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Noticias Slideshows (23/05/2020 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

    Noticias Fotos Slideshows - Tendências - Clique na imagem para visualizar na realidade aumentada ou em 3D estéreo

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    Revista de Imprensa


    pato   Control Z   RANU EU ESCOLHI TE AMAR   Eri Johnson   Estrume   Felipe Melo   Alexandre Gado   AINDA NÃO ME CHAME DE MEU NEGO   Tirei Belo Horizonte   abre o portão que eu cheguei   Elogia   UNDB   Bruno e Denner   Pereirinha   Andressa Suita   pkdelas   sempre fingiu   Tirei Brasília   Baltazar   Bianca Andrade   Zé da Recaída   Na Hora de Amar   Elias Maluco   MENOS EU   cabrini   Lutando   grow up bro   
  • 2/56   Teclado Swiftkey ganha novo nome e pacote de Emoji em atualização

    Teclado Swiftkey foi adquirido pela Microsoft em 2016. De lá para cá, o aplicativo se tornou um dos principais no seu segmento, concorrendo diretamente com o app equivalente do Google. Mudança de nome ocorre quatro depois da aquisição e chega com novidades

    Teclado Swiftkey foi adquirido pela Microsoft em 2016. De lá para cá, o aplicativo se tornou um dos principais no seu segmento, concorrendo diretamente com o app equivalente do Google. Mudança de nome ocorre quatro depois da aquisição e chega com novidades


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  • 3/56   Chrome: como agrupar abas em grupos personalizados

    Você utiliza muitas abas no Google Chrome e gostaria de utilizar o novo recurso que permite criar grupos para elas? Confira neste tutorial como atualizar o Chrome para poder criar grupos de abas no seu navegador

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  • 4/56   Como criar uma rotina no Google Assistente e tornar seu dia mais produtivo

    Gostaria de criar e personalizar rotinas para o Google Assistente? Confira neste tutorial como utilizar o assistente de voz diretamente no seu celular para acessar diversas tarefas utilizando apenas um ou poucos comandos de voz

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  • 5/56   Google Maps vai indicar se um local é acessível para cadeirantes

    Estabelecimentos e espaços que contarem com entradas, estacionamento, assentos e banheiros adaptados para cadeirantes receberão ícones e maiores informações no aplicativo do serviço. Usuários também poderão contribuir

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  • 6/56   Twitter libera nova visualização de RTs comentados para Android e web

    Novo formato já estava disponível no iOS deste último dia 12 de maio e agora chega a outras plataformas. Com ela, usuário consegue ver de modo mais claro os comentários deixados quando alguém compartilha uma publicação

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  • 7/56   Como apagar palavras do corretor automático do seu celular iOS ou Android

    Saiba como se livrar das palavras "intrusas" que seu corretor automático não para de recomendar e evite momentos constrangedores e outros incômodos. Você pode redefinir o dicionário do corretor automático rapidamente com alguns cliques

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  • 8/56   WhatsApp vai permitir adição de novos contatos via QR code

    As versões de desenvolvimento do WhatsApp para iOS e Android agora permitem adicionar contatos via código QR. A novidade está disponível na tela de configurações da versão Beta, onde também fica o leitor para os códigos criados pelo usuário

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  • 9/56   Google Meet: como compartilhar sua tela ou aba do Chrome

    O Google Meet permite compartilhar sua tela com os demais participantes durante videoconferências, o que é ideal para aulas ou reuniões de trabalho à distância. O procedimento é bem simples e pode ser feito no PC ou smartphone

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  • 10/56   Bill Gates e o coronavírus: 13 livros e séries que co-fundador da Microsoft recomenda para 'escapar' de realidade da pandemia

    Neste ano, bilionário co-fundador da Microsoft decidiu expandir sua já clássica lista de recomendações.

    Neste ano, bilionário co-fundador da Microsoft decidiu expandir sua já clássica lista de recomendações.


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  • 11/56   Meizu, OnePlus e Realme aderem à meio de transferência sem fio de Xiaomi e Oppo

    O sistema de transferência de arquivos criado pela Oppo, Vivo e Xiaomi conta agora com mais quatro marcas parceiras. BlackShark, Meizu, OnePlus e Realme se juntaram à aliança e devem incluir o recurso em suas personalizações Android

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  • 12/56   Sem cargo, Moro recua em ranking digital, Bolsonaro retoma topo, e Huck avança ao falar de pandemia

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Durou pouco a ascensão da popularidade digital de Sergio Moro puxada por sua saída do governo Jair Bolsonaro. O ex-ministro da Justiça, que chegou a ultrapassar o presidente no quesito, derreteu rapidamente e abriu caminho para o antigo chefe retomar a dianteira. Aferido pela consultoria de dados Quaest, o vaivém nas redes sociais mostra que o ex-juiz perdeu mais de 50% da influência alcançada em meio à demissão e às acusações contra Bolsonaro (sem partido), que continua como líder isolado desde o início do levantamento, em janeiro de 2019. O chamado IPD (Índice de Popularidade Digital), com pontuação que varia de 0 a 100, é medido pela empresa a partir de dados de Twitter, Facebook e Instagram, além de YouTube, Google e Wikipédia. Com as informações, a Quaest gera uma classificação diária. Como mostrou o jornal Folha de S.Paulo, Moro interrompeu uma tendência de baixa e disparou no ranking ao deixar o cargo, no dia 24 de abril. Bolsonaro, ao mesmo tempo, despencou. No dia 28, ainda sob o impacto de sua afirmação de que o presidente tentou interferir na Polícia Federal, o ex-ministro atingiu a nota 62,8, à frente dos 61,5 pontos do presidente. O cenário foi considerado significativo porque demonstrou um inédito enfraquecimento de Bolsonaro, que perdeu seguidores na época e se viu mais próximo de outros nomes do universo político cujo desempenho é analisado pelo IPD, como o ex-presidente Lula (PT) e o apresentador Luciano Huck (sem partido). Daí em diante, contudo, a trajetória se inverteu: Moro começou a perder relevância e Bolsonaro reconquistou espaço, abrindo larga vantagem. O cenário se manteve até a última terça-feira (19), segundo os dados mais recentes do IPD -nesse dia, o ex-juiz teve pontuação 26,8, e o presidente, 66,2. O ex-magistrado é cobiçado por pelo menos quatro partidos políticos e poderá concorrer ao Planalto em 2022, mas não indicou ainda se entrará na disputa. Seu descolamento de Bolsonaro provocou um racha na base de apoiadores que eles tinham em comum. O pico em abril chamou a atenção por dois fatores: o ex-juiz de Lava Jato tinha até então uma presença discreta em seus perfis no Twitter e no Instagram, que são mantidos sem gestão profissional, conforme a Quaest. Além disso, ele não possui conta em plataformas como YouTube e Facebook. O IPD é calculado com base em seis aspectos, entre eles: mobilização (total de compartilhamentos de conteúdos), interesse (buscas por informação no Google e na Wikipédia), presença digital (número de redes sociais ativas) e fama (público total nas redes). As outras duas dimensões avaliadas são: engajamento (volume de reações e comentários ponderado pelo número de postagens) e valência (proporção de reações positivas e negativas). O indicador compara o desempenho do que é produzido pelos políticos e as respostas ao conteúdo. Segundo os organizadores do ranking, Moro registrou declínio, principalmente, no tópico interesse. "Houve uma frustração dos seguidores quanto aos fatos e provas que eles esperavam que Moro trouxesse à tona, corroborando sua fala anterior contra Bolsonaro", diz Felipe Nunes, CEO da Quaest. O analista, que também é professor de ciência política da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que os posts do ex-ministro até trazem posicionamentos, "mas não entregam nada de novo, aí ele passa como se fosse irrelevante e tende a perder expressividade ao longo do tempo". E completa: "Moro saiu dos holofotes e terá dificuldade de se manter em evidência sem cargo, sem uma função pública". Bolsonaro, por outro lado, mantém um alcance incomparável com sua estratégia de polemizar e difundir fatos novos praticamente todos os dias, na visão de Nunes. "Esse protagonismo não é fruto apenas do fato de ele ser o principal ator político do nosso sistema, mas se deve à sua habilidade para engajar." A média do presidente no IPD é 77,7. Em uma análise mais ampla, contudo, ele tem enfrentado uma piora no critério valência. "O que ele produz tem tido ao longo do tempo cada vez mais reações negativas, acompanhando o que as pesquisas de opinião mostram sobre sua aprovação", observa o CEO. A liderança de Bolsonaro no monitoramento só foi ameaçada em momentos pontuais. Assim como aconteceu com Moro, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta chegou a se aproximar da pontuação do antigo chefe ao sair da cadeira e romper com o Planalto, mas acabou murchando. O mesmo ocorreu com os governadores de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). "Bolsonaro, mesmo em meio ao agravamento da crise do coronavírus, continua imbatível na esfera digital. A grande capacidade dele é a de se manter em alta", comenta Nunes. Outro que esteve perto de ameaçar o líder foi Huck, que desbancou Bolsonaro em dezembro, mas depois caiu. De um mês para cá, no entanto, o possível presidenciável ganhou fôlego. O movimento coincide com o aumento de suas postagens sobre temas do noticiário, como a pandemia e o adiamento do Enem. Huck, lembra o coordenador do índice, já possui fama na internet, com contas ativas e abastecidas várias vezes ao dia, mas passou a experimentar um aumento de mobilização e engajamento de sua base. No início da crise do coronavírus, ele falou pouco sobre a doença e colheu resultados irregulares no ranking. Na terça (19), o comunicador teve pontuação 47,9, o que o posicionou no segundo lugar, atrás do atual presidente da República, mas à frente de Lula, que alcançou 30 pontos. A performance de Huck costuma também registrar picos aos sábados, quando vai ao ar seu programa na TV Globo.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Durou pouco a ascensão da popularidade digital de Sergio Moro puxada por sua saída do governo Jair Bolsonaro. O ex-ministro da Justiça, que chegou a ultrapassar o presidente no quesito, derreteu rapidamente e abriu caminho para o antigo chefe retomar a dianteira. Aferido pela consultoria de dados Quaest, o vaivém nas redes sociais mostra que o ex-juiz perdeu mais de 50% da influência alcançada em meio à demissão e às acusações contra Bolsonaro (sem partido), que continua como líder isolado desde o início do levantamento, em janeiro de 2019. O chamado IPD (Índice de Popularidade Digital), com pontuação que varia de 0 a 100, é medido pela empresa a partir de dados de Twitter, Facebook e Instagram, além de YouTube, Google e Wikipédia. Com as informações, a Quaest gera uma classificação diária. Como mostrou o jornal Folha de S.Paulo, Moro interrompeu uma tendência de baixa e disparou no ranking ao deixar o cargo, no dia 24 de abril. Bolsonaro, ao mesmo tempo, despencou. No dia 28, ainda sob o impacto de sua afirmação de que o presidente tentou interferir na Polícia Federal, o ex-ministro atingiu a nota 62,8, à frente dos 61,5 pontos do presidente. O cenário foi considerado significativo porque demonstrou um inédito enfraquecimento de Bolsonaro, que perdeu seguidores na época e se viu mais próximo de outros nomes do universo político cujo desempenho é analisado pelo IPD, como o ex-presidente Lula (PT) e o apresentador Luciano Huck (sem partido). Daí em diante, contudo, a trajetória se inverteu: Moro começou a perder relevância e Bolsonaro reconquistou espaço, abrindo larga vantagem. O cenário se manteve até a última terça-feira (19), segundo os dados mais recentes do IPD -nesse dia, o ex-juiz teve pontuação 26,8, e o presidente, 66,2. O ex-magistrado é cobiçado por pelo menos quatro partidos políticos e poderá concorrer ao Planalto em 2022, mas não indicou ainda se entrará na disputa. Seu descolamento de Bolsonaro provocou um racha na base de apoiadores que eles tinham em comum. O pico em abril chamou a atenção por dois fatores: o ex-juiz de Lava Jato tinha até então uma presença discreta em seus perfis no Twitter e no Instagram, que são mantidos sem gestão profissional, conforme a Quaest. Além disso, ele não possui conta em plataformas como YouTube e Facebook. O IPD é calculado com base em seis aspectos, entre eles: mobilização (total de compartilhamentos de conteúdos), interesse (buscas por informação no Google e na Wikipédia), presença digital (número de redes sociais ativas) e fama (público total nas redes). As outras duas dimensões avaliadas são: engajamento (volume de reações e comentários ponderado pelo número de postagens) e valência (proporção de reações positivas e negativas). O indicador compara o desempenho do que é produzido pelos políticos e as respostas ao conteúdo. Segundo os organizadores do ranking, Moro registrou declínio, principalmente, no tópico interesse. "Houve uma frustração dos seguidores quanto aos fatos e provas que eles esperavam que Moro trouxesse à tona, corroborando sua fala anterior contra Bolsonaro", diz Felipe Nunes, CEO da Quaest. O analista, que também é professor de ciência política da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que os posts do ex-ministro até trazem posicionamentos, "mas não entregam nada de novo, aí ele passa como se fosse irrelevante e tende a perder expressividade ao longo do tempo". E completa: "Moro saiu dos holofotes e terá dificuldade de se manter em evidência sem cargo, sem uma função pública". Bolsonaro, por outro lado, mantém um alcance incomparável com sua estratégia de polemizar e difundir fatos novos praticamente todos os dias, na visão de Nunes. "Esse protagonismo não é fruto apenas do fato de ele ser o principal ator político do nosso sistema, mas se deve à sua habilidade para engajar." A média do presidente no IPD é 77,7. Em uma análise mais ampla, contudo, ele tem enfrentado uma piora no critério valência. "O que ele produz tem tido ao longo do tempo cada vez mais reações negativas, acompanhando o que as pesquisas de opinião mostram sobre sua aprovação", observa o CEO. A liderança de Bolsonaro no monitoramento só foi ameaçada em momentos pontuais. Assim como aconteceu com Moro, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta chegou a se aproximar da pontuação do antigo chefe ao sair da cadeira e romper com o Planalto, mas acabou murchando. O mesmo ocorreu com os governadores de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). "Bolsonaro, mesmo em meio ao agravamento da crise do coronavírus, continua imbatível na esfera digital. A grande capacidade dele é a de se manter em alta", comenta Nunes. Outro que esteve perto de ameaçar o líder foi Huck, que desbancou Bolsonaro em dezembro, mas depois caiu. De um mês para cá, no entanto, o possível presidenciável ganhou fôlego. O movimento coincide com o aumento de suas postagens sobre temas do noticiário, como a pandemia e o adiamento do Enem. Huck, lembra o coordenador do índice, já possui fama na internet, com contas ativas e abastecidas várias vezes ao dia, mas passou a experimentar um aumento de mobilização e engajamento de sua base. No início da crise do coronavírus, ele falou pouco sobre a doença e colheu resultados irregulares no ranking. Na terça (19), o comunicador teve pontuação 47,9, o que o posicionou no segundo lugar, atrás do atual presidente da República, mas à frente de Lula, que alcançou 30 pontos. A performance de Huck costuma também registrar picos aos sábados, quando vai ao ar seu programa na TV Globo.


