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Noticias Slideshows (26/06/2020 19 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


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  • 2/56   Kinemaster: edite vídeos (quase) profissionais no Android

    O Kinemaster é um aplicativo de edição de vídeos que está disponível gratuitamente para smartphones Android. Ele contém diversas ferramentas para a edição que podem ser usadas para criar vídeos profissionais

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  • 3/56   Empresas precisam adotar postura proativa sobre segurança, afirma Microsoft

    Empresa indica regras de acesso, uso de autenticação em múltiplas etapas, treinamentos e simulações como parte do dia a dia dos profissionais de tecnologia, de forma a evitar vazamentos de informações e interrupções nos processos

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  • 4/56   YouTube prepara recurso de vídeos curtos para concorrer com o TikTok

    A ideia é possibilitar gravação de vídeos com até 15 segundos diretamente do celular. Novidade já está sendo testada por algumas pessoas em dispositivos Android e iOS, mas ainda não há previsão de lançamento

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  • 5/56   Mudança no app do Google vai facilitar buscas no modo anônimo

    O aplicativo de buscas do Google para celulares foi atualizado para permitir pesquisas anônimas sem sair do programa. Já disponível no iOS, o recurso é acessado com um toque demorado na imagem de perfil do usuário

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  • 6/56   Possível sucessor do popular Galaxy A51 é flagrado com chip Snapdragon 765G e 5G

    Galaxy A51 já tem uma variante 5G que é vendida nos Estados Unidos com chip Exynos 980 e até 8 GB de RAM. Novo modelo foi visto em plataforma de testes equipado com solução da Qualcomm, até 6 GB memória e Android 10. Seria um downgrade?

    Galaxy A51 já tem uma variante 5G que é vendida nos Estados Unidos com chip Exynos 980 e até 8 GB de RAM. Novo modelo foi visto em plataforma de testes equipado com solução da Qualcomm, até 6 GB memória e Android 10. Seria um downgrade?


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  • 7/56   Hackers estão usando o Google Analytics para roubar dados em e-commerces

    ID de rastreamento do serviço de métricas para sites é manipulada e inserida em lojas online invadidas junto com códigos maliciosos que capturam dados pessoais e bancários. Serviço legítimo é usado como forma de ocultar rastros

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  • 8/56   Como criar um banner personalizado para YouTube com as dimensões certas

    Criar um banner para o YouTube é muito fácil com a ajuda de aplicativos específicos, que estão disponíveis gratuitamente para Android e iOS. É possível salvar sua criação na galeria ou compartilhá-la nas redes sociais

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  • 9/56   Surge mais um indício de que Xbox Series X terá uma versão menos potente

    Usuário viu referências ao codinome Lockhart em patchs da atualização do kit de desenvolvimento do novo console. Termo é referente a um possível modelo mais básico do Xbox Series X ainda não revelado pela Microsoft

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  • 10/56   Google pode levar sistema de compartilhamento do Android para o Chrome OS

    Site descobre que empresa está trabalhando em uma ferramenta de compartilhamento para sistema de Chromebooks semelhante ao que já existe nas plataformas Android. Contudo, ferramenta ainda está em estágio inicial de desenvolvimento

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  • 11/56   iOS 14 vai avisar quando apps usarem câmera, microfone e área de transferência

    A atualização de 2020 do sistema operacional usado no iPhone trará mudanças importantes para a privacidade do usuário. O iOS 14 alertará quando aplicativos utilizarem a câmera, microfone ou área de transferência do celular, além de desativar o rastreamento por padrão

    A atualização de 2020 do sistema operacional usado no iPhone trará mudanças importantes para a privacidade do usuário. O iOS 14 alertará quando aplicativos utilizarem a câmera, microfone ou área de transferência do celular, além de desativar o rastreamento por padrão


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  • 12/56   Em meio a polêmicas, Senado adia votação de projeto de lei sobre fake news

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Senado adiou nesta quinta-feira (25) a apreciação do texto-base do projeto de lei das fake news. O anúncio foi feito pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), depois que um grupo de parlamentares pediu mais tempo para analisar o relatório elaborado pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA). Ao todo, 16 requerimentos foram protocolados pelos parlamentares pedindo o adiamento da votação. Com isso, marcou-se nova tentativa de votação para a terça-feira (30) da semana que vem. "Com a consciência do que é certo, quero recepcionar o apelo de todos os senadores. Saio convencido que estamos no caminho certo", disse Alcolumbre. A votação, que já não era consenso, acabou prejudicada pelo fato de o relator da matéria ter encaminhado seu parecer poucos minutos antes do começo da sessão. Devido ao tema suscitar discussões acaloradas, Alcolumbre permitiu que dez senadores pudessem se manifestar a favor, e outros 10 contrários à matéria. Foram mais de duas horas de debate virtual entre os parlamentares. O líder do Podemos, senador Álvaro Dias (PR) falou em nome dos que defenderam o adiamento. Na mesma linha de defesa estavam o líder da Rede, Randolfe Rodrigues (AP), o líder do PSL, Major Olímpio (SP) e o líder do governo na Casa, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). "Certamente não há nenhum senador que concorde com crime cibernético. Por isso temos de oferecer a melhor legislação possível. Por isso não me sinto à vontade de votar esse projeto hoje", disse Dias. Desde a última sexta-feira (19), o relator da proposta encaminhou aos senadores três pareceres sobre o projeto, todos com textos diferentes. A mais recente versão, entregue na tarde desta quinta, retirou um dos temas considerados mais polêmicos, que exigia documentos e número de celular para abertura de contas em redes sociais. Críticos argumentavam que a medida geraria exclusão digital, pois poderia impedir pessoas que não têm celular de terem contas em redes sociais, além de ser uma violação à privacidade. Pela proposta apresentada, a identificação dos usuários irá ocorrer sob responsabilidade das plataformas, apenas em casos suspeitos. "A ideia é deixarmos a identificação para as plataformas, para que elas façam a identificação das pessoas", disse o relator. De acordo com o texto, o acesso aos dados de identificação somente poderá ocorrer para fins de constituição de prova em investigação criminal e em instrução processual penal, mediante ordem judicial. A proposta determina que os serviços de mensagem ficam obrigadas a suspender as contas de usuários cujos números forem desabilitados pelas operadoras de telefonia. O projeto não se aplica aos casos em que os usuários tenham solicitado a vinculação da conta para novo número de telefone. O relatório também prevê a aplicação de multa para as plataformas de redes sociais, caso não cumpram as regras de identificação dos responsáveis pela disseminação de fake news. A punição, neste caso, pode chegar a até 10% do faturamento do grupo econômico no Brasil no seu último exercício. Poderá haver ainda suspensão das atividades. De acordo com o parecer, os valores das multas serão destinados ao Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). Para viabilizar a votação, Coronel retirou na última versão do seu relatório toda a parte que tratava de eleições. Com isso, ficou de fora a determinação para o pagamento de multa de até R$ 1 milhão a candidatos que se beneficiarem com propaganda com conteúdo manipulado para atacar os adversários durante as eleições. O relatório foi estruturado sobre o projeto de lei do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). A proposta, caso aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet. O relator também retirou do texto todas as previsões de criminalização, como os artigos que passavam a incluir o financiamento de redes de fake news nas leis de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Facebook, Google, Twitter e WhatsApp, em análise enviada a senadores, caracterizaram a legislação como "um projeto de coleta massiva de dados das pessoas resultando no aprofundamento da exclusão digital e pondo em risco a privacidade e segurança de milhares de cidadãos". O texto determina que as plataformas devam identificar todos os conteúdos impulsionados e publicitários cujo pagamento pela distribuição foi realizado ao provedor de redes sociais. Coronel manteve a exigência de guarda dos registros da cadeia de reencaminhamentos de mensagens no WhatsApp, para que se possa identificar a origem de conteúdos ilícitos. De acordo com o projeto, o armazenamento de registros se dará apenas das mensagens que tenham sido reencaminhadas mais de cinco vezes, o que configuraria viralização. Para entidades da sociedade civil, trata-se de uma ameaça à privacidade, pois será possível saber com quem todo mundo está falando em suas conversas privadas, o que poderá ser usado para perseguição política. O texto determina ainda a criação de uma instituição de autorregulação das plataformas, que seria responsável por elaborar regras e adotar medidas como rotular e colocar advertências em conteúdo caracterizado como desinformação (fake news). O projeto também determina que as contas de redes sociais de alguns funcionários públicos e ocupantes de cargos eletivos sejam consideradas de interesse público, e têm de respeitar os princípios da administração pública, além de listar regras de transparência para publicidade estatal, proibindo a veiculação em determinados sites que promovem a violência, por exemplo. A redação original do projeto foi apresentada em duas frentes: na Câmara, pelos deputados Tabata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES), e no Senado, pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). Os três parlamentares retiraram suas propostas originais e protocolaram novas versões.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Senado adiou nesta quinta-feira (25) a apreciação do texto-base do projeto de lei das fake news. O anúncio foi feito pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), depois que um grupo de parlamentares pediu mais tempo para analisar o relatório elaborado pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA). Ao todo, 16 requerimentos foram protocolados pelos parlamentares pedindo o adiamento da votação. Com isso, marcou-se nova tentativa de votação para a terça-feira (30) da semana que vem. "Com a consciência do que é certo, quero recepcionar o apelo de todos os senadores. Saio convencido que estamos no caminho certo", disse Alcolumbre. A votação, que já não era consenso, acabou prejudicada pelo fato de o relator da matéria ter encaminhado seu parecer poucos minutos antes do começo da sessão. Devido ao tema suscitar discussões acaloradas, Alcolumbre permitiu que dez senadores pudessem se manifestar a favor, e outros 10 contrários à matéria. Foram mais de duas horas de debate virtual entre os parlamentares. O líder do Podemos, senador Álvaro Dias (PR) falou em nome dos que defenderam o adiamento. Na mesma linha de defesa estavam o líder da Rede, Randolfe Rodrigues (AP), o líder do PSL, Major Olímpio (SP) e o líder do governo na Casa, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). "Certamente não há nenhum senador que concorde com crime cibernético. Por isso temos de oferecer a melhor legislação possível. Por isso não me sinto à vontade de votar esse projeto hoje", disse Dias. Desde a última sexta-feira (19), o relator da proposta encaminhou aos senadores três pareceres sobre o projeto, todos com textos diferentes. A mais recente versão, entregue na tarde desta quinta, retirou um dos temas considerados mais polêmicos, que exigia documentos e número de celular para abertura de contas em redes sociais. Críticos argumentavam que a medida geraria exclusão digital, pois poderia impedir pessoas que não têm celular de terem contas em redes sociais, além de ser uma violação à privacidade. Pela proposta apresentada, a identificação dos usuários irá ocorrer sob responsabilidade das plataformas, apenas em casos suspeitos. "A ideia é deixarmos a identificação para as plataformas, para que elas façam a identificação das pessoas", disse o relator. De acordo com o texto, o acesso aos dados de identificação somente poderá ocorrer para fins de constituição de prova em investigação criminal e em instrução processual penal, mediante ordem judicial. A proposta determina que os serviços de mensagem ficam obrigadas a suspender as contas de usuários cujos números forem desabilitados pelas operadoras de telefonia. O projeto não se aplica aos casos em que os usuários tenham solicitado a vinculação da conta para novo número de telefone. O relatório também prevê a aplicação de multa para as plataformas de redes sociais, caso não cumpram as regras de identificação dos responsáveis pela disseminação de fake news. A punição, neste caso, pode chegar a até 10% do faturamento do grupo econômico no Brasil no seu último exercício. Poderá haver ainda suspensão das atividades. De acordo com o parecer, os valores das multas serão destinados ao Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). Para viabilizar a votação, Coronel retirou na última versão do seu relatório toda a parte que tratava de eleições. Com isso, ficou de fora a determinação para o pagamento de multa de até R$ 1 milhão a candidatos que se beneficiarem com propaganda com conteúdo manipulado para atacar os adversários durante as eleições. O relatório foi estruturado sobre o projeto de lei do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). A proposta, caso aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet. O relator também retirou do texto todas as previsões de criminalização, como os artigos que passavam a incluir o financiamento de redes de fake news nas leis de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Facebook, Google, Twitter e WhatsApp, em análise enviada a senadores, caracterizaram a legislação como "um projeto de coleta massiva de dados das pessoas resultando no aprofundamento da exclusão digital e pondo em risco a privacidade e segurança de milhares de cidadãos". O texto determina que as plataformas devam identificar todos os conteúdos impulsionados e publicitários cujo pagamento pela distribuição foi realizado ao provedor de redes sociais. Coronel manteve a exigência de guarda dos registros da cadeia de reencaminhamentos de mensagens no WhatsApp, para que se possa identificar a origem de conteúdos ilícitos. De acordo com o projeto, o armazenamento de registros se dará apenas das mensagens que tenham sido reencaminhadas mais de cinco vezes, o que configuraria viralização. Para entidades da sociedade civil, trata-se de uma ameaça à privacidade, pois será possível saber com quem todo mundo está falando em suas conversas privadas, o que poderá ser usado para perseguição política. O texto determina ainda a criação de uma instituição de autorregulação das plataformas, que seria responsável por elaborar regras e adotar medidas como rotular e colocar advertências em conteúdo caracterizado como desinformação (fake news). O projeto também determina que as contas de redes sociais de alguns funcionários públicos e ocupantes de cargos eletivos sejam consideradas de interesse público, e têm de respeitar os princípios da administração pública, além de listar regras de transparência para publicidade estatal, proibindo a veiculação em determinados sites que promovem a violência, por exemplo. A redação original do projeto foi apresentada em duas frentes: na Câmara, pelos deputados Tabata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES), e no Senado, pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). Os três parlamentares retiraram suas propostas originais e protocolaram novas versões.


