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Noticias Slideshows (01/07/2020 07 horas)


  • 1/56   Noticias Fotos Slideshows
    PEOPLE TOPIC NEWS

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    Revista de Imprensa


    Bangu   Fred Elboni   Dan Bilzerian   Marcelo   HOJE TEM FLAMENGO   Shrek   Santa Catarina   Que Julho   FESTA NO ZOOLOGICO   BEIJAO DE NOVELA   Chico Barney   gabi prado   ME PRESENTEIA ATL   ludo   Ciclone   Luba   RS e SC   HEAVY E MANU   Rubens Lopes   Tevez   Mês 7   Vai Luan   berti   Daisies   Gaviões   Bebel Gilberto   GIRAFADAY   
  • 2/56   Microsoft Edge pode estar armazenando dados sem permissão do usuário

    Membros do fórum online Reddit afirmam que, na configuração inicial, quando o browser pergunta se eles querem importar dados de outro navegador, tal processo já foi iniciado e pode acabar guardando informações residuais mesmo que você negue a permissão

    Membros do fórum online Reddit afirmam que, na configuração inicial, quando o browser pergunta se eles querem importar dados de outro navegador, tal processo já foi iniciado e pode acabar guardando informações residuais mesmo que você negue a permissão


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  • 3/56   Google agora vai sugerir fórmulas para facilitar cálculos nas planilhas

    O Google resolveu dar uma ajudinha e agora conta com duas boas ferramentas para facilitar a vida de quem usa essa planilhas. A primeira é o Smart Fill, ou Preenchimento Inteligente, que aproveita os recursos de inteligência artificial (IA) e aprendizado profundo

    O Google resolveu dar uma ajudinha e agora conta com duas boas ferramentas para facilitar a vida de quem usa essa planilhas. A primeira é o Smart Fill, ou Preenchimento Inteligente, que aproveita os recursos de inteligência artificial (IA) e aprendizado profundo


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  • 4/56   Em derrota para o governo, Senado aprova texto-base de projeto sobre fake news

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em uma derrota para o governo Jair Bolsonaro, o texto-base do projeto de lei sobre fake news foi aprovado no Senado nesta terça-feira (30) por 44 votos a 32. Houve 2 abstenções. Agora, os senadores avaliam propostas em separado à matéria, que podem alterar o texto final. Após finalizada essa parte, o projeto será encaminhado para a Câmara dos Deputados. Se for aprovado sem alterações, segue para sanção do presidente da República. O governo Jair Bolsonaro orientou seus aliados pelo voto contrário. Após longa negociação, os senadores votaram uma versão desidratada em relação ao que vinha sendo discutido. O projeto, relatado pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA), foi acelerado na esteira do inquérito que apura a divulgação de notícias falsas e ameaças contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Uma CPI mista do Congresso investiga também a prática de fake news. O texto aprovado pelo Senado manteve a retirada de um ponto polêmico debatido pelos senadores nas últimas semanas: a exigência de documentos (como CPF, identidade e passaporte) e número de telefone celular para abertura de contas em redes sociais. Pela proposta, a identificação dos usuários irá ocorrer sob responsabilidade das plataformas apenas em casos suspeitos. As plataformas devem, segundo o projeto, identificar os conteúdos impulsionados e publicitários cujo pagamento pela distribuição foi feito ao provedor de redes sociais. Os senadores aprovaram a exigência de guarda dos registros da cadeia de reencaminhamentos de mensagens no WhatsApp para que se possa identificar a origem de conteúdos ilícitos. O armazenamento de registros se dará apenas das mensagens que tenham sido reencaminhadas mais de cinco vezes, o que configuraria viralização. Os dados armazenados sobre a cadeia de encaminhamento só serão acessíveis por meio de ordem judicial e quando as mensagens atingiram mil ou mais usuários. Pelo projeto, ficaram proibidos o uso e a comercialização de ferramentas externas aos serviços de mensagens privadas e por eles não certificadas voltadas ao disparo em massa. A matéria isentou a disseminação de fake news de penalidades criminais, retirando da versão debatida o financiamento de redes de fake news das leis de organização criminosa e lavagem de dinheiro. O texto final ainda excluiu a obrigatoriedade das empresas de identificação prévia no uso de pseudônimos para a inscrição em redes sociais.? Ficou de fora também um artigo sobre a remuneração por uso de conteúdos jornalísticos, artísticos e outros por redes sociais. O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), afirmou que o Palácio do Planalto procurou chegar a um texto de consenso. Segundo ele, no entanto, o projeto, da forma como ficou, é prejudicial aos investimentos no país, o que poderia causar prejuízos à economia. “O governo, embora reconheça o esforço feito, entende que a versão final não atende aos interesses nacionais”?, disse. O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente da República, foi um contrários ao projeto. O relator Angelo Coronel entregou o texto aos senadores na noite desta segunda-feira (29). Foi a quarta versão do relatório elaborada pelo parlamentar em 11 dias, a fim de que se chegasse a um consenso para a apreciação. De acordo com o texto votado, o acesso aos dados de identificação somente poderá ocorrer para fins de constituição de prova em investigação criminal e em instrução processual penal, mediante ordem judicial. As plataformas de redes sociais deverão ter sede e representante legal no Brasil, sem a obrigatoriedade de um banco de dados no país. A proposta estipulou que os serviços de mensagens devem suspender as contas de usuários cujos números forem desabilitados pelas operadoras de telefonia. A medida não se aplica aos casos em que as pessoas tenham solicitado a vinculação da conta para novo número de telefone. Pouco antes do início da votação, o relator ainda acatou novas alterações ao texto. Uma delas foi para reforçar que as medidas previstas atingirão apenas os números celulares cujos contratos forem rescindidos ou pelo usuário ou pela plataforma. Outra mudança garantiu o direito de resposta e a remoção imediata de conteúdos em situações graves como também de violação a direitos de crianças e adolescentes, que havia ficado de fora. Preconceitos por questões de raça, etnia e procedência nacional, orientação sexual e de gênero, origem e religião já estavam contemplados. O texto também prevê a aplicação de multa para as plataformas caso não cumpram as regras de identificação dos responsáveis pela disseminação de fake news. A punição, neste caso, pode chegar a até 10% do faturamento do grupo econômico no Brasil no seu último exercício. Poderá haver ainda suspensão das atividades. Os valores serão destinados ao Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). O líder do governo Bolsonaro no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), chegou a afirmar que a proposta traria perdas econômicas ao país ao limitar a atuação de redes sociais. O PSL também foi contrário.? “Meu objetivo sempre foi vencer o anonimato. Não é admissível que a sociedade se veja refém daqueles que usam de perfis falsos para disseminar ameaças e mentiras. O anonimato é o caminho pelo qual crimes estão sendo cometidos nas redes sociais”, disse o relator, em defesa do projeto. O texto determina a criação de uma instituição de autorregulação das plataformas, que seria responsável por elaborar regras e adotar medidas como rotular e colocar advertências em conteúdo caracterizado como fake news. O projeto também diz que as contas de redes sociais de funcionários públicos, como ministros e secretários, e ocupantes de cargos eletivos serão consideradas de interesse público, tendo de respeitar os princípios da administração pública, além de listar regras de transparência para publicidade estatal, proibindo a veiculação em determinados sites que promovem a violência, por exemplo. Para viabilizar a votação, o relator retirou toda a parte que tratava de eleições. Com isso, ficou de fora, por exemplo, a determinação para o pagamento de multa de até R$ 1 milhão a candidatos que se beneficiarem com propaganda com conteúdo manipulado para atacar os adversários durante as eleições. Facebook, Google, Twitter e WhatsApp, em análise enviada a senadores, caracterizaram a legislação como "um projeto de coleta massiva de dados das pessoas resultando no aprofundamento da exclusão digital e pondo em risco a privacidade e segurança de milhares de cidadãos". O relatório foi estruturado sobre o projeto de lei do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). A proposta, caso aprovada pela Câmara e sancionada pelo presidente Bolsonaro, institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet. Mesmo com as mudanças feitas poucas horas antes da votação, o projeto foi a plenário sem acordo. No começo da tarde desta terça havia cinco requerimentos para a retirada de pauta. Um grupo de senadores reivindicou a realização de audiências virtuais para debater a proposta, antes que ela fosse colocada em apreciação. O senador Plínio Valério (PSDB-AM), por meio de um requerimento aprovado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), defendeu a retirada do projeto da pauta. Ele alegou que a proposta não tinha relação com a pandemia causada pelo novo coronavírus, que têm prioridade nas votações no Senado. O pedido foi negado por Alcolumbre. Ele afirmou que, apesar das divergências, a votação da matéria em plenário era urgente, devido aos ataques que são feitos em redes sociais. “O Senado dará um sinal claro na votação desta matéria, que estamos buscando conhecer e entender esse universo que precisa ser reconhecido de liberdade de expressão, mas que alguns criminosos usam para agredir a vida de milhares de brasileiros”, disse. O líder do MDB, Eduardo Braga (AM), alegou que o projeto não se trata de mordaça. “Quem quiser dar sua opinião que o faça, mas não atrás das máquinas de fake news que se instalaram no país. É preciso colocar um freio na pandemia de fake news."

