatel | Galaxy A11, Motorola 'Racer' e outras homologações

    Semana parada na Anatel tem homologação do Galaxy A11, sucessor do Android mais vendido no Brasil ano passado, além de algumas certificações de aparelhos da Motorola já concluídas, mas que ainda falta publicar documentação

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  • 25/56   Apple fecha todas as lojas fora da China por pandemia

    A Apple, a gigante da tecnologia americana, tomou uma medida drástica para evitar a dissiminação do novo coronavírus. A empresa vai fechar temporariamente todas as lojas fora da China. STOCKSHOTS

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  • 26/56   Como desativar o comando de voz "OK, Google" no seu celular

    O "OK, Google", comando de voz do assistente pessoal do Android, embora prático, costuma incomodar alguns usuários. É possível desativá-lo de maneira simples, prática e rápida, acessando o menu do aplicativo do Google

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  • 27/56   Coronavírus: as medidas mais recentes tomadas por governos no Brasil e no mundo contra a pandemia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Países tentam conter a disseminação da covid-19, doença causada pelo vírus; União Europeia quer fechar fronteiras e, no Brasil, Rio de Janeiro decretou estado de emergência.

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  • 28/56   Macron declara 'guerra' ao coronavírus e impõe confinamento quase total na França
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A partir desta próxima terça-feira (17), ao meio-dia no horário local, a França exigirá confinamento quase total de todos os seus cidadãos, que só poderão sair à rua por motivos de primeira necessidade, anunciou nesta segunda o presidente Emmanuel Macron.

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  • 29/56   Coronavírus: Argentina inicia operação para expulsar estrangeiros que não cumprem quarentena
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Fontes do Ministério do Interior afirmaram à BBC News Brasil que, até domingo (15), 270 turistas, a maioria europeus, tinham sido 'expulsos' do país sul-americano.

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  • 30/56   EUA e China trocam acusações sobre origem da pandemia de coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O chefe da diplomacia americana, Mike Pompeo, acusou a China nesta segunda-feira de "espalhar desinformação e rumores extravagantes" sobre a origem do coronavírus, o que provocou a reação de Pequim.

    O chefe da diplomacia americana, Mike Pompeo, acusou a China nesta segunda-feira de "espalhar desinformação e rumores extravagantes" sobre a origem do coronavírus, o que provocou a reação de Pequim.


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  • 31/56   UE fechará suas fronteiras e Trump reconhece risco de recessão por coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A União Europeia anunciou nesta segunda-feira (16) que fechará todas as suas fronteiras durante 30 dias por causa do avanço do novo coronavírus, e nos Estados Unidos o presidente Donald Trump reconheceu o risco de que a pandemia cause uma recessão no país.

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  • 32/56   Médicos italianos pedem para serem submetidos a exames de coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O sindicato dos profissionais de medicina da Itália pediu nesta segunda-feira ao governo que faça os testes para detectar o novo coronavírus em todo o corpo médico do país, a fim de impedir que eles o transmitam aos pacientes.

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  • 33/56   EUA realiza primeiro teste em humanos da vacina contra o coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O primeiro teste em humanos para avaliar uma vacina contra o coronavírus teve início em Seattle, informaram as autoridades de saúde dos Estados Unidos nesta segunda-feira.

    O primeiro teste em humanos para avaliar uma vacina contra o coronavírus teve início em Seattle, informaram as autoridades de saúde dos Estados Unidos nesta segunda-feira.


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  • 34/56   O fechamento da UE e outras medidas comuns para conter o coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A Comissão Europeia propôs nesta segunda-feira (16) a restrição de viagens consideradas "não essenciais" na União Europeia (UE), a última de uma série de medidas comuns para limitar as consequências econômicas e humanas do novo coronavírus.

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  • 35/56   Trump diz que surto de coronavirus pode durar até julho ou agosto nos EUA
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu na segunda-feira que se evitem reuniões de mais de 10 pessoas para impedir a propagação do novo coronavírus, e disse que a luta contra a pandemia pode durar até julho ou agosto no país.

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  • 36/56   Baile de gala do Met de Nova York adiado pelo coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Devido ao coronavírus e ao fechamento "responsável e inevitável" do museu, a abertura da exposição desse ano, "About Time: Fashion and Duration", e o baile foi adiados

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  • 37/56   Bolsonaro tem que sair da Presidência, diz Janaina Paschoal
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve sair do cargo após ter contrariado seu próprio ministro da Saúde e, em meio à pandemia de coronavírus, ter tocado em apoiadores durante manifestação no domingo (15). "Esse senhor tem que sair da Presidência da República, deixa o [Hamilton] Mourão [vice-presidente], que entende de defesa, conduzir a nação", pediu Janaina nesta segunda (16), em discurso na Assembleia Legislativa de São Paulo. A deputada também criticou o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), por, na sua avaliação, não ter tomado medidas suficientes contra a pandemia. "Se houver um colapso no sistema de saúde em São Paulo, o governador deve perder o cargo", completou. Janaina afirmou que Bolsonaro cometeu crime contra a saúde pública ao estimular os atos de domingo e ao participar da aglomeração, já que ele próprio está sob suspeita de ter contraído a Covid-19. Embora o resultado de seu teste na semana passada ter sido negativo, ele fará novos exames, e ao menos 12 pessoas que se encontraram com ele estão com a doença. "Como um homem que está possivelmente infectado vai para o meio da multidão? [...] Ele está brincando? Ele acha que pode tudo? As autoridades têm que se unir e pedir para ele se afastar. Não temos tempo para um processo de impeachment", afirmou. Pelo Twitter, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) respondeu. "São 57.796.986 de brasileiros que votaram contra o sistema e a favor de Bolsonaro. A senhora tem todo o direito de se arrepender, não a criticarei por isso. Mas nunca se esqueça: a vontade do povo é (e continuará sendo) soberana." Após ter sido cotada para ser vice de Bolsonaro na campanha de 2018, Janaina afirmou nesta segunda, pela primeira vez, que se arrependeu do seu voto no presidente. Autora do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (PT), a advogada e professora da USP teve mais de 2 milhões de votos para deputada estadual, um recorde nacional. "Ele desrespeitou a ordem do ministro da Saúde. O que ele fez ontem é inadmissível, injustificável, indefensável", disse Janaina na tribuna. Em outras ocasiões, a deputada foi crítica a Bolsonaro e nunca se considerou bolsonarist, mas até agora mantinha o apoio ao governo federal. Também autor do pedido de impeachment de Dilma, o jurista Miguel Reale Júnior defende que o Ministério Público peça para que Bolsonaro seja submetido a uma junta médica para determinar se ele tem sanidade mental para ser presidente. Reale afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que Bolsonaro deve ser considerado inimputável por ter participado do ato em Brasília. Na Assembleia, Janaina disse que as autoridades têm que ter responsabilidade. "Isso é homicídio doloso. Quanto as autoridades têm o poder e dever de tomar providências para evitar um resultado danoso e assim não procedem, elas respondem por esse resultado. Isso vai ser atribuído ao governador do estado e principalmente ao presidente da República", afirmou. Segundo Janaina, na quinta (12), ela pediu a Doria que suspendesse cerimônias e inaugurações. "Ele riu na minha cara e disse que estava seguindo técnicos", disse a deputada. No fim de semana, Doria tomou medidas mais restritivas, como suspensão de aulas e eventos, mas a deputada diz que isso não parece suficiente. "Ele continua fazendo inaugurações. Não pode", disse. No domingo, Bolsonaro estimulou e participou de manifestações em diferentes pontos do país. Os atos tiveram gritos de guerra e faixas em defesa do governo federal e uma série de ataques ao Congresso e ao STF (Supremo Tribunal Federal). Também houve pedidos por parte dos manifestantes de intervenção militar e AI-5 (decreto da ditadura que permitiu a cassação de mandatos de parlamentares contrários ao regime, a implementação de censura prévia e a suspensão do habeas corpus por crimes de motivação política, entre outras medidas). Na quinta, o presidente havia pedido que as manifestações fossem adiadas. Porém, apoiadores do presidente, como Olavo de Carvalho, continuaram as convocações.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve sair do cargo após ter contrariado seu próprio ministro da Saúde e, em meio à pandemia de coronavírus, ter tocado em apoiadores durante manifestação no domingo (15). "Esse senhor tem que sair da Presidência da República, deixa o [Hamilton] Mourão [vice-presidente], que entende de defesa, conduzir a nação", pediu Janaina nesta segunda (16), em discurso na Assembleia Legislativa de São Paulo. A deputada também criticou o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), por, na sua avaliação, não ter tomado medidas suficientes contra a pandemia. "Se houver um colapso no sistema de saúde em São Paulo, o governador deve perder o cargo", completou. Janaina afirmou que Bolsonaro cometeu crime contra a saúde pública ao estimular os atos de domingo e ao participar da aglomeração, já que ele próprio está sob suspeita de ter contraído a Covid-19. Embora o resultado de seu teste na semana passada ter sido negativo, ele fará novos exames, e ao menos 12 pessoas que se encontraram com ele estão com a doença. "Como um homem que está possivelmente infectado vai para o meio da multidão? [...] Ele está brincando? Ele acha que pode tudo? As autoridades têm que se unir e pedir para ele se afastar. Não temos tempo para um processo de impeachment", afirmou. Pelo Twitter, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) respondeu. "São 57.796.986 de brasileiros que votaram contra o sistema e a favor de Bolsonaro. A senhora tem todo o direito de se arrepender, não a criticarei por isso. Mas nunca se esqueça: a vontade do povo é (e continuará sendo) soberana." Após ter sido cotada para ser vice de Bolsonaro na campanha de 2018, Janaina afirmou nesta segunda, pela primeira vez, que se arrependeu do seu voto no presidente. Autora do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (PT), a advogada e professora da USP teve mais de 2 milhões de votos para deputada estadual, um recorde nacional. "Ele desrespeitou a ordem do ministro da Saúde. O que ele fez ontem é inadmissível, injustificável, indefensável", disse Janaina na tribuna. Em outras ocasiões, a deputada foi crítica a Bolsonaro e nunca se considerou bolsonarist, mas até agora mantinha o apoio ao governo federal. Também autor do pedido de impeachment de Dilma, o jurista Miguel Reale Júnior defende que o Ministério Público peça para que Bolsonaro seja submetido a uma junta médica para determinar se ele tem sanidade mental para ser presidente. Reale afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que Bolsonaro deve ser considerado inimputável por ter participado do ato em Brasília. Na Assembleia, Janaina disse que as autoridades têm que ter responsabilidade. "Isso é homicídio doloso. Quanto as autoridades têm o poder e dever de tomar providências para evitar um resultado danoso e assim não procedem, elas respondem por esse resultado. Isso vai ser atribuído ao governador do estado e principalmente ao presidente da República", afirmou. Segundo Janaina, na quinta (12), ela pediu a Doria que suspendesse cerimônias e inaugurações. "Ele riu na minha cara e disse que estava seguindo técnicos", disse a deputada. No fim de semana, Doria tomou medidas mais restritivas, como suspensão de aulas e eventos, mas a deputada diz que isso não parece suficiente. "Ele continua fazendo inaugurações. Não pode", disse. No domingo, Bolsonaro estimulou e participou de manifestações em diferentes pontos do país. Os atos tiveram gritos de guerra e faixas em defesa do governo federal e uma série de ataques ao Congresso e ao STF (Supremo Tribunal Federal). Também houve pedidos por parte dos manifestantes de intervenção militar e AI-5 (decreto da ditadura que permitiu a cassação de mandatos de parlamentares contrários ao regime, a implementação de censura prévia e a suspensão do habeas corpus por crimes de motivação política, entre outras medidas). Na quinta, o presidente havia pedido que as manifestações fossem adiadas. Porém, apoiadores do presidente, como Olavo de Carvalho, continuaram as convocações.


