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Noticias Slideshows (21/05/2020 19 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

    Noticias Fotos Slideshows - Tendências - Clique na imagem para visualizar na realidade aumentada ou em 3D estéreo

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    Revista de Imprensa


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  • 2/56   Como personalizar a tela de bloqueio do seu celular iPhone ou Android

    A tela de bloqueio de seu smartphone sempre pode ser personalizada, quer através de aplicativos próprios para a função ou nas configurações do aparelho. É possível alterar ícones de aplicativos, tipo de senha usada e papel de parede

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  • 3/56   WhatsApp prepara proteção de backups com senha no iPhone

    A nova versão de desenvolvimento do WhatsApp para iOS incluiu um recurso para proteger com senha as cópias de segurança de mensagens e arquivos do app enviadas ao iCloud. A novidade está em testes no Android, mas não tem previsão de disponibilidade

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  • 4/56   Malware para Android mira usuários do WhatsApp e Facebook Messenger

    Trojan foi batizado de WolfRAT e é capaz de roubar dados, ler mensagens de texto e ativar a câmera ou o microfone sem que o usuário perceba. O app Line também é um alvo, com ataques localizados na Tailândia

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  • 5/56   Pixel 4a é adiado de novo e só chega em julho, aponta novo rumor

    De acordo com Jon Prosser, que ficou conhecido por conseguir informações internas principalmente da Apple com bom grau de acerto, Google teria decidido adiar o lançamento do Pixel 4a uma segunda vez por "análise de mercado"

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  • 6/56   YouTube lança ferramenta que lembra usuário de ir dormir

    Nova função é parte das iniciativas de bem-estar digital do Google e lembra usuários que passam tempo demais conectados ao portal de vídeos para se desligarem e descansarem apropriadamente; YouTube já conta com duas funções específicas para a saúde do usuário

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  • 7/56   YouTube Music divulga formulário para migração de músicas do Play Música

    Anunciada há poucos dias pelo Google, a transferência de dados do Google Play Música para o YouTube já tem inscrições abertas para acesso antecipado. A ferramenta permitirá a importação de listas, uploads, compras, curtidas e dados de pagamento

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  • 8/56   Adesão à quarentena no Brasil foi relativamente pequena, e está enfraquecendo

    Dados de mobilidade publicados pelo Google revelam políticas de distanciamento social mais eficazes na Europa e no México

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  • 9/56   Apple vai pagar US$ 500 milhões por corte no desempenho de iPhones antigos

    Empresa concordou em pagar US$ 500 milhões em indenizações e custos processuais a usuários afetados pela baixa no desempenho. Juíz deu parecer favorável, mas decisão final deve sair apenas em dezembro

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  • 10/56   Levantamento de buscas do Google revela novos comportamentos da quarentena

    Companhia apresentou alguns dados de seu buscador. Usuários estão procurando mais sobre meios digitais de visitar lugares turísticos, buscam produtos relacionados a escritório e trabalho em casa, além de mostrem preocupações financeiras

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  • 11/56   Google Fotos: como acessar backups antigos

    Com o aplicativo Google Fotos, usuários podem fazer backup de todas as imagens do celular e acessá-lo através de diferentes dispositivos. Confira o passo-a-passo para criar o seu backup e como utilizá-lo

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  • 12/56   As melhores funções do Apple Music que você precisa conhecer

    Serviço de streaming da Apple possui funcionalidades interessantes em seus aplicativos, que incluem uma rádio ao vivo por 24 horas, videoclipes e playlists especiais para cada artista. Confira as principais!

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  • 13/56   Apple pode parar de incluir fone de ouvido na caixa do iPhone em 2020

    Informação está em um dos relatórios mais recentes do analista Ming-Chi Kuo enviado a investidores; intenção, segundo ele, é incentivar consumidores a comprarem os fones sem fio AirPods, que tiveram queda nas vendas

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  • 14/56   Apple libera iOS 13.5 e iPadOS 13.5 para usuários; veja as novidades

    Depois de liberar as versões Golden Master do iOS/iPadOS 13.5, ou seja, as possíveis candidatas para serem as disponibilizadas aos usuários, a Apple lançou para o público as atualizações, que tem foco na pandemia do novo coronavírus; confira as principais novidades

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  • 15/56   COVID-19: Google e Apple liberam API para criação de apps que detectam infectado

    Gigantes da tecnologia lançam ferramenta que auxilia sistemas de saúde locais a identificaram casos da COVID-19 e notificarem pessoas que entraram em contato com os infectados, de forma segura e anônima

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  • 16/56   Google exibe tecnologia que controla músicas usando o cordão do fone de ouvido

    Empresa mostrou nova tecnologia que reconhece movimentos de tecido de fios em fones de ouvido. Ao identificar pressão, tempo de toque e torção da peça, mecanismo consegue relacionar comandos a tais movimentos

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  • 17/56   Após polêmica com navegador, Xiaomi muda o nome de opção com duplo sentido

    Ao tentar solucionar o problema de privacidade em seu navegador para Android, a Xiaomi "inverteu" a descrição da opção que resolvia a polêmica no aplicativo. Segundo a empresa, uma nova atualização do app foi disponibilizada para esclarecer o envio de dados

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  • 18/56   Patente indica que próximo MacBook Pro terá maior touchpad do mercado

    Pedido de registro que foi feito no Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos vazou e mostra o desenho do que pode ser o futuro notebook topo de linha da Apple. A imagem sugere que o touch pad ocupe toda a área abaixo do teclado

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  • 19/56   Google Fotos simplifica o compartilhamento de álbuns com amigos e parentes

    O Google anunciou uma mudança no recurso de compartilhamento de álbuns no aplicativo Fotos. Agora, a opção padrão para compartilhamento envia uma mensagem para o contato em vez de gerar um link para enviar aos conhecidos

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  • 20/56   AnTuTu revela quais os processadores de Android mais poderosos da atualidade

    Especializado em testes de desempenho para celulares, o AnTuTu divulgou seu ranking com os principais processadores utilizados em smartphones com o sistema Android. A lista é liderada pelo Qualcomm Snapdragon 865, seguido pelo Samsung Exynos 990

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  • 21/56   Nova versão do Nova Launcher terá recursos visuais do Android 11

    O Android 11 ainda não começou a ser distribuído para usuários finais, mas você já pode testar alguns dos recursos do novo sistema operacional no Nova Launcher, um dos principais apps de personalização do sistema da Google

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  • 22/56   Greyhound, novo filme com Tom Hanks, será distribuído pelo Apple TV+

    Diante dos cinemas fechados em todo o mundo, o drama de guerra e outros títulos que tiveram seus lançamentos suspensos por causa da pandemia de COVID-19 serão lançados através de plataformas de streaming e em serviços de VOD (vídeo sob demanda)

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  • 23/56   Google Meet vai permitir desfocar fundo da transmissão durante videoconferências

    Modo retrato em videoconferências não é uma novidade — até o Google Duo, também do Google, já traz a opção desde o ano passado. Além disso, o Zoom também já possui a possibilidade de trocar o fundo por uma imagem

    Modo retrato em videoconferências não é uma novidade — até o Google Duo, também do Google, já traz a opção desde o ano passado. Além disso, o Zoom também já possui a possibilidade de trocar o fundo por uma imagem


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  • 24/56   Pixel 5 não deve ser um topo de linha, aponta novo rumor

    Segundo boatos mais recentes relacionados à próxima geração dos celulares da Google, o Pixel 5 deve embarcar um processador intermediário premium em vez de um chipset dedicado a aparelhos de ponta; smartphone deve ser anunciado no segundo semestre

    Segundo boatos mais recentes relacionados à próxima geração dos celulares da Google, o Pixel 5 deve embarcar um processador intermediário premium em vez de um chipset dedicado a aparelhos de ponta; smartphone deve ser anunciado no segundo semestre


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  • 25/56   Google Chat ganha novo recurso para se tornar, de fato, o sucessor do Hangouts

    Ferramenta do Google concorrente do Slack e do Microsoft Teams, o Google Chat (antigo Hangouts Chat) começou o processo de integração com o Hangouts Clássico (antigo Google Talk). Além disso, usuários do Chat poderão conversar com pessoas de fora da empresa

    Ferramenta do Google concorrente do Slack e do Microsoft Teams, o Google Chat (antigo Hangouts Chat) começou o processo de integração com o Hangouts Clássico (antigo Google Talk). Além disso, usuários do Chat poderão conversar com pessoas de fora da empresa


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  • 26/56   Tecnologia de rastreamento ocular agora inclui apps como Facebook e Netflix

    A Tobii é líder do setor de rastreamento ocular e o novo conjunto de aplicativos da empresa inclui, além da rede social e da plataforma de streaming, outros famosos: Facebook Messenger, WhatsApp, Instagram, Google, Google Agenda, Google Tradutor, Spotify, YouTube e MSN

    A Tobii é líder do setor de rastreamento ocular e o novo conjunto de aplicativos da empresa inclui, além da rede social e da plataforma de streaming, outros famosos: Facebook Messenger, WhatsApp, Instagram, Google, Google Agenda, Google Tradutor, Spotify, YouTube e MSN


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  • 27/56   Rússia recebe respiradores doados por EUA
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Um avião militar dos Estados Unidos chegou a Moscou nesta quinta-feira com 50 respiradores para pacientes com o novo coronavírus em terapia intensiva, apenas algumas semanas após o envio de material russo semelhante para Nova York.