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  • 13/56   Galaxy Watch 3 tem visual de relógio clássico revelado novo vazamento

    Imagem foi publicada por Evan Blass e reforça todos os rumores mais recentes que saíram sobre o novo relógio da Samsung; dispositivo tem visual que deve atrair os fãs de relógios mais tradicionais, em vez de apostar em design moderno como o Apple Watch

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  • 14/56   iPhone 12 pode trazer carregamento mais rápido que antecessor, diz rumor

    Novos iPhones devem ser apresentados em setembro com diversas melhorias em relação à geração atual. Um novo vazamento indica que uma das novidades pode ser carregamento ligeiramente mais rápido que o iPhone 11 — mas não se empolgue muito

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  • 15/56   Wall St fecha em alta em sessão instável com força de bancos compensando receios sobre vírus

    Mas investidores permaneceram nervosos ao longo do dia, à medida que o número de novos casos de vírus em Estados norte-americanos aumentou, especialmente no oeste e no sul do país.Perto do fim da sessão, as ações patinaram depois que a Apple anunciou a fechamento de 14 lojas na Flórida novamente por causa do aumento dos casos de Covid-19, após outros novos fechamentos em Houston, Arizona, Carolina do Sul e Carolina do Norte.

    Mas investidores permaneceram nervosos ao longo do dia, à medida que o número de novos casos de vírus em Estados norte-americanos aumentou, especialmente no oeste e no sul do país.Perto do fim da sessão, as ações patinaram depois que a Apple anunciou a fechamento de 14 lojas na Flórida novamente por causa do aumento dos casos de Covid-19, após outros novos fechamentos em Houston, Arizona, Carolina do Sul e Carolina do Norte.


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  • 16/56   Google diz que pagará editores por publicar notícias

    A Google anunciou nesta quinta-feira (25) que está disposto a pagar empresas de notícias em três países, incluindo o Brasil, para ajudar um setor que atravessa dificuldades pela pressão de governos e grupos de mídia no mundo todo.

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  • 17/56   Google vai pagar editores por publicar notícias

    Google anunciou nesta quinta-feira que está disposto a pagar empresas de notícias em três países, incluindo o Brasil, para ajudar um setor que atravessa dificuldades pela pressão de governos e grupos de mídia no mundo todo.   of Google's headquarters in Mountain View, California

    Google anunciou nesta quinta-feira que está disposto a pagar empresas de notícias em três países, incluindo o Brasil, para ajudar um setor que atravessa dificuldades pela pressão de governos e grupos de mídia no mundo todo. of Google's headquarters in Mountain View, California


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  • 18/56   Apple compra startup de gerenciamento de dispositivos corporativos

    A novidade, anunciada pela própria startup, vai de encontro com a nova estratégia da maçã em focar no mundo B2B. Recentemente uma pesquisa descobriu que 55% das companhias mundiais utilizavam Macs em suas operações.

    A novidade, anunciada pela própria startup, vai de encontro com a nova estratégia da maçã em focar no mundo B2B. Recentemente uma pesquisa descobriu que 55% das companhias mundiais utilizavam Macs em suas operações.