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em uma derrota para o governo Jair Bolsonaro, o texto-base do projeto de lei sobre fake news foi aprovado no Senado nesta terça-feira (30) por 44 votos a 32. Houve 2 abstenções. Agora, os senadores avaliam propostas em separado à matéria, que podem alterar o texto final. Após finalizada essa parte, o projeto será encaminhado para a Câmara dos Deputados. Se for aprovado sem alterações, segue para sanção do presidente da República. O governo Jair Bolsonaro orientou seus aliados pelo voto contrário. Após longa negociação, os senadores votaram uma versão desidratada em relação ao que vinha sendo discutido. O projeto, relatado pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA), foi acelerado na esteira do inquérito que apura a divulgação de notícias falsas e ameaças contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Uma CPI mista do Congresso investiga também a prática de fake news. O texto aprovado pelo Senado manteve a retirada de um ponto polêmico debatido pelos senadores nas últimas semanas: a exigência de documentos (como CPF, identidade e passaporte) e número de telefone celular para abertura de contas em redes sociais. Pela proposta, a identificação dos usuários irá ocorrer sob responsabilidade das plataformas apenas em casos suspeitos. As plataformas devem, segundo o projeto, identificar os conteúdos impulsionados e publicitários cujo pagamento pela distribuição foi feito ao provedor de redes sociais. Os senadores aprovaram a exigência de guarda dos registros da cadeia de reencaminhamentos de mensagens no WhatsApp para que se possa identificar a origem de conteúdos ilícitos. O armazenamento de registros se dará apenas das mensagens que tenham sido reencaminhadas mais de cinco vezes, o que configuraria viralização. Os dados armazenados sobre a cadeia de encaminhamento só serão acessíveis por meio de ordem judicial e quando as mensagens atingiram mil ou mais usuários. Pelo projeto, ficaram proibidos o uso e a comercialização de ferramentas externas aos serviços de mensagens privadas e por eles não certificadas voltadas ao disparo em massa. A matéria isentou a disseminação de fake news de penalidades criminais, retirando da versão debatida o financiamento de redes de fake news das leis de organização criminosa e lavagem de dinheiro. O texto final ainda excluiu a obrigatoriedade das empresas de identificação prévia no uso de pseudônimos para a inscrição em redes sociais.? Ficou de fora também um artigo sobre a remuneração por uso de conteúdos jornalísticos, artísticos e outros por redes sociais. O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), afirmou que o Palácio do Planalto procurou chegar a um texto de consenso. Segundo ele, no entanto, o projeto, da forma como ficou, é prejudicial aos investimentos no país, o que poderia causar prejuízos à economia. “O governo, embora reconheça o esforço feito, entende que a versão final não atende aos interesses nacionais”?, disse. O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente da República, foi um contrários ao projeto. O relator Angelo Coronel entregou o texto aos senadores na noite desta segunda-feira (29). Foi a quarta versão do relatório elaborada pelo parlamentar em 11 dias, a fim de que se chegasse a um consenso para a apreciação. De acordo com o texto votado, o acesso aos dados de identificação somente poderá ocorrer para fins de constituição de prova em investigação criminal e em instrução processual penal, mediante ordem judicial. As plataformas de redes sociais deverão ter sede e representante legal no Brasil, sem a obrigatoriedade de um banco de dados no país. A proposta estipulou que os serviços de mensagens devem suspender as contas de usuários cujos números forem desabilitados pelas operadoras de telefonia. A medida não se aplica aos casos em que as pessoas tenham solicitado a vinculação da conta para novo número de telefone. Pouco antes do início da votação, o relator ainda acatou novas alterações ao texto. Uma delas foi para reforçar que as medidas previstas atingirão apenas os números celulares cujos contratos forem rescindidos ou pelo usuário ou pela plataforma. Outra mudança garantiu o direito de resposta e a remoção imediata de conteúdos em situações graves como também de violação a direitos de crianças e adolescentes, que havia ficado de fora. Preconceitos por questões de raça, etnia e procedência nacional, orientação sexual e de gênero, origem e religião já estavam contemplados. O texto também prevê a aplicação de multa para as plataformas caso não cumpram as regras de identificação dos responsáveis pela disseminação de fake news. A punição, neste caso, pode chegar a até 10% do faturamento do grupo econômico no Brasil no seu último exercício. Poderá haver ainda suspensão das atividades. Os valores serão destinados ao Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). O líder do governo Bolsonaro no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), chegou a afirmar que a proposta traria perdas econômicas ao país ao limitar a atuação de redes sociais. O PSL também foi contrário.? “Meu objetivo sempre foi vencer o anonimato. Não é admissível que a sociedade se veja refém daqueles que usam de perfis falsos para disseminar ameaças e mentiras. O anonimato é o caminho pelo qual crimes estão sendo cometidos nas redes sociais”, disse o relator, em defesa do projeto. O texto determina a criação de uma instituição de autorregulação das plataformas, que seria responsável por elaborar regras e adotar medidas como rotular e colocar advertências em conteúdo caracterizado como fake news. O projeto também diz que as contas de redes sociais de funcionários públicos, como ministros e secretários, e ocupantes de cargos eletivos serão consideradas de interesse público, tendo de respeitar os princípios da administração pública, além de listar regras de transparência para publicidade estatal, proibindo a veiculação em determinados sites que promovem a violência, por exemplo. Para viabilizar a votação, o relator retirou toda a parte que tratava de eleições. Com isso, ficou de fora, por exemplo, a determinação para o pagamento de multa de até R$ 1 milhão a candidatos que se beneficiarem com propaganda com conteúdo manipulado para atacar os adversários durante as eleições. Facebook, Google, Twitter e WhatsApp, em análise enviada a senadores, caracterizaram a legislação como "um projeto de coleta massiva de dados das pessoas resultando no aprofundamento da exclusão digital e pondo em risco a privacidade e segurança de milhares de cidadãos". O relatório foi estruturado sobre o projeto de lei do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). A proposta, caso aprovada pela Câmara e sancionada pelo presidente Bolsonaro, institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet. Mesmo com as mudanças feitas poucas horas antes da votação, o projeto foi a plenário sem acordo. No começo da tarde desta terça havia cinco requerimentos para a retirada de pauta. Um grupo de senadores reivindicou a realização de audiências virtuais para debater a proposta, antes que ela fosse colocada em apreciação. O senador Plínio Valério (PSDB-AM), por meio de um requerimento aprovado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), defendeu a retirada do projeto da pauta. Ele alegou que a proposta não tinha relação com a pandemia causada pelo novo coronavírus, que têm prioridade nas votações no Senado. O pedido foi negado por Alcolumbre. Ele afirmou que, apesar das divergências, a votação da matéria em plenário era urgente, devido aos ataques que são feitos em redes sociais. “O Senado dará um sinal claro na votação desta matéria, que estamos buscando conhecer e entender esse universo que precisa ser reconhecido de liberdade de expressão, mas que alguns criminosos usam para agredir a vida de milhares de brasileiros”, disse. O líder do MDB, Eduardo Braga (AM), alegou que o projeto não se trata de mordaça. “Quem quiser dar sua opinião que o faça, mas não atrás das máquinas de fake news que se instalaram no país. É preciso colocar um freio na pandemia de fake news."