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  • 38/56   Sem Bolsonaro, reunião com Toffoli, Maia e Alcolumbre discute medidas contra coronavírus
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), se reuniram nesta segunda (16) com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, para discutir medidas que o Judiciário e o Legislativo podem adotar contra a propagação do coronavírus. Também foi debatida a flexibilização das compras do governo na área da saúde. O presidente Jair Bolsonaro, que tem protagonizado embates políticos com os dois Poderes, não participou. A reunião no STF durou mais de duas horas. Após o encontro, Toffoli afirmou que a corte vai manter as sessões presenciais de julgamento, mas vai ampliar o uso do plenário virtual -no qual os ministros votam pela internet. Na semana passada, medidas restritivas no prédio do STF já haviam sido adotadas e serão mantidas. Os julgamentos estão ocorrendo sem presença de público --apenas as partes e seus advogados podem entrar no plenário e nas salas das turmas. Mandetta disse que é importante que os Poderes continuem funcionando e não aconselhou o tribunal a suspender as sessões. "Eles [ministros] devem se utilizar muito dos meios eletrônicos", sugeriu. O STJ (Superior Tribunal de Justiça), diferentemente, decidiu suspender as sessões presenciais ao menos até o dia 27. O presidente do STJ, ministro João Otávio de Noronha, também participou da reunião no Supremo. Tanto Toffoli como Mandetta disseram que é importante que neste momento de crise o governo possa responder com agilidade ao avanço do coronavírus, adquirindo insumos de saúde com mais agilidade. Para isso, conversaram sobre possibilidades de flexibilizar a Lei de Licitações (nº 8.666) neste período, o que pode ter de passar também pelo Legislativo. O ministro da Saúde afirmou que já havia conversado com o presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), José Múcio Monteiro, sobre esse tema. O ministério quer ter garantia de que não terá problemas mais adiante se fizer compras emergenciais. Toffoli informou que agendou uma reunião para a tarde desta terça (17) com a AGU (Advocacia-Geral da União), a DPU (Defensoria Pública da União) e TCU para discutir esse tópico. A reunião de Toffoli, Maia e Alcolumbre foi lida por ministros de tribunais superiores como uma forma de o Judiciário e o Legislativo marcarem posição e assumirem protagonismo nas medidas de combate ao coronavírus, em contraposição às atitudes do presidente Jair Bolsonaro. O chefe do Executivo tem minimizado os efeitos da doença e disse, nesta segunda, que as consequências do avanço do coronavírus estão "superdimensionadas". Com o encontro desta segunda, os representantes do Judiciário e do Legislativo buscaram se unir para dar uma resposta sem a figura de Bolsonaro. Apesar da leitura, Toffoli evitou dar o tom de que os Poderes estão isolando o Executivo. "O Executivo estava presente na figura de seu ministro da Saúde", afirmou, tecendo elogios ao titular da pasta. O presidente do STF também não quis comentar as manifestações deste domingo (15), que tiveram bandeiras anti-Supremo e a participação de Bolsonaro no ato em Brasília. "As manifestações de ontem não foram pauta da reunião de hoje", disse Toffoli, ao ser questionado pelos jornalistas. Toffoli marcou a reunião, que foi realizada a portas fechadas, após voltar de uma viagem ao Marrocos, onde houve registros do novo vírus. A assessoria de Toffoli informou que ele participou do encontro porque, conforme orientação das autoridades, ele não se enquadrava na situação de quarentena ou isolamento, "uma vez que não apresenta sintomas, não esteve em contato com casos suspeitos ou contaminados, não se expôs a situações de risco de contágio e não esteve em país com casos de contágio local e sustentado". Já Mandetta foi questionado por jornalistas sobre a participação de Bolsonaro no ato de domingo, no qual o presidente falou de perto com apoiadores e fez selfies com eles em frente ao Palácio do Planalto. "Acho que o presidente fez a sua passagem ali, vocês podem questionar", respondeu. "Agora, ontem, a praia estava superlotada no Rio de Janeiro. Os bares do Leblon, tem amigos meus que me mandavam várias fotos brindando." "Nós precisamos, em vez de apontar o dedo, entender que vai ser do comportamento coletivo que a gente vai ter mais intensidade ou menos intensidade dos casos", disse o ministro da Saúde. "Vocês da imprensa, quando se aglutinam todos aqui, um do lado do outro [durante a entrevista coletiva], vocês estão muito longe de ter um comportamento que a gente possa falar 'esse é um comportamento exemplar'."