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  • 19/56   Chanel fecha linhas de crédito de US$ 1,1 bi para navegar crise

    (Bloomberg) -- Manequins em salto alto, jaquetas xadrez e bolsas estão na vitrine da principal loja da Chanel em Nova York.O local na 57th Street estava aberto na quarta-feira somente com hora marcada, de acordo com a equipe de segurança, mas não era possível ver nenhum cliente. Assim como na indústria de luxo, a pandemia afetou os negócios da Chanel, que vende o perfume Nº 5, bolsas de US$ 8,9 mil e relógios J12 Phantom de US$ 4,8 mil.Para reforçar as finanças, o império da moda, controlado pela família francesa Wertheimer, conseguiu recentemente US$ 1,1 bilhão em linhas de crédito. O valor inclui US$ 843,7 milhões no mês passado do Citigroup e US$ 275 milhões do BNP Paribas em abril, segundo documentos regulatórios. A empresa com sede em Londres também levantou US$ 756 milhões em financiamento de emergência do programa de empréstimos do Reino Unido em abril.“O grupo sempre manteve um balanço saudável com fortes fluxos de caixa”, disse a Chanel em relatório anual de 2019 publicado nesta semana. “Para assegurar ainda mais essa posição, o grupo obteve financiamento adicional em 2020 para poder continuar investindo na visão de longo prazo da marca, enquanto navega por estes tempos sem precedentes.”Representantes da Chanel, BNP e Citigroup não comentaram.Impacto ‘significativo’As vendas de produtos sofisticados caíram neste ano, com muitas boutiques de moda fechadas e consumidores focados em itens essenciais. A Bain & Co. estima que as vendas de bens de luxo pessoais poderiam cair até 35% em relação ao recorde do ano passado, de US$ 315 bilhões. Estima-se que os irmãos Alain e Gerard Wertheimer - cuja família também possui participação na rede de cosméticos Ulta Beauty - possuem participações iguais do império Chanel.A Chanel tentou atrair clientes presos em casa para as plataformas online durante a crise, fazendo parcerias com músicos como a pop star belga Angele para selecionar playlists na Apple Music e se apresentar ao vivo na página da Chanel no Instagram. Em seu relatório anual, a Chanel disse que ainda não podia avaliar o impacto total da crise nas finanças deste ano, mas o descreveu como “significativo”.For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- Manequins em salto alto, jaquetas xadrez e bolsas estão na vitrine da principal loja da Chanel em Nova York.O local na 57th Street estava aberto na quarta-feira somente com hora marcada, de acordo com a equipe de segurança, mas não era possível ver nenhum cliente. Assim como na indústria de luxo, a pandemia afetou os negócios da Chanel, que vende o perfume Nº 5, bolsas de US$ 8,9 mil e relógios J12 Phantom de US$ 4,8 mil.Para reforçar as finanças, o império da moda, controlado pela família francesa Wertheimer, conseguiu recentemente US$ 1,1 bilhão em linhas de crédito. O valor inclui US$ 843,7 milhões no mês passado do Citigroup e US$ 275 milhões do BNP Paribas em abril, segundo documentos regulatórios. A empresa com sede em Londres também levantou US$ 756 milhões em financiamento de emergência do programa de empréstimos do Reino Unido em abril.“O grupo sempre manteve um balanço saudável com fortes fluxos de caixa”, disse a Chanel em relatório anual de 2019 publicado nesta semana. “Para assegurar ainda mais essa posição, o grupo obteve financiamento adicional em 2020 para poder continuar investindo na visão de longo prazo da marca, enquanto navega por estes tempos sem precedentes.”Representantes da Chanel, BNP e Citigroup não comentaram.Impacto ‘significativo’As vendas de produtos sofisticados caíram neste ano, com muitas boutiques de moda fechadas e consumidores focados em itens essenciais. A Bain & Co. estima que as vendas de bens de luxo pessoais poderiam cair até 35% em relação ao recorde do ano passado, de US$ 315 bilhões. Estima-se que os irmãos Alain e Gerard Wertheimer - cuja família também possui participação na rede de cosméticos Ulta Beauty - possuem participações iguais do império Chanel.A Chanel tentou atrair clientes presos em casa para as plataformas online durante a crise, fazendo parcerias com músicos como a pop star belga Angele para selecionar playlists na Apple Music e se apresentar ao vivo na página da Chanel no Instagram. Em seu relatório anual, a Chanel disse que ainda não podia avaliar o impacto total da crise nas finanças deste ano, mas o descreveu como “significativo”.For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.


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  • 20/56   Investidores quant alertam para uso de mesmos dados alternativos

    (Bloomberg) -- Quando a pandemia chegou, George Mussalli usou redes sociais e pesquisas no Google para descobrir quais empresas haviam sofrido um súbito colapso das vendas.Ao vasculhar os quadros de avisos em busca de pistas sobre o clima da equipe, o investidor quantitativo da PanAgora Asset Management buscou informações de alta frequência para navegar por suas estratégias durante a turbulência.“Reestruturamos áreas do nosso modelo para que tivéssemos mais dados em tempo real”, disse o chefe de pesquisa de renda variável.Mussalli não está sozinho. O boom de uma década em dados alternativos atinge o auge em Wall Street, com ações registrando oscilações de preço recordes no colapso econômico mais rápido da história moderna. Tudo seguido por uma forte recuperação do mercado.Mas como novatos estão investindo milhões em tudo o que veem pela frente, como estatísticas de congestionamento de tráfego, classificados de empregos e dados de cartão de crédito, a transição das planilhas para a negociação está repleta de obstáculos.Profissionais de investimentos quantitativos e discricionários alertam que os mercados na era da pandemia destacam duas grandes armadilhas: os sinais de investimento são difíceis de encontrar em meio à volatilidade e, quando os gestores de recursos conseguem achar o pote de ouro, os retornos em excesso podem desaparecer rapidamente.“Analisei provavelmente 700 ou 800 conjuntos de dados nos últimos 10 anos e cerca de 90 a 95% dos conjuntos de dados tendem a ter vieses evidentes básicos para eles”, disse Qaisar Hasan, gestor de fundos da Lombard Odier Investment Managers, em Nova York. Como muitos de seus colegas, Hasan tem usado estatísticas de mobilidade da Apple e do Google para ajudar a mapear a recuperação econômica à medida que as restrições para evitar a propagação do vírus diminuem. Mas ele faz um alerta para os que se aventuram muito no mundo dos dados. Um conjunto de dados de cartão de crédito pode ser desviado para um grupo demográfico que não está recebendo cheques de estímulo ou para uma região específica dos EUA que não representa tendências mais amplas, por exemplo.“O valor final de muitos conjuntos de dados pode ser mais marginal agora do que seria em outros momentos”, disse Chris Longworth, cientista sênior da GAM Systematic em Cambridge, Reino Unido.Por exemplo, ninguém precisa de uma imagem de satélite de tanques de petróleo para saber que há um excedente neste ano. E o próprio estudo de Longworth mostra que o crescente uso de imagens aéreas melhorou pouco as previsões dos analistas sobre os números de armazenamento. “Ter acesso a fontes de dados melhores é apenas parte do cenário”, disse. “Como você incorpora os dados em seus modelos e lida com a incerteza é igualmente importante.”For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- Quando a pandemia chegou, George Mussalli usou redes sociais e pesquisas no Google para descobrir quais empresas haviam sofrido um súbito colapso das vendas.Ao vasculhar os quadros de avisos em busca de pistas sobre o clima da equipe, o investidor quantitativo da PanAgora Asset Management buscou informações de alta frequência para navegar por suas estratégias durante a turbulência.“Reestruturamos áreas do nosso modelo para que tivéssemos mais dados em tempo real”, disse o chefe de pesquisa de renda variável.Mussalli não está sozinho. O boom de uma década em dados alternativos atinge o auge em Wall Street, com ações registrando oscilações de preço recordes no colapso econômico mais rápido da história moderna. Tudo seguido por uma forte recuperação do mercado.Mas como novatos estão investindo milhões em tudo o que veem pela frente, como estatísticas de congestionamento de tráfego, classificados de empregos e dados de cartão de crédito, a transição das planilhas para a negociação está repleta de obstáculos.Profissionais de investimentos quantitativos e discricionários alertam que os mercados na era da pandemia destacam duas grandes armadilhas: os sinais de investimento são difíceis de encontrar em meio à volatilidade e, quando os gestores de recursos conseguem achar o pote de ouro, os retornos em excesso podem desaparecer rapidamente.“Analisei provavelmente 700 ou 800 conjuntos de dados nos últimos 10 anos e cerca de 90 a 95% dos conjuntos de dados tendem a ter vieses evidentes básicos para eles”, disse Qaisar Hasan, gestor de fundos da Lombard Odier Investment Managers, em Nova York. Como muitos de seus colegas, Hasan tem usado estatísticas de mobilidade da Apple e do Google para ajudar a mapear a recuperação econômica à medida que as restrições para evitar a propagação do vírus diminuem. Mas ele faz um alerta para os que se aventuram muito no mundo dos dados. Um conjunto de dados de cartão de crédito pode ser desviado para um grupo demográfico que não está recebendo cheques de estímulo ou para uma região específica dos EUA que não representa tendências mais amplas, por exemplo.“O valor final de muitos conjuntos de dados pode ser mais marginal agora do que seria em outros momentos”, disse Chris Longworth, cientista sênior da GAM Systematic em Cambridge, Reino Unido.Por exemplo, ninguém precisa de uma imagem de satélite de tanques de petróleo para saber que há um excedente neste ano. E o próprio estudo de Longworth mostra que o crescente uso de imagens aéreas melhorou pouco as previsões dos analistas sobre os números de armazenamento. “Ter acesso a fontes de dados melhores é apenas parte do cenário”, disse. “Como você incorpora os dados em seus modelos e lida com a incerteza é igualmente importante.”For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.


