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Noticias Slideshows (21/05/2020 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

    Noticias Fotos Slideshows - Tendências - Clique na imagem para visualizar na realidade aumentada ou em 3D estéreo

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    Revista de Imprensa


    ISSO TAMBÉM PASSA   NASA   OITO MILHÕES DA HARI   Toddy   ANITTA NO BIAL   lemonade mouth   Tirei 50%   MANU GAVASSI CEA   Léo Dias   Em 65   SIGA LUCERO NO YOUTUBE   live ginanda   LIVE DA ANITTA SÁBADO   Big Bang   MARI VOCE NAO ESTA SOZINHA   Benjamin Button   Comic   jason bourne   Candomblé   Contágio   MUSICA NOVA DA IZA   Sangue e Água   Joanne   Força Gi   Metaforando   Marcinha   Vanessinha   
  • 2/56   Apple vai pagar US$ 500 milhões por corte no desempenho de iPhones antigos

    Empresa concordou em pagar US$ 500 milhões em indenizações e custos processuais a usuários afetados pela baixa no desempenho. Juíz deu parecer favorável, mas decisão final deve sair apenas em dezembro

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  • 3/56   Levantamento de buscas do Google revela novos comportamentos da quarentena

    Companhia apresentou alguns dados de seu buscador. Usuários estão procurando mais sobre meios digitais de visitar lugares turísticos, buscam produtos relacionados a escritório e trabalho em casa, além de mostrem preocupações financeiras

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  • 4/56   Google Fotos: como acessar backups antigos

    Com o aplicativo Google Fotos, usuários podem fazer backup de todas as imagens do celular e acessá-lo através de diferentes dispositivos. Confira o passo-a-passo para criar o seu backup e como utilizá-lo

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  • 5/56   As melhores funções do Apple Music que você precisa conhecer

    Serviço de streaming da Apple possui funcionalidades interessantes em seus aplicativos, que incluem uma rádio ao vivo por 24 horas, videoclipes e playlists especiais para cada artista. Confira as principais!

    Serviço de streaming da Apple possui funcionalidades interessantes em seus aplicativos, que incluem uma rádio ao vivo por 24 horas, videoclipes e playlists especiais para cada artista. Confira as principais!


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  • 6/56   Apple pode parar de incluir fone de ouvido na caixa do iPhone em 2020

    Informação está em um dos relatórios mais recentes do analista Ming-Chi Kuo enviado a investidores; intenção, segundo ele, é incentivar consumidores a comprarem os fones sem fio AirPods, que tiveram queda nas vendas

    Informação está em um dos relatórios mais recentes do analista Ming-Chi Kuo enviado a investidores; intenção, segundo ele, é incentivar consumidores a comprarem os fones sem fio AirPods, que tiveram queda nas vendas


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  • 7/56   Apple libera iOS 13.5 e iPadOS 13.5 para usuários; veja as novidades

    Depois de liberar as versões Golden Master do iOS/iPadOS 13.5, ou seja, as possíveis candidatas para serem as disponibilizadas aos usuários, a Apple lançou para o público as atualizações, que tem foco na pandemia do novo coronavírus; confira as principais novidades

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  • 8/56   COVID-19: Google e Apple liberam API para criação de apps que detectam infectado

    Gigantes da tecnologia lançam ferramenta que auxilia sistemas de saúde locais a identificaram casos da COVID-19 e notificarem pessoas que entraram em contato com os infectados, de forma segura e anônima

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  • 9/56   Google exibe tecnologia que controla músicas usando o cordão do fone de ouvido

    Empresa mostrou nova tecnologia que reconhece movimentos de tecido de fios em fones de ouvido. Ao identificar pressão, tempo de toque e torção da peça, mecanismo consegue relacionar comandos a tais movimentos

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  • 10/56   Após polêmica com navegador, Xiaomi muda o nome de opção com duplo sentido

    Ao tentar solucionar o problema de privacidade em seu navegador para Android, a Xiaomi "inverteu" a descrição da opção que resolvia a polêmica no aplicativo. Segundo a empresa, uma nova atualização do app foi disponibilizada para esclarecer o envio de dados

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  • 11/56   Patente indica que próximo MacBook Pro terá maior touchpad do mercado

    Pedido de registro que foi feito no Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos vazou e mostra o desenho do que pode ser o futuro notebook topo de linha da Apple. A imagem sugere que o touch pad ocupe toda a área abaixo do teclado

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  • 12/56   Google Fotos simplifica o compartilhamento de álbuns com amigos e parentes

    O Google anunciou uma mudança no recurso de compartilhamento de álbuns no aplicativo Fotos. Agora, a opção padrão para compartilhamento envia uma mensagem para o contato em vez de gerar um link para enviar aos conhecidos

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  • 13/56   AnTuTu revela quais os processadores de Android mais poderosos da atualidade

    Especializado em testes de desempenho para celulares, o AnTuTu divulgou seu ranking com os principais processadores utilizados em smartphones com o sistema Android. A lista é liderada pelo Qualcomm Snapdragon 865, seguido pelo Samsung Exynos 990

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  • 14/56   Nova versão do Nova Launcher terá recursos visuais do Android 11

    O Android 11 ainda não começou a ser distribuído para usuários finais, mas você já pode testar alguns dos recursos do novo sistema operacional no Nova Launcher, um dos principais apps de personalização do sistema da Google

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  • 15/56   Greyhound, novo filme com Tom Hanks, será distribuído pelo Apple TV+

    Diante dos cinemas fechados em todo o mundo, o drama de guerra e outros títulos que tiveram seus lançamentos suspensos por causa da pandemia de COVID-19 serão lançados através de plataformas de streaming e em serviços de VOD (vídeo sob demanda)

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  • 16/56   Google Meet vai permitir desfocar fundo da transmissão durante videoconferências

    Modo retrato em videoconferências não é uma novidade — até o Google Duo, também do Google, já traz a opção desde o ano passado. Além disso, o Zoom também já possui a possibilidade de trocar o fundo por uma imagem

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  • 17/56   Pixel 5 não deve ser um topo de linha, aponta novo rumor

    Segundo boatos mais recentes relacionados à próxima geração dos celulares da Google, o Pixel 5 deve embarcar um processador intermediário premium em vez de um chipset dedicado a aparelhos de ponta; smartphone deve ser anunciado no segundo semestre

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  • 18/56   Google Chat ganha novo recurso para se tornar, de fato, o sucessor do Hangouts

    Ferramenta do Google concorrente do Slack e do Microsoft Teams, o Google Chat (antigo Hangouts Chat) começou o processo de integração com o Hangouts Clássico (antigo Google Talk). Além disso, usuários do Chat poderão conversar com pessoas de fora da empresa

    Ferramenta do Google concorrente do Slack e do Microsoft Teams, o Google Chat (antigo Hangouts Chat) começou o processo de integração com o Hangouts Clássico (antigo Google Talk). Além disso, usuários do Chat poderão conversar com pessoas de fora da empresa


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  • 19/56   Tecnologia de rastreamento ocular agora inclui apps como Facebook e Netflix

    A Tobii é líder do setor de rastreamento ocular e o novo conjunto de aplicativos da empresa inclui, além da rede social e da plataforma de streaming, outros famosos: Facebook Messenger, WhatsApp, Instagram, Google, Google Agenda, Google Tradutor, Spotify, YouTube e MSN

    A Tobii é líder do setor de rastreamento ocular e o novo conjunto de aplicativos da empresa inclui, além da rede social e da plataforma de streaming, outros famosos: Facebook Messenger, WhatsApp, Instagram, Google, Google Agenda, Google Tradutor, Spotify, YouTube e MSN


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  • 20/56   Sony e Microsoft trabalham juntas em novas câmeras turbinadas com IA

    A novidade deve impulsionar o uso da realidade aumentada, porque será possível, por exemplo, mapear a quantidade de pessoas em um ambiente ou contabilizar o número de itens em uma prateleira. Os alvos são clientes corporativos

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  • 21/56   Apple pode comprar séries e filmes antigos para rechear catálogo do Apple TV+

    Segundo reportagem da Bloomberg com pessoas próximas à negociação, empresa estaria em reunião com licenciadores para buscar conteúdos antigos para adicionar ao catálogo. Lançado em novembro do ano passado, plataforma tem somente conteúdos originais

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  • 22/56   Build 2020: Project Reunion unificará os apps para Windows de uma vez por todas

    Para facilitar a criação de um app único para todas as platafomas Windows, a Microsoft está unificando as APIs, win32 e UWP. A partir daí, essa nova API será inserida nos aplicativos e as APIs antigas serão dissociadas do Windows

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  • 23/56   Google lança nova plataforma de anúncios premium YouTube Select