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  • 5/56   Dinossauros em realidade aumentada chegam ao buscador do Google; saiba como ver

    Depois de animais e objetos microscópios, o recurso de realidade aumentada do app de buscas do Google agora traz dez diferentes dinossauros. A ferramenta permite simular o tamanho real dos animais, com direito a tirar fotos ou gravar vídeos

    Depois de animais e objetos microscópios, o recurso de realidade aumentada do app de buscas do Google agora traz dez diferentes dinossauros. A ferramenta permite simular o tamanho real dos animais, com direito a tirar fotos ou gravar vídeos


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  • 6/56   iPhone XR com 1800 reais de desconto

    Aparelho da Apple, com tela retina e processador A12 Bionic, está em oferta nas Casas Bahia

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  • 7/56   Google compra startup que fabrica óculos “inteligentes”

    Negócio foi divulgado pela empresa em um post no blog, mas valores da negociação não foram revelados.

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  • 8/56   Microsoft finalmente lança ferramenta para recuperação de arquivos excluídos

    A Gigante de Redmond finalmente ouviu as preces dos usuários e vai disponibilizar seu próprio programa para recuperação de arquivos excluídos. Ele deve ser adquirido por meio de assinatura e terá dois modos disponíveis, com potencialidades diferentes

    A Gigante de Redmond finalmente ouviu as preces dos usuários e vai disponibilizar seu próprio programa para recuperação de arquivos excluídos. Ele deve ser adquirido por meio de assinatura e terá dois modos disponíveis, com potencialidades diferentes


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  • 9/56   Suspensão de vistos por Trump afeta setor de tecnologia da Índia

    (Bloomberg) -- Empresas de tecnologia da Índia e Estados Unidos pedem ao governo Trump que reconsidere uma ordem executiva de congelar o acesso a muitos vistos de trabalho, alertando que a medida prejudicaria um modelo de negócios usado para conseguir talentos qualificados para clientes de Wall Street ao Vale do Silício.A ordem executiva de Donald Trump emitida na semana passada suspende a aprovação de uma série de vistos até o fim do ano, incluindo aqueles para transferências entre empresas e programas de estudos no exterior, e visa dar preferência a americanos em meio ao número recorde de demissões devido à pandemia de coronavírus. Os vistos H-1B são essenciais para o setor de tecnologia, usados por profissionais da Índia e de outros países para desempenhar funções importantes.O processamento de vistos leva meses, portanto, qualquer interrupção pode afetar a capacidade de profissionais essenciais de viajarem para os locais dos clientes por um período prolongado. As medidas de isolamento social já haviam suspendido visitas aos consulados, essenciais no processo, e obrigaram centenas de milhares de profissionais a enfrentarem o desafio de trabalhar em casa.A Nasscom, uma associação do setor de tecnologia na Índia, classificou a ordem executiva de Trump de “equivocada e prejudicial à economia dos EUA” e alertou que a medida agravaria a crise econômica do país. As empresas indianas fornecem equipe e serviços de tecnologia para hospitais, fabricantes de medicamentos e empresas de biotecnologia dos EUA, apontou a Nasscom. Além disso, o setor pode enviar mais trabalhadores para o Canadá ou México sem acesso ao mercado dos EUA.“Estes são trabalhadores altamente qualificados, com grande demanda e serão móveis, não importa o que aconteça”, disse Shivendra Singh, presidente de desenvolvimento comercial global da Nasscom.Outros críticos da ordem executiva incluem o diretor-presidente da Alphabet, Sundar Pichai, o presidente da Microsoft, Brad Smith, e o fundador da Tesla, Elon Musk. Pichai, que foi beneficiário do sistema de vistos H-1B nos anos 90, tuitou: “A imigração contribuiu imensamente para o sucesso econômico da América, tornando-a líder global em tecnologia e também o Google na empresa que é hoje”.A Índia responde por cerca de 70% dos 85 mil vistos H-1B emitidos anualmente, de acordo com dados de imigração. Desse total, 65 mil vistos são emitidos para talentos estrangeiros com diploma de bacharel, enquanto os 20 mil restantes podem ser destinados a profissionais com diplomas mais avançados.For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- Empresas de tecnologia da Índia e Estados Unidos pedem ao governo Trump que reconsidere uma ordem executiva de congelar o acesso a muitos vistos de trabalho, alertando que a medida prejudicaria um modelo de negócios usado para conseguir talentos qualificados para clientes de Wall Street ao Vale do Silício.A ordem executiva de Donald Trump emitida na semana passada suspende a aprovação de uma série de vistos até o fim do ano, incluindo aqueles para transferências entre empresas e programas de estudos no exterior, e visa dar preferência a americanos em meio ao número recorde de demissões devido à pandemia de coronavírus. Os vistos H-1B são essenciais para o setor de tecnologia, usados por profissionais da Índia e de outros países para desempenhar funções importantes.O processamento de vistos leva meses, portanto, qualquer interrupção pode afetar a capacidade de profissionais essenciais de viajarem para os locais dos clientes por um período prolongado. As medidas de isolamento social já haviam suspendido visitas aos consulados, essenciais no processo, e obrigaram centenas de milhares de profissionais a enfrentarem o desafio de trabalhar em casa.A Nasscom, uma associação do setor de tecnologia na Índia, classificou a ordem executiva de Trump de “equivocada e prejudicial à economia dos EUA” e alertou que a medida agravaria a crise econômica do país. As empresas indianas fornecem equipe e serviços de tecnologia para hospitais, fabricantes de medicamentos e empresas de biotecnologia dos EUA, apontou a Nasscom. Além disso, o setor pode enviar mais trabalhadores para o Canadá ou México sem acesso ao mercado dos EUA.“Estes são trabalhadores altamente qualificados, com grande demanda e serão móveis, não importa o que aconteça”, disse Shivendra Singh, presidente de desenvolvimento comercial global da Nasscom.Outros críticos da ordem executiva incluem o diretor-presidente da Alphabet, Sundar Pichai, o presidente da Microsoft, Brad Smith, e o fundador da Tesla, Elon Musk. Pichai, que foi beneficiário do sistema de vistos H-1B nos anos 90, tuitou: “A imigração contribuiu imensamente para o sucesso econômico da América, tornando-a líder global em tecnologia e também o Google na empresa que é hoje”.A Índia responde por cerca de 70% dos 85 mil vistos H-1B emitidos anualmente, de acordo com dados de imigração. Desse total, 65 mil vistos são emitidos para talentos estrangeiros com diploma de bacharel, enquanto os 20 mil restantes podem ser destinados a profissionais com diplomas mais avançados.For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.


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  • 10/56   Rumor | Project Lockhart se chamará “Xbox Series S” e será anunciado em agosto

    Além do já conhecido Xbox Series X previsto para chegar ao final de 2020, um documento vazado da Microsoft dá conta dessa “versão de hardware reduzido”, voltado ao preço mais amigável ao bolso; Empresa não comentou as informações

    Além do já conhecido Xbox Series X previsto para chegar ao final de 2020, um documento vazado da Microsoft dá conta dessa “versão de hardware reduzido”, voltado ao preço mais amigável ao bolso; Empresa não comentou as informações


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  • 11/56   Microsoft lança aplicativo para “des-deletar” arquivos no Windows 10

    Chamada de “Windows File Recovery” nova ferramenta é a resposta da Microsoft a aplicações terceirizadas que permitem a recuperação de arquivos excluídos por acidente; App já está disponível para download, oferecendo suporte a arquivos do HDD ou de pendrives

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  • 12/56   Netflix promete US$ 100 mi para bancos controlados por negros