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), se reuniram nesta segunda (16) com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, para discutir medidas que o Judiciário e o Legislativo podem adotar contra a propagação do coronavírus. Também foi debatida a flexibilização das compras do governo na área da saúde. O presidente Jair Bolsonaro, que tem protagonizado embates políticos com os dois Poderes, não participou. A reunião no STF durou mais de duas horas. Após o encontro, Toffoli afirmou que a corte vai manter as sessões presenciais de julgamento, mas vai ampliar o uso do plenário virtual -no qual os ministros votam pela internet. Na semana passada, medidas restritivas no prédio do STF já haviam sido adotadas e serão mantidas. Os julgamentos estão ocorrendo sem presença de público --apenas as partes e seus advogados podem entrar no plenário e nas salas das turmas. Mandetta disse que é importante que os Poderes continuem funcionando e não aconselhou o tribunal a suspender as sessões. "Eles [ministros] devem se utilizar muito dos meios eletrônicos", sugeriu. O STJ (Superior Tribunal de Justiça), diferentemente, decidiu suspender as sessões presenciais ao menos até o dia 27. O presidente do STJ, ministro João Otávio de Noronha, também participou da reunião no Supremo. Tanto Toffoli como Mandetta disseram que é importante que neste momento de crise o governo possa responder com agilidade ao avanço do coronavírus, adquirindo insumos de saúde com mais agilidade. Para isso, conversaram sobre possibilidades de flexibilizar a Lei de Licitações (nº 8.666) neste período, o que pode ter de passar também pelo Legislativo. O ministro da Saúde afirmou que já havia conversado com o presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), José Múcio Monteiro, sobre esse tema. O ministério quer ter garantia de que não terá problemas mais adiante se fizer compras emergenciais. Toffoli informou que agendou uma reunião para a tarde desta terça (17) com a AGU (Advocacia-Geral da União), a DPU (Defensoria Pública da União) e TCU para discutir esse tópico. A reunião de Toffoli, Maia e Alcolumbre foi lida por ministros de tribunais superiores como uma forma de o Judiciário e o Legislativo marcarem posição e assumirem protagonismo nas medidas de combate ao coronavírus, em contraposição às atitudes do presidente Jair Bolsonaro. O chefe do Executivo tem minimizado os efeitos da doença e disse, nesta segunda, que as consequências do avanço do coronavírus estão "superdimensionadas". Com o encontro desta segunda, os representantes do Judiciário e do Legislativo buscaram se unir para dar uma resposta sem a figura de Bolsonaro. Apesar da leitura, Toffoli evitou dar o tom de que os Poderes estão isolando o Executivo. "O Executivo estava presente na figura de seu ministro da Saúde", afirmou, tecendo elogios ao titular da pasta. O presidente do STF também não quis comentar as manifestações deste domingo (15), que tiveram bandeiras anti-Supremo e a participação de Bolsonaro no ato em Brasília. "As manifestações de ontem não foram pauta da reunião de hoje", disse Toffoli, ao ser questionado pelos jornalistas. Toffoli marcou a reunião, que foi realizada a portas fechadas, após voltar de uma viagem ao Marrocos, onde houve registros do novo vírus. A assessoria de Toffoli informou que ele participou do encontro porque, conforme orientação das autoridades, ele não se enquadrava na situação de quarentena ou isolamento, "uma vez que não apresenta sintomas, não esteve em contato com casos suspeitos ou contaminados, não se expôs a situações de risco de contágio e não esteve em país com casos de contágio local e sustentado". Já Mandetta foi questionado por jornalistas sobre a participação de Bolsonaro no ato de domingo, no qual o presidente falou de perto com apoiadores e fez selfies com eles em frente ao Palácio do Planalto. "Acho que o presidente fez a sua passagem ali, vocês podem questionar", respondeu. "Agora, ontem, a praia estava superlotada no Rio de Janeiro. Os bares do Leblon, tem amigos meus que me mandavam várias fotos brindando." "Nós precisamos, em vez de apontar o dedo, entender que vai ser do comportamento coletivo que a gente vai ter mais intensidade ou menos intensidade dos casos", disse o ministro da Saúde. "Vocês da imprensa, quando se aglutinam todos aqui, um do lado do outro [durante a entrevista coletiva], vocês estão muito longe de ter um comportamento que a gente possa falar 'esse é um comportamento exemplar'."


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  • 39/56   PDT protocola medida cautelar contra Bolsonaro para que ele entre em quarentena
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em resposta à participação de Jair Bolsonaro (sem partido) em ato favorável ao seu governo e contra o Congresso e o STF no domingo (15), o PDT (Partido Democrático Trabalhista) entrou na Justiça com pedido de medida cautelar de urgência contra o presidente da República. A ação civil pública, protocolada nesta segunda-feira (16) na Seção Judiciária do Distrito Federal, acusa Bolsonaro de colocar a saúde dos cidadãos em risco ao desrespeitar recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS) para combate contra o novo coronavírus. O partido pede que Bolsonaro seja obrigado a entrar em quarentena e fique proibido de manter contato, incitar ou organizar manifestações populares até a volta da normalidade das questões de saúde pública. “[O presidente] tem dever de zelar pela saúde pública, pela redução dos danos da pandemia que já apresenta quadro de epidemia no Brasil. Não se trata do cuidado com a sua saúde individual, mas com a responsabilidade compartilhada de estar inserido em uma comunidade”, afirma o documento. Apesar de inicialmente ter pedido a seus apoiadores que não fossem aos atos por causa da crise do coronavírus, o presidente estimulou os protestos com postagens nas redes sociais e ainda participou das manifestações em Brasília. Sem usar máscara, ele tocou manifestantes e manuseou os celulares de alguns para fazer selfies. Até o momento, 13 pessoas que estiveram com Bolsonaro durante viagem a Miami, nos Estados Unidos, estão infectadas com o novo coronavírus. “Não bastasse o tamanho menoscabo e mesquinhez do Excelentíssimo Presidente da República, ao ser indagado pela imprensa acerca do risco de aparição e fomento às manifestações, o senhor Jair Messias Bolsonaro chamou de ‘extremismo’ e ‘histeria’ as medidas adotadas diante da pandemia”, diz a ação. Segundo o PDT, o aceite da medida cautelar pelo Judiciário não diminuiria ou vilipendiaria os direitos do presidente, já que ele poderia exercer as suas funções em resguardo. “Sublinhe-se que a comunicação do presidente da República com os cidadãos também não restará prejudicada, vez que o senhor Jair Messias Bolsonaro é adepto do expediente de realização de lives e divulgação de posicionamentos presidenciais por meio de vídeos a serem lançados nas redes sociais”, completa.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em resposta à participação de Jair Bolsonaro (sem partido) em ato favorável ao seu governo e contra o Congresso e o STF no domingo (15), o PDT (Partido Democrático Trabalhista) entrou na Justiça com pedido de medida cautelar de urgência contra o presidente da República. A ação civil pública, protocolada nesta segunda-feira (16) na Seção Judiciária do Distrito Federal, acusa Bolsonaro de colocar a saúde dos cidadãos em risco ao desrespeitar recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS) para combate contra o novo coronavírus. O partido pede que Bolsonaro seja obrigado a entrar em quarentena e fique proibido de manter contato, incitar ou organizar manifestações populares até a volta da normalidade das questões de saúde pública. “[O presidente] tem dever de zelar pela saúde pública, pela redução dos danos da pandemia que já apresenta quadro de epidemia no Brasil. Não se trata do cuidado com a sua saúde individual, mas com a responsabilidade compartilhada de estar inserido em uma comunidade”, afirma o documento. Apesar de inicialmente ter pedido a seus apoiadores que não fossem aos atos por causa da crise do coronavírus, o presidente estimulou os protestos com postagens nas redes sociais e ainda participou das manifestações em Brasília. Sem usar máscara, ele tocou manifestantes e manuseou os celulares de alguns para fazer selfies. Até o momento, 13 pessoas que estiveram com Bolsonaro durante viagem a Miami, nos Estados Unidos, estão infectadas com o novo coronavírus. “Não bastasse o tamanho menoscabo e mesquinhez do Excelentíssimo Presidente da República, ao ser indagado pela imprensa acerca do risco de aparição e fomento às manifestações, o senhor Jair Messias Bolsonaro chamou de ‘extremismo’ e ‘histeria’ as medidas adotadas diante da pandemia”, diz a ação. Segundo o PDT, o aceite da medida cautelar pelo Judiciário não diminuiria ou vilipendiaria os direitos do presidente, já que ele poderia exercer as suas funções em resguardo. “Sublinhe-se que a comunicação do presidente da República com os cidadãos também não restará prejudicada, vez que o senhor Jair Messias Bolsonaro é adepto do expediente de realização de lives e divulgação de posicionamentos presidenciais por meio de vídeos a serem lançados nas redes sociais”, completa.


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  • 40/56   Universal Pictures vai disponibilizar filmes em casa e nos cinemas no mesmo dia
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    (Reuters) - A Universal Pictures, divisão da NBCUniversal controlada pela Comcast, disponibilizará filmes para consumidores em casa e em cinemas do mundo todo no mesmo dia de lançamento, começando com a animação da DreamWorks "Trolls World Tour" - que estreia nos Estados Unidos em 10 de abril. A decisão é uma resposta às mudanças de comportamento dos consumidores com o avanço do coronavírus e subverte a prática tradicional de manter um filme exclusivamente nos cinemas por um intervalo típico de 90 dias antes de sua disponibilização em outras plataformas.

    (Reuters) - A Universal Pictures, divisão da NBCUniversal controlada pela Comcast, disponibilizará filmes para consumidores em casa e em cinemas do mundo todo no mesmo dia de lançamento, começando com a animação da DreamWorks "Trolls World Tour" - que estreia nos Estados Unidos em 10 de abril. A decisão é uma resposta às mudanças de comportamento dos consumidores com o avanço do coronavírus e subverte a prática tradicional de manter um filme exclusivamente nos cinemas por um intervalo típico de 90 dias antes de sua disponibilização em outras plataformas.