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  • 28/56   Maior cemitério do Brasil dobra o número de enterros diários
    SCIENCE TOPIC NEWS

    "É um atrás do outro. Não para", diz um dos coveiros do cemitério Vila Formosa, o maior de São Paulo e da América Latina, vestindo macacão branco e máscara de pano coberta por outra de acetato transparente para se proteger da COVID-19.

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  • 29/56   Sebastião Salgado alerta para 'genocídio' de povos amazônicos
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, reconhecido mundialmente, alerta para um genocídio dos indígenas na Amazônia durante a pandemia do novo coronavírus. Ele ainda critica a oposição do presidente Jair Bolsonaro ao isolamento.

    O fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, reconhecido mundialmente, alerta para um genocídio dos indígenas na Amazônia durante a pandemia do novo coronavírus. Ele ainda critica a oposição do presidente Jair Bolsonaro ao isolamento.


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  • 30/56   Primeiro-ministro italiano preocupado com o retorno do ritual de aperitivos no país
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Com o fim do longo confinamento e a chegada do clima de primavera, os italianos retomaram o ritual de aperitivos nos terraços e praças da península, o que preocupa as autoridades diante de um possível novo surto da epidemia de coronavírus.

    Com o fim do longo confinamento e a chegada do clima de primavera, os italianos retomaram o ritual de aperitivos nos terraços e praças da península, o que preocupa as autoridades diante de um possível novo surto da epidemia de coronavírus.


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  • 31/56   Espanhóis são obrigados a usar máscara: "quanto mais ferramentas, melhor"
    SCIENCE TOPIC NEWS

    As máscaras já eram um acessório comum na Espanha, mas desde quinta-feira (21) são obrigatórias em espaços abertos e fechados. Uma ordem que a população entende, porque sem ela "é como pular na piscina sem saber nadar", diz Cristina Quevedo, professora do ensino fundamental.

    As máscaras já eram um acessório comum na Espanha, mas desde quinta-feira (21) são obrigatórias em espaços abertos e fechados. Uma ordem que a população entende, porque sem ela "é como pular na piscina sem saber nadar", diz Cristina Quevedo, professora do ensino fundamental.


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  • 32/56   Operadores de turismo na Grécia preveem queda drástica de visitantes
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Os operadores turísticos da Grécia esperam uma queda de 70% da quantidade de visitantes neste ano, afirmaram nesta quinta-feira (21), depois que o governo estabeleceu o início da temporada turística para 15 de junho, adiada devido à epidemia de COVID-19.

    Os operadores turísticos da Grécia esperam uma queda de 70% da quantidade de visitantes neste ano, afirmaram nesta quinta-feira (21), depois que o governo estabeleceu o início da temporada turística para 15 de junho, adiada devido à epidemia de COVID-19.


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  • 33/56   Pandemia como pretexto para violência em áreas da Colômbia durante confinamento
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Apertados em uma moto, Armando Muñoz, sua esposa e duas filhas pequenas avançavam por uma aldeia empoeirada no sudoeste da Colômbia quando foram baleados. O homem e seu bebê de nove meses morreram na hora e a menina de cinco anos dois dias depois.

    Apertados em uma moto, Armando Muñoz, sua esposa e duas filhas pequenas avançavam por uma aldeia empoeirada no sudoeste da Colômbia quando foram baleados. O homem e seu bebê de nove meses morreram na hora e a menina de cinco anos dois dias depois.


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  • 34/56   Sebastião Salgado alerta para 'genocídio' de povos amazônicos na pandemia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Preocupado com o destino dos indígenas na Amazônia durante a pandemia, o consagrado fotógrafo Sebastião Salgado promove uma campanha internacional para reivindicar sua proteção, ao mesmo tempo em que critica o presidente Jair Bolsonaro por se opor à quarentena para conter o avanço da COVID-19 no Brasil.

    Preocupado com o destino dos indígenas na Amazônia durante a pandemia, o consagrado fotógrafo Sebastião Salgado promove uma campanha internacional para reivindicar sua proteção, ao mesmo tempo em que critica o presidente Jair Bolsonaro por se opor à quarentena para conter o avanço da COVID-19 no Brasil.


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  • 35/56   Em Bagdá, ramadã ao ritmo dos chamados à oração e ao confinamento
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Em Bagdá, a segunda capital árabe mais populosa, dez milhões de habitantes vivem ao ritmo dos chamados às orações dos alto-falantes das mesquitas, mas também ao confinamento em meio à pandemia de coronavírus.

    Em Bagdá, a segunda capital árabe mais populosa, dez milhões de habitantes vivem ao ritmo dos chamados às orações dos alto-falantes das mesquitas, mas também ao confinamento em meio à pandemia de coronavírus.


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  • 36/56   Dono do Facebook defende decisão de remover conteúdo falso postado por Bolsonaro
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Facebook retirou uma alegação do presidente brasileiro de que cientistas encontraram cura para o coronavírus. "Isso obviamente não é verdade"

    O Facebook retirou uma alegação do presidente brasileiro de que cientistas encontraram cura para o coronavírus. "Isso obviamente não é verdade"


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  • 37/56   Banda britânica se une em quarentena para não deixar o rock morrer
    WORLD TOPIC NEWS

    NORFOLK, Inglaterra (Reuters) - Quando o mundo foi instruído a ficar em casa para escapar do novo coronavírus, uma banda britânica teve uma escolha: abandonar a música ao vivo ou se confinar para tocar.Debaixo de um lustre de vidro em uma mansão ao lado do Mar do Norte, a banda Sharpville Show toca bateria, guitarra, teclado e contrabaixo enquanto um Shih Tzu de um olho, chamado Genghis, dorme.

    NORFOLK, Inglaterra (Reuters) - Quando o mundo foi instruído a ficar em casa para escapar do novo coronavírus, uma banda britânica teve uma escolha: abandonar a música ao vivo ou se confinar para tocar.Debaixo de um lustre de vidro em uma mansão ao lado do Mar do Norte, a banda Sharpville Show toca bateria, guitarra, teclado e contrabaixo enquanto um Shih Tzu de um olho, chamado Genghis, dorme.