    (Bloomberg) -- A Netflix planeja transferir US$ 100 milhões para bancos que atendem à comunidade negra nos Estados Unidos, o que a torna a maior empresa até agora a prometer fundos para instituições financeiras historicamente subfinanciadas.A gigante de TV online começará transferindo US$ 25 milhões para a Black Economic Development Initiative, um novo fundo que investirá em instituições financeiras controladas por negros que atendem a comunidades de baixa renda, e US$ 10 milhões para a Hope Credit Union. No futuro, a empresa pretende direcionar 2% do caixa disponível, que atualmente é de cerca de US$ 5 bilhões, para organizações financeiras que apoiam diretamente comunidades afroamericanas.A Hope Credit Union atende a mais de 1,5 milhão de pessoas em estados como Alabama e Luisiana, mas não dispõe de recursos suficientes para oferecer total suporte às necessidades financeiras de suas comunidades, de acordo com o diretor-presidente, Bill Bynum.“Estamos com fome de capital, assim como as pessoas nas comunidades que servimos”, disse Bynum. “Ter uma voz global como a Netflix dizendo que é importante investir em instituições financeiras como a Hope é extremamente importante, não apenas pelo capital que usaremos para oferecer financiamento de hipotecas e empréstimos para pequenas empresas, mas pelo que diz.”A Netflix espera que a decisão inspire outras grandes empresas americanas a fazerem o mesmo, disse o diretor financeiro da empresa, Spencer Neumann. O serviço de streaming possui um volume de caixa pequeno em relação a pares do Vale do Silício como Apple, Facebook e Alphabet. Se todas as empresas do S&P 500 transferissem apenas 1% do caixa para instituições financeiras de propriedade de negros, isso se traduziria em mais de US$ 20 bilhões, afirmou a Netflix.Diversidade A Netflix tem muito trabalho a fazer em seu próprio campo. A empresa não tem negros entre seus oito principais executivos e incluiu o primeiro negro no conselho em 2018. A empresa ficou nas últimas posições no ano passado entre estúdios de Hollywood em termos de contratação de diretoras, de acordo com a Directors' Guild of America.Mas a organização classificou a empresa em primeiro lugar na inclusão de pessoas não brancas, parte do progresso feito desde a contratação de Verna Myers como responsável de diversidade e inclusão em 2018. Funcionários negros agora representam 7% da base geral de empregados da Netflix em relação a 4% há três anos. O número de vice-presidentes negros triplicou para nove no mesmo período.For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.

    (Bloomberg) -- A Netflix planeja transferir US$ 100 milhões para bancos que atendem à comunidade negra nos Estados Unidos, o que a torna a maior empresa até agora a prometer fundos para instituições financeiras historicamente subfinanciadas.A gigante de TV online começará transferindo US$ 25 milhões para a Black Economic Development Initiative, um novo fundo que investirá em instituições financeiras controladas por negros que atendem a comunidades de baixa renda, e US$ 10 milhões para a Hope Credit Union. No futuro, a empresa pretende direcionar 2% do caixa disponível, que atualmente é de cerca de US$ 5 bilhões, para organizações financeiras que apoiam diretamente comunidades afroamericanas.A Hope Credit Union atende a mais de 1,5 milhão de pessoas em estados como Alabama e Luisiana, mas não dispõe de recursos suficientes para oferecer total suporte às necessidades financeiras de suas comunidades, de acordo com o diretor-presidente, Bill Bynum.“Estamos com fome de capital, assim como as pessoas nas comunidades que servimos”, disse Bynum. “Ter uma voz global como a Netflix dizendo que é importante investir em instituições financeiras como a Hope é extremamente importante, não apenas pelo capital que usaremos para oferecer financiamento de hipotecas e empréstimos para pequenas empresas, mas pelo que diz.”A Netflix espera que a decisão inspire outras grandes empresas americanas a fazerem o mesmo, disse o diretor financeiro da empresa, Spencer Neumann. O serviço de streaming possui um volume de caixa pequeno em relação a pares do Vale do Silício como Apple, Facebook e Alphabet. Se todas as empresas do S&P 500 transferissem apenas 1% do caixa para instituições financeiras de propriedade de negros, isso se traduziria em mais de US$ 20 bilhões, afirmou a Netflix.Diversidade A Netflix tem muito trabalho a fazer em seu próprio campo. A empresa não tem negros entre seus oito principais executivos e incluiu o primeiro negro no conselho em 2018. A empresa ficou nas últimas posições no ano passado entre estúdios de Hollywood em termos de contratação de diretoras, de acordo com a Directors' Guild of America.Mas a organização classificou a empresa em primeiro lugar na inclusão de pessoas não brancas, parte do progresso feito desde a contratação de Verna Myers como responsável de diversidade e inclusão em 2018. Funcionários negros agora representam 7% da base geral de empregados da Netflix em relação a 4% há três anos. O número de vice-presidentes negros triplicou para nove no mesmo período.For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.


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  • 13/56   Veja como configurar uma nova conta de usuário no macOS

    Está usando um Mac e precisa criar uma conta de usuário? Conheça os tipos de permissões diferentes para cada perfil em computadores Apple e confira o passo a passo para a criação de um novo perfil na máquina

    Está usando um Mac e precisa criar uma conta de usuário? Conheça os tipos de permissões diferentes para cada perfil em computadores Apple e confira o passo a passo para a criação de um novo perfil na máquina


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  • 14/56   Google compra startup de óculos inteligentes

    Gigante de buscas confirmou que é a nova proprietário da North. A startup canadense ficou conhecida por seus óculos de realidade aumentada Focal, que mais parecem óculos comuns, e vêm com anel que controla os menus do aparelho

    Gigante de buscas confirmou que é a nova proprietário da North. A startup canadense ficou conhecida por seus óculos de realidade aumentada Focal, que mais parecem óculos comuns, e vêm com anel que controla os menus do aparelho


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  • 15/56   Novidade do app Files do Google ajuda você a excluir prints desnecessários

    O aplicativo Files, para gerenciamento de arquivos no Android, recebeu um novo recurso que permite localizar e excluir capturas de tela antigas do celular. O app ganhou também ajustes no reprodutor de áudio e na organização de arquivos

    O aplicativo Files, para gerenciamento de arquivos no Android, recebeu um novo recurso que permite localizar e excluir capturas de tela antigas do celular. O app ganhou também ajustes no reprodutor de áudio e na organização de arquivos


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  • 16/56   Macs com processadores ARM terão desempenho promissor, aponta benchmark

    Apple confirmou rumores em evento no final de junho, quando anunciou que abandonaria a Intel para priorizar a fabricação de processadores próprios; Linha Apple Silicon será usada nos próximos computadores da empresa, com estratégia similar à do iPhone

    Apple confirmou rumores em evento no final de junho, quando anunciou que abandonaria a Intel para priorizar a fabricação de processadores próprios; Linha Apple Silicon será usada nos próximos computadores da empresa, com estratégia similar à do iPhone


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  • 17/56   Android 11 limitará o acesso permanente de apps à localização do usuário

    Além de permitir que o usuário libere o acesso à localização apenas por um único uso, o Android 11 exigirá que aplicativos que queiram acessar o GPS quando não estão ativos tenham que pedir uma autorização especial nas configurações do sistema

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  • 18/56   Crysis Remastered tem data de lançamento e trailer vazados pela Microsoft

    Listagem do jogo na loja virtual da empresa acabou mostrando data de lançamento e até um trailer do jogo, cuja revelação “oficial” será feita apenas em 1º de julho de 2020; Loja da Microsoft ainda não apagou a listagem e informações já chegaram ao Reddit e Twitter

    Listagem do jogo na loja virtual da empresa acabou mostrando data de lançamento e até um trailer do jogo, cuja revelação “oficial” será feita apenas em 1º de julho de 2020; Loja da Microsoft ainda não apagou a listagem e informações já chegaram ao Reddit e Twitter


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  • 19/56   'The New York Times' abandona Apple News

    O jornal americano "The New York Times" se tornou o veículo de comunicação de mais alto perfil a deixar o Apple News, argumentando que o serviço do gigante tecnológico não estava contribuindo para atingir suas metas de assinatura e comerciais.

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  • 20/56   Boicote ao Facebook: Adidas, Microsoft e Ford se unem

    Empresas se juntaram a movimento que boicota a rede social contra propagação de mensagens de ódio.