    De acordo com a gigante da tecnologia, as mudanças têm foco nos profissionais de marketing, que, agora, poderão escolher melhor em quais canais anunciar e de maneira mais segura, confiável e organizada

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  • 24/56   Visage Lab: como usar o app para embelezar suas selfies

    O Visage Lab é um aplicativo que aplica edições automaticamente em suas selfies e disfarça imperfeições, olheiras ou manchas na pele, ao mesmo tempo em que clareia os dentes e melhora a iluminação da imagem. Ele é gratuito e pode ser baixado no Android ou iOS

    O Visage Lab é um aplicativo que aplica edições automaticamente em suas selfies e disfarça imperfeições, olheiras ou manchas na pele, ao mesmo tempo em que clareia os dentes e melhora a iluminação da imagem. Ele é gratuito e pode ser baixado no Android ou iOS


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  • 25/56   Novo supercomputador da Microsoft está entre os cinco mais poderosos do mundo

    O supercomputador desenvolvido para a plataforma aberta OpenAI é um sistema único com mais de 285 mil núcleos de CPU, 10 mil GPUs e 400 gigabits por segundo de conectividade de rede para cada servidor GPU. Confira o que ele é capaz de fazer

    O supercomputador desenvolvido para a plataforma aberta OpenAI é um sistema único com mais de 285 mil núcleos de CPU, 10 mil GPUs e 400 gigabits por segundo de conectividade de rede para cada servidor GPU. Confira o que ele é capaz de fazer


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  • 26/56   Google Assistente já pode ser usado para controlar freezers e climatizadores

    Empresa lançou uma atualização de documentação que permite que desenvolvedores utilizem comandos do assistente pessoal em seus eletrodomésticos. Contudo, é preciso que as próprias fabricantes insiram a funcionalidade nos produtos

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  • 27/56   Preocupação em meio ao lockdown em Belém
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O governo do Pará prorrogou o decreto do lockdown em Belém e mais nove municípios. Mas muita gente não está seguindo as regras. Nas filas, há aglomerações e quem precisa trabalhar também reclama.  

ATENÇÃO EDITORES: SONORAS COM QUALIDADE DE ÁUDIO PREJUDICADA: SOM AMBIENTE ALTO

    O governo do Pará prorrogou o decreto do lockdown em Belém e mais nove municípios. Mas muita gente não está seguindo as regras. Nas filas, há aglomerações e quem precisa trabalhar também reclama. ATENÇÃO EDITORES: SONORAS COM QUALIDADE DE ÁUDIO PREJUDICADA: SOM AMBIENTE ALTO


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  • 28/56   Bolsonaro aposta alto em remédio 'de direita' contra o coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente Jair Bolsonaro resumiu detalhadamente o quanto a política dominou o debate sobre o uso do medicamento para a malária contra o novo coronavírus: "Quem for de direita toma cloroquina".

    O presidente Jair Bolsonaro resumiu detalhadamente o quanto a política dominou o debate sobre o uso do medicamento para a malária contra o novo coronavírus: "Quem for de direita toma cloroquina".


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  • 29/56   Após recorde de mortes por COVID-19, Brasil amplia tratamento com cloroquina
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Brasil, que superou pela primeira vez a triste marca de mil mortes diárias pelo novo coronavírus na terça-feira, abriu nesta quarta (20) a porta ao uso da cloroquina para casos leves da COVID-19, que segue avançando em Chile, Peru e outros países da América Latina, mas parece estar cedendo na Europa.

    O Brasil, que superou pela primeira vez a triste marca de mil mortes diárias pelo novo coronavírus na terça-feira, abriu nesta quarta (20) a porta ao uso da cloroquina para casos leves da COVID-19, que segue avançando em Chile, Peru e outros países da América Latina, mas parece estar cedendo na Europa.


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  • 30/56   Polêmica na Flórida por alegações de violação de dados sobre COVID-19
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O governador da Flórida, Ron DeSantis, defendeu sua administração nesta quarta-feira (20), depois que uma analista de dados acusou o governo de forçá-la a alterar informações sobre o coronavírus publicadas no site de estatísticas do estado.

    O governador da Flórida, Ron DeSantis, defendeu sua administração nesta quarta-feira (20), depois que uma analista de dados acusou o governo de forçá-la a alterar informações sobre o coronavírus publicadas no site de estatísticas do estado.


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  • 31/56   Michigan protesta contra confinamento com 'Operação corte de cabelo'
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Após atos multitudinários com pessoas armadas, os inconformados com as medidas de confinamento para conter a disseminação do novo coronavírus vigentes em Michigan fizeram nesta quarta-feira (20) a "Operação corte de cabelo", na qual barbeiros e cabeleireiros usaram suas tesouras e navalhas em frente ao Capitólio estadual.

    Após atos multitudinários com pessoas armadas, os inconformados com as medidas de confinamento para conter a disseminação do novo coronavírus vigentes em Michigan fizeram nesta quarta-feira (20) a "Operação corte de cabelo", na qual barbeiros e cabeleireiros usaram suas tesouras e navalhas em frente ao Capitólio estadual.


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  • 32/56   EUA considera restringir viagens à América do Sul, inclusive o Brasil
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Os Estados Unidos observam com cuidado a situação do coronavírus no Brasil e em toda a América do Sul e consideram impor restrições a viagens, disse o vice-presidente Mike Pence nesta quarta-feira (20).

    Os Estados Unidos observam com cuidado a situação do coronavírus no Brasil e em toda a América do Sul e consideram impor restrições a viagens, disse o vice-presidente Mike Pence nesta quarta-feira (20).


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  • 33/56   Novo protesto pacífico em Santiago por falta de comida e fome na quarentena
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Cinquenta moradores da comunidade de La Pintana, no sul de Santiago, protestaram nesta quarta-feira (20) pela falta de trabalho e por fome em decorrência da crise gerada pela quarentena total em resposta ao avanço do coronavírus que cada vez atinge mais as áreas pobres do país.

    Cinquenta moradores da comunidade de La Pintana, no sul de Santiago, protestaram nesta quarta-feira (20) pela falta de trabalho e por fome em decorrência da crise gerada pela quarentena total em resposta ao avanço do coronavírus que cada vez atinge mais as áreas pobres do país.


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  • 34/56   Cidade do México fará reabertura gradual a partir de 1º de junho
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A Cidade do México iniciará em 1º de junho um plano gradual de reabertura econômica e social que dependerá da ocupação hospitalar pela pandemia da COVID-19, anunciou nesta quarta-feira (20) o governo local.

    A Cidade do México iniciará em 1º de junho um plano gradual de reabertura econômica e social que dependerá da ocupação hospitalar pela pandemia da COVID-19, anunciou nesta quarta-feira (20) o governo local.


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  • 35/56   Trump quer cúpula do G7 presencial como símbolo do retorno à 'normalização'
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente americano, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (20) que a cúpula do G7, a ser realizada em junho e que este ano seria organizada nos Estados Unidos, deveria ser presencial na residência de Camp David e não por videoconferência, como um símbolo do retorno à 'normalização'.

    O presidente americano, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (20) que a cúpula do G7, a ser realizada em junho e que este ano seria organizada nos Estados Unidos, deveria ser presencial na residência de Camp David e não por videoconferência, como um símbolo do retorno à 'normalização'.


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  • 36/56   Colômbia e Peru criam comitê COVID-19 para proteger indígenas amazônicos
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Os governos da Colômbia e do Peru instalaram um comitê de parceria entre os dois países com objetivo de proteger da COVID-19 as populações indígenas que vivem na região amazônica onde esses países compartilham a fronteira, informou nesta quarta-feira (20) o Ministério das Relações Exteriores do Peru.

    Os governos da Colômbia e do Peru instalaram um comitê de parceria entre os dois países com objetivo de proteger da COVID-19 as populações indígenas que vivem na região amazônica onde esses países compartilham a fronteira, informou nesta quarta-feira (20) o Ministério das Relações Exteriores do Peru.