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  • 13/56   Santander Coders: 2º etapa do programa traz 240 bolsas em desenvolvimento mobile

    As inscrições para o módulo acontecerão entre 25 de maio e 28 de junho. Serão 395 horas/aula, com 80 vagas para o desenvolvimento de aplicativos para iOS e outras 160 para a criação de apps para Android. Curso será 100% online

    As inscrições para o módulo acontecerão entre 25 de maio e 28 de junho. Serão 395 horas/aula, com 80 vagas para o desenvolvimento de aplicativos para iOS e outras 160 para a criação de apps para Android. Curso será 100% online


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  • 14/56   Google quer ajudar você a entender noites mal dormidas com o Bem-estar Digital

    Função embutida em todos os smartphones Android mais recentes vai monitorar se usuário passa muito tempo no celular durante as horas em que deveria estar dormindo; recurso vai exigir várias permissões para funcionar

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  • 15/56   Android 11 terá 3 ícones diferentes para diferenciar 5G; veja quais são

    Segundo o Google, a ideia dos ícones é ajudar os usuários a saberem diferenciar as diferentes freqeências do 5G, como sub-6GHz 5G, mmWave 5G e LTE Advanced Pro Networks. A tecnologia ainda não está disponível no Brasil

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  • 16/56   Photoshop Camera chega aos celulares no começo de junho, segundo App Store

    Adobe envia email para avisar sobre a disponibilização do pré-registro nas lojas oficiais dos sistemas operacionais; usuários de iPhone devem conseguir baixar o app a partir de 9 de junho, segundo previsão da App Store

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  • 17/56   Como transmitir jogos do seu celular Android na TV com o Chromecast

    Gostaria de jogar os jogos do seu celular Android diretamente na sua TV? Confira neste tutorial como transmitir diversos jogos do seu smartphone para uma TV utilizando o Chromecast, sem precisar baixar nenhum app para realizar esta ação

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  • 18/56   Como usar os papéis de parede do Bing no seu celular Android

    Você gostaria de utilizar os papéis de parede do Bing na tela inicial ou de bloqueio de seu celular Android? Confira neste tutorial como utilizar o app da Microsoft chamado Bing Wallpapers para trocar diariamente o papel de parede do seu celular

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  • 19/56   Falha no kernel permite que iOS 13.5 ganhe jailbreak “em breve”, afirmam hackers

    Nova vulnerabilidade descoberta a versão mais recente do sistema operacional móvel da Apple deve assegurar que o destravamento completo chegará antes do esperado pelos entusiastas de iPhones “liberados”; Data exata, porém, não foi informada

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  • 20/56   YouTube Music testa nova aba dedicada a recomendações de músicas e playlists

    Aplicativo de música do Google vem ganhando mais recursos e, aos poucos, se apresenta como um concorrente de peso a Spotify e Apple Music; novidade está sendo disponibilizada aos poucos para usuários de Android

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  • 21/56   Google Duo permite usar e-mail no lugar do número de telefone para contato

    A atualização 87 do Google Duo implementou uma alteração na lista de contatos do app de videoconferências. Agora, além da listagem por número de telefone, o app permite ser identificado pelo endereço de e-mail

    A atualização 87 do Google Duo implementou uma alteração na lista de contatos do app de videoconferências. Agora, além da listagem por número de telefone, o app permite ser identificado pelo endereço de e-mail


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  • 22/56   Como personalizar a tela de bloqueio do seu celular iPhone ou Android

    A tela de bloqueio de seu smartphone sempre pode ser personalizada, quer através de aplicativos próprios para a função ou nas configurações do aparelho. É possível alterar ícones de aplicativos, tipo de senha usada e papel de parede

    A tela de bloqueio de seu smartphone sempre pode ser personalizada, quer através de aplicativos próprios para a função ou nas configurações do aparelho. É possível alterar ícones de aplicativos, tipo de senha usada e papel de parede


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  • 23/56   WhatsApp prepara proteção de backups com senha no iPhone

    A nova versão de desenvolvimento do WhatsApp para iOS incluiu um recurso para proteger com senha as cópias de segurança de mensagens e arquivos do app enviadas ao iCloud. A novidade está em testes no Android, mas não tem previsão de disponibilidade

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  • 24/56   Malware para Android mira usuários do WhatsApp e Facebook Messenger

    Trojan foi batizado de WolfRAT e é capaz de roubar dados, ler mensagens de texto e ativar a câmera ou o microfone sem que o usuário perceba. O app Line também é um alvo, com ataques localizados na Tailândia

    Trojan foi batizado de WolfRAT e é capaz de roubar dados, ler mensagens de texto e ativar a câmera ou o microfone sem que o usuário perceba. O app Line também é um alvo, com ataques localizados na Tailândia


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  • 25/56   Pixel 4a é adiado de novo e só chega em julho, aponta novo rumor

    De acordo com Jon Prosser, que ficou conhecido por conseguir informações internas principalmente da Apple com bom grau de acerto, Google teria decidido adiar o lançamento do Pixel 4a uma segunda vez por "análise de mercado"

    De acordo com Jon Prosser, que ficou conhecido por conseguir informações internas principalmente da Apple com bom grau de acerto, Google teria decidido adiar o lançamento do Pixel 4a uma segunda vez por "análise de mercado"


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  • 26/56   YouTube lança ferramenta que lembra usuário de ir dormir

    Nova função é parte das iniciativas de bem-estar digital do Google e lembra usuários que passam tempo demais conectados ao portal de vídeos para se desligarem e descansarem apropriadamente; YouTube já conta com duas funções específicas para a saúde do usuário

    Nova função é parte das iniciativas de bem-estar digital do Google e lembra usuários que passam tempo demais conectados ao portal de vídeos para se desligarem e descansarem apropriadamente; YouTube já conta com duas funções específicas para a saúde do usuário


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  • 27/56   Brasil supera a Rússia como segundo país com mais casos de coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Brasil registrou nesta sexta-feira (22), pela terceira vez, mais de 1.000 mortes por coronavírus em um único dia, superando a Rússia como o segundo país do mundo com os casos mais confirmados, atrás somente dos Estados Unidos.

    O Brasil registrou nesta sexta-feira (22), pela terceira vez, mais de 1.000 mortes por coronavírus em um único dia, superando a Rússia como o segundo país do mundo com os casos mais confirmados, atrás somente dos Estados Unidos.


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  • 28/56   Vídeo de reunião ministerial expõe entranhas do governo Bolsonaro
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A divulgação do vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril, na qual o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro diz que foi pressionado pelo presidente Jair Bolsonaro a trocar o comando da Polícia Federal (PF), mostra os integrantes do primeiro escalão do governo brasileiro utilizando termos pouco amenos sobre os principais temas do momento, como a pandemia de coronavírus.

    A divulgação do vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril, na qual o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro diz que foi pressionado pelo presidente Jair Bolsonaro a trocar o comando da Polícia Federal (PF), mostra os integrantes do primeiro escalão do governo brasileiro utilizando termos pouco amenos sobre os principais temas do momento, como a pandemia de coronavírus.


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  • 29/56   Pobreza e falhas no confinamento ajudaram a disseminar o coronavírus no Peru
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Peru foi o primeiro país da América Latina a adotar medidas para conter o coronavírus, mas nove semanas depois os números da COVID-19 são exorbitantes. O que deu errado?

    O Peru foi o primeiro país da América Latina a adotar medidas para conter o coronavírus, mas nove semanas depois os números da COVID-19 são exorbitantes. O que deu errado?


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  • 30/56   Brasil é o segundo país do mundo em casos de Covid-19
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Brasil registrou 1.001 mortes por Covid-19, nesta sexta-feira, chegando ao total de 21.048 óbitos. Em número de infectados, o país já é o segundo do mundo, superando a Rússia.

    O Brasil registrou 1.001 mortes por Covid-19, nesta sexta-feira, chegando ao total de 21.048 óbitos. Em número de infectados, o país já é o segundo do mundo, superando a Rússia.


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  • 31/56   Chile pede à Venezuela que se responsabilize por cidadãos bloqueados em Santiago
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O ministro das Relações Exteriores do Chile, Teodoro Ribera, pediu nesta sexta-feira que a Venezuela assuma a responsabilidade por centenas de venezuelanos acampados diante da sua embaixada em Santiago há pelo menos duas semanas.

    O ministro das Relações Exteriores do Chile, Teodoro Ribera, pediu nesta sexta-feira que a Venezuela assuma a responsabilidade por centenas de venezuelanos acampados diante da sua embaixada em Santiago há pelo menos duas semanas.