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  • 21/56   Google Chrome vai consumir menos memória RAM no Windows 10

    O Google Chrome é o navegador mais popular do mundo, mas você deve saber que ele também é um dos que mais consome a memória do seu computador. Uma nova função do Windows 10 está sendo implementada no navegador para acabar com essa história

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  • 22/56   iPhone 12: tudo o que podemos esperar dos próximos lançamentos da Apple

    Vai fazer um ano que o iPhone 11 foi anunciado e todas as atenções estão voltadas para seu sucessor, que deve contar com uma série de novidades e melhorias para bater de frente com todos os modelos Android — confira tudo o que podemos esperar dos lançamentos da Apple

    Vai fazer um ano que o iPhone 11 foi anunciado e todas as atenções estão voltadas para seu sucessor, que deve contar com uma série de novidades e melhorias para bater de frente com todos os modelos Android — confira tudo o que podemos esperar dos lançamentos da Apple


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  • 23/56   Imposto de Renda: prazo para entrega da declaração termina hoje

    O contribuinte que ainda não entregou a sua declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2020 tem até as 23h59min59s, desta terça-feira (30), para fazê-lo. Até as 18h de ontem (29), 27.904.579 pessoas haviam enviado o documento à Receita Federal.O total equivale a 87,2% dos 32 milhões de declarações esperadas para este ano. Inicialmente, o prazo acabaria no fim de abril, mas a data foi prorrogada por dois meses por causa da pandemia do novo coronavírus.A Receita derrubou a exigência do número do recibo da declaração anterior e adiou o pagamento da primeira cota ou cota única para junho. Quanto às restituições, o cronograma dos lotes de pagamento, que começou em maio e acaba em setembro, está mantido.O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal. Quem optar por dispositivos móveis, como tablets ou smartphones, pode baixar o aplicativo Meu Imposto de Renda nas lojas Google Play, para o sistema operacional Android, e App Store, para o sistema operacional iOS.A declaração do Imposto de Renda é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado, o equivalente a R$ 2.196,90 por mês, incluído o décimo terceiro. A multa por atraso de entrega é estipulada em 1% ao mês-calendário até 20%. O valor mínimo é R$ 165,74. MudançasAs novidades para a entrega da declaração este ano estão disponíveis na página da Receita. Entre as principais mudanças, estão a antecipação no cronograma de restituição, cujo pagamento começou no fim de maio e terminará no fim de setembro, e o fim da dedução do INSS dos trabalhadores domésticos.Pela primeira vez, os contribuintes com certificação digital receberão a declaração pré-preenchida no programa gerador. Até agora, eles tinham de entrar no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), salvar o formulário pré-preenchido no computador e importar o arquivo para preencher a declaração. Neste ano, também está disponível a doação, diretamente na declaração, de até 3% do imposto devido para fundos de direito dos idosos. ObrigatoriedadePrecisa ainda declarar o Imposto de Renda quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês de 2019, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros.Quando se trata de atividade rural, é obrigado a declarar o contribuinte com renda bruta superior a R$ 142.798,50. Também deve preencher a declaração quem teve, em 31 de dezembro do ano passado, a posse ou propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, com valor total superior a R$ 300 mil.

    O contribuinte que ainda não entregou a sua declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2020 tem até as 23h59min59s, desta terça-feira (30), para fazê-lo. Até as 18h de ontem (29), 27.904.579 pessoas haviam enviado o documento à Receita Federal.O total equivale a 87,2% dos 32 milhões de declarações esperadas para este ano. Inicialmente, o prazo acabaria no fim de abril, mas a data foi prorrogada por dois meses por causa da pandemia do novo coronavírus.A Receita derrubou a exigência do número do recibo da declaração anterior e adiou o pagamento da primeira cota ou cota única para junho. Quanto às restituições, o cronograma dos lotes de pagamento, que começou em maio e acaba em setembro, está mantido.O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal. Quem optar por dispositivos móveis, como tablets ou smartphones, pode baixar o aplicativo Meu Imposto de Renda nas lojas Google Play, para o sistema operacional Android, e App Store, para o sistema operacional iOS.A declaração do Imposto de Renda é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado, o equivalente a R$ 2.196,90 por mês, incluído o décimo terceiro. A multa por atraso de entrega é estipulada em 1% ao mês-calendário até 20%. O valor mínimo é R$ 165,74. MudançasAs novidades para a entrega da declaração este ano estão disponíveis na página da Receita. Entre as principais mudanças, estão a antecipação no cronograma de restituição, cujo pagamento começou no fim de maio e terminará no fim de setembro, e o fim da dedução do INSS dos trabalhadores domésticos.Pela primeira vez, os contribuintes com certificação digital receberão a declaração pré-preenchida no programa gerador. Até agora, eles tinham de entrar no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), salvar o formulário pré-preenchido no computador e importar o arquivo para preencher a declaração. Neste ano, também está disponível a doação, diretamente na declaração, de até 3% do imposto devido para fundos de direito dos idosos. ObrigatoriedadePrecisa ainda declarar o Imposto de Renda quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês de 2019, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros.Quando se trata de atividade rural, é obrigado a declarar o contribuinte com renda bruta superior a R$ 142.798,50. Também deve preencher a declaração quem teve, em 31 de dezembro do ano passado, a posse ou propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, com valor total superior a R$ 300 mil.


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  • 24/56   Esta caixa de som portátil da JBL vai competir com o Echo

    A JBL LINK vem com Google Assistant, controle de voz, som 360 graus,  tem entrada para cabo de áudio e bateria que dura até 8 horas fora da tomada.

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  • 25/56   YouTube retira canais supremacistas

    O YouTube removeu de seu serviço canais de grupos supremacistas por violarem "repetidamente" suas regras, por exemplo, alegando que certos indivíduos são inferiores a outros, informou nesta segunda-feira (29) a plataforma de vídeo do Google.

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  • 26/56   Google Fotos desativa backup automático do WhatsApp, Messenger e outros

    Medida já tinha sido flagrada pelo site XDA Developers e agora se concretiza, com anúncio oficial do Google. A razão disso é para economizar banda larga em tempos de pandemia e algo semelhante já foi realizado por serviços de streaming há alguns meses

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  • 27/56   OPAS prevê 400.000 mortes na América Latina e no Caribe em três meses
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) pediu "flexibilidade" e adoção de medidas com base em dados epidemiológicos "detalhados" para controlar a pandemia de COVID-19 que pode deixar mais de 400.000 mortos em três meses na América Latina e no Caribe.

    A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) pediu "flexibilidade" e adoção de medidas com base em dados epidemiológicos "detalhados" para controlar a pandemia de COVID-19 que pode deixar mais de 400.000 mortos em três meses na América Latina e no Caribe.


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  • 28/56   Mercosul pedirá fundos a entidades internacionais para combater a pandemia
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Os países do Mercosul - Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai - pedirão em bloco para refinanciar suas dívidas com organizações internacionais para enfrentar os efeitos da pandemia da COVID-19, anunciou nesta terça-feira o ministro das Relações Exteriores do Paraguai, Antonio Rivas.

    Os países do Mercosul - Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai - pedirão em bloco para refinanciar suas dívidas com organizações internacionais para enfrentar os efeitos da pandemia da COVID-19, anunciou nesta terça-feira o ministro das Relações Exteriores do Paraguai, Antonio Rivas.


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  • 29/56   Combate uruguaio da COVID-19 inspira UE e faz do país um oásis na América Latina
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Logo bem cedo pela manhã e sem alterar seu horário de trabalho em meio a uma pandemia, o presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, veste sua roupa de neoprene para surfar, algo que não fazia desde que assumiu o cargo em março passado.

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  • 30/56   Opas prevê mais de 400.000 mortes em América Latina e Caribe em três meses
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) pediu "flexibilidade" e decisões com base em dados epidemiológicos "detalhados" para conter a pandemia de COVID-19 que pode deixar mais de 400.000 mortos em três meses na América Latina e o Caribe.

    A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) pediu "flexibilidade" e decisões com base em dados epidemiológicos "detalhados" para conter a pandemia de COVID-19 que pode deixar mais de 400.000 mortos em três meses na América Latina e o Caribe.


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  • 31/56   Região boliviana trata pacientes com COVID-19 com dióxido de cloro, apesar de advertências
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O governo da região boliviana de Chuquisaca (sudeste) informou nesta terça-feira(30) que pacientes com COVID-19 estão consumindo dióxido de cloro com "excelente eficácia", embora um comitê científico nacional tenha alertado sobre os danos à saúde.

    O governo da região boliviana de Chuquisaca (sudeste) informou nesta terça-feira(30) que pacientes com COVID-19 estão consumindo dióxido de cloro com "excelente eficácia", embora um comitê científico nacional tenha alertado sobre os danos à saúde.


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  • 32/56   Justiça anula decisão que obrigava Bolsonaro a usar máscara e a classifica como 'desnecessária'
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Uma juíza anulou nesta terça-feira (30) a decisão que obrigava o presidente Jair Bolsonaro a usar máscara em locais públicos em Brasília como prevenção contra o coronavírus, por considerar a medida desnecessária, pois seu uso já é obrigatório.