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  • 37/56   Márcio Garcia rompe tendão em acidente doméstico e passa por cirurgia
    WORLD TOPIC NEWS

    "Tive um susto, uma bobagem. Fui na verdade empurrar uma mesa com o braco esticado", explicou ele,

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  • 38/56   Barroso vota para que MP de Bolsonaro não blinde atos que afrontam normas na pandemia
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), votou nesta quarta-feira (20) para restringir o alcance dos efeitos da medida provisória que protege servidores públicos de responsabilização por atos administrativos durante a pandemia do novo coronavírus. O plenário deu início ao julgamento de seis ações que questionam a constitucionalidade da MP editada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A sessão foi suspensa e será retomada nesta quinta-feira (21). Segundo a medida, durante a crise da Covid-19 somente poderão responder nas esferas civil e administrativa da Justiça os agentes públicos que "agirem ou se omitirem com dolo ou erro grosseiro". Barroso votou para que a MP seja interpretada de acordo com a Constituição e afirmou que o texto deve ser mantido na integralidade. Ponderou, no entanto, que, na aplicação da norma, devem ser excluídos do conceito de erro grosseiro medidas que “não observem normas e critérios técnicos estabelecidos por autoridades sanitárias do Brasil e do mundo”. Além disso, defendeu que equívocos que violem os princípios da precaução e da prevenção também devem ser excluídos dos critérios de aplicação da MP. O ministro fez uma defesa enfática das evidências científicas e, em um recado ao Palácio do Planalto, disse que acabar com o isolamento social é sujeitar o país “ao risco de genocídio”. O magistrado também sublinhou que “a eficácia ou a segurança” do uso da hidroxicloroquina ainda são “controvertidas na comunidade científica” no combate ao novo coronavírus. A declaração ocorre no mesmo dia em que o Ministério da Saúde divulgou protocolo para liberar a aplicação do medicamento para todos pacientes da Covid-19, inclusive aqueles com sintomas leves. Outra previsão da MP é de que “a responsabilização pela opinião técnica não se estenderá de forma automática ao decisor que a houver adotado como fundamento de decidir”. Barroso, por sua vez, se posicionou para que as autoridades exijam das áreas técnicas que os pareceres tratem de critérios científicos com respaldo em entidades médicas e sanitárias do Brasil e do mundo, além de obrigá-los a observar os princípios constitucionais da precaução, “sob pena de se tornarem corresponsáveis por eventuais violações a direitos”. A inclusão relâmpago das ações na pauta desta quarta-feira do plenário do Supremo representa uma mudança de estratégia da corte na análise de matérias de autoria do Executivo. Após críticas pelas recorrentes decisões monocráticas de membros da corte, Barroso e o presidente do STF, Dias Toffoli, preferiram levar a discussão ao plenário, a fim de dar mais peso ao entendimento firmado sobre o tema. Assim, em vez de apreciar sozinho as impugnações à MP, Barroso se articulou com Toffoli para levar o caso ao plenário. O presidente do STF então mudou a previsão de julgamentos para atender ao pedido do colega. No julgamento, Barroso fez duras críticas à redação da MP. Segundo ele, a norma não atinge o objetivo de dar mais segurança jurídica para agentes públicos tomarem decisões céleres no enfrentamento à pandemia. “Passou a impressão, possivelmente errada, de que se estava querendo proteger coisas erradas. Essa foi a percepção do sentido e alcance do texto”, disse o ministro. A proteção prevista na MP vale para sanções por medidas adotadas, direta ou indiretamente, no âmbito do enfrentamento da emergência sanitária e no combate aos efeitos econômicos decorrentes da doença. O texto entrou em vigor na última quinta-feira (14) e, para não perder a validade, precisaria ser aprovada pelo Congresso em até 120 dias. A Rede Sustentabilidade argumentou que a MP restringe a punição de agentes públicos num contexto de pandemia, quando os controles dos atos da administração pública estão flexibilizados. No Ministério da Saúde, por exemplo, contratos milionários têm sido firmados com inexigibilidade de licitação. “A União acaba por permitir que danos ao erário não sejam devidamente ressarcidos”, diz um dos trechos da ação. O partido argumenta que a “blindagem” do servidor gera perdas à coletividade, pois ele “não precisará refletir adequadamente sobre suas decisões”, estando protegido “a priori de qualquer pretensa responsabilização, bastando-lhe alegar que não agiu por culpa grave (erro grosseiro) ou dolo”. Ministros do STF ouvidos em caráter reservado pela reportagem já haviam considerado a MP, da forma como foi redigida, vaga e inconstitucional. O presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), José Mucio Monteiro, afirmou que o texto estimula mal-intencionados e que não pode haver salvo-conduto quando os gastos com a pandemia já consumiram mais de R$ 600 bilhões. Para definir responsabilizações, a MP definiu erro grosseiro como "erro manifesto, evidente e inescusável praticado com culpa grave, caracterizado por ação ou omissão com elevado grau de negligência, imprudência ou imperícia". Para isso, têm que ser levados em conta, entre outros pontos, os "obstáculos e as dificuldades reais do agente público", a "complexidade da matéria e das atribuições exercidas", a "circunstância de incompletude de informações na situação de urgência ou emergência", além do "contexto de incerteza acerca das medidas mais adequadas para enfrentamento da pandemia e das suas consequências, inclusive as econômicas". Segundo relataram interlocutores à reportagem, desde o início da crise da Covid-19 existe preocupação entre técnicos do governo sobre possíveis responsabilizações por medidas tomadas na pandemia. Eles argumentam, por exemplo, que o sistema de compras públicas teve de ser modificado e que é preciso algum tipo de proteção para processos de caráter emergencial. Para formar uma convicção sobre o tema, Barroso disse que conversou com o ex-ministro da Controladoria-Geral da União Valdir Simão. No diálogo, segundo o magistrado, ambos concluíram que a norma não resolve os problemas de gestores no país e que pode passar a impressão de proteção a condutas mal intencionadas. Barroso citou que muitos processos contra atos administrativos levam anos para serem julgados e que o mais efetivo seria montar um sistema de monitoramento e prestação de contas em tempo real.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), votou nesta quarta-feira (20) para restringir o alcance dos efeitos da medida provisória que protege servidores públicos de responsabilização por atos administrativos durante a pandemia do novo coronavírus. O plenário deu início ao julgamento de seis ações que questionam a constitucionalidade da MP editada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A sessão foi suspensa e será retomada nesta quinta-feira (21). Segundo a medida, durante a crise da Covid-19 somente poderão responder nas esferas civil e administrativa da Justiça os agentes públicos que "agirem ou se omitirem com dolo ou erro grosseiro". Barroso votou para que a MP seja interpretada de acordo com a Constituição e afirmou que o texto deve ser mantido na integralidade. Ponderou, no entanto, que, na aplicação da norma, devem ser excluídos do conceito de erro grosseiro medidas que “não observem normas e critérios técnicos estabelecidos por autoridades sanitárias do Brasil e do mundo”. Além disso, defendeu que equívocos que violem os princípios da precaução e da prevenção também devem ser excluídos dos critérios de aplicação da MP. O ministro fez uma defesa enfática das evidências científicas e, em um recado ao Palácio do Planalto, disse que acabar com o isolamento social é sujeitar o país “ao risco de genocídio”. O magistrado também sublinhou que “a eficácia ou a segurança” do uso da hidroxicloroquina ainda são “controvertidas na comunidade científica” no combate ao novo coronavírus. A declaração ocorre no mesmo dia em que o Ministério da Saúde divulgou protocolo para liberar a aplicação do medicamento para todos pacientes da Covid-19, inclusive aqueles com sintomas leves. Outra previsão da MP é de que “a responsabilização pela opinião técnica não se estenderá de forma automática ao decisor que a houver adotado como fundamento de decidir”. Barroso, por sua vez, se posicionou para que as autoridades exijam das áreas técnicas que os pareceres tratem de critérios científicos com respaldo em entidades médicas e sanitárias do Brasil e do mundo, além de obrigá-los a observar os princípios constitucionais da precaução, “sob pena de se tornarem corresponsáveis por eventuais violações a direitos”. A inclusão relâmpago das ações na pauta desta quarta-feira do plenário do Supremo representa uma mudança de estratégia da corte na análise de matérias de autoria do Executivo. Após críticas pelas recorrentes decisões monocráticas de membros da corte, Barroso e o presidente do STF, Dias Toffoli, preferiram levar a discussão ao plenário, a fim de dar mais peso ao entendimento firmado sobre o tema. Assim, em vez de apreciar sozinho as impugnações à MP, Barroso se articulou com Toffoli para levar o caso ao plenário. O presidente do STF então mudou a previsão de julgamentos para atender ao pedido do colega. No julgamento, Barroso fez duras críticas à redação da MP. Segundo ele, a norma não atinge o objetivo de dar mais segurança jurídica para agentes públicos tomarem decisões céleres no enfrentamento à pandemia. “Passou a impressão, possivelmente errada, de que se estava querendo proteger coisas erradas. Essa foi a percepção do sentido e alcance do texto”, disse o ministro. A proteção prevista na MP vale para sanções por medidas adotadas, direta ou indiretamente, no âmbito do enfrentamento da emergência sanitária e no combate aos efeitos econômicos decorrentes da doença. O texto entrou em vigor na última quinta-feira (14) e, para não perder a validade, precisaria ser aprovada pelo Congresso em até 120 dias. A Rede Sustentabilidade argumentou que a MP restringe a punição de agentes públicos num contexto de pandemia, quando os controles dos atos da administração pública estão flexibilizados. No Ministério da Saúde, por exemplo, contratos milionários têm sido firmados com inexigibilidade de licitação. “A União acaba por permitir que danos ao erário não sejam devidamente ressarcidos”, diz um dos trechos da ação. O partido argumenta que a “blindagem” do servidor gera perdas à coletividade, pois ele “não precisará refletir adequadamente sobre suas decisões”, estando protegido “a priori de qualquer pretensa responsabilização, bastando-lhe alegar que não agiu por culpa grave (erro grosseiro) ou dolo”. Ministros do STF ouvidos em caráter reservado pela reportagem já haviam considerado a MP, da forma como foi redigida, vaga e inconstitucional. O presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), José Mucio Monteiro, afirmou que o texto estimula mal-intencionados e que não pode haver salvo-conduto quando os gastos com a pandemia já consumiram mais de R$ 600 bilhões. Para definir responsabilizações, a MP definiu erro grosseiro como "erro manifesto, evidente e inescusável praticado com culpa grave, caracterizado por ação ou omissão com elevado grau de negligência, imprudência ou imperícia". Para isso, têm que ser levados em conta, entre outros pontos, os "obstáculos e as dificuldades reais do agente público", a "complexidade da matéria e das atribuições exercidas", a "circunstância de incompletude de informações na situação de urgência ou emergência", além do "contexto de incerteza acerca das medidas mais adequadas para enfrentamento da pandemia e das suas consequências, inclusive as econômicas". Segundo relataram interlocutores à reportagem, desde o início da crise da Covid-19 existe preocupação entre técnicos do governo sobre possíveis responsabilizações por medidas tomadas na pandemia. Eles argumentam, por exemplo, que o sistema de compras públicas teve de ser modificado e que é preciso algum tipo de proteção para processos de caráter emergencial. Para formar uma convicção sobre o tema, Barroso disse que conversou com o ex-ministro da Controladoria-Geral da União Valdir Simão. No diálogo, segundo o magistrado, ambos concluíram que a norma não resolve os problemas de gestores no país e que pode passar a impressão de proteção a condutas mal intencionadas. Barroso citou que muitos processos contra atos administrativos levam anos para serem julgados e que o mais efetivo seria montar um sistema de monitoramento e prestação de contas em tempo real.


