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Noticias Slideshows (23/05/2020 19 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

    Noticias Fotos Slideshows - Tendências - Clique na imagem para visualizar na realidade aumentada ou em 3D estéreo

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    Revista de Imprensa


    WE LOVE YOU HARRY   Diego Souza   Sancho   Dinastia   Favre   OUÇA SOZINHA   Goretzka   Perisic   Kajuru   Leverkusen   Sinal Fechado - Getúlio Abelha   SOPE   Hilary Duff   Kimmich   dynasty   Chocante   Gotze   dahoud   Roth   Allianz Arena   Samba Prime   Julian Brandt   bvoy   Desprezível   
  • 2/56   Apple incrementa app escolar com ferramentas para o ensino à distância

    Empresa tem o app chamado Schoolwork, com que professores podem apresentar aulas, gerenciar trabalhos e materiais em uma só plataforma. Companhia também pretende compartilhar Classroom, com que é possível controlar remotamente o que aparece no iPad do estudante

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  • 3/56   Teclado Swiftkey ganha novo nome e pacote de Emoji em atualização

    Teclado Swiftkey foi adquirido pela Microsoft em 2016. De lá para cá, o aplicativo se tornou um dos principais no seu segmento, concorrendo diretamente com o app equivalente do Google. Mudança de nome ocorre quatro depois da aquisição e chega com novidades

    Teclado Swiftkey foi adquirido pela Microsoft em 2016. De lá para cá, o aplicativo se tornou um dos principais no seu segmento, concorrendo diretamente com o app equivalente do Google. Mudança de nome ocorre quatro depois da aquisição e chega com novidades


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  • 4/56   Chrome: como agrupar abas em grupos personalizados

    Você utiliza muitas abas no Google Chrome e gostaria de utilizar o novo recurso que permite criar grupos para elas? Confira neste tutorial como atualizar o Chrome para poder criar grupos de abas no seu navegador

    Você utiliza muitas abas no Google Chrome e gostaria de utilizar o novo recurso que permite criar grupos para elas? Confira neste tutorial como atualizar o Chrome para poder criar grupos de abas no seu navegador


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  • 5/56   Como criar uma rotina no Google Assistente e tornar seu dia mais produtivo

    Gostaria de criar e personalizar rotinas para o Google Assistente? Confira neste tutorial como utilizar o assistente de voz diretamente no seu celular para acessar diversas tarefas utilizando apenas um ou poucos comandos de voz

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  • 6/56   Google Maps vai indicar se um local é acessível para cadeirantes

    Estabelecimentos e espaços que contarem com entradas, estacionamento, assentos e banheiros adaptados para cadeirantes receberão ícones e maiores informações no aplicativo do serviço. Usuários também poderão contribuir

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  • 7/56   Twitter libera nova visualização de RTs comentados para Android e web

    Novo formato já estava disponível no iOS deste último dia 12 de maio e agora chega a outras plataformas. Com ela, usuário consegue ver de modo mais claro os comentários deixados quando alguém compartilha uma publicação

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  • 8/56   Como apagar palavras do corretor automático do seu celular iOS ou Android

    Saiba como se livrar das palavras "intrusas" que seu corretor automático não para de recomendar e evite momentos constrangedores e outros incômodos. Você pode redefinir o dicionário do corretor automático rapidamente com alguns cliques

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  • 9/56   WhatsApp vai permitir adição de novos contatos via QR code

    As versões de desenvolvimento do WhatsApp para iOS e Android agora permitem adicionar contatos via código QR. A novidade está disponível na tela de configurações da versão Beta, onde também fica o leitor para os códigos criados pelo usuário

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  • 10/56   Google Meet: como compartilhar sua tela ou aba do Chrome

    O Google Meet permite compartilhar sua tela com os demais participantes durante videoconferências, o que é ideal para aulas ou reuniões de trabalho à distância. O procedimento é bem simples e pode ser feito no PC ou smartphone

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  • 11/56   Bill Gates e o coronavírus: 13 livros e séries que co-fundador da Microsoft recomenda para 'escapar' de realidade da pandemia

    Neste ano, bilionário co-fundador da Microsoft decidiu expandir sua já clássica lista de recomendações.

    Neste ano, bilionário co-fundador da Microsoft decidiu expandir sua já clássica lista de recomendações.


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  • 12/56   Meizu, OnePlus e Realme aderem à meio de transferência sem fio de Xiaomi e Oppo

    O sistema de transferência de arquivos criado pela Oppo, Vivo e Xiaomi conta agora com mais quatro marcas parceiras. BlackShark, Meizu, OnePlus e Realme se juntaram à aliança e devem incluir o recurso em suas personalizações Android

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  • 13/56   Sem cargo, Moro recua em ranking digital, Bolsonaro retoma topo, e Huck avança ao falar de pandemia

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Durou pouco a ascensão da popularidade digital de Sergio Moro puxada por sua saída do governo Jair Bolsonaro. O ex-ministro da Justiça, que chegou a ultrapassar o presidente no quesito, derreteu rapidamente e abriu caminho para o antigo chefe retomar a dianteira. Aferido pela consultoria de dados Quaest, o vaivém nas redes sociais mostra que o ex-juiz perdeu mais de 50% da influência alcançada em meio à demissão e às acusações contra Bolsonaro (sem partido), que continua como líder isolado desde o início do levantamento, em janeiro de 2019. O chamado IPD (Índice de Popularidade Digital), com pontuação que varia de 0 a 100, é medido pela empresa a partir de dados de Twitter, Facebook e Instagram, além de YouTube, Google e Wikipédia. Com as informações, a Quaest gera uma classificação diária. Como mostrou o jornal Folha de S.Paulo, Moro interrompeu uma tendência de baixa e disparou no ranking ao deixar o cargo, no dia 24 de abril. Bolsonaro, ao mesmo tempo, despencou. No dia 28, ainda sob o impacto de sua afirmação de que o presidente tentou interferir na Polícia Federal, o ex-ministro atingiu a nota 62,8, à frente dos 61,5 pontos do presidente. O cenário foi considerado significativo porque demonstrou um inédito enfraquecimento de Bolsonaro, que perdeu seguidores na época e se viu mais próximo de outros nomes do universo político cujo desempenho é analisado pelo IPD, como o ex-presidente Lula (PT) e o apresentador Luciano Huck (sem partido). Daí em diante, contudo, a trajetória se inverteu: Moro começou a perder relevância e Bolsonaro reconquistou espaço, abrindo larga vantagem. O cenário se manteve até a última terça-feira (19), segundo os dados mais recentes do IPD -nesse dia, o ex-juiz teve pontuação 26,8, e o presidente, 66,2. O ex-magistrado é cobiçado por pelo menos quatro partidos políticos e poderá concorrer ao Planalto em 2022, mas não indicou ainda se entrará na disputa. Seu descolamento de Bolsonaro provocou um racha na base de apoiadores que eles tinham em comum. O pico em abril chamou a atenção por dois fatores: o ex-juiz de Lava Jato tinha até então uma presença discreta em seus perfis no Twitter e no Instagram, que são mantidos sem gestão profissional, conforme a Quaest. Além disso, ele não possui conta em plataformas como YouTube e Facebook. O IPD é calculado com base em seis aspectos, entre eles: mobilização (total de compartilhamentos de conteúdos), interesse (buscas por informação no Google e na Wikipédia), presença digital (número de redes sociais ativas) e fama (público total nas redes). As outras duas dimensões avaliadas são: engajamento (volume de reações e comentários ponderado pelo número de postagens) e valência (proporção de reações positivas e negativas). O indicador compara o desempenho do que é produzido pelos políticos e as respostas ao conteúdo. Segundo os organizadores do ranking, Moro registrou declínio, principalmente, no tópico interesse. "Houve uma frustração dos seguidores quanto aos fatos e provas que eles esperavam que Moro trouxesse à tona, corroborando sua fala anterior contra Bolsonaro", diz Felipe Nunes, CEO da Quaest. O analista, que também é professor de ciência política da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que os posts do ex-ministro até trazem posicionamentos, "mas não entregam nada de novo, aí ele passa como se fosse irrelevante e tende a perder expressividade ao longo do tempo". E completa: "Moro saiu dos holofotes e terá dificuldade de se manter em evidência sem cargo, sem uma função pública". Bolsonaro, por outro lado, mantém um alcance incomparável com sua estratégia de polemizar e difundir fatos novos praticamente todos os dias, na visão de Nunes. "Esse protagonismo não é fruto apenas do fato de ele ser o principal ator político do nosso sistema, mas se deve à sua habilidade para engajar." A média do presidente no IPD é 77,7. Em uma análise mais ampla, contudo, ele tem enfrentado uma piora no critério valência. "O que ele produz tem tido ao longo do tempo cada vez mais reações negativas, acompanhando o que as pesquisas de opinião mostram sobre sua aprovação", observa o CEO. A liderança de Bolsonaro no monitoramento só foi ameaçada em momentos pontuais. Assim como aconteceu com Moro, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta chegou a se aproximar da pontuação do antigo chefe ao sair da cadeira e romper com o Planalto, mas acabou murchando. O mesmo ocorreu com os governadores de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). "Bolsonaro, mesmo em meio ao agravamento da crise do coronavírus, continua imbatível na esfera digital. A grande capacidade dele é a de se manter em alta", comenta Nunes. Outro que esteve perto de ameaçar o líder foi Huck, que desbancou Bolsonaro em dezembro, mas depois caiu. De um mês para cá, no entanto, o possível presidenciável ganhou fôlego. O movimento coincide com o aumento de suas postagens sobre temas do noticiário, como a pandemia e o adiamento do Enem. Huck, lembra o coordenador do índice, já possui fama na internet, com contas ativas e abastecidas várias vezes ao dia, mas passou a experimentar um aumento de mobilização e engajamento de sua base. No início da crise do coronavírus, ele falou pouco sobre a doença e colheu resultados irregulares no ranking. Na terça (19), o comunicador teve pontuação 47,9, o que o posicionou no segundo lugar, atrás do atual presidente da República, mas à frente de Lula, que alcançou 30 pontos. A performance de Huck costuma também registrar picos aos sábados, quando vai ao ar seu programa na TV Globo.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Durou pouco a ascensão da popularidade digital de Sergio Moro puxada por sua saída do governo Jair Bolsonaro. O ex-ministro da Justiça, que chegou a ultrapassar o presidente no quesito, derreteu rapidamente e abriu caminho para o antigo chefe retomar a dianteira. Aferido pela consultoria de dados Quaest, o vaivém nas redes sociais mostra que o ex-juiz perdeu mais de 50% da influência alcançada em meio à demissão e às acusações contra Bolsonaro (sem partido), que continua como líder isolado desde o início do levantamento, em janeiro de 2019. O chamado IPD (Índice de Popularidade Digital), com pontuação que varia de 0 a 100, é medido pela empresa a partir de dados de Twitter, Facebook e Instagram, além de YouTube, Google e Wikipédia. Com as informações, a Quaest gera uma classificação diária. Como mostrou o jornal Folha de S.Paulo, Moro interrompeu uma tendência de baixa e disparou no ranking ao deixar o cargo, no dia 24 de abril. Bolsonaro, ao mesmo tempo, despencou. No dia 28, ainda sob o impacto de sua afirmação de que o presidente tentou interferir na Polícia Federal, o ex-ministro atingiu a nota 62,8, à frente dos 61,5 pontos do presidente. O cenário foi considerado significativo porque demonstrou um inédito enfraquecimento de Bolsonaro, que perdeu seguidores na época e se viu mais próximo de outros nomes do universo político cujo desempenho é analisado pelo IPD, como o ex-presidente Lula (PT) e o apresentador Luciano Huck (sem partido). Daí em diante, contudo, a trajetória se inverteu: Moro começou a perder relevância e Bolsonaro reconquistou espaço, abrindo larga vantagem. O cenário se manteve até a última terça-feira (19), segundo os dados mais recentes do IPD -nesse dia, o ex-juiz teve pontuação 26,8, e o presidente, 66,2. O ex-magistrado é cobiçado por pelo menos quatro partidos políticos e poderá concorrer ao Planalto em 2022, mas não indicou ainda se entrará na disputa. Seu descolamento de Bolsonaro provocou um racha na base de apoiadores que eles tinham em comum. O pico em abril chamou a atenção por dois fatores: o ex-juiz de Lava Jato tinha até então uma presença discreta em seus perfis no Twitter e no Instagram, que são mantidos sem gestão profissional, conforme a Quaest. Além disso, ele não possui conta em plataformas como YouTube e Facebook. O IPD é calculado com base em seis aspectos, entre eles: mobilização (total de compartilhamentos de conteúdos), interesse (buscas por informação no Google e na Wikipédia), presença digital (número de redes sociais ativas) e fama (público total nas redes). As outras duas dimensões avaliadas são: engajamento (volume de reações e comentários ponderado pelo número de postagens) e valência (proporção de reações positivas e negativas). O indicador compara o desempenho do que é produzido pelos políticos e as respostas ao conteúdo. Segundo os organizadores do ranking, Moro registrou declínio, principalmente, no tópico interesse. "Houve uma frustração dos seguidores quanto aos fatos e provas que eles esperavam que Moro trouxesse à tona, corroborando sua fala anterior contra Bolsonaro", diz Felipe Nunes, CEO da Quaest. O analista, que também é professor de ciência política da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), afirma que os posts do ex-ministro até trazem posicionamentos, "mas não entregam nada de novo, aí ele passa como se fosse irrelevante e tende a perder expressividade ao longo do tempo". E completa: "Moro saiu dos holofotes e terá dificuldade de se manter em evidência sem cargo, sem uma função pública". Bolsonaro, por outro lado, mantém um alcance incomparável com sua estratégia de polemizar e difundir fatos novos praticamente todos os dias, na visão de Nunes. "Esse protagonismo não é fruto apenas do fato de ele ser o principal ator político do nosso sistema, mas se deve à sua habilidade para engajar." A média do presidente no IPD é 77,7. Em uma análise mais ampla, contudo, ele tem enfrentado uma piora no critério valência. "O que ele produz tem tido ao longo do tempo cada vez mais reações negativas, acompanhando o que as pesquisas de opinião mostram sobre sua aprovação", observa o CEO. A liderança de Bolsonaro no monitoramento só foi ameaçada em momentos pontuais. Assim como aconteceu com Moro, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta chegou a se aproximar da pontuação do antigo chefe ao sair da cadeira e romper com o Planalto, mas acabou murchando. O mesmo ocorreu com os governadores de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). "Bolsonaro, mesmo em meio ao agravamento da crise do coronavírus, continua imbatível na esfera digital. A grande capacidade dele é a de se manter em alta", comenta Nunes. Outro que esteve perto de ameaçar o líder foi Huck, que desbancou Bolsonaro em dezembro, mas depois caiu. De um mês para cá, no entanto, o possível presidenciável ganhou fôlego. O movimento coincide com o aumento de suas postagens sobre temas do noticiário, como a pandemia e o adiamento do Enem. Huck, lembra o coordenador do índice, já possui fama na internet, com contas ativas e abastecidas várias vezes ao dia, mas passou a experimentar um aumento de mobilização e engajamento de sua base. No início da crise do coronavírus, ele falou pouco sobre a doença e colheu resultados irregulares no ranking. Na terça (19), o comunicador teve pontuação 47,9, o que o posicionou no segundo lugar, atrás do atual presidente da República, mas à frente de Lula, que alcançou 30 pontos. A performance de Huck costuma também registrar picos aos sábados, quando vai ao ar seu programa na TV Globo.