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  • 32/56   Americano mata o pai durante uma teleconferência do Zoom
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Um americano de 32 anos matou o próprio pai quando este participava de uma reunião virtual no aplicativo Zoom, talvez o primeiro assassinato transmitido nesta plataforma, indicou nesta sexta-feira (22) a polícia do condado de Suffolk, periferia de Nova York.

    Um americano de 32 anos matou o próprio pai quando este participava de uma reunião virtual no aplicativo Zoom, talvez o primeiro assassinato transmitido nesta plataforma, indicou nesta sexta-feira (22) a polícia do condado de Suffolk, periferia de Nova York.


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  • 33/56   Madagascar e toda a África na corrida polêmica pela artemísia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Ela é uma espécie de samambaia com a aparência de cannabis. Para os defensores da artemísia, é o primeiro tratamento efetivo contra o novo coronavírus, embora muitos ainda a considerem uma poção mágica inútil e, em alguns casos, uma opção perigosa.

    Ela é uma espécie de samambaia com a aparência de cannabis. Para os defensores da artemísia, é o primeiro tratamento efetivo contra o novo coronavírus, embora muitos ainda a considerem uma poção mágica inútil e, em alguns casos, uma opção perigosa.


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  • 34/56   Cronologia da crise econômica que levou a Argentina à moratória
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A Argentina, que passa por uma dura crise econômica exacerbada pela nova pandemia de coronavírus, entrou em default nesta sexta-feira, quase 20 anos depois de declarar a maior moratória da história, de mais de 100 bilhões de dólares.

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  • 35/56   Biden diz que 'não é negro' o afro-americano que considerar votar em Trump
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    Joe Biden, candidato democrata à Casa Branca, disse nesta sexta-feira (22) a um locutor de rádio afro-americano que "não é negro" quem apoiar Donald Trump nas eleições de novembro.

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  • 36/56   Como a América do Sul se tornou o novo epicentro da pandemia de coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A OMS disse que o continente assumiu o lugar dos EUA como a região do mundo que mais preocupa por causa do aumento de casos. Brasil é o país que mais influenciou na mudança, mas não é o único onde a situação tem se agravado.

    A OMS disse que o continente assumiu o lugar dos EUA como a região do mundo que mais preocupa por causa do aumento de casos. Brasil é o país que mais influenciou na mudança, mas não é o único onde a situação tem se agravado.


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  • 37/56   Dois líderes regionais do Estado Islâmico assassinados na Síria (EUA)
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    As forças da coalizão lideradas pelos Estados Unidos e seus aliados curdos, chamadas Forças Democráticas da Síria (SDS), mataram nesta semana dois líderes regionais do grupo extremista Estado Islâmico (EI), durante um ataque no leste da Síria, anunciou nesta sexta-feira o Comando Central Americano.

    As forças da coalizão lideradas pelos Estados Unidos e seus aliados curdos, chamadas Forças Democráticas da Síria (SDS), mataram nesta semana dois líderes regionais do grupo extremista Estado Islâmico (EI), durante um ataque no leste da Síria, anunciou nesta sexta-feira o Comando Central Americano.


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  • 38/56   Queda de avião no Paquistão deixou 97 mortos e 2 sobreviventes
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    A queda de um Airbus A320 nesta sexta-feira em uma área residencial de Karachi, no sul do Paquistão, deixou 97 mortos e apenas dois sobreviventes, de acordo com um novo balanço divulgado pelas autoridades.

    A queda de um Airbus A320 nesta sexta-feira em uma área residencial de Karachi, no sul do Paquistão, deixou 97 mortos e apenas dois sobreviventes, de acordo com um novo balanço divulgado pelas autoridades.


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  • 39/56   'Nosso barco pode estar indo para um iceberg', diz presidente em vídeo
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em uma defesa inflamada de seu governo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cobrou lealdade de seus ministros na reunião do dia 22 de abril, afirmando que sua gestão pode estar indo na direção de um iceberg. Ao dizer que não sofrerá impeachment por "frescura" ou "babaquice", deixou claro que pode haver uma crise institucional caso seja alvo de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) de forma isolada. "O nosso barco tá indo, mas não sabemos ainda [...] esse vírus, pra onde tá indo nosso barco. Pode tá indo em direção a um iceberg. A gente vai pro fundo. Então vamos se ligar, vamos se preocupar. Quem de direito, se manifesta, com altivez, com palavras polidas, tá? Mas coloca uma posição! Porque não pode tudo, tudo, veio pra minha retaguarda, tudo tá? E vocês têm que apanhar junto comigo, logicamente quando tiver motivo pra apanhar, ou motivo pra bater", afirmou o presidente aos ministros. Essas palavras foram ditas logo após ele se referir à suposta libertação de estupradores em decorrência da Covid-19, indicando que cobrava uma postura mais firme de Sergio Moro. Seu então ministro da Justiça deixaria o governo dois dias depois, acusando Bolsonaro de tentar interferir na Polícia Federal. Em vários momentos, Bolsonaro fala da ameaça de sofrer impeachment e, ao mesmo tempo, cobra ação efetiva de seus ministros em sua defesa. "Acordem para a política e se exponham, afinal de contas o governo é um só. E, se eu cair, cai todo mundo." Ele ainda insinua rupturas institucionais ao afirmar que pode não aceitar eventual decisão desfavorável vinda do STF. "E, espero que eles não decidam, ou ele, né? Monocraticamente, querer tomar certas medidas porque daí nós vamos ter um... uma crise política de verdade. E eu não vou meter o rabo no meio das pernas. Isso daí... zero, zero. Tá certo? Porque, se eu errar, se achar um dia ligação minha com empreiteiro, dinheiro na conta na Suíça, porrada sem problema nenhum. Vai pro impeachment, vai embora. Agora, com frescura, com babaquice, não!" Uma das frescuras que cita é a cobrança judicial para que apresentasse seus exames sobre a Covid-19. Ele indica ter receio de sofrer sanções por ter usado nomes de outras pessoas. "Paralelamente a isso tem aí OAB [Ordem dos Advogados do Brasil] da vida, enchendo o saco do Supremo, pra abrir o processo de impeachment porque eu não apresentei meu... meu exame de... de ... de... de vírus, essas frescurada toda." O presidente menciona ainda sua ida a atos antidemocráticos e ressalta que irá cumprir o artigo 142 da Constituição, cuja interpretação equivocada é sempre citada por defensores da ditadura miliar. "Eu sou o chefe supremo das Forças Armadas. Ponto final. O pessoal tava lá, eu fui lá. Dia do Exército. E falei algo que eu acho que num tem nada demais. Mas a repercussão é enorme. 'Ó, o Al-5.' Cadê o Al-5? O AI-5 não existe, não existe ato institucional no Brasil mais. É uma besteira. Artigo um quatro dois. É um pessoal que não sabe interpretar a Constituição. Agora em cima disso fazer uma onda?", questiona Bolsonaro. O artigo 142 estabelece, em seu caput: "As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem". Bolsonaro diz não ter amor pela cadeira de presidente: "Eu tô me lixando com a reeleição". Na reunião, o presidente defende ainda que a população brasileira seja armada para poder resistir à imposição de uma nova ditadura no país. Segundo ele, "é fácil impor uma ditadura no Brasil". "Por isso que eu quero que o povo se arme. Que é a garantia que não vai ter um filho da puta aparecer pra impor uma ditadura aqui. Que é fácil impor uma ditadura. Facílimo", disse. "Por que eu estou armando o povo? Porque eu não quero uma ditadura. E não dá pra segurar mais. Não é? Não dá pra segurar mais", acrescentou. O ministro Paulo Guedes (Economia) também fala sobre possível impeachment de Bolsonaro, dizendo que "não tem jeito de fazer impeachment se a gente tiver com as contas arrumadas". Na reunião, o ministro Abraham Weintraub (Educação) defendeu a prisão de ministros do Supremo. "Eu por mim colocava esses vagabundos todos na cadeia, começando no STF", disse Weintraub. Já a ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) fez críticas à ação de governadores e prefeitos favoráveis à manutenção do distanciamento social durante a pandemia do novo coronavírus e, sem dar detalhes, disse que a sua pasta já estava pedindo a prisão de alguns governadores. "A pandemia vai passar, mas governadores e prefeitos responderão processos e nós vamos pedir inclusive a prisão de governadores e prefeitos. E nós tamo subindo o tom e discursos tão chegando. Nosso ministério vai começar a pegar pesado com governadores e prefeitos", disse Damares."

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em uma defesa inflamada de seu governo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cobrou lealdade de seus ministros na reunião do dia 22 de abril, afirmando que sua gestão pode estar indo na direção de um iceberg. Ao dizer que não sofrerá impeachment por "frescura" ou "babaquice", deixou claro que pode haver uma crise institucional caso seja alvo de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) de forma isolada. "O nosso barco tá indo, mas não sabemos ainda [...] esse vírus, pra onde tá indo nosso barco. Pode tá indo em direção a um iceberg. A gente vai pro fundo. Então vamos se ligar, vamos se preocupar. Quem de direito, se manifesta, com altivez, com palavras polidas, tá? Mas coloca uma posição! Porque não pode tudo, tudo, veio pra minha retaguarda, tudo tá? E vocês têm que apanhar junto comigo, logicamente quando tiver motivo pra apanhar, ou motivo pra bater", afirmou o presidente aos ministros. Essas palavras foram ditas logo após ele se referir à suposta libertação de estupradores em decorrência da Covid-19, indicando que cobrava uma postura mais firme de Sergio Moro. Seu então ministro da Justiça deixaria o governo dois dias depois, acusando Bolsonaro de tentar interferir na Polícia Federal. Em vários momentos, Bolsonaro fala da ameaça de sofrer impeachment e, ao mesmo tempo, cobra ação efetiva de seus ministros em sua defesa. "Acordem para a política e se exponham, afinal de contas o governo é um só. E, se eu cair, cai todo mundo." Ele ainda insinua rupturas institucionais ao afirmar que pode não aceitar eventual decisão desfavorável vinda do STF. "E, espero que eles não decidam, ou ele, né? Monocraticamente, querer tomar certas medidas porque daí nós vamos ter um... uma crise política de verdade. E eu não vou meter o rabo no meio das pernas. Isso daí... zero, zero. Tá certo? Porque, se eu errar, se achar um dia ligação minha com empreiteiro, dinheiro na conta na Suíça, porrada sem problema nenhum. Vai pro impeachment, vai embora. Agora, com frescura, com babaquice, não!" Uma das frescuras que cita é a cobrança judicial para que apresentasse seus exames sobre a Covid-19. Ele indica ter receio de sofrer sanções por ter usado nomes de outras pessoas. "Paralelamente a isso tem aí OAB [Ordem dos Advogados do Brasil] da vida, enchendo o saco do Supremo, pra abrir o processo de impeachment porque eu não apresentei meu... meu exame de... de ... de... de vírus, essas frescurada toda." O presidente menciona ainda sua ida a atos antidemocráticos e ressalta que irá cumprir o artigo 142 da Constituição, cuja interpretação equivocada é sempre citada por defensores da ditadura miliar. "Eu sou o chefe supremo das Forças Armadas. Ponto final. O pessoal tava lá, eu fui lá. Dia do Exército. E falei algo que eu acho que num tem nada demais. Mas a repercussão é enorme. 'Ó, o Al-5.' Cadê o Al-5? O AI-5 não existe, não existe ato institucional no Brasil mais. É uma besteira. Artigo um quatro dois. É um pessoal que não sabe interpretar a Constituição. Agora em cima disso fazer uma onda?", questiona Bolsonaro. O artigo 142 estabelece, em seu caput: "As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem". Bolsonaro diz não ter amor pela cadeira de presidente: "Eu tô me lixando com a reeleição". Na reunião, o presidente defende ainda que a população brasileira seja armada para poder resistir à imposição de uma nova ditadura no país. Segundo ele, "é fácil impor uma ditadura no Brasil". "Por isso que eu quero que o povo se arme. Que é a garantia que não vai ter um filho da puta aparecer pra impor uma ditadura aqui. Que é fácil impor uma ditadura. Facílimo", disse. "Por que eu estou armando o povo? Porque eu não quero uma ditadura. E não dá pra segurar mais. Não é? Não dá pra segurar mais", acrescentou. O ministro Paulo Guedes (Economia) também fala sobre possível impeachment de Bolsonaro, dizendo que "não tem jeito de fazer impeachment se a gente tiver com as contas arrumadas". Na reunião, o ministro Abraham Weintraub (Educação) defendeu a prisão de ministros do Supremo. "Eu por mim colocava esses vagabundos todos na cadeia, começando no STF", disse Weintraub. Já a ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) fez críticas à ação de governadores e prefeitos favoráveis à manutenção do distanciamento social durante a pandemia do novo coronavírus e, sem dar detalhes, disse que a sua pasta já estava pedindo a prisão de alguns governadores. "A pandemia vai passar, mas governadores e prefeitos responderão processos e nós vamos pedir inclusive a prisão de governadores e prefeitos. E nós tamo subindo o tom e discursos tão chegando. Nosso ministério vai começar a pegar pesado com governadores e prefeitos", disse Damares."