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  • 38/56   Adversários, Doria e Bolsonaro adotam trégua em reunião com governadores
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Adversários políticos e protagonistas de intensas trocas de acusações, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), abandonaram o tom belicoso das últimas declarações durante reunião virtual do mandatário com chefes dos governos estaduais. Doria, que já foi chamado de "gravatinha" por Bolsonaro e disse que o mandatário vive numa "redoma em Brasília", pregou paz quando falou na teleconferência. "Este é o sentimento dos governadores do Brasil. Vamos em paz, presidente, vamos pelo Brasil, e vamos juntos. É o melhor caminho e a melhor forma de vencer a pandemia", declarou o governador. Participaram da videoconferência de Bolsonaro com os governadores os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Na rápida reunião, Bolsonaro avisou que sancionará o projeto de lei que cria uma rede de auxílio financeiro aos demais entes federados e disse que vetará um dispositivo que abre brecha para que haja reajuste ao funcionalismo público. O presidente pediu apoio aos governadores para articular no Congresso Nacional a manutenção desse veto. "Quero exaltar e cumprimentar a forma como essa reunião está sendo conduzida, para a união de todos. O Brasil precisa estar unido para vencer e ajudar e proteger a saúde dos brasileiros. O nosso foco neste momento é exatamente esse, proteger os brasileiros. A existência de uma guerra coloca todos em derrota. Ninguém ganha numa guerra", acrescentou Doria. Em suas intervenções, Bolsonaro agradeceu a manifestação de Doria e evitou entrar em confronto com seu adversário político. "O motivo da reunião é uma continuidade, um esforço de todos, na busca de minorar e mitigar problemas e atingir na ponta da linha aqueles que são afetados por essa crise, que nós não sabemos ainda o tamanho da sua dimensão. Ela realmente em muito prejudicou não só o Brasil, mas o mundo todo", afirmou Bolsonaro. "O governo federal, se Deus quiser, sancionará hoje mesmo esse projeto com vetos. Os quais, segundo o nosso entendimento, devem ser mantido para todos nós", acrescentou. O tom ameno entre Bolsonaro e Doria foi completamente oposto ao da última vez que ambos participaram de uma videoconferência, em 25 de março. Na ocasião, Doria cobrou "serenidade, calma e equilíbrio", e ameaçou ir à Justiça se o governo federal confiscasse respiradores mecânicos para doentes graves com Covid-19. Bolsonaro, por sua vez, reagiu de forma ríspida e acusou o governador de, nas eleições, apoderar-se do seu nome para se eleger governador. "Subiu à sua cabeça a possibilidade de ser presidente do Brasil. Não tem responsabilidade. Não tem altura para criticar o governo federal", disse o presidente ao tucano. "Se você não atrapalhar, o Brasil vai decolar e conseguir sair da crise. Saia do palanque", acrescentou Bolsonaro em março.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Adversários políticos e protagonistas de intensas trocas de acusações, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), abandonaram o tom belicoso das últimas declarações durante reunião virtual do mandatário com chefes dos governos estaduais. Doria, que já foi chamado de "gravatinha" por Bolsonaro e disse que o mandatário vive numa "redoma em Brasília", pregou paz quando falou na teleconferência. "Este é o sentimento dos governadores do Brasil. Vamos em paz, presidente, vamos pelo Brasil, e vamos juntos. É o melhor caminho e a melhor forma de vencer a pandemia", declarou o governador. Participaram da videoconferência de Bolsonaro com os governadores os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Na rápida reunião, Bolsonaro avisou que sancionará o projeto de lei que cria uma rede de auxílio financeiro aos demais entes federados e disse que vetará um dispositivo que abre brecha para que haja reajuste ao funcionalismo público. O presidente pediu apoio aos governadores para articular no Congresso Nacional a manutenção desse veto. "Quero exaltar e cumprimentar a forma como essa reunião está sendo conduzida, para a união de todos. O Brasil precisa estar unido para vencer e ajudar e proteger a saúde dos brasileiros. O nosso foco neste momento é exatamente esse, proteger os brasileiros. A existência de uma guerra coloca todos em derrota. Ninguém ganha numa guerra", acrescentou Doria. Em suas intervenções, Bolsonaro agradeceu a manifestação de Doria e evitou entrar em confronto com seu adversário político. "O motivo da reunião é uma continuidade, um esforço de todos, na busca de minorar e mitigar problemas e atingir na ponta da linha aqueles que são afetados por essa crise, que nós não sabemos ainda o tamanho da sua dimensão. Ela realmente em muito prejudicou não só o Brasil, mas o mundo todo", afirmou Bolsonaro. "O governo federal, se Deus quiser, sancionará hoje mesmo esse projeto com vetos. Os quais, segundo o nosso entendimento, devem ser mantido para todos nós", acrescentou. O tom ameno entre Bolsonaro e Doria foi completamente oposto ao da última vez que ambos participaram de uma videoconferência, em 25 de março. Na ocasião, Doria cobrou "serenidade, calma e equilíbrio", e ameaçou ir à Justiça se o governo federal confiscasse respiradores mecânicos para doentes graves com Covid-19. Bolsonaro, por sua vez, reagiu de forma ríspida e acusou o governador de, nas eleições, apoderar-se do seu nome para se eleger governador. "Subiu à sua cabeça a possibilidade de ser presidente do Brasil. Não tem responsabilidade. Não tem altura para criticar o governo federal", disse o presidente ao tucano. "Se você não atrapalhar, o Brasil vai decolar e conseguir sair da crise. Saia do palanque", acrescentou Bolsonaro em março.


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  • 39/56   Venezuela denuncia Banco de Inglaterra para recuperar seu ouro
    WORLD TOPIC NEWS

    A Venezuela apresentou uma denúncia contra o Banco da Inglaterra para devolver parte das reservas de ouro depositadas em seus cofres, anunciou nesta quinta-feira o escritório de advocacia que representa o governo venezuelano em Londres.

    A Venezuela apresentou uma denúncia contra o Banco da Inglaterra para devolver parte das reservas de ouro depositadas em seus cofres, anunciou nesta quinta-feira o escritório de advocacia que representa o governo venezuelano em Londres.


