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Noticias Slideshows (22/05/2020 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


    maisa   mc loma   ferrugem   Bárbara   De Férias   Lima Duarte   Rebecca   COMEBACK RABIA NO YT   EMPTY LOVE OUT NOW   Caio Cabral   GINU PRA SEMPRE   Nolan   Adamovich   BOCA ROSA NO YOUTUBE   dário   
  • 2/56   Android 11 terá 3 ícones diferentes para diferenciar 5G; veja quais são

    Segundo o Google, a ideia dos ícones é ajudar os usuários a saberem diferenciar as diferentes freqeências do 5G, como sub-6GHz 5G, mmWave 5G e LTE Advanced Pro Networks. A tecnologia ainda não está disponível no Brasil

    Segundo o Google, a ideia dos ícones é ajudar os usuários a saberem diferenciar as diferentes freqeências do 5G, como sub-6GHz 5G, mmWave 5G e LTE Advanced Pro Networks. A tecnologia ainda não está disponível no Brasil


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  • 3/56   Photoshop Camera chega aos celulares no começo de junho, segundo App Store

    Adobe envia email para avisar sobre a disponibilização do pré-registro nas lojas oficiais dos sistemas operacionais; usuários de iPhone devem conseguir baixar o app a partir de 9 de junho, segundo previsão da App Store

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  • 4/56   Como transmitir jogos do seu celular Android na TV com o Chromecast

    Gostaria de jogar os jogos do seu celular Android diretamente na sua TV? Confira neste tutorial como transmitir diversos jogos do seu smartphone para uma TV utilizando o Chromecast, sem precisar baixar nenhum app para realizar esta ação

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  • 5/56   Como usar os papéis de parede do Bing no seu celular Android

    Você gostaria de utilizar os papéis de parede do Bing na tela inicial ou de bloqueio de seu celular Android? Confira neste tutorial como utilizar o app da Microsoft chamado Bing Wallpapers para trocar diariamente o papel de parede do seu celular

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  • 6/56   Falha no kernel permite que iOS 13.5 ganhe jailbreak “em breve”, afirmam hackers

    Nova vulnerabilidade descoberta a versão mais recente do sistema operacional móvel da Apple deve assegurar que o destravamento completo chegará antes do esperado pelos entusiastas de iPhones “liberados”; Data exata, porém, não foi informada

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  • 7/56   YouTube Music testa nova aba dedicada a recomendações de músicas e playlists

    Aplicativo de música do Google vem ganhando mais recursos e, aos poucos, se apresenta como um concorrente de peso a Spotify e Apple Music; novidade está sendo disponibilizada aos poucos para usuários de Android

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  • 8/56   Google Duo permite usar e-mail no lugar do número de telefone para contato

    A atualização 87 do Google Duo implementou uma alteração na lista de contatos do app de videoconferências. Agora, além da listagem por número de telefone, o app permite ser identificado pelo endereço de e-mail

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  • 9/56   Como personalizar a tela de bloqueio do seu celular iPhone ou Android

    A tela de bloqueio de seu smartphone sempre pode ser personalizada, quer através de aplicativos próprios para a função ou nas configurações do aparelho. É possível alterar ícones de aplicativos, tipo de senha usada e papel de parede

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  • 10/56   WhatsApp prepara proteção de backups com senha no iPhone

    A nova versão de desenvolvimento do WhatsApp para iOS incluiu um recurso para proteger com senha as cópias de segurança de mensagens e arquivos do app enviadas ao iCloud. A novidade está em testes no Android, mas não tem previsão de disponibilidade

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  • 11/56   Malware para Android mira usuários do WhatsApp e Facebook Messenger

    Trojan foi batizado de WolfRAT e é capaz de roubar dados, ler mensagens de texto e ativar a câmera ou o microfone sem que o usuário perceba. O app Line também é um alvo, com ataques localizados na Tailândia

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  • 12/56   Pixel 4a é adiado de novo e só chega em julho, aponta novo rumor

    De acordo com Jon Prosser, que ficou conhecido por conseguir informações internas principalmente da Apple com bom grau de acerto, Google teria decidido adiar o lançamento do Pixel 4a uma segunda vez por "análise de mercado"

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  • 13/56   YouTube lança ferramenta que lembra usuário de ir dormir

    Nova função é parte das iniciativas de bem-estar digital do Google e lembra usuários que passam tempo demais conectados ao portal de vídeos para se desligarem e descansarem apropriadamente; YouTube já conta com duas funções específicas para a saúde do usuário

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  • 14/56   YouTube Music divulga formulário para migração de músicas do Play Música

    Anunciada há poucos dias pelo Google, a transferência de dados do Google Play Música para o YouTube já tem inscrições abertas para acesso antecipado. A ferramenta permitirá a importação de listas, uploads, compras, curtidas e dados de pagamento

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  • 15/56   Adesão à quarentena no Brasil foi relativamente pequena, e está enfraquecendo

    Dados de mobilidade publicados pelo Google revelam políticas de distanciamento social mais eficazes na Europa e no México

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  • 16/56   Apple vai pagar US$ 500 milhões por corte no desempenho de iPhones antigos

    Empresa concordou em pagar US$ 500 milhões em indenizações e custos processuais a usuários afetados pela baixa no desempenho. Juíz deu parecer favorável, mas decisão final deve sair apenas em dezembro

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  • 17/56   Levantamento de buscas do Google revela novos comportamentos da quarentena

    Companhia apresentou alguns dados de seu buscador. Usuários estão procurando mais sobre meios digitais de visitar lugares turísticos, buscam produtos relacionados a escritório e trabalho em casa, além de mostrem preocupações financeiras

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  • 18/56   Google Fotos: como acessar backups antigos

    Com o aplicativo Google Fotos, usuários podem fazer backup de todas as imagens do celular e acessá-lo através de diferentes dispositivos. Confira o passo-a-passo para criar o seu backup e como utilizá-lo

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  • 19/56   As melhores funções do Apple Music que você precisa conhecer

    Serviço de streaming da Apple possui funcionalidades interessantes em seus aplicativos, que incluem uma rádio ao vivo por 24 horas, videoclipes e playlists especiais para cada artista. Confira as principais!

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  • 20/56   Apple pode parar de incluir fone de ouvido na caixa do iPhone em 2020

    Informação está em um dos relatórios mais recentes do analista Ming-Chi Kuo enviado a investidores; intenção, segundo ele, é incentivar consumidores a comprarem os fones sem fio AirPods, que tiveram queda nas vendas

    Informação está em um dos relatórios mais recentes do analista Ming-Chi Kuo enviado a investidores; intenção, segundo ele, é incentivar consumidores a comprarem os fones sem fio AirPods, que tiveram queda nas vendas


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  • 21/56   Apple libera iOS 13.5 e iPadOS 13.5 para usuários; veja as novidades

    Depois de liberar as versões Golden Master do iOS/iPadOS 13.5, ou seja, as possíveis candidatas para serem as disponibilizadas aos usuários, a Apple lançou para o público as atualizações, que tem foco na pandemia do novo coronavírus; confira as principais novidades

    Depois de liberar as versões Golden Master do iOS/iPadOS 13.5, ou seja, as possíveis candidatas para serem as disponibilizadas aos usuários, a Apple lançou para o público as atualizações, que tem foco na pandemia do novo coronavírus; confira as principais novidades


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  • 22/56   COVID-19: Google e Apple liberam API para criação de apps que detectam infectado

    Gigantes da tecnologia lançam ferramenta que auxilia sistemas de saúde locais a identificaram casos da COVID-19 e notificarem pessoas que entraram em contato com os infectados, de forma segura e anônima

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  • 23/56   Google exibe tecnologia que controla músicas usando o cordão do fone de ouvido

    Empresa mostrou nova tecnologia que reconhece movimentos de tecido de fios em fones de ouvido. Ao identificar pressão, tempo de toque e torção da peça, mecanismo consegue relacionar comandos a tais movimentos

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  • 24/56   Após polêmica com navegador, Xiaomi muda o nome de opção com duplo sentido

    Ao tentar solucionar o problema de privacidade em seu navegador para Android, a Xiaomi "inverteu" a descrição da opção que resolvia a polêmica no aplicativo. Segundo a empresa, uma nova atualização do app foi disponibilizada para esclarecer o envio de dados

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  • 25/56   Patente indica que próximo MacBook Pro terá maior touchpad do mercado

    Pedido de registro que foi feito no Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos vazou e mostra o desenho do que pode ser o futuro notebook topo de linha da Apple. A imagem sugere que o touch pad ocupe toda a área abaixo do teclado

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  • 26/56   Google Fotos simplifica o compartilhamento de álbuns com amigos e parentes

    O Google anunciou uma mudança no recurso de compartilhamento de álbuns no aplicativo Fotos. Agora, a opção padrão para compartilhamento envia uma mensagem para o contato em vez de gerar um link para enviar aos conhecidos

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  • 27/56   Uruguai vai retomar aulas presenciais
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, anunciou na quinta-feira a retomada das aulas presenciais em todos os níveis educacionais para junho, apoiado por uma redução bem-sucedida da epidemia do coronavírus no país.

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  • 28/56   Trump e a máscara
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente americano, Donald Trump, disse nesta quinta-feira que conseguiu superar sua aversão às máscaras para enfrentar o novo coronavírus, mas não quer ser fotografado usando uma.

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  • 29/56   Brasil supera as 20.000 mortes por COVID-19, com recorde em 24 horas
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Brasil ultrapassou nesta quinta-feira (21) as 20.000 mortes pelo novo coronavírus, com um recorde de 1.188 óbitos registrados nas últimas 24 horas, segundo o balanço oficial do Ministério da Saúde.