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  • 14/56   Santander Coders: 2º etapa do programa traz 240 bolsas em desenvolvimento mobile

    As inscrições para o módulo acontecerão entre 25 de maio e 28 de junho. Serão 395 horas/aula, com 80 vagas para o desenvolvimento de aplicativos para iOS e outras 160 para a criação de apps para Android. Curso será 100% online

    As inscrições para o módulo acontecerão entre 25 de maio e 28 de junho. Serão 395 horas/aula, com 80 vagas para o desenvolvimento de aplicativos para iOS e outras 160 para a criação de apps para Android. Curso será 100% online


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  • 15/56   Google quer ajudar você a entender noites mal dormidas com o Bem-estar Digital

    Função embutida em todos os smartphones Android mais recentes vai monitorar se usuário passa muito tempo no celular durante as horas em que deveria estar dormindo; recurso vai exigir várias permissões para funcionar

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  • 16/56   Android 11 terá 3 ícones diferentes para diferenciar 5G; veja quais são

    Segundo o Google, a ideia dos ícones é ajudar os usuários a saberem diferenciar as diferentes freqeências do 5G, como sub-6GHz 5G, mmWave 5G e LTE Advanced Pro Networks. A tecnologia ainda não está disponível no Brasil

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  • 17/56   Photoshop Camera chega aos celulares no começo de junho, segundo App Store

    Adobe envia email para avisar sobre a disponibilização do pré-registro nas lojas oficiais dos sistemas operacionais; usuários de iPhone devem conseguir baixar o app a partir de 9 de junho, segundo previsão da App Store

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  • 18/56   Como transmitir jogos do seu celular Android na TV com o Chromecast

    Gostaria de jogar os jogos do seu celular Android diretamente na sua TV? Confira neste tutorial como transmitir diversos jogos do seu smartphone para uma TV utilizando o Chromecast, sem precisar baixar nenhum app para realizar esta ação

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  • 19/56   Como usar os papéis de parede do Bing no seu celular Android

    Você gostaria de utilizar os papéis de parede do Bing na tela inicial ou de bloqueio de seu celular Android? Confira neste tutorial como utilizar o app da Microsoft chamado Bing Wallpapers para trocar diariamente o papel de parede do seu celular

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  • 20/56   Falha no kernel permite que iOS 13.5 ganhe jailbreak “em breve”, afirmam hackers

    Nova vulnerabilidade descoberta a versão mais recente do sistema operacional móvel da Apple deve assegurar que o destravamento completo chegará antes do esperado pelos entusiastas de iPhones “liberados”; Data exata, porém, não foi informada

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  • 21/56   YouTube Music testa nova aba dedicada a recomendações de músicas e playlists

    Aplicativo de música do Google vem ganhando mais recursos e, aos poucos, se apresenta como um concorrente de peso a Spotify e Apple Music; novidade está sendo disponibilizada aos poucos para usuários de Android

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  • 22/56   Google Duo permite usar e-mail no lugar do número de telefone para contato

    A atualização 87 do Google Duo implementou uma alteração na lista de contatos do app de videoconferências. Agora, além da listagem por número de telefone, o app permite ser identificado pelo endereço de e-mail

    A atualização 87 do Google Duo implementou uma alteração na lista de contatos do app de videoconferências. Agora, além da listagem por número de telefone, o app permite ser identificado pelo endereço de e-mail


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  • 23/56   Como personalizar a tela de bloqueio do seu celular iPhone ou Android

    A tela de bloqueio de seu smartphone sempre pode ser personalizada, quer através de aplicativos próprios para a função ou nas configurações do aparelho. É possível alterar ícones de aplicativos, tipo de senha usada e papel de parede

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  • 24/56   WhatsApp prepara proteção de backups com senha no iPhone

    A nova versão de desenvolvimento do WhatsApp para iOS incluiu um recurso para proteger com senha as cópias de segurança de mensagens e arquivos do app enviadas ao iCloud. A novidade está em testes no Android, mas não tem previsão de disponibilidade

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  • 25/56   Malware para Android mira usuários do WhatsApp e Facebook Messenger

    Trojan foi batizado de WolfRAT e é capaz de roubar dados, ler mensagens de texto e ativar a câmera ou o microfone sem que o usuário perceba. O app Line também é um alvo, com ataques localizados na Tailândia

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  • 26/56   Pixel 4a é adiado de novo e só chega em julho, aponta novo rumor

    De acordo com Jon Prosser, que ficou conhecido por conseguir informações internas principalmente da Apple com bom grau de acerto, Google teria decidido adiar o lançamento do Pixel 4a uma segunda vez por "análise de mercado"

    De acordo com Jon Prosser, que ficou conhecido por conseguir informações internas principalmente da Apple com bom grau de acerto, Google teria decidido adiar o lançamento do Pixel 4a uma segunda vez por "análise de mercado"


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  • 27/56   Primeira morte por coronavírus em Gaza
    SCIENCE TOPIC NEWS

    As autoridades da Faixa de Gaza relataram, neste sábado (23), a primeira morte devido ao novo coronavírus neste enclave palestino superlotado e submetido a um bloqueio israelense, onde houve um aumento das infecções nos últimos dias.