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  • 41/56   TJSP suspende audiências por um mês
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Nesta segunda-feira (16), o presidente do Tribunal de Justiça, Geraldo Francisco Pinheiro Franco, determinou a suspensão dos prazos processuais do Tribunal do Júri e das audiências –exceto as de custódia e de apresentação de adolescentes infratores– por um prazo de 30 dias. A justificativa é de impedir o alastramento da pandemia, especialmente dentro dos estabelecimentos prisionais, cuja aglomeração é inevitável. O eventual excesso de prazo nas decisões judiciais "se justificam pela excepcionalidade da situação crítica envolvendo o risco à saúde pública e dos próprios cidadãos individualmente considerados, inclusive os encarcerados", escreveu o presidente do TJSP. Segundo o magistrado, a Secretaria de Administração Penitenciária concorda em evitar a apresentação de presos, sob pena de agravamento do risco de contaminação da população carcerária. Algumas audiências poderão ser realizadas por videoconferência. Também ficam suspensas as entrevistas do setor psicossocial e as perícias e visitas de juiz corregedor às unidades prisionais, aos Centros de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente e às entidades de acolhimento. Com a decisão, também ficam afastados do trabalho por um mês magistrados e servidores com mais de 60 anos, deficientes, gestantes e quem tem doença crônica. Também ficam afastados aqueles que apresentarem sintomas da covid-19.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Nesta segunda-feira (16), o presidente do Tribunal de Justiça, Geraldo Francisco Pinheiro Franco, determinou a suspensão dos prazos processuais do Tribunal do Júri e das audiências –exceto as de custódia e de apresentação de adolescentes infratores– por um prazo de 30 dias. A justificativa é de impedir o alastramento da pandemia, especialmente dentro dos estabelecimentos prisionais, cuja aglomeração é inevitável. O eventual excesso de prazo nas decisões judiciais "se justificam pela excepcionalidade da situação crítica envolvendo o risco à saúde pública e dos próprios cidadãos individualmente considerados, inclusive os encarcerados", escreveu o presidente do TJSP. Segundo o magistrado, a Secretaria de Administração Penitenciária concorda em evitar a apresentação de presos, sob pena de agravamento do risco de contaminação da população carcerária. Algumas audiências poderão ser realizadas por videoconferência. Também ficam suspensas as entrevistas do setor psicossocial e as perícias e visitas de juiz corregedor às unidades prisionais, aos Centros de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente e às entidades de acolhimento. Com a decisão, também ficam afastados do trabalho por um mês magistrados e servidores com mais de 60 anos, deficientes, gestantes e quem tem doença crônica. Também ficam afastados aqueles que apresentarem sintomas da covid-19.


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  • 42/56   Bolsonaro tem que sair da Presidência, afirma Janaina Paschoal
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve sair do cargo após ter contrariado seu próprio ministro da Saúde e, em meio à pandemia de coronavírus, ter tocado em apoiadores durante manifestação a seu favor no domingo (15), em Brasília. "Esse senhor tem que sair da Presidência da República, deixa o [Hamilton] Mourão [vice-presidente], que entende de defesa, conduzir a nação", pediu Janaina nesta segunda-feira (16), em discurso na Assembleia Legislativa de São Paulo. A deputada também dirigiu críticas ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB), por, na avaliação dela, não ter tomado medidas suficientes contra o coronavírus. "Se houver um colapso no sistema de saúde em São Paulo, o governador deve perder o cargo", completou. Janaina afirmou que Bolsonaro cometeu crime contra a saúde pública ao estimular os atos de domingo e ao participar da aglomeração, já que ele próprio está sob suspeita de ter contraído a Covid-19. Embora o resultado de seu teste na semana passada tenha sido negativo, ele fará novos exames, e ao menos 12 pessoas que se encontraram com ele estão com a doença. "Como um homem que está possivelmente infectado vai para o meio da multidão? [...] Ele está brincando? Ele acha que pode tudo? As autoridades têm que se unir e pedir para ele se afastar. Não temos tempo para um processo de impeachment." Pelo Twitter, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, respondeu após a fala da deputada. "São 57.796.986 de brasileiros que votaram contra o sistema e a favor de Bolsonaro. A senhora tem todo o direito de se arrepender, não a criticarei por isso. Mas nunca se esqueça: a vontade do povo é (e continuará sendo) soberana." Após ter sido cotada para ser vice de Bolsonaro na campanha de 2018, Janaina afirmou nesta segunda, pela primeira vez, que se arrependeu do seu voto no presidente. Autora do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (PT), a advogada e professora da USP teve mais de 2 milhões de votos em sua eleição para deputada estadual, um recorde nacional. "Ele desrespeitou a ordem do ministro da Saúde. O que ele fez ontem é inadmissível, injustificável, indefensável", disse Janaina na tribuna. Em outras ocasiões, a deputada foi crítica a Bolsonaro e nunca se considerou bolsonarista —mas até agora mantinha o apoio ao governo federal. Ela já afirmou, por exemplo, que pessoas próximas ao presidente alimentam visão conspiratória e que isso é prejudicial. Também autor do pedido de impeachment de Dilma, o jurista Miguel Reale Júnior defende que o Ministério Público peça para que Bolsonaro seja submetido a uma junta médica para determinar se ele tem sanidade mental para ser presidente. Reale afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que Bolsonaro deve ser considerado inimputável por ter participado do ato em Brasília. Em sua fala na Assembleia, Janaina afirmou que as autoridades têm que ter responsabilidade e voltou suas críticas a Doria e Bolsonaro. "Isso é homicídio doloso. Quanto as autoridades têm o poder e dever de tomar providências para evitar um resultado danoso e assim não procedem, elas respondem por esse resultado. Isso vai ser atribuído ao governador do estado e principalmente ao presidente da República", afirmou ela. Segundo Janaina, na quinta (12), ela pediu a Doria que suspendesse cerimônias, homenagens e inaugurações. "Ele riu na minha cara e disse que estava seguindo técnicos", disse ela. No fim de semana, Doria tomou medidas mais restritivas, como suspensão de aulas e eventos, mas a deputada diz que isso não parece suficiente. "Ele continua fazendo inaugurações. Não pode mais, autoridade tem que dar a sinalização", disse. Nesta segunda, Bolsonaro acusou a cúpula do Poder Legislativo de ter iniciado contra ele uma "luta de poder" e afirmou que seria um golpe de Estado isolá-lo. Em entrevista por telefone à Rádio Bandeirantes, ele disse que tem sido ameaçado "o tempo todo" e que não existem hoje elementos para a "abertura formal de um processo de impeachment contra ele". "Não pode um chefe do Poder Executivo viver ameaçado o tempo todo", afirmou. "Seria um golpe isolar o chefe do Poder Executivo por interesses outros que não sejam os republicanos", afirmou. Em uma referência a Fernando Collor e a Dilma Rousseff, presidentes que sofreram processos de impeachment, Bolsonaro disse que não foi acusado de corrupção nem cometeu irregularidades na área fiscal. "Eu não abuso e não tenho qualquer envolvimento com corrupção. E terceiro fato: um impeachment só pode haver, no meu entender, se o povo estiver favorável a isso. Não existe nenhum ingrediente no tocante a isso daí." Para o presidente, houve motivação política nas críticas feitas contra ele pelos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por sua participação em manifestação neste domingo, apesar das recomendações do Ministério da Saúde para evitar aglomerações. "Nós estamos em uma briga pelo poder e vou ser fiel àquilo que eu sempre tive com a população brasileira. Não dá para querer jogar nas minhas costas uma possível disseminação do vírus", disse. No domingo, Bolsonaro estimulou e participou de manifestações em diferentes pontos do país. Os atos tiveram gritos de guerra e faixas em defesa do governo federal e uma série de ataques ao Congresso e ao STF (Supremo Tribunal Federal). Também houve pedidos de intervenção militar e AI-5 por parte dos manifestantes. O presidente incentivou os atos desde cedo em suas redes sociais —foram ao menos 42 postagens sobre o tema. Sem máscara, participou das manifestações, tocando simpatizantes e manuseando o celular de alguns apoiadores para fazer selfies. "Isso não tem preço", disse, durante transmissão ao vivo em suas redes sociais. Na quinta, o presidente havia pedido que as manifestações fossem adiadas. Como a Folha de S.Paulo mostrou, porém, apoiadores do presidente e líderes do bolsonarismo, como Olavo de Carvalho, continuaram as convocações.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve sair do cargo após ter contrariado seu próprio ministro da Saúde e, em meio à pandemia de coronavírus, ter tocado em apoiadores durante manifestação a seu favor no domingo (15), em Brasília. "Esse senhor tem que sair da Presidência da República, deixa o [Hamilton] Mourão [vice-presidente], que entende de defesa, conduzir a nação", pediu Janaina nesta segunda-feira (16), em discurso na Assembleia Legislativa de São Paulo. A deputada também dirigiu críticas ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB), por, na avaliação dela, não ter tomado medidas suficientes contra o coronavírus. "Se houver um colapso no sistema de saúde em São Paulo, o governador deve perder o cargo", completou. Janaina afirmou que Bolsonaro cometeu crime contra a saúde pública ao estimular os atos de domingo e ao participar da aglomeração, já que ele próprio está sob suspeita de ter contraído a Covid-19. Embora o resultado de seu teste na semana passada tenha sido negativo, ele fará novos exames, e ao menos 12 pessoas que se encontraram com ele estão com a doença. "Como um homem que está possivelmente infectado vai para o meio da multidão? [...] Ele está brincando? Ele acha que pode tudo? As autoridades têm que se unir e pedir para ele se afastar. Não temos tempo para um processo de impeachment." Pelo Twitter, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, respondeu após a fala da deputada. "São 57.796.986 de brasileiros que votaram contra o sistema e a favor de Bolsonaro. A senhora tem todo o direito de se arrepender, não a criticarei por isso. Mas nunca se esqueça: a vontade do povo é (e continuará sendo) soberana." Após ter sido cotada para ser vice de Bolsonaro na campanha de 2018, Janaina afirmou nesta segunda, pela primeira vez, que se arrependeu do seu voto no presidente. Autora do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (PT), a advogada e professora da USP teve mais de 2 milhões de votos em sua eleição para deputada estadual, um recorde nacional. "Ele desrespeitou a ordem do ministro da Saúde. O que ele fez ontem é inadmissível, injustificável, indefensável", disse Janaina na tribuna. Em outras ocasiões, a deputada foi crítica a Bolsonaro e nunca se considerou bolsonarista —mas até agora mantinha o apoio ao governo federal. Ela já afirmou, por exemplo, que pessoas próximas ao presidente alimentam visão conspiratória e que isso é prejudicial. Também autor do pedido de impeachment de Dilma, o jurista Miguel Reale Júnior defende que o Ministério Público peça para que Bolsonaro seja submetido a uma junta médica para determinar se ele tem sanidade mental para ser presidente. Reale afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que Bolsonaro deve ser considerado inimputável por ter participado do ato em Brasília. Em sua fala na Assembleia, Janaina afirmou que as autoridades têm que ter responsabilidade e voltou suas críticas a Doria e Bolsonaro. "Isso é homicídio doloso. Quanto as autoridades têm o poder e dever de tomar providências para evitar um resultado danoso e assim não procedem, elas respondem por esse resultado. Isso vai ser atribuído ao governador do estado e principalmente ao presidente da República", afirmou ela. Segundo Janaina, na quinta (12), ela pediu a Doria que suspendesse cerimônias, homenagens e inaugurações. "Ele riu na minha cara e disse que estava seguindo técnicos", disse ela. No fim de semana, Doria tomou medidas mais restritivas, como suspensão de aulas e eventos, mas a deputada diz que isso não parece suficiente. "Ele continua fazendo inaugurações. Não pode mais, autoridade tem que dar a sinalização", disse. Nesta segunda, Bolsonaro acusou a cúpula do Poder Legislativo de ter iniciado contra ele uma "luta de poder" e afirmou que seria um golpe de Estado isolá-lo. Em entrevista por telefone à Rádio Bandeirantes, ele disse que tem sido ameaçado "o tempo todo" e que não existem hoje elementos para a "abertura formal de um processo de impeachment contra ele". "Não pode um chefe do Poder Executivo viver ameaçado o tempo todo", afirmou. "Seria um golpe isolar o chefe do Poder Executivo por interesses outros que não sejam os republicanos", afirmou. Em uma referência a Fernando Collor e a Dilma Rousseff, presidentes que sofreram processos de impeachment, Bolsonaro disse que não foi acusado de corrupção nem cometeu irregularidades na área fiscal. "Eu não abuso e não tenho qualquer envolvimento com corrupção. E terceiro fato: um impeachment só pode haver, no meu entender, se o povo estiver favorável a isso. Não existe nenhum ingrediente no tocante a isso daí." Para o presidente, houve motivação política nas críticas feitas contra ele pelos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por sua participação em manifestação neste domingo, apesar das recomendações do Ministério da Saúde para evitar aglomerações. "Nós estamos em uma briga pelo poder e vou ser fiel àquilo que eu sempre tive com a população brasileira. Não dá para querer jogar nas minhas costas uma possível disseminação do vírus", disse. No domingo, Bolsonaro estimulou e participou de manifestações em diferentes pontos do país. Os atos tiveram gritos de guerra e faixas em defesa do governo federal e uma série de ataques ao Congresso e ao STF (Supremo Tribunal Federal). Também houve pedidos de intervenção militar e AI-5 por parte dos manifestantes. O presidente incentivou os atos desde cedo em suas redes sociais —foram ao menos 42 postagens sobre o tema. Sem máscara, participou das manifestações, tocando simpatizantes e manuseando o celular de alguns apoiadores para fazer selfies. "Isso não tem preço", disse, durante transmissão ao vivo em suas redes sociais. Na quinta, o presidente havia pedido que as manifestações fossem adiadas. Como a Folha de S.Paulo mostrou, porém, apoiadores do presidente e líderes do bolsonarismo, como Olavo de Carvalho, continuaram as convocações.