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  • 30/56   Casos de coronavírus aumentam na Argentina
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A Argentina registrou nesta quinta-feira (21) 648 novos casos de coronavírus, mais que o dobro do número detectado há duas semanas, informou o Ministério da Saúde.

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  • 31/56   Protestos contra governo são suspensos em duas regiões na Bolívia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Apoiadores do ex-presidente da Bolívia Evo Morales suspenderam os protestos em duas regiões do país nesta quinta-feira (21), mas seguem exigindo eleições gerais e a renúncia da presidente conservadora Jeanine Áñez.

    Apoiadores do ex-presidente da Bolívia Evo Morales suspenderam os protestos em duas regiões do país nesta quinta-feira (21), mas seguem exigindo eleições gerais e a renúncia da presidente conservadora Jeanine Áñez.


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  • 32/56   Trump anuncia bandeiras dos EUA a meio mastro em homenagem a vítimas da COVID-19
    SCIENCE TOPIC NEWS

    As bandeiras dos Estados Unidos serão hasteadas a meio mastro durante três dias nos edifícios do governo em homenagem às vítimas da COVID-19, anunciou o presidente americano, Donald Trump, nesta quinta-feira (21), quando as mortes pela pandemia no país somavam 94.000.

    As bandeiras dos Estados Unidos serão hasteadas a meio mastro durante três dias nos edifícios do governo em homenagem às vítimas da COVID-19, anunciou o presidente americano, Donald Trump, nesta quinta-feira (21), quando as mortes pela pandemia no país somavam 94.000.


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  • 33/56   Trump diz ter usado máscara e que 'ficou muito bem'
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O presidente americano, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (21) que conseguiu superar sua aversão às máscaras para enfrentar o novo coronavírus, mas não quer ser fotografado usando uma.

    O presidente americano, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (21) que conseguiu superar sua aversão às máscaras para enfrentar o novo coronavírus, mas não quer ser fotografado usando uma.


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  • 34/56   Vendedores de eucalipto para tratar coronavírus são detidos na Nicarágua
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A polícia da Nicarágua prendeu nesta quinta-feira (21) ambulantes que vendiam folhas de eucalipto como remédio para combater os sintomas do novo coronavírus, segundo denunciaram as vítimas.

    A polícia da Nicarágua prendeu nesta quinta-feira (21) ambulantes que vendiam folhas de eucalipto como remédio para combater os sintomas do novo coronavírus, segundo denunciaram as vítimas.


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  • 35/56   Cientistas argentinos criam teste mais simples e barato para a COVID-19
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Criado por cientistas argentinos, o teste para detectar o novo coronavírus é "mais simples, mais rápido e mais barato" do que os disponíveis no mercado, disse nesta quinta-feira (21) o chefe dos pesquisadores em Buenos Aires.

    Criado por cientistas argentinos, o teste para detectar o novo coronavírus é "mais simples, mais rápido e mais barato" do que os disponíveis no mercado, disse nesta quinta-feira (21) o chefe dos pesquisadores em Buenos Aires.


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  • 36/56   Bolívia estuda levar à Justiça empresa espanhola envolvida em compra superfaturada de respiradores
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A Bolívia anunciou nesta quinta-feira que buscará uma conciliação com a empresa espanhola intermediária na compra superfaturada de 170 respiradores para pacientes com Covid-19, mas não descarta levá-la à Justiça, em um escândalo que levou à prisão do ministro da Saúde boliviano.

    A Bolívia anunciou nesta quinta-feira que buscará uma conciliação com a empresa espanhola intermediária na compra superfaturada de 170 respiradores para pacientes com Covid-19, mas não descarta levá-la à Justiça, em um escândalo que levou à prisão do ministro da Saúde boliviano.


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  • 37/56   Família do jornalista saudita Jamal Khashoggi afirma que perdoou seus assassinos
    WORLD TOPIC NEWS

    Os filhos do jornalista Jamal Khashoggi, morto em outubro de 2018 na embaixada da Arábia Saudita na Turquia, anunciaram na sexta-feira que "perdoaram" os responsáveis pelo crime.

    Os filhos do jornalista Jamal Khashoggi, morto em outubro de 2018 na embaixada da Arábia Saudita na Turquia, anunciaram na sexta-feira que "perdoaram" os responsáveis pelo crime.


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  • 38/56   Aliado de Trump assume chefia dos serviços de inteligência dos EUA
    WORLD TOPIC NEWS

    O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira (21) a nomeação do representante republicano John Ratcliffe, próximo ao presidente Donald Trump, para chefiar os serviços de inteligência do país.

    O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira (21) a nomeação do representante republicano John Ratcliffe, próximo ao presidente Donald Trump, para chefiar os serviços de inteligência do país.


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  • 39/56   Celso de Mello diz que 'bolsonaristas fascistoides' ameaçam juízes
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Celso de Mello afirmou que pessoas que têm abarrotado as caixas de mensagens de juízes de tribunais de Brasília com mensagens anônimas e ameaças de morte são "bolsonaristas fascistoides, além de covardes e ignorantes". O magistrado não recebeu textos ameaçadores. Mas, questionado sobre o teor das mensagens enviadas a outros juízes, afirmou também que seus autores "revelam, com tais ameaças, a sua face criminosa, própria de quem abomina a liberdade e ultraja os signos da democracia". As mensagens enviadas a juízes, reveladas pelo jornal Correio Braziliense, falam em "matar em legítima defesa", pois será "decretado" um estado de sítio no Brasil sob o "comando do general Braga Netto", ministro da Casa Civil do presidente Jair Bolsonaro. Braga Netto pediu investigação sobre os textos enviados aos magistrados."‹ O ministro Celso de Mello é o relator do inquérito que investiga as declarações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro sobre suposta tentativa de Jair Bolsonaro de interferir na Polícia Federal. Nesta sexta-feira (22), ele deve anunciar se levanta ou não o sigilo do vídeo com a gravação da reunião ministerial em que Jair Bolsonaro teria ameaçado demitir Moro. O vídeo da reunião, ocorrida no dia 22 de abril, no Palácio do Planalto, é considerado um elemento fundamental para a investigação. A defesa de Moro pede que a íntegra do vídeo seja divulgada e componha o inquérito. Já a AGU (Advocacia-Geral da União) e a PGR (Procuradoria-Geral da República) defendem apenas a liberação de alguns trechos da gravação.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Celso de Mello afirmou que pessoas que têm abarrotado as caixas de mensagens de juízes de tribunais de Brasília com mensagens anônimas e ameaças de morte são "bolsonaristas fascistoides, além de covardes e ignorantes". O magistrado não recebeu textos ameaçadores. Mas, questionado sobre o teor das mensagens enviadas a outros juízes, afirmou também que seus autores "revelam, com tais ameaças, a sua face criminosa, própria de quem abomina a liberdade e ultraja os signos da democracia". As mensagens enviadas a juízes, reveladas pelo jornal Correio Braziliense, falam em "matar em legítima defesa", pois será "decretado" um estado de sítio no Brasil sob o "comando do general Braga Netto", ministro da Casa Civil do presidente Jair Bolsonaro. Braga Netto pediu investigação sobre os textos enviados aos magistrados."‹ O ministro Celso de Mello é o relator do inquérito que investiga as declarações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro sobre suposta tentativa de Jair Bolsonaro de interferir na Polícia Federal. Nesta sexta-feira (22), ele deve anunciar se levanta ou não o sigilo do vídeo com a gravação da reunião ministerial em que Jair Bolsonaro teria ameaçado demitir Moro. O vídeo da reunião, ocorrida no dia 22 de abril, no Palácio do Planalto, é considerado um elemento fundamental para a investigação. A defesa de Moro pede que a íntegra do vídeo seja divulgada e componha o inquérito. Já a AGU (Advocacia-Geral da União) e a PGR (Procuradoria-Geral da República) defendem apenas a liberação de alguns trechos da gravação.


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  • 40/56   Parque da Universal Studios em Orlando reabre no dia 5 de junho
    WORLD TOPIC NEWS

    (Reuters) - O parque temático Universal Studios Orlando, da Comcast, irá reabrir ao público em capacidade reduzida no dia 5 de junho, afirmou a empresa nesta quinta-feira. O Universal Studios é o primeiro dos grandes parques temáticos da Flórida a anunciar seus planos para reabertura.

    (Reuters) - O parque temático Universal Studios Orlando, da Comcast, irá reabrir ao público em capacidade reduzida no dia 5 de junho, afirmou a empresa nesta quinta-feira. O Universal Studios é o primeiro dos grandes parques temáticos da Flórida a anunciar seus planos para reabertura.


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  • 41/56   Venezuela pede a Congresso dos EUA investigação séria sobre tentativa de invasão
    WORLD TOPIC NEWS

    A Venezuela enviou ao Congresso americano informações sobre uma investigação parlamentar a respeito da tentativa de invasão armada por via marítima no país através do Caribe, na qual dois americanos foram presos e acusados de "terrorismo", anunciou nesta quinta-feira (21) o Ministério Público.

    A Venezuela enviou ao Congresso americano informações sobre uma investigação parlamentar a respeito da tentativa de invasão armada por via marítima no país através do Caribe, na qual dois americanos foram presos e acusados de "terrorismo", anunciou nesta quinta-feira (21) o Ministério Público.