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  • 21/56   Google vai começar a oferecer empréstimos na Índia

    Empresa anunciou nova parceria que permitirá a concessão de empréstimos a pequenos mercadores na Índia.

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  • 22/56   Teclado do Google remove atalho de busca na web para alguns usuários

    Aplicativo oficial do Google para celulares, o GBoard removeu para alguns usuários a opção de realizar buscas direto pelo app. A ferramenta servia para colar trechos de resultados na internet diretamente no campo de texto do celular

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  • 23/56   Microsoft Edge vai avisar quando uma senha sua vazar na web

    Recurso chamado de Password Monitor já está disponível nas versões prévias do navegador e deve chegar em breve à versão final; novidade é semelhante ao Firefox Monitor, da Mozilla, e ao detector de vazamentos do Safari recém-anunciado pela Apple

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  • 24/56   Processadores Intel Skylake foram o estopim para Apple encerrar parceria

    François Piednoël, conhecido como um dos principais engenheiros da Intel, disse que família Skylake era uma “anomalia de tão ruim” e que Apple encontrava tantos bugs quanto a Intel. A partir daí, a Maçã teria começado a pensar em processadores próprios

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  • 25/56   Google Fotos está repaginado e conta agora com mapa interativo de fotos e vídeos

    O Google Fotos foi atualizado. Confira as novidades no design do aplicativo e como ficou mais simples encontrar imagens no serviço. O Fotos agora conta com um mapa interativo de fotos e vídeos, descubra como utilizar.

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  • 26/56   Facebook, Google e Twitter dizem que projeto das fake news no Brasil agrava riscos à segurança e privacidade

    SÃO PAULO (Reuters) - As maiores empresas de mídia social do planeta afirmaram em nota conjunta que o projeto que cria a Lei das Fake News coloca em risco a privacidade e segurança dos usuários no país além de aprofundar a ?exclusão digita?l no Brasil.O parecer do senador Angelo Coronel (PSD-BA) foi protocolado no final da quarta-feira e a expectativa é que seja votado nesta quinta-feira no plenário do Senado.

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  • 27/56   Governador do Texas ordena fechamento de bares devido ao aumento de casos de coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O governador do Texas, Greg Abbott, ordenou nesta sexta-feira (26) o fechamento dos bares devido ao aumento dos casos de coronavírus neste estado do sul dos Estados Unidos.

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  • 28/56   Falta de contato físico devido ao vírus transtorna a vida dos cegos na África do Sul
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Desde que perdeu a visão, para Jetro Gonese seus dedos são seus olhos. "O tato nos permite identificar a maioria das coisas. A textura das superfícies, pele, mãos... É uma parte essencial de nossas vidas".

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  • 29/56   Pandemia 'varreu' avanços econômicos do Sudeste Asiático, diz premiê do Vietnã
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A pandemia "varreu" anos de crescimento econômico no Sudeste Asiático - lamentou o primeiro-ministro do Vietnã, Nguyen Xuan, nesta sexta-feira (26), ao participar da cúpula de líderes regionais, dedicada à crise da saúde, mas também às tensões no mar da China e a um gigantesco acordo comercial.

    A pandemia "varreu" anos de crescimento econômico no Sudeste Asiático - lamentou o primeiro-ministro do Vietnã, Nguyen Xuan, nesta sexta-feira (26), ao participar da cúpula de líderes regionais, dedicada à crise da saúde, mas também às tensões no mar da China e a um gigantesco acordo comercial.


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  • 30/56   Assessor médico da Casa Branca admite que 'algo não está funcionando' no combate ao coronavírus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O assessor médico da Casa Branca, o doutor Anthony Fauci, admitiu em uma entrevista divulgada nesta sexta-feira (26) pelo jornal The Washington Post que os Estados Unidos deveriam mudar sua estratégia de combate à pandemia de coronavírus, após um aumento dos casos no sul e oeste do país.

    O assessor médico da Casa Branca, o doutor Anthony Fauci, admitiu em uma entrevista divulgada nesta sexta-feira (26) pelo jornal The Washington Post que os Estados Unidos deveriam mudar sua estratégia de combate à pandemia de coronavírus, após um aumento dos casos no sul e oeste do país.


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  • 31/56   Falta de contato físico dificulta vida dos cegos na África do Sul
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O isolamento social causa uma dificuldade extra para os deficientes visuais na África do Sul. A falta de contato físico é um desafio para quem depende tanto do tato.

    O isolamento social causa uma dificuldade extra para os deficientes visuais na África do Sul. A falta de contato físico é um desafio para quem depende tanto do tato.


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  • 32/56   Izaías, o pastor que consola famílias de vítimas da COVID-19 em Manaus
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Izaías Nascimento leva uma vida dupla: de dia, realiza serviços funerários para famílias pobres que perderam seus entes queridos, muitos para o novo coronavírus, em Manaus, capital amazonense. À noite, o pastor evangélico oferece palavras de consolo nestes tempos de pandemia.

    Izaías Nascimento leva uma vida dupla: de dia, realiza serviços funerários para famílias pobres que perderam seus entes queridos, muitos para o novo coronavírus, em Manaus, capital amazonense. À noite, o pastor evangélico oferece palavras de consolo nestes tempos de pandemia.


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  • 33/56   Pequim suaviza confinamento em bairros com surto de COVID-19
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Pequim suspendeu, parcialmente, as rigorosas medidas de confinamento impostas a bairros inteiros para combater os surtos do novo coronavírus, depois de realizar três milhões de testes de diagnóstico em duas semanas - informaram fontes oficiais nesta sexta-feira (26).

    Pequim suspendeu, parcialmente, as rigorosas medidas de confinamento impostas a bairros inteiros para combater os surtos do novo coronavírus, depois de realizar três milhões de testes de diagnóstico em duas semanas - informaram fontes oficiais nesta sexta-feira (26).


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  • 34/56   Pandemia ‘varreu’ crescimento, diz premiê vietnamita
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O primeiro-ministro do Vietnã lamentou os impactos da pandemia no Sudeste Asiático. As declarações foram dadas em uma cúpula de líderes regionais dedicada à crise de saúde. 

'The outlook is dim. By the end of this year, our region's economy is expected to contract for the first time in 22 years.' says Lim Jock Hoi, the ASEAN Secretary General.

    O primeiro-ministro do Vietnã lamentou os impactos da pandemia no Sudeste Asiático. As declarações foram dadas em uma cúpula de líderes regionais dedicada à crise de saúde. 'The outlook is dim. By the end of this year, our region's economy is expected to contract for the first time in 22 years.' says Lim Jock Hoi, the ASEAN Secretary General.


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  • 35/56   OMS: mais de US$ 30 bilhões necessários para vacinas, testes e tratamentos para a COVID
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Mais de US$ 30 bilhões serão necessários para desenvolver testes, vacinas e tratamentos para a COVID-19, informou nesta sexta-feira (26) a Organização Mundial da Saúde, às vésperas de uma conferência de doadores.

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  • 36/56   Trump pede à Suprema Corte revogação do sistema de saúde 'Obamacare'
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A administração do presidente Donald Trump pediu à Suprema Corte na noite de quinta-feira (25) a revogação do chamado "Obamacare", um sistema que forneceu seguro de saúde para milhões de americanos.

    A administração do presidente Donald Trump pediu à Suprema Corte na noite de quinta-feira (25) a revogação do chamado "Obamacare", um sistema que forneceu seguro de saúde para milhões de americanos.


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  • 37/56   Irã enviará à França caixas-pretas do Boeing ucraniano abatido por engano
    WORLD TOPIC NEWS

    O Irã enviará para a França em julho as caixas-pretas do avião de passageiros ucraniano que Teerã derrubou por engano em janeiro, matando todas as 176 pessoas a bordo, anunciou na sexta-feira o Escritório Francês de Pesquisa e Análise para Segurança da Aviação Civil (BEA).

    O Irã enviará para a França em julho as caixas-pretas do avião de passageiros ucraniano que Teerã derrubou por engano em janeiro, matando todas as 176 pessoas a bordo, anunciou na sexta-feira o Escritório Francês de Pesquisa e Análise para Segurança da Aviação Civil (BEA).


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  • 38/56   Ataque deixa seis feridos na Escócia; suspeito foi morto
    WORLD TOPIC NEWS

    A polícia matou nesta sexta-feira o suspeito de cometer um ataque que deixou seis feridos em Glasgow, na Escócia. As motivações do crime ainda são desconhecidas.

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  • 39/56   Iraque prende combatentes pró-iranianos por ataques anti-EUA
    WORLD TOPIC NEWS

    O Iraque prendeu nesta sexta-feira perto de Bagdá combatentes de uma facção iraquiana pró-iraniana por dispararem foguetes contra interesses americanos, fato sem precedentes em um país sob a influência de dois inimigos declarados, o Irã e os Estados Unidos.