    As autoridades da Faixa de Gaza relataram, neste sábado (23), a primeira morte devido ao novo coronavírus neste enclave palestino superlotado e submetido a um bloqueio israelense, onde houve um aumento das infecções nos últimos dias.


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  • 28/56   Milhares de espanhóis protestam contra o governo por gestão da pandemia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Milhares de pessoas protestaram, neste sábado (23), em carreatas nas grandes cidades da Espanha, convocadas pelo partido de extrema direita Vox, para denunciar a gestão da crise do coronavírus pelo governo de esquerda de Pedro Sánchez.

    Milhares de pessoas protestaram, neste sábado (23), em carreatas nas grandes cidades da Espanha, convocadas pelo partido de extrema direita Vox, para denunciar a gestão da crise do coronavírus pelo governo de esquerda de Pedro Sánchez.


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  • 29/56   Os indonésios, dispostos a tudo para viajar para o Eid, apesar do coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Apesar do fato de as viagens estarem proibidas para impedir a propagação do coronavírus, muitos indonésios decidiram recorrer a traficantes ou certificados falsos para se reunir com a família e celebrar o Eid al-Fitr, a festa que marca o fim do Ramadã, como todos os anos.

    Apesar do fato de as viagens estarem proibidas para impedir a propagação do coronavírus, muitos indonésios decidiram recorrer a traficantes ou certificados falsos para se reunir com a família e celebrar o Eid al-Fitr, a festa que marca o fim do Ramadã, como todos os anos.


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  • 30/56   Antiviral remdesivir eficaz contra o coronavírus, segundo estudo
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O remdesivir, medicamento antiviral, reduz o tempo de recuperação em pacientes com coronavírus, de acordo com os resultados de uma pesquisa publicada na sexta-feira à noite.

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  • 31/56   Santo Sepulcro de Jerusalém será reaberto no domingo
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Depois de dois meses fechada pela pandemia de coronavírus, a Basílica do Santo Sepulcro reabrirá suas portas no domingo (24), anunciaram neste sábado (23) as autoridades cristãos do local de culto em Jerusalém.

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  • 32/56   Boris Johnson é pressionado a demitir assessor que descumpriu o confinamento
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A pressão aumentou, neste sábado (23), para que o primeiro-ministro britânico Boris Johnson demita um de seus assessores, Dominic Cummings, suspeito de ter violado as regras de confinamento.

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  • 33/56   Estudantes da Califórnia distribuem alimentos para os vulneráveis da pandemia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Em poucas semanas, Mira Kwon estabeleceu uma rede de distribuição de alimentos em Los Angeles para os mais vulneráveis à pandemia, composta por estudantes do ensino médio como ela.

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  • 34/56   A dupla batalha do prefeito de São Paulo: contra o câncer e o coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, de 40 anos, enfrenta dois combates: contra um câncer e contra a pandemia do novo coronavírus, que castiga duramente a capital econômica do país.

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  • 35/56   Coronavírus varre a América Latina
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O coronavírus continua seu avanço inexorável na América Latina, que se tornou o novo "epicentro" da pandemia, principalmente no Brasil, o segundo país com mais casos no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

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  • 36/56   Brasil supera a Rússia como segundo país com mais casos de coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Brasil registrou nesta sexta-feira (22), pela terceira vez, mais de 1.000 mortes por coronavírus em um único dia, superando a Rússia como o segundo país do mundo com os casos mais confirmados, atrás somente dos Estados Unidos.

    O Brasil registrou nesta sexta-feira (22), pela terceira vez, mais de 1.000 mortes por coronavírus em um único dia, superando a Rússia como o segundo país do mundo com os casos mais confirmados, atrás somente dos Estados Unidos.


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  • 37/56   Polícia chinesa poderia participar de investigações em Hong Kong, segundo projeto de lei
    WORLD TOPIC NEWS

    As autoridades chinesas poderão juntar-se à polícia de Hong Kong para investigar suspeitos, no contexto da atividade opositora, em virtude de um controverso projeto de lei de segurança, disse neste sábado (23) uma conselheira do território autônomo.

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  • 38/56   EUA cogita realizar primeiro teste nuclear em quase 30 anos, segundo jornal
    WORLD TOPIC NEWS

    O governo Trump tem discutido sobre a possibilidade de realizar o primeiro teste nuclear desde 1992, como forma de advertência à Rússia e China, informou o Washington Post, o que poderia representar uma ruptura da política de defesa seguida até então pelo país.

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  • 39/56   Vídeo de reunião deve abrir novas frentes de investigação contra Bolsonaro e ministros
    WORLD TOPIC NEWS

    A divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril deve gerar novas frentes de investigação contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

    A divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril deve gerar novas frentes de investigação contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido)


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  • 40/56   Sobrevivente conta o horror do acidente aéreo no Paquistão
    WORLD TOPIC NEWS

    "Havia gritos por toda parte", conta Mohammad Zubair, um dos dois sobreviventes do acidente de um Airbus A320 na sexta-feira em uma área residencial em Karachi, a grande cidade do sul do Paquistão, no qual 97 pessoas morreram.

    "Havia gritos por toda parte", conta Mohammad Zubair, um dos dois sobreviventes do acidente de um Airbus A320 na sexta-feira em uma área residencial em Karachi, a grande cidade do sul do Paquistão, no qual 97 pessoas morreram.


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  • 41/56   Reabertura da economia pode não ser suficiente para retomada das vendas no varejo
    WORLD TOPIC NEWS

    Os números já mostram o agravamento da situação do setor do varejo ante a pandemia do coronavírus.