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  • 42/56   STF impõe derrota a Bolsonaro e define como erro grosseiro ignorar critérios técnicos na pandemia
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quinta-feira (21) que a medida provisória do presidente Jair Bolsonaro para proteger agentes públicos de responsabilização durante a pandemia do coronavírus não pode servir para blindar atos administrativos contrários a recomendações médicas e científicas. Os ministros mantiveram a previsão de que gestores públicos só devem responder nas esferas civil e administrativa da Justiça quando "agirem ou se omitirem com dolo ou erro grosseiro", como prevê a MP editada pelo presidente. No entanto, os ministros definiram que, na aplicação dessa norma, devem ser incluídos no conceito de erro grosseiro medidas que não observem normas e critérios técnicos estabelecidos por autoridades sanitárias e organização de saúde do Brasil e do mundo. Além disso, os ministros afirmaram que equívocos que violem os princípios constitucionais da precaução e da prevenção também devem ser considerados erros grosseiros aptos de responsabilização. Desde o início da pandemia, Bolsonaro tem minimizado o impacto do coronavírus e se colocado contra medidas de distanciamento social, atitude que culminou na demissão de dois ministros da Saúde no intervalo de um mês, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. Apesar de dizer lamentar as mortes, o presidente tem dado declarações às vezes em caráter irônico quando questionado sobre as perdas humanas com a Covid-19. Como na ocasião em que afirmou não ser coveiro ou quando disse: "E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre." ? Os ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Rosa Weber, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Luiz Fux se posicionaram para dar interpretação conforme à Constituição à MP e impor essas balizas à aplicação da medida. Apenas o ministro Marco Aurélio votou para declarar a "inadequação da ação" por entender que o STF deveria aguardar a análise da matéria pelo Congresso antes de julgar sua constitucionalidade. O texto entrou em vigor na última quinta-feira (14) e, para não perder a validade, precisaria ser aprovada pelo Congresso em até 120 dias. No julgamento, Barroso citou especificamente a cloroquina, liberada pelo Ministério da Saúde após pressão do presidente Bolsonaro. A maioria dos ministros, porém, fez questão de ressaltar a necessidade de as autoridades públicas observarem a opinião técnica e científica antes de adotarem medidas administrativas. “O erro grosseiro é o negacionismo científico voluntarista. Temos diversos órgãos que afirmam o que é eficiente e aquilo que não é eficiente”, assinalou Fux. Em outro momento, o ministro disse que o novo coronavírus é desafio para a medicina e alertou que “se pretende utilizar fármacos que ao invés de curar doentes venham a matar”. Gilmar Mendes fez alusão à mais recente frase de Bolsonaro sobre o medicamento que ainda não tem eficácia comprovada. “Não podemos é sair aí a receitar cloroquina e tubaína, não é disso que se cuida. O relator deixou isso de maneira evidente, é preciso que haja responsabilidade técnica", disse. O ministro ressaltou que as decisões do governo devem ser guiadas por parâmetros técnicos e científicos, incluindo as orientações da Organização Mundial da Saúde. Gilmar voltou a dizer, também, que nenhum agente pública, “nem o presidente da República”, está autorizado a implementar “políticas de saúde genocidas”. Moraes seguiu a mesma linha: “Há ciência e pesquisa para balizar exatamente os gestores públicos". Em relação à solução para a MP, porém, ele divergiu. Assim como Cármen Lúcia, Moraes acompanhou a maioria para dar interpretação restritiva à MP. Ambos, porém, foram além e também votaram para que dois trechos da norma fossem modificados. O ministro defendeu que deveria ser invalidado o artigo da medida que prevê blindagem a erros grosseiros cometidos no “combate aos efeitos econômicos e sociais decorrentes da pandemia”. O magistrado sustentou que as consequências da doença podem levar até dez anos e que a redação da norma ficou muito abrangente "Isso pode justificar medidas relacionadas a planos econômicos, segurança pública, estaríamos aqui a permitir uma cláusula tão aberta, que se perpetuaria ao longo dos anos e que, a meu ver, inverteria a ordem, a lógica. A regra é a responsabilização, que nós transformaríamos em exceção”, disse. E completou: “A partir dos próximos anos, todas as medidas terão alguma ligação, algum nexo com os efeitos gerados pela pandemia. O mundo hoje só toma medidas relacionadas à pandemia. Não há aqui aquela excepcionalidade que permite um novo tratamento de responsabilização". Os ministros analisaram seis ações apresentadas contra a MP. A inclusão na pauta do STF ocorreu apenas um dia antes do julgamento, o que não é comum. A iniciativa fez parte de uma mudança de estratégia da corte na análise de matérias de autoria do Executivo. Após críticas pelas recorrentes decisões monocráticas de membros da corte, Barroso e o presidente do STF, Dias Toffoli, preferiram levar a discussão ao plenário, a fim de dar mais peso ao entendimento firmado sobre o tema. Assim, em vez de apreciar sozinho as impugnações à MP, Barroso se articulou com Toffoli para levar o caso ao plenário. O presidente do STF então mudou a previsão de julgamentos para atender ao pedido do colega. A decisão do Supremo vai ao encontro da avaliação feita pelo presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), José Mucio Monteiro, que, em entrevista à Folha de S.Paulo, disse que o texto estimula gestores mal-intencionados e que não pode haver salvo-conduto quando os gastos com a pandemia já consumiram mais de R$ 600 bilhões. Gilmar Mendes não limitou seu discurso à MP. Como a ministra Rosa Weber deixará a a presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na próxima semana, os colegas de STF exaltaram sua gestão na corte eleitoral. E Gilmar aproveitou para criticar “os terraplanistas” que acreditam em fraude na urna eletrônica. O QUE DIZ A MP Texto estabelece que só poderão ser responsabilizados, nas esferas civil e administrativa, os agentes públicos que “agirem ou se omitirem com dolo ou erro grosseiro”. Medida considera ações adotadas, direta ou indiretamente, no contexto do enfrentamento da emergência sanitária da Covid-19 e no combate de seus efeito econômicos. Erro grosseiro é definido como “erro manifesto, evidente e inescusável praticado com culpa grave, caracterizado por ação ou omissão com elevado grau de negligência, imprudência ou imperícia”. A medida é assinada pelo presidente Jair Bolsonaro e pelos ministros Paulo Guedes (Economia) e Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União).

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quinta-feira (21) que a medida provisória do presidente Jair Bolsonaro para proteger agentes públicos de responsabilização durante a pandemia do coronavírus não pode servir para blindar atos administrativos contrários a recomendações médicas e científicas. Os ministros mantiveram a previsão de que gestores públicos só devem responder nas esferas civil e administrativa da Justiça quando "agirem ou se omitirem com dolo ou erro grosseiro", como prevê a MP editada pelo presidente. No entanto, os ministros definiram que, na aplicação dessa norma, devem ser incluídos no conceito de erro grosseiro medidas que não observem normas e critérios técnicos estabelecidos por autoridades sanitárias e organização de saúde do Brasil e do mundo. Além disso, os ministros afirmaram que equívocos que violem os princípios constitucionais da precaução e da prevenção também devem ser considerados erros grosseiros aptos de responsabilização. Desde o início da pandemia, Bolsonaro tem minimizado o impacto do coronavírus e se colocado contra medidas de distanciamento social, atitude que culminou na demissão de dois ministros da Saúde no intervalo de um mês, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. Apesar de dizer lamentar as mortes, o presidente tem dado declarações às vezes em caráter irônico quando questionado sobre as perdas humanas com a Covid-19. Como na ocasião em que afirmou não ser coveiro ou quando disse: "E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre." ? Os ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Rosa Weber, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Luiz Fux se posicionaram para dar interpretação conforme à Constituição à MP e impor essas balizas à aplicação da medida. Apenas o ministro Marco Aurélio votou para declarar a "inadequação da ação" por entender que o STF deveria aguardar a análise da matéria pelo Congresso antes de julgar sua constitucionalidade. O texto entrou em vigor na última quinta-feira (14) e, para não perder a validade, precisaria ser aprovada pelo Congresso em até 120 dias. No julgamento, Barroso citou especificamente a cloroquina, liberada pelo Ministério da Saúde após pressão do presidente Bolsonaro. A maioria dos ministros, porém, fez questão de ressaltar a necessidade de as autoridades públicas observarem a opinião técnica e científica antes de adotarem medidas administrativas. “O erro grosseiro é o negacionismo científico voluntarista. Temos diversos órgãos que afirmam o que é eficiente e aquilo que não é eficiente”, assinalou Fux. Em outro momento, o ministro disse que o novo coronavírus é desafio para a medicina e alertou que “se pretende utilizar fármacos que ao invés de curar doentes venham a matar”. Gilmar Mendes fez alusão à mais recente frase de Bolsonaro sobre o medicamento que ainda não tem eficácia comprovada. “Não podemos é sair aí a receitar cloroquina e tubaína, não é disso que se cuida. O relator deixou isso de maneira evidente, é preciso que haja responsabilidade técnica", disse. O ministro ressaltou que as decisões do governo devem ser guiadas por parâmetros técnicos e científicos, incluindo as orientações da Organização Mundial da Saúde. Gilmar voltou a dizer, também, que nenhum agente pública, “nem o presidente da República”, está autorizado a implementar “políticas de saúde genocidas”. Moraes seguiu a mesma linha: “Há ciência e pesquisa para balizar exatamente os gestores públicos". Em relação à solução para a MP, porém, ele divergiu. Assim como Cármen Lúcia, Moraes acompanhou a maioria para dar interpretação restritiva à MP. Ambos, porém, foram além e também votaram para que dois trechos da norma fossem modificados. O ministro defendeu que deveria ser invalidado o artigo da medida que prevê blindagem a erros grosseiros cometidos no “combate aos efeitos econômicos e sociais decorrentes da pandemia”. O magistrado sustentou que as consequências da doença podem levar até dez anos e que a redação da norma ficou muito abrangente "Isso pode justificar medidas relacionadas a planos econômicos, segurança pública, estaríamos aqui a permitir uma cláusula tão aberta, que se perpetuaria ao longo dos anos e que, a meu ver, inverteria a ordem, a lógica. A regra é a responsabilização, que nós transformaríamos em exceção”, disse. E completou: “A partir dos próximos anos, todas as medidas terão alguma ligação, algum nexo com os efeitos gerados pela pandemia. O mundo hoje só toma medidas relacionadas à pandemia. Não há aqui aquela excepcionalidade que permite um novo tratamento de responsabilização". Os ministros analisaram seis ações apresentadas contra a MP. A inclusão na pauta do STF ocorreu apenas um dia antes do julgamento, o que não é comum. A iniciativa fez parte de uma mudança de estratégia da corte na análise de matérias de autoria do Executivo. Após críticas pelas recorrentes decisões monocráticas de membros da corte, Barroso e o presidente do STF, Dias Toffoli, preferiram levar a discussão ao plenário, a fim de dar mais peso ao entendimento firmado sobre o tema. Assim, em vez de apreciar sozinho as impugnações à MP, Barroso se articulou com Toffoli para levar o caso ao plenário. O presidente do STF então mudou a previsão de julgamentos para atender ao pedido do colega. A decisão do Supremo vai ao encontro da avaliação feita pelo presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), José Mucio Monteiro, que, em entrevista à Folha de S.Paulo, disse que o texto estimula gestores mal-intencionados e que não pode haver salvo-conduto quando os gastos com a pandemia já consumiram mais de R$ 600 bilhões. Gilmar Mendes não limitou seu discurso à MP. Como a ministra Rosa Weber deixará a a presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na próxima semana, os colegas de STF exaltaram sua gestão na corte eleitoral. E Gilmar aproveitou para criticar “os terraplanistas” que acreditam em fraude na urna eletrônica. O QUE DIZ A MP Texto estabelece que só poderão ser responsabilizados, nas esferas civil e administrativa, os agentes públicos que “agirem ou se omitirem com dolo ou erro grosseiro”. Medida considera ações adotadas, direta ou indiretamente, no contexto do enfrentamento da emergência sanitária da Covid-19 e no combate de seus efeito econômicos. Erro grosseiro é definido como “erro manifesto, evidente e inescusável praticado com culpa grave, caracterizado por ação ou omissão com elevado grau de negligência, imprudência ou imperícia”. A medida é assinada pelo presidente Jair Bolsonaro e pelos ministros Paulo Guedes (Economia) e Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União).