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  • 40/56   Militares não vão dar golpe ou fazer intervenção, diz general Heleno
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general da reserva Augusto Heleno, descartou a possibilidade de golpe, intervenção militar ou da instalação de uma ditadura no Brasil. "Os militares não vão dar golpe. Isso não passa na cabeça dessa nossa geração, que foi formada por aquela geração que viveu todos aqueles fatos, como estar contra o governo, fazer uma contrarrevolução em 1964", afirmou. As observações foram feitas durante "live" para o grupo Personalidades em Foco, que durou pouco mais de 1h20min nesta quarta (20). Para ele, "não passa [pela cabeça] ditadura, intervenções, isso são provocações feitas por alguns indivíduos que não têm coragem de dizer quais são suas ideologias, que ficam provocando os militares para ver se nós vamos reagir". O general, conselheiro de campanha de Jair Bolsonaro e um dos três com assento no Palácio do Planalto, disse que deve isso aos "nossos instrutores, vacinados por toda aquela trajetória de militares se intrometendo de uma forma pouco aconselhável, mas muitas vezes necessária, na política". No último mês, o ministro da Defesa teve de editar duas notas reafirmando o compromisso das Forças Armadas com a Constituição após o presidente participar de atos golpistas que pediam intervenção militar contra Congresso e Supremo Tribunal Federal. Na semana passada, artigo do vice-presidente, general Hamilton Mourão, gerou rumores sobre eventuais intenções intervencionistas dos fardados. Havia pouco mais de 200 pessoas na audiência, a maioria composta por pessoas ligadas à Marinha, inclusive o comandante da Força, Ilques Barbosa Júnior. Havia também políticos, como a senadora Ana Amélia (Progressistas-RS) e o deputado Luiz Phillipe de Orleáns e Bragança (PSL-SP). Ele não foi questionado sobre polêmicas, como o xingamento que proferiu sobre o Congresso, que inspirou atos golpistas, ou sobre a reunião ministerial que está no centro do inquérito sobre eventual interferência de Bolsonaro na Polícia Federal. Heleno foi o primeiro oficial-general do Exército a falar ao grupo, que já ouvira figuras contrárias a Bolsonaro como Geraldo Alckmin (PSDB) e Luciano Huck, e membros do governo, além de jornalistas. Ele falou como um representante de sua classe, sem diferenciar no discurso serviço ativo e a ala militar do governo -que ele rejeita como definição. "Eu fico revoltado quando ouço essas duas palavrinhas", disse. Ele defendeu a presença de egressos das Forças na administração. "Nós não somos todos brilhantes, temos alguns brilhantes, mas temos uma dívida com o país". Heleno criticou duramente a mídia. "Na hora de apresentar os fatos, a gente percebe. É uma total contaminação dessa parte da imprensa. Só pode ser para derrubar o presidente da República. Não tem outra explicação", disse. Ele não nomeou veículos de comunicação -nem precisaria, já que Bolsonaro critica constantemente o jornal Folha de S.Paulo, órgãos do Grupo Globo, o Estado de S. Paulo, entre outros. Heleno criticou a cobertura dos 500 dias do governo, que segundo o general não citou supostos feitos de Bolsonaro. "[A mídia] Só procura as coisas para falar mal do governo. Isso é lamentável, porque é contra a nossa visão de democracia e liberdade de imprensa". "Não tem nenhum reconhecimento, é duro. Mas vamos lá, eles não vão conseguir baixar o moral da gente", afirmou. Um entrevistador, o consultor Gustavo Heck, lembrou que o presidente Getúlio Vargas estimulava o jornal Última Hora para se defender e perguntou se o governo não faria o mesmo. "Temos um instrumento que são as redes sociais", disse Heleno, se queixando especificamente da TV. "A gente mexe pra lá, mexe pra cá, zapeia, e acaba vendo Animal Planet. Chega a um ponto em que não dá, melhor ver suricato e leão atacando veadinho da floresta", disse. Aí o general deu sua receita ante as críticas. Para ele, as universidades "foram vítimas de verdadeira lavagem cerebral", com "formação dirigida para esse fanatismo ideológico" associado à esquerda. Esse é um ponto de contato antigo entre o que pensam os fardados brasileiros e a ala ideológica do bolsonarismo, representada entre outros no governo pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub. "A única solução é colocar a educação como grande instrumento de formação do cidadão, para ele ser um grande profissional, e não um militante político. Será criminoso fazer isso de um lado ou de outro. [Ele deve] construir sua família, prezando a democracia, prezando a família, a pátria", afirmou. "Não será fácil recuperar o terreno perdido. A educação precisa ser profundamente reformulada nesse país", completou. O general, que foi comandante militar da Amazônia e perdeu o cargo por criticar a política indigenista do governo Lula, apontou descaso político com a região, emulando discurso histórico dos militares. "A Amazônia é 7% do eleitorado. Investir lá não traz resultado eleitoral. É triste. Pensar que não é uma região cobiçada é ingenuidade", afirmou. Sobre a crise provocada pelas críticas internacionais ao manejo dos incêndios florestais do ano passado, ensaiou um mea-culpa: "Fomos muito maltratados no ano passado, pagamos caro, demos margem para esse tipo de visão". Na sequência, deixou claro que o erro teria sido corrigido quando Mourão assumiu o comitê para a região, no começo deste ano. "A Covid-19 veio na pior hora. A Amazônia é alvo da cobiça internacional. Essa história que vários líderes mundiais expressaram interesses escusos sobre a Amazônia, isso vai continuar acontecendo." Reclamou da presença de "80 mil ONGs que recebem de estrangeiros", de políticos, da falta de investimento federal no programa Sisfron, de monitoramento de fronteiras do Exército. Não havia uma dinâmica para questionar Heleno por que o governo Bolsonaro não alocou verbas no sistema. A queixa sobre o Sisfron é corrente no Alto-Comando do Exército. Afirmou que os "romanticamente chamados de povos da floresta" são "facilmente cooptáveis pelo tráfico" e clamou pela presença do Estado. Segundo Heleno, só as Forças Armadas lá estão. "É uma peneira. Sem nenhuma crítica à PF, à Receita e ao Ibama, mas eles não são tão presentes", disse, lamentando a falta de recursos humanos. O general contou que certa vez, em Roraima, encontrou um grupo indígena que falava inglês, vindo da Guiana. "Muita gente acha que essas comunidades vão defender o Brasil, eles nem sabiam que estavam no Brasil", afirmou. Sobre a Covid-19, Heleno só falou ao ser questionado pelo velejador Lars Grael sobre o papel do esporte no pós-pandemia. "Isolamento vertical [defendido por Bolsonaro] é perfeitamente viável e deve ser totalmente adotado por nossas famílias. Com o isolamento horizontal, se não tem saneamento básico?", questionou. Ex-comandante do Centro de Capacitação Física do Exército e tendo testado positivo para a Covid-19 em um exame e negativo, em outro, Heleno ecoou o "histórico de atleta" que Bolsonaro usou para minimizar os riscos do novo coronavírus. "Cultue o esporte como algo que vai afastá-lo do médico. Não quero dizer que o médico não é importante, o médico é fundamental. Mas devemos zelar para ficar longe dos médicos, longe dos hospitais, longe de exames que não sejam exames para nos qualificar como atletas." Ao fim, o organizador do grupo, o palestrante Paulo Zottolo, elogiou o governo, mas criticou sua comunicação. Sobre isso, Heleno disse que não iria concordar ou discordar. "Estamos juntos", finalizou.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general da reserva Augusto Heleno, descartou a possibilidade de golpe, intervenção militar ou da instalação de uma ditadura no Brasil. "Os militares não vão dar golpe. Isso não passa na cabeça dessa nossa geração, que foi formada por aquela geração que viveu todos aqueles fatos, como estar contra o governo, fazer uma contrarrevolução em 1964", afirmou. As observações foram feitas durante "live" para o grupo Personalidades em Foco, que durou pouco mais de 1h20min nesta quarta (20). Para ele, "não passa [pela cabeça] ditadura, intervenções, isso são provocações feitas por alguns indivíduos que não têm coragem de dizer quais são suas ideologias, que ficam provocando os militares para ver se nós vamos reagir". O general, conselheiro de campanha de Jair Bolsonaro e um dos três com assento no Palácio do Planalto, disse que deve isso aos "nossos instrutores, vacinados por toda aquela trajetória de militares se intrometendo de uma forma pouco aconselhável, mas muitas vezes necessária, na política". No último mês, o ministro da Defesa teve de editar duas notas reafirmando o compromisso das Forças Armadas com a Constituição após o presidente participar de atos golpistas que pediam intervenção militar contra Congresso e Supremo Tribunal Federal. Na semana passada, artigo do vice-presidente, general Hamilton Mourão, gerou rumores sobre eventuais intenções intervencionistas dos fardados. Havia pouco mais de 200 pessoas na audiência, a maioria composta por pessoas ligadas à Marinha, inclusive o comandante da Força, Ilques Barbosa Júnior. Havia também políticos, como a senadora Ana Amélia (Progressistas-RS) e o deputado Luiz Phillipe de Orleáns e Bragança (PSL-SP). Ele não foi questionado sobre polêmicas, como o xingamento que proferiu sobre o Congresso, que inspirou atos golpistas, ou sobre a reunião ministerial que está no centro do inquérito sobre eventual interferência de Bolsonaro na Polícia Federal. Heleno foi o primeiro oficial-general do Exército a falar ao grupo, que já ouvira figuras contrárias a Bolsonaro como Geraldo Alckmin (PSDB) e Luciano Huck, e membros do governo, além de jornalistas. Ele falou como um representante de sua classe, sem diferenciar no discurso serviço ativo e a ala militar do governo -que ele rejeita como definição. "Eu fico revoltado quando ouço essas duas palavrinhas", disse. Ele defendeu a presença de egressos das Forças na administração. "Nós não somos todos brilhantes, temos alguns brilhantes, mas temos uma dívida com o país". Heleno criticou duramente a mídia. "Na hora de apresentar os fatos, a gente percebe. É uma total contaminação dessa parte da imprensa. Só pode ser para derrubar o presidente da República. Não tem outra explicação", disse. Ele não nomeou veículos de comunicação -nem precisaria, já que Bolsonaro critica constantemente o jornal Folha de S.Paulo, órgãos do Grupo Globo, o Estado de S. Paulo, entre outros. Heleno criticou a cobertura dos 500 dias do governo, que segundo o general não citou supostos feitos de Bolsonaro. "[A mídia] Só procura as coisas para falar mal do governo. Isso é lamentável, porque é contra a nossa visão de democracia e liberdade de imprensa". "Não tem nenhum reconhecimento, é duro. Mas vamos lá, eles não vão conseguir baixar o moral da gente", afirmou. Um entrevistador, o consultor Gustavo Heck, lembrou que o presidente Getúlio Vargas estimulava o jornal Última Hora para se defender e perguntou se o governo não faria o mesmo. "Temos um instrumento que são as redes sociais", disse Heleno, se queixando especificamente da TV. "A gente mexe pra lá, mexe pra cá, zapeia, e acaba vendo Animal Planet. Chega a um ponto em que não dá, melhor ver suricato e leão atacando veadinho da floresta", disse. Aí o general deu sua receita ante as críticas. Para ele, as universidades "foram vítimas de verdadeira lavagem cerebral", com "formação dirigida para esse fanatismo ideológico" associado à esquerda. Esse é um ponto de contato antigo entre o que pensam os fardados brasileiros e a ala ideológica do bolsonarismo, representada entre outros no governo pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub. "A única solução é colocar a educação como grande instrumento de formação do cidadão, para ele ser um grande profissional, e não um militante político. Será criminoso fazer isso de um lado ou de outro. [Ele deve] construir sua família, prezando a democracia, prezando a família, a pátria", afirmou. "Não será fácil recuperar o terreno perdido. A educação precisa ser profundamente reformulada nesse país", completou. O general, que foi comandante militar da Amazônia e perdeu o cargo por criticar a política indigenista do governo Lula, apontou descaso político com a região, emulando discurso histórico dos militares. "A Amazônia é 7% do eleitorado. Investir lá não traz resultado eleitoral. É triste. Pensar que não é uma região cobiçada é ingenuidade", afirmou. Sobre a crise provocada pelas críticas internacionais ao manejo dos incêndios florestais do ano passado, ensaiou um mea-culpa: "Fomos muito maltratados no ano passado, pagamos caro, demos margem para esse tipo de visão". Na sequência, deixou claro que o erro teria sido corrigido quando Mourão assumiu o comitê para a região, no começo deste ano. "A Covid-19 veio na pior hora. A Amazônia é alvo da cobiça internacional. Essa história que vários líderes mundiais expressaram interesses escusos sobre a Amazônia, isso vai continuar acontecendo." Reclamou da presença de "80 mil ONGs que recebem de estrangeiros", de políticos, da falta de investimento federal no programa Sisfron, de monitoramento de fronteiras do Exército. Não havia uma dinâmica para questionar Heleno por que o governo Bolsonaro não alocou verbas no sistema. A queixa sobre o Sisfron é corrente no Alto-Comando do Exército. Afirmou que os "romanticamente chamados de povos da floresta" são "facilmente cooptáveis pelo tráfico" e clamou pela presença do Estado. Segundo Heleno, só as Forças Armadas lá estão. "É uma peneira. Sem nenhuma crítica à PF, à Receita e ao Ibama, mas eles não são tão presentes", disse, lamentando a falta de recursos humanos. O general contou que certa vez, em Roraima, encontrou um grupo indígena que falava inglês, vindo da Guiana. "Muita gente acha que essas comunidades vão defender o Brasil, eles nem sabiam que estavam no Brasil", afirmou. Sobre a Covid-19, Heleno só falou ao ser questionado pelo velejador Lars Grael sobre o papel do esporte no pós-pandemia. "Isolamento vertical [defendido por Bolsonaro] é perfeitamente viável e deve ser totalmente adotado por nossas famílias. Com o isolamento horizontal, se não tem saneamento básico?", questionou. Ex-comandante do Centro de Capacitação Física do Exército e tendo testado positivo para a Covid-19 em um exame e negativo, em outro, Heleno ecoou o "histórico de atleta" que Bolsonaro usou para minimizar os riscos do novo coronavírus. "Cultue o esporte como algo que vai afastá-lo do médico. Não quero dizer que o médico não é importante, o médico é fundamental. Mas devemos zelar para ficar longe dos médicos, longe dos hospitais, longe de exames que não sejam exames para nos qualificar como atletas." Ao fim, o organizador do grupo, o palestrante Paulo Zottolo, elogiou o governo, mas criticou sua comunicação. Sobre isso, Heleno disse que não iria concordar ou discordar. "Estamos juntos", finalizou.