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  • 42/56   Vídeo de Bolsonaro acirra ânimos com STF e reforça versão de ingerência na PF
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Divulgado nesta sexta-feira (22), o vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril mostrou grande preocupação de Jair Bolsonaro em ser destituído, tendo o presidente da República revelado, ainda, contar com um sistema de informação particular, alheio aos órgãos oficiais, reforçando as indicações de interferência política na Polícia Federal. O encontro, recheado de palavrões, ameaças de prisão, morte, rupturas institucionais, xingamentos e ataques a governadores e integrantes do Supremo Tribunal Federal, foi tornado público em quase sua integralidade pelo ministro do STF Celso de Mello. A gravação na reunião foi entregue pelo governo ao STF no inquérito que apura as acusações do ex-ministro Sergio Moro (Justiça), que deixou o governo acusando o chefe de tentar interferir politicamente na Polícia Federal. No encontro, em que participaram Bolsonaro, ministros (incluindo Moro) e o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, entre outros, o presidente da República diz que tem um sistema "particular" de informação que funciona bem, diferentemente dos órgãos oficiais, reforça bastante os indicativos de interferência na Polícia Federal para proteger familiares e amigos e usa reiteradas vezes a palavra "bosta" e congêneres para se referir a políticos como os governadores João Doria (PSDB-SP) e Wilson Witzel (PSC-RJ) —foram ao menos 37 palavrões, 27 deles proferidos pelo presidente. Ações de combate à pandemia do coronavírus são tratadas de forma lateral no encontro. Bolsonaro também cobra de forma veemente lealdade de ministros, citando por diversas vezes as ameaças de que sofra impeachment, ameaça rupturas institucionais em relação a eventuais decisões de ministros do STF e defende que toda a população se arme para reagir a eventuais decisões de autoridades locais que ele considera serem ditatoriais. “Se reunindo de madrugada pra lá, pra cá. Sistemas de informações: o meu funciona. O meu, particular, funciona. Os ofi... que tem oficialmente, desinforma [sic]. Prefiro não ter informação do que ser desinformado por sistema de informações que eu tenho”, afirma Bolsonaro, não deixando claro qual sistema privado seria esse. Segundo interlocutores de Moro, a queixa de Bolsonaro era um ataque direto ao então titular da Justiça. O presidente teria requerido à equipe de Moro que levantasse dados de que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), havia se reunido com outras autoridades numa madrugada para tramar um processo de impeachment. O então ministro disse a ele que o encontro não existiu. Diante disso, o presidente se irritou e disse que sua rede de informações privada era mais eficiente. Na sequência da reunião, Bolsonaro se queixa, em tom irritado, da falta de dados dos órgãos de inteligência e de uma suposta perseguição a irmãos. Daí, faz uma declaração central para o inquérito que apura se ele tentou, de fato, interferir indevidamente na Polícia Federal, especialmente na superintendência da corporação no Rio. “Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro, oficialmente, e não consegui. E isso acabou. Eu não vou esperar foder a minha família toda, de sacanagem, ou amigos meus, porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence a estrutura nossa. Vai trocar! Se não puder trocar, troca o chefe dele! Não pode trocar o chefe dele? Troca o ministro! E ponto final! Não estamos aqui pra brincadeira”, bradou o presidente. Em depoimento, Moro afirmou que Bolsonaro se referia, naquele contexto, à mudança em alguns postos-chave da PF, ante sua preocupação com apurações em curso. O mandatário sustenta, contudo, que sua fala era a respeito da troca de equipes do Gabinete de Segurança Institucional, responsáveis por proteger seus familiares, versão que se enfraquece mais ainda com a divulgação do vídeo da reunião. Dois dias depois do encontro com os ministros no Palácio do Planalto, o então diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, foi demitido por Bolsonaro. O primeiro ato da nova gestão do órgão foi trocar o superintendente da corporação no Rio. Em outro trecho da reunião, Bolsonaro confirma o interesse em intervir na polícia, mas também em outros órgãos do Executivo. Ele cita “PF” (sigla de Polícia Federal) num contexto de insatisfação com a falta de informações de inteligência. E a relaciona entre os órgãos que seriam objeto de sua interferência. “A pessoa tem que entender. Se não quer entender, paciência, pô! E eu tenho o poder e vou interferir em todos os ministérios, sem exceção.” O conteúdo da reunião foi divulgado quase que na íntegra, apesar de a AGU (Advocacia-Geral da União) e a PGR (Procuradoria-Geral da República) terem pedido a supressão da maioria dos trechos. Celso de Mello só manteve sob sigilo trechos em que há referência a outros países. Em relação aos políticos, Bolsonaro abusa de palavrões. "Que os caras querem é a nossa hemorroida! É a nossa liberdade! Isso é uma verdade. O que esses caras fizeram com o vírus, esse bosta desse governador de São Paulo [Doria], esse estrume do Rio de Janeiro [Witzel], entre outros, é exatamente isso. Aproveitaram o vírus, tá um bosta de um prefeito lá de Manaus [Arthur Virgílio] agora, abrindo covas coletivas. Um bosta. Que quem não conhece a história dele, procura conhecer, que eu conheci dentro da Câmara, com ele do meu lado!", diz o mandatário. A gravação vem à tona um dia depois de Bolsonaro se reunir em uma amistosa videoconferência com os governadores. Citando supostas atitudes arbitrárias de governadores e prefeitos, Bolsonaro defende armar toda a população. "Eu quero, ministro da Justiça e ministro da Defesa, que o povo se arme! Que é a garantia que não vai ter um filho da puta aparecer pra impor uma ditadura aqui! Que é fácil impor uma ditadura! Facílimo!" O tom ofensivo da reunião é replicado por ministros e auxiliares. Abraham Weintraub (Educação), por exemplo, diz que, se dependesse dele, colocaria "esses vagabundos todos na cadeia", em referência aos ministros do STF. Damares Alves (Família e Direitos Humanos) fala que sua pasta irá processar e pedir a prisão de governadores e prefeitos, que, segundo ela, estariam adotando ações arbitrárias no combate ao coronavírus. Os arroubos não se limitaram aos ministros. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que se um policial prendesse sua filha por descumprimento das regras de distanciamento social, poderia “matar ou morrer”. “Que porra é essa? O cara vai pro camburão com a filha. Se fosse eu, ia pegar minhas quinze armas e... ia dar uma... eu ia se... eu ia morrer. Porque se a minha filha fosse pro camburão, eu ia matar ou morrer.” Já Ricardo Salles (Meio Ambiente) propõe que o governo aproveite a crise sanitária para aprovar reformas infralegais, incluindo alterações ambientais. “Precisa ter um esforço nosso aqui enquanto estamos nesse momento de tranquilidade no aspecto de cobertura de imprensa, porque só fala de Covid, e ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas.” As revelações desta sexta ficarão a cargo da análise do procurador-geral da República, Augusto Aras, indicado ao cargo por Bolsonaro e autor, até agora, de manifestações favoráveis a interesses do Palácio do Planalto. A decisão de Celso de Mello tem 55 páginas e é a mais extensa proferida pelo ministro no inquérito. Ele decidiu liberar a divulgação do vídeo afirmando, entre outros pontos, que não há “espaço possível reservado ao mistério na vigência da Constituição”. Em nota, a defesa de Sergio Moro disse que a decisão é "avanço democrático" e vai "possibilitar às autoridades e à sociedade civil constatar a veracidade das afirmações do ex-ministro". ENTENDA A INVESTIGAÇÃO QUE PODE AFASTAR JAIR BOLSONARO Qual a origem e o objetivo da apuração? O inquérito foi aberto horas depois de Sergio Moro pedir demissão do Ministério da Justiça com acusações de que o presidente Jair Bolsonaro teria tentado interferir na PF. O objetivo da apuração é verificar se as afirmações do ex-ministro são verdadeiras ou se ele mentiu sobre o comportamento do chefe do Executivo. Quais os possíveis crimes investigados? No pedido de abertura de inquérito, o procurador-geral da República, Augusto Aras, citou oito crimes que podem ter sido cometidos: falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, obstrução de Justiça, corrupção passiva privilegiada, prevaricação, denunciação caluniosa e crime contra a honra. Nada impede, no entanto, que a investigação encontre outros crimes. Moro também é investigado? Por quais supostos crimes? A PGR não afirma, no pedido para apurar o caso, os crimes que podem ser imputados a cada um. Interlocutores de Aras, porém, afirmam que os delitos possivelmente cometidos por Moro são denunciação caluniosa, crime contra a honra e prevaricação. O que Moro disse em depoimento à Polícia Federal? O ex-ministro reafirmou as acusações feitas ao pedir demissão do Executivo e detalhou sua relação com Bolsonaro. Sobre a intromissão no trabalho da Polícia Federal, Moro revelou que, por mensagem, o presidente cobrou a substituição na Superintendência da PF no Rio de Janeiro. O que Bolsonaro diz sobre essas acusações do ex-ministro? O presidente negou interferência na PF e que tenha pedido acesso a relatórios sigilosos. Também acusou o ex-ministro de vazar investigações que corriam sob sigilo a veículos de imprensa e ressaltou que a iniciativa pode se enquadrar na Lei de Segurança Nacional. Quais podem ser as consequências a Bolsonaro nessa investigação? O presidente pode ser denunciado pela PGR e, se a acusação for aceita por dois terços da Câmara dos Deputados e o STF decidir abrir ação penal , ele será afastado automaticamente do cargo por 180 dias, até uma solução sobre a condenação ou não do investigado. Caso o Legislativo barre o prosseguimento das investigações, o processo voltará a correr após ele deixar o mandato. Quem ainda será ouvido pela Polícia Federal nessa investigação? O suposto vazamento de uma investigação da PF ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente, virou alvo de apuração da corporação no inquérito. O caso foi revelado ao jornal Folha de S.Paulo pelo empresário Paulo Marinho, ouvido nesta semana.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Divulgado nesta sexta-feira (22), o vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril mostrou grande preocupação de Jair Bolsonaro em ser destituído, tendo o presidente da República revelado, ainda, contar com um sistema de informação particular, alheio aos órgãos oficiais, reforçando as indicações de interferência política na Polícia Federal. O encontro, recheado de palavrões, ameaças de prisão, morte, rupturas institucionais, xingamentos e ataques a governadores e integrantes do Supremo Tribunal Federal, foi tornado público em quase sua integralidade pelo ministro do STF Celso de Mello. A gravação na reunião foi entregue pelo governo ao STF no inquérito que apura as acusações do ex-ministro Sergio Moro (Justiça), que deixou o governo acusando o chefe de tentar interferir politicamente na Polícia Federal. No encontro, em que participaram Bolsonaro, ministros (incluindo Moro) e o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, entre outros, o presidente da República diz que tem um sistema "particular" de informação que funciona bem, diferentemente dos órgãos oficiais, reforça bastante os indicativos de interferência na Polícia Federal para proteger familiares e amigos e usa reiteradas vezes a palavra "bosta" e congêneres para se referir a políticos como os governadores João Doria (PSDB-SP) e Wilson Witzel (PSC-RJ) —foram ao menos 37 palavrões, 27 deles proferidos pelo presidente. Ações de combate à pandemia do coronavírus são tratadas de forma lateral no encontro. Bolsonaro também cobra de forma veemente lealdade de ministros, citando por diversas vezes as ameaças de que sofra impeachment, ameaça rupturas institucionais em relação a eventuais decisões de ministros do STF e defende que toda a população se arme para reagir a eventuais decisões de autoridades locais que ele considera serem ditatoriais. “Se reunindo de madrugada pra lá, pra cá. Sistemas de informações: o meu funciona. O meu, particular, funciona. Os ofi... que tem oficialmente, desinforma [sic]. Prefiro não ter informação do que ser desinformado por sistema de informações que eu tenho”, afirma Bolsonaro, não deixando claro qual sistema privado seria esse. Segundo interlocutores de Moro, a queixa de Bolsonaro era um ataque direto ao então titular da Justiça. O presidente teria requerido à equipe de Moro que levantasse dados de que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), havia se reunido com outras autoridades numa madrugada para tramar um processo de impeachment. O então ministro disse a ele que o encontro não existiu. Diante disso, o presidente se irritou e disse que sua rede de informações privada era mais eficiente. Na sequência da reunião, Bolsonaro se queixa, em tom irritado, da falta de dados dos órgãos de inteligência e de uma suposta perseguição a irmãos. Daí, faz uma declaração central para o inquérito que apura se ele tentou, de fato, interferir indevidamente na Polícia Federal, especialmente na superintendência da corporação no Rio. “Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro, oficialmente, e não consegui. E isso acabou. Eu não vou esperar foder a minha família toda, de sacanagem, ou amigos meus, porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence a estrutura nossa. Vai trocar! Se não puder trocar, troca o chefe dele! Não pode trocar o chefe dele? Troca o ministro! E ponto final! Não estamos aqui pra brincadeira”, bradou o presidente. Em depoimento, Moro afirmou que Bolsonaro se referia, naquele contexto, à mudança em alguns postos-chave da PF, ante sua preocupação com apurações em curso. O mandatário sustenta, contudo, que sua fala era a respeito da troca de equipes do Gabinete de Segurança Institucional, responsáveis por proteger seus familiares, versão que se enfraquece mais ainda com a divulgação do vídeo da reunião. Dois dias depois do encontro com os ministros no Palácio do Planalto, o então diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, foi demitido por Bolsonaro. O primeiro ato da nova gestão do órgão foi trocar o superintendente da corporação no Rio. Em outro trecho da reunião, Bolsonaro confirma o interesse em intervir na polícia, mas também em outros órgãos do Executivo. Ele cita “PF” (sigla de Polícia Federal) num contexto de insatisfação com a falta de informações de inteligência. E a relaciona entre os órgãos que seriam objeto de sua interferência. “A pessoa tem que entender. Se não quer entender, paciência, pô! E eu tenho o poder e vou interferir em todos os ministérios, sem exceção.” O conteúdo da reunião foi divulgado quase que na íntegra, apesar de a AGU (Advocacia-Geral da União) e a PGR (Procuradoria-Geral da República) terem pedido a supressão da maioria dos trechos. Celso de Mello só manteve sob sigilo trechos em que há referência a outros países. Em relação aos políticos, Bolsonaro abusa de palavrões. "Que os caras querem é a nossa hemorroida! É a nossa liberdade! Isso é uma verdade. O que esses caras fizeram com o vírus, esse bosta desse governador de São Paulo [Doria], esse estrume do Rio de Janeiro [Witzel], entre outros, é exatamente isso. Aproveitaram o vírus, tá um bosta de um prefeito lá de Manaus [Arthur Virgílio] agora, abrindo covas coletivas. Um bosta. Que quem não conhece a história dele, procura conhecer, que eu conheci dentro da Câmara, com ele do meu lado!", diz o mandatário. A gravação vem à tona um dia depois de Bolsonaro se reunir em uma amistosa videoconferência com os governadores. Citando supostas atitudes arbitrárias de governadores e prefeitos, Bolsonaro defende armar toda a população. "Eu quero, ministro da Justiça e ministro da Defesa, que o povo se arme! Que é a garantia que não vai ter um filho da puta aparecer pra impor uma ditadura aqui! Que é fácil impor uma ditadura! Facílimo!" O tom ofensivo da reunião é replicado por ministros e auxiliares. Abraham Weintraub (Educação), por exemplo, diz que, se dependesse dele, colocaria "esses vagabundos todos na cadeia", em referência aos ministros do STF. Damares Alves (Família e Direitos Humanos) fala que sua pasta irá processar e pedir a prisão de governadores e prefeitos, que, segundo ela, estariam adotando ações arbitrárias no combate ao coronavírus. Os arroubos não se limitaram aos ministros. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que se um policial prendesse sua filha por descumprimento das regras de distanciamento social, poderia “matar ou morrer”. “Que porra é essa? O cara vai pro camburão com a filha. Se fosse eu, ia pegar minhas quinze armas e... ia dar uma... eu ia se... eu ia morrer. Porque se a minha filha fosse pro camburão, eu ia matar ou morrer.” Já Ricardo Salles (Meio Ambiente) propõe que o governo aproveite a crise sanitária para aprovar reformas infralegais, incluindo alterações ambientais. “Precisa ter um esforço nosso aqui enquanto estamos nesse momento de tranquilidade no aspecto de cobertura de imprensa, porque só fala de Covid, e ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas.” As revelações desta sexta ficarão a cargo da análise do procurador-geral da República, Augusto Aras, indicado ao cargo por Bolsonaro e autor, até agora, de manifestações favoráveis a interesses do Palácio do Planalto. A decisão de Celso de Mello tem 55 páginas e é a mais extensa proferida pelo ministro no inquérito. Ele decidiu liberar a divulgação do vídeo afirmando, entre outros pontos, que não há “espaço possível reservado ao mistério na vigência da Constituição”. Em nota, a defesa de Sergio Moro disse que a decisão é "avanço democrático" e vai "possibilitar às autoridades e à sociedade civil constatar a veracidade das afirmações do ex-ministro". ENTENDA A INVESTIGAÇÃO QUE PODE AFASTAR JAIR BOLSONARO Qual a origem e o objetivo da apuração? O inquérito foi aberto horas depois de Sergio Moro pedir demissão do Ministério da Justiça com acusações de que o presidente Jair Bolsonaro teria tentado interferir na PF. O objetivo da apuração é verificar se as afirmações do ex-ministro são verdadeiras ou se ele mentiu sobre o comportamento do chefe do Executivo. Quais os possíveis crimes investigados? No pedido de abertura de inquérito, o procurador-geral da República, Augusto Aras, citou oito crimes que podem ter sido cometidos: falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, obstrução de Justiça, corrupção passiva privilegiada, prevaricação, denunciação caluniosa e crime contra a honra. Nada impede, no entanto, que a investigação encontre outros crimes. Moro também é investigado? Por quais supostos crimes? A PGR não afirma, no pedido para apurar o caso, os crimes que podem ser imputados a cada um. Interlocutores de Aras, porém, afirmam que os delitos possivelmente cometidos por Moro são denunciação caluniosa, crime contra a honra e prevaricação. O que Moro disse em depoimento à Polícia Federal? O ex-ministro reafirmou as acusações feitas ao pedir demissão do Executivo e detalhou sua relação com Bolsonaro. Sobre a intromissão no trabalho da Polícia Federal, Moro revelou que, por mensagem, o presidente cobrou a substituição na Superintendência da PF no Rio de Janeiro. O que Bolsonaro diz sobre essas acusações do ex-ministro? O presidente negou interferência na PF e que tenha pedido acesso a relatórios sigilosos. Também acusou o ex-ministro de vazar investigações que corriam sob sigilo a veículos de imprensa e ressaltou que a iniciativa pode se enquadrar na Lei de Segurança Nacional. Quais podem ser as consequências a Bolsonaro nessa investigação? O presidente pode ser denunciado pela PGR e, se a acusação for aceita por dois terços da Câmara dos Deputados e o STF decidir abrir ação penal , ele será afastado automaticamente do cargo por 180 dias, até uma solução sobre a condenação ou não do investigado. Caso o Legislativo barre o prosseguimento das investigações, o processo voltará a correr após ele deixar o mandato. Quem ainda será ouvido pela Polícia Federal nessa investigação? O suposto vazamento de uma investigação da PF ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente, virou alvo de apuração da corporação no inquérito. O caso foi revelado ao jornal Folha de S.Paulo pelo empresário Paulo Marinho, ouvido nesta semana.