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  • 43/56   Congresso estuda 1º turno da eleição em 15 de novembro ou 6 de dezembro, diz Maia
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Os parlamentares discutem adiar o primeiro turno das eleições municipais para 15 de novembro ou 6 de dezembro, com um prazo mais curto para o segundo turno para que o processo seja concluído neste ano, afirmou nesta quinta-feira (21) o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Pelo calendário eleitoral, que segue as diretrizes estabelecidas pela Constituição, o primeiro turno das eleições ocorreria em 4 de outubro, e o segundo turno, onde houver, no dia 25 do mesmo mês. Na terça (19), o deputado anunciou a criação de uma comissão mista, formada por deputados e senadores, para debater o adiamento da eleição por causa das consequências da pandemia do novo coronavírus. A ideia é que não haja prorrogação de mandato. Maia afirmou que pretende conversar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), até o fim de semana para estudar o melhor modelo de participação de todos os parlamentares. Segundo ele, pela alta demanda, pode ser necessário um modelo de reunião do colégio de líderes partidários das duas casas, para que se construa uma maioria em relação à decisão de adiar ou não a eleição, e, em caso afirmativo, para quando. “Tem aí dois períodos que estão sendo discutidos, 15 de novembro ou o primeiro domingo de dezembro [6] para o primeiro turno”, disse. “E o segundo turno um pouco menor para dar tempo de fazer a transição, da prestação de contas.” Eventual mudança nas datas das eleições deve exigir a aprovação de uma PEC (proposta de emenda à Constituição), que exige apoio de pelo menos três quintos dos deputados e dos senadores, em dois turnos de votação na Câmara e no Senado. Alterações eleitorais devem ocorrer com o mínimo de um ano de antecedência, mas há uma defesa de que essa exigência deve ser flexibilizada em situações de calamidade pública, como a atual. Maia afirmou ainda ser radicalmente contra prorrogação dos mandatos. “Não vejo na Constituição brasileira espaço para você prorrogar um dia de mandato”, afirmou. “É muito sensível do ponto de vista institucional você abrir essa janela, porque no futuro, daqui a dois, três, quatro mandatos, alguém pode se sentir muito forte, ter muito apoio no Parlamento, criar uma crise e prorrogar seu próprio mandato.” O presidente da Câmara comentou ainda os entraves para a votação do projeto de regularização fundiária derivado da MP 910, que caducou na terça-feira. A MP, que foi chamada por ambientalistas de MP da grilagem, foi cercada de controvérsias. Na semana passada, a votação foi adiada após manobra de partidos do centro que se contrapõem ao centrão-raiz -partidos como PP, PL e Republicanos, que migraram para a base do governo de Jair Bolsonaro (sem partido). Maia propôs, então, votar o texto do projeto de lei na última quarta-feira (20). Sem acordo, no entanto, a votação foi adiada e ainda não tem data para ser retomada. Segundo ele, apesar de desfeito o acordo que havia para votar a MP, seria “muito ruim para a Câmara dos Deputados” mudar o texto do relator, deputado Zé Silva (Solidariedade-MG), e dar uma sinalização de aval à flexibilização da ocupação de terra no Brasil e, sobretudo, na região amazônica. “Nós não deixaríamos ter nenhum tipo de anistia de invadir depois”, afirmou, defendendo a limitação da regularização a até seis módulos fiscais. “Além disso, seria dar uma sinalização de que, de fato, nós estávamos estimulando a invasão de grandes terras”, disse. “E isso, para um país que tem como seu grande patrimônio o meio ambiente, que vai ter um valor ainda maior depois dessa pandemia para nossa recuperação, é uma sinalização muito ruim.”

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Os parlamentares discutem adiar o primeiro turno das eleições municipais para 15 de novembro ou 6 de dezembro, com um prazo mais curto para o segundo turno para que o processo seja concluído neste ano, afirmou nesta quinta-feira (21) o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Pelo calendário eleitoral, que segue as diretrizes estabelecidas pela Constituição, o primeiro turno das eleições ocorreria em 4 de outubro, e o segundo turno, onde houver, no dia 25 do mesmo mês. Na terça (19), o deputado anunciou a criação de uma comissão mista, formada por deputados e senadores, para debater o adiamento da eleição por causa das consequências da pandemia do novo coronavírus. A ideia é que não haja prorrogação de mandato. Maia afirmou que pretende conversar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), até o fim de semana para estudar o melhor modelo de participação de todos os parlamentares. Segundo ele, pela alta demanda, pode ser necessário um modelo de reunião do colégio de líderes partidários das duas casas, para que se construa uma maioria em relação à decisão de adiar ou não a eleição, e, em caso afirmativo, para quando. “Tem aí dois períodos que estão sendo discutidos, 15 de novembro ou o primeiro domingo de dezembro [6] para o primeiro turno”, disse. “E o segundo turno um pouco menor para dar tempo de fazer a transição, da prestação de contas.” Eventual mudança nas datas das eleições deve exigir a aprovação de uma PEC (proposta de emenda à Constituição), que exige apoio de pelo menos três quintos dos deputados e dos senadores, em dois turnos de votação na Câmara e no Senado. Alterações eleitorais devem ocorrer com o mínimo de um ano de antecedência, mas há uma defesa de que essa exigência deve ser flexibilizada em situações de calamidade pública, como a atual. Maia afirmou ainda ser radicalmente contra prorrogação dos mandatos. “Não vejo na Constituição brasileira espaço para você prorrogar um dia de mandato”, afirmou. “É muito sensível do ponto de vista institucional você abrir essa janela, porque no futuro, daqui a dois, três, quatro mandatos, alguém pode se sentir muito forte, ter muito apoio no Parlamento, criar uma crise e prorrogar seu próprio mandato.” O presidente da Câmara comentou ainda os entraves para a votação do projeto de regularização fundiária derivado da MP 910, que caducou na terça-feira. A MP, que foi chamada por ambientalistas de MP da grilagem, foi cercada de controvérsias. Na semana passada, a votação foi adiada após manobra de partidos do centro que se contrapõem ao centrão-raiz -partidos como PP, PL e Republicanos, que migraram para a base do governo de Jair Bolsonaro (sem partido). Maia propôs, então, votar o texto do projeto de lei na última quarta-feira (20). Sem acordo, no entanto, a votação foi adiada e ainda não tem data para ser retomada. Segundo ele, apesar de desfeito o acordo que havia para votar a MP, seria “muito ruim para a Câmara dos Deputados” mudar o texto do relator, deputado Zé Silva (Solidariedade-MG), e dar uma sinalização de aval à flexibilização da ocupação de terra no Brasil e, sobretudo, na região amazônica. “Nós não deixaríamos ter nenhum tipo de anistia de invadir depois”, afirmou, defendendo a limitação da regularização a até seis módulos fiscais. “Além disso, seria dar uma sinalização de que, de fato, nós estávamos estimulando a invasão de grandes terras”, disse. “E isso, para um país que tem como seu grande patrimônio o meio ambiente, que vai ter um valor ainda maior depois dessa pandemia para nossa recuperação, é uma sinalização muito ruim.”