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  • 39/56   EUA bloqueiam comunicado russo na ONU que condena uso de mercenários na Venezuela
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    Os Estados Unidos bloquearam nesta quarta-feira um comunicado de imprensa proposto pela Rússia ao Conselho de Segurança da ONU que condena o uso da força e de mercenários na Venezuela, depois que Caracas anunciou ter frustrado uma tentativa de invasão.

    Os Estados Unidos bloquearam nesta quarta-feira um comunicado de imprensa proposto pela Rússia ao Conselho de Segurança da ONU que condena o uso da força e de mercenários na Venezuela, depois que Caracas anunciou ter frustrado uma tentativa de invasão.


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  • 40/56   Lula pede desculpas após ter enaltecido a natureza pela criação do 'monstro do coronavírus'
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se desculpou na tarde desta quarta-feira (20) por ter dito que o surgimento da pandemia do coronavírus foi positivo para alertar o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre a importância de um Estado forte para conter o avanço da crise econômica. "Usei uma frase totalmente infeliz. E a palavra desculpa foi feita pra gente usar com muita humildade. Se algum dos 200 milhões de brasileiros ficou ofendido, peço desculpas. Sei o sofrimento que causa a pandemia, a dor de ter os parentes enterrados sem poder acompanhar", afirmou. Um dia antes, em entrevista à revista Carta Capital, Lula afirmou que "ainda bem" que a natureza havia criado "o monstro chamado coronavírus". "O que eu vejo? Quando eu vejo essas pessoas acharem que tem que vender tudo que é público e que tudo que é público não presta nada... Ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus, porque esse monstro está permitindo que os cegos enxerguem, que os cegos comecem a enxergar, que apenas o Estado é capaz de dar solução a determinadas crises", disse. Na entrevista à revista, Lula ainda criticou os problemas envolvendo o auxílio emergencial de R$ 600 concedido pelo governo federal durante a pandemia. Há relatos de problemas para retirada do benefício. "Eles prometeram e sequer eles cumpriram com a tarefa de dar R$ 600 e as pessoas ficarem em casa e se protegerem do coronavírus." A conduta de Bolsonaro na pandemia também foi criticada pelo petista. Lula disse que o presidente está cometendo um genocídio ao "receitar remédio contra toda a comunidade científica" —referência à cloroquina. Para o petista, Bolsonaro está cometendo crime de responsabilidade ao "não respeitar a ciência". Lula foi solto no início de novembro, após 580 dias preso na Polícia Federal em Curitiba, beneficiado por um novo entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) segundo o qual a prisão de condenados somente deve ocorrer após o fim de todos os recursos. O petista, porém, segue enquadrado na Lei da Ficha Limpa, impedido de disputar eleições. Lula permaneceu preso de 7 abril de 2018 a 8 de novembro de 2019 em uma cela especial da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. O local tinha 15 metros quadrados, com banheiro, e ficava isolado no último andar do prédio. Ele não teve contato com outros presos, que ficavam na carceragem, no primeiro andar. Lula foi condenado em primeira, segunda e terceira instâncias sob a acusação de aceitar reformas e a propriedade de um tríplex, em Guarujá (SP), como propina paga pela empreiteira OAS em troca de contrato com a Petrobras, o que ele sempre negou. A pena do ex-presidente foi definida pelo Superior Tribunal de Justiça em 8 anos, 10 meses e 20 dias, mas o caso ainda tem recursos pendentes nessa instância e, depois, pode ser remetido para o STF. Nessa condenação, Lula já havia atingido em setembro a marca de um sexto de cumprimento da pena imposta pelo STJ. Por isso, mesmo antes da recente decisão do Supremo, ele já reunia condições para deixar o regime fechado de prisão. Ainda neste ano, porém, o Supremo pode anular todo esse processo do tríplex, sob o argumento de que o juiz responsável pela condenação, o ex-ministro Sergio Moro, não tinha a imparcialidade necessária para julgar o petista. Não há data marcada para que esse pedido da defesa do ex-presidente seja analisado. Além do caso tríplex, Lula foi condenado em segunda instância a 17 anos e 1 mês de prisão por corrupção e lavagem no caso do sítio de Atibaia (SP). O ex-presidente ainda é réu em outros processos na Justiça Federal em São Paulo, Curitiba e Brasília. Com exceção de um dos casos, relativo à Odebrecht no Paraná, as demais ações não têm perspectiva de serem sentenciadas em breve.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se desculpou na tarde desta quarta-feira (20) por ter dito que o surgimento da pandemia do coronavírus foi positivo para alertar o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre a importância de um Estado forte para conter o avanço da crise econômica. "Usei uma frase totalmente infeliz. E a palavra desculpa foi feita pra gente usar com muita humildade. Se algum dos 200 milhões de brasileiros ficou ofendido, peço desculpas. Sei o sofrimento que causa a pandemia, a dor de ter os parentes enterrados sem poder acompanhar", afirmou. Um dia antes, em entrevista à revista Carta Capital, Lula afirmou que "ainda bem" que a natureza havia criado "o monstro chamado coronavírus". "O que eu vejo? Quando eu vejo essas pessoas acharem que tem que vender tudo que é público e que tudo que é público não presta nada... Ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus, porque esse monstro está permitindo que os cegos enxerguem, que os cegos comecem a enxergar, que apenas o Estado é capaz de dar solução a determinadas crises", disse. Na entrevista à revista, Lula ainda criticou os problemas envolvendo o auxílio emergencial de R$ 600 concedido pelo governo federal durante a pandemia. Há relatos de problemas para retirada do benefício. "Eles prometeram e sequer eles cumpriram com a tarefa de dar R$ 600 e as pessoas ficarem em casa e se protegerem do coronavírus." A conduta de Bolsonaro na pandemia também foi criticada pelo petista. Lula disse que o presidente está cometendo um genocídio ao "receitar remédio contra toda a comunidade científica" —referência à cloroquina. Para o petista, Bolsonaro está cometendo crime de responsabilidade ao "não respeitar a ciência". Lula foi solto no início de novembro, após 580 dias preso na Polícia Federal em Curitiba, beneficiado por um novo entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) segundo o qual a prisão de condenados somente deve ocorrer após o fim de todos os recursos. O petista, porém, segue enquadrado na Lei da Ficha Limpa, impedido de disputar eleições. Lula permaneceu preso de 7 abril de 2018 a 8 de novembro de 2019 em uma cela especial da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. O local tinha 15 metros quadrados, com banheiro, e ficava isolado no último andar do prédio. Ele não teve contato com outros presos, que ficavam na carceragem, no primeiro andar. Lula foi condenado em primeira, segunda e terceira instâncias sob a acusação de aceitar reformas e a propriedade de um tríplex, em Guarujá (SP), como propina paga pela empreiteira OAS em troca de contrato com a Petrobras, o que ele sempre negou. A pena do ex-presidente foi definida pelo Superior Tribunal de Justiça em 8 anos, 10 meses e 20 dias, mas o caso ainda tem recursos pendentes nessa instância e, depois, pode ser remetido para o STF. Nessa condenação, Lula já havia atingido em setembro a marca de um sexto de cumprimento da pena imposta pelo STJ. Por isso, mesmo antes da recente decisão do Supremo, ele já reunia condições para deixar o regime fechado de prisão. Ainda neste ano, porém, o Supremo pode anular todo esse processo do tríplex, sob o argumento de que o juiz responsável pela condenação, o ex-ministro Sergio Moro, não tinha a imparcialidade necessária para julgar o petista. Não há data marcada para que esse pedido da defesa do ex-presidente seja analisado. Além do caso tríplex, Lula foi condenado em segunda instância a 17 anos e 1 mês de prisão por corrupção e lavagem no caso do sítio de Atibaia (SP). O ex-presidente ainda é réu em outros processos na Justiça Federal em São Paulo, Curitiba e Brasília. Com exceção de um dos casos, relativo à Odebrecht no Paraná, as demais ações não têm perspectiva de serem sentenciadas em breve.