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  • 40/56   Celso de Mello libera vídeo de reunião ministerial com Bolsonaro
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu tornar público o vídeo da reunião ministerial citada pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro em depoimento à Polícia Federal como um indício de que o presidente Jair Bolsonaro desejava interferir na autonomia da PF. ?O ministro não divulgou apenas “poucas passagens do vídeo e da respectiva degravação nas quais há referência a determinados Estados estrangeiros”. Segundo pessoas que assistiram à parte sigilosa, integrantes do governo fizeram duras críticas à China, um dos principais parceiros comerciais do Brasil. Na parte que foi liberada, o ministro Paulo Guedes se refere ao país asiático como “aquele cara que cê sabe que cê tem que aguentar” devido à importância dos produtos exportados pelo Brasil àquela nação. O magistrado não atendeu aos pedidos do governo e da PGR (Procuradoria-Geral da República), que defenderam a publicidade apenas dos trechos do encontro que teriam relação com o inquérito em curso no Supremo. O ministro deu uma decisão com duros recados a Bolsonaro. Logo no início do despacho, o decano do STF destacou que o descumprimento de ordens judiciais, no caso a entrega do vídeo, seria considerado crime de responsabilidade, que pode levar ao impeachment. A decisão foi publicada poucas horas após o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, ter ameaçado o Supremo caso a corte determine a apreensão do celular de Bolsonaro. Heleno emitiu uma nota para criticar Celso de Mello por ter encaminhado para análise da PGR três pedidos para que o chefe do Executivo preste depoimento e tenha aparelho telefônico apreendido para verificar a veracidade das acusações de Moro contra Bolsonaro. Caso o magistrado do STF atende a solicitação apresentada por parlamentares e partidos de oposição, poderá haver “consequências imprevisíveis”, segundo o chefe do GSI. Mais tarde, o gabinete do decano da corte rebateu e afirmou que o envio das notícias-crimes restringiu-se, “a cumprir os ritos da legislação processual penal” e que Celso de Mello “limitou-se a meramente encaminhar ao Senhor Procurador-Geral da República, que é o órgão da acusação”, as notícias-crimes. Na decisão, após alertar para a possibilidade de crime de responsabilidade caso Bolsonaro descumprisse ordem judicial de entregar o vídeo, Celso de Mello afirma que o sigilo não poderia ser mantido em respeito ao princípio da transparência, que “traduz consequência natural do dogma constitucional da publicidade, que confere, em regra, a qualquer pessoa a prerrogativa de conhecimento e de acesso às informações, aos atos e aos procedimentos que envolvam matéria de interesse público”. O ministro do STF ressaltou que não há “espaço possível reservado ao mistério na vigência da Constituição”. Celso de Mello argumentou ainda que o Executivo não decretou a gravação como material “ultrassecreto, secreto ou reservado” e disse que a a reunião “não tratou de temas sensíveis nem de assuntos de segurança nacional”. O ministro também comentou os ataques ao STF feitos pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, na reunião. O magistrado citou “aparente crime contra a honra dos ministros do Supremo, supostamente perpetradas" por Weintraub. Celso de Mello afirma que há a “absoluta falta de gravitas”, expressão em latim que significa ética ou honra, de alguns participantes da reunião. “As expressões indecorosas, grosseiras e constrangedoras por eles pronunciadas —ensejou a descoberta fortuita ou casual de aparente crime contra a honra de integrantes do STF”, disse Celso de Mello. A decisão tem 55 páginas e é a mais extensa proferida pelo ministro desde a abertura do inquérito para apurar as acusações de Moro contra Bolsonaro. A investigação aberta a pedido da PGR, e autorizada por Celso de Mello, apura a veracidade das acusações do ex-juiz da Lava Jato ao pedir demissão do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Segundo Moro, o presidente o pressionou pela troca da direção-geral e superintendência da PF do Rio de Janeiro com intuito de interferir no trabalho da corporação, o que viola a autonomia da PF prevista em lei. Em nota, a defesa de Sergio Moro disse que a decisão é "avanço democrático". “A decisa?o do ministro Celso de Mello ressalta o avanc?o democra?tico brasileiro, coibindo qualquer tipo de arroubo autorita?rio e reafirmando a soberania da lei e dos valores da Constituic?a?o cidada?”, afirma a nota. De acordo com o advogado Rodrigo Sánchez Rios, que assina a declaração, o vídeo vai "possibilitar a?s autoridades e a? sociedade civil constatar a veracidade das afirmac?o?es do ex-ministro". Até o momento, apenas as partes da reunião divulgadas pela AGU (Advocacia-Geral da União) vieram a público. Ao defender a publicidade parcial da gravação, o órgão que faz a defesa do Executivo transcreveu os trechos que considerava ter conexão com o inquérito. De acordo a transcrição da AGU, Bolsonaro falou em “interferir na PF” e disse que não iria esperar "f." alguém de sua família ou amigo dele para poder tomar providências. Além de ter mencionado nominalmente a corporação na reunião, ao contrário do que havia declarado ao desmentir que teria se referido nominalmente à PF, Bolsonaro classificou como uma “vergonha” não ter acesso a informações de órgãos de inteligência e avisou: “Por isso, vou interferir. Ponto final”. "Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro oficialmente e não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar f. minha família toda de sacanagem, ou amigo meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança da ponta de linha que pertence à estrutura. Vai trocar; se não puder trocar, troca o chefe dele; não pode trocar o chefe, troca o ministro. E ponto final. Não estamos aqui para brincadeira", disse. Dois depois dessa reunião, Bolsonaro, de fato, exonerou o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, o que resultou na saída do ex-ministro Sergio Moro do governo e deu início à disputa entre o chefe do Executivo e seu ex-auxiliar. Ao pedir demissão, Moro fez duras acusações contra Bolsonaro e disse que iria deixar o governo por não aceitar ingerência política na PF, como desejava o presidente. Com a saída de Moro e de Valeixo, a primeira medida do novo comando da corporação foi substituir o superintendente do Rio de Janeiro, que, segundo Moro, Bolsonaro já havia pedido para trocar. “Você tem 27 superintendências, eu só quero uma, a do RJ”, disse o chefe do Executivo ao então ministro, segundo o próprio. De acordo com a transcrição, o presidente reclama aos auxiliares na reunião que não pode ser “surpreendido com notícias” e faz críticas aos órgãos vinculados à segurança. “Pô, eu tenho a PF que não me dá informações; eu tenho a inteligência das Forças Armadas que não tem informações; a ABIN tem os seus problemas, tem algumas informações, só não tem mais porque tá faltando realmente… temos problemas… aparelhamento etc. A gente não pode viver sem informação”, disse. Após afirmar que não recebe informações da PF e de outros órgãos de inteligência, Bolsonaro afirma: "E me desculpe o serviço de informação nosso —todos— é uma vergonha, uma vergonha, que eu não sou informado, e não dá para trabalhar assim, fica difícil. Por isso, vou interferir. Ponto final.”. Bolsonaro não deixa, claro, segundo a transcrição, ao que se refere quando fala em carência de "aparelhamento" na Abin, mas usa como exemplo do que quer uma metáfora sobre a necessidade, em sua visão, de ouvir "atrás da porta" o que os filhos estão falando. Nesta reunião, além das possíveis intimidações a Moro, ministros presentes fizeram críticas tanto ao Supremo quanto ao Congresso. O comentário foi o de que o STF exagerou ao ter aberto, no dia 21, um inquérito para apurar a organização de protesto promovido em Brasília com bandeiras contra a democracia, do qual Bolsonaro participou. A crítica principal, segundo assessores palacianos, foi feita pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub. Na mesma reunião, Bolsonaro reclamou da divulgação de uma nota oficial da PRF (Polícia Rodoviária Federal) que lamentava a morte de um integrante da corporação por coronavírus. No dia anterior, a PRF havia divulgado uma manifestação de pesar pela morte de Marcos Roberto Tokumori, 53, ocorrida naquela madrugada. Ele atuava em Santa Catarina. A nota oficial informava que a morte ocorrera devido à Covid-19. "A doença, a Covid-19, não escolhe sexo, idade, raça ou profissão", disse a nota, assinada pelo diretor-geral da PRF, Adriano Furtado. "Contra ela, Marcos lutou bravamente", ressaltou. A SEGUIR, A ÍNTEGRA DO QUE FOI DIVULGADO PELA AGU DAS DECLARAÇÕES DE BOLSONARO “Eu não posso ser surpreendido com notícias. Pô, eu tenho a PF que não me dá informações; eu tenho a inteligência das Forças Armadas que não têm informações; a ABIN tem os seus problemas, tem algumas informações, só não tem mais porque tá faltando realmente… temos problemas… aparelhamento etc. A gente não pode viver sem informação. Quem é que nunca ficou atrás da… da… da… porta ouvindo o que seu filho ou sua filha tá comentando? Tem que ver para depois… depois que ela engravida não adianta falar com ela mais. Tem que ver antes. Depois que o moleque encheu os cornos de droga, não adianta mais falar com ele: já era. E informação é assim. [referência a nações amigas] então essa é a preocupação que temos que ter: “a questão estratégia”. E não estamos tendo. E me desculpe o serviço de informação nosso —todos— é uma vergonha, uma vergonha, que eu não sou informado, e não dá para trabalhar assim, fica difícil. Por isso, vou interferir. Ponto final. Não é ameaça, não é extrapolação da minha parte. É uma verdade” (...) "Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro oficialmente e não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar f. minha família toda de sacanagem, ou amigo meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança da ponta de linha que pertence à estrutura. Vai trocar; se não puder trocar, troca o chefe dele; não pode trocar o chefe, troca o ministro. E ponto final. Não estamos aqui para brincadeira"