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  • 43/56   Zema fará teste para coronavírus, depois de contato testar positivo
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    BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), fará um teste para detectar se está com Sars-CoV-2, o vírus do novo coronavírus. O governador está assintomático, mas foi comunicado nesta segunda-feira (16) que uma pessoa com quem esteve na semana passada testou positivo. A pessoa também está sem sintomas. A comunicação aconteceu no fim da tarde desta segunda. Zema optou pelo auto-isolamento e irá despachar de casa até ter o resultado.

    BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), fará um teste para detectar se está com Sars-CoV-2, o vírus do novo coronavírus. O governador está assintomático, mas foi comunicado nesta segunda-feira (16) que uma pessoa com quem esteve na semana passada testou positivo. A pessoa também está sem sintomas. A comunicação aconteceu no fim da tarde desta segunda. Zema optou pelo auto-isolamento e irá despachar de casa até ter o resultado.


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  • 44/56   Governo anuncia pacote contra coronavírus com R$ 147,3 bilhões de impacto
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Ministério da Economia anunciou nesta segunda-feira (16) um pacote de medidas para minimizar os efeitos do novo coronavírus. Em conjunto com ações anunciadas na semana passada, as propostas têm impacto de R$ 147,3 bilhões. Na área que classifica como atenção à população mais vulnerável, a pasta informou que valores não sacados de PIS/Pasep serão transferidos para o FGTS para permitir novos saques, no valor de R$ 21,5 bilhões. Também será antecipado o pagamento do abono salarial. O desembolso será feito em junho, totalizando R$ 12,8 bilhões. O governo também pretende destinar mais R$ 3,1 bilhões ao programa Bolsa Família para que mais de um milhão de famílias entrem no programa de transferência de renda e que vem sofrendo com a falta de recursos. As autoridades anunciaram medidas para manutenção dos empregos. Está previsto o adiamento do prazo de pagamento de tributos. Essa parte do pacote soma R$ 59,4 bilhões. Apesar de apresentar novas medidas para suavizar os impactos do coronavírus na economia, Guedes voltou a defender a aprovação de reformas. "Com as reformas estruturantes, você aumenta a resistência, a resiliência da economia brasileira; ajuda a atravessar essa turbulência que vem de fora", disse o ministro. Ele elencou três principais reformas: o pacto federativo, o projeto que permite a privatização da Eletrobras e o plano Mansueto (conjunto de medidas de socorre a estados em dificuldade financeira). Diante do difícil cenário de aprovação do projeto da Eletrobras, Guedes reconheceu que terá que tirar a previsão de arrecadação de R$ 16 bilhões com a operação neste ano.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Ministério da Economia anunciou nesta segunda-feira (16) um pacote de medidas para minimizar os efeitos do novo coronavírus. Em conjunto com ações anunciadas na semana passada, as propostas têm impacto de R$ 147,3 bilhões. Na área que classifica como atenção à população mais vulnerável, a pasta informou que valores não sacados de PIS/Pasep serão transferidos para o FGTS para permitir novos saques, no valor de R$ 21,5 bilhões. Também será antecipado o pagamento do abono salarial. O desembolso será feito em junho, totalizando R$ 12,8 bilhões. O governo também pretende destinar mais R$ 3,1 bilhões ao programa Bolsa Família para que mais de um milhão de famílias entrem no programa de transferência de renda e que vem sofrendo com a falta de recursos. As autoridades anunciaram medidas para manutenção dos empregos. Está previsto o adiamento do prazo de pagamento de tributos. Essa parte do pacote soma R$ 59,4 bilhões. Apesar de apresentar novas medidas para suavizar os impactos do coronavírus na economia, Guedes voltou a defender a aprovação de reformas. "Com as reformas estruturantes, você aumenta a resistência, a resiliência da economia brasileira; ajuda a atravessar essa turbulência que vem de fora", disse o ministro. Ele elencou três principais reformas: o pacto federativo, o projeto que permite a privatização da Eletrobras e o plano Mansueto (conjunto de medidas de socorre a estados em dificuldade financeira). Diante do difícil cenário de aprovação do projeto da Eletrobras, Guedes reconheceu que terá que tirar a previsão de arrecadação de R$ 16 bilhões com a operação neste ano.