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  • 43/56   Pandemia leva Hertz a pedir proteção contra falência nos EUA
    WORLD TOPIC NEWS

    A Hertz disse sofrer com as ordens do governo dos EUA que restringem as viagens e exige que os cidadãos permaneçam em casa

    A Hertz disse sofrer com as ordens do governo dos EUA que restringem as viagens e exige que os cidadãos permaneçam em casa


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  • 44/56   'Cultura apocalíptica da América Latina atrapalha na pandemia', diz historiador
    WORLD TOPIC NEWS

    BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - Países com governos neoliberais, como Chile, Peru e Colômbia, terão mais facilidade para entrar na nova normalidade depois da pandemia do novo coronavírus do que os comandados por populistas, como México, Argentina e Brasil, segundo o historiador italiano Loris Zanatta, 58. Um dos mais importantes especialistas em América Latina, que se transformou no novo epicentro da crise sanitária, segundo a Organização Mundial da Saúde, Zanatta é autor de obras sobre populismo e religião como "La Internacional Justicialista" e "Del Estado Liberal a la Nación Católica" (ambos sem edição no Brasil). Em entrevista por telefone, o professor da Universidade de Bolonha diz que a tradição católica de países como Itália, Espanha e os da América Latina pode ser um entrave no enfrentamento da crise sanitária. Em que a reação da Europa ao coronavírus se parece com a da América Latina? LZ - Na Itália, as coisas foram parecidas ao que está acontecendo na América Latina. Como aqui aconteceu antes, agora estamos vendo as consequências desastrosas que foi ter fechado tudo. Estamos reabrindo, e os negócios mais fracos desapareceram. Também caiu a arrecadação do Estado e há greves. Por isso, creio que quem diz que vai cuidar da saúde e não se importa com a economia, para mim não é nem de direita nem de esquerda, é apenas tonto. A semelhança tem a ver com tradição cultural? LZ - Sim. Em países como Itália e Espanha, que têm uma cultura política tão parecida a dos latino-americanos, o debate se deu em termos moralistas, como está ocorrendo na América Latina. Em nossas culturas de origem católica, há uma tradição de pensar que o dinheiro é algo sujo, que não se deve falar de economia, pois primeiro vêm a vida e a saúde. É uma retórica hipócrita, ainda mais na América Latina, onde muita gente vive de estar na rua ou não tem casa para fazer a quarentena. O senhor acha que a religião está por trás das reações ao vírus, de forma geral? LZ - Sim, sempre está. É um dos elementos, ainda que não explique tudo. Os países do norte da Europa são mais pragmáticos do que a Itália e a Espanha, e muito por conta de sua origem religiosa. Desde o princípio, eles tentaram equilibrar os dois elementos. Enquanto na Itália fechamos tudo, na Alemanha os setores fundamentais da economia ficaram abertos, como a indústria do aço e a automobilística. Os países que não fecharam toda a economia fizeram mais testes e atuaram mais na prevenção. Agora estão com problemas menores do que nós, tanto no balanço de mortos quanto na recuperação da economia. É neste ponto que a cultura política e as raízes religiosas fazem uma diferença, porque é um momento em que a escala de valores de uma sociedade mostra-se fundamental. Como está vendo a América Latina diante da pandemia? LZ - Assim como a Europa latina, a América Latina, com sua raiz católica, vê o trabalho e a economia como algo moralmente infectado e sujo. Essa cultura é um obstáculo que nos impede de ser pragmáticos. Não podemos enfrentar uma epidemia no ano de 2020 como fazíamos nas pestes da Idade Média, fechando tudo e gritando: "Salve-se quem puder". Somos sociedades mais complexas e deveríamos ter instrumentos mais flexíveis. A cultura latina é muito apocalíptica. Se você questionar um pouco mais as argumentações de alguém como [o presidente argentino] Alberto Fernández, o sentido do que está dizendo é que "somos os culpados" e que "Deus nos está castigando". O que ele está dizendo é que temos de expiar nossos pecados e, se conseguirmos, amanhã talvez sejamos melhores. Assim é fácil encantar seus seguidores com o discurso da quarentena, porque parece que a doença é um castigo justo e devemos oferecer nossa cota de sacrifício. Há sempre a ideia de culpa por trás. LZ - Sim, sempre a culpa a amarrar nossa cultura. E a ideia de uma redenção pela via do sofrimento. A narrativa com que os latinos se identificam tanto é a que devemos expiar nossa culpa, para que amanhã tenhamos um mundo melhor e mais solidário que superaria o capitalismo. Mas isso é errado, sabemos que não vai ser assim. O mundo pós-pandemia será um drama, será mais pobre e dificilmente menos egoísta. O senhor acha que a pandemia pode impactar na democracia na América Latina? LZ - Vai depender da institucionalidade e do poder da economia de cada país. Cada sistema institucional se baseia em um equilíbrio entre Estado e sociedade. Os países que têm uma história mais equilibrada dessa relação sofrem menos risco de que o autoritarismo surja na figura de uma pessoa que aproveite para monopolizar o poder. Não vejo um perigo para a democracia, por exemplo, no Chile. Quando terminar a pandemia, voltarão as manifestações, haverá o plebiscito pela Constituição, os atores políticos estarão lá, nada vai desaparecer. Porque o Chile é um país onde a sociedade é ativa e, portanto, o governo fica limitado. O mesmo ocorre, em menor medida, no Uruguai, no Peru e na Colômbia. E onde isso não acontece? LZ - Onde já não acontecia, o vírus não cria nada novo. Países como México, El Salvador, Bolívia e mesmo a Argentina correm o risco de um recrudescimento do autoritarismo. São países em que o equilíbrio entre Estado e sociedade sempre foi ruim. Ali, o poder esteve sob forças como o caudilhismo do PRI [Partido Revolucionário Institucional, que governou o México por 70 anos], o peronismo, a longa gestão de Evo Morales [na Bolívia]. Esses projetos tinham a ambição de ocupar todo o Estado. Nesses países, sim, há um risco contra a democracia. Vejo um risco grande no México, pois [o presidente Andrés Manuel] López Obrador é o tipo de líder que aposta numa base plebiscitária, uma relação direta com o "povo", menosprezando as instituições. Nesses países, há também a possibilidade de levantamento da sociedade. Porque o Estado tem grande papel, e ao mesmo tempo é ineficiente, incapaz de solucionar crises. Aí podem surgir greves, tensões, e mesmo violência social. As críticas ao modelo neoliberal, por trás dos protestos de 2019, teriam de ser revistas? LZ - Sim, diria que é preciso ter cuidado com esse ataque ao neoliberalismo. Porque, mesmo com a expansão da pandemia, nota-se que países como Chile, Peru e Uruguai terão mais facilidade em transitar para a nova normalidade porque têm as instituições mais sólidas e uma economia mais em ordem. Diferentemente do México, do Brasil e da Argentina, com governos mais populistas, e cuja inserção na nova economia global será mais difícil. A pandemia tem sido um termômetro que nos mostra que aqueles que tinham construído uma casa mais ou menos sólida, em termos de institucionalidade e de equilíbrios econômicos, têm mais chance de sair dessa crise melhor. Nesse contexto, como vê o Brasil? LZ - O Brasil tem um presidente perigoso, e isso é inquietante para a região. Mas o sistema institucional do Brasil sempre teve um equilíbrio. É um país em que o poder moderador ainda existe. Creio que [o presidente Jair] Bolsonaro, se continuar assim, vai ter um fim parecido ao [dos ex-presidente Fernando] Collor ou Jânio Quadros. Elementos muito estranhos, muito loucos, sempre acabam sendo expulsos do sistema institucional do Brasil. E a Argentina, que está indo relativamente bem no combate ao vírus, mas está perto de uma nova moratória? LZ - Não entendo como a Argentina crê que alguém vai querer lhe emprestar dinheiro novamente, porque fazer isso será jogar dinheiro no lixo. Peru e Colômbia têm uma dívida pública que não passa de 20% do PIB [Produto Interno Bruto], portanto com margem para manobrar no período pós-pandemia. Haverá drama em todos esses países, o Peru tem muitos problemas, de corrupção e de desigualdade. Mas sua economia se abriu, se fortaleceu. Isso contará muito. Como é possível que o governo da Argentina esteja falando de protecionismo, acreditando que a globalização vai terminar? É uma loucura. A globalização diminuiu hoje, por conta do coronavírus. Mas se há algo certo com relação ao futuro é que o mundo vai ser mais globalizado ainda. Os países que pensarem em sair disso, como a Argentina, vão perder. LORIS ZANATTA, 58 Historiador italiano, é professor da Universidade de Bolonha e autor de "La Internacional Justicialista" e "Del Estado Liberal a la Nación Católica", entre outros livros.

    BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - Países com governos neoliberais, como Chile, Peru e Colômbia, terão mais facilidade para entrar na nova normalidade depois da pandemia do novo coronavírus do que os comandados por populistas, como México, Argentina e Brasil, segundo o historiador italiano Loris Zanatta, 58. Um dos mais importantes especialistas em América Latina, que se transformou no novo epicentro da crise sanitária, segundo a Organização Mundial da Saúde, Zanatta é autor de obras sobre populismo e religião como "La Internacional Justicialista" e "Del Estado Liberal a la Nación Católica" (ambos sem edição no Brasil). Em entrevista por telefone, o professor da Universidade de Bolonha diz que a tradição católica de países como Itália, Espanha e os da América Latina pode ser um entrave no enfrentamento da crise sanitária. Em que a reação da Europa ao coronavírus se parece com a da América Latina? LZ - Na Itália, as coisas foram parecidas ao que está acontecendo na América Latina. Como aqui aconteceu antes, agora estamos vendo as consequências desastrosas que foi ter fechado tudo. Estamos reabrindo, e os negócios mais fracos desapareceram. Também caiu a arrecadação do Estado e há greves. Por isso, creio que quem diz que vai cuidar da saúde e não se importa com a economia, para mim não é nem de direita nem de esquerda, é apenas tonto. A semelhança tem a ver com tradição cultural? LZ - Sim. Em países como Itália e Espanha, que têm uma cultura política tão parecida a dos latino-americanos, o debate se deu em termos moralistas, como está ocorrendo na América Latina. Em nossas culturas de origem católica, há uma tradição de pensar que o dinheiro é algo sujo, que não se deve falar de economia, pois primeiro vêm a vida e a saúde. É uma retórica hipócrita, ainda mais na América Latina, onde muita gente vive de estar na rua ou não tem casa para fazer a quarentena. O senhor acha que a religião está por trás das reações ao vírus, de forma geral? LZ - Sim, sempre está. É um dos elementos, ainda que não explique tudo. Os países do norte da Europa são mais pragmáticos do que a Itália e a Espanha, e muito por conta de sua origem religiosa. Desde o princípio, eles tentaram equilibrar os dois elementos. Enquanto na Itália fechamos tudo, na Alemanha os setores fundamentais da economia ficaram abertos, como a indústria do aço e a automobilística. Os países que não fecharam toda a economia fizeram mais testes e atuaram mais na prevenção. Agora estão com problemas menores do que nós, tanto no balanço de mortos quanto na recuperação da economia. É neste ponto que a cultura política e as raízes religiosas fazem uma diferença, porque é um momento em que a escala de valores de uma sociedade mostra-se fundamental. Como está vendo a América Latina diante da pandemia? LZ - Assim como a Europa latina, a América Latina, com sua raiz católica, vê o trabalho e a economia como algo moralmente infectado e sujo. Essa cultura é um obstáculo que nos impede de ser pragmáticos. Não podemos enfrentar uma epidemia no ano de 2020 como fazíamos nas pestes da Idade Média, fechando tudo e gritando: "Salve-se quem puder". Somos sociedades mais complexas e deveríamos ter instrumentos mais flexíveis. A cultura latina é muito apocalíptica. Se você questionar um pouco mais as argumentações de alguém como [o presidente argentino] Alberto Fernández, o sentido do que está dizendo é que "somos os culpados" e que "Deus nos está castigando". O que ele está dizendo é que temos de expiar nossos pecados e, se conseguirmos, amanhã talvez sejamos melhores. Assim é fácil encantar seus seguidores com o discurso da quarentena, porque parece que a doença é um castigo justo e devemos oferecer nossa cota de sacrifício. Há sempre a ideia de culpa por trás. LZ - Sim, sempre a culpa a amarrar nossa cultura. E a ideia de uma redenção pela via do sofrimento. A narrativa com que os latinos se identificam tanto é a que devemos expiar nossa culpa, para que amanhã tenhamos um mundo melhor e mais solidário que superaria o capitalismo. Mas isso é errado, sabemos que não vai ser assim. O mundo pós-pandemia será um drama, será mais pobre e dificilmente menos egoísta. O senhor acha que a pandemia pode impactar na democracia na América Latina? LZ - Vai depender da institucionalidade e do poder da economia de cada país. Cada sistema institucional se baseia em um equilíbrio entre Estado e sociedade. Os países que têm uma história mais equilibrada dessa relação sofrem menos risco de que o autoritarismo surja na figura de uma pessoa que aproveite para monopolizar o poder. Não vejo um perigo para a democracia, por exemplo, no Chile. Quando terminar a pandemia, voltarão as manifestações, haverá o plebiscito pela Constituição, os atores políticos estarão lá, nada vai desaparecer. Porque o Chile é um país onde a sociedade é ativa e, portanto, o governo fica limitado. O mesmo ocorre, em menor medida, no Uruguai, no Peru e na Colômbia. E onde isso não acontece? LZ - Onde já não acontecia, o vírus não cria nada novo. Países como México, El Salvador, Bolívia e mesmo a Argentina correm o risco de um recrudescimento do autoritarismo. São países em que o equilíbrio entre Estado e sociedade sempre foi ruim. Ali, o poder esteve sob forças como o caudilhismo do PRI [Partido Revolucionário Institucional, que governou o México por 70 anos], o peronismo, a longa gestão de Evo Morales [na Bolívia]. Esses projetos tinham a ambição de ocupar todo o Estado. Nesses países, sim, há um risco contra a democracia. Vejo um risco grande no México, pois [o presidente Andrés Manuel] López Obrador é o tipo de líder que aposta numa base plebiscitária, uma relação direta com o "povo", menosprezando as instituições. Nesses países, há também a possibilidade de levantamento da sociedade. Porque o Estado tem grande papel, e ao mesmo tempo é ineficiente, incapaz de solucionar crises. Aí podem surgir greves, tensões, e mesmo violência social. As críticas ao modelo neoliberal, por trás dos protestos de 2019, teriam de ser revistas? LZ - Sim, diria que é preciso ter cuidado com esse ataque ao neoliberalismo. Porque, mesmo com a expansão da pandemia, nota-se que países como Chile, Peru e Uruguai terão mais facilidade em transitar para a nova normalidade porque têm as instituições mais sólidas e uma economia mais em ordem. Diferentemente do México, do Brasil e da Argentina, com governos mais populistas, e cuja inserção na nova economia global será mais difícil. A pandemia tem sido um termômetro que nos mostra que aqueles que tinham construído uma casa mais ou menos sólida, em termos de institucionalidade e de equilíbrios econômicos, têm mais chance de sair dessa crise melhor. Nesse contexto, como vê o Brasil? LZ - O Brasil tem um presidente perigoso, e isso é inquietante para a região. Mas o sistema institucional do Brasil sempre teve um equilíbrio. É um país em que o poder moderador ainda existe. Creio que [o presidente Jair] Bolsonaro, se continuar assim, vai ter um fim parecido ao [dos ex-presidente Fernando] Collor ou Jânio Quadros. Elementos muito estranhos, muito loucos, sempre acabam sendo expulsos do sistema institucional do Brasil. E a Argentina, que está indo relativamente bem no combate ao vírus, mas está perto de uma nova moratória? LZ - Não entendo como a Argentina crê que alguém vai querer lhe emprestar dinheiro novamente, porque fazer isso será jogar dinheiro no lixo. Peru e Colômbia têm uma dívida pública que não passa de 20% do PIB [Produto Interno Bruto], portanto com margem para manobrar no período pós-pandemia. Haverá drama em todos esses países, o Peru tem muitos problemas, de corrupção e de desigualdade. Mas sua economia se abriu, se fortaleceu. Isso contará muito. Como é possível que o governo da Argentina esteja falando de protecionismo, acreditando que a globalização vai terminar? É uma loucura. A globalização diminuiu hoje, por conta do coronavírus. Mas se há algo certo com relação ao futuro é que o mundo vai ser mais globalizado ainda. Os países que pensarem em sair disso, como a Argentina, vão perder. LORIS ZANATTA, 58 Historiador italiano, é professor da Universidade de Bolonha e autor de "La Internacional Justicialista" e "Del Estado Liberal a la Nación Católica", entre outros livros.