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu tornar público o vídeo da reunião ministerial citada pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro em depoimento à Polícia Federal como um indício de que o presidente Jair Bolsonaro desejava interferir na autonomia da PF. ?O ministro não divulgou apenas “poucas passagens do vídeo e da respectiva degravação nas quais há referência a determinados Estados estrangeiros”. Segundo pessoas que assistiram à parte sigilosa, integrantes do governo fizeram duras críticas à China, um dos principais parceiros comerciais do Brasil. Na parte que foi liberada, o ministro Paulo Guedes se refere ao país asiático como “aquele cara que cê sabe que cê tem que aguentar” devido à importância dos produtos exportados pelo Brasil àquela nação. O magistrado não atendeu aos pedidos do governo e da PGR (Procuradoria-Geral da República), que defenderam a publicidade apenas dos trechos do encontro que teriam relação com o inquérito em curso no Supremo. O ministro deu uma decisão com duros recados a Bolsonaro. Logo no início do despacho, o decano do STF destacou que o descumprimento de ordens judiciais, no caso a entrega do vídeo, seria considerado crime de responsabilidade, que pode levar ao impeachment. A decisão foi publicada poucas horas após o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, ter ameaçado o Supremo caso a corte determine a apreensão do celular de Bolsonaro. Heleno emitiu uma nota para criticar Celso de Mello por ter encaminhado para análise da PGR três pedidos para que o chefe do Executivo preste depoimento e tenha aparelho telefônico apreendido para verificar a veracidade das acusações de Moro contra Bolsonaro. Caso o magistrado do STF atende a solicitação apresentada por parlamentares e partidos de oposição, poderá haver “consequências imprevisíveis”, segundo o chefe do GSI. Mais tarde, o gabinete do decano da corte rebateu e afirmou que o envio das notícias-crimes restringiu-se, “a cumprir os ritos da legislação processual penal” e que Celso de Mello “limitou-se a meramente encaminhar ao Senhor Procurador-Geral da República, que é o órgão da acusação”, as notícias-crimes. Na decisão, após alertar para a possibilidade de crime de responsabilidade caso Bolsonaro descumprisse ordem judicial de entregar o vídeo, Celso de Mello afirma que o sigilo não poderia ser mantido em respeito ao princípio da transparência, que “traduz consequência natural do dogma constitucional da publicidade, que confere, em regra, a qualquer pessoa a prerrogativa de conhecimento e de acesso às informações, aos atos e aos procedimentos que envolvam matéria de interesse público”. O ministro do STF ressaltou que não há “espaço possível reservado ao mistério na vigência da Constituição”. Celso de Mello argumentou ainda que o Executivo não decretou a gravação como material “ultrassecreto, secreto ou reservado” e disse que a a reunião “não tratou de temas sensíveis nem de assuntos de segurança nacional”. O ministro também comentou os ataques ao STF feitos pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, na reunião. O magistrado citou “aparente crime contra a honra dos ministros do Supremo, supostamente perpetradas" por Weintraub. Celso de Mello afirma que há a “absoluta falta de gravitas”, expressão em latim que significa ética ou honra, de alguns participantes da reunião. “As expressões indecorosas, grosseiras e constrangedoras por eles pronunciadas —ensejou a descoberta fortuita ou casual de aparente crime contra a honra de integrantes do STF”, disse Celso de Mello. A decisão tem 55 páginas e é a mais extensa proferida pelo ministro desde a abertura do inquérito para apurar as acusações de Moro contra Bolsonaro. A investigação aberta a pedido da PGR, e autorizada por Celso de Mello, apura a veracidade das acusações do ex-juiz da Lava Jato ao pedir demissão do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Segundo Moro, o presidente o pressionou pela troca da direção-geral e superintendência da PF do Rio de Janeiro com intuito de interferir no trabalho da corporação, o que viola a autonomia da PF prevista em lei. Em nota, a defesa de Sergio Moro disse que a decisão é "avanço democrático". “A decisa?o do ministro Celso de Mello ressalta o avanc?o democra?tico brasileiro, coibindo qualquer tipo de arroubo autorita?rio e reafirmando a soberania da lei e dos valores da Constituic?a?o cidada?”, afirma a nota. De acordo com o advogado Rodrigo Sánchez Rios, que assina a declaração, o vídeo vai "possibilitar a?s autoridades e a? sociedade civil constatar a veracidade das afirmac?o?es do ex-ministro". Até o momento, apenas as partes da reunião divulgadas pela AGU (Advocacia-Geral da União) vieram a público. Ao defender a publicidade parcial da gravação, o órgão que faz a defesa do Executivo transcreveu os trechos que considerava ter conexão com o inquérito. De acordo a transcrição da AGU, Bolsonaro falou em “interferir na PF” e disse que não iria esperar "f." alguém de sua família ou amigo dele para poder tomar providências. Além de ter mencionado nominalmente a corporação na reunião, ao contrário do que havia declarado ao desmentir que teria se referido nominalmente à PF, Bolsonaro classificou como uma “vergonha” não ter acesso a informações de órgãos de inteligência e avisou: “Por isso, vou interferir. Ponto final”. "Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro oficialmente e não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar f. minha família toda de sacanagem, ou amigo meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança da ponta de linha que pertence à estrutura. Vai trocar; se não puder trocar, troca o chefe dele; não pode trocar o chefe, troca o ministro. E ponto final. Não estamos aqui para brincadeira", disse. Dois depois dessa reunião, Bolsonaro, de fato, exonerou o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, o que resultou na saída do ex-ministro Sergio Moro do governo e deu início à disputa entre o chefe do Executivo e seu ex-auxiliar. Ao pedir demissão, Moro fez duras acusações contra Bolsonaro e disse que iria deixar o governo por não aceitar ingerência política na PF, como desejava o presidente. Com a saída de Moro e de Valeixo, a primeira medida do novo comando da corporação foi substituir o superintendente do Rio de Janeiro, que, segundo Moro, Bolsonaro já havia pedido para trocar. “Você tem 27 superintendências, eu só quero uma, a do RJ”, disse o chefe do Executivo ao então ministro, segundo o próprio. De acordo com a transcrição, o presidente reclama aos auxiliares na reunião que não pode ser “surpreendido com notícias” e faz críticas aos órgãos vinculados à segurança. “Pô, eu tenho a PF que não me dá informações; eu tenho a inteligência das Forças Armadas que não tem informações; a ABIN tem os seus problemas, tem algumas informações, só não tem mais porque tá faltando realmente… temos problemas… aparelhamento etc. A gente não pode viver sem informação”, disse. Após afirmar que não recebe informações da PF e de outros órgãos de inteligência, Bolsonaro afirma: "E me desculpe o serviço de informação nosso —todos— é uma vergonha, uma vergonha, que eu não sou informado, e não dá para trabalhar assim, fica difícil. Por isso, vou interferir. Ponto final.”. Bolsonaro não deixa, claro, segundo a transcrição, ao que se refere quando fala em carência de "aparelhamento" na Abin, mas usa como exemplo do que quer uma metáfora sobre a necessidade, em sua visão, de ouvir "atrás da porta" o que os filhos estão falando. Nesta reunião, além das possíveis intimidações a Moro, ministros presentes fizeram críticas tanto ao Supremo quanto ao Congresso. O comentário foi o de que o STF exagerou ao ter aberto, no dia 21, um inquérito para apurar a organização de protesto promovido em Brasília com bandeiras contra a democracia, do qual Bolsonaro participou. A crítica principal, segundo assessores palacianos, foi feita pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub. Na mesma reunião, Bolsonaro reclamou da divulgação de uma nota oficial da PRF (Polícia Rodoviária Federal) que lamentava a morte de um integrante da corporação por coronavírus. No dia anterior, a PRF havia divulgado uma manifestação de pesar pela morte de Marcos Roberto Tokumori, 53, ocorrida naquela madrugada. Ele atuava em Santa Catarina. A nota oficial informava que a morte ocorrera devido à Covid-19. "A doença, a Covid-19, não escolhe sexo, idade, raça ou profissão", disse a nota, assinada pelo diretor-geral da PRF, Adriano Furtado. "Contra ela, Marcos lutou bravamente", ressaltou. A SEGUIR, A ÍNTEGRA DO QUE FOI DIVULGADO PELA AGU DAS DECLARAÇÕES DE BOLSONARO “Eu não posso ser surpreendido com notícias. Pô, eu tenho a PF que não me dá informações; eu tenho a inteligência das Forças Armadas que não têm informações; a ABIN tem os seus problemas, tem algumas informações, só não tem mais porque tá faltando realmente… temos problemas… aparelhamento etc. A gente não pode viver sem informação. Quem é que nunca ficou atrás da… da… da… porta ouvindo o que seu filho ou sua filha tá comentando? Tem que ver para depois… depois que ela engravida não adianta falar com ela mais. Tem que ver antes. Depois que o moleque encheu os cornos de droga, não adianta mais falar com ele: já era. E informação é assim. [referência a nações amigas] então essa é a preocupação que temos que ter: “a questão estratégia”. E não estamos tendo. E me desculpe o serviço de informação nosso —todos— é uma vergonha, uma vergonha, que eu não sou informado, e não dá para trabalhar assim, fica difícil. Por isso, vou interferir. Ponto final. Não é ameaça, não é extrapolação da minha parte. É uma verdade” (...) "Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro oficialmente e não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar f. minha família toda de sacanagem, ou amigo meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança da ponta de linha que pertence à estrutura. Vai trocar; se não puder trocar, troca o chefe dele; não pode trocar o chefe, troca o ministro. E ponto final. Não estamos aqui para brincadeira"


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  • 41/56   Em reunião, Ernesto se refere à China como país não democrático
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou na reunião ministerial de 22 de abril que o novo coronavírus causará uma "nova globalização" e, sem citar diretamente a China, referiu-se ao país asiático como "não democrático" e que "não respeita os direitos humanos". "Que que aconteceu nesses 30 anos? Foi uma globalização cega para o tema dos valores, para o tema da democracia, da liberdade. Foi uma globalização que, a gente tá vendo agora, criou um modelo onde no centro da economia internacional está um país que não é democrático, que não respeita direitos humanos, né? Essa nova globalização acho que não pode ser cega", declarou. Embora não tenha citado a China na reunião, Ernesto é defensor de um alinhamento aos EUA e crítico do país asiático. Ele se contrapõe à ala moderada do governo, que destaca o fato de a China ser o principal comprador de exportações brasileiras para pregar uma abordagem pragmática com os asiáticos. A China é governada, em regime ditatorial, desde 1949 pelo Partido Comunista. O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, decidiu tornar pública a íntegra do vídeo da reunião ministerial, citada pelo ex-ministro Sergio Moro como indício de que o presidente Jair Bolsonaro desejava interferir na autonomia da Polícia Federal. Em sua rápida intervenção no encontro, Ernesto disse que o Brasil tem a oportunidade de estar presente num conselho de países que, segundo ele, desenhará a nova realidade no pós-coronavírus. "Eu estou cada vez mais convencido de que o Brasil tem hoje as condições, tem a oportunidade de se sentar na mesa de quatro, cinco, seis países que vão definir a nova ordem mundial", diz na gravação. O chanceler relatou uma conversa de Bolsonaro com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi. O líder indiano disse, segundo o chanceler, que o mundo após a pandemia será tão diferente do atual quanto os cenários anterior e posterior à Segunda Guerra. "Eu acho que é verdade, e assim como houve um conselho de segurança que definiu a ordem mundial, cinco países depois da Segunda Guerra, vai haver uma espécie de novo conselho de segurança e nós temos, dessa vez, a oportunidade de estar nele e acreditar na possibilidade de o Brasil influenciar e ajudar a formatar um novo cenário", disse. "E esse cenário, eu acho que ele tem que levar em conta o seguinte: estamos aí revendo os últimos 30 anos de globalização. Vai haver uma nova globalização. E essa nova globalização acho que não pode ser cega, né? Tem que ser uma estrutura que leva em conta, claro, a dimensão econômica, mas também essa dimensão da liberdade, dos valores." O Brasil enfrenta episódios de uma crise diplomática com a China desde que o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, comparou a pandemia ao acidente nuclear de Tchernóbil, na Ucrânia, em 1986. "A culpa é da China [pela crise da Covid-19] e liberdade seria a solução", escreveu ele. O embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, reagiu duramente à publicação, e o presidente brasileiro precisou telefonar ao dirigente da China, Xi Jinping, para aparar as arestas na relação bilateral. Em seguida, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, ironizou o modo como a fala dos chineses costuma ser retratada, comparando-a à do personagem Cebolinha, da Turma da Mônica. Ele não pediu desculpas, o que também gerou forte reação chinesa.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou na reunião ministerial de 22 de abril que o novo coronavírus causará uma "nova globalização" e, sem citar diretamente a China, referiu-se ao país asiático como "não democrático" e que "não respeita os direitos humanos". "Que que aconteceu nesses 30 anos? Foi uma globalização cega para o tema dos valores, para o tema da democracia, da liberdade. Foi uma globalização que, a gente tá vendo agora, criou um modelo onde no centro da economia internacional está um país que não é democrático, que não respeita direitos humanos, né? Essa nova globalização acho que não pode ser cega", declarou. Embora não tenha citado a China na reunião, Ernesto é defensor de um alinhamento aos EUA e crítico do país asiático. Ele se contrapõe à ala moderada do governo, que destaca o fato de a China ser o principal comprador de exportações brasileiras para pregar uma abordagem pragmática com os asiáticos. A China é governada, em regime ditatorial, desde 1949 pelo Partido Comunista. O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, decidiu tornar pública a íntegra do vídeo da reunião ministerial, citada pelo ex-ministro Sergio Moro como indício de que o presidente Jair Bolsonaro desejava interferir na autonomia da Polícia Federal. Em sua rápida intervenção no encontro, Ernesto disse que o Brasil tem a oportunidade de estar presente num conselho de países que, segundo ele, desenhará a nova realidade no pós-coronavírus. "Eu estou cada vez mais convencido de que o Brasil tem hoje as condições, tem a oportunidade de se sentar na mesa de quatro, cinco, seis países que vão definir a nova ordem mundial", diz na gravação. O chanceler relatou uma conversa de Bolsonaro com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi. O líder indiano disse, segundo o chanceler, que o mundo após a pandemia será tão diferente do atual quanto os cenários anterior e posterior à Segunda Guerra. "Eu acho que é verdade, e assim como houve um conselho de segurança que definiu a ordem mundial, cinco países depois da Segunda Guerra, vai haver uma espécie de novo conselho de segurança e nós temos, dessa vez, a oportunidade de estar nele e acreditar na possibilidade de o Brasil influenciar e ajudar a formatar um novo cenário", disse. "E esse cenário, eu acho que ele tem que levar em conta o seguinte: estamos aí revendo os últimos 30 anos de globalização. Vai haver uma nova globalização. E essa nova globalização acho que não pode ser cega, né? Tem que ser uma estrutura que leva em conta, claro, a dimensão econômica, mas também essa dimensão da liberdade, dos valores." O Brasil enfrenta episódios de uma crise diplomática com a China desde que o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, comparou a pandemia ao acidente nuclear de Tchernóbil, na Ucrânia, em 1986. "A culpa é da China [pela crise da Covid-19] e liberdade seria a solução", escreveu ele. O embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, reagiu duramente à publicação, e o presidente brasileiro precisou telefonar ao dirigente da China, Xi Jinping, para aparar as arestas na relação bilateral. Em seguida, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, ironizou o modo como a fala dos chineses costuma ser retratada, comparando-a à do personagem Cebolinha, da Turma da Mônica. Ele não pediu desculpas, o que também gerou forte reação chinesa.