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  • 41/56   Paulo Marinho pedirá investigação sobre devassa em suas contas bancárias
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A defesa de Paulo Marinho apresentará um requerimento nesta quinta para que o Ministério Publico Federal investigue eventual devassa que estaria sendo feita nas contas bancárias dele em represália à entrevista que o empresário concedeu ao jornal Folha de S.Paulo, publicada no domingo (17). A informação de que contas dele estariam sendo verificadas pelo Banco Central circulava desde a quarta (20). A reportagem chegou a pedir um posicionamento à instituição. Nesta quinta (21), o site O Antagonista publicou que "alguém poderoso em Brasília está demandando informalmente dados bancários" de Marinho. "Ficamos impressionados", diz o advogado Flávio Mirza, que representa o empresário e apresentará o pedido de investigação. O Banco Central enviou a seguinte resposta à reportagem: “O BC não comenta caso específico. Cabe informar que, por vezes, a Justiça comanda tais pesquisas via BacenJud, um sistema eletrônico automatizado à disposição do Poder Judiciário. Nesses casos, as ordens de pesquisa e as respectivas respostas transitam no sistema sem a interferência ou o conhecimento do BC". Marinho vai depor nesta quinta no MPF sobre as afirmações que fez à Folha de S.Paulo, de que um delegado da Polícia Federal vazou informações privilegiadas ao senador Flávio Bolsonaro sobre investigações que alcançariam Fabrício Queiroz, ex-assessor do gabinete dele quando exercia o mandato de deputado estadual. Segundo Marinho, o próprio Flávio relatou a ele que, durante o segundo turno da eleição presidencial de 2018, enviou emissários à Superintendência da PF no Rio de Janeiro para se encontrar com o delegado-informante. Pouco depois do encontro, Queiroz e a filha dele, Nathalia, foram demitidos –o pai, do gabinete de Flávio. E a filha, do gabinete de Jair Bolsonaro, que ainda era deputado federal. Marinho depôs na quarta na própria PF, em um inquérito aberto para investigar o vazamento.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A defesa de Paulo Marinho apresentará um requerimento nesta quinta para que o Ministério Publico Federal investigue eventual devassa que estaria sendo feita nas contas bancárias dele em represália à entrevista que o empresário concedeu ao jornal Folha de S.Paulo, publicada no domingo (17). A informação de que contas dele estariam sendo verificadas pelo Banco Central circulava desde a quarta (20). A reportagem chegou a pedir um posicionamento à instituição. Nesta quinta (21), o site O Antagonista publicou que "alguém poderoso em Brasília está demandando informalmente dados bancários" de Marinho. "Ficamos impressionados", diz o advogado Flávio Mirza, que representa o empresário e apresentará o pedido de investigação. O Banco Central enviou a seguinte resposta à reportagem: “O BC não comenta caso específico. Cabe informar que, por vezes, a Justiça comanda tais pesquisas via BacenJud, um sistema eletrônico automatizado à disposição do Poder Judiciário. Nesses casos, as ordens de pesquisa e as respectivas respostas transitam no sistema sem a interferência ou o conhecimento do BC". Marinho vai depor nesta quinta no MPF sobre as afirmações que fez à Folha de S.Paulo, de que um delegado da Polícia Federal vazou informações privilegiadas ao senador Flávio Bolsonaro sobre investigações que alcançariam Fabrício Queiroz, ex-assessor do gabinete dele quando exercia o mandato de deputado estadual. Segundo Marinho, o próprio Flávio relatou a ele que, durante o segundo turno da eleição presidencial de 2018, enviou emissários à Superintendência da PF no Rio de Janeiro para se encontrar com o delegado-informante. Pouco depois do encontro, Queiroz e a filha dele, Nathalia, foram demitidos –o pai, do gabinete de Flávio. E a filha, do gabinete de Jair Bolsonaro, que ainda era deputado federal. Marinho depôs na quarta na própria PF, em um inquérito aberto para investigar o vazamento.


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  • 42/56   Atriz Lori Loughlin se declarará culpada por subornos universitários nos EUA
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    A atriz americana Lori Loughlin, acusada de pagar subornos de US$ 500.000 para que suas duas filhas entrassem em uma renomada universidade da Califórnia, se declarará culpada e passará dois meses na prisão, afirmou o promotor federal de Massachusetts.

    A atriz americana Lori Loughlin, acusada de pagar subornos de US$ 500.000 para que suas duas filhas entrassem em uma renomada universidade da Califórnia, se declarará culpada e passará dois meses na prisão, afirmou o promotor federal de Massachusetts.


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  • 43/56   Bolsonaro muda rotina e evita imprensa após revelação de suposto vazamento da PF a Flávio
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Desde que o empresário Paulo Marinho relatou ao jornal Folha de S.Paulo um suposto vazamento de informações da Polícia Federal para a família presidencial, Jair Bolsonaro (sem partido) tem evitado contato com os jornalistas e, dessa forma, se preservado de perguntas sobre as declarações de seu ex-aliado. Marinho, 68, que durante a campanha presidencial foi um dos mais importantes apoiadores de Bolsonaro, disse que, segundo ouviu do próprio filho do presidente, um delegado da Polícia Federal antecipou a Flávio Bolsonaro em outubro de 2018 que a Operação Furna da Onça, então sigilosa, seria realizada. Essa operação, segundo ele, teria sido "segurada" para que não atrapalhasse Bolsonaro na disputa eleitoral. De acordo com o relato, o filho do presidente foi avisado entre o primeiro e o segundo turnos por um delegado simpatizante da candidatura de Bolsonaro à Presidência. Os desdobramentos da operação revelaram um esquema de "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio e atingiram Fabrício Queiroz, policial militar aposentado amigo de Jair Bolsonaro e ex-assessor de Flavio na Assembleia. O delegado-informante teria aconselhado ainda Flávio a demitir Queiroz e a filha dele, que trabalhava no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro. Segundo o relato, ambos foram exonerados em 15 de outubro de 2018 por ordem do então candidato Bolsonaro. Flávio se manifestou no dia seguinte à veiculação da entrevista e chamou as declarações do ex-aliado de "invenção de alguém desesperado e sem votos". Já o presidente optou pelo silêncio e comentou o caso uma única vez, na terça-feira (19), em entrevista ao jornalista Magno Martins, responsável pelo Blog do Magno. Na ocasião, Bolsonaro disse que Marinho terá que provar a acusação que fez . "Ele [Marinho] vai ter que provar, não vou entrar em detalhe, quem foi o delegado que teria dito para um assessor do meu filho... É sempre assim, né? 'Ouvi dizer não sei o que lá...'. Não é ouvi dizer", declarou Bolsonaro, na entrevista transmitida pelas redes sociais. Fora esse episódio, não houve outros contatos com jornalistas. A última vez que Bolsonaro parou para responder perguntas de repórteres em frente ao Palácio da Alvorada foi na sexta-feira (15), portanto antes da publicação da entrevista. Esta última manifestação a jornalistas na porta do Alvorada foi quando admitiu ter falado em PF na reunião ministerial de 22 de abril, embora insista na versão de que não se referia à uma intervenção na Polícia Federal -o ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), deve decidir nesta semana sobre a divulgação do vídeo do encontro ministerial. Desde então, seja na hora de sair ou de voltar para a residência oficial, Bolsonaro tem evitado os jornalistas. Ele tem parado apenas para cumprimentar e interagir com os apoiadores que todos os dias o esperam em frente ao Alvorada. Como o espaço reservado para os simpatizantes é separado do ponto de espera de jornalistas, o mandatário não abre espaço para ser questionado sobre as acusações trazidas por Marinho. Nesta quinta-feira (21), por exemplo, ele ouviu de um apoiador queixas de que, em Fortaleza, autoridades locais teriam ordenado a retirada da bandeira do Brasil de carros que participavam de uma carreata contra o isolamento social -algo que o governo do estado nega. "O que está acontecendo? Tudo é informação. Você tem que tomar conhecimento do que está acontecendo para entender para onde o Brasil estava indo com essas pessoas. O grande recado é esse: imaginem uma pessoa, do nível dessas autoridades estaduais, na Presidência da República. O que já teria acontecido com o Brasil?" "Esse é recado. Vocês vão ter que sentir um pouco mais na pele quem são essas pessoas, para juntos a gente mudar o Brasil, à luz da Constituição, da lei, da ordem", respondeu Bolsonaro. Também nesta quinta, houve apelo de um apoiador por intervenção militar -Bolsonaro disse que não responderia o comentário- e uma pessoa que se apresentou como funcionário do apresentador Dr. Robert Rey (que participou do reality Dr. Hollywood) pediu que seu chefe fosse incorporado à equipe de combate à Covid-19 no Ministério da Saúde. "As decisões nesse sentido cabem exclusivamente ao ministro interino [Eduardo Pazuello, da Saúde]. Ele está fazendo um excelente trabalho e ele que está escolhendo a equipe", respondeu Bolsonaro. O MPF (Ministério Público Federal) do Rio e a PF abriram investigações para apurar relato de Marinho à Folha de S.Paulo. Na quarta (20), ele prestou depoimento de mais de cinco horas à Polícia Federal. Na saída, ele não revelou o teor de seu depoimento, sob a justificativa de que o inquérito corre sob sigilo. "Qualquer declaração pode prejudicar as investigações", afirmou. Mais tarde, em uma rede social, ele escreveu que "por mais de cinco horas, trouxe detalhados elementos que vão auxiliar a investigação, indo ao encontro do que o @SF_Moro [Sergio Moro] trouxe à tona. Por ordem da autoridade policial, não posso revelar o teor do meu testemunho".