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  • 33/56   Miami distribui máscaras em domicílio para combater propagação da COVID-19
    SCIENCE TOPIC NEWS

    De casa em casa, um grupo de trabalhadores distribui máscaras faciais e desinfetantes em Miami, tentando convencer os moradores a usá-los em um esforço para combater o gigantesco avanço do coronavírus na Flórida.

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  • 34/56   Rio supera 10 mil mortes
    SCIENCE TOPIC NEWS

    O Brasil registrou 1.280 mortes e 33.846 novos casos de contaminações pelo novo coronavírus em 24 horas, de acordo com o Ministério da Saúde. No mesmo dia, a pasta informou que o estado do Rio de Janeiro ultrapassou a marca de 10 mil óbitos pela Covid-19.

    O Brasil registrou 1.280 mortes e 33.846 novos casos de contaminações pelo novo coronavírus em 24 horas, de acordo com o Ministério da Saúde. No mesmo dia, a pasta informou que o estado do Rio de Janeiro ultrapassou a marca de 10 mil óbitos pela Covid-19.


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  • 35/56   EUA pode chegar a 100.000 novos casos diários de COVID-19, diz Fauci
    SCIENCE TOPIC NEWS

    Anthony Fauci, um dos principais membros do grupo de trabalho sobre coronavírus da Casa Branca, alertou o Congresso nesta terça-feira de que os Estados Unidos podem alcançar 100.000 casos por dia se nenhuma ação for tomada.

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  • 36/56   Biden desiste de atos públicos em campanha presidencial
    SCIENCE TOPIC NEWS

    A pandemia do novo coronavírus impacta a corrida à Casa Branca. O democrata Joe Biden desistiu de fazer atos públicos na campanha presidencial.

    A pandemia do novo coronavírus impacta a corrida à Casa Branca. O democrata Joe Biden desistiu de fazer atos públicos na campanha presidencial.


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  • 37/56   Pompeo alerta para novas medidas contra Pequim, depois de 'dia triste' para Hong Kong
    WORLD TOPIC NEWS

    O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Mike Pompeo, alertou Pequim de mais retaliação por aprovar uma lei que restringe liberdades e autonomia para Hong Kong, no que ele chamou de "dia triste".

    O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Mike Pompeo, alertou Pequim de mais retaliação por aprovar uma lei que restringe liberdades e autonomia para Hong Kong, no que ele chamou de "dia triste".


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  • 38/56   Trump, cada vez 'mais irritado' com a China
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente americano, Donald Trump, disse nesta terça-feira estar cada vez 'mais e mais irritado' com a China pelos efeitos da pandemia de Covid-19 em seu país e no mundo.

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  • 39/56   China promulga polêmica lei de segurança para Hong Kong
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente chinês, Xi Jinping, promulgou nesta terça-feira (30) a polêmica lei de segurança nacional para Hong Kong, segundo a qual os crimes de segurança nacional podem ser punidos com prisão perpétua e a justiça chinesa será competente nos casos mais "graves".

    O presidente chinês, Xi Jinping, promulgou nesta terça-feira (30) a polêmica lei de segurança nacional para Hong Kong, segundo a qual os crimes de segurança nacional podem ser punidos com prisão perpétua e a justiça chinesa será competente nos casos mais "graves".


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  • 40/56   Trump aprova plano para retirar soldados dos EUA da Alemanha
    WORLD TOPIC NEWS

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou um plano para retirar 9.500 soldados americanos que estão na Alemanha, um projeto que será apresentado "nas próximas semanas" ao Congresso e depois aos aliados da Otan, informou o Pentágono nesta terça-feira (30).

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou um plano para retirar 9.500 soldados americanos que estão na Alemanha, um projeto que será apresentado "nas próximas semanas" ao Congresso e depois aos aliados da Otan, informou o Pentágono nesta terça-feira (30).


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  • 41/56   TSE decide buscar mais provas contra Bolsonaro em ação eleitoral
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu, nesta terça-feira (30) colher novas provas em uma ação eleitoral que pode levar o presidente Jair Bolsonaro e o vice Hamilton Mourão à cassação por crimes eleitorais. Por 4 a 3, a corte decidiu reabrir as investigações sobre o hackeamento, durante o pleito, de um grupo nas redes sociais que reunia 2,7 milhões de pessoas contra o atual chefe do Executivo. Após a invasão, o grupo passou a ter o nome "Mulheres COM Bolsonaro 17" e o então candidato publicou um agradecimento nas redes sociais. As coligações de Marina Silva (Rede) e de Guilherme Boulos (PSOL), então, entraram com uma representação no TSE e pediram a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão por abuso de poder durante a campanha. Nesta terça, o julgamento foi retomado com o voto do ministro Alexandre de Moraes, que havia pedido vista no último dia 9. O magistrado ficou vencido ao acompanhar o relator, Og Fernandes, e o ministro Luís Felipe Salomão para arquivar o caso. A maioria dos ministros seguiu o voto do ministro Edson Fachin, que defendeu a necessidade de conceder aos autores das ações a possibilidade de buscar evidências ao caso. O ministro decidiu deferir pedido feito pelos autores, que havia sido negado, sobre perícias cibernéticas da Polícia Federal e da Polícia Civil da Bahia, de onde partiu o ataque. "Extraio a possibilidade e a necessidade de atender ao direito de produção de prova pericial nos presentes autos, como elemento indispensável à pretensão dos investigantes de demonstrar ou não a existência de vínculo objetivo e subjetivo entre o perpetrador da conduta que ora se rotula abusiva e os investigados", afirmou o ministro. Último a votar, o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que não seria incoerente o relator ter indeferido o pedido de produção de provas e, depois, a corte arquivar a ação por falta de provas. "Acho que a parte tinha direito de procurar provas da existência ou não de novos elementos para o caso", disse. O ministro também criticou o discurso de que o hackeamento não seria motivo suficiente para abalar o equilíbrio eleitoral e não teria gravidade suficiente para cassar a chapa de Bolsonaro e Mourão. "Não é produzir um site e manifestar posição que queira, é invadir o site alheio e deturpar e desvirtuar a manifestação legítima que, na política, deve haver para todos os lados", disse Barroso, antes de defender que não se pode admitir como razoável a invasão do grupo nas redes sociais. O relator alegou que seu antecessor, ministro Jorge Mussi, que era o responsável pelo processo no início da tramitação, solicitou tanto à PF quanto à Polícia Civil na Bahia que encaminhassem informações sobre o hackeamento, o que não foi possível. "Foi solicitado, para instruir a ação, e a resposta que obtivemos foi um nada do ponto de vista da produção de provas e que em torno das quais não poderíamos nos valer. Houve, sim, a tentativa do corregedor que me antecedeu de aferir esses elementos", disse. Os advogados de Bolsonaro negam autoria ou participação no hackeamento à página. A defesa argumentou, ainda, que, à época do ataque virtual, o presidente estava internado após ter sofrido um atentado à faca em Juiz de Fora (MG).