    O Iraque prendeu nesta sexta-feira perto de Bagdá combatentes de uma facção iraquiana pró-iraniana por dispararem foguetes contra interesses americanos, fato sem precedentes em um país sob a influência de dois inimigos declarados, o Irã e os Estados Unidos.


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  • 40/56   Para 64% dos brasileiros, Bolsonaro sabia sobre paradeiro de Queiroz, diz Datafolha
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sabia onde estava escondido Fabrício Queiroz, segundo a opinião de 64% dos brasileiros que tiveram conhecimento da prisão do ex-assessor do clã presidencial, detido em Atibaia na quinta retrasada (18). É o que mostra pesquisa do Datafolha --a margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou menos. Três quartos dos entrevistados pelo Datafolha afirmaram ter tido ciência do caso, 29% deles bem detalhadamente, 35% mais ou menos e 11%, mal. O grau de familiaridade com a história cresce ainda mais entre os mais ricos (96% entre quem ganha de 5 a 10 salários mínimos e 95% dos que têm renda maior que 10 mínimos) e instruídos (91% de quem fez curso superior). A crença dos entrevistados é aferida depois de o próprio presidente Jair Bolsonaro ter afirmado, em uma live transmitida no dia da prisão, que sabia sobre procedimentos contra um câncer que Queiroz fazia na região. Assim, só 21% acham que o presidente não sabia sobre o amigo, investigado no esquema das "rachadinhas" da Assembleia do Rio de Janeiro quando Flávio Bolsonaro era deputado estadual. O filho do presidente tinha Queiroz, próximo de Bolsonaro desde 1984, como assessor no seu gabinete. Queiroz contratou parentes de milicianos suspeitos da execução, no começo de 2018, da vereadora Marielle Franco (PSOL) e seu motorista. Já as "rachadinhas" eram desvios de salários de funcionários do gabinete, prática comum na Assembleia, segundo o Ministério Público. Entre os que aprovam o governo, 30% acreditam que Bolsonaro não sabia do esconderijo de Queiroz. Do total de entrevistados, 15% dizem não saber avaliar se o presidente sabia ou não. Por outro lado, 46% dos 2.016 brasileiros ouvidos pelo Datafolha em 23 e 24 de junho não acreditam que o presidente esteja envolvido no caso das "rachadinhas". Para 38%, Bolsonaro estava envolvido e 16% não opinaram. Aqui, a fé dos bolsonaristas na inocência do presidente é maior: 80% deles acham que ele não está envolvido. Os jovens são os mais céticos. Entre quem tem de 16 a 24 anos, 52% dos ouvidos acham que o presidente está envolvido no escândalo. O caso Queiroz é um dos maiores incômodos políticos para Bolsonaro. O ex-assessor foi preso numa casa de Frederick Wassef, advogado do presidente e do hoje senador Flávio --a quem deixou de defender logo na sequência. Desde que o caso emergiu com força, incomodando de sobremaneira a ala militar do governo, Bolsonaro baixou sua visibilidade pública e tem tomado medidas para tentar apaziguar sua relação com outros Poderes. Enviou emissários para falar com o ministro do Supremo Alexandre de Moraes, titular de inquéritos que atingem o bolsonarismo. Nesta quinta (25), nomeou um técnico, o professor Carlos Decotelli, para o Ministério da Educação. Ele ocupará o lugar de um dos bolsonaristas radicais da Esplanada dos Ministérios, Abraham Weintraub, que foi para os EUA em polêmica viagem ainda como ministro, apesar de já fora do cargo na prática. Os Bolsonaros sempre negaram saber de irregularidades atribuídas a Queiroz. PESQUISA POR TELEFONE A pesquisa telefônica, utilizada neste estudo, representa o total da população adulta do país. As entrevistas são realizadas por profissionais treinados para as abordagens telefônicas e as ligações feitas para aparelhos celulares, utilizados por cerca de 90% da população. O método telefônico exige questionários rápidos, sem utilização de estímulos visuais, como cartão com nomes de candidatos, por exemplo. Assim, mesmo com a distribuição da amostra seguindo cotas de sexo e idade dentro de cada macrorregião, e da posterior ponderação dos resultados segundo escolaridade, os dados devem ser analisados com alguma cautela por limitar o uso desses instrumentos. Na pesquisa divulgada hoje, feita dessa forma para evitar o contato pessoal entre pesquisadores e respondentes, o Datafolha adotou as recomendações técnicas necessárias para que os resultados se aproximem ao máximo do universo que se pretende representar. Todos os profissionais do Datafolha trabalharam em casa, incluídos os entrevistadores, que aplicaram os questionários através de central telefônica remota. Foram entrevistados 2.016 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todas as regiões e estados do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais. A coleta de dados aconteceu nos dias 23 e 24 de junho de 2020.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sabia onde estava escondido Fabrício Queiroz, segundo a opinião de 64% dos brasileiros que tiveram conhecimento da prisão do ex-assessor do clã presidencial, detido em Atibaia na quinta retrasada (18). É o que mostra pesquisa do Datafolha --a margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou menos. Três quartos dos entrevistados pelo Datafolha afirmaram ter tido ciência do caso, 29% deles bem detalhadamente, 35% mais ou menos e 11%, mal. O grau de familiaridade com a história cresce ainda mais entre os mais ricos (96% entre quem ganha de 5 a 10 salários mínimos e 95% dos que têm renda maior que 10 mínimos) e instruídos (91% de quem fez curso superior). A crença dos entrevistados é aferida depois de o próprio presidente Jair Bolsonaro ter afirmado, em uma live transmitida no dia da prisão, que sabia sobre procedimentos contra um câncer que Queiroz fazia na região. Assim, só 21% acham que o presidente não sabia sobre o amigo, investigado no esquema das "rachadinhas" da Assembleia do Rio de Janeiro quando Flávio Bolsonaro era deputado estadual. O filho do presidente tinha Queiroz, próximo de Bolsonaro desde 1984, como assessor no seu gabinete. Queiroz contratou parentes de milicianos suspeitos da execução, no começo de 2018, da vereadora Marielle Franco (PSOL) e seu motorista. Já as "rachadinhas" eram desvios de salários de funcionários do gabinete, prática comum na Assembleia, segundo o Ministério Público. Entre os que aprovam o governo, 30% acreditam que Bolsonaro não sabia do esconderijo de Queiroz. Do total de entrevistados, 15% dizem não saber avaliar se o presidente sabia ou não. Por outro lado, 46% dos 2.016 brasileiros ouvidos pelo Datafolha em 23 e 24 de junho não acreditam que o presidente esteja envolvido no caso das "rachadinhas". Para 38%, Bolsonaro estava envolvido e 16% não opinaram. Aqui, a fé dos bolsonaristas na inocência do presidente é maior: 80% deles acham que ele não está envolvido. Os jovens são os mais céticos. Entre quem tem de 16 a 24 anos, 52% dos ouvidos acham que o presidente está envolvido no escândalo. O caso Queiroz é um dos maiores incômodos políticos para Bolsonaro. O ex-assessor foi preso numa casa de Frederick Wassef, advogado do presidente e do hoje senador Flávio --a quem deixou de defender logo na sequência. Desde que o caso emergiu com força, incomodando de sobremaneira a ala militar do governo, Bolsonaro baixou sua visibilidade pública e tem tomado medidas para tentar apaziguar sua relação com outros Poderes. Enviou emissários para falar com o ministro do Supremo Alexandre de Moraes, titular de inquéritos que atingem o bolsonarismo. Nesta quinta (25), nomeou um técnico, o professor Carlos Decotelli, para o Ministério da Educação. Ele ocupará o lugar de um dos bolsonaristas radicais da Esplanada dos Ministérios, Abraham Weintraub, que foi para os EUA em polêmica viagem ainda como ministro, apesar de já fora do cargo na prática. Os Bolsonaros sempre negaram saber de irregularidades atribuídas a Queiroz. PESQUISA POR TELEFONE A pesquisa telefônica, utilizada neste estudo, representa o total da população adulta do país. As entrevistas são realizadas por profissionais treinados para as abordagens telefônicas e as ligações feitas para aparelhos celulares, utilizados por cerca de 90% da população. O método telefônico exige questionários rápidos, sem utilização de estímulos visuais, como cartão com nomes de candidatos, por exemplo. Assim, mesmo com a distribuição da amostra seguindo cotas de sexo e idade dentro de cada macrorregião, e da posterior ponderação dos resultados segundo escolaridade, os dados devem ser analisados com alguma cautela por limitar o uso desses instrumentos. Na pesquisa divulgada hoje, feita dessa forma para evitar o contato pessoal entre pesquisadores e respondentes, o Datafolha adotou as recomendações técnicas necessárias para que os resultados se aproximem ao máximo do universo que se pretende representar. Todos os profissionais do Datafolha trabalharam em casa, incluídos os entrevistadores, que aplicaram os questionários através de central telefônica remota. Foram entrevistados 2.016 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todas as regiões e estados do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais. A coleta de dados aconteceu nos dias 23 e 24 de junho de 2020.