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  • 45/56   Entre disparada de casos na América Latina, Paraguai e Uruguai destoam
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Jair Bolsonaro classificou a Covid-19 de "gripezinha". Para o presidente chileno, Sebastián Piñera, ela é o "inimigo comum". Já o peruano Martín Vizcarra afirmou que "o importante é cuidar do ser humano", enquanto o mexicano Andrés Manuel López Obrador pediu, num primeiro momento, beijos e abraços contra o coronavírus. Apesar das diferentes opiniões de seus presidentes sobre a pandemia --e das estratégias adotadas--, os quatro países enfrentam agora uma disparada no número de casos confirmados da doença. A situação fez o diretor-executivo da OMS (Organização Mundial da Saúde), Michael Ryan, afirmar nesta sexta-feira (22) que a América Latina é o novo epicentro da pandemia no mundo. Mas o cenário não é igual em toda a região. Na quinta (21), Paraguai e Uruguai registraram apenas três novas infecções cada um, enquanto Brasil, Chile, Peru e México estão entre os dez países no mundo com mais casos novos diários. A diferença nos números na América Latina chama a atenção especialmente porque as estratégias adotadas por cada país têm variado muito --na Europa, as nações tomaram medidas semelhantes entre si. No Brasil, Bolsonaro minimiza os efeitos do vírus desde o início da pandemia e deixa para estados e municípios a tarefa de impor as medidas sanitárias e de isolamento. O presidente mexicano, López Obrador, também minimizou a gravidade da situação, mas o aumento de casos o obrigou a mudar de postura. Passou a dar mais espaço a seu secretário de Saúde (equivalente ao ministro), Hugo López-Gatell, que impôs ações de distanciamento social. O país também tem adotado medidas regionalizadas, mas, ao contrário do Brasil, elas são coordenadas pelo governo central, e não pelas autoridades locais. Ainda que sob uma nuvem de dúvidas sobre os dados oficiais, a gestão de López Obrador investe em campanhas de distanciamento social e tenta corrigir o rumo após uma largada tortuosa no combate à Covid-19. Já a Argentina --que, como Brasil e México, adota uma estrutura federalista-- decretou em 19 de março um "lockdown" em todo o país e conseguiu impedir uma explosão no número de casos. "Alguns países levaram mais a sério a resposta à pandemia. A Argentina tomou medidas para organizar uma ação nacional e enfatizar as medidas de isolamento", afirma o médico sanitarista Adriano Massuda, professor da FGV-SP. Após mais de 80 dias em casa, porém, os argentinos começam a dar mostras que estão cansados das regras de isolamento e pressionam o governo por uma reabertura mais ampla, segundo Sebastián Tobar, pesquisador de relações internacionais da Fiocruz. Desde terça (19) o país bate recordes de novos casos --foram 648 só na quinta. Para Tobar, as nações que têm conseguido conter a disseminação da Covid-19 possuem realidades muito particulares. "Paraguai e Uruguai são pequenos, com populações menores do que a de alguns estados brasileiros", afirma. Além disso, o Uruguai tem a maior quantidade de médicos em relação à população na América do Sul, segundo a OMS; o Paraguai foi o primeiro país da região a decretar o "lockdown" e a fechar suas fronteiras, em 10 de março. O Peru adotou a quarentena obrigatória cinco dias depois do Paraguai, mas não foi bem sucedido porque carrega problemas anteriores. "É um país que vem de uma crise política, econômica e social, com um corte nos investimentos. A infraestrutura de saúde é muito baixa, o país todo tem pouco mais de 800 leitos de UTI. A taxa de leitos em UTI por 100 mil habitantes é de 2,64", diz o pesquisador. Para efeito de comparação, o índice do Brasil no quesito, em dado de março, é 22, segundo a Associação de Medicina Intensiva Brasileira. A OMS recomenda que essa taxa esteja entre 10 e 30. O Chile não adotou um "lockdown" nacional, mas impôs a medida, em 26 de março, em alguns bairros de Santiago. Com um salto no número de casos, 50 dias depois ampliou a regra para toda a região metropolitana da capital. "As autoridades confiaram que a situação tinha melhorado e flexibilizaram a quarentena. Com isso, o número de casos aumentou, e o sistema de saúde está saturado", diz Tobar. Além disso, Piñera tem enfrentado protestos contra a falta de trabalho e de comida. Os atos chamam a atenção para a desigualdade na região, outro ponto que tem atrapalhado a resposta ao coronavírus, segundo Joan Costa-Font, professor do departamento de saúde pública da London School of Economics. "A pandemia tem afetado os mais pobres e as minorias étnicas de maneira mais intensa", diz. "Enquanto indivíduos ricos podem trabalhar de casa ou permanecer em casa, os mais pobres não podem. E há ainda a questão da informalidade, grande na região." Para Jarbas Barbosa, subdiretor da Organização Pan-Americana da Saúde, diversos aspectos sociais dificultam que toda a população latino-americana siga medidas de distanciamento social --o nível de isolamento na região tem ficado abaixo do europeu. "A desigualdade social, o peso da economia informal, a ausência de medidas efetivas de proteção social para aliviar o impacto econômico e social podem ter contribuído para a adesão menor", resume ele.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Jair Bolsonaro classificou a Covid-19 de "gripezinha". Para o presidente chileno, Sebastián Piñera, ela é o "inimigo comum". Já o peruano Martín Vizcarra afirmou que "o importante é cuidar do ser humano", enquanto o mexicano Andrés Manuel López Obrador pediu, num primeiro momento, beijos e abraços contra o coronavírus. Apesar das diferentes opiniões de seus presidentes sobre a pandemia --e das estratégias adotadas--, os quatro países enfrentam agora uma disparada no número de casos confirmados da doença. A situação fez o diretor-executivo da OMS (Organização Mundial da Saúde), Michael Ryan, afirmar nesta sexta-feira (22) que a América Latina é o novo epicentro da pandemia no mundo. Mas o cenário não é igual em toda a região. Na quinta (21), Paraguai e Uruguai registraram apenas três novas infecções cada um, enquanto Brasil, Chile, Peru e México estão entre os dez países no mundo com mais casos novos diários. A diferença nos números na América Latina chama a atenção especialmente porque as estratégias adotadas por cada país têm variado muito --na Europa, as nações tomaram medidas semelhantes entre si. No Brasil, Bolsonaro minimiza os efeitos do vírus desde o início da pandemia e deixa para estados e municípios a tarefa de impor as medidas sanitárias e de isolamento. O presidente mexicano, López Obrador, também minimizou a gravidade da situação, mas o aumento de casos o obrigou a mudar de postura. Passou a dar mais espaço a seu secretário de Saúde (equivalente ao ministro), Hugo López-Gatell, que impôs ações de distanciamento social. O país também tem adotado medidas regionalizadas, mas, ao contrário do Brasil, elas são coordenadas pelo governo central, e não pelas autoridades locais. Ainda que sob uma nuvem de dúvidas sobre os dados oficiais, a gestão de López Obrador investe em campanhas de distanciamento social e tenta corrigir o rumo após uma largada tortuosa no combate à Covid-19. Já a Argentina --que, como Brasil e México, adota uma estrutura federalista-- decretou em 19 de março um "lockdown" em todo o país e conseguiu impedir uma explosão no número de casos. "Alguns países levaram mais a sério a resposta à pandemia. A Argentina tomou medidas para organizar uma ação nacional e enfatizar as medidas de isolamento", afirma o médico sanitarista Adriano Massuda, professor da FGV-SP. Após mais de 80 dias em casa, porém, os argentinos começam a dar mostras que estão cansados das regras de isolamento e pressionam o governo por uma reabertura mais ampla, segundo Sebastián Tobar, pesquisador de relações internacionais da Fiocruz. Desde terça (19) o país bate recordes de novos casos --foram 648 só na quinta. Para Tobar, as nações que têm conseguido conter a disseminação da Covid-19 possuem realidades muito particulares. "Paraguai e Uruguai são pequenos, com populações menores do que a de alguns estados brasileiros", afirma. Além disso, o Uruguai tem a maior quantidade de médicos em relação à população na América do Sul, segundo a OMS; o Paraguai foi o primeiro país da região a decretar o "lockdown" e a fechar suas fronteiras, em 10 de março. O Peru adotou a quarentena obrigatória cinco dias depois do Paraguai, mas não foi bem sucedido porque carrega problemas anteriores. "É um país que vem de uma crise política, econômica e social, com um corte nos investimentos. A infraestrutura de saúde é muito baixa, o país todo tem pouco mais de 800 leitos de UTI. A taxa de leitos em UTI por 100 mil habitantes é de 2,64", diz o pesquisador. Para efeito de comparação, o índice do Brasil no quesito, em dado de março, é 22, segundo a Associação de Medicina Intensiva Brasileira. A OMS recomenda que essa taxa esteja entre 10 e 30. O Chile não adotou um "lockdown" nacional, mas impôs a medida, em 26 de março, em alguns bairros de Santiago. Com um salto no número de casos, 50 dias depois ampliou a regra para toda a região metropolitana da capital. "As autoridades confiaram que a situação tinha melhorado e flexibilizaram a quarentena. Com isso, o número de casos aumentou, e o sistema de saúde está saturado", diz Tobar. Além disso, Piñera tem enfrentado protestos contra a falta de trabalho e de comida. Os atos chamam a atenção para a desigualdade na região, outro ponto que tem atrapalhado a resposta ao coronavírus, segundo Joan Costa-Font, professor do departamento de saúde pública da London School of Economics. "A pandemia tem afetado os mais pobres e as minorias étnicas de maneira mais intensa", diz. "Enquanto indivíduos ricos podem trabalhar de casa ou permanecer em casa, os mais pobres não podem. E há ainda a questão da informalidade, grande na região." Para Jarbas Barbosa, subdiretor da Organização Pan-Americana da Saúde, diversos aspectos sociais dificultam que toda a população latino-americana siga medidas de distanciamento social --o nível de isolamento na região tem ficado abaixo do europeu. "A desigualdade social, o peso da economia informal, a ausência de medidas efetivas de proteção social para aliviar o impacto econômico e social podem ter contribuído para a adesão menor", resume ele.