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  • 41/56   PSL diz que vai cobrar de Flávio Bolsonaro devolução de R$ 500 mil pagos a advogado investigado
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em nota divulgada na madrugada desta quarta-feira (20), o vice-presidente do PSL, deputado federal Júnior Bozzella (SP), afirmou que o partido irá cobrar do senador Flávio Bolsonaro (ex-PSL, hoje no Republicanos-RJ) a devolução de cerca de R$ 500 mil de recursos públicos direcionados ao escritório de advocacia de um ex-assessor. De acordo com o PSL —partido pelo qual a família Bolsonaro foi eleita em 2018, mas com o qual rompeu no final de 2019—, houve desvio de finalidade na aplicação do dinheiro do fundo partidário, além de Flávio ter mentido nas explicações que deu, em redes sociais, na noite desta terça-feira (19). Conforme a Folha de S.Paulo mostrou, o PSL nacional contratou em fevereiro de 2019, a pedido de Flávio, o escritório de advocacia de Victor Granado Alves (Granado Advogados Associados, do qual Victor é sócio) que hoje tem o nome envolvido no suposto vazamento de informações da Polícia Federal em benefício da família do presidente da República. Foram 13 meses e meio de contrato para serviços jurídicos ao PSL do Rio, então comandado por Flávio, com custo aos cofres públicos de ao menos R$ 500 mil. Na terça, a defesa de Granado afirmou que o contrato "firmado pelo diretório nacional tinha como objeto regularizar a prestação de contas do diretório regional do estado do Rio de Janeiro, bem como, prestar assessoria jurídica para os 92 diretórios municipais do partido". Flávio reforçou, em suas redes sociais: "O senador não ‘repassou’ nada e, mais, enquanto no comando do diretório estadual do Rio de Janeiro, optou por não receber recursos partidários e manter as despesas jurídicas, contábeis e administrativas à cargo do diretório nacional?". A nota do PSL contesta essas afirmações, afirmando que o diretório do Rio não estava apto juridicamente para receber recursos do fundo partidário, única razão pela qual o contrato foi feito pela executiva nacional do partido. "O PSL concedeu ao então presidente do diretório do RJ, senador Flávio Bolsonaro, a prerrogativa da seleção e fiscalização dos prestadores de serviços para atuar na regularização dos diretórios municipais no estado, assim como ocorre com todos os demais diretórios estaduais", diz a nota. Ela acrescenta ser "torpe a tentativa da defesa de Flávio Bolsonaro de redirecionar as acusações ao seu cliente, por uso ilegal de recursos públicos, para o diretório nacional do partido, que só efetuou a contratação porque o diretório estadual do RJ não se encontrava apto a receber recursos para fazê-lo diretamente". Ainda de acordo com o PSL, durante a gestão de Flávio Bolsonaro nenhum dos 87 diretórios no RJ que se encontravam irregulares tiveram a sua situação sanada. Os 17 regularizados até agora o foram após a saída de Flávio, afirma a legenda. "O senador deve agora dar as explicações sobre a utilização do fornecedor para outros fins, que não os quais foi contratado." À reportagem Bozzella disse que o escritório contratado a pedido de Flávio "não trabalhou para o partido e recebeu R$ 540 mil. Desvio de finalidade". "O maior indício de desvio de finalidade é o Flávio ter falado que o advogado foi contratado para regularizar os diretórios municipais do RJ, e os diretórios municipais não terem sido regularizados no período de vigência do contrato. E também o fato do serviço não ter sido prestado para o PSL conforme contratado, porém o advogado atuou para o senador em outras ações, não para atender o PSL, como na loja de chocolate", disse. Para o líder do PSL no Senado, Major Olimpio (SP), os fatos merecem ser apurados pela direção nacional do partido. O senador enviou um ofício ao presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PE), pedindo que seja feita uma auditoria no contrato. Ele pede, em caso de irregularidades, que o partido requeira a responsabilização e a devolução do dinheiro público por parte dos envolvidos. O senador pediu também uma auditoria nos contratos assinados com a advogada Karina Kufa no diretório de São Paulo. Victor Granado foi funcionário do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio no período da suspeita de existência de um esquema de "rachadinha" operado por Fabrício Queiroz. O advogado também teve seu sigilo bancário quebrado nas investigações. Victor também já foi advogado da franquia de chocolate de Flávio suspeita de ser usada para lavar dinheiro desviado no esquema de “rachadinha” operado por Queiroz. Como mostrou nesta segunda-feira (18) o Jornal Nacional, da TV Globo, o próprio advogado é proprietário de duas franquias da mesma rede de chocolate. As lojas são investigadas. A reportagem procurou na manhã desta quarta Flávio e Victor Granado, e aguarda uma manifestação. A nota do PSL também reproduz a informação de que o PSL está cobrando ressarcimento de dinheiro do fundo partidário pago ao escritório da advogada Karina Kufa, hoje na linha de frente da criação do Aliança pelo Brasil, o partido que Jair Bolsonaro tenta colocar de pé. "Em São Paulo, por exemplo, quando o diretório era presidido pelo deputado Eduardo Bolsonaro [outro dos filhos do presidente], foi contratada a advogada Karina Kufa. Dos 491 municípios em que está presente em São Paulo, o PSL tem hoje 461 diretórios regularizados, sendo 393 após a saída de Eduardo Bolsonaro e outros 68 antes de sua chegada. Nenhum diretório municipal foi regularizado durante sua gestão", afirma a nota do PSL. No comunicado, a sigla diz cobrar na Justiça o ressarcimento dos valores pagos a Kufa, por desvio de finalidade. "O mesmo deve ocorrer com a Granado em relação ao Rio de Janeiro." O PSL, contudo, só protocolou uma ação pedindo danos morais nesta quarta (20) após a publicação da reportagem. A legenda diz que a advogada foi contratada para representar a legenda em 29 casos no Supremo Tribunal Federal, mas não atuou na prática. Segundo a prestação de contas do PSL, Kufa tinha em 2019 dois contratos com o partido, um de R$ 200 mil para representar o PSL em ações no Supremo e outro, de R$ 40 mil ao mês, , de março a outubro, para serviços jurídicos ao PSL de São Paulo. Ninguém no gabinete de Eduardo Bolsonaro atendeu a telefonemas na manhã desta quarta. Inicialmente, Kufa afirmou que prestou todos os trabalhos estabelecidos nos contratos e afirmou que seu escritório jamais recebeu notificação judicial ou extrajudicial de cobrança de ressarcimento de qualquer valor. Kufa também frisou que o contrato com o diretório de São Paulo não previa a regularização de diretórios municipais, mas apenas consultoria a eles, o que foi feito, segundo afirma. Informada pela reportagem sobre a medida desta quarta-feira do PSL, Kufa afirmou que a "ação é totalmente descabida". "Pleitearei indenização em face do partido e dirigentes responsáveis pelo processo difamatório", acrescentou a advogada. O contrato entre o PSL e Kufa, disponível na prestação de contas que o PSL colocou em seu site, estabelece como objeto, entre outros pontos, "a regularização de pendências junto à Justiça Eleitoral, relativa ao diretório estadual, e a prestação "de serviço jurídico consultivo partidário ao Diretório Estadual, bem como dar suporte jurídico consultivo partidário aos seus órgãos municipais".