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  • 44/56   Oposição e entidades entram com pedido coletivo de impeachment de Bolsonaro
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Partidos de oposição e cerca de 400 entidades da sociedade civil apresentaram nesta quinta-feira (21) um pedido coletivo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por apoiar manifestações antidemocráticas e tentar intervir na Polícia Federal. Entre os partidos que assinam a peça estão PT, PC do B, PSOL e PSTU, de um total de sete da oposição. Pelas entidades, há MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), associações de professores universitários e grupos ligados a direitos da população LGBT, por exemplo. Segundo técnicos da Câmara, o processo ainda não foi protocolado por falta certificação digital. Caso o problema seja resolvido, se tornará o 36º pedido de impeachment que deverá ser analisado pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). No documento, Bolsonaro é acusado de crime de responsabilidade por apoiar e participar de manifestações antidemocráticas e que defendem o fechamento do Congresso e do STF (Supremo Tribunal Federal), além da reedição do AI-5, que marcou o período mais duro da ditadura militar. O processo também afirma que o presidente cometeu grave violação à Constituição ao ferir o princípio de impessoalidade no cargo por tentar interferir na PF para proteger membros de sua família de investigações. O pedido se baseia em denúncias feitas pelo ex-ministro Sergio Moro (Justiça), que acusou Bolsonaro de tentar trocar o comando da PF para ter acesso a informações sobre investigações em curso. Além disso, a oposição e as entidades também criticam a atuação do presidente durante a pandemia do novo coronavírus. O processo diz que Bolsonaro age de “caráter antagônico e contraproducente ao esforço do Ministério da Saúde” e do SUS (Sistema Único de Saúde) e aos serviços de prevenção à doença. O texto ressalta que o presidente atua com “reiterado e perigoso menosprezo à gravidade da emergência de saúde decretada pelo próprio governo federal, no sentido de perpetrar intencional sabotagem das cautelas sociais e medidas governamentais” para conter os efeitos da pandemia. “O Brasil cansou de Bolsonaro”, afirma o deputado José Guimarães (PE-CE), líder da Minoria na Câmara. “Ele é incompetente, ele é inepto, ele não reúne condições de governar e buscar soluções para os problemas graves que o Brasil está enfrentando.” O pedido se soma aos demais que estão na Câmara. Maia, que voltou a se aproximar recentemente de Bolsonaro, é o responsável por analisar de forma monocrática se dá ou não sequência aos pedidos de impeachment. Ele não tem prazo para tomar essas decisões. Caso seja dada sequência, o caso é analisado por uma comissão especial e, depois, pelo plenário da Câmara. Somente com o voto de ao menos 342 dos 513 deputados é autorizado que o Senado abra o processo. Nesse caso, Bolsonaro seria afastado até a conclusão do julgamento —ele perderia o mandato caso pelo menos 54 dos 81 senadores votassem nesse sentido. O Brasil já teve dois episódios de impeachment baseados na lei que trata do tema, de 1950: o de Fernando Collor (1992), que renunciou antes da decisão final do Senado, e o de Dilma Rousseff (2016).

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Partidos de oposição e cerca de 400 entidades da sociedade civil apresentaram nesta quinta-feira (21) um pedido coletivo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por apoiar manifestações antidemocráticas e tentar intervir na Polícia Federal. Entre os partidos que assinam a peça estão PT, PC do B, PSOL e PSTU, de um total de sete da oposição. Pelas entidades, há MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), associações de professores universitários e grupos ligados a direitos da população LGBT, por exemplo. Segundo técnicos da Câmara, o processo ainda não foi protocolado por falta certificação digital. Caso o problema seja resolvido, se tornará o 36º pedido de impeachment que deverá ser analisado pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). No documento, Bolsonaro é acusado de crime de responsabilidade por apoiar e participar de manifestações antidemocráticas e que defendem o fechamento do Congresso e do STF (Supremo Tribunal Federal), além da reedição do AI-5, que marcou o período mais duro da ditadura militar. O processo também afirma que o presidente cometeu grave violação à Constituição ao ferir o princípio de impessoalidade no cargo por tentar interferir na PF para proteger membros de sua família de investigações. O pedido se baseia em denúncias feitas pelo ex-ministro Sergio Moro (Justiça), que acusou Bolsonaro de tentar trocar o comando da PF para ter acesso a informações sobre investigações em curso. Além disso, a oposição e as entidades também criticam a atuação do presidente durante a pandemia do novo coronavírus. O processo diz que Bolsonaro age de “caráter antagônico e contraproducente ao esforço do Ministério da Saúde” e do SUS (Sistema Único de Saúde) e aos serviços de prevenção à doença. O texto ressalta que o presidente atua com “reiterado e perigoso menosprezo à gravidade da emergência de saúde decretada pelo próprio governo federal, no sentido de perpetrar intencional sabotagem das cautelas sociais e medidas governamentais” para conter os efeitos da pandemia. “O Brasil cansou de Bolsonaro”, afirma o deputado José Guimarães (PE-CE), líder da Minoria na Câmara. “Ele é incompetente, ele é inepto, ele não reúne condições de governar e buscar soluções para os problemas graves que o Brasil está enfrentando.” O pedido se soma aos demais que estão na Câmara. Maia, que voltou a se aproximar recentemente de Bolsonaro, é o responsável por analisar de forma monocrática se dá ou não sequência aos pedidos de impeachment. Ele não tem prazo para tomar essas decisões. Caso seja dada sequência, o caso é analisado por uma comissão especial e, depois, pelo plenário da Câmara. Somente com o voto de ao menos 342 dos 513 deputados é autorizado que o Senado abra o processo. Nesse caso, Bolsonaro seria afastado até a conclusão do julgamento —ele perderia o mandato caso pelo menos 54 dos 81 senadores votassem nesse sentido. O Brasil já teve dois episódios de impeachment baseados na lei que trata do tema, de 1950: o de Fernando Collor (1992), que renunciou antes da decisão final do Senado, e o de Dilma Rousseff (2016).