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Desde que o empresário Paulo Marinho relatou ao jornal Folha de S.Paulo um suposto vazamento de informações da Polícia Federal para a família presidencial, Jair Bolsonaro (sem partido) tem evitado contato com os jornalistas e, dessa forma, se preservado de perguntas sobre as declarações de seu ex-aliado. Marinho, 68, que durante a campanha presidencial foi um dos mais importantes apoiadores de Bolsonaro, disse que, segundo ouviu do próprio filho do presidente, um delegado da Polícia Federal antecipou a Flávio Bolsonaro em outubro de 2018 que a Operação Furna da Onça, então sigilosa, seria realizada. Essa operação, segundo ele, teria sido "segurada" para que não atrapalhasse Bolsonaro na disputa eleitoral. De acordo com o relato, o filho do presidente foi avisado entre o primeiro e o segundo turnos por um delegado simpatizante da candidatura de Bolsonaro à Presidência. Os desdobramentos da operação revelaram um esquema de "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio e atingiram Fabrício Queiroz, policial militar aposentado amigo de Jair Bolsonaro e ex-assessor de Flavio na Assembleia. O delegado-informante teria aconselhado ainda Flávio a demitir Queiroz e a filha dele, que trabalhava no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro. Segundo o relato, ambos foram exonerados em 15 de outubro de 2018 por ordem do então candidato Bolsonaro. Flávio se manifestou no dia seguinte à veiculação da entrevista e chamou as declarações do ex-aliado de "invenção de alguém desesperado e sem votos". Já o presidente optou pelo silêncio e comentou o caso uma única vez, na terça-feira (19), em entrevista ao jornalista Magno Martins, responsável pelo Blog do Magno. Na ocasião, Bolsonaro disse que Marinho terá que provar a acusação que fez . "Ele [Marinho] vai ter que provar, não vou entrar em detalhe, quem foi o delegado que teria dito para um assessor do meu filho... É sempre assim, né? 'Ouvi dizer não sei o que lá...'. Não é ouvi dizer", declarou Bolsonaro, na entrevista transmitida pelas redes sociais. Fora esse episódio, não houve outros contatos com jornalistas. A última vez que Bolsonaro parou para responder perguntas de repórteres em frente ao Palácio da Alvorada foi na sexta-feira (15), portanto antes da publicação da entrevista. Esta última manifestação a jornalistas na porta do Alvorada foi quando admitiu ter falado em PF na reunião ministerial de 22 de abril, embora insista na versão de que não se referia à uma intervenção na Polícia Federal -o ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), deve decidir nesta semana sobre a divulgação do vídeo do encontro ministerial. Desde então, seja na hora de sair ou de voltar para a residência oficial, Bolsonaro tem evitado os jornalistas. Ele tem parado apenas para cumprimentar e interagir com os apoiadores que todos os dias o esperam em frente ao Alvorada. Como o espaço reservado para os simpatizantes é separado do ponto de espera de jornalistas, o mandatário não abre espaço para ser questionado sobre as acusações trazidas por Marinho. Nesta quinta-feira (21), por exemplo, ele ouviu de um apoiador queixas de que, em Fortaleza, autoridades locais teriam ordenado a retirada da bandeira do Brasil de carros que participavam de uma carreata contra o isolamento social -algo que o governo do estado nega. "O que está acontecendo? Tudo é informação. Você tem que tomar conhecimento do que está acontecendo para entender para onde o Brasil estava indo com essas pessoas. O grande recado é esse: imaginem uma pessoa, do nível dessas autoridades estaduais, na Presidência da República. O que já teria acontecido com o Brasil?" "Esse é recado. Vocês vão ter que sentir um pouco mais na pele quem são essas pessoas, para juntos a gente mudar o Brasil, à luz da Constituição, da lei, da ordem", respondeu Bolsonaro. Também nesta quinta, houve apelo de um apoiador por intervenção militar -Bolsonaro disse que não responderia o comentário- e uma pessoa que se apresentou como funcionário do apresentador Dr. Robert Rey (que participou do reality Dr. Hollywood) pediu que seu chefe fosse incorporado à equipe de combate à Covid-19 no Ministério da Saúde. "As decisões nesse sentido cabem exclusivamente ao ministro interino [Eduardo Pazuello, da Saúde]. Ele está fazendo um excelente trabalho e ele que está escolhendo a equipe", respondeu Bolsonaro. O MPF (Ministério Público Federal) do Rio e a PF abriram investigações para apurar relato de Marinho à Folha de S.Paulo. Na quarta (20), ele prestou depoimento de mais de cinco horas à Polícia Federal. Na saída, ele não revelou o teor de seu depoimento, sob a justificativa de que o inquérito corre sob sigilo. "Qualquer declaração pode prejudicar as investigações", afirmou. Mais tarde, em uma rede social, ele escreveu que "por mais de cinco horas, trouxe detalhados elementos que vão auxiliar a investigação, indo ao encontro do que o @SF_Moro [Sergio Moro] trouxe à tona. Por ordem da autoridade policial, não posso revelar o teor do meu testemunho".


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  • 44/56   Fãs de música desfrutam de show ao vivo em drive-in de Sydney
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    SYDNEY (Reuters) - A cantora e compositora Casey Donovan se apresentou em um palco de Sydney nesta quinta-feira, em um show gratuito que proporcionou as primeiras músicas ao vivo que muitos fãs ouviram em meses, embora fosse necessário ficar em seus carros para se divertir.Os shows drive-in estão surgindo como uma tendência que permite que os artistas se conectem com os fãs na vida real, mantendo distância social segura durante a pandemia de coronavírus.

    SYDNEY (Reuters) - A cantora e compositora Casey Donovan se apresentou em um palco de Sydney nesta quinta-feira, em um show gratuito que proporcionou as primeiras músicas ao vivo que muitos fãs ouviram em meses, embora fosse necessário ficar em seus carros para se divertir.Os shows drive-in estão surgindo como uma tendência que permite que os artistas se conectem com os fãs na vida real, mantendo distância social segura durante a pandemia de coronavírus.