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  • 42/56   Bolsonaro confirma estender auxílio emergencial, mas com valor abaixo de R$ 600
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (22) que o governo vai estender o auxílio emergencial para informais, mas que o valor pago será abaixo de R$ 600. Em entrevista à rádio Jovem Pan, o presidente disse que haverá uma quarta parcela da ajuda e que talvez ocorra até mesmo um quinto pagamento. "Conversei com o Paulo Guedes [ministro da Economia] que vamos ter que dar uma amortecida nisso daí. Vai ter a quarta parcela, mas não de R$ 600. Eu não sei quanto vai ser, R$ 300, R$ 400; e talvez tenha a quinta [parcela]. Talvez seja R$ 200 ou R$ 300. Até para ver se a economia pega", disse. "Não podemos jogar para o espaço mais de R$ 110 bilhões, que foram gastos dessa forma. Isso vai impactar nossa dívida, no Tesouro", complementou. Em reunião com empresários na terça-feira (19), Guedes havia admitido a possibilidade de prorrogar o auxílio. Segundo Guedes, a extensão poderia ocorrer por um ou dois meses, mas com um corte para R$ 200. O auxílio foi criado para durar apenas três meses, com valores concedidos em abril, maio e junho. Com a prorrogação por dois meses, permaneceria até agosto. O discurso pela prorrogação representa uma mudança de posição da equipe econômica, antes contrária à extensão da medida. Mesmo assim, a redução do montante concedido é defendida como fundamental. Guedes defende a redução do valor por causa das limitações das contas públicas. O ministro propôs uma ajuda de R$ 200 no começo da pandemia, mas o governo aceitou elevar o montante para R$ 600 após pressões do Congresso.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (22) que o governo vai estender o auxílio emergencial para informais, mas que o valor pago será abaixo de R$ 600. Em entrevista à rádio Jovem Pan, o presidente disse que haverá uma quarta parcela da ajuda e que talvez ocorra até mesmo um quinto pagamento. "Conversei com o Paulo Guedes [ministro da Economia] que vamos ter que dar uma amortecida nisso daí. Vai ter a quarta parcela, mas não de R$ 600. Eu não sei quanto vai ser, R$ 300, R$ 400; e talvez tenha a quinta [parcela]. Talvez seja R$ 200 ou R$ 300. Até para ver se a economia pega", disse. "Não podemos jogar para o espaço mais de R$ 110 bilhões, que foram gastos dessa forma. Isso vai impactar nossa dívida, no Tesouro", complementou. Em reunião com empresários na terça-feira (19), Guedes havia admitido a possibilidade de prorrogar o auxílio. Segundo Guedes, a extensão poderia ocorrer por um ou dois meses, mas com um corte para R$ 200. O auxílio foi criado para durar apenas três meses, com valores concedidos em abril, maio e junho. Com a prorrogação por dois meses, permaneceria até agosto. O discurso pela prorrogação representa uma mudança de posição da equipe econômica, antes contrária à extensão da medida. Mesmo assim, a redução do montante concedido é defendida como fundamental. Guedes defende a redução do valor por causa das limitações das contas públicas. O ministro propôs uma ajuda de R$ 200 no começo da pandemia, mas o governo aceitou elevar o montante para R$ 600 após pressões do Congresso.


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  • 43/56   Justiça Eleitoral abre ação contra Skaf por suposta propina da Odebrecht
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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Justiça Eleitoral de São Paulo aceitou denúncia do Ministério Público Eleitoral e abriu ação em que o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), Paulo Skaf, é acusado de supostamente receber R$ 5,1 milhões do departamento de propinas da empreiteira Odebrecht. O repasse teria ocorrido durante a campanha para o governo de São Paulo, em 2014, em que Skaf foi derrotado. A denúncia atinge também outras oito pessoas. A defesa de Paulo Skaf diz que a aceitação da denúncia pela Justiça é "mera formalidade procedimental" e que a acusação é "infundada". Skaf é filiado ao MDB e liderou protestos que resultaram no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Recentemente ele se aproximou do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e, agora, faz a interlocução do chefe do Executivo com os industriais paulistas. O juiz Marco Antonio Martin Vargas, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, aceitou a denúncia do Ministério Público Eleitoral. O documento diz que Skaf era identificado pelos codinomes "Kibe" e "Tabule" na planilha da propinas da Odebrecht. Segundo a acusação, houve uma entrega de dinheiro, registrada pela Odebrecht e por uma transportadora de valores que teria levado a propina, no dia 21 de agosto de 2014, a um hotel da zona sul de São Paulo. Ao aceitar a denúncia contra os nove acusados, o juiz considerou que estão "presentes indícios da ocorrência dos crimes de falsidade ideológica eleitoral, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, bem como de autoria de cada um dos denunciados". O magistrado apontou ainda um "conjunto de indícios, por ora, capaz de reforçar a convicção sobre o envolvimento dos denunciados no complexo esquema de pagamento de propina, omissão de dados à Justiça Eleitoral e lavagem de capitais, supostamente erigido para dissimular os fins ilícitos dos grupos políticos e empresariais apontados". A acusação do Ministério Público Eleitoral usou provas e depoimentos de processos da Operação Lava Jato que tramitam na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba. Foram utilizadas gravações de conversas entre funcionários da transportadora de valores que entregava o dinheiro e mensagens de um operador financeiro que fazia transações para o grupo empresarial. Os procuradores também utilizaram informações obtidas a partir de acordos de delação premiada homologados pelo STF (Supremo Tribunal Federal). As investigações começara, em 2017 e terminaram neste ano, segundo o Ministério Público. A defesa de Paulo Skaf enviou nota em que diz que "a admissibilidade acerca da denúncia é provisória e superficial, mera formalidade procedimental, apta somente a determinar a citação, conforme destacado pelo próprio magistrado em sua decisão". "A defesa informa também que está à disposição da Justiça e que todas as doações recebidas pela campanha de Skaf ao governo de São Paulo em 2014 estão devidamente registradas na Justiça Eleitoral, que aprovou sua prestação de contas sem qualquer reparo de mérito", acrescenta. Skaf, segundo a nota, "nunca pediu e nem autorizou ninguém a pedir qualquer contribuição de campanha que não as regularmente declaradas".

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Justiça Eleitoral de São Paulo aceitou denúncia do Ministério Público Eleitoral e abriu ação em que o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), Paulo Skaf, é acusado de supostamente receber R$ 5,1 milhões do departamento de propinas da empreiteira Odebrecht. O repasse teria ocorrido durante a campanha para o governo de São Paulo, em 2014, em que Skaf foi derrotado. A denúncia atinge também outras oito pessoas. A defesa de Paulo Skaf diz que a aceitação da denúncia pela Justiça é "mera formalidade procedimental" e que a acusação é "infundada". Skaf é filiado ao MDB e liderou protestos que resultaram no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Recentemente ele se aproximou do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e, agora, faz a interlocução do chefe do Executivo com os industriais paulistas. O juiz Marco Antonio Martin Vargas, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, aceitou a denúncia do Ministério Público Eleitoral. O documento diz que Skaf era identificado pelos codinomes "Kibe" e "Tabule" na planilha da propinas da Odebrecht. Segundo a acusação, houve uma entrega de dinheiro, registrada pela Odebrecht e por uma transportadora de valores que teria levado a propina, no dia 21 de agosto de 2014, a um hotel da zona sul de São Paulo. Ao aceitar a denúncia contra os nove acusados, o juiz considerou que estão "presentes indícios da ocorrência dos crimes de falsidade ideológica eleitoral, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, bem como de autoria de cada um dos denunciados". O magistrado apontou ainda um "conjunto de indícios, por ora, capaz de reforçar a convicção sobre o envolvimento dos denunciados no complexo esquema de pagamento de propina, omissão de dados à Justiça Eleitoral e lavagem de capitais, supostamente erigido para dissimular os fins ilícitos dos grupos políticos e empresariais apontados". A acusação do Ministério Público Eleitoral usou provas e depoimentos de processos da Operação Lava Jato que tramitam na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba. Foram utilizadas gravações de conversas entre funcionários da transportadora de valores que entregava o dinheiro e mensagens de um operador financeiro que fazia transações para o grupo empresarial. Os procuradores também utilizaram informações obtidas a partir de acordos de delação premiada homologados pelo STF (Supremo Tribunal Federal). As investigações começara, em 2017 e terminaram neste ano, segundo o Ministério Público. A defesa de Paulo Skaf enviou nota em que diz que "a admissibilidade acerca da denúncia é provisória e superficial, mera formalidade procedimental, apta somente a determinar a citação, conforme destacado pelo próprio magistrado em sua decisão". "A defesa informa também que está à disposição da Justiça e que todas as doações recebidas pela campanha de Skaf ao governo de São Paulo em 2014 estão devidamente registradas na Justiça Eleitoral, que aprovou sua prestação de contas sem qualquer reparo de mérito", acrescenta. Skaf, segundo a nota, "nunca pediu e nem autorizou ninguém a pedir qualquer contribuição de campanha que não as regularmente declaradas".