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  • 41/56   Polícia mata suspeito de ataque em Glasgow, que causou seis feridos
    WORLD TOPIC NEWS

    Um suspeito foi morto pela polícia nesta sexta-feira durante um ataque em Glasgow no qual seis pessoas ficaram feridas, incluindo um agente, anunciou a polícia escocesa no Twitter.

    Um suspeito foi morto pela polícia nesta sexta-feira durante um ataque em Glasgow no qual seis pessoas ficaram feridas, incluindo um agente, anunciou a polícia escocesa no Twitter.


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  • 42/56   STF proíbe expulsão de estrangeiro com filho nascido no Brasil
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que é proibido expulsar do país um estrangeiro que tenha filho brasileiro. A decisão, tomada nesta quinta-feira (25), foi unânime e vale também para pessoas que adotaram ou tiveram filho após o ato criminoso que levou ao pedido de expulsão do Brasil. Os ministros entenderam que a expulsão baseada na lei de 1980 do Estatuto do Estrangeiro não está de acordo com a Constituição de 1988, que estabelece os princípios de proteção à criança e à família. O entendimento fixado nesta quinta se estenderá para todos os processos em curso sobre o tema, uma vez que foi julgado um recurso com repercussão geral reconhecida. O caso chegou ao STF após a AGU (Advocacia-Geral da União) contestar decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) de proibir expulsão decretada em 2006 pelo Ministério da Justiça. A pasta tinha mandado retornar ao país de origem um cidadão da Tanzânia condenado em 2003 por uso de documento falso. À época, a União alegou que a legislação só vedava a ordem de saída do Brasil se a data de nascimento do filho fosse anterior à do ato criminoso. O relator, ministro Marco Aurélio Mello, sustentou que privar o filho do convívio familiar dificulta o acesso aos meios necessários à subsistência, uma vez que imporia obstáculos, por exemplo, à cobrança de pensão alimentícia de indivíduo residente em outro país. "A família é base da sociedade e o direito da criança à convivência familiar. Expulsar quer se impor à criança ruptura e desamparo cujos efeitos repercutem nos mais diversos planos da existência, em colisão não só com a proteção especial conferida à criança, mas também com o âmago da proteção da dignidade da pessoa humana", disse. O julgamento teve início em novembro de 2018 e foi retomado com voto do ministro Gilmar Mendes, que havia pedido mais tempo para analisar o caso. "É preciso garantir a convivência afetiva entre pai e filho, preservando o núcleo familiar e o interesse afetivo da criança. Deve-se proibir a expulsão do estrangeiro com filho brasileiro nascido posteriormente ao ato que ensejou a expulsão, tendo em vista direitos constitucionais à vida familiar e comunitária. A expulsão é incabível", disse Gilmar. O ministro Celso de Mello foi na mesma linha e ressaltou que o caso envolve dependência financeira da filha com o pai. A tese fixada pela corte na decisão afirma que o estrangeiro tem de comprovar que a criança está sob sua guarda e que ela depende economicamente do alvo da ação.

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que é proibido expulsar do país um estrangeiro que tenha filho brasileiro. A decisão, tomada nesta quinta-feira (25), foi unânime e vale também para pessoas que adotaram ou tiveram filho após o ato criminoso que levou ao pedido de expulsão do Brasil. Os ministros entenderam que a expulsão baseada na lei de 1980 do Estatuto do Estrangeiro não está de acordo com a Constituição de 1988, que estabelece os princípios de proteção à criança e à família. O entendimento fixado nesta quinta se estenderá para todos os processos em curso sobre o tema, uma vez que foi julgado um recurso com repercussão geral reconhecida. O caso chegou ao STF após a AGU (Advocacia-Geral da União) contestar decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) de proibir expulsão decretada em 2006 pelo Ministério da Justiça. A pasta tinha mandado retornar ao país de origem um cidadão da Tanzânia condenado em 2003 por uso de documento falso. À época, a União alegou que a legislação só vedava a ordem de saída do Brasil se a data de nascimento do filho fosse anterior à do ato criminoso. O relator, ministro Marco Aurélio Mello, sustentou que privar o filho do convívio familiar dificulta o acesso aos meios necessários à subsistência, uma vez que imporia obstáculos, por exemplo, à cobrança de pensão alimentícia de indivíduo residente em outro país. "A família é base da sociedade e o direito da criança à convivência familiar. Expulsar quer se impor à criança ruptura e desamparo cujos efeitos repercutem nos mais diversos planos da existência, em colisão não só com a proteção especial conferida à criança, mas também com o âmago da proteção da dignidade da pessoa humana", disse. O julgamento teve início em novembro de 2018 e foi retomado com voto do ministro Gilmar Mendes, que havia pedido mais tempo para analisar o caso. "É preciso garantir a convivência afetiva entre pai e filho, preservando o núcleo familiar e o interesse afetivo da criança. Deve-se proibir a expulsão do estrangeiro com filho brasileiro nascido posteriormente ao ato que ensejou a expulsão, tendo em vista direitos constitucionais à vida familiar e comunitária. A expulsão é incabível", disse Gilmar. O ministro Celso de Mello foi na mesma linha e ressaltou que o caso envolve dependência financeira da filha com o pai. A tese fixada pela corte na decisão afirma que o estrangeiro tem de comprovar que a criança está sob sua guarda e que ela depende economicamente do alvo da ação.


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  • 43/56   Câmara dos EUA vota para converter Washington DC no 51º estado
    WORLD TOPIC NEWS

    A Câmara de Representantes dos Estados Unidos vota nesta sexta-feira (26) para tornar a capital, Washington DC, o 51º estado do país, uma reivindicação histórica que deve se limitar a uma conquista simbólica, uma vez que é improvável que o Senado de maioria republicana a apoie.

    A Câmara de Representantes dos Estados Unidos vota nesta sexta-feira (26) para tornar a capital, Washington DC, o 51º estado do país, uma reivindicação histórica que deve se limitar a uma conquista simbólica, uma vez que é improvável que o Senado de maioria republicana a apoie.