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  • 45/56   Já sob Bolsonaro, Queiroz soube de relatório na PF em fase sigilosa de apuração
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    RIO DE JANEIRO, RJ, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A defesa de Fabrício Queiroz, amigo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), foi informada em agosto do ano passado sobre a existência de um inquérito sigiloso da Polícia Federal no Rio de Janeiro que mencionava o policial militar aposentado. O presidente, naquele mesmo mês, decidiu demitir o então chefe da superintendência da PF no Rio e chegou a tentar emplacar um nome de sua escolha, o que não conseguiu. Nessa investigação sigilosa, Flávio e Queiroz são citados em relatório federal do Coaf, órgão de inteligência financeira, sobre movimentações suspeitas. Nenhum dos dois, contudo, é alvo da investigação. As circunstâncias do acesso a esse caso são semelhantes àquelas narradas à Folha de S.Paulo pelo empresário Paulo Marinho, suplente de Flávio no Senado e seu atual adversário político. Segundo Marinho, em outubro de 2018, um delegado da PF avisou assessores de Flávio que documento em posse da Operação Furna da Onça, à época ainda na fase de investigação sigilosa, havia detectado suspeitas sobre Queiroz. Nenhum dos dois era alvo da apuração. Esse novo caso ocorreu em agosto do ano passado, mês em que iniciou a crise entre Bolsonaro e a Polícia Federal em torno da superintendência da corporação no Rio. Trata-se de uma investigação aberta com base num dos já conhecidos relatórios do Coaf, produzido em julho de 2018, que tem dez personagens principais --entre eles Queiroz e Flávio. O inquérito em questão, instaurado na PF em fevereiro de 2019 pelo delegado Acen Amaral Vatef, a pedido do Ministério Público Federal, apurava especificamente crimes de evasão de divisa praticados, em tese, por um advogado do Rio Grande do Sul, também citado no relatório do Coaf. No curso dessa investigação, em 29 de agosto de 2019, o então advogado de Queiroz, Paulo Klein, solicitou acesso ao inquérito, apontando a menção ao seu cliente nos autos. A juíza Adriana Cruz negou o pedido, afirmando que o PM aposentando não era investigado nos autos, mas concedeu cópia do relatório que o menciona. Naquele momento, não havia ocorrido nenhuma oitiva formal de testemunhas ou investigados, apenas algumas diligências, como envio de ofícios a órgãos públicos e também um pedido de informação para uma empresa que teria recebido dinheiro do alvo do Rio Grande do Sul. Até ali, o inquérito tinha passado, além da PF, pelo Ministério Público Federal e pela Justiça Federal. Em maio, três meses antes, dois advogados de investigados pediram e tiveram acesso aos autos. O pedido à juíza, contudo, mostra que a defesa de Queiroz teve conhecimento sobre a menção ao PM aposentado em inquérito sob sigilo que não se referia a ele. A dinâmica é semelhante à ocorrida supostamente na Operação Furna da Onça, como contou Marinho à Folha de S.Paulo. O empresário afirmou que Flávio foi informado por um delegado da PF sobre a existência do relatório mencionando Queiroz no âmbito de um inquérito que investigava dez deputados estaduais. O senador e o PM aposentado não eram alvos da apuração da PF naquele momento. Queiroz foi o pivô da investigação contra o senador aberta pelo Ministério Público do Rio de Janeiro em julho de 2018 e que levou à quebra de sigilos bancário e fiscal deles. No caso de agora, o documento do Coaf que está no inquérito também integra o procedimento criminal do Ministério Público do Rio de Janeiro. Tanto Flávio como Queiroz já tinham, portanto, cópia dele quando a defesa do ex-assessor parlamentar solicitou acesso a esse inquérito da PF. Em relação ao senador, o documento de julho de 2018 do órgão aponta que suas contas tiveram uma movimentação acima de sua capacidade financeira entre agosto de 2017 e janeiro de 2018. A conta de Flávio Bolsonaro recebeu no período R$ 337,5 mil e pagou R$ 294,7 mil. Boa parte dos depósitos se referem ao salário da Assembleia e a transferências feitas pela conta da loja de chocolates da qual é sócio. No relatório, o Coaf afirma que a renda do senador não amparava, na ocasião, a movimentação. O órgão federal, contudo, considerou apenas o salário dele como deputado estadual, sem levar em conta eventuais dividendos de sua empresa. O pedido do advogado de Queiroz à Justiça foi feito em 29 de agosto do ano passado. Duas semanas antes, no dia 15, Bolsonaro atropelou o comando da PF e afirmou que iria trocar o superintendente do Rio de Janeiro, à época Ricardo Saadi. A fala foi o estopim da crise na corporação que culminou, em abril deste ano, na saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça. O ex-ministro afirma que Bolsonaro insistia em ter alguém de sua confiança comandando a PF no Rio de Janeiro. A PF ouviu nesta quarta-feira (20) o empresário Paulo Marinho sobre o suposto vazamento do relatório do Coaf a Flávio Bolsonaro. A coluna Painel revelou na terça (19) que um levantamento informal feito por integrantes da corporação chegou a três suspeitos pelo vazamento. O advogado Paulo Klein afirmou que não comentaria o caso por não atuar mais na defesa de Queiroz. A reportagem não conseguiu localizar o ex-assessor de Flávio. A PF disse que não comenta investigações.

    RIO DE JANEIRO, RJ, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A defesa de Fabrício Queiroz, amigo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), foi informada em agosto do ano passado sobre a existência de um inquérito sigiloso da Polícia Federal no Rio de Janeiro que mencionava o policial militar aposentado. O presidente, naquele mesmo mês, decidiu demitir o então chefe da superintendência da PF no Rio e chegou a tentar emplacar um nome de sua escolha, o que não conseguiu. Nessa investigação sigilosa, Flávio e Queiroz são citados em relatório federal do Coaf, órgão de inteligência financeira, sobre movimentações suspeitas. Nenhum dos dois, contudo, é alvo da investigação. As circunstâncias do acesso a esse caso são semelhantes àquelas narradas à Folha de S.Paulo pelo empresário Paulo Marinho, suplente de Flávio no Senado e seu atual adversário político. Segundo Marinho, em outubro de 2018, um delegado da PF avisou assessores de Flávio que documento em posse da Operação Furna da Onça, à época ainda na fase de investigação sigilosa, havia detectado suspeitas sobre Queiroz. Nenhum dos dois era alvo da apuração. Esse novo caso ocorreu em agosto do ano passado, mês em que iniciou a crise entre Bolsonaro e a Polícia Federal em torno da superintendência da corporação no Rio. Trata-se de uma investigação aberta com base num dos já conhecidos relatórios do Coaf, produzido em julho de 2018, que tem dez personagens principais --entre eles Queiroz e Flávio. O inquérito em questão, instaurado na PF em fevereiro de 2019 pelo delegado Acen Amaral Vatef, a pedido do Ministério Público Federal, apurava especificamente crimes de evasão de divisa praticados, em tese, por um advogado do Rio Grande do Sul, também citado no relatório do Coaf. No curso dessa investigação, em 29 de agosto de 2019, o então advogado de Queiroz, Paulo Klein, solicitou acesso ao inquérito, apontando a menção ao seu cliente nos autos. A juíza Adriana Cruz negou o pedido, afirmando que o PM aposentando não era investigado nos autos, mas concedeu cópia do relatório que o menciona. Naquele momento, não havia ocorrido nenhuma oitiva formal de testemunhas ou investigados, apenas algumas diligências, como envio de ofícios a órgãos públicos e também um pedido de informação para uma empresa que teria recebido dinheiro do alvo do Rio Grande do Sul. Até ali, o inquérito tinha passado, além da PF, pelo Ministério Público Federal e pela Justiça Federal. Em maio, três meses antes, dois advogados de investigados pediram e tiveram acesso aos autos. O pedido à juíza, contudo, mostra que a defesa de Queiroz teve conhecimento sobre a menção ao PM aposentado em inquérito sob sigilo que não se referia a ele. A dinâmica é semelhante à ocorrida supostamente na Operação Furna da Onça, como contou Marinho à Folha de S.Paulo. O empresário afirmou que Flávio foi informado por um delegado da PF sobre a existência do relatório mencionando Queiroz no âmbito de um inquérito que investigava dez deputados estaduais. O senador e o PM aposentado não eram alvos da apuração da PF naquele momento. Queiroz foi o pivô da investigação contra o senador aberta pelo Ministério Público do Rio de Janeiro em julho de 2018 e que levou à quebra de sigilos bancário e fiscal deles. No caso de agora, o documento do Coaf que está no inquérito também integra o procedimento criminal do Ministério Público do Rio de Janeiro. Tanto Flávio como Queiroz já tinham, portanto, cópia dele quando a defesa do ex-assessor parlamentar solicitou acesso a esse inquérito da PF. Em relação ao senador, o documento de julho de 2018 do órgão aponta que suas contas tiveram uma movimentação acima de sua capacidade financeira entre agosto de 2017 e janeiro de 2018. A conta de Flávio Bolsonaro recebeu no período R$ 337,5 mil e pagou R$ 294,7 mil. Boa parte dos depósitos se referem ao salário da Assembleia e a transferências feitas pela conta da loja de chocolates da qual é sócio. No relatório, o Coaf afirma que a renda do senador não amparava, na ocasião, a movimentação. O órgão federal, contudo, considerou apenas o salário dele como deputado estadual, sem levar em conta eventuais dividendos de sua empresa. O pedido do advogado de Queiroz à Justiça foi feito em 29 de agosto do ano passado. Duas semanas antes, no dia 15, Bolsonaro atropelou o comando da PF e afirmou que iria trocar o superintendente do Rio de Janeiro, à época Ricardo Saadi. A fala foi o estopim da crise na corporação que culminou, em abril deste ano, na saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça. O ex-ministro afirma que Bolsonaro insistia em ter alguém de sua confiança comandando a PF no Rio de Janeiro. A PF ouviu nesta quarta-feira (20) o empresário Paulo Marinho sobre o suposto vazamento do relatório do Coaf a Flávio Bolsonaro. A coluna Painel revelou na terça (19) que um levantamento informal feito por integrantes da corporação chegou a três suspeitos pelo vazamento. O advogado Paulo Klein afirmou que não comentaria o caso por não atuar mais na defesa de Queiroz. A reportagem não conseguiu localizar o ex-assessor de Flávio. A PF disse que não comenta investigações.


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  • 46/56   Sem festival, Cannes lança cinema dentro dos carros com pipoca e máscaras
    WORLD TOPIC NEWS

    CANNES, França (Reuters) - O resort da Riviera Francesa em Cannes deveria receber os maiores nomes do cinema mundial, mas, com o festival anual de filmes adiado e o tapete vermelho guardado, os moradores se contentam com o cinema drive-in em um estacionamento à beira-mar.Ao anoitecer, o público se acomoda em seus carros esportivos conversíveis com pipoca no painel e crianças penduradas nas janelas, para assistir ao clássico dos anos 1980 “E.