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  • 44/56   'Jamais eu entregaria um telefone meu', diz Bolsonaro após despacho de Celso de Mello
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (22) que, mesmo se houver uma determinação para entregar seu aparelho celular, não pretende cumprir a determinação. Mais cedo, o ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), encaminhou à PGR (Procuradoria-Geral da República) pedidos de partidos e parlamentares de oposição para que o telefone do presidente seja apreendido e periciado. Segundo o ministro, cabe à PGR a analisar as acusações que constam nas representações. O encaminhamento ao Ministério Público Federal é praxe em casos de casos do tipo. "Eu não sou diferente de ninguém. A lei me atinge, mas eu sou o presidente da República. Jamais eu entregaria um telefone meu", afirmou. "Só se fosse um rato para entregar o telefone." Bolsonaro também disse que uma decisão judicial nesse sentido seria "uma afronta". Embora seja comum pedir um parecer da PGR quando o STF recebe notícia-crime, o presidente disse que Celso de Mello poderia ter ignorado o pleito dos parlamentares. Ele disse ainda ter certeza de que o parecer do PGR, Augusto Aras, será contra a entrega do celular.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (22) que, mesmo se houver uma determinação para entregar seu aparelho celular, não pretende cumprir a determinação. Mais cedo, o ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), encaminhou à PGR (Procuradoria-Geral da República) pedidos de partidos e parlamentares de oposição para que o telefone do presidente seja apreendido e periciado. Segundo o ministro, cabe à PGR a analisar as acusações que constam nas representações. O encaminhamento ao Ministério Público Federal é praxe em casos de casos do tipo. "Eu não sou diferente de ninguém. A lei me atinge, mas eu sou o presidente da República. Jamais eu entregaria um telefone meu", afirmou. "Só se fosse um rato para entregar o telefone." Bolsonaro também disse que uma decisão judicial nesse sentido seria "uma afronta". Embora seja comum pedir um parecer da PGR quando o STF recebe notícia-crime, o presidente disse que Celso de Mello poderia ter ignorado o pleito dos parlamentares. Ele disse ainda ter certeza de que o parecer do PGR, Augusto Aras, será contra a entrega do celular.


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  • 45/56   Mercado reage positivamente ao vídeo de reunião ministerial
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    Os índices futuros da Bolsa brasileira e do dólar reagiram positivamente ao vídeo da reunião ministerial de 22 de abril

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  • 46/56   'Nosso barco pode estar indo em direção a um iceberg, pro fundo', diz Bolsonaro em reunião
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    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em uma defesa inflamada de seu governo, Jair Bolsonaro (sem partido) cobrou lealdade de seus ministros na reunião do dia 22 de abril, afirmando que sua gestão pode estar indo na direção de um iceberg. Ao dizer que não sofrerá impeachment por "frescura" ou "babaquice", deixou claro que pode haver uma crise institucional caso seja alvo de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) de forma isolada. "O nosso barco tá indo, mas não sabemos ainda [...] esse vírus, pra onde tá indo nosso barco. Pode tá indo em direção a um iceberg. A gente vai pro fundo. Então vamos se ligar, vamos se preocupar. Quem de direito, se manifesta, com altivez, com palavras polidas, tá? Mas coloca uma posição! Porque não pode tudo, tudo, veio pra minha retaguarda, tudo tá? E vocês têm que apanhar junto comigo, logicamente quando tiver motivo pra apanhar, ou motivo pra bater", afirmou o presidente aos ministros. Essas palavras foram ditas logo após ele se referir à suposta libertação de estupradores em decorrência da Covid-19, indicando que cobrava uma postura mais firme de Sergio Moro. Seu então ministro da Justiça deixaria o governo poucos dias depois, acusando Bolsonaro de tentar interferir na Polícia Federal. Em vários momentos, Bolsonaro fala da ameaça de sofrer impeachment e, ao mesmo tempo, cobra ação efetiva de seus ministros em sua defesa. "Acordem para a política e se exponham, afinal de contas o governo é um só. E, se eu cair, cai todo mundo". Ele ainda insinua rupturas institucionais ao afirmar que pode não aceitar eventual decisão desfavorável vinda do STF. "E, espero que eles não decidam, ou ele, né? Monocraticamente, querer tomar certas medidas porque daí nós vamos ter um... uma crise política de verdade. E eu não vou meter o rabo no meio das pernas. Isso daí... zero, zero. Tá certo? Porque, se eu errar, se achar um dia ligação minha com empreiteiro, dinheiro na conta na Suíça, porrada sem problema nenhum. Vai pro impeachment, vai embora. Agora, com frescura, com babaquice, não!" Uma das frescuras que cita é a cobrança judicial para que apresentasse seus exames sobre a Covid-19. Ele indica ter receio de sofrer sanções por ter usado nomes de outras pessoas. "Paralelamente a isso tem aí OAB [Ordem dos Advogados do Brasil] da vida, enchendo o saco do Supremo, pra abrir o processo de impeachment porque eu não apresentei meu ... meu exame de ... de ... de ... de vírus, essas frescurada toda." Ao se dirigir aos ministros de forma geral, ele ressalta a importância de "cuidar da política", sempre no intuito de não ser destituído por meio de um processo de impedimento. "É cuidar do seu ministério nessas questões que estamos tratando aqui, é tratar da questão política também. Tá certo? Então é ... essa é a preocupação temos que ter, porque a luta pelo poder continua. A todo vapor", afirma, classificando como "terreno fértil" para isso "o desemprego, caos, miséria, desordem social e outras coisas mais". "Não é 'tá bom?', o ministério fatura, 'deu merda?', no colo do presidente. Não pode ser assim", elogiando o ex-senador Magno Malta (ES), que chegou a ser cotado para ser seu vice ou ministro. "Politicamente, ele nunca me deu uma alfinetada e sempre tá defendendo com os problemas que ele tem. " Bolsonaro prosseguiu afirmando que não deixaria de visitar regiões do país mesmo com a orientação de distanciamento social. "Por exemplo, quando se fala em possível impeachment, ação no Supremo, baseado em filigranas, eu vou em qualquer lugar do território nacional e ponto final! O dia que for proibido de ir. .. pra qualquer lugar do Brasil, pelo Supremo, acabou o mandato." O presidente menciona ainda sua ida a atos antidemocráticos e ressalta que irá cumprir o artigo 142 da Constituição, cuja interpretação equivocada é sempre citada por defensores da ditadura miliar, "Eu sou o chefe supremo das forças armadas. Ponto final. O pessoal tava lá, eu fui lá. Dia do Exército. E falei algo que eu acho que num tem nada demais. Mas a repercussão é enorme. "Ó, o Al-5". Cadê o Al-5? O AI-5 não existe, não existe ato institucional no Brasil mais. É uma besteira. Artigo um, quatro, dois. É um pessoal que não sabe interpretar a Constituição. Agora em cima disso fazer uma onda?", questiona Bolsonaro. O artigo 142 estabelece, em seu caput: "As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem." Segundo Bolsonaro, havendo necessidade, qualquer um dos Poderes pode recorrer ao artigo. "Pedir as forças armadas que intervenham pra restabelecer a ordem no Brasil, naquele local, sem problema nenhum. Agora, todos, né? Tem que se preocupar com a questão política, e a quem de direito, tira a cabeça da toca, porra! Não é só ficar dentro da toca o tempo todo não! 'Tô bem, eu tô cuidando da minha imagem, a imagem tá aqui, eu sou bonitinho, e o resto que se exploda'", exalta-se Bolsonaro. Nesse ponto, ele diz não ter amor pela cadeira de presidente -"Zero, zero!"- e que não está preocupado com reeleição. "Eu tô me lixando com a reeleição. Eu quero mais que alguém seja eleito, se eu vier candidato, tá? Pra eu ter. .. eu quero ter paz no Brasil, mais nada. Porque se for a esquerda, eu e uma porrada de vocês aqui tem que sair do Brasil, porque vão ser presos. E eu tenho certeza que vão me condenar por homofobia, oito anos por homofobia." Paulo Guedes (Economia) também fala sobre possível impeachment de Bolsonaro, dizendo que "não tem jeito de fazer impeachment se a gente tiver com as contas arrumadas." "Todo mundo tá achando que tão distraído, abraçaram a gente, enrolaram com a gente. Nós já botamos a granada no bolso do inimigo. Dois anos sem aumento de salário. Era a terceira torre que nós pedimos pra derrubar. Nós vamos derrubar agora, também. Isso vai nos dar tranquilidade de ir até o final. Não tem jeito de fazer um impeachment se a gente tiver com as contas arrumadas, tudo em dia. Acabou! Não tem jeito. Não tem jeito", afirmou Guedes na reunião. Por diversas vezes em sua fala, Guedes trata a classe política como adversária e critica os que estejam interessados em questões eleitorais. Em resposta, Bolsonaro diz estar fora do pleito municipal inicialmente previsto para outubro desde ano, mas que deve ser adiado devido à pandemia. Ao falar sobre arrumar as contas, Guedes diz que eram necessários três passos para destruir o que ele chama de "três torres dos inimigos": corte de gastos previdenciários, corte dos juros e congelamento dos salários do funcionalismo público. Incomodado, Guedes fala que os governadores estão "querendo fazer a festa" e que alguns ministros, sem citar nomes, querem aparecer interessados em questões eleitorais. A menção é uma indireta a seu ex-auxiliar, o ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), com quem divergiu recentemente sobre investimentos públicos como forma de saída da crise. "São governadores querendo fazer a festa, são às vezes ministros querendo aparecer, tem de tudo", disse. "Se a gente quiser acabar igual a Dilma, a gente segue esse caminho", afirmou.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em uma defesa inflamada de seu governo, Jair Bolsonaro (sem partido) cobrou lealdade de seus ministros na reunião do dia 22 de abril, afirmando que sua gestão pode estar indo na direção de um iceberg. Ao dizer que não sofrerá impeachment por "frescura" ou "babaquice", deixou claro que pode haver uma crise institucional caso seja alvo de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) de forma isolada. "O nosso barco tá indo, mas não sabemos ainda [...] esse vírus, pra onde tá indo nosso barco. Pode tá indo em direção a um iceberg. A gente vai pro fundo. Então vamos se ligar, vamos se preocupar. Quem de direito, se manifesta, com altivez, com palavras polidas, tá? Mas coloca uma posição! Porque não pode tudo, tudo, veio pra minha retaguarda, tudo tá? E vocês têm que apanhar junto comigo, logicamente quando tiver motivo pra apanhar, ou motivo pra bater", afirmou o presidente aos ministros. Essas palavras foram ditas logo após ele se referir à suposta libertação de estupradores em decorrência da Covid-19, indicando que cobrava uma postura mais firme de Sergio Moro. Seu então ministro da Justiça deixaria o governo poucos dias depois, acusando Bolsonaro de tentar interferir na Polícia Federal. Em vários momentos, Bolsonaro fala da ameaça de sofrer impeachment e, ao mesmo tempo, cobra ação efetiva de seus ministros em sua defesa. "Acordem para a política e se exponham, afinal de contas o governo é um só. E, se eu cair, cai todo mundo". Ele ainda insinua rupturas institucionais ao afirmar que pode não aceitar eventual decisão desfavorável vinda do STF. "E, espero que eles não decidam, ou ele, né? Monocraticamente, querer tomar certas medidas porque daí nós vamos ter um... uma crise política de verdade. E eu não vou meter o rabo no meio das pernas. Isso daí... zero, zero. Tá certo? Porque, se eu errar, se achar um dia ligação minha com empreiteiro, dinheiro na conta na Suíça, porrada sem problema nenhum. Vai pro impeachment, vai embora. Agora, com frescura, com babaquice, não!" Uma das frescuras que cita é a cobrança judicial para que apresentasse seus exames sobre a Covid-19. Ele indica ter receio de sofrer sanções por ter usado nomes de outras pessoas. "Paralelamente a isso tem aí OAB [Ordem dos Advogados do Brasil] da vida, enchendo o saco do Supremo, pra abrir o processo de impeachment porque eu não apresentei meu ... meu exame de ... de ... de ... de vírus, essas frescurada toda." Ao se dirigir aos ministros de forma geral, ele ressalta a importância de "cuidar da política", sempre no intuito de não ser destituído por meio de um processo de impedimento. "É cuidar do seu ministério nessas questões que estamos tratando aqui, é tratar da questão política também. Tá certo? Então é ... essa é a preocupação temos que ter, porque a luta pelo poder continua. A todo vapor", afirma, classificando como "terreno fértil" para isso "o desemprego, caos, miséria, desordem social e outras coisas mais". "Não é 'tá bom?', o ministério fatura, 'deu merda?', no colo do presidente. Não pode ser assim", elogiando o ex-senador Magno Malta (ES), que chegou a ser cotado para ser seu vice ou ministro. "Politicamente, ele nunca me deu uma alfinetada e sempre tá defendendo com os problemas que ele tem. " Bolsonaro prosseguiu afirmando que não deixaria de visitar regiões do país mesmo com a orientação de distanciamento social. "Por exemplo, quando se fala em possível impeachment, ação no Supremo, baseado em filigranas, eu vou em qualquer lugar do território nacional e ponto final! O dia que for proibido de ir. .. pra qualquer lugar do Brasil, pelo Supremo, acabou o mandato." O presidente menciona ainda sua ida a atos antidemocráticos e ressalta que irá cumprir o artigo 142 da Constituição, cuja interpretação equivocada é sempre citada por defensores da ditadura miliar, "Eu sou o chefe supremo das forças armadas. Ponto final. O pessoal tava lá, eu fui lá. Dia do Exército. E falei algo que eu acho que num tem nada demais. Mas a repercussão é enorme. "Ó, o Al-5". Cadê o Al-5? O AI-5 não existe, não existe ato institucional no Brasil mais. É uma besteira. Artigo um, quatro, dois. É um pessoal que não sabe interpretar a Constituição. Agora em cima disso fazer uma onda?", questiona Bolsonaro. O artigo 142 estabelece, em seu caput: "As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem." Segundo Bolsonaro, havendo necessidade, qualquer um dos Poderes pode recorrer ao artigo. "Pedir as forças armadas que intervenham pra restabelecer a ordem no Brasil, naquele local, sem problema nenhum. Agora, todos, né? Tem que se preocupar com a questão política, e a quem de direito, tira a cabeça da toca, porra! Não é só ficar dentro da toca o tempo todo não! 'Tô bem, eu tô cuidando da minha imagem, a imagem tá aqui, eu sou bonitinho, e o resto que se exploda'", exalta-se Bolsonaro. Nesse ponto, ele diz não ter amor pela cadeira de presidente -"Zero, zero!"- e que não está preocupado com reeleição. "Eu tô me lixando com a reeleição. Eu quero mais que alguém seja eleito, se eu vier candidato, tá? Pra eu ter. .. eu quero ter paz no Brasil, mais nada. Porque se for a esquerda, eu e uma porrada de vocês aqui tem que sair do Brasil, porque vão ser presos. E eu tenho certeza que vão me condenar por homofobia, oito anos por homofobia." Paulo Guedes (Economia) também fala sobre possível impeachment de Bolsonaro, dizendo que "não tem jeito de fazer impeachment se a gente tiver com as contas arrumadas." "Todo mundo tá achando que tão distraído, abraçaram a gente, enrolaram com a gente. Nós já botamos a granada no bolso do inimigo. Dois anos sem aumento de salário. Era a terceira torre que nós pedimos pra derrubar. Nós vamos derrubar agora, também. Isso vai nos dar tranquilidade de ir até o final. Não tem jeito de fazer um impeachment se a gente tiver com as contas arrumadas, tudo em dia. Acabou! Não tem jeito. Não tem jeito", afirmou Guedes na reunião. Por diversas vezes em sua fala, Guedes trata a classe política como adversária e critica os que estejam interessados em questões eleitorais. Em resposta, Bolsonaro diz estar fora do pleito municipal inicialmente previsto para outubro desde ano, mas que deve ser adiado devido à pandemia. Ao falar sobre arrumar as contas, Guedes diz que eram necessários três passos para destruir o que ele chama de "três torres dos inimigos": corte de gastos previdenciários, corte dos juros e congelamento dos salários do funcionalismo público. Incomodado, Guedes fala que os governadores estão "querendo fazer a festa" e que alguns ministros, sem citar nomes, querem aparecer interessados em questões eleitorais. A menção é uma indireta a seu ex-auxiliar, o ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), com quem divergiu recentemente sobre investimentos públicos como forma de saída da crise. "São governadores querendo fazer a festa, são às vezes ministros querendo aparecer, tem de tudo", disse. "Se a gente quiser acabar igual a Dilma, a gente segue esse caminho", afirmou.