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  • 45/56   Tribunal do Trabalho fecha as portas em SP, e OAB adia exame nacional
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em meio à epidemia do novo coronavírus, o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) em São Paulo decidiu suspender o expediente de seus fóruns a partir desta terça-feira (17) até 31 de março. Segundo resolução desta segunda (16), audiências e sessões de julgamento ficam adiadas. Também a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) decidiu adiar a data de seu exame nacional para o dia 31 de maio -inicialmente a segunda fase prova seria aplicada no dia 5 de abril. O balanço divulgado pelo Ministério da Saúde nesta segunda apontou que cresceu nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro a transmissão local. O Brasil tem 234 casos confirmados de coronavírus. De acordo com a resolução do TRT-2, juízes e servidores passarão a trabalhar remotamente e todos os prazos processuais estão suspensos, inclusive dos processos eletrônicos. O órgão determinou ainda que oficiais de justiça devem enviar notificações, citações e mandados apenas virtualmente. Também as varas e gabinetes passam a prestar atendimento por email e por telefone. Em resolução do dia 12 de março, o TRT-2 já tinha autorizado que advogados solicitassem o adiamento de audiências caso apresentassem sintomas de problemas respiratórios, e também que o acesso às salas de audiência, de julgamento e ao plenário ficassem restritos às partes e suas defesas. Até a tarde desta segunda-feira, tanto o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) quanto o TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que abrange os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, ainda seguiam as mesmas orientações oficiais da última semana. Uma juíza estadual que atua no fórum regional de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, foi diagnosticada como portadora do coronavírus, segundo a assessoria de imprensa do TJ-SP. Na sexta-feira (13), o TJ paulista decretou a suspensão das audiências não urgentes por 30 dias e, pelo mesmo período, suspendeu o curso dos prazos processuais, salvo quanto às medidas urgentes, processos de réus presos e processos de menores infratores. Já o TRF-3 recomendou a suspensão das audiências de conciliação por 14 dias. Em relação às demais audiências, os magistrados podem decidir quanto ao uso de videoconferência, inclusive em casos de custódia de presos. Dada a falta de homogeneidade de medidas entre os tribunais, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) instituiu um comitê para o acompanhamento e supervisão das medidas adotadas pelos tribunais brasileiros para a prevenção pelo contágio pelo novo coronavírus. O grupo foi criado, segundo o órgão, "diante da necessidade de adotar medidas internas a fim de minimizar a possibilidade de transmissão do novo coronavírus no ambiente de trabalho e, ao mesmo tempo, manter a prestação dos serviços públicos no âmbito do Poder Judiciário brasileiro". São 14 os juízes que fazem parte do comitê, incluindo o corregedor nacional de Justiça, Humberto Martins, ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), e presidentes das associações de magistrados como a Ajufe (Associação dos Juízes Federais) e a AMB (Associação dos Magistrados do Brasil). Além disso, um grupo de organizações ligadas à advocacia como o IASP (Instituto dos Advogados de São Paulo) e a Associação Brasileira de Direito Tributário enviaram um ofício ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) solicitando que o Conselho suspenda os julgamentos de todos os processos, caso qualquer uma das partes solicite. O ofício afirma ainda que "há uma recomendação oficial do Ministério da Saúde para que seja feito o recolhimento em suas respectivas residências de todos que tenham retornado do exterior, pelo prazo de entre 7 e 14 dias". Em portaria publicada na última sexta-feira, o Carf determinou que nos dias de julgamento teriam acesso aos plenários apenas as partes envolvidas e os advogados. O órgão também não previu possibilidade de trabalho remoto entre seus servidores.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em meio à epidemia do novo coronavírus, o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) em São Paulo decidiu suspender o expediente de seus fóruns a partir desta terça-feira (17) até 31 de março. Segundo resolução desta segunda (16), audiências e sessões de julgamento ficam adiadas. Também a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) decidiu adiar a data de seu exame nacional para o dia 31 de maio -inicialmente a segunda fase prova seria aplicada no dia 5 de abril. O balanço divulgado pelo Ministério da Saúde nesta segunda apontou que cresceu nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro a transmissão local. O Brasil tem 234 casos confirmados de coronavírus. De acordo com a resolução do TRT-2, juízes e servidores passarão a trabalhar remotamente e todos os prazos processuais estão suspensos, inclusive dos processos eletrônicos. O órgão determinou ainda que oficiais de justiça devem enviar notificações, citações e mandados apenas virtualmente. Também as varas e gabinetes passam a prestar atendimento por email e por telefone. Em resolução do dia 12 de março, o TRT-2 já tinha autorizado que advogados solicitassem o adiamento de audiências caso apresentassem sintomas de problemas respiratórios, e também que o acesso às salas de audiência, de julgamento e ao plenário ficassem restritos às partes e suas defesas. Até a tarde desta segunda-feira, tanto o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) quanto o TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que abrange os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, ainda seguiam as mesmas orientações oficiais da última semana. Uma juíza estadual que atua no fórum regional de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, foi diagnosticada como portadora do coronavírus, segundo a assessoria de imprensa do TJ-SP. Na sexta-feira (13), o TJ paulista decretou a suspensão das audiências não urgentes por 30 dias e, pelo mesmo período, suspendeu o curso dos prazos processuais, salvo quanto às medidas urgentes, processos de réus presos e processos de menores infratores. Já o TRF-3 recomendou a suspensão das audiências de conciliação por 14 dias. Em relação às demais audiências, os magistrados podem decidir quanto ao uso de videoconferência, inclusive em casos de custódia de presos. Dada a falta de homogeneidade de medidas entre os tribunais, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) instituiu um comitê para o acompanhamento e supervisão das medidas adotadas pelos tribunais brasileiros para a prevenção pelo contágio pelo novo coronavírus. O grupo foi criado, segundo o órgão, "diante da necessidade de adotar medidas internas a fim de minimizar a possibilidade de transmissão do novo coronavírus no ambiente de trabalho e, ao mesmo tempo, manter a prestação dos serviços públicos no âmbito do Poder Judiciário brasileiro". São 14 os juízes que fazem parte do comitê, incluindo o corregedor nacional de Justiça, Humberto Martins, ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), e presidentes das associações de magistrados como a Ajufe (Associação dos Juízes Federais) e a AMB (Associação dos Magistrados do Brasil). Além disso, um grupo de organizações ligadas à advocacia como o IASP (Instituto dos Advogados de São Paulo) e a Associação Brasileira de Direito Tributário enviaram um ofício ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) solicitando que o Conselho suspenda os julgamentos de todos os processos, caso qualquer uma das partes solicite. O ofício afirma ainda que "há uma recomendação oficial do Ministério da Saúde para que seja feito o recolhimento em suas respectivas residências de todos que tenham retornado do exterior, pelo prazo de entre 7 e 14 dias". Em portaria publicada na última sexta-feira, o Carf determinou que nos dias de julgamento teriam acesso aos plenários apenas as partes envolvidas e os advogados. O órgão também não previu possibilidade de trabalho remoto entre seus servidores.