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em nota divulgada na madrugada desta quarta-feira (20), o vice-presidente do PSL, deputado federal Júnior Bozzella (SP), afirmou que o partido irá cobrar do senador Flávio Bolsonaro (ex-PSL, hoje no Republicanos-RJ) a devolução de cerca de R$ 500 mil de recursos públicos direcionados ao escritório de advocacia de um ex-assessor. De acordo com o PSL —partido pelo qual a família Bolsonaro foi eleita em 2018, mas com o qual rompeu no final de 2019—, houve desvio de finalidade na aplicação do dinheiro do fundo partidário, além de Flávio ter mentido nas explicações que deu, em redes sociais, na noite desta terça-feira (19). Conforme a Folha de S.Paulo mostrou, o PSL nacional contratou em fevereiro de 2019, a pedido de Flávio, o escritório de advocacia de Victor Granado Alves (Granado Advogados Associados, do qual Victor é sócio) que hoje tem o nome envolvido no suposto vazamento de informações da Polícia Federal em benefício da família do presidente da República. Foram 13 meses e meio de contrato para serviços jurídicos ao PSL do Rio, então comandado por Flávio, com custo aos cofres públicos de ao menos R$ 500 mil. Na terça, a defesa de Granado afirmou que o contrato "firmado pelo diretório nacional tinha como objeto regularizar a prestação de contas do diretório regional do estado do Rio de Janeiro, bem como, prestar assessoria jurídica para os 92 diretórios municipais do partido". Flávio reforçou, em suas redes sociais: "O senador não ‘repassou’ nada e, mais, enquanto no comando do diretório estadual do Rio de Janeiro, optou por não receber recursos partidários e manter as despesas jurídicas, contábeis e administrativas à cargo do diretório nacional?". A nota do PSL contesta essas afirmações, afirmando que o diretório do Rio não estava apto juridicamente para receber recursos do fundo partidário, única razão pela qual o contrato foi feito pela executiva nacional do partido. "O PSL concedeu ao então presidente do diretório do RJ, senador Flávio Bolsonaro, a prerrogativa da seleção e fiscalização dos prestadores de serviços para atuar na regularização dos diretórios municipais no estado, assim como ocorre com todos os demais diretórios estaduais", diz a nota. Ela acrescenta ser "torpe a tentativa da defesa de Flávio Bolsonaro de redirecionar as acusações ao seu cliente, por uso ilegal de recursos públicos, para o diretório nacional do partido, que só efetuou a contratação porque o diretório estadual do RJ não se encontrava apto a receber recursos para fazê-lo diretamente". Ainda de acordo com o PSL, durante a gestão de Flávio Bolsonaro nenhum dos 87 diretórios no RJ que se encontravam irregulares tiveram a sua situação sanada. Os 17 regularizados até agora o foram após a saída de Flávio, afirma a legenda. "O senador deve agora dar as explicações sobre a utilização do fornecedor para outros fins, que não os quais foi contratado." À reportagem Bozzella disse que o escritório contratado a pedido de Flávio "não trabalhou para o partido e recebeu R$ 540 mil. Desvio de finalidade". "O maior indício de desvio de finalidade é o Flávio ter falado que o advogado foi contratado para regularizar os diretórios municipais do RJ, e os diretórios municipais não terem sido regularizados no período de vigência do contrato. E também o fato do serviço não ter sido prestado para o PSL conforme contratado, porém o advogado atuou para o senador em outras ações, não para atender o PSL, como na loja de chocolate", disse. Para o líder do PSL no Senado, Major Olimpio (SP), os fatos merecem ser apurados pela direção nacional do partido. O senador enviou um ofício ao presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PE), pedindo que seja feita uma auditoria no contrato. Ele pede, em caso de irregularidades, que o partido requeira a responsabilização e a devolução do dinheiro público por parte dos envolvidos. O senador pediu também uma auditoria nos contratos assinados com a advogada Karina Kufa no diretório de São Paulo. Victor Granado foi funcionário do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio no período da suspeita de existência de um esquema de "rachadinha" operado por Fabrício Queiroz. O advogado também teve seu sigilo bancário quebrado nas investigações. Victor também já foi advogado da franquia de chocolate de Flávio suspeita de ser usada para lavar dinheiro desviado no esquema de “rachadinha” operado por Queiroz. Como mostrou nesta segunda-feira (18) o Jornal Nacional, da TV Globo, o próprio advogado é proprietário de duas franquias da mesma rede de chocolate. As lojas são investigadas. A reportagem procurou na manhã desta quarta Flávio e Victor Granado, e aguarda uma manifestação. A nota do PSL também reproduz a informação de que o PSL está cobrando ressarcimento de dinheiro do fundo partidário pago ao escritório da advogada Karina Kufa, hoje na linha de frente da criação do Aliança pelo Brasil, o partido que Jair Bolsonaro tenta colocar de pé. "Em São Paulo, por exemplo, quando o diretório era presidido pelo deputado Eduardo Bolsonaro [outro dos filhos do presidente], foi contratada a advogada Karina Kufa. Dos 491 municípios em que está presente em São Paulo, o PSL tem hoje 461 diretórios regularizados, sendo 393 após a saída de Eduardo Bolsonaro e outros 68 antes de sua chegada. Nenhum diretório municipal foi regularizado durante sua gestão", afirma a nota do PSL. No comunicado, a sigla diz cobrar na Justiça o ressarcimento dos valores pagos a Kufa, por desvio de finalidade. "O mesmo deve ocorrer com a Granado em relação ao Rio de Janeiro." O PSL, contudo, só protocolou uma ação pedindo danos morais nesta quarta (20) após a publicação da reportagem. A legenda diz que a advogada foi contratada para representar a legenda em 29 casos no Supremo Tribunal Federal, mas não atuou na prática. Segundo a prestação de contas do PSL, Kufa tinha em 2019 dois contratos com o partido, um de R$ 200 mil para representar o PSL em ações no Supremo e outro, de R$ 40 mil ao mês, , de março a outubro, para serviços jurídicos ao PSL de São Paulo. Ninguém no gabinete de Eduardo Bolsonaro atendeu a telefonemas na manhã desta quarta. Inicialmente, Kufa afirmou que prestou todos os trabalhos estabelecidos nos contratos e afirmou que seu escritório jamais recebeu notificação judicial ou extrajudicial de cobrança de ressarcimento de qualquer valor. Kufa também frisou que o contrato com o diretório de São Paulo não previa a regularização de diretórios municipais, mas apenas consultoria a eles, o que foi feito, segundo afirma. Informada pela reportagem sobre a medida desta quarta-feira do PSL, Kufa afirmou que a "ação é totalmente descabida". "Pleitearei indenização em face do partido e dirigentes responsáveis pelo processo difamatório", acrescentou a advogada. O contrato entre o PSL e Kufa, disponível na prestação de contas que o PSL colocou em seu site, estabelece como objeto, entre outros pontos, "a regularização de pendências junto à Justiça Eleitoral, relativa ao diretório estadual, e a prestação "de serviço jurídico consultivo partidário ao Diretório Estadual, bem como dar suporte jurídico consultivo partidário aos seus órgãos municipais".


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  • 42/56   Governo exige na Justiça restituição do serviço da DirecTV na Venezuela
    WORLD TOPIC NEWS

    O governo apresentou um recurso no Supremo Tribunal de Justiça (TSJ) da Venezuela para exigir a restituição da plataforma de TV por assinatura DirecTV, controlada pela americana AT&T, que anunciou ontem o encerramento de suas operações no país.

    O governo apresentou um recurso no Supremo Tribunal de Justiça (TSJ) da Venezuela para exigir a restituição da plataforma de TV por assinatura DirecTV, controlada pela americana AT&T, que anunciou ontem o encerramento de suas operações no país.


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  • 43/56   Apoio do Irã a Maduro ameaça segurança da América Latina, diz Guaidó
    WORLD TOPIC NEWS

    O apoio do Irã ao governo Nicolás Maduro ameaça a segurança da América Latina, disse o líder da oposição venezuelana Juan Guaidó nesta quarta-feira (20), após Teerã alertar sobre "consequências" se os Estados Unidos impedirem a entrega de petróleo iraniano à Venezuela.

    O apoio do Irã ao governo Nicolás Maduro ameaça a segurança da América Latina, disse o líder da oposição venezuelana Juan Guaidó nesta quarta-feira (20), após Teerã alertar sobre "consequências" se os Estados Unidos impedirem a entrega de petróleo iraniano à Venezuela.