    CANNES, França (Reuters) - O resort da Riviera Francesa em Cannes deveria receber os maiores nomes do cinema mundial, mas, com o festival anual de filmes adiado e o tapete vermelho guardado, os moradores se contentam com o cinema drive-in em um estacionamento à beira-mar.Ao anoitecer, o público se acomoda em seus carros esportivos conversíveis com pipoca no painel e crianças penduradas nas janelas, para assistir ao clássico dos anos 1980 “E.


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  • 47/56   Credor argentino diz ser "muito difícil" país evitar default
    BUSINESS TOPIC NEWS

    BUENOS AIRES (Reuters) - Um importante membro do grupo de credores da Argentina disse nesta quinta-feira que seria "muito difícil" para o país evitar default, enquanto o governo tenta chegar até o fim da semana a um acordo com credores para uma reestruturação maciça da dívida.Autoridades argentinas estão tentando alcançar um acordo com detentores de títulos para a reestruturação de 65 bilhões de dólares em dívidas ou então arriscar o nono default do país conforme se aproxima a sexta-feira, duro prazo final para pagamento de títulos.

    BUENOS AIRES (Reuters) - Um importante membro do grupo de credores da Argentina disse nesta quinta-feira que seria "muito difícil" para o país evitar default, enquanto o governo tenta chegar até o fim da semana a um acordo com credores para uma reestruturação maciça da dívida.Autoridades argentinas estão tentando alcançar um acordo com detentores de títulos para a reestruturação de 65 bilhões de dólares em dívidas ou então arriscar o nono default do país conforme se aproxima a sexta-feira, duro prazo final para pagamento de títulos.


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  • 48/56   Governo deve editar MP para pequenas e médias empresas, diz Maia
    BUSINESS TOPIC NEWS

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta-feira que o governo deve editar uma medida provisória destinada a ajudar pequenas e médias empresas diante dos impactos econômicos da pandemia de coronavírus. "Parece que o governo edita uma medida provisória nos próximos dias para garantir capital de giro para as pequenas e médias empresas", disse o deputado à rádio Bandeirantes.

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta-feira que o governo deve editar uma medida provisória destinada a ajudar pequenas e médias empresas diante dos impactos econômicos da pandemia de coronavírus. "Parece que o governo edita uma medida provisória nos próximos dias para garantir capital de giro para as pequenas e médias empresas", disse o deputado à rádio Bandeirantes.


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  • 49/56   Arrecadação federal cai 28,95% e tem pior abril da série histórica por coronavírus
    BUSINESS TOPIC NEWS

    BRASÍLIA (Reuters) - A arrecadação do governo federal teve queda real de 28,95% em abril, a 101,154 bilhões de reais, pior dado para o mês da série histórica da Receita Federal, com início em 2007, conforme dados divulgados nesta quinta-feira.Em função da crise com o coronavírus, o governo possibilitou o atraso no pagamento de uma série de tributos para dar alívio de caixa às empresas e famílias.

    BRASÍLIA (Reuters) - A arrecadação do governo federal teve queda real de 28,95% em abril, a 101,154 bilhões de reais, pior dado para o mês da série histórica da Receita Federal, com início em 2007, conforme dados divulgados nesta quinta-feira.Em função da crise com o coronavírus, o governo possibilitou o atraso no pagamento de uma série de tributos para dar alívio de caixa às empresas e famílias.


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  • 50/56   Parada na economia afetou arrecadação em R$4,208 bi em abril, diz Receita
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    Em coletiva de imprensa, ele destacou, contudo, que o maior efeito na arrecadação com a crise do coronavírus veio com o diferimento de tributos, que diminuiu a arrecadação de abril em 35,111 bilhões de reais.A Receita estimava anteriormente que a arrecadação das receitas administradas pelo órgão, que envolvem exclusivamente a coleta de tributos, seria de 136,412 bilhões de reais, mas ela foi de 93,332 bilhões de reais.

    Em coletiva de imprensa, ele destacou, contudo, que o maior efeito na arrecadação com a crise do coronavírus veio com o diferimento de tributos, que diminuiu a arrecadação de abril em 35,111 bilhões de reais.A Receita estimava anteriormente que a arrecadação das receitas administradas pelo órgão, que envolvem exclusivamente a coleta de tributos, seria de 136,412 bilhões de reais, mas ela foi de 93,332 bilhões de reais.


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  • 51/56   Shell começa perfurar Saturno, no pré-sal de Santos, e vê desafio regulatório
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    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A anglo-holandesa Shell está iniciando a perfuração no bloco de Saturno, no pré-sal da Bacia de Santos, e avalia que o Brasil tem desafios regulatórios pela frente para se manter atrativo, afirmou nesta quinta-feira o presidente da companhia no Brasil, André Araujo.Principal produtora de petróleo do Brasil depois da Petrobras, a Shell é operadora de Saturno com 45% de participação, tendo como parceiras a Chevron (45%) e a Ecopetrol (10%).

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A anglo-holandesa Shell está iniciando a perfuração no bloco de Saturno, no pré-sal da Bacia de Santos, e avalia que o Brasil tem desafios regulatórios pela frente para se manter atrativo, afirmou nesta quinta-feira o presidente da companhia no Brasil, André Araujo.Principal produtora de petróleo do Brasil depois da Petrobras, a Shell é operadora de Saturno com 45% de participação, tendo como parceiras a Chevron (45%) e a Ecopetrol (10%).


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  • 52/56   S&P 500 recua em meio a tensão EUA-China; alta de ações da TJX limita queda do índice
    BUSINESS TOPIC NEWS

    (Reuters) - O índice S&P; 500 tinha queda nesta quinta-feira, com aumento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China e preocupações com a recuperação da crise econômica causada pelo coronavírus diluindo o otimismo gerado pela perspectiva positiva da varejista TJX.As ações da TJX saltavam 7,6%, para uma máxima em mais de dois meses, e davam o maior impulso ao S&P; 500, depois de a empresa sinalizar fortes vendas em suas lojas que reabriram após quarentenas contra o novo coronavírus.

    (Reuters) - O índice S&P; 500 tinha queda nesta quinta-feira, com aumento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China e preocupações com a recuperação da crise econômica causada pelo coronavírus diluindo o otimismo gerado pela perspectiva positiva da varejista TJX.As ações da TJX saltavam 7,6%, para uma máxima em mais de dois meses, e davam o maior impulso ao S&P; 500, depois de a empresa sinalizar fortes vendas em suas lojas que reabriram após quarentenas contra o novo coronavírus.


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  • 53/56   Colheita de café do Brasil 2020/21 atrasa com restrições por coronavírus
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Medidas de isolamento que geraram restrições à circulação de pessoas impactaram os trabalhos de campo, particularmente no Espírito Santo, principal produtor da variedade robusta, prejudicando o número da safra como um todo.A colheita em Minas Gerais, maior produtor de café arábica do Brasil, ainda está nas etapas iniciais.

    Medidas de isolamento que geraram restrições à circulação de pessoas impactaram os trabalhos de campo, particularmente no Espírito Santo, principal produtor da variedade robusta, prejudicando o número da safra como um todo.A colheita em Minas Gerais, maior produtor de café arábica do Brasil, ainda está nas etapas iniciais.


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  • 54/56   Dados do varejo e Focus indicam forte queda da atividade, diz Campos Neto
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Campos Neto chamou atenção para o fato de que, diante dos problemas externos e da situação doméstica, o fluxo de capital e moeda para o Brasil foram fortemente afetados.O diagnóstico foi feito por Campos Neto em reunião com representantes das instituições dos Comitês de Indústria.

    Campos Neto chamou atenção para o fato de que, diante dos problemas externos e da situação doméstica, o fluxo de capital e moeda para o Brasil foram fortemente afetados.O diagnóstico foi feito por Campos Neto em reunião com representantes das instituições dos Comitês de Indústria.


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  • 55/56   Ibovespa avança puxado por bancos e Petrobras e mira 83 mil pontos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Além de questões atreladas à pandemia, tensões comerciais também estão no radar no exterior, enquanto, no Brasil, o cenário político-econômico também ocupa o holofote. Às 11:03, o Ibovespa subia 1,69 %, a 82.

    Além de questões atreladas à pandemia, tensões comerciais também estão no radar no exterior, enquanto, no Brasil, o cenário político-econômico também ocupa o holofote. Às 11:03, o Ibovespa subia 1,69 %, a 82.


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  • 56/56   Parlamento chinês debaterá lei sobre segurança nacional para Hong Kong
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O parlamento chinês debaterá uma lei de segurança nacional para Hong Kong em sua assembleia anual, informou o porta-voz da sessão, que começa na sexta-feira, disse na quinta-feira Zhang Yesui.

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