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  • 45/56   Militares não vão dar golpe ou fazer intervenção, diz general Heleno
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general da reserva Augusto Heleno, descartou a possibilidade de golpe, intervenção militar ou da instalação de uma ditadura no Brasil. “Os militares não vão dar golpe. Isso não passa na cabeça dessa nossa geração, que foi formada por aquela geração que viveu todos aqueles fatos, como estar contra o governo, fazer uma contrarrevolução em 1964”, afirmou. As observações foram feitas durante live para o grupo Personalidades em Foco por pouco mais de uma hora e 20 minutos nesta quarta (20). Para ele, “não passa [pela cabeça] ditadura, intervenções, isso são provocações feitas por alguns indivíduos que não têm coragem de dizer quais são suas ideologias, que ficam provocando os militares para ver se nós vamos reagir”. O general, conselheiro de campanha de Jair Bolsonaro e um dos três com assento no Palácio do Planalto, disse que deve isso aos “nossos instrutores, vacinados por toda aquela trajetória de militares se intrometendo de uma forma pouco aconselhável, mas muitas vezes necessária, na política”. No último mês, o ministro da Defesa teve de editar duas notas reafirmando o compromisso das Forças Armadas com a Constituição após o presidente participar de atos golpistas que pediam intervenção militar contra Congresso e Supremo Tribunal Federal. Na semana passada, artigo do vice-presidente, general Hamilton Mourão, gerou rumores sobre eventuais intenções intervencionistas dos fardados. Havia pouco mais de 200 pessoas na audiência com Heleno, a maioria composta por pessoas ligadas à Marinha, inclusive o comandante Ilques Barbosa Júnior. O grupo foi criado no mês passado por integrantes e ex-membros da Força para buscar combater a polarização no país. Havia também políticos, como a ex-senadora Ana Amélia (Progressistas-RS) e o deputado Luiz Phillipe de Orleáns e Bragança (PSL-SP). Ele não foi questionado sobre polêmicas, como o xingamento que proferiu sobre o Congresso, que inspirou atos golpistas, ou sobre a reunião ministerial que está no centro do inquérito sobre eventual interferência de Bolsonaro na Polícia Federal. Heleno foi o primeiro oficial-general do Exército a falar ao grupo, que já ouvira figuras contrárias a Bolsonaro como Geraldo Alckmin (PSDB) e Luciano Huck, e membros do governo, além de jornalistas. Ele falou como um representante de sua classe, sem diferenciar no discurso serviço ativo e a ala militar do governo –que ele rejeita como definição. “Eu fico revoltado quando ouço essas duas palavrinhas”, disse. Ele defendeu a presença de egressos das Forças na administração. “Nós não somos todos brilhantes, temos alguns brilhantes, mas temos uma dívida com o país”. Heleno criticou duramente a mídia. “Na hora de apresentar os fatos, a gente percebe. É uma total contaminação dessa parte da imprensa. Só pode ser para derrubar o presidente da República. Não tem outra explicação”, disse. Ele não nomeou veículos de comunicação –nem precisaria, já que Bolsonaro critica constantemente a Folha de S.Paulo, órgãos do Grupo Globo e o Estado de S. Paulo, entre outros. Heleno criticou a cobertura dos 500 dias do governo, que, segundo o general, não citou supostos feitos de Bolsonaro. “[A mídia] só procura as coisas para falar mal do governo. Isso é lamentável, porque é contra a nossa visão de democracia e liberdade de imprensa." “Não tem nenhum reconhecimento, é duro. Mas vamos lá, eles não vão conseguir baixar o moral da gente.” Um entrevistador, o consultor Gustavo Heck, lembrou que o presidente Getúlio Vargas estimulava o jornal Última Hora para se defender e perguntou se o governo não faria o mesmo. “Temos um instrumento que são as redes sociais”, disse Heleno, queixando-se especificamente da TV. “A gente mexe pra lá, mexe pra cá, zapeia, e acaba vendo Animal Planet. Chega a um ponto em que não dá, melhor ver suricato e leão atacando veadinho da floresta”, disse. Aí o general deu sua receita ante as críticas. Para ele, as universidades “foram vítimas de verdadeira lavagem cerebral”, com “formação dirigida para esse fanatismo ideológico” associado à esquerda. Esse é um ponto de contato antigo entre o que pensam os fardados brasileiros e a ala ideológica do bolsonarismo, representada entre outros no governo pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub. “A única solução é colocar a educação como grande instrumento de formação do cidadão, para ele ser um grande profissional, e não um militante político. Será criminoso fazer isso de um lado ou de outro. [Ele deve] construir sua família, prezando a democracia, prezando a família, a pátria”, afirmou. “Não será fácil recuperar o terreno perdido. A educação precisa ser profundamente reformulada nesse país”, completou. O general, que foi comandante militar da Amazônia e perdeu o cargo por criticar a política indigenista do governo Lula, apontou descaso político com a região, emulando discurso histórico dos militares. “A Amazônia é 7% do eleitorado. Investir lá não traz resultado eleitoral. É triste. Pensar que não é uma região cobiçada é ingenuidade”, afirmou. Sobre a crise provocada pelas críticas internacionais ao manejo dos incêndios florestais do ano passado, ensaiou um mea-culpa: “Fomos muito maltratados no ano passado, pagamos caro, demos margem para esse tipo de visão”. Na sequência, deixou claro que o erro teria sido corrigido quando Mourão assumiu o comitê para a região, no começo deste ano. “A Covid-19 veio na pior hora. A Amazônia é alvo da cobiça internacional. Essa história que vários líderes mundiais expressaram interesses escusos sobre a Amazônia, isso vai continuar acontecendo.” Reclamou da presença de “80 mil ONGs que recebem de estrangeiros”, de políticos, da falta de investimento federal no programa Sisfron, de monitoramento de fronteiras do Exército. Não havia uma dinâmica para questionar Heleno por que o governo Bolsonaro não alocou verbas no sistema. A queixa sobre o Sisfron é corrente no Alto-Comando do Exército. Afirmou que os “romanticamente chamados de povos da floresta” são “facilmente cooptáveis pelo tráfico” e clamou pela presença do Estado. Segundo Heleno, só as Forças Armadas lá estão. “É uma peneira. Sem nenhuma crítica à PF, à Receita e ao Ibama, mas eles não são tão presentes”, disse, lamentando a falta de recursos humanos. O general contou que certa vez, em Roraima, encontrou um grupo indígena que falava inglês, vindo da Guiana. “Muita gente acha que essas comunidades vão defender o Brasil, eles nem sabiam que estavam no Brasil”, afirmou. Sobre a Covid-19, Heleno só falou ao ser questionado pelo velejador Lars Grael sobre o papel do esporte no pós-pandemia. “Isolamento vertical [defendido por Bolsonaro] é perfeitamente viável e deve ser totalmente adotado por nossas famílias. Com o isolamento horizontal, se não tem saneamento básico?”, questionou. Ex-comandante do Centro de Capacitação Física do Exército e tendo testado positivo para a Covid-19 em um exame e negativo, em outro, Heleno ecoou o “histórico de atleta” que Bolsonaro usou para minimizar os riscos do novo coronavírus. “Cultue o esporte como algo que vai afastá-lo do médico. Não quero dizer que o médico não é importante, o médico é fundamental. Mas devemos zelar para ficar longe dos médicos, longe dos hospitais, longe de exames que não sejam exames para nos qualificar como atletas.” Ao fim, o organizador do grupo, o palestrante Paulo Zottolo, elogiou o governo, mas criticou sua comunicação. Sobre isso, Heleno disse que não iria concordar ou discordar. "Estamos juntos", finalizou.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general da reserva Augusto Heleno, descartou a possibilidade de golpe, intervenção militar ou da instalação de uma ditadura no Brasil. “Os militares não vão dar golpe. Isso não passa na cabeça dessa nossa geração, que foi formada por aquela geração que viveu todos aqueles fatos, como estar contra o governo, fazer uma contrarrevolução em 1964”, afirmou. As observações foram feitas durante live para o grupo Personalidades em Foco por pouco mais de uma hora e 20 minutos nesta quarta (20). Para ele, “não passa [pela cabeça] ditadura, intervenções, isso são provocações feitas por alguns indivíduos que não têm coragem de dizer quais são suas ideologias, que ficam provocando os militares para ver se nós vamos reagir”. O general, conselheiro de campanha de Jair Bolsonaro e um dos três com assento no Palácio do Planalto, disse que deve isso aos “nossos instrutores, vacinados por toda aquela trajetória de militares se intrometendo de uma forma pouco aconselhável, mas muitas vezes necessária, na política”. No último mês, o ministro da Defesa teve de editar duas notas reafirmando o compromisso das Forças Armadas com a Constituição após o presidente participar de atos golpistas que pediam intervenção militar contra Congresso e Supremo Tribunal Federal. Na semana passada, artigo do vice-presidente, general Hamilton Mourão, gerou rumores sobre eventuais intenções intervencionistas dos fardados. Havia pouco mais de 200 pessoas na audiência com Heleno, a maioria composta por pessoas ligadas à Marinha, inclusive o comandante Ilques Barbosa Júnior. O grupo foi criado no mês passado por integrantes e ex-membros da Força para buscar combater a polarização no país. Havia também políticos, como a ex-senadora Ana Amélia (Progressistas-RS) e o deputado Luiz Phillipe de Orleáns e Bragança (PSL-SP). Ele não foi questionado sobre polêmicas, como o xingamento que proferiu sobre o Congresso, que inspirou atos golpistas, ou sobre a reunião ministerial que está no centro do inquérito sobre eventual interferência de Bolsonaro na Polícia Federal. Heleno foi o primeiro oficial-general do Exército a falar ao grupo, que já ouvira figuras contrárias a Bolsonaro como Geraldo Alckmin (PSDB) e Luciano Huck, e membros do governo, além de jornalistas. Ele falou como um representante de sua classe, sem diferenciar no discurso serviço ativo e a ala militar do governo –que ele rejeita como definição. “Eu fico revoltado quando ouço essas duas palavrinhas”, disse. Ele defendeu a presença de egressos das Forças na administração. “Nós não somos todos brilhantes, temos alguns brilhantes, mas temos uma dívida com o país”. Heleno criticou duramente a mídia. “Na hora de apresentar os fatos, a gente percebe. É uma total contaminação dessa parte da imprensa. Só pode ser para derrubar o presidente da República. Não tem outra explicação”, disse. Ele não nomeou veículos de comunicação –nem precisaria, já que Bolsonaro critica constantemente a Folha de S.Paulo, órgãos do Grupo Globo e o Estado de S. Paulo, entre outros. Heleno criticou a cobertura dos 500 dias do governo, que, segundo o general, não citou supostos feitos de Bolsonaro. “[A mídia] só procura as coisas para falar mal do governo. Isso é lamentável, porque é contra a nossa visão de democracia e liberdade de imprensa." “Não tem nenhum reconhecimento, é duro. Mas vamos lá, eles não vão conseguir baixar o moral da gente.” Um entrevistador, o consultor Gustavo Heck, lembrou que o presidente Getúlio Vargas estimulava o jornal Última Hora para se defender e perguntou se o governo não faria o mesmo. “Temos um instrumento que são as redes sociais”, disse Heleno, queixando-se especificamente da TV. “A gente mexe pra lá, mexe pra cá, zapeia, e acaba vendo Animal Planet. Chega a um ponto em que não dá, melhor ver suricato e leão atacando veadinho da floresta”, disse. Aí o general deu sua receita ante as críticas. Para ele, as universidades “foram vítimas de verdadeira lavagem cerebral”, com “formação dirigida para esse fanatismo ideológico” associado à esquerda. Esse é um ponto de contato antigo entre o que pensam os fardados brasileiros e a ala ideológica do bolsonarismo, representada entre outros no governo pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub. “A única solução é colocar a educação como grande instrumento de formação do cidadão, para ele ser um grande profissional, e não um militante político. Será criminoso fazer isso de um lado ou de outro. [Ele deve] construir sua família, prezando a democracia, prezando a família, a pátria”, afirmou. “Não será fácil recuperar o terreno perdido. A educação precisa ser profundamente reformulada nesse país”, completou. O general, que foi comandante militar da Amazônia e perdeu o cargo por criticar a política indigenista do governo Lula, apontou descaso político com a região, emulando discurso histórico dos militares. “A Amazônia é 7% do eleitorado. Investir lá não traz resultado eleitoral. É triste. Pensar que não é uma região cobiçada é ingenuidade”, afirmou. Sobre a crise provocada pelas críticas internacionais ao manejo dos incêndios florestais do ano passado, ensaiou um mea-culpa: “Fomos muito maltratados no ano passado, pagamos caro, demos margem para esse tipo de visão”. Na sequência, deixou claro que o erro teria sido corrigido quando Mourão assumiu o comitê para a região, no começo deste ano. “A Covid-19 veio na pior hora. A Amazônia é alvo da cobiça internacional. Essa história que vários líderes mundiais expressaram interesses escusos sobre a Amazônia, isso vai continuar acontecendo.” Reclamou da presença de “80 mil ONGs que recebem de estrangeiros”, de políticos, da falta de investimento federal no programa Sisfron, de monitoramento de fronteiras do Exército. Não havia uma dinâmica para questionar Heleno por que o governo Bolsonaro não alocou verbas no sistema. A queixa sobre o Sisfron é corrente no Alto-Comando do Exército. Afirmou que os “romanticamente chamados de povos da floresta” são “facilmente cooptáveis pelo tráfico” e clamou pela presença do Estado. Segundo Heleno, só as Forças Armadas lá estão. “É uma peneira. Sem nenhuma crítica à PF, à Receita e ao Ibama, mas eles não são tão presentes”, disse, lamentando a falta de recursos humanos. O general contou que certa vez, em Roraima, encontrou um grupo indígena que falava inglês, vindo da Guiana. “Muita gente acha que essas comunidades vão defender o Brasil, eles nem sabiam que estavam no Brasil”, afirmou. Sobre a Covid-19, Heleno só falou ao ser questionado pelo velejador Lars Grael sobre o papel do esporte no pós-pandemia. “Isolamento vertical [defendido por Bolsonaro] é perfeitamente viável e deve ser totalmente adotado por nossas famílias. Com o isolamento horizontal, se não tem saneamento básico?”, questionou. Ex-comandante do Centro de Capacitação Física do Exército e tendo testado positivo para a Covid-19 em um exame e negativo, em outro, Heleno ecoou o “histórico de atleta” que Bolsonaro usou para minimizar os riscos do novo coronavírus. “Cultue o esporte como algo que vai afastá-lo do médico. Não quero dizer que o médico não é importante, o médico é fundamental. Mas devemos zelar para ficar longe dos médicos, longe dos hospitais, longe de exames que não sejam exames para nos qualificar como atletas.” Ao fim, o organizador do grupo, o palestrante Paulo Zottolo, elogiou o governo, mas criticou sua comunicação. Sobre isso, Heleno disse que não iria concordar ou discordar. "Estamos juntos", finalizou.