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  • 47/56   Bolsonaro diz que auxílio emergencial será estendido com valor menor
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    "Conversei com o Paulo Guedes que nós vamos ter que dar uma amortecida nisso aí. Vai ter a quarta parcela, mas não de 600 reais.

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  • 48/56   Mansueto vê risco "muito alto" em financiar dívida por emissão de moeda
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    BRASÍLIA (Reuters) - O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou nesta sexta-feira que o risco, na conjuntura doméstica, de financiar a dívida por emissão de moeda é "muito alto", ao comparar a situação fiscal do Brasil a de outras economias. "Essa possibilidade de financiar dívida, com emissão de moeda, ao meu ver, isso não funciona no caso brasileiro, e o risco é muito alto", afirmou a empresários em videoconferência promovida pelo LIDE Pernambuco.

    BRASÍLIA (Reuters) - O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou nesta sexta-feira que o risco, na conjuntura doméstica, de financiar a dívida por emissão de moeda é "muito alto", ao comparar a situação fiscal do Brasil a de outras economias. "Essa possibilidade de financiar dívida, com emissão de moeda, ao meu ver, isso não funciona no caso brasileiro, e o risco é muito alto", afirmou a empresários em videoconferência promovida pelo LIDE Pernambuco.


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  • 49/56   China "é aquele cara que você sabe que tem que aguentar", diz Guedes em reunião
    BUSINESS TOPIC NEWS

    "A China é aquele cara que você sabe que você tem que aguentar, porque para vocês terem uma ideia, pra cada um dólar que o Brasil exporta pros Estados Unidos, exporta três pra China", disse Guedes. "Você sabe que ele é diferente de você.

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  • 50/56   Argentina tem 9º default soberano em meio a intensificação de negociações sobre dívida
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    Uma fonte próxima às negociações e familiarizada com o pensamento do governo disse à Reuters que os dois lados estavam fazendo progressos substanciais e que um acordo abrangente era possível em "questão de dias, não meses".A Argentina e seus credores, que negociaram propostas no último mês, indicaram que estavam ansiosos para evitar um default conturbado que poderia desencadear anos de litígio e bloquear o acesso ao mercado global de capitais ao país, importante produtor de grãos.

    Uma fonte próxima às negociações e familiarizada com o pensamento do governo disse à Reuters que os dois lados estavam fazendo progressos substanciais e que um acordo abrangente era possível em "questão de dias, não meses".A Argentina e seus credores, que negociaram propostas no último mês, indicaram que estavam ansiosos para evitar um default conturbado que poderia desencadear anos de litígio e bloquear o acesso ao mercado global de capitais ao país, importante produtor de grãos.


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  • 51/56   Dólar futuro abandona alta e vai às mínimas da sessão após liberação de vídeo
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    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar futuro virou e passou a operar em queda ante o real nas negociações na B3 nesta sexta-feira, com operadores avaliando que os trechos divulgados do vídeo de reunião ministerial não satisfazem as expectativas mais receosas até então.Segundo o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, nesse vídeo o presidente Jair Bolsonaro teria tentado interferir no comando da Polícia Federal.

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar futuro virou e passou a operar em queda ante o real nas negociações na B3 nesta sexta-feira, com operadores avaliando que os trechos divulgados do vídeo de reunião ministerial não satisfazem as expectativas mais receosas até então.Segundo o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, nesse vídeo o presidente Jair Bolsonaro teria tentado interferir no comando da Polícia Federal.


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  • 52/56   Wall St fecha com resultados mistos com tensão EUA-China pesando
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    (Reuters) - Wall Street fechou esta sexta-feira com resultados predominantemente modestos para uma semana de fortes ganhos, com os investidores avaliando as tensões entre EUA e China em meio a incertezas contínuas sobre o ritmo de recuperação econômica da crise do coronavírus.O aviso do presidente dos EUA, Donald Trump, na quinta-feira de que os EUA reagiriam fortemente ao plano da China para uma lei de segurança nacional em Hong Kong levantou preocupações sobre Washington e Pequim possivelmente renegarem a Fase 1 do seu acordo comercial.

    (Reuters) - Wall Street fechou esta sexta-feira com resultados predominantemente modestos para uma semana de fortes ganhos, com os investidores avaliando as tensões entre EUA e China em meio a incertezas contínuas sobre o ritmo de recuperação econômica da crise do coronavírus.O aviso do presidente dos EUA, Donald Trump, na quinta-feira de que os EUA reagiriam fortemente ao plano da China para uma lei de segurança nacional em Hong Kong levantou preocupações sobre Washington e Pequim possivelmente renegarem a Fase 1 do seu acordo comercial.


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  • 53/56   Ministério da Economia vê dívida bruta saltar a 93,5% do PIB em 2020
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    Em dezembro de 2019, esses números eram de 75,8% e 55,7% do PIB, respectivamente.As projeções levaram em conta o impacto de medidas ainda não formalmente aprovadas, como o projeto de ajuda a Estados e municípios.

    Em dezembro de 2019, esses números eram de 75,8% e 55,7% do PIB, respectivamente.As projeções levaram em conta o impacto de medidas ainda não formalmente aprovadas, como o projeto de ajuda a Estados e municípios.


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  • 54/56   Dólar futuro abandona alta e vai às mínimas da sessão após liberação de vídeo
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    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar futuro virou e passou a operar em queda ante o real nas negociações na B3 nesta sexta-feira, com operadores avaliando que os trechos divulgados do vídeo de reunião ministerial não satisfazem as expectativas mais receosas até então.Segundo o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, nesse vídeo o presidente Jair Bolsonaro teria tentado interferir no comando da Polícia Federal.

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar futuro virou e passou a operar em queda ante o real nas negociações na B3 nesta sexta-feira, com operadores avaliando que os trechos divulgados do vídeo de reunião ministerial não satisfazem as expectativas mais receosas até então.Segundo o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, nesse vídeo o presidente Jair Bolsonaro teria tentado interferir no comando da Polícia Federal.


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  • 55/56   Mansueto destaca possibilidade de déficit primário de R$700 bi para o setor público em 2020
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    BRASÍLIA (Reuters) - O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, reiterou nesta sexta-feira que o déficit primário do setor público neste ano pode chegar a 700 bilhões de reais, em meio ao forte aumento das despesas com medidas relacionadas ao impacto econômico da pandemia do Covid-19. "No ano passado, todo o déficit do setor público brasileiro foi de 61 bilhões de reais.

    BRASÍLIA (Reuters) - O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, reiterou nesta sexta-feira que o déficit primário do setor público neste ano pode chegar a 700 bilhões de reais, em meio ao forte aumento das despesas com medidas relacionadas ao impacto econômico da pandemia do Covid-19. "No ano passado, todo o déficit do setor público brasileiro foi de 61 bilhões de reais.


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  • 56/56   Mansueto destaca possibilidade de déficit primário de R$700 bi em 2020
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