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  • 46/56   Dois líderes regionais do Estado Islâmico assassinados na Síria (EUA)
    WORLD TOPIC NEWS

    As forças da coalizão lideradas pelos Estados Unidos e seus aliados curdos, chamadas Forças Democráticas da Síria (SDS), mataram nesta semana dois líderes regionais do grupo extremista Estado Islâmico (EI), durante um ataque no leste da Síria, anunciou nesta sexta-feira o Comando Central Americano.

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  • 47/56   Pequim diz que novas leis de Hong Kong não prejudicam investidor, pede que países parem de se intrometer
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A legislação de segurança, que pode fazer as agências de inteligência chinesas estabelecerem bases em Hong Kong, enviou calafrios às comunidades diplomáticas e de negócios, assustou os mercados financeiros e aumentou as tensões geopolíticas.Autoridades do governo dos EUA disseram que a legislação acabaria com a autonomia da cidade governada pela China e seria ruim para as economias de Hong Kong e da China.

    A legislação de segurança, que pode fazer as agências de inteligência chinesas estabelecerem bases em Hong Kong, enviou calafrios às comunidades diplomáticas e de negócios, assustou os mercados financeiros e aumentou as tensões geopolíticas.Autoridades do governo dos EUA disseram que a legislação acabaria com a autonomia da cidade governada pela China e seria ruim para as economias de Hong Kong e da China.


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  • 48/56   Queda de avião no Paquistão deixou 97 mortos e 2 sobreviventes
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A queda de um Airbus A320 nesta sexta-feira em uma área residencial de Karachi, no sul do Paquistão, deixou 97 mortos e apenas dois sobreviventes, de acordo com um novo balanço divulgado pelas autoridades.

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  • 49/56   Argentina entra em moratória
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A Argentina entrou em uma nova moratória nesta sexta-feira, a segunda neste século, ao deixar de pagar 500 milhões de dólares em juros sobre títulos de uma dívida que pretende renegociar antes de 2 de junho.

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  • 50/56   Bolsonaro confirma estender auxílio emergencial, mas com valor abaixo de R$ 600
    BUSINESS TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (22) que o governo vai estender o auxílio emergencial para informais, mas que o valor pago será abaixo de R$ 600. Em entrevista à rádio Jovem Pan, o presidente disse que haverá uma quarta parcela da ajuda e que talvez ocorra até mesmo um quinto pagamento. "Conversei com o Paulo Guedes [ministro da Economia] que vamos ter que dar uma amortecida nisso daí. Vai ter a quarta parcela, mas não de R$ 600. Eu não sei quanto vai ser, R$ 300, R$ 400; e talvez tenha a quinta [parcela]. Talvez seja R$ 200 ou R$ 300. Até para ver se a economia pega", disse. "Não podemos jogar para o espaço mais de R$ 110 bilhões, que foram gastos dessa forma. Isso vai impactar nossa dívida, no Tesouro", complementou. Em reunião com empresários na terça-feira (19), Guedes havia admitido a possibilidade de prorrogar o auxílio. Segundo Guedes, a extensão poderia ocorrer por um ou dois meses, mas com um corte para R$ 200. O auxílio foi criado para durar apenas três meses, com valores concedidos em abril, maio e junho. Com a prorrogação por dois meses, permaneceria até agosto. O discurso pela prorrogação representa uma mudança de posição da equipe econômica, antes contrária à extensão da medida. Mesmo assim, a redução do montante concedido é defendida como fundamental. Guedes defende a redução do valor por causa das limitações das contas públicas. O ministro propôs uma ajuda de R$ 200 no começo da pandemia, mas o governo aceitou elevar o montante para R$ 600 após pressões do Congresso.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (22) que o governo vai estender o auxílio emergencial para informais, mas que o valor pago será abaixo de R$ 600. Em entrevista à rádio Jovem Pan, o presidente disse que haverá uma quarta parcela da ajuda e que talvez ocorra até mesmo um quinto pagamento. "Conversei com o Paulo Guedes [ministro da Economia] que vamos ter que dar uma amortecida nisso daí. Vai ter a quarta parcela, mas não de R$ 600. Eu não sei quanto vai ser, R$ 300, R$ 400; e talvez tenha a quinta [parcela]. Talvez seja R$ 200 ou R$ 300. Até para ver se a economia pega", disse. "Não podemos jogar para o espaço mais de R$ 110 bilhões, que foram gastos dessa forma. Isso vai impactar nossa dívida, no Tesouro", complementou. Em reunião com empresários na terça-feira (19), Guedes havia admitido a possibilidade de prorrogar o auxílio. Segundo Guedes, a extensão poderia ocorrer por um ou dois meses, mas com um corte para R$ 200. O auxílio foi criado para durar apenas três meses, com valores concedidos em abril, maio e junho. Com a prorrogação por dois meses, permaneceria até agosto. O discurso pela prorrogação representa uma mudança de posição da equipe econômica, antes contrária à extensão da medida. Mesmo assim, a redução do montante concedido é defendida como fundamental. Guedes defende a redução do valor por causa das limitações das contas públicas. O ministro propôs uma ajuda de R$ 200 no começo da pandemia, mas o governo aceitou elevar o montante para R$ 600 após pressões do Congresso.


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  • 51/56   Bolsonaro diz que auxílio emergencial será estendido com valor menor
    BUSINESS TOPIC NEWS

    "Conversei com o Paulo Guedes que nós vamos ter que dar uma amortecida nisso aí. Vai ter a quarta parcela, mas não de 600 reais.

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  • 52/56   Mansueto vê risco "muito alto" em financiar dívida por emissão de moeda
    BUSINESS TOPIC NEWS

    BRASÍLIA (Reuters) - O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou nesta sexta-feira que o risco, na conjuntura doméstica, de financiar a dívida por emissão de moeda é "muito alto", ao comparar a situação fiscal do Brasil a de outras economias. "Essa possibilidade de financiar dívida, com emissão de moeda, ao meu ver, isso não funciona no caso brasileiro, e o risco é muito alto", afirmou a empresários em videoconferência promovida pelo LIDE Pernambuco.

    BRASÍLIA (Reuters) - O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou nesta sexta-feira que o risco, na conjuntura doméstica, de financiar a dívida por emissão de moeda é "muito alto", ao comparar a situação fiscal do Brasil a de outras economias. "Essa possibilidade de financiar dívida, com emissão de moeda, ao meu ver, isso não funciona no caso brasileiro, e o risco é muito alto", afirmou a empresários em videoconferência promovida pelo LIDE Pernambuco.


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  • 53/56   China "é aquele cara que você sabe que tem que aguentar", diz Guedes em reunião
    BUSINESS TOPIC NEWS

    "A China é aquele cara que você sabe que você tem que aguentar, porque para vocês terem uma ideia, pra cada um dólar que o Brasil exporta pros Estados Unidos, exporta três pra China", disse Guedes. "Você sabe que ele é diferente de você.

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  • 54/56   Mercado reage positivamente ao vídeo de reunião ministerial
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Os índices futuros da Bolsa brasileira e do dólar reagiram positivamente ao vídeo da reunião ministerial de 22 de abril

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  • 55/56   Argentina tem 9º default soberano em meio a intensificação de negociações sobre dívida
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Uma fonte próxima às negociações e familiarizada com o pensamento do governo disse à Reuters que os dois lados estavam fazendo progressos substanciais e que um acordo abrangente era possível em "questão de dias, não meses".A Argentina e seus credores, que negociaram propostas no último mês, indicaram que estavam ansiosos para evitar um default conturbado que poderia desencadear anos de litígio e bloquear o acesso ao mercado global de capitais ao país, importante produtor de grãos.

    Uma fonte próxima às negociações e familiarizada com o pensamento do governo disse à Reuters que os dois lados estavam fazendo progressos substanciais e que um acordo abrangente era possível em "questão de dias, não meses".A Argentina e seus credores, que negociaram propostas no último mês, indicaram que estavam ansiosos para evitar um default conturbado que poderia desencadear anos de litígio e bloquear o acesso ao mercado global de capitais ao país, importante produtor de grãos.


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  • 56/56   Dólar futuro abandona alta e vai às mínimas da sessão após liberação de vídeo
    BUSINESS TOPIC NEWS

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar futuro virou e passou a operar em queda ante o real nas negociações na B3 nesta sexta-feira, com operadores avaliando que os trechos divulgados do vídeo de reunião ministerial não satisfazem as expectativas mais receosas até então.Segundo o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, nesse vídeo o presidente Jair Bolsonaro teria tentado interferir no comando da Polícia Federal.

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar futuro virou e passou a operar em queda ante o real nas negociações na B3 nesta sexta-feira, com operadores avaliando que os trechos divulgados do vídeo de reunião ministerial não satisfazem as expectativas mais receosas até então.Segundo o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, nesse vídeo o presidente Jair Bolsonaro teria tentado interferir no comando da Polícia Federal.


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