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  • 46/56   Bolsonaro muda rotina e evita imprensa após revelação de suposto vazamento da PF a Flávio
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Desde que o empresário Paulo Marinho relatou ao jornal Folha de S.Paulo um suposto vazamento de informações da Polícia Federal para a família presidencial, Jair Bolsonaro (sem partido) tem evitado contato com os jornalistas e, dessa forma, se preservado de perguntas sobre as declarações de seu ex-aliado. Marinho, 68, que durante a campanha presidencial foi um dos mais importantes apoiadores de Bolsonaro, disse que, segundo ouviu do próprio filho do presidente, um delegado da Polícia Federal antecipou a Flávio Bolsonaro em outubro de 2018 que a Operação Furna da Onça, então sigilosa, seria realizada. Essa operação, segundo ele, teria sido "segurada" para que não atrapalhasse Bolsonaro na disputa eleitoral. De acordo com o relato, o filho do presidente foi avisado entre o primeiro e o segundo turnos por um delegado simpatizante da candidatura de Bolsonaro à Presidência. Os desdobramentos da operação revelaram um esquema de "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio e atingiram Fabrício Queiroz, policial militar aposentado amigo de Jair Bolsonaro e ex-assessor de Flavio na Assembleia. O delegado-informante teria aconselhado ainda Flávio a demitir Queiroz e a filha dele, que trabalhava no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro. Segundo o relato, ambos foram exonerados em 15 de outubro de 2018 por ordem do então candidato Bolsonaro. Flávio se manifestou no dia seguinte à veiculação da entrevista e chamou as declarações do ex-aliado de "invenção de alguém desesperado e sem votos". Já o presidente optou pelo silêncio e comentou o caso uma única vez, na terça-feira (19), em entrevista ao jornalista Magno Martins, responsável pelo Blog do Magno. Na ocasião, Bolsonaro disse que Marinho terá que provar a acusação que fez . "Ele [Marinho] vai ter que provar, não vou entrar em detalhe, quem foi o delegado que teria dito para um assessor do meu filho... É sempre assim, né? 'Ouvi dizer não sei o que lá...'. Não é ouvi dizer", declarou Bolsonaro, na entrevista transmitida pelas redes sociais. Fora esse episódio, não houve outros contatos com jornalistas. A última vez que Bolsonaro parou para responder perguntas de repórteres em frente ao Palácio da Alvorada foi na sexta-feira (15), portanto antes da publicação da entrevista. Esta última manifestação a jornalistas na porta do Alvorada foi quando admitiu ter falado em PF na reunião ministerial de 22 de abril, embora insista na versão de que não se referia à uma intervenção na Polícia Federal —o ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), deve decidir nesta semana sobre a divulgação do vídeo do encontro ministerial. Desde então, seja na hora de sair ou de voltar para a residência oficial, Bolsonaro tem evitado os jornalistas. Ele tem parado apenas para cumprimentar e interagir com os apoiadores que todos os dias o esperam em frente ao Alvorada. Como o espaço reservado para os simpatizantes é separado do ponto de espera de jornalistas, o mandatário não abre espaço para ser questionado sobre as acusações trazidas por Marinho. Nesta quinta-feira (21), por exemplo, ele ouviu de um apoiador queixas de que, em Fortaleza, autoridades locais teriam ordenado a retirada da bandeira do Brasil de carros que participavam de uma carreata contra o isolamento social —algo que o governo do estado nega. "O que está acontecendo? Tudo é informação. Você tem que tomar conhecimento do que está acontecendo para entender para onde o Brasil estava indo com essas pessoas. O grande recado é esse: imaginem uma pessoa, do nível dessas autoridades estaduais, na Presidência da República. O que já teria acontecido com o Brasil?" "Esse é recado. Vocês vão ter que sentir um pouco mais na pele quem são essas pessoas, para juntos a gente mudar o Brasil, à luz da Constituição, da lei, da ordem", respondeu Bolsonaro. Também nesta quinta, houve apelo de um apoiador por intervenção militar —Bolsonaro disse que não responderia o comentário— e uma pessoa que se apresentou como funcionário do apresentador Dr. Robert Rey (que participou do reality Dr. Hollywood) pediu que seu chefe fosse incorporado à equipe de combate à Covid-19 no Ministério da Saúde. "As decisões nesse sentido cabem exclusivamente ao ministro interino [Eduardo Pazuello, da Saúde]. Ele está fazendo um excelente trabalho e ele que está escolhendo a equipe", respondeu Bolsonaro. ?O MPF (Ministério Público Federal) do Rio e a PF abriram investigações para apurar relato de Marinho à Folha de S.Paulo. Na quarta (20), ele prestou depoimento de mais de cinco horas à Polícia Federal. Na saída, ele não revelou o teor de seu depoimento, sob a justificativa de que o inquérito corre sob sigilo. “Qualquer declaração pode prejudicar as investigações”, afirmou. Mais tarde, em uma rede social, ele escreveu que "por mais de cinco horas, trouxe detalhados elementos que vão auxiliar a investigação, indo ao encontro do que o @SF_Moro [Sergio Moro] trouxe à tona. Por ordem da autoridade policial, não posso revelar o teor do meu testemunho". Nesta quinta, Bolsonaro participou no Palácio do Planalto de duas videoconferências, uma com governadores e outra com parlamentares e dirigentes de redes católicas de comunicação. Com os comunicadores religiosos, Bolsonaro ouviu uma série de pleitos do setor, como a liberação de outorgas e a digitalização de rádios. Para reforçar os pedidos por ajuda do Planalto ao segmento, os católicos disseram que querem divulgar uma pauta mais positiva do governo e que representam um "complexo de comunicação da boa notícia". Bolsonaro, por sua vez, afirmou que no primeiro ano o governo "deixou a desejar" na questão da comunicação, mas disse que transmitirá as demandas a seus auxiliares responsáveis pela área: o chefe da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social), Fabio Wajngarten, e o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. "A grande maioria são católicos e evangélicos, que basicamente me deram esse mandato. Outros também, até ateus votaram em mim, deixar bem claro. Mas a grande maioria foram cristãos, os católicos e os evangélicos", disse o presidente.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Desde que o empresário Paulo Marinho relatou ao jornal Folha de S.Paulo um suposto vazamento de informações da Polícia Federal para a família presidencial, Jair Bolsonaro (sem partido) tem evitado contato com os jornalistas e, dessa forma, se preservado de perguntas sobre as declarações de seu ex-aliado. Marinho, 68, que durante a campanha presidencial foi um dos mais importantes apoiadores de Bolsonaro, disse que, segundo ouviu do próprio filho do presidente, um delegado da Polícia Federal antecipou a Flávio Bolsonaro em outubro de 2018 que a Operação Furna da Onça, então sigilosa, seria realizada. Essa operação, segundo ele, teria sido "segurada" para que não atrapalhasse Bolsonaro na disputa eleitoral. De acordo com o relato, o filho do presidente foi avisado entre o primeiro e o segundo turnos por um delegado simpatizante da candidatura de Bolsonaro à Presidência. Os desdobramentos da operação revelaram um esquema de "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio e atingiram Fabrício Queiroz, policial militar aposentado amigo de Jair Bolsonaro e ex-assessor de Flavio na Assembleia. O delegado-informante teria aconselhado ainda Flávio a demitir Queiroz e a filha dele, que trabalhava no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro. Segundo o relato, ambos foram exonerados em 15 de outubro de 2018 por ordem do então candidato Bolsonaro. Flávio se manifestou no dia seguinte à veiculação da entrevista e chamou as declarações do ex-aliado de "invenção de alguém desesperado e sem votos". Já o presidente optou pelo silêncio e comentou o caso uma única vez, na terça-feira (19), em entrevista ao jornalista Magno Martins, responsável pelo Blog do Magno. Na ocasião, Bolsonaro disse que Marinho terá que provar a acusação que fez . "Ele [Marinho] vai ter que provar, não vou entrar em detalhe, quem foi o delegado que teria dito para um assessor do meu filho... É sempre assim, né? 'Ouvi dizer não sei o que lá...'. Não é ouvi dizer", declarou Bolsonaro, na entrevista transmitida pelas redes sociais. Fora esse episódio, não houve outros contatos com jornalistas. A última vez que Bolsonaro parou para responder perguntas de repórteres em frente ao Palácio da Alvorada foi na sexta-feira (15), portanto antes da publicação da entrevista. Esta última manifestação a jornalistas na porta do Alvorada foi quando admitiu ter falado em PF na reunião ministerial de 22 de abril, embora insista na versão de que não se referia à uma intervenção na Polícia Federal —o ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), deve decidir nesta semana sobre a divulgação do vídeo do encontro ministerial. Desde então, seja na hora de sair ou de voltar para a residência oficial, Bolsonaro tem evitado os jornalistas. Ele tem parado apenas para cumprimentar e interagir com os apoiadores que todos os dias o esperam em frente ao Alvorada. Como o espaço reservado para os simpatizantes é separado do ponto de espera de jornalistas, o mandatário não abre espaço para ser questionado sobre as acusações trazidas por Marinho. Nesta quinta-feira (21), por exemplo, ele ouviu de um apoiador queixas de que, em Fortaleza, autoridades locais teriam ordenado a retirada da bandeira do Brasil de carros que participavam de uma carreata contra o isolamento social —algo que o governo do estado nega. "O que está acontecendo? Tudo é informação. Você tem que tomar conhecimento do que está acontecendo para entender para onde o Brasil estava indo com essas pessoas. O grande recado é esse: imaginem uma pessoa, do nível dessas autoridades estaduais, na Presidência da República. O que já teria acontecido com o Brasil?" "Esse é recado. Vocês vão ter que sentir um pouco mais na pele quem são essas pessoas, para juntos a gente mudar o Brasil, à luz da Constituição, da lei, da ordem", respondeu Bolsonaro. Também nesta quinta, houve apelo de um apoiador por intervenção militar —Bolsonaro disse que não responderia o comentário— e uma pessoa que se apresentou como funcionário do apresentador Dr. Robert Rey (que participou do reality Dr. Hollywood) pediu que seu chefe fosse incorporado à equipe de combate à Covid-19 no Ministério da Saúde. "As decisões nesse sentido cabem exclusivamente ao ministro interino [Eduardo Pazuello, da Saúde]. Ele está fazendo um excelente trabalho e ele que está escolhendo a equipe", respondeu Bolsonaro. ?O MPF (Ministério Público Federal) do Rio e a PF abriram investigações para apurar relato de Marinho à Folha de S.Paulo. Na quarta (20), ele prestou depoimento de mais de cinco horas à Polícia Federal. Na saída, ele não revelou o teor de seu depoimento, sob a justificativa de que o inquérito corre sob sigilo. “Qualquer declaração pode prejudicar as investigações”, afirmou. Mais tarde, em uma rede social, ele escreveu que "por mais de cinco horas, trouxe detalhados elementos que vão auxiliar a investigação, indo ao encontro do que o @SF_Moro [Sergio Moro] trouxe à tona. Por ordem da autoridade policial, não posso revelar o teor do meu testemunho". Nesta quinta, Bolsonaro participou no Palácio do Planalto de duas videoconferências, uma com governadores e outra com parlamentares e dirigentes de redes católicas de comunicação. Com os comunicadores religiosos, Bolsonaro ouviu uma série de pleitos do setor, como a liberação de outorgas e a digitalização de rádios. Para reforçar os pedidos por ajuda do Planalto ao segmento, os católicos disseram que querem divulgar uma pauta mais positiva do governo e que representam um "complexo de comunicação da boa notícia". Bolsonaro, por sua vez, afirmou que no primeiro ano o governo "deixou a desejar" na questão da comunicação, mas disse que transmitirá as demandas a seus auxiliares responsáveis pela área: o chefe da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social), Fabio Wajngarten, e o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. "A grande maioria são católicos e evangélicos, que basicamente me deram esse mandato. Outros também, até ateus votaram em mim, deixar bem claro. Mas a grande maioria foram cristãos, os católicos e os evangélicos", disse o presidente.