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  • 46/56   Com 2 casos de coronavírus, Congresso cancela sessões, e Alcolumbre estuda votação remota
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Senado confirmou nesta segunda-feira (16) seu segundo caso de teste positivo para coronavírus. Com o agravamento da situação, sessões de comissões começaram a ser canceladas e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), estuda uma maneira de permitir votação remota, sem a necessidade de os parlamentares irem até o Congresso. Depois de o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) ter sido confirmado com a covid-19, agora foi uma funcionária da biblioteca, que não teve o nome revelado. "Uma servidora testou positivo e está em isolamento. Os servidores e colaboradores que tiveram contato direto com ela cumprem período de afastamento de 14 dias", informou a assessoria de imprensa do Senado. Com o avanço da doença e a expectativa de quorum baixo nesta e nas próximas semanas, Alcolumbre estuda a possibilidade de os parlamentares votarem à distância. Segundo o Ministério da Saúde, há, até o momento, 234 casos confirmados no Brasil. Para que a medida prevista por Alcolumbre seja viável, será preciso superar obstáculos tecnológicos e legais, já que seria a primeira vez que isso aconteceria. Alguns senadores disseram que Alcolumbre pode aproveitar a sessão do Congresso, convocada para esta terça-feira (17), para aprovar a legislação necessária para realizar as votações remotas. Há expectativa de que a sessão seja adiada para quarta-feira (18). Nesta segunda, várias comissões que estavam previstas para esta semana foram canceladas. No Senado, das 22 sessões previstas para a semana, 19 foram canceladas. Na Câmara, de 14 sessões convocadas por comissões, seis haviam sido canceladas apenas na terça. "Vamos aguardar a evolução para ver quando iremos marcar a próxima sessão", disse o senador Angelo Coronel (PSD-BA) ao desmarcar a sessão da CPMI da Fake News prevista para a tarde desta terça-feira. A presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), também cancelou a reunião desta terça. Assim como Coronel, ela aguarda a divulgação do resultado de seu teste para coronavírus. "Estarei no Senado esta semana, assim que sair o resultado do meu exame, pronta para votar projetos relevantes para o país", disse Tebet em nota. Ela ainda mantém a sessão da quarta-feira (18). A audiência com o ministro Paulo Guedes (Economia) na comissão que tenta chegar a um consenso sobre uma proposta de reforma tributária também foi cancelada. Ela aconteceria nesta terça-feira. O presidente do colegiado, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), disse, porém, que isso não é justificativa para que a equipe econômica não envie sua proposta ao Congresso, o que é esperado desde o ano passado. "A proposta do governo, no entanto, pode ser encaminhada à comissão", diz a nota de Rocha. Foram publicados nesta segunda dois atos dispensando senadores e servidores com mais 65 anos por causa da pandemia de coronavírus. Idosos são considerados grupo de risco para a Covid-19. Trinta e oito dos 81 senadores (47%) têm 60 anos ou mais. Vinte e seis senadores -um terço do total- têm 65 ou mais. A letalidade da doença é de 3,6% para pacientes entre 60 e 69 anos e chega a 14,8% para quem tem mais de 80. Dois senadores da atual legislatura têm mais de 80 anos -Arolde de Oliveira (PSD-RJ) tem 83 anos e José Maranhão (MDB-PB), 86. Pelo ato, ficam consideradas justificadas as ausências às reuniões de comissões e sessões plenárias além das de senadores com idade superior a 65 anos,gestantes, imunodeprimidos ou portadores de doenças crônicas que compõem risco de aumento de mortalidade por covid-19. O mesmo vale para os servidores do Senado, que farão teletrabalho. O texto diz ainda que haverá apenas sessões de votação tanto nas comissões como no plenário. O Senado já havia restringido a circulação em suas dependências. Na Casa circulam, por dia, em média, 11 mil pessoas, entre parlamentares visitantes, servidores, terceirizados, estagiários e menores aprendizes. Alcolumbre e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), têm sido cautelosos e resistido em fechar o Congresso para não passar a impressão de que o Legislativo está lavando as mãos em meio à crise. Como o quorum nas duas Casas deve ser baixo, a ideia é que se votem projetos em que haja consenso, de modo que sejam votados apenas simbolicamente. A intenção é que os acordos sejam feitos por WhatsApp. "Claro que a gente não vai fazer sessão com 300 deputados no plenário. A gente só vai ao plenário se tiver acordo para votar matérias relacionadas ao coronavírus. Mas acho que o Parlamento não estar funcionando neste momento em que ele é parte da solução, a sociedade vai ficar mais assustada ainda", disse Rodrigo Maia, em mensagem de voz encaminhada a parlamentares. "Há um sentimento de receio. Acho que a gente deve agir com prudência, mas não me parece correto cancelar as atividades do Congresso. O Congresso não pode ser o primeiro a fechar, pode até ser o último. Você tem creches, escolas e comércio abertos, não há justificativa para o Congresso fechar as portas e aumentar o sentimento de pânico", afirmou o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB). Nesta tarde, a assessoria de imprensa da presidência da Câmara divulgou novas regras em relação às entrevistas de Maia. Não será mais permitida a abordagem em que os repórteres ficam amontoados ao redor do parlamentar. "As entrevistas coletivas do presidente serão realizadas exclusivamente no púlpito que será montado no Salão Verde. A assessoria de imprensa e o policiamento legislativo irão reforçar a orientação sempre que houver tentativas de abordagem ao presidente em outros locais", disse comunicado da Câmara.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Senado confirmou nesta segunda-feira (16) seu segundo caso de teste positivo para coronavírus. Com o agravamento da situação, sessões de comissões começaram a ser canceladas e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), estuda uma maneira de permitir votação remota, sem a necessidade de os parlamentares irem até o Congresso. Depois de o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) ter sido confirmado com a covid-19, agora foi uma funcionária da biblioteca, que não teve o nome revelado. "Uma servidora testou positivo e está em isolamento. Os servidores e colaboradores que tiveram contato direto com ela cumprem período de afastamento de 14 dias", informou a assessoria de imprensa do Senado. Com o avanço da doença e a expectativa de quorum baixo nesta e nas próximas semanas, Alcolumbre estuda a possibilidade de os parlamentares votarem à distância. Segundo o Ministério da Saúde, há, até o momento, 234 casos confirmados no Brasil. Para que a medida prevista por Alcolumbre seja viável, será preciso superar obstáculos tecnológicos e legais, já que seria a primeira vez que isso aconteceria. Alguns senadores disseram que Alcolumbre pode aproveitar a sessão do Congresso, convocada para esta terça-feira (17), para aprovar a legislação necessária para realizar as votações remotas. Há expectativa de que a sessão seja adiada para quarta-feira (18). Nesta segunda, várias comissões que estavam previstas para esta semana foram canceladas. No Senado, das 22 sessões previstas para a semana, 19 foram canceladas. Na Câmara, de 14 sessões convocadas por comissões, seis haviam sido canceladas apenas na terça. "Vamos aguardar a evolução para ver quando iremos marcar a próxima sessão", disse o senador Angelo Coronel (PSD-BA) ao desmarcar a sessão da CPMI da Fake News prevista para a tarde desta terça-feira. A presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), também cancelou a reunião desta terça. Assim como Coronel, ela aguarda a divulgação do resultado de seu teste para coronavírus. "Estarei no Senado esta semana, assim que sair o resultado do meu exame, pronta para votar projetos relevantes para o país", disse Tebet em nota. Ela ainda mantém a sessão da quarta-feira (18). A audiência com o ministro Paulo Guedes (Economia) na comissão que tenta chegar a um consenso sobre uma proposta de reforma tributária também foi cancelada. Ela aconteceria nesta terça-feira. O presidente do colegiado, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), disse, porém, que isso não é justificativa para que a equipe econômica não envie sua proposta ao Congresso, o que é esperado desde o ano passado. "A proposta do governo, no entanto, pode ser encaminhada à comissão", diz a nota de Rocha. Foram publicados nesta segunda dois atos dispensando senadores e servidores com mais 65 anos por causa da pandemia de coronavírus. Idosos são considerados grupo de risco para a Covid-19. Trinta e oito dos 81 senadores (47%) têm 60 anos ou mais. Vinte e seis senadores -um terço do total- têm 65 ou mais. A letalidade da doença é de 3,6% para pacientes entre 60 e 69 anos e chega a 14,8% para quem tem mais de 80. Dois senadores da atual legislatura têm mais de 80 anos -Arolde de Oliveira (PSD-RJ) tem 83 anos e José Maranhão (MDB-PB), 86. Pelo ato, ficam consideradas justificadas as ausências às reuniões de comissões e sessões plenárias além das de senadores com idade superior a 65 anos,gestantes, imunodeprimidos ou portadores de doenças crônicas que compõem risco de aumento de mortalidade por covid-19. O mesmo vale para os servidores do Senado, que farão teletrabalho. O texto diz ainda que haverá apenas sessões de votação tanto nas comissões como no plenário. O Senado já havia restringido a circulação em suas dependências. Na Casa circulam, por dia, em média, 11 mil pessoas, entre parlamentares visitantes, servidores, terceirizados, estagiários e menores aprendizes. Alcolumbre e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), têm sido cautelosos e resistido em fechar o Congresso para não passar a impressão de que o Legislativo está lavando as mãos em meio à crise. Como o quorum nas duas Casas deve ser baixo, a ideia é que se votem projetos em que haja consenso, de modo que sejam votados apenas simbolicamente. A intenção é que os acordos sejam feitos por WhatsApp. "Claro que a gente não vai fazer sessão com 300 deputados no plenário. A gente só vai ao plenário se tiver acordo para votar matérias relacionadas ao coronavírus. Mas acho que o Parlamento não estar funcionando neste momento em que ele é parte da solução, a sociedade vai ficar mais assustada ainda", disse Rodrigo Maia, em mensagem de voz encaminhada a parlamentares. "Há um sentimento de receio. Acho que a gente deve agir com prudência, mas não me parece correto cancelar as atividades do Congresso. O Congresso não pode ser o primeiro a fechar, pode até ser o último. Você tem creches, escolas e comércio abertos, não há justificativa para o Congresso fechar as portas e aumentar o sentimento de pânico", afirmou o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB). Nesta tarde, a assessoria de imprensa da presidência da Câmara divulgou novas regras em relação às entrevistas de Maia. Não será mais permitida a abordagem em que os repórteres ficam amontoados ao redor do parlamentar. "As entrevistas coletivas do presidente serão realizadas exclusivamente no púlpito que será montado no Salão Verde. A assessoria de imprensa e o policiamento legislativo irão reforçar a orientação sempre que houver tentativas de abordagem ao presidente em outros locais", disse comunicado da Câmara.