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  • 44/56   'Jane Roe' conta em documentário que foi paga para se opor ao aborto nos EUA
    WORLD TOPIC NEWS

    A mulher que protagonizou a decisão da Suprema Corte, em 1973, de legalizar o aborto nos Estados Unidos, conhecida como "Roe v. Wade", disse que organizações contrárias à prática lhe pagaram, anos depois, para denunciar o veredito histórico, segundo um documentário que será exibido na próxima sexta-feira.

    A mulher que protagonizou a decisão da Suprema Corte, em 1973, de legalizar o aborto nos Estados Unidos, conhecida como "Roe v. Wade", disse que organizações contrárias à prática lhe pagaram, anos depois, para denunciar o veredito histórico, segundo um documentário que será exibido na próxima sexta-feira.


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  • 45/56   Disney World, Miami e Miami Beach abrem alguns restaurantes e lojas na Flórida
    WORLD TOPIC NEWS

    O parque de diversões Disney World na Flórida abre, a partir desta quarta-feira (20), seu espaço comercial "Disney Springs", onde visitantes podem comer e fazer compras usando máscaras.

    O parque de diversões Disney World na Flórida abre, a partir desta quarta-feira (20), seu espaço comercial "Disney Springs", onde visitantes podem comer e fazer compras usando máscaras.


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  • 46/56   De 'Malhação' à militância bolsonarista: quem é Mario Frias, cotado para substituir Regina Duarte no governo
    WORLD TOPIC NEWS

    Ex-global foi convidado para almoço com o presidente após dizer que estava disponível em entrevista na TV

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  • 47/56   Indústria de pescados do Brasil pede ajuda do governo em meio à pandemia
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse em reunião com representantes da indústria que medidas de ajuda do governo seriam anunciadas ainda nesta semana, segundo Eduardo Lobo, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca), que participou do encontro.Após o fechamento de restaurantes e o isolamento de pessoas em suas casa para conter a disseminação do coronavírus, as vendas de peixes recuaram 50% no Brasil, e os pescadores do Nordeste ficaram sem ter onde comercializar seus produtos, disseram a Abipesca e os próprios armadores.

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse em reunião com representantes da indústria que medidas de ajuda do governo seriam anunciadas ainda nesta semana, segundo Eduardo Lobo, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca), que participou do encontro.Após o fechamento de restaurantes e o isolamento de pessoas em suas casa para conter a disseminação do coronavírus, as vendas de peixes recuaram 50% no Brasil, e os pescadores do Nordeste ficaram sem ter onde comercializar seus produtos, disseram a Abipesca e os próprios armadores.


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  • 48/56   Atuação mais ousada com títulos públicos é só se acabar potência da política monetária, diz Campos Neto
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    "A gente acha que não deveria embarcar em nada além disso até termos certeza que não temos mais potência em política monetária", disse Campos Neto ao participar de live promovida pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib).

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  • 49/56   BC tem amplo espaço para vender reservas e pode aumentar atuação no câmbio, diz Campos Neto
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    (Reuters) - O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta quarta-feira que a autarquia tem espaço amplo para a venda de reservas internacionais e poderá aumentar sua atuação no câmbio se considerar necessário."Brasil tem muita reserva, inclusive em percentual do PIB (Produto Interno Bruto) a reserva subiu porque desvalorizou mais do que o que foi vendido", afirmou ele, a respeito do estoque que está hoje em 343 bilhões de dólares, frente a 357 bilhões de dólares no início do ano.

    (Reuters) - O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta quarta-feira que a autarquia tem espaço amplo para a venda de reservas internacionais e poderá aumentar sua atuação no câmbio se considerar necessário."Brasil tem muita reserva, inclusive em percentual do PIB (Produto Interno Bruto) a reserva subiu porque desvalorizou mais do que o que foi vendido", afirmou ele, a respeito do estoque que está hoje em 343 bilhões de dólares, frente a 357 bilhões de dólares no início do ano.


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  • 50/56   Mercado se apega a noticiário positivo e Ibovespa sobe
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    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta nesta quarta-feira, embalado pelo clima externo mais otimista em relação a reabertura e recuperação das economias, que vêm sendo duramente afetadas pela pandemia do Covid-19, com as ações de companhias aéreas liderando os ganhos.Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,71%, a 81.

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta nesta quarta-feira, embalado pelo clima externo mais otimista em relação a reabertura e recuperação das economias, que vêm sendo duramente afetadas pela pandemia do Covid-19, com as ações de companhias aéreas liderando os ganhos.Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,71%, a 81.


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  • 51/56   Wall St avança sob esperanças de estímulo, com S&P e Nasdaq batendo máximas em meses
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    O S&P; 500 está na máxima em dois meses e ficou brevemente acima da média móvel de 100 dias, indicador técnico observado de perto que tem atuado como um nível de resistência. O Nasdaq terminou no seu maior nível em três meses e estava 4,5% abaixo do seu recorde de 19 de fevereiro, com as ações do Facebook Inc e Amazon.

    O S&P; 500 está na máxima em dois meses e ficou brevemente acima da média móvel de 100 dias, indicador técnico observado de perto que tem atuado como um nível de resistência. O Nasdaq terminou no seu maior nível em três meses e estava 4,5% abaixo do seu recorde de 19 de fevereiro, com as ações do Facebook Inc e Amazon.


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  • 52/56   Procurador da ONU pede que tesoureiro do genocídio em Ruanda vá para Haia
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    O procurador do Mecanismo de Tribunais Penais Internacionais (MTPI) pediu nesta quarta-feira (20) a transferência temporária para Haia (Holanda) e não a Arusha (Tanzânia) do suspeito de ser o 'tesoureiro' do genocídio em Ruanda Félicien Kabuga, detido sábado na França após 25 anos foragido.

    O procurador do Mecanismo de Tribunais Penais Internacionais (MTPI) pediu nesta quarta-feira (20) a transferência temporária para Haia (Holanda) e não a Arusha (Tanzânia) do suspeito de ser o 'tesoureiro' do genocídio em Ruanda Félicien Kabuga, detido sábado na França após 25 anos foragido.


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  • 53/56   Não tenho bola de cristal sobre futuro, mas Guedes é forte na posição, diz Carlos da Costa
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    "Eu não tenho bola de cristal aqui e o futuro a Deus pertence, agora eu acho que presidente Bolsonaro tem dado sinais inequívocos de apoio ao ministro Paulo Guedes desde a campanha", afirmou."Ministro Paulo Guedes cresce muito em situações de crise, em situações de combate, em situações em que é necessário energia, então o ministro Paulo Guedes --eu acho, não posso falar por ele, nem por ninguém-- mas é muito forte na posição", completou.

    "Eu não tenho bola de cristal aqui e o futuro a Deus pertence, agora eu acho que presidente Bolsonaro tem dado sinais inequívocos de apoio ao ministro Paulo Guedes desde a campanha", afirmou."Ministro Paulo Guedes cresce muito em situações de crise, em situações de combate, em situações em que é necessário energia, então o ministro Paulo Guedes --eu acho, não posso falar por ele, nem por ninguém-- mas é muito forte na posição", completou.


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  • 54/56   Preços do petróleo sobem diante de redução nos estoques dos EUA
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    O petróleo Brent fechou em alta de 1,10 dólar, ou 3,2%, a 35,75 dólares por barril, enquanto o contrato julho do petróleo dos EUA, novo vencimento de primeiro mês, avançou 1,53 dólar, ou 4,8%, para 33,49 dólares o barril.Ambos os valores de referência chegaram a subir mais de 5% durante a sessão.

    O petróleo Brent fechou em alta de 1,10 dólar, ou 3,2%, a 35,75 dólares por barril, enquanto o contrato julho do petróleo dos EUA, novo vencimento de primeiro mês, avançou 1,53 dólar, ou 4,8%, para 33,49 dólares o barril.Ambos os valores de referência chegaram a subir mais de 5% durante a sessão.