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  • 47/56   Facebook se prepara para trabalho remoto permanente
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Metade dos funcionários do Facebook poderia trabalhar de forma remota permanentemente em 5 ou 10 anos, anunciou Mark Zuckerberg nesta quinta-feira, em conferência para seus empregados divulgada na plataforma.

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  • 48/56   Credor acha difícil evitar 'default' da Argentina, mas aposta em negociação
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Hans Humes, titular de um dos grandes fundos credores da Argentina, acredita que será difícil evitar algum tipo de "default" do país, faltando poucas horas para o fim do prazo adicional para o pagamento de juros por 500 milhões de dólares.

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  • 49/56   Parlamento chinês debaterá lei de segurança de Hong Kong
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O Parlamento chinês informou nesta quinta-feira (21) que apresentará uma proposta de lei de segurança nacional em Hong Kong em sua sessão anual, em um movimento que provavelmente provocará agitação no mercado financeiro.

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  • 50/56   Trump retira EUA do Tratado de Céus Abertos e culpa a Rússia
    BUSINESS TOPIC NEWS

    O presidente americano, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (21) a retirada dos Estados Unidos do Tratado de Céus Abertos, que permite verificar a movimentação militar dos signatários, depois de acusar Moscou de violar os termos do acordo.

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  • 51/56   Pedidos de seguro-desemprego sobem 76,2% na primeira quinzena de maio, diz Ministério da Economia
    BUSINESS TOPIC NEWS

    BRASÍLIA (Reuters) - Os pedidos de seguro-desemprego na primeira quinzena de maio subiram 76,2% sobre igual período do ano passado, a 504.313 solicitações, informou o Ministério da Economia nesta quinta-feira, em dado que ilustra o impacto sobre o mercado formal de trabalho da pandemia do coronavírus.

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  • 52/56   Índices fecham em queda com tensões EUA-China elevando receio sobre acordo comercial
    BUSINESS TOPIC NEWS

    (Reuters) - Wall Street encerrou em baixa nesta quinta-feira, um dia após atingir máximas em dois meses, em meio a nova onda de tensões entre Estados Unidos e China que têm levantado dúvidas sobre o acordo comercial acertado no início deste ano entre as duas maiores economias do mundo.O presidente Donald Trump disse que os EUA irão reagir fortemente caso a China imponha leis de segurança nacional para Hong Kong, em resposta aos violentos protestos pró-democracia do ano passado.

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  • 53/56   Auxílio emergencial sairá 54% mais caro, benefício estendido terá valor menor, diz Waldery
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, Waldery indicou que o prolongamento do pagamento deve ter como baliza o valor pago pelo Bolsa Família. O auxílio emergencial é hoje de 600 reais.

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  • 54/56   Congresso aprova projeto de crédito que contorna regra de ouro
    BUSINESS TOPIC NEWS

    BRASÍLIA (Reuters) - O Congresso Nacional aprovou, em sessão remota nesta quinta-feira, projeto de crédito suplementar de 343,6 bilhões de reais que permite que o governo contorne a chamada regra de ouro, norma constitucional que proíbe a União de se endividar para cobrir gastos correntes. A matéria já havia sido apreciada por deputados, na manhã desta quinta, foi chancelada nesta tarde pelo Senado Federal e segue à sanção presidencial.

    BRASÍLIA (Reuters) - O Congresso Nacional aprovou, em sessão remota nesta quinta-feira, projeto de crédito suplementar de 343,6 bilhões de reais que permite que o governo contorne a chamada regra de ouro, norma constitucional que proíbe a União de se endividar para cobrir gastos correntes. A matéria já havia sido apreciada por deputados, na manhã desta quinta, foi chancelada nesta tarde pelo Senado Federal e segue à sanção presidencial.


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  • 55/56   Trump diz que pode apoiar outro projeto de estímulo contra coronavírus
    BUSINESS TOPIC NEWS

    YPSILANTI, Michigan (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira que pode apoiar outro projeto de estímulo fiscal para auxiliar a sustentar a economia durante o surto do coronavírus, mas não forneceu detalhes sobre o que gostaria de ver nesse projeto. Acho que vamos ajudar as pessoas (com financiamento).

    YPSILANTI, Michigan (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira que pode apoiar outro projeto de estímulo fiscal para auxiliar a sustentar a economia durante o surto do coronavírus, mas não forneceu detalhes sobre o que gostaria de ver nesse projeto. Acho que vamos ajudar as pessoas (com financiamento).


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  • 56/56   EUA adverte China contra adoção de lei de segurança para Hong Kong
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Os Estados Unidos advertiram a China nesta quinta-feira (21) contra a adoção de uma lei de segurança nacional em Hong Kong que, segundo Washington, seria algo desestabilizador para o território semiautônomo, sacudido por manifestações pró-democracia no ano passado.

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