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu, nesta terça-feira (30) colher novas provas em uma ação eleitoral que pode levar o presidente Jair Bolsonaro e o vice Hamilton Mourão à cassação por crimes eleitorais. Por 4 a 3, a corte decidiu reabrir as investigações sobre o hackeamento, durante o pleito, de um grupo nas redes sociais que reunia 2,7 milhões de pessoas contra o atual chefe do Executivo. Após a invasão, o grupo passou a ter o nome "Mulheres COM Bolsonaro 17" e o então candidato publicou um agradecimento nas redes sociais. As coligações de Marina Silva (Rede) e de Guilherme Boulos (PSOL), então, entraram com uma representação no TSE e pediram a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão por abuso de poder durante a campanha. Nesta terça, o julgamento foi retomado com o voto do ministro Alexandre de Moraes, que havia pedido vista no último dia 9. O magistrado ficou vencido ao acompanhar o relator, Og Fernandes, e o ministro Luís Felipe Salomão para arquivar o caso. A maioria dos ministros seguiu o voto do ministro Edson Fachin, que defendeu a necessidade de conceder aos autores das ações a possibilidade de buscar evidências ao caso. O ministro decidiu deferir pedido feito pelos autores, que havia sido negado, sobre perícias cibernéticas da Polícia Federal e da Polícia Civil da Bahia, de onde partiu o ataque. "Extraio a possibilidade e a necessidade de atender ao direito de produção de prova pericial nos presentes autos, como elemento indispensável à pretensão dos investigantes de demonstrar ou não a existência de vínculo objetivo e subjetivo entre o perpetrador da conduta que ora se rotula abusiva e os investigados", afirmou o ministro. Último a votar, o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que não seria incoerente o relator ter indeferido o pedido de produção de provas e, depois, a corte arquivar a ação por falta de provas. "Acho que a parte tinha direito de procurar provas da existência ou não de novos elementos para o caso", disse. O ministro também criticou o discurso de que o hackeamento não seria motivo suficiente para abalar o equilíbrio eleitoral e não teria gravidade suficiente para cassar a chapa de Bolsonaro e Mourão. "Não é produzir um site e manifestar posição que queira, é invadir o site alheio e deturpar e desvirtuar a manifestação legítima que, na política, deve haver para todos os lados", disse Barroso, antes de defender que não se pode admitir como razoável a invasão do grupo nas redes sociais. O relator alegou que seu antecessor, ministro Jorge Mussi, que era o responsável pelo processo no início da tramitação, solicitou tanto à PF quanto à Polícia Civil na Bahia que encaminhassem informações sobre o hackeamento, o que não foi possível. "Foi solicitado, para instruir a ação, e a resposta que obtivemos foi um nada do ponto de vista da produção de provas e que em torno das quais não poderíamos nos valer. Houve, sim, a tentativa do corregedor que me antecedeu de aferir esses elementos", disse. Os advogados de Bolsonaro negam autoria ou participação no hackeamento à página. A defesa argumentou, ainda, que, à época do ataque virtual, o presidente estava internado após ter sofrido um atentado à faca em Juiz de Fora (MG).


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  • 42/56   STF deve derrotar Flávio e mandar caso de volta à 1ª instância
    WORLD TOPIC NEWS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, deve sofrer uma derrota no STF (Supremo Tribunal Federal) na ação em que pede para ser julgado com foro especial no Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio, e não em primeira instância, no caso das "rachadinhas". O caso foi distribuído nesta terça (30) para o ministro Gilmar Mendes, que já encaminhou a ação para que o procurador-geral da República, Augusto Aras, se manifeste. Gilmar foi escolhido relator do recurso do Ministério Público por já ter julgado ação ligada às investigações contra Flávio -a regra da prevenção. Em setembro, o ministro suspendeu as investigações contra o senador até que o STF decidisse sobre as regras de colaboração do Coaf em investigações criminais. Gilmar não deve decidir sozinho, mas sim encaminhar a ação para ser examinada pela Segunda Turma, da qual fazem parte também Celso de Mello, Ricardo Lewandowski, Edson Fachin e Cármen Lúcia. Segundo magistrado do STF ouvido pela reportagem, há consenso no tribunal de que casos como o de Flávio devem tramitar em primeira instância. Na semana passada, a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio aceitou o pedido da defesa do senador para que a investigação do suposto esquema de desvio de recursos passasse a tramitar no Órgão Especial do TJ, e não mais na 27ª Vara Criminal. O argumento era o de que, na época em que o crime investigado teria sido cometido, Flávio era deputado estadual, com direito a foro especial. O Supremo, porém, tem decidido que, ao perder o cargo, o político perde o foro -ainda que se eleja para outro cargo.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, deve sofrer uma derrota no STF (Supremo Tribunal Federal) na ação em que pede para ser julgado com foro especial no Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio, e não em primeira instância, no caso das "rachadinhas". O caso foi distribuído nesta terça (30) para o ministro Gilmar Mendes, que já encaminhou a ação para que o procurador-geral da República, Augusto Aras, se manifeste. Gilmar foi escolhido relator do recurso do Ministério Público por já ter julgado ação ligada às investigações contra Flávio -a regra da prevenção. Em setembro, o ministro suspendeu as investigações contra o senador até que o STF decidisse sobre as regras de colaboração do Coaf em investigações criminais. Gilmar não deve decidir sozinho, mas sim encaminhar a ação para ser examinada pela Segunda Turma, da qual fazem parte também Celso de Mello, Ricardo Lewandowski, Edson Fachin e Cármen Lúcia. Segundo magistrado do STF ouvido pela reportagem, há consenso no tribunal de que casos como o de Flávio devem tramitar em primeira instância. Na semana passada, a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio aceitou o pedido da defesa do senador para que a investigação do suposto esquema de desvio de recursos passasse a tramitar no Órgão Especial do TJ, e não mais na 27ª Vara Criminal. O argumento era o de que, na época em que o crime investigado teria sido cometido, Flávio era deputado estadual, com direito a foro especial. O Supremo, porém, tem decidido que, ao perder o cargo, o político perde o foro -ainda que se eleja para outro cargo.


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  • 43/56   Casa Branca afirma que Trump lê os relatórios de inteligência
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    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, "lê" os relatórios de inteligência, afirmou a Casa Branca nesta terça-feira (30) em resposta às críticas por seu desconhecimento de um suposto esquema no qual a Rússia teria pago ao Talibã para matar tropas americanas no Afeganistão.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, "lê" os relatórios de inteligência, afirmou a Casa Branca nesta terça-feira (30) em resposta às críticas por seu desconhecimento de um suposto esquema no qual a Rússia teria pago ao Talibã para matar tropas americanas no Afeganistão.


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  • 44/56   Em novo aceno ao Congresso, Bolsonaro afaga Maia e Alcolumbre em prorrogação do auxílio
    WORLD TOPIC NEWS

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro fez novos gestos nesta terça-feira (30) ao Congresso Nacional e convidou os chefes do Legislativo, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), para acompanhá-lo em uma futura viagem presidencial pelo interior do Brasil. Os presidentes da Câmara e do Senado participaram nesta terça de cerimônia no Palácio do Planalto da prorrogação do auxílio emergencial, que terá mais dois meses de validade e pagará, nesse período, um total de R$ 1.200 a cada beneficiário. Durante o ato no Palácio do Planalto, Bolsonaro disse que a presença de Maia e Alcolumbre é um sinal de que, juntos, "podemos fazer muito pela nossa pátria". A relação de Bolsonaro com o Legislativo foi marcada nos últimos meses por diversos atritos, mas o mandatário tem buscado recentemente uma reaproximação com os parlamentares. Em outro aceno a Maia e a Alcolumbre, Bolsonaro disse na cerimônia desta terça que, na próxima semana, irá ao Congresso para sancionar um projeto de autoria do governo que, entre outros pontos, aumenta a validade da carteira de motorista para 10 anos. "Se Deus quiser outros momentos teremos juntos para o bem de todos nós", declarou o mandatário. Bolsonaro também convidou os presidente da Câmara e do Senado a assinar o decreto presidencial que estabelece a prorrogação do auxílio emergencial, numa nova demonstração de união entre os chefes dos dois poderes. O tom de moderação adotado pelo presidente faz parte de uma estratégia de Bolsonaro para tentar diminuir o desgaste do governo e proteger os filhos. Nas duas últimas semanas, marcadas por operações policiais contra alvos próximos à sua família, o mandatário recuou em conduta agressiva e fez gestos de pacificação ao Judiciário e ao Legislativo. A mudança de postura -ao menos por enquanto- ocorreu após pelo menos dois integrantes da equipe ministerial terem recomendado ponderação ao presidente: Fernando Azevedo (Defesa) e Fábio Faria (Comunicações).

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro fez novos gestos nesta terça-feira (30) ao Congresso Nacional e convidou os chefes do Legislativo, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), para acompanhá-lo em uma futura viagem presidencial pelo interior do Brasil. Os presidentes da Câmara e do Senado participaram nesta terça de cerimônia no Palácio do Planalto da prorrogação do auxílio emergencial, que terá mais dois meses de validade e pagará, nesse período, um total de R$ 1.200 a cada beneficiário. Durante o ato no Palácio do Planalto, Bolsonaro disse que a presença de Maia e Alcolumbre é um sinal de que, juntos, "podemos fazer muito pela nossa pátria". A relação de Bolsonaro com o Legislativo foi marcada nos últimos meses por diversos atritos, mas o mandatário tem buscado recentemente uma reaproximação com os parlamentares. Em outro aceno a Maia e a Alcolumbre, Bolsonaro disse na cerimônia desta terça que, na próxima semana, irá ao Congresso para sancionar um projeto de autoria do governo que, entre outros pontos, aumenta a validade da carteira de motorista para 10 anos. "Se Deus quiser outros momentos teremos juntos para o bem de todos nós", declarou o mandatário. Bolsonaro também convidou os presidente da Câmara e do Senado a assinar o decreto presidencial que estabelece a prorrogação do auxílio emergencial, numa nova demonstração de união entre os chefes dos dois poderes. O tom de moderação adotado pelo presidente faz parte de uma estratégia de Bolsonaro para tentar diminuir o desgaste do governo e proteger os filhos. Nas duas últimas semanas, marcadas por operações policiais contra alvos próximos à sua família, o mandatário recuou em conduta agressiva e fez gestos de pacificação ao Judiciário e ao Legislativo. A mudança de postura -ao menos por enquanto- ocorreu após pelo menos dois integrantes da equipe ministerial terem recomendado ponderação ao presidente: Fernando Azevedo (Defesa) e Fábio Faria (Comunicações).