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  • 47/56   Minério de ferro tem preços resilientes, diz S&P Global Platts
    BUSINESS TOPIC NEWS

    PEQUIM (Reuters) - A S&P; Global Platts, que elabora um índice de referência de minério de ferro, disse nesta segunda-feira que os preços da matéria-prima da indústria siderúrgica estão resilientes, e que os níveis de atividade da indústria de mineração permaneceram saudáveis ??nos últimos tempos.No domingo, a Associação de Ferro e Aço da China (CISA, na sigla em inglês) havia alertado sobre os riscos de especulação no mercado, uma vez que o índice de minério de ferro estaria se desviando dos fundamentos de oferta e demanda e do mercado spot.

    PEQUIM (Reuters) - A S&P; Global Platts, que elabora um índice de referência de minério de ferro, disse nesta segunda-feira que os preços da matéria-prima da indústria siderúrgica estão resilientes, e que os níveis de atividade da indústria de mineração permaneceram saudáveis ??nos últimos tempos.No domingo, a Associação de Ferro e Aço da China (CISA, na sigla em inglês) havia alertado sobre os riscos de especulação no mercado, uma vez que o índice de minério de ferro estaria se desviando dos fundamentos de oferta e demanda e do mercado spot.


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  • 48/56   Coronavírus: após críticas por demora, Guedes anuncia pacote de R$ 147 bilhões contra estragos na economia
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Medidas incluem antecipação de recursos para idosos e adiamento de impostos para empresas.

    Medidas incluem antecipação de recursos para idosos e adiamento de impostos para empresas.


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  • 49/56   JBS e Minerva avaliam suspender abates em algumas unidades de bovinos por coronavírus
    BUSINESS TOPIC NEWS

    SÃO PAULO (Reuters) - A JBS e a Minerva Foods avaliam suspender operações de abates em algumas unidades de bovinos no Brasil em meio a problemas logísticos na China decorrentes de ações para conter o coronavírus, disseram nesta segunda-feira a JBS e fontes próximas à Minerva. Em nota, a JBS afirmou que vem monitorando os reflexos do coronavírus no mercado e admitiu que "avalia a implantação de férias coletivas exclusivamente em algumas das suas unidades de processamento de bovinos no Brasil".

    SÃO PAULO (Reuters) - A JBS e a Minerva Foods avaliam suspender operações de abates em algumas unidades de bovinos no Brasil em meio a problemas logísticos na China decorrentes de ações para conter o coronavírus, disseram nesta segunda-feira a JBS e fontes próximas à Minerva. Em nota, a JBS afirmou que vem monitorando os reflexos do coronavírus no mercado e admitiu que "avalia a implantação de férias coletivas exclusivamente em algumas das suas unidades de processamento de bovinos no Brasil".


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  • 50/56   Exportação de soja perde ritmo ante o início de março, diz Secex
    BUSINESS TOPIC NEWS

    [nL1N2B24R0]Até a primeira semana, a média diária indicava um aumento na exportação mensal em março, uma vez que no mês completo do ano passado o país exportou 445,2 mil toneladas de soja ao dia.Apesar da queda, com a colheita de soja no Brasil tendo sido finalizada em cerca de 60% da área até a última semana, há indicações de que os embarques saltem na comparação com fevereiro, quando as exportações foram prejudicadas por chuvas.

    [nL1N2B24R0]Até a primeira semana, a média diária indicava um aumento na exportação mensal em março, uma vez que no mês completo do ano passado o país exportou 445,2 mil toneladas de soja ao dia.Apesar da queda, com a colheita de soja no Brasil tendo sido finalizada em cerca de 60% da área até a última semana, há indicações de que os embarques saltem na comparação com fevereiro, quando as exportações foram prejudicadas por chuvas.


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  • 51/56   Montadoras de veículos colocam freios em produção na Europa
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    MILÃO (Reuters) - Montadoras de veículos incluindo Fiat Chrysler, Peugeot e Volkswagen cortaram produção em fábricas na Europa nesta segunda-feira, impactadas pelo pânico em torno da pandemia de coronavírus.Representantes de trabalhadores na Itália, França, Bélgica, Espanha e Alemanha cobraram controles melhores sobre higiene, desinfecção e isolamento para funcionários que trabalham em linhas de produção europeias.

    MILÃO (Reuters) - Montadoras de veículos incluindo Fiat Chrysler, Peugeot e Volkswagen cortaram produção em fábricas na Europa nesta segunda-feira, impactadas pelo pânico em torno da pandemia de coronavírus.Representantes de trabalhadores na Itália, França, Bélgica, Espanha e Alemanha cobraram controles melhores sobre higiene, desinfecção e isolamento para funcionários que trabalham em linhas de produção europeias.


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  • 52/56   Queda de demanda faz Gol optar por cortar capacidade em até 70% até meados de junho
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    SÃO PAULO (Reuters) - A Gol decidiu cortar sua capacidade total de voos entre 60% e 70% até meados de junho, em resposta à queda da demanda registrada nas últimas semanas disparada pelo pânico em torno da pandemia de coronavírus.A companhia afirmou que o corte na oferta será da ordem de 50% a 60% no mercado doméstico e de 90% a 95% nas operações internacionais.

    SÃO PAULO (Reuters) - A Gol decidiu cortar sua capacidade total de voos entre 60% e 70% até meados de junho, em resposta à queda da demanda registrada nas últimas semanas disparada pelo pânico em torno da pandemia de coronavírus.A companhia afirmou que o corte na oferta será da ordem de 50% a 60% no mercado doméstico e de 90% a 95% nas operações internacionais.


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  • 53/56   Governo anuncia pacote de R$147,3 bi para combate a efeitos do coronavírus
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    BRASÍLIA (Reuters) - O Ministério da Economia anunciou nesta segunda-feira pacote de 147,3 bilhões de reais voltados ao combate dos efeitos do coronavírus com medidas que incluem a antecipação de pagamentos obrigatórios, remanejamento de gastos e prorrogação de recolhimento de tributos. Muitas delas, contudo, dependem do aval do Congresso e ainda precisam ser formatadas pela equipe econômica em projetos de lei ou medidas provisórias, num momento em que os parlamentares ainda discutem o prosseguimento normal dos trabalhos em meio ao surto do coronavírus.

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  • 54/56   Wall Street afunda com disseminação de vírus aumentando preocupações
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    "É um mercado à deriva, sem nada ao que se agarrar. Não há nada que possa realmente nos dar uma noção de quando toda a extensão do impacto do vírus será conhecida", disse Jeffrey Kleintop, estrategista chefe de investimentos globais da Charles Schwab.

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  • 55/56   Apoio fiscal da UE contra vírus chega a 1% do PIB, garantias serão de 10% do PIB--comunicado
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    "Até agora, decidimos por medidas fiscais de cerca de 1% do PIB, em média, para 2020 a fim de apoiar a economia", afirmou um comunicado conjunto divulgado ao final de uma videoconferência."Até agora, nos comprometemos a fornecer facilidades de liquidez de pelo menos 10% do PIB, consistindo em esquemas de garantia pública e diferimento de pagamentos de impostos", acrescentou o comunicado.

    "Até agora, decidimos por medidas fiscais de cerca de 1% do PIB, em média, para 2020 a fim de apoiar a economia", afirmou um comunicado conjunto divulgado ao final de uma videoconferência."Até agora, nos comprometemos a fornecer facilidades de liquidez de pelo menos 10% do PIB, consistindo em esquemas de garantia pública e diferimento de pagamentos de impostos", acrescentou o comunicado.


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  • 56/56   Cotações do petróleo caem abaixo de US$30/barril por coronavírus e guerra de preços
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    Além disso, há ainda reflexos do embate entre Arábia Saudita e Rússia, que não conseguiram chegar a um acordo para restrições de oferta em um momento em que a redução na atividade econômica global destrói a demanda pela commodity.Como resultado, russos e sauditas, dois dos principais produtores globais do combustível fóssil, voltaram-se um contra a outro em uma guerra de preços.

    Além disso, há ainda reflexos do embate entre Arábia Saudita e Rússia, que não conseguiram chegar a um acordo para restrições de oferta em um momento em que a redução na atividade econômica global destrói a demanda pela commodity.Como resultado, russos e sauditas, dois dos principais produtores globais do combustível fóssil, voltaram-se um contra a outro em uma guerra de preços.


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