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  • 44/56   Advogado diz que abrigou Queiroz porque queriam matá-lo e culpar Bolsonaro
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    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - O advogado Frederick Wassef disse, em entrevista para a revista Veja, que abrigou Fabrício Queiroz em suas propriedades porque tinha informações de que havia um plano para matá-lo e responsabilizar a família Bolsonaro pelo possível crime. Segundo a versão de Wassef, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) não tinham conhecimento de que Queiroz estava na chácara em Atibaia na qual foi preso na última semana. "Passei a ter informações de que Fabrício Queiroz seria assassinado. O que estou falando aqui é absolutamente real. Eu tinha a minha mais absoluta convicção de que ele seria executado no Rio de Janeiro." "Além de terem chegado a mim essas informações, eu tive certeza absoluta de que quem estivesse por trás desse homicídio, dessa execução, iria colocar isso na conta da família Bolsonaro. Havia um plano traçado para assassinar Fabrício Queiroz e dizer que foi a família Bolsonaro que o matou em uma suposta queima de arquivo para evitar uma delação", disse. Wassef disse que formou a convicção por meio de "informações absolutamente procedentes", mas não explicou quais seriam. Ele alegou que agiu por conta própria para evitar que "fizessem um inferno" na vida do presidente. "Eu tive informações absolutamente procedentes e formei a minha convicção de que iriam matar Queiroz e iriam colocar a culpa no presidente Bolsonaro para fazer um inferno da vida dele. Na verdade, seria uma fraude. Algo parecido com o que tentaram fazer no caso Marielle, com aquela história do porteiro que mentiu", disse, negando que Jair ou Flávio Bolsonaro tivessem conhecimento do paradeiro de Queiroz. "Não. Eu omiti isso do presidente. Eu omiti do Flávio por motivos que me reservo ao direito de não dizer agora. O presidente da República jamais teve conhecimento da autorização para que o Fabrício, caso quisesse, pudesse estar nessas propriedades", disse. Dono do escritório em Atibaia (SP) onde Fabrício Queiroz foi preso, Wassef disse à Folha de S.Paulo na semana passada ter sido vítima de uma armação para incriminar o presidente Jair Bolsonaro, de quem é amigo. “Não sou o Anjo”, afirmou à Folha, referindo-se ao apelido dado a ele pela família do presidente e que deu nome à operação desta semana do Ministério Público do Rio de Janeiro. Wassef negou que tivesse abrigado Queiroz e mantido contatos com sua família. "Nunca telefonei para Queiroz, nunca troquei mensagem com Queiroz nem com ninguém de sua família. Isso é uma armação para incriminar o presidente." Queiroz, policial militar aposentado, ex-assessor de Flávio e amigo do presidente Bolsonaro, foi preso em Atibaia, no interior de São Paulo. O mandado de prisão foi expedido pela Justiça do Rio de Janeiro —ele não era considerado foragido. Queiroz estava em um imóvel de Wassef, figura constante no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, e em eventos no Palácio do Planalto. Segundo a Band, além de Atibaia, Queiroz passou uma temporada em um apartamento da família de Wassef em Guarujá, no litoral paulista. Queiroz é apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como operador financeiro da suposta “rachadinha” no antigo gabinete de Flávio na Assembleia, onde ele exerceu mandato de deputado estadual entre fevereiro de 2003 e janeiro de 2019. A “rachadinha” é a prática de recolhimento de parte dos salários de assessores de um gabinete para fins diversos. No caso do filho do presidente, a suspeita é de que o senador era o beneficiário final da maior parte dos valores. Tanto Wassef como a família Bolsonaro afirmavam que não tinham contato com Queiroz desde que o suposto esquema de "rachadinha" no gabinete do então deputado Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio veio à tona, no final de 2018. Em recente entrevista à Folha de S.Paulo, no início de maio, questionado se havia se reunido com advogados de Queiroz ou com alguém ligado a ele, Wassef respondeu que não. Em seguida, indagado se Flávio havia rompido com Queiroz, advogado disse: "Nunca mais. Desde o fim de 2018, nunca mais ninguém da família Bolsonaro teve qualquer contato o senhor Queiroz." Flávio é investigado desde janeiro de 2018 sob a suspeita de recolher parte do salário de seus subordinados na Assembleia do Rio de 2007 a 2018. Os crimes em apuração são peculato, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e organização criminosa. A apuração relacionada a Flávio começou após relatório do antigo Coaf, hoje ligado ao Banco Central, indicar movimentação financeira atípica de Fabrício Queiroz, seu ex-assessor e amigo do presidente Jair Bolsonaro. Além do volume movimentado, de R$ 1,2 milhão em um ano, chamou a atenção a forma com que as operações se davam: depósitos e saques em dinheiro vivo em datas próximas do pagamento de servidores da Assembleia. Queiroz afirmou que recebia parte dos valores dos salários dos colegas de gabinete. Ele diz que usava esse dinheiro para remunerar assessores informais de Flávio, sem conhecimento do então deputado estadual. A sua defesa, contudo, nunca apontou os beneficiários finais dos valores. Jair Bolsonaro e Queiroz se conhecem desde 1984. Queiroz foi recruta do agora presidente na Brigada de Infantaria Paraquedista, do Exército. Depois, Bolsonaro seguiu a carreira política, e Queiroz entrou para a Polícia Militar do Rio de Janeiro, de onde já se aposentou. Queiroz, que foi nomeado em 2007 e deixou o gabinete de Flávio no dia 15 de outubro de 2018, é amigo de longa data do atual presidente. Entre as movimentações milionárias que chamaram a atenção na conta de Queiroz está um cheque de R$ 24 mil repassado à primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Segundo o presidente, esse montante chegava a R$ 40 mil e o dinheiro se destinava a ele. Essa dívida não foi declarada no Imposto de Renda. Bolsonaro afirmou ainda que os recursos foram para a conta de Michelle porque ele não tem "tempo de sair". Em nota, Flávio Bolsonaro disse que é "vítima de um grupo político que tem patrocinado uma verdadeira campanha de difamação". "Essas pessoas têm apenas um objetivo: recuperar o poder que perderam na última eleição", diz. Flávio afirmou que acredita na Justiça, que é inocente das acusações e que "é totalmente compatível com os seus rendimentos?".

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - O advogado Frederick Wassef disse, em entrevista para a revista Veja, que abrigou Fabrício Queiroz em suas propriedades porque tinha informações de que havia um plano para matá-lo e responsabilizar a família Bolsonaro pelo possível crime. Segundo a versão de Wassef, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) não tinham conhecimento de que Queiroz estava na chácara em Atibaia na qual foi preso na última semana. "Passei a ter informações de que Fabrício Queiroz seria assassinado. O que estou falando aqui é absolutamente real. Eu tinha a minha mais absoluta convicção de que ele seria executado no Rio de Janeiro." "Além de terem chegado a mim essas informações, eu tive certeza absoluta de que quem estivesse por trás desse homicídio, dessa execução, iria colocar isso na conta da família Bolsonaro. Havia um plano traçado para assassinar Fabrício Queiroz e dizer que foi a família Bolsonaro que o matou em uma suposta queima de arquivo para evitar uma delação", disse. Wassef disse que formou a convicção por meio de "informações absolutamente procedentes", mas não explicou quais seriam. Ele alegou que agiu por conta própria para evitar que "fizessem um inferno" na vida do presidente. "Eu tive informações absolutamente procedentes e formei a minha convicção de que iriam matar Queiroz e iriam colocar a culpa no presidente Bolsonaro para fazer um inferno da vida dele. Na verdade, seria uma fraude. Algo parecido com o que tentaram fazer no caso Marielle, com aquela história do porteiro que mentiu", disse, negando que Jair ou Flávio Bolsonaro tivessem conhecimento do paradeiro de Queiroz. "Não. Eu omiti isso do presidente. Eu omiti do Flávio por motivos que me reservo ao direito de não dizer agora. O presidente da República jamais teve conhecimento da autorização para que o Fabrício, caso quisesse, pudesse estar nessas propriedades", disse. Dono do escritório em Atibaia (SP) onde Fabrício Queiroz foi preso, Wassef disse à Folha de S.Paulo na semana passada ter sido vítima de uma armação para incriminar o presidente Jair Bolsonaro, de quem é amigo. “Não sou o Anjo”, afirmou à Folha, referindo-se ao apelido dado a ele pela família do presidente e que deu nome à operação desta semana do Ministério Público do Rio de Janeiro. Wassef negou que tivesse abrigado Queiroz e mantido contatos com sua família. "Nunca telefonei para Queiroz, nunca troquei mensagem com Queiroz nem com ninguém de sua família. Isso é uma armação para incriminar o presidente." Queiroz, policial militar aposentado, ex-assessor de Flávio e amigo do presidente Bolsonaro, foi preso em Atibaia, no interior de São Paulo. O mandado de prisão foi expedido pela Justiça do Rio de Janeiro —ele não era considerado foragido. Queiroz estava em um imóvel de Wassef, figura constante no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, e em eventos no Palácio do Planalto. Segundo a Band, além de Atibaia, Queiroz passou uma temporada em um apartamento da família de Wassef em Guarujá, no litoral paulista. Queiroz é apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como operador financeiro da suposta “rachadinha” no antigo gabinete de Flávio na Assembleia, onde ele exerceu mandato de deputado estadual entre fevereiro de 2003 e janeiro de 2019. A “rachadinha” é a prática de recolhimento de parte dos salários de assessores de um gabinete para fins diversos. No caso do filho do presidente, a suspeita é de que o senador era o beneficiário final da maior parte dos valores. Tanto Wassef como a família Bolsonaro afirmavam que não tinham contato com Queiroz desde que o suposto esquema de "rachadinha" no gabinete do então deputado Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio veio à tona, no final de 2018. Em recente entrevista à Folha de S.Paulo, no início de maio, questionado se havia se reunido com advogados de Queiroz ou com alguém ligado a ele, Wassef respondeu que não. Em seguida, indagado se Flávio havia rompido com Queiroz, advogado disse: "Nunca mais. Desde o fim de 2018, nunca mais ninguém da família Bolsonaro teve qualquer contato o senhor Queiroz." Flávio é investigado desde janeiro de 2018 sob a suspeita de recolher parte do salário de seus subordinados na Assembleia do Rio de 2007 a 2018. Os crimes em apuração são peculato, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e organização criminosa. A apuração relacionada a Flávio começou após relatório do antigo Coaf, hoje ligado ao Banco Central, indicar movimentação financeira atípica de Fabrício Queiroz, seu ex-assessor e amigo do presidente Jair Bolsonaro. Além do volume movimentado, de R$ 1,2 milhão em um ano, chamou a atenção a forma com que as operações se davam: depósitos e saques em dinheiro vivo em datas próximas do pagamento de servidores da Assembleia. Queiroz afirmou que recebia parte dos valores dos salários dos colegas de gabinete. Ele diz que usava esse dinheiro para remunerar assessores informais de Flávio, sem conhecimento do então deputado estadual. A sua defesa, contudo, nunca apontou os beneficiários finais dos valores. Jair Bolsonaro e Queiroz se conhecem desde 1984. Queiroz foi recruta do agora presidente na Brigada de Infantaria Paraquedista, do Exército. Depois, Bolsonaro seguiu a carreira política, e Queiroz entrou para a Polícia Militar do Rio de Janeiro, de onde já se aposentou. Queiroz, que foi nomeado em 2007 e deixou o gabinete de Flávio no dia 15 de outubro de 2018, é amigo de longa data do atual presidente. Entre as movimentações milionárias que chamaram a atenção na conta de Queiroz está um cheque de R$ 24 mil repassado à primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Segundo o presidente, esse montante chegava a R$ 40 mil e o dinheiro se destinava a ele. Essa dívida não foi declarada no Imposto de Renda. Bolsonaro afirmou ainda que os recursos foram para a conta de Michelle porque ele não tem "tempo de sair". Em nota, Flávio Bolsonaro disse que é "vítima de um grupo político que tem patrocinado uma verdadeira campanha de difamação". "Essas pessoas têm apenas um objetivo: recuperar o poder que perderam na última eleição", diz. Flávio afirmou que acredita na Justiça, que é inocente das acusações e que "é totalmente compatível com os seus rendimentos?".