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  • 45/56   Facebook exclui grupo ligado à extrema direita dos EUA
    WORLD TOPIC NEWS

    O Facebook proibiu uma rede americana "violenta" e "antigovernamental", com alguns vínculos com o movimento de extrema direita Boogaloo, cujos apoiadores carregaram armas em protestos recentes, informou a empresa na terça-feira (30).

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  • 46/56   Anexação mais próxima
    WORLD TOPIC NEWS

    Palco de constantes tensões no Oriente Médio, as colônias da Cisjordânia ocupada estão mais uma vez no centro das atenções. O projeto de anexação dos territórios por Israel não é consenso entre moradores, que questionam o plano traçado por Donald Trump.

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  • 47/56   Câmara aprova MP que protege bancos de volatilidade cambial durante pandemia de Covid-19
    BUSINESS TOPIC NEWS

    BRASÍLIA (Reuters) - A Câmara dos Deputados aprovou, na noite da terça-fera, medida provisória que autoriza a diminuição de proteção cambial a variações do dólar a bancos com investimentos no exterior.Segundo a Agência Câmara de Notícias, a medida editada para proteger bancos da volatilidade cambial aplica-se inclusive a casos de sociedade controlada, coligada, filial, sucursal ou agência no exterior.

    BRASÍLIA (Reuters) - A Câmara dos Deputados aprovou, na noite da terça-fera, medida provisória que autoriza a diminuição de proteção cambial a variações do dólar a bancos com investimentos no exterior.Segundo a Agência Câmara de Notícias, a medida editada para proteger bancos da volatilidade cambial aplica-se inclusive a casos de sociedade controlada, coligada, filial, sucursal ou agência no exterior.


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  • 48/56   Lição do confinamento
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Uma manifestação do 'Extinction Rebelion' afirmou em Paris que o confinamento foi uma lição em algumas questões. O grupo defendeu que é hora de salvar o mundo e criticou o plano de recuperação pós-Covid-19.

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  • 49/56   Justiça bloqueia temporariamente a publicação de um livro sobre a família de Trump
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Nesta terça-feira (30), Um juiz de Nova York suspendeu temporariamente a publicação de um livro da sobrinha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que o classifica como "o homem mais perigoso do mundo".

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  • 50/56   Cade reverte medida cautelar contra acordo entre Cielo e Whatsapp
    BUSINESS TOPIC NEWS

    SÃO PAULO (Reuters) - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu no final da tarde desta terça-feira retirar medida cautelar que impedia acordo para a criação de um sistema de pagamentos no país recentemente lançado pelo Whatsapp com a maior empresa do setor no Brasil, a Cielo.O órgão de defesa da competição afirmou, porém, que vai continuar investigação sobre a parceria.

    SÃO PAULO (Reuters) - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu no final da tarde desta terça-feira retirar medida cautelar que impedia acordo para a criação de um sistema de pagamentos no país recentemente lançado pelo Whatsapp com a maior empresa do setor no Brasil, a Cielo.O órgão de defesa da competição afirmou, porém, que vai continuar investigação sobre a parceria.


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  • 51/56   Auxílio emergencial será prorrogado por 2 meses, mas com pagamento em fases, diz Guedes
    BUSINESS TOPIC NEWS

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira que o auxílio emergencial de 600 reais será estendido por dois meses, mas afirmou que os pagamentos poderão ocorrer de forma parcelada para que, na prática, cubram um período maior. Mas se nós tivermos, inclusive, percepção quanto à possível duração um pouco mais extensa ou não dessa crise, podemos perfeitamente pegar os dois pagamentos de 600, mas fasear de uma forma que você cubra três meses, é mais inteligente", disse ele, em cerimônia no Palácio do Planalto.

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira que o auxílio emergencial de 600 reais será estendido por dois meses, mas afirmou que os pagamentos poderão ocorrer de forma parcelada para que, na prática, cubram um período maior. Mas se nós tivermos, inclusive, percepção quanto à possível duração um pouco mais extensa ou não dessa crise, podemos perfeitamente pegar os dois pagamentos de 600, mas fasear de uma forma que você cubra três meses, é mais inteligente", disse ele, em cerimônia no Palácio do Planalto.


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  • 52/56   Pompeo adverte talibãs sobre ataques a americanos
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Os Estados Unidos alertaram nesta terça-feira (30) os talibãs sobre ataques contra os americanos, em meio à indignação com as supostas recompensas oferecidas pela Rússia para atacar tropas americanas.

    Os Estados Unidos alertaram nesta terça-feira (30) os talibãs sobre ataques contra os americanos, em meio à indignação com as supostas recompensas oferecidas pela Rússia para atacar tropas americanas.


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  • 53/56   Ibovespa fecha em queda com bancos, mas tem maior alta trimestral desde 2003
    BUSINESS TOPIC NEWS

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em queda nesta terça-feira, pressionado por bancos, o que não impediu marcar o terceiro mês seguido de alta e garantir a melhor performance trimestral desde 2003.A forte recuperação nos últimos meses teve suporte na ampla liquidez global decorrente principalmente de medidas de vários países no combate aos efeitos econômicos da pandemia do Covid-19, mas também na queda da Selic a mínimas históricas.

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  • 54/56   Exportação de soja do Brasil pode crescer 7,6% em 2020, para até 78 mi t, prevê Anec
    BUSINESS TOPIC NEWS

    A previsão, repassada à Reuters via assessoria de imprensa, mostra embarques maiores do que os projetados ao final de abril, quando a Anec previa 73 milhões de toneladas para o ano.O número ressalta também como seguiram fortes as exportações de maio e junho do Brasil, o maior exportador global da oleaginosa, após o país ter embarcado um recorde mensal de mais de 14 milhões de toneladas em abril, segundo a Anec.

    A previsão, repassada à Reuters via assessoria de imprensa, mostra embarques maiores do que os projetados ao final de abril, quando a Anec previa 73 milhões de toneladas para o ano.O número ressalta também como seguiram fortes as exportações de maio e junho do Brasil, o maior exportador global da oleaginosa, após o país ter embarcado um recorde mensal de mais de 14 milhões de toneladas em abril, segundo a Anec.


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  • 55/56   Brasil deve fechar junho com exportação de 11,9 mi t de soja, diz Anec
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Segundo relatório da Anec, a exportação de milho do Brasil em junho deverá atingir cerca de 775 mil toneladas, ante cerca de 1 milhão de toneladas na previsão da semana anterior.Após um pico de embarques em meses anteriores, as exportações de soja começam a cair, à medida que a oferta também diminui, depois de embarques recordes da oleaginosa.

    Segundo relatório da Anec, a exportação de milho do Brasil em junho deverá atingir cerca de 775 mil toneladas, ante cerca de 1 milhão de toneladas na previsão da semana anterior.Após um pico de embarques em meses anteriores, as exportações de soja começam a cair, à medida que a oferta também diminui, depois de embarques recordes da oleaginosa.


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  • 56/56   S&P 500 fecha sessão em alta ao fim de melhor trimestre desde 1998
    BUSINESS TOPIC NEWS

    Saindo de uma queda de 20% no primeiro trimestre, o maior declínio trimestral desde a crise financeira no quarto trimestre de 2008, o S&P; 500 subiu mais de 19,95% para marcar seu maior ganho trimestral desde 1998, no auge do boom da tecnologia.Os ganhos foram alimentados por níveis sem precedentes de estímulo fiscal e monetário e pela flexibilização das restrições que visava brecar a disseminação do Covid-19.

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