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  • 55/56   Guedes admite prorrogar auxílio emergencial por um ou dois meses, mas com valor de R$ 200
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Paulo Guedes (Economia) admite a possibilidade de estender a concessão do auxílio emergencial, voltado principalmente a trabalhadores informais, por um ou dois meses. Guedes, no entanto, defende que o valor de R$ 600 seja cortado para R$ 200. O auxílio foi criado para durar apenas três meses, com valores concedidos em abril, maio e junho. Com a prorrogação por dois meses, permaneceria até agosto. O discurso pela prorrogação representa uma mudança de posição da equipe econômica, antes contrária à extensão da medida. Mesmo assim, a redução do montante concedido é defendida como fundamental. Guedes defende a redução do valor por causa das limitações das contas públicas. O ministro propôs uma ajuda de R$ 200 no começo da pandemia, mas o governo aceitou elevar o montante para R$ 600 após pressões do Congresso. “Se voltar para R$ 200 quem sabe não dá para estender um mês ou dois? R$ 600 não dá”, disse Guedes em reunião com empresários na terça-feira (19). “O que a sociedade prefere, um mês de R$ 600 ou três de R$ 200? É esse tipo de conta que estamos fazendo. É possível que aconteça uma extensão. Mas será que temos dinheiro para uma extensão a R$ 600? Acho que não”, afirmou o ministro. Para Guedes, o benefício não poderia ser maior que R$ 200 porque esse é o valor pago aos beneficiários do Bolsa Família, que de forma geral são mais vulneráveis que trabalhadores informais. “Se o Bolsa Família é R$ 200, não posso pagar mais que isso a um chofer de táxi no Sudeste”, disse. O titular da equipe econômica ainda defende um equilíbrio na medida também por, segundo ele, haver risco de as pessoas não trabalharem mais e faltarem produtos nas prateleiras. “Se falarmos que vai ter mais três meses, mais três meses, mais três meses, aí ninguém trabalha. Ninguém sai de casa e o isolamento vai ser de oito anos porque a vida está boa, está tudo tranquilo. E aí vamos morrer de fome do outro lado. É o meu pavor, a prateleira vazia”, disse. “Eu estou jogando dinheiro, não tem problema. Agora, a prateleira vai estar vazia porque vão parar de produzir. Então tem um equilíbrio delicado que a gente tem que seguir”, afirmou.?Criado para mitigar os efeitos da paralisação da atividade por causa do coronavírus, o auxílio emergencial pode ser acessado por trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e intermitentes sem emprego fixo. É necessário ter mais de 18 anos, não estar recebendo benefícios previdenciários ou seguro-desemprego e cumprir outros critérios de renda. Essa é a medida anticrise que mais demanda recursos do Tesouro Nacional. Inicialmente, o governo estimou que o programa alcançaria 54 milhões de pessoas ao preço de R$ 98 bilhões aos cofres públicos. Agora, o auxílio deve chegar a 70 milhões de beneficiários a um custo de R$ 124 bilhões. Apesar de não estar limitado por regras fiscais neste ano (por causa de uma série de decisões do governo, do Congresso e do Supremo Tribunal Federal frente o estado de calamidade pública), o custo das medidas vem preocupando a equipe econômica porque o endividamento público está crescendo. Com um cenário de receitas em queda em decorrência da paralisação da atividade e despesas públicas crescentes para mitigar a crise, o déficit de 2020 está previsto até agora em aproximadamente R$ 700 bilhões. O endividamento deve sair de 75% para 90% do PIB no fim do ano. Diante de pressões (principalmente do Congresso) para que o benefício seja estendido, diferentes membros da equipe econômica se manifestaram contra a prorrogação até esta semana. O secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, disse que a medida deveria ser eliminada ao fim de três meses. “[O programa] não foi desenhado para ser estrutural. Acabaram esses três meses, tem que ser abandonado”, afirmou na segunda-feira (18). O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, disse que tornar o programa permanente seria “fiscalmente impossível” e mencionou a necessidade de aumentar impostos para bancá-lo. Ele rejeitou a ideia de transformar a medida em um programa amplo de transferência de renda para informais e defendeu que, em vez disso, haja prioridade ao Bolsa Família. Guedes, por outro lado, se mostra favorável à extensão de outro programa anticrise, o benefício emergencial (criado para trabalhadores que tiverem redução de jornada e salário ou suspensão de contrato). "Está funcionando tão bem esse da complementação salarial que eu mesmo tenho vontade de estender. Agora, quanto fôlego financeiro a gente tem? Talvez seja melhor estender o programa de crédito", disse.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Paulo Guedes (Economia) admite a possibilidade de estender a concessão do auxílio emergencial, voltado principalmente a trabalhadores informais, por um ou dois meses. Guedes, no entanto, defende que o valor de R$ 600 seja cortado para R$ 200. O auxílio foi criado para durar apenas três meses, com valores concedidos em abril, maio e junho. Com a prorrogação por dois meses, permaneceria até agosto. O discurso pela prorrogação representa uma mudança de posição da equipe econômica, antes contrária à extensão da medida. Mesmo assim, a redução do montante concedido é defendida como fundamental. Guedes defende a redução do valor por causa das limitações das contas públicas. O ministro propôs uma ajuda de R$ 200 no começo da pandemia, mas o governo aceitou elevar o montante para R$ 600 após pressões do Congresso. “Se voltar para R$ 200 quem sabe não dá para estender um mês ou dois? R$ 600 não dá”, disse Guedes em reunião com empresários na terça-feira (19). “O que a sociedade prefere, um mês de R$ 600 ou três de R$ 200? É esse tipo de conta que estamos fazendo. É possível que aconteça uma extensão. Mas será que temos dinheiro para uma extensão a R$ 600? Acho que não”, afirmou o ministro. Para Guedes, o benefício não poderia ser maior que R$ 200 porque esse é o valor pago aos beneficiários do Bolsa Família, que de forma geral são mais vulneráveis que trabalhadores informais. “Se o Bolsa Família é R$ 200, não posso pagar mais que isso a um chofer de táxi no Sudeste”, disse. O titular da equipe econômica ainda defende um equilíbrio na medida também por, segundo ele, haver risco de as pessoas não trabalharem mais e faltarem produtos nas prateleiras. “Se falarmos que vai ter mais três meses, mais três meses, mais três meses, aí ninguém trabalha. Ninguém sai de casa e o isolamento vai ser de oito anos porque a vida está boa, está tudo tranquilo. E aí vamos morrer de fome do outro lado. É o meu pavor, a prateleira vazia”, disse. “Eu estou jogando dinheiro, não tem problema. Agora, a prateleira vai estar vazia porque vão parar de produzir. Então tem um equilíbrio delicado que a gente tem que seguir”, afirmou.?Criado para mitigar os efeitos da paralisação da atividade por causa do coronavírus, o auxílio emergencial pode ser acessado por trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e intermitentes sem emprego fixo. É necessário ter mais de 18 anos, não estar recebendo benefícios previdenciários ou seguro-desemprego e cumprir outros critérios de renda. Essa é a medida anticrise que mais demanda recursos do Tesouro Nacional. Inicialmente, o governo estimou que o programa alcançaria 54 milhões de pessoas ao preço de R$ 98 bilhões aos cofres públicos. Agora, o auxílio deve chegar a 70 milhões de beneficiários a um custo de R$ 124 bilhões. Apesar de não estar limitado por regras fiscais neste ano (por causa de uma série de decisões do governo, do Congresso e do Supremo Tribunal Federal frente o estado de calamidade pública), o custo das medidas vem preocupando a equipe econômica porque o endividamento público está crescendo. Com um cenário de receitas em queda em decorrência da paralisação da atividade e despesas públicas crescentes para mitigar a crise, o déficit de 2020 está previsto até agora em aproximadamente R$ 700 bilhões. O endividamento deve sair de 75% para 90% do PIB no fim do ano. Diante de pressões (principalmente do Congresso) para que o benefício seja estendido, diferentes membros da equipe econômica se manifestaram contra a prorrogação até esta semana. O secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, disse que a medida deveria ser eliminada ao fim de três meses. “[O programa] não foi desenhado para ser estrutural. Acabaram esses três meses, tem que ser abandonado”, afirmou na segunda-feira (18). O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, disse que tornar o programa permanente seria “fiscalmente impossível” e mencionou a necessidade de aumentar impostos para bancá-lo. Ele rejeitou a ideia de transformar a medida em um programa amplo de transferência de renda para informais e defendeu que, em vez disso, haja prioridade ao Bolsa Família. Guedes, por outro lado, se mostra favorável à extensão de outro programa anticrise, o benefício emergencial (criado para trabalhadores que tiverem redução de jornada e salário ou suspensão de contrato). "Está funcionando tão bem esse da complementação salarial que eu mesmo tenho vontade de estender. Agora, quanto fôlego financeiro a gente tem? Talvez seja melhor estender o programa de crédito", disse.


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  • 56/56   Supostos cúmplices de fuga do empresário Carlos Ghosn são detidos nos EUA
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    Os Estados Unidos prenderam nesta quarta-feira dois supeitos de terem ajudado o ex-presidente da Nissan Carlos Ghosn a fugir do Japão em dezembro, ao esconderem-no em uma caixa semelhante a um compartimento para instrumentos musicais.

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