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  • 45/56   Ministra transgênero de Taiwan considera sua identidade sexual uma vantagem
    WORLD TOPIC NEWS

    A ministra da Digitalização de Taiwan, Audrey Tang, é o primeiro membro de um governo a se declarar abertamente transgênero, uma identidade sexual que aos seus olhos é mais como uma vantagem.

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  • 46/56   Tailândia aumenta pressão sobre carteis das drogas
    WORLD TOPIC NEWS

    As autoridades tailandesas vão queimar mais de US$ 1,6 bilhão em drogas e aumentar a pressão sobre as redes de lavagem de dinheiro no país, mas a guerra contra os poderosos traficantes de drogas da Ásia está longe de ser vencida.

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  • 47/56   EUA caminham para recuperação econômica apesar de vírus, diz secretário do Comércio
    BUSINESS TOPIC NEWS

    WASHINGTON (Reuters) - A economia dos Estados Unidos ainda está no caminho de uma forte recuperação no segundo semestre, apesar da decisão do Texas de reduzir sua reabertura em meio a saltos nos casos de coronavírus, disse o secretário de Comércio norte-americano, Wilbur Ross, nesta sexta-feira."É natural que haja algumas pequenas interrupções à medida que saímos da pandemia, mas o principal, na minha opinião, é que os gastos do consumidor continuarão a liderar a recuperação", disse ele à Fox Business Network, citando altas taxas de poupança do consumidor.

    WASHINGTON (Reuters) - A economia dos Estados Unidos ainda está no caminho de uma forte recuperação no segundo semestre, apesar da decisão do Texas de reduzir sua reabertura em meio a saltos nos casos de coronavírus, disse o secretário de Comércio norte-americano, Wilbur Ross, nesta sexta-feira."É natural que haja algumas pequenas interrupções à medida que saímos da pandemia, mas o principal, na minha opinião, é que os gastos do consumidor continuarão a liderar a recuperação", disse ele à Fox Business Network, citando altas taxas de poupança do consumidor.


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  • 48/56   Ibovespa recua com Wall Street e pandemia no radar
    BUSINESS TOPIC NEWS

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa firmava-se em queda nesta sexta-feira, na esteira do viés negativo nas bolsas nos Estados Unidos, que sofriam após o recorde nos casos de Covid-19 e declínio de bancos depois de teste de estresse pelo Federal Reserve.Às 12:06, o Ibovespa caía 0,91%, a 95.

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa firmava-se em queda nesta sexta-feira, na esteira do viés negativo nas bolsas nos Estados Unidos, que sofriam após o recorde nos casos de Covid-19 e declínio de bancos depois de teste de estresse pelo Federal Reserve.Às 12:06, o Ibovespa caía 0,91%, a 95.


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  • 49/56   ONS prevê queda de apenas 0,4% na carga de energia no Brasil em julho
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Em abril, primeiro mês completo em que o impacto das medidas de isolamento pôde ser medido, a carga de energia (soma do consumo com as perdas na rede) registrou queda de 11,6% na comparação anual, para 60,7 GW médios.Nesta sexta-feira pela manhã, a medição apontava carga de cerca de 62 GW médios, segundo o ONS.

    Em abril, primeiro mês completo em que o impacto das medidas de isolamento pôde ser medido, a carga de energia (soma do consumo com as perdas na rede) registrou queda de 11,6% na comparação anual, para 60,7 GW médios.Nesta sexta-feira pela manhã, a medição apontava carga de cerca de 62 GW médios, segundo o ONS.


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  • 50/56   Georgieva diz que crise por vírus pode testar recursos do FMI no total de US$1 tri
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    WASHINGTON (Reuters) - A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou nesta sexta-feira que a crise econômica global provocada pelo coronavírus pode testar o total de recursos de 1 trilhão de dólares do Fundo, "mas ainda não chegamos lá".Na terça-feira, o FMI previu uma recessão global mais profunda do que a inicialmente esperada, já que os fechamentos de empresas, restrições de viagens e medidas de distanciamento social permanecem na maioria dos países.

    WASHINGTON (Reuters) - A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou nesta sexta-feira que a crise econômica global provocada pelo coronavírus pode testar o total de recursos de 1 trilhão de dólares do Fundo, "mas ainda não chegamos lá".Na terça-feira, o FMI previu uma recessão global mais profunda do que a inicialmente esperada, já que os fechamentos de empresas, restrições de viagens e medidas de distanciamento social permanecem na maioria dos países.


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  • 51/56   Wall Street recua após salto nos casos de vírus; bancos caem
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    (Reuters) - Os principais índices de Wall Street abriram em baixa nesta sexta-feira, com os Estados Unidos registrando um novo salto diário recorde nos casos de coronavírus, enquanto as ações dos bancos caíam após a decisão do Federal Reserve de limitar os pagamentos aos acionistas.Às 10:47 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 1,12%, a 25.

    (Reuters) - Os principais índices de Wall Street abriram em baixa nesta sexta-feira, com os Estados Unidos registrando um novo salto diário recorde nos casos de coronavírus, enquanto as ações dos bancos caíam após a decisão do Federal Reserve de limitar os pagamentos aos acionistas.Às 10:47 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 1,12%, a 25.


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  • 52/56   Presidente do Kosovo acusa Justiça internacional de 'reescrever a história'
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    O presidente do Kosovo, Hashim Thaçi, disse nesta sexta-feira (26) que a Justiça internacional quer "reescrever a história" do territorio, após o anúncio da acusação, por parte dos procuradores do Tribunal Especial de Haia para o Kosovo, de crimes de guerra cometidos durante o conflito com a Sérvia.

    O presidente do Kosovo, Hashim Thaçi, disse nesta sexta-feira (26) que a Justiça internacional quer "reescrever a história" do territorio, após o anúncio da acusação, por parte dos procuradores do Tribunal Especial de Haia para o Kosovo, de crimes de guerra cometidos durante o conflito com a Sérvia.


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  • 53/56   Notre Dame Intermédica compra controle do Grupo Santa Mônica por R$233 mi
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    SÃO PAULO (Reuters) - A Notre Dame Intermédica  fechou acordo para a compra de controle indireto do Grupo Santa Mônica por 233 milhões de reais, em valor que desconta o endividamento líquido a ser apurado na data de fechamento da operação e abatidas eventuais contingências.

    SÃO PAULO (Reuters) - A Notre Dame Intermédica fechou acordo para a compra de controle indireto do Grupo Santa Mônica por 233 milhões de reais, em valor que desconta o endividamento líquido a ser apurado na data de fechamento da operação e abatidas eventuais contingências.


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  • 54/56   Gastos dos consumidores dos EUA se recuperam em maio; renda cai
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    O Departamento de Comércio informou nesta sexta-feira que os gastos do consumidor, que representam mais de dois terços da atividade econômica dos Estados Unidos, aumentaram 8,2% no mês passado. Esse foi o maior salto desde que o governo começou a acompanhar a série, em 1959.

    O Departamento de Comércio informou nesta sexta-feira que os gastos do consumidor, que representam mais de dois terços da atividade econômica dos Estados Unidos, aumentaram 8,2% no mês passado. Esse foi o maior salto desde que o governo começou a acompanhar a série, em 1959.


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  • 55/56   Estoque de crédito no Brasil sobe 0,3% em maio por apetite de empresas, aponta BC
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    BRASÍLIA (Reuters) - O estoque total de crédito no Brasil subiu 0,3% em maio sobre abril, a 3,596 trilhões de reais, num movimento inteiramente puxado pelos financiamentos a empresas, divulgou o Banco Central nesta sexta-feira. Enquanto o estoque de financiamentos às pessoas jurídicas cresceu 0,7% no período, ele ficou estável para famílias.

    BRASÍLIA (Reuters) - O estoque total de crédito no Brasil subiu 0,3% em maio sobre abril, a 3,596 trilhões de reais, num movimento inteiramente puxado pelos financiamentos a empresas, divulgou o Banco Central nesta sexta-feira. Enquanto o estoque de financiamentos às pessoas jurídicas cresceu 0,7% no período, ele ficou estável para famílias.


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  • 56/56   Dólar sobe 2% e caminha para 3° ganho semanal consecutivo ante real com exterior cauteloso
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    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar acelerava a alta em relação ao real nesta sexta-feira, aproximando-se da marca de 5,45 reais e caminhando para seu terceiro ganho semanal consecutivo em meio à cautela no exterior devido a temores sobre uma segunda onda de coronavírus.Às 10:11, o dólar avançava 1,85%, a 5,4264 reais na venda.

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